Há 30 anos, um grupo de professores percebeu que a melhor forma de preservar o património comum luso-galego era colocá-lo nas mãos das crianças.
Licenciada em Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica Portuguesa (1993-1998), iniciou o seu percurso profissional no jornal A Capital, onde se estreou a fazer reportagens e notícias sobre Lisboa e concelhos limítrofes. Passou depois pelo Diário Económico, regressou ao jornal A Capital e passou depois pelo Diário de Notícias. Em 2009, fez parte da equipa fundadora do jornal i.
Atualmente, é jornalista em regime freelance, colaborando para diferentes títulos, como as revistas Volta ao Mundo e Notícias Magazine, ou jornais Diário de Notícias e Jornal de Notícias, entre outras publicações especializadas.
É ainda autora do website infantojuvenil quebichotemordeu.com, um projeto pessoal onde procura despertar a curiosidade de crianças e adolescentes para temas ligados aos direitos humanos, ciência, cidadania ou igualdade de géneros.
Ao longo das últimas duas décadas, já escreveu sobre local, educação, África ou ciência e tecnologia. Nos anos mais recentes, dedica-se sobretudo às áreas do ambiente e da sustentabilidade. As histórias sobre pessoas, natureza e vida selvagem, capazes de inspirar e mudar perspetivas, são aquelas que mais a motivam a escrever todos os dias.
Há 30 anos, um grupo de professores percebeu que a melhor forma de preservar o património comum luso-galego era colocá-lo nas mãos das crianças.
A primeira viagem ferroviária será assinada com um programa que recupera memórias, recria o percurso inaugural e devolve ao público o ambiente que marcou o início de uma nova era no país.
Os dois países partilham uma extensa rede hídrica, mas a gestão nem sempre é consensual. Conheça aqui os altos e baixos da coordenação luso-espanhola.
Conhecer os nomes que se dão aos habitantes de vilas ou cidades portuguesas é percorrer a nossa História e mergulhar nas heranças que os povos antigos deixaram na Península Ibérica.
Associação local avança com trabalho técnico para garantir proteção oficial a uma linhagem caprina rara, resistente e ligada há gerações às serras da Beira Interior.
No Banco Português de Germoplasma Vegetal semeia-se o futuro através da preservação de mais de 40 mil plantas tradicionais da agricultura portuguesa.
Conheça a história e a importância de uma obra de engenharia que marcou a modernização do país e continua decisiva no planeamento dos recursos hídricos.
Com quase oito mil anos, o Cão de Muge é o animal domesticado mais antigo encontrado em Portugal, mas foi por um feliz acaso que o seu testemunho chegou intacto aos nossos dias.
De 2 a 5 de outubro, a vila recebe ornitólogos, naturalistas e famílias para quatro dias de saídas de campo, ciência, caminhadas e contacto com o mundo natural.
Entre curvas e paisagens, algumas rotas nacionais destacam-se pela forma como revelam o território, cruzando história, natureza e experiência de viagem em percursos memoráveis.
A simulação espacial AMADEE‑27 reunirá cientistas, astronautas análogos e tecnologia avançada para testar operações, robótica e vida em isolamento num cenário inspirado no planeta vermelho.
O monarca liderou 12 campanhas científicas, trazendo do fundo do mar espécies até então nunca vistas, expostas no Aquário Vasco da Gama.
Observações náuticas antigas revelam padrões atmosféricos que ajudam a decifrar a evolução do clima e a antecipar desafios atuais.
As anotações da cientista polaca radicada em França representam os primórdios da nossa compreensão sobre a radioatividade, mas não estão ao alcance de todos. Descubra aqui por que são tão difíceis de consultar.
Em ondas de calor, os óbitos podem aumentar. Como separar esse impacto da oscilação habitual? Saiba como especialistas medem o risco para a população portuguesa.
Estruturas submersas na Madeira e no Porto Santo revelam como ambientes construídos apoiam a vida marinha, embora não reproduzam totalmente a complexidade ecológica dos sistemas naturais.
Graças a um sistema de drenagem subterrâneo que os cientistas ainda não compreendem, este lago pode estar cheio de manhã e vazio algumas horas depois.
Entre setembro e novembro, vai poder percorrer trilhos ribatejanos de 11 municípios e explorar paisagens, património histórico, tradições e sabores locais.
Lisboa reforça a segurança na frente ribeirinha com avisos sonoros, melhorando a capacidade de resposta e proteção das populações perante riscos costeiros extremos.
Durante décadas, Luís Alves percorreu margens, ribeiras e aldeias do Médio Tejo. Hoje, as suas memórias recuperam um conhecimento que pode ajudar a proteger os cursos de água doce.