A Terra vista do espaço é o único planeta no universo com água à superfície. A água foi aquilo que possibilitou a civilização e a vida, mas os padrões de água na Terra estão a mudar. Já ninguém tem a certeza de onde virá a água de amanhã.
A Terra vista do espaço é o único planeta no universo com água à superfície. A água foi aquilo que possibilitou a civilização e a vida, mas os padrões de água na Terra estão a mudar. Já ninguém tem a certeza de onde virá a água de amanhã.
Maio é considerado o mês do coração e sendo este a máquina que faz o nosso corpo funcionar é imprescindível estar atento aos seus sinais de fraqueza, pois quase sem se aperceber, é continuamente afetado e influenciado no seu dia-a-dia pelas condições climáticas, tornando-se vulnerável.
Os especialistas alertam que as alterações climáticas podem transformar a Amazónia numa savana, o que terá consequências dramáticas para os seres humanos e para espécies que dependem desses habitats.
O uso de combustíveis fósseis para a produção de energia teve o seu início na Revolução Industrial. Até aos dias de hoje tem-se intensificado a exploração de áreas marinhas em busca de petróleo. Como consequência, episódios de contaminação ambiental tornaram-se recorrentes.
Estamos a viver no limiar de uma nova era. E seguindo o argumento de que a ação humana tem alterado drasticamente o funcionamento e os fluxos naturais do planeta ao promover intensas mudanças globais, diversos especialistas afirmam que entramos numa nova época geológica, o Antropoceno.
A primeira Super Lua do ano acontece nesta próxima madrugada de terça feira, 27 de abril. Prepare-se para olhar para o céu e apreciar as maravilhas que um perigeu mais curto pode proporcionar.
A pandemia do Covid-19 pode ter dominado as notícias de todo o mundo e reduzido temporariamente as emissões, no entanto o ano de 2020 também demonstrou o impacto cada vez mais evidente do aquecimento global impulsionado pelo Homem.
Depois de ter atingido o arquipélago dos Açores nos últimos dias, a depressão Lola dirige-se para o continente, onde deixará chuva generalizada, trovoadas, vento intenso e forte agitação marítima já a partir de hoje, sexta-feira. Saiba mais aqui!
Os vulcões são responsáveis por espetáculos únicos que a natureza nos oferece, no entanto, os seus impactos destrutivos nas vidas humanas e no no meio ambiente também guardam semelhante proporção.
Muitas espécies migratórias estão em perigo de extinção como resultado do impacto da atividade humana, das alterações climáticas e da perda dos seus habitats naturais. Mas algumas espécies são mais vulneráveis a esse efeito do que outras.
Os fenómenos naturais extremos podem causar graves desequilíbrios nas estruturas social, económica e ambiental de uma comunidade insular. Na Ilha da Madeira, os riscos considerados mais relevantes decorrem das condições meteorológicas e das características geomorfológicas da ilha.
As alterações climáticas têm vindo a ser identificadas como uma das maiores ameaças à biodiversidade do nosso planeta. Estima-se que cerca de 20 a 30% das espécies de animais e plantas estarão ameaçadas pelo aumento da temperatura média global.
Hoje, 23 de março, o dia é dedicado à celebração do Dia Mundial da Meteorologia. Celebramos a área de conhecimento que se destina a aumentar a compreensão dos fenómenos atmosféricos mundiais, e este ano direcionado para o “Oceano, Clima e Tempo”.
A redução da atividade económica e o isolamento social provocados pela pandemia de Covid-19 originaram alguns impactos no meio ambiente, sobretudo na queda das emissões de poluentes. Mas será que estes impactos vão resolver as alterações climáticas? Não. Podem até agravar o problema.
Vários estudos revelam que o estado de tempo, mais precisamente a temperatura, exerce um efeito direto sobre como nos sentimos físico e mentalmente. Com a chegada do Inverno e mesmo no Verão é necessário estarmos atentos a certos sintomas, pois podem ser indicadores de uma condição mais grave.
Sabia que as Alterações Climáticas afetam a saúde mental? Sempre que falamos em Alterações Climáticas, é preciso compreender todos os impactos diretos e indiretos que estas carregam. A depressão e a ansiedade profunda são alguns deles.
É frequente ouvirmos as pessoas a dizerem que sentem a dor a aumentar quando o tempo muda, ou até referirem que têm uma região do corpo que "adivinha" a mudança do estado de tempo. Mas será que existe alguma explicação científica para esta situação, ou será apenas um mito?