As galáxias vizinhas Via Láctea e Andrómeda colidirão daqui a 4 biliões de anos, um evento cósmico no qual se fundirão para criar uma nova e gigantesca galáxia elíptica, mudando a forma do nosso céu.
As galáxias vizinhas Via Láctea e Andrómeda colidirão daqui a 4 biliões de anos, um evento cósmico no qual se fundirão para criar uma nova e gigantesca galáxia elíptica, mudando a forma do nosso céu.
Apesar de pensarmos que a proximidade do Sol, especialmente em dezembro e janeiro, é a causa dos verões infernais no Hemisfério Sul, a realidade é diferente e vai surpreendê-lo.
Uma questão constante no espaço é sempre a mesma: poderão existir outras formas de vida no universo? A resposta é provavelmente sim - mas podem ser detetáveis apenas por breves momentos.
Uma nova imagem da Nebulosa do Morcego foi captada pelo Observatório Europeu do Sul, formada por vastas nuvens de gás e poeira onde nascem novas estrelas a uma distância de 10.000 anos-luz.
Prevê-se que os exoplanetas gigantes altamente irradiados, conhecidos como "Júpiteres ultraquentes", apresentem grandes variações na temperatura e na composição química da atmosfera em função da longitude, latitude e altitude.
Os jatos são enormes rajadas de energia e matéria nos pólos de rotação de, por exemplo, protoestrelas ou buracos negros. Os astrónomos de Frankfurt descobriram que os fortes campos magnéticos são parcialmente responsáveis por estes jatos.
O telescópio espacial James Webb detetou indícios de intensa atividade vulcânica numa exolua localizada a centenas de anos-luz. Esta descoberta sugere que os processos geológicos ativos podem ser mais comuns no universo do que imaginávamos.
O cometa 3I/ATLAS, um visitante de outro sistema estelar, inspirou teorias extravagantes depois de um astrónomo de Harvard o ter associado a uma possível nave espacial alienígena. Especialistas desmentem esta ideia e explicam o seu verdadeiro valor científico.
O mês de novembro de 2025 será marcado pela maior Superlua do ano e por três chuvas de estrelas cadentes. A Meteored propõe-lhe este guia para que não perca estes incríveis espetáculos celestes.
A agência espacial já tem a tecnologia para obter água em Marte a partir do gelo no solo, o verdadeiro obstáculo não é encontrá-la, mas sobreviver ao processo.
A missão Cassini revelou que os anéis de Saturno estão a perder massa a um ritmo alarmante. Longe de serem eternos, poderão desaparecer em apenas algumas centenas de milhões de anos.
As ejeções de massa coronal (EMCs) no Sol primitivo podem ter influenciado profundamente as atmosferas planetárias dos primeiros planetas do Sistema Solar.