O ano de 2017 foi o ano mais quente desde 1850 sem a influência do “El Niño” e um dos três anos mais quentes registados desde 1850, juntamente com o ano 2015 e 2016.
O ano de 2017 foi o ano mais quente desde 1850 sem a influência do “El Niño” e um dos três anos mais quentes registados desde 1850, juntamente com o ano 2015 e 2016.
A precipitação que tem ocorrido em janeiro em Portugal e a que ocorreu durante o mês de dezembro, em que os maiores valores de precipitação registados estiveram associados à tempestade Ana, não tem sido suficiente para retirar o país do patamar de seca.
Foi a partir do dia 1 de dezembro de 2017 que entrou em vigor o sistema acordado entre os Serviços Meteorológicos de Portugal, Espanha e França de passarem a dar nomes às depressões que provoquem a emissão de Avisos Meteorológicos laranja ou vermelho nos respectivos países.
Ao terminar o ano de 2017 fica na memória um ano trágico para Portugal devido às graves consequências que os incêndios florestais tiveram este ano. Milhares de hectares de área ardida, pessoas e animais afectados, desalojados, perda de bens e acima de tudo perda de vidas humanas.
Portugal está a viver mais uma situação de seca grave, com regiões do país a serem afectadas por uma das secas mais intensas com impacto na agricultura e pecuária e no abastecimento de água às populações.