Os modelos sugerem uma mudança no padrão atmosférico nos próximos dias, com uma reorganização da circulação no Atlântico Norte. Este cenário poderá influenciar a evolução do estado do tempo em Portugal.
Os modelos sugerem uma mudança no padrão atmosférico nos próximos dias, com uma reorganização da circulação no Atlântico Norte. Este cenário poderá influenciar a evolução do estado do tempo em Portugal.
As barragens em Portugal apresentam níveis muito elevados no início de abril, após um inverno dominado por sucessivas frentes atlânticas e episódios de precipitação persistente.
Manhãs de inverno, tardes de verão: nos próximos dias, este contraste térmico será uma realidade em várias regiões de Portugal. A diferença entre o frio sentido nas primeiras horas do dia e o aquecimento rápido durante a tarde irá marcar o quotidiano, num cenário que exige adaptação constante ao longo do dia.
A atmosfera prepara-se para uma mudança nos próximos dias em Portugal. A influência de um anticiclone a oeste da Península Ibérica irá alterar o padrão dominante, favorecendo estabilidade e um fluxo de leste. Este novo cenário deverá refletir-se na evolução das temperaturas, com um aumento progressivo que será mais evidente a partir de terça-feira, sobretudo nas regiões do interior.
Entre 29 e 31 de março, Portugal será dominado por um anticiclone particularmente intenso, responsável por tempo seco, vento de norte e vários dias consecutivos de estabilidade, numa configuração pouco comum para o final de março.
O tempo em Portugal deverá manter-se seco e estável nos próximos dias, mas a partir de 30 de março os modelos apontam para cenários distintos, aumentando a incerteza quanto à evolução durante a semana da Páscoa.
O estado do tempo na Madeira deverá agravar-se nas próximas horas, com chuva por vezes forte e trovoada. Após este período mais ativo, a precipitação deverá tornar-se progressivamente menos intensa, mantendo-se alguma instabilidade.
A influência de uma circulação atlântica ativa deverá marcar o estado do tempo nos arquipélagos dos Açores e da Madeira ao longo da semana, com passagem de sistemas frontais, períodos de chuva e um reforço do vento a partir de quarta-feira.
A previsão para o final de março mudou em Portugal: o cenário de bloqueio perde força e dá lugar a um padrão mais atlântico, com chuva irregular, menos persistente e temperaturas dentro da normalidade.
A depressão Therese está a influenciar o estado do tempo, trazendo chuva, vento e agitação marítima aos Açores. No continente, os seus efeitos serão sentidos de forma gradual nos próximos dias, com aumento da instabilidade a partir do fim de semana.
A circulação atmosférica no Atlântico Norte poderá sofrer alterações nos próximos dias. A ondulação da corrente de jato polar poderá favorecer a formação de depressões e a aproximação de frentes à Península Ibérica, aumentando a probabilidade de chuva e vento em várias regiões de Portugal.
A aproximação de uma depressão no Atlântico poderá trazer períodos de chuva e vento forte à Madeira a partir de quarta-feira. Os modelos de previsão ECMWF e GFS indicam um aumento da instabilidade atmosférica no arquipélago durante a segunda metade da semana.
O estado do tempo em Portugal poderá sofrer alterações nos próximos dias. Antes da chegada de nova instabilidade, as temperaturas deverão subir em várias regiões do país a partir de terça-feira, 17 de março.
A partir de 18 de março, a circulação atmosférica na Europa poderá mudar com a possível formação de um bloqueio escandinavo. Este padrão poderá alterar o trajeto das depressões atlânticas e influenciar o estado do tempo em Portugal.
A semana será marcada por instabilidade nos Açores, com vários períodos de chuva associados à passagem de frentes atlânticas. Na Madeira, o tempo deverá apresentar maior variabilidade entre nebulosidade, abertas e aguaceiros ocasionais.
Uma depressão atlântica poderá reorganizar o tempo na Península Ibérica e aumentar a probabilidade de chuva em várias regiões de Portugal.
Uma frente fria deverá atravessar o país na segunda-feira, 9 de março, trazendo chuva, descida das temperaturas e possibilidade de neve nas zonas montanhosas antes de evoluir para uma depressão fria sobre a Península Ibérica.
A aproximação de um cavado ao Atlântico próximo da Península Ibérica deverá reforçar o vento sobre o oceano e aumentar a agitação marítima na sexta-feira, com ondas até 5 metros de altura significativa na costa ocidental e 11 metros de altura máxima nalguns setores.
A depressão Regina colocou a Madeira em aviso laranja devido ao vento forte e à agitação marítima. As rajadas poderão atingir 120 km/h nas terras altas e as ondas ultrapassar os 6 metros.
A semana começa com uma frente fria, mas será a formação de uma gota fria que marcará o tempo entre terça e quarta-feira, com chuva mais persistente no Sul e intrusão de poeiras do Saara.