Lisboa e a Península de Setúbal enfrentam mais 48 horas de chuva persistente, com períodos de maior intensidade e acumulados elevados, num cenário que aumenta o risco de cheias e inundações urbanas após semanas de precipitação contínua.
Lisboa e a Península de Setúbal enfrentam mais 48 horas de chuva persistente, com períodos de maior intensidade e acumulados elevados, num cenário que aumenta o risco de cheias e inundações urbanas após semanas de precipitação contínua.
Depois de uma breve pausa, a chuva regressa em força a Portugal. A frente ativa de domingo para segunda poderá provocar acumulados elevados, vento forte e novos impactos num território já fragilizado.
Portugal continua sob a influência de um Atlântico muito ativo: após várias tempestades consecutivas, a chuva não dá tréguas e uma nova depressão chegará no domingo, trazendo precipitação forte e generalizada, sobretudo na madrugada de segunda-feira.
Depressão secundária à tempestade Joseph vai intensificar rapidamente, marcando a madrugada de quarta-feira, com chuva intensa, vento muito forte e neve significativa. O Norte e o Centro serão as regiões mais afetadas por este episódio severo.
Portugal continental vive dias de risco meteorológico elevado. Entre a fúria do mar e o regresso da neve a cotas baixas, a transição para a última semana de janeiro será marcada pela persistência de sistemas depressionários que não darão tréguas ao continente.
A depressão Ingrid começa hoje a influenciar o estado do tempo em Portugal continental. A Grande Região do Porto estará entre as áreas mais afetadas, com vários dias consecutivos de chuva, vento forte e acumulados de precipitação muito elevados.
A sucessiva chegada de frentes atlânticas vai marcar os próximos dias em Portugal continental, com chuva persistente, vento forte e acumulados expressivos, sobretudo no Norte e Centro, colocando várias regiões sob maior atenção meteorológica.
Enquanto Portugal continental enfrenta a entrada de ar polar, com temperaturas negativas e anomalias marcadamente abaixo da média, os Arquipélagos permanecem sob a influência do Atlântico, mantendo um padrão meteorológico estável e termicamente próximo do normal para a época.
Após a passagem de uma frente ativa, Portugal continental prepara-se para um fim de semana marcado por chuva pós-frontal e uma nova entrada de ar polar, que poderá trazer neve, geadas e temperaturas negativas em várias regiões.
A aproximação de uma ciclogénese atlântica coloca Portugal sob vigilância meteorológica, com chuva persistente, vento forte e agitação marítima a intensificarem-se ao longo da semana, sobretudo nas regiões do litoral e no Norte do país.
Portugal continental prepara-se para uma nova fase de instabilidade atlântica, com chuva em vários momentos, oscilações térmicas e frentes sucessivas a marcar o estado do tempo ao longo da próxima semana.
Após uma intrusão de ar polar que fez descer os termómetros a valores típicos do inverno mais rigoroso, Portugal continental entra agora numa nova fase meteorológica, marcada pela influência atlântica e por uma recuperação significativa das temperaturas.
Entre hoje e domingo, os Açores e a Madeira terão comportamentos distintos: enquanto a Madeira caminha para maior estabilidade, os Açores preparam-se para chuva persistente, vento forte e um aumento gradual da instabilidade atmosférica.
Os primeiros dias de janeiro continuam a ser dominados por frio polar, geadas intensas e episódios pontuais de neve, enquanto a chuva e o vento regressam gradualmente a meio da semana a Portugal continental.
Chuva persistente, frio intenso e possibilidade de neve marcam os primeiros dias de janeiro em Portugal, com a depressão Francis ainda ativa e descidas térmicas acentuadas no interior.
A entrada em 2026 fica marcada pela depressão Francis, que traz chuva persistente, vento forte e agitação marítima a Portugal continental, com maior impacto no Centro e Sul e melhoria gradual apenas no domingo.
Entre 30 de dezembro e 3 de janeiro, Portugal continental passa da estabilidade para um período muito chuvoso e ventoso com a depressão Francis, trazendo chuva intensa, vento forte e acumulados elevados, sobretudo no Algarve, Alentejo e Lisboa.
Portugal Continental enfrenta uma reta final de ano marcada por um contraste meteorológico acentuado, entre, o impacto de um sistema frontal vindo de sudeste e a estabilização atmosférica provocada por um centro de altas pressões.
A manhã de Natal foi marcada por frio intenso, com −3 °C no distrito de Castelo Branco. A semana segue gelada, com sexta-feira muito fria, chuva forte no sábado, vento intenso e possibilidade de neve na Serra da Estrela.Mais informações: Tempo até domingo 28: frio intenso antecede o regresso da chuva, neve, granizo e trovoada a estas regiões de Portugal
Portugal prepara-se para um Natal muito frio: após chuva fraca hoje, o tempo estabiliza, mas as temperaturas caem a pique. Bragança, Vila Real e Guarda poderão registar mínimas até -3 °C, com geadas generalizadas.