<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><description>Notícias de meteorologia - Fique por dentro das últimas Notícias do tempo para Portugal e para o mundo. Nossos especialistas em meteorologia informam sobre atualidade, previsão do tempo e ciência.</description><language>pt-pt</language><lastBuildDate>Wed, 22 Jul 2026 14:30:33 +0000</lastBuildDate><pubDate>Wed, 22 Jul 2026 14:30:33 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.pt/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Tendência para 15 dias em Portugal: atmosfera instável até 25 de julho antes do regresso do Anticiclone dos Açores]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-para-15-dias-em-portugal-atmosfera-instavel-ate-25-de-julho-antes-do-regresso-do-anticiclone-dos-acores.html</link><pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:51:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Depois de alguns dias de instabilidade, Portugal deverá assistir a uma recuperação rápida das temperaturas e ao regresso gradual do Anticiclone dos Açores, num início de agosto mais estável, mas sem sinais de nova vaga de calor.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xar8bla"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xar8bla.jpg" id="xar8bla"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>As previsões meteorológicas para os próximos 15 dias apontam para um período marcado por diferentes padrões de circulação atmosférica. Depois de alguns dias de instabilidade provocados por uma depressão em altitude, <strong>a tendência é para uma rápida recuperação das temperaturas</strong> e um regresso gradual da influência do Anticiclone dos Açores no início de agosto.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações </div><p>Ainda assim, tratando-se de previsões de longo prazo, a evolução da atmosfera poderá sofrer alterações.</p><h2>Crista Atlântica domina até ao final da semana</h2><p>Um dos principais indicadores para este tipo de previsão é o gráfico de <strong>probabilidades dos regimes atmosféricos euro-atlânticos</strong> do ECMWF.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-15-dias-em-portugal-atmosfera-instavel-ate-25-de-julho-antes-do-regresso-do-anticiclone-dos-acores-1784719134148.jpg" data-image="xzkxg5iqi72w" alt="Regimes atmosféricos Euro-atlânticos" title="Regimes atmosféricos Euro-atlânticos"><figcaption>O ECMWF prevê um regime Atlantic Ridge até 26 de julho, seguido por uma fase de reorganização da atmosfera e pela possível instalação de um padrão NAO+ no final do mês.</figcaption></figure><p>Entre <strong>22 e 26 de julho</strong>, o regime mais provável será o <strong>Atlantic Ridge (Crista Atlântica)</strong>, caracterizado por um reforço das altas pressões no Atlântico Norte e pela presença de baixas pressões sobre a Escandinávia.</p><p>Apesar deste padrão normalmente favorecer tempo relativamente estável, a circulação atmosférica permitirá o <strong>isolamento de uma bolsa de ar frio em altitude</strong> junto à costa portuguesa. No mapa sinóptico demonstrado em baixo, observa-se igualmente o Anticiclone dos Açores deslocado ligeiramente para norte, configuração típica deste regime.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-15-dias-em-portugal-atmosfera-instavel-ate-25-de-julho-antes-do-regresso-do-anticiclone-dos-acores-1784719206610.png" data-image="cn2q5w7bmf70" alt="Mapa atmosférico pressão e chuva" title="Mapa atmosférico pressão e chuva"><figcaption>Durante os dias 24 e 25 de julho, uma depressão em altitude junto à Península Ibérica favorecerá maior nebulosidade, alguma precipitação e temperaturas mais baixas.</figcaption></figure><p>Esta depressão em altitude será responsável pelos dias mais instáveis do período, sobretudo <strong>24 e 25 de julho</strong>, trazendo um aumento da nebulosidade e descida das temperaturas.</p><p>Além da descida das temperaturas, os dias <strong>24 e 25 de julho</strong> poderão trazer alguma precipitação, sobretudo ao litoral Norte e Centro. Os modelos indicam que os maiores acumulados deverão ocorrer nos distritos de <strong>Viana do Castelo, Braga e Porto</strong>. Ainda assim, tudo aponta para um episódio pouco significativo.</p><h2>Final de julho marcado pelo regresso do Anticiclone dos Açores</h2><p>Depois da passagem da depressão para leste, entre <strong>26 e 27 de julho</strong>, as <strong>temperaturas deverão recuperar rapidamente</strong> em praticamente todo o território.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-15-dias-em-portugal-atmosfera-instavel-ate-25-de-julho-antes-do-regresso-do-anticiclone-dos-acores-1784719590974.jpg" data-image="bgfj6lmx58dx" alt="Temperatura" title="Temperatura"><figcaption>Após a passagem da bolsa de ar frio, as temperaturas deverão recuperar rapidamente, sobretudo no litoral, com valores novamente próximos dos 30 °C.</figcaption></figure><p>Esta recuperação coincide com um período em que os modelos deixam de identificar um regime atmosférico dominante, sinal de que a circulação estará em reorganização.</p><p>As previsões atuais indicam que, entre o final de julho e o início de agosto, poderá instalar-se um regime de <strong>Oscilação do Atlântico Norte positiva (NAO+)</strong>, frequentemente associado a condições mais estáveis e secas em Portugal.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-15-dias-em-portugal-atmosfera-instavel-ate-25-de-julho-antes-do-regresso-do-anticiclone-dos-acores-1784719754522.jpg" data-image="f0y4mp432jsb" alt="Geopotencial e temperatura 925 hPa" title="Geopotencial e temperatura 925 hPa"><figcaption>No final de julho, o Anticiclone dos Açores deverá regressar a uma posição mais próxima da habitual, favorecendo tempo mais estável e temperaturas em recuperação, sem sinais de uma nova vaga de calor.</figcaption></figure><p>No mapa de geopotencial, temperatura e vento aos <strong>925 hPa</strong> (cerca de <strong>700 a 800 metros de altitude</strong>), já é possível observar o <strong>Anticiclone dos Açores</strong> a regressar a uma posição com o seu núcleo localizado sobre o arquipélago açoriano. Em simultâneo, uma massa de ar mais quente volta a instalar-se sobre a Península Ibérica.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779766" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/podera-chover-em-6-distritos-de-portugal-continental-em-breve-eis-a-previsao-para-sexta-e-sabado.html" title="Poderá chover em 6 distritos de Portugal continental em breve: eis a previsão para sexta e sábado">Poderá chover em 6 distritos de Portugal continental em breve: eis a previsão para sexta e sábado</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/podera-chover-em-6-distritos-de-portugal-continental-em-breve-eis-a-previsao-para-sexta-e-sabado.html" title="Poderá chover em 6 distritos de Portugal continental em breve: eis a previsão para sexta e sábado"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/podera-chover-em-6-distritos-de-portugal-continental-em-breve-eis-a-previsao-para-sexta-e-sabado-1784661678937_320.png" alt="Poderá chover em 6 distritos de Portugal continental em breve: eis a previsão para sexta e sábado"></a></article></aside><p>Apesar desta subida das temperaturas, Portugal continuará a beneficiar da influência marítima do Atlântico, sobretudo no litoral, o que deverá impedir um aquecimento excessivo. Assim, <strong>os modelos meteorológicos não indicam, nesta fase, condições favoráveis ao desenvolvimento de uma nova vaga de calor até aos primeiros dias de agosto</strong>, esperando-se temperaturas próximas ou ligeiramente acima da média para a época, sobretudo no interior.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-para-15-dias-em-portugal-atmosfera-instavel-ate-25-de-julho-antes-do-regresso-do-anticiclone-dos-acores.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar fresco e chuva com “estadia curta” em Portugal: máximas perto dos 40 ºC poderão regressar no início da próxima semana]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ar-fresco-e-chuva-com-estadia-curta-em-portugal-maximas-perto-dos-40-c-poderao-regressar-no-inicio-da-proxima-semana.html</link><pubDate>Wed, 22 Jul 2026 13:35:57 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[Prevê-se que o breve período de frescura e chuva de sexta (24) e sábado (25) seja seguido por uma intensificação do calor. As temperaturas máximas, a rondar os 40 ºC nalgumas zonas, poderão voltar a Portugal continental no início da próxima semana.<figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xar91xi"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xar91xi.jpg" id="xar91xi"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma bolsa de ar frio isolada em altitude situa-se neste momento a noroeste da Península Ibérica, sendo um dos principais sistemas <strong>responsáveis pela evolução do estado do tempo ao longo desta semana em Portugal continental</strong>, mantendo-se bloqueada entre uma crista atlântica a norte e uma crista subtropical a sul.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Após vários dias praticamente estacionária, irá deslocar-se gradualmente para leste, e à medida que for atravessando o norte da Península Ibérica, provocará uma <strong>descida significativa das temperaturas e alguma chuva, sobretudo entre sexta (24) e sábado (25)</strong>.</p><h2>Breve período de chuva e temperaturas mais frescas entre sexta e sábado</h2><p>Após esta quarta-feira (22), que será um dos dias mais quentes da semana (22), espera-se um gradual arrefecimento entre quinta-feira (23) e sábado (25). </p><p>Hoje, a subida das temperaturas no interior do país deve-se, sobretudo, à interação entre a bolsa de ar frio e a crista subtropical, que favorece um campo de pressão e vento propício ao transporte de ar quente e seco procedente do Norte de África e do interior da Península Ibérica. <strong>Hoje, dia 22, as quatro capitais distritais com as temperaturas máximas mais elevadas serão Bragança e Évora (36 ºC) e Castelo Branco e Beja (35 ºC)</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-fresco-e-chuva-com-estadia-curta-em-portugal-maximas-perto-dos-40-c-poderao-regressar-no-inicio-da-proxima-semana-1784725468466.png" data-image="8owovng9mw0g"><figcaption>O mapa evidencia temperaturas geralmente abaixo da média na próxima sexta-feira, 24 de julho, estando estas anomalias térmicas negativas em Portugal continental ligadas à entrada de ar mais fresco, originalmente proveniente das latitudes polares, mas chegando cá mais temperado. Pelo meio, ainda interagirá com a bolsa de ar frio, gerando um período temporário de maior frescura no nosso país.</figcaption></figure><p>No entanto, como já foi referido anteriormente pela Meteored Portugal, a partir de quinta-feira (23) prevê-se uma descida gradual das temperaturas, sendo <strong>sexta-feira (24) e sábado (25)</strong>, os dias em que a entrada de ar polar marítimo será mais evidente e <strong>a frescura mais expressiva</strong>.</p><p>Além disto, a passagem da bolsa de ar frio gerará alguma precipitação, sobretudo nas regiões a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela. Ainda assim, tudo indica que será um episódio com <strong>precipitação escassa</strong>.</p><p>As atuais previsões dos modelos sugerem acumulados a variar entre<strong> 1 e 6 mm ao longo de 48 horas</strong>, valores que são reduzidos, mas relativamente relevantes tendo em conta que climatologicamente atravessamos a canícula, o período estatisticamente mais quente e seco do ano.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-fresco-e-chuva-com-estadia-curta-em-portugal-maximas-perto-dos-40-c-poderao-regressar-no-inicio-da-proxima-semana-1784725350437.png" data-image="zysdt3cxvazj"><figcaption>Previsão da distribuição de precipitação acumulada até às 22:00 de sábado, 25 de julho.</figcaption></figure><p>Os mapas revelam que o <strong>Minho, o Douro Litoral, parte do litoral Centro e da Área Metropolitana de Lisboa</strong>, bem como algumas zonas do<strong> interior Norte e Centro</strong>, são as regiões onde se espera a ocorrência de <strong>precipitação</strong>, geralmente fraca e irregular.</p><table><thead><tr><th>Cidade</th><th>Temperatura máxima Sexta-feira, 24 de julho</th><th>Temperatura máxima Sábado, 25 de julho</th></tr></thead><tbody><tr><td>Braga</td><td>26 ºC</td><td>29 ºC</td></tr><tr><td>Porto</td><td>24 ºC</td><td>23 ºC</td></tr><tr><td>Leiria</td><td>27 ºC</td><td>26 ºC</td></tr><tr><td>Lisboa</td><td>28 ºC</td><td>28 ºC</td></tr><tr><td>Faro</td><td>34 ºC</td><td>31 ºC</td></tr><tr><td>Bragança</td><td>28 ºC</td><td>29 ºC</td></tr><tr><td>Viseu</td><td>24 ºC</td><td>26 ºC</td></tr><tr><td>Castelo Branco</td><td>30 ºC</td><td>31 ºC</td></tr><tr><td>Coimbra</td><td>27 ºC</td><td>27 ºC</td></tr><tr><td>Évora</td><td>31 ºC</td><td>31 ºC</td></tr><tr class="pie-tabla"><td colspan="3">Fonte: Mapas da Meteored e IPMA</td></tr></tbody></table><p>Destaque ainda para <strong>Beja</strong>, que se prevê que seja a capital distrital mais quente do país no <strong>sábado (25), com uma temperatura máxima de 31 ºC</strong>.</p><h2>Mudança de tempo a partir de domingo, 26 de julho, o calor voltará a apertar, mas com duração incerta</h2><p>Após um breve período com mais frescura, tudo indica que o estado do tempo voltará a mudar a partir de <strong>domingo (26), estando à vista uma ligeira subida das temperaturas máximas</strong> em quase todo o território de Portugal continental.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-fresco-e-chuva-com-estadia-curta-em-portugal-maximas-perto-dos-40-c-poderao-regressar-no-inicio-da-proxima-semana-1784725130595.png" data-image="e1qhu1hgrwpp"><figcaption>Apesar da subida térmica prevista para domingo (26), é para segunda-feira (27) que se prevê uma subida das temperaturas mais significativa, tanto em intensidade, como em área geográfica abrangida. Vários locais do país, sobretudo no interior Norte, vale do Tejo e Alentejo, entre outras zonas que se voltarão a aproximar dos 40 ºC.</figcaption></figure><p>De momento, os mapas de referência da Meteored preveem uma nova intensificação do calor, tanto no litoral como no interior, sobretudo a partir de <strong>segunda-feira (27), dia em que se preveem temperaturas máximas compreendidas entre 28 e 40 ºC </strong>em toda a extensão do país.</p><p>No entanto, a previsão ainda se mantém bastante <strong>incerta quanto à duração e intensidade deste eventual episódio de calor</strong>, uma vez que a sua evolução dependerá, uma vez mais, do padrão atmosférico que tem dominado o verão de 2026.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779766" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/podera-chover-em-6-distritos-de-portugal-continental-em-breve-eis-a-previsao-para-sexta-e-sabado.html" title="Poderá chover em 6 distritos de Portugal continental em breve: eis a previsão para sexta e sábado">Poderá chover em 6 distritos de Portugal continental em breve: eis a previsão para sexta e sábado</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/podera-chover-em-6-distritos-de-portugal-continental-em-breve-eis-a-previsao-para-sexta-e-sabado.html" title="Poderá chover em 6 distritos de Portugal continental em breve: eis a previsão para sexta e sábado"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/podera-chover-em-6-distritos-de-portugal-continental-em-breve-eis-a-previsao-para-sexta-e-sabado-1784661678937_320.png" alt="Poderá chover em 6 distritos de Portugal continental em breve: eis a previsão para sexta e sábado"></a></article></aside><p>Consiste precisamente <strong>no mesmo padrão que tem poupado Portugal do calor extremo</strong>, enquanto Espanha vai estando à mercê do registo das temperaturas mais elevadas e várias ondas de calor.</p><p>A interação entre a crista subtropical, responsável por promover ar quente e seco vindo de África, e o possível aparecimento de uma massa de ar mais fresco posicionada entre a região correspondente ao anticiclone dos Açores (que ficará mais próximo da sua posição original) e a Península Ibérica, poderá voltar a ser determinante. <strong>A distribuição e a maior ou menor intensidade do calor em Portugal continental dependerá</strong>, em larga medida, <strong>da interação</strong> entre os centros de ação e da trajetória das massas de ar.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ar-fresco-e-chuva-com-estadia-curta-em-portugal-maximas-perto-dos-40-c-poderao-regressar-no-inicio-da-proxima-semana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Descoberto derretimento devastador de glaciares nos Alpes]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/descoberto-derretimento-devastador-de-geleiras-nos-alpes.html</link><pubDate>Wed, 22 Jul 2026 07:33:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Mais um inverno excecionalmente ameno e com escassa precipitação, seguido por uma série de ondas de calor sem precedentes em junho e julho, revelou-se uma combinação desastrosa para os glaciares das regiões alpinas da Suíça e da Áustria este ano.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/verheerende-gletscherschmelze-in-den-alpen-1783964978695.jpeg" data-image="svoeip9crp8m" alt="geleiras" title="geleiras"><figcaption>Derretimento de glaciares: campos de gelo e vastas reservas de água doce estão a desaparecer.</figcaption></figure><p>O <strong>Glaciar Dachstein</strong>, na <strong>Áustria</strong>, é um exemplo disso. A situação no local é particularmente alarmante, uma vez que todas as reservas de neve do inverno de 2025/26 — uma estação de escassa precipitação de neve — já se tinham esgotado a 29 de junho.</p><p>A partir desse momento — mais cedo do que nunca —, teve início o <strong>derretimento devastador da massa de gelo secular do glaciar</strong>. Vai continuar a perder o seu valioso volume de gelo refrigerante até à chegada do próximo inverno.</p><p>Mesmo durante os anos de calor atípico das últimas décadas, o processo de derretimento não começava antes de várias semanas depois, em agosto.</p><h2>Consequências bem conhecidas do aquecimento global</h2><p>Os efeitos do aquecimento global de origem humana sobre os glaciares são bem conhecidos há décadas. No entanto, eventos ocorridos nos últimos anos superaram tanto as previsões quanto as expectativas de muitos investigadores.</p><p>O jornal austríaco <em>Der Standard </em>tem noticiado extensivamente a questão do <strong>derretimento dos glaciares</strong>. O meteorologista e glaciologista Klaus Reingruber estuda o Glaciar Dachstein há 20 anos.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Os últimos cinco ou seis anos foram verdadeiramente dramáticos. O glaciar não está mais a derreter apenas em suas partes inferiores — entre 2.200 e 2.300 metros —, mas sim até ao cume. Enquanto o recuo anual em vários pontos monitorizados costumava ser de um ou dois metros, hoje ele é tipicamente de 17 ou até 22 metros.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Disse Reingruber em entrevista ao <em>Der Standard</em>.</p><h3>Deslizamentos de rochas e redução do abastecimento de água</h3><p>O <strong>recuo drástico dos glaciares</strong> traz consigo inúmeras consequências negativas. À medida que o solo descongela — e devido à perda do imenso peso do gelo —, o terreno subjacente e até mesmo encostas inteiras tornam-se cada vez mais instáveis.</p><p><strong>Grandes desprendimentos de rochas, quedas de blocos mais frequentes</strong>, fluxos de detritos e <strong>inundações repentinas</strong> já são consequências diretas e visíveis. Trilhas de caminhada já estabelecidas não podem mais ser utilizadas, ou a sua manutenção acarreta custos enormes.</p><p><strong>Os glaciares também são vitais para os recursos hídricos</strong>. Durante o verão, elas libertam a água do degelo justamente no momento de maior necessidade.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg><p><em>O que desapareceu completamente nessas altitudes são os nevões de verão — até mesmo os nevões em setembro.</em></p><svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Disse o investigador Reingruber ao <em>Der Standard</em>.</p><p>Em dias quentes de julho ou agosto, o gelo do glaciar pode derreter até 10 centímetros por dia. Se nevasse por apenas dois ou três dias, o gelo ficaria protegido, e a superfície brilhante da neve refletiria a radiação solar. Ao longo de um ano inteiro, a diferença seria significativa.</p><h3>Os glaciares da Suíça também estão sob ameaça</h3><p>Os glaciares suíços são maiores e, em alguns casos, situam-se a<strong> altitudes superiores a 4.000 metros </strong>— consideravelmente mais elevadas do que as da Áustria. No entanto, elas <strong>enfrentam exatamente os mesmos desafios</strong>, tanto no inverno quanto no verão.</p><p>A <strong>Rede Suíça de Monitorização de Glaciares (GLAMOS)</strong> documenta e monitoriza sistematicamente as mudanças glaciais de longo prazo nos Alpes Suíços. A GLAMOS é operada conjuntamente pela ETH Zurique e pelas universidades de Friburgo e Zurique, em estreita colaboração com a Comissão Suíça para a Observação da Criosfera (SKK).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/verheerende-gletscherschmelze-in-den-alpen-1783965264057.jpeg" data-image="5w79974m9fnt" alt="alpes" title="alpes"><figcaption>O Glaciar Aletsch é um dos afetados pela aceleração da perda de gelo.</figcaption></figure><p>A <strong>precipitação de neve durante o inverno de 2025/26 ficou entre 50% e 75% abaixo da média</strong> de longo prazo. O mês de abril de 2026 foi 2,6 °C mais quente do que a média do período de 1991–2020. Posteriormente,<strong> em junho, a Suíça vivenciou uma onda de calor </strong>que resultou no período de 10 dias mais quente já registado.</p><p>Até ao momento, as condições de seca persistem em toda a Suíça. Em muitos locais, a precipitação registada num período de 90 dias equivale a apenas 35% a 65% da média sazonal.</p><div class="texto-destacado">A GLAMOS informou que, a 29 de junho de 2026, as reservas de neve do inverno tinham-se esgotado completamente. A partir desta data, todo o gelo dos glaciares da Suíça começou a derreter.</div><p>Segundo a GLAMOS, <strong>2026 figura atualmente como o segundo pior ano já registado</strong>.</p><h2>Números de glaciares</h2><p><strong>O pior ano desde o início das medições foi 2022, quando 6% do gelo glacial da Suíça desapareceu</strong>. A segunda maior perda ocorreu em 2023, com um declínio de 4%. De acordo com o GLAMOS, as perdas totalizaram 2,5% em 2024, apesar da abundante queda de neve nas áreas de maior altitude. Em 2025, as perdas aumentaram novamente para 3%. Entre 2022 e o final de 2025, a Suíça perdeu um total de 15,5% do seu gelo glacial.</p><p>Segundo o GLAMOS, a Suíça ainda possui cerca de 1.400 glaciares, que contêm aproximadamente 46,5 quilómetros cúbicos de gelo. No entanto, <strong>mais de 1.000 glaciares menores já desapareceram</strong>.</p><p>A magnitude das mudanças também se reflete nos dados apresentados pelo glaciologista Matthias Huss, da ETH Zurich, numa reportagem da emissora suíça SRF.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg><p><em>Durante a onda de calor de duas semanas, os glaciares suíços derreteram a uma taxa de 400 metros cúbicos de água por segundo. Esta quantidade de água seria suficiente para encher uma piscina olímpica a cada seis segundos, dia e noite, durante duas semanas.</em></p> <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Disse Huss à SRF.</p><p>Considerando que as condições após o último inverno já eram extremamente más, ele disse que era profundamente <strong>preocupante </strong>pensar em como a situação poderia evoluir este ano.</p><h3>Ação climática e custos</h3><p>Os países estão a tentar lidar com os<strong> impactos nos recursos hídricos e no fornecimento de energia</strong> através de investimentos significativos.</p><p>Em Zermatt, na Suíça, por exemplo, estão a ser discutidos planos para a construção de um novo reservatório, com um custo estimado de € 500 milhões, para garantir o fornecimento de energia e fornecer capacidade adicional para lidar com eventos de chuvas torrenciais.</p><div class="texto-destacado">Embora o projeto continue a ser controverso, os glaciologistas consideram-no uma prova de que os enormes custos de lidar com as consequências do aquecimento global superam em muito os custos, frequentemente criticados, da ação climática e da transição energética.</div><p>Investigadores de glaciares de renome alertam contra a ideia de que o derretimento do chamado gelo "eterno" do mundo esteja a ocorrer isoladamente, aceitando simplesmente o seu <strong>provável desaparecimento </strong>enquanto as medidas de proteção climática são reduzidas.</p><p>O<strong> recuo glacial é apenas um dos sintomas visíveis da alteração climática</strong>. Ele afeta glaciares em todas as altitudes.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/tempestades-de-inverno-estao-se-deslocando-para-o-norte-e-alterando-as-geleiras-do-alasca-diz-novo-estudo.html" title="Tempestades de inverno estão a deslocar-se para norte e a alterar os glaciares do Alasca, diz novo estudo">Tempestades de inverno estão a deslocar-se para norte e a alterar os glaciares do Alasca, diz novo estudo</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/tempestades-de-inverno-estao-se-deslocando-para-o-norte-e-alterando-as-geleiras-do-alasca-diz-novo-estudo.html" title="Tempestades de inverno estão a deslocar-se para norte e a alterar os glaciares do Alasca, diz novo estudo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/winter-storms-tracks-are-shifting-north-and-reshaping-alaska-s-glaciers-according-to-new-study-1767906363186_320.png" alt="Tempestades de inverno estão a deslocar-se para norte e a alterar os glaciares do Alasca, diz novo estudo"></a></article></aside><p><strong>Para retardar o derretimento glacial, coberturas geotêxteis estão a ser cada vez mais utilizadas nos Alpes Suíços</strong>. Espalhadas sobre a superfície do glaciar, elas refletem a luz solar e ajudam a preservar a neve e o gelo abaixo.</p><p>Assim como acontece com muitos sintomas, o mundo não deve concentrar-se apenas na criação de "cobertores" de arrefecimento para preservar o gelo. É preciso também abordar a causa principal do derretimento glacial: as emissões de gases com efeito de estufa provenientes da queima de combustíveis fósseis. <strong>Reduzir estas emissões de forma rápida e substancial é a única maneira de limitar o aquecimento global e os seus impactos</strong> a médio e longo prazo.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="GLAMOS" data-year="" data-title="Webseite%20der%20GLAMOS" data-url="https%3A%2F%2Fglamos.ch%2F%23%2FA51e-12">GLAMOS. <a href="https://glamos.ch/#/A51e-12" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Webseite der GLAMOS</a>.</cite><br><cite data-author="Swissinfo" data-year="2025" data-title="Warum%20die%20Gletscherschmelze%20uns%20alle%20betrifft" data-url="https%3A%2F%2Fwww.swissinfo.ch%2Fger%2Fklimaschutz%2Fwarum-die-gletscherschmelze-uns-alle-betrifft%2F45810130">Swissinfo. (2025). <a href="https://www.swissinfo.ch/ger/klimaschutz/warum-die-gletscherschmelze-uns-alle-betrifft/45810130" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Warum die Gletscherschmelze uns alle betrifft</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/descoberto-derretimento-devastador-de-geleiras-nos-alpes.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Poderá chover em 6 distritos de Portugal continental em breve: eis a previsão para sexta e sábado]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/podera-chover-em-6-distritos-de-portugal-continental-em-breve-eis-a-previsao-para-sexta-e-sabado.html</link><pubDate>Wed, 22 Jul 2026 06:09:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Entre sexta-feira e sábado, existe probabilidade de ocorrência de precipitação em seis distritos, sobretudo no litoral Norte e Centro, acompanhada por uma descida das temperaturas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xar25ya"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xar25ya.jpg" id="xar25ya"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Os próximos dias deverão marcar uma <strong>mudança gradual do estado do tempo</strong> em Portugal continental. A aproximação de uma depressão em altitude poderá favorecer alguma precipitação no litoral Norte e Centro, enquanto a entrada de <strong>ar mais fresco</strong> contribuirá para a descida das temperaturas.</p><p> Embora não se espere um episódio de chuva generalizada, os modelos meteorológicos continuam a indicar precipitação no <strong>litoral Norte e Centro</strong> entre <strong>sexta-feira e sábado</strong>, numa altura em que grande parte do país atravessa a <strong>canícula</strong>. </p><h2>Seis distritos poderão registar precipitação entre sexta e sábado</h2><p>Segundo a previsão mais recente do <strong>modelo ECMWF</strong>, a precipitação deverá concentrar-se sobretudo nos distritos de <strong>Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra e Leiria</strong>, onde a influência da circulação marítima será mais evidente.</p><p>Nas restantes regiões, especialmente no interior Centro, Alentejo e Algarve, a probabilidade de precipitação será bastante reduzida, mantendo-se o tempo maioritariamente seco.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/podera-chover-em-6-distritos-de-portugal-continental-em-breve-eis-a-previsao-para-sexta-e-sabado-1784661599884.png" data-image="iwmh2yst1hqh" alt="Precipitação acumulada - sábado, 25 de julho, às 22h" title="Precipitação acumulada - sábado, 25 de julho, às 22h"><figcaption>A precipitação acumulada entre sexta-feira e sábado deverá concentrar-se sobretudo no litoral Norte e Centro.</figcaption></figure><p> Apesar de os acumulados previstos serem, em geral, modestos, este será um regresso pouco habitual da precipitação durante a <strong>canícula</strong>, sobretudo nas regiões mais expostas à influência atlântica.</p><h2>A chuva deverá surgir de forma dispersa e mais provável junto ao litoral</h2><p>Os mapas de precipitação indicam que a chuva deverá ocorrer sob a forma de <strong>aguaceiros fracos a moderados</strong>, afetando principalmente o litoral Norte e Centro durante os períodos de maior instabilidade atmosférica.</p><p>À medida que avança para o interior do território, a precipitação tenderá a perder intensidade e expressão, sendo provável que muitas localidades permaneçam sem qualquer ocorrência de chuva.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/podera-chover-em-6-distritos-de-portugal-continental-em-breve-eis-a-previsao-para-sexta-e-sabado-1784661678937.png" data-image="uwvj1ga7rgkb" alt="Probabilidade de chuva - sexta-feira, 24 de julho, às 15h" title="Probabilidade de chuva - sexta-feira, 24 de julho, às 15h"><figcaption>A probabilidade de precipitação será mais elevada no litoral Norte, diminuindo rapidamente para o interior do país.</figcaption></figure><p> O sinal apresentado pelo modelo evidencia que a precipitação ficará muito condicionada à proximidade do oceano, reduzindo significativamente a sua probabilidade nas regiões do interior. </p><h2>A entrada de ar marítimo favorecerá um ambiente mais fresco</h2><p>A alteração do estado do tempo estará associada à entrada de uma massa de <strong>ar marítimo mais fresco</strong>, transportada por uma circulação de <strong>noroeste</strong>, responsável por limitar a subida das temperaturas máximas durante sexta-feira e sábado.</p><p>Ao mesmo tempo, esta circulação permitirá o transporte de maior quantidade de humidade para o litoral ocidental, criando condições favoráveis ao desenvolvimento da precipitação prevista.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/podera-chover-em-6-distritos-de-portugal-continental-em-breve-eis-a-previsao-para-sexta-e-sabado-1784661886150.png" data-image="nx392l00cmud" alt="Vento - sexta-feira, 24 de julho, às 15h" title="Vento - sexta-feira, 24 de julho, às 15h"><figcaption>A circulação de noroeste favorecerá a entrada de ar marítimo mais fresco sobre Portugal continental.</figcaption></figure><p> Esta circulação será determinante para transportar ar mais húmido do Atlântico para o litoral português, contribuindo tanto para a descida das temperaturas como para o aparecimento de precipitação em algumas regiões. </p><h2>As temperaturas ficarão abaixo do normal para esta época do ano</h2><p>A chegada desta massa de ar mais fresco refletir-se-á também nos mapas de <strong>anomalia térmica</strong>, que continuam a indicar valores inferiores ao normal para a segunda quinzena de julho em grande parte de Portugal continental.</p><p>A descida das temperaturas será evidente em quase toda a Península Ibérica, exceto na metade oriental, que corresponde à área de Espanha banhada pelo Mediterrâneo e onde as temperaturas se manterão elevadas para a época.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/podera-chover-em-6-distritos-de-portugal-continental-em-breve-eis-a-previsao-para-sexta-e-sabado-1784661969688.png" data-image="8yz7onn6dz9v" alt="Anomalia da temperatura - sábado, 25 de julho, às 16h" title="Anomalia da temperatura - sábado, 25 de julho, às 16h"><figcaption>Grande parte de Portugal continental deverá apresentar temperaturas abaixo da média para esta época do ano.</figcaption></figure><p> O contraste relativamente aos dias anteriores será evidente, com um ambiente bastante mais fresco em praticamente todo o território, sobretudo nas regiões Norte e Centro. </p><p> Em suma, tudo indica que <strong>sexta-feira e sábado</strong> serão marcados por uma alteração temporária do estado do tempo em Portugal continental.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779715" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/calor-aperta-interior-de-portugal-e-algarve-na-quarta-22-de-julho-35-c-ou-mais-previstos-nestas-4-capitais-distritais.html" title="Calor aperta interior de Portugal e Algarve na quarta 22 de julho: 35 ºC ou mais previstos nestas 4 capitais distritais">Calor aperta interior de Portugal e Algarve na quarta 22 de julho: 35 ºC ou mais previstos nestas 4 capitais distritais</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/calor-aperta-interior-de-portugal-e-algarve-na-quarta-22-de-julho-35-c-ou-mais-previstos-nestas-4-capitais-distritais.html" title="Calor aperta interior de Portugal e Algarve na quarta 22 de julho: 35 ºC ou mais previstos nestas 4 capitais distritais"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/calor-aperta-interior-de-portugal-e-algarve-na-quarta-22-de-julho-35-c-ou-mais-previstos-nestas-4-capitais-distritais-1784640842710_320.png" alt="Calor aperta interior de Portugal e Algarve na quarta 22 de julho: 35 ºC ou mais previstos nestas 4 capitais distritais"></a></article></aside><p>Apesar de a precipitação dever ficar limitada sobretudo aos distritos de <strong>Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra e Leiria</strong>, esta mudança será suficiente para proporcionar um ambiente mais fresco, interrompendo o período de calor que marcou os dias anteriores.</p><p>Ainda assim, a incerteza permanece relativamente à extensão e intensidade da precipitação, pelo que será importante acompanhar as próximas atualizações dos modelos meteorológicos. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/podera-chover-em-6-distritos-de-portugal-continental-em-breve-eis-a-previsao-para-sexta-e-sabado.html</guid><dc:creator><![CDATA[Afonso Lopes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Governo aprova licenciamento de matadouros móveis para reduzir distâncias de transporte de animais e apoiar a pecuária]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/governo-aprova-licenciamento-de-matadouros-moveis-para-reduzir-distancias-de-transporte-de-animais-e-apoiar-a-pecuaria.html</link><pubDate>Wed, 22 Jul 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O novo decreto-lei estabelece as condições em que as unidades móveis podem deslocar-se até às explorações pecuárias, zonas de caça e centros de recolha para efetuar o abate dos animais e a preparação da carne para consumo humano. A ASAE e a DGAV vão fiscalizar.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/governo-aprova-licenciamento-de-matadouros-moveis-para-reduzir-distancias-de-transporte-de-animais-e-apoiar-a-pecuaria-1784632719373.jpg" data-image="cd8dpa86mz0u" alt="Carnes" title="Carnes"><figcaption>O Governo aprovou o regime de licenciamento e funcionamento de matadouros e estabelecimentos de manipulação de caça móveis em Portugal continental.</figcaption></figure><p>Reduzir as <strong>distâncias de transporte para os animais e apoiar a sustentabilidade dos pequenos produtores pecuários</strong>. Estes são os dois grandes objetivos da publicação do novo regime de licenciamento e funcionamento de matadouros e estabelecimentos de manipulação de caça móveis em Portugal continental.</p><p>O diploma - <strong>decreto-lei n.º 147/2026 - foi publicado nesta segunda-feira, 20 de julho, em Diário da República. Começa a vigorar a 18 de outubro</strong>, 90 dias após a sua publicação, e visa responder às dificuldades enfrentadas pelos produtores pecuários localizados a uma distância elevada dos estabelecimentos de abate que estão atualmente em funcionamento.</p><p>O Governo justifica a medida com o “progressivo <strong>encerramento de centros de abate de pequena dimensão nas zonas rurais”, o que tem “obrigado os produtores locais a percorrer longas distâncias</strong>”, com “custos de transporte que inviabilizam muitas vezes a rentabilidade das explorações familiares”.</p><h2>Entrada em vigor a 18 de outubro</h2><p>A partir de outubro, e para dar resposta a este constrangimento histórico, a <strong>nova legislação viabiliza o licenciamento de unidades móveis de abate de animais</strong>, permitindo que o abate destes, incluindo de peças de caça, ocorra junto à origem.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A medida cria, inclusive, “novas oportunidades de negócio, fomenta os circuitos curtos de comercialização e dá resposta a uma preocupação crescente da sociedade com o bem-estar animal”, refere o Governo no preâmbulo do diploma. Os matadouros móveis eliminam, assim, as viagens prolongadas e as descargas nos matadouros fixos “reduzirá drasticamente o stress provocado aos animais”.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O decreto-lei <strong>abrange ainda o setor cinegético, autorizando estabelecimentos móveis de manipulação de caça</strong>. Esta solução evita que as carcaças sejam transportadas em longos percursos até às instalações aprovadas, permitindo também que a <strong>carne seja processada e valorizada na própria região </strong>onde é caçada.</p><h2> Fiabilidade e segurança do processo de abate </h2><p>Garantida está, também, a <strong>fiabilidade e a segurança do processo de abate dos animais e as regras em matéria de segurança alimentar</strong>. </p><p>O Governo garante <strong>este “modelo móvel não diminui a exigência técnica e legal</strong>” e que os operadores têm de “garantir rigorosos requisitos de higiene, gestão de efluentes e proteção ambiental”.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/governo-aprova-licenciamento-de-matadouros-moveis-para-reduzir-distancias-de-transporte-de-animais-e-apoiar-a-pecuaria-1784632829547.jpg" data-image="jlebu06by1sa" alt="Porcos" title="Porcos"><figcaption>O Governo garante que os matadouros móveis eliminam as viagens prolongadas e as descargas nos matadouros fixos “reduzirá drasticamente o stress provocado aos animais”.</figcaption></figure><p>E há outra garantia: <strong>a inspeção dos animais, antes do abate, assim como as carcaças, depois da operação, terá de ser realizada por médicos veterinários</strong> oficiais. Todas as operações têm, aliás, de ser registadas no Sistema Nacional de Informação e Registo Animal no <strong>prazo máximo de 24 horas</strong> após a decisão de abate.</p><p>O licenciamento destas estruturas estará integrado no <strong>Sistema da Indústria Responsável </strong>(SIR) e será coordenado pela<strong> Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR</strong>) territorialmente competente.</p><p>A fiscalização no terreno, essa, será partilhada. Ficará a cargo da <strong>Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária</strong> (DGAV).</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="689504" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/ha-147-mil-pessoas-a-trabalhar-na-agricultura-pecuaria-caca-silvicultura-e-pesca-em-portugal.html" title="Há 147 mil pessoas a trabalhar na agricultura, pecuária, caça, silvicultura e pesca em Portugal">Há 147 mil pessoas a trabalhar na agricultura, pecuária, caça, silvicultura e pesca em Portugal</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/ha-147-mil-pessoas-a-trabalhar-na-agricultura-pecuaria-caca-silvicultura-e-pesca-em-portugal.html" title="Há 147 mil pessoas a trabalhar na agricultura, pecuária, caça, silvicultura e pesca em Portugal"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ha-147-mil-pessoas-a-trabalhar-na-agricultura-pecuaria-caca-silvicultura-e-pesca-em-portugal-1735304371422_320.jpg" alt="Há 147 mil pessoas a trabalhar na agricultura, pecuária, caça, silvicultura e pesca em Portugal"></a></article></aside><p>Uma coisa é certa: os operadores responsáveis pelos matadouros móveis e pelos estabelecimentos móveis de manipulação de caça devem<strong> assegurar que os respetivos equipamentos se encontram nos locais de estacionamento</strong>, sempre que não estejam em funcionamento ou em deslocação entre os locais de abate e de preparação de carnes. </p><p>Isto, a menos que a situação esteja devidamente justificada ou, então, os <strong>equipamentos tenham ido para reparações, alterações ou inspeções</strong>.</p><h2>CCDR garantem licenciamento</h2><p>E são as CCDR (comissões de coordenação e desenvolvimento regional) que têm a <strong>competência para definir o local de estacionamento destas unidades móveis de abate de animais</strong>, assim como para <strong>coordenar o licenciamento</strong> dos matadouros móveis e dos estabelecimentos móveis de manipulação de caça.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/governo-aprova-licenciamento-de-matadouros-moveis-para-reduzir-distancias-de-transporte-de-animais-e-apoiar-a-pecuaria-1784633017498.jpg" data-image="jj9jfevsfhxb" alt="Carnes" title="Carnes"><figcaption>A fiscalização no terreno dos matadouros móveis será partilhada. Fica a cargo da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).</figcaption></figure><p>As entidades responsáveis por estas unidades móveis de abate estão ainda obrigadas à <strong>descrição dos processos e respetivos diagramas de fabrico</strong>, que tem de ser “<strong>detalhada</strong>”.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="676807" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/polemica-cientistas-criticam-agencia-da-onu-por-uso-incorreto-de-relatorio-sobre-emissoes-da-pecuaria.html" title="Polémica: cientistas criticam agência da ONU por uso incorreto de relatório sobre emissões da pecuária">Polémica: cientistas criticam agência da ONU por uso incorreto de relatório sobre emissões da pecuária</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/polemica-cientistas-criticam-agencia-da-onu-por-uso-incorreto-de-relatorio-sobre-emissoes-da-pecuaria.html" title="Polémica: cientistas criticam agência da ONU por uso incorreto de relatório sobre emissões da pecuária"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/polemica-cientificos-critican-a-la-onu-por-el-uso-incorrecto-de-un-informe-sobre-emisiones-de-la-ganaderia-1727793428602_320.jpg" alt="Polémica: cientistas criticam agência da ONU por uso incorreto de relatório sobre emissões da pecuária"></a></article></aside><p>Nessa informação têm de constar as espécies, <strong>quantidades máximas e tipos de animais abatidos ou preparados em função da idade, aptidão</strong> ou outras características.</p><div class="texto-destacado">É igualmente obrigatória a <strong>descrição do local de realização, meios utilizados e procedimentos </strong>adotados nas operações de inspeção <em>ante mortem</em>, encaminhamento dos animais para a<strong>bate, atordoamento, suspensão ou içamento dos animais, sangria, esfola, escalda e depilação, depena, evisceração</strong>, corte da carcaça, inspeção post mortem, preparação de miudezas, limpeza e preparação final, classificação, pesagem e arrefecimento.</div><p>A <strong>gestão dos subprodutos animais, nomeadamente o sangue não destinado ao consumo humano</strong>, peles, penas, pelo, conteúdo digestivo e matérias de risco tem também de estar detalhada. </p><p>E tem de haver uma <strong>descrição dos procedimentos de remoção, armazenamento, encaminhamento e meios utilizados</strong>, assim como dos locais, meios e procedimentos utilizados nas colheitas de amostras para testes laboratoriais.</p><p>Os <strong>procedimentos de higienização e desinfeção dos utensílios, equipamentos</strong> e estruturas têm, também, de ser devidamente especificados. </p><p>Além, ainda, dos procedimentos de <strong>higienização e desinfeção da unidade móvel e das condições de manutenção da carne</strong> retida e da carne declarada imprópria para consumo humano.</p><p>A <strong>origem da água utilizada no processo de abate dos animais, assim como os procedimentos de recolha</strong>, eventual tratamento e encaminhamento das águas residuais também tem de constar na descrição dos processos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/governo-aprova-licenciamento-de-matadouros-moveis-para-reduzir-distancias-de-transporte-de-animais-e-apoiar-a-pecuaria.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Silveira]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Países Baixos declaram oficialmente situação de escassez de água devido à seca persistente]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/paises-baixos-declaram-oficialmente-situacao-de-escassez-de-agua-devido-a-seca-persistente.html</link><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 17:05:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>As três ondas de calor registadas no último mês e a primavera seca esgotaram os reservatórios holandeses, obrigando o governo a declarar o racionamento de água pela quarta vez desde 1976.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/netherlands-officially-declares-water-shortage-amid-persistent-drought-1784548292928.jpeg" data-image="l1omjzsai2y5"><figcaption>O Governo eleva o nível de resposta à seca, à medida que as entidades responsáveis pela gestão da água começam a dar prioridade à distribuição de água nos Países Baixos.</figcaption></figure><p> Os Países Baixos declararam oficialmente uma <strong>escassez de água</strong> na quinta-feira, após semanas de seca persistente, o que levou as autoridades a elevar o nível nacional de resposta à seca. </p><h2>Racionamento de água e baixos níveis dos rios </h2><p>O Ministério das Infraestruturas e da Gestão da Água elevou o nível de resposta para o <strong>Nível 2</strong>, seguindo a recomendação do Comité Nacional de Coordenação da Distribuição de Água, uma vez que se prevê que a escassez se mantenha nas próximas semanas.</p><p>Ao abrigo destas medidas, será dada <strong>prioridade à proteção das defesas contra inundações e dos diques sensíveis à seca</strong>, seguida do <strong>abastecimento de água potável e da produção de energia</strong>. As autoridades regionais irão, alegadamente, decidir se são necessárias restrições adicionais, enquanto a província de Limburg já restringiu a utilização de águas superficiais para fins que incluem a irrigação de terras agrícolas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/netherlands-officially-declares-water-shortage-amid-persistent-drought-1784385991114.jpg" data-image="kyy6rtl03fnc"><figcaption>Primavera seca e três ondas de calor na origem do atual panorama nos Países Baixos.</figcaption></figure><p>A Rijkswaterstaat, agência executiva do Ministério das Infraestruturas e Gestão da Água dos Países Baixos, afirmou que não existe qualquer risco para o abastecimento público de água potável, mas exortou a população a utilizar a água de forma responsável durante o período de seca. O caudal dos rios que entram nos Países Baixos <strong>desceu para o nível mais baixo desde 1976, em Lobith</strong>.</p><div class="texto-destacado">O Comité Nacional de Coordenação da Distribuição de Água afirmou que a atual escassez é mais grave do que o habitual e alertou que o risco de seca aumentou nas últimas décadas devido às alterações climáticas.</div><p><strong>A última vez que os Países Baixos elevaram o seu nível de resposta à seca para o Nível 2 foi em agosto de 2022</strong>. O nível de alerta mais elevado, o Nível 3, foi declarado pela última vez em 2003.</p><h2>Como as alterações climáticas influenciam as secas</h2><p><strong>O aumento da frequência com que se decretam racionamentos de água nos últimos 20 anos</strong> indica a gravidade com que se deve abordar a questão das alterações climáticas e a preparação dos países para dar resposta às questões-chave em matéria de infraestruturas, com vista a mitigar reações ainda mais drásticas.</p><p>Com a previsão de um tempo mais quente e seco no verão e mais húmido no inverno, em resultado de um clima em aquecimento, <strong>os países da Europa Ocidental necessitam desesperadamente de soluções mais resilientes</strong>. Uma seca prolongada seguida de chuvas torrenciais não é necessariamente a chave para pôr fim à seca de forma eficaz.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="763059" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/estudo-cientifico-revela-que-as-tendencias-globais-de-seca-no-futuro-podem-nao-ser-exatamente-como-se-pensava.html" title="Estudo científico revela que as tendências globais de seca no futuro podem não ser exatamente como se pensava">Estudo científico revela que as tendências globais de seca no futuro podem não ser exatamente como se pensava</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/estudo-cientifico-revela-que-as-tendencias-globais-de-seca-no-futuro-podem-nao-ser-exatamente-como-se-pensava.html" title="Estudo científico revela que as tendências globais de seca no futuro podem não ser exatamente como se pensava"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-cientifico-revela-que-as-tendencias-globais-de-seca-no-futuro-podem-nao-ser-exatamente-como-se-pensava-1776510358012_320.jpg" alt="Estudo científico revela que as tendências globais de seca no futuro podem não ser exatamente como se pensava"></a></article></aside><p>A consciência de um mundo mais quente consiste em perceber a alteração no ciclo hidrológico e a perturbação dos padrões meteorológicos estabelecidos, o que implica que, <strong>quando chove, agora chove com maior intensidade e isso não corresponde à necessidade do solo de compensar o défice</strong>.</p><p>Chuvas mais intensas num curto período de tempo não são a solução para a seca, uma vez que aumentam o escoamento superficial, em vez de favorecerem a infiltração. <strong>Precisamos de recolher cada gota e de sensibilizar as pessoas para o facto de que um futuro mais quente e prolongado implica ondas de calor e secas de verão mais frequentes em toda a Europa Ocidental</strong>, com impactos socioeconómicos mais adversos, se as infraestruturas continuarem a ser concebidas para um clima que, de facto, já não existe.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/paises-baixos-declaram-oficialmente-situacao-de-escassez-de-agua-devido-a-seca-persistente.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Alqueva Sustentável lança plataformas digitais para guiar agricultura e turismo no Alentejo]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/alqueva-sustentavel-lanca-plataformas-digitais-para-guiar-agricultura-e-turismo-no-alentejo.html</link><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 16:01:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O maior lago artificial da Europa dispõe agora de uma aplicação agrícola e de um barómetro ecológico destinados a modernizar a gestão de recursos num território ameaçado pelas secas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/alqueva-sustentavel-lanca-plataformas-digitais-para-guiar-agricultura-e-turismo-no-alentejo-1784638895132.jpg" data-image="yyatwtfajpu9" alt="Albufeira do Alqueva" title="Albufeira do Alqueva"><figcaption>O Grande Lago do Alqueva transformou o Alentejo numa potência agrícola exportadora e criou um polo turístico único no interior. Foto: Vitor Oliveira de Torres Vedras, PORTUGAL, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons</figcaption></figure><p>Durante décadas, a aridez da terra alentejana e a escassez de água ditaram o ritmo da sobrevivência. A construção da barragem do Alqueva alterou profundamente esta paisagem, cobrindo as planícies com o maior lago artificial da Europa. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Uma era de prosperidade sem precedentes teve início na economia regional. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O Alentejo converteu-se numa <strong>potência exportadora</strong>, atraindo fundos de investimento internacionais e dando vida a praias fluviais que se encheram de banhistas durante o verão. O sucesso desta metamorfose, no entanto, trouxe <strong>desafios complexos</strong>, exigindo um equilíbrio urgente entre a rentabilidade financeira e a conservação da natureza.</p><h2>Soluções digitais para os novos desafios</h2><p>Para responder a esta necessidade premente, a Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA) lançou o programa <strong>Alqueva Sustentável</strong>. Financiada pelos fundos comunitários do Alentejo 2030, a iniciativa disponibiliza <strong>ferramentas virtuais</strong> concebidas para apoiar <strong>agricultores</strong> e <strong>operadores turísticos</strong> em decisões cruciais.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/alqueva-sustentavel-lanca-plataformas-digitais-para-guiar-agricultura-e-turismo-no-alentejo-1784638977913.jpg" data-image="s4pi0kvq9q7j" alt="Albufeira do Alqueva" title="Albufeira do Alqueva"><figcaption>Plataformas digitais apoiam a poupança hídrica em culturas intensivas, contribuindo para a sustentabilidade da albufeira durante as secas. Foto: Vitor Oliveira, de Torres Vedras, PORTUGAL, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons</figcaption></figure><p>Criado em parceria com associações empresariais do tecido económico local, o programa tem como intuito capacitar os agentes económicos através do <strong>conhecimento técnico</strong>, promovendo a estabilidade dos rendimentos e a coesão das populações.</p><h2>A monitorização nas explorações agrícolas</h2><p>A expansão rápida do regadio e a aposta em culturas altamente rentáveis, como o olival superintensivo ou o amendoal, geraram preocupações com a perda de biodiversidade e o desgaste dos solos. A resposta tecnológica do projeto passa por uma aplicação informática que permite aos produtores <strong>monitorizar</strong> detalhadamente diversos <strong>indicadores ecológicos</strong>. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A plataforma processa dados práticos em tempo real, permitindo aos agricultores medir a pegada ambiental de cada parcela cultivada.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O mecanismo irá servir de conselheiro estratégico diário nas atividades e rotinas agrícolas. Ao avaliar o <strong>desempenho produtivo</strong> e identificar ineficiências no uso de agroquímicos, a aplicação ajuda a <strong>eliminar despesas</strong> operacionais substanciais. </p><p>A otimização dos recursos hídricos assume aqui um papel determinante, permitindo que as explorações agrícolas mantenham a sua <strong>competitividade</strong> produtiva sem comprometer o armazenamento da albufeira durante os ciclos severos de estiagem mediterrânica.</p><h2>Um barómetro para qualificar a oferta turística</h2><p>Se o setor agrícola avançou rapidamente, a <strong>atividade turística</strong> estruturou-se de forma mais pausada, enfrentando forte sazonalidade e dependência das flutuações da linha de água. Para proteger este motor económico, o programa disponibiliza igualmente o <strong>Barómetro de Sustentabilidade</strong>. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O dispositivo realiza diagnósticos do posicionamento ecológico de hotéis rurais e empresas agroindustriais, identificando tendências de mercado.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O instrumento assume maior relevância diante das rigorosas restrições impostas nas áreas protegidas da bacia hidrográfica. Os operadores locais deparam-se com a necessidade de adaptar os seus serviços a padrões ecológicos elevados, afastando-se do turismo de massas. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="722379" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/zero-exige-diferenciacao-do-preco-da-agua-no-alqueva-em-funcao-do-tipo-de-culturas.html" title="ZERO exige diferenciação do preço da água para agricultura no Alqueva em função do tipo de culturas">ZERO exige diferenciação do preço da água para agricultura no Alqueva em função do tipo de culturas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/zero-exige-diferenciacao-do-preco-da-agua-no-alqueva-em-funcao-do-tipo-de-culturas.html" title="ZERO exige diferenciação do preço da água para agricultura no Alqueva em função do tipo de culturas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/zero-exige-diferenciacao-do-preco-da-agua-no-alqueva-em-funcao-do-tipo-de-culturas-1753898811950_320.jpg" alt="ZERO exige diferenciação do preço da água para agricultura no Alqueva em função do tipo de culturas"></a></article></aside><p>A aplicação informática orienta as empresas na transição para ofertas diferenciadas de excelência, potenciando marcas de prestígio como o enoturismo ou a observação do céu noturno no roteiro Dark Sky, menos sujeitas às flutuações das épocas altas.</p><h2>Salvaguardar o futuro do grande lago alentejano</h2><p>A proteção dos solos e a valorização dos serviços dos ecossistemas constituem a base para a longevidade económica de todo o território meridional. Ao integrar dados económicos e ambientais, estas plataformas digitais pretendem, acima de tudo, demonstrar que o <strong>crescimento financeiro</strong> e a <strong>conservação do meio ambiente</strong> não se excluem mutuamente.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/alqueva-sustentavel-lanca-plataformas-digitais-para-guiar-agricultura-e-turismo-no-alentejo-1784639154421.jpg" data-image="6qo6gp4e9yhk" alt="Barragem do Alqueva" title="Barragem do Alqueva"><figcaption>A Barragem do Alqueva transformou as planícies alentejanas em potências exportadoras, mas trouxe também o desafio de gerir águas escassas. Foto: Nuno Sequeira André, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons</figcaption></figure><p>A inteligência de dados aplicada ao campo surge, para os promotores do projeto, como a melhor blindagem contra as alterações climáticas globais. Com este passo, espera-se que a região consiga demonstrar que o verdadeiro valor da água não reside apenas na sua abundância, mas na sensatez científica com que se gere cada gota armazenada nas planícies do Alentejo.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="EDIA%20%E2%80%93%20Empresa%20de%20Desenvolvimento%20e%20Infraestruturas%20do%20Alqueva" data-year="" data-title="Projeto%20Alqueva%20Sustent%C3%A1vel" data-url="https%3A%2F%2Falquevasustentavel.pt%2F">EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva. <a href="https://alquevasustentavel.pt/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Projeto Alqueva Sustentável</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/alqueva-sustentavel-lanca-plataformas-digitais-para-guiar-agricultura-e-turismo-no-alentejo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA["Como um terramoto": o sismómetro de Madrid registou o momento em que a Espanha venceu o Mundial de 2026]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/como-um-terramoto-o-sismometro-de-madrid-registou-o-momento-em-que-a-espanha-venceu-o-mundial-de.html</link><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 15:51:09 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A vitória da Espanha no Mundial foi registada pelos sismómetros de Madrid. As vibrações no solo provocadas por milhares de pessoas que saltavam e comemoravam geraram uma espécie de "terramoto futebolístico".</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-un-terremoto-el-sismometro-de-madrid-registro-el-momento-en-que-espana-gano-el-mundial-1784626425263.png" data-image="k82l6ejhzu05"><figcaption>A euforia pela vitória da Espanha no Mundial gerou vibrações que foram registadas pelos sismómetros de Madrid.</figcaption></figure><p>Poucos minutos depois das 23:00, <strong>na noite de domingo, 19 de julho, a seleção espanhola sagrou-se campeã do Mundial de futebol de 2026 </strong>após vencer a Argentina por 1-0. Este resultado histórico eleva para dois o número de títulos mundiais da seleção espanhola, o que levou milhões de pessoas a celebrar a vitória.</p><p>Em toda a Espanha, mas também no estrangeiro — em Portugal, desde o Porto até Lisboa, milhares de espanhóis comemoraram o resultado —, a euforia por esta vitória foi enorme. E é que <strong>quando uma seleção nacional de futebol ganha o Mundial, desencadeia-se uma festa sem igual</strong>.</p><div class="texto-destacado">A celebração foi tão grande que até o sismógrafo de Madrid registou um sinal precisamente quando o jogo terminou.</div><p>Segundo o que publicou o IGN, o Instituto Geográfico Nacional espanhol, o sensor sísmico do Observatório Real de Madrid registou os dois momentos-chave do jogo entre a Argentina e a Espanha, que fizeram a cidade vibrar literalmente. Não podemos falar de um terramoto, e agora vamos ver porquê, mas <strong>o salto de milhares de pessoas, os gritos e o movimento de tanta gente que celebrava com entusiasmo foram captados pelos sensíveis sensores sísmicos</strong>.</p><h2>A vitória da Espanha no Mundial registada pelo sismógrafo de Madrid</h2><p><strong>No gráfico publicado pelo IGN, é possível observar claramente o acelerograma da atividade sísmica nos minutos em que foi marcado o golo da vitória</strong>, quando, aos 106 minutos, Ferran Torres colocou a Espanha em vantagem no marcador e, posteriormente, quando o árbitro assinalou o fim do jogo, confirmando a vitória espanhola.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr"> ¡Así se registró anoche la emoción en Madrid! ️<br><br> El sensor sísmico del Real Observatorio de Madrid ha registrado los momentos clave del partido Argentina-España que hicieron vibrar anoche a la ciudad de Madrid.<br><br>Se aprecia claramente en el acelerograma la actividad sísmica <a href="https://t.co/L9sDG2wxrD">pic.twitter.com/L9sDG2wxrD</a></p>— Instituto Geográfico Nacional-O.A.CNIG (@IGNSpain) <a href="https://x.com/IGNSpain/status/2079159128396530014?ref_src=twsrc%5Etfw">July 20, 2026</a></blockquote></figure><p><strong>Não é a primeira vez que os institutos científicos</strong> encarregados de registar os fenómenos sísmicos <strong>informam o público de que detetaram a euforia provocada pelas vitórias em torneios desportivos importantes</strong>. Por exemplo, em Portugal, o sismógrafo do Instituto Dom Luiz detetou a euforia dos adeptos benfiquistas devido ao golo de Trubin que ofereceu à vitória ao SL Benfica perante o Real Madrid num jogo a contar para a UEFA Champions League na noite de 28 de janeiro de 2026.</p><h2> Não foi um terramoto, mas sim uma intensa vibração do solo</h2><p><strong>Este fenómeno passou a ser designado por "football quake"</strong>, literalmente terramoto de futebol, mas, na realidade, não se trata de um verdadeiro terramoto.</p><p><strong>Um terramoto, como sabemos, deve-se, de facto, a uma ruptura ao longo de uma falha ou num ponto específico nas profundezas do subsolo</strong>. Esta ruptura provoca ondas sísmicas que se propagam em direção à superfície. Trata-se de abanões muito mais fortes.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="775600" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/da-venezuela-a-portugal-onde-a-terra-mais-ameaca-tremer-e-como-o-pais-se-prepara.html" title="Da Venezuela a Portugal: onde a Terra mais ameaça tremer e como o país se prepara">Da Venezuela a Portugal: onde a Terra mais ameaça tremer e como o país se prepara</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/da-venezuela-a-portugal-onde-a-terra-mais-ameaca-tremer-e-como-o-pais-se-prepara.html" title="Da Venezuela a Portugal: onde a Terra mais ameaça tremer e como o país se prepara"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/da-venezuela-a-portugal-onde-a-terra-mais-ameaca-tremer-e-como-o-pais-se-prepara-1782393857675_320.jpg" alt="Da Venezuela a Portugal: onde a Terra mais ameaça tremer e como o país se prepara"></a></article></aside><p>No caso de eventos desportivos com grande afluência de público, <strong>a euforia de milhares de pessoas ao mesmo tempo, que saltam e gritam em conjunto, pode, no entanto, gerar fortes vibrações</strong>. Estas não têm nada a ver com as ondas sísmicas de um terramoto, mas, mesmo assim, são percebidas e registadas pelos sensores sísmicos</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Os sismómetros são instrumentos extremamente sensíveis, capazes de detetar até mesmo as vibrações provocadas por um tráfego muito intenso, pela passagem de comboios ou pelos saltos e movimentos de milhares de pessoas ao mesmo tempo. No entanto, não se trata de um terramoto propriamente dito.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>De facto, <strong>os sismómetros são instrumentos muito sensíveis, capazes de detetar até mesmo vibrações deste tipo</strong>. No entanto, não se trata de um terramoto propriamente dito.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/como-um-terramoto-o-sismometro-de-madrid-registou-o-momento-em-que-a-espanha-venceu-o-mundial-de.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Entre hoje e domingo: Açores à mercê de chuva e anomalias térmicas negativas; Madeira segue mais estável]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/entre-hoje-e-domingo-acores-a-merce-de-chuva-e-anomalias-termicas-negativas-madeira-segue-mais-estavel.html</link><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 14:11:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Entre hoje e domingo é expectável que possa haver ocorrência de chuva em ambos os arquipélagos, no entanto, esta deverá ser mais evidente nos Açores.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaqycuy"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaqycuy.jpg" id="xaqycuy"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>À semelhança do que tem acontecido nas últimas semanas, <strong>o arquipélago dos Açores e da Madeira deverão continuar com algumas disparidades</strong> entre eles, especialmente no que à chuva diz respeito.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Enquanto se espera uma semana com<strong> vários períodos de chuva em boa parte das ilhas açorianas</strong>, no arquipélago da Madeira o cenário será diferente, com tempo maioritariamente estável.</p><h2>Chuva poderá fazer parte da maior parte dos dias nos Açores</h2><p>Segundo a mais recente atualização do nosso modelo de confiança, o ECMWF, ao longo dos próximos dias, o arquipélagos dos Açores deverá contar com <strong>diversos períodos de chuva fraca e irregular</strong> ao longo de todos os grupos de ilhas. Ainda assim, <strong>estes períodos serão intervalados com períodos de maior estabilidade atmosférica</strong>, traduzindo-se em dias pouco chuvosos e com boas abertas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/analise-a-evolucao-do-estado-do-tempo-entre-hoje-e-domingo-26-nos-acores-e-na-madeira-1784637473975.png" data-image="lfho0ju4c28y" alt="precipitação acumulada; Açores e Madeira" title="precipitação acumulada; Açores e Madeira"><figcaption>O arquipélago dos Açores deverá registar uma acumulação de até 23 mm entre hoje e domingo, dia 26, no Grupo Central. Na Madeira, o valor mais elevado deverá ser de até 11 mm, na Costa Norte.</figcaption></figure><p>Apesar de um <strong>domínio predominantemente anticiclónico</strong> durante esta semana, algumas linhas de instabilidade deverão conseguir atravessar esta crista, resultando nesta ocorrência de chuva nas ilhas.</p><p>Na <strong>Madeira espera-se alguma chuva, igualmente fraca e irregular, entre hoje e amanhã e na sexta-feira</strong>. No entanto, no geral, esperam-se dias secos e soalheiros, pois esta chuva prevista deverá ocorrer essencialmente na Costa Norte e nas Regiões Montanhosas. Como podemos observar no mapa acima, o <strong>valor mais elevado de acumulação de precipitação deverá ser de cerca de 23 mm no Grupo Central dos Açores</strong>, enquanto na Madeira, o valor mais elevado deva ser de 11 mm, na Costa Norte da ilha.</p><h2>Temperaturas abaixo da média na maior parte das ilhas</h2><p>De acordo com os nossos mapas de anomalia térmica, são esperadas <strong>temperaturas abaixo da normal climatológica de referência, durante a semana, em todas as ilhas dos Açores e na ilha da Madeira</strong>. Apenas Porto Santo e Desertas devem contar com valores um pouco acima do expectável para a época do ano.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779702" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ar-polar-maritimo-aproxima-se-a-toda-a-velocidade-de-portugal-preve-se-temperaturas-ate-7-c-abaixo-do-normal-e-chuva.html" title="Ar polar marítimo aproxima-se a toda a velocidade de Portugal: “prevê-se temperaturas até 7 ºC abaixo do normal e chuva”">Ar polar marítimo aproxima-se a toda a velocidade de Portugal: “prevê-se temperaturas até 7 ºC abaixo do normal e chuva”</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ar-polar-maritimo-aproxima-se-a-toda-a-velocidade-de-portugal-preve-se-temperaturas-ate-7-c-abaixo-do-normal-e-chuva.html" title="Ar polar marítimo aproxima-se a toda a velocidade de Portugal: “prevê-se temperaturas até 7 ºC abaixo do normal e chuva”"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-maritimo-aproxima-se-a-toda-a-velocidade-de-portugal-preve-se-temperaturas-ate-7-c-abaixo-do-normal-e-chuva-1784634272384_320.png" alt="Ar polar marítimo aproxima-se a toda a velocidade de Portugal: “prevê-se temperaturas até 7 ºC abaixo do normal e chuva”"></a></article></aside><p>As <strong>anomalias térmicas negativas mais pronunciadas deverão ocorrer na ilha da Madeira e na Ilha do Pico</strong>, com valores até 4 ºC abaixo da média. São Miguel poderá registar valores até 3 ºC abaixo do normal. Já as anomalias térmicas positivas que se poderão registar em Porto Santo e Desertas, deverão rondar 1/2 ºC, acima da normal climatológica.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/entre-hoje-e-domingo-acores-a-merce-de-chuva-e-anomalias-termicas-negativas-madeira-segue-mais-estavel.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Calor aperta interior de Portugal e Algarve na quarta 22 de julho: 35 ºC ou mais previstos nestas 4 capitais distritais]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/calor-aperta-interior-de-portugal-e-algarve-na-quarta-22-de-julho-35-c-ou-mais-previstos-nestas-4-capitais-distritais.html</link><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:35:16 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O tempo estável, seco e predominantemente soalheiro manter-se-á pelo menos por mais uma jornada em Portugal continental. Além disso, na quarta-feira 22 de julho prevê-se uma subida das temperaturas máximas nalgumas regiões. Saiba as capitais distritais mais quentes do país.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaqzgju"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaqzgju.jpg" id="xaqzgju"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Entre hoje (21) e quinta-feira, 23 de julho, o estado do tempo em Portugal continental será caracterizado por <strong>céu geralmente pouco nublado ou limpo</strong>, apesar de períodos de maior nebulosidade durante a manhã em grande parte da faixa costeira ocidental e ocasionalmente em algumas zonas do interior. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Neste período, o vento soprará predominantemente do quadrante oeste. Quanto à tendência das temperaturas, prevê-se uma subida gradual e consecutiva dos valores das máximas de norte a sul, <strong>sendo mais expressiva nas regiões do interior.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-aperta-interior-de-portugal-e-algarve-na-quarta-22-de-julho-35-c-ou-mais-previstos-nestas-4-capitais-distritais-1784639916645.png" data-image="uk9nwsqbkemp"><figcaption>Amanhã, 22 de julho, muitas zonas do interior de Portugal continental irão registar, em média, uma subida entre 2 e 3 ºC na temperatura máxima face ao dia de hoje.</figcaption></figure><p>Segundo os mapas de referência da Meteored, ocorrerá um<strong> breve período de tempo mais quente entre os dias 22 e 23 de julho</strong>, quando são expectáveis temperaturas máximas entre 35 e 39 ºC em diversas zonas do interior e Região Sul, tais como os vales do Douro, Tua e Sabor, Beira Baixa, Alentejo e Sotavento Algarvio.</p><h2>Quarta-feira, 22 de julho, o dia mais quente da semana em termos de intensidade e extensão geográfica</h2><p>De acordo com as previsões do modelo Europeu, <strong>amanhã - quarta-feira 22 de julho - </strong><strong>prevê-se um aquecimento das regiões do interior e do Sotavento Algarvio</strong> (metade oriental do distrito de Faro) <strong>face ao dia de hoje</strong>, enquanto o litoral manterá, de um modo geral, temperaturas semelhantes, sem variações significativas. No interior e na cidade de Faro, a maioria das capitais distritais registará uma subida entre 2 e 3 ºC entre hoje (21) e amanhã (22).</p><table><thead><tr><th>Cidade</th><th>Temperatura Máxima Terça-feira, 21 de julho</th><th>Temperatura Máxima Quarta-feira, 22 de julho</th></tr></thead><tbody><tr><td>Porto</td><td>24 ºC</td><td>24 ºC</td></tr><tr><td>Lisboa</td><td>29 ºC</td><td>30 ºC</td></tr><tr><td>Faro</td><td>30 ºC</td><td>32 ºC</td></tr><tr><td>Coimbra</td><td>30 ºC</td><td>30 ºC</td></tr><tr><td>Vila Real</td><td>32 ºC</td><td>34 ºC</td></tr><tr><td>Viseu</td><td>30 ºC</td><td>31 ºC</td></tr><tr><td><strong>Bragança</strong></td><td>34 ºC</td><td><strong>36 ºC</strong></td></tr><tr><td><strong>Castelo Branco</strong></td><td>32 ºC</td><td><strong>35 ºC</strong></td></tr><tr><td><strong>Beja</strong></td><td>32 ºC</td><td><strong>35 ºC</strong></td></tr><tr><td><strong>Évora</strong></td><td>34 ºC</td><td><strong>36 ºC</strong></td></tr><tr><td>Portalegre</td><td>31 ºC</td><td>34 ºC</td></tr><tr class="pie-tabla"><td colspan="3">Nota: A negrito, as 4 capitais distritais com previsão de máximas iguais ou superiores a 35 ºC na quarta-feira, 22 de julho. Fonte: Mapas da Meteored e IPMA.</td></tr></tbody></table><p><strong>As quatro capitais distritais mais quentes</strong>, todas com máximas em torno dos 35 e 36 ºC, serão Bragança e Évora (36 ºC) e Castelo Branco e Beja (35 ºC), sendo seguidas de perto por Vila Real e Portalegre (34 ºC).</p><h2>Saiba o que está na origem da subida das temperaturas</h2><p>A subida térmica resulta da ligeira deslocação para noroeste da bolsa de ar frio, permitindo o reforço da crista subtropical sobre a Península Ibérica. Este panorama favorecerá uma circulação propícia à entrada de uma <strong>massa de ar quente e seco </strong>procedente do Norte de África e do interior de Espanha, transportada de sul para norte e de leste para oeste <strong>em direção ao interior e metade oriental de Portugal continental, incluindo o Sotavento Algarvio</strong>.</p><p>Esta é uma das principais razões para a subida das temperaturas máximas prevista para amanhã, quarta-feira, dia 22.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-aperta-interior-de-portugal-e-algarve-na-quarta-22-de-julho-35-c-ou-mais-previstos-nestas-4-capitais-distritais-1784640079637.png" data-image="j4kyd92q7jen"><figcaption>O mapa de anomalia de temperatura à superfície não está relacionado diretamente com a subida das temperaturas, mas revela um país geralmente com temperaturas acima da média na quarta-feira, 22 de julho. Anomalias térmicas positivas entre 2 e 4 ºC, podendo no interior Norte ser de 7 ºC.</figcaption></figure><p>Os restantes fatores de ordem geográfica e meteorológica que contribuem para um maior aquecimento amanhã (22) prendem-se com o <strong>predomínio de céu limpo ou com nebulosidade muito escassa nas regiões do interior</strong>, ao contrário do litoral, onde a proximidade do oceano Atlântico estimula uma maior persistência de nebulosidade matinal e limita a subida das temperaturas durante o período diurno.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779703" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/a-meteorologista-marta-godinho-o-ar-polar-ira-oferecer-dias-frescos-entre-24-e-25-de-julho-depois-havera-uma-mudanca.html" title="A meteorologista Marta Godinho: 'o ar polar irá oferecer dias frescos entre 24 e 25 de julho, depois haverá uma mudança'">A meteorologista Marta Godinho: "o ar polar irá oferecer dias frescos entre 24 e 25 de julho, depois haverá uma mudança"</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/a-meteorologista-marta-godinho-o-ar-polar-ira-oferecer-dias-frescos-entre-24-e-25-de-julho-depois-havera-uma-mudanca.html" title="A meteorologista Marta Godinho: 'o ar polar irá oferecer dias frescos entre 24 e 25 de julho, depois haverá uma mudança'"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/a-meteorologista-marta-godinho-o-ar-polar-ira-oferecer-dias-frescos-entre-24-e-25-de-julho-depois-havera-uma-mudanca-1784633400115_320.png" alt="A meteorologista Marta Godinho: 'o ar polar irá oferecer dias frescos entre 24 e 25 de julho, depois haverá uma mudança'"></a></article></aside><p>Além disto, contribuirão o <strong>processo de subsidência do ar</strong> associado às altas pressões e a <strong>forte incidência da radiação solar</strong>, típica desta época do ano. De forma mais localizada, sobretudo nas zonas encaixadas dos vales do Douro e Guadiana, <strong>o relevo afunilado irá favorecer uma maior acumulação diurna</strong>, fazendo com que as localidades aí situadas e as áreas envolventes atinjam temperaturas mais elevadas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/calor-aperta-interior-de-portugal-e-algarve-na-quarta-22-de-julho-35-c-ou-mais-previstos-nestas-4-capitais-distritais.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A meteorologista Marta Godinho: "o ar polar irá oferecer dias frescos entre 24 e 25 de julho, depois haverá uma mudança"]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/a-meteorologista-marta-godinho-o-ar-polar-ira-oferecer-dias-frescos-entre-24-e-25-de-julho-depois-havera-uma-mudanca.html</link><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:21:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma gota fria aproxima-se de Portugal e deverá provocar uma mudança significativa no tempo entre 24 e 25 de julho, com descida das temperaturas, chuva fraca e maior instabilidade, sobretudo nas regiões Norte e Centro.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaqysoq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaqysoq.jpg" id="xaqysoq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma depressão isolada em altitude encontra-se a oeste de Portugal e será a principal responsável pela evolução do estado do tempo ao longo desta semana.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações </div><p>Apesar de os primeiros dias manterem características tipicamente estivais, a aproximação desta<strong> bolsa de ar frio irá provocar uma descida significativa das temperaturas, alguma precipitação</strong> e um aumento da instabilidade, sobretudo entre os dias <strong>24 e 25 de julho.</strong></p><h2>Uma gota fria aproxima-se de Portugal</h2><p>Durante esta terça-feira (21), uma depressão isolada em altitude, frequentemente designada por <strong>gota fria</strong>, permanece posicionada a oeste da Península Ibérica. Este tipo de sistema forma-se quando uma bolsa de ar muito frio, localizada em altitude, se separa da circulação principal da corrente de jato, ficando completamente rodeada por ar mais quente.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-meteorologista-marta-godinho-o-ar-polar-ira-oferecer-dias-frescos-entre-24-e-25-de-julho-depois-havera-uma-mudanca-1784633400115.png" data-image="nuzcy73jycif" alt="Temperatura a 500 hPa" title="Temperatura a 500 hPa"> <figcaption>Uma depressão isolada em altitude (gota fria) encontra-se a oeste de Portugal Continental. Este núcleo de ar frio, visível a cerca de 5,5 km de altitude (500 hPa), irá aproximar-se gradualmente do noroeste Península Ibérica e será o principal responsável pela mudança do estado do tempo ao longo da semana.</figcaption></figure><p>No mapa de geopotencial e temperatura a <strong>500 hPa</strong> (cerca de <strong>5,5 quilómetros de altitude</strong>) observa-se claramente este núcleo de ar frio, representado pelas tonalidades azul-escuras, envolvido por uma massa de ar mais quente. Embora ainda afastada do continente, esta configuração atmosférica começará a condicionar gradualmente o estado do tempo em Portugal.</p><h2>Até quinta-feira mantém-se um ambiente de verão</h2><p>Entre os dias <strong>21 e 23 de julho</strong>, as temperaturas permanecerão próximas da média climatológica para a segunda quinzena de julho. Em vários locais do Nordeste Transmontano as máximas poderão situar-se <strong>3 a 4 °C acima da média</strong>, enquanto no Alentejo poderão mesmo apresentar pequenas anomalias negativas de <strong>1 a 2 °C</strong>, algo perfeitamente normal para esta época do ano.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-meteorologista-marta-godinho-o-ar-polar-ira-oferecer-dias-frescos-entre-24-e-25-de-julho-depois-havera-uma-mudanca-1784633455816.png" data-image="w50bicold0nu" alt="Temperatura" title="Temperatura"><figcaption>Até quinta-feira (23), o calor manter-se-á próximo dos valores normais para a época na maior parte do país. O Norte e Centro começam, contudo, a sentir os primeiros efeitos da aproximação da bolsa de ar frio, enquanto o interior continua mais quente.</figcaption></figure><p>Contudo, a aproximação da bolsa de ar frio começará já a fazer-se sentir no litoral Norte e Centro, onde o ar marítimo irá manter as temperaturas mais contidas. A partir de quinta-feira (24) torna-se evidente o início do arrefecimento nas regiões Norte e Centro.</p><h2>Dias 24 e 25 trazem a maior mudança</h2><p>Na sexta-feira (24), a depressão isolada em altitude deverá posicionar-se praticamente sobre Portugal Continental. O ar polar irá oferecer dias frescos entre 24 e 25 de julho, depois haverá uma mudança rápida. As <strong>consequências serão particularmente visíveis nas regiões Norte e Centro,</strong> onde muitas localidades poderão registar uma descida das temperaturas máximas da ordem dos <strong>5 a 6 °C</strong> face ao início da semana.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-meteorologista-marta-godinho-o-ar-polar-ira-oferecer-dias-frescos-entre-24-e-25-de-julho-depois-havera-uma-mudanca-1784633556649.png" data-image="957x3tz7gqsx" alt="Temperatura" title="Temperatura"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-931648">A chegada do ar frio em altitude irá favorecer uma descida acentuada das temperaturas, sobretudo nas regiões Norte e Centro, onde as máximas poderão diminuir entre 5 e 6 °C face ao início da semana.</figcaption></figure><p>Nas terras altas, como o <strong>Parque Nacional da Peneda-Gerês</strong>, a <strong>Serra da Estrela</strong> ou o <strong>Planalto da Serra da Freita</strong>, as máximas poderão permanecer abaixo dos <strong>20 °C</strong>.</p><p>Em contraste, o Algarve deverá continuar relativamente afastado da influência direta da massa de ar frio, mantendo temperaturas que poderão atingir <strong>33 a 34 °C</strong>, tornando-se a região mais quente do país.</p><h2>Chuva fraca e localizada acompanha a passagem da depressão</h2><p>A passagem da gota fria não trará apenas uma descida das temperaturas. Entre os dias <strong>24 e 25 de julho</strong> também é esperada alguma precipitação, sobretudo no <strong>Noroeste</strong> do país.</p><p>O mapa de precipitação acumulada representa o total previsto para todo o episódio, não indicando a hora nem a intensidade da chuva, mas permitindo identificar as áreas com maior probabilidade de acumulação. Os distritos de <strong>Viana do Castelo, Braga e Porto</strong> deverão concentrar os maiores valores.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-meteorologista-marta-godinho-o-ar-polar-ira-oferecer-dias-frescos-entre-24-e-25-de-julho-depois-havera-uma-mudanca-1784633622203.png" data-image="8auk12ant561" alt="Precipitação acumulada (mm)" title="Precipitação acumulada (mm)"><figcaption>A passagem da depressão deverá originar alguns períodos de chuva fraca, principalmente nos distritos de Viana do Castelo, Braga e Porto. Os acumulados previstos são reduzidos, geralmente inferiores a 8 mm durante todo o episódio, não sendo esperado um evento de precipitação intensa.</figcaption></figure><p>Ainda assim, tudo indica que este será um episódio de fraca expressão. Os modelos atuais apontam para acumulados máximos na ordem dos <strong>7 a 8 mm em cerca de 48 horas</strong>, valores reduzidos e insuficientes para caracterizar um episódio de chuva intensa.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779702" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ar-polar-maritimo-aproxima-se-a-toda-a-velocidade-de-portugal-preve-se-temperaturas-ate-7-c-abaixo-do-normal-e-chuva.html" title="Ar polar marítimo aproxima-se a toda a velocidade de Portugal: “prevê-se temperaturas até 7 ºC abaixo do normal e chuva”">Ar polar marítimo aproxima-se a toda a velocidade de Portugal: “prevê-se temperaturas até 7 ºC abaixo do normal e chuva”</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ar-polar-maritimo-aproxima-se-a-toda-a-velocidade-de-portugal-preve-se-temperaturas-ate-7-c-abaixo-do-normal-e-chuva.html" title="Ar polar marítimo aproxima-se a toda a velocidade de Portugal: “prevê-se temperaturas até 7 ºC abaixo do normal e chuva”"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-maritimo-aproxima-se-a-toda-a-velocidade-de-portugal-preve-se-temperaturas-ate-7-c-abaixo-do-normal-e-chuva-1784634272384_320.png" alt="Ar polar marítimo aproxima-se a toda a velocidade de Portugal: “prevê-se temperaturas até 7 ºC abaixo do normal e chuva”"></a></article></aside><p>No final do período de previsão (a partir de dia 26), a depressão deverá deslocar-se para leste, permitindo uma <strong>recuperação rápida das temperaturas</strong> e o regresso de condições mais estáveis durante os últimos dias de julho.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/a-meteorologista-marta-godinho-o-ar-polar-ira-oferecer-dias-frescos-entre-24-e-25-de-julho-depois-havera-uma-mudanca.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar polar marítimo aproxima-se a toda a velocidade de Portugal: “prevê-se temperaturas até 7 ºC abaixo do normal e chuva”]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ar-polar-maritimo-aproxima-se-a-toda-a-velocidade-de-portugal-preve-se-temperaturas-ate-7-c-abaixo-do-normal-e-chuva.html</link><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:49:20 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Mudança de tempo à vista em Portugal continental a partir de sexta-feira, 24 de julho. Avizinham-se dias marcados pela entrada de ar polar marítimo, mais frescos do que o normal para a época do ano, e pela ocorrência de chuva.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaqypby"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaqypby.jpg" id="xaqypby"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>É na <strong>sexta-feira, 24 de julho, que se prevê uma mudança mais significativa do estado do tempo</strong> em Portugal continental. A deslocação do jato polar para sul conduzirá à descida em latitude da crista atlântica.</p><p>Deste modo, uma bolsa fria isolada em altitude, até então quase estacionária a noroeste da Península Ibérica e bloqueada entre a crista atlântica a norte e a crista subtropical a sul, deverá deslocar-se para leste, atravessando o norte da Península Ibérica. <strong>Este movimento será favorável à formação de linhas de instabilidade, responsáveis por gerar precipitação</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>No vídeo</strong><br>Uma massa de ar com origem polar chegará a Portugal entre sexta e sábado, provocando uma descida generalizada das temperaturas. Estas massas de ar mais frescas vindas do Atlântico costumam trazer frescura e instabilidade quando surgem durante a canícula.</div><p>Na metade ocidental da Península Ibérica, onde se inserem <strong>Portugal continental</strong> e a Galiza, começará a penetrar uma massa de ar húmido e fresco de origem polar, associada à deslocação para leste da referida bolsa de ar frio. Ao avançar para leste, o sistema arrastará consigo esse ar mais fresco, provocando uma <strong>descida significativa das temperaturas em quase todo o país ao longo de sexta-feira e sábado, dias 24 e 25 de julho</strong>.</p><h2>Temperaturas bem frescas para um mês de julho na sexta e no sábado</h2><p>A entrada do ar fresco e húmido <strong>provocará uma descida significativa das temperaturas, claramente visível nos mapas de anomalia da temperatura à superfície e de anomalia da temperatura ao nível dos 850 hPa</strong>. Embora as temperaturas comecem a descer já nalgumas regiões na quinta (23), é na sexta (24) que a descida se tornará mais evidente, intensificando-se ainda mais no sábado (25).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-maritimo-aproxima-se-a-toda-a-velocidade-de-portugal-preve-se-temperaturas-ate-7-c-abaixo-do-normal-e-chuva-1784633551996.png" data-image="yyzqunv6kwvv"><figcaption>As exceções na sexta-feira, 24 de julho, serão algumas zonas da Área Metropolitana de Lisboa, onde se preveem anomalias térmicas positivas na ordem dos +2 ºC e boa parte do Sotavento Algarvio - Boliqueime, Quarteira, São Brás de Alportel, Loulé, Faro e Olhão, entre outras -, onde poderão variar entre +2 e + 7 ºC. </figcaption></figure><p>De acordo com os mapas de referência da Meteored,<strong> na sexta (24) preveem-se anomalias térmicas negativas relativamente suaves</strong>. Em grande parte do território as temperaturas deverão situar-se entre 1 e 2 ºC abaixo da normal climatológica de referência, podendo atingir desvios entre 3 e 4 ºC nas áreas montanhosas do Norte e Centro.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Entre sexta-feira e sábado, dias 24 e 25 de julho, prevê-se temperaturas até 7 ºC abaixo do normal e chuva.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Quanto à previsão de temperaturas máximas, apenas o <strong>vale do Douro</strong><strong>, algumas zonas do Alentejo</strong>, com destaque para o <strong>vale do Guadiana</strong>, bem como <strong>partes do Sotavento Algarvio</strong> é que deverão registar temperaturas máximas <strong>superiores a 30 ºC</strong>, podendo localmente atingir 33 ou 34 ºC.</p><p><strong>No sábado (25) prevê-se um novo decréscimo da temperatura</strong>, o que se traduzirá num ambiente fresco ainda mais acentuado, tanto em intensidade como em extensão geográfica. Esperam-se <strong>anomalias térmicas negativas de -2 a -4 ºC em termos gerais</strong>, podendo ser localmente ainda mais significativas, <strong>entre -5 e -7 ºC</strong> nas áreas correspondentes às serras de Açor e Estrela e nas localidades adjacentes.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-maritimo-aproxima-se-a-toda-a-velocidade-de-portugal-preve-se-temperaturas-ate-7-c-abaixo-do-normal-e-chuva-1784633353646.png" data-image="y3zkwl1szhv3"><figcaption>Sábado, 25 de julho, será um dia com nova descida da temperatura, e a traduzir-se em anomalias térmicas negativas ainda mais acentuadas e generalizadas. As poucas anomalias térmicas positivas continuarão concentradas na Área Metropolitana de Lisboa e nas mesmas localidades do Sotavento Algarvio anteriormente mencionadas na legenda do mapa acima deste.</figcaption></figure><p>A única capital distrital onde se preveem <strong>30 ºC é Beja</strong>, enquanto as restantes 17 capitais de distrito, incluindo Lisboa e Porto, deverão registar máximas entre 21 e 29 ºC. <strong>Os locais mais quentes continuarão a ser o vale do Douro, o vale do Guadiana e o Sotavento Algarvio</strong>, embora com uma ligeira descida da temperatura máxima face ao dia anterior.</p><h2>Chuva escassa, mas significativa tendo em conta que estamos na canícula</h2><p>Tal como referido anteriormente, prevê-se que a passagem de um pequeno sistema de baixas pressões gere chuva. Esta poderá concentrar-se, grosso modo, nas regiões situadas a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela, abrangendo os distritos de <strong>Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e parcialmente Lisboa, bem como os setores ocidentais de Vila Real e Viseu</strong>.</p><p>Estender-se-á ainda a algumas áreas dos distritos de <strong>Bragança e Guarda</strong><strong>,</strong> <strong>sobretudo no sábado (25)</strong>, devido à progressão para leste da bolsa de ar frio e à trajetória que poderá descrever ao atravessar o norte da Península Ibérica. A sul do referido sistema montanhoso, a ocorrência de chuva será pouco provável graças ao efeito de barreira imposto pela orografia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ar-polar-maritimo-aproxima-se-a-toda-a-velocidade-de-portugal-preve-se-temperaturas-ate-7-c-abaixo-do-normal-e-chuva-1784633284769.png" data-image="k3q44ycdmrtk"><figcaption>Previsão da distribuição de precipitação acumulada em Portugal continental até às 22:00 de sábado, 25 de julho.</figcaption></figure><p>De acordo com a previsão atual, os acumulados de precipitação serão relativamente escassos, mas ainda significativos para a época do ano. Em apenas dois dias - <strong>sexta-feira e sábado, dias 24 e 25 de julho</strong> - e em plena canícula, período climatologicamente mais quente e seco do ano, poderão registar-se<strong> acumulados entre 1 e 10 mm</strong>.</p><p>O modelo de maior confiança da Meteored - o ECMWF - antecipa os <strong>valores mais elevados, entre 5 e 10 mm</strong>, para o Minho, Douro Litoral, Região de Aveiro, serras do norte do distrito de Bragança<strong> </strong>e ainda para a cordilheira composta pelas serras do Açor, Lousã e Estrela.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779691" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/portugal-mais-fresco-o-ar-de-origem-polar-espalhar-se-a-pelo-territorio-entre-sexta-e-sabado.html" title="Portugal mais fresco: o ar de origem polar espalhar-se-á pelo território entre sexta e sábado">Portugal mais fresco: o ar de origem polar espalhar-se-á pelo território entre sexta e sábado</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/portugal-mais-fresco-o-ar-de-origem-polar-espalhar-se-a-pelo-territorio-entre-sexta-e-sabado.html" title="Portugal mais fresco: o ar de origem polar espalhar-se-á pelo território entre sexta e sábado"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-mais-fresco-o-ar-de-origem-polar-espalhar-se-a-pelo-territorio-entre-sexta-e-sabado-1784633772549_320.png" alt="Portugal mais fresco: o ar de origem polar espalhar-se-á pelo território entre sexta e sábado"></a></article></aside><p>Por fim, importa esclarecer que, como é habitual em situações que envolvem bolsas de ar frio isoladas em altitude, persiste alguma <strong>incerteza</strong> quanto à posição final da mesma. Assim, pequenas alterações na sua trajetória podem interferir decisivamente na <strong>distribuição e intensidade das massas de ar</strong>, bem como em variáveis como a <strong>temperatura do ar e a precipitação</strong>, pelo que a previsão atualmente existente mantém-se à mercê de ajustes.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ar-polar-maritimo-aproxima-se-a-toda-a-velocidade-de-portugal-preve-se-temperaturas-ate-7-c-abaixo-do-normal-e-chuva.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Portugal mais fresco: o ar de origem polar espalhar-se-á pelo território entre sexta e sábado]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/portugal-mais-fresco-o-ar-de-origem-polar-espalhar-se-a-pelo-territorio-entre-sexta-e-sabado.html</link><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:36:32 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A entrada de uma massa de ar polar provocará uma descida generalizada das temperaturas, mais expressiva no Norte e Centro, podendo ainda a presença de uma gota fria a noroeste do país trazer alguma chuva ao litoral e regiões montanhosas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaqyc4u"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaqyc4u.jpg" id="xaqyc4u"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Os próximos dias deverão ficar marcados por uma <strong>mudança significativa do estado do tempo</strong> em Portugal continental. Depois de um período de <strong>calor</strong>, especialmente durante quarta-feira, a circulação atmosférica irá alterar-se com a aproximação de uma <strong>depressão isolada em altitude (gota fria)</strong>, permitindo a entrada de uma <strong>massa de ar de origem polar</strong>.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Esta alteração deverá provocar uma <strong>descida generalizada das temperaturas entre sexta e sábado</strong>, sobretudo nas regiões <strong>Norte e Centro</strong>, reduzindo o contraste térmico que até agora existia entre Portugal e o interior da Península Ibérica. Ao mesmo tempo, a instabilidade atmosférica poderá favorecer o <strong>regresso de alguma precipitação</strong> ao litoral Norte e Centro.</p><h2>Antes da mudança, quinta-feira ainda será um dia de calor em grande parte do país</h2><p>Antes da chegada da massa de ar mais fresco, quinta-feira deverá continuar a apresentar <strong>temperaturas elevadas</strong> em várias regiões do território. As máximas poderão aproximar-se dos <strong>35 ºC</strong> em vários pontos do interior, enquanto o litoral permanecerá relativamente mais ameno devido à influência marítima.</p><p>No entanto, este será o último dia em que o calor se fará sentir de forma mais evidente, uma vez que durante a madrugada de sexta-feira começará a instalar-se um <strong>padrão atmosférico bastante diferente</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-mais-fresco-o-ar-de-origem-polar-espalhar-se-a-pelo-territorio-entre-sexta-e-sabado-1784629664243.png" data-image="19d5nd6m9pwv" alt="Temperatura à superfície - quinta-feira, 23 de julho, às 16h" title="Temperatura à superfície - quinta-feira, 23 de julho, às 16h"><figcaption>O calor continuará a dominar grande parte do território na quinta-feira, antes da entrada da massa de ar mais fresco prevista para sexta-feira.</figcaption></figure><p> Este será provavelmente o <strong>último dia com calor mais intenso e generalizado</strong>, antes da chegada da massa de ar polar que irá alterar significativamente o estado do tempo em Portugal continental. </p><h2>Massa de ar polar fará descer significativamente as temperaturas entre sexta e sábado</h2><p>A deslocação de uma gota fria para leste permitirá que uma <strong>massa de ar de origem polar</strong> avance sobre Portugal continental. O efeito será sentido sobretudo durante sexta-feira e sábado, quando as temperaturas deverão sofrer uma <strong>descida generalizada</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-mais-fresco-o-ar-de-origem-polar-espalhar-se-a-pelo-territorio-entre-sexta-e-sabado-1784629748861.png" data-image="8yewlqcdmm6n" alt="Anomalia da temperatura - sábado, 25 de julho, às 16h" title="Anomalia da temperatura - sábado, 25 de julho, às 16h"><figcaption>A entrada de ar polar deverá fazer com que grande parte de Portugal apresente temperaturas abaixo da média para esta época do ano.</figcaption></figure><p>Os mapas de anomalia térmica mostram valores entre <strong>2 e 5 ºC abaixo da média</strong>, podendo pontualmente atingir cerca de <strong>6 a 8 ºC abaixo do normal</strong> em algumas regiões do Norte e Centro. A diferença será particularmente evidente quando comparada com o ambiente muito quente previsto para Espanha.</p><p>O contraste relativamente aos dias anteriores será evidente, com grande parte do território a apresentar temperaturas abaixo da média climatológica para a época do ano. </p><h2>Alguma chuva poderá regressar ao litoral Norte e Centro</h2><p>Além da descida das temperaturas, a aproximação da <strong>depressão isolada em altitude</strong> deverá favorecer o desenvolvimento de <strong>linhas de instabilidade</strong>, responsáveis pelo aparecimento de precipitação.</p><p>Segundo a previsão atual do modelo <strong>ECMWF</strong>, os acumulados deverão concentrar-se sobretudo no <strong>litoral Norte e Centro</strong> e nas serras voltadas ao Atlântico. Apesar de os valores previstos serem relativamente modestos para a época, representam um <strong>regresso da chuva durante a canícula</strong>.</p><p>No restante território, especialmente no <strong>Alentejo e Algarve</strong>, a probabilidade de precipitação continuará bastante reduzida.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-mais-fresco-o-ar-de-origem-polar-espalhar-se-a-pelo-territorio-entre-sexta-e-sabado-1784629835309.png" data-image="bmkiwpfljo25" alt="Precipitação acumulada - sábado, 25 de julho, às 10h" title="Precipitação acumulada - sábado, 25 de julho, às 10h"><figcaption>A precipitação deverá concentrar-se sobretudo no litoral Norte e Centro, mantendo-se praticamente ausente nas regiões do Sul.</figcaption></figure><p> Embora os acumulados previstos sejam geralmente modestos, a precipitação poderá ser significativa por ocorrer durante a canícula, numa altura habitualmente marcada por tempo seco e estável. </p><h2>O vento de noroeste ajudará a reforçar a sensação de tempo mais fresco</h2><p>A alteração da circulação atmosférica será acompanhada por um <strong>reforço do vento de noroeste</strong>, responsável pelo transporte de <strong>ar marítimo mais fresco </strong>sobre Portugal continental.</p><p>Esta circulação contribuirá para limitar a subida das temperaturas máximas, sobretudo junto ao litoral, reforçando igualmente a <strong>sensação de tempo mais fresco</strong> durante sexta-feira e sábado.</p><p>O vento poderá soprar <strong>moderado a forte</strong> em alguns setores da faixa costeira e das terras altas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-mais-fresco-o-ar-de-origem-polar-espalhar-se-a-pelo-territorio-entre-sexta-e-sabado-1784629928130.png" data-image="d3ecde3mngch" alt="Vento - sexta-feira, 24 de julho, às 15h" title="Vento - sexta-feira, 24 de julho, às 15h"><figcaption>O reforço do vento de noroeste favorecerá a entrada de ar marítimo mais fresco e ajudará a consolidar a descida das temperaturas.</figcaption></figure><p> Esta circulação de noroeste será determinante para transportar ar mais fresco até ao território continental, contribuindo para consolidar a descida das temperaturas durante o fim de semana. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779237" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/gota-fria-a-noroeste-de-portugal-devera-persistir-ate-25-de-julho-saiba-como-podera-afetar-o-tempo-no-nosso-pais.html" title="Gota fria a noroeste de Portugal deverá persistir até 25 de julho: saiba como poderá afetar o tempo no nosso país">Gota fria a noroeste de Portugal deverá persistir até 25 de julho: saiba como poderá afetar o tempo no nosso país</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/gota-fria-a-noroeste-de-portugal-devera-persistir-ate-25-de-julho-saiba-como-podera-afetar-o-tempo-no-nosso-pais.html" title="Gota fria a noroeste de Portugal deverá persistir até 25 de julho: saiba como poderá afetar o tempo no nosso país"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/gota-fria-a-noroeste-de-portugal-devera-persistir-ate-25-de-julho-saiba-como-podera-afetar-o-tempo-no-nosso-pais-1784380325687_320.png" alt="Gota fria a noroeste de Portugal deverá persistir até 25 de julho: saiba como poderá afetar o tempo no nosso país"></a></article></aside><p>Em resumo, tudo indica que o estado do tempo sofrerá uma <strong>mudança significativa </strong>entre sexta-feira e sábado. Depois de vários dias de calor, a entrada de uma <strong>massa de ar de origem polar </strong>deverá provocar uma <strong>descida generalizada das temperaturas</strong>, mais evidente no <strong>Norte e Centro</strong>, ao mesmo tempo que a presença da bolsa fria aumenta a possibilidade de ocorrência de <strong>precipitação</strong> em algumas regiões do litoral e zonas montanhosas. Apesar de persistir alguma incerteza relativamente à trajetória da <strong>gota fria</strong>, os modelos continuam a apontar para um <strong>fim de semana bastante mais fresco</strong> do que os dias anteriores.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/portugal-mais-fresco-o-ar-de-origem-polar-espalhar-se-a-pelo-territorio-entre-sexta-e-sabado.html</guid><dc:creator><![CDATA[Afonso Lopes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Urgente: nova previsão reforça Super El Niño histórico com aquecimento acima de 3 °C]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/super-el-nino-historico-nova-previsao-reforca-previsao-de-aquecimento-acima-de-xx-c-no-pacifico.html</link><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Os principais centros internacionais de previsão climática reforçam, a cada nova atualização, o cenário de um Super El Niño histórico. A consistência entre os modelos, o fortalecimento do aquecimento previsto e as condições-recorde já observadas no Oceano Pacífico elevam a confiança de que o evento de 2026/2027 poderá ser o mais intenso desde o início dos registos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/super-el-nino-historico-nova-previsao-reforca-previsao-de-aquecimento-acima-de-xx-c-no-pacifico-1784567519056.png" data-image="wsgwts8o6clr" alt="Anomalias de temperatura da superfície do mar do dia 19 de julho de 2026 mostram uma ampla área do Pacífico Equatorial com temperaturas superiores a 3°C acima da média. Créditos: Elaborado por Meteored com mapas da NASA Overview." title="Anomalias de temperatura da superfície do mar do dia 19 de julho de 2026 mostram uma ampla área do Pacífico Equatorial com temperaturas superiores a 3°C acima da média. Créditos: Elaborado por Meteored com mapas da NASA Overview."><figcaption>Anomalias de temperatura da superfície do mar do dia 19 de julho de 2026 mostram uma ampla área do Pacífico Equatorial com temperaturas superiores a 3 °C acima da média. Créditos: Elaborado por Meteored com mapas da NASA Overview.</figcaption></figure><p>A <strong>pluma de previsão</strong> do <strong>El Niño </strong>do Instituto Internacional de Investigação para Clima e Sociedade (IRI, da Universidade de Columbia - EUA), uma das principais referências mundiais para a monitorização e previsão do ENOS (El Niño-Oscilação Sul), teve a sua mais recente <strong>atualização</strong> divulgada nesta <strong>segunda-feira (20)</strong>. </p><div class="texto-destacado">O novo conjunto de simulações reforça um cenário que tem vindo a ser indicado há vários meses pelos principais centros meteorológicos: o El Niño 2026/2027 deverá alcançar intensidade muito forte, com anomalias que podem <strong>superar 3 °C</strong> entre outubro-dezembro, podendo tornar-se o evento mais intenso já registado.</div><p>A <strong>atualização</strong> ganha importância porque reúne previsões de<strong> 24 modelos climáticos iniciadas em julho</strong>, após o Pacífico Equatorial atingir temperaturas recordes para esta época do ano. Ao incorporar este aquecimento excecional às condições iniciais das simulações, os modelos <strong>reforçam</strong> a <strong>expectativa</strong> <strong>de que o El Niño continuará</strong> a intensificar-se - e muito - nos próximos meses. A seguir, confira quais são as condições atuais do Oceano Pacífico e o que dizem as novas previsões.</p><h2>Condições atuais do Oceano Pacífico: aquecimento recorde</h2><p>Segundo os<strong> dados observados semanais </strong>divulgados pelo <strong>Centro de Previsão Climática</strong> (CPC) da <strong>NOAA</strong>, na semana encerrada a <strong>15 de julho</strong>, a região Niño 3.4 registou uma <strong>anomalia</strong> absoluta de<strong> +2,1 °C </strong>em relação à climatologia. Trata-se da <strong>segunda semana consecutiva</strong> com <strong>anomalias</strong> absolutas iguais ou <strong>superiores a 2 °C</strong>, um patamar típico dos episódios de El Niño 'muito intensos'.</p><div class="texto-destacado">Apesar deste valor não ser suficiente para classificar oficialmente o fenómeno como um El Niño muito forte - já que essa classificação utiliza um índice baseado na média de três meses das anomalias - os dados mostram que o oceano já atingiu temperaturas compatíveis com os grandes eventos históricos. </div><p>Já as <strong>anomalias relativas</strong>, que descontam o aquecimento médio dos oceanos tropicais, e atualmente a métrica oficial para monitorização dos fenómenos, foram de<strong> 1,4 °C</strong> na última semana,<strong> aproximando-se do limiar de evento ‘forte’</strong> (1,5 °C). As águas subsuperficiais (300 m de profundidade) apresentam uma bolha quente com anomalias superiores a 6 °C próximas à superfície.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/super-el-nino-historico-nova-previsao-reforca-previsao-de-aquecimento-acima-de-xx-c-no-pacifico-1784567589119.png" data-image="tw9vnsjncwcq" alt="Resumo do boletim semanal da NOAA mostrando as anomalias de temperatura da superfície do mar e a evolução térmica da camada subsuperficial do Pacífico Equatorial. Créditos: Elaborado por Meteored com mapas do CPC/NOAA." title="Resumo do boletim semanal da NOAA mostrando as anomalias de temperatura da superfície do mar e a evolução térmica da camada subsuperficial do Pacífico Equatorial. Créditos: Elaborado por Meteored com mapas do CPC/NOAA."><figcaption>Resumo do boletim semanal da NOAA que mostra as anomalias de temperatura da superfície do mar e a evolução térmica da camada subsuperficial do Pacífico Equatorial. Créditos: Elaborado por Meteored com mapas do CPC/NOAA.</figcaption></figure><p>Além dos dados oficiais da NOAA, os <strong>registos diários do</strong><em><strong> Climate Reanalyzer</strong></em> evidenciam que <strong>2026</strong> tem vindo a estabelecer<strong> recordes </strong>de temperatura da superfície do mar. Nos gráficos abaixo, a linha vermelha, correspondente a este ano, destaca-se de todas as restantes tanto na<strong> </strong>média dos<strong> oceanos globais </strong>entre 60°N<strong> e</strong> 60°S (esquerda) quanto na<strong> região do Niño 3.4 </strong>(direita).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/super-el-nino-historico-nova-previsao-reforca-previsao-de-aquecimento-acima-de-xx-c-no-pacifico-1784567673983.png" data-image="mss2bos1mj2b" alt="A temperatura da superfície do mar diária global (esquerda) e na região do Niño 3.4 (direita) destaca aquecimento recorde em 2026 (linha vermelha). Créditos: Elaborado por Meteored com gráficos do Climate Reanalyzer." title="A temperatura da superfície do mar diária global (esquerda) e na região do Niño 3.4 (direita) destaca aquecimento recorde em 2026 (linha vermelha). Créditos: Elaborado por Meteored com gráficos do Climate Reanalyzer."><figcaption>A temperatura da superfície do mar diária global (esquerda) e na região do Niño 3.4 (direita) destaca aquecimento recorde em 2026 (linha vermelha). Créditos: Elaborado por Meteored com gráficos do Climate Reanalyzer.</figcaption></figure><p>Desde junho de 2026, tanto a<strong> temperatura média dos oceanos</strong> do planeta como a<strong> média da região Niño 3.4 </strong>atingiram temperaturas <strong>recordes</strong>, superiores a 29 °C ainda no início do inverno do Hemisfério Sul,<strong> superando os registos </strong>de anos marcados por El Niños históricos, como <strong>1982, 1997 e 201</strong><strong>5</strong>. </p><h2>Nova previsão mostra pico do evento com anomalia de 3,1°C</h2><p><strong>A pluma de modelos do IRI</strong> reúne previsões de diversos centros meteorológicos em redor do mundo. A atualização divulgada hoje (20) <strong>reforça a confiança </strong>de que o El Niño 2026/2027 poderá atingir<strong> intensidade muito forte </strong>e, possivelmente, figurar entre os episódios mais intensos já observados. </p><div class="texto-destacado">As previsões mais recentes indicam que as anomalias de TSM na região Niño 3.4, principal área utilizada para monitorizar o fenómeno, podem superar 3 °C entre o final do inverno e o início da primavera do Hemisfério Sul.</div><p>Os<strong> modelos dinâmicos</strong>, considerados mais confiáveis para este horizonte de previsão, mostram uma intensificação adicional do aquecimento em relação à ronda anterior. Na atualização iniciada em junho o valor máximo era <strong>de 2,6 °C e agora são em torno de 3,1 °C</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/super-el-nino-historico-nova-previsao-reforca-previsao-de-aquecimento-acima-de-xx-c-no-pacifico-1784573677215.png" data-image="ewibbmvqbtkm" alt="Previsão de anomalia relativa de TSM no Niño 3.4 iniciada em junho (esquerda) e julho (direita), destacando os valores máximos na linha vermelha. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: IRI." title="Previsão de anomalia relativa de TSM no Niño 3.4 iniciada em junho (esquerda) e julho (direita), destacando os valores máximos na linha vermelha. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: IRI."><figcaption>Previsão de anomalia relativa de TSM no Niño 3.4 iniciada em junho (esquerda) e julho (direita), destacando os valores máximos na linha vermelha. Créditos: Elaborado por Meteored/Fonte: IRI.</figcaption></figure><p>Outro ponto importante é que, desde 2025, <strong>a pluma do IRI deixou de incorporar</strong> um dos principais sistemas de previsão climática do mundo: o modelo do Centro Europeu de Previsões de Médio Prazo (<strong>ECMWF</strong>). </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="766548" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/como-se-desenvolve-o-fenomeno-el-nino-um-meteorologista-italiano-analisa-o-papel-fundamental-das-ondas-equatoriais.html" title="Como se desenvolve o fenómeno El Niño? Um meteorologista italiano analisa o papel fundamental das ondas equatoriais">Como se desenvolve o fenómeno El Niño? Um meteorologista italiano analisa o papel fundamental das ondas equatoriais</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/como-se-desenvolve-o-fenomeno-el-nino-um-meteorologista-italiano-analisa-o-papel-fundamental-das-ondas-equatoriais.html" title="Como se desenvolve o fenómeno El Niño? Um meteorologista italiano analisa o papel fundamental das ondas equatoriais"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-se-produce-el-fenomeno-de-el-nino-un-meteorologo-italiano-revela-el-papel-fundamental-de-las-ondas-ecuatoriales-1776942010049_320.png" alt="Como se desenvolve o fenómeno El Niño? Um meteorologista italiano analisa o papel fundamental das ondas equatoriais"></a></article></aside><p>As simulações iniciadas em julho mostram que o<strong> ensemble do ECMWF </strong>projeta anomalias superiores a<strong> 2,5 °C a partir de agosto</strong> e a ultrapassar<strong> 3 °C a partir de outubro </strong>-<strong> </strong>reforçando o cenário de um El Niño muito intenso. Caso estas previsões ainda integrassem o conjunto do IRI, a média do ensemble seria ainda mais elevada. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/super-el-nino-historico-nova-previsao-reforca-previsao-de-aquecimento-acima-de-xx-c-no-pacifico-1784567653603.png" data-image="nvsekbhznxvn" alt="Previsão das anomalias absolutas de TSM na região Niño 3.4 pelo ensemble multimodelo do C3S (esquerda) e pelos nove modelos que compõem o sistema (direita). Créditos: Elaborado por Meteored com gráficos do C3S/ECMWF." title="Previsão das anomalias absolutas de TSM na região Niño 3.4 pelo ensemble multimodelo do C3S (esquerda) e pelos nove modelos que compõem o sistema (direita). Créditos: Elaborado por Meteored com gráficos do C3S/ECMWF."><figcaption>Previsão das anomalias absolutas de TSM na região Niño 3.4 pelo ensemble multimodelo do C3S (esquerda) e pelos nove modelos que compõem o sistema (direita). Créditos: Elaborado por Meteored com gráficos do C3S/ECMWF.</figcaption></figure><p>Além disso, o próprio ECMWF, através do<strong><em> Copernicus Climate Change Service</em></strong> (C3S), disponibiliza uma <strong>média de nove modelos</strong> (<em>ensemble</em>) de diferentes centros de previsão climática. Este conjunto também reforça a <strong>intensidade</strong> excecional do evento, indicando anomalias de<strong> 3,5 °C em dezembro</strong>.</p><p>A <strong>consistência</strong> entre as sucessivas <strong>atualizações dos modelos</strong>, o <strong>fortalecimento</strong> contínuo do <strong>sinal de aquecimento </strong>nas previsões e as <strong>condições</strong> <strong>atualmente</strong> <strong>observadas</strong> no Oceano Pacífico aumentam a confiança de que o <strong>El Niño 2026/2027</strong> <strong>poderá</strong> não apenas figurar entre os mais intensos já observados, mas também disputar o posto de <strong>mais forte desde o início dos registos</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/super-el-nino-historico-nova-previsao-reforca-previsao-de-aquecimento-acima-de-xx-c-no-pacifico.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Maria Pereira Nunes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-nasa-fotografa-algo-inexplicavel-em-marte-rochas-estranhas-em-equilibrio-intrigam-os-cientistas.html</link><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 17:01:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>As imagens mais recentes de Marte revelam formações rochosas invulgares, redemoinhos de poeira e novos detalhes da Cratera Jezero, uma das regiões com maior importância científica do Planeta Vermelho.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-fotografia-algo-inexplicable-en-marte-unas-extranas-rocas-en-equilibrio-descolocan-a-los-cientificos-1782817577611.jpg" data-image="qig0ytdmqq66" alt="Perseverance rover on Mars" title="Perseverance rover on Mars"><figcaption>As mais recentes imagens de Marte captadas pela NASA voltam a colocar o Planeta Vermelho no centro das atenções científicas, devido a formações rochosas invulgares cuja forma ainda não tem uma explicação definitiva. Imagem gerada por IA.</figcaption></figure><p>As fotografias mais recentes enviadas pelas missões da NASA oferecem uma visão de Marte com mais pormenores do que nunca. As imagens provêm de naves espaciais em órbita e do rover Perseverance, que continua a explorar a Cratera Jezero para estudar a composição do terreno. Entre as dunas, montanhas e vastos desfiladeiros, <strong>várias formações rochosas chamaram a atenção dos investigadores</strong>.</p><p>As estruturas mais comentadas destacam-se porque <strong>algumas rochas parecem estar equilibradas umas sobre as outras</strong>. A sua aparência suscitou todo o tipo de especulações na Internet, embora as equipas científicas descartem explicações que envolvam atividade artificial ou a presença de vida. A explicação mais provável continua a apontar para processos geológicos que se desenrolaram ao longo de milhões de anos.</p><h2> As imagens mais recentes da NASA de Marte </h2><p>As fotografias foram tiradas a 13 de maio em vários locais dentro da cratera Jezero, um local escolhido devido à sua história geológica. Os cientistas acreditam que<strong> esta bacia foi, há milhares de milhões de anos, um lago</strong>, numa época em que o planeta apresentava condições muito diferentes das atuais e em que existia água líquida na sua superfície.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">🚨 NASA's Perseverance rover has made a groundbreaking discovery on Mars—and it's all about organic matter.<br><br>What was found: Complex organic carbon (macromolecular carbon) within fine-grained mudstones<br><br>Where: Neretva Vallis channel, an ancient river valley in Jezero Crater <a href="https://t.co/mHulbYAR5s">pic.twitter.com/mHulbYAR5s</a></p>— Insights | Integration️ (@con_nectinder) <a href="https://x.com/con_nectinder/status/2071524141564608771?ref_src=twsrc%5Etfw">June 29, 2026</a></blockquote></figure><p>As formações observadas não se enquadram facilmente nos modelos padrão utilizados para interpretar a paisagem marciana. Na Terra, características semelhantes podem formar-se através da erosão hídrica, da atividade vulcânica ou de variações de temperatura, mas <strong>ainda não existe uma explicação definitiva sobre como estas configurações se formaram em Marte</strong>.</p><p>Uma possibilidade que os investigadores estão a considerar é que<strong> uma rocha original se tenha dividido em várias camadas devido à ação prolongada do vento ou da água</strong>. Mesmo assim, salientam que serão necessários dados adicionais antes de se poder confirmar esta hipótese, uma vez que as imagens atuais não respondem a todas as questões.</p><h2>As novas imagens da NASA revelam um planeta em constante mudança</h2><p>Os dados recolhidos pelas missões da NASA corroboram uma ideia que está a tornar-se cada vez mais aceite entre os cientistas. Longe de ser um mundo estático,<strong> Marte continua a ser palco de processos atmosféricos e geológicos que, ao longo do tempo, remodelam lentamente a sua superfície</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-fotografia-algo-inexplicable-en-marte-unas-extranas-rocas-en-equilibrio-descolocan-a-los-cientificos-1782818090875.jpeg" data-image="2uuy8k805hb6" alt="Planet Mars" title="Planet Mars"><figcaption>A cratera Jezero é o foco de grande parte da investigação atual, uma vez que poderá ter contido água líquida durante um período prolongado, entre 3,5 e 4 mil milhões de anos atrás.</figcaption></figure><p>Entre os fenómenos mais notáveis encontram-se os chamados <strong>"redemoinhos de poeira"</strong>, grandes colunas de poeira em turbilhão criadas pelas diferenças de temperatura entre o solo e a atmosfera. Estes redemoinhos podem elevar-se vários quilómetros no ar e percorrer longas distâncias antes de se dissiparem.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776012" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/bacterias-de-laguna-no-rio-de-janeiro-ajudam-cientistas-a-descobrir-se-ha-vida-em-marte-entenda.html" title="Bactérias de uma laguna no Rio de Janeiro ajudam os cientistas a descobrir se há vida em Marte; saiba como">Bactérias de uma laguna no Rio de Janeiro ajudam os cientistas a descobrir se há vida em Marte; saiba como</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/bacterias-de-laguna-no-rio-de-janeiro-ajudam-cientistas-a-descobrir-se-ha-vida-em-marte-entenda.html" title="Bactérias de uma laguna no Rio de Janeiro ajudam os cientistas a descobrir se há vida em Marte; saiba como"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/bacterias-de-laguna-no-rio-de-janeiro-ajudam-cientistas-a-descobrir-se-ha-vida-em-marte-entenda-1782509790636_320.jpg" alt="Bactérias de uma laguna no Rio de Janeiro ajudam os cientistas a descobrir se há vida em Marte; saiba como"></a></article></aside><p>As imagens permitem aos cientistas estudar estes redemoinhos de poeira com maior detalhe e compreender melhor como a poeira em suspensão influencia o clima marciano.<strong> Esta informação é também extremamente valiosa para futuras missões tripuladas</strong>, uma vez que as partículas de poeira podem afetar tanto a visibilidade como o desempenho dos painéis solares e dos instrumentos científicos.</p><h2>A cratera Jezero, uma chave para compreender a história de Marte</h2><p>Para além das rochas invulgares, as imagens revelam também algumas das maiores características geológicas do Sistema Solar. Entre elas encontram-se o <strong>Monte Olimpo</strong>, que se eleva a quase 22 quilómetros de altitude, e o <strong>Valles Marineris</strong>, um sistema de desfiladeiros que se estende por aproximadamente 4 500 quilómetros.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-fotografia-algo-inexplicable-en-marte-unas-extranas-rocas-en-equilibrio-descolocan-a-los-cientificos-1782818160488.jpg" data-image="t91a20x7fym8" alt="Rocks on the surface of Mars" title="Rocks on the surface of Mars"><figcaption>O rover Perseverance da NASA fotografa misteriosas rochas em equilíbrio na cratera Jezero, desafiando os modelos geológicos convencionais. Imagem: NASA.</figcaption></figure><p>O objetivo destas observações vai muito além da captura de imagens de alta qualidade. Os cientistas estão a tentar reconstruir a evolução do planeta e <strong>determinar se Marte alguma vez teve as condições necessárias para albergar ambientes habitávei</strong><strong>s</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774841" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/cientistas-encontram-um-mineral-fundamental-da-terra-em-uma-rocha-de-marte-algo-nunca-antes-visto.html" title="Cientistas encontram um mineral fundamental da Terra numa rocha de Marte (algo nunca antes visto)">Cientistas encontram um mineral fundamental da Terra numa rocha de Marte (algo nunca antes visto)</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/cientistas-encontram-um-mineral-fundamental-da-terra-em-uma-rocha-de-marte-algo-nunca-antes-visto.html" title="Cientistas encontram um mineral fundamental da Terra numa rocha de Marte (algo nunca antes visto)"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/cientificos-hallan-un-mineral-clave-de-la-tierra-en-una-roca-de-marte-algo-nunca-antes-visto-1781904236798_320.jpg" alt="Cientistas encontram um mineral fundamental da Terra numa rocha de Marte (algo nunca antes visto)"></a></article></aside><p>Os estudos realizados até ao momento indicam que, há entre 3,5 e 4 mil milhões de anos, Marte apresentava temperaturas mais elevadas e água abundante sob a forma de rios, lagos e até mares pouco profundos. Embora ainda não haja provas definitivas de que alguma vez tenha existido vida nesse planeta, <strong>as rochas sedimentares da Cratera Jezero poderão preservar compostos orgânicos ou vestígios químicos deixados por microrganismos antigos</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-nasa-fotografa-algo-inexplicavel-em-marte-rochas-estranhas-em-equilibrio-intrigam-os-cientistas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Tendências para o início de agosto: o modelo europeu coloca Portugal no foco do calor intenso]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencias-para-o-inicio-de-agosto-o-modelo-europeu-coloca-portugal-no-foco-do-calor-intenso.html</link><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:38:36 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O modelo europeu aponta para um início de agosto mais quente em Portugal continental, com temperaturas acima da média climatológica, sobretudo no interior, onde se preveem as anomalias mais expressivas, caso este cenário se confirme.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencias-para-o-inicio-de-agosto-o-modelo-europeu-coloca-portugal-no-foco-do-calor-intenso-1784557349321.jpg" data-image="b5d4ste7n1gb" alt="Início de agosto poderá marcar o regresso do calor intenso" title="Início de agosto poderá marcar o regresso do calor intenso"><figcaption>Portugal continental poderá entrar no mês de agosto com temperaturas acima do habitual, sobretudo nas regiões do interior Norte e Centro e em algumas áreas do interior Sul, segundo as mais recentes previsões do modelo europeu.</figcaption></figure><p><br>O início de agosto deverá trazer uma subida das temperaturas em Portugal continental, sobretudo nas regiões do interior, onde se prevê um ambiente mais quente do que o habitual para a época, caso este cenário se confirme.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações</div><p> Até ao final de julho, as temperaturas deverão manter-se próximas do normal, mas <strong>a tendência aponta para uma subida gradual durante os últimos dias do mês</strong>, tornando-se mais evidente a partir de 1 de agosto.</p><h2>Calor deverá intensificar-se durante a primeira semana de agosto</h2><p>As previsões mais recentes do modelo europeu apontam para um cenário de <strong>temperaturas acima da média entre 3 e 10 de agosto</strong>. O desvio em relação ao habitual deverá ser mais expressivo no interior Norte e Centro e em vários setores do Alentejo, enquanto no litoral ocidental a influência do Atlântico continuará a atenuar a subida das temperaturas. Ainda assim, também nestas regiões se prevê um ambiente mais quente para a época.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencias-para-o-inicio-de-agosto-o-modelo-europeu-coloca-portugal-no-foco-do-calor-intenso-1784556404334.jpg" data-image="qs7gbsxitvdn"><figcaption>Entre 3 e 10 de agosto, o modelo europeu prevê temperaturas acima da média em praticamente todo o território continental. As anomalias mais significativas concentram-se no interior Norte e Centro e em parte do Alentejo, onde o calor poderá ser mais intenso caso esta tendência se confirme.</figcaption></figure><p><br>As anomalias positivas previstas pelo modelo europeu sugerem que <strong>o aquecimento deverá ser mais evidente no interior Norte e Centro, estendendo-se também a várias áreas do interior Sul</strong>, onde as anomalias poderão atingir localmente cerca de 3 ºC acima da média climatológica. No litoral ocidental, a influência marítima deverá continuar a limitar a subida das temperaturas, mantendo as anomalias geralmente menos expressivas.</p><h2>Configuração atmosférica favorece tempo mais quente e estável</h2><p>Esta evolução resulta de uma configuração atmosférica favorável ao reforço das altas pressões sobre a Península Ibérica e parte da Europa Ocidental. Ao mesmo tempo, a circulação de oeste tende a enfraquecer, <strong>reduzindo a influência das massas de ar mais frescas provenientes do Atlântico</strong> e permitindo a entrada e persistência de ar mais quente sobre o território continental.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencias-para-o-inicio-de-agosto-o-modelo-europeu-coloca-portugal-no-foco-do-calor-intenso-1784556600653.jpg" data-image="v0c2r5vu7uei"><figcaption>O mapa semanal do geopotencial a 500 hPa, válido para o período entre 3 e 10 de agosto, mostra o reforço das altas pressões sobre a Europa Ocidental. Este padrão tende a favorecer tempo mais estável em Portugal continental e a limitar a entrada de massas de ar mais frescas do Atlântico, potenciando a subida das temperaturas.</figcaption></figure><p>Em altitude, prevê-se o <strong>reforço de uma crista anticiclónica sobre a região</strong>, um padrão habitualmente associado a tempo mais estável e a uma subida das temperaturas. Este enquadramento é consistente com as previsões sazonais, que continuam a apontar para uma primeira quinzena de agosto mais quente do que o habitual em Portugal continental.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencias-para-o-inicio-de-agosto-o-modelo-europeu-coloca-portugal-no-foco-do-calor-intenso-1784556768335.jpg" data-image="v2dkqx75i817"><figcaption>O conjunto de previsões (ensemble) do modelo europeu continua a favorecer um início de agosto mais quente do que o habitual em Portugal continental. Embora existam diferenças entre os vários cenários possíveis, a maioria aponta para uma subida das temperaturas, aumentando a confiança nesta tendência de médio prazo.</figcaption></figure><p>Por se tratar de uma previsão de médio prazo, <strong>este cenário poderá ainda sofrer alguns ajustes</strong>. Ainda assim, a persistência deste sinal nas sucessivas atualizações do modelo europeu reforça a confiança numa primeira semana de agosto mais quente do que o habitual. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779529" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/calor-ganha-forca-nos-proximos-dias-mas-a-atmosfera-prepara-uma-reviravolta-em-portugal-a-partir-de-sexta-24-de-julho.html" title="Calor ganha força nos próximos dias, mas a atmosfera prepara uma reviravolta em Portugal a partir de sexta, 24 de julho">Calor ganha força nos próximos dias, mas a atmosfera prepara uma reviravolta em Portugal a partir de sexta, 24 de julho</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/calor-ganha-forca-nos-proximos-dias-mas-a-atmosfera-prepara-uma-reviravolta-em-portugal-a-partir-de-sexta-24-de-julho.html" title="Calor ganha força nos próximos dias, mas a atmosfera prepara uma reviravolta em Portugal a partir de sexta, 24 de julho"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/calor-ganha-forca-nos-proximos-dias-mas-a-atmosfera-prepara-uma-reviravolta-em-portugal-a-partir-de-sexta-24-de-julho-1784549251837_320.png" alt="Calor ganha força nos próximos dias, mas a atmosfera prepara uma reviravolta em Portugal a partir de sexta, 24 de julho"></a></article></aside><p>A evolução das próximas previsões permitirá definir com maior precisão a intensidade deste possível episódio de calor.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencias-para-o-inicio-de-agosto-o-modelo-europeu-coloca-portugal-no-foco-do-calor-intenso.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Palma]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A nova rota costeira na Escócia celebra os 300 anos do pai da geologia moderna]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/a-nova-rota-costeira-na-escocia-celebra-os-300-anos-do-pai-da-geologia-moderna.html</link><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 16:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Onde a terra conta a sua própria história, eis uma viagem pelas reservas naturais e maravilhas geológicas do litoral de Berwickshire na Escócia.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-nova-rota-costeira-na-escocia-celebra-os-300-anos-do-pai-da-geologia-moderna-1784059708395.png" data-image="47cumdj0xd6y"><figcaption>Vila de St. Abbs, Baía de Starney - Reserva Natural, Berwickshire, Escócia, Reino Unido.</figcaption></figure><p>Um novo percurso pedestre na costa leste da Escócia que transporta os visitantes diretamente para o passado profundo do nosso planeta. Inaugurado para assinalar o tricentenário do nascimento de James Hutton (junho de 1726), amplamente aclamado como o pai da geologia moderna <strong>o "<em>Deep Time Trail</em>" (Trilho do Tempo Profundo) é uma rota costeira de 1,3 quilómetros</strong>.</p><p>Este trilho estende-se pelas imponentes falésias de Berwickshire até Siccar Point, o local exato onde se obteve a prova científica de que a Terra era incrivelmente mais antiga do que a humanidade alguma vez imaginara.</p><h2>A descoberta de James Hutton em 1788</h2><p>No final do século XVIII, a visão predominante na sociedade, muito influenciada por <strong>dogmas religiosos, defendia que a Terra tinha apenas cerca de seis mil anos de idade</strong>.</p><div class="texto-destacado">Contudo, Hutton, observador perspicaz, suspeitava que os processos naturais que moldavam a paisagem exigiam períodos muito mais vastos.<br> </div><p>Em 1788, acompanhado pelos seus colegas John Playfair e Sir James Hall, Hutton fez uma viagem de barco ao longo da costa de Berwickshire e deparou-se com Siccar Point. Nesse local, encontrou o que hoje é mundialmente famoso <strong>como a "Desconformidade de Hutton" (<em>Hutton's Unconformity</em>)</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-nova-rota-costeira-na-escocia-celebra-os-300-anos-do-pai-da-geologia-moderna-1784060471431.png" data-image="yfvcwktgvdcc"><figcaption>A famosa discordância angular de James Hutton em Siccar Point, em Berwickshire, Escócia. Arenito devoniano suavemente inclinado sobreposto a grauvaque siluriano quase vertical.</figcaption></figure><p>Tratava-se de um contacto geológico impressionante: <strong>camadas rochosas verticais de grauvaque cinzento do período Silúrico (com cerca de 435 milhões de anos) estavam cobertas diretamente por camadas horizontais de arenito vermelho do período Devónico (com cerca de 370 milhões de anos)</strong>. </p><h2>A revolução do "Tempo Profundo" </h2><p>Para Hutton, aquela formação <strong>provava uma lacuna temporal de aproximadamente 65 milhões de anos</strong><strong>.</strong> Ele percebeu que as rochas verticais mais antigas tinham sido depositadas horizontalmente no fundo de um oceano primitivo, endurecidas, erguidas e inclinadas por forças, expostas à erosão e ao desgaste atmosférico durante eras e, finalmente, novamente submersas para permitir a acumulação das novas camadas de arenito vermelho horizontal, antes de toda a estrutura ser reerguida acima do nível do mar. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-nova-rota-costeira-na-escocia-celebra-os-300-anos-do-pai-da-geologia-moderna-1784060785855.png" data-image="51cato8t7hkc"><figcaption>O pôr do sol na Baía de Pettico Wick, St Abbs, Escócia junto da falésia.</figcaption></figure><p>Este ciclo interminável de destruição e renovação <strong>implicava que a Terra operava em escalas de tempo inimagináveis</strong>. </p><div class="texto-destacado">Foi aí que nasceu o conceito de "Tempo Profundo" (Deep Time), estabelecendo as bases da geologia moderna e abrindo caminho para teorias revolucionárias posteriores, como a evolução de Charles Darwin. </div><p>Ao testemunhar o local, John Playfair escreveu uma das frases mais célebres da ciência: "A mente parecia ficar tonta ao olhar tão longe para o abismo do tempo."</p><h2>O esforço para o novo trilho </h2><p>Graças a um esforço de colaboração entre a Sociedade Geológica de Edimburgo, o <em>Scottish Geology Trust</em> e o <em>James Hutton Institute</em>, apoiado por uma campanha de financiamento coletivo <strong>(<em>crowdfunding</em>) de sucesso que angariou mais de 150 mil libras, o trilho foi construído </strong>para tornar esta herança acessível a todos. O percurso plano e relvado guia os visitantes até um espetacular miradouro de pedra com vista privilegiada para a desconformidade rochosa. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="661507" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/o-maior-percurso-pedestre-circular-do-mundo-fica-em-portugal-e-esta-prestes-a-ser-inaugurado-turismo.html" title="O “maior percurso pedestre circular do mundo” fica em Portugal — e está prestes a ser inaugurado ">O “maior percurso pedestre circular do mundo” fica em Portugal — e está prestes a ser inaugurado </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/o-maior-percurso-pedestre-circular-do-mundo-fica-em-portugal-e-esta-prestes-a-ser-inaugurado-turismo.html" title="O “maior percurso pedestre circular do mundo” fica em Portugal — e está prestes a ser inaugurado "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-maior-percurso-pedestre-circular-do-mundo-fica-em-portugal-e-esta-prestes-a-ser-inaugurado-1718653444752_320.jpg" alt="O “maior percurso pedestre circular do mundo” fica em Portugal — e está prestes a ser inaugurado "></a></article></aside><p>Ao longo do caminho, os caminhantes <strong>deparam-se com marcos de pedra com citações de Hutton esculpidas à mão</strong>, painéis interpretativos e recursos digitais para descarregar no telemóvel, que incluem áudios explicativos de especialistas, poesia e música inspiradas na paisagem. </p><p>Em suma, este trilho na costa escocesa não é apenas uma rota de beleza natural impressionante, mas sim uma autêntica viagem no tempo que celebra a descoberta que redefiniu para sempre a nossa compreensão do planeta.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Kenny%2C%20Stuart" data-year="" data-title="Walk%20the%20Scottish%20coast%20that%20changed%20science" data-url="https%3A%2F%2Fwww.bbc.com%2Ftravel%2Farticle%2F20260703-walk-the-scottish-coast-that-changed-science">Kenny, Stuart. <a href="https://www.bbc.com/travel/article/20260703-walk-the-scottish-coast-that-changed-science" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Walk the Scottish coast that changed science</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/a-nova-rota-costeira-na-escocia-celebra-os-300-anos-do-pai-da-geologia-moderna.html</guid><dc:creator><![CDATA[Carlos Alves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Buçaco recebe título de primeira Floresta Terapêutica da Península Ibérica]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/bucaco-recebe-titulo-de-primeira-floresta-terapeutica-da-peninsula-iberica.html</link><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 15:45:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O monumento nacional na Mealhada junta-se a um grupo restrito de quatro santuários mundiais, oferecendo aos visitantes programas de reabilitação e bem-estar baseados nos poderes curativos da natureza.</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/bucaco-recebe-titulo-de-primeira-floresta-terapeutica-da-peninsula-iberica-1784552102099.jpg" data-image="72yuop69a94r" alt="Palácio e Mata Nacional do Buçaco" title="Palácio e Mata Nacional do Buçaco"><figcaption>A Mata do Buçaco é a primeira floresta terapêutica da Península Ibérica. Foto: Edescas2, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons</figcaption></figure><p>A <strong>Mata Nacional do Buçaco</strong> acaba de conquistar um selo de prestígio internacional que a coloca na vanguarda do turismo de saúde. O espaço florestal da Mealhada recebeu a certificação oficial de <strong>primeira Floresta Terapêutica da Península Ibérica</strong>, tornando-se apenas a quarta do mundo a ostentar esta distinção. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O reconhecimento premeia um ecossistema com quase 400 anos de história botânica, no qual o silêncio, a sombra, os aromas e a biodiversidade se convertem agora em ferramentas de medicina preventiva.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O prémio foi atribuído pelo Gabinete Internacional de Certificação de Florestas Terapêuticas após um rigoroso processo de avaliação científica e médica. Inspirado no <strong>conceito japonês de <em>shinrin-yoku</em></strong>, que celebra o poder dos banhos de floresta, o título valida a capacidade do parque de atuar como um centro natural de recuperação física e mental.</p><h2>Uma herança botânica plantada por monges</h2><p>A riqueza deste território remonta a 1628, ano em que os <strong>monges carmelitas descalços</strong> se instalaram na região. Os religiosos iniciaram a plantação de espécies nativas e exóticas, criando os pilares de um monumento nacional que hoje se estende por 105 hectares. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Ao longo dos séculos, a mata transformou-se numa das coleções botânicas mais ricas da Europa, acolhendo árvores de grande porte como as sequoias monumentais e os eucaliptos-gigantes, além do maior bosque de adernal do mundo.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Esta <strong>densidade vegetal</strong> única é responsável pela libertação de fitoncidos, compostos orgânicos voláteis emitidos pelas plantas para se protegerem de insetos. Quando inaladas pelos seres humanos, estas substâncias fortalecem o <strong>sistema imunitário</strong> e ajudam a reduzir a pressão arterial. </p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/bucaco-recebe-titulo-de-primeira-floresta-terapeutica-da-peninsula-iberica-1784552292762.jpg" data-image="qcq7pkzrtch2" alt="Mata Nacional do Buçaco" title="Mata Nacional do Buçaco"><figcaption>A requalificação associada à certificação transformou esta mata histórica num refúgio para quem procura a cura na natureza. Foto: Fundação Mata do Buçaco</figcaption></figure><p>O microclima húmido da serra, alimentado pela água que corre no icónico <strong>Vale dos Fetos</strong>, potencia a qualidade do ar, criando as condições perfeitas para as caminhadas de atenção plena.</p><h2>O plano rigoroso para a reabilitação médica</h2><p>Para obter este selo internacional, a <strong>Fundação Mata do Bussaco </strong>e a agência Destinature implementaram um plano estratégico centrado no cumprimento de exigentes parâmetros sanitários. A requalificação do espaço incluiu a erradicação de plantas exóticas invasoras, uma tarefa que contou com o apoio do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O projeto permitiu delimitar áreas silenciosas de relaxamento e desenhar circuitos com diferentes níveis de esforço, garantindo a acessibilidade necessária para fins médicos.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O <strong>tráfego</strong> <strong>rodoviário</strong> foi fortemente condicionado nos setores mais críticos para mitigar a poluição sonora e preservar a pureza da atmosfera. A partir de agora, os visitantes terão acesso a uma agenda permanente de <strong>tratamentos relaxantes</strong> e terapias integradas, sempre acompanhados por profissionais com formação específica para guiar os caminhantes no contacto profundo com o meio ambiente.</p><h2>O futuro sustentável do turismo de natureza</h2><p>A liderança deste projeto, agora sob a responsabilidade de Gonçalo Breda Marques, presidente da fundação, assume que a certificação representa um compromisso acrescido para <strong>preservar a biodiversidade regional</strong>. O Buçaco deixa de ser apenas um destino histórico de passeio, passando a figurar como um elemento ativo nas políticas públicas de saúde e reabilitação.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="716853" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/investigadores-portugueses-descobrem-fungo-fossilizado-com-300-milhoes-de-anos-na-serra-do-bucaco.html" title="Investigadores portugueses descobrem fungo fossilizado com 300 milhões de anos na Serra do Buçaco">Investigadores portugueses descobrem fungo fossilizado com 300 milhões de anos na Serra do Buçaco</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/investigadores-portugueses-descobrem-fungo-fossilizado-com-300-milhoes-de-anos-na-serra-do-bucaco.html" title="Investigadores portugueses descobrem fungo fossilizado com 300 milhões de anos na Serra do Buçaco"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/investigadores-portugueses-descobrem-fungo-fossilizado-com-300-milhoes-de-anos-na-serra-do-bucaco-1750850072023_320.jpg" alt="Investigadores portugueses descobrem fungo fossilizado com 300 milhões de anos na Serra do Buçaco"></a></article></aside><p>Esta nova fase pretende, acima de tudo, valorizar os recursos florestais de forma sustentável, posicionando Portugal como um <strong>destino de referência no acolhimento </strong>daqueles que procuram na <strong>natureza</strong> um escape ao stresse quotidiano e um caminho para a cura.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Funda%C3%A7%C3%A3o%20Mata%20do%20Bu%C3%A7aco" data-year="" data-title="Bussaco%20vai%20ser%20primeira%20Floresta%20Terape%CC%82utica%20da%20Peni%CC%81nsula%20Ibe%CC%81rica" data-url="https%3A%2F%2Ffmb.pt%2Fbussaco-vai-ser-primeira-floresta-terapeutica-da-peninsula-iberica%2F">Fundação Mata do Buçaco. <a href="https://fmb.pt/bussaco-vai-ser-primeira-floresta-terapeutica-da-peninsula-iberica/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Bussaco vai ser primeira Floresta Terapêutica da Península Ibérica</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/bucaco-recebe-titulo-de-primeira-floresta-terapeutica-da-peninsula-iberica.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Não são plantas invasoras, mas podem tomar conta do seu jardim se não as mantiver sob controlo]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/nao-sao-plantas-invasoras-mas-podem-tomar-conta-do-seu-jardim-se-nao-as-mantiver-sob-controlo.html</link><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:43:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Nem todas as ameaças a um jardim assumem a forma de ervas daninhas. Algumas das plantas ornamentais mais populares podem propagar-se tão rapidamente que acabam por se tornar difíceis de controlar.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/they-re-not-invasive-plants-but-they-can-take-over-your-garden-if-you-don-t-keep-them-under-control-1784424248519.jpg" data-image="d9zm3xvwnm0t" alt="Green bamboo forest By axle" title="Green bamboo forest By axle"><figcaption>Uma planta não precisa de ser oficialmente invasora para tomar conta de um jardim. Muitas das plantas preferidas podem propagar-se de forma agressiva assim que as condições forem favoráveis.</figcaption></figure><p>Nem todas as plantas de crescimento rápido são classificadas como invasivas ou consideradas ervas daninhas. Algumas são apreciadas pelas suas flores, folhagem atraente ou por exigirem pouca manutenção, mas,<strong> nas condições certas, podem espalhar-se muito mais do que a maioria dos jardineiros espera</strong>. À medida que vão ocupando gradualmente o espaço, as plantas vizinhas ficam com menos espaço para crescer e têm de competir pela luz solar, água e nutrientes.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Muitas destas plantas podem ser cultivadas sem problemas, desde que o seu crescimento seja mantido sob controlo.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Antes de as introduzir no seu jardim, vale a pena saber <strong>quais as espécies que mais se propagam</strong> e o que pode fazer para as manter sob controlo.</p><h2>Plantas que podem espalhar-se mais do que o esperado</h2><p>Cada uma destas plantas espalha-se de uma forma diferente. Algumas expandem-se através de rizomas subterrâneos, outras produzem constantemente novos rebentos, enquanto outras ainda se reproduzem com notável facilidade. Estas são <strong>algumas das espécies com maior probabilidade de se tornarem um problema quando plantadas diretamente no solo</strong>.</p><h4>Bambu</h4><p>O bambu é um dos exemplos mais conhecidos. As variedades de bambu rastejante produzem rizomas subterrâneos que podem emergir a vários pés de distância da planta original. Sem uma barreira de raízes para as conter, <strong>podem espalhar-se rapidamente para áreas onde nunca se pretendia que crescessem</strong>.</p><h4>Madressilva japonesa</h4><p>Uma vez estabelecida, a madressilva japonesa (<em>Lonicera japonica</em>) trepa rapidamente por cercas, pérgulas e árvores, ocupando cada vez mais espaço. Em pouco tempo, pode formar um <strong>emaranhado denso de caules e folhas que deixa as plantas vizinhas com pouco espaço para crescer</strong>.</p><h4>Íris-bandeira</h4><p>As íris-bandeira formam gradualmente aglomerados cada vez maiores graças aos seus rizomas subterrâneos. Com o tempo, <strong>podem ocupar todo um canteiro, a menos que sejam divididas regularmente</strong>.</p><h4>Hortelã</h4><p>Poucas plantas têm a reputação de se espalharem tão rapidamente como a hortelã. Os seus caules subterrâneos produzem constantemente novos rebentos, <strong>permitindo-lhe surgir muito além do local onde foi originalmente plantada</strong>. É por isso que muitos jardineiros preferem cultivá-la em vasos, em vez de diretamente no solo.</p><h4>Passiflora</h4><p>A passiflora é admirada pelas suas flores impressionantes, mas é igualmente conhecida pelo seu <strong>crescimento vigoroso</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/they-re-not-invasive-plants-but-they-can-take-over-your-garden-if-you-don-t-keep-them-under-control-1784424390909.jpg" data-image="sjm33hqrw3we" alt="Wild, purple passionflower after a summer rain. By Deborah" title="Wild, purple passionflower after a summer rain. By Deborah"><figcaption>A passiflora destaca-se pelas suas flores exóticas, mas o seu crescimento rápido é igualmente notável.</figcaption></figure><p>Uma vez estabelecida, ganha rapidamente terreno, trepando por cercas, pérgulas e paredes, ao mesmo tempo que dá origem a novos rebentos a partir das raízes, criando novas plantas nas proximidades.</p><h4>Calças de urso</h4><p><em>Calças de urso (Acanthus mollis) </em>destaca-se pela sua folhagem ornamental marcante. <strong>Removê-la nem sempre é suficiente para resolver o problema</strong>, uma vez que mesmo pequenos pedaços de raiz que fiquem no solo podem rebentar novamente e produzir novas plantas.</p><h2><strong>Por que é que estas plantas não são recomendadas sem um plano?</strong></h2><p>Assim que uma destas espécies começa a espalhar-se, o equilíbrio do jardim começa a alterar-se. As plantas próximas ficam com <strong>menos espaço e menos recursos para cresce</strong><strong>r</strong>, enquanto as variedades mais delicadas podem perder terreno gradualmente ou desaparecer por completo. </p><p>Além disso,<strong> exigem mais manutenção</strong>. É necessário remover regularmente os novos rebentos, dividir os aglomerados à medida que se expandem e controlar os rizomas para impedir que se espalhem para novas partes do jardim.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776670" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/impulso-de-nutrientes-para-plantas-que-consomem-muito-como-o-acucar-e-a-levedura-aceleram-o-crescimento-dos-tomates.html" title="Impulso de nutrientes para plantas que consomem muito: como o açúcar e a levedura aceleram o crescimento dos tomates">Impulso de nutrientes para plantas que consomem muito: como o açúcar e a levedura aceleram o crescimento dos tomates</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/impulso-de-nutrientes-para-plantas-que-consomem-muito-como-o-acucar-e-a-levedura-aceleram-o-crescimento-dos-tomates.html" title="Impulso de nutrientes para plantas que consomem muito: como o açúcar e a levedura aceleram o crescimento dos tomates"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/naehrstoffschub-fur-grosse-fresser-wie-zucker-und-hefe-das-tomatenwachstum-beschleunigen-1782401310772_320.jpeg" alt="Impulso de nutrientes para plantas que consomem muito: como o açúcar e a levedura aceleram o crescimento dos tomates"></a></article></aside><p>Se quiser desfrutar destas plantas sem que elas tomem conta do seu jardim, <strong>cultivá-las em vasos, instalar barreiras para as raízes ou reservar-lhes um espaço específico onde não suplantem outras espécies</strong> são algumas das melhores formas de as manter sob controlo.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"> <h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3> <p class="article-reference__body"><cite data-author="Hurn%2C%20A.%2C%20Peerless%2C%20V." data-year="2026" data-title="20%20vigorous%20plants%20that%20will%20take%20over%20your%20garden" data-url="https%3A%2F%2Fapple.news%2FA75FCQs0YS5aOMinsHBpB3A">Hurn, A., Peerless, V. (2026). <a href="https://apple.news/A75FCQs0YS5aOMinsHBpB3A" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">20 vigorous plants that will take over your garden</a>.</cite></p> </section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/nao-sao-plantas-invasoras-mas-podem-tomar-conta-do-seu-jardim-se-nao-as-mantiver-sob-controlo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Especialista Joana Campos: "nos próximos dias as temperaturas vão subir, mas voltarão a descer até ao fim de semana"]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/especialista-joana-campos-nos-proximos-dias-as-temperaturas-vao-subir-mas-voltarao-a-descer-ate-ao-fim-de-semana.html</link><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 13:27:03 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O verão continua ameno em Portugal Continental, ainda que se espere uma subida dos termómetros já nos próximos dias. Além disso, a chuva também poderá regressar. Saiba mais aqui!</p><figure id="first-video" class="video youtube-short"><img src="https://img.youtube.com/vi/O8fYH8clpV0/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=O8fYH8clpV0" id="O8fYH8clpV0"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>À semelhança de hoje, segunda-feira, os próximos dias poderão contar com alguma <strong>nebulosidade matinal</strong>, essencialmente ao longo da faixa litoral. No entanto, estes deverão manter-se <strong>sem ocorrência de precipitação</strong>, pelo menos, até quinta-feira.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Este cenário poderá mudar na sexta-feira, onde <strong>a mais recente previsão indica a possibilidade de chuva fraca no litoral Norte e Centro</strong>, a partir das primeiras horas da manhã. Este episódio de chuva poderá perder intensidade até ao final desse dia, não se descartando a ocorrência de aguaceiros fracos e dispersos no noroeste também no sábado.</p><h2>Temperaturas sobem, mas será "sol de pouca dura"</h2><p>Em relação às temperaturas, o dia de hoje contará com valores máximos entre os 22 ºC em Viana do Castelo e os 31 ºC em Évora e Beja, com a<strong> faixa interior a registar os valores mais elevados do país</strong>. À noite, os valores deverão manter-se agradáveis na mesma região, ainda que poucas capitais de distrito registem temperaturas de 20 ºC ou mais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/especialista-joana-campos-nos-proximos-dias-as-temperaturas-vao-subir-mas-voltarao-a-descer-ate-ao-fim-de-semana-1784552689275.png" data-image="rqwl2kvkyive" alt="temperatura do ar à superfície" title="temperatura do ar à superfície"><figcaption>Até quarta-feira, dia 22 de julho, os termómetros deverão aumentar de forma gradual e generalizada em Portugal Continental. No entanto, é esperada uma descida igualmente gradual a partir de quinta-feira. O contraste entre litoral e interior poderá manter-se.</figcaption></figure><p>Até quarta-feira deveremos contar com uma subida generalizada destes valores, com <strong>Évora e Beja a poderem alcançar até 35 ºC</strong>, fazendo destas as capitas de distrito mais quentes do país. Contudo, nos dias seguintes dar-se-á uma nova <strong>descida térmica em todo o território</strong>, especialmente a partir de quinta-feira.</p><h2>Até ao fim de semana, as temperaturas voltam a descer e a chuva regressa</h2><p>Como mencionamos acima, a chuva poderá regressar já na sexta-feira, devido à <strong>influência de uma bolsa de ar frio</strong> que se deslocará para o Norte da Península Ibérica, devendo resultar em alguns períodos de chuva fraca e dispersa nos locais supracitados.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779529" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/calor-ganha-forca-nos-proximos-dias-mas-a-atmosfera-prepara-uma-reviravolta-em-portugal-a-partir-de-sexta-24-de-julho.html" title="Calor ganha força nos próximos dias, mas a atmosfera prepara uma reviravolta em Portugal a partir de sexta, 24 de julho">Calor ganha força nos próximos dias, mas a atmosfera prepara uma reviravolta em Portugal a partir de sexta, 24 de julho</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/calor-ganha-forca-nos-proximos-dias-mas-a-atmosfera-prepara-uma-reviravolta-em-portugal-a-partir-de-sexta-24-de-julho.html" title="Calor ganha força nos próximos dias, mas a atmosfera prepara uma reviravolta em Portugal a partir de sexta, 24 de julho"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/calor-ganha-forca-nos-proximos-dias-mas-a-atmosfera-prepara-uma-reviravolta-em-portugal-a-partir-de-sexta-24-de-julho-1784549251837_320.png" alt="Calor ganha força nos próximos dias, mas a atmosfera prepara uma reviravolta em Portugal a partir de sexta, 24 de julho"></a></article></aside><p>Assim, e apesar de na quinta-feira já se denotar uma descida das temperaturas máximas, <strong>na sexta-feira esta descida deverá ser mais evidente</strong>, onde apenas Évora, Beja e Faro poderão contar com 30 ºC e todas as restantes capitais de distritos devem registar valores inferiores.</p><p>No sábado, esta tendência térmica deverá manter-se, ainda que <strong>a chuva possa dissipar-se quase totalmente</strong>, dando lugar a um dia seco e com céu geralmente limpo.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/especialista-joana-campos-nos-proximos-dias-as-temperaturas-vao-subir-mas-voltarao-a-descer-ate-ao-fim-de-semana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Calor ganha força nos próximos dias, mas a atmosfera prepara uma reviravolta em Portugal a partir de sexta, 24 de julho]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/calor-ganha-forca-nos-proximos-dias-mas-a-atmosfera-prepara-uma-reviravolta-em-portugal-a-partir-de-sexta-24-de-julho.html</link><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:11:58 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O estado do tempo em Portugal continental estará à mercê da interação entre uma bolsa de ar frio e as altas pressões, gerando-se um alto e baixo das temperaturas e até mesmo o possível regresso da chuva. Saiba quando e onde.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaqok66"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaqok66.jpg" id="xaqok66"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Entre hoje (20) e quinta-feira, 23 de julho, o estado do tempo em Portugal continental será caracterizado por <strong>céu geralmente pouco nublado ou limpo</strong>, apesar de períodos de maior nebulosidade durante a manhã em grande parte da faixa costeira ocidental e ocasionalmente em algumas zonas do interior.</p><p>A precipitação estará praticamente ausente, predominando um tempo estável, seco e maioritariamente soalheiro. Ainda assim, apesar do domínio anticiclónico, não se exclui a possibilidade de ocorrência de<strong> chuviscos fracos e dispersos</strong> em pontos isolados da faixa costeira ocidental e em algumas áreas montanhosas da Região Norte.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank">nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Neste período o vento soprará predominantemente do quadrante oeste, embora nas terras altas da Região Norte possa pontualmente soprar de es-nordeste. Quanto à tendência das temperaturas, <strong>prevê-se uma subida gradual e consecutiva dos valores das máximas de norte a sul, sendo mais expressivo nas regiões do interior</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-ganha-forca-nos-proximos-dias-mas-a-atmosfera-prepara-uma-reviravolta-em-portugal-a-partir-de-sexta-24-de-julho-1784548925830.jpg" data-image="xe3wm57dg5mx"><figcaption>Bolsa de ar frio em evolução a noroeste da Península Ibérica, bloqueada entre duas regiões de altas pressões: crista atlântica a norte e a crista subtropical a sul.</figcaption></figure><p>O período mais quente ocorrerá entre os <strong>dias 22 e 23 de julho</strong>, quando são expectáveis <strong>temperaturas máximas entre 35 e 39 ºC</strong> em diversas zonas do interior e Região Sul, tais como os <strong>vales do Douro, Tua e Sabor, Beira Baixa, Alentejo e Sotavento Algarvio</strong>. Espera-se que na quinta-feira (23) as temperaturas já comecem a descer ligeiramente em algumas áreas do país, tanto no litoral, como no interior.</p><h2>Bolsa fria “estacionada” a noroeste da Península Ibérica condiciona a evolução do tempo em Portugal esta semana</h2><p>O atual panorama meteorológico vai resultando da influência de uma crista anticiclónica atlântica, associada a uma região de altas pressões centrada a oeste da Irlanda e estendida de norte para sul sobre o Atlântico Nordeste. Todavia, <strong>este padrão não impedirá a permanência de uma depressão isolada em altitude (gota fria) a noroeste da Península Ibérica</strong>, posicionada entre a referida crista atlântica e a crista subtropical responsável pelo transporte de ar quente para o Mediterrâneo.</p><p>Ao longo da semana, e de forma mais evidente a partir de sexta-feira, 24 de julho, os mapas de referência da Meteored antecipam uma <strong>descida gradual em latitude da corrente de jato polar, o que forçará igualmente a deslocação da crista atlântica para sul</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-ganha-forca-nos-proximos-dias-mas-a-atmosfera-prepara-uma-reviravolta-em-portugal-a-partir-de-sexta-24-de-julho-1784548784653.png" data-image="p2t3oe3shilp"><figcaption>Tal como evidencia este mapa de anomalia térmica à superfície, o contraste térmico entre Portugal continental e Espanha peninsular será muito significativo até quinta-feira, 23 de julho.</figcaption></figure><p>A bolsa de ar frio localizada a noroeste da Península Ibérica irá originar dois cenários meteorológicos muito distintos. Na metade ocidental da Península, onde se insere <strong>Portugal continental, irá contribuir para que sejam registadas temperaturas relativamente amenas para a atual época do ano, apesar da subida gradual térmica entre segunda (20) e quarta-feira (22)</strong>, tal como referido anteriormente.</p><p>Ao mesmo tempo, a interação entre essa bolsa de ar frio e a crista subtropical estabelecerá um campo de pressão e vento que promoverá o transporte de ar muito quente e seco do Norte de África para o centro e leste da Península Ibérica. Isto fará com que uma grande parte de <strong>Espanha volte a estar exposta a uma onda de calor intensa, com temperaturas máximas até 45 ºC</strong>, podendo este valor ser superado localmente.</p><h2>Descida generalizada da temperatura e chuva à vista a partir de sexta-feira 24, eis a previsão dos nossos mapas</h2><p>Como referido anteriormente pela Meteored Portugal, é na <strong>sexta-feira (24)</strong> que se prevê uma mudança mais significativa do estado do tempo em Portugal continental. A deslocação do jato polar para sul conduzirá também à descida em latitude da crista atlântica. Deste modo, a bolsa fria isolada em altitude, até então quase estacionária a noroeste da Península Ibérica, deverá deslocar-se para leste,<strong> atravessando o norte da Península Ibérica e produzindo linhas de instabilidade responsáveis por gerar precipitação</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/calor-ganha-forca-nos-proximos-dias-mas-a-atmosfera-prepara-uma-reviravolta-em-portugal-a-partir-de-sexta-24-de-julho-1784548554446.png" data-image="0d7o5tt8eixq"><figcaption>Possível distribuição da precipitação acumulada em Portugal continental até às 22:00 de sábado, 25 de julho.</figcaption></figure><p>Prevê-se que a chuva se concentre, grosso modo, nas regiões situadas a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela, abrangendo os distritos de<strong> Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e parcialmente Lisboa, bem como os setores ocidentais de Vila Real e Viseu</strong>. A precipitação dificilmente se estenderá para regiões mais a leste ou a sul graças ao efeito de barreira exercido pelo relevo montanhoso do sistema Montejunto-Estrela.</p><p>Segundo a previsão atual, os acumulados de precipitação serão relativamente escassos, mas, mesmo assim, significativos para a época do ano. Em apenas dois dias - <strong>sexta-feira e sábado, dias 24 e 25 de julho</strong> - e em plena canícula (o período mais quente e seco do ano de acordo com a Climatologia) poderão registar-se acumulados entre <strong>1 e 5 mm em várias zonas da Região Centro e do litoral Oeste, e entre 2 e 15 mm na metade ocidental da Região Norte</strong>, destacando-se sobretudo as serras do Alto Minho, onde, de momento, o modelo ECMWF perspetiva os valores mais elevados de chuva acumulada.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779399" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-do-tempo-para-os-acores-e-madeira-ate-sexta-feira-24-de-julho-saiba-o-que-esperar-em-cada-arquipelago.html" title="Previsão do tempo para os Açores e Madeira até sexta-feira, 24 de julho: saiba o que esperar em cada arquipélago">Previsão do tempo para os Açores e Madeira até sexta-feira, 24 de julho: saiba o que esperar em cada arquipélago</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-do-tempo-para-os-acores-e-madeira-ate-sexta-feira-24-de-julho-saiba-o-que-esperar-em-cada-arquipelago.html" title="Previsão do tempo para os Açores e Madeira até sexta-feira, 24 de julho: saiba o que esperar em cada arquipélago"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-do-tempo-para-os-acores-e-madeira-ate-sexta-feira-saiba-o-que-esperar-em-cada-arquipelago-1784467028215_320.jpg" alt="Previsão do tempo para os Açores e Madeira até sexta-feira, 24 de julho: saiba o que esperar em cada arquipélago"></a></article></aside><p>Por último, saliente-se que, como já é habitual quando se formam bolsas de ar frio isoladas em altitude, existe alguma<strong> incerteza</strong> relativamente à posição final da mesma, pelo que pequenas alterações na sua trajetória podem interferir decisivamente na distribuição e intensidade das massas de ar e em variáveis como a temperatura do ar e a precipitação, <strong>fazendo com que a previsão atualmente existente esteja à mercê de ajustes</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/calor-ganha-forca-nos-proximos-dias-mas-a-atmosfera-prepara-uma-reviravolta-em-portugal-a-partir-de-sexta-24-de-julho.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Restaurar o solo: a maneira mais rápida de ajudar a arrefecer o planeta]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/restaurar-o-solo-a-maneira-mais-rapida-de-ajudar-a-resfriar-o-planeta.html</link><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 06:19:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Reduzir as emissões é essencial, mas o impacto nas temperaturas globais leva décadas para se concretizar. Por outro lado, restaurar a água e a vida no solo reduz as temperaturas da superfície em apenas uma estação. O IPCC corrobora esta afirmação com elevado grau de confiança, ao mesmo tempo em que aponta uma limitação: o arrefecimento ocorre na região local, e não na média global.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/restaurar-el-suelo-la-forma-mas-rapida-para-ayudar-a-enfriar-el-planeta-1784450180301.jpg" data-image="ixd33wwmly2r"><figcaption>Embora os efeitos sejam regionais, o solo restaurado com bons níveis de humidade ajuda a moderar os efeitos da temperatura, especialmente ao minimizar as ondas de calor.</figcaption></figure><p>Existe uma assimetria que explica grande parte da frustração relacionada com o <strong>clima</strong> nos últimos trinta anos. Se o mundo inteiro parasse de emitir dióxido de carbono (CO2) amanhã, a temperatura global não cairia imediatamente: a inércia do sistema, o <strong>calor acumulado nos oceanos</strong> e a<strong> longa permanência do CO2 na atmosfera</strong> fariam com que levasse décadas para que os termómetros reagissem. Trata-se da política climática mais necessária que existe, mas também daquela que mais demora a apresentar resultados visíveis.</p><div class="texto-destacado">A restauração do solo não substitui a redução das emissões de CO2, mas oferece um benefício imediato: aumenta a retenção de água, potencializa a evapotranspiração e pode reduzir o impacto de ondas de calor em escala regional já a partir da primeira campanha agrícola.</div><p>Existe, no entanto, uma alavanca que opera numa escala de tempo completamente diferente. A <strong>humidade do solo altera a temperatura do ar em questão de semanas</strong>, e não de gerações. Um campo que retém água e transpira é mais fresco neste verão — não daqui a trinta anos.</p><p>É devido a esta rapidez de resposta que a<strong> restauração do solo está a surgir no atual debate climático como a via de arrefecimento mais rápida disponível</strong>.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/J5Dwg5PoXz4/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=J5Dwg5PoXz4" id="J5Dwg5PoXz4"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>A alegação ganhou destaque após a divulgação, por veículos de comunicação voltados para o ambiente, de um relatório da organização <strong><a href="https://consciousplanet.org/en/save-soil" target="_blank"><em>Save Soil</em></a></strong>.</p><p>Vale a pena<strong> distinguir os fundamentos físicos sólidos do argumento forçado</strong>, uma vez que o relatório apresenta um dado — sugerindo que o CO2 responde por apenas 5% da dinâmica térmica do planeta — que não é corroborado pelo IPCC, pela NOAA ou pelo ECMWF, e que confunde o balanço energético da superfície com os fatores determinantes do aquecimento a longo prazo. Este dado é desnecessário; a tese sustenta-se melhor sem ele.</p><h2>Porque o solo arrefece e porque isto acontece tão rápido</h2><p>O mecanismo é chamado de <strong>evapotranspiração</strong> e constitui um dos componentes dominantes do balanço de energia da superfície terrestre. Solos com boa estrutura — que contêm matéria orgânica, raízes, fungos e poros — absorvem e armazenam água, libertando-a lentamente através da vegetação.</p><p>Ao passar do estado líquido para o de vapor, essa água retira calor da superfície sem elevar a temperatura dela. Em <strong>escala global</strong>, esse<strong> fluxo de calor latente tem uma média de cerca de 80 watts por metro quadrado</strong>. Enquanto houver humidade disponível, a paisagem arrefece a si mesma.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/d8UF0_km2yc/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=d8UF0_km2yc" id="d8UF0_km2yc"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p><strong>Quando o solo se degrada, o ciclo é interrompido</strong>. A mesma radiação solar que antes evaporava a água transforma-se em calor sensível: superfície mais quente, ar mais quente e atmosfera mais seca. Isto não é uma hipótese. O <strong><a href="https://www.ipcc.ch/srccl/" target="_blank">Relatório Especial do IPCC sobre Mudanças do Clima e Terra</a></strong> afirma isto com elevado grau de confiança:<strong> solos secos favorecem e intensificam as ondas de calor no verão</strong>, justamente devido à redução da evapotranspiração e ao aumento do calor sensível.</p><p>O outro lado da questão encontra-se nessa mesma declaração do IPCC, especificamente em termos agronómicos. <strong>Solos húmidos </strong>— o relatório cita a irrigação e práticas de manejo que mantêm culturas de cobertura o ano todo — <strong>amortecem os efeitos de ondas de calor extremas</strong> ao aumentar a evapotranspiração e reduzir o calor sensível.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/descobertas-provas-de-que-a-salinidade-dos-oceanos-profundos-ajudou-a-reter-os-niveis-de-dioxido-de-carbono.html" title="Descobertas provas de que a salinidade dos oceanos profundos ajudou a reter os níveis de dióxido de carbono">Descobertas provas de que a salinidade dos oceanos profundos ajudou a reter os níveis de dióxido de carbono</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/descobertas-provas-de-que-a-salinidade-dos-oceanos-profundos-ajudou-a-reter-os-niveis-de-dioxido-de-carbono.html" title="Descobertas provas de que a salinidade dos oceanos profundos ajudou a reter os níveis de dióxido de carbono"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/descobertas-provas-de-que-a-salinidade-dos-oceanos-profundos-ajudou-a-reter-os-niveis-de-dioxido-de-carbono-1769188345590_320.jpg" alt="Descobertas provas de que a salinidade dos oceanos profundos ajudou a reter os níveis de dióxido de carbono"></a></article></aside><p>Por outras palavras, <strong>a cobertura do solo não é apenas uma prática de conservação; é um sistema de ar-condicionado</strong>. Este é o segredo da rapidez do efeito: enquanto o carbono orgânico acumulado numa área de cultivo leva anos para se formar, a água retida por esse carbono proporciona um efeito de arrefecimento logo na primeira estação em que ela se torna disponível.</p><p>Segundo o portal sobre secas da <strong><a href="https://droughtclp.unccd.int/es/node/4757" target="_blank">Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação</a></strong> (CNULD), <strong>aumentar o carbono no solo em 1% permite a retenção de aproximadamente 180.000 litros adicionais de água por hectare</strong>. Trata-se de microbarragens invisíveis sob os nossos pés, que permanecem eficazes no verão seguinte.</p><h2>Regional, não global: onde o arrefecimento está a ser sentido</h2><p>O objetivo deste mecanismo opera numa escala específica, a qual deve ser definida com precisão. O IPCC afirma, com elevado grau de confiança, que<strong> os efeitos biofísicos da superfície terrestre influenciam o clima regional</strong>, ao mesmo tempo em que esclarece não haver confiança quanto à sua influência no clima global. O <a href="https://www.ipcc.ch/srccl/chapter/chapter-2/" target="_blank"><strong>capítulo sobre interações terra-clima</strong></a> detalha este aspecto: a expansão da vegetação atenua ou intensifica o aquecimento regional, dependendo da localização, da estação do ano e do período do dia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/restaurar-el-suelo-la-forma-mas-rapida-para-ayudar-a-enfriar-el-planeta-1784450367930.jpg" data-image="t5y0a2rcqw35"><figcaption>Solos empobrecidos aumentam a erosão eólica e permitem um maior aquecimento do ar circundante durante ondas de calor.</figcaption></figure><p>Longe de enfraquecer o argumento, esta escala é justamente o que o torna viável na prática. <strong>A restauração do solo não substitui a redução de emissões</strong>; ela é a alavanca que gera resultados dentro do prazo em que vivemos. O CO2 define a tendência de longo prazo do planeta ao longo de décadas, enquanto o solo determina quanto calor uma determinada parcela de terra, bacia hidrográfica ou região suportará no verão seguinte. Eles operam em escalas temporais distintas, e a agricultura precisa de ambos.</p><p>Para o produtor, esta é a distinção que importa. Ninguém planeia uma campanha com base numa média global; o <strong>planeamento</strong> depende de saber se uma onda de calor em janeiro encontrará um solo que transpira ou um solo que irradia calor.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/metais-toxicos-no-solo-mapa-global-expoe-risco-para-lavouras-e-a-saude.html" title="Metais tóxicos no solo: mapa global expõe risco para lavouras e para a saúde">Metais tóxicos no solo: mapa global expõe risco para lavouras e para a saúde</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/metais-toxicos-no-solo-mapa-global-expoe-risco-para-lavouras-e-a-saude.html" title="Metais tóxicos no solo: mapa global expõe risco para lavouras e para a saúde"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/metais-toxicos-no-solo-mapa-global-expoe-risco-para-lavouras-e-saude-1776967411758_320.jpg" alt="Metais tóxicos no solo: mapa global expõe risco para lavouras e para a saúde"></a></article></aside><p>O <strong><a href="https://www.unep.org/es/resources/casos-de-estudio/trabajar-con-plantas-suelos-y-agua-para-enfriar-el-clima-y-rehidratar" target="_blank">PNUMA</a></strong> dedicou um dos seus boletins de análise prospetiva a este ciclo: a <strong>degradação do solo e a perda da capacidade de retenção de água alteram a dinâmica da água na atmosfera</strong>, levando à redução das chuvas, ao aumento da seca e a temperaturas regionais mais elevadas — mesmo em áreas distantes do local onde ocorreu o dano inicial.</p><p>Se a física não basta, há a contabilidade. Segundo a CNULD, cada dólar investido na restauração de terras degradadas gera entre 7 e 30 dólares em benefícios económicos. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/restaurar-o-solo-a-maneira-mais-rapida-de-ajudar-a-resfriar-o-planeta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Há uma nova forma de chegar à praia da Foz do Arelho sem pagar um cêntimo]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/ha-uma-nova-forma-de-chegar-a-praia-da-foz-do-arelho-sem-pagar-um-centimo.html</link><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Este verão, chegar à praia da Foz do Arelho ficou mais fácil. O Comboio de Praia já está a circular na vila, ligando gratuitamente vários pontos à zona balnear.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ha-uma-nova-forma-de-chegar-a-praia-da-foz-do-arelho-sem-pagar-um-centimo-1784148023341.jpg" data-image="brsjp091g2j9" alt="Praia da Foz do Arelho" title="Praia da Foz do Arelho"><figcaption>Saiba como funciona e onde para. Foto: Município Caldas da Rainha</figcaption></figure><p>Chegar à <strong>praia da Foz do Arelho</strong> é agora mais fácil. Desde o sábado passado, 11 de julho, que está em circulação nas Caldas da Rainha um comboio que trata de fazer esse serviço. O melhor é que é gratuito.</p><div class="texto-destacado">Conhecido como Comboio de Praia, transporta, gratuitamente, os munícipes e visitantes desde Green Hill. </div><p>“O município das Caldas da Rainha está a disponibilizar um<strong> serviço gratuito</strong> de Comboio de Praia na Foz do Arelho, com o objetivo de facilitar a mobilidade de residentes e visitantes durante a época balnear”, nota o jornal ‘Diário de Leiria’.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774958" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esqueca-o-carro-estas-5-viagens-sao-imperdiveis-mas-para-fazer-de-comboio.html" title="Esqueça o carro: estas 5 viagens são “imperdíveis”, mas para fazer de comboio">Esqueça o carro: estas 5 viagens são “imperdíveis”, mas para fazer de comboio</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esqueca-o-carro-estas-5-viagens-sao-imperdiveis-mas-para-fazer-de-comboio.html" title="Esqueça o carro: estas 5 viagens são “imperdíveis”, mas para fazer de comboio"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/esqueca-o-carro-estas-5-viagens-sao-imperdiveis-mas-para-fazer-de-comboio-1782110637838_320.jpg" alt="Esqueça o carro: estas 5 viagens são “imperdíveis”, mas para fazer de comboio"></a></article></aside><p>Para já, contudo, fá-lo apenas aos <strong>fins de semana</strong>. Só a partir de agosto, período em que a procura aumenta, é que o meio de transporte passará a funcionar todos os dias do mês. </p><h2>Conheça as paragens</h2><p>O trajeto inclui várias paragens ao longo da vila, nomeadamente Green Hill, Miradouro 1, Praia, Cais / Parque de Caravanas (Roulotes / Decomar), Penedo Furado, JFFA / Jardim de Infância, Avenida Engenheiro Paiva, terminando novamente em Green Hill.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ha-uma-nova-forma-de-chegar-a-praia-da-foz-do-arelho-sem-pagar-um-centimo-1784148315843.jpg" data-image="nsj36kd2r8pg" alt="Praia da Foz do Arelho" title="Praia da Foz do Arelho"><figcaption>"Esta é uma das praias mais bonitas da região e uma das mais procuradas também." Foto: Município Caldas da Rainha</figcaption></figure><p>As viagens têm início em Green Hill e estão distribuídas por <strong>três períodos ao longo do dia</strong>. Durante a manhã, as partidas acontecem às 10:00, 10:30 e 11:00 horas. Depois, entre as 12:30 e as 14:30, o comboio circula com saídas de meia em meia hora. Ao final da tarde, o serviço regressa entre as 16:00 e as 18:30, mantendo a mesma frequência de 30 minutos.</p><div class="texto-destacado">Os horários completos estão disponíveis no site oficial da iniciativa.</div><p>A viagem completa demora cerca de <strong>meia hora </strong>e oferece uma forma prática e agradável de descobrir alguns dos principais pontos de Foz do Arelho. </p><h2>Mais informações e detalhes</h2><p>Segundo a autarquia, a iniciativa conta com o apoio da Junta de Freguesia da Foz do Arelho e da Rodoviária do Oeste. O objetivo é <strong>oferecer uma “alternativa cómoda e sustentável”</strong> para as deslocações entre diferentes pontos da vila e o areal.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="778243" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/agua-do-mar-a-29-c-esta-piscina-promete-mudar-os-seus-mergulhos-em-portugal.html" title="Água do mar a 29 °C? Esta piscina promete mudar os seus mergulhos em Portugal">Água do mar a 29 °C? Esta piscina promete mudar os seus mergulhos em Portugal</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/agua-do-mar-a-29-c-esta-piscina-promete-mudar-os-seus-mergulhos-em-portugal.html" title="Água do mar a 29 °C? Esta piscina promete mudar os seus mergulhos em Portugal"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/agua-do-mar-a-29-c-esta-piscina-promete-mudar-os-seus-mergulhos-em-portugal-1783865254497_320.jpg" alt="Água do mar a 29 °C? Esta piscina promete mudar os seus mergulhos em Portugal"></a></article></aside><p>O destino também ajuda a explicar o sucesso da medida. A praia da Foz do Arelho,<strong> "uma das mais bonitas da região"</strong>, distingue-se pelo encontro entre o Atlântico e a Lagoa de Óbidos. "De um lado estão as águas tranquilas e abrigadas da lagoa, ideais para crianças e famílias e amantes do <em>kitesurf</em>; do outro, o mar, e as ondas que fazem as delícias de surfistas e <em>bodyboarders</em> das sete partidas do mundo", lê-se no <em>site </em>do município. </p><p>Quem visitar a zona pode ainda aproveitar a oferta de restaurantes junto ao areal, onde as amêijoas da Lagoa de Óbidos são uma das especialidades mais apreciadas. Ao final do dia, o pôr do sol, observado a partir da praia ou dos passadiços, é outro dos grandes atrativos deste destino.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Di%C3%A1rio%20de%20Leiria" data-year="2026" data-title="Comboios%20gratuitos%20na%20Foz%20do%20Arelho" data-url="https%3A%2F%2Fwww.diarioleiria.pt%2F2026%2F07%2F13%2Fcomboios-gratuitos-na-foz-do-arelho%2F">Diário de Leiria. (2026). <a href="https://www.diarioleiria.pt/2026/07/13/comboios-gratuitos-na-foz-do-arelho/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Comboios gratuitos na Foz do Arelho</a>.</cite><br><cite data-author="NiT%2C%20Pincelli%2C%20I" data-year="2026" data-title="Este%20ver%C3%A3o%2C%20h%C3%A1%20um%20comboio%20gratuito%20que%20o%20leva%20at%C3%A9%20a%20praia%20da%20Foz%20do%20Arelho" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nit.pt%2Ffora-de-casa%2Fna-cidade%2Feste-verao-ha-um-comboio-gratuito-que-o-leva-ate-a-praia-da-foz-do-arelho">NiT, Pincelli, I. (2026). <a href="https://www.nit.pt/fora-de-casa/na-cidade/este-verao-ha-um-comboio-gratuito-que-o-leva-ate-a-praia-da-foz-do-arelho" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Este verão, há um comboio gratuito que o leva até a praia da Foz do Arelho</a>.</cite><br><cite data-author="Munic%C3%ADpio%20Caldas%20da%20Rainha" data-year="2026" data-title="Comboio%20%22Foz%20Shuttle%22%20assegura%20transporte%20gratuito%20at%C3%A9%20%C3%A0%20Praia%20da%20Foz%20do%20Arelho" data-url="https%3A%2F%2Fwww.mcr.pt%2Fnoticias%2F-comboio-da-praia-na-foz-do-arelho-gratuito">Município Caldas da Rainha. (2026). <a href="https://www.mcr.pt/noticias/-comboio-da-praia-na-foz-do-arelho-gratuito" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Comboio "Foz Shuttle" assegura transporte gratuito até à Praia da Foz do Arelho</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/ha-uma-nova-forma-de-chegar-a-praia-da-foz-do-arelho-sem-pagar-um-centimo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Os destinos naturais nos Estados Unidos que merecem um lugar na sua lista de viagens]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/os-destinos-naturais-nos-estados-unidos-que-merecem-um-lugar-na-sua-lista-de-viagens.html</link><pubDate>Sun, 19 Jul 2026 14:35:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Há viagens que se desfrutam simplesmente, enquanto outras ficam na memória para toda a vida. Estes destinos naturais espalhados pelos Estados Unidos têm tudo o que é preciso para fazer parte do segundo grupo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/the-natural-destinations-in-the-united-states-that-deserve-a-spot-on-your-travel-list-1784337287207.jpg" data-image="ai95hzgnz1r6" alt="Niagara Falls on America side in the morning with clear sky , Buffalo , United States of America By fukez84" title="Niagara Falls on America side in the morning with clear sky , Buffalo , United States of America By fukez84"><figcaption>As férias são a oportunidade perfeita para sair da rotina e descobrir locais que muitas vezes passam despercebidos.</figcaption></figure><p>As férias são a oportunidade perfeita para se afastar da rotina e explorar locais que muitas vezes são ignorados. Se procura inspiração para a sua próxima aventura, <strong>estes seis estados </strong>albergam algumas das paisagens naturais mais espetaculares do país.</p><p>Cada um deles oferece uma forma diferente de vivenciar a natureza, provando que aventurar-se para além dos percursos habituais pode levar a locais verdadeiramente extraordinários.</p><h2>Nova Iorque: mais do que arranha-céus</h2><p>Quando a maioria das pessoas pensa em Nova Iorque, vêm-lhe normalmente à cabeça os arranha-céus de Manhattan, a Times Square ou o Central Park. Mas o estado estende-se muito para além da cidade que partilha o seu nome. A várias horas de distância encontra-se <strong>um dos marcos naturais mais deslumbrantes da América do Norte</strong>.</p><div class="texto-destacado">O rugido da água é a primeira coisa que se nota ao chegar ao Parque Estadual das Cataratas do Niágara. Localizado no oeste de Nova Iorque, junto à fronteira com o Canadá, este parque estadual dá acesso às icónicas <strong>Cataratas do Niágara</strong>.</div><p>A partir dos miradouros, <strong>é possível apreciar toda a grandiosidade das cataratas</strong>. Na água, o rugido estrondoso e a névoa constante criam uma experiência totalmente diferente. Para além dos miradouros, os trilhos, os espaços verdes e os passeios de madeira convidam os visitantes a explorar todos os recantos do parque.</p><h2>Havai: uma terra de vulcões e penhascos</h2><p>Cada ilha do Havai tem o seu próprio carácter. No entanto, há dois locais que captam a diversidade do arquipélago melhor do que quaisquer outros: os <strong>penhascos imponentes da Costa de Nāpali</strong> e as <strong>paisagens vulcânicas do Parque Nacional dos Vulcões do Havai</strong>.</p><p>Em Kauaʻi, a Costa de Nāpali caracteriza-se por penhascos imponentes, cobertos de vegetação, que mergulham diretamente no Oceano Pacífico. Muitas das suas praias não têm acesso rodoviário e <strong>só podem ser alcançadas de barco, caiaque ou por trilhos pedestres </strong>que serpenteiam por vales tropicais.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A centenas de quilómetros de distância, na Ilha Grande, a paisagem muda mais uma vez.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O Parque Nacional dos Vulcões do Havai preserva <strong>antigos campos de lava, crateras gigantescas e dois dos vulcões mais ativos do mundo</strong>. Aqui, a atividade vulcânica continua a remodelar a paisagem, demonstrando que as ilhas ainda estão em evolução.</p><h2>Colorado: o lar das dunas de areia mais altas da América do Norte</h2><p>O Colorado é conhecido por muito mais do que montanhas cobertas de neve. <strong>O Parque Nacional e Reserva Great Sand Dunes</strong> protege uma paisagem moldada pelo vento ao longo de milhares de anos, onde se erguem as dunas de areia mais altas da América do Norte. Logo atrás delas, erguem-se as <strong>Montanhas Sangre de Cristo</strong>, criando um contraste invulgar.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="743667" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/porque-e-que-o-lago-michigan-e-o-destino-mais-popular-dos-estados-unidos-e-o-lago-mais-perigoso-do-pais.html" title="Porque é que o Lago Michigan é o destino mais popular dos Estados Unidos e o lago mais perigoso do país?">Porque é que o Lago Michigan é o destino mais popular dos Estados Unidos e o lago mais perigoso do país?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/porque-e-que-o-lago-michigan-e-o-destino-mais-popular-dos-estados-unidos-e-o-lago-mais-perigoso-do-pais.html" title="Porque é que o Lago Michigan é o destino mais popular dos Estados Unidos e o lago mais perigoso do país?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/lake-michigan-one-of-the-most-popular-destinations-in-the-u-s-is-also-the-deadliest-great-lake-in-the-country-here-is-why-1764354285534_320.jpeg" alt="Porque é que o Lago Michigan é o destino mais popular dos Estados Unidos e o lago mais perigoso do país?"></a></article></aside><p>Os visitantes podem explorar as dunas a pé ou praticar sandboard na areia, embora algumas atinjam mais de 750 pés de altura. Ao anoitecer, a poluição luminosa excepcionalmente baixa do parque torna-o um dos melhores locais para observar o céu noturno.</p><h2>Alasca e Arizona: dois mundos completamente diferentes </h2><p>Poucos locais ilustram melhor a diversidade dos Estados Unidos do que a <strong>Cordilheira Brooks</strong>, no Alasca, e o <strong>Antelope Canyon</strong>, no Arizona.</p><p>A Cordilheira Brooks estende-se pelo norte do Alasca, uma região onde as distâncias são medidas em centenas de quilómetros e os povoados são poucos e distantes entre si.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/the-natural-destinations-in-the-united-states-that-deserve-a-spot-on-your-travel-list-1784336576803.jpg" data-image="jom2wlicluv1" alt="Beautiful rugged and snow-covered Mountain peaks of the Brooks Range in Alaska between the Coldfoot Camp and Prudhoe Bay with the Alaska Oil Pipeline traversing the treeless Tundra See Less By Jorge Moro" title="Beautiful rugged and snow-covered Mountain peaks of the Brooks Range in Alaska between the Coldfoot Camp and Prudhoe Bay with the Alaska Oil Pipeline traversing the treeless Tundra See Less By Jorge Moro"><figcaption>Mountains dominate the horizon for miles. Caribou and bears still roam this remote region, and during part of the year, the northern lights illuminate the Arctic sky.</figcaption></figure><p>O Arizona oferece exatamente o oposto. O Antelope Canyon é um desfiladeiro estreito de arenito, onde a luz do sol penetra pelas paredes, mudando de cor à medida que o dia avança.</p><p>Comparar estes dois locais é <strong>uma das melhores formas de apreciar o quão diversas podem ser as paisagens</strong> de um único país.</p><h2>Kentucky e a magia do arco-íris lunar</h2><p>O Cumberland Falls State Resort Park alberga uma das cascatas mais conhecidas do leste dos Estados Unidos, onde o rio Cumberland desce quase 21 metros.</p><div class="texto-destacado">A verdadeira surpresa surge ao anoitecer. Quando o céu está limpo e a lua cheia surge por cima das cascatas, <strong>a névoa pode produzir um arco-íris lunar</strong>, também conhecido como arco-íris da lua.</div><p>Trata-se de um fenómeno excecionalmente raro que só pode ser observado regularmente num punhado de locais em todo o mundo, e as <strong>Cascatas de Cumberland</strong> são um deles. Cada lua cheia atrai visitantes e fotógrafos na esperança de o testemunhar.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"> <h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3> <p class="article-reference__body"><cite data-author="Vermillion%2C%20S." data-year="2026" data-title="12%20Breathtaking%20Natural%20Wonders%20in%20the%20U.S.%20You%20Need%20to%20See%20in%20Your%20Lifetime" data-url="https%3A%2F%2Fapple.news%2FAEhntxFC_SsKyHhKfVzIzKA">Vermillion, S. (2026). <a href="https://apple.news/AEhntxFC_SsKyHhKfVzIzKA" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">12 Breathtaking Natural Wonders in the U.S. You Need to See in Your Lifetime</a>.</cite></p> </section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/os-destinos-naturais-nos-estados-unidos-que-merecem-um-lugar-na-sua-lista-de-viagens.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Previsão do tempo para os Açores e Madeira até sexta-feira, 24 de julho: saiba o que esperar em cada arquipélago]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-do-tempo-para-os-acores-e-madeira-ate-sexta-feira-24-de-julho-saiba-o-que-esperar-em-cada-arquipelago.html</link><pubDate>Sun, 19 Jul 2026 13:45:19 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Enquanto os Açores deverão continuar sob influência de uma massa de ar mais húmida, favorecendo períodos de chuva, na Madeira o tempo deverá permanecer maioritariamente estável, com precipitação limitada à vertente norte e às terras altas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-do-tempo-para-os-acores-e-madeira-ate-sexta-feira-saiba-o-que-esperar-em-cada-arquipelago-1784467028215.jpg" data-image="0zz5n8o05cfg" alt="Previsão semanal: persistência de chuva fraca nos Açores e tempo estável na Madeira" title="Previsão semanal: persistência de chuva fraca nos Açores e tempo estável na Madeira"><figcaption>A próxima semana será marcada por poucas alterações no estado do tempo nos arquipélagos portugueses. Nos Açores, a chuva fraca deverá persistir, sobretudo nos grupos Oriental e Central, enquanto na Madeira o tempo continuará maioritariamente estável, com precipitação limitada à vertente norte e às terras altas.</figcaption></figure><p>A próxima semana deverá trazer tempo pouco variável aos arquipélagos dos Açores e da Madeira, mas não totalmente seco. <strong>Nos Açores, a chuva fraca deverá persistir ao longo de vários dias</strong>, sobretudo nos grupos Oriental e Central, enquanto na Madeira a precipitação deverá ficar maioritariamente confinada à vertente norte e às terras altas.</p><h2>Açores: atmosfera húmida mantém chuva dispersa até sexta-feira</h2><p>Entre segunda e terça-feira, a circulação de uma massa de ar mais húmida deverá favorecer <strong>céu frequentemente muito nublado e períodos de chuva fraca ou aguaceiros dispersos</strong>, sobretudo nos grupos Oriental e Central. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações</div><p>Nestas ilhas, os acumulados poderão variar entre<strong> 5 e 10 mm</strong>, enquanto no Grupo Ocidental a precipitação será menos frequente, com abertas mais duradouras e valores inferiores a 5 mm. As temperaturas máximas deverão oscilar entre <strong>20 e 26 ºC</strong>, atingindo os valores mais elevados no Grupo Ocidental.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-do-tempo-para-os-acores-e-madeira-ate-sexta-feira-saiba-o-que-esperar-em-cada-arquipelago-1784464874632.png" data-image="hj702s53fqo5"><figcaption>Os acumulados de precipitação até ao final de sexta-feira deverão refletir uma distribuição irregular da chuva no arquipélago. Os valores mais elevados são esperados sobretudo nos grupos Oriental e Ocidental.</figcaption></figure><p>A partir de quarta-feira, <strong>a precipitação deverá manter-se sobretudo nos grupos Oriental e Central</strong>, embora de forma mais intermitente, permitindo que os acumulados até sexta-feira atinjam entre 10 e 12 mm no Grupo Oriental e entre 5 e 8 mm no Grupo Central. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-do-tempo-para-os-acores-e-madeira-ate-sexta-feira-saiba-o-que-esperar-em-cada-arquipelago-1784465354203.png" data-image="nr4len79a6rk"><figcaption>A tarde de sexta-feira deverá apresentar temperaturas entre 20 e 24 ºC na generalidade dos Açores. Face ao início da semana, observa-se uma ligeira descida das máximas em várias ilhas, sobretudo nos grupos Ocidental e Central.</figcaption></figure><p><strong>As temperaturas máximas deverão descer ligeiramente </strong>na generalidade do arquipélago, enquanto no Grupo Ocidental o tempo continuará relativamente mais estável, com precipitação pouco significativa. O vento soprará geralmente fraco a moderado e a ondulação deverá manter-se entre 1 e 2 metros.</p><h2>Madeira: estabilidade deverá prevalecer até sexta-feira</h2><p>Entre segunda e terça-feira, o reforço do anticiclone a norte do arquipélago deverá favorecer <strong>tempo estável na maior parte da região</strong>. Ainda assim, a circulação de nordeste continuará a transportar alguma humidade para a vertente norte e terras altas da ilha da Madeira, onde <strong>poderão ocorrer períodos de chuva fraca ou chuvisco</strong>. Na costa sul e em Porto Santo, o céu deverá apresentar boas abertas e a precipitação será pouco provável. As temperaturas máximas deverão variar entre <strong>21 e 25 ºC</strong> na Madeira e entre 22 e 23 ºC em Porto Santo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-do-tempo-para-os-acores-e-madeira-ate-sexta-feira-saiba-o-que-esperar-em-cada-arquipelago-1784465642279.png" data-image="qestkddra7hp"><figcaption>A estabilidade atmosférica deverá refletir-se em temperaturas pouco variáveis na Madeira, com máximas entre 20 e 24 ºC. A costa sul deverá registar os valores mais elevados, contrastando com as terras altas e a vertente norte, onde o ambiente será mais fresco.</figcaption></figure><p>Na segunda metade da semana, o estado do tempo deverá sofrer poucas alterações, mantendo-se a <strong>precipitação limitada sobretudo à vertente norte</strong> <strong>e às terras altas</strong>, onde os acumulados deverão permanecer geralmente inferiores a 5 mm. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779363" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/bolsa-fria-marca-o-tempo-em-portugal-ate-26-de-julho-subida-temporaria-das-temperaturas-e-possivel-regresso-da-chuva.html" title="Bolsa fria marca o tempo em Portugal até 26 de julho: subida temporária das temperaturas e possível regresso da chuva">Bolsa fria marca o tempo em Portugal até 26 de julho: subida temporária das temperaturas e possível regresso da chuva</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/bolsa-fria-marca-o-tempo-em-portugal-ate-26-de-julho-subida-temporaria-das-temperaturas-e-possivel-regresso-da-chuva.html" title="Bolsa fria marca o tempo em Portugal até 26 de julho: subida temporária das temperaturas e possível regresso da chuva"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/bolsa-fria-marca-o-tempo-em-portugal-ate-26-de-julho-subida-temporaria-das-temperaturas-e-possivel-regresso-da-chuva-1784463386315_320.png" alt="Bolsa fria marca o tempo em Portugal até 26 de julho: subida temporária das temperaturas e possível regresso da chuva"></a></article></aside><p>Nas restantes áreas, prevê-se tempo seco e céu pouco nublado ou limpo durante grande parte do dia. <strong>As temperaturas deverão manter-se sem alterações significativas</strong>, enquanto o vento continuará a soprar de norte ou nordeste, em geral fraco a moderado. A ondulação deverá situar-se entre 1 e 2 metros na costa norte e abaixo de 1 metro na costa sul.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-do-tempo-para-os-acores-e-madeira-ate-sexta-feira-24-de-julho-saiba-o-que-esperar-em-cada-arquipelago.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Palma]]></dc:creator></item></channel></rss>