Os últimos 10 dias de agosto poderão trazer uma mudança pouco habitual para o verão em Portugal. Duas depressões atlânticas e respetivas frentes poderão deixar chuva persistente, vento forte e temperaturas mais frescas.
Motivada por compreender as dinâmicas da Terra e os fenómenos naturais que influenciam o nosso planeta, a Marta é licenciada em Meteorologia, Oceanografia e Geofísica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Durante a licenciatura, realizou um estágio de verão no Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), onde trabalhou no “Uso e validação de modelos de reanálise climática ERA5 e ERA5-Land em Portugal Continental”.
Em 2022, integrou o Instituto de Investigação em Vulcanologia e Avaliação de Riscos (IVAR), da Universidade dos Açores, ao abrigo do programa de Estágios Multidisciplinares. Nesse contexto, dedicou-se ao estudo da sismologia em ambientes vulcânicos ativos e a aplicações de deteção remota, aprofundando o conhecimento sobre riscos naturais.
Concluiu em 2025 o Mestrado em Geofísica Aplicada aos Riscos e Recursos Naturais na Universidade de Pádua, Itália. Durante esse período, realizou um estágio curricular no Istituto Nazionale di Geofisica e Vulcanologia (INGV), analisando deformações gravitacionais na Itália Central através da técnica DInSAR.
Os últimos 10 dias de agosto poderão trazer uma mudança pouco habitual para o verão em Portugal. Duas depressões atlânticas e respetivas frentes poderão deixar chuva persistente, vento forte e temperaturas mais frescas.
Os últimos dias de agosto poderão trazer uma mudança importante a Portugal. O regime NAO- ganha consistência nas previsões, abrindo caminho às depressões atlânticas, à chuva e a temperaturas mais baixas.
A última semana de agosto traz uma mudança acentuada do padrão térmico em Portugal. Depois de máximas superiores a 40 ºC, o ECMWF aponta para vários dias abaixo da média e para um final de mês potencialmente mais húmido.
Uma depressão isolada em altitude vai reforçar a instabilidade em Portugal nos próximos dias, com trovoadas fortes, aguaceiros possívelmente intensos e rajadas convectivas entre este sábado (15) e quarta-feira (19).
Os próximos 10 dias prometem fortes contrastes em Portugal. O calor poderá levar os termómetros aos 40 ºC, mas haverá também trovoadas e, mais tarde, uma descida das temperaturas acompanhada por possíveis períodos de chuva.
A semana de 17 a 24 de agosto poderá trazer contrastes térmicos a Portugal continental. Com um início marcado por calor intenso e valores próximos dos 40 ºC. Mas uma mudança na circulação atmosférica deverá trazer um alívio.
A segunda metade de agosto poderá ser marcada por uma maior influência da Crista Atlântica sobre a região euro-atlântica. Em Portugal, a tendência aponta para períodos de estabilidade, embora algumas perturbações possam interromper temporariamente esse cenário.
Portugal continental prepara-se para assistir a um eclipse solar histórico na próxima quarta-feira, 12 de agosto, um fenómeno que não voltará a ser visível no país durante mais de um século. As primeiras previsões meteorológicas são animadoras.
Portugal deverá registar temperaturas acima da média entre 10 e 17 de agosto, mas sem os extremos previstos para grande parte da Europa. O calor poderá intensificar-se nos dias 14 e 15, sobretudo no interior.
Uma nova cúpula de calor poderá instalar-se sobre grande parte da Europa na próxima semana. Em Portugal, a influência do Atlântico poderá limitar o calor extremo, sobretudo no litoral, apesar das temperaturas continuarem acima da média.
Depois da passagem de uma depressão, Portugal prepara-se para uma nova subida das temperaturas. Contudo, a estabilidade poderá durar pouco, já que uma nova depressão atlântica poderá trazer chuva ao Norte e Centro durante o próximo fim de semana.
O primeiro fim de semana de agosto será marcado por um contraste térmico em Portugal Continental. O sábado traz calor intenso, máximas próximas dos 40 °C e índice UV muito elevado, enquanto o domingo será ligeiramente mais fresco.
Os próximos 10 dias deverão ser marcados por sucessivas mudanças no estado do tempo, com calor intenso, uma descida temporária das temperaturas e possibilidade de 2 eventos de chuva durante a primeira semana de agosto.
Os primeiros sete dias de agosto serão marcados por mudanças no estado do tempo. Após um início do mês quente, uma depressão trará chuva e temperaturas mais baixas, antes de um novo reforço do calor.
O calor deverá manter-se durante o ínicio de agosto, sobretudo no interior. Ainda assim, os modelos apontam para uma atmosfera dinâmica, com oscilações nas temperaturas e possibilidade de chuva fraca em algumas regiões.
Depois de um fim de semana fresco e com chuva fraca no Norte e Centro, Portugal prepara-se para uma rápida subida das temperaturas, com o calor a aproximar-se, ou mesmo ultrapassar novamente dos 40 ºC.
Após uma breve descida das temperaturas nos próximos dois dias, Portugal prepara-se para uma nova subida do calor. Os termómetros poderão aproximar-se ou ultrapassar os 40 ºC no interior, antes de uma nova descida no final de julho.
Depois de alguns dias de instabilidade, Portugal deverá assistir a uma recuperação rápida das temperaturas e ao regresso gradual do Anticiclone dos Açores, num início de agosto mais estável, mas sem sinais de nova vaga de calor.
Uma gota fria aproxima-se de Portugal e deverá provocar uma mudança significativa no tempo entre 24 e 25 de julho, com descida das temperaturas, chuva fraca e maior instabilidade, sobretudo nas regiões Norte e Centro.
Uma depressão isolada em altitude, conhecida por gota fria, formou-se a noroeste da Península Ibérica e poderá condicionar o estado do tempo em Portugal até, pelo menos, 25 de julho.