Uma nova tecnologia de filtros de nanofibras permite que sistemas de ventilação capturem CO₂ de forma eficiente, transformando edifícios em aliados na redução das emissões e no combate às alterações climáticas.
Uma nova tecnologia de filtros de nanofibras permite que sistemas de ventilação capturem CO₂ de forma eficiente, transformando edifícios em aliados na redução das emissões e no combate às alterações climáticas.
Estudo da Universidade de Cincinnati revela que os periquitos-monge se aproximam de estranhos com cautela antes de criarem laços estreitos, uma estratégia que reduz o risco e facilita a coexistência.
Uma equipa de investigadores liderada pela Universidade de Granada está a revolucionar a vulcanologia ao analisar tremores com inteligência artificial para antecipar explosões magmáticas, salvando assim vidas em áreas de alto risco como La Palma.
Quão resiliente pode ser a vida? Os tardígrados levam a resposta ao extremo. Um organismo de um milímetro que expande os limites do que entendemos como vida.
A inauguração do primeiro teleférico dedicado ao transporte de maçãs em Itália marca um avanço notável na logística agrícola, combinando inovação tecnológica com sustentabilidade ambiental.
A atmosfera contém fenómenos em todas as escalas. Cada um destes fenómenos possui uma escala característica, tanto espacial quanto temporal. Estas duas escalas estão interligadas e são integradas em modelos preditivos.
Os oceanos podem ajudar a capturar carbono no futuro, mas os especialistas alertam que o mundo deve proceder com cautela e dar prioridade à redução das emissões agora.
Investigadores da Universidade de Washington usaram minúsculos grãos de poeira espacial aprisionados por gelo antigo para mapear o encolhimento do Oceano Ártico.
Toalhetes húmidos: plástico essencial na saúde choca com proibição ambiental e a confusão do consumidor sobre o descarte. Saiba mais aqui!
O beijo, gesto íntimo presente em diversas culturas, tem uma origem evolutiva muito antiga, revelando como formas de afeto moldaram a história dos nossos antepassados.
Existe uma razão para o inverno parecer mais ameno, mais lento e mais calmo. Tal como a natureza nos ensina, também nós o fazemos: os nossos corpos acompanham o ritmo dos dias mais curtos, convidando-nos a descansar e a recuperar energias em harmonia com a estação do ano.
Uma equipa liderada pela Universidade de Oxford descobriu um fator inesperado que contribui para a entropia na cronometragem quântica: o próprio ato de medição.