Hanna aproxima-se dos Açores já como sistema pós-tropical, mas continuará a provocar instabilidade. Chuva forte, trovoada e rajadas de vento deverão afetar o arquipélago, com maior expressão nos grupos Central e Oriental nos próximos dias.
Ana Palma é meteorologista e climatologista, com formação sólida em ciências do clima, educação ambiental e comunicação científica. É licenciada em Meteorologia, Oceanografia e Geofísica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e mestre em Clima, Recursos Naturais e Riscos pela Universidade de Cabo Verde, no âmbito do Centro Internacional de Investigação Climática e Aplicações (CIICLAA).
O seu percurso profissional conjuga atividade técnica e científica com divulgação e mediação do conhecimento. Desde 2018, exerce funções na Cascais Ambiente como Técnica de Turismo de Natureza. Colaborou com instituições de referência como o Museu Nacional de História Natural e da Ciência, o Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva e várias entidades municipais.
É autora e coautora de publicações científicas e participou com comunicações em congressos nacionais e internacionais. O seu trabalho cruza meteorologia, climatologia, geociências e comunicação de ciência, promovendo a literacia climática e o envolvimento do público.
Hanna aproxima-se dos Açores já como sistema pós-tropical, mas continuará a provocar instabilidade. Chuva forte, trovoada e rajadas de vento deverão afetar o arquipélago, com maior expressão nos grupos Central e Oriental nos próximos dias.
A instabilidade vai marcar o tempo nos Açores e na Madeira esta semana, com períodos de chuva intensa e vento forte. Os acumulados poderão superar os 100 mm nos Açores e aproximar-se dos 50 mm na Madeira.
Os Açores enfrentam um agravamento do estado do tempo entre hoje e segunda-feira. Chuva forte, rajadas até 90 km/h e forte agitação marítima deverão marcar a passagem de uma depressão pelo arquipélago, sob aviso amarelo.
Este sábado, o Centro e Sul continuarão sob calor intenso, com os termómetros a atingirem 35 ºC. As temperaturas ficarão muito acima do habitual para o final de setembro, com anomalias que poderão chegar aos +9 ºC.
O IPMA prolongou os avisos amarelos devido às temperaturas elevadas, que continuarão a marcar o estado do tempo nos próximos dias. Até sexta-feira, 13 distritos do Continente e várias regiões da Madeira estarão sob aviso.
As temperaturas continuarão muito acima do habitual no início da semana. A partir de quarta-feira, a influência marítima trará algum alívio ao litoral, enquanto o interior continuará a registar valores elevados para a época.
O outono astronómico chega esta semana a Portugal, mas o verão resiste em algumas regiões. Enquanto as temperaturas descem no litoral, o calor deverá persistir no interior, com valores muito acima do habitual até sexta-feira.
Portugal continuará sob temperaturas muito acima do habitual durante vários dias, prolongando o atual episódio de calor. Os mapas começam, no entanto, a revelar uma possível mudança do padrão atmosférico a partir de dia 26.
Portugal Continental prepara-se para 48 horas de calor intenso, com temperaturas muito acima do habitual. Entre domingo e segunda-feira, as máximas poderão atingir 36 ºC, acompanhadas por noites invulgarmente quentes em várias regiões do território.
Portugal deverá permanecer praticamente sem chuva durante os próximos sete dias, apesar da passagem de depressões profundas pelo Atlântico Norte. A posição da dorsal e da corrente de jato explica este cenário seco e persistente.
Portugal continental prepara-se para máximas que poderão chegar aos 38 ºC, num episódio de calor com anomalias térmicas expressivas. A partir de terça-feira, uma mudança na circulação atmosférica começará a fazer descer as temperaturas.
Nos próximos dez dias, o anticiclone dos Açores deverá reforçar a sua influência sobre Portugal em três momentos distintos, com o calor anómalo a marcar o início do período, antes de uma descida térmica e de nova estabilidade.
As últimas atualizações do modelo europeu mostram um cenário diferente para as próximas semanas, marcado pela alternância entre vários padrões atmosféricos. Esta mudança aumenta a incerteza quanto à evolução do estado do tempo em Portugal.
Uma massa de ar polar deverá provocar uma descida acentuada das temperaturas em Portugal continental entre terça e quarta-feira, com diferenças que poderão chegar aos 9 ºC e o desaparecimento das anomalias térmicas positivas.
Uma alteração no estado do tempo deverá trazer chuva e temperaturas mais baixas, sobretudo ao Norte e Centro, entre terça e quarta-feira. A partir de quinta-feira, as temperaturas voltarão a subir em todo o território.
As reservas de água voltaram a diminuir durante agosto em Portugal continental, mas a situação mantém-se favorável na maioria das bacias hidrográficas, com apenas duas a registarem níveis inferiores às respetivas médias históricas mensais.
Portugal continental continuará sob a influência de poeiras do Saara durante o fim de semana, com maior expressão em algumas regiões. Na segunda-feira, a mudança da circulação atmosférica deverá favorecer a dispersão progressiva das partículas.
A partir do final da tarde de sexta-feira, uma depressão deverá agravar o tempo nos Açores. O Grupo Ocidental será o primeiro e mais afetado, com chuva, trovoada, vento forte e ondas próximas dos 5 metros.
A circulação atmosférica deverá sofrer algumas mudanças ao longo dos próximos dez dias, embora o tempo seco continue a predominar em Portugal. O ECMWF sinaliza períodos de precipitação, com distribuição e intensidade distintas pelo território.
Nos primeiros dias de setembro, Portugal continental terá vento e temperaturas mais moderadas junto ao litoral. A partir de quarta-feira, o cenário muda, com uma subida acentuada das temperaturas e máximas que poderão atingir 40 ºC.