Lisboa está a viver dias de calor extremo, com máximas próximas dos 40 ºC e noites pouco refrescantes. A cúpula de calor poderá prolongar-se até à próxima semana, agravando o desconforto térmico e o risco de incêndio.
Lisboa está a viver dias de calor extremo, com máximas próximas dos 40 ºC e noites pouco refrescantes. A cúpula de calor poderá prolongar-se até à próxima semana, agravando o desconforto térmico e o risco de incêndio.
Portugal poderá manter-se sob uma cúpula de calor até, pelo menos, 7 de julho, com máximas acima dos 40 ºC, noites quentes e sinais de mudança gradual a partir da próxima semana.
Portugal prepara-se para enfrentar vários dias consecutivos de calor extremo devido à instalação de uma cúpula de calor. A partir de 1 de julho, várias regiões poderão ultrapassar os 40 ºC, com noites secas e temperaturas muito acima da média.
O Anticiclone dos Açores volta a dominar o estado do tempo em Portugal até ao final de junho, trazendo dias secos, uma subida gradual das temperaturas no interior, e uma nortada persistente que irá manter o litoral mais fresco.
O Anticiclone dos Açores deverá voltar a dominar o estado do tempo em Portugal no início de julho, promovendo uma sequência de dias secos e quentes. A nortada irá manter o litoral ventoso e as temperaturas mais amenas.
Uma depressão atlântica vai interromper o calor intenso dos últimos dias. Entre quarta e sexta-feira, esperam-se aguaceiros fortes, trovoadas, granizo, rajadas de vento e acumulados de chuva que poderão aproximar-se dos 49 mm em algumas regiões.
Os modelos europeus de 28 de junho a 8 de julho apontam para tempo maioritariamente seco em Portugal. Entre a NAO+, um possível bloqueio escandinavo e a influência do Atlantic Ridge, o calor deverá manter-se sem sinais de extremos significativos.
Portugal continuará sob influência de uma massa de ar muito quente até meados da próxima semana. Apesar do calor intenso no interior, a noite de São João no Porto deverá decorrer com temperaturas amenas, pouco vento e condições favoráveis aos festejos
Portugal entra numa sequência de dias muito quentes que poderá culminar numa cúpula de calor com temperaturas até 43 ºC no interior. O calor extremo deverá instalar-se gradualmente a partir de sábado, ainda sem data precisa de final.
Portugal enfrenta uma última tarde de trovoadas fortes no interior antes da chegada de uma massa de ar africana que poderá elevar as temperaturas para perto dos 40 ºC durante o fim de semana.
As previsões do ECMWF e do GFS apontam para a possível chegada de uma massa de ar quente africana a Portugal entre 21 e 23 de junho. Caso o cenário se confirme, várias regiões poderão registar temperaturas excecionalmente elevadas.
A semana arranca com aguaceiros e trovoadas no Norte e Centro, mas o calor mantém-se no interior e Sul. Entre terça (16) e sexta (19), Portugal deverá viver uma combinação invulgar de instabilidade e máximas até 36 ºC.
Portugal prepara-se para um fim de semana marcado por temperaturas elevadas, trovoadas fortes e agitação marítima. A interação entre uma gota fria a sudoeste da Península Ibérica e uma massa de ar muito quente favorecerá aguaceiros.
Depois das trovoadas deste fim de semana, Portugal poderá enfrentar uma semana mais instável, com chuva frequente entre 15 e 22 de junho e uma distribuição da precipitação que evoluirá ao longo dos dias.
O modelo europeu reviu a circulação atmosférica para junho, apontando agora para uma segunda metade do mês mais dinâmica em Portugal, com alternância entre calor intenso, períodos de estabilidade e episódios de instabilidade.
Portugal prepara-se para um episódio de calor que terá início na quinta-feira dia 11, com temperaturas até 39 °C e anomalias térmicas superiores a 10 °C nas primeiras horas da manhã.
Os Açores e a Madeira deverão ter uma semana maioritariamente estável até sexta-feira (12), sob influência do Anticiclone dos Açores. Ainda assim, poderá haver alguma nebulosidade, aguaceiros fracos e uma mudança atmosférica nos Açores no final da semana.
A previsão é de um fim de semana mais fresco e ventoso, mas no arranque da próxima semana as temperaturas poderão subir gradualmente em Portugal continental, enquanto o vento irá persistir no litoral.
A NAO+ deverá manter-se dominante até 11 de junho, mas não impedirá totalmente alguma instabilidade em Portugal. Depois, o bloqueio escandinavo poderá alterar a circulação atmosférica e aproximar depressões da Península Ibérica.
Uma massa de ar polar marítimo começa a influenciar Portugal durante a noite de hoje, dia 3 de junho. A consequência será a descida acentuada das temperaturas, com impacto mais evidente no Interior Norte e Centro e alto Alentejo.