Colapso do dique do Mondego interrompe A1 junto a Coimbra e condiciona deslocações nos próximos dias. Conheça as alternativas e desvios disponíveis.
Colapso do dique do Mondego interrompe A1 junto a Coimbra e condiciona deslocações nos próximos dias. Conheça as alternativas e desvios disponíveis.
Numa aposta sem precedentes na sobrevivência, o país árabe transformou a sua geologia numa caixa-forte. Milhares de milhões de litros de água dessalinizada são armazenados no subsolo, constituindo uma apólice de seguro de vida contra as alterações climáticas e as crises globais.
Um invulgar remoinho de neve, captado em vídeo, surpreendeu os esquiadores no vale de Hakuba, no Japão. Um fenómeno apelativo, semelhante a um pequeno tornado de baixa intensidade, mas que se alimenta de neve acabada de cair.
Saiba aqui como funciona o sistema de drenagem do Mondego, que ao final de quase 50 anos, terá de ser redimensionada para responder aos desafios provocados pelas mudanças do clima.
A PortugalFoods, entidade gestora do cluster do setor agroalimentar português que agrega 200 associados - entre empresas, entidades do sistema científico nacional da fileira agroalimentar e outras -, apresentou no Porto 10 tendências alimentares para 2026.
As chuvas das últimas horas colocaram o sistema hidráulico do Mondego à beira da rutura. As autarquias mobilizaram todos os meios para retirar milhares de residentes das zonas ribeirinhas de Coimbra, Soure e Montemor-o-Velho.
Em Arruda dos Vinhos e Torres Vedras, a humidade acumulada nos solos deixou os terremos perigosamente instáveis, destruindo estradas e provocando danos estruturais em dezenas de habitações.
Das raízes de Ulldecona aos gigantes de Portugal, viaje pela história viva destas oliveiras milenares que alimentam a nossa alma. Saiba mais aqui!
Ter uma sensação de déjà vu provavelmente é algo positivo para a maioria das pessoas. É um sinal de que as regiões do cérebro responsáveis pela verificação de factos estão a funcionar corretamente.
A destruição de infraestruturas agrícolas, sistemas de rega e outros equipamentos essenciais à produção levou, para já, à perda entre 50% a 70% da capacidade produtiva dos produtores Lusomorango. “Está em causa a capacidade produtiva imediata e futura de um setor estratégico para o país”.
A precipitação, entre janeiro e novembro, atingiu mais de 300% do que a média no Alentejo Litoral, Viana do Castelo e Castelo Branco.
Com a previsão de chuva persistente e possíveis impactos no quotidiano, a GNR reforça recomendações para garantir autonomia e segurança durante 72 horas em situações de emergência.