A descoberta de uma segunda estrutura ultra-grande no universo remoto veio desafiar ainda mais alguns dos pressupostos básicos da cosmologia.
A descoberta de uma segunda estrutura ultra-grande no universo remoto veio desafiar ainda mais alguns dos pressupostos básicos da cosmologia.
Um grupo de cientistas da Universidade de Cornell descobriu algo surpreendente sobre os plásticos minúsculos, conhecidos como microplásticos, e sobre a forma como estes se deslocam no ar.
Nas profundezas do Atlântico, existe uma cascata subaquática com vários quilómetros de altura. Pode perguntar-se onde fica e como é que uma cascata destas pode estar debaixo de água. Contamos-lhe aqui.
Quando ocorrem intrusões de poeiras africanas, normalmente provenientes do Deserto do Saara, a sua maior ou menor quantidade pode trazer impactos positivos e/ou negativos, tanto para o Homem como para a Natureza. Descubra quais aqui.
Evidências indicam que existia um vulcão sobre o território brasileiro há 134 milhões de anos! O vulcão era capaz de lançar jatos de lava a mais de 1 km de altura.
Há 2300 anos, Thonis-Heracleion — os nomes egípcio e grego da cidade — era um dos grandes centros portuários do mundo. Saiba mais aqui!
De acordo com uma nova investigação, a luz UVC pode destruir componentes infecciosos críticos das partículas de coronavírus.
Os produtos químicos eternos permanecem no ambiente para sempre, constituindo um perigo para o nosso ambiente e para a nossa saúde. Os testes para deteção de PFAs são difíceis e demorados.
A NASA mostra-nos, através de excelentes simulações, como seria estar a observar o pôr do sol noutros planetas do sistema solar. Prepare-se para se teletransportar para outros mundos com estes vídeos.
Um novo estudo mostra que o Megalodon, um tubarão gigantesco que se extinguiu há 3,6 milhões de anos, era mais esguio do que os estudos anteriores sugerem.
O estudo utilizou simulações para modelar a forma como as florestas com diferentes tipos de árvores resistem e recuperam mais eficazmente de danos causados por tempestades graves.
As plantas no espaço fornecem nutrição e oxigénio, reduzindo a necessidade de reabastecimento. Esta descoberta poderá prolongar a duração das missões espaciais.