Uma depressão fria centrada a oeste de Portugal continental começa a influenciar o tempo no país a partir das últimas horas desta sexta-feira, 8 de maio. Saiba quando será mais provável a ocorrência de chuva este fim de semana em Lisboa.
Alfredo Graça licenciou-se em Geografia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) em 2017. Em 2018, apresentou um projeto na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto acerca da freguesia histórica de São Julião (Portalegre), enquadrado no IJUP (Encontro de Investigação Jovem Universidade do Porto). Ainda no mesmo ano foi um dos autores do poster sobre a variação do nível do mar publicado no Research Gate, que foi exposto numa conferência sobre alterações climáticas na FLUP.
Completou um período de mobilidade no âmbito do programa Erasmus no Departamento de Geografia da Universitat Autònoma de Barcelona (UAB) em 2018/2019 e de seguida realizou estágio no Instituto Geofísico da Universidade do Porto (IGUP), local onde desenvolveu a sua dissertação de mestrado. Tornou-se Mestre em Riscos, Cidades e Ordenamento do Território pela FLUP em 2020. Uns anos antes realizou cursos de verão relacionados com a Geografia no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território na Universidade de Lisboa (2013) e na Universidade de Oxford (Oxford Summer Courses, 2015).
No final de 2021 e início de 2022 colaborou com a empresa Planoclima. Em 2022 realizou uma Hackaton em Comunicação Científica pela Universidade do Porto e frequentou a Azores Summer School em Paleobiogeografia Marinha na ilha de Santa Maria, Açores.
No ano letivo 2022/2023 decide continuar a estimular a sua paixão pela Geografia, pelo tempo e pelo clima e ingressa no Mestrado em Ensino de Geografia (FLUP) onde persegue o antigo sonho de ser Professor. Já em 2023 participou num Training Course em E-Sustainability, em representação da Associação Juvenil da qual é sócio (Geoclube), parceira da Associação francesa RESOPA (Réseau Solidaire & Participatif) e fomentado pelo programa Erasmus+. É redator-chefe da secção de notícias da Meteored, equipa do tempo.pt, desde janeiro de 2018.
Desde pequeno que tem paixão pela Natureza, em particular por tudo o que envolve a Geografia, o tempo e o clima. Desde a praia e os oceanos, ao céu e às montanhas, do cheiro das plantas e das árvores até à contemplação da beleza assustadora de trovoadas e vulcões.
Uma depressão fria centrada a oeste de Portugal continental começa a influenciar o tempo no país a partir das últimas horas desta sexta-feira, 8 de maio. Saiba quando será mais provável a ocorrência de chuva este fim de semana em Lisboa.
Hoje e amanhã haverá aguaceiros de evolução diurna pré-frontais. Entre sábado e domingo uma depressão fria provocará agravamento generalizado do tempo, trazendo chuva, rajadas fortes e trovoada. Eis as zonas mais afetadas de Portugal continental.
Aguaceiros pré-frontais, na quinta e sexta-feira, antecedem a instabilidade de uma depressão fria, 'estacionada' a oeste de Portugal continental, que trará precipitação generalizada, por vezes forte, entre sábado e segunda-feira. Também haverá vento e trovoadas dispersas.
Uma depressão fria vinda de oeste será alimentada por ar polar marítimo proveniente da Islândia a partir de sexta-feira, 8 de maio. Espera-se uma mudança abrupta do tempo em Portugal continental, com chuva mais generalizada, vento forte e trovoadas.
A estabilidade nos Açores tem as horas contadas. A aproximação de uma depressão a este arquipélago resultará sobretudo no aumento da intensidade do vento e em forte agitação marítima. Consulte a previsão para os próximos dias!
Para a segunda metade da semana, os mapas do melhor modelo de previsão continuam a insistir na chegada de uma depressão fria que traria chuva e rajadas de vento pontualmente fortes a Portugal continental.
O início de maio está a ser caracterizado por temperaturas ligeiramente abaixo da média habitual para esta época, mas o panorama poderá mudar radicalmente em Portugal a longo prazo.
O primeiro fim de semana de maio em Portugal continental será marcado por aguaceiros irregulares em intensidade e distribuição, por vezes acompanhados de trovoada. Uma das cidades mais expostas será Braga. Saiba o que esperar.
Amanhã, 2 de maio, a chegada de uma região depressionária vinda do Atlântico traduzir-se-á num agravamento significativo do estado do tempo. Grande parte de Portugal continental estará à mercê da chuva e nalguns distritos prevê-se trovoada.
Deseja cultivar tomates com sabor autêntico na sua horta ou jardim? Siga os conselhos dos peritos para desfrutar de uma colheita abundante e suculenta para adicionar às suas saladas.
O tempo no fim de semana prolongado de maio será condicionado pela presença de uma baixa pressão que trará aguaceiros, trovoadas e vento pontualmente forte. Saiba o dia mais crítico e quais as regiões mais afetadas em Portugal continental.
No fim de semana prolongado de maio prevê-se um período novamente marcado pelo agravamento das condições meteorológicas em Portugal continental. Saiba quando e onde será mais provável a ocorrência de precipitação e o risco de trovoadas.
Entre hoje e amanhã a instabilidade aumentará em probabilidade, frequência e intensidade através de aguaceiros acompanhados de trovoadas. Saiba o que esperar do tempo em Portugal continental para as próximas horas.
O modelo europeu acaba de atualizar as suas tendências meteorológicas para o mês de maio em Portugal: saiba se as trovoadas fortes se irão manter nas próximas semanas.
O modelo europeu atualizou a sua previsão para o verão em Portugal. Além do calor, estão em perspetiva possíveis surpresas, com trovoadas no interior e mais chuva do que o normal nos Arquipélagos.
Este fim de semana haverá um reforço da instabilidade atmosférica em Portugal continental, sobretudo nas regiões do interior, de entre as quais se irá destacar a cidade de Bragança. Saiba quando serão mais prováveis os aguaceiros e trovoadas.
Na próxima semana, tanto Portugal continental como os Açores, poderão ter de enfrentar a chegada de bolsas de ar frio que aumentarão os episódios de chuva, trovoada e outros fenómenos meteorológicos adversos.
Entre quinta (23) e sábado (25) um cavado polar formado a oeste da Península Ibérica poderá evoluir para uma gota fria. Deste modo, prevê-se o aumento da instabilidade, com aguaceiros e trovoadas pontualmente fortes em várias regiões de Portugal continental.
A intrusão de poeiras do Saara persistirá durante quase toda a semana em Portugal continental. Poderá cair lama onde houver combinação destas partículas com a precipitação. Saiba as regiões onde este fenómeno será mais provável.
Após o calor do início da semana, a partir de quinta-feira (23) uma pequena gota fria poderá aproximar-se e afetar Portugal continental, deixando pelo caminho aguaceiros, trovoadas e outros fenómenos adversos em várias regiões.