Adeus às três refeições? Os especialistas sugerem ignorar o relógio e comer apenas quando o corpo pedir. Atreves-te a quebrar a regra?
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Atendendo ao facto dos rios secos serem em grande parte esquecidos pelas Autoridades Hidrográficas e pela população em geral, cientistas da Universidade de Múrcia resolveram investigar a importância dos rios secos para a sociedade.
Muitos produtos de plástico são concebidos para serem utilizados apenas uma vez, mas o próprio material dura anos. Uma nova estratégia está a abordar este problema criando produtos que se autodestroem sob comando, conhecidos como plásticos vivos.
A espuma do mar pode parecer inofensiva, mas a sua cor, densidade e persistência ajudam a perceber a qualidade da água e a saúde ambiental das praias. Descobra mais aqui!
Uma falha silenciosa no Alasca não apresenta os fluidos que os cientistas esperavam e isso está a mudar o que sabemos sobre as zonas sísmicas.
A inteligência artificial (IA) está a ganhar espaço na previsão do tempo. Modelos como GraphCast, Pangu-Weather e Fuxi já superam os modelos climáticos tradicionais baseados em princípios físicos nas previsões meteorológicas diárias, embora ainda não sejam perfeitos.
O que parecia ser algo exclusivo da ficção científica já está a ser testado em laboratórios reais: recuperar espécies extintas através de ADN antigo. A chamada «desextinção» abre um debate científico, ético e ambiental que divide especialistas de todo o mundo.
Cientistas criaram um plástico à base de cânhamo que é durável, resistente ao calor e altamente elástico, oferecendo uma alternativa mais ecológica aos plásticos convencionais, embora o aumento da produção continue a ser um desafio crucial.
Maria Manuel Mota é uma destacada cientista portuguesa cuja investigação sobre a malária contribui para avanços na medicina e na saúde global.
Um velho artifício financeiro que permite aos países trocar dívida por proteção ambiental está a renascer, com acordos que agora atingem valores na ordem dos milhares de milhões — mas nem todos estão convencidos.
Zonas nucleares abandonadas como Chernobyl e Fukushima tornaram-se refúgios inesperados para a vida selvagem. Como a vida pode prosperar onde os humanos não podem mais viver?
Um investigador que estuda o Antropoceno afirma que os comportamentos humanos coletivos que estão na origem das alterações climáticas e da extinção em massa são os mesmos de que precisaremos para reverter os danos.