O mês de março de 2026, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês quente em relação à temperatura do ar e seco em relação à precipitação.
O mês de março de 2026, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês quente em relação à temperatura do ar e seco em relação à precipitação.
Com a intensificação da crise climática, a frequência e a magnitude dos incêndios florestais em todo o mundo estão a aumentar rapidamente, representando uma nova e alarmante ameaça à biodiversidade.
Um estudo científico recente concluiu que os modelos do sistema terrestre atuais podem não captar completamente a forma como a humidade do solo interage com a atmosfera.
A Organização Meteorológica Mundial, OMM, divulgou recentemente um Relatório sobre o estado do clima global no final de 2025.
A Organização Meteorológica Mundial, OMM, divulga todos os meses uma previsão sazonal a nível global para os próximos três meses, com a previsão das anomalias da temperatura à superfície e da precipitação.
A Gronelândia, que é a maior ilha do mundo, tem a segunda maior reserva de gelo do globo, apenas ultrapassada pela Antártida, mas tem sofrido as consequências das alterações climáticas.
Todos os anos, a 23 de março, a Organização Meteorológica Mundial comemora a entrada em vigor da Convenção que instituiu, a 23 de março de 1950, a atual Organização Meteorológica Mundial (OMM), cuja antecessora a Organização Meteorológica Internacional foi criada em 1873.
O mês de fevereiro de 2026, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês muito quente em relação à temperatura do ar e extremamente chuvoso em relação à precipitação.
Das secas de 2018, 2022 e 2023 que afetaram grande parte da Escandinávia, a de 2018 foi a mais severa, que resultou em problemas graves, como escassez de água, perdas de colheitas, ondas de calor, incêndios florestais e redução da produção de energia hidroelétrica.
As cidades costumam ser mais quentes do que as áreas rurais circundantes e este fenómeno, conhecido como ilha de calor urbana, pode ser influenciado por vários fatores, tais como infraestrutura urbana, perda de vegetação e retenção de calor localizada.
Além das flutuações de curto prazo impulsionadas diretamente pelas condições atmosféricas, existe no Atlântico Norte uma variabilidade interna natural multicentenária que surge da dinâmica intrínseca do oceano.
O mês de janeiro de 2026, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês quente em relação à temperatura do ar, muito chuvoso em relação à precipitação, e extremamente ventoso durante a passagem da depressão Kristin.
Para diminuir as emissões de gases com efeito de estufa provenientes dos transportes e da indústria, o uso de hidrogénio eletrolítico produzido a partir de eletricidade e água renováveis, como substituto da energia e matéria-prima fósseis, pode ser a solução.
Em todo o globo as ondas de calor afetam gravemente as populações, não só diretamente na saúde, mas também nos recursos essenciais como a água, a energia e a agricultura.
Os oceanos, que cobrem 71% da superfície da Terra, produzindo entre 50-80% do oxigênio que respiramos, formam um ecossistema global tão vasto e complexo quanto insubstituível para a vida na Terra.
O objetivo de uma previsão meteorológica, além de informar sobre o estado do tempo nos dias seguintes, é, fundamentalmente, ajudar as pessoas a tomarem decisões, quer seja levarem ou não um guarda-chuva ou evacuarem a população antes de um temporal severo.
A Organização Meteorológica Mundial, OMM, divulga todos os meses uma previsão sazonal a nível global para os próximos três meses, com a previsão das anomalias da temperatura à superfície e da precipitação.
O El Niño-Oscilação do Sul (ENSO) é um fenómeno climático natural, caraterizado por alterações significativas na distribuição da temperatura da superfície da água do Oceano Pacífico tropical, que provocam alterações no clima da região e de outras regiões do globo.
As regiões costeiras da Europa abrigam densas redes de estradas, ferrovias e pontes, que são particularmente importantes no âmbito das infraestruturas civis, pois facilitam o movimento diário de milhões de pessoas e mercadorias.
De acordo com os cientistas do World Weather Attribution, as alterações climáticas, agravadas pelo comportamento humano, fizeram de 2025 um dos três anos mais quentes já registados.