<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><description>Notícias de meteorologia - Fique por dentro das últimas Notícias do tempo para Portugal e para o mundo. Nossos especialistas em meteorologia informam sobre atualidade, previsão do tempo e ciência.</description><language>pt-pt</language><lastBuildDate>Thu, 29 Oct 2026 16:00:15 +0000</lastBuildDate><pubDate>Thu, 29 Oct 2026 16:00:15 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.pt/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Semana de 2 a 9 de novembro: tardes anormalmente amenas e possível chegada da chuva em Portugal]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/semana-de-2-a-9-de-novembro-tardes-anormalmente-amenas-e-possivel-chegada-da-chuva-em-portugal.html</link><pubDate>Thu, 29 Oct 2026 15:23:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Portugal deverá começar a primeira semana completa de novembro com tempo maioritariamente seco e tardes anormalmente amenas. A partir de dia 5, porém, os modelos começam a mostrar sinais de mudança.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/semana-de-2-a-9-de-novembro-tardes-anormalmente-amenas-e-possivel-chegada-da-chuva-em-portugal-1793282176765.jpg" data-image="m7mcr19eb670"><figcaption>A primeira semana de novembro poderá começar com tardes anormalmente amenas e tempo maioritariamente seco em Portugal. Apesar de os modelos começarem a mostrar sinais de chuva a partir de dia 5, o balanço semanal ainda aponta para precipitação abaixo da média em grande parte do Norte e Centro.</figcaption></figure><p>Portugal continental deverá começar a primeira semana completa de novembro sob um padrão maioritariamente estável e com temperaturas máximas bastante acima do habitual para esta altura do ano. Contudo, à medida que a semana avançar, os modelos começam a sugerir algumas alterações. <strong>A chuva poderá regressar a partir de quinta-feira, dia 5,</strong> inicialmente sobretudo ao Sul, enquanto no final do período as temperaturas poderão descer.</p><h2>Semana arranca com tardes muito amenas, mas madrugadas frescas</h2><p>A segunda-feira, dia 2, deverá manter o padrão de temperaturas máximas elevadas que tem marcado a transição de outubro para novembro. Durante as horas de maior insolação, praticamente todo o território continental apresentará valores acima da média climatológica.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/semana-de-2-a-8-de-novembro-tardes-anormalmente-amenas-e-possivel-chegada-da-chuva-em-portugal-1793279332678.jpg" data-image="gp37gnapc6z3" alt="Anomalia da temperatura horária" title="Anomalia da temperatura horária"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-455186">Novembro começa com tardes anormalmente amenas. Na segunda-feira (2), as temperaturas máximas poderão ficar entre 5 e 7 ºC acima do habitual em vários pontos do território.</figcaption></figure><p>As anomalias das máximas poderão atingir <strong>+5 a +7 ºC em vários locais</strong>, embora isto não signifique necessariamente calor comparável ao verão. Trata-se, sobretudo, de valores pouco habituais para o calendário. Lisboa poderá atingir cerca de <strong>27 ºC</strong>, enquanto Santarém, Évora e Beja deverão aproximar-se dos 25 ºC. Mesmo mais a norte, várias capitais de distrito poderão ultrapassar os 20 ºC.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Contudo, haverá um contraste importante entre o dia e a noite. <strong>Apesar das tardes anormalmente amenas, as madrugadas serão mais frescas</strong>, sobretudo no interior Norte. A amplitude térmica diária poderá, por isso, ser significativa.</p><h2>O que dizem as anomalias para a semana?</h2><p>O mapa de anomalia média semanal da temperatura do ECMWF, válido entre 2 e 9 de novembro, reforça a possibilidade de uma semana globalmente mais quente do que o normal em boa parte de Portugal.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/semana-de-2-a-8-de-novembro-tardes-anormalmente-amenas-e-possivel-chegada-da-chuva-em-portugal-1793280138861.jpg" data-image="oerf3qpq9ydy" alt="Anomalia semanal da temperatura" title="Anomalia semanal da temperatura"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-695541">O Centro e Sul de Portugal poderão terminar o cálculo semanal com temperaturas médias acima do normal, com anomalias positivas que localmente se aproximam dos +3 ºC.</figcaption></figure><p>No Norte, existem várias áreas onde o ensemble não apresenta uma diferença estatisticamente significativa relativamente à climatologia sub-sazonal. Já no Centro e Sul, o sinal é mais evidente, com <strong>anomalias médias semanais positivas que poderão aproximar-se dos +3 ºC</strong>.</p><p>É importante salientar que este valor representa a <strong>média da semana,</strong> não significa que as temperaturas estarão constantemente 3 ºC acima do normal, nem elimina a possibilidade de madrugadas frias.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/semana-de-2-a-8-de-novembro-tardes-anormalmente-amenas-e-possivel-chegada-da-chuva-em-portugal-1793280188290.jpg" data-image="5ke5j8ofi43p" alt="Anomalia da precipitação semanal" title="Anomalia da precipitação semanal"><figcaption>O ECMWF antecipa precipitação abaixo da média semanal em grande parte do Norte e Centro. As áreas a branco não indicam ausência de chuva, mas sim a inexistência de uma anomalia estatisticamente significativa.</figcaption></figure><p>Na precipitação, o cenário é praticamente inverso. Grande parte do Sul aparece sem anomalia estatisticamente significativa, enquanto <strong>Norte e Centro apresentam um sinal de precipitação abaixo do normal</strong>, localmente com desvios próximos de -30 mm relativamente à climatologia semanal.</p><h2>A partir de dia 5, a chuva poderá começar a dar sinais</h2><p>Apesar deste sinal semanal mais seco, os mapas determinísticos mais recentes do ECMWF começam a introduzir uma alteração a partir de <strong>quinta-feira, dia 5</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/semana-de-2-a-8-de-novembro-tardes-anormalmente-amenas-e-possivel-chegada-da-chuva-em-portugal-1793280292504.jpg" data-image="zjq8vykrlcal" alt="Precipitação dia 5 de novembro" title="Precipitação dia 5 de novembro"><figcaption>Os primeiros sinais de mudança poderão surgir na quinta-feira, com o ECMWF a projetar precipitação sobretudo no Sul. A localização e intensidade da chuva ainda poderão sofrer alterações nas próximas atualizações.</figcaption></figure><p>Surge precipitação sobretudo sobre o Sul de Portugal continental, associada a uma configuração atmosférica mais instável nas latitudes meridionais. A localização e intensidade desta chuva ainda apresentam incerteza, pelo que será necessário acompanhar as próximas atualizações.</p><blockquote><p><strong>Um mapa de anomalia semanal com precipitação abaixo da média não significa ausência total de chuva.</strong> Um ou vários episódios podem ocorrer e, ainda assim, o acumulado da semana terminar abaixo da climatologia.</p></blockquote><h2>Um poderoso bloqueio nas Ilhas Britânicas pode mudar a circulação</h2><p>Para os dias seguintes, a situação sinóptica torna-se particularmente interessante. Um anticiclone robusto deverá permanecer centrado nas proximidades das Ilhas Britânicas, dificultando a progressão das depressões atlânticas diretamente para a Europa Ocidental. <strong>Consequentemente, algumas depressões poderão ser obrigadas a contornar este bloqueio, deslocando-se para latitudes mais baixas.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/semana-de-2-a-8-de-novembro-tardes-anormalmente-amenas-e-possivel-chegada-da-chuva-em-portugal-1793280373347.jpg" data-image="9nvwpaybcrew" alt="Situação sinótica" title="Situação sinótica"><figcaption>Um robusto anticiclone nas proximidades das Ilhas Britânicas poderá obrigar as depressões atlânticas a circular por latitudes mais baixas. Uma delas surge a oeste/sudoeste da Península Ibérica, mas a sua trajetória permanece incerta.</figcaption></figure><p>No mapa previsto para <strong>sábado, dia 7</strong>, observa-se precisamente uma depressão atlântica a oeste da Península Ibérica. <strong>Ainda não é possível afirmar que este sistema irá afetar diretamente Portugal</strong>, uma vez que pequenas alterações na posição do anticiclone podem provocar diferenças importantes na trajetória da depressão.</p><h2>Final da semana poderá trazer uma descida das temperaturas</h2><p>À medida que a configuração atmosférica se torna mais dinâmica, também poderá terminar o período de temperaturas excecionalmente elevadas durante as tardes. No final desta previsão, <strong>tanto as temperaturas máximas como as mínimas poderão descer</strong>, aproximando o ambiente de valores mais típicos de novembro.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795752" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/buraco-nos-mapas-de-chuva-sobre-portugal-porque-e-que-a-precipitacao-evitara-o-nosso-pais-nas-proximas-144-horas.html" title="Buraco nos mapas de chuva sobre Portugal: porque é que a precipitação evitará o nosso país nas próximas 144 horas">Buraco nos mapas de chuva sobre Portugal: porque é que a precipitação evitará o nosso país nas próximas 144 horas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/buraco-nos-mapas-de-chuva-sobre-portugal-porque-e-que-a-precipitacao-evitara-o-nosso-pais-nas-proximas-144-horas.html" title="Buraco nos mapas de chuva sobre Portugal: porque é que a precipitação evitará o nosso país nas próximas 144 horas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/buraco-nos-mapas-de-chuva-sobre-portugal-porque-e-que-a-precipitacao-evitara-o-nosso-pais-nas-proximas-144-horas-1793280340845_320.jpg" alt="Buraco nos mapas de chuva sobre Portugal: porque é que a precipitação evitará o nosso país nas próximas 144 horas"></a></article></aside><p>Assim, a semana de 2 a 8 de novembro poderá apresentar duas fases distintas. Primeiro, <strong>tempo predominantemente seco, grande amplitude térmica e tardes anormalmente amenas.</strong> Depois, a partir de dia 5, um cenário progressivamente mais incerto, com os primeiros sinais de precipitação e a possibilidade de maior instabilidade no final da semana.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/semana-de-2-a-9-de-novembro-tardes-anormalmente-amenas-e-possivel-chegada-da-chuva-em-portugal.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Evolução das temperaturas entre sexta 30 e domingo 1: eis a previsão para o Halloween e para o Dia de Todos os Santos]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/evolucao-das-temperaturas-entre-sexta-30-e-domingo-1-eis-a-previsao-para-o-halloween-e-para-o-dia-de-todos-os-santos.html</link><pubDate>Thu, 29 Oct 2026 14:39:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O ECMWF continua a insistir num cenário atmosférico estável e com temperaturas acima da média para o fim de semana, onde acontecem a noite de Halloween e o Dia de Todos os Santos.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbrz8sy"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbrz8sy.jpg" id="xbrz8sy"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O fim de semana está a aproximar-se e com ele chegam dois dias especiais: o Halloween e o Dia de Todos os Santos. Aqui, na Meteored Portugal, trazemos-lhe a mais recente atualização do modelo europeu, que nos dirá<strong> o que esperar do tempo para estes dias</strong>.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>O dia que antecede o fim de semana, sexta-feira (30), deverá contar com <strong>períodos de céu muito nublado de Norte a Sul do país</strong>, ainda que o modelo não indique previsão de chuva. Além disto, esperam-se <strong>temperaturas acima da média</strong> em praticamente todo o território a partir das 9h da manhã. As máximas esperadas deverão manter-se entre os 19 ºC em Viana do Castelo, Aveiro e Guarda e os 27 ºC em Lisboa.</p><h2>Na tarde de sábado, 31, os termómetros podem alcançar os 28 ºC. Como será a noite de Halloween?</h2><p>A <strong>evolução térmica ao longo do dia de sábado será significativa</strong>, uma vez que pelas 8h da manhã se esperam temperaturas entre os 10 ºC em Bragança e Guarda e os 19 ºC em Faro, enquanto que pelas 14h os termómetros devem registar valores entre os 19 ºC em Viana do Castelo, Aveiro e Guarda e os 27 ºC em Lisboa, tal como no dia anterior, no entanto, a<strong> nível local, especialmente no Ribatejo e no Alentejo, estes podem ir até aos 28 ºC</strong>. Além disto, espera-se um dia seco e soalheiro, com céu geralmente limpo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/evolucao-das-temperaturas-entre-sexta-30-e-domingo-1-eis-a-previsao-para-o-halloween-e-para-o-dia-de-todos-os-santos-1793276349843.jpg" data-image="k95hwjqcpyi5" alt="temperatura do ar à superfície" title="temperatura do ar à superfície"><figcaption>Na noite de Halloween, as temperaturas deverão manter-se acima dos 10 ºC em todas as capitais de distrito. As anomalias térmicas positivas, ainda que com valores pouco acima da média, deverão dominar o cenário.</figcaption></figure><p>Pelas 23h, hora em que muitos andarão pelas ruas, esperam-se <strong>temperaturas entre os 11 ºC em Bragança e Guarda e os 19 ºC em Lisboa</strong>. Faro deverá contar com 18º C. Com exceção do litoral entre Viana do Castelo e Leiria, onde as temperaturas esperadas podem ser um pouco abaixo da média (até 3 ºC), o restante território deverá contar com valores dentro do expectável ou até 3 ºC acima da média.</p><h2>Dia de Todos os Santos com anomalias térmicas positivas até 7 ºC</h2><p>O primeiro dia do mês de novembro, marcado pelo feriado de Todos os Santos, contará com céu limpo, <strong>favorecendo o aquecimento ao longo do dia</strong>. De acordo com a atual previsão, os termómetros deverão registar temperaturas máximas entre os 19 ºC na Guarda e os 26 ºC em Leiria, sendo que em vários locais do Centro e Sul, estes valores poderão chegar aos 27 ºC. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/evolucao-das-temperaturas-entre-sexta-30-e-domingo-1-eis-a-previsao-para-o-halloween-e-para-o-dia-de-todos-os-santos-1793277045492.jpg" data-image="uda2dq2n9wfi" alt="anomalia térmica" title="anomalia térmica"><figcaption>O Dia de Todos os Santos registará uma anomalia térmica evidente, onde os valores de temperatura esperados deverão contar com um desvio positivo de até 7 ºC, face à normal climatológica.</figcaption></figure><p>Tal como podemos observar no mapa acima, das anomalias térmicas previstas, <strong>as temperaturas esperadas poderão ser entre 2 ºC a 7 ºC acima da média</strong>. Viseu deverá representar a anomalia mais expressiva, enquanto Faro contará com a anomalia mais contida.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795752" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/buraco-nos-mapas-de-chuva-sobre-portugal-porque-e-que-a-precipitacao-evitara-o-nosso-pais-nas-proximas-144-horas.html" title="Buraco nos mapas de chuva sobre Portugal: porque é que a precipitação evitará o nosso país nas próximas 144 horas">Buraco nos mapas de chuva sobre Portugal: porque é que a precipitação evitará o nosso país nas próximas 144 horas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/buraco-nos-mapas-de-chuva-sobre-portugal-porque-e-que-a-precipitacao-evitara-o-nosso-pais-nas-proximas-144-horas.html" title="Buraco nos mapas de chuva sobre Portugal: porque é que a precipitação evitará o nosso país nas próximas 144 horas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/buraco-nos-mapas-de-chuva-sobre-portugal-porque-e-que-a-precipitacao-evitara-o-nosso-pais-nas-proximas-144-horas-1793280340845_320.jpg" alt="Buraco nos mapas de chuva sobre Portugal: porque é que a precipitação evitará o nosso país nas próximas 144 horas"></a></article></aside><p>Estes valores acima da média<strong> deverão registar-se na maior parte do país entre as 9h e as 18h</strong>, ainda que o seu pico deva ser o acima mencionado, pelas 15h. Ainda de acordo com o mesmo modelo de previsão, é esperado que no dia seguinte esta tendência se mantenha, podendo começar a mudar a partir do dia 3 de novembro, no entanto, aconselhamos que se mantenha atento às próximas atualizações.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/evolucao-das-temperaturas-entre-sexta-30-e-domingo-1-eis-a-previsao-para-o-halloween-e-para-o-dia-de-todos-os-santos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Buraco nos mapas de chuva sobre Portugal: porque é que a precipitação evitará o nosso país nas próximas 144 horas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/buraco-nos-mapas-de-chuva-sobre-portugal-porque-e-que-a-precipitacao-evitara-o-nosso-pais-nas-proximas-144-horas.html</link><pubDate>Thu, 29 Oct 2026 13:31:14 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Os mapas do modelo Europeu são muito claros: ao longo das próximas 144 horas, isto é, até quarta-feira, 4 de novembro, a chuva continuará ausente de Portugal continental. Importa agora, caro leitor, compreender o porquê!</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbs00cm"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbs00cm.jpg" id="xbs00cm"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>À semelhança da forma como se irá desenrolar a reta final de outubro, em que a precipitação se manterá ausente da unidade territorial do Continente, os <strong>primeiros dias de novembro</strong> - pelo menos até dia 4 (próxima quarta-feira) - serão <strong>secos, estáveis e predominantemente soalheiros</strong>.</p><h2>O que está na origem deste tempo prolongadamente seco e soalheiro?</h2><p>Quando uma região do globo é atmosfericamente dominada por uma <strong>vasta e persistente área de altas pressões</strong>, a subsidência do ar tende a estabilizar o tempo e a dificultar o desenvolvimento das nuvens, dando origem a <strong>condições de céu pouco nublado ou limpo</strong>. Com esta configuração de tempo estável, seco e soalheiro a persistir, ganha terreno uma série de dias consecutivos sem precipitação significativa.</p><p>Para os últimos dias de outubro observa-se com clareza nos mapas da Meteored (ECMWF) a presença de um <strong>núcleo robusto de altas pressões sobre a Europa Central e Ocidental</strong>, inicialmente centrado sobre a Alemanha, a Bélgica e o Luxemburgo, e de<strong> outra área anticiclónica situada a nordeste dos Açores e que rumará às Ilhas Britânicas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/buraco-nos-mapas-de-chuva-sobre-portugal-porque-e-que-a-precipitacao-evitara-o-nosso-pais-nas-proximas-144-horas-1793279807529.jpg" data-image="r1f57s9zil4d"><figcaption>Poderoso anticiclone (com pressão atmosférica central de 1042 hPa) localizado sobre as Ilhas Britânicas na carta de previsão para as 12:00 da próxima segunda-feira, 2 de novembro.</figcaption></figure><p>Na transição de outubro para novembro, altura em que também se irão inserir os 4 primeiros dias do décimo primeiro mês do ano, prevê-se que a circulação atmosférica favoreça <strong>a 'junção' e consolidação das duas zonas de altas pressões referidas</strong>,<strong> </strong>o que acabará por se traduzir num padrão de<strong> forte bloqueio anticiclónico sobre as Ilhas Britânicas</strong>.</p><div class="texto-destacado">A circulação das depressões ficará muito condicionada, sendo frequentemente desviada para outras latitudes (Islândia, Gronelândia e Escandinávia, por exemplo) reduzindo-se deste modo a probabilidade de passagem de frentes de chuva ativas sobre o Sudoeste Europeu, onde se insere Portugal continental.</div><p>Em consequência disto, <strong>Portugal continental, grande parte de Espanha e França e algumas outras zonas da Europa ocidental deverão permanecer à margem da ocorrência de precipitação</strong>, mantendo-se a tendência para a estabilidade atmosférica.</p><h2>Quais são os efeitos deste poderoso anticiclone de bloqueio no tempo em Portugal?</h2><p><strong>A subsidência</strong> associada às altas pressões (movimento vertical e descendente do ar) tende<strong> a inibir a formação de nuvens</strong>, proporcionando condições de céu geralmente limpo ou pouco nublado. Não obstante, isso não será fator impeditivo para a provável formação de <strong>nevoeiro matinal na faixa do litoral situada a norte do Cabo Raso</strong>, tal como os nossos mapas revelam, para o período que se estende entre <strong>sexta-feira, 30 de outubro e quarta-feira, 4 de novembro</strong>.</p><p>Outro dos principais efeitos já acima referidos previstos para os próximos dias em Portugal continental é a reduzida ou praticamente inexistente probabilidade de precipitação, o que se traduzirá na <strong>persistência do tempo seco, estável e predominantemente soalheiro</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/buraco-nos-mapas-de-chuva-sobre-portugal-porque-e-que-a-precipitacao-evitara-o-nosso-pais-nas-proximas-144-horas-1793279250384.jpg" data-image="vtntvxwo88fx"><figcaption>Precipitação acumulada em boa parte da Europa até quarta-feira, 4 de novembro. O tempo seco deverá persistir em Portugal continental até essa data.</figcaption></figure><p>É preciso ainda ter em conta outro efeito meteorológico muito significativo. Fruto da nebulosidade reduzida das próximas jornadas, o aquecimento durante o dia e a perda de energia por radiação durante a noite fará com que <strong>a amplitude térmica diária seja muito elevada, especialmente nas regiões do interior</strong>.</p><div class="texto-destacado">Portanto, estaremos perante um panorama meteorológico caracterizado por <strong>tardes relativamente amenas e manhãs e noites mais frescas ou frias</strong>, mais marcante no interior de Portugal continental, embora no litoral o efeito de grande amplitude térmica também seja sentido.</div><p>Acresce ainda que a manutenção persistente de elementos climáticos como o <strong>vento fraco</strong> do quadrante leste (por vezes soprará de norte ou nordeste) e o <strong>céu pouco nublado ou limpo</strong> estarão na origem do favorecimento de <strong>descidas acentuadas da temperatura durante a noite</strong>, especialmente em vales e zonas abrigadas do interior Norte e Centro.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/buraco-nos-mapas-de-chuva-sobre-portugal-porque-e-que-a-precipitacao-evitara-o-nosso-pais-nas-proximas-144-horas-1793278992879.jpg" data-image="tpcr9s2pitf2"><figcaption>Temperatura prevista às 06:00 da manhã de terça-feira, 3 de novembro. À mesma hora preveem-se 3 ºC em Bragança e 17 ºC em Faro.</figcaption></figure><p>Caso as previsões de médio prazo não sofram alterações significativas, os modelos indicam a possibilidade das capitais distritais de <strong>Bragança</strong> e da <strong>Guarda</strong> já poderem registar <strong>temperaturas mínimas apenas ligeiramente acima dos 0 ºC</strong> entre terça e quarta-feira, dias 3 e 4 de novembro.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795737" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/alfredo-graca-climatologista-esta-zona-do-arquipelago-da-madeira-podera-ultrapassar-40-mm-de-chuva-ate-segunda-dia.html" title="Alfredo Graça, climatologista: 'esta zona do arquipélago da Madeira poderá ultrapassar 40 mm de chuva até segunda dia 2'">Alfredo Graça, climatologista: "esta zona do arquipélago da Madeira poderá ultrapassar 40 mm de chuva até segunda dia 2"</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/alfredo-graca-climatologista-esta-zona-do-arquipelago-da-madeira-podera-ultrapassar-40-mm-de-chuva-ate-segunda-dia.html" title="Alfredo Graça, climatologista: 'esta zona do arquipélago da Madeira poderá ultrapassar 40 mm de chuva até segunda dia 2'"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/alfredo-graca-climatologista-esta-zona-do-arquipelago-da-madeira-podera-ultrapassar-40-mm-de-chuva-ate-segunda-dia-1793272420867_320.png" alt="Alfredo Graça, climatologista: 'esta zona do arquipélago da Madeira poderá ultrapassar 40 mm de chuva até segunda dia 2'"></a></article></aside><p>Poderão inclusive ser registados valores negativos na Guarda no dia 4, algo para o qual contribui principalmente a elevada altitude em que a cidade se situa. <strong>Estes valores térmicos já são muito mais condizentes com a estação outonal e com o tempo tipicamente novembrino</strong>.</p><h2>Possível regresso da chuva a partir de quinta-feira, 5 de novembro</h2><p>Ainda é precoce a confirmação deste cenário, mas as saídas deterministas do modelo ECMWF continuam a insistir no <strong>regresso da chuva à metade sul de Portugal continental na quinta-feira, 5 de novembro</strong>, possivelmente devido à formação de uma depressão que se situaria a sul/sudoeste do nosso país. Teremos de aguardar mais alguns dias para verificar se este cenário ganha consistência.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/buraco-nos-mapas-de-chuva-sobre-portugal-porque-e-que-a-precipitacao-evitara-o-nosso-pais-nas-proximas-144-horas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Alfredo Graça, climatologista: "esta zona do arquipélago da Madeira poderá ultrapassar 40 mm de chuva até segunda dia 2"]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/alfredo-graca-climatologista-esta-zona-do-arquipelago-da-madeira-podera-ultrapassar-40-mm-de-chuva-ate-segunda-dia.html</link><pubDate>Thu, 29 Oct 2026 11:17:05 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A partir de sábado (31) terá início um episódio de aguaceiros pontualmente fortes no arquipélago da Madeira. Na sua origem estará uma depressão fria isolada que provocará chuva significativa no setor meridional, onde os acumulados poderão superar os 40 mm.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbryv3u"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbryv3u.jpg" id="xbryv3u"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O modelo europeu (ECMWF), que merece a máxima confiança para o trabalho desenvolvido aqui na Meteored, tem vindo a indicar consistentemente nas suas últimas saídas uma mudança no padrão meteorológico no Atlântico Norte a partir deste fim de semana. <strong>Nesta análise iremos somente contemplar as alterações previstas para o estado do tempo no arquipélago da Madeira</strong>.</p><h2>Uma depressão fria isolada vai influenciar o estado do tempo na Madeira nos próximos dias</h2><p>Amanhã, sexta-feira (30), um vale depressionário com ar frio, localizado na região dos Açores, irá estender-se para sul até se estreitar. No seu interior formar-se-á uma depressão isolada em níveis altos (visível no mapa abaixo, da temperatura a 500 hPa e que corresponde a 5500 metros de altitude), associada a uma massa de ar frio, estando à vista <strong>à superfície o desenvolvimento de uma depressão fria isolada</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ate-a-meia-noite-de-segunda-2-de-novembro-esta-zona-do-arquipelago-da-madeira-podera-ultrapassar-os-40-mm-de-chuva-1793270120598.jpg" data-image="7w31q78wgqii"><figcaption>Presença de ar frio, formação de depressão isolada em níveis altos (5500 metros de altitude) e da depressão fria isolada à superfície a oeste da Madeira. O tempo vai tornar-se instável no arquipélago a partir do meio da tarde de sábado, 31 de outubro.</figcaption></figure><p><strong> Os seus efeitos começarão a fazer-se sentir no arquipélago da Madeira, sobretudo a partir da tarde de sábado (31)</strong>. </p><div class="texto-destacado">Entre os efeitos previstos estão a precipitação sob a forma de aguaceiros frequentes, por vezes fortes e potencialmente acompanhados de trovoadas ocasionais, bem como uma descida temporária das temperaturas nalgumas localidades do arquipélago madeirense, em particular no domingo, 1 de novembro e feriado do Dia de Todos os Santos. Além disto, é expectável que o vento Sul sopre pontualmente forte nestas próximas jornadas, especialmente nas terras altas do arquipélago da Madeira.</div><p> Nos próximos dias este sistema depressionário irá ganhar autonomia. Entre o meio da tarde de sábado, 31 de outubro e segunda-feira, 2 de novembro, a rotação e trajetória da depressão fria isolada fará com que se formem <strong>bandas de nebulosidade e algumas frentes mais ou menos organizadas</strong>. </p><h2>É na Costa Sul que mais irá chover nos próximos dias</h2><p>A aproximação deste sistema depressionário irá provocar um aumento da instabilidade atmosférica no arquipélago da Madeira, <strong>principalmente a partir do meio da tarde de sábado (31), altura em que são expectáveis aguaceiros, mais prováveis nas terras altas</strong>. Porém, amanhã sexta-feira (30) já deverão ocorrer alguns aguaceiros fracos e ocasionais nas terras altas e montanhosas da ilha da Madeira.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ate-a-meia-noite-de-segunda-2-de-novembro-esta-zona-do-arquipelago-da-madeira-podera-ultrapassar-os-40-mm-de-chuva-1793270240206.jpg" data-image="gh4dezd5kxiu"><figcaption>Chuva acumulada prevista no arquipélago da Madeira entre hoje e a meia-noite de segunda-feira, 2 de novembro. O grosso da precipitação está previsto para o fim de semana, especialmente no domingo (1), com os acumulados mais elevados estimados para a Costa Sul, onde se destacam localidades como Ponta do Sol, Câmara de Lobos e Funchal.</figcaption></figure><p><strong>É então no domingo, 1 de novembro e Dia de Todos os Santos, que se prevê a fase mais agitada deste episódio de tempo instável</strong> devido à maior proximidade do núcleo de ar frio da baixa pressão, e à organização e encerramento total da circulação depressionária.</p><p>No Dia de Todos os Santos prevê-se céu muito nublado, uma <strong>pequena descida da temperatura máxima</strong> em boa parte da região insular madeirense, sobretudo na costa sul (Calheta e Funchal) e nas terras altas. Além disto, <strong>os aguaceiros tornar-se-ão mais frequentes, não se descartando que sejam acompanhados de trovoadas ocasionais e dispersas</strong>. Refira-se ainda que para esta jornada de 1 de novembro está previsto que o vento Sul sopre temporariamente mais forte.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795649" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/chuva-nos-acores-ate-segunda-feira-2-de-novembro-ecmwf-revela-as-ilhas-mais-expostas-e-a-evolucao-do-vento.html" title="Chuva nos Açores até segunda-feira, 2 de novembro? ECMWF revela as ilhas mais expostas e a evolução do vento">Chuva nos Açores até segunda-feira, 2 de novembro? ECMWF revela as ilhas mais expostas e a evolução do vento</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/chuva-nos-acores-ate-segunda-feira-2-de-novembro-ecmwf-revela-as-ilhas-mais-expostas-e-a-evolucao-do-vento.html" title="Chuva nos Açores até segunda-feira, 2 de novembro? ECMWF revela as ilhas mais expostas e a evolução do vento"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-nos-acores-ate-segunda-feira-2-de-novembro-ecmwf-revela-as-ilhas-mais-expostas-e-a-evolucao-do-vento-1793223128994_320.jpg" alt="Chuva nos Açores até segunda-feira, 2 de novembro? ECMWF revela as ilhas mais expostas e a evolução do vento"></a></article></aside><p>Importa, contudo, esclarecer que, a distribuição geográfica e intensidade da precipitação prevista ainda poderão sofrer ajustes, não só devido a possíveis <strong>alterações na evolução </strong>do sistema depressionário como também devido às complexas características da<strong> orografia</strong> madeirense.</p><table><thead><tr><th>Localidades</th><th>Temperatura Máxima Sábado, 31 de outubro</th><th>Temperatura Mínima Sábado, 31 de outubro</th><th>Temperatura Máxima Domingo, 1 de novembro</th><th>Temperatura Mínima Domingo, 1 de novembro</th></tr></thead><tbody><tr><td>Calheta</td><td>22 ºC</td><td>16 ºC</td><td>23 ºC</td><td>20 ºC</td></tr><tr><td>Funchal</td><td>24 ºC</td><td>18 ºC</td><td>23 ºC</td><td>18 ºC</td></tr><tr><td>São Vicente</td><td>24 ºC</td><td>17 ºC</td><td>24 ºC</td><td>17 ºC</td></tr><tr><td>Porto Moniz</td><td>22 ºC</td><td>19 ºC</td><td>23 ºC</td><td>20 ºC</td></tr><tr><td>Curral das Freiras</td><td>18 ºC</td><td>12 ºC</td><td>18 ºC</td><td>13 ºC</td></tr><tr class="pie-tabla"><td colspan="5">Fonte: Mapas da Meteored (ECMWF)</td></tr></tbody></table><p>Para <strong>segunda-feira (2)</strong> já só restará uma <strong>instabilidade residual</strong> e pouco significativa no arquipélago da Madeira à medida que o sistema depressionário se for degradando e dissipando progressivamente. O céu permanecerá geralmente muito nublado, esperando-se aguaceiros, geralmente fracos e bastante irregulares.</p><p>O vento deverá rodar para leste/sueste e, com o ‘desaparecimento’ do sistema depressionário virá também uma mudança a nível térmico, estando em perspetiva uma<strong> ligeira subida das temperaturas máximas</strong>, em particular nas terras altas e montanhosas madeirenses.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/alfredo-graca-climatologista-esta-zona-do-arquipelago-da-madeira-podera-ultrapassar-40-mm-de-chuva-ate-segunda-dia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Míldio do tomateiro: porque é que as primeiras chuvas trazem a doença de volta]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/mildio-do-tomateiro-porque-e-que-as-primeiras-chuvas-trazem-a-doenca-de-volta.html</link><pubDate>Thu, 29 Oct 2026 09:43:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Chegam as chuvas, as noites ficam amenas e húmidas, e em poucos dias um tomateiro que estava saudável fica preto. É a doença mais rápida da horta e a que menos tempo dá para reagir.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/mildio-do-tomateiro-porque-e-que-as-primeiras-chuvas-trazem-a-doenca-de-volta-1793201184492.png" data-image="vus470b6jylp"><figcaption>Manchas largas e escuras que começam pelo bordo e pela ponta da folha e secam depressa.</figcaption></figure><p>De todas as doenças que aparecem numa horta, esta é a que menos avisa. Numa segunda-feira a planta está bem, na sexta está irrecuperável.</p><p><strong>E é precisamente nesta altura do ano</strong>, com o tomateiro já cansado e as primeiras chuvas a sério, que as condições se juntam todas.</p><h2>As condições que a doença precisa, e que outubro oferece</h2><p><strong>O organismo responsável é o mesmo que provoca o míldio da batateira, </strong>e isso explica muita coisa sobre como aparece e de onde vem.</p><div class="texto-destacado"><strong>Período crítico de míldio</strong>- Combinação de temperatura e humidade que torna provável um surto. Um critério clássico, conhecido por período de Smith, define-o como dois dias seguidos com temperatura mínima igual ou superior a 10 ºC e, em cada um deles, pelo menos onze horas com humidade relativa acima dos 90 por cento. Reunidas estas condições, a infecção torna-se muito provável nos dias seguintes.</div><p>Repare que não é preciso chuva torrencial. <strong>Bastam noites amenas e húmidas</strong>, daquelas que em outubro se repetem semana após semana no litoral e nos vales.</p><h2>O que se vê, e por que ordem</h2><p><strong>Comece pelas folhas mais velhas e pelas zonas de sombra da planta</strong>.</p><p><strong>Aparecem primeiro manchas escuras de aspecto oleoso</strong>, muitas vezes a começar pelo bordo ou pela ponta da folha, com uma auréola mais clara à volta. Em tempo húmido, forma-se na página inferior um feltro esbranquiçado muito fino, que é o fungo a esporular.</p><table><thead><tr><th scope="col"><p>Condições previstas</p></th><th scope="col"><p>Risco de míldio</p></th><th scope="col"><p>O que fazer</p></th></tr></thead><tbody><tr><td><p>Noites acima de 10 ºC e muito húmidas, dois dias seguidos</p></td><td><p>Muito alto</p></td><td><p>Colher tudo o que puder já</p></td></tr><tr><td><p>Chuva seguida de dias de vento e sol</p></td><td><p>Moderado</p></td><td><p>Vigiar e arejar as plantas</p></td></tr><tr><td><p>Noites frescas abaixo de 8 ºC e ar seco</p></td><td><p>Baixo</p></td><td><p>Continuar a colher normalmente</p></td></tr><tr><td><p>Nevoeiro matinal persistente</p></td><td><p>Alto</p></td><td><p>Inspeccionar as folhas todos os dias</p></td></tr><tr><td><p>Primeiros sintomas já visíveis</p></td><td><p>A doença instalou-se</p></td><td><p>Arrancar e retirar as plantas afectadas</p></td></tr><tr class="pie-tabla"><td colspan="3">Risco de míldio do tomateiro em função das condições previstas, para o final do ciclo da cultura. Os limiares são indicativos e o risco é maior em plantas densas, em canteiros abrigados e em hortas com batateiras ou tomateiros espontâneos nas proximidades. Fonte: elaboração própria.</td></tr></tbody></table><p>Depois passa aos caules, em manchas acastanhadas que escurecem e cingem o ramo. E, por fim, aos frutos, em manchas castanhas irregulares, duras ao toque e com aspecto marmoreado, que não cedem como uma podridão normal.</p><p>Saber ler as condições da previsão ajuda a antecipar em vez de reagir. A tabela acima traduz os cenários mais comuns nesta altura do ano.</p><h2>De onde vem, se não estava cá no verão</h2><p>Os esporos viajam no vento e podem percorrer quilómetros, o que significa que pode vir da horta do vizinho ou de uma batateira a vários campos de distância.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776670" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/impulso-de-nutrientes-para-plantas-que-consomem-muito-como-o-acucar-e-a-levedura-aceleram-o-crescimento-dos-tomates.html" title="Impulso de nutrientes para plantas que consomem muito: como o açúcar e a levedura aceleram o crescimento dos tomates">Impulso de nutrientes para plantas que consomem muito: como o açúcar e a levedura aceleram o crescimento dos tomates</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/impulso-de-nutrientes-para-plantas-que-consomem-muito-como-o-acucar-e-a-levedura-aceleram-o-crescimento-dos-tomates.html" title="Impulso de nutrientes para plantas que consomem muito: como o açúcar e a levedura aceleram o crescimento dos tomates"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/naehrstoffschub-fur-grosse-fresser-wie-zucker-und-hefe-das-tomatenwachstum-beschleunigen-1782401310772_320.jpeg" alt="Impulso de nutrientes para plantas que consomem muito: como o açúcar e a levedura aceleram o crescimento dos tomates"></a></article></aside><p>Mas há uma fonte muito mais próxima e que quase sempre se ignora: as <strong>batateiras espontâneas</strong>, nascidas de tubérculos que ficaram na terra da colheita anterior. <strong>São um reservatório permanente da doença e convém arrancá-las sempre que aparecem</strong>.</p><p>Em zonas de outonos húmidos como Aveiro, Coimbra ou Viseu, a pressão é bastante maior do que no interior sul, onde o ar seco limita bastante a doença.</p><h2>Quando aparece, a decisão é outra</h2><p><strong>Convém ser franca sobre isto</strong>. Em outubro, com a cultura no fim e as condições a favorecerem a doença, raramente vale a pena tentar salvar as plantas.</p><p><strong>O que faz sentido é limitar os estragos</strong>.<strong> </strong>Arranque as plantas afetadas e retire-as do terreno. Não as deixe no monte do composto, porque o material infectado mantém a doença no sítio onde vai buscar terra para o ano seguinte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mildio-do-tomateiro-porque-e-que-as-primeiras-chuvas-trazem-a-doenca-de-volta-1793201367993.png" data-image="5qujq3ughvqv"><figcaption>Quando a doença se instala em outubro, o que resta é arrancar as plantas e retirá-las do terreno.</figcaption></figure><p><strong>E há um pormenor que estraga muita colheita já feita</strong>.<strong> </strong>Um tomate pode estar infectado e parecer perfeito no dia em que é colhido. Posto a amadurecer dentro de casa, apodrece em poucos dias e contamina os que estão ao lado. Se houver míldio na horta, amadureça os frutos separados e em camada única, não amontoados numa caixa.</p><h2>Colher verde, que é o que salva a colheita</h2><p>Fica para o fim a decisão que mais tomate salva nesta altura do ano, e que muita gente não faz por achar que não resulta.</p><p><strong>Quando a previsão anuncia uma série de noites amenas e húmidas, não espere que os tomates amadureçam na planta</strong>. Colha-os verdes e amadureça-os dentro de casa.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/mildio-do-tomateiro-porque-e-que-as-primeiras-chuvas-trazem-a-doenca-de-volta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rosa Moreira]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuva nos Açores até segunda-feira, 2 de novembro? ECMWF revela as ilhas mais expostas e a evolução do vento]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/chuva-nos-acores-ate-segunda-feira-2-de-novembro-ecmwf-revela-as-ilhas-mais-expostas-e-a-evolucao-do-vento.html</link><pubDate>Thu, 29 Oct 2026 08:03:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A previsão do modelo europeu (ECMWF) aponta para chuva irregular nos Açores até segunda-feira, 2 de novembro, com diferenças entre ilhas e algumas oscilações na intensidade das rajadas de vento.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbruq56"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbruq56.jpg" id="xbruq56"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A evolução do estado do tempo nos Açores deverá continuar marcada por períodos de precipitação irregular ao longo dos próximos dias. Segundo as projeções do modelo europeu (ECMWF), <strong>a chuva não deverá atingir todas as ilhas com a mesma intensidade</strong>, verificando-se diferenças entre os grupos Ocidental, Central e Oriental.</p><p>Entre quinta-feira, 29 de outubro, e segunda-feira, 2 de novembro, a circulação atmosférica sobre o Atlântico Norte deverá favorecer a passagem de áreas de nebulosidade e precipitação nas proximidades do arquipélago. Contudo, os mapas mais recentes sugerem que a chuva poderá ocorrer de forma localizada, alternando com períodos relativamente secos.</p><h2>Quinta-feira e sexta-feira: precipitação deverá perder expressão em várias ilhas</h2><p>Na <strong>quinta-feira, 29 de outubro</strong>, o modelo europeu prevê a ocorrência de precipitação fraca e localizada em alguns setores do arquipélago, sobretudo no Grupo Central.</p><p>Na <strong>sexta-feira, 30 de outubro</strong>, o cenário aponta para uma diminuição da expressão da precipitação em grande parte do arquipélago. Pelas <strong>18h</strong>, os mapas do ECMWF mostram várias ilhas praticamente sem chuva, enquanto uma área de precipitação mais organizada se encontra sobre o oceano, a leste dos Açores.</p><h2>Sábado: chuva localizada poderá atingir sobretudo setores dos grupos Central e Oriental</h2><p>Durante <strong>sábado, 31 de outubro</strong>, a previsão mantém a possibilidade de precipitação, embora com uma distribuição bastante irregular. Pelas <strong>18h</strong>, o ECMWF representa pequenos núcleos de chuva sobre algumas ilhas e nas suas proximidades, com destaque para setores do Grupo Oriental.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-nos-acores-ate-segunda-feira-2-de-novembro-ecmwf-revela-as-ilhas-mais-expostas-e-a-evolucao-do-vento-1793223128994.jpg" data-image="6c05cx46gvch" alt="Chuva deverá apresentar distribuição irregular nos Açores durante sábado" title="Chuva deverá apresentar distribuição irregular nos Açores durante sábado"><figcaption>O ECMWF prevê pequenos núcleos de precipitação nas proximidades de algumas ilhas, com valores próximos de 1 mm em Ponta Delgada no período horário analisado.</figcaption></figure><p>Noutras zonas do arquipélago, especialmente em parte do Grupo Central, os mapas indicam precipitação reduzida ou mesmo ausente naquele momento.</p><p>Esta distribuição evidencia que a presença de instabilidade atmosférica na região não implica necessariamente chuva contínua ou generalizada. A trajetória das áreas de precipitação e a circulação do vento deverão continuar a determinar quais os setores mais expostos.</p><p>A previsão para sábado evidencia uma distribuição desigual da chuva, com pequenos núcleos de precipitação nas proximidades de São Miguel e de outras ilhas, enquanto grande parte do arquipélago apresenta condições relativamente secas.</p><h2>Domingo: áreas de chuva no Atlântico poderão influenciar o arquipélago</h2><p>No <strong>domingo, 1 de novembro</strong>, a previsão do ECMWF sugere a continuidade de um cenário de precipitação dispersa, sem indicação de chuva persistente em todas as ilhas. Pelas <strong>21h</strong>, surgem pequenos núcleos de precipitação sobre setores do Grupo Oriental, com valores próximos de <strong>0,3 mm em Ponta Delgada</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795600" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/marta-godinho-sobre-a-tendencia-a-10-dias-em-portugal-a-estabilidade-podera-terminar-a-partir-de-5-de-novembro.html" title="Marta Godinho sobre a tendência a 10 dias em Portugal: 'A estabilidade poderá terminar a partir de 5 de novembro'">Marta Godinho sobre a tendência a 10 dias em Portugal: "A estabilidade poderá terminar a partir de 5 de novembro"</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/marta-godinho-sobre-a-tendencia-a-10-dias-em-portugal-a-estabilidade-podera-terminar-a-partir-de-5-de-novembro.html" title="Marta Godinho sobre a tendência a 10 dias em Portugal: 'A estabilidade poderá terminar a partir de 5 de novembro'"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tendencias-a-10-dias-em-portugal-marta-godinho-a-estabilidade-podera-terminar-a-partir-de-5-de-novembro-1793191438642_320.jpg" alt="Marta Godinho sobre a tendência a 10 dias em Portugal: 'A estabilidade poderá terminar a partir de 5 de novembro'"></a></article></aside><p>Ao mesmo tempo, os mapas mostram áreas de chuva mais extensas sobre o Atlântico, sobretudo a oeste e a sul do arquipélago. A eventual aproximação destas áreas dependerá da evolução da circulação atmosférica, pelo que não é possível garantir que a precipitação representada sobre o oceano venha a atingir diretamente as ilhas.</p><h2>Rajadas de vento poderão apresentar diferenças entre as ilhas</h2><p>No domingo, pelas <strong>21h</strong>, o ECMWF apresenta rajadas próximas dos <strong>25 km/h em Ponta Delgada e Angra do Heroísmo</strong>, enquanto na <strong>Horta</strong>, na ilha do Faial, os valores se situam perto dos <strong>15 km/h</strong>.</p><p>Estas diferenças mostram que a intensidade do vento poderá variar entre os diferentes setores do arquipélago, em função da circulação atmosférica e da exposição de cada ilha.</p><h2>Segunda-feira: chuva fraca e ligeira intensificação das rajadas em algumas ilhas</h2><p>Na <strong>segunda-feira, 2 de novembro</strong>, a previsão do modelo europeu mantém a possibilidade de precipitação localizada, sobretudo durante a madrugada e as primeiras horas do dia. Pelas <strong>03h</strong>, o ECMWF apresenta valores próximos de <strong>0,5 mm em Angra do Heroísmo</strong>, enquanto noutras localidades a chuva surge pouco expressiva ou ausente.</p><p>Ao longo da manhã, a precipitação deverá continuar irregular. Pelas <strong>12h</strong>, observam-se pequenos núcleos de chuva nas proximidades de algumas ilhas, nomeadamente em setores dos grupos Central e Oriental, sem indicação de precipitação generalizada.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-nos-acores-ate-segunda-feira-2-de-novembro-ecmwf-revela-as-ilhas-mais-expostas-e-a-evolucao-do-vento-1793223226768.jpg" data-image="fd24qyns65um" alt="Precipitação fraca poderá atingir setores do Grupo Central na madrugada de segunda-feira" title="Precipitação fraca poderá atingir setores do Grupo Central na madrugada de segunda-feira"><figcaption>O modelo europeu apresenta chuva localizada nas proximidades da ilha Terceira, com valores próximos de 0,5 mm em Angra do Heroísmo, enquanto outras ilhas apresentam precipitação pouco expressiva.</figcaption></figure><p>O mapa do ECMWF para a madrugada de segunda-feira apresenta precipitação fraca em setores do Grupo Central, incluindo a ilha Terceira, enquanto outras localidades permanecem sem chuva significativa naquele momento.</p><p>A distribuição prevista reforça a possibilidade de períodos de precipitação intercalados com intervalos relativamente secos. Contudo, pequenas alterações na trajetória das áreas de chuva poderão modificar as condições meteorológicas em cada ilha.</p><h2>Vento poderá ganhar alguma intensidade durante a madrugada</h2><p>Relativamente ao vento, o ECMWF sugere uma ligeira intensificação das rajadas em algumas localidades durante a madrugada de segunda-feira. Pelas <strong>03h</strong>, os valores previstos aproximam-se dos <strong>30 a 35 km/h em Ponta Delgada</strong>, na ilha de São Miguel, e dos <strong>30 km/h em Angra do Heroísmo</strong>, na Terceira.</p><p>Na <strong>Horta</strong>, os valores deverão manter-se mais reduzidos, próximos dos <strong>10 a 15 km/h</strong> no mesmo momento. Comparativamente à noite de domingo, estas projeções sugerem um aumento moderado das rajadas em setores dos grupos Central e Oriental, enquanto no Faial o vento deverá apresentar menor intensidade.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-nos-acores-ate-segunda-feira-2-de-novembro-ecmwf-revela-as-ilhas-mais-expostas-e-a-evolucao-do-vento-1793223290680.jpg" data-image="8wh5ekdw5fsz" alt="Rajadas de vento poderão aproximar-se dos 35 km/h em São Miguel" title="Rajadas de vento poderão aproximar-se dos 35 km/h em São Miguel"><figcaption>O ECMWF prevê rajadas próximas dos 30 a 35 km/h em Ponta Delgada e de 30 km/h em Angra do Heroísmo, contrastando com valores próximos dos 10 a 15 km/h na Horta.</figcaption></figure><p>A previsão do ECMWF aponta para rajadas próximas dos 30 a 35 km/h em Ponta Delgada e dos 30 km/h em Angra do Heroísmo durante a madrugada de segunda-feira, com valores inferiores na Horta.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/chuva-nos-acores-ate-segunda-feira-2-de-novembro-ecmwf-revela-as-ilhas-mais-expostas-e-a-evolucao-do-vento.html</guid><dc:creator><![CDATA[Afonso Lopes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Esta cidade portuguesa é muito mais do que francesinhas (e provou-o mais uma vez)]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esta-cidade-portuguesa-e-muito-mais-do-que-francesinhas-e-provou-o-mais-uma-vez.html</link><pubDate>Thu, 29 Oct 2026 07:17:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Foi eleita a cidade mais acolhedora da Europa pela Condé Nast Traveller. Com temperaturas que podem chegar aos 23 °C em novembro, há vários motivos para a descobrir. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/esta-cidade-portuguesa-e-muito-mais-do-que-francesinhas-e-provou-o-mais-uma-vez-1793133236318.jpg" data-image="z9oqotvhpeen" alt="Portugal" title="Portugal"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-270516">Nem Lisboa nem Amesterdão: a cidade mais acolhedora da Europa fica no Norte de Portugal. Foto: Unsplash</figcaption></figure><p>Novembro poderá começar com temperaturas bastante amenas e pouca chuva em Portugal continental. </p><p>“Coimbra poderá chegar aos 25 ºC, Santarém aos 26 ºC, enquanto no interior Centro algumas localidades poderão aproximar-se dos 27 ºC. Mesmo no litoral Norte, cidades como Porto e Braga poderão alcançar cerca de 23 ºC”, nota Marta Godinho.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.<br> </div><p>E é precisamente o <strong>Porto </strong>que merece a sua atenção. Porquê? Porque pode e deve ser o destino da sua próxima escapadinha. </p><p>Sim, sabemos que, quando se pensa em fazer um passeio de fim de semana, a tendência é fugir dos grandes centros urbanos. Talvez por isso, Lisboa e Porto acabem por ficar fora dos planos. Mas a verdade é que <strong>a Invicta pode proporcionar uma agradável surpresa</strong> a quem lhe der uma oportunidade.</p><h2>Muito mais do que francesinhas</h2><p>Há cidades que impressionam pelos monumentos, outras pelas paisagens e algumas pela comida. O Porto parece ter conseguido juntar tudo isto a um ingrediente que não aparece nos mapas turísticos: <strong>a capacidade de fazer os visitantes sentirem-se bem-vindos</strong>. </p><p>A prova chegou com os Readers’ Choice Awards 2026, da revista Condé Nast Traveller, que distinguiram a cidade como<strong> a mais acolhedora da Europa</strong>.</p><p>A Invicta conquistou 98,33 pontos, ficando à frente de Lisboa, que alcançou 97,60, e de Amesterdão, nos Países Baixos, com 97,50. O <em>top</em> cinco fica completo com Estocolmo, na Suécia, com 96,67 pontos, e Valletta, em Malta, com 95 pontos.</p><div class="texto-destacado">A distinção foi atribuída no âmbito da 29.ª edição dos Readers’ Choice Awards, promovidos pela Condé Nast Traveller. A votação decorreu entre 1 de abril e 30 de junho de 2026, e os resultados foram divulgados em outubro. </div><p>Mais do que uma classificação baseada em monumentos famosos ou hotéis de luxo,<strong> esta distinção destaca a forma como os visitantes são recebidos</strong>. Afinal, uma viagem pode ter o itinerário mais bem organizado do mundo, mas basta alguém dar uma indicação com simpatia, recomendar aquele restaurante que não aparece em todos os guias ou ajudar a encontrar o caminho certo para melhorar o dia. </p><p>E, pelos resultados, o Porto parece dominar esta arte. O que não nos surpreende totalmente.</p><h2>Uma cidade que conquista sem precisar de grandes apresentações</h2><p>A estrela do Norte tem uma personalidade muito própria, que combina a energia de uma cidade cada vez mais procurada pelos turistas com tradições que continuam bem presentes no quotidiano. Entre as fachadas revestidas de azulejos, as ruas estreitas, os cafés de bairro e as esplanadas junto ao Douro, há muitos motivos para ficar. E, pelos vistos, também para voltar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/esta-cidade-portuguesa-e-muito-mais-do-que-francesinhas-e-provou-o-mais-uma-vez-1793133609294.jpg" data-image="kjugmnorypj4" alt="Porto" title="Porto"><figcaption>Concorda com esta distinção? Foto: Unsplash</figcaption></figure><p>A revista Condé Nast Traveller destaca precisamente a autenticidade da cidade e o seu ambiente descontraído. </p><div class="texto-destacado">Os petiscos partilhados à mesa, a gastronomia regional e a facilidade em encontrar recantos com identidade própria ajudam a compor o cenário. </div><p>A isto junta-se uma <strong>oferta cultural diversificada</strong>, que vai dos edifícios históricos à arte urbana, sem esquecer os espaços dedicados à música e às artes.</p><p>“Com as suas casas em tons pastel ao longo das margens sinuosas do rio Douro, o Porto é uma das poucas cidades não capitais da nossa lista”, lê-se na publicação da Condé Nast Traveller. “O resultado? Uma atmosfera irresistível, menos artificial e mais autêntica do que as demais.”</p><h2>Planear uma visita</h2><p>Se estiver a planear uma visita, o Centro Histórico, classificado como Património Mundial pela UNESCO desde 1996, é um bom ponto de partida. Pode atravessar a zona da Ribeira, admirar as casas coloridas junto ao rio, passar pela estação de São Bento para observar os seus painéis de azulejos e atravessar a Ponte Luís I para apreciar a vista sobre as duas margens. Se preferir trocar as ruas pelo mar, também pode seguir até à Foz do Douro ou às praias de Matosinhos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="749188" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/ja-conhece-a-casa-mais-estreita-do-porto-e-talvez-de-portugal.html" title="Já conhece a casa mais estreita do Porto (e, talvez, de Portugal)?">Já conhece a casa mais estreita do Porto (e, talvez, de Portugal)?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/ja-conhece-a-casa-mais-estreita-do-porto-e-talvez-de-portugal.html" title="Já conhece a casa mais estreita do Porto (e, talvez, de Portugal)?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ja-conhece-a-casa-mais-estreita-do-porto-e-talvez-de-portugal-1768551586382_320.jpg" alt="Já conhece a casa mais estreita do Porto (e, talvez, de Portugal)?"></a></article></aside><p>E, claro, <strong>há a gastronomia</strong>. Entre francesinhas, tripas à moda do Porto, cachorrinhos e um copo de vinho do Porto, motivos para prolongar uma refeição não faltam. O difícil pode ser decidir por onde começar, sobretudo se tiver chegado com fome.</p><h2>Uma justa distinção</h2><p>Mas o reconhecimento vai além das atrações que aparecem nos postais.<strong> A publicação valoriza a hospitalidade dos habitantes</strong>, incluindo a disponibilidade para ajudar quem não conhece a cidade, seja a encontrar uma estação de metro ou a escolher um restaurante. </p><div class="texto-destacado">São gestos simples, mas que podem fazer a diferença quando se está longe de casa.</div><p>Ainda assim, e apesar de o Porto ser o mais acolhedor da Europa, não é do mundo. <strong>A cidade portuguesa ficou em segundo na classificação mundial </strong>das cidades mais acolhedoras, com 98,33 pontos. A primeira posição pertence a Melbourne, na Austrália, que alcançou 98,52 pontos. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/esta-cidade-portuguesa-e-muito-mais-do-que-francesinhas-e-provou-o-mais-uma-vez-1793133752812.jpg" data-image="1g0xfxjfqgnw" alt="Porto" title="Porto"><figcaption>Um motivo de orgulho nacional. Foto: Unsplash</figcaption></figure><p>Lisboa também se destacou, ocupando o <strong>segundo lugar europeu</strong>, à frente de Amesterdão, Estocolmo e Valletta. Este é um resultado que coloca duas cidades portuguesas no topo da lista e reforça a imagem do País enquanto destino onde a experiência dos visitantes não se resume aos monumentos ou às paisagens.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="793116" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/sera-que-o-modo-de-vida-portugues-e-mesmo-dos-melhores-do-mundo.html" title="Será o modo de vida português “dos melhores do mundo”?">Será o modo de vida português “dos melhores do mundo”?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/sera-que-o-modo-de-vida-portugues-e-mesmo-dos-melhores-do-mundo.html" title="Será o modo de vida português “dos melhores do mundo”?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/sera-que-o-modo-de-vida-portugues-e-mesmo-dos-melhores-do-mundo-1791835896065_320.jpg" alt="Será o modo de vida português “dos melhores do mundo”?"></a></article></aside><p>“Mas o reconhecimento da hospitalidade não é o único motivo para o Porto se destacar na edição deste ano dos prémios”, acrescenta a revista ‘Versa’. “A cidade ocupa também o <strong>sétimo lugar no ranking das Melhores Cidades da Europa</strong> da mesma publicação, com 92,78 pontos, numa classificação liderada por Paris.”</p><p>Convém, contudo, lembrar que este é um prémio baseado nas avaliações dos leitores da revista, e <strong>não uma classificação universal ou uma medição científica da simpatia dos habitantes</strong>. Em vez disso, representa a opinião dos viajantes que participaram na votação e a forma como sentiram a hospitalidade nas cidades que visitaram.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referências da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Cond%C3%A9%20Nast%20Traveller" data-year="2026" data-title="The%20friendliest%20cities%20in%20Europe%3A%202026%20Readers%E2%80%99%20Choice%20Awards" data-url="https%3A%2F%2Fwww.cntraveller.com%2Fgallery%2Ffriendliest-cities-europe-2026">Condé Nast Traveller. (2026). <a href="https://www.cntraveller.com/gallery/friendliest-cities-europe-2026" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">The friendliest cities in Europe: 2026 Readers’ Choice Awards</a>.</cite><br><cite data-author="Versa%2C%20Sim%C3%B5es%2C%20R" data-year="2026" data-title="Porto%20conquista%20distin%C3%A7%C3%A3o%20internacional%20e%20tudo%20porque...%20acolhe%20bem" data-url="https%3A%2F%2Fversa.iol.pt%2Fporto%2Fconde-nast-traveller%2Fporto-conquista-distincao-internacional-e-tudo-porque-acolhe-bem%2F20261012%2F6accb9db0cf20dc527791dc4">Versa, Simões, R. (2026). <a href="https://versa.iol.pt/porto/conde-nast-traveller/porto-conquista-distincao-internacional-e-tudo-porque-acolhe-bem/20261012/6accb9db0cf20dc527791dc4" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Porto conquista distinção internacional e tudo porque... acolhe bem</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esta-cidade-portuguesa-e-muito-mais-do-que-francesinhas-e-provou-o-mais-uma-vez.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Astrónomos detetam um astro com nuvens que evoluem como na Terra]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/astronomos-detectam-um-astro-com-nuvens-que-evoluem-como-na-terra.html</link><pubDate>Thu, 29 Oct 2026 06:01:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Nuvens mais ou menos densas que fazem a luminosidade variar, tal como ocorre na Terra... Só que este objeto celeste encontra-se a mais de 7 anos-luz do nosso planeta!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/les-scientifiques-decouvrent-un-astre-avec-des-nuages-qui-evoluent-comme-sur-terre-planete-astronomie-atmosphere-etoile-1793019152130.jpeg" data-image="q60hi4zdx45o"><figcaption>Wise 0855 não é nem um planeta nem uma estrela, mas sim um objeto celeste.</figcaption></figure><p>A cerca de<strong> 7,5 anos-luz da Terra</strong>, um astro especialmente misterioso fascina os astrónomos: <strong>WISE 0855</strong>. Sem ser uma estrela propriamente dita nem um planeta convencional, este <strong>objeto celeste</strong> possui uma atmosfera surpreendente.</p><p>Graças às observações do telescópio espacial James Webb, os cientistas obtiveram recentemente novos indícios sobre a <strong>presença de nuvens de água que evoluiriam com o passar do tempo</strong>. Uma descoberta fascinante que poderia ajudar-nos a compreender melhor os mundos situados além do nosso sistema solar!</p><h2>WISE 0855, uma estrela que, na verdade, não é uma estrela</h2><p>Descoberto em 2014 graças ao telescópio espacial WISE, da NASA, o <strong>WISE 0855</strong> (cujo nome completo é WISE J085510.83−071442.5) pertence à <strong>família das anãs castanhas</strong>. Estes objetos celestes são, por vezes, chamados de "estrelas fracassadas".</p><p>E com razão: diferentemente das estrelas propriamente ditas, elas <strong>não possuem massa suficiente para manter</strong>, de forma duradoura, as <strong>reações de fusão de hidrogénio </strong>que, entre outras coisas, permitem que o nosso Sol brilhe.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/les-scientifiques-decouvrent-un-astre-avec-des-nuages-qui-evoluent-comme-sur-terre-planete-astronomie-atmosphere-etoile-1793019219257.jpeg" data-image="j3oouh4yu6oh"><figcaption>Imagem ilustrativa de um exoplaneta.</figcaption></figure><p>Mas a WISE 0855 é ainda mais surpreendente do que a maioria das anãs castanhas! Com um<strong> tamanho comparável ao de Júpiter</strong> e uma massa estimada em apenas algumas vezes a desse planeta gigante, ela<strong> situa-se no limite entre as anãs castanhas e os planetas gigantes gasosos</strong>.</p><p>Outra particularidade:<strong> é extremamente fria em escala astronómica</strong>. A sua temperatura é estimada em poucos graus acima ou abaixo de zero, dependendo dos modelos utilizados. Um verdadeiro frigorífico cósmico, muito distante das temperaturas abrasadoras que costumamos associar às estrelas!</p><h2>Nuvens de água na atmosfera de WISE 0855?</h2><p>Esta é uma das características mais fascinantes deste astro. Há vários anos, os astrónomos suspeitam que a <strong>sua atmosfera possa conter nuvens compostas de água ou gelo</strong>. E as observações realizadas através do telescópio espacial James Webb trazem agora novos elementos para estudar essa hipótese.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/les-scientifiques-decouvrent-un-astre-avec-des-nuages-qui-evoluent-comme-sur-terre-planete-astronomie-atmosphere-etoile-1793019250040.jpeg" data-image="3ly2ddq7qqi2"><figcaption>Imagem ilustrativa de um Sistema Solar.</figcaption></figure><p>Ao analisar a<strong> luz infravermelha emitida por WISE 0855</strong>, os investigadores podem determinar que gases estão presentes na sua atmosfera e observar as suas variações. Os resultados recentes sugerem, em particular, que <strong>a cobertura de nuvens poderia evoluir com o passar do tempo</strong>.</p><h3>Uma nebulosidade semelhante à da Terra?</h3><p>Por outras palavras,<strong> algumas nuvens poderiam tornar-se mais densas ou mais ténues, alterando, assim, a quantidade de luz que chega até nós</strong>. Um fenómeno que lembra, em certa medida, as mudanças na cobertura de nuvens que observamos na Terra!</p><p>No entanto, vale a pena esclarecer que os astrónomos não fotografam essas nuvens diretamente; em vez disso, deduzem a sua presença e as suas características a partir de medições espectroscópicas e modelos atmosféricos.</p><h2>Um mundo onde poderia haver uma temperatura quase tão amena quanto na Terra!</h2><p>Por mais surpreendente que pareça, <strong>WISE 0855 apresenta temperaturas relativamente próximas às terrestres</strong>.</p><p>As estimativas evoluíram à medida que mais observações foram realizadas; alguns estudos recentes situam a sua<strong> temperatura efetiva em torno de 10 graus Celsius</strong>. Mas cuidado: isso não significa, de forma alguma, que este astro seja habitável!</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/les-scientifiques-decouvrent-un-astre-avec-des-nuages-qui-evoluent-comme-sur-terre-planete-astronomie-atmosphere-etoile-1793019464977.jpeg" data-image="8sqiqfq18kz2"><figcaption>WISE 0855 apresenta temperaturas relativamente próximas às terrestres.</figcaption></figure><p><strong>WISE 0855 é um objeto essencialmente gasoso, sem uma superfície sólida</strong> conhecida sobre a qual pudéssemos caminhar. A sua atmosfera apresenta, além disso, condições de pressão e uma composição muito diferentes das do nosso planeta. E, embora existam nuvens de água nele, isso não demonstra a presença de oceanos nem de qualquer forma de vida.</p><h3>Porque é que esta descoberta entusiasma tanto os astrónomos?</h3><p>Se o WISE 0855 desperta tanto interesse entre os cientistas, é, em grande medida, porque constitui <strong>um extraordinário laboratório natural para estudar as atmosferas de mundos distantes</strong>. Frequentemente, é difícil observar diretamente planetas gigantes situados fora do nosso sistema solar, sobretudo devido à luz da sua estrela.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-busca-por-vida-se-volta-para-venus-o-que-existe-em-suas-nuvens-despertou-o-interesse-cientifico.html" title="A busca por vida volta-se para Vénus: o que existe nas suas nuvens despertou o interesse científico">A busca por vida volta-se para Vénus: o que existe nas suas nuvens despertou o interesse científico</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-busca-por-vida-se-volta-para-venus-o-que-existe-em-suas-nuvens-despertou-o-interesse-cientifico.html" title="A busca por vida volta-se para Vénus: o que existe nas suas nuvens despertou o interesse científico"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-busqueda-de-vida-gira-hacia-venus-lo-que-hay-en-sus-nubes-ha-despertado-el-interes-cientifico-1770914525336_320.jpg" alt="A busca por vida volta-se para Vénus: o que existe nas suas nuvens despertou o interesse científico"></a></article></aside><p>O WISE 0855, por outro lado, é um <strong>astro isolado</strong>. Portanto, pode ser estudado sem o ofuscamento provocado por uma estrela próxima. Graças à sua relativa proximidade da Terra, os astrónomos podem analisar a sua atmosfera com uma precisão notável e compreender melhor o comportamento das nuvens, a circulação dos gases e as variações de temperatura.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Peter%20Finch%2C%20MartinCid%20Magazine" data-year="19%2F10%2F2026" data-title="Webb%20a%20vu%20des%20nuages%20d%E2%80%99eau%20s%E2%80%99%C3%A9paissir%20et%20s%E2%80%99amincir%20sur%20un%20monde%20%C3%A0%207%2C4%20ann%C3%A9es-lumi%C3%A8re" data-url="https%3A%2F%2Ffr.martincid.com%2Fscience-2%2Fwebb-a-vu-des-nuages-deau-sepaissir-et-samincir-sur-un-monde-a-74-annees-lumiere%2F">Peter Finch, MartinCid Magazine. (19/10/2026). <a href="https://fr.martincid.com/science-2/webb-a-vu-des-nuages-deau-sepaissir-et-samincir-sur-un-monde-a-74-annees-lumiere/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Webb a vu des nuages d’eau s’épaissir et s’amincir sur un monde à 7,4 années-lumière</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/astronomos-detectam-um-astro-com-nuvens-que-evoluem-como-na-terra.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Espasmos dos membros e movimentos rápidos dos olhos — sim, os cães sonham, e parece que as aranhas saltadoras também]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/espasmos-dos-membros-e-movimentos-rapidos-dos-olhos-sim-os-caes-sonham-e-parece-que-as-aranhas-saltadoras-tambem.html</link><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 18:21:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Será que estes pequenos invertebrados, ágeis e inteligentes, dormem e sonham como os seres humanos e outros vertebrados do reino animal?</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/espasmos-dos-membros-e-movimentos-rapidos-dos-olhos-sim-os-caes-sonham-e-parece-que-as-aranhas-saltadoras-tambem-1793190887995.jpg" data-image="lm0gl79ag878"><figcaption>Uma aranha-saltadora australiana, de cabeça para baixo na sua teia de seda, enquanto dorme. Crédito: Daniela C. Rößler</figcaption></figure><p><strong>Porque é que sonhamos? </strong>A resposta a esta pergunta tem sido objeto de debate há muito tempo, não só no que diz respeito aos seres humanos enquanto espécie, mas também a outros vertebrados. Se tiver um animal de estimação, como um cão, um gato ou um pássaro, talvez já tenha observado com fascínio e encanto quando estes mexem os membros, os olhos se agitam ou se movimentam de forma peculiar, como se estivessem a reagir a algo, tal como quando estão acordados. Sabemos que também o fazemos e podemos apreciar observar algo tão único no ser que está a vivenciar o seu espaço onírico interior. </p><p>Ao que parece, sonhar pode não ser exclusivo das espécies vertebradas do reino animal, mas também dos invertebrados. Estudos recentes confirmaram que as aranhas-saltadoras têm, de facto, um padrão de sono. <strong>Como é esse padrão e como é que os investigadores descobriram isso?</strong></p><h2>Experiências diurnas e noturnas</h2><p>Os investigadores registaram o <strong>comportamento das aranhas saltadoras</strong> australianas (<em>Portia fimbriata</em>) ao longo de vários dias e noites. As aranhas foram colocadas em pratos de plástico com 12 cm de largura, sob condições de iluminação variáveis. Os investigadores mediram o comportamento das aranhas durante o dia e à noite e utilizaram câmaras de infravermelhos para <strong>medir as fases de repouso, as posições de sono e as fases de sono semelhantes ao sono REM</strong>.</p><div class="texto-destacado">O sono de movimentos oculares rápidos (REM) é uma fase ativa do sono caracterizada por elevada atividade cerebral (quase semelhante à vigília), paralisia muscular temporária, sonhos e movimentos oculares rápidos. Ao mesmo tempo, as pálpebras permanecem fechadas e os membros apresentam espasmos.</div><p>Para <strong>testar se as aranhas estavam realmente a dormir, introduziram um som agudo</strong> para avaliar a reação das aranhas que pareciam estar a dormir. Os investigadores introduziram também outro estímulo, composto por <strong>20 moscas a zumbir, para avaliar a reação das aranhas</strong> após a sua introdução.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/NoKo3Wa0Odg/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=NoKo3Wa0Odg" id="NoKo3Wa0Odg"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Os investigadores <strong>confirmaram que as aranhas-saltadoras apresentam, de facto, um sono regulado composto por duas fases principais</strong>, incluindo um sono semelhante ao REM, durante o qual os seus membros se contraíam e os olhos se moviam rapidamente de um lado para o outro. <strong>As aranhas dormiam na sua teia, numa posição de cabeça para baixo</strong>.</p><p>Quando os investigadores introduziram o <strong>estímulo acústico</strong>, as aranhas responderam <strong>três segundos mais lentamente</strong> do que o habitual, tal como acontece quando alguém se levanta ainda sonolento ao som de um despertador. Quando as <strong>moscas</strong> foram introduzidas durante o seu sono noturno, os investigadores observaram que as aranhas <strong>descansaram mais uma hora</strong> no dia seguinte.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="792020" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/as-previsoes-do-tempo-feitas-por-umas-aranhas-ajudaram-na-invasao-francesa-da-holanda-no-final-do-seculo-xviii.html" title="As previsões do tempo feitas por umas aranhas ajudaram na invasão francesa da Holanda no final do século XVIII">As previsões do tempo feitas por umas aranhas ajudaram na invasão francesa da Holanda no final do século XVIII</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/as-previsoes-do-tempo-feitas-por-umas-aranhas-ajudaram-na-invasao-francesa-da-holanda-no-final-do-seculo-xviii.html" title="As previsões do tempo feitas por umas aranhas ajudaram na invasão francesa da Holanda no final do século XVIII"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/los-pronosticos-aracnidos-y-la-invasion-francesa-de-holanda-a-finales-del-siglo-xviii-1791056562084_320.jpg" alt="As previsões do tempo feitas por umas aranhas ajudaram na invasão francesa da Holanda no final do século XVIII"></a></article></aside><p>A investigação ajuda a esclarecer a natureza do sono no reino animal e a evolução do sono nos diferentes grupos que o compõem. Acredita-se que, há cerca de 500 a 700 milhões de anos, as aranhas tenham seguido um caminho evolutivo distinto do dos vertebrados. <strong>Resta saber se as aranhas sonham tal como os seres humanos e outros vertebrados</strong>. Ainda é necessário realizar mais investigação, com o objetivo de revelar a natureza antiga e fundamental do sono em todo o reino animal.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Geiger%2C%20N.%2C%20et%20al." data-year="2026" data-title="Behavioral%20evidence%20for%20two-stage%20sleep%20in%20spiders" data-url="https%3A%2F%2Fwww.pnas.org%2Fdoi%2F10.1073%2Fpnas.2618030123">Geiger, N., et al.. (2026). <a href="https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.2618030123" target="_blank" rel="" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Behavioral evidence for two-stage sleep in spiders</a>.</cite></p></section><h3><br></h3>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/espasmos-dos-membros-e-movimentos-rapidos-dos-olhos-sim-os-caes-sonham-e-parece-que-as-aranhas-saltadoras-tambem.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Reiki, cura da aura e tarot: o paganismo está a registar um renascimento de interesse e a conquistar muitos adeptos]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/reiki-cura-da-aura-e-tarot-o-paganismo-esta-a-registar-um-renascimento-de-interesse-e-a-conquistar-muitos-adeptos.html</link><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 17:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>As redes sociais proporcionam uma visibilidade cada vez maior ao paganismo. Perseguido durante vários séculos, o movimento parece estar a conquistar novos adeptos, principalmente nos Estados Unidos e no Ocidente. Estes mostram-se mais inclinados para a espiritualidade do que para a religião tradicional.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/reiki-aura-tarot-paganisme-rituel-paien-spiritualite-1793075551234.jpg" data-image="7bucwmdv4xf3" alt="Le massage Reiki est très ancré dans les rituels païens" title="Le massage Reiki est très ancré dans les rituels païens"><figcaption>A massagem Reiki está profundamente enraizada nos rituais pagãos.</figcaption></figure><p><strong>Paganismo</strong>. Parece que a<strong> prática</strong> está a conhecer um novo auge. Embora este movimento tenha sofrido séculos de perseguição, os anos 60 marcaram um renascimento, uma vez que as pessoas que não se identificavam com as <strong>normas sociais</strong> da época se voltaram para o paganismo. E hoje, mais do que nunca, são as redes sociais que acabam por consolidar totalmente este entusiasmo.</p><h2>Mas o que é, afinal, o paganismo?</h2><p>São tradicionalmente considerados <strong>"pagãos"</strong> aqueles que não acreditam no <strong>judaico-cristianismo </strong>e se afastam da religião para se aproximarem da <strong>espiritualidade</strong>. Para a socióloga e especialista no assunto Helen Berger, as grandes questões sociais, como a comunidade LGBT, os direitos das mulheres ou ainda a questão climática, contribuíram para o surgimento deste renovado interesse.</p><h3>Tarot, astrologia ou ainda o estudo das plantas… O paganismo (re)ganha terreno</h3><p>Mas o termo <strong>paganismo</strong> é mais complexo do que parece, como explica Sarah Pike, professora de <strong>religião</strong> comparada.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>É muito difícil explicar resumidamente o que é o paganismo, pois este assume uma multiplicidade de formas. Para os pagãos, o mundo natural é sagrado. Eles celebram a interconectividade de todos os elementos e encaram os seres humanos, a natureza e os seres espirituais como parte integrante de uma rede de vida<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Egípcios, <strong>celtas</strong> ou ainda gregos… Estes povos podiam venerar vários deuses, ao contrário das religiões monoteístas, como o <strong>cristianismo</strong>, o islamismo ou ainda o judaísmo. Hoje em dia, os países ocidentais estão a dar origem ao <strong>neopaganismo</strong> e a interessar-se por movimentos espirituais que têm as suas raízes em religiões antigas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/reiki-aura-tarot-paganisme-rituel-paien-spiritualite-1793075605685.jpg" data-image="6qp1qk9eu2yt" alt="Les cristaux sont omniprésents dans le paganisme" title="Les cristaux sont omniprésents dans le paganisme"><figcaption>Os cristais estão omnipresentes no paganismo.</figcaption></figure><p>Para vários especialistas, verifica-se mesmo um afastamento da<strong> religião tradicional</strong>, que já não parece responder às necessidades dos adeptos do paganismo, nos dias de hoje. Helen Berger percebe bem o contraste entre esta e o novo interesse pela <strong>espiritualidade</strong>.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Em geral, observa-se um afastamento das religiões organizadas e uma aproximação à espiritualidade<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Hoje em dia, é possível assistir a rituais, festas ou mesmo a<strong> celebrações pagãs</strong> para saber mais sobre o paganismo. Nos Estados Unidos, há um grande número de adeptos deste movimento.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="728140" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-calor-influencia-o-nosso-estado-de-espirito-os-cientistas-estudaram-a-questao.html" title="O calor influencia o nosso estado de espírito? Os cientistas estudaram a questão!">O calor influencia o nosso estado de espírito? Os cientistas estudaram a questão!</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-calor-influencia-o-nosso-estado-de-espirito-os-cientistas-estudaram-a-questao.html" title="O calor influencia o nosso estado de espírito? Os cientistas estudaram a questão!"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-chaleur-influe-t-elle-sur-notre-humeur-des-scientifiques-se-sont-penches-sur-la-question-1756973175537_320.jpeg" alt="O calor influencia o nosso estado de espírito? Os cientistas estudaram a questão!"></a></article></aside><p>Em <strong>Asheville</strong>, os curiosos podem visitar o Mother Grove Goddess Temple para assistir a estes rituais, enquanto em Salem é possível participar no baile de Halloween das bruxas de <strong>Salem</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/reiki-aura-tarot-paganisme-rituel-paien-spiritualite-1793075633827.jpg" data-image="m2t6pqmmxobn" alt="Le paganisme aide à l'exercice des pratiques spirituelles" title="Le paganisme aide à l'exercice des pratiques spirituelles"><figcaption>O paganismo contribui para o exercício das práticas espirituais.</figcaption></figure><p>O entusiasmo é tal que até os profissionais do turismo se interessam pelo assunto. Graças aos guias turísticos, é possível descobrir onde se encontram os <strong>vórtices </strong>da cidade de Sedona, conhecida pelos seus locais repletos de <strong>energia</strong>. Nesta cidade, também é possível visitar o boticário para curar a aura e os chakras. Por fim, é possível desfrutar de tratamentos energéticos através de uma sessão de <strong>Reiki</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Christine%20MacIntyre" data-year="2026" data-title="Gr%C3%A2ce%20aux%20r%C3%A9seaux%20sociaux%2C%20le%20paganisme%20conna%C3%AEt%20un%20nouvel%20%C3%A9lan" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nationalgeographic.fr%2Fculture%2Fcroyances-populaires-traditions-grace-aux-reseaux-sociaux-le-paganisme-connait-un-nouvel-elan">Christine MacIntyre. (2026). <a href="https://www.nationalgeographic.fr/culture/croyances-populaires-traditions-grace-aux-reseaux-sociaux-le-paganisme-connait-un-nouvel-elan" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Grâce aux réseaux sociaux, le paganisme connaît un nouvel élan</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/reiki-cura-da-aura-e-tarot-o-paganismo-esta-a-registar-um-renascimento-de-interesse-e-a-conquistar-muitos-adeptos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Voluntários ajudam a recuperar seis quilómetros de linhas de água degradadas em Santarém]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/voluntarios-ajudam-a-recuperar-seis-quilometros-de-linhas-de-agua-degradadas-em-santarem.html</link><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 16:49:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Árvores nativas, estacas de salgueiro e mantas de fibra de coco são aplicadas nas margens degradadas, com moradores envolvidos no restauro dos ecossistemas ribeirinhos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/voluntarios-ajudam-a-recuperar-seis-quilometros-de-linhas-de-agua-degradadas-em-santarem-1793193385245.jpg" data-image="iyrlhl0ie3yo" alt="Reabilitação de ribeira em Santarém" title="Reabilitação de ribeira em Santarém"><figcaption>Voluntários aplicam mantas de fibra de coco para proteger as margens da Ribeira do Mergulhão da erosão. Município de Santarém</figcaption><superhuman-go-underlines data-grammarly-shadow-root="true" class="dnXmp"></superhuman-go-underlines></figure><p>Ramos de salgueiro são enterrados nas margens para desenvolverem raízes. Voluntários espalham mantas de fibra de coco, removem plantas invasoras e plantam árvores autóctones. Ao longo das linhas de água do concelho de <strong>Santarém</strong>, estas intervenções ajudam a <strong>restaurar habitats degradados</strong> e a devolver estabilidade a <strong>ribeiras</strong> sujeitas, durante décadas, a diferentes formas de pressão humana.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>As tarefas fazem parte do projeto Reabilitar Troço a Troço, uma iniciativa que, desde 2010, combina recuperação ecológica com participação comunitária. Ao longo de 16 anos, permitiu intervir em 26 troços de linhas de água, num total de seis quilómetros, abrangendo cerca de 70% das freguesias do concelho.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Tão importante quanto reparar as margens é o objetivo de <strong>reaproximar as populações destes espaços naturais</strong>. Segundo a autarquia, muitos rios e ribeiras foram sendo progressivamente esquecidos à medida que o crescimento urbano afastou os habitantes do contacto direto com os cursos de água. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/voluntarios-ajudam-a-recuperar-seis-quilometros-de-linhas-de-agua-degradadas-em-santarem-1793193459357.jpg" data-image="ltq5yeftv1qf" alt="Reabilitação de ribeiras em Santarém com participação de voluntários" title="Reabilitação de ribeiras em Santarém com participação de voluntários"><figcaption>Participantes celebram a recuperação da Ribeira do Canal após mais uma jornada de voluntariado ambiental. Foto: Município de Santarém</figcaption><superhuman-go-underlines data-grammarly-shadow-root="true" class="dnXmp"></superhuman-go-underlines></figure><p>A mais recente ação decorreu na segunda quinzena de outubro, na Ribeira do Mergulhão, uma linha de água urbana pertencente à bacia hidrográfica da Ribeira das Fontainhas. A próxima intervenção está marcada para 7 de novembro, na Ribeira da Belida, afluente da Ribeira de Cabanas. Com essa operação, o <strong>número de troços recuperados deverá subir para 27</strong> até ao final do ano.</p><h2>Recuperar as margens com a ajuda da natureza</h2><p>A recuperação aposta em <strong>soluções inspiradas nos próprios processos naturais</strong>. Em vez de recorrerem exclusivamente a estruturas artificiais, as equipas utilizam técnicas de engenharia natural e materiais locais ou biodegradáveis para estabilizar as margens e favorecer a regeneração da vegetação.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Árvores, arbustos, sementes de espécies autóctones, madeira, pedra e mantas de fibra de coco fazem parte das ferramentas utilizadas no terreno. Em conjunto, ajudam a reduzir a erosão, a fixar o solo e a criar condições para o crescimento das plantas.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Durante as jornadas de voluntariado, os participantes plantam <strong>amieiros</strong>, <strong>salgueiros</strong> e <strong>freixos</strong>, constroem entrançados de madeira e enterram estacas capazes de sustentar as raízes. Também removem resíduos e controlam<strong> espécies invasoras</strong> que ameaçam os habitats ribeirinhos.</p><p>Os benefícios destas intervenções vão além da estabilização das margens. O objetivo passa igualmente por <strong>melhorar a qualidade da água</strong>, recuperar áreas degradadas e criar condições para o regresso da fauna associada a estes ecossistemas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="794369" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/o-projeto-europeu-para-salvar-a-toupeira-de-agua-um-dos-mamiferos-mais-raros-da-espanha.html" title="O projeto europeu para salvar a toupeira-de-água, um dos mamíferos mais raros da Península Ibérica">O projeto europeu para salvar a toupeira-de-água, um dos mamíferos mais raros da Península Ibérica</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/o-projeto-europeu-para-salvar-a-toupeira-de-agua-um-dos-mamiferos-mais-raros-da-espanha.html" title="O projeto europeu para salvar a toupeira-de-água, um dos mamíferos mais raros da Península Ibérica"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/un-proyecto-europeo-pretende-recuperar-al-desman-iberico-uno-de-los-mamiferos-mas-desconocidos-de-espana-1792488680022_320.jpg" alt="O projeto europeu para salvar a toupeira-de-água, um dos mamíferos mais raros da Península Ibérica"></a></article></aside><p>Uma equipa multidisciplinar da Câmara Municipal de Santarém acompanha a evolução dos trabalhos e monitoriza as espécies presentes antes e depois das intervenções, avaliando os <strong>resultados </strong>ao longo do tempo.</p><h2>Espécies que regressam às linhas de água</h2><p>À medida que os habitats se recuperam, surgem os primeiros sinais positivos para a <strong>biodiversidade local</strong>. Segundo a autarquia, as intervenções realizadas ao longo dos últimos anos contribuíram para a conservação de espécies e para a <strong>recuperação de ecossistemas degradados</strong>, antecipando, em vários aspetos, objetivos que hoje integram o Regulamento Europeu do Restauro da Natureza.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Entre as espécies identificadas nos locais intervencionados encontram-se a boga-arqueada-de-Lisboa, listada como em perigo, e o lagarto-de-água, classificado como vulnerável.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Para divulgar esta riqueza natural, o município instalou <strong>painéis informativos</strong> junto aos troços recuperados. Os visitantes podem conhecer melhor as espécies presentes e aceder a conteúdos complementares através de códigos QR.</p><h2>Recuperação ecológica com participação local</h2><p>O reconhecimento alcançado pelo projeto ultrapassou o concelho. O Reabilitar Troço a Troço recebeu um prémio da plataforma ODSlocal e integrou a <strong>lista restrita de candidatos aos prémios europeus da iniciativa New European Bauhaus</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/voluntarios-ajudam-a-recuperar-seis-quilometros-de-linhas-de-agua-degradadas-em-santarem-1793193541623.jpg" data-image="eq61o34n9gc7" alt="Reabilitação de rios e ribeiras em Santarém" title="Reabilitação de rios e ribeiras em Santarém"><figcaption>Das ações de restauro ao regresso da fauna, o projeto já mostra resultados em várias ribeiras de Santarém. Município de Santarém</figcaption><superhuman-go-underlines data-grammarly-shadow-root="true" class="dnXmp"></superhuman-go-underlines></figure><p>O<strong> envolvimento</strong><strong> da </strong><strong>população </strong>continua a ser uma das componentes mais valorizadas pelos promotores. As ações de voluntariado permitem aos participantes<strong> contribuir</strong><strong> diretamente para a recuperação dos </strong><strong>ecossistemas </strong>e conhecer melhor os cursos de água que atravessam as suas freguesias.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Para a Câmara Municipal de Santarém, a recuperação das ribeiras não passa somente por melhorar as condições ecológicas. O objetivo é também devolver as zonas ribeirinhas à vida quotidiana das comunidades, reforçando a ligação entre as pessoas e o património natural do território.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Seis quilómetros de linhas de água recuperadas podem representar uma pequena parte da rede hidrográfica do concelho. Mas cada troço restaurado acrescenta vegetação, reduz a erosão, cria habitat para a fauna e aproxima a população dos cursos de água. Em Santarém, a recuperação dos ecossistemas ribeirinhos continua a<strong> avançar</strong><strong> troço a troço</strong>, com a ajuda da comunidade.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Munic%C3%ADpio%20de%20Santar%C3%A9m" data-year="" data-title="Projeto%20RTT%20-%20Reabilita%C3%A7%C3%A3o%20Troco%20a%20Tro%C3%A7o" data-url="https%3A%2F%2Fwww.cm-santarem.pt%2Fservicos-municipais%2Fprotecao-ambiental%2Frota-de-reabilitacao-de-rios-rrr">Município de Santarém. <a href="https://www.cm-santarem.pt/servicos-municipais/protecao-ambiental/rota-de-reabilitacao-de-rios-rrr" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Projeto RTT - Reabilitação Troco a Troço</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/voluntarios-ajudam-a-recuperar-seis-quilometros-de-linhas-de-agua-degradadas-em-santarem.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Marta Godinho sobre a tendência a 10 dias em Portugal: "A estabilidade poderá terminar a partir de 5 de novembro"]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/marta-godinho-sobre-a-tendencia-a-10-dias-em-portugal-a-estabilidade-podera-terminar-a-partir-de-5-de-novembro.html</link><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 14:05:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Portugal prepara-se para uma reta final de outubro invulgarmente amena, com máximas que poderão atingir os 27 a 28 ºC. O tempo seco deverá prolongar-se pelo início de novembro, mas os modelos começam a sinalizar uma possível mudança.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbrr75u"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbrr75u.jpg" id="xbrr75u"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Os últimos dias de outubro deverão ser marcados por tempo maioritariamente seco e temperaturas máximas bastante acima do normal em Portugal continental. A estabilidade deverá prolongar-se pelos primeiros dias de novembro, <strong>mas os mapas do ECMWF começam a sugerir uma possível mudança de padrão na reta final desta previsão</strong>.</p><h2>Temperaturas sobem na reta final de outubro</h2><p>Depois da passagem de uma frente fria pelo Norte e Centro, durante a madrugada de ontem, o ambiente torna-se mais seco esta quarta-feira, dia 28. Ao mesmo tempo, inicia-se uma subida gradual das temperaturas, que será particularmente evidente durante as horas de maior insolação.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Na quinta-feira, dia 29, os termómetros já poderão atingir valores bastante elevados para finais de outubro. Em Leiria, por exemplo, a máxima poderá aproximar-se dos <strong>26 ºC</strong>, com temperaturas também elevadas noutras regiões do Centro e Sul.</p><p>Será, contudo, na sexta-feira, dia 30, que o sinal quente se tornará mais expressivo. As máximas deverão superar os <strong>20 ºC em numerosas capitais de distrito</strong>, incluindo no Norte e Centro, enquanto Lisboa, o vale do Tejo e o sudoeste alentejano poderão registar <strong>27 a 28 ºC</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencias-a-10-dias-em-portugal-marta-godinho-a-estabilidade-podera-terminar-a-partir-de-5-de-novembro-1793191410634.jpg" data-image="1ghiqouzmwe7" alt="Temperatura" title="Temperatura"><figcaption>Sexta-feira poderá trazer máximas bastante elevadas para finais de outubro, com 27 a 28 ºC em zonas de Lisboa, vale do Tejo e sudoeste alentejano.</figcaption></figure><p>Em<strong> Lisboa</strong>, onde a máxima média climatológica nesta fase de outubro ronda os 20,5 ºC, os valores previstos representam um <strong>desvio superior a 6 ºC</strong>. O mapa de anomalia da temperatura da Meteored confirma esta situação, mostrando desvios positivos muito significativos em praticamente todo o território.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencias-a-10-dias-em-portugal-marta-godinho-a-estabilidade-podera-terminar-a-partir-de-5-de-novembro-1793191438642.jpg" data-image="y0k3azn3zxeg" alt="Anomalia da temperatura" title="Anomalia da temperatura"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-520595">O mapa de anomalias confirma o caráter invulgar das temperaturas: em várias regiões, os valores durante as horas mais quentes poderão ficar 4 a 6 ºC acima do normal, localmente mais.</figcaption></figure><p>Apesar das temperaturas elevadas, sexta-feira poderá apresentar <strong>bastante nebulosidade de Norte a Sul</strong>, com períodos de céu aberto mais limitados.</p><h2>Fim de semana soalheiro e sem chuva</h2><p>No sábado, dia 31, as temperaturas continuarão elevadas em muitas regiões, <strong>embora seja provável um ligeiro arrefecimento junto ao litoral</strong>. O cenário volta a alterar-se ligeiramente no domingo, primeiro dia de novembro, quando as máximas poderão recuperar nas regiões costeiras.</p><p>De forma geral, o fim de semana deverá ser <strong>seco e bastante soalheiro</strong>, sem sinal de precipitação significativa.<strong> A distribuição das temperaturas não será exatamente igual nos dois dias,</strong> mas o ambiente continuará globalmente ameno para a época.</p><h2>Anticiclone domina o início de novembro</h2><p>Nos primeiros dias de novembro a configuração atmosférica sobre a Europa será particularmente interessante. Um robusto anticiclone deverá instalar-se sobre as Ilhas Britânicas, estendendo a sua influência pela Europa Ocidental e Península Ibérica.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencias-a-10-dias-em-portugal-marta-godinho-a-estabilidade-podera-terminar-a-partir-de-5-de-novembro-1793191557326.jpg" data-image="f59a8gdbg3e1" alt="Situação sinótica" title="Situação sinótica"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-339164">Um robusto anticiclone com o seu núcleo sobre as Ilhas Britânicas estenderá a sua influência à Europa Ocidental e Península Ibérica, favorecendo a persistência de tempo estável e maioritariamente seco em Portugal.</figcaption></figure><p>Portugal ficará, assim, sob condições favoráveis à manutenção de <strong>tempo maioritariamente estável e seco</strong>, com as temperaturas a permanecerem geralmente acima do normal.</p><p>Contudo, estabilidade não significa necessariamente manhãs quentes. Na segunda-feira, <strong>dia 2, as temperaturas mínimas deverão baixar,</strong> sobretudo no Noroeste e em algumas zonas do interior Centro. Poderá, portanto, acentuar-se a amplitude térmica entre manhãs mais frescas e tardes ainda bastante amenas. Este padrão deverá manter-se, com algumas oscilações, durante os primeiros dias de novembro.</p><h2>Mudança à vista a partir de 5 de novembro?</h2><p>É precisamente no final do horizonte desta previsão que os mapas começam a mostrar alterações, <strong>a estabilidade poderá terminar a partir de 5 de novembro</strong>. O ECMWF sugere um aumento da instabilidade a partir de sul/sudoeste, enquanto uma depressão poderá desenvolver-se a oeste da costa portuguesa e trazer chuva mais forte após dia 5.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencias-a-10-dias-em-portugal-marta-godinho-a-estabilidade-podera-terminar-a-partir-de-5-de-novembro-1793191783448.jpg" data-image="7g8f7m7krl5v" alt="Chuva" title="Chuva"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-366235">O cenário poderá começar a mudar a partir de dia 5. O ECMWF prevê maior instabilidade e a formação de uma depressão a oeste de Portugal, com sinal de precipitação no território, embora a sua trajetória permaneça incerta.</figcaption></figure><p>No cenário atualmente projetado para quinta-feira, dia 5, já surge precipitação em Portugal.<strong> Dependendo da trajetória e aprofundamento deste sistema depressionário</strong>, poderá mesmo abrir-se a porta a um episódio de chuva mais abrangente.</p><p>No entanto, esta é também a parte <strong>mais incerta da previsão</strong>. A mais de uma semana de distância, pequenas alterações na posição da depressão poderão determinar se a chuva atinge Portugal de forma significativa ou permanece sobretudo sobre o Atlântico.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795583" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/alfredo-graca-confirma-anticiclone-robusto-e-temperaturas-maximas-de-ate-27-c-no-halloween-e-dia-de-todos-os-santos.html" title="Alfredo Graça confirma: 'anticiclone robusto e temperaturas máximas de até 27 ºC no Halloween e Dia de Todos os Santos'">Alfredo Graça confirma: "anticiclone robusto e temperaturas máximas de até 27 ºC no Halloween e Dia de Todos os Santos"</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/alfredo-graca-confirma-anticiclone-robusto-e-temperaturas-maximas-de-ate-27-c-no-halloween-e-dia-de-todos-os-santos.html" title="Alfredo Graça confirma: 'anticiclone robusto e temperaturas máximas de até 27 ºC no Halloween e Dia de Todos os Santos'"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/alfredo-graca-confirma-anticiclone-robusto-e-temperaturas-maximas-de-ate-27-c-no-halloween-e-dia-de-todos-os-santos-1793190804283_320.png" alt="Alfredo Graça confirma: 'anticiclone robusto e temperaturas máximas de até 27 ºC no Halloween e Dia de Todos os Santos'"></a></article></aside><p>Até lá, a tendência mais consistente é: <strong>temperaturas acima da média e predomínio de tempo seco entre o final de outubro e os primeiros dias de novembro</strong>. A mudança a partir de dia 5 é uma possibilidade que começa a tornar-se cada vez mais provável segundo os mapas. Resta perceber como evoluirá este cenário nas próximas atualizações. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/marta-godinho-sobre-a-tendencia-a-10-dias-em-portugal-a-estabilidade-podera-terminar-a-partir-de-5-de-novembro.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Alfredo Graça confirma: "anticiclone robusto e temperaturas máximas de até 27 ºC no Halloween e Dia de Todos os Santos"]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/alfredo-graca-confirma-anticiclone-robusto-e-temperaturas-maximas-de-ate-27-c-no-halloween-e-dia-de-todos-os-santos.html</link><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 12:33:48 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Vem aí um fim de semana de "doces ou travessuras" em Portugal continental. Com a iminente chegada no calendário dos dias de Halloween e de Todos os Santos, saiba o que esperar do tempo na transição de outubro para novembro!</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbrquyq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbrquyq.jpg" id="xbrquyq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>À semelhança do panorama meteorológico que se desenrolou durante praticamente todo o mês de outubro, o estado do tempo em Portugal continental na reta final de outubro e no início de novembro - que <strong>engloba o Halloween (sábado, 31 de outubro) e o feriado do Dia de Todos os Santos (domingo, 1 de novembro) - continuará predominantemente seco, estável e soalheiro</strong>, embora temporariamente marcado por céu encoberto em certas zonas do país e pela possibilidade de chuviscos fracos e residuais, como será o caso do litoral Norte e Centro.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank">nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Na origem da configuração sinóptica prevista para os próximos dias estará a gradual formação e estabelecimento de uma <strong>vasta região anticiclónica,</strong> que se alongará desde os Açores até à Escandinávia, condicionando decisivamente o tempo na Península Ibérica e em vários países da Europa Central. </p><p>Estará suficientemente próxima e robusta de todos estes países, incluindo Portugal continental, <strong>impedindo eficazmente a chegada das frentes de chuva</strong> geradas por centros de baixas pressões como os que vão circulando entre Açores, Madeira e Canárias e, em latitudes mais setentrionais, por vales depressionários que se posicionam a oeste da Irlanda e da Escócia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alfredo-graca-confirma-anticiclone-robusto-e-temperaturas-maximas-de-ate-27-c-no-halloween-e-dia-de-todos-os-santos-1793188565690.jpg" data-image="r53zz10xm6qo"><figcaption>No sábado, 31 de outubro e dia de Halloween, espera-se a continuidade de uma tendência estável do ponto de vista meteorológico, sem chuva significativa à vista.</figcaption></figure><p><strong>A pouca chuva que foi caindo nas últimas semanas registou quantidades relativamente residuais</strong> ou pouco significativas, assumindo uma distribuição muito localizada, quase sempre com tendência a surgir nas zonas do país (Minho, Douro Litoral e algumas áreas do litoral Centro) que costumam estar mais expostas a sistemas frontais de índole outonal e invernal.</p><p><strong>Hoje, quarta-feira (28), o céu apresentar-se-á geralmente pouco nublado, especialmente a partir do final da manhã, altura em que o nevoeiro matinal costeiro a norte do Cabo Raso se dissipará</strong>. Além disto, espera-se um ligeiro aquecimento do tempo, com as temperaturas máximas a registarem uma pequena subida. Ainda assim, devido ao céu muito encoberto em algumas zonas do litoral Norte e Centro, a possibilidade de chuviscos mantém-se para essas áreas do país.</p><h2>“Doces ou travessuras” não estão em risco para sábado, 31: ‘escudo’ anticiclónico persiste com firmeza</h2><p>Quinta e sexta-feira, dias 29 e 30 de outubro, não deverão registar grandes mudanças no estado do tempo. Portugal continental manter-se-á condicionado por uma vasta região de altas pressões que proporcionará uma robusta estabilidade atmosférica, algo que se manifestará através do <strong>céu pouco nublado ou limpo, nevoeiro matinal (sobretudo no litoral Norte e Centro) e vento fraco do quadrante Leste</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alfredo-graca-confirma-anticiclone-robusto-e-temperaturas-maximas-de-ate-27-c-no-halloween-e-dia-de-todos-os-santos-1793188298020.jpg" data-image="7b9qor7b3qxs"><figcaption>Um autêntico 'oásis' de secura no Sudoeste Europeu e Europa Central. A precipitação continuará ausente em países como Portugal, Bélgica, Luxemburgo e em grande parte das geografias espanhola e francesa, pelo menos até domingo, 1 de novembro.</figcaption></figure><p>Ainda assim, não se exclui a possibilidade de períodos temporariamente mais nublados em certas zonas do país, tal como evidenciam os mapas de referência da Meteored. Adicionalmente, <strong>para os dias 29 e 30 de outubro, é ainda expectável uma ligeira subida da temperatura máxima</strong>, que encontrará maior repercussão no litoral das Regiões Norte e Centro.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Para o sábado de Halloween (31) e no feriado do Dia de Todos os Santos (1 de novembro) pode ficar descansado, especialmente se estiver a planear deslocações para fora da sua área de residência ou atividades ao ar livre: não há sinal de chuva generalizada em Portugal continental ou em quantidades significativas.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Já quanto ao fim de semana de Halloween (31) e Dia de Todos os Santos os mapas do modelo que inspira a nossa maior confiança - ECMWF - são muito claros:<strong> o domínio anticiclónico persiste, continuando a trazer condições de céu pouco nublado ou limpo</strong>, sendo apenas expectável a formação de nevoeiro matinal nalguns locais do litoral Norte ou Centro.</p><h2>Subida das temperaturas à vista para os próximos dias</h2><p><strong>A fraca intensidade do fluxo de leste</strong>, aliada à interação entre os centros de baixas pressões mencionados anteriormente e a vasta região anticiclónica, fazem da latitude em que Portugal continental se insere a localização perfeita para que uma massa de ar quente de origem subtropical ganhe terreno desde o Mediterrâneo e o Norte de África, propiciando-se uma <strong>subida gradual e ligeira, especialmente das temperaturas máximas</strong>, ao longo dos próximos dias em Portugal continental.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alfredo-graca-confirma-anticiclone-robusto-e-temperaturas-maximas-de-ate-27-c-no-halloween-e-dia-de-todos-os-santos-1793188195271.jpg" data-image="bibtohcut2e9"><figcaption>As temperaturas diurnas invulgarmente elevadas para a época outonal irão manter-se na reta final de outubro e pelo menos no primeiro dia de novembro.</figcaption></figure><p>Refira-se ainda que o <strong>fraco fluxo de leste</strong>, mais quente devido ao mecanismo de compressão e aquecimento adiabático das altas pressões, contribui para este panorama.</p><table><thead><tr><th>Capital Distrital</th><th>Temperatura Máxima Sábado, 31 de outubro</th><th>Temperatura Mínima Sábado, 31 de outubro</th><th>Temperatura Máxima Domingo, 1 de novembro</th><th>Temperatura Mínima Domingo, 1 de novembro</th></tr></thead><tbody><tr><td>Viana do Castelo</td><td>18 ºC</td><td>9 ºC</td><td>21 ºC</td><td>11 ºC</td></tr><tr><td>Braga</td><td>23 ºC</td><td>7 ºC</td><td>23 ºC</td><td>8 ºC</td></tr><tr><td>Porto</td><td>20 ºC</td><td>10 ºC</td><td>23 ºC</td><td>13 ºC</td></tr><tr><td>Bragança</td><td>20 ºC</td><td>6 ºC</td><td>19 ºC</td><td>6 ºC</td></tr><tr><td>Vila Real</td><td>21 ºC</td><td>9 ºC</td><td>20 ºC</td><td>7 ºC</td></tr><tr><td>Guarda</td><td>19 ºC</td><td>10 ºC</td><td>18 ºC</td><td>9 ºC</td></tr><tr><td>Coimbra</td><td>24 ºC</td><td>11 ºC</td><td>25 ºC</td><td>11 ºC</td></tr><tr><td>Leiria</td><td>25 ºC</td><td>8 ºC</td><td>26 ºC</td><td>9 ºC</td></tr><tr><td>Lisboa</td><td>26 ºC</td><td>14 ºC</td><td>25 ºC</td><td>13 ºC</td></tr><tr><td>Évora</td><td>25 ºC</td><td>10 ºC</td><td>24 ºC</td><td>10 ºC</td></tr><tr><td>Faro</td><td>23 ºC</td><td>14 ºC</td><td>23 ºC</td><td>14 ºC</td></tr><tr class="pie-tabla"><td colspan="5">Fonte: Mapas da Meteored (ECMWF).</td></tr></tbody></table><p>Não obstante, <strong>para o dia de Halloween prevê-se uma pequena descida, especialmente das temperaturas mínimas, e mais provável no Norte e Centro</strong>. </p><p>Este ligeiro arrefecimento será temporário uma vez que <strong>no Dia de Todos os Santos (domingo 1) é expectável uma nova subida das temperaturas máximas e mínimas</strong>, embora em várias cidades capitais distritais se dê a tendência contrária ou se mantenham.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alfredo-graca-confirma-anticiclone-robusto-e-temperaturas-maximas-de-ate-27-c-no-halloween-e-dia-de-todos-os-santos-1793188049082.jpg" data-image="hsdofhjkxk32"><figcaption>Em pleno mês de novembro preveem-se temperaturas até 6 ºC acima da média, um valor bastante significativo. As anomalias térmicas positivas abrangerão a totalidade de Portugal continental no dia 1 de novembro.</figcaption></figure><p>Acresce ainda que, em localidades como <strong>Coruche e Alcácer do Sal, situadas no centro-sul de Portugal continental, prevê-se que sejam registadas temperaturas máximas de 27 ºC</strong> no fim de semana das festividades do Halloween e de celebração de Todos os Santos, dedicado a honrar todos os santos e mártires e à homenagem de entes queridos falecidos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795462" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/frente-fria-afeta-os-acores-com-chuva-como-estara-o-tempo-nos-dois-arquipelagos-ate-domingo.html" title="Frente fria afeta os Açores com chuva: como estará o tempo nos dois arquipélagos até domingo?">Frente fria afeta os Açores com chuva: como estará o tempo nos dois arquipélagos até domingo?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/frente-fria-afeta-os-acores-com-chuva-como-estara-o-tempo-nos-dois-arquipelagos-ate-domingo.html" title="Frente fria afeta os Açores com chuva: como estará o tempo nos dois arquipélagos até domingo?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-afeta-os-acores-com-chuva-como-estara-o-tempo-nos-dois-arquipelagos-ate-domingo-1793127411938_320.jpg" alt="Frente fria afeta os Açores com chuva: como estará o tempo nos dois arquipélagos até domingo?"></a></article></aside><p>Este é um valor de temperatura especialmente significativo, tendo em conta o facto de o <strong>outono já estar bem avançado </strong>e continuarem a registar-se <strong>temperaturas mais quentes do que o normal e superiores à média </strong>climatológica de referência.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/alfredo-graca-confirma-anticiclone-robusto-e-temperaturas-maximas-de-ate-27-c-no-halloween-e-dia-de-todos-os-santos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Setembro de 2026 foi o setembro mais quente desde 1931 em Portugal continental]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/setembro-de-2026-foi-o-setembro-mais-quente-desde-1931-em-portugal-continental.html</link><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 11:15:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O mês de setembro de 2026, em Portugal continental, classificou-se, do ponto de vista climatológico, como um mês extremamente quente em relação à temperatura do ar e muito seco em relação à precipitação.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/setembro-de-2026-foi-o-setembro-mais-quente-desde-1931-em-portugal-continental-1793038000444.jpg" data-image="z1ge7wusqmxo" alt="Muito Calor" title="Muito Calor"><figcaption>Setembro de 2026 foi um mês extremamente quente e muito seco.</figcaption></figure><p>Em setembro, <strong>o estado do tempo em Portugal continental foi condicionado predominantemente por anticiclones,</strong> quer localizado nos Açores e estendendo-se em crista em direção à Europa, quer localizado no Golfo da Biscaia proporcionando a entrada de massas de ar quente e seco no continente.</p><p>Os aguaceiros fracos a moderados, por vezes acompanhados de trovoada, que se verificaram em alguns dias do mês, em especial no Norte e Centro, devem-se à ação de depressões com sistemas frontais fracos associados ou a vales depressionários que atingiram o território.</p><h2>Temperatura média muito acima dos valores normais para esta altura do ano</h2><p>De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, IPMA, em Portugal continental, no mês de setembro, o <strong>valor médio da temperatura média do ar, 23,41 °C, foi 2,90 °C superior ao valor da normal 1991-2020.</strong></p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Setembro de 2026 foi o setembro mais quente desde 1931.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O 2º mês de setembro mais quente registou-se em 2018, com um valor de temperatura média de 23,00 °C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/setembro-de-2026-foi-o-setembro-mais-quente-desde-1931-em-portugal-continental-1793038128866.jpg" data-image="u9fbdrqbnmmg" alt="Anomalias da temperatura" title="Anomalias da temperatura"><figcaption>Anomalias da temperatura média do ar no mês de setembro, em Portugal continental, em relação ao valor médio no período 1991-2020. Fonte: IPMA</figcaption></figure><p>O <strong>valor médio da temperatura máxima do ar</strong><strong>, 31,00 °C, foi 4,19 °C</strong> acima do valor médio no período 1991-2020. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A média da temperatura máxima do ar para setembro foi a mais alta desde 1931.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>No ano 2018 registou-se o 2º valor mais alto, 30.21°C. </p><p>O <strong>valor médio da temperatura mínima do ar, 15,81 °C, </strong>registou uma anomalia de 1,61°C superior ao valor normal, sendo o 4º valor mais alto desde 1931 e o mais alto desde 2000.O valor mais alto, 16,78 °C, registou-se em 1987.</p><p>No dia 03 registou-se o maior valor da temperatura máxima do ar, 44,3 °C, na estação de Alcochete e o mais alto da temperatura mínima, 28.0 °C, na estação de Portalegre, enquanto o menor valor da temperatura mínima do ar, 3,0 °C, ocorreu em Lamas de Moura, no dia 25.</p><p>Ao longo do mês destacaram-se três períodos muito ou extremamente quentes, de 3 a 7, 12 a 14 e 20 a 23 de setembro, em que a média das temperaturas máximas, mínimas e média diária estiveram sempre acima ou muito acima dos respetivos valores normais. </p><p>A média da temperatura máxima <strong>chegou mesmo a atingir uma anomalia de +10,8 °C</strong>, em relação ao valor normal, no dia 03.</p><div class="texto-destacado">No dia 03 de setembro, bateram-se recordes da temperatura máxima em 14 estações meteorológicas e igualou-se numa estação. Em relação à temperatura mínima mais alta foram registados novos extremos em 17 estações e igualados em duas. </div><p>Ocorreram dias extremamente quentes (temperatura máxima ≥ 40 °C) em 35% das estações meteorológicas do IPMA no dia 3 de setembro. A estação de Alvega registou 6 dias com valores acima de 40 °C e a estação de Reguengos 4 dias, 3 dos quais foram consecutivos. As noites tropicais (temperatura mínima ≥ 20 °C), em aproximadamente 40% das estações no dia 5, em mais de 50% das estações no dia 4 e em mais de 20% das estações no dia 29 de setembro.</p><p><strong>Registaram-se duas ondas de calor:</strong> a primeira de 2 a 7 setembro, localizada na região interior Norte; a segunda de 18 e 27 de setembro (com uma duração de 6 a 10 dias), em 72% das estações do IPMA, abrangendo grande parte do território continental.</p><h2>A precipitação em setembro foi muito inferior ao valor normal </h2><p>Após um agosto com precipitação muito superior à normal para esta altura do ano, seguiu-se um setembro seco, particularmente no Sul. </p><p>De acordo com o IPMA, o mês de setembro de 2026 registou um total de precipitação mensal de <strong>13,0 mm, com uma anomalia de</strong> <strong>-29,6 mm</strong>, muito inferior ao valor médio 1991-2020, correspondendo a 30% do valor normal. </p><p>Este setembro foi o 5º setembro mais seco desde 2000, sendo o mais seco o de 2017 com 2.0 mm.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/setembro-de-2026-foi-o-setembro-mais-quente-desde-1931-em-portugal-continental-1793039105550.jpg" data-image="jpiqbb5lkocp" alt="Anomalias da precipitação" title="Anomalias da precipitação"><figcaption>Anomalias da quantidade de precipitação, no mês de setembro, em Portugal continental, em relação ao valor médio no período 1991-2020 (Fonte: IPMA)</figcaption></figure><p>Apenas nos últimos dias do mês se verificou a ocorrência de períodos de chuva fraca a moderada, em especial nas regiões Norte e Centro.</p><div class="texto-destacado">Registaram-se valores de percentagem de precipitação inferiores a 50% em relação ao valor médio, em 85% das estações, e só na estação de Neves Corvo foi ultrapassado o valor médio mensal.</div><p>Em setembro, o valor mais elevado de percentagem de precipitação, em relação ao valor médio, verificou-se no <strong>concelho de Vinhais com 108%</strong> e o menor, no concelho de Lagoa, 0.4%.</p><p>O maior valor da quantidade de precipitação em 24 horas, <strong>53,2 mm, registou-se em Ponte de Lima, no dia 29</strong>, tendo ocorrido na mesma estação o maior valor mensal, 72,4 mm.</p><h2>Monitorização da Seca – Índice PDSI</h2><p>O valor da quantidade de precipitação acumulada no final do ano hidrológico 2025/2026 (1 de outubro de 2025 a 30 setembro de 2026), <strong>1097.2 mm, corresponde a 134% do valor de referência 1991-2020</strong>.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Este ano hidrológico corresponde ao 18º mais chuvoso desde 1931 e ao 2º mais chuvoso desde 2000, depois de 2001 com 1357.2 mm.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>No final do ano hidrológico 2025/2026, a precipitação acumulada apresenta valores superiores à média em quase todo o território continental, com <strong>totais acumulados entre 1,5 e 2 vezes o valor médio em alguns concelhos do interior Norte, em grande parte da região Centro e no Barlavento Algarvio</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="789408" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/depois-de-cinco-meses-consecutivos-secos-a-extremamente-secos-ipma-revela-que-agosto-foi-um-mes-muito-chuvoso.html" title="Depois de cinco meses consecutivos secos a extremamente secos, IPMA revela que agosto foi um mês muito chuvoso">Depois de cinco meses consecutivos secos a extremamente secos, IPMA revela que agosto foi um mês muito chuvoso</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/depois-de-cinco-meses-consecutivos-secos-a-extremamente-secos-ipma-revela-que-agosto-foi-um-mes-muito-chuvoso.html" title="Depois de cinco meses consecutivos secos a extremamente secos, IPMA revela que agosto foi um mês muito chuvoso"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/depois-de-cinco-meses-consecutivos-secos-a-extremamente-secos-ipma-revela-que-agosto-foi-um-mes-muito-chuvoso-1789756461618_320.jpg" alt="Depois de cinco meses consecutivos secos a extremamente secos, IPMA revela que agosto foi um mês muito chuvoso"></a></article></aside><p>No final de setembro de 2026 observa-se <strong>uma diminuição generalizada do teor de água no solo </strong>em Portugal continental.</p><p>De acordo com o Índice Meteorológico de Seca, PDSI, índice meteorológico de seca calculado pelo IPMA para monitorização da situação de seca, a 30 de setembro verifica-se um agravamento muito significativo da situação de seca meteorológica em Portugal continental, atendendo ao aumento da área afetada como à intensificação das classes de seca.</p><div class="texto-destacado">Em relação ao final de agosto, desapareceram praticamente as classes normais e de chuva existentes no Norte e Centro, sendo substituídas sobretudo por classes de seca fraca a moderada. No Sul ocorreu uma intensificação das condições de seca, com uma maior expressão das classes de seca moderada e severa, particularmente no interior.</div><p>A distribuição percentual por classes do índice PDSI no território continental, no final de setembro é a seguinte<strong>: 0.7% na classe normal; 38.6% na classe de seca fraca; 44.2% na classe de seca moderada; 16.5% na classe de seca severa</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/setembro-de-2026-foi-o-setembro-mais-quente-desde-1931-em-portugal-continental.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Abrantes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Até 28 ºC em Portugal continental: eis a evolução das temperaturas máximas na última semana de outubro]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-28-c-em-portugal-continental-eis-a-evolucao-das-temperaturas-maximas-na-ultima-semana-de-outubro.html</link><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 09:31:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>As temperaturas máximas em Portugal continental poderão alcançar os 28 ºC na última semana de outubro, registando-se um ambiente anómalo e atipicamente quente de Norte a Sul.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbrmv8u"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbrmv8u.jpg" id="xbrmv8u"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A última semana do mês de outubro ficará marcada por estabilidade atmosférica e por um fluxo de ar quente sobre Portugal continental, promovendo uma subida gradual e generalizada das temperaturas máximas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ate-28-c-em-portugal-continental-eis-a-evolucao-das-temperaturas-maximas-na-ultima-semana-de-outubro-1793136481432.jpg" data-image="ejjlnpycfyzu" alt="Previsão da temperatura do ar à superfície em Portugal Continental para quarta-feira, 28 de outubro, às 14:00" title="Previsão da temperatura do ar à superfície em Portugal Continental para quarta-feira, 28 de outubro, às 14:00"><figcaption>Previsão da temperatura do ar à superfície em Portugal Continental para quarta-feira, 28 de outubro, às 14:00. Fonte: Modelo ECMWF / Meteored</figcaption></figure><p><strong>Este calor anómalo trará valores acima da média climatológica para o final do outono, na ordem dos 4 ºC</strong>, com os termómetros a ultrapassarem frequentemente os 25 ºC em várias regiões e a atingirem picos de 28 ºC no Vale do Tejo e no Alentejo.</p><h2>Quarta-feira, 28 de outubro: início do aquecimento e máximas de 26 ºC no Sul</h2><p><strong>Esta quarta-feira, dia 28 de outubro, o aquecimento começará a fazer-se sentir com maior expressividade na metade Sul do território</strong>. Pelas 14:00, no Norte, Viana do Castelo registará 16 ºC e o Porto 18 ºC no litoral, enquanto Braga poderá alcançar os 21 ºC, Chaves, Bragança e Vinhais poderão registar 19 ºC, e Mirandela 21 ºC. </p><p>Na região Centro poderá registar-se 21 ºC na Covilhã, 22ºC em Castelo Branco e 24 ºC na Sertã. À medida que se avança para Sul, o ar quente mostrar-se-á mais vincado: <strong>Lisboa e Santarém poderão atingir 24 ºC</strong>. O pico térmico poderá ocorrer no Alentejo, onde <strong>Alcácer do Sal, Ferreira do Alentejo, Cuba, Mértola e Alcoutim poderão atingir os 26 ºC</strong>. No Algarve, Faro poderá registar 22 ºC e Monchique 23 ºC.</p><h2>Quinta-feira: subida generalizada e primeiros registos de 28 ºC</h2><p>Na quinta-feira, dia 29, preveem-se subidas térmicas em todo o território a partir das 15:00. Na região Norte poderá registar-se máximas de 24ºC em Amarante, 22ºC em Braga e Chaves, Porto 21ºC e Bragança 20 ºC. <strong>Na Região Centro, Coimbra poderá registar 24 ºC, Pombal 25 ºC, Viseu 23 ºC, a Sertã 25 ºC e Leiria 26 ºC</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ate-28-c-em-portugal-continental-eis-a-evolucao-das-temperaturas-maximas-na-ultima-semana-de-outubro-1793136731372.jpg" data-image="ljhhg3vbv3c4" alt="Previsão da temperatura do ar à superfície em Portugal Continental para quinta-feira, 29 de outubro, às 15:00" title="Previsão da temperatura do ar à superfície em Portugal Continental para quinta-feira, 29 de outubro, às 15:00"><figcaption>Previsão da temperatura do ar à superfície em Portugal Continental para quinta-feira, 29 de outubro, às 15:00. Fonte: Modelo ECMWF / Meteored</figcaption></figure><p>O vale do Tejo poderá atingir a fasquia dos 28 ºC esta semana. <strong>Localidades como Coruche, Alcácer do Sal e Grândola poderão registar máximas absolutas de 28 ºC.</strong> Mora, Ferreira do Alentejo, Mértola e Alcoutim deverão oscilar entre os 27 ºC e os 28 ºC. Santarém, Tomar, Abrantes, Beja e Serpa poderão atingir os 26 ºC, ao passo que Lisboa subirá aos 25 ºC e Faro aos 24 ºC. </p><h2>Sexta-feira, 30 de outubro: consolidação do pico de calor anómalo</h2><p>Na sexta-feira, dia 30 de outubro, o pico de calor anómalo consolidar-se-á. Pelas 15:00, os termómetros poderão manter-se elevados de Norte a Sul. No Norte, Braga pode alcançar os 22 ºC, Chaves 21 ºC e Porto 20 ºC. No Centro, Coimbra pode atingir os 23 ºC, Viseu 22 ºC e a Sertã 25 ºC. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ate-28-c-em-portugal-continental-eis-a-evolucao-das-temperaturas-maximas-na-ultima-semana-de-outubro-1793136577183.jpg" data-image="k2a9nqp5pa7b" alt="Previsão da temperatura do ar à superfície em Portugal Continental para sexta-feira, 30 de outubro, às 15:00" title="Previsão da temperatura do ar à superfície em Portugal Continental para sexta-feira, 30 de outubro, às 15:00"><figcaption>Previsão da temperatura do ar à superfície em Portugal Continental para sexta-feira, 30 de outubro, às 15:00, pico do calor anómalo com máximas até 28 ºC no Vale do Tejo e Alentejo. Fonte: Modelo ECMWF / Meteored</figcaption></figure><p><strong>No Alentejo, a estabilidade das massas de ar quentes garantirá a manutenção das máximas da semana</strong>: Coruche e Alcácer do Sal poderão voltar a registar 28 ºC, assim como Grândola, Mora, Ferreira do Alentejo, Mértola e Alcoutim os 27 ºC. No Algarve, Loulé poderá chegar aos 25 ºC e Faro aos 24 ºC.</p><h2>Sábado, 31 de outubro: ligeira redução no litoral mas calor persiste no interior</h2><p>No sábado, dia 31 de outubro, perspetiva-se uma ligeira descida no litoral norte e centro, enquanto o interior continuará com valores elevados.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p> <br><strong>Pelas 15:00, no Norte, prevê-se que Ponte de Lima, Guimarães e Amarante atinjam os 24 ºC, Braga 23 ºC e Chaves 22 ºC</strong>. Viseu e Coimbra podem registar 23 ºC e Mortágua 24 ºC. No Alentejo, o calor continuará notório, mantendo-se entre os 25ºC e os 27ºC, com temperaturas máximas mais elevadas de 27ºC em Coruche, Alcácer do Sal e Grândola.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795388" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-mensal-para-novembro-em-portugal-marta-godinho-antecipa-que-a-chuva-podera-voltar-a-ganhar-terreno.html" title="Previsão mensal para novembro em Portugal: Marta Godinho antecipa que a chuva poderá voltar a ganhar terreno">Previsão mensal para novembro em Portugal: Marta Godinho antecipa que a chuva poderá voltar a ganhar terreno</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-mensal-para-novembro-em-portugal-marta-godinho-antecipa-que-a-chuva-podera-voltar-a-ganhar-terreno.html" title="Previsão mensal para novembro em Portugal: Marta Godinho antecipa que a chuva poderá voltar a ganhar terreno"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-mensal-para-novembro-em-portugal-marta-godinho-antecipa-que-a-chuva-podera-voltar-a-ganhar-terreno-1793110890253_320.png" alt="Previsão mensal para novembro em Portugal: Marta Godinho antecipa que a chuva poderá voltar a ganhar terreno"></a></article></aside><p>No Algarve verifica-se uma descida das máximas, fixando-se 22ºC em Faro e 20ºC em Portimão. No balanço final, a persistência destas máximas atípicas configurará um encerramento de mês extraordinariamente quente e seco. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-28-c-em-portugal-continental-eis-a-evolucao-das-temperaturas-maximas-na-ultima-semana-de-outubro.html</guid><dc:creator><![CDATA[Pedro Carneiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Lesmas e caracóis: o regresso com a humidade e como proteger as sementeiras novas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/lesmas-e-caracois-o-regresso-com-a-humidade-e-como-proteger-as-sementeiras-novas.html</link><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 08:23:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Semeou um canteiro de alfaces e, três dias depois, não resta nada. Eles não chegaram agora de lado nenhum. Estavam ali enterrados o verão inteiro, à espera da primeira chuva a sério.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/lesmas-e-caracois-o-regresso-com-a-humidade-e-como-proteger-as-sementeiras-novas-1792778006705.png" data-image="xy4ai4jfxjyw"><figcaption>Buracos irregulares de bordos lisos, abertos pelo meio da folha, a assinatura que distingue lesmas de lagartas.</figcaption></figure><p><strong>Durante o verão parecem não existir. </strong>Passam semanas sem se ver um, e é fácil concluir que a horta se livrou deles.</p><p><strong>Depois chove,</strong> e numa única noite desaparecem as plântulas todas de um canteiro acabado de semear.</p><h2>Não desapareceram, estavam à espera</h2><p>O que explica este regresso em massa é um comportamento com nome próprio, e é o mesmo que lhes permite atravessar um verão português sem morrer de secura.</p><div class="texto-destacado"><br>Estivação-Estado de dormência que alguns animais adoptam para atravessar o verão, quando o calor e a secura tornam a vida à superfície impossível. É o equivalente estival da hibernação. As lesmas e os caracóis enterram-se, selam a abertura da concha ou retraem-se num muco endurecido, e esperam pela humidade.</div><p><strong>Basta uma chuvada decente</strong> e algumas noites amenas para toda essa população voltar a estar activa ao mesmo tempo. Não é uma invasão, é um regresso.</p><p>E apanha a horta no pior momento possível, porque é exactamente quando temos sementeiras acabadas de nascer, com folhas tenras e plantas tão pequenas que um só ataque as elimina por completo.</p><h2>Como saber se foram eles</h2><p><strong>Antes de agir, convém confirmar o culpado, porque os estragos confundem-se.</strong></p><p>Procure buracos irregulares, com bordos lisos e sem forma definida, começados muitas vezes pelo meio da folha. E procure rasto de muco, que brilha à luz rasante da manhã e é a assinatura que não falha.</p><p>Se houver buracos mas nenhum muco, e se encontrar pequenos excrementos escuros nas folhas, o responsável é provavelmente uma lagarta.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O rasto brilhante de manhã é a prova. Sem muco e com dejectos nas folhas, o problema é outro e a solução também.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><h2>O que resulta mesmo, e o que não</h2><p>Há muita coisa escrita sobre lesmas e nem tudo aguenta a prova do terreno. A tabela seguinte separa o que compensa do que é desperdício de tempo, com a eficácia que cada método tem na prática.</p><table><thead><tr><th scope="col"><p>Método</p></th><th scope="col"><p>Eficácia real</p></th><th scope="col"><p>Nota</p></th></tr></thead><tbody><tr><td><p>Apanha à mão, à noite</p></td><td><p>Muito alta</p></td><td><p>O mais eficaz de todos, e gratuito</p></td></tr><tr><td><p>Retirar abrigos junto aos canteiros</p></td><td><p>Alta</p></td><td><p>Age sobre a causa, não sobre o sintoma</p></td></tr><tr><td><p>Armadilhas de cerveja</p></td><td><p>Média</p></td><td><p>Apanham, mas também atraem de longe</p></td></tr><tr><td><p>Isco granulado autorizado</p></td><td><p>Alta</p></td><td><p>Seguir sempre a dose e o rótulo</p></td></tr><tr><td><p>Barreiras de cinza ou areia</p></td><td><p>Baixa</p></td><td><p>Deixam de funcionar assim que molham</p></td></tr><tr><td><p>Fita de cobre</p></td><td><p>Baixa a média</p></td><td><p>Resultados inconsistentes em canteiro aberto</p></td></tr><tr><td><p>Casca de ovo partida</p></td><td><p>Muito baixa</p></td><td><p>Não constitui barreira real</p></td></tr><tr class="pie-tabla"><td colspan="3">Eficácia prática dos métodos mais divulgados para controlo de lesmas e caracóis em horta familiar. A avaliação refere-se a condições de outono com solo húmido, em que a pressão é máxima, e qualquer método isolado rende menos do que a combinação de vários. Fonte: elaboração própria.</td></tr></tbody></table><p>Aquela linha das barreiras secas merece explicação, porque é das sugestões mais repetidas. <strong>Cinza, areia grossa e casca de ovo criam uma superfície desconfortável enquanto estão secas</strong>. Com o orvalho da noite ou a primeira chuva, deixam de ter qualquer efeito, e é precisamente nessas noites que a pressão é maior.</p><h2>Proteger as sementeiras, que é o que interessa</h2><p><strong>Uma planta adulta aguenta alguns buracos.</strong> Uma plântula de três dias não aguenta nada, por isso é aí que vale a pena concentrar o esforço.</p><p>Semeie em viveiro sempre que a cultura o permita e transplante já com algum porte, em vez de deixar as plântulas expostas durante semanas no canteiro.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="656751" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/o-que-pode-fazer-para-evitar-que-os-caracois-e-as-lesmas-devorem-a-sua-horta-agricultura.html" title="O que pode fazer para evitar que os caracóis e as lesmas devorem a sua horta?">O que pode fazer para evitar que os caracóis e as lesmas devorem a sua horta?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/o-que-pode-fazer-para-evitar-que-os-caracois-e-as-lesmas-devorem-a-sua-horta-agricultura.html" title="O que pode fazer para evitar que os caracóis e as lesmas devorem a sua horta?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/comment-faire-pour-eviter-d-avoir-les-limaces-qui-devorent-votre-potager-comment-s-en-debarrasser-1715864005612_320.jpeg" alt="O que pode fazer para evitar que os caracóis e as lesmas devorem a sua horta?"></a></article></aside><p><strong>Limpe uma faixa de meio metro à volta dos canteiros novos,</strong> retirando restos de vegetação, tábuas e vasos encostados ao chão, que são os abrigos onde passam o dia.</p><p>E regue de manhã em vez de ao fim da tarde. Um canteiro regado às seis da tarde está húmido e convidativo precisamente às horas em que eles saem.</p><h2>Duas ou três noites que resolvem o problema</h2><p>Fica para o fim o que mais resultado dá e que quase ninguém faz com método.</p><p><strong>Depois de uma chuvada, entre as nove e as onze da noite, saia com uma lanterna e percorra os canteiros.</strong> Vai encontrar quase toda a população à vista, porque é a essa hora que estão em actividade. Duas ou três noites seguidas chegam para reduzir drasticamente o problema durante semanas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/lesmas-e-caracois-o-regresso-com-a-humidade-e-como-proteger-as-sementeiras-novas-1792778091368.png" data-image="cev57toheg8s"><figcaption>Poucas lesmas chegam para desfazer uma planta em duas ou três noites húmidas.</figcaption></figure><p>Em zonas de outono muito húmido, como Ponte de Lima ou Braga, vale a pena repetir sempre que vier uma série de dias de chuva.</p><p><strong>E fica um aviso que contraria o instinto de limpeza. </strong>Não limpe tudo. Se arrasar todos os abrigos do terreno, também fica sem os predadores, que são os sapos, os ouriços, os escaravelhos do solo e os melros, e esses fazem o trabalho todas as noites sem que lhes peçam nada. Deixe um canto com pedras, folhada e vegetação por cortar, bem afastado dos canteiros de sementeira, e limpe a sério apenas a faixa imediatamente à volta das plantas novas.</p><p><strong>Nas próximas semanas, acompanhe a previsão da sua zona e repare em duas coisas: a chuva acumulada e as mínimas</strong>. Depois de uma chuvada seguida de noites entre os dez e os vinte graus, conte com eles e saia com a lanterna.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/lesmas-e-caracois-o-regresso-com-a-humidade-e-como-proteger-as-sementeiras-novas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rosa Moreira]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria afeta os Açores com chuva: como estará o tempo nos dois arquipélagos até domingo?]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/frente-fria-afeta-os-acores-com-chuva-como-estara-o-tempo-nos-dois-arquipelagos-ate-domingo.html</link><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 07:05:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma frente fria deverá influenciar o estado do tempo nos Açores, com períodos de chuva. Na Madeira, a precipitação deverá ser mais localizada. Conheça a evolução prevista pelo ECMWF até domingo.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbrm5na"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbrm5na.jpg" id="xbrm5na"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O estado do tempo nos dois arquipélagos portugueses deverá apresentar diferenças ao longo dos próximos dias. Segundo as projeções do modelo europeu (ECMWF), <strong>os Açores estarão sob a influência de uma frente fria</strong>, enquanto a Madeira deverá registar episódios de precipitação geralmente fraca e localizada.</p><p>Entre quarta-feira, 28 de outubro, e domingo, 1 de novembro, a evolução da circulação atmosférica no Atlântico poderá favorecer períodos de maior nebulosidade e chuva, embora com intensidade e distribuição distintas entre as ilhas.</p><h2>Açores: passagem de frente fria deverá marcar a evolução do estado do tempo</h2><p>A passagem de uma <strong>frente fria pelos Açores</strong> deverá constituir um dos principais acontecimentos meteorológicos entre quarta-feira, 28 de outubro, e quinta-feira, 29 de outubro. A influência deste sistema frontal poderá traduzir-se num aumento da nebulosidade e na ocorrência de períodos de precipitação, com efeitos distintos entre os grupos Ocidental, Central e Oriental.</p><h2>Chuva poderá apresentar diferenças importantes entre as ilhas açorianas</h2><p>Os mapas de precipitação acumulada do ECMWF evidenciam uma distribuição desigual da chuva no arquipélago.</p><p>Na previsão válida para <strong>sexta-feira, 30 de outubro, às 12h</strong>, os valores apresentados aproximam-se dos <strong>40 mm em Ponta Delgada</strong>, na ilha de São Miguel, e dos <strong>30 mm na Horta</strong>, no Faial. Em Angra do Heroísmo, na Terceira, os acumulados situam-se aproximadamente entre os <strong>25 e os 30 mm</strong>.</p><p>Estes valores representam a precipitação acumulada indicada pelo produto do modelo e não a quantidade de chuva prevista especificamente para sexta-feira.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-afeta-os-acores-com-chuva-como-estara-o-tempo-nos-dois-arquipelagos-ate-domingo-1793127411938.jpg" data-image="npg4tye6k2zp" alt="ECMWF aponta para diferenças na precipitação acumulada entre as ilhas dos Açores" title="ECMWF aponta para diferenças na precipitação acumulada entre as ilhas dos Açores"><figcaption>Na previsão válida para sexta-feira ao meio-dia, o modelo europeu apresenta acumulados próximos dos 40 mm em Ponta Delgada, de 30 mm na Horta e entre 25 e 30 mm em Angra do Heroísmo.</figcaption></figure><p>Os valores previstos mostram diferenças entre os setores do arquipélago, com <strong>Ponta Delgada a apresentar acumulados superiores aos identificados na Horta e em Angra do Heroísmo</strong>. Contudo, estes totais não correspondem necessariamente à precipitação provocada exclusivamente pela frente fria, uma vez que dependem do período de acumulação utilizado pelo modelo. A distribuição da chuva poderá ainda ser influenciada pela orientação das vertentes e pela exposição de cada ilha à circulação atmosférica.</p><h2>Fim de semana: Açores poderão continuar com períodos de chuva</h2><p>Durante sábado, 31 de outubro, e domingo, 1 de novembro, a previsão do ECMWF sugere a persistência de alguma instabilidade atmosférica, embora sem indicar chuva contínua em todo o arquipélago.</p><p>Nos mapas horários de domingo, surgem períodos com precipitação pouco expressiva em grande parte das ilhas, intercalados com áreas de chuva sobre o oceano.</p><p>Pelas <strong>18h de domingo</strong>, observa-se uma área de precipitação a oeste do arquipélago, cuja evolução deverá ser acompanhada nas atualizações seguintes.</p><p>Os mapas de precipitação acumulada válidos para domingo apresentam valores próximos dos <strong>45 a 50 mm em Ponta Delgada</strong>, enquanto na Horta se mantêm perto dos <strong>30 mm</strong> e em Angra do Heroísmo rondam os <strong>30 mm</strong>.</p><p>Importa salientar que estes números correspondem aos acumulados apresentados pelo modelo, não significando que essas quantidades de chuva caiam durante o fim de semana.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-afeta-os-acores-com-chuva-como-estara-o-tempo-nos-dois-arquipelagos-ate-domingo-1793127488491.jpg" data-image="ag35ovtl8lti" alt="Área de precipitação aproxima-se do setor ocidental dos Açores no domingo" title="Área de precipitação aproxima-se do setor ocidental dos Açores no domingo"><figcaption>ECMWF prevê área de precipitação a oeste dos Açores no domingo.</figcaption></figure><p>A área de precipitação representada a oeste dos Açores poderá estar associada a uma nova perturbação da circulação atlântica, embora os mapas de chuva, isoladamente, não permitam confirmar a sua natureza. A eventual aproximação desta área ao arquipélago dependerá da sua trajetória nas horas seguintes, pelo que <strong>não é possível garantir, nesta fase, que todas as ilhas sejam afetadas</strong>.</p><h2>Madeira: precipitação deverá concentrar-se sobretudo no norte e nas zonas montanhosas</h2><p>Na Madeira, o cenário previsto pelo ECMWF apresenta características diferentes das observadas nos Açores.</p><p>Durante <strong>quarta-feira, 28 de outubro</strong>, o modelo aponta para episódios de chuva fraca, sobretudo nas vertentes norte e em áreas montanhosas.</p><p>Pelas <strong>06h</strong>, a precipitação surge concentrada em parte do setor ocidental da ilha. Ao meio-dia, mantém-se a possibilidade de chuva em zonas do norte e do interior, enquanto o litoral sul apresenta condições comparativamente mais secas.</p><p>Ao final da tarde, pelas <strong>18h</strong>, a área de precipitação prevista torna-se mais extensa sobre o interior montanhoso, abrangendo parte da região entre Calheta e Santana.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-afeta-os-acores-com-chuva-como-estara-o-tempo-nos-dois-arquipelagos-ate-domingo-1793127540913.jpg" data-image="hfu6jt1i2oah" alt="Chuva fraca deverá atingir sobretudo as zonas montanhosas da Madeira" title="Chuva fraca deverá atingir sobretudo as zonas montanhosas da Madeira"><figcaption>O ECMWF prevê precipitação fraca em setores do interior da Madeira durante a tarde de quarta-feira, com menor expressão em várias localidades do litoral sul.</figcaption></figure><p>Esta distribuição poderá estar relacionada com a influência do relevo madeirense. A subida do ar húmido ao longo das vertentes favorece a condensação e a formação de nebulosidade, podendo originar precipitação em zonas montanhosas, mesmo quando as regiões costeiras permanecem relativamente secas.</p><h2>Quinta-feira: chuva poderá abranger mais zonas da Madeira</h2><p>Na <strong>quinta-feira, 29 de outubro</strong>, a previsão mantém a possibilidade de precipitação, embora com oscilações ao longo do dia.</p><p>Pelas <strong>06h</strong>, a chuva surge sobretudo em áreas próximas do norte e nordeste da ilha. Ao meio-dia, o ECMWF representa precipitação fraca sobre parte das regiões montanhosas, com valores localizados próximos de <strong>0,2 mm</strong>.</p><p>Durante a tarde, a área de precipitação poderá tornar-se mais abrangente. Pelas <strong>18h</strong>, o modelo apresenta valores próximos de <strong>1</strong><strong> mm em Santana</strong>, enquanto no <strong>Funchal</strong> a precipitação se situa perto dos <strong>0,2 mm</strong>, no intervalo horário representado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-afeta-os-acores-com-chuva-como-estara-o-tempo-nos-dois-arquipelagos-ate-domingo-1793127596742.jpg" data-image="kzcucalz6cn2" alt="Quinta-feira poderá trazer chuva a várias zonas da Madeira" title="Quinta-feira poderá trazer chuva a várias zonas da Madeira"><figcaption>O ECMWF prevê precipitação geralmente fraca durante a tarde de quinta-feira, com valores próximos de 1 mm em Santana e inferiores a 0,5 mm no Funchal.</figcaption></figure><p>O contraste entre Santana e o Funchal sugere uma distribuição desigual da precipitação, com maior expressão no setor norte da ilha durante a hora analisada. Esta diferença poderá estar relacionada com a exposição das vertentes ao fluxo de ar húmido, embora a intensidade da chuva possa variar ao longo do dia.</p><h2>Sexta-feira a domingo: Madeira poderá alternar períodos secos com chuva localizada</h2><p>Na <strong>sexta-feira, 30 de outubro</strong>, a previsão do ECMWF continua a apontar para precipitação pouco expressiva sobre grande parte da Madeira.</p><p>Pelas <strong>06h</strong>, surgem áreas de chuva sobre o oceano, a oeste da ilha, enquanto o território apresenta pouca precipitação. Ao meio-dia, a chuva aparece sobretudo em setores do norte e do interior montanhoso.</p><p>Já no <strong>domingo, 1 de novembro, pelas 18h</strong>, o modelo representa várias áreas de precipitação sobre o Atlântico, especialmente a sul e a leste da Madeira, enquanto sobre a ilha surgem apenas pequenos núcleos de chuva.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795388" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-mensal-para-novembro-em-portugal-marta-godinho-antecipa-que-a-chuva-podera-voltar-a-ganhar-terreno.html" title="Previsão mensal para novembro em Portugal: Marta Godinho antecipa que a chuva poderá voltar a ganhar terreno">Previsão mensal para novembro em Portugal: Marta Godinho antecipa que a chuva poderá voltar a ganhar terreno</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-mensal-para-novembro-em-portugal-marta-godinho-antecipa-que-a-chuva-podera-voltar-a-ganhar-terreno.html" title="Previsão mensal para novembro em Portugal: Marta Godinho antecipa que a chuva poderá voltar a ganhar terreno"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-mensal-para-novembro-em-portugal-marta-godinho-antecipa-que-a-chuva-podera-voltar-a-ganhar-terreno-1793110890253_320.png" alt="Previsão mensal para novembro em Portugal: Marta Godinho antecipa que a chuva poderá voltar a ganhar terreno"></a></article></aside><p>Este cenário sugere a possibilidade de períodos relativamente secos durante o fim de semana, embora não se excluam episódios de precipitação localizada.</p><p>A proximidade de áreas de chuva sobre o oceano justifica o acompanhamento das próximas atualizações do ECMWF, uma vez que pequenas alterações na circulação atmosférica poderão modificar a distribuição da precipitação.</p><h2>Dois arquipélagos, cenários meteorológicos distintos</h2><p>Entre quarta-feira e domingo, <strong>os Açores deverão apresentar maior influência da circulação frontal atlântica</strong>, com destaque para a frente fria e para os períodos de precipitação associados.</p><p>Na Madeira, a chuva deverá ser geralmente mais fraca e localizada, sobretudo nas vertentes norte e nas regiões montanhosas, com períodos relativamente secos noutras zonas da ilha.</p><p>Como se trata de uma previsão a vários dias, a localização e a intensidade da precipitação poderão sofrer alterações.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/frente-fria-afeta-os-acores-com-chuva-como-estara-o-tempo-nos-dois-arquipelagos-ate-domingo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Afonso Lopes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O oceano Pacífico está a ficar mais azul durante o El Niño e a NASA explica o porquê]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/oceano-pacifico-esta-ficando-mais-azul-durante-o-el-nino-e-a-nasa-explica-o-porque.html</link><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 06:01:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O Oceano Pacífico está a mudar de cor e a NASA consegue observar isso do espaço. À medida que o El Niño se fortalece, vastas extensões de água tornam-se mais azuis, revelando alterações na vida marinha que podem ter efeitos em toda a cadeia alimentar oceânica.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/pacific-ocean-is-turning-bluer-during-el-nino-and-nasa-explains-why-1792604361845.jpg" data-image="cijk9bbgq15i"><figcaption>Satélites da NASA revelam que o Oceano Pacífico está a ficar mais azul, à medida que um forte El Niño perturba a vida marinha e as cadeias alimentares oceânicas.</figcaption></figure><p>Satélites da NASA estão a detetar uma <strong>mudança incomum no Oceano Pacífico</strong>: grandes<strong> extensões de água perto da linha do equador</strong> estão a <strong>ficar visivelmente mais azuis</strong>.</p><p>Essa <strong>alteração está ligada ao intenso fenómeno El Niño </strong>que ocorre em 2026 e, segundo cientistas, revela algo importante sobre o que está a acontecer com a vida marinha abaixo da superfície.</p><p>A mudança não é causada por poluição nem pela presença de uma nova substância na água. Na verdade, ela <strong>reflete um declínio nos microrganismos que formam a base da cadeia alimentar marinha</strong>. E, embora a diferença na cor possa parecer subtil, as suas implicações podem afetar as populações de peixes, a pesca comercial e a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.</p><h2>Porque é que o El Niño está a deixar o Oceano Pacífico mais azul?</h2><p>A explicação começa com o fitoplâncton, organismos microscópicos que vivem perto da superfície do oceano e utilizam a luz solar para produzir energia. Estes organismos contêm pigmentos que podem conferir às águas oceânicas tons esverdeados ou acastanhados. <strong>Quando o fitoplâncton se torna menos abundante, a água geralmente apresenta uma coloração mais azulada</strong>.</p><p>Então, o que o El Niño tem a ver com isto? Em condições normais, os ventos alísios ajudam a trazer águas frias e ricas em nutrientes, provenientes de camadas mais profundas do Pacífico, em direção à superfície — um processo conhecido como ressurgência. Estes nutrientes são essenciais para o crescimento do fitoplâncton.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Durante o El Niño, os ventos alísios enfraquecem e a água quente espalha-se em direção a leste, reduzindo a oferta de nutrientes que chegam à superfície. Com menos alimento disponível, as populações de fitoplâncton diminuem.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O satélite PACE, da NASA, lançado em 2024, está a capturar essas mudanças com um nível de detalhe notável. O seu instrumento de cor do oceano (<em>Ocean Color Instrument</em>) mede centenas de comprimentos de onda da luz, permitindo que os cientistas detetem <strong>variações subtis na cor do oceano</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/pacific-ocean-is-turning-bluer-during-el-nino-and-nasa-explains-why-1792604415574.jpg" data-image="zeh2pdy6drcp"><figcaption>Esta visualização compara a temperatura da superfície do mar, a cor do oceano e as anomalias na altura da superfície do mar durante os mesmos meses em 2025 e 2026, destacando sinais importantes do El Niño em cada conjunto de dados. Crédito: NASA.</figcaption></figure><p>Ao comparar observações por satélite de 2025 e 2026, os investigadores constataram que as águas esverdeadas ao longo da linha do equador têm diminuído, enquanto as águas mais azuladas se expandem.</p><h2>NASA deteta mudanças drásticas nas temperaturas dos oceanos e nos níveis do mar</h2><p>A mudança de cor é apenas um dos vários sinais de quão intenso o El Niño de 2026 se tornou. Segundo um relatório da NASA de 15 de outubro, a NOAA estimou em 83% a probabilidade de que o fenómeno atual se torne o El Niño mais forte desde 1950.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Satélites da NASA detetaram, pela primeira vez, sinais do fenómeno em formação em janeiro, quando um grande pulso de água quente — conhecido como onda de Kelvin — surgiu próximo à Micronésia, no Pacífico ocidental.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>No início de abril, essa água quente já tinha chegado ao Pacífico oriental, contribuindo para a elevação das temperaturas da superfície do mar e dos níveis oceânicos. A NASA relata que <strong>os níveis do mar subiram aproximadamente 30 a 40 centímetros em algumas áreas do Pacífico</strong>, enquanto, nas proximidades da Indonésia e do norte da Austrália, as águas recuaram cerca de 15 a 20 centímetros abaixo do nível normal.</p><p>Paralelamente, as<strong> temperaturas da superfície do mar no Pacífico oriental estão cerca de 1,7°C acima da média de longo prazo</strong>. Estas alterações estão a ser monitorizadas pelos satélites Sentinel-6, da NASA, que medem a altura da superfície do mar em todo o oceano global a cada 10 dias. As observações oferecem aos cientistas uma compreensão mais clara de como o fenómeno El Niño redistribui quantidades imensas de calor e água pelo Pacífico.</p><h2>O que isto significa para a vida marinha e o clima global?</h2><p>Um oceano mais azul pode parecer bonito visto do espaço, mas pode ser um sinal de <strong>declínio na produtividade biológica</strong>. O fitoplâncton constitui a base da teia alimentar marinha. Pequenos animais marinhos alimentam-se dele; os peixes dependem desses animais, e predadores maiores, por sua vez, dependem dos peixes.</p><div class="texto-destacado">Quando o fitoplâncton se torna menos abundante, a disponibilidade de alimento pode sofrer alterações em todo o ecossistema, o que pode levar peixes e outras espécies marinhas a deslocarem-se em direção a águas mais produtivas.</div><p>Os efeitos deste <strong>poderoso El Niño</strong> estendem-se, também, muito além dos ecossistemas marinhos. As águas do Pacífico tropical, excecionalmente quentes, influenciam a circulação atmosférica e podem <strong>deslocar a corrente de jato, afetando os padrões de precipitação e temperatura em redor do mundo</strong>.</p><p>Nos Estados Unidos os invernos sob a influência do El Niño frequentemente favorecem condições mais húmidas na faixa sul do país — incluindo a Califórnia, a Costa do Golfo e o Sudeste —, enquanto as regiões a norte tendem a registar temperaturas mais amenas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/super-el-nino-nova-previsao-confirma-pico-excepcional-de-3-5-c.html" title="Super El Niño: nova previsão confirma pico excecional de 3,5°C">Super El Niño: nova previsão confirma pico excecional de 3,5°C</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/super-el-nino-nova-previsao-confirma-pico-excepcional-de-3-5-c.html" title="Super El Niño: nova previsão confirma pico excecional de 3,5°C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/super-el-nino-nova-previsao-confirma-pico-excepcional-de-3-5-c-1792441726865_320.png" alt="Super El Niño: nova previsão confirma pico excecional de 3,5°C"></a></article></aside><p>No entanto, essas são tendências sazonais, e não garantias para tempestades específicas. Para os cientistas da NASA a mudança na coloração do Oceano Pacífico oferece mais uma forma de <strong>acompanhar a evolução desse fenómeno histórico</strong>.</p><p>À medida que o El Niño prossegue, observações via satélite ajudarão a revelar como os ecossistemas marinhos reagem e se as populações de fitoplâncton se recuperam quando as condições oceânicas regressam à normalidade.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referências da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="McNamee%2C%20E." data-year="October%2015%2C%202026" data-title="NASA%20Satellites%20Observe%20Historic%202026%20El%20Ni%C3%B1o" data-url="https%3A%2F%2Fscience.nasa.gov%2Fearth%2Fnasa-satellites-observe-historic-2026-el-nino%2F">McNamee, E.. (October 15, 2026). <a href="https://science.nasa.gov/earth/nasa-satellites-observe-historic-2026-el-nino/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">NASA Satellites Observe Historic 2026 El Niño</a>.</cite><br><cite data-author="Myers%2C%20A." data-year="October%2020%2C%202026" data-title="NASA%20satellites%20reveal%20striking%20ocean%20color%20change%20as%20Super%20El%20Ni%C3%B1o%20strengthens" data-url="https%3A%2F%2Fwww.foxweather.com%2Fearth-space%2Fnasa-satellites-striking-ocean-color-change-super-el-nino">Myers, A.. (October 20, 2026). <a href="https://www.foxweather.com/earth-space/nasa-satellites-striking-ocean-color-change-super-el-nino" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">NASA satellites reveal striking ocean color change as Super El Niño strengthens</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/oceano-pacifico-esta-ficando-mais-azul-durante-o-el-nino-e-a-nasa-explica-o-porque.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Previsão mensal para novembro em Portugal: Marta Godinho antecipa que a chuva poderá voltar a ganhar terreno]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-mensal-para-novembro-em-portugal-marta-godinho-antecipa-que-a-chuva-podera-voltar-a-ganhar-terreno.html</link><pubDate>Tue, 27 Oct 2026 15:05:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Novembro poderá arrancar com temperaturas amenas e pouca chuva em Portugal continental. As tendências do ECMWF apontam para um mês globalmente mais quente do que o normal, enquanto a precipitação poderá ganhar terreno durante a segunda semana e novamente na reta final.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-mensal-para-novembro-em-portugal-marta-godinho-antecipa-que-a-chuva-podera-voltar-a-ganhar-terreno-1793106602990.jpg" data-image="40wcrnz0e9jf" alt="Novembro" title="Novembro"><figcaption>Novembro poderá ser marcado por oscilações na precipitação, alternando períodos mais secos com semanas potencialmente mais chuvosas. Já nas temperaturas, o sinal é mais consistente: o mês poderá ser globalmente mais quente do que o habitual em Portugal.</figcaption></figure><p><strong>Novembro poderá começar com temperaturas bastante amenas e pouca chuva</strong> em Portugal continental, mas a tendência poderá mudar à medida que avançamos no mês. As previsões sub-sazonais do ECMWF apontam para <strong>temperaturas persistentemente acima da média, enquanto a precipitação deverá apresentar uma evolução mais irregular</strong>, com períodos potencialmente mais chuvosos.</p><h2>Novembro arranca seco e com temperaturas acima do normal</h2><p>O primeiro dia de novembro deverá apresentar condições predominantemente estáveis e secas em Portugal continental. As temperaturas máximas serão bastante amenas para a época, ultrapassando os <strong>20 ºC na maioria das capitais de distrito</strong>, com a Guarda entre as poucas exceções.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-mensal-para-novembro-em-portugal-marta-godinho-antecipa-que-a-chuva-podera-voltar-a-ganhar-terreno-1793105138703.jpg" data-image="zghn01v4ul27" alt="Temperatura" title="Temperatura"><figcaption>Novembro poderá arrancar com ambiente bastante ameno: a maioria das capitais de distrito deverá superar os 20 ºC, com alguns locais do Centro a aproximarem-se dos 27 ºC.</figcaption></figure><p>Coimbra poderá chegar aos 25 ºC, Santarém aos 26 ºC, enquanto no interior Centro algumas localidades poderão aproximar-se dos <strong>27 ºC</strong>. Mesmo no litoral Norte, cidades como Porto e Braga poderão alcançar cerca de 23 ºC.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>A <strong>circulação de leste terá um papel importante neste cenário</strong>. Ao contrário do habitual fluxo marítimo, os ventos provenientes do interior da Península Ibérica deverão limitar a influência moderadora do Atlântico, permitindo temperaturas elevadas também ao longo do litoral ocidental.</p><h2>De 2 a 9 de novembro: ainda pouca chuva e temperaturas amenas</h2><p>A partir do dia 2, a distância temporal já não permite analisar o estado do tempo com o mesmo detalhe através dos mapas sinópticos. É, por isso, necessário recorrer às previsões sub-sazonais e às anomalias semanais.</p><p>Entre <strong>2 e 9 de novembro</strong>, grande parte de Portugal surge sem um sinal estatisticamente significativo na precipitação. Contudo, no Norte e em algumas zonas do Centro mantém-se uma anomalia negativa, sugerindo que poderá chover <strong>menos do que seria habitual nesta altura do ano</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-mensal-para-novembro-em-portugal-marta-godinho-antecipa-que-a-chuva-podera-voltar-a-ganhar-terreno-1793105296948.jpg" data-image="nvyjjpmz8i53" alt="Anomalia da Precipitação" title="Anomalia da Precipitação"><figcaption>A primeira semana completa de novembro poderá continuar mais seca do que o habitual no Norte e em parte do Centro, enquanto noutras regiões não existe um sinal estatisticamente significativo.</figcaption></figure><p>Nas temperaturas, o sinal é mais claro. A média semanal poderá situar-se aproximadamente <strong>1 a 3 ºC acima dos valores climatológicos</strong> em algumas regiões.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-mensal-para-novembro-em-portugal-marta-godinho-antecipa-que-a-chuva-podera-voltar-a-ganhar-terreno-1793105336853.jpg" data-image="fsjuman1hmvp" alt="Anomalia da Temperatura" title="Anomalia da Temperatura"><figcaption>As temperaturas médias deverão permanecer acima do normal entre 2 e 9 de novembro, com anomalias positivas que poderão rondar 1 a 3 ºC em algumas regiões.</figcaption></figure><p>Isto não significa, contudo, que todos os dias ou todas as horas serão mais quentes. Uma anomalia semanal representa a média de todo o período e não exclui dias mais frescos ou noites com temperaturas próximas ou mesmo abaixo do normal.</p><h2>Entre 9 e 16: a chuva poderá finalmente ganhar terreno</h2><p>A segunda semana completa de novembro apresenta uma mudança interessante. O ECMWF começa a mostrar uma <strong>anomalia positiva de precipitação</strong> em Portugal, sobretudo nas regiões do Norte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-mensal-para-novembro-em-portugal-marta-godinho-antecipa-que-a-chuva-podera-voltar-a-ganhar-terreno-1793105399211.jpg" data-image="iii5dv8bsrbb" alt="Anomalia da Precipitação" title="Anomalia da Precipitação"><figcaption>A chuva poderá ganhar terreno na segunda semana do mês, com o Norte a apresentar um sinal de precipitação acima do normal e desvios localmente próximos dos +30 mm.</figcaption></figure><p>Localmente, os acumulados semanais poderão ficar até cerca de <strong>30 mm acima da média climatológica</strong>, sugerindo uma semana potencialmente mais chuvosa.Apesar desta possível alteração do padrão atmosférico, as temperaturas deverão continuar, em média, acima do normal.</p><h2>Segunda quinzena: mais incerteza, mas o sinal quente persiste</h2><p>Entre <strong>16 e 23 de novembro</strong>, grande parte de Portugal continental aparece praticamente sem uma anomalia de precipitação. Isto não significa ausência de chuva, indica simplesmente que o ensemble do ECMWF não apresenta, neste momento, um desvio suficientemente robusto relativamente à climatologia sub-sazonal.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-mensal-para-novembro-em-portugal-marta-godinho-antecipa-que-a-chuva-podera-voltar-a-ganhar-terreno-1793105741235.jpg" data-image="n2ifedt0vayb" alt="Anomalia da precipitação" title="Anomalia da precipitação"><figcaption>Entre 16 e 23 de novembro, grande parte de Portugal surge sem uma anomalia de precipitação estatisticamente significativa, indicando que, por enquanto, não existe um sinal robusto de um período mais seco ou mais chuvoso do que o habitual.</figcaption></figure><p>Já na última semana de novembro, o sinal poderá voltar a mudar. As projeções apontam novamente para <strong>anomalias positivas de precipitação</strong>, abrindo a possibilidade de um final de mês mais chuvoso do que o habitual.</p><p>Na temperatura, a evolução prevista é bastante mais consistente. As anomalias positivas poderão manter-se praticamente <strong>até ao final de novembro</strong>, sugerindo um mês globalmente mais quente do que a média.</p><p>Naturalmente, a incerteza aumenta significativamente à medida que avançamos no calendário. Estas previsões permitem identificar tendências, mas não determinar, com várias semanas de antecedência, os dias exatos em que choverá ou as temperaturas que serão registadas.</p><h2>Novembro em resumo: mais quente e com a chuva a oscilar</h2><p>Se as atuais tendências do ECMWF se confirmarem, <strong>novembro poderá ser globalmente mais quente do que o normal em Portugal continental</strong>, com um sinal térmico positivo relativamente persistente ao longo das quatro semanas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795377" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/a-previsao-do-tempo-para-o-halloween-e-o-dia-de-todos-os-santos-o-que-esperar-no-feriado-em-portugal.html" title="A previsão do tempo para o Halloween e o Dia de Todos os Santos: o que esperar no feriado em Portugal">A previsão do tempo para o Halloween e o Dia de Todos os Santos: o que esperar no feriado em Portugal</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/a-previsao-do-tempo-para-o-halloween-e-o-dia-de-todos-os-santos-o-que-esperar-no-feriado-em-portugal.html" title="A previsão do tempo para o Halloween e o Dia de Todos os Santos: o que esperar no feriado em Portugal"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/a-previsao-do-tempo-para-o-halloween-e-o-dia-de-todos-os-santos-o-que-esperar-no-feriado-em-portugal-1793103061606_320.jpg" alt="A previsão do tempo para o Halloween e o Dia de Todos os Santos: o que esperar no feriado em Portugal"></a></article></aside><p>A precipitação apresenta uma evolução bem menos linear. <strong>Um</strong> <strong>início do mês potencialmente mais seco, aumento da chuva entre 9 e 16</strong>, ausência de um sinal claro na semana seguinte e nova possibilidade de precipitação acima da média na reta final de novembro.</p><p>Será, por isso, um mês em que as temperaturas parecem apresentar o sinal mais consistente, enquanto a distribuição da chuva continuará a exigir atenção às <strong>próximas atualizações dos modelos</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-mensal-para-novembro-em-portugal-marta-godinho-antecipa-que-a-chuva-podera-voltar-a-ganhar-terreno.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Oeiras Experimenta abre a investigação agrícola à comunidade para enfrentar a seca e o calor]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/oeiras-experimenta-abre-a-investigacao-agricola-a-comunidade-para-enfrentar-a-seca-e-o-calor.html</link><pubDate>Tue, 27 Oct 2026 14:16:40 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Na Quinta de Cima do Marquês de Pombal, voluntários semeiam, acompanham o crescimento das plantas e recolhem amostras usadas em estudos sobre a resistência das culturas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/oeiras-experimenta-abre-a-investigacao-agricola-a-comunidade-para-enfrentar-a-seca-e-o-calor-1793106941263.jpg" data-image="snvadb65skk0" alt="Voluntários e investigadores testam culturas resistentes à seca" title="Voluntários e investigadores testam culturas resistentes à seca"><figcaption>O Oeiras Experimenta mobiliza voluntários no campo para investigar a resistência da produção agrícola às alterações climáticas. Foto: Município de Oeiras</figcaption><superhuman-go-underlines data-grammarly-shadow-root="true" class="dnXmp"></superhuman-go-underlines></figure><p>A manhã começa entre parcelas experimentais na <strong>Quinta de Cima do Marquês de Pombal</strong>, em Oeiras. Há sementeiras para acompanhar, equipamentos para verificar e amostras para recolher. </p><p>Enquanto alguns participantes observam o desenvolvimento das <strong>plantas</strong>, outros ajudam na manutenção dos ensaios ou no registo de dados. Parte do trabalho prossegue, mais tarde, em <strong>laboratório</strong>, onde grãos e outras <strong>amostras</strong> são separados, analisados e catalogados.</p><p>A atividade faz parte do <strong>Oeiras Experimenta</strong>, um laboratório vivo criado em 2024 pelo Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier da Universidade NOVA de Lisboa (ITQB NOVA) e pelo Município de Oeiras, no âmbito do programa <strong>Ciência + Cidadã</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/oeiras-experimenta-abre-a-investigacao-agricola-a-comunidade-para-enfrentar-a-seca-e-o-calor-1793107086678.jpg" data-image="ec3cp0uv9c5n" alt="vista aérea de campo agrícola" title="vista aérea de campo agrícola"><figcaption>A Quinta de Cima do Marquês de Pombal, em Oeiras, acolhe cinco laboratórios vivos de investigação do ITQB NOVA. Foto: Município de Oeiras</figcaption><superhuman-go-underlines data-grammarly-shadow-root="true" class="dnXmp"></superhuman-go-underlines></figure><p>O intuito é responder a alguns dos <strong>desafios mais relevantes para a agricultura</strong> portuguesa. Quais culturas resistem melhor à escassez de água? Como reduzir o impacto das doenças nas plantas? Será possível produzir alimentos utilizando menos recursos? Para <strong>encontrar respostas</strong>, <strong>investigadores e cidadãos</strong> trabalham lado a lado nos campos experimentais da quinta.</p><h2>Cinco laboratórios, um objetivo comum</h2><p>Instalado na Quinta de Cima, o projeto reúne cinco laboratórios do ITQB NOVA e <strong>15 investigadores</strong>. Embora estudem culturas e problemas distintos, todas as equipas desenvolvem conhecimento que ajuda a agricultura a adaptar-se às <strong>alterações climáticas</strong> e a tornar-se mais sustentável.</p><p>Uma das linhas de investigação centra-se na identificação de culturas mais resilientes à seca e ao calor. O Laboratório de Ecofisiologia e Metabolismo de Plantas (PEML) estuda cereais e espécies alternativas, como o <strong>sorgo</strong>, o <strong>milheto</strong>, a <strong>quinoa</strong> e <strong>variedades antigas de trigo</strong>, visando compreender quais apresentam melhor desempenho sob estresse hídrico.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/oeiras-experimenta-abre-a-investigacao-agricola-a-comunidade-para-enfrentar-a-seca-e-o-calor-1793108425837.jpg" data-image="3mf5n74250h7" alt="Oeiras Experimenta" title="Oeiras Experimenta"><figcaption>Oeiras Experimenta promove diferentes iniciativas, desde workshops até visitas abertas a escolas e comunidades. Fotos: ITQB Nova</figcaption><superhuman-go-underlines data-grammarly-shadow-root="true" class="dnXmp"></superhuman-go-underlines></figure><p>A mesma preocupação orienta o trabalho do Laboratório de Genética e Genómica das Características Complexas de Plantas (PlantX), que investiga leguminosas como o <strong>chícharo</strong>, o <strong>tremoço</strong> e o <strong>feijão</strong>. Os investigadores procuram identificar as características que permitem a estas plantas desenvolver-se com menor disponibilidade de água.</p><p>Outra equipa acompanha diferentes <strong>variedades de arroz</strong> cultivadas em condições distintas. O Laboratório de Regulação do Proteoma em Plantas (PRP) pretende investigar se é possível <strong>reduzir o consumo de água</strong> associado a esta cultura sem comprometer a produtividade, uma questão particularmente relevante num país sujeito a períodos recorrentes de seca.</p><h2>Novas equipas ampliam o campo de investigação</h2><p>O projeto alargou este ano a sua atividade com a integração de <strong>duas novas equipas</strong>, reforçando a diversidade de temas estudados. O Laboratório de Genómica Funcional de Plantas (GPlants) dedica-se à <strong>resistência da pereira-rocha ao fogo bacteriano</strong>, uma doença que representa uma ameaça para uma das variedades de fruta mais emblemáticas do país. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O objetivo é contribuir para soluções que reduzam a dependência de tratamentos químicos e aumentem a resiliência das culturas.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Já o Laboratório de Micologia Ambiental e Aplicada (AEM) explora estratégias sustentáveis para prevenir <strong>doenças agrícolas</strong> e investiga formas de <strong>valorizar resíduos</strong> da produção de tomate.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="761449" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/portugueses-lideram-projeto-para-recuperar-a-tradicao-e-fortalecer-a-agricultura-mediterranica.html" title="Portugueses lideram projeto para recuperar a tradição e fortalecer a agricultura mediterrânica">Portugueses lideram projeto para recuperar a tradição e fortalecer a agricultura mediterrânica</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/portugueses-lideram-projeto-para-recuperar-a-tradicao-e-fortalecer-a-agricultura-mediterranica.html" title="Portugueses lideram projeto para recuperar a tradição e fortalecer a agricultura mediterrânica"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/portugueses-lideram-projeto-para-recuperar-a-tradicao-e-fortalecer-a-agricultura-mediterranica-1774882019413_320.jpg" alt="Portugueses lideram projeto para recuperar a tradição e fortalecer a agricultura mediterrânica"></a></article></aside><p>Em conjunto, estas linhas de investigação abordam desafios que vão da <strong>gestão da água </strong>à <strong>proteção fitossanitária</strong>, passando pela valorização de subprodutos agrícolas. Os resultados poderão contribuir para identificar as variedades mais resistentes e as práticas de baixo impacto ambiental.</p><h2>Os cidadãos entram no processo científico</h2><p>A <strong>participação da comunidade</strong> é um dos elementos distintivos do Oeiras Experimenta. Os voluntários não assumem apenas um papel de observadores. Colaboram diretamente em várias fases dos trabalhos de investigação, sempre com o acompanhamento das equipas científicas.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>As tarefas incluem sementeiras, acompanhamento das culturas, registo de observações, comparação de condições ambientais e apoio nas colheitas. Os participantes podem ainda colaborar no processamento de amostras e na utilização de equipamentos instalados para monitorizar o desenvolvimento das plantas.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Esta colaboração reforça a capacidade de recolha de dados no terreno e permite acompanhar os ensaios de forma mais próxima e contínua. Ao mesmo tempo, oferece aos participantes uma <strong>experiência direta com os métodos</strong>, as questões e os desafios que fazem parte da <strong>investigação científica</strong>. </p><p>O envolvimento dos voluntários estende-se também à preparação de <strong>materiais pedagógicos</strong>, receitas sustentáveis e iniciativas dirigidas à comunidade.</p><h2>Como participar no Oeiras Experimenta</h2><p>A participação está aberta a qualquer pessoa interessada, sem necessidade de formação científica prévia. Os interessados podem preencher o formulário disponibilizado pelo ITQB NOVA para integrar a <strong>bolsa de voluntários</strong> e serem contactados para futuras atividades.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Além de um espaço de investigação, a Quinta de Cima tornou-se um local de encontro entre ciência e sociedade. É ali que se testam novas culturas, se recolhem dados e se procuram soluções para uma agricultura mais resiliente.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>À medida que as secas e as temperaturas extremas se tornam mais frequentes, a adaptação da produção alimentar depende tanto do conhecimento científico como da capacidade de o partilhar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/oeiras-experimenta-abre-a-investigacao-agricola-a-comunidade-para-enfrentar-a-seca-e-o-calor-1793108508604.jpg" data-image="dpe7ab49g8ft" alt="Oeiras Experimenta" title="Oeiras Experimenta"><figcaption>O Oeiras Experimenta convida escolas e associações a colaborar em projetos de investigação no terreno. Foto: Município de Oeiras</figcaption><superhuman-go-underlines data-grammarly-shadow-root="true" class="dnXmp"></superhuman-go-underlines></figure><p>No Oeiras Experimenta, investigadores e cidadãos contribuem para esse objetivo comum, transformando os campos experimentais num <strong>laboratório aberto</strong> onde se procuram <strong>respostas aos desafios agrícolas</strong> das próximas décadas.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referências da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Munic%C3%ADpio%20de%20Oeiras" data-year="" data-title="Experimenta%20Oeiras%20continua%20a%20crescer" data-url="https%3A%2F%2Fwww.oeiras.pt%2F-%2Foeiras-experimenta-continua-a-crescer">Município de Oeiras. <a href="https://www.oeiras.pt/-/oeiras-experimenta-continua-a-crescer" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Experimenta Oeiras continua a crescer</a>.</cite><br><cite data-author="Fa%C3%A7a%20a%20sua%20inscri%C3%A7%C3%A3o%20para%20participar%20no%20projeto%20Oeiras%20Experimenta%20como%20cientista%20cidad%C3%A3o" data-year="" data-title="Carregue%20no%20link%20para%20aceder%20ao%20formul%C3%A1rio%20disponibilizado%20pelo%20ITQB%20NOVA" data-url="https%3A%2F%2Fforms.cloud.microsoft%2Fpages%2Fresponsepage.aspx%3Fid%3DxxrWPlh2IEKKanW_Wn_iVYMzqCZKospGj34o3mLXATBUQU5GTTFJQ1VJMlRPQ1RBTjI5RThNRDJSRy4u%26route%3Dshorturl">Faça a sua inscrição para participar no projeto Oeiras Experimenta como cientista cidadão. <a href="https://forms.cloud.microsoft/pages/responsepage.aspx?id=xxrWPlh2IEKKanW_Wn_iVYMzqCZKospGj34o3mLXATBUQU5GTTFJQ1VJMlRPQ1RBTjI5RThNRDJSRy4u&route=shorturl" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Carregue no link para aceder ao formulário disponibilizado pelo ITQB NOVA</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/oeiras-experimenta-abre-a-investigacao-agricola-a-comunidade-para-enfrentar-a-seca-e-o-calor.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A previsão do tempo para o Halloween e o Dia de Todos os Santos: o que esperar no feriado em Portugal]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/a-previsao-do-tempo-para-o-halloween-e-o-dia-de-todos-os-santos-o-que-esperar-no-feriado-em-portugal.html</link><pubDate>Tue, 27 Oct 2026 13:05:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>De acordo com a mais recente atualização do ECMWF, o próximo fim de semana, marcado pelo Halloween e pelo feriado de Todos os Santos, poderá manter a mesma tendência dos próximos dias.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbrj07y"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbrj07y.jpg" id="xbrj07y"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A última semana deste mês de outubro contará com dias de <strong>maior estabilidade atmosférica</strong>, devido à presença de um anticiclone sobre o continente europeu, assim como também contará com <strong>temperaturas agradáveis durante as tardes</strong>, especialmente a partir de amanhã, quarta-feira, onde as anomalias térmicas positivas voltarão a intensificar-se.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Os <strong>valores acima da média deverão dominar os próximos dias</strong>, especialmente durante as horas mais quentes, no entanto, atenção às noites e manhãs que deverão manter-se frias e com temperaturas que poderão ser dentro do normal ou um pouco abaixo da média, salvo algumas exceções em que mesmo nestes períodos, os valores podem ser um pouco acima do esperado para a altura do ano.</p><h2>Dia 31 de outubro poderá ser um bom dia para "doces ou travessuras"</h2><p>Principalmente para os mais novos, a noite de Halloween, celebrada a 31 de outubro, poderá ser bastante "rentável", uma vez que <strong>a ausência de chuva irá permitir que os mesmos possam andar de porta em porta</strong> em busca de "doces ou travessuras".</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-previsao-do-tempo-para-o-halloween-e-o-dia-de-todos-os-santos-o-que-esperar-no-feriado-em-portugal-1793104071793.jpg" data-image="zrz0b02lilpy" alt="anomalia térmica" title="anomalia térmica"><figcaption>Na noite de Halloween, boa parte do continente registará valores um pouco acima da média. Há algumas exceções em que os valores poderão ser abaixo da média (a azul); e outras (branco) em que as temperaturas deverão ser de acordo com a normal climatológica de referência.</figcaption></figure><p>Os nossos mapas de chuva indicam que a mesma se deverá manter afastada de Portugal Continental ao longo de todo o dia e que a nebulosidade presente durante o dia deverá dissipar-se, dando lugar a <strong>uma noite de céu limpo</strong>. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795286" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-a-medio-prazo-para-portugal-os-ultimos-dias-de-outubro-trarao-temperaturas-maximas-muito-acima-da-media.html" title="Previsão a médio prazo para Portugal: os últimos dias de outubro trarão temperaturas máximas muito acima da média">Previsão a médio prazo para Portugal: os últimos dias de outubro trarão temperaturas máximas muito acima da média</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-a-medio-prazo-para-portugal-os-ultimos-dias-de-outubro-trarao-temperaturas-maximas-muito-acima-da-media.html" title="Previsão a médio prazo para Portugal: os últimos dias de outubro trarão temperaturas máximas muito acima da média"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-a-medio-prazo-para-portugal-os-ultimos-dias-de-outubro-trarao-temperaturas-maximas-muito-acima-da-media-1793054428341_320.jpg" alt="Previsão a médio prazo para Portugal: os últimos dias de outubro trarão temperaturas máximas muito acima da média"></a></article></aside><p>Além disto, os nossos mapas de anomalia térmica indicam que, pelas 21h, a <strong>maior parte do continente deve registar valores um pouco acima da média</strong> (até 2 ºC). Assim, esperam-se temperaturas entre os 12 ºC em Bragança e Guarda e os 21 ºC em Lisboa. É expectável que estes valores possam descer nas horas seguintes.</p><h2>Feriado de Todos os Santos contará com temperaturas até 7 ºC acima da média</h2><p>No dia seguinte, Dia de Todos os Santos e dia que marca o início do mês de novembro, esta tendência de tempo seco e soalheiro deverá manter-se, assim como as<strong> temperaturas elevadas para a época</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-previsao-do-tempo-para-o-halloween-e-o-dia-de-todos-os-santos-o-que-esperar-no-feriado-em-portugal-1793103061606.jpg" data-image="hge6h0vhmmig" alt="temperatura do ar à superfície" title="temperatura do ar à superfície"><figcaption>O tempo no fim de semana em que ocorrem o Halloween e o feriado de Todos os Santos deverá manter-se estável e com temperaturas acima da média.</figcaption></figure><p>Segundo a atual previsão, os termómetros poderão registar máximas entre os 18 ºC na Guarda e os 26 ºC em Leiria e Santarém. O Porto poderá contar com 23 ºC e Lisboa com 24 ºC. Desta forma, esperam-se <strong>desvios positivos face à normal climatológica de referência</strong>, onde se esperam temperaturas entre 2 ºC a 6 ºC acima da média nas capitais de distrito e, localmente, estes valores podem ser de até 7 ºC acima do esperado, especialmente ao longo da faixa litoral Centro e Sul.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/a-previsao-do-tempo-para-o-halloween-e-o-dia-de-todos-os-santos-o-que-esperar-no-feriado-em-portugal.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Guia de alívio da dor no inverno: 5 hábitos fundamentais para proteger as articulações e os músculos do frio intenso]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/guia-de-alivio-da-dor-no-inverno-5-habitos-fundamentais-para-proteger-as-articulacoes-e-os-musculos-do-frio-intenso.html</link><pubDate>Tue, 27 Oct 2026 12:04:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Alguns estudos associam dores articulares a variações de temperatura. Estas variações podem fazer com que os tendões, músculos e tecidos adjacentes se expandam, resultando numa redução da mobilidade, rigidez e dor.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/guia-contra-el-dolor-invernal-5-habitos-clave-para-proteger-tus-articulaciones-y-musculos-del-frio-extremo-1792215170070.jpg" data-image="ykwb8dsshaus" alt="As pessoas que vivem com dores nas articulações, causadas por condições como a artrite reumatoide, apercebem-se frequentemente quando as temperaturas descem." title="As pessoas que vivem com dores nas articulações, causadas por condições como a artrite reumatoide, apercebem-se frequentemente quando as temperaturas descem."><figcaption>As pessoas que vivem com dores nas articulações, causadas por condições como a artrite reumatoide, apercebem-se frequentemente quando as temperaturas descem.</figcaption></figure><p>O <strong>frio extremo do inverno provoca a contração dos vasos sanguíneos, aumenta a rigidez muscular e piora as dores articulares</strong>. A descida das temperaturas pode reduzir a lubrificação das articulações, levando a uma maior rigidez. À medida que chega o tempo mais frio, os especialistas incentivam as pessoas a tomarem cuidados específicos, que abordaremos neste artigo.</p><p>A temperaturas mais baixas e sob menor pressão barométrica, <strong>o líquido sinovial pode expandir-se e tornar-se mais espesso</strong>, o que aumenta a inflamação e reduz a mobilidade das articulações. Além disso, durante o inverno, o corpo necessita de fazer um maior esforço para se manter quente, criando condições que podem contribuir para o aparecimento de rigidez e dores nas articulações.</p><div class="texto-destacado">Para proteger as suas articulações e músculos, os especialistas recomendam manter-se ativo com exercícios de aquecimento dinâmico, vestir-se em camadas para garantir o isolamento térmico, manter uma hidratação adequada e uma dieta anti-inflamatória, utilizar terapia de calor localizada e evitar a inatividade prolongada em ambientes fechados.</div><p>As pessoas que vivem com dores articulares associadas a condições como a artrite, a artrite reumatoide, o lúpus ou a fibromialgia <strong>notam frequentemente os efeitos assim que as temperaturas descem</strong>, altura em que a dor nas articulações se torna mais evidente.</p><p>É verdade que <strong>o tempo frio faz com que os músculos se contraiam</strong>, o que pode levar a uma redução da mobilidade e da flexibilidade das articulações. Alguns estudos associam também as<strong> dores articulares às variações de temperatura</strong>. Estas alterações podem fazer com que os tendões, músculos e tecidos adjacentes se expandam, resultando numa menor mobilidade, rigidez e dor.</p><h2>Como pode proteger as suas articulações do frio e prevenir lesões?</h2><p>Proteger as articulações do frio implica mais do que simplesmente usar roupa mais quente. <strong>A prática regular de movimentos para manter a mobilidade, a hidratação adequada e uma alimentação saudável são também importantes</strong>. Aqui estão algumas recomendações para ajudar a reduzir o risco de lesões.</p><ol> <li>Realize <strong>exercícios de mobilidade articular</strong> envolvendo o pescoço, ombros, ancas, joelhos e tornozelos.</li> <li>Use <strong>vestuário adequado e proteja as áreas vulneráveis</strong>. Vista-se com camadas térmicas e tenha especial atenção para cobrir os joelhos, cotovelos e mãos. Lã, tecidos térmicos e peças de compressão são opções recomendadas.</li> <li><strong>Mantenha os pés quentes</strong> com palmilhas térmicas e meias grossas.</li> <li><strong>Mantenha-se hidratado</strong> e siga uma dieta nutritiva durante o inverno. Inclua alimentos com propriedades anti-inflamatórias, como o açafrão-da-terra, o gengibre, o peixe rico em gorduras saudáveis e as castanhas.</li> <li><strong>Aplique calor suave e localizado nas articulações rígidas</strong>. Alongamentos estáticos ligeiros após a atividade física também podem ajudar.</li> </ol><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/guia-contra-el-dolor-invernal-5-habitos-clave-para-proteger-tus-articulaciones-y-musculos-del-frio-extremo-1792215965413.jpg" data-image="cf0ae5vljcd5" alt="O tempo frio faz com que os músculos fiquem tensos, o que pode levar a uma redução da mobilidade e da flexibilidade das articulações." title="O tempo frio faz com que os músculos fiquem tensos, o que pode levar a uma redução da mobilidade e da flexibilidade das articulações."><figcaption>O tempo frio faz com que os músculos fiquem tensos, o que pode levar a uma redução da mobilidade e da flexibilidade das articulações.</figcaption></figure><p><strong>Adotar uma alimentação mais saudável</strong>, baseada em alimentos integrais e não processados — como a dieta mediterrânica —, <strong>pode ajudar a reduzir a inflamação</strong> ao proporcionar uma ingestão equilibrada de proteínas, ácidos gordos, vitaminas e outros nutrientes que auxiliam a resposta inflamatória do organismo.</p><p>Isto significa<strong> escolher frutas e legumes coloridos</strong>, cereais integrais, peixe, carnes magras e gorduras saudáveis, como castanhas e abacates.</p><h2>Tratamentos</h2><p>Certos procedimentos, como os <strong>bloqueios nervosos, podem proporcionar um alívio direcionado a pessoas que sofrem de dor crónica</strong>. Estes tratamentos minimamente invasivos envolvem injeções que bloqueiam os sinais de dor provenientes de nervos específicos, podendo oferecer um alívio rápido para diversas condições.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="794183" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-torre-eiffel-cresce-no-verao-e-encolhe-no-inverno-as-curiosidades-do-monumento-que-reage-as-estacoes-do-ano.html" title="A Torre Eiffel cresce no verão e encolhe no inverno: as curiosidades do monumento que reage às estações do ano">A Torre Eiffel cresce no verão e encolhe no inverno: as curiosidades do monumento que reage às estações do ano</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-torre-eiffel-cresce-no-verao-e-encolhe-no-inverno-as-curiosidades-do-monumento-que-reage-as-estacoes-do-ano.html" title="A Torre Eiffel cresce no verão e encolhe no inverno: as curiosidades do monumento que reage às estações do ano"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-torre-eiffel-crece-en-verano-y-se-encoge-en-invierno-1792402798824_320.jpeg" alt="A Torre Eiffel cresce no verão e encolhe no inverno: as curiosidades do monumento que reage às estações do ano"></a></article></aside><p>Estes tratamentos são comummente utilizados para condições como <strong>dor lombar e desconforto articular</strong>. Um médico especializado em cuidados paliativos pode avaliar a condição e recomendar o tratamento adequado.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referências da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Joseph%20L%20Rabe%2C%20M.D." data-year="2023" data-title="5%20Ways%20to%20Reduce%20Joint%20Pain%20and%20Stiffness%20This%20Winter%20Season" data-url="https%3A%2F%2Fwww-summahealth-org.translate.goog%2Fblog%2Fentries%2F2023%2F01%2F5-ways-to-reduce-joint-pain-and-stiffness-this-winter-season%3F_x_tr_sl%3Den%26_x_tr_tl%3Des%26_x_tr_hl%3Des%26_x_tr_pto%3Dtc">Joseph L. Rabe, M.D. (2023). <a href="https://www-summahealth-org.translate.goog/blog/entries/2023/01/5-ways-to-reduce-joint-pain-and-stiffness-this-winter-season?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=es&_x_tr_hl=es&_x_tr_pto=tc" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">5 Ways to Reduce Joint Pain and Stiffness This Winter Season</a>.</cite><br><cite data-author="Kathleen%20Keely%20Boyle%2C%20M.D." data-year="2026" data-title="Why%20joint%20pain%20is%20worse%20in%20cold%20weather%2C%20and%204%20proven%20ways%20to%20manage%20it" data-url="https%3A%2F%2Futswmed-org.translate.goog%2Fmedblog%2Fwinter-weather-joint-pain%2F%3F_x_tr_sl%3Den%26_x_tr_tl%3Des%26_x_tr_hl%3Des%26_x_tr_pto%3Dtc">Kathleen Keely Boyle, M.D. (2026). <a href="https://utswmed-org.translate.goog/medblog/winter-weather-joint-pain/?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=es&_x_tr_hl=es&_x_tr_pto=tc" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Why joint pain is worse in cold weather, and 4 proven ways to manage it</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/guia-de-alivio-da-dor-no-inverno-5-habitos-fundamentais-para-proteger-as-articulacoes-e-os-musculos-do-frio-intenso.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Previsão a médio prazo para Portugal: os últimos dias de outubro trarão temperaturas máximas muito acima da média]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-a-medio-prazo-para-portugal-os-ultimos-dias-de-outubro-trarao-temperaturas-maximas-muito-acima-da-media.html</link><pubDate>Tue, 27 Oct 2026 10:35:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A reta final de outubro trará uma mudança significativa do tempo em Portugal. Depois de alguma chuva esta terça-feira, a estabilidade regressa e as temperaturas máximas poderão ficar até 8 ºC acima da média em alguns locais.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbrewnq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbrewnq.jpg" id="xbrewnq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A reta final de outubro deverá ficar marcada por pouca chuva e por uma subida significativa das temperaturas máximas em Portugal continental. Depois da passagem de uma frente fria pouco ativa esta terça-feira, a estabilidade deverá ganhar terreno e os <strong>termómetros poderão aproximar-se localmente dos 29 ºC antes da entrada em novembro.</strong></p><h2>Terça-feira começa com chuva no Norte e Centro</h2><p>Durante a manhã desta terça-feira, dia 27, uma <strong>frente fria já pouco ativa</strong> irá entrar pelo noroeste de Portugal continental. A precipitação será, em geral, fraca a moderada e afetará sobretudo os <strong>distritos mais próximos do litoral Norte</strong>, como Viana do Castelo, Braga e Porto.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-a-medio-prazo-para-portugal-os-ultimos-dias-de-outubro-trarao-temperaturas-maximas-muito-acima-da-media-1793054140168.jpg" data-image="58neiu3jq2x3" alt="Chuva (mm)" title="Chuva (mm)"><figcaption>Uma frente fria pouco ativa traz chuva ao Norte e Centro esta terça-feira, sobretudo aos distritos do litoral, enquanto o Sul permanece mais seco e com maiores abertas.</figcaption></figure><p>Com o avanço da frente, alguns períodos de chuva <strong>poderão chegar a Aveiro e, posteriormente, a zonas do interior Centro, nomeadamente Viseu.</strong> Simultaneamente, a nebulosidade deverá aumentar nestas regiões, enquanto no Sul e em grande parte do interior serão possíveis períodos mais prolongados de céu pouco nublado ou mesmo limpo.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>As temperaturas manter-se-ão, de forma geral, próximas dos valores habituais para esta altura do ano, embora algumas regiões do interior possam registar valores ligeiramente superiores à média. Segundo as atuais previsões, esta poderá ser <strong>a última passagem de chuva até ao final de outubro</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-a-medio-prazo-para-portugal-os-ultimos-dias-de-outubro-trarao-temperaturas-maximas-muito-acima-da-media-1793054210971.jpg" data-image="001whm5eb4mt" alt="Anomalia média semanal da precipitação" title="Anomalia média semanal da precipitação"><figcaption>A semana será bastante mais seca do que o habitual em Portugal continental, com anomalias negativas de precipitação que poderão atingir cerca de 60 mm no litoral Norte e Centro.</figcaption></figure><p><strong>Esta tendência mais seca é também evidente nas previsões semanais do ECMWF.</strong> Entre 26 de outubro e 2 de novembro,<strong> Portugal continental apresenta uma anomalia negativa de precipitação, </strong>particularmente expressiva no litoral Norte e Centro, onde poderão registar-se, no conjunto da semana, valores até cerca de 60 mm inferiores ao climatologicamente esperado.</p><h2>Quarta-feira (28) a estabilidade regressa e máximas começam a subir ligeiramente</h2><p>Na quarta-feira, dia 28, o panorama será já maioritariamente estável, embora com nebulosidade variável e períodos de céu limpo. As temperaturas máximas deverão começar a subir. Na região de Lisboa e em vários pontos do Alentejo poderão alcançar os <strong>24 a 25 ºC</strong>, enquanto no interior Centro algumas localidades poderão rondar os 23 a 24 ºC.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-a-medio-prazo-para-portugal-os-ultimos-dias-de-outubro-trarao-temperaturas-maximas-muito-acima-da-media-1793054311633.jpg" data-image="pmcof22dn0ea" alt="Temperatura" title="Temperatura"><figcaption>A estabilidade regressa na quarta-feira e as temperaturas começam a subir: Lisboa e vários pontos do Alentejo poderão alcançar máximas de 24 a 25 ºC.</figcaption></figure><p>O contraste será evidente com o litoral Norte e parte do litoral Centro, onde a influência marítima deverá manter os termómetros mais contidos, com máximas localmente entre <strong>15 e 18 ºC</strong>. Ainda assim, esta será apenas a primeira fase de uma subida mais expressiva prevista para os dias seguintes.</p><h2>Sexta-feira (30) poderá trazer máximas 5 a 8 ºC acima da média</h2><p>Entre quinta e sexta-feira, um centro de baixas pressões deverá aproximar-se do Atlântico próximo da Península Ibérica, embora permaneça, de acordo com a previsão atual, suficientemente afastado para não provocar uma mudança significativa do tempo em Portugal.</p><p>Em contrapartida, as temperaturas máximas deverão aumentar de forma bastante expressiva. A <strong>sexta-feira, dia 30</strong>, destaca-se atualmente como um dos dias mais quentes deste período.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-a-medio-prazo-para-portugal-os-ultimos-dias-de-outubro-trarao-temperaturas-maximas-muito-acima-da-media-1793054416228.jpg" data-image="uc1guwfhb5o5" alt="Temperatura" title="Temperatura"><figcaption>Sexta-feira poderá ser um dos dias mais quentes desta reta final de outubro, com vários locais nos 25 a 27 ºC e valores próximos dos 29 ºC no vale do Tejo.</figcaption></figure><p>Todas as capitais de distrito poderão ultrapassar os 20 ºC, enquanto Lisboa, Santarém, Évora, Beja e várias outras regiões do Centro e Sul poderão atingir <strong>25 a 27 ºC</strong>.No vale do Tejo, algumas localidades, como Coruche, poderão mesmo aproximar-se dos <strong>29 ºC</strong>. Não se trata de calor comparável ao verão, mas os valores serão muito elevados para o final de outubro.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-a-medio-prazo-para-portugal-os-ultimos-dias-de-outubro-trarao-temperaturas-maximas-muito-acima-da-media-1793054428341.jpg" data-image="m4iyuiv9y04e" alt="Anomalia da temperatura" title="Anomalia da temperatura"><figcaption>As temperaturas máximas poderão ficar cerca de 5 a 8 ºC acima do normal em grande parte do país, um desvio bastante expressivo a apenas dois dias da entrada em novembro.</figcaption></figure><p>O mapa de anomalias térmicas mostra máximas cerca de <strong>5 a 8 ºC acima da média</strong> em grande parte do território, com desvios localmente ainda superiores no Centro.</p><h2>Novembro poderá começar com temperaturas ainda acima da média</h2><p>Este episódio não deverá ficar limitado a sexta-feira. Durante sábado (31) e domingo (1 de novembro), as temperaturas máximas poderão continuar acima dos valores climatologicamente esperados, pelo que<strong> novembro poderá começar ainda com ambiente bastante ameno durante as tardes</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-a-medio-prazo-para-portugal-os-ultimos-dias-de-outubro-trarao-temperaturas-maximas-muito-acima-da-media-1793054594190.jpg" data-image="zqsg4fxxbvdm" alt="Situação sinótica" title="Situação sinótica"><figcaption>Novembro poderá começar sob a influência de um robusto anticiclone centrado nas Ilhas Britânicas e estendido em direção à Península Ibérica, favorecendo a persistência de tempo estável em Portugal.</figcaption></figure><p>Para segunda-feira, dia 2, o ECMWF projeta uma configuração particularmente interessante, um <strong>robusto centro de altas pressões sobre as Ilhas Britânicas</strong>, estendendo a sua influência em direção à Península Ibérica.</p><div class="texto-destacado">Uma configuração deste género não é inédita nesta época. Os bloqueios anticiclónicos são padrões recorrentes no setor euro-atlântico e também podem ocorrer durante o outono, interrompendo ou desviando temporariamente a progressão habitual das depressões atlânticas.</div><p>Neste cenário, as depressões e respetivas frentes tendem a ser desviadas em torno da periferia das altas pressões, favorecendo períodos mais persistentes de estabilidade em algumas regiões.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795146" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tempo-nos-acores-devera-continuar-instavel-ha-mais-uma-frente-a-caminho-e-pode-chegar-ja-na-quarta-feira.html" title="Tempo nos Açores deverá continuar instável: há mais uma frente a caminho e pode chegar já na quarta-feira (28)">Tempo nos Açores deverá continuar instável: há mais uma frente a caminho e pode chegar já na quarta-feira (28)</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tempo-nos-acores-devera-continuar-instavel-ha-mais-uma-frente-a-caminho-e-pode-chegar-ja-na-quarta-feira.html" title="Tempo nos Açores deverá continuar instável: há mais uma frente a caminho e pode chegar já na quarta-feira (28)"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-nos-acores-devera-continuar-instavel-ha-mais-uma-frente-a-caminho-e-pode-chegar-ja-na-quarta-feira-1792974019477_320.jpg" alt="Tempo nos Açores deverá continuar instável: há mais uma frente a caminho e pode chegar já na quarta-feira (28)"></a></article></aside><p>No entanto, estamos já a falar do limite desta previsão a sete dias. <strong>A posição, intensidade e extensão deste anticiclone ainda poderão sofrer alterações nas próximas atualizações</strong>, sendo particularmente importante acompanhar a evolução dos modelos nos próximos dias.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-a-medio-prazo-para-portugal-os-ultimos-dias-de-outubro-trarao-temperaturas-maximas-muito-acima-da-media.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Astrónomos identificam candidata a primeira estrela verde alguma vez observada no Universo]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/astronomos-identificam-candidata-a-primeira-estrela-verde-ja-observada-no-universo.html</link><pubDate>Tue, 27 Oct 2026 10:04:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Astrónomos identificaram, pela primeira vez, uma estrela que pode parecer verde ao olho humano. A descoberta chama a atenção por causa da cor incomum, já que as estrelas costumam ser percebidas em tons de azul, branco, amarelo ou vermelho.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/astronomos-identificam-candidata-a-primeira-estrela-verde-ja-observada-no-universo-1792956236344.png" data-image="zlwbh047hqau" alt="Astrónomos identificaram uma anã branca que pode parecer verde ao olho humano, uma cor incomum entre as estrelas." title="Astrónomos identificaram uma anã branca que pode parecer verde ao olho humano, uma cor incomum entre as estrelas."><figcaption>Astrónomos identificaram uma anã branca que pode parecer verde ao olho humano, uma cor incomum entre as estrelas.</figcaption></figure><p><strong>Estrelas verdes eram consideradas improváveis de existir porque a luz que emitem não fica verde para o olho humano</strong>. Mesmo quando há uma emissão intensa em comprimentos de onda verdes, a estrela também emite luz noutras regiões do espectro visível e é interpretada como branca ou amarelada.</p><p>O Sol, por exemplo, apresenta um pico de emissão próximo à região verde do espectro, mas quando estas componentes chegam aos nossos olhos, são percebidas como brancas. <strong>Já da Terra, o Sol também pode parecer amarelado devido à dispersão atmosférica.</strong></p><p><strong>Um novo estudo sobre anãs brancas descreve a descoberta da primeira estrela que poderia parecer verde ao olho humano.</strong> Diferente do caso de estrelas cujo espectro apenas apresenta emissão intensa nessa faixa, o objeto foi apontado como um possível exemplo de aparência visual verde. </p><h2>Por que não existem estrelas verdes?</h2><p>As estrelas verdes não são observadas porque a sua emissão luminosa abrange uma faixa do espectro visível maior. <strong>Mesmo quando a intensidade da radiação atinge o seu máximo nessa região, outras cores também são emitidas. </strong>A combinação destes comprimentos de onda é interpretada como branco ou amarelado.</p><div class="texto-destacado">Este comportamento está relacionado à radiação térmica emitida pelas estrelas, cujo espectro depende principalmente da sua temperatura. </div><p><strong>Como a emissão se distribui por diferentes comprimentos de onda, não basta haver um pico na região verde para produzir esta perceção de cor.</strong> Assim, embora existam estrelas com emissão intensa nessa faixa, estas normalmente não apresentam uma aparência verde para observadores humanos.</p><h2>Estrela verde encontrada</h2><p>Num novo artigo, os astrónomos anunciaram que encontraram uma estrela que pode ser verde aos olhos humanos. <strong>A estrela verde, chamada de WD J13306435, está localizada na constelação de Draco. </strong>A presença de cálcio, sódio e lítio na estrela está associada à sua assinatura espectral incomum.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/astronomos-identificam-candidata-a-primeira-estrela-verde-ja-observada-no-universo-1792956633415.png" data-image="os1u164xlyda" alt="A anã branca WD J13306435, na constelação de Draco, apresenta características espectrais que indicam uma possível aparência verde. Crédito: Hollands et al. 2026" title="A anã branca WD J13306435, na constelação de Draco, apresenta características espectrais que indicam uma possível aparência verde. Crédito: Hollands et al. 2026"><figcaption>A anã branca WD J13306435, na constelação de Draco, apresenta características espectrais que indicam uma possível aparência verde. Crédito: Hollands et al. 2026</figcaption></figure><p><strong>Estes elementos podem ter origem em material rochoso de corpos celestes que se aproximaram demais da anã branca e foram destruídos pela gravidade.</strong> Os detritos resultantes podem contaminar a atmosfera estelar, alterando a forma como esta absorve e emite luz.</p><h2>Uma paleta de cores</h2><p>Ao analisar dados espectrais de 151 anãs brancas localizadas a até 65 anos-luz da Terra, os investigadores identificaram várias cores possíveis para estes objetos.<strong> Além da tonalidade verde de uma das estrelas, outra apresentou uma aparência semelhante ao rosa-salmão.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="794045" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/morte-do-sol-eis-o-que-podera-acontecer-a-terra-daqui-a-cinco-mil-milhoes-de-anos.html" title="Morte do Sol: eis o que poderá acontecer à Terra daqui a cinco mil milhões de anos">Morte do Sol: eis o que poderá acontecer à Terra daqui a cinco mil milhões de anos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/morte-do-sol-eis-o-que-podera-acontecer-a-terra-daqui-a-cinco-mil-milhoes-de-anos.html" title="Morte do Sol: eis o que poderá acontecer à Terra daqui a cinco mil milhões de anos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/mort-du-soleil-voici-ce-qui-pourrait-arriver-a-la-terre-dans-cinq-milliards-d-annees-1792080159368_320.jpeg" alt="Morte do Sol: eis o que poderá acontecer à Terra daqui a cinco mil milhões de anos"></a></article></aside><p>Também foram identificadas tonalidades azuladas e rosa-arroxeadas, <strong>relacionadas às diferenças de temperatura e às propriedades químicas das atmosferas estelares. </strong>Com estes dados, os investigadores estimaram como a radiação seria percebida pelo olho humano.</p><h2>Sol é verde?</h2><p>Uma curiosidade é que o Sol é uma estrela que apresenta o seu pico de emissão na região verde do espectro visível. <strong>No entanto, diferente da WD J13306435, nós não observamos o Sol como verde porque ele emite em vários comprimentos de onda. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/astronomos-identificam-candidata-a-primeira-estrela-verde-ja-observada-no-universo-1792956372157.png" data-image="sb5wgjgrh7ys" alt="O estudo também revelou anãs brancas com diferentes tonalidades, incluindo azuladas, esverdeadas e rosa-salmão, quase como um rosa intenso. Crédito: Hollands et al. 2026" title="O estudo também revelou anãs brancas com diferentes tonalidades, incluindo azuladas, esverdeadas e rosa-salmão, quase como um rosa intenso. Crédito: Hollands et al. 2026"><figcaption>O estudo também revelou anãs brancas com diferentes tonalidades, incluindo azuladas, esverdeadas e rosa-salmão, quase como um rosa intenso. Crédito: Hollands et al. 2026</figcaption></figure><p><strong>A cor percebida depende da distribuição espectral completa da luz, e não apenas do comprimento de onda em que a emissão é máxima. </strong>Na superfície da Terra, a atmosfera dispersa os comprimentos de onda mais curtos, o que pode fazer o Sol parecer amarelado quando está próximo do horizonte.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Hollands%20et%20al" data-year="2026" data-title="Any%20colour%20you%20like%3A%20the%20diverse%20chromaticities%20of%20white%20dwarfs" data-url="https%3A%2F%2Facademic.oup.com%2Frasti%2Farticle%2Fdoi%2F10.1093%2Frasti%2Frzag069%2F8914458%3Fsearchresult%3D1%26login%3Dfalse">Hollands et al. (2026). <a href="https://academic.oup.com/rasti/article/doi/10.1093/rasti/rzag069/8914458?searchresult=1&login=false" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Any colour you like: the diverse chromaticities of white dwarfs</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/astronomos-identificam-candidata-a-primeira-estrela-verde-ja-observada-no-universo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Roberta Duarte]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Frente fria chega aos Açores amanhã (28) com chuva e rajadas até 100 km/h: ECMWF revela as ilhas mais afetadas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/frente-fria-chega-aos-acores-amanha-28-com-chuva-e-rajadas-ate-100-km-h-ecmwf-revela-as-ilhas-mais-afetadas.html</link><pubDate>Tue, 27 Oct 2026 09:05:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O vento deverá intensificar-se nos Açores entre quarta e quinta-feira, com rajadas na ordem dos 100 km/h na Ilha das Flores, devido à passagem de uma nova frente fria. O ECMWF prevê também acumulados de precipitação significativos em algumas ilhas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xbrdwku"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xbrdwku.jpg" id="xbrdwku"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma <strong>frente fria deverá atravessar os Açores entre quarta-feira, 28, e quinta-feira, 29 de outubro</strong>, contribuindo para um agravamento da instabilidade atmosférica, com precipitação e períodos de vento mais intenso em diferentes ilhas do arquipélago.</p><p>Segundo as projeções do modelo europeu <strong>ECMWF</strong>, a evolução deste sistema frontal poderá favorecer uma <strong>distribuição irregular da chuva e das rajadas de vento</strong>. Enquanto algumas localidades do grupo Central apresentam acumulados de precipitação mais elevados, o setor ocidental poderá registar rajadas próximas dos <strong>100</strong><strong> km/h</strong> durante a madrugada de quarta-feira.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>A passagem da frente fria deverá provocar alterações nas condições meteorológicas ao longo destes dois dias, embora os <strong>efeitos possam variar consideravelmente entre ilhas, em função da evolução do sistema</strong> e das características geográficas de cada região.</p><h2>Quarta-feira: rajadas mais intensas aproximam-se dos grupos Ocidental e Central</h2><p>Durante a noite de <strong>quarta-feira, 28 de outubro</strong>, a aproximação e a passagem do sistema frontal deverão contribuir para períodos de vento mais intenso nos grupos Ocidental e Central.</p><p>Entre as 06h e as 07h, a Ilha das Flores poderá registar rajadas com velocidade próxima aos <strong>100 km/h</strong>. Pelas <strong>21h</strong>, o ECMWF projeta rajadas próximas dos <strong>55 a 60 km/h em Angra do Heroísmo</strong>, na ilha Terceira, enquanto em Velas, na ilha de São Jorge, os valores poderão aproximar-se dos <strong>40 km/h</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-chega-aos-acores-amanha-28-com-chuva-e-rajadas-ate-90-km-h-ecmwf-revela-as-ilhas-mais-afetadas-1793054459531.jpg" data-image="o7k7282zy88n" alt="rajadas de vento" title="rajadas de vento"><figcaption>O Grupo Ocidental poderá registar rajadas máximas de até 100 km/h na madrugada de quarta-feira, 28.</figcaption></figure><p>Na Horta, no Faial, e nas Lajes do Pico, as rajadas previstas são inferiores, situando-se perto dos <strong>25 a 30 km/h</strong>. Estas diferenças evidenciam que os efeitos da situação meteorológica não deverão ser uniformes entre as ilhas.</p><p>A <strong>Terceira poderá apresentar algumas das rajadas mais fortes do grupo Central</strong> neste período. A intensidade do vento dependerá da evolução do sistema frontal e da exposição de cada localidade, podendo verificar-se valores superiores em zonas particularmente expostas.</p><h2>Madrugada de quinta-feira: vento mais intenso no setor oriental</h2><p>Durante a madrugada de <strong>quinta-feira, 29 de outubro</strong>, a evolução do sistema frontal deverá favorecer a deslocação para leste da área onde são previstas as rajadas mais intensas, com particular destaque para a ilha de São Miguel.</p><p>À <strong>meia-noite</strong>, os valores projetados para a ilha de São Miguel aproximam-se dos <strong>60 km/h em Ponta Delgada</strong> e dos <strong>65 a 70 km/h na região de Nordeste</strong>, constituindo alguns dos valores mais elevados identificados nos mapas analisados.</p><p>Entre as <strong>05h e as 07h de quinta-feira</strong>, as rajadas de vento deverão ganhar velocidade, como podemos observar no mapa abaixo, podendo alcançar os <strong>90 km/h</strong>, devendo este ser o período mais crítico em relação ao vento.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-chega-aos-acores-amanha-28-com-chuva-e-rajadas-ate-90-km-h-ecmwf-revela-as-ilhas-mais-afetadas-1793054250181.jpg" data-image="1zf9alr75462" alt="rajadas de vento" title="rajadas de vento"><figcaption>O Grupo Oriental poderá registar um aumento da velocidade de rajada, onde as mesmas poderão atingir ou mesmo ultrapassar os 90 km/h.</figcaption></figure><p>A previsão coloca <strong>São Miguel entre as ilhas mais expostas ao vento durante este período</strong>. A intensidade e a localização dos valores máximos poderão, contudo, sofrer alterações nas próximas atualizações.</p><h2>Ao longo da manhã, vento deverá perder intensidade em várias ilhas</h2><p>A evolução das projeções para as <strong>03h, 06h, 09h e 12h de quinta-feira</strong> aponta para uma tendência de diminuição das rajadas em diversas localidades do grupo Central.</p><p>Em Angra do Heroísmo, os valores descem para cerca de <strong>25 a 30 km/h</strong>, enquanto na Horta se mantêm geralmente entre <strong>25 e 35 km/h</strong>. Em Velas e no Topo, na ilha de São Jorge, poderão continuar a registar-se rajadas próximas dos <strong>35 a 40 km/h</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/rajadas-ate-65-km-h-nos-acores-ecmwf-revela-onde-o-vento-sera-mais-intenso-entre-quarta-e-quinta-feira-1793040713126.jpg" data-image="or5v6grcidm1" alt="Vento deverá perder intensidade em várias ilhas durante a manhã" title="Vento deverá perder intensidade em várias ilhas durante a manhã"><figcaption>Ao início da tarde de quinta-feira, as projeções do ECMWF apontam para rajadas próximas dos 25 a 35 km/h na Horta e em Angra do Heroísmo, enquanto em São Jorge poderão persistir valores próximos dos 40 km/h.</figcaption></figure><p>A diminuição das rajadas em várias localidades do grupo Central sugere uma <strong>alteração gradual das condições de vento ao longo da manhã</strong>. Ainda assim, a evolução poderá ser diferente entre ilhas, sobretudo nas zonas costeiras mais expostas e nas áreas de maior altitude, onde o relevo pode influenciar a intensidade das rajadas.</p><h2>Precipitação acumulada: diferenças significativas entre as ilhas</h2><p>No mapa de precipitação acumulada válido para as <strong>12h de quinta-feira, 29 de outubro</strong>, destacam-se valores próximos dos <strong>25 mm na região da Horta</strong>, na ilha do Faial. Na Praia, na Graciosa, os acumulados aproximam-se dos <strong>10 mm</strong>, enquanto em Velas, em São Jorge, e nas Lajes do Pico poderão situar-se entre os <strong>1</strong><strong>5 a 45 mm</strong>.</p><p>Na Terceira, Angra do Heroísmo apresenta valores próximos dos <strong>4</strong><strong>0 mm</strong>. Em São Miguel, os acumulados projetados aproximam-se dos<strong> 40 mm</strong>, consoante a localidade.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/frente-fria-chega-aos-acores-amanha-28-com-chuva-e-rajadas-ate-100-km-h-ecmwf-revela-as-ilhas-mais-afetadas-1793054747133.jpg" data-image="oqhqekqewkcq" alt="precipitação acumulada" title="precipitação acumulada"><figcaption>O Grupo Central poderá registar os maiores acumulados de precipitação, entre quarta e quinta-feira.</figcaption></figure><p>A distribuição prevista da precipitação evidencia diferenças entre as ilhas, com o <strong>Pico a apresentar um dos acumulados mais elevados</strong> entre as localidades analisadas. A evolução da frente fria e a influência do relevo poderão contribuir para esta variabilidade espacial, pelo que os valores poderão ser diferentes mesmo entre localidades da mesma ilha.</p><h2>Como deverá evoluir a situação até ao final de quinta-feira?</h2><p>De acordo com os nossos mapas, as alterações nos valores de precipitação acumulada serão relativamente pequenas nas horas seguintes, sugerindo que uma <strong>parte importante da precipitação contabilizada poderá já ter ocorrido antes do início da tarde</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="795146" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tempo-nos-acores-devera-continuar-instavel-ha-mais-uma-frente-a-caminho-e-pode-chegar-ja-na-quarta-feira.html" title="Tempo nos Açores deverá continuar instável: há mais uma frente a caminho e pode chegar já na quarta-feira (28)">Tempo nos Açores deverá continuar instável: há mais uma frente a caminho e pode chegar já na quarta-feira (28)</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tempo-nos-acores-devera-continuar-instavel-ha-mais-uma-frente-a-caminho-e-pode-chegar-ja-na-quarta-feira.html" title="Tempo nos Açores deverá continuar instável: há mais uma frente a caminho e pode chegar já na quarta-feira (28)"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-nos-acores-devera-continuar-instavel-ha-mais-uma-frente-a-caminho-e-pode-chegar-ja-na-quarta-feira-1792974019477_320.jpg" alt="Tempo nos Açores deverá continuar instável: há mais uma frente a caminho e pode chegar já na quarta-feira (28)"></a></article></aside><p><strong>A distribuição da precipitação deverá continuar a apresentar diferenças entre as ilhas</strong>, mesmo após a passagem da frente fria. Os acumulados previstos evidenciam a influência das condições atmosféricas e das características geográficas do arquipélago, podendo ocorrer variações importantes entre localidades próximas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/frente-fria-chega-aos-acores-amanha-28-com-chuva-e-rajadas-ate-100-km-h-ecmwf-revela-as-ilhas-mais-afetadas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Afonso Lopes]]></dc:creator></item></channel></rss>