Os oceanos podem ajudar a capturar carbono no futuro, mas os especialistas alertam que o mundo deve proceder com cautela e dar prioridade à redução das emissões agora.
Os oceanos podem ajudar a capturar carbono no futuro, mas os especialistas alertam que o mundo deve proceder com cautela e dar prioridade à redução das emissões agora.
Investigadores da Universidade de Washington usaram minúsculos grãos de poeira espacial aprisionados por gelo antigo para mapear o encolhimento do Oceano Ártico.
Toalhetes húmidos: plástico essencial na saúde choca com proibição ambiental e a confusão do consumidor sobre o descarte. Saiba mais aqui!
O beijo, gesto íntimo presente em diversas culturas, tem uma origem evolutiva muito antiga, revelando como formas de afeto moldaram a história dos nossos antepassados.
Existe uma razão para o inverno parecer mais ameno, mais lento e mais calmo. Tal como a natureza nos ensina, também nós o fazemos: os nossos corpos acompanham o ritmo dos dias mais curtos, convidando-nos a descansar e a recuperar energias em harmonia com a estação do ano.
Uma equipa liderada pela Universidade de Oxford descobriu um fator inesperado que contribui para a entropia na cronometragem quântica: o próprio ato de medição.
Insetos: radar mostra estabilidade diurna, mas o declínio noturno é severo e ligado à poluição luminosa e agricultura intensiva. Saiba mais aqui!
Nos laboratórios de Castelo Branco está em curso uma investigação pioneira para proteger o animal da pesca predatória e das alterações climáticas.
Um novo estudo revela que águas frias provenientes do Oceano Antártido se infiltraram no Pacífico tropical através de "túneis oceânicos", provocando um arrefecimento repentino e antecipando mudanças profundas nos ciclos glaciais da Terra.
Investigadores descobriram um bloco de gelo de 6 milhões de anos na Antártida que preserva ar antigo e fornece pistas sobre como era a atmosfera num planeta muito mais quente. A descoberta oferece uma oportunidade única para reconstruir o clima da Terra num passado remoto.
Um fenómeno surpreendente revela como uma formiga parasita manipula operárias através de sinais químicos, levando-as a eliminar a sua própria rainha e permitir a ascensão da invasora.
A ciência está a avançar e a tornar-se cada vez mais amigável com a Inteligência Artificial. Uma equipa de investigadores da Universidade de Würzburg deu um grande passo rumo à autonomia de satélites.