Mesmo que não o vejamos, o pó está sempre lá. Como um fantasma que só pode ser visto à luz, o pó está sempre lá, pronto a aterrar nos nossos móveis. E se pensamos que é apenas terra, estamos muito enganados.
Mesmo que não o vejamos, o pó está sempre lá. Como um fantasma que só pode ser visto à luz, o pó está sempre lá, pronto a aterrar nos nossos móveis. E se pensamos que é apenas terra, estamos muito enganados.
Mais deve ser feito para prever e tentar mitigar os efeitos das erupções vulcânicas perturbadoras a nível mundial, pois os riscos são maiores do que as pessoas pensam. Saiba mais aqui!
Um estudo recente aponta para as mudanças que podem levar a impactos climáticos irreversíveis no caso do aquecimento global ser superior a 1,5 °C. Contamos-lhe mais aqui!
Segundo um novo estudo internacional, o devastador tsunami desencadeado pela explosão extremamente violenta do vulcão Hunga Tonga-Hunga Ha'apai atingiu uma altura de mais de 90 metros nas proximidades imediatas.
Certos eventos meteorológicos, como a precipitação intensa são comuns no final do verão, na Península Ibérica, mas a partir de que medida se tornam extremos? Fique a saber mais sobre este assunto, connosco!
Convidamo-lo a descobrir como foi obtido e o que estas imagens maravilhosas do maior planeta do nosso Sistema Solar revelaram. Há uma enorme quantidade de trabalho que foi feito para alcançar estas cores.
Apesar de ser popularmente conhecido como uma fruta, o figo é, na verdade, uma flor. Veja aqui como é que esta planta se pode propagar.
Os locais com mais raios do mundo estão todos em terra, embora o nosso planeta seja, na sua maioria, composto por oceanos. Este facto intrigou os cientistas durante muitos anos, mas agora acreditam ter encontrado a causa num componente do mar.
Investigadores do SLAC descobriram que o oxigénio aumenta a precipitação exótica, constituindo-se um novo caminho para fazer diamantes no planeta Terra. A água em si é muito valiosa, mas já imaginaram uma “chuva de diamantes”? Saiba mais aqui!
Vamos todos morrer. E, ao contrário de outros seres vivos, nós sabemo-lo. É um conhecimento que gera angústia e muitas perguntas. A ciência procura respostas e algumas descobertas –felizmente- não são tão aterradoras como pensávamos.
Agora que sabemos como identificar os diferentes tipos de ondulação, a seguir podemos aprender o que acontece quando chegam à costa e saber o que são as correntes de ressaca e como evitar que nos deem um grande susto.
São muitos os sinais que aparecem no céu em antecipação a uma mudança do tempo. A presença de determinadas nuvens ou a sua evolução permite-nos prever a chegada de uma frente e da chuva, e até mesmo a formação de tempestades.