Descubra como a química molecular e a temperatura interagem para criar a sensação de humidade que sentimos diariamente ao entrar em contacto com a água.
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Um estudo de décadas com dados oceanográficos fornece a primeira evidência de que o calor das profundezas oceânicas se aproximou da Antártida, ameaçando as frágeis plataformas de gelo que rodeiam o continente.
O Etna é o vulcão mais ativo da Europa e um dos mais monitorizados do mundo, mas até à data nenhum modelo geológico explica como se formou. Apresentamos-vos aqui os detalhes desta nova descoberta.
A persistência das frequências elevadas no canto das aves urbanas de Paris após vinte anos de declínio da poluição sonora. Saiba mais aqui!
Um grupo de cientista descobriu, nas profundezas da fossa de Atacama, microrganismos que sobrevivem sem luz solar, sustentados por reações químicas baseadas em compostos de enxofre, desafiando os limites da vida.
Fósseis analisados com uma técnica pioneira revelam duas espécies de polvos gigantes que mediam até 19 metros e caçavam nos mesmos mares que os mosassauros.
A história escrita no ADN: milhões de anos de hibridização e a recente perda de conectividade moldam o futuro dos elefantes. Saiba mais aqui!
Em apenas algumas décadas, o Velho Continente perdeu centenas de milhões de aves, um sinal alarmante da degradação ambiental. A ciência alerta: o desaparecimento em massa destas espécies afeta gravemente o equilíbrio ecológico e também a vida humana.
De acordo com uma nova investigação, os fungos enterrados no solo da floresta podem estar a absorver silenciosamente a chuva, e podem até estar a fazê-lo de forma mais eficiente.
O que faz o nível do mar subir e descer diariamente? A resposta está na Lua e no Sol. Por trás de cada maré, há uma delicada dança gravitacional que molda o nível do mar.
Os satélites meteorológicos são fundamentais para prever o estado do tempo. A partir do espaço, observam nuvens, temperatura e humidade, permitindo acompanhar tempestades em tempo real e melhorar a precisão das previsões.
Novas evidências científicas indicam que os neandertais partilhavam connosco bases genéticas da linguagem, sugerindo que a comunicação complexa pode ter surgido muito antes do Homo sapiens.