Um fenómeno surpreendente revela como uma formiga parasita manipula operárias através de sinais químicos, levando-as a eliminar a sua própria rainha e permitir a ascensão da invasora.
Um fenómeno surpreendente revela como uma formiga parasita manipula operárias através de sinais químicos, levando-as a eliminar a sua própria rainha e permitir a ascensão da invasora.
A ciência está a avançar e a tornar-se cada vez mais amigável com a Inteligência Artificial. Uma equipa de investigadores da Universidade de Würzburg deu um grande passo rumo à autonomia de satélites.
No Alasca os rios estão a ficar com uma cor laranja brilhante, um fenómeno surpreendente que alarmou os cientistas, mas que já têm uma teoria que pode explicar essa oxidação.
O impacto severo do Clima Espacial. Saiba como as CMEs prejudicam a órbita e forçam o modo de segurança nos satélites.
Cientistas portugueses estudam um inseto australiano capaz de controlar a praga das acácias no litoral, oferecendo uma solução natural para recuperar os ecossistemas dunares invadidos.
À medida que as temperaturas globais continuam a subir devido às alterações climáticas, a saúde dos ecossistemas de água doce em todo o mundo enfrenta uma ameaça sem precedentes.
A natureza provocou uma evolução não muito diferente entre as espécies de aves que atualmente se encontram adaptadas a altitudes mais elevadas. Para sobreviver nas altas montanhas, até as aves precisam de uma penugem mais espessa, dadas as temperaturas muito mais frias.
A depressão sazonal não é apenas tristeza de inverno, surge com a falta de luz, afetando humor, energia e sono, e pode exigir atenção médica e psicológica.
Megachile lucifer: abelha com "chifres demoníacos" é descoberta na Austrália, essencial para a planta Marianthus aquilonaris em perigo crítico. Saiba mais aqui!
Mutualismo no fundo do mar: uma nova anémona-do-mar construtora de conchas em simbiose com caranguejo-eremita no Japão. Saiba mais aqui!
A pastilha elástica liberta centenas de microplásticos para o nosso corpo e também para o ambiente. A pastilha elástica não se biodegrada, podendo demorar até 25 anos a decompor-se naturalmente, causando danos ambientais.
Cientistas comprovam que podemos detetar objetos enterrados na areia antes mesmo de tocá-los, assim como as aves costeiras. Esta descoberta redefine os nossos sentidos e abre as portas para a robótica.