A passagem de uma depressão atlântica deverá deixar os Açores sob influência de vento forte e mar muito agitado nos próximos dias. Já a Madeira continuará mais protegida pela circulação anticiclónica, mantendo condições atmosféricas mais estáveis.
Ana Palma é meteorologista e climatologista, com formação sólida em ciências do clima, educação ambiental e comunicação científica. É licenciada em Meteorologia, Oceanografia e Geofísica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e mestre em Clima, Recursos Naturais e Riscos pela Universidade de Cabo Verde, no âmbito do Centro Internacional de Investigação Climática e Aplicações (CIICLAA).
O seu percurso profissional conjuga atividade técnica e científica com divulgação e mediação do conhecimento. Desde 2018, exerce funções na Cascais Ambiente como Técnica de Turismo de Natureza. Colaborou com instituições de referência como o Museu Nacional de História Natural e da Ciência, o Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva e várias entidades municipais.
É autora e coautora de publicações científicas e participou com comunicações em congressos nacionais e internacionais. O seu trabalho cruza meteorologia, climatologia, geociências e comunicação de ciência, promovendo a literacia climática e o envolvimento do público.
A passagem de uma depressão atlântica deverá deixar os Açores sob influência de vento forte e mar muito agitado nos próximos dias. Já a Madeira continuará mais protegida pela circulação anticiclónica, mantendo condições atmosféricas mais estáveis.
Os modelos ECMWF e GFS apontam para calor intenso até ao início de junho, mas sugerem mudança gradual do padrão atmosférico. As temperaturas poderão começar a descer em Portugal continental a partir de terça-feira (2), devido à influência atlântica.
A “cúpula de calor��� deverá intensificar o calor em Portugal continental entre terça e quinta-feira. Algumas regiões do interior poderão atingir 38 ºC devido ao tempo seco, baixa humidade e persistência de céu pouco nublado.
Na última semana de maio, nos Açores, espera-se chuva, vento forte e maior instabilidade atmosférica, enquanto a Madeira deverá registar vários dias consecutivos de tempo seco, céu pouco nublado e temperaturas acima da média para a época.
O fim de semana ficará marcado por aguaceiros fortes, trovoadas frequentes e possibilidade de granizo no Norte e Centro, com os fenómenos mais intensos previstos para as tardes de sábado e domingo nas regiões do interior.
A massa de ar quente subtropical já começou a elevar as temperaturas em Portugal continental. Beja poderá estar entre as capitais de distrito mais quentes do país nos próximos dias, numa tendência de calor que poderá prolongar-se até ao final do mês de maio.
Um bloqueio escandinavo poderá alterar o estado do tempo em Portugal continental nos próximos dias, favorecendo uma subida acentuada das temperaturas, ambiente mais seco e valores acima dos 30 ºC em várias regiões do interior.
Entre terça e quarta-feira, os Açores deverão enfrentar chuva persistente, rajadas até 80 km/h e ondulação até 4 metros, sobretudo no Grupo Central, devido à aproximação de uma depressão atlântica que deverá agravar significativamente o estado do tempo no arquipélago.
Os modelos meteorológicos apontam para uma subida gradual das temperaturas em Portugal continental a partir de 20 de maio, numa mudança do padrão atmosférico que poderá trazer maior estabilidade, menos precipitação e valores superiores a 30 ºC em algumas regiões.
Os modelos meteorológicos apontam para uma alteração da circulação atmosférica no final de maio. Um bloqueio escandinavo poderá favorecer a subida de ar mais quente sobre a Península Ibérica, trazendo temperaturas acima da média e tempo mais estável a Portugal continental.
A combinação entre uma depressão escandinava e o anticiclone dos Açores deverá manter tempo instável em Portugal até quarta-feira, com aguaceiros e trovoada no Norte e Centro. A partir de quinta-feira, prevê-se uma gradual estabilização atmosférica e subida das temperaturas.
Uma depressão fria deverá continuar a condicionar o estado do tempo em Portugal continental até quarta-feira, favorecendo aguaceiros, trovoada e vento moderado. A partir de quinta-feira, o fluxo atlântico continuará a manter condições de instabilidade, com aumento do vento e da agitação marítima.
O IPMA alargou os avisos amarelos a 14 distritos de Portugal continental devido à previsão de chuva forte, trovoada e rajadas até 75 km/h. O período mais crítico dos próximos dias deverá ocorrer entre a madrugada e a manhã de sábado.
Uma depressão fria deverá provocar uma mudança significativa do estado do tempo em Portugal continental na terça-feira (12), trazendo chuva mais persistente, vento mais intenso e uma descida das temperaturas em várias regiões do país.
A chuva intensifica-se na Madeira esta terça-feira, integrada num fluxo húmido persistente que favorece precipitação contínua e por vezes forte. Os acumulados poderão ultrapassar 100 mm, sobretudo em zonas montanhosas, num cenário enquadrado por aviso laranja do IPMA.
A chuva deverá tornar-se mais frequente em Portugal continental ao longo da semana, com maior expressão no Norte e Centro, sobretudo entre quinta e sexta-feira, quando se esperam os acumulados mais elevados e períodos de precipitação mais persistente.
As barragens em Portugal mantêm níveis elevados no final de abril, após um inverno muito chuvoso. Ainda assim, os dados mais recentes indicam uma inversão da tendência, com o início de uma descida gradual dos volumes armazenados.
As temperaturas vão registar uma ligeira descida em Portugal continental ao longo do fim de semana, com reduções que poderão atingir os 3 ºC em algumas regiões. No litoral e Norte, várias cidades deverão manter máximas abaixo dos 20 ºC, num ambiente mais fresco.
Segundo o modelo europeu (ECMWF), a presença de baixas pressões nas proximidades da Península Ibérica poderá favorecer um padrão mais instável em Portugal entre 4 e 11 de maio, com aumento da probabilidade de aguaceiros e trovoadas.
A aproximação de uma depressão em altitude vai trazer instabilidade a Portugal, com aguaceiros e trovoadas mais prováveis no início da semana, seguidos de uma gradual estabilização das condições meteorológicas nos dias seguintes.