Foi detetada a primeira ejeção de massa coronal extra-solar da estrela anã vermelha StKM 1-1262. Esta explosão levanta questões sobre a habitabilidade dos exoplanetas, uma vez que pode despojá-los das suas atmosferas.
Foi detetada a primeira ejeção de massa coronal extra-solar da estrela anã vermelha StKM 1-1262. Esta explosão levanta questões sobre a habitabilidade dos exoplanetas, uma vez que pode despojá-los das suas atmosferas.
Será que os dados da Cassini, uma sonda da NASA há muito perdida, revelaram o lugar perfeito para a existência de vida além do nosso planeta? Saiba mais aqui!
Num novo estudo, os astrónomos argumentam que o auge do Universo já passou e a tendência é piorar daqui para frente.
Um gesto tão simples como mover o polegar em frente à paisagem contém o mesmo princípio físico que utilizamos para medir profundidades cósmicas a milhões de anos-luz de distância - descubra-o aqui.
A Terra coexiste com mais viajantes espaciais do que normalmente imaginamos, e alguns mantêm uma dança orbital tão peculiar que parecem pequenas luas temporárias.
O nosso Sol, que hoje sustenta a vida na Terra, também tem um fim previsto para daqui a cerca de 5 biliões de anos; a sua evolução irá transformá-lo numa estrela moribunda.
Há mais de 100 anos, um dos maiores astrónomos de todos os tempos desenhou um mapa de Marte que era incrivelmente preciso para a época e que aumentou o interesse do mundo pelo planeta vermelho.
Desde os pioneiros do espaço até aos mais recentes gigantes terrestres, os telescópios modernos revolucionaram a nossa visão do cosmos, revelando galáxias primitivas, mundos distantes e as origens do Universo.
Embora não tão impressionantes como o cometa Lemmon, vários cometas voltarão a ser visíveis da Terra nos próximos meses, especialmente com binóculos ou um pequeno telescópio simples.
Segundo os astrónomos brasileiros, o asteroide 2060 Chiron teria pelo menos três anéis em formação, um fenómeno que nunca foi documentado para um objeto tão “pequeno”.
Uma grande ejeção do Sol poderia desencadear auroras visíveis em latitudes médias, falhas tecnológicas e apagões massivos de energia. Entenda aqui o porquê.
Cientistas propõem que vestígios de poluição industrial na atmosfera de exoplanetas podem funcionar como uma "tecnoassinatura", um sinal revelador da existência de uma civilização avançada, semelhante à nossa, observada a anos-luz de distância.