O instrumento, desenvolvido na Universidade de Lisboa, será operado remotamente a partir de Portugal, observando a luz solar com elevada precisão.
O instrumento, desenvolvido na Universidade de Lisboa, será operado remotamente a partir de Portugal, observando a luz solar com elevada precisão.
O Universo terá um fim? A cosmologia moderna propõe vários cenários possíveis: do arrefecimento eterno ao colapso cósmico. Novas observações procuram pistas sobre qual poderá ser o seu destino final.
Vénus, o nosso vizinho mais próximo, é um lembrete claro dos perigos do aquecimento global. O seu clima extremo mostra-nos como um mundo habitável se pode transformar num inferno.
O Observatório Rubin acaba de dar um passo gigantesco na astronomia: numa única noite, emitiu 800 mil alertas sobre mudanças no céu. O sistema, que promete revolucionar a forma como observamos o universo, deverá estar totalmente operacional antes do final do ano.
O céu noturno prepara uma combinação invulgar: equinócio, escuridão lunar e uma atividade solar ainda notável. Março poderá oferecer uma das melhores oportunidades recentes para ver as luzes do norte.
O bólide brilhante foi observado no centro e oeste da Alemanha e provocou uma detonação que levou a numerosas chamadas para os serviços de emergência. Os peritos recuperaram fragmentos de condrite, uma rocha espacial antiga.
Uma equipa de astrofísicos detetou uma estranha deformação no plano da cintura de Kuiper, sugerindo que um planeta invisível se esconde nas frias profundezas do nosso sistema solar.
Um novo mundo rochoso acaba de ser acrescentado ao mapa cósmico mais próximo. O IAC detetou uma super-Terra que expande a nossa compreensão de como os sistemas planetários se formam e evoluem.
Será que em breve estaremos a extrair do espaço os minerais que compõem os asteroides? Investidores e empresas privadas estão interessados, mas como é que esta mineração pode ser regulamentada legalmente?
Os anéis de Saturno seriam o resultado de uma sucessão de colisões entre as luas do planeta, pelo menos de acordo com uma simulação efetuada por investigadores do Instituto SETI.
Uma equipa de cientistas criou o primeiro mapa global das pequenas cristas nos mares lunares. A descoberta confirma que a Lua continua a contrair-se e levanta novas questões sobre a atividade sísmica que as futuras missões poderão enfrentar.
Embora a missão DART para desviar um asteroide tenha sido um sucesso, especialistas alertam que a falta de deteção precoce representa desafios críticos para a defesa planetária.