Na Antártida, como em outros locais do globo, ao serem ultrapassados os pontos de inflexão podem ocorrer mudanças drásticas e irreversíveis em partes fundamentais do sistema terrestre, com efeitos devastadores.
Na Antártida, como em outros locais do globo, ao serem ultrapassados os pontos de inflexão podem ocorrer mudanças drásticas e irreversíveis em partes fundamentais do sistema terrestre, com efeitos devastadores.
O mês de agosto de 2025, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês muito quente em relação à temperatura do ar e muito seco em relação à precipitação.
Atendendo à importância de se obter informação com antecedência sobre a época dos ciclones tropicais nas respetivas bacias oceânicas, o Centro Europeu de Previsão do Tempo a Médio Prazo (ECMWF) desenvolveu alguns produtos com esse objetivo.
Estudo recente da Universidade de Utrecht desenvolveu um indicador robusto que prevê com mais precisão o início de um evento de inflexão de um sistema de correntes oceânicas no Atlântico denominado AMOC.
O mês de julho de 2025, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês muito quente em relação à temperatura do ar e muito seco em relação à precipitação.
Um novo estudo da Universidade do Alasca e da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia mostra como as alterações climáticas têm influência na distribuição das lagoas dos castores no Alasca.
A Amazónia, a maior floresta tropical do mundo, é um dos pilares do sistema climático global, abrigando mais biodiversidade terrestre do que qualquer outro lugar do planeta.
Após 2024, ano dos piores eventos de branqueamento em quase quatro décadas, partes da Grande Barreira de Coral sofreram o maior declínio anual na cobertura de corais vivos.
O verão deste ano está a ser caracterizado por uma sequência de fenómenos meteorológicos severos e destrutivos no hemisfério norte.
Estudo recente, publicado na revista Science Advances, analisou mais de duas décadas de observações por satélite da NASA para estudar a evolução da água doce existente no globo.
Junho de 2025, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês muito quente em relação à temperatura do ar e muito seco em relação à precipitação. Descubra aqui porquê.
Nos últimos 15 anos os países do Leste Asiático desenvolveram grandes esforços para combater a poluição do ar, o que tem sido importante para a saúde pública.
As calotas glaciares, tão importantes para o equilíbrio ambiental, regulando o clima e armazenando grande parte da água doce do planeta, encontram-se numa fase de derretimento devido ao ritmo acelerado das alterações climáticas.
Existem fenómenos atmosféricos, conhecidos como “sprites”, que ocorrem em níveis altos da atmosfera e sobre os quais ainda há muito a descobrir.
As alterações climáticas estão a aumentar a frequência e a intensidade de eventos climáticos extremos, incluindo os eventos compostos.
Um novo estudo demonstra que a formação de nuvens na baixa atmosfera é altamente sensível à poluição por aerossóis, alterando significativamente as suas propriedades refletoras.
O mês de maio de 2025, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês quente em relação à temperatura do ar e seco em relação à precipitação.
Os impactos das alterações climáticas e dos seus eventos extremos são distribuídos de forma desigual, aprofundando desigualdades sociais já existentes no mundo.
Estudo científico compara dados reais da temperatura global da superfície do mar da década de 1940 com um mundo construído sem alterações climáticas para calcular a influência do aquecimento global nas ondas de calor marinhas.
Estudo identifica a exposição de 250 locais do património natural mundial a eventos climáticos extremos em quatro cenários futuros diferentes, ao longo deste século.