Uma depressão isolada em altitude, conhecida por gota fria, formou-se a noroeste da Península Ibérica e poderá condicionar o estado do tempo em Portugal até, pelo menos, 25 de julho.
Motivada por compreender as dinâmicas da Terra e os fenómenos naturais que influenciam o nosso planeta, a Marta é licenciada em Meteorologia, Oceanografia e Geofísica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Durante a licenciatura, realizou um estágio de verão no Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), onde trabalhou no “Uso e validação de modelos de reanálise climática ERA5 e ERA5-Land em Portugal Continental”.
Em 2022, integrou o Instituto de Investigação em Vulcanologia e Avaliação de Riscos (IVAR), da Universidade dos Açores, ao abrigo do programa de Estágios Multidisciplinares. Nesse contexto, dedicou-se ao estudo da sismologia em ambientes vulcânicos ativos e a aplicações de deteção remota, aprofundando o conhecimento sobre riscos naturais.
Concluiu em 2025 o Mestrado em Geofísica Aplicada aos Riscos e Recursos Naturais na Universidade de Pádua, Itália. Durante esse período, realizou um estágio curricular no Istituto Nazionale di Geofisica e Vulcanologia (INGV), analisando deformações gravitacionais na Itália Central através da técnica DInSAR.
Uma depressão isolada em altitude, conhecida por gota fria, formou-se a noroeste da Península Ibérica e poderá condicionar o estado do tempo em Portugal até, pelo menos, 25 de julho.
Os modelos apontam agora para um período de tempo variável em Portugal continental. Entre 16 e 26 de julho, prevê-se vento por vezes forte, o regresso de precipitação ao Norte e Centro e uma subida temporária das temperaturas antes de novo alívio térmico.
Apesar de entrarmos hoje na canícula, período climatologicamente mais quente do ano, as projeções de longo prazo do ECMWF sugerem um enfraquecimento gradual do calor anómalo em Portugal até ao final de agosto.
A atmosfera prepara-se para uma nova mudança entre 19 e 23 de julho. O regime Atlantic Ridge deverá dominar sobre o Atlântico Norte, favorecendo tempo seco e estável, mas sem impedir um novo aumento das temperaturas, sobretudo nas regiões do interior.
A aproximação de uma depressão em altitude vai marcar o estado do tempo já a partir do dia de hoje, com descida gradual das temperaturas e aumento da instabilidade, sobretudo no Norte e Centro.
A aproximação de uma gota fria vai alterar gradualmente o estado do tempo em Portugal. Depois de vários dias de calor intenso, as temperaturas começam a descer, e a probabilidade de trovoada no Norte e Centro aumenta.
Depois de vários dias marcados por calor extremo, Portugal entra agora numa fase de transição. A partir de quinta-feira, 9 de julho, as temperaturas descem de forma significativa em nove distritos do interior.
Portugal continuará sob perigo muito elevado ou máximo de incêndio nos próximos dias. O litoral deverá aliviar gradualmente, mas o interior irá manter o calor intenso, baixa humidade e condições favoráveis à rápida propagação das chamas, pelo menos até dia 12.
Lisboa está a viver dias de calor extremo, com máximas próximas dos 40 ºC e noites pouco refrescantes. A cúpula de calor poderá prolongar-se até à próxima semana, agravando o desconforto térmico e o risco de incêndio.
Portugal poderá manter-se sob uma cúpula de calor até, pelo menos, 7 de julho, com máximas acima dos 40 ºC, noites quentes e sinais de mudança gradual a partir da próxima semana.
Portugal prepara-se para enfrentar vários dias consecutivos de calor extremo devido à instalação de uma cúpula de calor. A partir de 1 de julho, várias regiões poderão ultrapassar os 40 ºC, com noites secas e temperaturas muito acima da média.
O Anticiclone dos Açores volta a dominar o estado do tempo em Portugal até ao final de junho, trazendo dias secos, uma subida gradual das temperaturas no interior, e uma nortada persistente que irá manter o litoral mais fresco.
O Anticiclone dos Açores deverá voltar a dominar o estado do tempo em Portugal no início de julho, promovendo uma sequência de dias secos e quentes. A nortada irá manter o litoral ventoso e as temperaturas mais amenas.
Uma depressão atlântica vai interromper o calor intenso dos últimos dias. Entre quarta e sexta-feira, esperam-se aguaceiros fortes, trovoadas, granizo, rajadas de vento e acumulados de chuva que poderão aproximar-se dos 49 mm em algumas regiões.
Os modelos europeus de 28 de junho a 8 de julho apontam para tempo maioritariamente seco em Portugal. Entre a NAO+, um possível bloqueio escandinavo e a influência do Atlantic Ridge, o calor deverá manter-se sem sinais de extremos significativos.
Portugal continuará sob influência de uma massa de ar muito quente até meados da próxima semana. Apesar do calor intenso no interior, a noite de São João no Porto deverá decorrer com temperaturas amenas, pouco vento e condições favoráveis aos festejos
Portugal entra numa sequência de dias muito quentes que poderá culminar numa cúpula de calor com temperaturas até 43 ºC no interior. O calor extremo deverá instalar-se gradualmente a partir de sábado, ainda sem data precisa de final.
Portugal enfrenta uma última tarde de trovoadas fortes no interior antes da chegada de uma massa de ar africana que poderá elevar as temperaturas para perto dos 40 ºC durante o fim de semana.
As previsões do ECMWF e do GFS apontam para a possível chegada de uma massa de ar quente africana a Portugal entre 21 e 23 de junho. Caso o cenário se confirme, várias regiões poderão registar temperaturas excecionalmente elevadas.
A semana arranca com aguaceiros e trovoadas no Norte e Centro, mas o calor mantém-se no interior e Sul. Entre terça (16) e sexta (19), Portugal deverá viver uma combinação invulgar de instabilidade e máximas até 36 ºC.