Allan Kardec de Almeida Júnior descobriu uma nova trajetória entre a Terra e a Lua que pode reduzir custos milionários em futuras missões espaciais.
Allan Kardec de Almeida Júnior descobriu uma nova trajetória entre a Terra e a Lua que pode reduzir custos milionários em futuras missões espaciais.
A Alemanha transforma Lausitz: de zona mineira a sede do Centro de Astrofísica de Görlitz. O novo observatório de ondas gravitacionais marca um marco científico, suscitando grande entusiasmo na região.
A NASA testou com sucesso rotores capazes de ultrapassar Mach 1 em condições marcianas simuladas, um passo importante para o desenvolvimento de aeronaves de maior dimensão que permitam expandir a exploração aérea de Marte.
Uma nova análise de 6.594 gémeos solares revela que o Sol migrou do centro galáctico entre 4 e 6 mil milhões de anos atrás, tornando a Terra habitável.
A origem dos anéis de Saturno continua a ser objeto de controvérsia na comunidade científica. No entanto, alguns investigadores avançaram com uma teoria que parece explicar por que razão e como é que estes se formaram.
O observatório espacial SPHEREx da NASA criou um mapa detalhado do gelo interestelar na Via Láctea, revelando as misteriosas origens químicas da água como a conhecemos.
O telescópio espacial revelou uma nova imagem da NGC 3137, uma galáxia semelhante à Via Láctea que permite estudar o nascimento e a evolução das estrelas com um nível de detalhe extraordinário.
Recentemente, os cientistas descobriram que a pressão extrema nas profundezas de Urano e Neptuno pode transformar compostos comuns em estruturas exóticas que reescrevem as regras fundamentais da física.
As fotografias de alta resolução destacam uma missão histórica e levam as imagens da exploração espacial tripulada aos dispositivos pessoais em todo o mundo. As imagens da Terra, um eclipse lunar e a superfície lunar marcada por crateras fazem parte deste vasto acervo de imagens.
O disco de Nebra, descoberto em 1999, é o mapa celeste mais antigo. Representa o Sol, a Lua e as Plêiades e foi utilizado para sincronizar os calendários lunar e solar na Idade do Bronze.
Esta é a história de como um encontro casual entre um investigador do Porto e três colegas europeus deu origem a um modelo mais eficiente para resolver um desafio global na física.
Ao reanalisar os dados do primeiro ano de funcionamento do telescópio TESS, os cientistas terão identificado, segundo consta, mais de 1 000 novos exoplanetas, embora ainda subsistam algumas incertezas quanto à sua natureza exata.