Diferentes estudos científicos mostram que os poluentes atmosféricos são extremamente prejudiciais para o homem e para os ecossistemas.
Teresa Abrantes é licenciada em Física, pela Faculdade de Ciências de Lisboa com 35 anos de serviço no Instituto Português do Mar e da Atmosfera ex- Instituto de Meteorologia. Retirou-se do Instituto em 2014. Desde 2014 a dar aulas de Meteorologia no Instituto Superior de Educação e Ciência no Curso de Engenharia de Proteção Civil e a trabalhar como consultora da área de meteorologia em projectos do Banco Mundial. Participou num projecto no Paquistão e colabora num projecto em Moçambique e em Angola.
Durante 19 anos integrou a equipa de meteorologistas que apresentavam o Boletim Meteorológico em dois canais da televisão portuguesa. Ao longo da sua carreira profissional no Instituto trabalhou fundamentalmente na área da previsão e vigilância meteorológica, ocupou diferentes cargos directivos, integrou diversos grupos de trabalho nacionais e internacionais e foi representante nacional em diferentes grupos e comités internacionais, nomeadamente da Organização Meteorológica Mundial e membro da Associação Portuguesa de Meteorologia e Geofísica.
Participou e apresentou trabalhos em diversas conferências nacionais e internacionais, relacionados mais com a sua especialização, previsão do tempo e deteção remota e apoio meteorológico ao combate de incêndios florestais.
Diferentes estudos científicos mostram que os poluentes atmosféricos são extremamente prejudiciais para o homem e para os ecossistemas.
Já há muitos anos que a China toma ações concretas em relação às florestas não só para conterem o avanço dos desertos, mas também para funcionarem como sumidouros de carbono.
Uma das consequências mais óbvias das alterações climáticas é o facto do aquecimento global estar a provocar condições meteorológicas de calor extremo cada vez mais frequentes no globo.
O continente africano, que é o maior foco de incêndios florestais do planeta, representa em média cerca de 70% da área ardida do mundo a cada ano.
A monção de sudoeste na Índia, que ocorre entre junho e outubro, é um vento sazonal que sopra do oceano Índico para o continente trazendo uma massa de ar quente e muito húmido.
O mês de julho de 2026, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês muito quente em relação à temperatura do ar e extremamente seco em relação à precipitação.
Um novo estudo do Laboratório de Impacto Climático (Climate Impact Lab) avaliou o impacto das alterações climáticas, nomeadamente o efeito do calor extremo, na mortalidade em 2050.
Um estudo publicado na revista Nature Sustainability avaliou como as alterações climáticas podem agravar significativamente a acessibilidade da água nas cidades.
A Organização Meteorológica Mundial, OMM, divulga todos os meses uma previsão sazonal a nível global para os próximos três meses, com a previsão das anomalias da temperatura à superfície e da precipitação.
Plantar árvores parece ser sempre uma boa ideia, mas, perante uma onda de calor extremo e seca, nem todas as florestas reagem da mesma forma.
O mês de junho de 2026, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês muito quente em relação à temperatura do ar e muito seco em relação à precipitação.
Junho de 2026 foi o junho mais quente alguma vez registado na Europa Ocidental e o segundo mais quente em todo o planeta, mostram dados divulgados pelo Observatório Europeu Copernicus.
As ondas de calor têm um impacto forte na economia dos países atingidos, basta pensar nos prejuízos que há na agricultura, mas sobretudo nas pessoas, incluindo um aumento da morbilidade e da mortalidade.
O clima tem impactos diretos ou indiretos, que podem ser graves, nos seres humanos, na economia de um país e no bem-estar das populações.
O arroz é um alimento básico diário para mais de metade da população mundial. Noventa por cento do abastecimento mundial de arroz provém da Ásia, onde existem os maiores arrozais do mundo.
O Sistema Global de Observação dos Oceanos (GOOS) é um programa internacional para monitorização de todos os oceanos, composto por uma rede de flutuadores robóticos, navios de investigação e boias fixas que abrange todas as bacias oceânicas.
O mês de maio de 2026, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês quente em relação à temperatura do ar e seco em relação à precipitação.
Os microplásticos e os nanoplásticos têm origem na fragmentação de resíduos plásticos de maiores dimensões que poluem os rios, os oceanos e a terra e estão amplamente presentes na atmosfera.
A subida do nível da água do mar tem sido um tema abordado por muitos cientistas, mas, no entanto, as variações sazonais do nível do mar, que não têm sido tão bem estudadas, também têm um impacto importante em muitos ecossistemas.
O financiamento climático refere-se a todos os fluxos financeiros que se destinam a apoiar ações para a redução das emissões e de adaptação ás alterações climáticas, visando alcançar os objetivos do Acordo de Paris.