De acordo com os cientistas do World Weather Attribution, as alterações climáticas, agravadas pelo comportamento humano, fizeram de 2025 um dos três anos mais quentes já registados.
Teresa Abrantes é licenciada em Física, pela Faculdade de Ciências de Lisboa com 35 anos de serviço no Instituto Português do Mar e da Atmosfera ex- Instituto de Meteorologia. Retirou-se do Instituto em 2014. Desde 2014 a dar aulas de Meteorologia no Instituto Superior de Educação e Ciência no Curso de Engenharia de Proteção Civil e a trabalhar como consultora da área de meteorologia em projectos do Banco Mundial. Participou num projecto no Paquistão e colabora num projecto em Moçambique e em Angola.
Durante 19 anos integrou a equipa de meteorologistas que apresentavam o Boletim Meteorológico em dois canais da televisão portuguesa. Ao longo da sua carreira profissional no Instituto trabalhou fundamentalmente na área da previsão e vigilância meteorológica, ocupou diferentes cargos directivos, integrou diversos grupos de trabalho nacionais e internacionais e foi representante nacional em diferentes grupos e comités internacionais, nomeadamente da Organização Meteorológica Mundial e membro da Associação Portuguesa de Meteorologia e Geofísica.
Participou e apresentou trabalhos em diversas conferências nacionais e internacionais, relacionados mais com a sua especialização, previsão do tempo e deteção remota e apoio meteorológico ao combate de incêndios florestais.
De acordo com os cientistas do World Weather Attribution, as alterações climáticas, agravadas pelo comportamento humano, fizeram de 2025 um dos três anos mais quentes já registados.
O mês de dezembro de 2025, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês normal em relação à temperatura do ar e chuvoso em relação à precipitação.
Os oceanos são um regulador fundamental do clima da Terra, pois absorvem 90% do excesso de calor na atmosfera causado pela libertação de gases de efeito estufa, mas, no entanto, a acumulação de calor nos oceanos terá impactos desastrosos.
Diferentes estudos sobre as alterações climáticas e o seu impacto na pobreza, na criação de mais desigualdades e no aumento de mortes a nível global, apresentam um quadro sombrio e inegável das consequências devastadoras das alterações climáticas.
O comportamento da camada de ozono na Antártida, durante este ano, leva os cientistas a aumentarem as esperanças de que se está a assistir a uma recuperação da camada de ozono.
O mês de novembro de 2025, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês normal em relação à temperatura do ar e muito chuvoso em relação à precipitação.
A tecnologia de deteção remota pela constelação de satélites GHGSat (Greenhouse Gas Emissions Monitoring Service), permite uma monitorização global das emissões de metano provenientes de instalações de petróleo, gás e carvão.
A urbanização, que não para de crescer, está a alterar fundamentalmente o nosso planeta, não apenas em termos de paisagem, mas também na sua dinâmica climática.
A Organização Meteorológica Mundial, OMM, divulga todos os meses uma previsão sazonal a nível global para os próximos três meses, tendo sido a última para o chamado inverno meteorológico, período de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026.
Cada vez há mais regiões no globo que anteriormente experimentavam mudanças graduais, mas que agora enfrentam transições de temperatura mais abruptas e extremas em dias consecutivos.
Após 13 dias de negociações, terminou a COP30 em Belém, Brasil, com avanços pontuais, mas com algumas questões que não obtiveram consenso dos 195 países presentes.
Foi lançado no passado dia 17 de novembro, a partir da Base da Força Espacial de Vandenberg, na Califórnia, o satélite Sentinel-6B, o 2º satélite da série Sentinel-6, que tem por principal missão monitorizar o nível do mar.
O mês de outubro de 2025, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês muito quente em relação à temperatura do ar e seco em relação à precipitação.
À medida que as temperaturas globais continuam a subir devido às alterações climáticas, a saúde dos ecossistemas de água doce em todo o mundo enfrenta uma ameaça sem precedentes.
Iniciou-se no passado dia 10 do novembro, no Brasil, na cidade de Belém, cidade fronteira com a Amazónia, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP30).
O setor da aviação global deverá crescer significativamente nas próximas décadas, levando a um aumento correspondente nas suas emissões de carbono, o que tem levado a aviação a enfrentar uma pressão significativa, cada vez maior, para reduzir drasticamente a sua pegada de carbono.
Os glaciares de montanha desempenham um papel fundamental nas interações clima-solo, moldando o ciclo hidrológico das montanhas e constituindo uma parte importante da água no planeta.
O mês de setembro de 2025, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês frio em relação à temperatura do ar e seco em relação à precipitação.
As fontes renováveis de produção de eletricidade continuam a crescer fortemente em todo o mundo, com a capacidade global prevista de duplicar até 2030, apesar das perturbações geopolíticas globais.
Os recifes de coral do mundo abrigam cerca de um quarto de todas as espécies marinhas, mas são considerados um dos sistemas mais vulneráveis ao aquecimento global.