A persistência das frequências elevadas no canto das aves urbanas de Paris após vinte anos de declínio da poluição sonora. Saiba mais aqui!
A persistência das frequências elevadas no canto das aves urbanas de Paris após vinte anos de declínio da poluição sonora. Saiba mais aqui!
Um grupo de cientista descobriu, nas profundezas da fossa de Atacama, microrganismos que sobrevivem sem luz solar, sustentados por reações químicas baseadas em compostos de enxofre, desafiando os limites da vida.
Fósseis analisados com uma técnica pioneira revelam duas espécies de polvos gigantes que mediam até 19 metros e caçavam nos mesmos mares que os mosassauros.
A história escrita no ADN: milhões de anos de hibridização e a recente perda de conectividade moldam o futuro dos elefantes. Saiba mais aqui!
Em apenas algumas décadas, o Velho Continente perdeu centenas de milhões de aves, um sinal alarmante da degradação ambiental. A ciência alerta: o desaparecimento em massa destas espécies afeta gravemente o equilíbrio ecológico e também a vida humana.
De acordo com uma nova investigação, os fungos enterrados no solo da floresta podem estar a absorver silenciosamente a chuva, e podem até estar a fazê-lo de forma mais eficiente.
O que faz o nível do mar subir e descer diariamente? A resposta está na Lua e no Sol. Por trás de cada maré, há uma delicada dança gravitacional que molda o nível do mar.
Os satélites meteorológicos são fundamentais para prever o estado do tempo. A partir do espaço, observam nuvens, temperatura e humidade, permitindo acompanhar tempestades em tempo real e melhorar a precisão das previsões.
Novas evidências científicas indicam que os neandertais partilhavam connosco bases genéticas da linguagem, sugerindo que a comunicação complexa pode ter surgido muito antes do Homo sapiens.
Uma equipa da Universidade do País Basco detetou contaminantes, incluindo tinta, em meteoritos marcianos. A descoberta coloca em xeque algumas análises anteriores e exige protocolos mais rigorosos para futuras missões de recolha de amostras.
Investigadores da Universidade de Aveiro identificaram uma solução natural e eficaz para combater a contaminação da água, recorrendo a organismos capazes de absorver compostos químicos industriais.
Investigadores do MIT descobriram que vazamentos de produtos químicos industriais podem atrasar a recuperação da camada de ozono em até sete anos, possivelmente contribuindo para o aumento da exposição aos raios UV em todo o mundo.