Aguaceiros frequentes e trovoada mantêm-se em Portugal continental até quarta, 13 de maio. Eis o que chegará depois

Uma depressão fria deverá continuar a condicionar o estado do tempo em Portugal continental até quarta-feira, favorecendo aguaceiros, trovoada e vento moderado. A partir de quinta-feira, o fluxo atlântico continuará a manter condições de instabilidade, com aumento do vento e da agitação marítima.

O estado do tempo em Portugal continental deverá manter-se instável ao longo da próxima semana, com períodos de chuva ou aguaceiros, vento por vezes forte e agitação marítima significativa.

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Até quarta-feira, o território continental deverá ser influenciado por uma depressão fria localizada nas proximidades da Península Ibérica, seguindo-se depois um fluxo atlântico mais húmido e relativamente instável.

Aguaceiros frequentes e trovoada até quarta-feira

Na segunda-feira, a depressão fria continuará a condicionar o estado do tempo em Portugal continental, favorecendo a ocorrência de aguaceiros frequentes nas regiões Norte e Centro, por vezes acompanhados de trovoada durante a tarde e início da noite.

A presença de uma depressão fria centrada a oeste da Península Ibérica continuará a condicionar o estado do tempo em Portugal continental durante segunda-feira, favorecendo a entrada de ar húmido e instável. Este padrão deverá traduzir-se em períodos de céu muito nublado e aguaceiros frequentes, sobretudo nas regiões Norte e Centro, localmente mais intensos e acompanhados por trovoada.
A presença de uma depressão fria centrada a oeste da Península Ibérica continuará a condicionar o estado do tempo em Portugal continental durante segunda-feira, favorecendo a entrada de ar húmido e instável. Este padrão deverá traduzir-se em períodos de céu muito nublado e aguaceiros frequentes, sobretudo nas regiões Norte e Centro, localmente mais intensos e acompanhados por trovoada.

Os acumulados de precipitação poderão variar entre 10 e 25 mm em vários locais do Norte e Centro, com valores localmente superiores em áreas montanhosas e zonas expostas ao relevo. O vento soprará de oeste e sudoeste, com rajadas até 40 km/h no litoral e nas terras altas.

Entre terça e quarta-feira, a depressão fria deverá manter-se próxima da fachada atlântica da Península Ibérica, sustentando um ambiente húmido e instável sobre o território continental.

A distribuição da precipitação acumulada prevista para terça-feira evidencia um cenário de instabilidade mais persistente nas regiões Norte e Centro, onde os acumulados poderão ultrapassar localmente 40 a 50 mm, sobretudo no litoral e em áreas montanhosas. Mais a sul, os valores deverão ser menos expressivos, refletindo menor frequência e intensidade da precipitação ao longo do dia.
A distribuição da precipitação acumulada prevista para terça-feira evidencia um cenário de instabilidade mais persistente nas regiões Norte e Centro, onde os acumulados poderão ultrapassar localmente 40 a 50 mm, sobretudo no litoral e em áreas montanhosas. Mais a sul, os valores deverão ser menos expressivos, refletindo menor frequência e intensidade da precipitação ao longo do dia.

Os aguaceiros poderão tornar-se mais frequentes e localmente fortes, sobretudo no Minho, Douro Litoral e Beira Litoral, onde os acumulados de precipitação poderão ultrapassar 40 a 60 mm até ao final de quarta-feira. Nas regiões do interior Norte e Centro não se exclui a ocorrência de trovoada e episódios pontuais de granizo.

A distribuição da temperatura prevista para terça-feira reflete um ambiente relativamente fresco para a época, com valores mais baixos nas regiões Norte e Centro e temperaturas mais elevadas no Sul, onde os valores poderão aproximar-se dos 20 a 22 °C. Este contraste resulta da influência da circulação atlântica e da nebulosidade associada à depressão fria, favorecendo uma sensação térmica mais amena em grande parte do território.
A distribuição da temperatura prevista para terça-feira reflete um ambiente relativamente fresco para a época, com valores mais baixos nas regiões Norte e Centro e temperaturas mais elevadas no Sul, onde os valores poderão aproximar-se dos 20 a 22 °C. Este contraste resulta da influência da circulação atlântica e da nebulosidade associada à depressão fria, favorecendo uma sensação térmica mais amena em grande parte do território.

O vento deverá soprar geralmente fraco a moderado até quarta-feira, predominando do quadrante oeste. As temperaturas deverão manter-se abaixo da média climatológica para maio em várias regiões do país, com máximas entre 17 e 23 °C na generalidade do território e mínimas entre 8 e 14 °C.

Circulação atlântica mantém tempo instável até sexta-feira

A partir de quinta-feira, a depressão fria deverá afastar-se gradualmente da Península Ibérica. Ainda assim, Portugal continental continuará sob influência de um fluxo atlântico húmido, favorecendo a ocorrência de aguaceiros dispersos, sobretudo nas regiões Norte e Centro. O vento deverá intensificar-se no litoral oeste e nas terras altas, soprando por vezes moderado a forte, com rajadas superiores a 50 km/h nos locais mais expostos.

A circulação atmosférica associada a um fluxo de oeste deverá favorecer um aumento da intensidade do vento durante a tarde de quinta-feira, sobretudo no litoral oeste e nas terras altas. As rajadas poderão atingir localmente 50 a 60 km/h nos locais mais expostos, reforçando a sensação de tempo instável em várias regiões do território.
A circulação atmosférica associada a um fluxo de oeste deverá favorecer um aumento da intensidade do vento durante a tarde de quinta-feira, sobretudo no litoral oeste e nas terras altas. As rajadas poderão atingir localmente 50 a 60 km/h nos locais mais expostos, reforçando a sensação de tempo instável em várias regiões do território.

A agitação marítima deverá voltar a aumentar entre quinta e sexta-feira, com ondas entre 4 e 6 metros na costa ocidental e valores pontualmente superiores a 7 metros ao largo.

Por se tratar de uma previsão de médio prazo, aconselha-se acompanhar as próximas atualizações meteorológicas, uma vez que pequenas alterações na posição da depressão fria poderão influenciar a distribuição e intensidade da precipitação, do vento e da agitação marítima em Portugal continental.

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