As regiões costeiras da Europa abrigam densas redes de estradas, ferrovias e pontes, que são particularmente importantes no âmbito das infraestruturas civis, pois facilitam o movimento diário de milhões de pessoas e mercadorias.
As regiões costeiras da Europa abrigam densas redes de estradas, ferrovias e pontes, que são particularmente importantes no âmbito das infraestruturas civis, pois facilitam o movimento diário de milhões de pessoas e mercadorias.
De acordo com os cientistas do World Weather Attribution, as alterações climáticas, agravadas pelo comportamento humano, fizeram de 2025 um dos três anos mais quentes já registados.
O mês de dezembro de 2025, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês normal em relação à temperatura do ar e chuvoso em relação à precipitação.
Os oceanos são um regulador fundamental do clima da Terra, pois absorvem 90% do excesso de calor na atmosfera causado pela libertação de gases de efeito estufa, mas, no entanto, a acumulação de calor nos oceanos terá impactos desastrosos.
Diferentes estudos sobre as alterações climáticas e o seu impacto na pobreza, na criação de mais desigualdades e no aumento de mortes a nível global, apresentam um quadro sombrio e inegável das consequências devastadoras das alterações climáticas.
O comportamento da camada de ozono na Antártida, durante este ano, leva os cientistas a aumentarem as esperanças de que se está a assistir a uma recuperação da camada de ozono.
O mês de novembro de 2025, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês normal em relação à temperatura do ar e muito chuvoso em relação à precipitação.
A tecnologia de deteção remota pela constelação de satélites GHGSat (Greenhouse Gas Emissions Monitoring Service), permite uma monitorização global das emissões de metano provenientes de instalações de petróleo, gás e carvão.
A urbanização, que não para de crescer, está a alterar fundamentalmente o nosso planeta, não apenas em termos de paisagem, mas também na sua dinâmica climática.
A Organização Meteorológica Mundial, OMM, divulga todos os meses uma previsão sazonal a nível global para os próximos três meses, tendo sido a última para o chamado inverno meteorológico, período de dezembro de 2025 a fevereiro de 2026.
Cada vez há mais regiões no globo que anteriormente experimentavam mudanças graduais, mas que agora enfrentam transições de temperatura mais abruptas e extremas em dias consecutivos.
Após 13 dias de negociações, terminou a COP30 em Belém, Brasil, com avanços pontuais, mas com algumas questões que não obtiveram consenso dos 195 países presentes.
Foi lançado no passado dia 17 de novembro, a partir da Base da Força Espacial de Vandenberg, na Califórnia, o satélite Sentinel-6B, o 2º satélite da série Sentinel-6, que tem por principal missão monitorizar o nível do mar.
O mês de outubro de 2025, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês muito quente em relação à temperatura do ar e seco em relação à precipitação.
À medida que as temperaturas globais continuam a subir devido às alterações climáticas, a saúde dos ecossistemas de água doce em todo o mundo enfrenta uma ameaça sem precedentes.
Iniciou-se no passado dia 10 do novembro, no Brasil, na cidade de Belém, cidade fronteira com a Amazónia, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP30).
O setor da aviação global deverá crescer significativamente nas próximas décadas, levando a um aumento correspondente nas suas emissões de carbono, o que tem levado a aviação a enfrentar uma pressão significativa, cada vez maior, para reduzir drasticamente a sua pegada de carbono.
Os glaciares de montanha desempenham um papel fundamental nas interações clima-solo, moldando o ciclo hidrológico das montanhas e constituindo uma parte importante da água no planeta.
O mês de setembro de 2025, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês frio em relação à temperatura do ar e seco em relação à precipitação.
As fontes renováveis de produção de eletricidade continuam a crescer fortemente em todo o mundo, com a capacidade global prevista de duplicar até 2030, apesar das perturbações geopolíticas globais.