A NAO+ deverá manter-se dominante até 11 de junho, mas não impedirá totalmente alguma instabilidade em Portugal. Depois, o bloqueio escandinavo poderá alterar a circulação atmosférica e aproximar depressões da Península Ibérica.
A NAO+ deverá manter-se dominante até 11 de junho, mas não impedirá totalmente alguma instabilidade em Portugal. Depois, o bloqueio escandinavo poderá alterar a circulação atmosférica e aproximar depressões da Península Ibérica.
Uma massa de ar polar marítimo começa a influenciar Portugal durante a noite de hoje, dia 3 de junho. A consequência será a descida acentuada das temperaturas, com impacto mais evidente no Interior Norte e Centro e alto Alentejo.
Junho arrancou mais fresco em Portugal, antes de uma possível transição para tempo mais seco e quente, num contexto de mudança dos padrões atmosféricos dominantes no Atlântico Norte e Europa.
Após vários dias de calor intenso, os modelos ECMWF e GFS confirmam uma mudança de padrão atmosférico na primeira semana de junho. Apesar deste consenso, persistem diferenças importantes quanto às consequências em Portugal, sobretudo na precipitação e descida das temperaturas.
Depois de dias de calor intenso, Portugal poderá entrar numa fase mais atlântica no início de junho. A corrente de jato polar deverá ficar mais ondulada, favorecendo maior nebulosidade, vento e chuva entre os dias 4 e 7.
O ECMWF prevê um junho dividido em duas fases distintas: um início mais atlântico mais fresco, seguido de um possível bloqueio escandinavo que poderá alterar a circulação atmosférica europeia e trazer novas situações de instabilidade a Portugal.
As trovoadas regressam esta quarta-feira ao interior Norte e Centro de Portugal, com chuva moderada, enquanto o calor extremo continua a afetar grande parte do território, sobretudo o Sul e regiões próximas da fronteira com Espanha.
O fim de semana em Vila Real será marcado por instabilidade significativa, com trovoadas intensas no sábado ao final da tarde e novos episódios no domingo, após uma pausa temporária durante a manhã, mantendo-se o risco de fenómenos localmente fortes.
Portugal entra num período de calor anómalo e persistente até ao início da próxima semana, com temperaturas muito acima do normal para maio. O índice EFI destaca este episódio como potencialmente extremo, com valores raros para a época.
Portugal entra esta quarta-feira num episódio de calor invulgar para maio, com temperaturas acima dos 30 °C e chegada de poeiras africanas. No sábado, dia 23, existe a possibilidade de trovoadas devido à aproximação de uma gota fria.
Portugal entra numa fase de calor anómalo. Entre quinta-feira e sábado, várias cidades alentejanas deverão superar os 30 ºC logo ao meio-dia, antes do calor avançar para norte no domingo.
Depois de vários dias com temperaturas abaixo da média, Portugal deverá assistir a uma rápida inversão térmica no início da próxima semana, com as anomalias a tornarem-se positivas e o calor a ganhar força em várias regiões.
Portugal deverá manter temperaturas abaixo da média até ao início da próxima semana, antes da chegada de uma massa de ar quente africana que poderá trazer o primeiro episódio de calor significativo desta primavera.
Uma massa de ar quente africana poderá atingir Portugal a partir de 20 de maio, com o modelo europeu a apontar para o primeiro episódio de calor mais generalizado da temporada.
Portugal deverá entrar numa fase mais estável a partir de quinta-feira (14), após vários dias marcados por chuva, vento e trovoadas associados à depressão fria que afetou o país sob influência do regime Atlantic Ridge.
Uma depressão fria alimentada por ar polar manterá Portugal sob chuva, vento, mar agitado e temperaturas mais baixas que o normal até quarta-feira, com os maiores acumulados previstos no Norte e Centro.
O comportamento mais ondulado do jato polar deverá manter o tempo em Portugal bastante variável nas próximas semanas, com alternância entre fases de chuva, descidas de temperatura e períodos temporários de estabilidade atmosférica.
Várias frentes frias, associadas a uma depressão, vão atingir Portugal entre sexta e segunda-feira, trazendo chuva persistente, por vezes intensa, vento e trovoadas. Os acumulados de chuva poderão ultrapassar os 90 mm.
Ar polar proveniente da Islândia vai alimentar uma depressão a oeste da Península e provocar uma mudança abrupta do tempo em Portugal, com chuva generalizada, vento forte e descida das temperaturas a partir de sexta-feira.
Enquanto os Açores beneficiam de um período relativamente estável até meados da semana, a Madeira prepara-se para vários dias marcados por precipitação frequente e acumulados elevados, num padrão atmosférico tipicamente atlântico.