Uma depressão atlântica irá provocar um aumento da chuva e do vento nos Açores a partir de sexta-feira, enquanto a Madeira continuará sob influência da dorsal subtropical, mantendo tempo mais estável e temperaturas amenas persistentes.
Uma depressão atlântica irá provocar um aumento da chuva e do vento nos Açores a partir de sexta-feira, enquanto a Madeira continuará sob influência da dorsal subtropical, mantendo tempo mais estável e temperaturas amenas persistentes.
Uma massa de ar muito quente deverá provocar vários dias consecutivos de calor intenso em Portugal continental, favorecendo temperaturas excecionalmente elevadas no interior e um forte contraste térmico em relação ao litoral ocidental.
A circulação de norte deverá continuar a influenciar Portugal continental nos próximos dias, antes de uma mudança gradual do estado do tempo prevista para o início da próxima semana, sobretudo nas regiões do litoral ocidental.
Depois de vários meses marcados pela subida das reservas hídricas, maio trouxe os primeiros sinais de descida em várias barragens portuguesas, embora os níveis de armazenamento continuem elevados e acima da média para esta altura do ano.
A corrente de jato polar deverá intensificar-se significativamente entre quarta e quinta-feira sobre a Península Ibérica, favorecendo uma maior influência atlântica em Portugal continental, com mais vento, nebulosidade e temperaturas mais baixas no litoral.
A influência atlântica deverá trazer mais nebulosidade, vento e chuva fraca a Portugal continental nos próximos dias. O litoral Norte e Centro deverão registar as mudanças mais evidentes, enquanto o Sul continuará maioritariamente seco.
A passagem de uma depressão atlântica deverá deixar os Açores sob influência de vento forte e mar muito agitado nos próximos dias. Já a Madeira continuará mais protegida pela circulação anticiclónica, mantendo condições atmosféricas mais estáveis.
Os modelos ECMWF e GFS apontam para calor intenso até ao início de junho, mas sugerem mudança gradual do padrão atmosférico. As temperaturas poderão começar a descer em Portugal continental a partir de terça-feira (2), devido à influência atlântica.
A “cúpula de calor��� deverá intensificar o calor em Portugal continental entre terça e quinta-feira. Algumas regiões do interior poderão atingir 38 ºC devido ao tempo seco, baixa humidade e persistência de céu pouco nublado.
Na última semana de maio, nos Açores, espera-se chuva, vento forte e maior instabilidade atmosférica, enquanto a Madeira deverá registar vários dias consecutivos de tempo seco, céu pouco nublado e temperaturas acima da média para a época.
O fim de semana ficará marcado por aguaceiros fortes, trovoadas frequentes e possibilidade de granizo no Norte e Centro, com os fenómenos mais intensos previstos para as tardes de sábado e domingo nas regiões do interior.
A massa de ar quente subtropical já começou a elevar as temperaturas em Portugal continental. Beja poderá estar entre as capitais de distrito mais quentes do país nos próximos dias, numa tendência de calor que poderá prolongar-se até ao final do mês de maio.
Um bloqueio escandinavo poderá alterar o estado do tempo em Portugal continental nos próximos dias, favorecendo uma subida acentuada das temperaturas, ambiente mais seco e valores acima dos 30 ºC em várias regiões do interior.
Entre terça e quarta-feira, os Açores deverão enfrentar chuva persistente, rajadas até 80 km/h e ondulação até 4 metros, sobretudo no Grupo Central, devido à aproximação de uma depressão atlântica que deverá agravar significativamente o estado do tempo no arquipélago.
Os modelos meteorológicos apontam para uma subida gradual das temperaturas em Portugal continental a partir de 20 de maio, numa mudança do padrão atmosférico que poderá trazer maior estabilidade, menos precipitação e valores superiores a 30 ºC em algumas regiões.
Os modelos meteorológicos apontam para uma alteração da circulação atmosférica no final de maio. Um bloqueio escandinavo poderá favorecer a subida de ar mais quente sobre a Península Ibérica, trazendo temperaturas acima da média e tempo mais estável a Portugal continental.
A combinação entre uma depressão escandinava e o anticiclone dos Açores deverá manter tempo instável em Portugal até quarta-feira, com aguaceiros e trovoada no Norte e Centro. A partir de quinta-feira, prevê-se uma gradual estabilização atmosférica e subida das temperaturas.
Uma depressão fria deverá continuar a condicionar o estado do tempo em Portugal continental até quarta-feira, favorecendo aguaceiros, trovoada e vento moderado. A partir de quinta-feira, o fluxo atlântico continuará a manter condições de instabilidade, com aumento do vento e da agitação marítima.
O IPMA alargou os avisos amarelos a 14 distritos de Portugal continental devido à previsão de chuva forte, trovoada e rajadas até 75 km/h. O período mais crítico dos próximos dias deverá ocorrer entre a madrugada e a manhã de sábado.
Uma depressão fria deverá provocar uma mudança significativa do estado do tempo em Portugal continental na terça-feira (12), trazendo chuva mais persistente, vento mais intenso e uma descida das temperaturas em várias regiões do país.