O mês de setembro de 2026, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês extremamente quente em relação à temperatura do ar e muito seco em relação à precipitação.
Teresa Abrantes é licenciada em Física, pela Faculdade de Ciências de Lisboa com 35 anos de serviço no Instituto Português do Mar e da Atmosfera ex- Instituto de Meteorologia. Retirou-se do Instituto em 2014. Desde 2014 a dar aulas de Meteorologia no Instituto Superior de Educação e Ciência no Curso de Engenharia de Proteção Civil e a trabalhar como consultora da área de meteorologia em projectos do Banco Mundial. Participou num projecto no Paquistão e colabora num projecto em Moçambique e em Angola.
Durante 19 anos integrou a equipa de meteorologistas que apresentavam o Boletim Meteorológico em dois canais da televisão portuguesa. Ao longo da sua carreira profissional no Instituto trabalhou fundamentalmente na área da previsão e vigilância meteorológica, ocupou diferentes cargos directivos, integrou diversos grupos de trabalho nacionais e internacionais e foi representante nacional em diferentes grupos e comités internacionais, nomeadamente da Organização Meteorológica Mundial e membro da Associação Portuguesa de Meteorologia e Geofísica.
Participou e apresentou trabalhos em diversas conferências nacionais e internacionais, relacionados mais com a sua especialização, previsão do tempo e deteção remota e apoio meteorológico ao combate de incêndios florestais.
O mês de setembro de 2026, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês extremamente quente em relação à temperatura do ar e muito seco em relação à precipitação.
A subida do nível do mar é um dos sinais mais visíveis das alterações climáticas e a Antártida contém gelo suficiente para elevar o nível global do mar em cerca de 58 metros.
Os cientistas têm estudado a queima de combustíveis fósseis desde a Revolução Industrial, em meados do século XIX, para demonstrar como esta tem contribuído para a subida das temperaturas médias globais e noutros aspetos do clima da Terra.
Atendendo às alterações climáticas, os oceanos desempenham um papel fundamental para a regulação climática global, visto serem os maiores sumidouros naturais de carbono da atmosfera.
O fenómeno El Niño de 2026 continua a intensificar-se e os modelos preveem que ainda não tenha atingido o seu pico de intensidade. Além disso, as projeções indicam que poderá durar mais alguns meses.
O surf ganhou importância cultural, social e económica ao longo do último século e hoje é globalmente relevante. Baseado no fenómeno natural da interação das ondas do oceano com a linha de costa, será que o futuro do surf está ameaçado pelas alterações climáticas?
À medida que os impactos climáticos se intensificam e eventos como a perda de meios de subsistência, escassez de água, fome, insegurança alimentar e a subnutrição se tornam mais frequentes, são agravadas as vulnerabilidades das pessoas mais impactadas, ou seja, das mulheres.
A camada de ozono é uma camada gasosa composta pelo gás ozono (O3), localizada na estratosfera entre 15 e 35 km de altitude e funciona como um escudo protetor da Terra, que nos protege contra os raios ultravioleta nocivos do sol.
O mundo entrou numa nova fase de desafios planetários e económicos. Ultrapassar 1,5 ºC de aquecimento global é hoje considerado inevitável e os governos enfrentam custos económicos crescentes decorrentes das alterações climáticas e da poluição atmosférica em simultâneo.
O mês de agosto de 2026, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês normal em relação à temperatura do ar e muito chuvoso em relação à precipitação.
Diferentes estudos científicos mostram que os poluentes atmosféricos são extremamente prejudiciais para o homem e para os ecossistemas.
Já há muitos anos que a China toma ações concretas em relação às florestas não só para conterem o avanço dos desertos, mas também para funcionarem como sumidouros de carbono.
Uma das consequências mais óbvias das alterações climáticas é o facto do aquecimento global estar a provocar condições meteorológicas de calor extremo cada vez mais frequentes no globo.
O continente africano, que é o maior foco de incêndios florestais do planeta, representa em média cerca de 70% da área ardida do mundo a cada ano.
A monção de sudoeste na Índia, que ocorre entre junho e outubro, é um vento sazonal que sopra do oceano Índico para o continente trazendo uma massa de ar quente e muito húmido.
O mês de julho de 2026, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês muito quente em relação à temperatura do ar e extremamente seco em relação à precipitação.
Um novo estudo do Laboratório de Impacto Climático (Climate Impact Lab) avaliou o impacto das alterações climáticas, nomeadamente o efeito do calor extremo, na mortalidade em 2050.
Um estudo publicado na revista Nature Sustainability avaliou como as alterações climáticas podem agravar significativamente a acessibilidade da água nas cidades.
A Organização Meteorológica Mundial, OMM, divulga todos os meses uma previsão sazonal a nível global para os próximos três meses, com a previsão das anomalias da temperatura à superfície e da precipitação.
Plantar árvores parece ser sempre uma boa ideia, mas, perante uma onda de calor extremo e seca, nem todas as florestas reagem da mesma forma.