<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><description>Notícias de meteorologia - Fique por dentro das últimas Notícias do tempo para Portugal e para o mundo. Nossos especialistas em meteorologia informam sobre atualidade, previsão do tempo e ciência.</description><language>pt-pt</language><lastBuildDate>Mon, 27 Jul 2026 09:30:25 +0000</lastBuildDate><pubDate>Mon, 27 Jul 2026 09:30:25 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.pt/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[O sapo-comum está a adaptar-se ao calor, mas a ciência descobriu um limite decisivo]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-sapo-comum-esta-a-adaptar-se-ao-calor-mas-a-ciencia-descobriu-um-limite-decisivo.html</link><pubDate>Mon, 27 Jul 2026 08:45:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Investigadores portugueses descobriram que os girinos alteram a alimentação e aceleram o desenvolvimento para enfrentar águas mais quentes. Mas a estratégia perde eficácia à medida que a temperatura sobe.</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/o-sapo-comum-esta-a-adaptar-se-ao-calor-mas-a-ciencia-descobriu-um-limite-decisivo-1784917987994.jpg" data-image="md649j5uzhaw" alt="Sapo-comum da Serra de Sintra" title="Sapo-comum da Serra de Sintra"><figcaption>Para perceber como a alimentação influencia a resposta do sapo-comum ao aquecimento, os investigadores criaram girinos recolhidos na Serra de Sintra sob diferentes condições de temperatura e regimes alimentares. Foto: Sara Bento/ CE3C</figcaption></figure><p>Há uma história muito conhecida sobre um <strong>sapo colocado numa panela</strong> com água fria. Com a temperatura a subir lentamente, o animal não reage e acaba cozido. A <strong>história é falsa</strong>, mas a metáfora tornou-se uma forma popular de descrever quem se habitua gradualmente a situações prejudiciais.</p><p>A investigação de uma equipa da <strong>Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa </strong>conta uma versão muito diferente. Quando a água aquece, os girinos do sapo-comum não ficam passivos. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Alteram a alimentação, aceleram o desenvolvimento e ajustam o crescimento. Estão, em suma, a responder ativamente às mudanças do ambiente.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O problema é que essa capacidade tem limites. À medida que a temperatura aumenta, as <strong>estratégias de adaptação</strong> tornam-se progressivamente <strong>menos</strong> <strong>eficazes</strong>. O aquecimento pode estar a avançar mais depressa do que a fisiologia destes animais consegue acompanhar.</p><h2>A estratégia está no prato</h2><p>O estudo, publicado na revista <em>Scientific Reports</em>, é o primeiro a demonstrar, num vertebrado, que a capacidade de compensar os efeitos do aumento da temperatura através da alimentação é condicionada por <strong>limitações fisiológicas</strong>.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/o-sapo-comum-esta-a-adaptar-se-ao-calor-mas-a-ciencia-descobriu-um-limite-decisivo-1784918075944.jpg" data-image="i74xwzf72t4t" alt="Sapo-comum em ambiente de laboratório" title="Sapo-comum em ambiente de laboratório"><figcaption>A experiência conduzida em ambiente controlado demonstrou que o sapo-comum ajusta a dieta à temperatura. Foto: Sara Bento/ CE3C</figcaption></figure><p>A equipa estudou <strong>girinos de sapo-comum</strong> (<em>Bufo spinosus</em>) recolhidos na <strong>Serra de Sintra</strong>. Os animais foram criados em laboratório a <strong>12, 16 e 20 graus Celsius</strong>, com três <strong>regimes</strong> <strong>alimentares distintos</strong>. Uns receberam alimento de origem animal, outros matéria vegetal. Um terceiro grupo podia escolher entre os dois.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="652089" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/congelar-e-nao-morrer-tentando-a-curiosa-estrategia-dos-sapos-do-alasca-para-sobreviver-ao-inverno.html" title="Congelar e não morrer: a curiosa estratégia dos sapos do Alasca para sobreviver ao inverno">Congelar e não morrer: a curiosa estratégia dos sapos do Alasca para sobreviver ao inverno</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/congelar-e-nao-morrer-tentando-a-curiosa-estrategia-dos-sapos-do-alasca-para-sobreviver-ao-inverno.html" title="Congelar e não morrer: a curiosa estratégia dos sapos do Alasca para sobreviver ao inverno"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/congelarse-y-no-morir-en-el-intento-la-curiosa-estrategia-de-las-ranas-de-alaska-para-sobrevivir-al-invierno-1712604367761_320.jpg" alt="Congelar e não morrer: a curiosa estratégia dos sapos do Alasca para sobreviver ao inverno"></a></article></aside><p>A experiência revelou que os girinos conseguem <strong>ajustar a dieta à temperatura</strong>. Em condições mais quentes, os animais com possibilidade de escolha aumentaram a assimilação de alimento vegetal. Também elevaram a taxa de consumo. Essa flexibilidade permitiu <strong>atenuar alguns efeitos do aquecimento</strong>, mas apenas parcialmente.</p><h2>Mais depressa, mas com custos</h2><p>A temperatura alterou profundamente o desenvolvimento dos girinos. O <strong>período</strong> <strong>larvar</strong> diminuiu de cerca de 177 dias, nas condições mais frias, para apenas <strong>30 dias</strong> a 20 graus Celsius.</p><p>A aceleração teve um preço. Os indivíduos que completaram a metamorfose sob temperaturas mais elevadas apresentaram <strong>menor massa corporal e pior condição física</strong>. O comprimento, porém, sofreu poucas alterações, sugerindo que algumas características podem ser mantidas com maior prioridade do que outras.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O aquecimento também alterou a composição elementar dos tecidos dos jovens sapos. A descoberta indica que as temperaturas mais elevadas não afetam apenas o crescimento. Podem também modificar a forma como os animais processam e armazenam nutrientes.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A investigação mostra, assim, que a adaptação não é uma <strong>resposta ilimitada</strong>. Um animal pode alterar o que come, acelerar o desenvolvimento e redistribuir recursos entre diferentes funções. Mas, quando as condições ambientais se afastam demasiado daquelas a que está adaptado, essas <strong>possibilidades</strong> <strong>começam a estreitar-se</strong>.</p><h2>Quando o refúgio desaparece</h2><p>A conclusão ultrapassa a história de uma espécie. Os girinos vivem num ambiente em que temperatura e alimentação estão intimamente ligadas. À medida que a água aquece, aumentam as exigências metabólicas e nutricionais. A capacidade de compensar esse desequilíbrio através da alimentação, porém, não cresce indefinidamente.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/o-sapo-comum-esta-a-adaptar-se-ao-calor-mas-a-ciencia-descobriu-um-limite-decisivo-1784918209468.jpg" data-image="oi6o0jsbmacl" alt="Bruno Carreira e Sara Bento, investigadores do CE3C" title="Bruno Carreira e Sara Bento, investigadores do CE3C"><figcaption>Bruno Carreira e Sara Bento fazem parte da equipa portuguesa que conduziu o primeiro estudo deste género realizado em vertebrados. Foto: CE3C</figcaption></figure><p>As consequências podem estender-se às relações entre espécies. Alterações no crescimento e na composição dos tecidos podem modificar o valor energético dos anfíbios enquanto presas e produzir efeitos em cadeia nos ecossistemas aquáticos.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Para os investigadores, a preservação de refúgios térmicos em zonas húmidas e outros ambientes de água doce poderá ser decisiva, sobretudo numa região mediterrânica particularmente vulnerável às alterações climáticas.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A história do sapo na panela é uma metáfora sem fundamento científico. A investigação portuguesa revela algo mais complexo. Os animais não ignoram necessariamente a mudança. Podem responder-lhe, alterar comportamentos e r<strong>eorganizar o próprio desenvolvimento</strong>.</p><p>Mas quando o <strong>ambiente muda mais depressa do que a fisiologia</strong> consegue acompanhar, já não basta escolher melhor o que comer. É preciso que ainda existam lugares onde seja possível escapar ao calor.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-sapo-comum-esta-a-adaptar-se-ao-calor-mas-a-ciencia-descobriu-um-limite-decisivo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A espera acabou: um dos percursos mais espetaculares da Madeira está de novo acessível]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/a-espera-acabou-um-dos-percursos-mais-espetaculares-da-madeira-esta-de-novo-acessivel.html</link><pubDate>Mon, 27 Jul 2026 07:31:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Após sete meses encerrado devido a uma derrocada, o trilho Levada do Furado reabriu ao público. Estão, finalmente, concluídas as obras de recuperação e reforço das condições de segurança.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-espera-acabou-um-dos-percursos-mais-espetaculares-da-madeira-esta-de-novo-acessivel-1784403945522.jpg" data-image="z01zeid9o8zu" alt="Madeira" title="Madeira"><figcaption>Fechado durante sete meses, este emblemático trilho da Madeira acaba de reabrir. Foto ilustrativa: Unsplash</figcaption></figure><p>Sete meses depois, o <strong>trilho Levada do Furado</strong> reabriu. Após a derrocada que destruiu os seus passadiços, aquele que é um dos trilhos mais emblemáticos da Madeira, entre a Ribeiro Frio e a Portela, está novamente aberto ao público.</p><div class="texto-destacado">O trilho liga o Ribeiro Frio à Portela e atravessa uma das áreas mais representativas da floresta Laurissilva, classificada como Património Mundial Natural pela UNESCO.</div><p>Segundo avançou a ‘Lusa’, citada pelo jornal ‘Observador’, as obras de recuperação foram realizadas nos últimos meses pela ARM — Águas e Resíduos da Madeira. Durante este período, a empresa pública focou-se na construção de muros de suporte, na reconstrução do canal da levada e do pavimento, bem como na reposição e instalação de varandins de proteção em diversos troços dos <strong>11 quilómetros de percurso</strong>.</p><p>“Estas ações contribuíram para a estabilização e reforço das infraestruturas existentes, assegurando melhores condições de segurança para os utilizadores e a preservação das características originais deste percurso pedestre”, explicou o Instituto das Florestas e da Conservação da Natureza (ICNF). </p><h2>IFCN apela à responsabilidade dos visitantes</h2><p>Esta reabertura era bastante aguardada por residentes e turistas, já que se trata de <strong>um dos trilhos mais procurados da região</strong>. Em comunicado, citado pelo 'Sapo', o IFCN destaca que o PR 10 atravessa uma zona de elevado valor natural e continua a ser um dos percursos de referência para quem pretende conhecer a floresta Laurissilva.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779136" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/pescas-biodiversidade-marinha-e-economia-azul-comissario-europeu-das-pescas-e-oceanos-visita-os-acores-e-a-madeira.html" title="Pescas, biodiversidade marinha e economia azul. Comissário Europeu das Pescas e Oceanos visita os Açores e a Madeira">Pescas, biodiversidade marinha e economia azul. Comissário Europeu das Pescas e Oceanos visita os Açores e a Madeira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/pescas-biodiversidade-marinha-e-economia-azul-comissario-europeu-das-pescas-e-oceanos-visita-os-acores-e-a-madeira.html" title="Pescas, biodiversidade marinha e economia azul. Comissário Europeu das Pescas e Oceanos visita os Açores e a Madeira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/pescas-biodiversidade-marinha-e-economia-azul-comissario-europeu-das-pescas-e-oceanos-visita-os-acores-e-a-madeira-1784313652162_320.jpg" alt="Pescas, biodiversidade marinha e economia azul. Comissário Europeu das Pescas e Oceanos visita os Açores e a Madeira"></a></article></aside><p>"A reabertura do PR 10 devolve aos residentes e visitantes a possibilidade de usufruírem de <strong>um dos percursos pedestres mais emblemáticos da Região Autónoma da Madeira</strong>, reconhecido pela sua elevada riqueza paisagística e natural, atravessando áreas integradas na Floresta Laurissilva da Madeira, classificada como Património Mundial Natural pela UNESCO", sublinha o IFCN.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-espera-acabou-um-dos-percursos-mais-espetaculares-da-madeira-esta-de-novo-acessivel-1784404122818.jpg" data-image="e0i490ls6oqz" alt="Madeira" title="Madeira"><figcaption>É um dos "percursos pedestres mais emblemáticos da Região." Foto: Visit Madeira</figcaption></figure><p>No mesmo comunicado, o IFCN informa que, embora os percursos estejam novamente abertos, <strong>é essencial que todos os visitantes ajam com responsabilidade</strong>. Respeitar a sinalização, cumprir as regras de segurança e seguir as indicações das entidades competentes é fundamental para garantir uma experiência segura. </p><p>A entidade aconselha ainda o uso de equipamento adequado ao percurso e recomenda<strong> verificar as condições meteorológicas </strong>antes da caminhada, já que o estado do tempo pode influenciar a segurança ao longo do trajeto.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações.<br> </div><p>"O IFCN agradece a compreensão demonstrada pelos utilizadores durante o período de encerramento e reafirma o seu compromisso com a manutenção, valorização e monitorização da rede regional de percursos pedestres classificados, em estreita articulação com as entidades parceiras, garantindo as melhores condições de segurança e a preservação deste importante património natural", conclui.</p><h2>Saiba mais sobre este percurso</h2><p>Com uma <strong>duração média de cinco horas</strong>, o PR 10 Levada do Furado tem início no Ribeiro Frio e atravessa uma das áreas mais emblemáticas da floresta Laurissilva.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="682998" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/madeira-e-considerada-uma-das-ilhas-mais-desejadas-da-europa.html" title="Madeira é considerada uma das 'ilhas mais desejadas' da Europa">Madeira é considerada uma das "ilhas mais desejadas" da Europa</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/madeira-e-considerada-uma-das-ilhas-mais-desejadas-da-europa.html" title="Madeira é considerada uma das 'ilhas mais desejadas' da Europa"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/madeira-e-considerada-uma-das-ilhas-mais-desejadas-da-europa-1731486663526_320.jpg" alt="Madeira é considerada uma das 'ilhas mais desejadas' da Europa"></a></article></aside><p>Ao longo do trajeto, os caminhantes têm vista para os terrenos agrícolas das freguesias do Faial, São Roque do Faial e Porto da Cruz, além de conseguirem observar a imponente formação rochosa da Penha d'Águia.</p><p>Quem pretender realizar esta caminhada deve <strong>efetuar a reserva antecipadamente</strong> através da plataforma <em>online</em>. O acesso tem um custo de 4,50€ para visitantes com mais de 12 anos.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Sapo%2C%20Rodrigues%2C%20C" data-year="2026" data-title="Percurso%20pedestre%20da%20Levada%20do%20Furado%20reabre%20ap%C3%B3s%20derrocada" data-url="https%3A%2F%2Fsapo.pt%2Fartigo%2Fpercurso-pedestre-da-levada-do-furado-reabre-apos-derrocada-6a562a6507944094d72092f1">Sapo, Rodrigues, C. (2026). <a href="https://sapo.pt/artigo/percurso-pedestre-da-levada-do-furado-reabre-apos-derrocada-6a562a6507944094d72092f1" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Percurso pedestre da Levada do Furado reabre após derrocada</a>.</cite><br><cite data-author="NiT%2C%20Pincelli%2C%20I" data-year="2026" data-title="Sete%20meses%20depois%20da%20derrocada%2C%20um%20dos%20trilhos%20mais%20emblem%C3%A1ticos%20da%20Madeira%20reabriu" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nit.pt%2Ffora-de-casa%2Fna-cidade%2Fsete-meses-depois-da-derrocada-um-dos-trilhos-mais-emblematicos-da-madeira-reabriu">NiT, Pincelli, I. (2026). <a href="https://www.nit.pt/fora-de-casa/na-cidade/sete-meses-depois-da-derrocada-um-dos-trilhos-mais-emblematicos-da-madeira-reabriu" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Sete meses depois da derrocada, um dos trilhos mais emblemáticos da Madeira reabriu</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/a-espera-acabou-um-dos-percursos-mais-espetaculares-da-madeira-esta-de-novo-acessivel.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Previsão sazonal para o trimestre de agosto, setembro e outubro no globo – anomalias da temperatura e precipitação]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/previsao-sazonal-para-o-trimestre-de-agosto-setembro-e-outubro-no-globo-anomalias-da-temperatura-e-precipitacao.html</link><pubDate>Mon, 27 Jul 2026 06:19:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A Organização Meteorológica Mundial, OMM, divulga todos os meses uma previsão sazonal a nível global para os próximos três meses, com a previsão das anomalias da temperatura à superfície e da precipitação.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-sazonal-para-o-trimestre-de-agosto-setembro-e-outubro-no-globo-anomalias-da-temperatura-e-precipitacao-1784927522462.jpg" data-image="11ob3es1hzka" alt="Globo" title="Globo"><figcaption>Para a elaboração de previsões globais, desde o curto prazo à previsão sazonal, são necessários sistemas computacionais com grande capacidade de cálculo.</figcaption></figure><p>Esta previsão sazonal baseia-se nas previsões multimodelo, ou seja, são analisados em termos probabilísticos os valores médios mensais da temperatura à superfície e da precipitação no conjunto dos resultados de vários modelos globais de diferentes instituições meteorológicas.</p><h2>Previsão probabilística das anomalias das temperaturas no globo para o período de agosto a outubro de 2026</h2><p>Nos modelos globais utilizados para o cálculo do conjunto (ensemble) são os seguintes: Beijing, CMCC, CPTEC, ECMWF, Exeter, Melbourne, Montreal, Moscow, Offenbach, Pretoria, Seoul, Tokyo, Toulouse e Washington.</p><div class="texto-destacado">A criação de um sistema de previsão multimodelo justifica-se pelos resultados da investigação nesta área que mostraram que combinando os resultados de vários modelos é possível obter uma previsão mais consistente e de maior confiança.</div><p>A razão fundamental para <strong>os bons resultados da abordagem multimodelo</strong>, em comparação com os resultados obtidos individualmente por diferentes modelos, prende-se com o facto de todos os modelos possuírem erros com amplitude suficiente para que não exista uma degradação significativa das previsões quando integrados à escala sazonal.</p><p><strong>A temperatura à superfície da água do mar (SST) influencia o clima, as correntes, a circulação oceânica e os padrões meteorológicos, desde a escala local à escala global.</strong> Como exemplo disto temos o fenómeno El Niño-Oscilação do Sul (ENSO) que é um fenómeno climático natural, caraterizado por alterações significativas na distribuição da temperatura da superfície da água do Oceano Pacífico tropical e que causa alterações nos padrões de chuva e temperatura em várias partes do globo.</p><p>O El Niño é caracterizado por um aquecimento anormal das águas do Pacífico Equatorial, na região central e oriental, perto da costa da América do Sul, e La Niña por um arrefecimento.</p><p>Nesta previsão sazonal para o período de agosto a outubro de 2026 (ASO 2026), a previsão do conjunto multimodelo indica <strong>um rápido desenvolvimento para condições de El Niño intenso.</strong></p><div class="texto-destacado">A anomalia média sazonal da temperatura da superfície do mar (SST) deverá atingir aproximadamente 2,9°C durante a ASO 2026, com uma trajetória de intensificação a atingir o pico em novembro.</div><p>É de referir que a dispersão entre os sistemas de previsão individuais continua a ser pequena, <strong>o que reflete uma elevada confiança nas previsões.</strong></p><p>No Índico, prevê-se também o desenvolvimento de uma fase positiva do Dipolo do Oceano Índico (IOD - conhecido como "El Niño do Índico", fenómeno acoplado oceano-atmosfera que causa variações irregulares na temperatura da superfície do mar, alternando entre fases positivas, oeste mais quente, e negativas, leste mais quente), atingindo um valor médio sazonal de 0,6°C na ASO 2026. </p><p>No Atlântico, prevê-se que a região do <strong>Atlântico Tropical se mantenha geralmente quente, com as SSTs no Atlântico Tropical Norte e Sul a manterem-se acima do normal.</strong></p><p>No entanto, no Atlântico Norte e numa vasta região subtropical do Pacífico Sul mais a oeste existe uma probabilidade elevada das SSTs estarem abaixo da média.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-sazonal-para-o-trimestre-de-agosto-setembro-e-outubro-no-globo-anomalias-da-temperatura-e-precipitacao-1784927932936.jpg" data-image="kyn1nmf9u6ry" alt="Previsão probabilística da temperatura do ar" title="Previsão probabilística da temperatura do ar"><figcaption>Previsões probabilísticas da temperatura do ar à superfície para o trimestre agosto, setembro e outubro de 2026. A azul, vermelho e cinzento estão representadas as categorias mais prováveis de valores de temperatura abaixo, acima ou próximo do normal respetivamente. As áreas brancas indicam hipóteses iguais para todas as categorias. O período de referência é 1993-2009. Fonte: WMO - GSCU for ASO 2026</figcaption></figure><p>Para ASO 2026, o conjunto dos múltiplos modelos indica um <strong>sinal global generalizado de temperaturas da superfície terrestre acima da normal climatológica.</strong></p><div class="texto-destacado">Prevê-se uma probabilidade elevada de condições acima da média para a África, o sul da Europa, a Península Arábica, o subcontinente indiano, o leste da Ásia, partes ocidentais da América do Norte abaixo dos 60°N, a América Central e as Caraíbas.</div><p>No Hemisfério Sul, prevê-se uma probabilidade elevada de temperaturas acima da normal no sul de África, entre o Equador e os 30°S na América do Sul e na Nova Zelândia. </p><p>Na Austrália, prevê-se um aumento moderado da probabilidade de temperaturas acima do normal nas regiões sul e central, com um sinal notavelmente mais fraco nas regiões do extremo norte.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780046" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-el-nino-mais-forte-dos-ultimos-155-anos-meteorologista-alerta-o-inverno-esta-a-mudar.html" title="O El Niño mais forte dos últimos 155 anos – Meteorologista alerta: 'O inverno está a mudar'">O El Niño mais forte dos últimos 155 anos – Meteorologista alerta: "O inverno está a mudar"</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-el-nino-mais-forte-dos-ultimos-155-anos-meteorologista-alerta-o-inverno-esta-a-mudar.html" title="O El Niño mais forte dos últimos 155 anos – Meteorologista alerta: 'O inverno está a mudar'"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/starkster-el-nino-seit-155-jahren-wetterforscher-warnt-der-winter-kippt-1784723391694_320.jpg" alt="O El Niño mais forte dos últimos 155 anos – Meteorologista alerta: 'O inverno está a mudar'"></a></article></aside><p>Nos trópicos, um grande aumento das probabilidades de temperaturas acima do normal abrange a África equatorial, a América do Sul e a parte norte do Continente Marítimo. Sobre as bacias oceânicas, <strong>as previsões refletem a influência do evento El Niño, que se está a intensificar rapidamente. </strong></p><h2>Previsão probabilística das anomalias da precipitação no globo para o trimestre agosto, setembro e outubro de 2026</h2><p>Para o período de agosto a outubro de 2026, <strong>a previsão global de precipitação é dominada por um forte sinal do El Niño</strong>.</p><p>Prevê-se um forte aumento da probabilidade de precipitação acima da média, estendendo-se pelo Pacífico equatorial central e oriental. O núcleo deste sinal de precipitação é ladeado por uma extensa região com probabilidades de precipitação abaixo da média.</p><p>Espera-se ainda precipitação abaixo da média no Oceano Índico tropical como no Oceano Atlântico equatorial, bem como um padrão em forma de ferradura que se estende pelos hemisférios Norte e Sul, começando por volta dos 120° Este. </p><p><strong>No subcontinente indiano prevê-se um aumento da probabilidade de precipitação abaixo da média, no entanto, </strong>a noroeste, verifica-se um aumento das probabilidades de precipitação acima da média, estendendo-se a partes da Ásia Central e às regiões do norte da Península Arábica.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-sazonal-para-o-trimestre-de-agosto-setembro-e-outubro-no-globo-anomalias-da-temperatura-e-precipitacao-1784928164589.jpg" data-image="10qasgvzxidv" alt="Previsão probabilística da precipitação" title="Previsão probabilística da precipitação"><figcaption>Previsões probabilísticas da precipitação para o trimestre agosto, setembro e outubro de 2026. A laranja, verde e cinzento estão representadas as categorias mais prováveis de valores de precipitação abaixo, acima ou próximo da normal respetivamente. As áreas brancas indicam hipóteses iguais para todas as categorias. O período de referência é 1993-2009. Fonte: WMO - GSCU for ASO 2026.</figcaption></figure><p>Prevê-se aumento de probabilidade de chuva acima da média no Grande Corno de África, com um aumento da probabilidade de chuvas abaixo da média a oeste. Na África equatorial a oeste e a leste um aumento de probabilidade de chuvas abaixo da média.</p><div class="texto-destacado">Na Europa, um aumento da probabilidade de precipitação acima da média abrange as regiões do sul da Europa, enquanto se prevê uma maior probabilidade de precipitação abaixo da média para o norte da Europa.</div><p><strong>Na Austrália, o aumento da probabilidade de precipitação abaixo da média predomina nas regiões sul e leste</strong>, bem como nas regiões sul da América Central e Caraíbas. </p><p>Na América do Sul, na região noroeste, prevê-se um aumento significativo da probabilidade de ocorrência de chuvas abaixo da média estendendo-se de forma constante ao longo das zonas costeiras do norte até ao leste. Mais para sul tendência para chuvas acima da média na costa oeste e leste.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/previsao-sazonal-para-o-trimestre-de-agosto-setembro-e-outubro-no-globo-anomalias-da-temperatura-e-precipitacao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Abrantes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O que é a gentrificação climática, o fenómeno que está a encarecer as áreas periféricas das cidades]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-que-e-a-gentrificacao-climatica-o-fenomeno-que-esta-encarecendo-as-areas-perifericas-das-cidades.html</link><pubDate>Mon, 27 Jul 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Cada vez mais pessoas procuram morar em bairros mais verdes, com menos calor e menor risco de inundações. Isso está a elevar os preços dos imóveis e a deslocar os residentes antigos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-es-la-gentrificacion-climatica-el-fenomeno-que-esta-encareciendo-las-periferias-de-las-ciudades-1784751251240.png" data-image="p9f4msh99z0d"><figcaption>Cidades com mais espaços verdes e maior resiliência climática tendem a ter alguns dos mercados imobiliários mais caros.</figcaption></figure><p>Durante décadas, o<strong> valor de uma casa</strong> dependia principalmente da sua proximidade com o centro da cidade, comodidades e oportunidades de emprego. Agora, uma nova variável foi adicionada à decisão: as<strong> alterações</strong><strong> climáticas</strong>.</p><div class="texto-destacado">A gentrificação climática ocorre quando áreas mais bem preparadas para eventos climáticos extremos atraem pessoas com rendimento mais alto, elevando os custos de moradia e deslocando os seus habitantes.</div><p>Longe de ser uma possibilidade futura, este processo já foi identificado em cidades como Miami, Boston e, mais recentemente, na região metropolitana de Barcelona. Lá, inclusive, foi desenvolvido um dos primeiros mapas para estimar que bairros correm maior risco de vivenciar este fenómeno.</p><h2>Quem pode viver num determinado lugar?</h2><p>As alterações climáticas são um facto bem documentado. A necessidade de as cidades se adaptarem a estas mudanças é outro. <strong>Plantar árvores, criar parques urbanos, restaurar rios, instalar infraestruturas de proteção contra cheias</strong> e reabilitar edifícios para melhor resistir a fenómenos como ondas de calor são medidas fundamentais para proteger a população.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-es-la-gentrificacion-climatica-el-fenomeno-que-esta-encareciendo-las-periferias-de-las-ciudades-1784751387006.png" data-image="njeg9ijr5je7"><figcaption>Casas adaptadas para calor extremo tendem a valorizar-se e a atrair compradores com maior poder aquisitivo.</figcaption></figure><p>Mas estas melhorias também tornam certos bairros mais atraentes para novos compradores, investidores e para o setor imobiliário. Como resultado, os <strong>valores dos terrenos, os alugueres e os preços dos imóveis aumentam</strong>; e isso a tal ponto que muitos residentes antigos acabam por se mudar porque não conseguem mais arcar com os custos de permanência.</p><p>Desta forma, a gentrificação climática pode surgir de quatro formas principais.</p><p><strong> </strong></p><ul><li>Investimentos verdes, <strong>criação de parques, corredores verdes </strong>e mais árvores para melhorar o conforto térmico.</li><li><strong>Reabilitação de casas</strong> e edifícios para torná-los mais eficientes contra o calor, o que os encarece.</li><li>Resiliência privatizada.</li><li>A<strong> crescente procura por áreas rurais</strong> ou periféricas com melhores condições ambientais.</li></ul><h2>O calor também altera o mercado imobiliário</h2><p>A gentrificação tradicional costuma ser associada a <strong>bairros centrais que passam por reformas para atrair residentes de rendimento mais alto</strong>. Na versão impulsionada pelas alterações climáticas, o fator determinante não é mais apenas a localização, mas também a qualidade ambiental.</p><p>Com ondas de calor cada vez mais frequentes e intensas, morar perto de áreas verdes, desfrutar de temperaturas mais amenas ou estar menos exposto a inundações estão a tornar-se atributos altamente valorizados. À medida que o <strong>clima muda, as preferências residenciais também mudam</strong> e, com elas, o <strong>comportamento do mercado imobiliário</strong>.</p><h2>Porque é que as periferias estão a tornar-se mais cobiçadas?</h2><p>Uma das descobertas mais surpreendentes ao estudar este fenómeno em Barcelona é que as áreas com<strong> maior risco de gentrificação climática </strong>não são necessariamente os centros urbanos, mas sim muitas áreas periféricas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-es-la-gentrificacion-climatica-el-fenomeno-que-esta-encareciendo-las-periferias-de-las-ciudades-1784751443103.png" data-image="4tcjdkfpbza1"><figcaption>As transformações urbanas melhoram alguns bairros, embora nem sempre beneficiem aqueles que vivem ali há décadas.</figcaption></figure><p>Estas áreas geralmente apresentam <strong>menor densidade de construções, mais vegetação, casas maiores e fácil acesso a espaços naturais</strong>. Com o aumento do calor urbano, estas características tornam-se mais atraentes e conquistam novos residentes com maior poder aquisitivo, elevando progressivamente os preços dos imóveis.</p><h2>Adaptação climática e justiça social</h2><p>Qual é o problema? É frequentemente chamado de <strong>quádrupla injustiça climática</strong>. Não se trata de que ações essenciais estejam a ser tomadas para reduzir o impacto das alterações climáticas na saúde e na qualidade de vida. O desafio está em garantir que estas melhorias beneficiem apenas aqueles que podem arcar com os custos.</p><div class="texto-destacado">A quádrupla injustiça climática resume um paradoxo: aqueles que menos contribuem para as alterações climáticas são frequentemente os que mais sofrem os seus impactos, têm menos recursos para se adaptar e podem ser deslocados quando as melhorias finalmente chegam aos seus bairros.</div><p>Portanto, os investigadores propõem que as políticas de adaptação climática sejam acompanhadas por medidas como a <strong>promoção de moradias acessíveis, a proteção dos inquilinos e a expansão da oferta de moradias públicas</strong>. Além disso, é necessário desenvolver ferramentas que permitam a identificação precoce dos bairros com maior risco de deslocamento. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780332" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-descoberta-cientifica-no-peru-que-pode-ajudar-a-proteger-o-chocolate-diante-da-mudanca-climatica.html" title="A descoberta científica no Peru que pode ajudar a proteger o chocolate das alterações climáticas">A descoberta científica no Peru que pode ajudar a proteger o chocolate das alterações climáticas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-descoberta-cientifica-no-peru-que-pode-ajudar-a-proteger-o-chocolate-diante-da-mudanca-climatica.html" title="A descoberta científica no Peru que pode ajudar a proteger o chocolate das alterações climáticas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-hallazgo-cientifico-en-peru-que-podria-ayudar-a-proteger-el-chocolate-frente-al-cambio-climatico-1783597952123_320.jpg" alt="A descoberta científica no Peru que pode ajudar a proteger o chocolate das alterações climáticas"></a></article></aside><p>Assim, à medida que o planeta continua a aquecer, a justiça climática depende não apenas da redução das emissões ou da construção de cidades mais resilientes; ela depende de<strong> garantir que a adaptação às alterações climáticas beneficie toda a população</strong>, sem tornar os bairros mais seguros e habitáveis acessíveis apenas àqueles que podem pagar por eles.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Barcelona%20Lab%20for%20Urban%20Environmental%20Justice%20and%20Sustainability" data-year="2026" data-title="Climate%20and%20housing%20rights%20in%20a%20warming%20city" data-url="https%3A%2F%2Fwww.bcnuej.org%2Ffeature-climatejusticeready%2F">Barcelona Lab for Urban Environmental Justice and Sustainability. (2026). <a href="https://www.bcnuej.org/feature-climatejusticeready/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Climate and housing rights in a warming city</a>.</cite><br><cite data-author="Calder%C3%B3n-Argelich%2C%20A.%20et%20al" data-year="2025" data-title="Co-Mapping%20Vulnerability%20to%20Climate%20Gentrification%20in%20the%20Context%20of%20Urban%20Heat%3A%20A%20Participatory%20Index%20at%20the%20Metropolitan%20Scale" data-url="https%3A%2F%2Futppublishing.com%2Fdoi%2F10.3138%2Fjccpe-2025-0021">Calderón-Argelich, A. et al. (2025). <a href="https://utppublishing.com/doi/10.3138/jccpe-2025-0021" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Co-Mapping Vulnerability to Climate Gentrification in the Context of Urban Heat: A Participatory Index at the Metropolitan Scale</a>.</cite><br><cite data-author="Oliveros%2C%20M.%20D." data-year="2026" data-title="Gentrificaci%C3%B3n%20clim%C3%A1tica%3A%20%C2%BFsabes%20si%20tu%20barrio%20est%C3%A1%20en%20riesgo%3F" data-url="https%3A%2F%2Fwww.agenciasinc.es%2FNoticias%2FGentrificacion-climatica-sabes-si-tu-barrio-esta-en-riesgo">Oliveros, M. D.. (2026). <a href="https://www.agenciasinc.es/Noticias/Gentrificacion-climatica-sabes-si-tu-barrio-esta-en-riesgo" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Gentrificación climática: ¿sabes si tu barrio está en riesgo?</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-que-e-a-gentrificacao-climatica-o-fenomeno-que-esta-encarecendo-as-areas-perifericas-das-cidades.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Depressão aproxima-se dos Açores: chuva persistente e vento forte a partir de terça-feira]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/depressao-aproxima-se-dos-acores-chuva-persistente-e-vento-forte-a-partir-de-terca-feira.html</link><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 16:39:41 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma depressão atlântica deverá provocar um agravamento do estado do tempo nos Açores a partir de terça-feira, com chuva persistente e vento forte. Quarta-feira deverá concentrar os impactos mais significativos.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xasc8sy"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xasc8sy.jpg" id="xasc8sy"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma depressão atlântica deverá agravar o estado do tempo nos Açores a partir de terça-feira, trazendo chuva persistente e vento forte. <strong>O sistema deslocar-se-á de oeste para leste</strong>, afetando sucessivamente os grupos Ocidental, Central e Oriental,<strong> </strong>sendo quarta-feira o dia em que se esperam os impactos mais significativos</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/depressao-aproxima-se-dos-acores-chuva-persistente-e-vento-forte-a-partir-de-terca-feira-1785072773090.png" data-image="vva2j05mpiaj"><figcaption>Na tarde de terça-feira, o vento começará a intensificar-se no Grupo Ocidental, com as rajadas mais fortes previstas para as ilhas das Flores e do Corvo, antecipando a chegada da depressão ao arquipélago.</figcaption></figure><p>A chuva deverá chegar primeiro às ilhas das Flores e do Corvo durante a tarde de terça-feira, acompanhada por um reforço gradual do vento, com <strong>rajadas entre 45 e 56 km/h</strong>. Ao longo da noite, a precipitação estender-se-á ao Grupo Central, onde se tornará mais persistente, marcando o início do período mais adverso.</p><h2>Quarta-feira deverá concentrar os maiores impactos da depressão</h2><p>Será na quarta-feira que a depressão atingirá a sua fase mais intensa sobre o arquipélago. <strong>A ilha de São Miguel deverá registar os maiores acumulados de precipitação</strong>, com valores a rondar os 70 mm. As ilhas do Pico e Terceira poderão registar cerca de 60 mm, até à madrugada de sábado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/depressao-aproxima-se-dos-acores-chuva-persistente-e-vento-forte-a-partir-de-terca-feira-1785072554239.png" data-image="srzaf1ehhto5"><figcaption>Durante a madrugada de quarta-feira, a precipitação deverá tornar-se mais persistente e generalizada nos Açores, marcando o início do período de maior instabilidade associado à passagem da depressão.</figcaption></figure><p><strong>Durante grande parte do dia prevê-se precipitação persistente, por vezes moderada a forte</strong>, sobretudo entre a madrugada e a tarde, período em que deverão ocorrer os maiores acumulados. À medida que a depressão avança para leste, a precipitação tenderá a perder intensidade no Grupo Ocidental, mantendo-se mais frequente nas ilhas centrais antes de alcançar o Grupo Oriental.</p><p>Com a deslocação da depressão para nordeste, o vento continuará forte, sobretudo nas ilhas orientais. <strong>As rajadas mais fortes deverão ocorrer durante quarta-feira ns ilha das Flores, podendo atingir até 55 km/h</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/depressao-aproxima-se-dos-acores-chuva-persistente-e-vento-forte-a-partir-de-terca-feira-1785072688730.png" data-image="fc1mp6uj600q"><figcaption>Na quarta-feira, o vento deverá atingir a maior intensidade, com rajadas até 55 km/h no Grupo Ocidental, acompanhando a fase mais ativa da depressão.</figcaption></figure><p>Em São Miguel e Santa Maria, as rajadas poderão atingir cerca de 50 km/h, sendo <strong>este o período mais crítico nas ilhas orientais</strong>. Durante os períodos de chuva mais intensa, a visibilidade poderá reduzir-se temporariamente, sobretudo nas zonas de maior altitude e nas estradas mais expostas.</p><h2>Melhoria gradual do estado do tempo a partir de sexta-feira</h2><p>Na sexta-feira, o sistema deverá afastar-se definitivamente do arquipélago. A chuva ficará limitada a aguaceiros fracos e dispersos, na maior parte das ilhas, enquanto o vento perderá intensidade, permitindo <strong>um regresso progressivo a condições meteorológicas mais estáveis</strong>. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780455" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-emite-aviso-amarelo-para-14-distritos-devido-ao-tempo-quente-eis-os-dias-mais-criticos-do-calor.html" title="IPMA emite aviso amarelo para 14 distritos devido ao tempo quente: eis os dias mais críticos do calor">IPMA emite aviso amarelo para 14 distritos devido ao tempo quente: eis os dias mais críticos do calor</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-emite-aviso-amarelo-para-14-distritos-devido-ao-tempo-quente-eis-os-dias-mais-criticos-do-calor.html" title="IPMA emite aviso amarelo para 14 distritos devido ao tempo quente: eis os dias mais críticos do calor"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ipma-emite-aviso-amarelo-para-14-distritos-devido-ao-tempo-quente-previsto-eis-os-dias-mais-criticos-do-calor-1785023864424_320.png" alt="IPMA emite aviso amarelo para 14 distritos devido ao tempo quente: eis os dias mais críticos do calor"></a></article></aside><p>Ainda assim, será importante <strong>acompanhar a evolução das previsões </strong>e dos avisos meteorológicos, uma vez que pequenas alterações na trajetória da depressão poderão influenciar a distribuição da precipitação e do vento entre as ilhas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/depressao-aproxima-se-dos-acores-chuva-persistente-e-vento-forte-a-partir-de-terca-feira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Palma]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Floresta: ritmo de execução dos apoios da PAC compromete o investimento no setor. Há atrasos de um ano nas candidaturas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/floresta-ritmo-de-execucao-dos-apoios-da-pac-compromete-o-investimento-no-setor-ha-atrasos-de-um-ano-nas-candidaturas.html</link><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 11:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Após quatro concursos encerrados e zero candidaturas decididas, o Centro PINUS, organização que representa os agentes do pinheiro bravo, e a associação ambientalista ZERO emitiram um alerta. É preciso “decisões rápidas”, para que os investimentos cheguem ao terreno.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/floresta-ritmo-de-execucao-dos-apoios-da-pac-compromete-o-investimento-na-gestao-florestal-1784977211551.jpg" data-image="zlw68x3jmfqc" alt="Reflorestação" title="Reflorestação"><figcaption>A associação ZERO e o Centro PINUS divulgaram esta sexta-feira, 24 de julho, um comunicado conjunto, alertando para os “atrasos na operacionalização” das medidas da PAC para a floresta.</figcaption></figure><p>“A abertura de novos avisos tem de ser decidida rapidamente”, avisam a ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável e o Centro PINUS, que divulgaram esta sexta-feira, 24 de julho, um <strong>comunicado conjunto, alertando para os “atrasos na operacionalização” das medidas florestais</strong> do Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC).</p><p>As duas organizações consideram que “o <strong>atual ritmo de execução continua a comprometer o investimento na gestão da floresta</strong> portuguesa” e, por essa via, a “colocar em risco” a plena utilização das verbas da Política Agrícola Comum (PAC) destinadas ao setor.</p><h2>Candidaturas há um ano à espera</h2><p>Os exemplos estão aí para o mostrar. <strong>No final de junho de 2026, continuavam por decidir todas as candidaturas apresentadas aos primeiros quatro concursos</strong> encerrados no âmbito do PEPAC. Algumas dessas candidaturas “<strong>aguardavam decisão há quase um ano</strong>”, apesar de o prazo indicativo ser de 60 dias. </p><p>Entretanto, diz a ZERO e o Centro PINUS, estão a decorrer novos avisos de apoio à prevenção e à gestão florestal e as duas associações lançam um aviso em conjunto: a <strong>prioridade passa por “assegurar decisões rápidas sobre as candidaturas</strong>”, para que os investimentos possam chegar ao terreno.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/floresta-ritmo-de-execucao-dos-apoios-da-pac-compromete-o-investimento-na-gestao-florestal-1784977361223.jpg" data-image="7n1ijiphcvyz" alt="Limpeza florestal" title="Limpeza florestal"><figcaption>A PAC é um dos principais instrumentos de financiamento da gestão florestal em Portugal. A ZERO e o Centro PINUS explicam que, “quando os concursos abrem tarde e as decisões demoram vários meses, os investimentos são adiados".</figcaption></figure><p>A <strong>Política Agrícola Comum</strong> (PAC) constitui um dos principais instrumentos de financiamento da gestão florestal em Portugal. </p><p>Aquando da última reprogramação do Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC) para Portugal no período 2023-2027, em outubro de 2024, houve um <strong>profundo impacto sobre o setor florestal, uma vez que a medida da PAC que apoia a prevenção de incêndios sofreu um corte de verbas 50%</strong>.</p><p>O mesmo aconteceu à <strong>medida da PAC que financia a recuperação da floresta após os incêndios </strong>ou que apoia as arborizações, assim como os principais apoios ao investimento florestal.</p><h2>Apoio da PAC à floresta caiu para 153 milhões</h2><p>Na globalidade, as medidas de apoio ao investimento em floresta em Portugal sofreram uma redução de 44%, ou seja, <strong>os cerca de 275 milhões de euros foram reduzidos a 153 milhões</strong>.</p><div class="texto-destacado">E a situação já não era favorável, com o valor dos 275 milhões que estava disponível anteriormente a manifestar-se insuficiente. Só para o pinheiro-bravo, por exemplo, o Centro PINUS estimou uma necessidade de investimento de 547,9 milhões de euros no período de programação 2021-2027. Chegados aqui, associação ZERO e o Centro PINUS denunciam um outro problema: “Quando os concursos abrem tarde e as decisões demoram vários meses, os investimentos são adiados, a execução das medidas permanece reduzida”.</div><p><br>Além de que “<strong>aumenta a incerteza” da atribuição dos apoios da PAC para financiar os investimentos</strong>, seja para proprietários florestais, organizações de proprietários, cooperativas ou para as empresas prestadoras de serviços, que dependem destas verbas para planear a sua atividade.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773587" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/luis-rochartre-lidera-o-colab-forestwise-laboratorio-colaborativo-para-gestao-integrada-da-floresta-e-do-fogo.html" title="Luís Rochartre lidera o CoLAB ForestWISE – Laboratório Colaborativo para Gestão Integrada da Floresta e do Fogo ">Luís Rochartre lidera o CoLAB ForestWISE – Laboratório Colaborativo para Gestão Integrada da Floresta e do Fogo </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/luis-rochartre-lidera-o-colab-forestwise-laboratorio-colaborativo-para-gestao-integrada-da-floresta-e-do-fogo.html" title="Luís Rochartre lidera o CoLAB ForestWISE – Laboratório Colaborativo para Gestão Integrada da Floresta e do Fogo "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/luis-rochartre-lidera-o-colab-forestwise-laboratorio-colaborativo-para-gestao-integrada-da-floresta-e-do-fogo-1781284433175_320.jpg" alt="Luís Rochartre lidera o CoLAB ForestWISE – Laboratório Colaborativo para Gestão Integrada da Floresta e do Fogo "></a></article></aside><p>A experiência dos anteriores períodos de programação demonstra que, quando há níveis de execução reduzidos, “aumenta o <strong>risco de transferência de verbas destinadas à floresta para outras intervenções do PEPAC</strong> com maiores níveis de execução”. </p><p>E o Centro PINUS, que representa os agentes do pinheiro bravo, e a associação ambientalista ZERO, são unânimes: “<strong>Não é aceitável que, em 2024, 44% da verba que estava disponível para a floresta tenha sido realocada</strong> para outras intervenções do PEPAC, precisamente com base na expectativa de baixa execução”.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Para o Centro PINUS e a ZERO, este atraso na alocação de apoios ao setor florestal “em nada contribui para os objetivos traçados” no Plano de Intervenção para a Floresta 2025-2050, que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, apresentou ao país, em Vila Real, no dia 21 de março de 2025, Dia Mundial das Florestas, na presença dos ministros da Agricultura e do Ambiente, José Manuel Fernandes e Maria da Graça Carvalho. E a situação a que chegaram os apoios da PAC para a floresta “não é inédita”, avisam.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Já em 2020, um estudo promovido pelo Centro PINUS identificava a <strong>operacionalização tardia das medidas florestais e os longos períodos, entre a abertura dos concursos e a decisão das candidaturas</strong>, como fatores que estavam a contribuir para as baixas taxas de execução dos apoios. A evolução do atual período de programação “demonstra”, portanto, que “estas dificuldades persistem”.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/floresta-ritmo-de-execucao-dos-apoios-da-pac-compromete-o-investimento-na-gestao-florestal-1784977639671.jpg" data-image="tmc9wyvj2lsg" alt="Técnico florestal" title="Técnico florestal"><figcaption>A floresta portuguesa ocupa 3.2 milhões de hectares e corresponde a 36% do território nacional, sendo que o pinheiro-bravo continua a ser a espécie predominante.</figcaption></figure><p>Num derradeiro esforço para inverter este estado de coisas, a ZERO e o Centro PINUS pedem à Autoridade de Gestão do PEPAC e ao ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e das Floresta a <strong>tomada de medidas “céleres”.</strong></p><h2>Evitar que se repita o mesmo padrão</h2><p>Exigem que se apresente,<strong> “de imediato”, um plano de recuperação dos atrasos</strong>, como forma de “garantir que as decisões sobre os primeiros quatro concursos sejam emitidas até aos inícios de setembro”. E também <strong>para que os novos avisos não repitam o mesmo padrão</strong> de atraso dos anteriores.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774840" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/florestas-e-rios-ameacados-a-crise-climatica-esta-a-destruir-a-flora-e-a-fauna-mais-rapidamente-em-climas-temperados.html" title="Florestas e rios ameaçados: a crise climática está a destruir a flora e a fauna mais rapidamente em climas temperados">Florestas e rios ameaçados: a crise climática está a destruir a flora e a fauna mais rapidamente em climas temperados</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/florestas-e-rios-ameacados-a-crise-climatica-esta-a-destruir-a-flora-e-a-fauna-mais-rapidamente-em-climas-temperados.html" title="Florestas e rios ameaçados: a crise climática está a destruir a flora e a fauna mais rapidamente em climas temperados"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/florestas-e-rios-ameacados-a-crise-climatica-esta-a-destruir-a-flora-e-a-fauna-mais-rapidamente-em-climas-temperados-1781992072166_320.jpg" alt="Florestas e rios ameaçados: a crise climática está a destruir a flora e a fauna mais rapidamente em climas temperados"></a></article></aside><p>A <strong>floresta portuguesa ocupa 3.2 milhões de hectares e corresponde a 36% do território</strong> nacional, sendo que o pinheiro-bravo continua a ser a espécie predominante.</p><p>No setor florestal, o ano passado foi marcado por um <strong>crescimento económico moderado na Europa e pela estabilização dos preços internacionais</strong>, fruto de “níveis excecionais” registados no período inflacionista recente.</p><p>As <strong>exportações da fileira do pinho atingiram cerca de 2,5 mil milhões de euros em 2025, crescendo 2%</strong> face ao ano anterior (55 milhões de euros), afirmando-se como “um dos principais pilares” da economia exportadora nacional. </p><p>A fileira florestal, no seu conjunto, registou uma <strong>quebra de 4% nas exportações</strong>. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/floresta-ritmo-de-execucao-dos-apoios-da-pac-compromete-o-investimento-no-setor-ha-atrasos-de-um-ano-nas-candidaturas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Silveira]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A cidade mais feliz do mundo está na Europa]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/a-cidade-mais-feliz-do-mundo-esta-na-europa.html</link><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 10:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>De acordo com a classificação da revista <em>Time Out</em>, a cidade do mundo onde os moradores se sentem mais felizes fica no sudoeste da Inglaterra.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-ville-la-plus-heureuse-du-monde-est-en-europe-1784299795689.jpeg" data-image="xdwsdgvmr8cx" alt="As Termas Romanas de Bath." title="As Termas Romanas de Bath."><figcaption>As Termas Romanas de Bath.</figcaption></figure><p>Como todos os anos, a publicação digital <em>Time Out</em> elaborou o seu<strong> <em>ranking </em>das cidades mais felizes do mundo</strong>. Do acesso à cultura e áreas verdes abundantes a bairros vibrantes e ruas da moda, muitos fatores contribuem para tornar uma cidade num ótimo lugar para se viver.</p><p>A equipa da<em> Time Out</em> ouviu mais de 24.000 moradores como parte da sua pesquisa anual. Além de <strong>critérios padrão</strong>, como gastronomia, áreas verdes, arte e vida noturna, os moradores são convidados a avaliar o espírito comunitário da sua cidade, a facilidade de encontrar um amor e a sensação geral de bem-estar ao viver nela.</p><p>Os <strong>moradores </strong>também responderam às seguintes afirmações: "A minha cidade faz-me feliz", "Considero as pessoas da minha cidade positivas", "Encontro alegria nas experiências quotidianas que a minha cidade oferece", "A sensação de felicidade na minha cidade aumentou significativamente ultimamente" e "Sinto-me mais feliz na minha cidade do que em qualquer outro lugar onde já vivi ou que visitei".</p><h2>Entre a natureza e pedras antigas</h2><p>E é <strong>uma cidade britânica que ocupa o primeiro lugar no ranking</strong> das cidades mais felizes do mundo: <strong>Bath</strong>, localizada no <strong>condado de Somerset</strong>, a uma hora e meia de comboio de Londres; é uma das joias de Inglaterra.</p><p>O destino tem recebido avaliações extremamente positivas dos seus moradores quanto à felicidade que a cidade lhes proporciona<strong>: 93% dizem que ela os faz felizes</strong>, 92% afirmam sentir-se mais felizes em Bath do que em qualquer outro lugar, 90% consideram os seus vizinhos pessoas positivas, 91% valorizam as experiências quotidianas que a cidade oferece e 76% acreditam que a sensação de felicidade na cidade aumentou significativamente nos últimos tempos.</p><p class="frase-destacada">O local continua a encantar os moradores e a atrair turistas de todo o mundo, que aproveitam para relaxar em águas termais naturais num terraço com vista para os telhados da cidade.</p><p><strong>Bath deve o seu nome à única fonte de águas termais do País de Gales</strong>, descoberta pelos romanos nos primeiros séculos da Era Comum. Trata-se de um local natural onde eles se estabeleceram e construíram termas que, desde então, contribuem para o prestígio e a reputação da cidade.</p><p>Esta<strong> 'cidade-spa' exclusiva</strong> — que combina com maestria vestígios históricos galo-romanos e uma infraestrutura moderna — continua a encantar os moradores e a atrair turistas de todo o mundo, que desfrutam de banhos em águas termais naturais num terraço com vista para o horizonte da cidade. </p><h2>Passeie a pé ou de bicicleta pelas ruas</h2><p>Incluída em duas listas de <strong>Património Mundial da UNESCO</strong>, Bath também se destaca pela arquitetura em pedra local, caracterizada por fileiras de fachadas elegantes.</p><p><strong>O seu charme é melhor apreciado a pé</strong>, embora explorá-la de bicicleta também seja perfeitamente viável. Pode perder-se nas suas ruas exclusivas para pedestres, seguindo os passos do passado através do legado da Abadia, do Circus (um conjunto arquitetónico impressionante) e do magnífico Royal Crescent.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-ville-la-plus-heureuse-du-monde-est-en-europe-1784300357880.jpeg" data-image="b6fz6wjiem6s"><figcaption>Canteiros de flores no Royal Victoria Park, com o famoso Royal Crescent visível ao longe, ao fundo.</figcaption></figure><p>Situada numa paisagem rural de Gloucestershire,<strong> a cidade conta com inúmeras áreas verdes</strong> — um destaque apontado no ranking elaborado pela <em>Time Out</em>. Os moradores apreciam a cidade pela combinação perfeita entre áreas verdes urbanas e o acesso à zona rural envolvente.</p><p>Um dos espaços verdes mais conhecidos de Bath é o <strong>Royal Victoria Park</strong>, que oferece um pequeno refúgio de natureza mesmo no centro da cidade. Com campos de ténis, de golfe e pistas de skate, o parque proporciona uma grande variedade de atividades num cenário ideal para o relaxamento.</p><h2>Um ambiente acolhedor e festivo</h2><p>Bath ocupa o primeiro lugar graças às suas inúmeras áreas verdes e à sua <strong>atmosfera acolhedora</strong>. 83% dos moradores afirmaram ser fácil encontrar um senso de comunidade na cidade.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="704114" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/dizem-que-esta-e-a-aldeia-mais-bonita-de-inglaterra-concorda.html" title="Dizem que esta é a “aldeia mais bonita de Inglaterra”. Concorda?">Dizem que esta é a “aldeia mais bonita de Inglaterra”. Concorda?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/dizem-que-esta-e-a-aldeia-mais-bonita-de-inglaterra-concorda.html" title="Dizem que esta é a “aldeia mais bonita de Inglaterra”. Concorda?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/dizem-que-esta-e-a-aldeia-mais-bonita-de-inglaterra-concorda-1743578495159_320.jpg" alt="Dizem que esta é a “aldeia mais bonita de Inglaterra”. Concorda?"></a></article></aside><p>Diversos eventos culturais acontecem ao longo do ano. Um dos mais famosos é o <strong><em>Glastonbury</em></strong>, com a próxima edição prevista para junho de 2027. Este festival ao ar livre — um dos maiores do mundo — fez uma pausa em 2026 para permitir a recuperação do terreno. No outono, não perca o Festival de Literatura Infantojuvenil (que acontece de 25 de setembro a 4 de outubro), que reúne autores renomados.</p><p>Por fim, <strong>Bath está repleta de lugares que encantam pessoas de todas as idades</strong>. É impossível não encontrar algo ao seu gosto: cafés, gastropubs, restaurantes de alimentação saudável, fast-food... Foi tudo pensado para incentivar diversas paragens gastronómicas. Pode ainda apreciar uma chávena de chá no elegante Royal Crescent. Bath é também o lugar ideal para saborear o melhor '<em>fish and chips</em>' da região.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Gautherin%2C%20D" data-year="2026" data-title="Angleterre%20%3A%205%20bonnes%20raisons%20de%20quitter%20Londres%20pour%20Bath" data-url="https%3A%2F%2Fwww.elle.fr%2FLoisirs%2FEvasion%2FVisiter-Bath-3485612">Gautherin, D. (2026). <a href="https://www.elle.fr/Loisirs/Evasion/Visiter-Bath-3485612" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Angleterre : 5 bonnes raisons de quitter Londres pour Bath</a>.</cite></p></section><p><br><em></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/a-cidade-mais-feliz-do-mundo-esta-na-europa.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[De asteroide a cometa: a órbita invulgar de um objeto próximo da Terra revela a sua verdadeira natureza]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/de-asteroide-a-cometa-a-orbita-invulgar-de-um-objeto-proximo-da-terra-revela-a-sua-verdadeira-natureza.html</link><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 09:04:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Desde a sua descoberta, há quase 30 anos, o cometa 1998 SH2 não apresentava nenhum dos sinais característicos de um cometa. Mas novas análises, combinadas com observações históricas feitas por equipas internacionais, contam uma história bem diferente.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/from-asteroid-to-comet-near-earth-object-s-unusual-orbit-revealed-its-cometary-nature-1784299403157.jpeg" data-image="p225pgdbtsz9" alt="Os cometas escuros dividem-se em dois grupos distintos. Os cometas escuros externos são maiores e seguem órbitas mais excêntricas, enquanto os cometas escuros internos, que são mais pequenos, se movem ao longo de órbitas mais circulares." title="Os cometas escuros dividem-se em dois grupos distintos. Os cometas escuros externos são maiores e seguem órbitas mais excêntricas, enquanto os cometas escuros internos, que são mais pequenos, se movem ao longo de órbitas mais circulares."><figcaption>Os cometas escuros dividem-se em dois grupos distintos. Os cometas escuros externos são maiores e seguem órbitas mais excêntricas, enquanto os cometas escuros internos, que são mais pequenos, se movem ao longo de órbitas mais circulares.</figcaption></figure><p>O objeto próximo da Terra 1998 SH2 fez a sua <strong>maior aproximação ao planeta no dia 28 de agosto de 2025</strong>, a uma distância segura de aproximadamente 3 milhões de quilómetros. Descoberto em setembro de 1998, foi inicialmente classificado como asteroide. No entanto,<strong> novos dados sugerem que se trata de algo completamente diferente</strong>, como é detalhado num estudo publicado na revista <em>Nature Astronomy</em>. A deteção de atividade na cauda revelou que se trata de um cometa escuro elusivo.</p><h2>Asteroides ou cometas?</h2><p>A <strong>distinção entre asteroides e cometas baseia-se no seu comportamento observado</strong>. As diferenças na órbita, composição e presença de cauda são tradicionalmente utilizadas para os classificar. </p><p>Segundo a Sociedade Planetária, os asteroides são objetos rochosos e metálicos que orbitam o Sol e são remanescentes da formação do nosso Sistema Solar. Os <strong>cometas, por outro lado, formaram-se nas regiões mais frias do Sistema Solar</strong> exterior, onde o gelo é mais estável. À medida que as suas órbitas se aproximam do Sol, este gelo sublima rapidamente, ejetando poeira que forma a sua coma e cauda características.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Deep space doppelgangers: a NASA study finds that an unusual asteroid is actually a comet <a href="https://t.co/GFYcXAX3rV">https://t.co/GFYcXAX3rV</a> <a href="https://t.co/ROqkcwTrxE">pic.twitter.com/ROqkcwTrxE</a></p>— NASA Solar System (@NASASolarSystem) <a href="https://x.com/NASASolarSystem/status/2077846813307261144?ref_src=twsrc%5Etfw">July 16, 2026</a></blockquote></figure><p>Com o aperfeiçoamento das capacidades de observação, os astrónomos descobriram um número crescente de objetos híbridos que não se enquadram nem na categoria de asteroides nem de cometas. <strong>Estes objetos foram apelidados de "cometas escuros"</strong>. Alguns deles podem conter gelo, mas a sua atividade cometária muito discreta, com uma coma e uma cauda quase invisíveis, dificulta a sua identificação como verdadeiros cometas.</p><p><strong>Estes cometas escuros exibem anomalias nas suas órbitas em torno do Sol</strong>, mas não foram observadas outras evidências de cauda ou coma. As observações iniciais do cometa 1998 SH2 não revelaram tais sinais.</p><h2>Uma passagem apertada e novas observações</h2><p>Durante a aproximação da sonda SH2 à Terra, em agosto de 2025, os investigadores que utilizaram a Rede de Espaço Profundo (DSN) da NASA observaram uma <strong>anomalia clara: o objeto não estava onde deveria estar</strong>. Apesar de cálculos extremamente precisos que tiveram em conta os efeitos gravitacionais do Sol e dos planetas na sua trajetória, os investigadores concluíram que outros fenómenos estavam a influenciar o seu movimento.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Because the astronauts are traveling so far, a series of Earth-based satellites known as the Deep Space Network help keep us connected to our Moon-bound crew. <br><br>Did you know you can see those connections happening real-time? You can see which satellites are communicating with <a href="https://t.co/p4TbH0UTUt">pic.twitter.com/p4TbH0UTUt</a></p>— NASA's Johnson Space Center (@NASAJohnson) <a href="https://x.com/NASAJohnson/status/2039727980226769141?ref_src=twsrc%5Etfw">April 2, 2026</a></blockquote></figure><p>Em resposta, <strong>os investigadores reuniram todas as observações disponíveis do fenómeno 1998 SH2 feitas em todo o mundo</strong>. Em particular, entraram em contacto com astrónomos do Telescópio Canadá-França-Hawaii, instalado em Mauna Kea (Hawaii), bem como do telescópio dinamarquês do Observatório Europeu do Sul (ESO), localizado em La Silla, no Chile.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>As imagens que recolhemos destes observatórios revelaram uma cauda ténue, mas claramente visível, confirmando assim que o cometa 1998 SH2 é de facto um cometa, explica Oliver Hainaut, coautor do estudo e astrónomo do ESO.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Estes resultados têm<strong> implicações importantes para o seguimento de objetos próximos da Terra e para a defesa planetária</strong>. Desde 2016, foram observados catorze cometas escuros, mas os cientistas acreditam que poderão existir muitos mais. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779941" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/nasa-adverte-que-o-asteroide-bennu-poderia-colidir-com-a-terra-em-2182-e-desencadear-o-temido-inverno-global.html" title="NASA adverte que o asteroide Bennu 'poderia colidir com a Terra em 2182 e desencadear o temido inverno global'">NASA adverte que o asteroide Bennu "poderia colidir com a Terra em 2182 e desencadear o temido inverno global"</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/nasa-adverte-que-o-asteroide-bennu-poderia-colidir-com-a-terra-em-2182-e-desencadear-o-temido-inverno-global.html" title="NASA adverte que o asteroide Bennu 'poderia colidir com a Terra em 2182 e desencadear o temido inverno global'"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-advierte-que-el-asteroide-bennu-podria-colisionar-con-la-tierra-en-2182-y-provocar-el-temido-inverno-global-1784628445410_320.jpg" alt="NASA adverte que o asteroide Bennu 'poderia colidir com a Terra em 2182 e desencadear o temido inverno global'"></a></article></aside><p>O telescópio espacial NEO Surveyor da NASA está atualmente em construção. Concebido como o <strong>primeiro observatório dedicado à defesa planetária</strong>, a sua missão será detetar asteroides e cometas — incluindo cometas escuros — que possam representar uma ameaça para a Terra.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/de-asteroide-a-cometa-a-orbita-invulgar-de-um-objeto-proximo-da-terra-revela-a-sua-verdadeira-natureza.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Estudo analisa a dinâmica de resposta das florestas naturais e das artificiais às ondas de calor e seca em simultâneo]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/estudo-analisa-a-dinamica-de-resposta-das-florestas-naturais-e-das-artificiais-as-ondas-de-calor-e-seca-em-simultaneo.html</link><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 08:04:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Plantar árvores parece ser sempre uma boa ideia, mas, perante uma onda de calor extremo e seca, nem todas as florestas reagem da mesma forma.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-analisou-a-dinamica-de-resposta-das-florestas-naturais-e-das-artificiais-as-ondas-de-calor-e-seca-em-simultaneo-1784151326985.jpg" data-image="t19biopvr38v" alt="^Florestas" title="^Florestas"><figcaption>As florestas cobrem cerca de 30% da Terra.</figcaption></figure><p>Um estudo científico, publicado na Water Resources Research, analisou a vulnerabilidade e o nível de recuperação de uma floresta natural e de uma floresta plantada.</p><h2>Respostas diferentes entre os dois tipos de floresta</h2><p>O estudo recaiu na bacia do rio Yangtze, na China, que se estende desde o planalto de Qinghai-Tibete,<strong> de alta altitude e clima frio, a oeste, até às regiões costeiras subtropicais, quentes e húmidas, a leste</strong>.</p><p>A bacia abriga <strong>algumas das florestas mais importantes da China</strong>, que ajudam a prevenir a erosão do solo, a regular o abastecimento de água e a sustentar a biodiversidade. Sendo a maior bacia hidrográfica da China, o Yangtze é também um <strong>importante centro de recursos hídricos e de atividade económica</strong>, o que significa que as florestas saudáveis desempenham um papel crucial.</p><p>Na sequência de um desmatamento histórico em grande escala e de inundações significativas, nomeadamente a devastadora cheia do rio Yangtze de 1998, <strong>a China implementou programas ambiciosos de reflorestação.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-analisou-a-dinamica-de-resposta-das-florestas-naturais-e-das-artificiais-as-ondas-de-calor-e-seca-em-simultaneo-1784152350141.jpg" data-image="8xmusa5chihh" alt="Reflorestação" title="Reflorestação"><figcaption>A reflorestação é importante, designadamente para a mitigação das alterações climáticas ou para a restauração de ecossistemas e habitats ou mesmo para a extração de madeira.</figcaption></figure><p>Desde 2000 que têm vindo a ser implementadas<strong> iniciativas de reflorestação em grande escala</strong> nesta região da bacia do rio Yangtze para mitigar a erosão do solo e melhorar os serviços ecossistémicos.</p><p>Nesta bacia, em 2022, ocorreu um evento extremo sem precedentes, que durou semanas, <strong>uma onda de calor muito intensa em simultâneo com uma situação de seca extrema</strong>, levando mais de 90% da região a enfrentar condições invulgarmente quentes e secas. </p><div class="texto-destacado">Este evento proporcionou uma oportunidade única para os autores do estudo avaliarem as respostas das florestas plantadas e das florestas naturais a tais perturbações climáticas extremas.</div><p>No entanto a resposta que obtiveram não foi bem o que os cientistas esperavam.</p><p>Em ecologia, este evento é designado por «<strong>seca composta-onda de calor</strong>» e que funciona como um teste de stress planetário para qualquer ecossistema florestal. </p><p><strong>Estes fenómenos podem ser particularmente prejudiciais, uma vez que as plantas enfrentam dois fatores de stress em simultâneo: a falta de água no solo e o aumento da perda de água através das folhas.</strong> Estes fatores de stress combinados podem ameaçar não só a saúde das florestas, mas também os serviços mais amplos que estas prestam, tais como o armazenamento de água e a regulação do escoamento.</p><p>Os autores do estudo, nomeadamente Yong Su, da Universidade da Academia Chinesa de Ciências, e os seus colegas, utilizaram observações por satélite para comparar a forma como os dois tipos de floresta reagiram, analisando três indicadores da atividade da vegetação: o verde da floresta (a aparência saudável e densa da cobertura vegetal vista do espaço), a fotossíntese e a quantidade de carbono produzida através do crescimento.</p><div class="texto-destacado">Os resultados revelaram um compromisso. As florestas naturais demonstraram maior capacidade para resistir às condições adversas, sofrendo menos danos durante o evento, enquanto as florestas plantadas sofreram uma maior perda de vegetação, mas recuperaram mais rapidamente assim que as condições meteorológicas extremas passaram.</div><p>O estudo reconhece que <strong>ambos os tipos de floresta desempenham papéis diferentes</strong>, mas importantes, para garantir a longevidade dos ecossistemas florestais no futuro.</p><h2>Florestas naturais e florestas plantadas</h2><p><strong>As florestas naturais revelaram-se mais resilientes a curto prazo</strong>. Sofreram menos danos causados pela seca e pela onda de calor, com mais de 70% das áreas analisadas a demonstrarem que as florestas naturais eram mais capazes de resistir à seca e onda de calor extremo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774840" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/florestas-e-rios-ameacados-a-crise-climatica-esta-a-destruir-a-flora-e-a-fauna-mais-rapidamente-em-climas-temperados.html" title="Florestas e rios ameaçados: a crise climática está a destruir a flora e a fauna mais rapidamente em climas temperados">Florestas e rios ameaçados: a crise climática está a destruir a flora e a fauna mais rapidamente em climas temperados</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/florestas-e-rios-ameacados-a-crise-climatica-esta-a-destruir-a-flora-e-a-fauna-mais-rapidamente-em-climas-temperados.html" title="Florestas e rios ameaçados: a crise climática está a destruir a flora e a fauna mais rapidamente em climas temperados"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/florestas-e-rios-ameacados-a-crise-climatica-esta-a-destruir-a-flora-e-a-fauna-mais-rapidamente-em-climas-temperados-1781992072166_320.jpg" alt="Florestas e rios ameaçados: a crise climática está a destruir a flora e a fauna mais rapidamente em climas temperados"></a></article></aside><p>Os cientistas sugerem que esta maior resistência pode estar relacionada com a <strong>maior complexidade das florestas naturais</strong>. Estas contêm, normalmente, uma maior variedade de espécies arbóreas que reagem de forma diferente à seca e ao calor, árvores de idades diferentes e copas mais estratificadas, <strong>criando um ecossistema variado capaz de amortecer melhor as condições extremas.</strong></p><p>Por outro lado, as <strong>florestas plantadas são frequentemente compostas por menos espécies e por árvores de idades semelhantes</strong>. Esta estrutura mais simples pode torná-las mais vulneráveis a condições extremas, uma vez que reagem ao stress da mesma forma.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-analisou-a-dinamica-de-resposta-das-florestas-naturais-e-das-artificiais-as-ondas-de-calor-e-seca-em-simultaneo-1784153149359.jpg" data-image="y97qatlddlhy" alt="Florestas plantadas" title="Florestas plantadas"><figcaption>As florestas plantadas são frequentemente compostas por menos espécies e por árvores de idades semelhantes.</figcaption></figure><p>Quando em 2023, os autores do estudo compararam a atividade da vegetação em 2023, as florestas plantadas apresentaram, de um modo geral, uma recuperação mais forte do que as florestas naturais. </p><p>Esta recuperação mais rápida pode ser explicada pelo facto de as florestas plantadas serem frequentemente dominadas por árvores mais jovens e de crescimento rápido, que <strong>podem retomar o crescimento rapidamente assim que a água voltar a estar disponível.</strong></p><div class="texto-destacado">As florestas naturais são compostas por árvores maiores, maior biomassa e estruturas mais complexas que as ajudam a lidar com a seca, mas isso também significa uma recuperação mais lenta.</div><p>A recuperação não significa necessariamente que a floresta tenha regressado completamente ao seu estado anterior. </p><div class="texto-destacado">Alguns aspetos do funcionamento da floresta, como a absorção de carbono e os processos subterrâneos que envolvem as raízes e o solo, podem demorar mais tempo a recuperar do que as alterações visíveis nas folhas e na intensidade da cor verde da copa.</div><p><strong>Os cientistas propõem a transição de plantações de uma única espécie para florestas mais mistas,</strong> pois será possível combinar alguns dos benefícios de resiliência dos ecossistemas naturais com a rápida capacidade de recuperação das árvores plantadas.</p><p>No futuro é cada vez mais importante compreender como os diferentes tipos de floresta respondem aos eventos de seca e ondas de calor em simultâneo, pois <strong>as alterações climáticas aumentam a probabilidade de ocorrência de eventos combinados. </strong></p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Su%2C%20Y.%2C%20Wang%2C%20W.%2C%20et%20al." data-year="2026" data-title="Higher%20Vulnerability%20But%20Faster%20Recovery%20in%20Planted%20Than%20Natural%20Forests%20During%20the%202022%20Compound%20Drought%E2%80%93Heatwave%20in%20China's%20Yangtze%20River%20Basin" data-url="https%3A%2F%2Fdoi.org%2F10.1029%2F2026WR044482">Su, Y., Wang, W., et al.. (2026). <a href="https://doi.org/10.1029/2026WR044482" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Higher Vulnerability But Faster Recovery in Planted Than Natural Forests During the 2022 Compound Drought–Heatwave in China's Yangtze River Basin</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/estudo-analisa-a-dinamica-de-resposta-das-florestas-naturais-e-das-artificiais-as-ondas-de-calor-e-seca-em-simultaneo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Abrantes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-5-plantas-mais-inusitadas-para-cultivar-em-casa-parecem-ser-de-outro-planeta.html</link><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 07:03:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Das algas esféricas às suculentas que parecem pedras: cinco espécies para cultivar em casa que ilustram as extraordinárias adaptações que o mundo vegetal desenvolveu para viver nos mais diversos ambientes da Terra.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222155463.jpeg" data-image="pikqh3ummezv" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa que parecem ser de outro planeta.</figcaption></figure><p>Ao longo da sua evolução, <strong>as plantas desenvolveram inúmeras adaptações para viver nos mais diversos ambientes da Terra</strong>: desertos áridos, florestas tropicais, rochas sem solo e até mesmo ambientes aquáticos. O resultado é uma extraordinária variedade de formas, comportamentos e padrões de crescimento, alguns dos quais se destacam pela sua aparência invulgar. Entre estas, algumas espécies são hoje apreciadas como plantas ornamentais e podem ser cultivadas em ambientes interiores, desde que as suas necessidades específicas sejam satisfeitas. Apresentamos aqui cinco das mais singulares.</p><h2>1. Marimo: a misteriosa "esfera verde" do mundo aquático</h2><p>O marimo (<em>Aegagropila linnaei</em>) é uma <strong>alga verde filamentosa</strong> peculiar que cresce em esferas características cobertas por filamentos macios.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222191247.jpeg" data-image="rrd5xmqkd7fo" alt="plantas diferentes" title="plantas diferentes"><figcaption>Marimo: a misteriosa "esfera verde" do mundo aquático.</figcaption></figure><p>Originária principalmente de lagos frios do Hemisfério Norte,<strong> a sua forma deve-se à ação lenta das correntes que fazem girar as colónias no fundo</strong>, promovendo um crescimento uniforme. No interior, é cultivada em recipientes transparentes cheios de água, onde se torna uma verdadeira decoração viva. Requer poucos cuidados: basta utilizar água limpa, evitar a luz solar direta e mudar a água regularmente para a manter saudável.</p><h2>2. Tillandsia: a planta que vive sem solo</h2><p>As tillandsias são plantas pertencentes à família das bromélias, especialmente <strong>difundidas nas regiões tropicais e subtropicais da América</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222208787.jpeg" data-image="k1z12q8mdme0" alt="plantas extraordinárias" title="plantas extraordinárias"><figcaption>Tillandsia: a planta que vive sem solo.</figcaption></figure><p>Na natureza, muitas espécies crescem como epífitas, ou seja, <strong>utilizam outras plantas como suporte, sem serem parasitas</strong>. A sua característica mais curiosa é a ausência de um sistema radicular para absorção de nutrientes do solo: a água e os nutrientes são captados principalmente pelas folhas, que estão cobertas por estruturas especiais denominadas tricomas. Para as cultivar, basta um <strong>ambiente bem iluminado, uma boa circulação de ar e uma rega regular</strong>, evitando o encharcamento.</p><h2>3. Rosa de Jericó: a planta capaz de "trazer de volta à vida"</h2><p>A rosa de Jericó (Selaginella lepidophylla) é uma espécie originária das <strong>zonas desérticas do México e do sudoeste dos Estados Unidos</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222228646.jpeg" data-image="wpps5lki90m5" alt="Rosa de Jericó" title="Rosa de Jericó"><figcaption>Rosa de Jericó: a planta capaz de "trazer de volta à vida".</figcaption></figure><p>Durante períodos prolongados de seca, pode secar completamente, fechando-se as suas folhas e adquirindo o aspeto de uma pequena esfera castanha. <strong>Ao voltar a entrar em contacto com a água, recupera gradualmente a sua cor verde graças a uma adaptação conhecida como revivisceração</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="739106" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-plantas-vampiro-5-plantas-de-interior-que-sobrevivem-quase-sem-luz-e-sao-quase-imortais.html" title="As plantas 'vampiro': 5 plantas de interior que sobrevivem quase sem luz e são quase imortais">As plantas 'vampiro': 5 plantas de interior que sobrevivem quase sem luz e são quase imortais</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-plantas-vampiro-5-plantas-de-interior-que-sobrevivem-quase-sem-luz-e-sao-quase-imortais.html" title="As plantas 'vampiro': 5 plantas de interior que sobrevivem quase sem luz e são quase imortais"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/las-plantas-vampiro-5-plantas-de-interior-que-sobreviven-casi-sin-luz-y-son-casi-inmortales-1762807155784_320.jpg" alt="As plantas 'vampiro': 5 plantas de interior que sobrevivem quase sem luz e são quase imortais"></a></article></aside><p>Por esse motivo, tornou-se <strong>uma das plantas mais interessantes para observar em ambientes interiores</strong>. No entanto, deve ser cultivada com cuidado: não deve ser submersa em água durante longos períodos e requer períodos regulares de seca para evitar o apodrecimento.</p><h2>4. Lithops: as "pedras vivas" do deserto</h2><p>Os lithops são pequenas <strong>plantas suculentas</strong> nativas das regiões áridas do sul de África.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222246505.jpeg" data-image="eiihn5iz4tk1" alt="suculentas" title="suculentas"><figcaption>Lithops: as "pedras vivas" do deserto.</figcaption></figure><p>O seu aspeto assemelha-se a pequenas pedras coloridas, uma forma que lhes proporciona uma camuflagem eficaz contra os herbívoros e <strong>ajuda a reduzir a perda de água</strong>.</p><p>Cultivá-las em casa exige <strong>condições semelhantes ao seu habitat natural</strong>: muita luz, solo bem drenado e rega mínima. O excesso de água é a principal ameaça a estas plantas, que estão adaptadas para sobreviver em ambientes extremamente secos.</p><h2>5. Platycerium: a samambaia com frondes espetaculares</h2><p>A platicéria, também conhecida como feto-chifre-de-alce, é uma <strong>planta tropical caracterizada por frondes grandes e com uma forma invulgar</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222269214.jpeg" data-image="137gocplwvxh" alt="samambaia" title="samambaia"><figcaption>Platycerium: a samambaia com frondes espetaculares.</figcaption></figure><p><strong>Originária das florestas da Ásia, África e Austrália, cresce geralmente nas árvores como epífita</strong>. As suas folhas desempenham diversas funções: algumas são ramificadas e captam a luz, enquanto outras são mais aderentes e ajudam a acumular nutrientes e humidade. Em ambientes interiores, prefere locais bem iluminados, sem luz solar direta, humidade elevada e rega moderada.</p><h2>Um toque de originalidade no lar</h2><p>Por detrás do aspeto curioso destas plantas, escondem-se <strong>adaptações desenvolvidas ao longo de milhões de anos de evolução</strong>. Estas características tornam-nas não só plantas fascinantes, mas também espécies capazes de acrescentar um toque de originalidade ao lar.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-5-plantas-mais-inusitadas-para-cultivar-em-casa-parecem-ser-de-outro-planeta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[IPMA emite aviso amarelo para 14 distritos devido ao tempo quente: eis os dias mais críticos do calor]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-emite-aviso-amarelo-para-14-distritos-devido-ao-tempo-quente-eis-os-dias-mais-criticos-do-calor.html</link><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 06:04:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Como temos vindo a avançar, prevê-se uma subida acentuada dos termómetros já amanhã, segunda-feira. Com isto, o IPMA emitiu 14 avisos amarelos de tempo quente. Confira aqui a previsão!</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xas73cy"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xas73cy.jpg" id="xas73cy"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Como avançamos noutras previsões aqui na Meteored Portugal, o nosso modelo de confiança, ECMWF, aposta numa <strong>subida acentuada e generalizada das temperaturas máximas e mínimas</strong> a partir de amanhã, segunda-feira.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Tendo isto em conta, o IPMA emitiu <strong>aviso amarelo para 14 distritos devido ao tempo quente</strong>, estando fora desta lista apenas os distritos de Viana do Castelo, Porto, Aveiro e Faro. (A última atualização deste Instituto (pelas 10h de hoje) eleva <strong>17 distritos a aviso amarelo</strong>, deixando apenas Faro fora da lista.)</p><h2>Aviso amarelo entra em vigor às 9h de amanhã, dia 27</h2><p>O <strong>calor previsto deverá sentir-se logo nas primeiras horas da manhã</strong>, onde todas as capitais de distrito deverão registar valores entre os 21 ºC (Bragança e Lisboa) e os 29 ºC em Portalegre. As cidades do Porto, Castelo Branco e Évora poderão contar com 27 ºC, pelas 9h. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ipma-emite-aviso-amarelo-para-14-distritos-devido-ao-tempo-quente-previsto-eis-os-dias-mais-criticos-do-calor-1785023735809.png" data-image="jnhy6t2hu9wo" alt="temperatura do ar à superfície" title="temperatura do ar à superfície"><figcaption>Espera-se um aumento significativo das temperaturas máximas na segunda-feira, dia 27. Esta subida deverá levar os termómetros acima dos 35 ºC em zonas próximas do litoral.</figcaption></figure><p>Nas horas de maior calor, as temperaturas poderão chegar aos<strong> 39 ºC em Coimbra</strong>, podendo esta ser a capital de distrito mais quente do país nesse dia. Viana do Castelo e Aveiro podem contar com 27 ºC e 29 ºC, respetivamente, devendo estas serem as cidades mais frescas do dia. A nível local, o <strong>Ribatejo e o Baixo Alentejo poderão contar com valores na ordem dos 40 ºC</strong>, devendo estas serem as regiões mais quentes do país.</p><h2>Estes avisos devem manter-se em vigor até às 18h de terça-feira</h2><p>De acordo com a mais recente atualização do IPMA, <strong>os 14 avisos manter-se-ão em vigor até às 18h do dia seguinte, terça-feira</strong>. Esta duração deve-se à persistência de valores elevados tanto durante a noite de segunda, como na madrugada e dia de terça-feira.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780356" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-capitais-de-distrito-mais-quentes.html" title="Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes">Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-capitais-de-distrito-mais-quentes.html" title="Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-capitais-de-distrito-mais-quentes-1784931681625_320.png" alt="Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes"></a></article></aside><p>Pelas 23h de segunda-feira, <strong>todas as capitais de distrito devem registar valores acima dos 20 ºC</strong>, com destaque para Castelo Branco e Portalegre, onde se esperam 27 ºC. Já no Porto, Beja e Évora esperam-se 26 ºC no mesmo horário. <strong>O Vale do Douro poderá contar com as temperaturas mais elevadas</strong>, com 30 ºC previstos.</p><p>Durante o dia de terça-feira poderemos registar um <strong>pequeno alívio na faixa costeira Norte e Centro</strong>, ainda que o resto do país se mantenha com temperaturas acima da média para a época do ano. Nas horas e dias seguintes, este alívio térmico poderá estender-se a outras regiões do país.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-emite-aviso-amarelo-para-14-distritos-devido-ao-tempo-quente-eis-os-dias-mais-criticos-do-calor.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[É dos que aplaude no fim do voo? Os portugueses têm uma opinião bem vincada sobre esse hábito]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/e-dos-que-aplaude-no-fim-do-voo-os-portugueses-tem-uma-opiniao-bem-vincada-sobre-esse-habito.html</link><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 05:04:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Este estudo indica o que os portugueses fazem (e odeiam) quando viajam de avião. Os piores comportamentos podem surpreendê-lo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/e-dos-que-aplaude-no-fim-do-voo-os-portugueses-tem-uma-opiniao-bem-vincada-sobre-esse-habito-1784635312915.jpg" data-image="7e8c0ka8wdot" alt="Avião" title="Avião"><figcaption>O que mais irrita os portugueses num avião? Um estudo revela os hábitos que geram mais desconforto a bordo. Foto ilustrativas: Unsplash</figcaption></figure><p>Quando viaja de avião, faz parte do grupo de passageiros que espera calmamente que as portas se abram e que os assistentes de bordo deem o sinal de que é seguro levantar-se? Ou é daqueles que, mal o avião toca na pista, se levanta de imediato e ocupa o corredor na tentativa de sair o mais depressa possível?</p><p>Levantar-se antes do momento indicado, reclinar o banco bruscamente sem avisar ou demorar a arrumar a bagagem no corredor são precisamente alguns dos <strong>comportamentos mais comuns a bordo</strong>, mas também dos que mais irritam. Ainda assim, para os portugueses, há atitudes capazes de superar todas estas no que toca ao nível de irritação. Consegue adivinhar quais são?</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="751200" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/as-ferias-de-bem-estar-conheca-esta-tendencia-para.html" title="As férias de bem-estar: conheça esta tendência para 2026">As férias de bem-estar: conheça esta tendência para 2026</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/as-ferias-de-bem-estar-conheca-esta-tendencia-para.html" title="As férias de bem-estar: conheça esta tendência para 2026"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/as-ferias-de-bem-estar-uma-tendencia-para-1769516247208_320.png" alt="As férias de bem-estar: conheça esta tendência para 2026"></a></article></aside><p>A ‘eDreams’ acaba de divulgar um novo estudo sobre os<strong> hábitos e atitudes dos viajantes durante os voos</strong>. “Os dados recolhidos permitiram tirar conclusões interessantes sobre os portugueses, desde a forma como ajudam outros passageiros até às situações que mais os incomodam a bordo”, lê-se no <em>site</em> ‘Sapo’.</p><h2>Solidariedade continua a fazer parte das viagens</h2><p>Nem tudo o que acontece a bordo de um avião gera conflitos. O estudo revela que os portugueses tendem a mostrar-se disponíveis para<strong> ajudar quem viaja ao lado</strong>. A prova disso é que 78% diz que não hesita em dar uma mão a outro passageiro para colocar uma mala pesada no compartimento superior.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/e-dos-que-aplaude-no-fim-do-voo-os-portugueses-tem-uma-opiniao-bem-vincada-sobre-esse-habito-1784635505181.jpg" data-image="fwdzu7v8yakm" alt="Avião" title="Avião"><figcaption>Este estudo revela o que mais irrita os portugueses nos voos. Foto ilustrativa: Unsplash</figcaption></figure><p>Ainda assim, nem todos têm a mesma disponibilidade. Quase metade dos inquiridos (45%) admite que a decisão depende de fatores como o peso da bagagem ou da pessoa que pede ajuda. Já uma pequena minoria (7%) considera que essa tarefa deve ficar exclusivamente a cargo dos assistentes de bordo.</p><p>E este espírito de partilha também se faz sentir noutro tema. Este, porém, costuma gerar pequenas disputas durante os voos. Do que é que estamos a falar? Dos <strong>apoios de braços</strong>. </p><p>A maioria dos portugueses (61%) diz não se importar de os dividir com os passageiros sentados ao lado. Em contrapartida, apenas 9% defendem que o direito pertence a quem os ocupar primeiro, uma opinião mais frequente entre os viajantes dos 18 aos 24 anos.</p><h2>Há comportamentos que tiram qualquer um do sério</h2><p>Já quando se fala dos maiores incómodos a bordo, há um vencedor claro: <strong>os maus odores</strong>. Para 79% dos portugueses, o mais desagradável é ter de lidar com cheiros corporais, como suor, pés malcheirosos ou flatulência. </p><div class="texto-destacado">Seguem-se os odores provenientes das casas de banho (8%), os perfumes demasiado intensos (8%) e o cheiro de alguns alimentos, como fast food, queijos ou pratos muito condimentados (4%).</div><p>Mas há um comportamento que consegue irritar ainda mais os passageiros. Mais de metade dos inquiridos (54%) aponta como a atitude mais desagradável o facto de<strong> quem vai à frente reclinar o banco de forma repentina</strong>, sem qualquer aviso.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="658298" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/conheca-as-10-rotas-de-aviao-com-maior-turbulencia-da-europa-viagens.html" title="Conheça as 10 rotas de avião com maior turbulência da Europa">Conheça as 10 rotas de avião com maior turbulência da Europa</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/conheca-as-10-rotas-de-aviao-com-maior-turbulencia-da-europa-viagens.html" title="Conheça as 10 rotas de avião com maior turbulência da Europa"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/conheca-as-10-rotas-de-aviao-com-maior-turbulencia-da-europa-viagens-1716833290820_320.jpg" alt="Conheça as 10 rotas de avião com maior turbulência da Europa"></a></article></aside><p>Também entram na lista de situações menos apreciadas os passageiros que demoram demasiado tempo a guardar a bagagem no compartimento superior, atrasando o embarque (35%) e aqueles que se levantam antes de o avião estar autorizado a desembarcar (30%). Os pedidos para trocar de lugar (14%) também fazem parte do ranking, e, por fim, os <strong>tradicionais aplausos depois da aterragem, que incomodam 12% dos portugueses</strong>. Sim, aquele hábito tão habitual entre os portugueses parece não cair assim tão bem entre os próprios patriotas. </p><h2>Conversar durante o voo? As opiniões dividem-se</h2><p>Parece que nem todos encaram uma viagem de avião da mesma forma. Enquanto alguns aproveitam para descansar ou manter-se no seu canto, outros não se importam de conhecer quem está sentado ao lado.</p><p>Segundo o estudo,<strong> 47% dos portugueses dizem que estariam disponíveis para manter uma conversa mais pessoal </strong>durante um voo, acreditando que desse encontro pode surgir uma boa história. Já 31% preferem responder de forma breve, deixando claro que não pretendem prolongar a conversa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/e-dos-que-aplaude-no-fim-do-voo-os-portugueses-tem-uma-opiniao-bem-vincada-sobre-esse-habito-1784635743072.jpg" data-image="7d6440y5lwv4" alt="Avião" title="Avião"><figcaption>Ficou surpreendido com alguma das conclusões do estudo? Foto ilustrativas: Unsplash</figcaption></figure><p>Há ainda quem recorra a estratégias mais discretas para evitar o contacto. Cerca de 11% admitem fingir estar a dormir ou dizer que estão ocupados, enquanto 3% afirmam que, se a conversa persistisse, chegariam mesmo a pedir para mudar de lugar.</p><p>Os resultados mostram também diferenças entre homens e mulheres. Eles revelam-se, em média, mais recetivos a conversar com desconhecidos, ao passo que elas tendem a optar por respostas rápidas para preservar o seu espaço e privacidade.</p><p>Ainda assim, entre os sete países analisados — Portugal, Espanha, Itália, França, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos —, <strong>os portugueses e os italianos</strong> destacam-se por serem os viajantes mais disponíveis para manter conversas pessoais durante um voo, refletindo uma <strong>maior abertura ao contacto com desconhecidos</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Sapo" data-year="2026" data-title="Quais%20s%C3%A3o%20os%20comportamentos%20que%20mais%20irritam%20os%20portugueses%20durante%20uma%20viagem%20de%20avi%C3%A3o%3F" data-url="https%3A%2F%2Fsapo.pt%2Fartigo%2Fquais-sao-os-comportamentos-que-mais-irritam-os-portugueses-durante-uma-viagem-de-aviao-6a56220907944094d71f5bae">Sapo. (2026). <a href="https://sapo.pt/artigo/quais-sao-os-comportamentos-que-mais-irritam-os-portugueses-durante-uma-viagem-de-aviao-6a56220907944094d71f5bae" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Quais são os comportamentos que mais irritam os portugueses durante uma viagem de avião?</a>.</cite><br><cite data-author="Vou%20Sair" data-year="2026" data-title="Este%20estudo%20revela%20comportamentos%20mais%20comuns%20dos%20portugueses%20durante%20os%20voos" data-url="https%3A%2F%2Fvousair.pt%2Feste-estudo-revela-comportamentos-mais-comuns-dos-portugueses-durante-os-voos%2F">Vou Sair. (2026). <a href="https://vousair.pt/este-estudo-revela-comportamentos-mais-comuns-dos-portugueses-durante-os-voos/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Este estudo revela comportamentos mais comuns dos portugueses durante os voos</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/e-dos-que-aplaude-no-fim-do-voo-os-portugueses-tem-uma-opiniao-bem-vincada-sobre-esse-habito.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Após um fim de semana mais fresco, o calor regressa em força e poderá atingir os 40 °C; IPMA emite 14 avisos amarelos]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/apos-um-fim-de-semana-mais-fresco-o-calor-regressa-em-forca-e-podera-atingir-os-40-c-ipma-emite-14-avisos-amarelos.html</link><pubDate>Sat, 25 Jul 2026 12:20:15 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Depois de um fim de semana fresco e com chuva fraca no Norte e Centro, Portugal prepara-se para uma rápida subida das temperaturas, com o calor a aproximar-se, ou mesmo ultrapassar novamente dos 40 ºC.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xas24j2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xas24j2.jpg" id="xas24j2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Este fim de semana será marcado por <strong>temperaturas relativamente amenas para a época e alguma chuva fraca no Norte e Centro.</strong> Porém, atmosfera prepara-se para uma mudança rápida. Entre domingo e o início da próxima semana, o calor voltará a intensificar-se, com vários locais do interior a aproximarem-se novamente dos 40 °C.</p><h2>Sábado será o dia mais "fresco" deste período</h2><p>O dia de hoje ficará marcado por um ambiente pouco habitual para a segunda metade de julho. Apesar de estarmos em plena <strong>canícula, </strong>período que corresponde, tradicionalmente, à fase mais quente do verão, entre finais de julho e meados de agosto, as temperaturas estarão bastante contidas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-tempo-em-portugal-depois-do-fim-de-semana-mais-fresco-o-calor-regressa-em-forca-e-podera-atingir-os-40-c-1784978857817.png" data-image="p44cf416pm8o" alt="Temperatura" title="Temperatura"><figcaption>O sábado será o dia mais fresco dos próximos dias, com máximas contidas em praticamente todo o país. O litoral Norte e Centro dificilmente ultrapassará os 25 °C, enquanto os valores mais elevados ficarão confinados ao interior.</figcaption></figure><p>As <strong>máximas não deverão ultrapassar os 31 °C</strong> e os valores mais elevados ficarão reservados ao interior do distrito de Bragança, Vale do Tejo, distrito de Castelo Branco, interior alentejano e Algarve. Já no litoral, entre Viana do Castelo e Lisboa, as temperaturas oscilarão entre os 22 e os 25 °C, graças à influência da massa de ar mais fresco proveniente do Atlântico.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Além do arrefecimento, o aumento da nebulosidade será notório entre o Alto Alentejo e o Norte do país.<strong> A chuva, que já se fez sentir durante a manhã, continuará ao longo da tarde sobretudo nos distritos de Coimbra, Viseu, Vila Real, Braga e Bragança.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-tempo-em-portugal-depois-do-fim-de-semana-mais-fresco-o-calor-regressa-em-forca-e-podera-atingir-os-40-c-1784978971591.png" data-image="edp7aqnhpa01" alt="Chuva (mm)" title="Chuva (mm)"><figcaption>Durante a tarde de sábado, a passagem da depressão em altitude continuará a provocar chuva fraca e dispersa nos distritos de Coimbra, Viseu, Vila Real, Braga e Bragança. Os acumulados serão reduzidos e o episódio deverá terminar durante a noite.</figcaption></figure><p>Os <strong>acumulados horários deverão manter-se abaixo dos 1,5 mm,</strong> pelo que se tratará apenas de um episódio de chuva fraca, com tendência para terminar durante a noite.</p><h2>Domingo marca o início da recuperação das temperaturas</h2><p>A madrugada de domingo (26) ainda será relativamente fresca, com mínimas inferiores ao habitual em vários locais do Norte e Centro, consequência da massa de ar frio que continuará a influenciar o território.</p><p>No entanto, durante a tarde, a recuperação será evidente.<strong> Muitos distritos voltarão a atingir ou ultrapassar os 30 °C, incluindo Braga, Vila Real, Viseu, Castelo Branco e Santarém.</strong> No Baixo Alentejo e no interior algarvio, as máximas poderão aproximar-se dos 35 °C. Apesar desta subida, o litoral continuará ligeiramente mais ameno devido à influência marítima.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-tempo-em-portugal-depois-do-fim-de-semana-mais-fresco-o-calor-regressa-em-forca-e-podera-atingir-os-40-c-1784980064552.png" data-image="p4s1yn2ph1sk" alt="Rajada de vento (km/h)" title="Rajada de vento (km/h)"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-341236">O vento será mais notório durante o fim de semana, com rajadas entre 40 e 55 km/h no litoral e nas terras altas do Norte e Centro. A partir de segunda-feira, prevê-se uma diminuição da intensidade do vento, favorecendo a rápida subida das temperaturas.</figcaption></figure><p> O <strong>vento será outro elemento importante deste fim de semana.</strong> Durante sábado e domingo, as rajadas poderão atingir <strong>40 a 55 km/h</strong> em grande parte do litoral e das terras altas do Norte e Centro, devido à circulação em torno da depressão em altitude. Apesar de pontualmente moderadas, estas rajadas não deverão causar impactos relevantes. <strong>A partir de segunda-feira,</strong> com o restabelecimento de um padrão atmosférico mais estável, <strong>o vento perderá intensidade, contribuindo para uma sensação térmica mais elevada e favorecendo o aumento das temperaturas em todo o território. </strong></p><h2>O calor intensifica-se no início da próxima semana</h2><p>Será, contudo, <strong>na segunda-feira (27) que a mudança será mais evidente.</strong> A massa de ar quente voltará a expandir-se sobre a Península Ibérica, fazendo subir significativamente as temperaturas em praticamente todo o território continental.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-tempo-em-portugal-depois-do-fim-de-semana-mais-fresco-o-calor-regressa-em-forca-e-podera-atingir-os-40-c-1784979575132.png" data-image="8xyzigdukzvv" alt="Temperatura" title="Temperatura"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-404870">Na segunda-feira, o calor intensifica-se de forma significativa. O Vale do Tejo, o interior alentejano e o distrito de Castelo Branco poderão atingir os 40 °C, enquanto também o litoral Norte e Centro regista uma subida acentuada das temperaturas.</figcaption></figure><p>As regiões do Vale do Tejo, interior do distrito de Beja e Alto Alentejo <strong>poderão voltar a registar máximas entre os 39 e os 40 °C.</strong></p><p>Também o litoral Norte e Centro deixará de beneficiar da forte influência marítima observada nos dias anteriores.<strong> Cidades como Braga, Porto, Coimbra e Leiria deverão registar temperaturas bastante superiores às do fim de semana,</strong> consolidando o regresso de um ambiente tipicamente quente de verão.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780356" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-capitais-de-distrito-mais-quentes.html" title="Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes">Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-capitais-de-distrito-mais-quentes.html" title="Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-capitais-de-distrito-mais-quentes-1784931681625_320.png" alt="Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes"></a></article></aside><p>Segundo as previsões atuais,<strong> este padrão de calor deverá manter-se pelo menos até quarta-feira, dia 29 de julho.</strong> </p><div class="texto-destacado"> Face ao aumento previsto das temperaturas, <strong>o IPMA emitiu aviso amarelo para 14 distritos de Portugal</strong> continental devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima, entre segunda-feira, 27 de julho, e terça-feira, 28 de julho. </div><p>Apenas os distritos de Aveiro, Faro, Porto e Viana do Castelo permanecem, para já, fora deste aviso.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/apos-um-fim-de-semana-mais-fresco-o-calor-regressa-em-forca-e-podera-atingir-os-40-c-ipma-emite-14-avisos-amarelos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Refúgios secretos: 5 ilhas europeias longe do turismo de massa]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa.html</link><pubDate>Sat, 25 Jul 2026 11:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Paraísos escondidos da Europa: destinos insulares intocados para quem procura trilhos espetaculares e mergulhos inesquecíveis. Saiba mais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa-1784715875411.png" data-image="aerox4yn75uq"><figcaption>A Europa tem mais de dez mil ilhas, mas a grande maioria dos turistas concentra-se em menos de um por cento delas.</figcaption></figure><p>A Europa está repleta de ilhas deslumbrantes que, durante os meses de verão, atraem multidões avassaladoras de turistas. </p><div class="texto-destacado">No entanto, para aqueles que procuram escapar da confusão e vivenciar a verdadeira tranquilidade, ainda existem destinos insulares quase intocados e cheios de autenticidade. </div><p>Neste sentido são destacadas <strong>cinco ilhas europeias</strong> alternativas que prometem paisagens incríveis, uma vida selvagem rica e cultura local autêntica, bem longe do turismo de massas.</p><h2>1. Pantelleria, Itália </h2><p>Conhecida como a "Pérola Negra do Mediterrâneo", esta ilha vulcânica situa-se estrategicamente entre a Sicília e a costa da Tunísia. Com um passado marcado pelas passagens de fenícios, bizantinos, árabes e espanhóis, Pantelleria é hoje um santuário de paz. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa-1784714928927.png" data-image="y4vt325jkfw1"><figcaption>As suas vinhas são cultivadas dentro de cavidades no solo para proteção contra o vento, uma técnica ancestral reconhecida como Património da UNESCO.</figcaption></figure><p>As suas<strong> enseadas escondidas e as tradicionais casas em forma de cúpula <em>(dammuso)</em> criam o cenário perfeito para relaxar</strong>. O grande destaque é a sua viticultura: a uva aromática zibibbo é cultivada em socalcos vulcânicos através de um método classificado pela UNESCO (<em>vite ad alberello</em>). Os visitantes podem participar nas vindimas e desfrutar de provas de vinhos de excelência, com destaque para o doce passito. </p><h2> 2. Barra, Escócia </h2><p>A chegada a Barra é, por si só, uma aventura inesquecível, uma vez que a pista do seu aeroporto é a própria praia de areia branca de Traigh Mhòr. Embora as suas <strong>águas turquesa lembrem destinos tropicais, a brisa do Atlântico relembra-nos de que estamos nas Hébridas Exteriores.</strong> </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa-1784715070598.png" data-image="rc8wrn50gza3"><figcaption>As suas águas albergam os 'Barra Boys', um grupo residente de golfinhos que costuma nadar alegremente ao lado dos barcos.</figcaption></figure><p>É um verdadeiro paraíso para os amantes de vida selvagem: os céus são dominados por águias, enquanto no mar é possível avistar focas, papagaios-do-mar, golfinhos-roaz e, entre junho e setembro, majestosas baleias-anãs. </p><h2>3. Serifos, Grécia </h2><p>Sem grandes estâncias turísticas ou sequer um aeroporto, Serifos manteve o seu charme genuíno, sendo o refúgio eleito por atenienses e artistas em busca de paz. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa-1784715151746.png" data-image="0n8goe1zwbch"><figcaption>Segundo a mitologia grega, a ilha tornou-se rochosa porque o herói Perseu usou a cabeça cortada da Medusa para transformar o rei em pedra.</figcaption></figure><p>Esta ilha das Cíclades possui <strong>dezenas de praias de águas cristalinas e uma paisagem rochosa</strong> que, segundo a mitologia grega, resultou de Perseu ter usado a cabeça da Medusa para transformar o cenário em pedra. A pitoresca vila de Chora, com as suas ruelas brancas e moinhos de vento clássicos, é o local ideal para assistir a um magnífico pôr do sol sobre o Mar Egeu. </p><h2>4. El Hierro, Espanha </h2><p>A segunda ilha mais pequena das Canárias,<strong> classificada como Reserva da Biosfera pela UNESCO, exibe algumas das costas mais selvagens da Europa</strong>. Formada por erupções vulcânicas, El Hierro oferece paisagens dramáticas e de contrastes: desde antigas florestas húmidas de laurissilva e o impressionante anfiteatro natural de El Golfo, até campos de lava e árvores de zimbro contorcidas pelo vento. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa-1784715316346.png" data-image="ddqmwcaw3onj"><figcaption>É uma ilha pioneira na sustentabilidade, sendo quase 100% autossuficiente através da combinação de energia eólica e hídrica.</figcaption></figure><p>Na ponta sul, a Reserva Marinha Mar de las Calmas revela um ecossistema subaquático espetacular, perfeito para mergulhar ao lado de tartarugas e raias. </p><h2>5. Fasta Åland, Finlândia </h2><p>Situado no Mar Báltico, este arquipélago finlandês (onde a língua oficial é o sueco) engloba milhares de ilhas de granito, florestas de coníferas e pequenas aldeias de madeira. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa-1784715550685.png" data-image="9frp5ms8g98m"><figcaption>Nas suas águas foi descoberto o champanhe mais antigo do mundo, perfeitamente conservado num naufrágio do século XIX.</figcaption></figure><p>A ilha principal, Fasta Åland, <strong>é o ponto de partida ideal para mergulhar na profunda cultura nórdica das saunas e da natureza no seu estado mais puro.</strong> Pode relaxar numa tradicional sauna de fumo, alugar caiaques para explorar baías silenciosas ou, para uma desconexão total, passar a noite numa cabana isolada e sem eletricidade na pequena ilha vizinha de Sviskär. </p><h2>E em Portugal? </h2><p>Açores, ancorado no meio do Oceano Atlântico, o arquipélago é um verdadeiro santuário de biodiversidade e tranquilidade, perfeito para quem procura reconectar-se com a natureza no seu estado mais puro.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa-1784715627694.png" data-image="rt4c3qwnrx5k"><figcaption>O arquipélago acolhe as únicas plantações de chá da Europa para produção comercial, mantendo processos de colheita totalmente artesanais desde o século XIX.</figcaption></figure><p><strong>Formadas por erupções vulcânicas, as suas nove ilhas oferecem um cenário místico de caldeiras profundas, lagoas duplas rodeadas por vegetação exuberante</strong>, como a emblemática Lagoa das Sete Cidades em São Miguel, campos recobertos de hortênsias e prados de um verde vibrante.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="721257" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/ferias-forcadas-as-ilhas-mais-bonitas-onde-ninguem-queria-estar.html" title="Férias forçadas: as ilhas mais bonitas onde ninguém queria estar">Férias forçadas: as ilhas mais bonitas onde ninguém queria estar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/ferias-forcadas-as-ilhas-mais-bonitas-onde-ninguem-queria-estar.html" title="Férias forçadas: as ilhas mais bonitas onde ninguém queria estar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ferias-forcadas-as-ilhas-mais-bonitas-onde-ninguem-queria-estar-1753293284564_320.jpg" alt="Férias forçadas: as ilhas mais bonitas onde ninguém queria estar"></a></article></aside><p>Longe do turismo de massa, estas ilhas são santuários perfeitos para quem procura reconectar-se com a natureza. <strong>Aqui, pode percorrer trilhos deslumbrantes entre falésias e crateras vulcânicas, mergulhar em águas cristalinas repletas de grutas e ecossistemas intocados</strong>, e vivenciar o privilégio raro de observar a fauna local no seu estado mais puro e selvagem.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Emma%20Al-Mousawi" data-year="2026" data-title="5%20alternative%20European%20islands%20to%20explore%20this%20summer" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nationalgeographic.com%2Ftravel%2Farticle%2Fbest-alternative-islands-europe-lesser-known-away-from-crowds">Emma Al-Mousawi. (2026). <a href="https://www.nationalgeographic.com/travel/article/best-alternative-islands-europe-lesser-known-away-from-crowds" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">5 alternative European islands to explore this summer</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa.html</guid><dc:creator><![CDATA[Carlos Alves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Poupe água e tempo: como instalar um sistema de rega gota-a-gota "faça você mesmo" no seu pátio]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/poupe-agua-e-tempo-como-instalar-um-sistema-de-rega-gota-a-gota-faca-voce-mesmo-no-seu-patio.html</link><pubDate>Sat, 25 Jul 2026 10:07:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Instalar um sistema de rega gota-a-gota do tipo "faça você mesmo" no seu pátio é uma forma simples, acessível e eficiente de poupar água, reduzir o tempo de rega e manter as suas plantas saudáveis durante todo o verão.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ahorra-agua-y-tiempo-como-montar-un-riego-por-goteo-casero-en-tu-terraza-1784542825480.jpeg" data-image="3067bae5um0p" alt="Imagem 1" title="Imagem 1"><figcaption>A rega gota-a-gota é uma das formas mais eficientes de otimizar o uso da água.</figcaption></figure><p>Cultivar flores, ervas e legumes em pátios, varandas e pequenos jardins tornou-se um passatempo cada vez mais popular. Um dos maiores desafios durante o verão, no entanto, é <strong>manter as plantas sempre regadas, sem desperdiçar água</strong> ou gastar tempo a regá-las todos os dias.</p><p>Uma solução simples é instalar um sistema de rega gota-a-gota do tipo "faça você mesmo", uma opção acessível, fácil de construir e altamente eficiente.</p><p>Este tipo de rega<strong> leva a água diretamente às raízes de cada planta</strong>, reduzindo as perdas por evaporação e mantendo a humidade do solo uniforme. É também uma solução ideal para quem passa longas horas fora de casa ou viaja durante alguns dias durante o verão.</p><h2>Porquê escolher a irrigação gota-a-gota?</h2><p>Ao contrário da rega com regador ou mangueira, <strong>a rega gota-a-gota fornece pequenas quantidades de água lenta e diretamente à zona radicular</strong>. Isto permite que o solo absorva a humidade de forma mais eficiente, evitando tanto o excesso como a falta de água.</p><p>Algumas das suas principais vantagens incluem:</p><ul> <li>Economia de água superior a 40% em comparação com os métodos de rega tradicionais.</li> <li>Menos ervas daninhas, uma vez que apenas a zona radicular é regada.</li> <li>Menor risco de doenças nas plantas causadas pelo excesso de humidade nas folhas e caules.</li> <li>Maior praticidade, especialmente quando se cuida de um grande número de recipientes.</li> <li>Crescimento mais consistente das plantas.</li> </ul><p>Para culturas como o tomate, o pimento, o morango, a erva e a alface, manter a humidade do solo constante é essencial para produzir culturas saudáveis.</p><h2>Materiais necessários</h2><p><strong>Não precisa de gastar muito para construir um sistema de rega gota-a-gota</strong> em casa. Os materiais mais comuns incluem:</p><ol> <li>Uma torneira exterior ou ligação de água próxima.</li> <li>Um temporizador de rega (opcional, mas altamente recomendado).</li> <li>Tubo de polietileno de 16 mm para a linha principal.</li> <li>Microtubos de 4 mm.</li> <li>Emissores de gotejamento ajustáveis ou com compensação de pressão (recomendados).</li> <li>Conectores, cotovelos e tampas de extremidade.</li> <li>Um furador para perfurar o tubo.</li> </ol><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ahorra-agua-y-tiempo-como-montar-un-riego-por-goteo-casero-en-tu-terraza-1784543719732.jpeg" data-image="z6w9c5dhnuab" alt="Imagem 2" title="Imagem 2"><figcaption>Escolher o caudal de água correto é essencial, pois plantas diferentes têm necessidades de rega diferentes.</figcaption></figure><p>Todos estes materiais estão facilmente disponíveis em centros de jardinagem e lojas de material de rega.</p><h2>Como instalar passo a passo</h2><p>Comece por estender o tubo principal ao longo do caminho onde os seus recipientes estão localizados. <strong>Fixe-o firmemente para que não se desloque</strong>.</p><p>Em seguida, utilize o <strong>furador para fazer pequenos furos na tubagem principal</strong>, onde cada microtubo será ligado. Instale um <strong>gotejador na extremidade de cada tubo</strong> e posicione-o junto à base da planta.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779542" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/nao-sao-plantas-invasoras-mas-podem-tomar-conta-do-seu-jardim-se-nao-as-mantiver-sob-controlo.html" title="Não são plantas invasoras, mas podem tomar conta do seu jardim se não as mantiver sob controlo">Não são plantas invasoras, mas podem tomar conta do seu jardim se não as mantiver sob controlo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/nao-sao-plantas-invasoras-mas-podem-tomar-conta-do-seu-jardim-se-nao-as-mantiver-sob-controlo.html" title="Não são plantas invasoras, mas podem tomar conta do seu jardim se não as mantiver sob controlo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/they-re-not-invasive-plants-but-they-can-take-over-your-garden-if-you-don-t-keep-them-under-control-1784424248519_320.jpg" alt="Não são plantas invasoras, mas podem tomar conta do seu jardim se não as mantiver sob controlo"></a></article></aside><p>Após ligar tudo, <strong>abra a água e verifique se todos os emissores estão a funcionar corretamente</strong>. Se algum deles estiver a fornecer água em excesso ou em quantidade insuficiente, a maioria dos modelos pode ser ajustada com facilidade.</p><p>A adição de um<strong> temporizador automático</strong> permite que o sistema funcione de forma totalmente autónoma. Basta definir a duração e a frequência da rega de acordo com a estação do ano.</p><h2>Ajuste a rega ao longo do ano</h2><p><strong>Nem todas as plantas necessitam da mesma quantidade de água</strong>. Durante os meses mais quentes, pode ser necessário regar uma ou até duas vezes por dia, especialmente em vasos expostos a longas horas de luz solar direta.</p><div class="texto-destacado">Na primavera e no outono, regar uma vez por dia ou em dias alternados é normalmente suficiente, enquanto no inverno a necessidade de rega diminui significativamente.</div><p>Também é importante <strong>verificar a humidade do solo regularmente</strong>. Enfiar o dedo alguns centímetros na terra é uma forma rápida e fácil de determinar se as suas plantas precisam mesmo de água.</p><h3>Dicas extra para poupar ainda mais água</h3><p>Além da rega gota-a-gota, existem diversas formas simples de reduzir ainda mais o consumo de água.</p><ul> <li>Adicione cobertura morta ou cascalho sobre o solo para reduzir a evaporação.</li> <li>Agrupe os recipientes para criar um microclima mais húmido.</li> <li>Regar de manhã cedo ou ao pôr do sol.</li> <li>Verifique regularmente se existem fugas nos tubos ou nos gotejadores.</li> <li>Escolha plantas adaptadas ao seu clima local, sempre que possível.</li> </ul><h2>Um pequeno investimento com grandes recompensas</h2><p>Instalar um sistema de rega gota-a-gota do tipo "faça você mesmo" no seu pátio é uma das<strong> melhorias mais práticas para quem gosta de jardinagem</strong> ou de cultivar alimentos em vasos.</p><p>Além de <strong>poupar água e reduzir o tempo</strong> passado a regar, ajuda as plantas a crescerem de forma mais uniforme e a resistirem melhor aos períodos de calor extremo do verão.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777346" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-algas-nao-sao-plantas-factos-surpreendentes-sobre-a-vida-aquatica-que-precisa-de-saber.html" title="As algas não são plantas: factos surpreendentes sobre a vida aquática que precisa de saber">As algas não são plantas: factos surpreendentes sobre a vida aquática que precisa de saber</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-algas-nao-sao-plantas-factos-surpreendentes-sobre-a-vida-aquatica-que-precisa-de-saber.html" title="As algas não são plantas: factos surpreendentes sobre a vida aquática que precisa de saber"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/seaweeds-aren-t-plants-seven-surprising-facts-about-aquatic-life-1783270730480_320.jpg" alt="As algas não são plantas: factos surpreendentes sobre a vida aquática que precisa de saber"></a></article></aside><p>O<strong> sistema é simples de instalar e requer pouca manutenção</strong>, sendo uma excelente forma de desfrutar de um pátio exuberante e colorido sem ter de se preocupar em regar todos os dias.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/poupe-agua-e-tempo-como-instalar-um-sistema-de-rega-gota-a-gota-faca-voce-mesmo-no-seu-patio.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[As abelhas nunca se perdem: particulas magnéticas podem explicar este fenómeno ]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/as-abelhas-nunca-se-perdem-particulas-magneticas-podem-explicar-este-fenomeno.html</link><pubDate>Sat, 25 Jul 2026 09:04:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Um novo estudo reforça a ideia de que muitas espécies de abelhas possuem uma bússola biológica que as ajuda a orientar-se durante os seus voos. Será mesmo assim? Venha descobrir!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/as-abelhas-nunca-se-perdem-particulas-magneticas-podem-explicar-este-fenomeno-1784811829462.jpg" data-image="3rt1notcz5ht" alt="Abelhas e a sua orientação" title="Abelhas e a sua orientação"><figcaption>Cientistas identificaram partículas magnéticas em várias espécies de abelhas.</figcaption></figure><p>Durante décadas, a ciência afirmava que a <strong>capacidade de orientação através do campo magnético da Terra</strong> era uma característica reservada apenas a alguns animais, como as aves migratórias, as tartarugas marinhas ou até mesmo os salmões.</p><p>No entanto, de acordo com investigações recentes <strong>esta habilidade poderá estar muito mais disseminada entre as abelhas </strong>do que se pensava, levantando novas questões sobre a forma como as abelhas encontram alimento e regressam aos seus ninhos.</p><h2>O que é afinal a magnetorreceção e como funciona?</h2><p>Segundo uma investigação publicada na revista <em>Neurobiology</em>, o conceito conhecido como magnetorreceção descreve a <strong>capacidade de detetar o campo magnético terrestre e utilizá-lo como referência para navegação</strong>. Embora este fenómeno já tivesse sido demonstrado em abelhas domésticas, um estudo recente analisou dezenas de espécies diferentes e encontrou partículas ferromagnéticas em grande parte delas.</p><p>Estes <strong>minúsculos cristais, compostos por minerais ricos em ferro, podem funcionar como sensores biológicos</strong> capazes de responder às variações do campo magnético da Terra.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="760203" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/abelhas-surpreendem-cientistas-ao-resolver-contas-simples-de-matematica.html" title="Abelhas surpreendem cientistas ao resolver contas simples de matemática">Abelhas surpreendem cientistas ao resolver contas simples de matemática</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/abelhas-surpreendem-cientistas-ao-resolver-contas-simples-de-matematica.html" title="Abelhas surpreendem cientistas ao resolver contas simples de matemática"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/abelhas-surpreendem-cientistas-ao-resolver-contas-simples-de-matematica-1773426345471_320.jpg" alt="Abelhas surpreendem cientistas ao resolver contas simples de matemática"></a></article></aside><p>A descoberta é particularmente interessante porque as <strong>partículas magnéticas foram identificadas tanto em espécies sociais, que vivem em colónias organizadas, como em espécies solitárias</strong>.</p><p>Isso indica que esta característica poderá ter surgido muito antes da <strong>evolução dos complexos comportamentos sociais</strong> observados nas abelhas atuais, sugerindo tratar-se de uma adaptação ancestral preservada ao longo de milhões de anos. Apesar desta evidência, os investigadores alertam que a presença de partículas magnéticas não prova, por si só, que todas estas espécies utilizem um verdadeiro "GPS biológico".</p><h2>O papel do campo magnético na navegação</h2><p>Demonstrar a magnetorreceção é um enorme desafio experimental, uma vez que <strong>exige observar o comportamento de animais vivos em condições cuidadosamente controladas</strong>, eliminando outros fatores de orientação, como a posição do Sol, a paisagem ou os odores do ambiente.Por esse motivo, <strong>continua a existir alguma incerteza sobre o papel exato destas estruturas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/as-abelhas-nunca-se-perdem-particulas-magneticas-podem-explicar-este-fenomeno-1784811872894.jpg" data-image="b1mo7jhgj0wd" alt="Polinizadores" title="Polinizadores"><figcaption>Para além de serem os mais importantes polinizadores da natureza, as abelhas poderão recorrer ao campo magnético da Terra para encontrar o caminho entre as flores e os ninhos.</figcaption></figure><p>Esta não é, contudo, uma ideia completamente nova. Há mais de duas décadas, diversos estudos já apontavam para a <strong>existência de magnetite, um mineral naturalmente magnético, no organismo das abelhas</strong>.<br>Essas investigações sugeriam que estes insetos poderiam <strong>combinar informação visual com sinais magnéticos</strong> para melhorar a sua orientação durante os voos de procura de alimento.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Ao longo dos anos, experiências demonstraram ainda que <strong>as alterações artificiais do campo magnético podem influenciar determinados comportamentos das abelhas</strong>, reforçando a hipótese de que possuem uma sensibilidade magnética funcional.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>As novas investigações ampliam significativamente esse conhecimento ao mostrar que esta <strong>característica pode estar distribuída por uma grande diversidade de espécies</strong>. Curiosamente, a intensidade do sinal magnético parece variar entre espécies e tende a ser maior em abelhas de maior dimensão corporal.</p><p>Ainda assim, os <strong>cientistas não encontraram uma relação clara entre esta capacidade e fatores como o tipo de ninho ou o comportamento social</strong>, indicando que a evolução da magnetorreceção poderá ser mais complexa do que anteriormente imaginado.</p><h2>A importância desta descoberta para a ciência </h2><p>Compreender como as abelhas se orientam é <strong>mais do que uma curiosidade científica</strong>. Estes insetos desempenham um <strong>papel essencial na polinização de plantas silvestres e culturas agrícolas</strong>, sendo responsáveis por uma parte significativa da produção alimentar mundial.</p><p>Conhecer todos os mecanismos envolvidos na sua navegação poderá <strong>ajudar a perceber de que forma fatores ambientais, como a poluição eletromagnética ou alterações do habitat</strong>, podem afetar a sua capacidade de encontrar flores e regressar aos ninhos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="503591" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/abelhas-medicinais-beneficios-e-riscos-do-consumo-da-propolis-saude.html" title="Abelhas medicinais? Benefícios e riscos do consumo da própolis">Abelhas medicinais? Benefícios e riscos do consumo da própolis</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/abelhas-medicinais-beneficios-e-riscos-do-consumo-da-propolis-saude.html" title="Abelhas medicinais? Benefícios e riscos do consumo da própolis"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/abejas-medicinales-beneficios-y-riesgos-de-la-ingesta-de-propoleo-1685873004662_320.jpeg" alt="Abelhas medicinais? Benefícios e riscos do consumo da própolis"></a></article></aside><p>Além da importância ecológica, este tipo de investigação poderá também inspirar novas tecnologias. Os <strong>sistemas biológicos de navegação são frequentemente utilizados como modelo para desenvolver sensores e equipamentos mais eficientes</strong>, capazes de funcionar em ambientes onde o GPS convencional não está disponível, como túneis, minas ou até futuras missões espaciais.</p><p>Embora permaneçam muitas perguntas por responder, uma conclusão parece cada vez mais sólida: <strong>as abelhas são muito mais sofisticadas do que imaginávamos</strong>. A possibilidade de utilizarem o campo magnético terrestre como complemento aos seus notáveis sistemas de orientação revela que <strong>estes pequenos polinizadores continuam a surpreender a ciência</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Joseph%20L%20Kirschvink%20%2C%20Michael%20M%20Walker%20%2C%20Carol%20E%20Diebel" data-year="2001" data-title="Magnetite-based%20magnetoreception" data-url="https%3A%2F%2Fwww.sciencedirect.com%2Fscience%2Farticle%2Fabs%2Fpii%2FS095943880000235X%3Fvia%253Dihub">Joseph L Kirschvink , Michael M Walker , Carol E Diebel. (2001). <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S095943880000235X?via%3Dihub" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Magnetite-based magnetoreception</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/as-abelhas-nunca-se-perdem-particulas-magneticas-podem-explicar-este-fenomeno.html</guid><dc:creator><![CDATA[Paula Gonçalves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A descoberta científica no Peru que pode ajudar a proteger o chocolate das alterações climáticas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-descoberta-cientifica-no-peru-que-pode-ajudar-a-proteger-o-chocolate-diante-da-mudanca-climatica.html</link><pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:09:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Uma equipa internacional identificou quatro novas linhagens genéticas de cacau cultivadas por pequenos agricultores e comunidades indígenas no Peru. Esta descoberta amplia a diversidade conhecida desta cultura e pode fornecer ferramentas para o desenvolvimento de variedades mais resistentes às alterações climáticas e a doenças.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-hallazgo-cientifico-en-peru-que-podria-ayudar-a-proteger-el-chocolate-frente-al-cambio-climatico-1783597952123.jpg" data-image="ze8ogvxv65ip" alt="cacau" title="cacau"><figcaption>Foram descobertos quatro tipos de cacau com genes diferentes.</figcaption></figure><p>O aumento das temperaturas, a maior frequência de secas e a disseminação de doenças ameaçam uma das culturas mais vulneráveis do planeta: o <strong>cacau</strong>. Neste contexto, uma equipa internacional de investigadores identificou <strong>novas linhagens genéticas no Peru</strong> que podem tornar-se uma ferramenta fundamental para o <strong>desenvolvimento de plantas mais resistentes às alterações climáticas</strong>.</p><div class="texto-destacado">O cacau (<em>Theobroma cacao</em>), cujo nome científico significa "alimento dos deuses", só prospera em condições muito específicas de temperatura e humidade. Calor constante, seca prolongada ou o surgimento de novas doenças podem reduzir drasticamente a produção.</div><p>O desafio está no facto de que quase 70% da produção mundial de cacau provém da <strong>África Ocidental</strong>, e muitas dessas <strong>plantações compartilham uma base genética relativamente limitada</strong>. Esta baixa diversidade torna as plantações mais suscetíveis a pragas, patógenos e aos efeitos das alterações climáticas.</p><p>Assim, um estudo publicado na revista <em>PLOS One</em> acaba de fazer uma descoberta que oferece esperança para solucionar este dilema. Investigadores de diversos países<strong> identificaram quatro linhagens genéticas de cacau até então desconhecidas, encontradas em diferentes regiões do Peru</strong>, onde são cultivadas por comunidades indígenas e pequenos agricultores.</p><h2>Um mapa genético muito mais diversificado</h2><p>Até então, os cientistas classificavam a diversidade do cacau em dez grandes grupos genéticos. Para determinar se esta classificação ainda representava toda a variabilidade da espécie, a equipa analisou o<strong> ADN de 390 árvores</strong> silvestres e semissilvestres de <strong>fazendas distribuídas por oito departamentos peruanos</strong>.</p><p>Em vez de estudar a aparência das árvores ou as características dos seus frutos, os investigadores analisaram <strong>192 marcadores genéticos </strong>conhecidos como SNPs, pequenas variações no ADN que atuam como uma impressão digital genética e permitem aos cientistas reconstruir as relações entre diferentes populações.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-hallazgo-cientifico-en-peru-que-podria-ayudar-a-proteger-el-chocolate-frente-al-cambio-climatico-1783598063784.jpg" data-image="hur3exeur0kx"><figcaption>Os investigadores analisaram 192 marcadores genéticos de quase 400 cacaueiros.</figcaption></figure><p>Os resultados mostraram que, <strong>além dos dez grupos já conhecidos, existiam outras quatro linhagens claramente diferentes</strong>. Confirmaram também que cada região mantém a sua própria identidade genética, resultado de uma história evolutiva distinta.</p><p>"O nosso trabalho demonstra que, <strong>embora o cacau peruano compartilhe uma origem comum, cada região possui uma composição genética única</strong>", explicou o investigador Lambert Motilal, autor principal do estudo. Segundo o cientista, este novo mapa genético representa um recurso valioso tanto para a conservação quanto para a produção de cacau de alta qualidade.</p><h2>Um conjunto genético para enfrentar a mudança climática</h2><p>A descoberta não significa que estas novas variedades produzirão automaticamente um chocolate melhor. A sua importância está no facto de que <strong>cada linhagem pode conter genes associados a características úteis para a melhoria e a sobrevivência da cultura</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>Algumas populações podem apresentar maior resistência a doenças, outras podem tolerar temperaturas mais elevadas ou períodos de seca, enquanto algumas podem desenvolver perfis aromáticos especialmente apreciados no mercado de chocolates finos.</strong></div><p>Os investigadores acreditam que<strong> duas das quatro novas linhagens</strong> apresentam um <strong>potencial </strong>particularmente promissor para a<strong> produção de cacau premium</strong>, um segmento que está a ganhar cada vez mais importância internacionalmente.</p><p>O estudo também permitiu uma<strong> reconstrução mais precisa da origem genética da CCN 51, uma das variedades comerciais mais cultivadas no mundo</strong> devido à sua alta produtividade e resistência a doenças. As análises revelaram que quase metade da sua composição genética provém de uma das linhagens recém-identificadas, chamada Awajún.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="740874" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/conheca-as-flores-que-dao-origem-ao-sabor-e-aroma-do-cacau-do-cafe-e-da-baunilha.html" title="Conheça as flores que dão origem ao sabor e aroma do cacau, do café e da baunilha ">Conheça as flores que dão origem ao sabor e aroma do cacau, do café e da baunilha </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/conheca-as-flores-que-dao-origem-ao-sabor-e-aroma-do-cacau-do-cafe-e-da-baunilha.html" title="Conheça as flores que dão origem ao sabor e aroma do cacau, do café e da baunilha "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/conheca-as-flores-que-dao-origem-ao-sabor-e-aroma-do-cacau-do-cafe-e-da-baunilha-1763911672645_320.jpg" alt="Conheça as flores que dão origem ao sabor e aroma do cacau, do café e da baunilha "></a></article></aside><p>Os investigadores também destacaram um aspeto importante desta descoberta. As árvores que permitiram expandir o mapa genético do cacau não cresciam em cantos remotos da Amazónia, nem estavam armazenadas em bancos de sementes. Muitas estavam nos <strong>campos e quintais de pequenos agricultores</strong>, onde haviam passado despercebidas pelos cientistas.</p><p>Num cenário em que as alterações climáticas, a expansão da monocultura e a desflorestação ameaçam a diversidade genética de inúmeras culturas, identificar e conservar estas linhagens assume um valor estratégico. Elas não apenas ajudam a reconstruir a história evolutiva do cacau, como também podem fornecer os <strong>genes </strong>necessários para<strong> desenvolver variedades capazes de sustentar a produção de chocolate num clima cada vez mais desafiador</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Motilal%2C%20L.%20A.%20et%20al" data-year="2026" data-title="Genetic%20structure%20of%20traditional%20cacao%20reveals%20four%20new%20genetic%20lineages%20in%20indigenous%20Amazonian%20sites%20in%20Peru" data-url="https%3A%2F%2Fjournals.plos.org%2Fplosone%2Farticle%2Fauthors%3Fid%3D10.1371%2Fjournal.pone.0351690">Motilal, L. A. et al. (2026). <a href="https://journals.plos.org/plosone/article/authors?id=10.1371/journal.pone.0351690" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Genetic structure of traditional cacao reveals four new genetic lineages in indigenous Amazonian sites in Peru</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-descoberta-cientifica-no-peru-que-pode-ajudar-a-proteger-o-chocolate-diante-da-mudanca-climatica.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Parece uma maçã comum, mas quando se corta, surge uma surpresa: já está a ser testada na Patagónia]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/parece-uma-maca-comum-mas-quando-se-corta-surge-uma-surpresa-ja-esta-a-ser-testada-na-patagonia.html</link><pubDate>Sat, 25 Jul 2026 07:04:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>A maçã Kissabel, famosa pela sua polpa vermelha, começou a ser avaliada na Patagónia. O objetivo do estudo é determinar se pode abrir novos mercados para a fruticultura argentina.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/parece-una-manzana-comun-pero-al-cortarla-aparece-una-sorpresa-ya-la-prueban-en-la-patagonia-1782185608958.jpg" data-image="ju2fpdnmgekq" alt="maçã" title="maçã"><figcaption> A maçã Kissabel distingue-se pela sua polpa vermelha natural, uma característica que procura conquistar os mercados premium em todo o mundo.</figcaption></figure><p>À primeira vista, parece uma maçã como qualquer outra. No entanto, ao ser cortada, revela um <strong>interior vermelho intenso </strong>que a tornou numa das frutas mais impressionantes desenvolvidas nos últimos anos.</p><div class="texto-destacado">Trata-se da Kissabel, uma família de variedades obtida através de melhoramento convencional que começou agora a ser avaliada no Alto Vale do Rio Negro e em Neuquén. O trabalho está a ser realizado por especialistas do INTA Alto Valle em conjunto com a Moño Azul, empresa do grupo Prima e licenciada na Argentina da IFO (International Fruit Obtention), empresa internacional de melhoramento genético. <br></div><p>A<strong> fruta foi desenvolvida para se destacar nos mercados premium</strong>, onde os consumidores procuram produtos inovadores e estão dispostos a pagar mais por eles. As variedades resultantes combinam sabores equilibrados, boa durabilidade e alto teor de antocianinas, os pigmentos naturais responsáveis pela cor vermelha.</p><h2>O que irá a INTA avaliar antes de considerar a produção comercial?</h2><p>O processo de validação não será rápido. Segundo o INTA, serão <strong>necessárias entre oito a dez épocas para reunir informação suficiente</strong> para decidir se estas variedades podem ser incorporadas na produção regional. </p><p>Durante este período, os investigadores analisarão:</p><ul><li><strong>Adaptação ao clima do Alto Vale.</strong></li><li><strong>A resposta às geadas da primavera.</strong></li><li><strong>Produtividade e rendimento por hectare.</strong></li><li><strong>A qualidade comercial da fruta.</strong></li><li><strong>A intensidade e a uniformidade da cor vermelha da polpa.</strong></li><li><strong>Firmeza e conservação pós-colheita.</strong></li><li><strong>Comportamento perante doenças e pragas.</strong></li><li><strong>Aceitação por parte dos consumidores e dos mercados internacionais.</strong></li></ul><p>Os materiais importados para o país passaram por um <strong>rigoroso processo de quarentena</strong>, de acordo com as normas da Senasa. Atualmente, estão a ser cultivados numa instalação experimental, onde recebem a mesma gestão tecnológica das plantações comerciais do Alto Vale.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/parece-una-manzana-comun-pero-al-cortarla-aparece-una-sorpresa-ya-la-prueban-en-la-patagonia-1782185308520.jpg" data-image="q0qq096acqe6" alt="inta" title="inta"><figcaption>Paula Calvo, técnica do INTA Alto Valle e responsável pela avaliação, analisa os parâmetros de qualidade e maturação das maçãs Kissabel. Foto: INTA</figcaption></figure><p>Os técnicos realizam a <strong>monitorização fenológica duas vezes por semana para acompanhar o desenvolvimento da planta</strong>. Analisam também parâmetros como a firmeza, os sólidos solúveis, a acidez, a degradação do amido e a distribuição da cor na polpa em laboratório para determinar o momento ideal da colheita.</p><h2>Uma história que começou há mais de vinte anos</h2><p>As primeiras pesquisas para a obtenção de maçãs de polpa vermelha surgiram no início deste século, quando várias empresas europeias começaram a trabalhar com material genético que retinha naturalmente esta característica. O desafio era <strong>combinar esta coloração interna marcante com frutos de elevada qualidade</strong>, boa produtividade e aceitação comercial.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/parece-una-manzana-comun-pero-al-cortarla-aparece-una-sorpresa-ya-la-prueban-en-la-patagonia-1782185675385.jpg" data-image="uzjioow925j2" alt="maçã" title="maçã"><figcaption>As plantas são cultivadas em ambiente experimental, sob o mesmo maneio tecnológico utilizado pelos produtores de frutos do Alto Vale. Cortesia: INTA</figcaption></figure><p>Ao longo dos anos, o projeto evoluiu para a marca Kissabel, atualmente desenvolvida pelo consórcio IFORED. Hoje, participam empresas de França, Itália, Alemanha, Reino Unido, Suíça, Espanha, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, Chile e Argentina, entre outros países. </p><p>Embora a Argentina esteja apenas a iniciar as avaliações agronómicas, a <strong>Kissabel já está a ser comercializada em diversos mercados internacionais</strong>. Dependendo da época do ano, pode ser encontrada em supermercados e lojas especializadas em fruta em Itália, França, Alemanha, Reino Unido, Suíça, Bélgica, Espanha, Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, onde é vendida como fruta premium.</p><h2>Já está disponível para compra na Argentina?</h2><p>Ainda não. <strong>A maçã Kissabel ainda não é produzida comercialmente no país</strong>, uma vez que as plantas cultivadas no Alto Valle fazem parte de um ensaio experimental para avaliar a sua adaptação às condições da Patagónia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/parece-una-manzana-comun-pero-al-cortarla-aparece-una-sorpresa-ya-la-prueban-en-la-patagonia-1782185710669.jpg" data-image="16o2hqpbmqqy" alt="maçã" title="maçã"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-103921">A maçã Kissabel distingue-se pela sua polpa vermelha natural, uma característica que procura conquistar os mercados premium em todo o mundo.</figcaption></figure><p>Embora não exista uma proibição específica à importação desta variedade, esta não é atualmente comercializada como fruta importada na Argentina. Por isso, <strong>quem quiser experimentar um Kissabel terá de o fazer num dos países onde já é produzido e vendido regularmente</strong>, principalmente na Europa, nos Estados Unidos, na Austrália ou na Nova Zelândia.</p><h2>Uma oportunidade para diferenciar a fruticultura na Patagónia</h2><p>Durante anos, <strong>a produção de maçã no Alto Vale enfrentou o desafio de melhorar a sua competitividade num mercado internacional cada vez mais exigente</strong>. Neste contexto, a incorporação de variedades inovadoras surgiu como uma ferramenta para gerar maior valor acrescentado e aceder a nichos de mercado onde a diferenciação é tão importante como a qualidade da fruta.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="644705" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/sabia-que-todas-as-macas-que-comemos-vem-de-um-unico-local-do-mundo-geografia.html" title="Sabia que todas as maçãs que comemos vêm de um único local do mundo?">Sabia que todas as maçãs que comemos vêm de um único local do mundo?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/sabia-que-todas-as-macas-que-comemos-vem-de-um-unico-local-do-mundo-geografia.html" title="Sabia que todas as maçãs que comemos vêm de um único local do mundo?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/sabias-que-todas-las-manzanas-que-comemos-provienen-de-un-unico-lugar-en-el-mundo-1706257155510_320.jpg" alt="Sabia que todas as maçãs que comemos vêm de um único local do mundo?"></a></article></aside><p>Se os testes confirmarem uma boa adaptação ao clima da Patagónia e uma aceitação comercial adequada, <strong>a maçã de polpa vermelha vibrante poderá tornar-se um dos desenvolvimentos mais inovadores na fruticultura </strong>argentina na próxima década, abrindo uma nova oportunidade para os produtores da região. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/parece-uma-maca-comum-mas-quando-se-corta-surge-uma-surpresa-ja-esta-a-ser-testada-na-patagonia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-capitais-de-distrito-mais-quentes.html</link><pubDate>Sat, 25 Jul 2026 06:03:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A próxima semana poderá arrancar com um aumento significativo das temperaturas, especialmente ao longo da faixa litoral, onde as mesmas têm sido mais contidas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xarwsim"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xarwsim.jpg" id="xarwsim"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Como referimos em previsões anteriores, <strong>Portugal Continental irá registar uma subida acentuada das temperaturas</strong> já no arranque da próxima semana. Esta subida já se poderá sentir amanhã, domingo, mas será na segunda que se tornará mais evidente em toda a geografia.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Esta <strong>subida térmica deverá resultar numa inversão das anomalias térmicas</strong>, face ao dia de hoje, pois ao longo das próximas horas estas poderão ser negativas na maior parte do país, indicando valores abaixo da normal climatológica. No entanto, <strong>nos dias seguintes esperam-se valores acima do normal</strong> também em praticamente todo o território.</p><h2>Subida térmica começa amanhã, mas atinge o seu pico na segunda-feira</h2><p>Entre hoje e amanhã já se poderá registar uma <strong>subida generalizada, ainda que gradual</strong>, em boa parte do continente português. Assim, esperam-se máximas entre os 22 ºC em Viana do Castelo e os 34 ºC em Beja. As cidades do Porto e Lisboa poderão contar com 26 ºC e 29 ºC, respetivamente. Assim sendo, as <strong>anomalias positivas mais pronunciadas não deverão ultrapassar os 3 ºC</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-regioes-mais-quentes-1784930866849.png" data-image="o6sa0pw7hn2v" alt="anomalias térmicas" title="anomalias térmicas"><figcaption>Segunda-feira, dia 27 de julho, as anomalias térmicas positivas deverão cobrir Portugal Continental, com valores até 12 ºC acima da média, especialmente ao longo da faixa litoral.</figcaption></figure><p>Todavia, este cenário intensifica-se na segunda-feira, com o regresso de <strong>temperaturas acima dos 30 ºC na maior parte das cidades portuguesas, com exceção de Viana do Castelo</strong>, que deverá manter-se com máxima de 28 ºC. Aveiro, que também costuma ser das capitais de distrito mais frescas, poderá registar até 32 ºC.</p><p>Esta subida irá resultar em <strong>anomalias térmicas positivas de até 12 ºC, indicando temperaturas muito acima da média</strong>, especialmente no litoral Norte e Centro. Segundo a mais recente atualização do nosso modelo de confiança, ECMWF, <strong>estas anomalias elevadas poderão manter-se, pelo menos, até quinta-feira</strong>, ainda que, à medida que os dias passam, estas possam tornar-se mais evidentes desde o litoral para o interior.</p><h2>Saiba quais as capitais de distrito mais quentes</h2><p>Com isto, na segunda-feira, as capitais de distrito mais quentes poderão ser:</p><ul><li><strong>Coimbra</strong>: 39 ºC</li><li><strong>Santarém</strong>: 39 ºC</li><li><strong>Leiria</strong>: 38 ºC</li><li><strong>Évora</strong>: 38 ºC</li><li><strong>Beja</strong>: 38 ºC</li><li><strong>Castelo Branco</strong>: 37 ºC</li><li><strong>Portalegre</strong>: 36 ºC</li></ul><p>Além disto, regiões como o Ribatejo e o Alentejo poderão registar, a nível local, temperaturas até 40 ºC. Assim como, pelas 23h, todas as capitais de distrito poderão contar com temperaturas entre os 23 ºC na Guarda e Leiria e os 28 ºC no Porto, Castelo Branco e Portalegre. <strong>Poucas serão as cidades que deverão baixar dos 20 ºC ao longo da madrugada de terça-feira</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780248" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/semana-termina-mais-fresca-e-instavel-mas-ha-mudanca-a-vista-termometros-podem-voltar-aos-40-c.html" title="Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC">Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/semana-termina-mais-fresca-e-instavel-mas-ha-mudanca-a-vista-termometros-podem-voltar-aos-40-c.html" title="Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/semana-termina-mais-fresca-e-instavel-mas-ha-mudanca-a-vista-termometros-podem-voltar-aos-40-c-1784890968937_320.png" alt="Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC"></a></article></aside><p>Ainda assim,<strong> os dias seguintes podem contar com um pequeno alívio térmico nas cidades costeiras do Norte e Centro</strong>, mantendo-se as temperaturas elevadas nas cidades mais interiores, assim como as anomalias térmicas mais evidentes, também na mesma região.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-capitais-de-distrito-mais-quentes.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC ]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html</link><pubDate>Sat, 25 Jul 2026 05:02:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Apesar da descida das temperaturas prevista para estes dias, este refúgio em Vieira do Minho continua a surpreender pela temperatura da água e pela beleza da paisagem.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c-1784655856544.jpg" data-image="3s7pdtiuxwk1" alt="Praia Fluvial da Albufeira do Ermal" title="Praia Fluvial da Albufeira do Ermal"><figcaption>Apesar da descida das temperaturas, há uma praia fluvial onde a água continua surpreendentemente quente. Foto: CM VMinho</figcaption></figure><p>Sim, Portugal tem sítios onde a água ultrapassa os 20 °C. E não, nem todos ficam no sotavento algarvio. </p><p>Se está à procura de sugestões onde passar o fim de semana, apesar da <strong>descida de temperaturas</strong> e da possibilidade de chuva, temos uma opção que poderá ser a indicada. </p><p>“A chuva poderá regressar já na sexta-feira, devido à influência de uma<strong> bolsa de ar frio</strong> que se deslocará para o Norte da Península Ibérica, devendo resultar em alguns períodos de chuva fraca e dispersa nos locais supracitados”, <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/especialista-joana-campos-nos-proximos-dias-as-temperaturas-vao-subir-mas-voltarao-a-descer-ate-ao-fim-de-semana.html" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">avisa</a> Joana Campos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779537" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/especialista-joana-campos-nos-proximos-dias-as-temperaturas-vao-subir-mas-voltarao-a-descer-ate-ao-fim-de-semana.html" title="Especialista Joana Campos: 'nos próximos dias as temperaturas vão subir, mas voltarão a descer até ao fim de semana'">Especialista Joana Campos: "nos próximos dias as temperaturas vão subir, mas voltarão a descer até ao fim de semana"</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/especialista-joana-campos-nos-proximos-dias-as-temperaturas-vao-subir-mas-voltarao-a-descer-ate-ao-fim-de-semana.html" title="Especialista Joana Campos: 'nos próximos dias as temperaturas vão subir, mas voltarão a descer até ao fim de semana'"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/especialista-joana-campos-nos-proximos-dias-as-temperaturas-vao-subir-mas-voltarao-a-descer-ate-ao-fim-de-semana-1784552333975_320.png" alt="Especialista Joana Campos: 'nos próximos dias as temperaturas vão subir, mas voltarão a descer até ao fim de semana'"></a></article></aside><p>“Assim, e apesar de na quinta-feira já se denotar uma descida das temperaturas máximas,<strong> na sexta-feira esta descida deverá ser mais evidente</strong>, onde apenas Évora, Beja e Faro poderão contar com 30 ºC e todas as restantes capitais de distritos devem registar valores inferiores.”</p><p>“No sábado, esta tendência térmica deverá manter-se, ainda que <strong>a chuva possa dissipar-se quase totalmente</strong>, dando lugar a um dia seco e com céu geralmente limpo.”</p><p>E onde é que o pode passar? Na <strong>Praia Fluvial da Albufeira do Ermal</strong>, em Vieira do Minho.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c-1784655792907.jpg" data-image="d4affgb7ubq9" alt="Praia Fluvial da Albufeira do Ermal" title="Praia Fluvial da Albufeira do Ermal"><figcaption>É uma boa sugestão para este fim de semana. Foto: CM VMinho</figcaption></figure><p>Sabemos que pode ser verdade. Quando se pensa em praias fluviais no Norte de Portugal, é comum imaginar águas bem frescas. No entanto, esta é uma exceção que tem vindo a surpreender muitos dos visitantes. </p><div class="texto-destacado">Em Vieira do Minho, a Praia Fluvial da Albufeira do Ermal conquistou fama precisamente por oferecer uma temperatura da água mais agradável do que é habitual na região, tornando-se um dos destinos mais procurados nos dias quentes de verão.</div><p>Durante estes meses, <strong>é frequente chegar aos 24 °C</strong> nos períodos mais quentes. Esta característica deve-se à própria configuração da albufeira. É que a zona balnear é relativamente pouco profunda, encontrando-se protegida do vento e recebendo bastante exposição solar. São estes fatores, portanto, que permitem um<strong> aquecimento mais rápido da água </strong>ao longo dos dias de verão.</p><p>O resultado é um local particularmente agradável para quem prefere banhos demorados, sem o choque térmico típico de muitos rios de montanha.</p><h2>Uma praia rodeada de história</h2><p>A paisagem que hoje atrai milhares de visitantes nasceu graças à construção da <strong>Barragem do Ermal</strong>, também conhecida como Barragem de Guilhofrei, inaugurada em 1938 no rio Ave para produção de energia hidroelétrica.</p><p>Com o enchimento da barragem formou-se a albufeira que deu origem à atual praia fluvial. Antes disso, esta zona era conhecida pelos habitantes como Ilha do Ermal, designação que ainda hoje continua a ser utilizada. E porque é que surgiu este nome? Porque o terreno era rodeado por vários cursos de água, criando a aparência de uma pequena ilha.</p><div class="texto-destacado">Atualmente, continua a ser um dos espaços de lazer mais emblemáticos de Vieira do Minho e volta regularmente a distinguir-se pela qualidade da água e das infraestruturas. </div><p>Em 2026, recebeu novamente o galardão <strong>Praia com Qualidade de Ouro</strong>, atribuído pela associação ambientalista Quercus.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="768412" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/ja-sao-conhecidas-as-praias-com-bandeira-azul-em.html" title="Já são conhecidas as praias com Bandeira Azul em 2026">Já são conhecidas as praias com Bandeira Azul em 2026</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/ja-sao-conhecidas-as-praias-com-bandeira-azul-em.html" title="Já são conhecidas as praias com Bandeira Azul em 2026"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ja-sao-conhecidas-as-praias-com-bandeira-azul-em-1778573948671_320.jpg" alt="Já são conhecidas as praias com Bandeira Azul em 2026"></a></article></aside><p>“A zona balnear é um dos espaços de lazer mais emblemáticos do concelho”, escreve a revista ‘NiT’. “Para além da temperatura da água, distingue-se pela paisagem envolvente, marcada pela beleza da Serra da Cabreira.”</p><h2>Muito mais do que banhos</h2><p>O melhor, para quem gosta de férias ativas, é que aqui dificilmente ficará sem opções. A praia dispõe de um <strong>parque aquático insuflável </strong>instalado na albufeira, ideal para famílias e grupos de amigos. Pode ainda experimentar caiaques, pranchas de <em>stand up paddle</em>, gaivotas ou aventurar-se no famoso Teleski Ilha do Ermal, um sistema de cabos que permite praticar <em>wakeboard </em>e esqui aquático sem necessidade de barco.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c-1784656148058.jpg" data-image="wx9b6zs837zy" alt="Praia Fluvial da Albufeira do Ermal" title="Praia Fluvial da Albufeira do Ermal"><figcaption>Há muito para fazer. Foto: CM VMinho</figcaption></figure><p>É precisamente esta infraestrutura que tornou a praia conhecida entre os praticantes de desportos náuticos, recebendo visitantes de vários pontos do país. Quanto aos preços, podem ser consultados<em> online</em> e começam nos<strong> 5€ por pessoa</strong>.</p><p>Quem preferir um ritmo mais tranquilo pode simplesmente estender a toalha na relva, fazer um piquenique com vista para a albufeira ou percorrer os caminhos envolventes para observar a paisagem.</p><h2>Um destino perfeito para prolongar a estadia</h2><p>Outra das vantagens desta praia fluvial é permitir que a experiência não termine ao final do dia.</p><p>Junto à albufeira existe uma <strong>área de campismo </strong>muito procurada durante o verão. Nas proximidades encontra também outras opções de alojamento, incluindo alojamentos locais, casas rurais e pequenas unidades de turismo.</p><div class="texto-destacado">A localização é igualmente um excelente ponto de partida para explorar Vieira do Minho e os arredores. </div><p>A poucos quilómetros encontra vários miradouros sobre a Serra da Cabreira, pequenas cascatas e percursos pedestres. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="778243" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/agua-do-mar-a-29-c-esta-piscina-promete-mudar-os-seus-mergulhos-em-portugal.html" title="Água do mar a 29 °C? Esta piscina promete mudar os seus mergulhos em Portugal">Água do mar a 29 °C? Esta piscina promete mudar os seus mergulhos em Portugal</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/agua-do-mar-a-29-c-esta-piscina-promete-mudar-os-seus-mergulhos-em-portugal.html" title="Água do mar a 29 °C? Esta piscina promete mudar os seus mergulhos em Portugal"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/agua-do-mar-a-29-c-esta-piscina-promete-mudar-os-seus-mergulhos-em-portugal-1783865254497_320.jpg" alt="Água do mar a 29 °C? Esta piscina promete mudar os seus mergulhos em Portugal"></a></article></aside><p>Se quiser prolongar o passeio, o <strong>Parque Nacional da Peneda-Gerês</strong> fica a cerca de meia hora de autom��vel, oferecendo dezenas de trilhos, lagoas naturais e aldeias típicas.</p><p>“Durante a estadia, pode aproveitar para visitar também a Cascata da Candos, localizada a 15 minutos de carro da praia fluvial, ou o Miradouro e Baloiço da Serradela, a cerca de 20”, recomenda a ‘NiT’. </p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="NiT%2C%20Pincelli%2C%20I" data-year="2026" data-title="A%20praia%20fluvial%20no%20Minho%20com%20%C3%A1gua%20morna%20onde%20tamb%C3%A9m%20pode%20acampar" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nit.pt%2Ffora-de-casa%2Fna-cidade%2Fa-praia-fluvial-no-minho-com-agua-morna-onde-tambem-pode-acampar">NiT, Pincelli, I. (2026). <a href="https://www.nit.pt/fora-de-casa/na-cidade/a-praia-fluvial-no-minho-com-agua-morna-onde-tambem-pode-acampar" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">A praia fluvial no Minho com água morna onde também pode acampar</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Verme marinho da costa portuguesa revela potencial biotecnológico em investigação pioneira do IPMA]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/verme-marinho-da-costa-portuguesa-revela-potencial-biotecnologico-em-investigacao-pioneira-do-ipma.html</link><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Um organismo discreto está a despertar o interesse científico graças a propriedades que poderão abrir oportunidades para diferentes setores.</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/verme-marinho-da-costa-portuguesa-revela-potencial-biotecnologico-em-investigacao-pioneira-do-ipma-1784899534949.jpg" data-image="x1epqzy8jj3w" alt="Estuário do Rio Mira" title="Estuário do Rio Mira"><figcaption>O estuário do rio Mira é um dos ecossistemas da costa portuguesa com uma presença significativa do Vermetus triquetrus. Foto: Kyle Taylor, CC BY 2.0, Wikimedia Commons</figcaption></figure><p>As águas costeiras portuguesas escondem muito mais do que espécies conhecidas da ciência. Entre os organismos menos estudados encontra-se o <strong>Vermetus triquetrus</strong>, um gastrópode marinho que vive fixo ao substrato e forma recifes. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Apesar da sua presença relevante na costa nacional, sobretudo no estuário do rio Mira, permaneceu durante décadas praticamente ignorado pelos investigadores. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Agora, um estudo pioneiro conduzido por uma equipa do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) mostra que esta espécie poderá tornar-se uma fonte valiosa de <strong>compostos bioativos</strong> com interesse para áreas tão distintas como a nutracêutica, a cosmética e a indústria farmacêutica.</p><h2>Da composição bioquímica às aplicações em saúde</h2><p>Publicado na revista científica <em>Marine Biotechnology</em>, o trabalho representa o primeiro estudo aprofundado dedicado ao <strong>Vermetus triquetrus</strong>. A investigação analisou a <strong>composição bioquímica</strong> do organismo e avaliou a sua atividade <strong>antioxidante</strong> e <strong>anti</strong>-<strong>inflamatória</strong>, duas características particularmente relevantes na procura de novas moléculas naturais para aplicações em saúde e bem-estar.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Os resultados revelaram níveis elevados de atividade biológica e permitiram identificar uma concentração significativa de <strong>compostos polifenólicos</strong>, sobretudo na massa visceral do animal. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Estas substâncias são amplamente estudadas devido às suas propriedades antioxidantes e ao potencial para integrar <strong>suplementos alimentares</strong>, formulações <strong>cosméticas</strong> ou futuros produtos <strong>farmacêuticos</strong>.</p><h2>Um recurso marinho ainda por descobrir</h2><p>A investigação diferenciou as duas principais unidades anatómicas do organismo, a massa visceral e o manto, permitindo compreender melhor onde se concentram os compostos com maior <strong>interesse biotecnológico</strong>. Segundo os investigadores, esta abordagem abre caminho a <strong>estudos mais aprofundados</strong> sobre a composição química da espécie e ao refinamento das frações extraídas da biomassa.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/verme-marinho-da-costa-portuguesa-revela-potencial-biotecnologico-em-investigacao-pioneira-do-ipma-1784899633806.jpg" data-image="9gb2fs1zov70" alt="Vermetus triquetrus" title="Vermetus triquetrus"><figcaption>Este é o aspeto do verme que, após estudado revelou atividade antioxidante e anti-inflamatória. Imagem: Breves et al./Marine Biotechnology (2026)</figcaption></figure><p>A equipa científica conclui que os resultados obtidos justificam novas etapas de investigação. O objetivo passa por <strong>caracterizar de forma mais detalhada os compostos</strong> presentes e avaliar o seu potencial em diferentes aplicações industriais, desde ingredientes para suplementos alimentares até moléculas que possam contribuir para o desenvolvimento de novos produtos nas áreas cosmética e farmacêutica.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="689404" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/sao-vermes-e-cuidam-do-mar-conheca-as-criaturas-que-portugueses-e-espanhois-descobriram.html" title="São vermes e cuidam do mar: conheça as criaturas das águas costeiras que portugueses e espanhóis descobriram">São vermes e cuidam do mar: conheça as criaturas das águas costeiras que portugueses e espanhóis descobriram</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/sao-vermes-e-cuidam-do-mar-conheca-as-criaturas-que-portugueses-e-espanhois-descobriram.html" title="São vermes e cuidam do mar: conheça as criaturas das águas costeiras que portugueses e espanhóis descobriram"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/sao-vermes-e-cuidam-do-mar-conheca-as-criaturas-que-portugueses-e-espanhois-descobriram-1735240612988_320.jpg" alt="São vermes e cuidam do mar: conheça as criaturas das águas costeiras que portugueses e espanhóis descobriram"></a></article></aside><p>O estudo foi assinado por André Breves, Carlos Cardoso, Cláudia Afonso, Joana Matos, Jorge Lobo-Arteaga, Cátia Bartilotti, Sabrina Sales, Sónia Pedro e Narcisa M. Bandarra. De acordo com o IPMA, o artigo <strong>despertou um interesse significativo</strong> na comunidade científica precisamente por explorar um organismo que permanecia praticamente inédito na literatura especializada.</p><h2>Preservar a riqueza do oceano português</h2><p>Esta descoberta integra um esforço científico muito mais abrangente. O trabalho foi desenvolvido no âmbito do projeto <strong>MAR2030 Genemare_Portugal</strong>, iniciativa que pretende criar o primeiro biobanco da biodiversidade marinha das águas portuguesas.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Conhecido como Biobanco Azul – Banco Nacional dos Recursos Vivos Marinhos, o projeto tem como missão caracterizar, conservar e preservar o património biológico marinho nacional. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Ao reunir informação genética, bioquímica e biotecnológica de milhares de espécies, este repositório permitirá <strong>preservar recursos</strong> únicos e disponibilizar conhecimento para futuras investigações.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/verme-marinho-da-costa-portuguesa-revela-potencial-biotecnologico-em-investigacao-pioneira-do-ipma-1784899775587.jpg" data-image="h1wdoy52k7j3" alt="falésias" title="falésias"><figcaption>O trabalho da equipa do IPMA evidencia a importância de valorizar a investigação sobre o mar português. Foto: Pxhere</figcaption></figure><p>Mais do que um arquivo biológico, o biobanco pretende constituir uma infraestrutura estratégica para valorizar a biodiversidade portuguesa. O projeto abrange organismos que vão desde microrganismos até animais vertebrados e integra diferentes áreas científicas, incluindo <strong>genómica</strong>, <strong>metabolómica</strong> e <strong>biotecnologia</strong> aplicada.</p><h2>Biodiversidade como fonte de inovação</h2><p>A valorização sustentável dos recursos marinhos assume um papel cada vez mais relevante na economia azul. Espécies que durante muito tempo passaram despercebidas podem revelar compostos naturais com <strong>elevado interesse científico e industrial</strong>, contribuindo para a criação de produtos inovadores e de maior valor acrescentado.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O caso do Vermetus triquetrus demonstra precisamente como o conhecimento da biodiversidade pode gerar novas oportunidades. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Embora o percurso até uma eventual aplicação comercial ainda exija investigação adicional, os resultados agora publicados identificam esta espécie como uma promissora fonte de moléculas bioativas.</p><p>Ao mesmo tempo, reforçam a importância de investir na caracterização dos organismos que habitam as águas portuguesas. <strong>Cada nova espécie estudada aumenta o conhecimento sobre os ecossistemas marinhos</strong> e pode revelar recursos capazes de responder a desafios futuros nas áreas da saúde, do bem-estar e da inovação tecnológica.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779890" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/rede-nacional-de-hubs-azuis-mergulha-no-oceano-para-levar-ciencia-e-inovacao-ate-a-economia-portuguesa.html" title="Rede nacional de Hubs Azuis mergulha no oceano para levar ciência e inovação até à economia portuguesa">Rede nacional de Hubs Azuis mergulha no oceano para levar ciência e inovação até à economia portuguesa</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/rede-nacional-de-hubs-azuis-mergulha-no-oceano-para-levar-ciencia-e-inovacao-ate-a-economia-portuguesa.html" title="Rede nacional de Hubs Azuis mergulha no oceano para levar ciência e inovação até à economia portuguesa"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/rede-nacional-de-hubs-azuis-mergulha-no-oceano-para-levar-ciencia-e-inovacao-ate-a-economia-portuguesa-1784726582546_320.jpg" alt="Rede nacional de Hubs Azuis mergulha no oceano para levar ciência e inovação até à economia portuguesa"></a></article></aside><p>Mais do que uma descoberta isolada, este trabalho evidencia o valor científico do oceano português e o papel do projeto <strong>MAR2030 Genemare_Portugal</strong> na construção de um legado que pretende preservar a biodiversidade marinha, aprofundar o conhecimento sobre os seus recursos vivos e abrir caminho a novas aplicações biotecnológicas baseadas na riqueza natural do país.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Andr%C3%A9%20Breves%2C%20Carlos%20Cardoso%2C%20Cl%C3%A1udia%20Afonso%2C%20Joana%20Matos%2C%20Jorge%20Lobo-Arteaga%2C%20C%C3%A1tia%20Bartilotti%2C%20Sabrina%20Sales%2C%20S%C3%B3nia%20Pedro%20e%20Narcisa%20M.%20Bandarra" data-year="" data-title="Unveiling%20the%20Hidden%20Biotechnological%20Potential%20of%20the%20Vermetid%20Gastropod%20Vermetus%20triquetrus%3A%20Insights%20into%20an%20Unexplored%20Marine%20Resource" data-url="https%3A%2F%2Flink.springer.com%2Farticle%2F10.1007%2Fs10126-026-10632-3">André Breves, Carlos Cardoso, Cláudia Afonso, Joana Matos, Jorge Lobo-Arteaga, Cátia Bartilotti, Sabrina Sales, Sónia Pedro e Narcisa M. Bandarra. <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10126-026-10632-3" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Unveiling the Hidden Biotechnological Potential of the Vermetid Gastropod Vermetus triquetrus: Insights into an Unexplored Marine Resource</a>.</cite><br><cite data-author="IPMA" data-year="" data-title="Artigo%20Cient%C3%ADfico%20sobre%20Gastr%C3%B3pode%20Marinho" data-url="https%3A%2F%2Fwww.ipma.pt%2Fpt%2Fmedia%2Fnoticias%2Fdocumentos%2F2026%2FArtigo_cientifico_vermetus_triquetrus.PT.pdf">IPMA. <a href="https://www.ipma.pt/pt/media/noticias/documentos/2026/Artigo_cientifico_vermetus_triquetrus.PT.pdf" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Artigo Científico sobre Gastrópode Marinho</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/verme-marinho-da-costa-portuguesa-revela-potencial-biotecnologico-em-investigacao-pioneira-do-ipma.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O "ar condicionado colonial" de Guanajuato: como as suas ruas estreitas se mantêm frescas sem tecnologia moderna]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-ar-condicionado-colonial-de-guanajuato-como-as-suas-ruas-estreitas-se-mantem-frescas-sem-tecnologia-moderna.html</link><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:55:42 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Graças ao traçado das suas ruas e ao seu relevo, Guanajuato não é apenas um destino romântico, mas também uma cidade naturalmente concebida para manter um ambiente agradável durante a maior parte do ano.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-aire-acondicionado-colonial-de-guanajuato-asi-refrescan-sus-calles-estrechas-sin-tecnologia-moderna-1784337782288.png" data-image="h0ya3jiwmghs" alt="In 1988, UNESCO recognized Guanajuato's historic center and its nearby mines as a World Heritage Site." title="In 1988, UNESCO recognized Guanajuato's historic center and its nearby mines as a World Heritage Site."><figcaption>Em 1988, a UNESCO reconheceu o centro histórico de Guanajuato e as minas nas suas imediações como Património Mundial.</figcaption></figure><p>Este destino romântico, situado no coração de <strong>Guanajuato</strong>, é um dos locais mais emblemáticos do estado, reconhecido tanto a nível nacional como internacional. A sua arquitetura e a disposição compacta das suas fachadas coloridas inspiraram inúmeras lendas e locais românticos, incluindo o famoso Beco do Beijo.</p><p>As ruas estreitas da cidade e as grandiosas casas coloniais, com os seus tetos altos, paredes grossas de pedra ou adobe e impressionantes pátios centrais, criam um<strong> sistema natural de ventilação cruzada e um efeito de chaminé</strong>.</p><div class="texto-destacado">Estas características arquitetónicas funcionam como um regulador térmico natural, absorvendo o calor durante o dia e libertando-o à noite, à medida que as temperaturas descem após o pôr do sol. Também ajudam a manter os interiores frescos pela manhã e confortavelmente quentes no final do dia.</div><p>Este projeto, que remonta à era colonial, permite que os edifícios — incluindo residências e estabelecimentos comerciais — mantenham uma temperatura interior agradável. <strong>É uma forma natural de reproduzir o efeito refrescante do ar condicionado moderno</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-aire-acondicionado-colonial-de-guanajuato-asi-refrescan-sus-calles-estrechas-sin-tecnologia-moderna-1784337842384.png" data-image="la7t3fk0bent" alt="The city's underground network consists of 23 tunnels, several of which now serve as major traffic routes." title="The city's underground network consists of 23 tunnels, several of which now serve as major traffic routes."><figcaption>A rede subterrânea da cidade é composta por 23 túneis, vários dos quais servem atualmente como importantes vias de tráfego.</figcaption></figure><p><strong>Correntes de ar aceleradas formam-se naturalmente ao longo da sua intrincada rede de ruas</strong>. O contraste entre o ar mais fresco no interior das ruas estreitas e o ar mais quente exposto à luz solar direta reforça ainda mais este fluxo de ar.</p><h2>Mais de 8 quilómetros de ruas interligadas</h2><p>Estas passagens foram originalmente construídas para desviar o curso do rio <strong>e ajudar a prevenir inundações nos túneis de Guanajuato</strong>. Este labirinto colonial é construído principalmente com paredes de pedra, criando uma estrutura robusta e duradoura.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="775880" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/por-que-alguns-locais-nao-querem-mais-fazer-parte-da-lista-do-patrimonio-mundial-da-unesco.html" title="Por que é que alguns locais já não querem fazer parte da Lista do Património Mundial da UNESCO?">Por que é que alguns locais já não querem fazer parte da Lista do Património Mundial da UNESCO?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/por-que-alguns-locais-nao-querem-mais-fazer-parte-da-lista-do-patrimonio-mundial-da-unesco.html" title="Por que é que alguns locais já não querem fazer parte da Lista do Património Mundial da UNESCO?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/perche-alcune-desitazioni-non-vogliono-piu-essere-parte-della-lista-del-patrimonio-unesco-1781773558638_320.jpg" alt="Por que é que alguns locais já não querem fazer parte da Lista do Património Mundial da UNESCO?"></a></article></aside><p>A ausência de saídas diretas ao longo de muitos troços destas passagens, combinada com diferenças de pressão significativas causadas por variações de altitude e temperatura, bem como pela forma como o ar é canalizado através delas, <strong>cria brisas fortes e frescas que fazem com que os visitantes se sintam como se estivessem a caminhar num túnel de vento</strong>.</p><h3>Um projeto ambicioso que teve início em 1963</h3><p>A construção deste notável sistema de ruas subterrâneas teve início em <strong>1963</strong>. O ambicioso projeto tinha como objetivo <strong>encanar o rio</strong> e <strong>pavimentar a sua superfície</strong> para melhorar as infraestruturas da cidade. Foi concebido para <strong>resolver os problemas de inundações de longa data de Guanajuato</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-aire-acondicionado-colonial-de-guanajuato-asi-refrescan-sus-calles-estrechas-sin-tecnologia-moderna-1784337966246.png" data-image="advxap3z971f" alt="Guanajuato's colorful facades take advantage of the orientation of its streets to create shade and reduce direct sunlight." title="Guanajuato's colorful facades take advantage of the orientation of its streets to create shade and reduce direct sunlight."><figcaption>As fachadas coloridas de Guanajuato tiram partido da orientação das suas ruas para criar sombra e reduzir a luz solar direta.</figcaption></figure><p>Ao longo do percurso, visitantes e habitantes locais admiram os enormes arcos de pedra da cidade, que se mantiveram notavelmente bem preservados apesar da passagem do tempo e se tornaram uma das atrações emblemáticas de Guanajuato. <strong>Estes arcos contam parte da história do património de engenharia e arquitetura da cidade</strong>.</p><h3>História, aventura e cultura em cada esquina</h3><p>Explorar as ruas de Guanajuato proporciona aos visitantes uma experiência que combina aventura com história e cultura. Ao passear por estas ruas pitorescas, <strong>tem-se a sensação de que o tempo parou, transportando-nos para outra época</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774004" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/arquitetura-de-vanguarda-calor-a-bombar-o-fiasco-termico-da-estacao-de-nantes.html" title="Arquitetura de vanguarda, calor a bombar: o fiasco térmico da estação de Nantes">Arquitetura de vanguarda, calor a bombar: o fiasco térmico da estação de Nantes</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/arquitetura-de-vanguarda-calor-a-bombar-o-fiasco-termico-da-estacao-de-nantes.html" title="Arquitetura de vanguarda, calor a bombar: o fiasco térmico da estação de Nantes"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/arquitetura-de-vanguarda-calor-de-rachar-o-fiasco-termico-da-estacao-de-nantes-1781601541617_320.png" alt="Arquitetura de vanguarda, calor a bombar: o fiasco térmico da estação de Nantes"></a></article></aside><p><strong>É um local único onde os visitantes podem desfrutar de um ambiente naturalmente fresco enquanto descobrem o carácter autêntico da cidade</strong>, longe da agitação das amplas avenidas e das estradas movimentadas. Se tiver oportunidade, vale bem a pena incluir este destino nas suas próximas férias — ou fazer uma escapadela de fim de semana até lá.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-ar-condicionado-colonial-de-guanajuato-como-as-suas-ruas-estreitas-se-mantem-frescas-sem-tecnologia-moderna.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[É assim que o solo guarda a memória de uma seca extrema]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/e-assim-que-o-solo-guarda-a-memoria-de-uma-seca-extrema.html</link><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:46:10 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>As chuvas regressam, mas o solo nem sempre recupera o seu equilíbrio. Estudos recentes revelam que o solo conserva uma memória das secas passadas, com efeitos duradouros nas plantas, na agricultura e no risco de incêndios.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-sol-peut-il-garder-la-memoire-d-une-secheresse-changement-climatique-1783257568710.jpeg" data-image="tfjh6n39kodv" alt="Plantas de lechuga marchitas y suelo agrietado por la sequía en un huerto: ¿conserva el suelo las cicatrices de este estrés hídrico?" title="Plantas de lechuga marchitas y suelo agrietado por la sequía en un huerto: ¿conserva el suelo las cicatrices de este estrés hídrico?"><figcaption>Alface murcha e solo rachado devido à seca numa horta: será que o solo guarda as marcas deste stress hídrico?</figcaption></figure><p>Por vezes, a chuva basta para devolver o verde às paisagens, mas não para apagar os efeitos de uma seca. Sob a superfície, os solos demoram muito tempo a recuperar o seu equilíbrio.</p><p>A sua estrutura, os seus níveis de humidade e a sua atividade biológica conservam os vestígios dos períodos de escassez de água:<strong> uma verdadeira "memória" que tem repercussões duradouras nos ecossistemas</strong>.</p><h2>Uma memória invisível sob os nossos pés</h2><p>Em locais como a França, esta realidade é especialmente evidente este ano. Segundo a <em>Météo-France</em>, a 15 de julho, a humidade do solo tinha descido para um nível nunca antes observado tão cedo no verão, <strong>ultrapassando os mínimos registados durante as secas de 1976, 2022 e 2025 para essa mesma data</strong>.</p><p>Apesar das trovoadas previstas, as precipitações revelar-se-ão frequentemente insuficientes para reidratar de forma duradoura solos extremamente secos, nos quais a água tende a escorrer em vez de se infiltrar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-sol-peut-il-garder-la-memoire-d-une-secheresse-changement-climatique-1784368054380.jpg" data-image="517qkqy9suit" alt="Une sécheresse historique sur la France hexagonale et la Corse. (c) Meteo-France" title="Une sécheresse historique sur la France hexagonale et la Corse. (c) Meteo-France"><figcaption>Uma seca histórica na França continental e na Córsega. (c) Meteo-France</figcaption></figure><p>Este fenómeno faz parte de uma tendência mais ampla. <strong>Desde o final da década de 1980, as secas do solo tornaram-se mais frequentes, prolongadas e intensas</strong>. A sua frequência, por exemplo em França, <strong>duplicou desde os anos 60 e triplicou no sul do país</strong>.</p><p>Num<strong> cenário de aquecimento de +4 °C</strong>, a França poderá registar mais <strong>39 dias de seca por ano, com até oito meses de solo seco na costa mediterrânica</strong>.</p><h2>O solo: o primeiro elo da resiliência vegetal</h2><p>Durante muito tempo, os investigadores acreditaram que os limites da resiliência das plantas eram determinados principalmente pelas folhas ou pelas raízes. Um estudo publicado na <em>Science</em> <strong>demonstra que o verdadeiro fator limitante costuma ser o solo</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779464" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/restaurar-o-solo-a-maneira-mais-rapida-de-ajudar-a-resfriar-o-planeta.html" title="Restaurar o solo: a maneira mais rápida de ajudar a arrefecer o planeta">Restaurar o solo: a maneira mais rápida de ajudar a arrefecer o planeta</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/restaurar-o-solo-a-maneira-mais-rapida-de-ajudar-a-resfriar-o-planeta.html" title="Restaurar o solo: a maneira mais rápida de ajudar a arrefecer o planeta"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/restaurar-el-suelo-la-forma-mas-rapida-para-ayudar-a-enfriar-el-planeta-1784450180301_320.jpg" alt="Restaurar o solo: a maneira mais rápida de ajudar a arrefecer o planeta"></a></article></aside><p>A água fica retida em poros minúsculos. À medida que o solo seca, as forças físicas que retêm a água tornam-se tão intensas que as raízes têm dificuldade em extraí-la. Quando o potencial hídrico desce abaixo de um limiar crítico, as plantas já não conseguem absorver água suficiente.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="fr" dir="ltr"> La France est dans une situation de sécheresse « exceptionnelle », alerte le gouvernement. Presque tous les départements sont touchés à tel point que dans le sud, certains maires ont décidé de ne plus délivrer de permis de construire. <a href="https://x.com/hashtag/JT20h?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#JT20h</a> <a href="https://t.co/zhqwtxhuDM">pic.twitter.com/zhqwtxhuDM</a></p>— Le20h-France Télévisions (@le20hfrancetele) <a href="https://x.com/le20hfrancetele/status/2077461911726063770?ref_src=twsrc%5Etfw">July 15, 2026</a></blockquote></figure><p>Para sobreviver, fecham os seus estômatos <strong>pequenos poros situados no envés das folhas</strong>, com o objetivo de limitar a perda de água. Embora esta estratégia evite a desidratação, também<strong> retarda a fotossíntese, o crescimento e os processos naturais de arrefecimento das plantas.</strong></p><p>Estas descobertas obrigam a repensar a agricultura: adaptar uma cultura já não é apenas uma questão de escolher uma variedade resistente; <strong>também requer ter em conta as propriedades do solo onde cresce</strong>.</p><h2>A microbiota do solo também guarda a memória das secas</h2><p>O solo é mais do que um simples reservatório de água; também <strong>abriga uma vasta microbiota composta por bactérias, fungos e outros microrganismos</strong>. Um estudo publicado na <em>Nature Microbiology</em> revela que estas comunidades também guardam a memória das secas.</p><div class="texto-destacado"><strong>Ao analisar pastagens que recebem entre 400 e 1200 mm de precipitação anual</strong>, os investigadores<strong> descobriram que os solos mais secos albergavam bactérias e genes mais bem adaptados à escassez de água.</strong></div><p>O mais notável é que esta adaptação persistiu após cinco meses de alternância entre condições de seca e rega abundante. Os cientistas denominam este fenómeno de "memória ecológica do solo".</p><p>Esta memória também beneficia as plantas. A microbiota altera a expressão de certos genes envolvidos na gestão da água, melhorando assim a resistência das plantas a futuras secas. Embora os mecanismos exatos ainda não sejam totalmente compreendidos e variem consoante a espécie, <strong>esta descoberta abre vias promissoras para reforçar a resiliência das culturas</strong>.</p><h2>Proteger o solo para aumentar a resiliência</h2><p>Face às <strong>alterações climáticas</strong>, a adaptação depende da promoção de solos biologicamente mais ativos e resilientes.</p><p>Os investigadores recomendam a seleção de culturas com base nas características específicas do terreno e a diversificação da produção agrícola. Espécies mais bem adaptadas a climas secos<strong> como o sorgo, o milho-miúdo, o grão-de-bico ou a batata-doce</strong>, poderão desempenhar um papel cada vez mais importante em determinadas regiões.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="765229" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/agricultura-governo-cria-plataforma-de-suporte-aos-modos-de-producao-biologico-e-producao-integrada.html" title="Agricultura: Governo cria plataforma de suporte aos modos de produção biológico e produção integrada ">Agricultura: Governo cria plataforma de suporte aos modos de produção biológico e produção integrada </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/agricultura-governo-cria-plataforma-de-suporte-aos-modos-de-producao-biologico-e-producao-integrada.html" title="Agricultura: Governo cria plataforma de suporte aos modos de produção biológico e produção integrada "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/agricultura-governo-cria-plataforma-de-suporte-aos-modos-de-producao-biologico-e-producao-integrada-1776886937696_320.jpg" alt="Agricultura: Governo cria plataforma de suporte aos modos de produção biológico e produção integrada "></a></article></aside><p>A<strong> agroflorestação</strong>, que integra árvores e culturas, também constitui uma abordagem promissora. Melhora a estrutura do solo, favorece a infiltração da água e limita a evaporação.</p><p>A conservação do solo vai além do âmbito agrícola: <strong>um solo saudável retém mais água, protege contra a erosão, sustenta a biodiversidade e contribui para o armazenamento de carbono</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="No%C3%A9mie%20Matos" data-year="" data-title="En%20cas%20de%20s%C3%A9cheresse%2C%20il%20faut%20plus%20que%20jamais%20%C3%A9couter%20les%20sols" data-url="https%3A%2F%2Fwww.terrenature.ch%2Fnature%2Fen-temps-de-secheresse-il-faut-plus-que-jamais-ecouter-les-sols%2F">Noémie Matos. <a href="https://www.terrenature.ch/nature/en-temps-de-secheresse-il-faut-plus-que-jamais-ecouter-les-sols/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">En cas de sécheresse, il faut plus que jamais écouter les sols</a>.</cite><br><cite data-author="Tha%C3%AFs%20de%20Bastard" data-year="" data-title="Le%20microbiote%20du%20sol%20%22m%C3%A9morise%22%20les%20s%C3%A9cheresses%20et%20aide%20les%20plantes%20%C3%A0%20s'adapter" data-url="https%3A%2F%2Fwww.sciencesetavenir.fr%2Fnature-environnement%2Fclimat%2Fle-microbiote-du-sol-memorise-les-secheresses-et-aide-les-plantes-a-s-adapter_189209">Thaïs de Bastard. <a href="https://www.sciencesetavenir.fr/nature-environnement/climat/le-microbiote-du-sol-memorise-les-secheresses-et-aide-les-plantes-a-s-adapter_189209" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Le microbiote du sol "mémorise" les sécheresses et aide les plantes à s'adapter</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/e-assim-que-o-solo-guarda-a-memoria-de-uma-seca-extrema.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Aguaceiros e altos e baixos na temperatura marcam o estado do tempo até domingo, 26 de julho, em Portugal continental]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aguaceiros-e-altos-e-baixos-na-temperatura-marcam-o-estado-do-tempo-ate-domingo-26-de-julho-em-portugal-continental.html</link><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:18:27 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nos próximos dias Portugal continental deverá manter tempo fresco, com aguaceiros mais frequentes no Norte e Centro e alguma variabilidade nas temperaturas, com expectável subida a partir de domingo, 26 de julho.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xart8vm"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xart8vm.jpg" id="xart8vm"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A influência atlântica deverá dominar o estado do tempo em Portugal continental nos próximos dias, favorecendo um ambiente mais fresco, com temperaturas abaixo do habitual para a época. <strong>O Norte e o Centro deverão concentrar a maior probabilidade de aguaceiros</strong>, antes de uma melhoria gradual do tempo no domingo.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações</div><p>O posicionamento do anticiclone dos Açores a oeste da Península Ibérica favorecerá uma circulação de noroeste. Em altitude, a passagem de um cavado permitirá a entrada de ar mais fresco e instável, <strong>promovendo o desenvolvimento de nebulosidade e aguaceiros, sobretudo nas regiões Norte e Centro</strong>.</p><h2>Circulação de noroeste favorece aguaceiros e ambiente fresco</h2><p>Ao longo do dia de hoje, <strong>os</strong> <strong>aguaceiros deverão ocorrer de forma dispersa</strong>, sobretudo no Minho, Douro Litoral e em alguns locais do interior Norte e Centro, geralmente com acumulados pouco significativos. O vento soprará de noroeste, moderado no litoral e fraco a moderado no restante território. As máximas deverão variar entre <strong>22 e 25 ºC no litoral Norte e Centro</strong>, rondando os <strong>28 ºC em Castelo Branco</strong> e os <strong>30 ºC em Beja</strong>, que deverá voltar a registar o valor mais elevado entre as capitais distritais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aguaceiros-e-temperaturas-abaixo-da-media-marcam-o-estado-do-tempo-ate-domingo-26-de-julho-em-portugal-continental-1784900150392.png" data-image="ybb6kehjr5ha"><figcaption>A passagem de um cavado em altitude deverá favorecer o desenvolvimento de aguaceiros durante o sábado, sobretudo nas regiões Norte e Centro. As áreas montanhosas e o litoral ocidental deverão concentrar a maior probabilidade de precipitação.</figcaption></figure><p>No sábado, a instabilidade deverá manter-se, constituindo-se outro <strong>dia com alguma probabilidade de ocorrência de precipitação</strong>. Os aguaceiros são localmente mais prováveis nas serras do Minho, de Trás-os-Montes e das Beiras, onde os acumulados poderão atingir entre <strong>5 e 10 mm</strong>, enquanto a sul do sistema Montejunto-Estrela deverá continuar a predominar o tempo seco. Será o dia mais fresco do período, com <strong>anomalias térmicas negativas até 5ºC</strong> em vários locais do Norte e Centro. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aguaceiros-e-temperaturas-abaixo-da-media-marcam-o-estado-do-tempo-ate-domingo-26-de-julho-em-portugal-continental-1784899897886.png" data-image="4xujv4ive31g"><figcaption>A entrada de uma massa de ar mais fresca de origem atlântica deverá manter as temperaturas abaixo do habitual em Portugal durante o sábado. As anomalias negativas serão mais expressivas no Norte e no interior, onde os valores poderão situar-se até cerca de 5 ºC abaixo da média para a época.</figcaption></figure><p>As temperaturas máximas deverão rondar os 23 ºC no litoral Norte e Centro, cerca de 26 ºC em Braga, 24 ºC na Guarda, 29 ºC em Castelo Branco, 28 ºC em Évora e entre 30 e 31 ºC em Beja.</p><h2>Domingo traz tempo mais estável e subida das temperaturas</h2><p>No domingo, dia 26, a atmosfera tornar-se-á mais estável, seca e predominantemente soalheira.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aguaceiros-e-temperaturas-abaixo-da-media-marcam-o-estado-do-tempo-ate-domingo-26-de-julho-em-portugal-continental-1784899951060.png" data-image="w44q3w1gtwsz"><figcaption>Com o afastamento da instabilidade e o reforço gradual da estabilidade atmosférica, as temperaturas deverão recuperar no domingo, sobretudo no interior. Ainda assim, a influência marítima continuará a limitar a subida dos termómetros junto ao litoral.</figcaption></figure><p><strong>As temperaturas máximas deverão recuperar gradualmente</strong>, aproximando-se dos 30 ºC em Braga, Coimbra e Viseu, dos 32 aos 33 ºC em Castelo Branco, Portalegre e Évora e dos 33 aos 35 ºC em Beja. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780264" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-para-25-e-26-de-julho-crista-anticiclonica-mantem-estabilidade-na-madeira-mas-permite-alguma-chuva-nos-acores.html" title="Previsão para 25 e 26 de julho: crista anticiclónica mantém estabilidade na Madeira, mas permite alguma chuva nos Açores">Previsão para 25 e 26 de julho: crista anticiclónica mantém estabilidade na Madeira, mas permite alguma chuva nos Açores</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-para-25-e-26-de-julho-crista-anticiclonica-mantem-estabilidade-na-madeira-mas-permite-alguma-chuva-nos-acores.html" title="Previsão para 25 e 26 de julho: crista anticiclónica mantém estabilidade na Madeira, mas permite alguma chuva nos Açores"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-25-e-26-de-julho-crista-anticiclonica-mantem-estabilidade-na-madeira-mas-permite-alguma-chuva-nos-acores-1784894640227_320.png" alt="Previsão para 25 e 26 de julho: crista anticiclónica mantém estabilidade na Madeira, mas permite alguma chuva nos Açores"></a></article></aside><p>Ainda assim, a circulação de noroeste continuará a limitar a subida das temperaturas junto ao litoral, onde o ambiente deverá manter-se mais fresco do que é habitual para a época.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aguaceiros-e-altos-e-baixos-na-temperatura-marcam-o-estado-do-tempo-ate-domingo-26-de-julho-em-portugal-continental.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Palma]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Previsão para 25 e 26 de julho: crista anticiclónica mantém estabilidade na Madeira, mas permite alguma chuva nos Açores]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-para-25-e-26-de-julho-crista-anticiclonica-mantem-estabilidade-na-madeira-mas-permite-alguma-chuva-nos-acores.html</link><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:05:52 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Para este último fim de semana de julho prevê-se um estado do tempo geralmente estável, seco e soalheiro nos Arquipélagos, embora com a possibilidade de períodos de chuva fraca, sobretudo nos Açores. Saiba mais na previsão.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xarseny"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xarseny.jpg" id="xarseny"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Convergindo com o padrão atmosférico dominante das últimas semanas, vão continuar a persistir diferenças entre os arquipélagos dos Açores e da Madeira, sobretudo no que diz respeito à precipitação.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Enquanto nos <strong>Açores</strong> se espera uma reta final da semana com <strong>alguns períodos de chuva</strong> em grande parte das ilhas, <strong>no arquipélago da Madeira é expectável que se mantenha um cenário predominantemente estável e seco</strong>.</p><h2>Até domingo, 26 de julho, esta é a provável evolução da precipitação no arquipélago dos Açores</h2><p>Entre esta sexta-feira (24) e domingo (26), de acordo com a última atualização do ECMWF - o nosso modelo de maior confiança para este horizonte temporal - prevê-se que o arquipélago dos Açores<strong> </strong>registe <strong>vários períodos de chuva fraca, distribuídos de forma dispersa e irregular pelos três grupos de ilhas, especialmente no sábado (25) e no domingo (26)</strong>.</p><p>Mesmo assim, a instabilidade será pouco persistente, <strong>alternando com</strong><strong> períodos de maior estabilidade atmosférica, céu nublado a muito nublado e boas abertas</strong>. Deste modo, prevê-se que a precipitação seja geralmente escassa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-25-e-26-de-julho-crista-anticiclonica-mantem-estabilidade-na-madeira-mas-permite-alguma-chuva-nos-acores-1784893855562.png" data-image="uan18dcdeolb"><figcaption>A precipitação tenderá a concentrar-se nos Grupos Central e Oriental, com acumulados geralmente pouco significativos (um máximo de apenas 9 mm ao cabo de 48 horas). As ilhas onde a probabilidade de chuva é nula ou muito baixa são Corvo, Flores e Faial.</figcaption></figure><p>Embora durante os próximos dias continue a dominar uma crista anticiclónica sobre o Atlântico, mais deslocada para sul do que esteve ao longo da semana e já próxima da posição habitual do anticiclone dos Açores, algumas<strong> linhas de instabilidade fracas e pouco organizadas, alimentadas pela humidade marítima</strong>, poderão enfraquecer pontualmente a influência desta crista e originar <strong>alguns períodos de chuva nas ilhas açorianas</strong>.</p><h2>Madeira com panorama tendencialmente soalheiro e seco, embora com possibilidade de precipitação fraca</h2><p><strong>Quanto ao arquipélago da Madeira, a probabilidade de precipitação é bastante mais reduzida</strong>, mas, mesmo assim, para sábado (25) e domingo (26), os mapas continuam a admitir a possibilidade de ocorrência de<strong> chuva fraca</strong>, embora muito localizada espacialmente, podendo surgir, sobretudo, em <strong>pontos dispersos da vertente norte da ilha da Madeira e nalgumas zonas montanhosas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-25-e-26-de-julho-crista-anticiclonica-mantem-estabilidade-na-madeira-mas-permite-alguma-chuva-nos-acores-1784893784767.png" data-image="gyf98944sdk5"><figcaption>A chuva será fraca, irregular, pontual e muito localizada na ilha da Madeira durante este fim de semana.</figcaption></figure><p><strong>No geral são expectáveis dias secos e predominantemente soalheiros, especialmente na Costa Sul</strong>, dado que na Costa Norte e Regiões Montanhosas poderá persistir alguma nebulosidade, transportada pelo vento dominante de nordeste proveniente do Atlântico.</p><p><strong>Ao convergir com o relevo montanhoso da ilha da Madeira, este fluxo de ar húmido é forçado a ascender, arrefece e condensa, favorecendo a formação de nebulosidade e pontualmente de precipitação do tipo orográfico</strong>. Após ultrapassar as Regiões Montanhosas da ilha, o ar desce em direção à Costa Sul mais quente e seco devido ao efeito Foehn, contribuindo para um tempo predominantemente estável e com menor nebulosidade nesta vertente.</p><p>Não obstante, não se descarta a possibilidade de ocorrer algum aguaceiro isolado na Costa Sul, embora a probabilidade seja bastante reduzida.</p><h2>Temperaturas ligeiramente inferiores aos valores médios de referência em grande parte da geografia insular</h2><p>Segundo os mapas de anomalia térmica da Meteored, evidencia-se<strong> a persistência de anomalias térmicas negativas em todas as ilhas açorianas e ainda na ilha da Madeira</strong>, isto é, são expectáveis temperaturas abaixo da média climatológica de referência, pelo menos, até domingo (26). </p><p>Os mapas meteorológicos mostram que somente as ilhas de Porto Santo e Desertas - pertencentes ao arquipélago da Madeira - poderão registar <strong>valores ligeiramente acima do expectável</strong> para a época do ano.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780248" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/semana-termina-mais-fresca-e-instavel-mas-ha-mudanca-a-vista-termometros-podem-voltar-aos-40-c.html" title="Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC">Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/semana-termina-mais-fresca-e-instavel-mas-ha-mudanca-a-vista-termometros-podem-voltar-aos-40-c.html" title="Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/semana-termina-mais-fresca-e-instavel-mas-ha-mudanca-a-vista-termometros-podem-voltar-aos-40-c-1784890968937_320.png" alt="Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC"></a></article></aside><p><strong>Geralmente preveem-se entre 1 e 2 ºC abaixo do normal</strong>, o que indica que as temperaturas, mesmo assim, estarão próximas da média, exceto nalgumas ilhas dos Grupos Central e Oriental - Pico, Terceira e São Miguel - onde se observam anomalias térmicas negativas de -3 ou -4 ºC.</p><p>Quanto às temperaturas máximas, preveem-se valores entre 20 e 24 ºC na maioria das principais localidades e povoações açorianas, exceto na ilha de São Miguel (Grupo Oriental), <strong>onde se prevê uma máxima mais elevada em Ponta Delgada (26 ºC no sábado, 25 e 25 ºC no domingo, 26)</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-25-e-26-de-julho-crista-anticiclonica-mantem-estabilidade-na-madeira-mas-permite-alguma-chuva-nos-acores-1784893476373.png" data-image="cq17qxphq4l0"><figcaption>No último fim de semana de julho prevê-se que as temperaturas máximas possam alcançar os 25 ºC nalgumas localidades do arquipélago da Madeira.</figcaption></figure><p>No que diz respeito ao arquipélago da Madeira as temperaturas máximas durante o fim de semana deverão oscilar geralmente entre os 18 ºC previstos para Curral de Freiras e os 25 ºC esperados em localidades como Ponta do Sol e Paul do Mar. <strong>No Funchal a temperatura máxima irá rondar os 24 ºC</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-para-25-e-26-de-julho-crista-anticiclonica-mantem-estabilidade-na-madeira-mas-permite-alguma-chuva-nos-acores.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item></channel></rss>