<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><description>Notícias de meteorologia - Fique por dentro das últimas Notícias do tempo para Portugal e para o mundo. Nossos especialistas em meteorologia informam sobre atualidade, previsão do tempo e ciência.</description><language>pt-pt</language><lastBuildDate>Sun, 26 Jul 2026 22:40:23 +0000</lastBuildDate><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 22:40:23 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.pt/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Depressão aproxima-se dos Açores: chuva persistente e vento forte a partir de terça-feira]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/depressao-aproxima-se-dos-acores-chuva-persistente-e-vento-forte-a-partir-de-terca-feira.html</link><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 16:39:41 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma depressão atlântica deverá provocar um agravamento do estado do tempo nos Açores a partir de terça-feira, com chuva persistente e vento forte. Quarta-feira deverá concentrar os impactos mais significativos.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xasc8sy"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xasc8sy.jpg" id="xasc8sy"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma depressão atlântica deverá agravar o estado do tempo nos Açores a partir de terça-feira, trazendo chuva persistente e vento forte. <strong>O sistema deslocar-se-á de oeste para leste</strong>, afetando sucessivamente os grupos Ocidental, Central e Oriental,<strong> </strong>sendo quarta-feira o dia em que se esperam os impactos mais significativos</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/depressao-aproxima-se-dos-acores-chuva-persistente-e-vento-forte-a-partir-de-terca-feira-1785072773090.png" data-image="vva2j05mpiaj"><figcaption>Na tarde de terça-feira, o vento começará a intensificar-se no Grupo Ocidental, com as rajadas mais fortes previstas para as ilhas das Flores e do Corvo, antecipando a chegada da depressão ao arquipélago.</figcaption></figure><p>A chuva deverá chegar primeiro às ilhas das Flores e do Corvo durante a tarde de terça-feira, acompanhada por um reforço gradual do vento, com <strong>rajadas entre 45 e 56 km/h</strong>. Ao longo da noite, a precipitação estender-se-á ao Grupo Central, onde se tornará mais persistente, marcando o início do período mais adverso.</p><h2>Quarta-feira deverá concentrar os maiores impactos da depressão</h2><p>Será na quarta-feira que a depressão atingirá a sua fase mais intensa sobre o arquipélago. <strong>A ilha de São Miguel deverá registar os maiores acumulados de precipitação</strong>, com valores a rondar os 70 mm. As ilhas do Pico e Terceira poderão registar cerca de 60 mm, até à madrugada de sábado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/depressao-aproxima-se-dos-acores-chuva-persistente-e-vento-forte-a-partir-de-terca-feira-1785072554239.png" data-image="srzaf1ehhto5"><figcaption>Durante a madrugada de quarta-feira, a precipitação deverá tornar-se mais persistente e generalizada nos Açores, marcando o início do período de maior instabilidade associado à passagem da depressão.</figcaption></figure><p><strong>Durante grande parte do dia prevê-se precipitação persistente, por vezes moderada a forte</strong>, sobretudo entre a madrugada e a tarde, período em que deverão ocorrer os maiores acumulados. À medida que a depressão avança para leste, a precipitação tenderá a perder intensidade no Grupo Ocidental, mantendo-se mais frequente nas ilhas centrais antes de alcançar o Grupo Oriental.</p><p>Com a deslocação da depressão para nordeste, o vento continuará forte, sobretudo nas ilhas orientais. <strong>As rajadas mais fortes deverão ocorrer durante quarta-feira ns ilha das Flores, podendo atingir até 55 km/h</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/depressao-aproxima-se-dos-acores-chuva-persistente-e-vento-forte-a-partir-de-terca-feira-1785072688730.png" data-image="fc1mp6uj600q"><figcaption>Na quarta-feira, o vento deverá atingir a maior intensidade, com rajadas até 55 km/h no Grupo Ocidental, acompanhando a fase mais ativa da depressão.</figcaption></figure><p>Em São Miguel e Santa Maria, as rajadas poderão atingir cerca de 50 km/h, sendo <strong>este o período mais crítico nas ilhas orientais</strong>. Durante os períodos de chuva mais intensa, a visibilidade poderá reduzir-se temporariamente, sobretudo nas zonas de maior altitude e nas estradas mais expostas.</p><h2>Melhoria gradual do estado do tempo a partir de sexta-feira</h2><p>Na sexta-feira, o sistema deverá afastar-se definitivamente do arquipélago. A chuva ficará limitada a aguaceiros fracos e dispersos, na maior parte das ilhas, enquanto o vento perderá intensidade, permitindo <strong>um regresso progressivo a condições meteorológicas mais estáveis</strong>. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780455" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-emite-aviso-amarelo-para-14-distritos-devido-ao-tempo-quente-eis-os-dias-mais-criticos-do-calor.html" title="IPMA emite aviso amarelo para 14 distritos devido ao tempo quente: eis os dias mais críticos do calor">IPMA emite aviso amarelo para 14 distritos devido ao tempo quente: eis os dias mais críticos do calor</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-emite-aviso-amarelo-para-14-distritos-devido-ao-tempo-quente-eis-os-dias-mais-criticos-do-calor.html" title="IPMA emite aviso amarelo para 14 distritos devido ao tempo quente: eis os dias mais críticos do calor"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ipma-emite-aviso-amarelo-para-14-distritos-devido-ao-tempo-quente-previsto-eis-os-dias-mais-criticos-do-calor-1785023864424_320.png" alt="IPMA emite aviso amarelo para 14 distritos devido ao tempo quente: eis os dias mais críticos do calor"></a></article></aside><p>Ainda assim, será importante <strong>acompanhar a evolução das previsões </strong>e dos avisos meteorológicos, uma vez que pequenas alterações na trajetória da depressão poderão influenciar a distribuição da precipitação e do vento entre as ilhas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/depressao-aproxima-se-dos-acores-chuva-persistente-e-vento-forte-a-partir-de-terca-feira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Palma]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Floresta: ritmo de execução dos apoios da PAC compromete o investimento no setor. Há atrasos de um ano nas candidaturas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/floresta-ritmo-de-execucao-dos-apoios-da-pac-compromete-o-investimento-no-setor-ha-atrasos-de-um-ano-nas-candidaturas.html</link><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 11:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Após quatro concursos encerrados e zero candidaturas decididas, o Centro PINUS, organização que representa os agentes do pinheiro bravo, e a associação ambientalista ZERO emitiram um alerta. É preciso “decisões rápidas”, para que os investimentos cheguem ao terreno.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/floresta-ritmo-de-execucao-dos-apoios-da-pac-compromete-o-investimento-na-gestao-florestal-1784977211551.jpg" data-image="zlw68x3jmfqc" alt="Reflorestação" title="Reflorestação"><figcaption>A associação ZERO e o Centro PINUS divulgaram esta sexta-feira, 24 de julho, um comunicado conjunto, alertando para os “atrasos na operacionalização” das medidas da PAC para a floresta.</figcaption></figure><p>“A abertura de novos avisos tem de ser decidida rapidamente”, avisam a ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável e o Centro PINUS, que divulgaram esta sexta-feira, 24 de julho, um <strong>comunicado conjunto, alertando para os “atrasos na operacionalização” das medidas florestais</strong> do Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC).</p><p>As duas organizações consideram que “o <strong>atual ritmo de execução continua a comprometer o investimento na gestão da floresta</strong> portuguesa” e, por essa via, a “colocar em risco” a plena utilização das verbas da Política Agrícola Comum (PAC) destinadas ao setor.</p><h2>Candidaturas há um ano à espera</h2><p>Os exemplos estão aí para o mostrar. <strong>No final de junho de 2026, continuavam por decidir todas as candidaturas apresentadas aos primeiros quatro concursos</strong> encerrados no âmbito do PEPAC. Algumas dessas candidaturas “<strong>aguardavam decisão há quase um ano</strong>”, apesar de o prazo indicativo ser de 60 dias. </p><p>Entretanto, diz a ZERO e o Centro PINUS, estão a decorrer novos avisos de apoio à prevenção e à gestão florestal e as duas associações lançam um aviso em conjunto: a <strong>prioridade passa por “assegurar decisões rápidas sobre as candidaturas</strong>”, para que os investimentos possam chegar ao terreno.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/floresta-ritmo-de-execucao-dos-apoios-da-pac-compromete-o-investimento-na-gestao-florestal-1784977361223.jpg" data-image="7n1ijiphcvyz" alt="Limpeza florestal" title="Limpeza florestal"><figcaption>A PAC é um dos principais instrumentos de financiamento da gestão florestal em Portugal. A ZERO e o Centro PINUS explicam que, “quando os concursos abrem tarde e as decisões demoram vários meses, os investimentos são adiados".</figcaption></figure><p>A <strong>Política Agrícola Comum</strong> (PAC) constitui um dos principais instrumentos de financiamento da gestão florestal em Portugal. </p><p>Aquando da última reprogramação do Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC) para Portugal no período 2023-2027, em outubro de 2024, houve um <strong>profundo impacto sobre o setor florestal, uma vez que a medida da PAC que apoia a prevenção de incêndios sofreu um corte de verbas 50%</strong>.</p><p>O mesmo aconteceu à <strong>medida da PAC que financia a recuperação da floresta após os incêndios </strong>ou que apoia as arborizações, assim como os principais apoios ao investimento florestal.</p><h2>Apoio da PAC à floresta caiu para 153 milhões</h2><p>Na globalidade, as medidas de apoio ao investimento em floresta em Portugal sofreram uma redução de 44%, ou seja, <strong>os cerca de 275 milhões de euros foram reduzidos a 153 milhões</strong>.</p><div class="texto-destacado">E a situação já não era favorável, com o valor dos 275 milhões que estava disponível anteriormente a manifestar-se insuficiente. Só para o pinheiro-bravo, por exemplo, o Centro PINUS estimou uma necessidade de investimento de 547,9 milhões de euros no período de programação 2021-2027. Chegados aqui, associação ZERO e o Centro PINUS denunciam um outro problema: “Quando os concursos abrem tarde e as decisões demoram vários meses, os investimentos são adiados, a execução das medidas permanece reduzida”.</div><p><br>Além de que “<strong>aumenta a incerteza” da atribuição dos apoios da PAC para financiar os investimentos</strong>, seja para proprietários florestais, organizações de proprietários, cooperativas ou para as empresas prestadoras de serviços, que dependem destas verbas para planear a sua atividade.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773587" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/luis-rochartre-lidera-o-colab-forestwise-laboratorio-colaborativo-para-gestao-integrada-da-floresta-e-do-fogo.html" title="Luís Rochartre lidera o CoLAB ForestWISE – Laboratório Colaborativo para Gestão Integrada da Floresta e do Fogo ">Luís Rochartre lidera o CoLAB ForestWISE – Laboratório Colaborativo para Gestão Integrada da Floresta e do Fogo </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/luis-rochartre-lidera-o-colab-forestwise-laboratorio-colaborativo-para-gestao-integrada-da-floresta-e-do-fogo.html" title="Luís Rochartre lidera o CoLAB ForestWISE – Laboratório Colaborativo para Gestão Integrada da Floresta e do Fogo "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/luis-rochartre-lidera-o-colab-forestwise-laboratorio-colaborativo-para-gestao-integrada-da-floresta-e-do-fogo-1781284433175_320.jpg" alt="Luís Rochartre lidera o CoLAB ForestWISE – Laboratório Colaborativo para Gestão Integrada da Floresta e do Fogo "></a></article></aside><p>A experiência dos anteriores períodos de programação demonstra que, quando há níveis de execução reduzidos, “aumenta o <strong>risco de transferência de verbas destinadas à floresta para outras intervenções do PEPAC</strong> com maiores níveis de execução”. </p><p>E o Centro PINUS, que representa os agentes do pinheiro bravo, e a associação ambientalista ZERO, são unânimes: “<strong>Não é aceitável que, em 2024, 44% da verba que estava disponível para a floresta tenha sido realocada</strong> para outras intervenções do PEPAC, precisamente com base na expectativa de baixa execução”.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Para o Centro PINUS e a ZERO, este atraso na alocação de apoios ao setor florestal “em nada contribui para os objetivos traçados” no Plano de Intervenção para a Floresta 2025-2050, que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, apresentou ao país, em Vila Real, no dia 21 de março de 2025, Dia Mundial das Florestas, na presença dos ministros da Agricultura e do Ambiente, José Manuel Fernandes e Maria da Graça Carvalho. E a situação a que chegaram os apoios da PAC para a floresta “não é inédita”, avisam.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Já em 2020, um estudo promovido pelo Centro PINUS identificava a <strong>operacionalização tardia das medidas florestais e os longos períodos, entre a abertura dos concursos e a decisão das candidaturas</strong>, como fatores que estavam a contribuir para as baixas taxas de execução dos apoios. A evolução do atual período de programação “demonstra”, portanto, que “estas dificuldades persistem”.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/floresta-ritmo-de-execucao-dos-apoios-da-pac-compromete-o-investimento-na-gestao-florestal-1784977639671.jpg" data-image="tmc9wyvj2lsg" alt="Técnico florestal" title="Técnico florestal"><figcaption>A floresta portuguesa ocupa 3.2 milhões de hectares e corresponde a 36% do território nacional, sendo que o pinheiro-bravo continua a ser a espécie predominante.</figcaption></figure><p>Num derradeiro esforço para inverter este estado de coisas, a ZERO e o Centro PINUS pedem à Autoridade de Gestão do PEPAC e ao ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e das Floresta a <strong>tomada de medidas “céleres”.</strong></p><h2>Evitar que se repita o mesmo padrão</h2><p>Exigem que se apresente,<strong> “de imediato”, um plano de recuperação dos atrasos</strong>, como forma de “garantir que as decisões sobre os primeiros quatro concursos sejam emitidas até aos inícios de setembro”. E também <strong>para que os novos avisos não repitam o mesmo padrão</strong> de atraso dos anteriores.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774840" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/florestas-e-rios-ameacados-a-crise-climatica-esta-a-destruir-a-flora-e-a-fauna-mais-rapidamente-em-climas-temperados.html" title="Florestas e rios ameaçados: a crise climática está a destruir a flora e a fauna mais rapidamente em climas temperados">Florestas e rios ameaçados: a crise climática está a destruir a flora e a fauna mais rapidamente em climas temperados</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/florestas-e-rios-ameacados-a-crise-climatica-esta-a-destruir-a-flora-e-a-fauna-mais-rapidamente-em-climas-temperados.html" title="Florestas e rios ameaçados: a crise climática está a destruir a flora e a fauna mais rapidamente em climas temperados"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/florestas-e-rios-ameacados-a-crise-climatica-esta-a-destruir-a-flora-e-a-fauna-mais-rapidamente-em-climas-temperados-1781992072166_320.jpg" alt="Florestas e rios ameaçados: a crise climática está a destruir a flora e a fauna mais rapidamente em climas temperados"></a></article></aside><p>A <strong>floresta portuguesa ocupa 3.2 milhões de hectares e corresponde a 36% do território</strong> nacional, sendo que o pinheiro-bravo continua a ser a espécie predominante.</p><p>No setor florestal, o ano passado foi marcado por um <strong>crescimento económico moderado na Europa e pela estabilização dos preços internacionais</strong>, fruto de “níveis excecionais” registados no período inflacionista recente.</p><p>As <strong>exportações da fileira do pinho atingiram cerca de 2,5 mil milhões de euros em 2025, crescendo 2%</strong> face ao ano anterior (55 milhões de euros), afirmando-se como “um dos principais pilares” da economia exportadora nacional. </p><p>A fileira florestal, no seu conjunto, registou uma <strong>quebra de 4% nas exportações</strong>. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/floresta-ritmo-de-execucao-dos-apoios-da-pac-compromete-o-investimento-no-setor-ha-atrasos-de-um-ano-nas-candidaturas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Silveira]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A cidade mais feliz do mundo está na Europa]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/a-cidade-mais-feliz-do-mundo-esta-na-europa.html</link><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 10:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>De acordo com a classificação da revista <em>Time Out</em>, a cidade do mundo onde os moradores se sentem mais felizes fica no sudoeste da Inglaterra.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-ville-la-plus-heureuse-du-monde-est-en-europe-1784299795689.jpeg" data-image="xdwsdgvmr8cx" alt="As Termas Romanas de Bath." title="As Termas Romanas de Bath."><figcaption>As Termas Romanas de Bath.</figcaption></figure><p>Como todos os anos, a publicação digital <em>Time Out</em> elaborou o seu<strong> <em>ranking </em>das cidades mais felizes do mundo</strong>. Do acesso à cultura e áreas verdes abundantes a bairros vibrantes e ruas da moda, muitos fatores contribuem para tornar uma cidade num ótimo lugar para se viver.</p><p>A equipa da<em> Time Out</em> ouviu mais de 24.000 moradores como parte da sua pesquisa anual. Além de <strong>critérios padrão</strong>, como gastronomia, áreas verdes, arte e vida noturna, os moradores são convidados a avaliar o espírito comunitário da sua cidade, a facilidade de encontrar um amor e a sensação geral de bem-estar ao viver nela.</p><p>Os <strong>moradores </strong>também responderam às seguintes afirmações: "A minha cidade faz-me feliz", "Considero as pessoas da minha cidade positivas", "Encontro alegria nas experiências quotidianas que a minha cidade oferece", "A sensação de felicidade na minha cidade aumentou significativamente ultimamente" e "Sinto-me mais feliz na minha cidade do que em qualquer outro lugar onde já vivi ou que visitei".</p><h2>Entre a natureza e pedras antigas</h2><p>E é <strong>uma cidade britânica que ocupa o primeiro lugar no ranking</strong> das cidades mais felizes do mundo: <strong>Bath</strong>, localizada no <strong>condado de Somerset</strong>, a uma hora e meia de comboio de Londres; é uma das joias de Inglaterra.</p><p>O destino tem recebido avaliações extremamente positivas dos seus moradores quanto à felicidade que a cidade lhes proporciona<strong>: 93% dizem que ela os faz felizes</strong>, 92% afirmam sentir-se mais felizes em Bath do que em qualquer outro lugar, 90% consideram os seus vizinhos pessoas positivas, 91% valorizam as experiências quotidianas que a cidade oferece e 76% acreditam que a sensação de felicidade na cidade aumentou significativamente nos últimos tempos.</p><p class="frase-destacada">O local continua a encantar os moradores e a atrair turistas de todo o mundo, que aproveitam para relaxar em águas termais naturais num terraço com vista para os telhados da cidade.</p><p><strong>Bath deve o seu nome à única fonte de águas termais do País de Gales</strong>, descoberta pelos romanos nos primeiros séculos da Era Comum. Trata-se de um local natural onde eles se estabeleceram e construíram termas que, desde então, contribuem para o prestígio e a reputação da cidade.</p><p>Esta<strong> 'cidade-spa' exclusiva</strong> — que combina com maestria vestígios históricos galo-romanos e uma infraestrutura moderna — continua a encantar os moradores e a atrair turistas de todo o mundo, que desfrutam de banhos em águas termais naturais num terraço com vista para o horizonte da cidade. </p><h2>Passeie a pé ou de bicicleta pelas ruas</h2><p>Incluída em duas listas de <strong>Património Mundial da UNESCO</strong>, Bath também se destaca pela arquitetura em pedra local, caracterizada por fileiras de fachadas elegantes.</p><p><strong>O seu charme é melhor apreciado a pé</strong>, embora explorá-la de bicicleta também seja perfeitamente viável. Pode perder-se nas suas ruas exclusivas para pedestres, seguindo os passos do passado através do legado da Abadia, do Circus (um conjunto arquitetónico impressionante) e do magnífico Royal Crescent.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-ville-la-plus-heureuse-du-monde-est-en-europe-1784300357880.jpeg" data-image="b6fz6wjiem6s"><figcaption>Canteiros de flores no Royal Victoria Park, com o famoso Royal Crescent visível ao longe, ao fundo.</figcaption></figure><p>Situada numa paisagem rural de Gloucestershire,<strong> a cidade conta com inúmeras áreas verdes</strong> — um destaque apontado no ranking elaborado pela <em>Time Out</em>. Os moradores apreciam a cidade pela combinação perfeita entre áreas verdes urbanas e o acesso à zona rural envolvente.</p><p>Um dos espaços verdes mais conhecidos de Bath é o <strong>Royal Victoria Park</strong>, que oferece um pequeno refúgio de natureza mesmo no centro da cidade. Com campos de ténis, de golfe e pistas de skate, o parque proporciona uma grande variedade de atividades num cenário ideal para o relaxamento.</p><h2>Um ambiente acolhedor e festivo</h2><p>Bath ocupa o primeiro lugar graças às suas inúmeras áreas verdes e à sua <strong>atmosfera acolhedora</strong>. 83% dos moradores afirmaram ser fácil encontrar um senso de comunidade na cidade.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="704114" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/dizem-que-esta-e-a-aldeia-mais-bonita-de-inglaterra-concorda.html" title="Dizem que esta é a “aldeia mais bonita de Inglaterra”. Concorda?">Dizem que esta é a “aldeia mais bonita de Inglaterra”. Concorda?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/dizem-que-esta-e-a-aldeia-mais-bonita-de-inglaterra-concorda.html" title="Dizem que esta é a “aldeia mais bonita de Inglaterra”. Concorda?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/dizem-que-esta-e-a-aldeia-mais-bonita-de-inglaterra-concorda-1743578495159_320.jpg" alt="Dizem que esta é a “aldeia mais bonita de Inglaterra”. Concorda?"></a></article></aside><p>Diversos eventos culturais acontecem ao longo do ano. Um dos mais famosos é o <strong><em>Glastonbury</em></strong>, com a próxima edição prevista para junho de 2027. Este festival ao ar livre — um dos maiores do mundo — fez uma pausa em 2026 para permitir a recuperação do terreno. No outono, não perca o Festival de Literatura Infantojuvenil (que acontece de 25 de setembro a 4 de outubro), que reúne autores renomados.</p><p>Por fim, <strong>Bath está repleta de lugares que encantam pessoas de todas as idades</strong>. É impossível não encontrar algo ao seu gosto: cafés, gastropubs, restaurantes de alimentação saudável, fast-food... Foi tudo pensado para incentivar diversas paragens gastronómicas. Pode ainda apreciar uma chávena de chá no elegante Royal Crescent. Bath é também o lugar ideal para saborear o melhor '<em>fish and chips</em>' da região.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Gautherin%2C%20D" data-year="2026" data-title="Angleterre%20%3A%205%20bonnes%20raisons%20de%20quitter%20Londres%20pour%20Bath" data-url="https%3A%2F%2Fwww.elle.fr%2FLoisirs%2FEvasion%2FVisiter-Bath-3485612">Gautherin, D. (2026). <a href="https://www.elle.fr/Loisirs/Evasion/Visiter-Bath-3485612" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Angleterre : 5 bonnes raisons de quitter Londres pour Bath</a>.</cite></p></section><p><br><em></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/a-cidade-mais-feliz-do-mundo-esta-na-europa.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[De asteroide a cometa: a órbita invulgar de um objeto próximo da Terra revela a sua verdadeira natureza]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/de-asteroide-a-cometa-a-orbita-invulgar-de-um-objeto-proximo-da-terra-revela-a-sua-verdadeira-natureza.html</link><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 09:04:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Desde a sua descoberta, há quase 30 anos, o cometa 1998 SH2 não apresentava nenhum dos sinais característicos de um cometa. Mas novas análises, combinadas com observações históricas feitas por equipas internacionais, contam uma história bem diferente.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/from-asteroid-to-comet-near-earth-object-s-unusual-orbit-revealed-its-cometary-nature-1784299403157.jpeg" data-image="p225pgdbtsz9" alt="Os cometas escuros dividem-se em dois grupos distintos. Os cometas escuros externos são maiores e seguem órbitas mais excêntricas, enquanto os cometas escuros internos, que são mais pequenos, se movem ao longo de órbitas mais circulares." title="Os cometas escuros dividem-se em dois grupos distintos. Os cometas escuros externos são maiores e seguem órbitas mais excêntricas, enquanto os cometas escuros internos, que são mais pequenos, se movem ao longo de órbitas mais circulares."><figcaption>Os cometas escuros dividem-se em dois grupos distintos. Os cometas escuros externos são maiores e seguem órbitas mais excêntricas, enquanto os cometas escuros internos, que são mais pequenos, se movem ao longo de órbitas mais circulares.</figcaption></figure><p>O objeto próximo da Terra 1998 SH2 fez a sua <strong>maior aproximação ao planeta no dia 28 de agosto de 2025</strong>, a uma distância segura de aproximadamente 3 milhões de quilómetros. Descoberto em setembro de 1998, foi inicialmente classificado como asteroide. No entanto,<strong> novos dados sugerem que se trata de algo completamente diferente</strong>, como é detalhado num estudo publicado na revista <em>Nature Astronomy</em>. A deteção de atividade na cauda revelou que se trata de um cometa escuro elusivo.</p><h2>Asteroides ou cometas?</h2><p>A <strong>distinção entre asteroides e cometas baseia-se no seu comportamento observado</strong>. As diferenças na órbita, composição e presença de cauda são tradicionalmente utilizadas para os classificar. </p><p>Segundo a Sociedade Planetária, os asteroides são objetos rochosos e metálicos que orbitam o Sol e são remanescentes da formação do nosso Sistema Solar. Os <strong>cometas, por outro lado, formaram-se nas regiões mais frias do Sistema Solar</strong> exterior, onde o gelo é mais estável. À medida que as suas órbitas se aproximam do Sol, este gelo sublima rapidamente, ejetando poeira que forma a sua coma e cauda características.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Deep space doppelgangers: a NASA study finds that an unusual asteroid is actually a comet <a href="https://t.co/GFYcXAX3rV">https://t.co/GFYcXAX3rV</a> <a href="https://t.co/ROqkcwTrxE">pic.twitter.com/ROqkcwTrxE</a></p>— NASA Solar System (@NASASolarSystem) <a href="https://x.com/NASASolarSystem/status/2077846813307261144?ref_src=twsrc%5Etfw">July 16, 2026</a></blockquote></figure><p>Com o aperfeiçoamento das capacidades de observação, os astrónomos descobriram um número crescente de objetos híbridos que não se enquadram nem na categoria de asteroides nem de cometas. <strong>Estes objetos foram apelidados de "cometas escuros"</strong>. Alguns deles podem conter gelo, mas a sua atividade cometária muito discreta, com uma coma e uma cauda quase invisíveis, dificulta a sua identificação como verdadeiros cometas.</p><p><strong>Estes cometas escuros exibem anomalias nas suas órbitas em torno do Sol</strong>, mas não foram observadas outras evidências de cauda ou coma. As observações iniciais do cometa 1998 SH2 não revelaram tais sinais.</p><h2>Uma passagem apertada e novas observações</h2><p>Durante a aproximação da sonda SH2 à Terra, em agosto de 2025, os investigadores que utilizaram a Rede de Espaço Profundo (DSN) da NASA observaram uma <strong>anomalia clara: o objeto não estava onde deveria estar</strong>. Apesar de cálculos extremamente precisos que tiveram em conta os efeitos gravitacionais do Sol e dos planetas na sua trajetória, os investigadores concluíram que outros fenómenos estavam a influenciar o seu movimento.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Because the astronauts are traveling so far, a series of Earth-based satellites known as the Deep Space Network help keep us connected to our Moon-bound crew. <br><br>Did you know you can see those connections happening real-time? You can see which satellites are communicating with <a href="https://t.co/p4TbH0UTUt">pic.twitter.com/p4TbH0UTUt</a></p>— NASA's Johnson Space Center (@NASAJohnson) <a href="https://x.com/NASAJohnson/status/2039727980226769141?ref_src=twsrc%5Etfw">April 2, 2026</a></blockquote></figure><p>Em resposta, <strong>os investigadores reuniram todas as observações disponíveis do fenómeno 1998 SH2 feitas em todo o mundo</strong>. Em particular, entraram em contacto com astrónomos do Telescópio Canadá-França-Hawaii, instalado em Mauna Kea (Hawaii), bem como do telescópio dinamarquês do Observatório Europeu do Sul (ESO), localizado em La Silla, no Chile.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>As imagens que recolhemos destes observatórios revelaram uma cauda ténue, mas claramente visível, confirmando assim que o cometa 1998 SH2 é de facto um cometa, explica Oliver Hainaut, coautor do estudo e astrónomo do ESO.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Estes resultados têm<strong> implicações importantes para o seguimento de objetos próximos da Terra e para a defesa planetária</strong>. Desde 2016, foram observados catorze cometas escuros, mas os cientistas acreditam que poderão existir muitos mais. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779941" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/nasa-adverte-que-o-asteroide-bennu-poderia-colidir-com-a-terra-em-2182-e-desencadear-o-temido-inverno-global.html" title="NASA adverte que o asteroide Bennu 'poderia colidir com a Terra em 2182 e desencadear o temido inverno global'">NASA adverte que o asteroide Bennu "poderia colidir com a Terra em 2182 e desencadear o temido inverno global"</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/nasa-adverte-que-o-asteroide-bennu-poderia-colidir-com-a-terra-em-2182-e-desencadear-o-temido-inverno-global.html" title="NASA adverte que o asteroide Bennu 'poderia colidir com a Terra em 2182 e desencadear o temido inverno global'"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-advierte-que-el-asteroide-bennu-podria-colisionar-con-la-tierra-en-2182-y-provocar-el-temido-inverno-global-1784628445410_320.jpg" alt="NASA adverte que o asteroide Bennu 'poderia colidir com a Terra em 2182 e desencadear o temido inverno global'"></a></article></aside><p>O telescópio espacial NEO Surveyor da NASA está atualmente em construção. Concebido como o <strong>primeiro observatório dedicado à defesa planetária</strong>, a sua missão será detetar asteroides e cometas — incluindo cometas escuros — que possam representar uma ameaça para a Terra.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/de-asteroide-a-cometa-a-orbita-invulgar-de-um-objeto-proximo-da-terra-revela-a-sua-verdadeira-natureza.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Estudo analisa a dinâmica de resposta das florestas naturais e das artificiais às ondas de calor e seca em simultâneo]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/estudo-analisa-a-dinamica-de-resposta-das-florestas-naturais-e-das-artificiais-as-ondas-de-calor-e-seca-em-simultaneo.html</link><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 08:04:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Plantar árvores parece ser sempre uma boa ideia, mas, perante uma onda de calor extremo e seca, nem todas as florestas reagem da mesma forma.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-analisou-a-dinamica-de-resposta-das-florestas-naturais-e-das-artificiais-as-ondas-de-calor-e-seca-em-simultaneo-1784151326985.jpg" data-image="t19biopvr38v" alt="^Florestas" title="^Florestas"><figcaption>As florestas cobrem cerca de 30% da Terra.</figcaption></figure><p>Um estudo científico, publicado na Water Resources Research, analisou a vulnerabilidade e o nível de recuperação de uma floresta natural e de uma floresta plantada.</p><h2>Respostas diferentes entre os dois tipos de floresta</h2><p>O estudo recaiu na bacia do rio Yangtze, na China, que se estende desde o planalto de Qinghai-Tibete,<strong> de alta altitude e clima frio, a oeste, até às regiões costeiras subtropicais, quentes e húmidas, a leste</strong>.</p><p>A bacia abriga <strong>algumas das florestas mais importantes da China</strong>, que ajudam a prevenir a erosão do solo, a regular o abastecimento de água e a sustentar a biodiversidade. Sendo a maior bacia hidrográfica da China, o Yangtze é também um <strong>importante centro de recursos hídricos e de atividade económica</strong>, o que significa que as florestas saudáveis desempenham um papel crucial.</p><p>Na sequência de um desmatamento histórico em grande escala e de inundações significativas, nomeadamente a devastadora cheia do rio Yangtze de 1998, <strong>a China implementou programas ambiciosos de reflorestação.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-analisou-a-dinamica-de-resposta-das-florestas-naturais-e-das-artificiais-as-ondas-de-calor-e-seca-em-simultaneo-1784152350141.jpg" data-image="8xmusa5chihh" alt="Reflorestação" title="Reflorestação"><figcaption>A reflorestação é importante, designadamente para a mitigação das alterações climáticas ou para a restauração de ecossistemas e habitats ou mesmo para a extração de madeira.</figcaption></figure><p>Desde 2000 que têm vindo a ser implementadas<strong> iniciativas de reflorestação em grande escala</strong> nesta região da bacia do rio Yangtze para mitigar a erosão do solo e melhorar os serviços ecossistémicos.</p><p>Nesta bacia, em 2022, ocorreu um evento extremo sem precedentes, que durou semanas, <strong>uma onda de calor muito intensa em simultâneo com uma situação de seca extrema</strong>, levando mais de 90% da região a enfrentar condições invulgarmente quentes e secas. </p><div class="texto-destacado">Este evento proporcionou uma oportunidade única para os autores do estudo avaliarem as respostas das florestas plantadas e das florestas naturais a tais perturbações climáticas extremas.</div><p>No entanto a resposta que obtiveram não foi bem o que os cientistas esperavam.</p><p>Em ecologia, este evento é designado por «<strong>seca composta-onda de calor</strong>» e que funciona como um teste de stress planetário para qualquer ecossistema florestal. </p><p><strong>Estes fenómenos podem ser particularmente prejudiciais, uma vez que as plantas enfrentam dois fatores de stress em simultâneo: a falta de água no solo e o aumento da perda de água através das folhas.</strong> Estes fatores de stress combinados podem ameaçar não só a saúde das florestas, mas também os serviços mais amplos que estas prestam, tais como o armazenamento de água e a regulação do escoamento.</p><p>Os autores do estudo, nomeadamente Yong Su, da Universidade da Academia Chinesa de Ciências, e os seus colegas, utilizaram observações por satélite para comparar a forma como os dois tipos de floresta reagiram, analisando três indicadores da atividade da vegetação: o verde da floresta (a aparência saudável e densa da cobertura vegetal vista do espaço), a fotossíntese e a quantidade de carbono produzida através do crescimento.</p><div class="texto-destacado">Os resultados revelaram um compromisso. As florestas naturais demonstraram maior capacidade para resistir às condições adversas, sofrendo menos danos durante o evento, enquanto as florestas plantadas sofreram uma maior perda de vegetação, mas recuperaram mais rapidamente assim que as condições meteorológicas extremas passaram.</div><p>O estudo reconhece que <strong>ambos os tipos de floresta desempenham papéis diferentes</strong>, mas importantes, para garantir a longevidade dos ecossistemas florestais no futuro.</p><h2>Florestas naturais e florestas plantadas</h2><p><strong>As florestas naturais revelaram-se mais resilientes a curto prazo</strong>. Sofreram menos danos causados pela seca e pela onda de calor, com mais de 70% das áreas analisadas a demonstrarem que as florestas naturais eram mais capazes de resistir à seca e onda de calor extremo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774840" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/florestas-e-rios-ameacados-a-crise-climatica-esta-a-destruir-a-flora-e-a-fauna-mais-rapidamente-em-climas-temperados.html" title="Florestas e rios ameaçados: a crise climática está a destruir a flora e a fauna mais rapidamente em climas temperados">Florestas e rios ameaçados: a crise climática está a destruir a flora e a fauna mais rapidamente em climas temperados</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/florestas-e-rios-ameacados-a-crise-climatica-esta-a-destruir-a-flora-e-a-fauna-mais-rapidamente-em-climas-temperados.html" title="Florestas e rios ameaçados: a crise climática está a destruir a flora e a fauna mais rapidamente em climas temperados"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/florestas-e-rios-ameacados-a-crise-climatica-esta-a-destruir-a-flora-e-a-fauna-mais-rapidamente-em-climas-temperados-1781992072166_320.jpg" alt="Florestas e rios ameaçados: a crise climática está a destruir a flora e a fauna mais rapidamente em climas temperados"></a></article></aside><p>Os cientistas sugerem que esta maior resistência pode estar relacionada com a <strong>maior complexidade das florestas naturais</strong>. Estas contêm, normalmente, uma maior variedade de espécies arbóreas que reagem de forma diferente à seca e ao calor, árvores de idades diferentes e copas mais estratificadas, <strong>criando um ecossistema variado capaz de amortecer melhor as condições extremas.</strong></p><p>Por outro lado, as <strong>florestas plantadas são frequentemente compostas por menos espécies e por árvores de idades semelhantes</strong>. Esta estrutura mais simples pode torná-las mais vulneráveis a condições extremas, uma vez que reagem ao stress da mesma forma.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-analisou-a-dinamica-de-resposta-das-florestas-naturais-e-das-artificiais-as-ondas-de-calor-e-seca-em-simultaneo-1784153149359.jpg" data-image="y97qatlddlhy" alt="Florestas plantadas" title="Florestas plantadas"><figcaption>As florestas plantadas são frequentemente compostas por menos espécies e por árvores de idades semelhantes.</figcaption></figure><p>Quando em 2023, os autores do estudo compararam a atividade da vegetação em 2023, as florestas plantadas apresentaram, de um modo geral, uma recuperação mais forte do que as florestas naturais. </p><p>Esta recuperação mais rápida pode ser explicada pelo facto de as florestas plantadas serem frequentemente dominadas por árvores mais jovens e de crescimento rápido, que <strong>podem retomar o crescimento rapidamente assim que a água voltar a estar disponível.</strong></p><div class="texto-destacado">As florestas naturais são compostas por árvores maiores, maior biomassa e estruturas mais complexas que as ajudam a lidar com a seca, mas isso também significa uma recuperação mais lenta.</div><p>A recuperação não significa necessariamente que a floresta tenha regressado completamente ao seu estado anterior. </p><div class="texto-destacado">Alguns aspetos do funcionamento da floresta, como a absorção de carbono e os processos subterrâneos que envolvem as raízes e o solo, podem demorar mais tempo a recuperar do que as alterações visíveis nas folhas e na intensidade da cor verde da copa.</div><p><strong>Os cientistas propõem a transição de plantações de uma única espécie para florestas mais mistas,</strong> pois será possível combinar alguns dos benefícios de resiliência dos ecossistemas naturais com a rápida capacidade de recuperação das árvores plantadas.</p><p>No futuro é cada vez mais importante compreender como os diferentes tipos de floresta respondem aos eventos de seca e ondas de calor em simultâneo, pois <strong>as alterações climáticas aumentam a probabilidade de ocorrência de eventos combinados. </strong></p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Su%2C%20Y.%2C%20Wang%2C%20W.%2C%20et%20al." data-year="2026" data-title="Higher%20Vulnerability%20But%20Faster%20Recovery%20in%20Planted%20Than%20Natural%20Forests%20During%20the%202022%20Compound%20Drought%E2%80%93Heatwave%20in%20China's%20Yangtze%20River%20Basin" data-url="https%3A%2F%2Fdoi.org%2F10.1029%2F2026WR044482">Su, Y., Wang, W., et al.. (2026). <a href="https://doi.org/10.1029/2026WR044482" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Higher Vulnerability But Faster Recovery in Planted Than Natural Forests During the 2022 Compound Drought–Heatwave in China's Yangtze River Basin</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/estudo-analisa-a-dinamica-de-resposta-das-florestas-naturais-e-das-artificiais-as-ondas-de-calor-e-seca-em-simultaneo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Abrantes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-5-plantas-mais-inusitadas-para-cultivar-em-casa-parecem-ser-de-outro-planeta.html</link><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 07:03:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Das algas esféricas às suculentas que parecem pedras: cinco espécies para cultivar em casa que ilustram as extraordinárias adaptações que o mundo vegetal desenvolveu para viver nos mais diversos ambientes da Terra.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222155463.jpeg" data-image="pikqh3ummezv" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa que parecem ser de outro planeta.</figcaption></figure><p>Ao longo da sua evolução, <strong>as plantas desenvolveram inúmeras adaptações para viver nos mais diversos ambientes da Terra</strong>: desertos áridos, florestas tropicais, rochas sem solo e até mesmo ambientes aquáticos. O resultado é uma extraordinária variedade de formas, comportamentos e padrões de crescimento, alguns dos quais se destacam pela sua aparência invulgar. Entre estas, algumas espécies são hoje apreciadas como plantas ornamentais e podem ser cultivadas em ambientes interiores, desde que as suas necessidades específicas sejam satisfeitas. Apresentamos aqui cinco das mais singulares.</p><h2>1. Marimo: a misteriosa "esfera verde" do mundo aquático</h2><p>O marimo (<em>Aegagropila linnaei</em>) é uma <strong>alga verde filamentosa</strong> peculiar que cresce em esferas características cobertas por filamentos macios.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222191247.jpeg" data-image="rrd5xmqkd7fo" alt="plantas diferentes" title="plantas diferentes"><figcaption>Marimo: a misteriosa "esfera verde" do mundo aquático.</figcaption></figure><p>Originária principalmente de lagos frios do Hemisfério Norte,<strong> a sua forma deve-se à ação lenta das correntes que fazem girar as colónias no fundo</strong>, promovendo um crescimento uniforme. No interior, é cultivada em recipientes transparentes cheios de água, onde se torna uma verdadeira decoração viva. Requer poucos cuidados: basta utilizar água limpa, evitar a luz solar direta e mudar a água regularmente para a manter saudável.</p><h2>2. Tillandsia: a planta que vive sem solo</h2><p>As tillandsias são plantas pertencentes à família das bromélias, especialmente <strong>difundidas nas regiões tropicais e subtropicais da América</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222208787.jpeg" data-image="k1z12q8mdme0" alt="plantas extraordinárias" title="plantas extraordinárias"><figcaption>Tillandsia: a planta que vive sem solo.</figcaption></figure><p>Na natureza, muitas espécies crescem como epífitas, ou seja, <strong>utilizam outras plantas como suporte, sem serem parasitas</strong>. A sua característica mais curiosa é a ausência de um sistema radicular para absorção de nutrientes do solo: a água e os nutrientes são captados principalmente pelas folhas, que estão cobertas por estruturas especiais denominadas tricomas. Para as cultivar, basta um <strong>ambiente bem iluminado, uma boa circulação de ar e uma rega regular</strong>, evitando o encharcamento.</p><h2>3. Rosa de Jericó: a planta capaz de "trazer de volta à vida"</h2><p>A rosa de Jericó (Selaginella lepidophylla) é uma espécie originária das <strong>zonas desérticas do México e do sudoeste dos Estados Unidos</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222228646.jpeg" data-image="wpps5lki90m5" alt="Rosa de Jericó" title="Rosa de Jericó"><figcaption>Rosa de Jericó: a planta capaz de "trazer de volta à vida".</figcaption></figure><p>Durante períodos prolongados de seca, pode secar completamente, fechando-se as suas folhas e adquirindo o aspeto de uma pequena esfera castanha. <strong>Ao voltar a entrar em contacto com a água, recupera gradualmente a sua cor verde graças a uma adaptação conhecida como revivisceração</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="739106" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-plantas-vampiro-5-plantas-de-interior-que-sobrevivem-quase-sem-luz-e-sao-quase-imortais.html" title="As plantas 'vampiro': 5 plantas de interior que sobrevivem quase sem luz e são quase imortais">As plantas 'vampiro': 5 plantas de interior que sobrevivem quase sem luz e são quase imortais</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-plantas-vampiro-5-plantas-de-interior-que-sobrevivem-quase-sem-luz-e-sao-quase-imortais.html" title="As plantas 'vampiro': 5 plantas de interior que sobrevivem quase sem luz e são quase imortais"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/las-plantas-vampiro-5-plantas-de-interior-que-sobreviven-casi-sin-luz-y-son-casi-inmortales-1762807155784_320.jpg" alt="As plantas 'vampiro': 5 plantas de interior que sobrevivem quase sem luz e são quase imortais"></a></article></aside><p>Por esse motivo, tornou-se <strong>uma das plantas mais interessantes para observar em ambientes interiores</strong>. No entanto, deve ser cultivada com cuidado: não deve ser submersa em água durante longos períodos e requer períodos regulares de seca para evitar o apodrecimento.</p><h2>4. Lithops: as "pedras vivas" do deserto</h2><p>Os lithops são pequenas <strong>plantas suculentas</strong> nativas das regiões áridas do sul de África.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222246505.jpeg" data-image="eiihn5iz4tk1" alt="suculentas" title="suculentas"><figcaption>Lithops: as "pedras vivas" do deserto.</figcaption></figure><p>O seu aspeto assemelha-se a pequenas pedras coloridas, uma forma que lhes proporciona uma camuflagem eficaz contra os herbívoros e <strong>ajuda a reduzir a perda de água</strong>.</p><p>Cultivá-las em casa exige <strong>condições semelhantes ao seu habitat natural</strong>: muita luz, solo bem drenado e rega mínima. O excesso de água é a principal ameaça a estas plantas, que estão adaptadas para sobreviver em ambientes extremamente secos.</p><h2>5. Platycerium: a samambaia com frondes espetaculares</h2><p>A platicéria, também conhecida como feto-chifre-de-alce, é uma <strong>planta tropical caracterizada por frondes grandes e com uma forma invulgar</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222269214.jpeg" data-image="137gocplwvxh" alt="samambaia" title="samambaia"><figcaption>Platycerium: a samambaia com frondes espetaculares.</figcaption></figure><p><strong>Originária das florestas da Ásia, África e Austrália, cresce geralmente nas árvores como epífita</strong>. As suas folhas desempenham diversas funções: algumas são ramificadas e captam a luz, enquanto outras são mais aderentes e ajudam a acumular nutrientes e humidade. Em ambientes interiores, prefere locais bem iluminados, sem luz solar direta, humidade elevada e rega moderada.</p><h2>Um toque de originalidade no lar</h2><p>Por detrás do aspeto curioso destas plantas, escondem-se <strong>adaptações desenvolvidas ao longo de milhões de anos de evolução</strong>. Estas características tornam-nas não só plantas fascinantes, mas também espécies capazes de acrescentar um toque de originalidade ao lar.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-5-plantas-mais-inusitadas-para-cultivar-em-casa-parecem-ser-de-outro-planeta.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[IPMA emite aviso amarelo para 14 distritos devido ao tempo quente: eis os dias mais críticos do calor]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-emite-aviso-amarelo-para-14-distritos-devido-ao-tempo-quente-eis-os-dias-mais-criticos-do-calor.html</link><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 06:04:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Como temos vindo a avançar, prevê-se uma subida acentuada dos termómetros já amanhã, segunda-feira. Com isto, o IPMA emitiu 14 avisos amarelos de tempo quente. Confira aqui a previsão!</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xas73cy"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xas73cy.jpg" id="xas73cy"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Como avançamos noutras previsões aqui na Meteored Portugal, o nosso modelo de confiança, ECMWF, aposta numa <strong>subida acentuada e generalizada das temperaturas máximas e mínimas</strong> a partir de amanhã, segunda-feira.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Tendo isto em conta, o IPMA emitiu <strong>aviso amarelo para 14 distritos devido ao tempo quente</strong>, estando fora desta lista apenas os distritos de Viana do Castelo, Porto, Aveiro e Faro. (A última atualização deste Instituto (pelas 10h de hoje) eleva <strong>17 distritos a aviso amarelo</strong>, deixando apenas Faro fora da lista.)</p><h2>Aviso amarelo entra em vigor às 9h de amanhã, dia 27</h2><p>O <strong>calor previsto deverá sentir-se logo nas primeiras horas da manhã</strong>, onde todas as capitais de distrito deverão registar valores entre os 21 ºC (Bragança e Lisboa) e os 29 ºC em Portalegre. As cidades do Porto, Castelo Branco e Évora poderão contar com 27 ºC, pelas 9h. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ipma-emite-aviso-amarelo-para-14-distritos-devido-ao-tempo-quente-previsto-eis-os-dias-mais-criticos-do-calor-1785023735809.png" data-image="jnhy6t2hu9wo" alt="temperatura do ar à superfície" title="temperatura do ar à superfície"><figcaption>Espera-se um aumento significativo das temperaturas máximas na segunda-feira, dia 27. Esta subida deverá levar os termómetros acima dos 35 ºC em zonas próximas do litoral.</figcaption></figure><p>Nas horas de maior calor, as temperaturas poderão chegar aos<strong> 39 ºC em Coimbra</strong>, podendo esta ser a capital de distrito mais quente do país nesse dia. Viana do Castelo e Aveiro podem contar com 27 ºC e 29 ºC, respetivamente, devendo estas serem as cidades mais frescas do dia. A nível local, o <strong>Ribatejo e o Baixo Alentejo poderão contar com valores na ordem dos 40 ºC</strong>, devendo estas serem as regiões mais quentes do país.</p><h2>Estes avisos devem manter-se em vigor até às 18h de terça-feira</h2><p>De acordo com a mais recente atualização do IPMA, <strong>os 14 avisos manter-se-ão em vigor até às 18h do dia seguinte, terça-feira</strong>. Esta duração deve-se à persistência de valores elevados tanto durante a noite de segunda, como na madrugada e dia de terça-feira.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780356" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-capitais-de-distrito-mais-quentes.html" title="Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes">Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-capitais-de-distrito-mais-quentes.html" title="Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-capitais-de-distrito-mais-quentes-1784931681625_320.png" alt="Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes"></a></article></aside><p>Pelas 23h de segunda-feira, <strong>todas as capitais de distrito devem registar valores acima dos 20 ºC</strong>, com destaque para Castelo Branco e Portalegre, onde se esperam 27 ºC. Já no Porto, Beja e Évora esperam-se 26 ºC no mesmo horário. <strong>O Vale do Douro poderá contar com as temperaturas mais elevadas</strong>, com 30 ºC previstos.</p><p>Durante o dia de terça-feira poderemos registar um <strong>pequeno alívio na faixa costeira Norte e Centro</strong>, ainda que o resto do país se mantenha com temperaturas acima da média para a época do ano. Nas horas e dias seguintes, este alívio térmico poderá estender-se a outras regiões do país.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-emite-aviso-amarelo-para-14-distritos-devido-ao-tempo-quente-eis-os-dias-mais-criticos-do-calor.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[É dos que aplaude no fim do voo? Os portugueses têm uma opinião bem vincada sobre esse hábito]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/e-dos-que-aplaude-no-fim-do-voo-os-portugueses-tem-uma-opiniao-bem-vincada-sobre-esse-habito.html</link><pubDate>Sun, 26 Jul 2026 05:04:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Este estudo indica o que os portugueses fazem (e odeiam) quando viajam de avião. Os piores comportamentos podem surpreendê-lo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/e-dos-que-aplaude-no-fim-do-voo-os-portugueses-tem-uma-opiniao-bem-vincada-sobre-esse-habito-1784635312915.jpg" data-image="7e8c0ka8wdot" alt="Avião" title="Avião"><figcaption>O que mais irrita os portugueses num avião? Um estudo revela os hábitos que geram mais desconforto a bordo. Foto ilustrativas: Unsplash</figcaption></figure><p>Quando viaja de avião, faz parte do grupo de passageiros que espera calmamente que as portas se abram e que os assistentes de bordo deem o sinal de que é seguro levantar-se? Ou é daqueles que, mal o avião toca na pista, se levanta de imediato e ocupa o corredor na tentativa de sair o mais depressa possível?</p><p>Levantar-se antes do momento indicado, reclinar o banco bruscamente sem avisar ou demorar a arrumar a bagagem no corredor são precisamente alguns dos <strong>comportamentos mais comuns a bordo</strong>, mas também dos que mais irritam. Ainda assim, para os portugueses, há atitudes capazes de superar todas estas no que toca ao nível de irritação. Consegue adivinhar quais são?</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="751200" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/as-ferias-de-bem-estar-conheca-esta-tendencia-para.html" title="As férias de bem-estar: conheça esta tendência para 2026">As férias de bem-estar: conheça esta tendência para 2026</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/as-ferias-de-bem-estar-conheca-esta-tendencia-para.html" title="As férias de bem-estar: conheça esta tendência para 2026"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/as-ferias-de-bem-estar-uma-tendencia-para-1769516247208_320.png" alt="As férias de bem-estar: conheça esta tendência para 2026"></a></article></aside><p>A ‘eDreams’ acaba de divulgar um novo estudo sobre os<strong> hábitos e atitudes dos viajantes durante os voos</strong>. “Os dados recolhidos permitiram tirar conclusões interessantes sobre os portugueses, desde a forma como ajudam outros passageiros até às situações que mais os incomodam a bordo”, lê-se no <em>site</em> ‘Sapo’.</p><h2>Solidariedade continua a fazer parte das viagens</h2><p>Nem tudo o que acontece a bordo de um avião gera conflitos. O estudo revela que os portugueses tendem a mostrar-se disponíveis para<strong> ajudar quem viaja ao lado</strong>. A prova disso é que 78% diz que não hesita em dar uma mão a outro passageiro para colocar uma mala pesada no compartimento superior.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/e-dos-que-aplaude-no-fim-do-voo-os-portugueses-tem-uma-opiniao-bem-vincada-sobre-esse-habito-1784635505181.jpg" data-image="fwdzu7v8yakm" alt="Avião" title="Avião"><figcaption>Este estudo revela o que mais irrita os portugueses nos voos. Foto ilustrativa: Unsplash</figcaption></figure><p>Ainda assim, nem todos têm a mesma disponibilidade. Quase metade dos inquiridos (45%) admite que a decisão depende de fatores como o peso da bagagem ou da pessoa que pede ajuda. Já uma pequena minoria (7%) considera que essa tarefa deve ficar exclusivamente a cargo dos assistentes de bordo.</p><p>E este espírito de partilha também se faz sentir noutro tema. Este, porém, costuma gerar pequenas disputas durante os voos. Do que é que estamos a falar? Dos <strong>apoios de braços</strong>. </p><p>A maioria dos portugueses (61%) diz não se importar de os dividir com os passageiros sentados ao lado. Em contrapartida, apenas 9% defendem que o direito pertence a quem os ocupar primeiro, uma opinião mais frequente entre os viajantes dos 18 aos 24 anos.</p><h2>Há comportamentos que tiram qualquer um do sério</h2><p>Já quando se fala dos maiores incómodos a bordo, há um vencedor claro: <strong>os maus odores</strong>. Para 79% dos portugueses, o mais desagradável é ter de lidar com cheiros corporais, como suor, pés malcheirosos ou flatulência. </p><div class="texto-destacado">Seguem-se os odores provenientes das casas de banho (8%), os perfumes demasiado intensos (8%) e o cheiro de alguns alimentos, como fast food, queijos ou pratos muito condimentados (4%).</div><p>Mas há um comportamento que consegue irritar ainda mais os passageiros. Mais de metade dos inquiridos (54%) aponta como a atitude mais desagradável o facto de<strong> quem vai à frente reclinar o banco de forma repentina</strong>, sem qualquer aviso.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="658298" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/conheca-as-10-rotas-de-aviao-com-maior-turbulencia-da-europa-viagens.html" title="Conheça as 10 rotas de avião com maior turbulência da Europa">Conheça as 10 rotas de avião com maior turbulência da Europa</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/conheca-as-10-rotas-de-aviao-com-maior-turbulencia-da-europa-viagens.html" title="Conheça as 10 rotas de avião com maior turbulência da Europa"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/conheca-as-10-rotas-de-aviao-com-maior-turbulencia-da-europa-viagens-1716833290820_320.jpg" alt="Conheça as 10 rotas de avião com maior turbulência da Europa"></a></article></aside><p>Também entram na lista de situações menos apreciadas os passageiros que demoram demasiado tempo a guardar a bagagem no compartimento superior, atrasando o embarque (35%) e aqueles que se levantam antes de o avião estar autorizado a desembarcar (30%). Os pedidos para trocar de lugar (14%) também fazem parte do ranking, e, por fim, os <strong>tradicionais aplausos depois da aterragem, que incomodam 12% dos portugueses</strong>. Sim, aquele hábito tão habitual entre os portugueses parece não cair assim tão bem entre os próprios patriotas. </p><h2>Conversar durante o voo? As opiniões dividem-se</h2><p>Parece que nem todos encaram uma viagem de avião da mesma forma. Enquanto alguns aproveitam para descansar ou manter-se no seu canto, outros não se importam de conhecer quem está sentado ao lado.</p><p>Segundo o estudo,<strong> 47% dos portugueses dizem que estariam disponíveis para manter uma conversa mais pessoal </strong>durante um voo, acreditando que desse encontro pode surgir uma boa história. Já 31% preferem responder de forma breve, deixando claro que não pretendem prolongar a conversa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/e-dos-que-aplaude-no-fim-do-voo-os-portugueses-tem-uma-opiniao-bem-vincada-sobre-esse-habito-1784635743072.jpg" data-image="7d6440y5lwv4" alt="Avião" title="Avião"><figcaption>Ficou surpreendido com alguma das conclusões do estudo? Foto ilustrativas: Unsplash</figcaption></figure><p>Há ainda quem recorra a estratégias mais discretas para evitar o contacto. Cerca de 11% admitem fingir estar a dormir ou dizer que estão ocupados, enquanto 3% afirmam que, se a conversa persistisse, chegariam mesmo a pedir para mudar de lugar.</p><p>Os resultados mostram também diferenças entre homens e mulheres. Eles revelam-se, em média, mais recetivos a conversar com desconhecidos, ao passo que elas tendem a optar por respostas rápidas para preservar o seu espaço e privacidade.</p><p>Ainda assim, entre os sete países analisados — Portugal, Espanha, Itália, França, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos —, <strong>os portugueses e os italianos</strong> destacam-se por serem os viajantes mais disponíveis para manter conversas pessoais durante um voo, refletindo uma <strong>maior abertura ao contacto com desconhecidos</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Sapo" data-year="2026" data-title="Quais%20s%C3%A3o%20os%20comportamentos%20que%20mais%20irritam%20os%20portugueses%20durante%20uma%20viagem%20de%20avi%C3%A3o%3F" data-url="https%3A%2F%2Fsapo.pt%2Fartigo%2Fquais-sao-os-comportamentos-que-mais-irritam-os-portugueses-durante-uma-viagem-de-aviao-6a56220907944094d71f5bae">Sapo. (2026). <a href="https://sapo.pt/artigo/quais-sao-os-comportamentos-que-mais-irritam-os-portugueses-durante-uma-viagem-de-aviao-6a56220907944094d71f5bae" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Quais são os comportamentos que mais irritam os portugueses durante uma viagem de avião?</a>.</cite><br><cite data-author="Vou%20Sair" data-year="2026" data-title="Este%20estudo%20revela%20comportamentos%20mais%20comuns%20dos%20portugueses%20durante%20os%20voos" data-url="https%3A%2F%2Fvousair.pt%2Feste-estudo-revela-comportamentos-mais-comuns-dos-portugueses-durante-os-voos%2F">Vou Sair. (2026). <a href="https://vousair.pt/este-estudo-revela-comportamentos-mais-comuns-dos-portugueses-durante-os-voos/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Este estudo revela comportamentos mais comuns dos portugueses durante os voos</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/e-dos-que-aplaude-no-fim-do-voo-os-portugueses-tem-uma-opiniao-bem-vincada-sobre-esse-habito.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Após um fim de semana mais fresco, o calor regressa em força e poderá atingir os 40 °C; IPMA emite 14 avisos amarelos]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/apos-um-fim-de-semana-mais-fresco-o-calor-regressa-em-forca-e-podera-atingir-os-40-c-ipma-emite-14-avisos-amarelos.html</link><pubDate>Sat, 25 Jul 2026 12:20:15 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Depois de um fim de semana fresco e com chuva fraca no Norte e Centro, Portugal prepara-se para uma rápida subida das temperaturas, com o calor a aproximar-se, ou mesmo ultrapassar novamente dos 40 ºC.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xas24j2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xas24j2.jpg" id="xas24j2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Este fim de semana será marcado por <strong>temperaturas relativamente amenas para a época e alguma chuva fraca no Norte e Centro.</strong> Porém, atmosfera prepara-se para uma mudança rápida. Entre domingo e o início da próxima semana, o calor voltará a intensificar-se, com vários locais do interior a aproximarem-se novamente dos 40 °C.</p><h2>Sábado será o dia mais "fresco" deste período</h2><p>O dia de hoje ficará marcado por um ambiente pouco habitual para a segunda metade de julho. Apesar de estarmos em plena <strong>canícula, </strong>período que corresponde, tradicionalmente, à fase mais quente do verão, entre finais de julho e meados de agosto, as temperaturas estarão bastante contidas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-tempo-em-portugal-depois-do-fim-de-semana-mais-fresco-o-calor-regressa-em-forca-e-podera-atingir-os-40-c-1784978857817.png" data-image="p44cf416pm8o" alt="Temperatura" title="Temperatura"><figcaption>O sábado será o dia mais fresco dos próximos dias, com máximas contidas em praticamente todo o país. O litoral Norte e Centro dificilmente ultrapassará os 25 °C, enquanto os valores mais elevados ficarão confinados ao interior.</figcaption></figure><p>As <strong>máximas não deverão ultrapassar os 31 °C</strong> e os valores mais elevados ficarão reservados ao interior do distrito de Bragança, Vale do Tejo, distrito de Castelo Branco, interior alentejano e Algarve. Já no litoral, entre Viana do Castelo e Lisboa, as temperaturas oscilarão entre os 22 e os 25 °C, graças à influência da massa de ar mais fresco proveniente do Atlântico.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Além do arrefecimento, o aumento da nebulosidade será notório entre o Alto Alentejo e o Norte do país.<strong> A chuva, que já se fez sentir durante a manhã, continuará ao longo da tarde sobretudo nos distritos de Coimbra, Viseu, Vila Real, Braga e Bragança.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-tempo-em-portugal-depois-do-fim-de-semana-mais-fresco-o-calor-regressa-em-forca-e-podera-atingir-os-40-c-1784978971591.png" data-image="edp7aqnhpa01" alt="Chuva (mm)" title="Chuva (mm)"><figcaption>Durante a tarde de sábado, a passagem da depressão em altitude continuará a provocar chuva fraca e dispersa nos distritos de Coimbra, Viseu, Vila Real, Braga e Bragança. Os acumulados serão reduzidos e o episódio deverá terminar durante a noite.</figcaption></figure><p>Os <strong>acumulados horários deverão manter-se abaixo dos 1,5 mm,</strong> pelo que se tratará apenas de um episódio de chuva fraca, com tendência para terminar durante a noite.</p><h2>Domingo marca o início da recuperação das temperaturas</h2><p>A madrugada de domingo (26) ainda será relativamente fresca, com mínimas inferiores ao habitual em vários locais do Norte e Centro, consequência da massa de ar frio que continuará a influenciar o território.</p><p>No entanto, durante a tarde, a recuperação será evidente.<strong> Muitos distritos voltarão a atingir ou ultrapassar os 30 °C, incluindo Braga, Vila Real, Viseu, Castelo Branco e Santarém.</strong> No Baixo Alentejo e no interior algarvio, as máximas poderão aproximar-se dos 35 °C. Apesar desta subida, o litoral continuará ligeiramente mais ameno devido à influência marítima.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-tempo-em-portugal-depois-do-fim-de-semana-mais-fresco-o-calor-regressa-em-forca-e-podera-atingir-os-40-c-1784980064552.png" data-image="p4s1yn2ph1sk" alt="Rajada de vento (km/h)" title="Rajada de vento (km/h)"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-341236">O vento será mais notório durante o fim de semana, com rajadas entre 40 e 55 km/h no litoral e nas terras altas do Norte e Centro. A partir de segunda-feira, prevê-se uma diminuição da intensidade do vento, favorecendo a rápida subida das temperaturas.</figcaption></figure><p> O <strong>vento será outro elemento importante deste fim de semana.</strong> Durante sábado e domingo, as rajadas poderão atingir <strong>40 a 55 km/h</strong> em grande parte do litoral e das terras altas do Norte e Centro, devido à circulação em torno da depressão em altitude. Apesar de pontualmente moderadas, estas rajadas não deverão causar impactos relevantes. <strong>A partir de segunda-feira,</strong> com o restabelecimento de um padrão atmosférico mais estável, <strong>o vento perderá intensidade, contribuindo para uma sensação térmica mais elevada e favorecendo o aumento das temperaturas em todo o território. </strong></p><h2>O calor intensifica-se no início da próxima semana</h2><p>Será, contudo, <strong>na segunda-feira (27) que a mudança será mais evidente.</strong> A massa de ar quente voltará a expandir-se sobre a Península Ibérica, fazendo subir significativamente as temperaturas em praticamente todo o território continental.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-de-tempo-em-portugal-depois-do-fim-de-semana-mais-fresco-o-calor-regressa-em-forca-e-podera-atingir-os-40-c-1784979575132.png" data-image="8xyzigdukzvv" alt="Temperatura" title="Temperatura"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-404870">Na segunda-feira, o calor intensifica-se de forma significativa. O Vale do Tejo, o interior alentejano e o distrito de Castelo Branco poderão atingir os 40 °C, enquanto também o litoral Norte e Centro regista uma subida acentuada das temperaturas.</figcaption></figure><p>As regiões do Vale do Tejo, interior do distrito de Beja e Alto Alentejo <strong>poderão voltar a registar máximas entre os 39 e os 40 °C.</strong></p><p>Também o litoral Norte e Centro deixará de beneficiar da forte influência marítima observada nos dias anteriores.<strong> Cidades como Braga, Porto, Coimbra e Leiria deverão registar temperaturas bastante superiores às do fim de semana,</strong> consolidando o regresso de um ambiente tipicamente quente de verão.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780356" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-capitais-de-distrito-mais-quentes.html" title="Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes">Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-capitais-de-distrito-mais-quentes.html" title="Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-capitais-de-distrito-mais-quentes-1784931681625_320.png" alt="Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes"></a></article></aside><p>Segundo as previsões atuais,<strong> este padrão de calor deverá manter-se pelo menos até quarta-feira, dia 29 de julho.</strong> </p><div class="texto-destacado"> Face ao aumento previsto das temperaturas, <strong>o IPMA emitiu aviso amarelo para 14 distritos de Portugal</strong> continental devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima, entre segunda-feira, 27 de julho, e terça-feira, 28 de julho. </div><p>Apenas os distritos de Aveiro, Faro, Porto e Viana do Castelo permanecem, para já, fora deste aviso.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/apos-um-fim-de-semana-mais-fresco-o-calor-regressa-em-forca-e-podera-atingir-os-40-c-ipma-emite-14-avisos-amarelos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Refúgios secretos: 5 ilhas europeias longe do turismo de massa]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa.html</link><pubDate>Sat, 25 Jul 2026 11:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Paraísos escondidos da Europa: destinos insulares intocados para quem procura trilhos espetaculares e mergulhos inesquecíveis. Saiba mais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa-1784715875411.png" data-image="aerox4yn75uq"><figcaption>A Europa tem mais de dez mil ilhas, mas a grande maioria dos turistas concentra-se em menos de um por cento delas.</figcaption></figure><p>A Europa está repleta de ilhas deslumbrantes que, durante os meses de verão, atraem multidões avassaladoras de turistas. </p><div class="texto-destacado">No entanto, para aqueles que procuram escapar da confusão e vivenciar a verdadeira tranquilidade, ainda existem destinos insulares quase intocados e cheios de autenticidade. </div><p>Neste sentido são destacadas <strong>cinco ilhas europeias</strong> alternativas que prometem paisagens incríveis, uma vida selvagem rica e cultura local autêntica, bem longe do turismo de massas.</p><h2>1. Pantelleria, Itália </h2><p>Conhecida como a "Pérola Negra do Mediterrâneo", esta ilha vulcânica situa-se estrategicamente entre a Sicília e a costa da Tunísia. Com um passado marcado pelas passagens de fenícios, bizantinos, árabes e espanhóis, Pantelleria é hoje um santuário de paz. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa-1784714928927.png" data-image="y4vt325jkfw1"><figcaption>As suas vinhas são cultivadas dentro de cavidades no solo para proteção contra o vento, uma técnica ancestral reconhecida como Património da UNESCO.</figcaption></figure><p>As suas<strong> enseadas escondidas e as tradicionais casas em forma de cúpula <em>(dammuso)</em> criam o cenário perfeito para relaxar</strong>. O grande destaque é a sua viticultura: a uva aromática zibibbo é cultivada em socalcos vulcânicos através de um método classificado pela UNESCO (<em>vite ad alberello</em>). Os visitantes podem participar nas vindimas e desfrutar de provas de vinhos de excelência, com destaque para o doce passito. </p><h2> 2. Barra, Escócia </h2><p>A chegada a Barra é, por si só, uma aventura inesquecível, uma vez que a pista do seu aeroporto é a própria praia de areia branca de Traigh Mhòr. Embora as suas <strong>águas turquesa lembrem destinos tropicais, a brisa do Atlântico relembra-nos de que estamos nas Hébridas Exteriores.</strong> </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa-1784715070598.png" data-image="rc8wrn50gza3"><figcaption>As suas águas albergam os 'Barra Boys', um grupo residente de golfinhos que costuma nadar alegremente ao lado dos barcos.</figcaption></figure><p>É um verdadeiro paraíso para os amantes de vida selvagem: os céus são dominados por águias, enquanto no mar é possível avistar focas, papagaios-do-mar, golfinhos-roaz e, entre junho e setembro, majestosas baleias-anãs. </p><h2>3. Serifos, Grécia </h2><p>Sem grandes estâncias turísticas ou sequer um aeroporto, Serifos manteve o seu charme genuíno, sendo o refúgio eleito por atenienses e artistas em busca de paz. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa-1784715151746.png" data-image="0n8goe1zwbch"><figcaption>Segundo a mitologia grega, a ilha tornou-se rochosa porque o herói Perseu usou a cabeça cortada da Medusa para transformar o rei em pedra.</figcaption></figure><p>Esta ilha das Cíclades possui <strong>dezenas de praias de águas cristalinas e uma paisagem rochosa</strong> que, segundo a mitologia grega, resultou de Perseu ter usado a cabeça da Medusa para transformar o cenário em pedra. A pitoresca vila de Chora, com as suas ruelas brancas e moinhos de vento clássicos, é o local ideal para assistir a um magnífico pôr do sol sobre o Mar Egeu. </p><h2>4. El Hierro, Espanha </h2><p>A segunda ilha mais pequena das Canárias,<strong> classificada como Reserva da Biosfera pela UNESCO, exibe algumas das costas mais selvagens da Europa</strong>. Formada por erupções vulcânicas, El Hierro oferece paisagens dramáticas e de contrastes: desde antigas florestas húmidas de laurissilva e o impressionante anfiteatro natural de El Golfo, até campos de lava e árvores de zimbro contorcidas pelo vento. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa-1784715316346.png" data-image="ddqmwcaw3onj"><figcaption>É uma ilha pioneira na sustentabilidade, sendo quase 100% autossuficiente através da combinação de energia eólica e hídrica.</figcaption></figure><p>Na ponta sul, a Reserva Marinha Mar de las Calmas revela um ecossistema subaquático espetacular, perfeito para mergulhar ao lado de tartarugas e raias. </p><h2>5. Fasta Åland, Finlândia </h2><p>Situado no Mar Báltico, este arquipélago finlandês (onde a língua oficial é o sueco) engloba milhares de ilhas de granito, florestas de coníferas e pequenas aldeias de madeira. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa-1784715550685.png" data-image="9frp5ms8g98m"><figcaption>Nas suas águas foi descoberto o champanhe mais antigo do mundo, perfeitamente conservado num naufrágio do século XIX.</figcaption></figure><p>A ilha principal, Fasta Åland, <strong>é o ponto de partida ideal para mergulhar na profunda cultura nórdica das saunas e da natureza no seu estado mais puro.</strong> Pode relaxar numa tradicional sauna de fumo, alugar caiaques para explorar baías silenciosas ou, para uma desconexão total, passar a noite numa cabana isolada e sem eletricidade na pequena ilha vizinha de Sviskär. </p><h2>E em Portugal? </h2><p>Açores, ancorado no meio do Oceano Atlântico, o arquipélago é um verdadeiro santuário de biodiversidade e tranquilidade, perfeito para quem procura reconectar-se com a natureza no seu estado mais puro.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa-1784715627694.png" data-image="rt4c3qwnrx5k"><figcaption>O arquipélago acolhe as únicas plantações de chá da Europa para produção comercial, mantendo processos de colheita totalmente artesanais desde o século XIX.</figcaption></figure><p><strong>Formadas por erupções vulcânicas, as suas nove ilhas oferecem um cenário místico de caldeiras profundas, lagoas duplas rodeadas por vegetação exuberante</strong>, como a emblemática Lagoa das Sete Cidades em São Miguel, campos recobertos de hortênsias e prados de um verde vibrante.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="721257" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/ferias-forcadas-as-ilhas-mais-bonitas-onde-ninguem-queria-estar.html" title="Férias forçadas: as ilhas mais bonitas onde ninguém queria estar">Férias forçadas: as ilhas mais bonitas onde ninguém queria estar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/ferias-forcadas-as-ilhas-mais-bonitas-onde-ninguem-queria-estar.html" title="Férias forçadas: as ilhas mais bonitas onde ninguém queria estar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ferias-forcadas-as-ilhas-mais-bonitas-onde-ninguem-queria-estar-1753293284564_320.jpg" alt="Férias forçadas: as ilhas mais bonitas onde ninguém queria estar"></a></article></aside><p>Longe do turismo de massa, estas ilhas são santuários perfeitos para quem procura reconectar-se com a natureza. <strong>Aqui, pode percorrer trilhos deslumbrantes entre falésias e crateras vulcânicas, mergulhar em águas cristalinas repletas de grutas e ecossistemas intocados</strong>, e vivenciar o privilégio raro de observar a fauna local no seu estado mais puro e selvagem.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Emma%20Al-Mousawi" data-year="2026" data-title="5%20alternative%20European%20islands%20to%20explore%20this%20summer" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nationalgeographic.com%2Ftravel%2Farticle%2Fbest-alternative-islands-europe-lesser-known-away-from-crowds">Emma Al-Mousawi. (2026). <a href="https://www.nationalgeographic.com/travel/article/best-alternative-islands-europe-lesser-known-away-from-crowds" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">5 alternative European islands to explore this summer</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/refugios-secretos-5-ilhas-europeias-longe-do-turismo-de-massa.html</guid><dc:creator><![CDATA[Carlos Alves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Poupe água e tempo: como instalar um sistema de rega gota-a-gota "faça você mesmo" no seu pátio]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/poupe-agua-e-tempo-como-instalar-um-sistema-de-rega-gota-a-gota-faca-voce-mesmo-no-seu-patio.html</link><pubDate>Sat, 25 Jul 2026 10:07:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Instalar um sistema de rega gota-a-gota do tipo "faça você mesmo" no seu pátio é uma forma simples, acessível e eficiente de poupar água, reduzir o tempo de rega e manter as suas plantas saudáveis durante todo o verão.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ahorra-agua-y-tiempo-como-montar-un-riego-por-goteo-casero-en-tu-terraza-1784542825480.jpeg" data-image="3067bae5um0p" alt="Imagem 1" title="Imagem 1"><figcaption>A rega gota-a-gota é uma das formas mais eficientes de otimizar o uso da água.</figcaption></figure><p>Cultivar flores, ervas e legumes em pátios, varandas e pequenos jardins tornou-se um passatempo cada vez mais popular. Um dos maiores desafios durante o verão, no entanto, é <strong>manter as plantas sempre regadas, sem desperdiçar água</strong> ou gastar tempo a regá-las todos os dias.</p><p>Uma solução simples é instalar um sistema de rega gota-a-gota do tipo "faça você mesmo", uma opção acessível, fácil de construir e altamente eficiente.</p><p>Este tipo de rega<strong> leva a água diretamente às raízes de cada planta</strong>, reduzindo as perdas por evaporação e mantendo a humidade do solo uniforme. É também uma solução ideal para quem passa longas horas fora de casa ou viaja durante alguns dias durante o verão.</p><h2>Porquê escolher a irrigação gota-a-gota?</h2><p>Ao contrário da rega com regador ou mangueira, <strong>a rega gota-a-gota fornece pequenas quantidades de água lenta e diretamente à zona radicular</strong>. Isto permite que o solo absorva a humidade de forma mais eficiente, evitando tanto o excesso como a falta de água.</p><p>Algumas das suas principais vantagens incluem:</p><ul> <li>Economia de água superior a 40% em comparação com os métodos de rega tradicionais.</li> <li>Menos ervas daninhas, uma vez que apenas a zona radicular é regada.</li> <li>Menor risco de doenças nas plantas causadas pelo excesso de humidade nas folhas e caules.</li> <li>Maior praticidade, especialmente quando se cuida de um grande número de recipientes.</li> <li>Crescimento mais consistente das plantas.</li> </ul><p>Para culturas como o tomate, o pimento, o morango, a erva e a alface, manter a humidade do solo constante é essencial para produzir culturas saudáveis.</p><h2>Materiais necessários</h2><p><strong>Não precisa de gastar muito para construir um sistema de rega gota-a-gota</strong> em casa. Os materiais mais comuns incluem:</p><ol> <li>Uma torneira exterior ou ligação de água próxima.</li> <li>Um temporizador de rega (opcional, mas altamente recomendado).</li> <li>Tubo de polietileno de 16 mm para a linha principal.</li> <li>Microtubos de 4 mm.</li> <li>Emissores de gotejamento ajustáveis ou com compensação de pressão (recomendados).</li> <li>Conectores, cotovelos e tampas de extremidade.</li> <li>Um furador para perfurar o tubo.</li> </ol><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ahorra-agua-y-tiempo-como-montar-un-riego-por-goteo-casero-en-tu-terraza-1784543719732.jpeg" data-image="z6w9c5dhnuab" alt="Imagem 2" title="Imagem 2"><figcaption>Escolher o caudal de água correto é essencial, pois plantas diferentes têm necessidades de rega diferentes.</figcaption></figure><p>Todos estes materiais estão facilmente disponíveis em centros de jardinagem e lojas de material de rega.</p><h2>Como instalar passo a passo</h2><p>Comece por estender o tubo principal ao longo do caminho onde os seus recipientes estão localizados. <strong>Fixe-o firmemente para que não se desloque</strong>.</p><p>Em seguida, utilize o <strong>furador para fazer pequenos furos na tubagem principal</strong>, onde cada microtubo será ligado. Instale um <strong>gotejador na extremidade de cada tubo</strong> e posicione-o junto à base da planta.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779542" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/nao-sao-plantas-invasoras-mas-podem-tomar-conta-do-seu-jardim-se-nao-as-mantiver-sob-controlo.html" title="Não são plantas invasoras, mas podem tomar conta do seu jardim se não as mantiver sob controlo">Não são plantas invasoras, mas podem tomar conta do seu jardim se não as mantiver sob controlo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/nao-sao-plantas-invasoras-mas-podem-tomar-conta-do-seu-jardim-se-nao-as-mantiver-sob-controlo.html" title="Não são plantas invasoras, mas podem tomar conta do seu jardim se não as mantiver sob controlo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/they-re-not-invasive-plants-but-they-can-take-over-your-garden-if-you-don-t-keep-them-under-control-1784424248519_320.jpg" alt="Não são plantas invasoras, mas podem tomar conta do seu jardim se não as mantiver sob controlo"></a></article></aside><p>Após ligar tudo, <strong>abra a água e verifique se todos os emissores estão a funcionar corretamente</strong>. Se algum deles estiver a fornecer água em excesso ou em quantidade insuficiente, a maioria dos modelos pode ser ajustada com facilidade.</p><p>A adição de um<strong> temporizador automático</strong> permite que o sistema funcione de forma totalmente autónoma. Basta definir a duração e a frequência da rega de acordo com a estação do ano.</p><h2>Ajuste a rega ao longo do ano</h2><p><strong>Nem todas as plantas necessitam da mesma quantidade de água</strong>. Durante os meses mais quentes, pode ser necessário regar uma ou até duas vezes por dia, especialmente em vasos expostos a longas horas de luz solar direta.</p><div class="texto-destacado">Na primavera e no outono, regar uma vez por dia ou em dias alternados é normalmente suficiente, enquanto no inverno a necessidade de rega diminui significativamente.</div><p>Também é importante <strong>verificar a humidade do solo regularmente</strong>. Enfiar o dedo alguns centímetros na terra é uma forma rápida e fácil de determinar se as suas plantas precisam mesmo de água.</p><h3>Dicas extra para poupar ainda mais água</h3><p>Além da rega gota-a-gota, existem diversas formas simples de reduzir ainda mais o consumo de água.</p><ul> <li>Adicione cobertura morta ou cascalho sobre o solo para reduzir a evaporação.</li> <li>Agrupe os recipientes para criar um microclima mais húmido.</li> <li>Regar de manhã cedo ou ao pôr do sol.</li> <li>Verifique regularmente se existem fugas nos tubos ou nos gotejadores.</li> <li>Escolha plantas adaptadas ao seu clima local, sempre que possível.</li> </ul><h2>Um pequeno investimento com grandes recompensas</h2><p>Instalar um sistema de rega gota-a-gota do tipo "faça você mesmo" no seu pátio é uma das<strong> melhorias mais práticas para quem gosta de jardinagem</strong> ou de cultivar alimentos em vasos.</p><p>Além de <strong>poupar água e reduzir o tempo</strong> passado a regar, ajuda as plantas a crescerem de forma mais uniforme e a resistirem melhor aos períodos de calor extremo do verão.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777346" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-algas-nao-sao-plantas-factos-surpreendentes-sobre-a-vida-aquatica-que-precisa-de-saber.html" title="As algas não são plantas: factos surpreendentes sobre a vida aquática que precisa de saber">As algas não são plantas: factos surpreendentes sobre a vida aquática que precisa de saber</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-algas-nao-sao-plantas-factos-surpreendentes-sobre-a-vida-aquatica-que-precisa-de-saber.html" title="As algas não são plantas: factos surpreendentes sobre a vida aquática que precisa de saber"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/seaweeds-aren-t-plants-seven-surprising-facts-about-aquatic-life-1783270730480_320.jpg" alt="As algas não são plantas: factos surpreendentes sobre a vida aquática que precisa de saber"></a></article></aside><p>O<strong> sistema é simples de instalar e requer pouca manutenção</strong>, sendo uma excelente forma de desfrutar de um pátio exuberante e colorido sem ter de se preocupar em regar todos os dias.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/poupe-agua-e-tempo-como-instalar-um-sistema-de-rega-gota-a-gota-faca-voce-mesmo-no-seu-patio.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[As abelhas nunca se perdem: particulas magnéticas podem explicar este fenómeno ]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/as-abelhas-nunca-se-perdem-particulas-magneticas-podem-explicar-este-fenomeno.html</link><pubDate>Sat, 25 Jul 2026 09:04:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Um novo estudo reforça a ideia de que muitas espécies de abelhas possuem uma bússola biológica que as ajuda a orientar-se durante os seus voos. Será mesmo assim? Venha descobrir!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/as-abelhas-nunca-se-perdem-particulas-magneticas-podem-explicar-este-fenomeno-1784811829462.jpg" data-image="3rt1notcz5ht" alt="Abelhas e a sua orientação" title="Abelhas e a sua orientação"><figcaption>Cientistas identificaram partículas magnéticas em várias espécies de abelhas.</figcaption></figure><p>Durante décadas, a ciência afirmava que a <strong>capacidade de orientação através do campo magnético da Terra</strong> era uma característica reservada apenas a alguns animais, como as aves migratórias, as tartarugas marinhas ou até mesmo os salmões.</p><p>No entanto, de acordo com investigações recentes <strong>esta habilidade poderá estar muito mais disseminada entre as abelhas </strong>do que se pensava, levantando novas questões sobre a forma como as abelhas encontram alimento e regressam aos seus ninhos.</p><h2>O que é afinal a magnetorreceção e como funciona?</h2><p>Segundo uma investigação publicada na revista <em>Neurobiology</em>, o conceito conhecido como magnetorreceção descreve a <strong>capacidade de detetar o campo magnético terrestre e utilizá-lo como referência para navegação</strong>. Embora este fenómeno já tivesse sido demonstrado em abelhas domésticas, um estudo recente analisou dezenas de espécies diferentes e encontrou partículas ferromagnéticas em grande parte delas.</p><p>Estes <strong>minúsculos cristais, compostos por minerais ricos em ferro, podem funcionar como sensores biológicos</strong> capazes de responder às variações do campo magnético da Terra.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="760203" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/abelhas-surpreendem-cientistas-ao-resolver-contas-simples-de-matematica.html" title="Abelhas surpreendem cientistas ao resolver contas simples de matemática">Abelhas surpreendem cientistas ao resolver contas simples de matemática</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/abelhas-surpreendem-cientistas-ao-resolver-contas-simples-de-matematica.html" title="Abelhas surpreendem cientistas ao resolver contas simples de matemática"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/abelhas-surpreendem-cientistas-ao-resolver-contas-simples-de-matematica-1773426345471_320.jpg" alt="Abelhas surpreendem cientistas ao resolver contas simples de matemática"></a></article></aside><p>A descoberta é particularmente interessante porque as <strong>partículas magnéticas foram identificadas tanto em espécies sociais, que vivem em colónias organizadas, como em espécies solitárias</strong>.</p><p>Isso indica que esta característica poderá ter surgido muito antes da <strong>evolução dos complexos comportamentos sociais</strong> observados nas abelhas atuais, sugerindo tratar-se de uma adaptação ancestral preservada ao longo de milhões de anos. Apesar desta evidência, os investigadores alertam que a presença de partículas magnéticas não prova, por si só, que todas estas espécies utilizem um verdadeiro "GPS biológico".</p><h2>O papel do campo magnético na navegação</h2><p>Demonstrar a magnetorreceção é um enorme desafio experimental, uma vez que <strong>exige observar o comportamento de animais vivos em condições cuidadosamente controladas</strong>, eliminando outros fatores de orientação, como a posição do Sol, a paisagem ou os odores do ambiente.Por esse motivo, <strong>continua a existir alguma incerteza sobre o papel exato destas estruturas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/as-abelhas-nunca-se-perdem-particulas-magneticas-podem-explicar-este-fenomeno-1784811872894.jpg" data-image="b1mo7jhgj0wd" alt="Polinizadores" title="Polinizadores"><figcaption>Para além de serem os mais importantes polinizadores da natureza, as abelhas poderão recorrer ao campo magnético da Terra para encontrar o caminho entre as flores e os ninhos.</figcaption></figure><p>Esta não é, contudo, uma ideia completamente nova. Há mais de duas décadas, diversos estudos já apontavam para a <strong>existência de magnetite, um mineral naturalmente magnético, no organismo das abelhas</strong>.<br>Essas investigações sugeriam que estes insetos poderiam <strong>combinar informação visual com sinais magnéticos</strong> para melhorar a sua orientação durante os voos de procura de alimento.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Ao longo dos anos, experiências demonstraram ainda que <strong>as alterações artificiais do campo magnético podem influenciar determinados comportamentos das abelhas</strong>, reforçando a hipótese de que possuem uma sensibilidade magnética funcional.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>As novas investigações ampliam significativamente esse conhecimento ao mostrar que esta <strong>característica pode estar distribuída por uma grande diversidade de espécies</strong>. Curiosamente, a intensidade do sinal magnético parece variar entre espécies e tende a ser maior em abelhas de maior dimensão corporal.</p><p>Ainda assim, os <strong>cientistas não encontraram uma relação clara entre esta capacidade e fatores como o tipo de ninho ou o comportamento social</strong>, indicando que a evolução da magnetorreceção poderá ser mais complexa do que anteriormente imaginado.</p><h2>A importância desta descoberta para a ciência </h2><p>Compreender como as abelhas se orientam é <strong>mais do que uma curiosidade científica</strong>. Estes insetos desempenham um <strong>papel essencial na polinização de plantas silvestres e culturas agrícolas</strong>, sendo responsáveis por uma parte significativa da produção alimentar mundial.</p><p>Conhecer todos os mecanismos envolvidos na sua navegação poderá <strong>ajudar a perceber de que forma fatores ambientais, como a poluição eletromagnética ou alterações do habitat</strong>, podem afetar a sua capacidade de encontrar flores e regressar aos ninhos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="503591" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/abelhas-medicinais-beneficios-e-riscos-do-consumo-da-propolis-saude.html" title="Abelhas medicinais? Benefícios e riscos do consumo da própolis">Abelhas medicinais? Benefícios e riscos do consumo da própolis</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/abelhas-medicinais-beneficios-e-riscos-do-consumo-da-propolis-saude.html" title="Abelhas medicinais? Benefícios e riscos do consumo da própolis"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/abejas-medicinales-beneficios-y-riesgos-de-la-ingesta-de-propoleo-1685873004662_320.jpeg" alt="Abelhas medicinais? Benefícios e riscos do consumo da própolis"></a></article></aside><p>Além da importância ecológica, este tipo de investigação poderá também inspirar novas tecnologias. Os <strong>sistemas biológicos de navegação são frequentemente utilizados como modelo para desenvolver sensores e equipamentos mais eficientes</strong>, capazes de funcionar em ambientes onde o GPS convencional não está disponível, como túneis, minas ou até futuras missões espaciais.</p><p>Embora permaneçam muitas perguntas por responder, uma conclusão parece cada vez mais sólida: <strong>as abelhas são muito mais sofisticadas do que imaginávamos</strong>. A possibilidade de utilizarem o campo magnético terrestre como complemento aos seus notáveis sistemas de orientação revela que <strong>estes pequenos polinizadores continuam a surpreender a ciência</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Joseph%20L%20Kirschvink%20%2C%20Michael%20M%20Walker%20%2C%20Carol%20E%20Diebel" data-year="2001" data-title="Magnetite-based%20magnetoreception" data-url="https%3A%2F%2Fwww.sciencedirect.com%2Fscience%2Farticle%2Fabs%2Fpii%2FS095943880000235X%3Fvia%253Dihub">Joseph L Kirschvink , Michael M Walker , Carol E Diebel. (2001). <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S095943880000235X?via%3Dihub" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Magnetite-based magnetoreception</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/as-abelhas-nunca-se-perdem-particulas-magneticas-podem-explicar-este-fenomeno.html</guid><dc:creator><![CDATA[Paula Gonçalves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A descoberta científica no Peru que pode ajudar a proteger o chocolate das alterações climáticas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-descoberta-cientifica-no-peru-que-pode-ajudar-a-proteger-o-chocolate-diante-da-mudanca-climatica.html</link><pubDate>Sat, 25 Jul 2026 08:09:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Uma equipa internacional identificou quatro novas linhagens genéticas de cacau cultivadas por pequenos agricultores e comunidades indígenas no Peru. Esta descoberta amplia a diversidade conhecida desta cultura e pode fornecer ferramentas para o desenvolvimento de variedades mais resistentes às alterações climáticas e a doenças.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-hallazgo-cientifico-en-peru-que-podria-ayudar-a-proteger-el-chocolate-frente-al-cambio-climatico-1783597952123.jpg" data-image="ze8ogvxv65ip" alt="cacau" title="cacau"><figcaption>Foram descobertos quatro tipos de cacau com genes diferentes.</figcaption></figure><p>O aumento das temperaturas, a maior frequência de secas e a disseminação de doenças ameaçam uma das culturas mais vulneráveis do planeta: o <strong>cacau</strong>. Neste contexto, uma equipa internacional de investigadores identificou <strong>novas linhagens genéticas no Peru</strong> que podem tornar-se uma ferramenta fundamental para o <strong>desenvolvimento de plantas mais resistentes às alterações climáticas</strong>.</p><div class="texto-destacado">O cacau (<em>Theobroma cacao</em>), cujo nome científico significa "alimento dos deuses", só prospera em condições muito específicas de temperatura e humidade. Calor constante, seca prolongada ou o surgimento de novas doenças podem reduzir drasticamente a produção.</div><p>O desafio está no facto de que quase 70% da produção mundial de cacau provém da <strong>África Ocidental</strong>, e muitas dessas <strong>plantações compartilham uma base genética relativamente limitada</strong>. Esta baixa diversidade torna as plantações mais suscetíveis a pragas, patógenos e aos efeitos das alterações climáticas.</p><p>Assim, um estudo publicado na revista <em>PLOS One</em> acaba de fazer uma descoberta que oferece esperança para solucionar este dilema. Investigadores de diversos países<strong> identificaram quatro linhagens genéticas de cacau até então desconhecidas, encontradas em diferentes regiões do Peru</strong>, onde são cultivadas por comunidades indígenas e pequenos agricultores.</p><h2>Um mapa genético muito mais diversificado</h2><p>Até então, os cientistas classificavam a diversidade do cacau em dez grandes grupos genéticos. Para determinar se esta classificação ainda representava toda a variabilidade da espécie, a equipa analisou o<strong> ADN de 390 árvores</strong> silvestres e semissilvestres de <strong>fazendas distribuídas por oito departamentos peruanos</strong>.</p><p>Em vez de estudar a aparência das árvores ou as características dos seus frutos, os investigadores analisaram <strong>192 marcadores genéticos </strong>conhecidos como SNPs, pequenas variações no ADN que atuam como uma impressão digital genética e permitem aos cientistas reconstruir as relações entre diferentes populações.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-hallazgo-cientifico-en-peru-que-podria-ayudar-a-proteger-el-chocolate-frente-al-cambio-climatico-1783598063784.jpg" data-image="hur3exeur0kx"><figcaption>Os investigadores analisaram 192 marcadores genéticos de quase 400 cacaueiros.</figcaption></figure><p>Os resultados mostraram que, <strong>além dos dez grupos já conhecidos, existiam outras quatro linhagens claramente diferentes</strong>. Confirmaram também que cada região mantém a sua própria identidade genética, resultado de uma história evolutiva distinta.</p><p>"O nosso trabalho demonstra que, <strong>embora o cacau peruano compartilhe uma origem comum, cada região possui uma composição genética única</strong>", explicou o investigador Lambert Motilal, autor principal do estudo. Segundo o cientista, este novo mapa genético representa um recurso valioso tanto para a conservação quanto para a produção de cacau de alta qualidade.</p><h2>Um conjunto genético para enfrentar a mudança climática</h2><p>A descoberta não significa que estas novas variedades produzirão automaticamente um chocolate melhor. A sua importância está no facto de que <strong>cada linhagem pode conter genes associados a características úteis para a melhoria e a sobrevivência da cultura</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>Algumas populações podem apresentar maior resistência a doenças, outras podem tolerar temperaturas mais elevadas ou períodos de seca, enquanto algumas podem desenvolver perfis aromáticos especialmente apreciados no mercado de chocolates finos.</strong></div><p>Os investigadores acreditam que<strong> duas das quatro novas linhagens</strong> apresentam um <strong>potencial </strong>particularmente promissor para a<strong> produção de cacau premium</strong>, um segmento que está a ganhar cada vez mais importância internacionalmente.</p><p>O estudo também permitiu uma<strong> reconstrução mais precisa da origem genética da CCN 51, uma das variedades comerciais mais cultivadas no mundo</strong> devido à sua alta produtividade e resistência a doenças. As análises revelaram que quase metade da sua composição genética provém de uma das linhagens recém-identificadas, chamada Awajún.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="740874" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/conheca-as-flores-que-dao-origem-ao-sabor-e-aroma-do-cacau-do-cafe-e-da-baunilha.html" title="Conheça as flores que dão origem ao sabor e aroma do cacau, do café e da baunilha ">Conheça as flores que dão origem ao sabor e aroma do cacau, do café e da baunilha </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/conheca-as-flores-que-dao-origem-ao-sabor-e-aroma-do-cacau-do-cafe-e-da-baunilha.html" title="Conheça as flores que dão origem ao sabor e aroma do cacau, do café e da baunilha "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/conheca-as-flores-que-dao-origem-ao-sabor-e-aroma-do-cacau-do-cafe-e-da-baunilha-1763911672645_320.jpg" alt="Conheça as flores que dão origem ao sabor e aroma do cacau, do café e da baunilha "></a></article></aside><p>Os investigadores também destacaram um aspeto importante desta descoberta. As árvores que permitiram expandir o mapa genético do cacau não cresciam em cantos remotos da Amazónia, nem estavam armazenadas em bancos de sementes. Muitas estavam nos <strong>campos e quintais de pequenos agricultores</strong>, onde haviam passado despercebidas pelos cientistas.</p><p>Num cenário em que as alterações climáticas, a expansão da monocultura e a desflorestação ameaçam a diversidade genética de inúmeras culturas, identificar e conservar estas linhagens assume um valor estratégico. Elas não apenas ajudam a reconstruir a história evolutiva do cacau, como também podem fornecer os <strong>genes </strong>necessários para<strong> desenvolver variedades capazes de sustentar a produção de chocolate num clima cada vez mais desafiador</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Motilal%2C%20L.%20A.%20et%20al" data-year="2026" data-title="Genetic%20structure%20of%20traditional%20cacao%20reveals%20four%20new%20genetic%20lineages%20in%20indigenous%20Amazonian%20sites%20in%20Peru" data-url="https%3A%2F%2Fjournals.plos.org%2Fplosone%2Farticle%2Fauthors%3Fid%3D10.1371%2Fjournal.pone.0351690">Motilal, L. A. et al. (2026). <a href="https://journals.plos.org/plosone/article/authors?id=10.1371/journal.pone.0351690" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Genetic structure of traditional cacao reveals four new genetic lineages in indigenous Amazonian sites in Peru</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-descoberta-cientifica-no-peru-que-pode-ajudar-a-proteger-o-chocolate-diante-da-mudanca-climatica.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Parece uma maçã comum, mas quando se corta, surge uma surpresa: já está a ser testada na Patagónia]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/parece-uma-maca-comum-mas-quando-se-corta-surge-uma-surpresa-ja-esta-a-ser-testada-na-patagonia.html</link><pubDate>Sat, 25 Jul 2026 07:04:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>A maçã Kissabel, famosa pela sua polpa vermelha, começou a ser avaliada na Patagónia. O objetivo do estudo é determinar se pode abrir novos mercados para a fruticultura argentina.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/parece-una-manzana-comun-pero-al-cortarla-aparece-una-sorpresa-ya-la-prueban-en-la-patagonia-1782185608958.jpg" data-image="ju2fpdnmgekq" alt="maçã" title="maçã"><figcaption> A maçã Kissabel distingue-se pela sua polpa vermelha natural, uma característica que procura conquistar os mercados premium em todo o mundo.</figcaption></figure><p>À primeira vista, parece uma maçã como qualquer outra. No entanto, ao ser cortada, revela um <strong>interior vermelho intenso </strong>que a tornou numa das frutas mais impressionantes desenvolvidas nos últimos anos.</p><div class="texto-destacado">Trata-se da Kissabel, uma família de variedades obtida através de melhoramento convencional que começou agora a ser avaliada no Alto Vale do Rio Negro e em Neuquén. O trabalho está a ser realizado por especialistas do INTA Alto Valle em conjunto com a Moño Azul, empresa do grupo Prima e licenciada na Argentina da IFO (International Fruit Obtention), empresa internacional de melhoramento genético. <br></div><p>A<strong> fruta foi desenvolvida para se destacar nos mercados premium</strong>, onde os consumidores procuram produtos inovadores e estão dispostos a pagar mais por eles. As variedades resultantes combinam sabores equilibrados, boa durabilidade e alto teor de antocianinas, os pigmentos naturais responsáveis pela cor vermelha.</p><h2>O que irá a INTA avaliar antes de considerar a produção comercial?</h2><p>O processo de validação não será rápido. Segundo o INTA, serão <strong>necessárias entre oito a dez épocas para reunir informação suficiente</strong> para decidir se estas variedades podem ser incorporadas na produção regional. </p><p>Durante este período, os investigadores analisarão:</p><ul><li><strong>Adaptação ao clima do Alto Vale.</strong></li><li><strong>A resposta às geadas da primavera.</strong></li><li><strong>Produtividade e rendimento por hectare.</strong></li><li><strong>A qualidade comercial da fruta.</strong></li><li><strong>A intensidade e a uniformidade da cor vermelha da polpa.</strong></li><li><strong>Firmeza e conservação pós-colheita.</strong></li><li><strong>Comportamento perante doenças e pragas.</strong></li><li><strong>Aceitação por parte dos consumidores e dos mercados internacionais.</strong></li></ul><p>Os materiais importados para o país passaram por um <strong>rigoroso processo de quarentena</strong>, de acordo com as normas da Senasa. Atualmente, estão a ser cultivados numa instalação experimental, onde recebem a mesma gestão tecnológica das plantações comerciais do Alto Vale.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/parece-una-manzana-comun-pero-al-cortarla-aparece-una-sorpresa-ya-la-prueban-en-la-patagonia-1782185308520.jpg" data-image="q0qq096acqe6" alt="inta" title="inta"><figcaption>Paula Calvo, técnica do INTA Alto Valle e responsável pela avaliação, analisa os parâmetros de qualidade e maturação das maçãs Kissabel. Foto: INTA</figcaption></figure><p>Os técnicos realizam a <strong>monitorização fenológica duas vezes por semana para acompanhar o desenvolvimento da planta</strong>. Analisam também parâmetros como a firmeza, os sólidos solúveis, a acidez, a degradação do amido e a distribuição da cor na polpa em laboratório para determinar o momento ideal da colheita.</p><h2>Uma história que começou há mais de vinte anos</h2><p>As primeiras pesquisas para a obtenção de maçãs de polpa vermelha surgiram no início deste século, quando várias empresas europeias começaram a trabalhar com material genético que retinha naturalmente esta característica. O desafio era <strong>combinar esta coloração interna marcante com frutos de elevada qualidade</strong>, boa produtividade e aceitação comercial.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/parece-una-manzana-comun-pero-al-cortarla-aparece-una-sorpresa-ya-la-prueban-en-la-patagonia-1782185675385.jpg" data-image="uzjioow925j2" alt="maçã" title="maçã"><figcaption>As plantas são cultivadas em ambiente experimental, sob o mesmo maneio tecnológico utilizado pelos produtores de frutos do Alto Vale. Cortesia: INTA</figcaption></figure><p>Ao longo dos anos, o projeto evoluiu para a marca Kissabel, atualmente desenvolvida pelo consórcio IFORED. Hoje, participam empresas de França, Itália, Alemanha, Reino Unido, Suíça, Espanha, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, Chile e Argentina, entre outros países. </p><p>Embora a Argentina esteja apenas a iniciar as avaliações agronómicas, a <strong>Kissabel já está a ser comercializada em diversos mercados internacionais</strong>. Dependendo da época do ano, pode ser encontrada em supermercados e lojas especializadas em fruta em Itália, França, Alemanha, Reino Unido, Suíça, Bélgica, Espanha, Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, onde é vendida como fruta premium.</p><h2>Já está disponível para compra na Argentina?</h2><p>Ainda não. <strong>A maçã Kissabel ainda não é produzida comercialmente no país</strong>, uma vez que as plantas cultivadas no Alto Valle fazem parte de um ensaio experimental para avaliar a sua adaptação às condições da Patagónia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/parece-una-manzana-comun-pero-al-cortarla-aparece-una-sorpresa-ya-la-prueban-en-la-patagonia-1782185710669.jpg" data-image="16o2hqpbmqqy" alt="maçã" title="maçã"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-103921">A maçã Kissabel distingue-se pela sua polpa vermelha natural, uma característica que procura conquistar os mercados premium em todo o mundo.</figcaption></figure><p>Embora não exista uma proibição específica à importação desta variedade, esta não é atualmente comercializada como fruta importada na Argentina. Por isso, <strong>quem quiser experimentar um Kissabel terá de o fazer num dos países onde já é produzido e vendido regularmente</strong>, principalmente na Europa, nos Estados Unidos, na Austrália ou na Nova Zelândia.</p><h2>Uma oportunidade para diferenciar a fruticultura na Patagónia</h2><p>Durante anos, <strong>a produção de maçã no Alto Vale enfrentou o desafio de melhorar a sua competitividade num mercado internacional cada vez mais exigente</strong>. Neste contexto, a incorporação de variedades inovadoras surgiu como uma ferramenta para gerar maior valor acrescentado e aceder a nichos de mercado onde a diferenciação é tão importante como a qualidade da fruta.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="644705" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/sabia-que-todas-as-macas-que-comemos-vem-de-um-unico-local-do-mundo-geografia.html" title="Sabia que todas as maçãs que comemos vêm de um único local do mundo?">Sabia que todas as maçãs que comemos vêm de um único local do mundo?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/sabia-que-todas-as-macas-que-comemos-vem-de-um-unico-local-do-mundo-geografia.html" title="Sabia que todas as maçãs que comemos vêm de um único local do mundo?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/sabias-que-todas-las-manzanas-que-comemos-provienen-de-un-unico-lugar-en-el-mundo-1706257155510_320.jpg" alt="Sabia que todas as maçãs que comemos vêm de um único local do mundo?"></a></article></aside><p>Se os testes confirmarem uma boa adaptação ao clima da Patagónia e uma aceitação comercial adequada, <strong>a maçã de polpa vermelha vibrante poderá tornar-se um dos desenvolvimentos mais inovadores na fruticultura </strong>argentina na próxima década, abrindo uma nova oportunidade para os produtores da região. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/parece-uma-maca-comum-mas-quando-se-corta-surge-uma-surpresa-ja-esta-a-ser-testada-na-patagonia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Até 12 ºC acima da média: temperaturas disparam na próxima segunda-feira; eis as capitais de distrito mais quentes]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-capitais-de-distrito-mais-quentes.html</link><pubDate>Sat, 25 Jul 2026 06:03:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A próxima semana poderá arrancar com um aumento significativo das temperaturas, especialmente ao longo da faixa litoral, onde as mesmas têm sido mais contidas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xarwsim"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xarwsim.jpg" id="xarwsim"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Como referimos em previsões anteriores, <strong>Portugal Continental irá registar uma subida acentuada das temperaturas</strong> já no arranque da próxima semana. Esta subida já se poderá sentir amanhã, domingo, mas será na segunda que se tornará mais evidente em toda a geografia.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Esta <strong>subida térmica deverá resultar numa inversão das anomalias térmicas</strong>, face ao dia de hoje, pois ao longo das próximas horas estas poderão ser negativas na maior parte do país, indicando valores abaixo da normal climatológica. No entanto, <strong>nos dias seguintes esperam-se valores acima do normal</strong> também em praticamente todo o território.</p><h2>Subida térmica começa amanhã, mas atinge o seu pico na segunda-feira</h2><p>Entre hoje e amanhã já se poderá registar uma <strong>subida generalizada, ainda que gradual</strong>, em boa parte do continente português. Assim, esperam-se máximas entre os 22 ºC em Viana do Castelo e os 34 ºC em Beja. As cidades do Porto e Lisboa poderão contar com 26 ºC e 29 ºC, respetivamente. Assim sendo, as <strong>anomalias positivas mais pronunciadas não deverão ultrapassar os 3 ºC</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-regioes-mais-quentes-1784930866849.png" data-image="o6sa0pw7hn2v" alt="anomalias térmicas" title="anomalias térmicas"><figcaption>Segunda-feira, dia 27 de julho, as anomalias térmicas positivas deverão cobrir Portugal Continental, com valores até 12 ºC acima da média, especialmente ao longo da faixa litoral.</figcaption></figure><p>Todavia, este cenário intensifica-se na segunda-feira, com o regresso de <strong>temperaturas acima dos 30 ºC na maior parte das cidades portuguesas, com exceção de Viana do Castelo</strong>, que deverá manter-se com máxima de 28 ºC. Aveiro, que também costuma ser das capitais de distrito mais frescas, poderá registar até 32 ºC.</p><p>Esta subida irá resultar em <strong>anomalias térmicas positivas de até 12 ºC, indicando temperaturas muito acima da média</strong>, especialmente no litoral Norte e Centro. Segundo a mais recente atualização do nosso modelo de confiança, ECMWF, <strong>estas anomalias elevadas poderão manter-se, pelo menos, até quinta-feira</strong>, ainda que, à medida que os dias passam, estas possam tornar-se mais evidentes desde o litoral para o interior.</p><h2>Saiba quais as capitais de distrito mais quentes</h2><p>Com isto, na segunda-feira, as capitais de distrito mais quentes poderão ser:</p><ul><li><strong>Coimbra</strong>: 39 ºC</li><li><strong>Santarém</strong>: 39 ºC</li><li><strong>Leiria</strong>: 38 ºC</li><li><strong>Évora</strong>: 38 ºC</li><li><strong>Beja</strong>: 38 ºC</li><li><strong>Castelo Branco</strong>: 37 ºC</li><li><strong>Portalegre</strong>: 36 ºC</li></ul><p>Além disto, regiões como o Ribatejo e o Alentejo poderão registar, a nível local, temperaturas até 40 ºC. Assim como, pelas 23h, todas as capitais de distrito poderão contar com temperaturas entre os 23 ºC na Guarda e Leiria e os 28 ºC no Porto, Castelo Branco e Portalegre. <strong>Poucas serão as cidades que deverão baixar dos 20 ºC ao longo da madrugada de terça-feira</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780248" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/semana-termina-mais-fresca-e-instavel-mas-ha-mudanca-a-vista-termometros-podem-voltar-aos-40-c.html" title="Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC">Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/semana-termina-mais-fresca-e-instavel-mas-ha-mudanca-a-vista-termometros-podem-voltar-aos-40-c.html" title="Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/semana-termina-mais-fresca-e-instavel-mas-ha-mudanca-a-vista-termometros-podem-voltar-aos-40-c-1784890968937_320.png" alt="Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC"></a></article></aside><p>Ainda assim,<strong> os dias seguintes podem contar com um pequeno alívio térmico nas cidades costeiras do Norte e Centro</strong>, mantendo-se as temperaturas elevadas nas cidades mais interiores, assim como as anomalias térmicas mais evidentes, também na mesma região.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-12-c-acima-da-media-temperaturas-disparam-na-proxima-segunda-feira-eis-as-capitais-de-distrito-mais-quentes.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC ]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html</link><pubDate>Sat, 25 Jul 2026 05:02:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Apesar da descida das temperaturas prevista para estes dias, este refúgio em Vieira do Minho continua a surpreender pela temperatura da água e pela beleza da paisagem.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c-1784655856544.jpg" data-image="3s7pdtiuxwk1" alt="Praia Fluvial da Albufeira do Ermal" title="Praia Fluvial da Albufeira do Ermal"><figcaption>Apesar da descida das temperaturas, há uma praia fluvial onde a água continua surpreendentemente quente. Foto: CM VMinho</figcaption></figure><p>Sim, Portugal tem sítios onde a água ultrapassa os 20 °C. E não, nem todos ficam no sotavento algarvio. </p><p>Se está à procura de sugestões onde passar o fim de semana, apesar da <strong>descida de temperaturas</strong> e da possibilidade de chuva, temos uma opção que poderá ser a indicada. </p><p>“A chuva poderá regressar já na sexta-feira, devido à influência de uma<strong> bolsa de ar frio</strong> que se deslocará para o Norte da Península Ibérica, devendo resultar em alguns períodos de chuva fraca e dispersa nos locais supracitados”, <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/especialista-joana-campos-nos-proximos-dias-as-temperaturas-vao-subir-mas-voltarao-a-descer-ate-ao-fim-de-semana.html" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">avisa</a> Joana Campos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779537" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/especialista-joana-campos-nos-proximos-dias-as-temperaturas-vao-subir-mas-voltarao-a-descer-ate-ao-fim-de-semana.html" title="Especialista Joana Campos: 'nos próximos dias as temperaturas vão subir, mas voltarão a descer até ao fim de semana'">Especialista Joana Campos: "nos próximos dias as temperaturas vão subir, mas voltarão a descer até ao fim de semana"</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/especialista-joana-campos-nos-proximos-dias-as-temperaturas-vao-subir-mas-voltarao-a-descer-ate-ao-fim-de-semana.html" title="Especialista Joana Campos: 'nos próximos dias as temperaturas vão subir, mas voltarão a descer até ao fim de semana'"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/especialista-joana-campos-nos-proximos-dias-as-temperaturas-vao-subir-mas-voltarao-a-descer-ate-ao-fim-de-semana-1784552333975_320.png" alt="Especialista Joana Campos: 'nos próximos dias as temperaturas vão subir, mas voltarão a descer até ao fim de semana'"></a></article></aside><p>“Assim, e apesar de na quinta-feira já se denotar uma descida das temperaturas máximas,<strong> na sexta-feira esta descida deverá ser mais evidente</strong>, onde apenas Évora, Beja e Faro poderão contar com 30 ºC e todas as restantes capitais de distritos devem registar valores inferiores.”</p><p>“No sábado, esta tendência térmica deverá manter-se, ainda que <strong>a chuva possa dissipar-se quase totalmente</strong>, dando lugar a um dia seco e com céu geralmente limpo.”</p><p>E onde é que o pode passar? Na <strong>Praia Fluvial da Albufeira do Ermal</strong>, em Vieira do Minho.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c-1784655792907.jpg" data-image="d4affgb7ubq9" alt="Praia Fluvial da Albufeira do Ermal" title="Praia Fluvial da Albufeira do Ermal"><figcaption>É uma boa sugestão para este fim de semana. Foto: CM VMinho</figcaption></figure><p>Sabemos que pode ser verdade. Quando se pensa em praias fluviais no Norte de Portugal, é comum imaginar águas bem frescas. No entanto, esta é uma exceção que tem vindo a surpreender muitos dos visitantes. </p><div class="texto-destacado">Em Vieira do Minho, a Praia Fluvial da Albufeira do Ermal conquistou fama precisamente por oferecer uma temperatura da água mais agradável do que é habitual na região, tornando-se um dos destinos mais procurados nos dias quentes de verão.</div><p>Durante estes meses, <strong>é frequente chegar aos 24 °C</strong> nos períodos mais quentes. Esta característica deve-se à própria configuração da albufeira. É que a zona balnear é relativamente pouco profunda, encontrando-se protegida do vento e recebendo bastante exposição solar. São estes fatores, portanto, que permitem um<strong> aquecimento mais rápido da água </strong>ao longo dos dias de verão.</p><p>O resultado é um local particularmente agradável para quem prefere banhos demorados, sem o choque térmico típico de muitos rios de montanha.</p><h2>Uma praia rodeada de história</h2><p>A paisagem que hoje atrai milhares de visitantes nasceu graças à construção da <strong>Barragem do Ermal</strong>, também conhecida como Barragem de Guilhofrei, inaugurada em 1938 no rio Ave para produção de energia hidroelétrica.</p><p>Com o enchimento da barragem formou-se a albufeira que deu origem à atual praia fluvial. Antes disso, esta zona era conhecida pelos habitantes como Ilha do Ermal, designação que ainda hoje continua a ser utilizada. E porque é que surgiu este nome? Porque o terreno era rodeado por vários cursos de água, criando a aparência de uma pequena ilha.</p><div class="texto-destacado">Atualmente, continua a ser um dos espaços de lazer mais emblemáticos de Vieira do Minho e volta regularmente a distinguir-se pela qualidade da água e das infraestruturas. </div><p>Em 2026, recebeu novamente o galardão <strong>Praia com Qualidade de Ouro</strong>, atribuído pela associação ambientalista Quercus.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="768412" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/ja-sao-conhecidas-as-praias-com-bandeira-azul-em.html" title="Já são conhecidas as praias com Bandeira Azul em 2026">Já são conhecidas as praias com Bandeira Azul em 2026</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/ja-sao-conhecidas-as-praias-com-bandeira-azul-em.html" title="Já são conhecidas as praias com Bandeira Azul em 2026"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ja-sao-conhecidas-as-praias-com-bandeira-azul-em-1778573948671_320.jpg" alt="Já são conhecidas as praias com Bandeira Azul em 2026"></a></article></aside><p>“A zona balnear é um dos espaços de lazer mais emblemáticos do concelho”, escreve a revista ‘NiT’. “Para além da temperatura da água, distingue-se pela paisagem envolvente, marcada pela beleza da Serra da Cabreira.”</p><h2>Muito mais do que banhos</h2><p>O melhor, para quem gosta de férias ativas, é que aqui dificilmente ficará sem opções. A praia dispõe de um <strong>parque aquático insuflável </strong>instalado na albufeira, ideal para famílias e grupos de amigos. Pode ainda experimentar caiaques, pranchas de <em>stand up paddle</em>, gaivotas ou aventurar-se no famoso Teleski Ilha do Ermal, um sistema de cabos que permite praticar <em>wakeboard </em>e esqui aquático sem necessidade de barco.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c-1784656148058.jpg" data-image="wx9b6zs837zy" alt="Praia Fluvial da Albufeira do Ermal" title="Praia Fluvial da Albufeira do Ermal"><figcaption>Há muito para fazer. Foto: CM VMinho</figcaption></figure><p>É precisamente esta infraestrutura que tornou a praia conhecida entre os praticantes de desportos náuticos, recebendo visitantes de vários pontos do país. Quanto aos preços, podem ser consultados<em> online</em> e começam nos<strong> 5€ por pessoa</strong>.</p><p>Quem preferir um ritmo mais tranquilo pode simplesmente estender a toalha na relva, fazer um piquenique com vista para a albufeira ou percorrer os caminhos envolventes para observar a paisagem.</p><h2>Um destino perfeito para prolongar a estadia</h2><p>Outra das vantagens desta praia fluvial é permitir que a experiência não termine ao final do dia.</p><p>Junto à albufeira existe uma <strong>área de campismo </strong>muito procurada durante o verão. Nas proximidades encontra também outras opções de alojamento, incluindo alojamentos locais, casas rurais e pequenas unidades de turismo.</p><div class="texto-destacado">A localização é igualmente um excelente ponto de partida para explorar Vieira do Minho e os arredores. </div><p>A poucos quilómetros encontra vários miradouros sobre a Serra da Cabreira, pequenas cascatas e percursos pedestres. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="778243" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/agua-do-mar-a-29-c-esta-piscina-promete-mudar-os-seus-mergulhos-em-portugal.html" title="Água do mar a 29 °C? Esta piscina promete mudar os seus mergulhos em Portugal">Água do mar a 29 °C? Esta piscina promete mudar os seus mergulhos em Portugal</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/agua-do-mar-a-29-c-esta-piscina-promete-mudar-os-seus-mergulhos-em-portugal.html" title="Água do mar a 29 °C? Esta piscina promete mudar os seus mergulhos em Portugal"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/agua-do-mar-a-29-c-esta-piscina-promete-mudar-os-seus-mergulhos-em-portugal-1783865254497_320.jpg" alt="Água do mar a 29 °C? Esta piscina promete mudar os seus mergulhos em Portugal"></a></article></aside><p>Se quiser prolongar o passeio, o <strong>Parque Nacional da Peneda-Gerês</strong> fica a cerca de meia hora de autom��vel, oferecendo dezenas de trilhos, lagoas naturais e aldeias típicas.</p><p>“Durante a estadia, pode aproveitar para visitar também a Cascata da Candos, localizada a 15 minutos de carro da praia fluvial, ou o Miradouro e Baloiço da Serradela, a cerca de 20”, recomenda a ‘NiT’. </p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="NiT%2C%20Pincelli%2C%20I" data-year="2026" data-title="A%20praia%20fluvial%20no%20Minho%20com%20%C3%A1gua%20morna%20onde%20tamb%C3%A9m%20pode%20acampar" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nit.pt%2Ffora-de-casa%2Fna-cidade%2Fa-praia-fluvial-no-minho-com-agua-morna-onde-tambem-pode-acampar">NiT, Pincelli, I. (2026). <a href="https://www.nit.pt/fora-de-casa/na-cidade/a-praia-fluvial-no-minho-com-agua-morna-onde-tambem-pode-acampar" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">A praia fluvial no Minho com água morna onde também pode acampar</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Verme marinho da costa portuguesa revela potencial biotecnológico em investigação pioneira do IPMA]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/verme-marinho-da-costa-portuguesa-revela-potencial-biotecnologico-em-investigacao-pioneira-do-ipma.html</link><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 16:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Um organismo discreto está a despertar o interesse científico graças a propriedades que poderão abrir oportunidades para diferentes setores.</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/verme-marinho-da-costa-portuguesa-revela-potencial-biotecnologico-em-investigacao-pioneira-do-ipma-1784899534949.jpg" data-image="x1epqzy8jj3w" alt="Estuário do Rio Mira" title="Estuário do Rio Mira"><figcaption>O estuário do rio Mira é um dos ecossistemas da costa portuguesa com uma presença significativa do Vermetus triquetrus. Foto: Kyle Taylor, CC BY 2.0, Wikimedia Commons</figcaption></figure><p>As águas costeiras portuguesas escondem muito mais do que espécies conhecidas da ciência. Entre os organismos menos estudados encontra-se o <strong>Vermetus triquetrus</strong>, um gastrópode marinho que vive fixo ao substrato e forma recifes. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Apesar da sua presença relevante na costa nacional, sobretudo no estuário do rio Mira, permaneceu durante décadas praticamente ignorado pelos investigadores. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Agora, um estudo pioneiro conduzido por uma equipa do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) mostra que esta espécie poderá tornar-se uma fonte valiosa de <strong>compostos bioativos</strong> com interesse para áreas tão distintas como a nutracêutica, a cosmética e a indústria farmacêutica.</p><h2>Da composição bioquímica às aplicações em saúde</h2><p>Publicado na revista científica <em>Marine Biotechnology</em>, o trabalho representa o primeiro estudo aprofundado dedicado ao <strong>Vermetus triquetrus</strong>. A investigação analisou a <strong>composição bioquímica</strong> do organismo e avaliou a sua atividade <strong>antioxidante</strong> e <strong>anti</strong>-<strong>inflamatória</strong>, duas características particularmente relevantes na procura de novas moléculas naturais para aplicações em saúde e bem-estar.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Os resultados revelaram níveis elevados de atividade biológica e permitiram identificar uma concentração significativa de <strong>compostos polifenólicos</strong>, sobretudo na massa visceral do animal. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Estas substâncias são amplamente estudadas devido às suas propriedades antioxidantes e ao potencial para integrar <strong>suplementos alimentares</strong>, formulações <strong>cosméticas</strong> ou futuros produtos <strong>farmacêuticos</strong>.</p><h2>Um recurso marinho ainda por descobrir</h2><p>A investigação diferenciou as duas principais unidades anatómicas do organismo, a massa visceral e o manto, permitindo compreender melhor onde se concentram os compostos com maior <strong>interesse biotecnológico</strong>. Segundo os investigadores, esta abordagem abre caminho a <strong>estudos mais aprofundados</strong> sobre a composição química da espécie e ao refinamento das frações extraídas da biomassa.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/verme-marinho-da-costa-portuguesa-revela-potencial-biotecnologico-em-investigacao-pioneira-do-ipma-1784899633806.jpg" data-image="9gb2fs1zov70" alt="Vermetus triquetrus" title="Vermetus triquetrus"><figcaption>Este é o aspeto do verme que, após estudado revelou atividade antioxidante e anti-inflamatória. Imagem: Breves et al./Marine Biotechnology (2026)</figcaption></figure><p>A equipa científica conclui que os resultados obtidos justificam novas etapas de investigação. O objetivo passa por <strong>caracterizar de forma mais detalhada os compostos</strong> presentes e avaliar o seu potencial em diferentes aplicações industriais, desde ingredientes para suplementos alimentares até moléculas que possam contribuir para o desenvolvimento de novos produtos nas áreas cosmética e farmacêutica.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="689404" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/sao-vermes-e-cuidam-do-mar-conheca-as-criaturas-que-portugueses-e-espanhois-descobriram.html" title="São vermes e cuidam do mar: conheça as criaturas das águas costeiras que portugueses e espanhóis descobriram">São vermes e cuidam do mar: conheça as criaturas das águas costeiras que portugueses e espanhóis descobriram</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/sao-vermes-e-cuidam-do-mar-conheca-as-criaturas-que-portugueses-e-espanhois-descobriram.html" title="São vermes e cuidam do mar: conheça as criaturas das águas costeiras que portugueses e espanhóis descobriram"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/sao-vermes-e-cuidam-do-mar-conheca-as-criaturas-que-portugueses-e-espanhois-descobriram-1735240612988_320.jpg" alt="São vermes e cuidam do mar: conheça as criaturas das águas costeiras que portugueses e espanhóis descobriram"></a></article></aside><p>O estudo foi assinado por André Breves, Carlos Cardoso, Cláudia Afonso, Joana Matos, Jorge Lobo-Arteaga, Cátia Bartilotti, Sabrina Sales, Sónia Pedro e Narcisa M. Bandarra. De acordo com o IPMA, o artigo <strong>despertou um interesse significativo</strong> na comunidade científica precisamente por explorar um organismo que permanecia praticamente inédito na literatura especializada.</p><h2>Preservar a riqueza do oceano português</h2><p>Esta descoberta integra um esforço científico muito mais abrangente. O trabalho foi desenvolvido no âmbito do projeto <strong>MAR2030 Genemare_Portugal</strong>, iniciativa que pretende criar o primeiro biobanco da biodiversidade marinha das águas portuguesas.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Conhecido como Biobanco Azul – Banco Nacional dos Recursos Vivos Marinhos, o projeto tem como missão caracterizar, conservar e preservar o património biológico marinho nacional. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Ao reunir informação genética, bioquímica e biotecnológica de milhares de espécies, este repositório permitirá <strong>preservar recursos</strong> únicos e disponibilizar conhecimento para futuras investigações.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/verme-marinho-da-costa-portuguesa-revela-potencial-biotecnologico-em-investigacao-pioneira-do-ipma-1784899775587.jpg" data-image="h1wdoy52k7j3" alt="falésias" title="falésias"><figcaption>O trabalho da equipa do IPMA evidencia a importância de valorizar a investigação sobre o mar português. Foto: Pxhere</figcaption></figure><p>Mais do que um arquivo biológico, o biobanco pretende constituir uma infraestrutura estratégica para valorizar a biodiversidade portuguesa. O projeto abrange organismos que vão desde microrganismos até animais vertebrados e integra diferentes áreas científicas, incluindo <strong>genómica</strong>, <strong>metabolómica</strong> e <strong>biotecnologia</strong> aplicada.</p><h2>Biodiversidade como fonte de inovação</h2><p>A valorização sustentável dos recursos marinhos assume um papel cada vez mais relevante na economia azul. Espécies que durante muito tempo passaram despercebidas podem revelar compostos naturais com <strong>elevado interesse científico e industrial</strong>, contribuindo para a criação de produtos inovadores e de maior valor acrescentado.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O caso do Vermetus triquetrus demonstra precisamente como o conhecimento da biodiversidade pode gerar novas oportunidades. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Embora o percurso até uma eventual aplicação comercial ainda exija investigação adicional, os resultados agora publicados identificam esta espécie como uma promissora fonte de moléculas bioativas.</p><p>Ao mesmo tempo, reforçam a importância de investir na caracterização dos organismos que habitam as águas portuguesas. <strong>Cada nova espécie estudada aumenta o conhecimento sobre os ecossistemas marinhos</strong> e pode revelar recursos capazes de responder a desafios futuros nas áreas da saúde, do bem-estar e da inovação tecnológica.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779890" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/rede-nacional-de-hubs-azuis-mergulha-no-oceano-para-levar-ciencia-e-inovacao-ate-a-economia-portuguesa.html" title="Rede nacional de Hubs Azuis mergulha no oceano para levar ciência e inovação até à economia portuguesa">Rede nacional de Hubs Azuis mergulha no oceano para levar ciência e inovação até à economia portuguesa</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/rede-nacional-de-hubs-azuis-mergulha-no-oceano-para-levar-ciencia-e-inovacao-ate-a-economia-portuguesa.html" title="Rede nacional de Hubs Azuis mergulha no oceano para levar ciência e inovação até à economia portuguesa"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/rede-nacional-de-hubs-azuis-mergulha-no-oceano-para-levar-ciencia-e-inovacao-ate-a-economia-portuguesa-1784726582546_320.jpg" alt="Rede nacional de Hubs Azuis mergulha no oceano para levar ciência e inovação até à economia portuguesa"></a></article></aside><p>Mais do que uma descoberta isolada, este trabalho evidencia o valor científico do oceano português e o papel do projeto <strong>MAR2030 Genemare_Portugal</strong> na construção de um legado que pretende preservar a biodiversidade marinha, aprofundar o conhecimento sobre os seus recursos vivos e abrir caminho a novas aplicações biotecnológicas baseadas na riqueza natural do país.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Andr%C3%A9%20Breves%2C%20Carlos%20Cardoso%2C%20Cl%C3%A1udia%20Afonso%2C%20Joana%20Matos%2C%20Jorge%20Lobo-Arteaga%2C%20C%C3%A1tia%20Bartilotti%2C%20Sabrina%20Sales%2C%20S%C3%B3nia%20Pedro%20e%20Narcisa%20M.%20Bandarra" data-year="" data-title="Unveiling%20the%20Hidden%20Biotechnological%20Potential%20of%20the%20Vermetid%20Gastropod%20Vermetus%20triquetrus%3A%20Insights%20into%20an%20Unexplored%20Marine%20Resource" data-url="https%3A%2F%2Flink.springer.com%2Farticle%2F10.1007%2Fs10126-026-10632-3">André Breves, Carlos Cardoso, Cláudia Afonso, Joana Matos, Jorge Lobo-Arteaga, Cátia Bartilotti, Sabrina Sales, Sónia Pedro e Narcisa M. Bandarra. <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10126-026-10632-3" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Unveiling the Hidden Biotechnological Potential of the Vermetid Gastropod Vermetus triquetrus: Insights into an Unexplored Marine Resource</a>.</cite><br><cite data-author="IPMA" data-year="" data-title="Artigo%20Cient%C3%ADfico%20sobre%20Gastr%C3%B3pode%20Marinho" data-url="https%3A%2F%2Fwww.ipma.pt%2Fpt%2Fmedia%2Fnoticias%2Fdocumentos%2F2026%2FArtigo_cientifico_vermetus_triquetrus.PT.pdf">IPMA. <a href="https://www.ipma.pt/pt/media/noticias/documentos/2026/Artigo_cientifico_vermetus_triquetrus.PT.pdf" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Artigo Científico sobre Gastrópode Marinho</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/verme-marinho-da-costa-portuguesa-revela-potencial-biotecnologico-em-investigacao-pioneira-do-ipma.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O "ar condicionado colonial" de Guanajuato: como as suas ruas estreitas se mantêm frescas sem tecnologia moderna]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-ar-condicionado-colonial-de-guanajuato-como-as-suas-ruas-estreitas-se-mantem-frescas-sem-tecnologia-moderna.html</link><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:55:42 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Graças ao traçado das suas ruas e ao seu relevo, Guanajuato não é apenas um destino romântico, mas também uma cidade naturalmente concebida para manter um ambiente agradável durante a maior parte do ano.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-aire-acondicionado-colonial-de-guanajuato-asi-refrescan-sus-calles-estrechas-sin-tecnologia-moderna-1784337782288.png" data-image="h0ya3jiwmghs" alt="In 1988, UNESCO recognized Guanajuato's historic center and its nearby mines as a World Heritage Site." title="In 1988, UNESCO recognized Guanajuato's historic center and its nearby mines as a World Heritage Site."><figcaption>Em 1988, a UNESCO reconheceu o centro histórico de Guanajuato e as minas nas suas imediações como Património Mundial.</figcaption></figure><p>Este destino romântico, situado no coração de <strong>Guanajuato</strong>, é um dos locais mais emblemáticos do estado, reconhecido tanto a nível nacional como internacional. A sua arquitetura e a disposição compacta das suas fachadas coloridas inspiraram inúmeras lendas e locais românticos, incluindo o famoso Beco do Beijo.</p><p>As ruas estreitas da cidade e as grandiosas casas coloniais, com os seus tetos altos, paredes grossas de pedra ou adobe e impressionantes pátios centrais, criam um<strong> sistema natural de ventilação cruzada e um efeito de chaminé</strong>.</p><div class="texto-destacado">Estas características arquitetónicas funcionam como um regulador térmico natural, absorvendo o calor durante o dia e libertando-o à noite, à medida que as temperaturas descem após o pôr do sol. Também ajudam a manter os interiores frescos pela manhã e confortavelmente quentes no final do dia.</div><p>Este projeto, que remonta à era colonial, permite que os edifícios — incluindo residências e estabelecimentos comerciais — mantenham uma temperatura interior agradável. <strong>É uma forma natural de reproduzir o efeito refrescante do ar condicionado moderno</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-aire-acondicionado-colonial-de-guanajuato-asi-refrescan-sus-calles-estrechas-sin-tecnologia-moderna-1784337842384.png" data-image="la7t3fk0bent" alt="The city's underground network consists of 23 tunnels, several of which now serve as major traffic routes." title="The city's underground network consists of 23 tunnels, several of which now serve as major traffic routes."><figcaption>A rede subterrânea da cidade é composta por 23 túneis, vários dos quais servem atualmente como importantes vias de tráfego.</figcaption></figure><p><strong>Correntes de ar aceleradas formam-se naturalmente ao longo da sua intrincada rede de ruas</strong>. O contraste entre o ar mais fresco no interior das ruas estreitas e o ar mais quente exposto à luz solar direta reforça ainda mais este fluxo de ar.</p><h2>Mais de 8 quilómetros de ruas interligadas</h2><p>Estas passagens foram originalmente construídas para desviar o curso do rio <strong>e ajudar a prevenir inundações nos túneis de Guanajuato</strong>. Este labirinto colonial é construído principalmente com paredes de pedra, criando uma estrutura robusta e duradoura.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="775880" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/por-que-alguns-locais-nao-querem-mais-fazer-parte-da-lista-do-patrimonio-mundial-da-unesco.html" title="Por que é que alguns locais já não querem fazer parte da Lista do Património Mundial da UNESCO?">Por que é que alguns locais já não querem fazer parte da Lista do Património Mundial da UNESCO?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/por-que-alguns-locais-nao-querem-mais-fazer-parte-da-lista-do-patrimonio-mundial-da-unesco.html" title="Por que é que alguns locais já não querem fazer parte da Lista do Património Mundial da UNESCO?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/perche-alcune-desitazioni-non-vogliono-piu-essere-parte-della-lista-del-patrimonio-unesco-1781773558638_320.jpg" alt="Por que é que alguns locais já não querem fazer parte da Lista do Património Mundial da UNESCO?"></a></article></aside><p>A ausência de saídas diretas ao longo de muitos troços destas passagens, combinada com diferenças de pressão significativas causadas por variações de altitude e temperatura, bem como pela forma como o ar é canalizado através delas, <strong>cria brisas fortes e frescas que fazem com que os visitantes se sintam como se estivessem a caminhar num túnel de vento</strong>.</p><h3>Um projeto ambicioso que teve início em 1963</h3><p>A construção deste notável sistema de ruas subterrâneas teve início em <strong>1963</strong>. O ambicioso projeto tinha como objetivo <strong>encanar o rio</strong> e <strong>pavimentar a sua superfície</strong> para melhorar as infraestruturas da cidade. Foi concebido para <strong>resolver os problemas de inundações de longa data de Guanajuato</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-aire-acondicionado-colonial-de-guanajuato-asi-refrescan-sus-calles-estrechas-sin-tecnologia-moderna-1784337966246.png" data-image="advxap3z971f" alt="Guanajuato's colorful facades take advantage of the orientation of its streets to create shade and reduce direct sunlight." title="Guanajuato's colorful facades take advantage of the orientation of its streets to create shade and reduce direct sunlight."><figcaption>As fachadas coloridas de Guanajuato tiram partido da orientação das suas ruas para criar sombra e reduzir a luz solar direta.</figcaption></figure><p>Ao longo do percurso, visitantes e habitantes locais admiram os enormes arcos de pedra da cidade, que se mantiveram notavelmente bem preservados apesar da passagem do tempo e se tornaram uma das atrações emblemáticas de Guanajuato. <strong>Estes arcos contam parte da história do património de engenharia e arquitetura da cidade</strong>.</p><h3>História, aventura e cultura em cada esquina</h3><p>Explorar as ruas de Guanajuato proporciona aos visitantes uma experiência que combina aventura com história e cultura. Ao passear por estas ruas pitorescas, <strong>tem-se a sensação de que o tempo parou, transportando-nos para outra época</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="774004" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/arquitetura-de-vanguarda-calor-a-bombar-o-fiasco-termico-da-estacao-de-nantes.html" title="Arquitetura de vanguarda, calor a bombar: o fiasco térmico da estação de Nantes">Arquitetura de vanguarda, calor a bombar: o fiasco térmico da estação de Nantes</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/arquitetura-de-vanguarda-calor-a-bombar-o-fiasco-termico-da-estacao-de-nantes.html" title="Arquitetura de vanguarda, calor a bombar: o fiasco térmico da estação de Nantes"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/arquitetura-de-vanguarda-calor-de-rachar-o-fiasco-termico-da-estacao-de-nantes-1781601541617_320.png" alt="Arquitetura de vanguarda, calor a bombar: o fiasco térmico da estação de Nantes"></a></article></aside><p><strong>É um local único onde os visitantes podem desfrutar de um ambiente naturalmente fresco enquanto descobrem o carácter autêntico da cidade</strong>, longe da agitação das amplas avenidas e das estradas movimentadas. Se tiver oportunidade, vale bem a pena incluir este destino nas suas próximas férias — ou fazer uma escapadela de fim de semana até lá.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-ar-condicionado-colonial-de-guanajuato-como-as-suas-ruas-estreitas-se-mantem-frescas-sem-tecnologia-moderna.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[É assim que o solo guarda a memória de uma seca extrema]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/e-assim-que-o-solo-guarda-a-memoria-de-uma-seca-extrema.html</link><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:46:10 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>As chuvas regressam, mas o solo nem sempre recupera o seu equilíbrio. Estudos recentes revelam que o solo conserva uma memória das secas passadas, com efeitos duradouros nas plantas, na agricultura e no risco de incêndios.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-sol-peut-il-garder-la-memoire-d-une-secheresse-changement-climatique-1783257568710.jpeg" data-image="tfjh6n39kodv" alt="Plantas de lechuga marchitas y suelo agrietado por la sequía en un huerto: ¿conserva el suelo las cicatrices de este estrés hídrico?" title="Plantas de lechuga marchitas y suelo agrietado por la sequía en un huerto: ¿conserva el suelo las cicatrices de este estrés hídrico?"><figcaption>Alface murcha e solo rachado devido à seca numa horta: será que o solo guarda as marcas deste stress hídrico?</figcaption></figure><p>Por vezes, a chuva basta para devolver o verde às paisagens, mas não para apagar os efeitos de uma seca. Sob a superfície, os solos demoram muito tempo a recuperar o seu equilíbrio.</p><p>A sua estrutura, os seus níveis de humidade e a sua atividade biológica conservam os vestígios dos períodos de escassez de água:<strong> uma verdadeira "memória" que tem repercussões duradouras nos ecossistemas</strong>.</p><h2>Uma memória invisível sob os nossos pés</h2><p>Em locais como a França, esta realidade é especialmente evidente este ano. Segundo a <em>Météo-France</em>, a 15 de julho, a humidade do solo tinha descido para um nível nunca antes observado tão cedo no verão, <strong>ultrapassando os mínimos registados durante as secas de 1976, 2022 e 2025 para essa mesma data</strong>.</p><p>Apesar das trovoadas previstas, as precipitações revelar-se-ão frequentemente insuficientes para reidratar de forma duradoura solos extremamente secos, nos quais a água tende a escorrer em vez de se infiltrar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-sol-peut-il-garder-la-memoire-d-une-secheresse-changement-climatique-1784368054380.jpg" data-image="517qkqy9suit" alt="Une sécheresse historique sur la France hexagonale et la Corse. (c) Meteo-France" title="Une sécheresse historique sur la France hexagonale et la Corse. (c) Meteo-France"><figcaption>Uma seca histórica na França continental e na Córsega. (c) Meteo-France</figcaption></figure><p>Este fenómeno faz parte de uma tendência mais ampla. <strong>Desde o final da década de 1980, as secas do solo tornaram-se mais frequentes, prolongadas e intensas</strong>. A sua frequência, por exemplo em França, <strong>duplicou desde os anos 60 e triplicou no sul do país</strong>.</p><p>Num<strong> cenário de aquecimento de +4 °C</strong>, a França poderá registar mais <strong>39 dias de seca por ano, com até oito meses de solo seco na costa mediterrânica</strong>.</p><h2>O solo: o primeiro elo da resiliência vegetal</h2><p>Durante muito tempo, os investigadores acreditaram que os limites da resiliência das plantas eram determinados principalmente pelas folhas ou pelas raízes. Um estudo publicado na <em>Science</em> <strong>demonstra que o verdadeiro fator limitante costuma ser o solo</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779464" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/restaurar-o-solo-a-maneira-mais-rapida-de-ajudar-a-resfriar-o-planeta.html" title="Restaurar o solo: a maneira mais rápida de ajudar a arrefecer o planeta">Restaurar o solo: a maneira mais rápida de ajudar a arrefecer o planeta</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/restaurar-o-solo-a-maneira-mais-rapida-de-ajudar-a-resfriar-o-planeta.html" title="Restaurar o solo: a maneira mais rápida de ajudar a arrefecer o planeta"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/restaurar-el-suelo-la-forma-mas-rapida-para-ayudar-a-enfriar-el-planeta-1784450180301_320.jpg" alt="Restaurar o solo: a maneira mais rápida de ajudar a arrefecer o planeta"></a></article></aside><p>A água fica retida em poros minúsculos. À medida que o solo seca, as forças físicas que retêm a água tornam-se tão intensas que as raízes têm dificuldade em extraí-la. Quando o potencial hídrico desce abaixo de um limiar crítico, as plantas já não conseguem absorver água suficiente.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="fr" dir="ltr"> La France est dans une situation de sécheresse « exceptionnelle », alerte le gouvernement. Presque tous les départements sont touchés à tel point que dans le sud, certains maires ont décidé de ne plus délivrer de permis de construire. <a href="https://x.com/hashtag/JT20h?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#JT20h</a> <a href="https://t.co/zhqwtxhuDM">pic.twitter.com/zhqwtxhuDM</a></p>— Le20h-France Télévisions (@le20hfrancetele) <a href="https://x.com/le20hfrancetele/status/2077461911726063770?ref_src=twsrc%5Etfw">July 15, 2026</a></blockquote></figure><p>Para sobreviver, fecham os seus estômatos <strong>pequenos poros situados no envés das folhas</strong>, com o objetivo de limitar a perda de água. Embora esta estratégia evite a desidratação, também<strong> retarda a fotossíntese, o crescimento e os processos naturais de arrefecimento das plantas.</strong></p><p>Estas descobertas obrigam a repensar a agricultura: adaptar uma cultura já não é apenas uma questão de escolher uma variedade resistente; <strong>também requer ter em conta as propriedades do solo onde cresce</strong>.</p><h2>A microbiota do solo também guarda a memória das secas</h2><p>O solo é mais do que um simples reservatório de água; também <strong>abriga uma vasta microbiota composta por bactérias, fungos e outros microrganismos</strong>. Um estudo publicado na <em>Nature Microbiology</em> revela que estas comunidades também guardam a memória das secas.</p><div class="texto-destacado"><strong>Ao analisar pastagens que recebem entre 400 e 1200 mm de precipitação anual</strong>, os investigadores<strong> descobriram que os solos mais secos albergavam bactérias e genes mais bem adaptados à escassez de água.</strong></div><p>O mais notável é que esta adaptação persistiu após cinco meses de alternância entre condições de seca e rega abundante. Os cientistas denominam este fenómeno de "memória ecológica do solo".</p><p>Esta memória também beneficia as plantas. A microbiota altera a expressão de certos genes envolvidos na gestão da água, melhorando assim a resistência das plantas a futuras secas. Embora os mecanismos exatos ainda não sejam totalmente compreendidos e variem consoante a espécie, <strong>esta descoberta abre vias promissoras para reforçar a resiliência das culturas</strong>.</p><h2>Proteger o solo para aumentar a resiliência</h2><p>Face às <strong>alterações climáticas</strong>, a adaptação depende da promoção de solos biologicamente mais ativos e resilientes.</p><p>Os investigadores recomendam a seleção de culturas com base nas características específicas do terreno e a diversificação da produção agrícola. Espécies mais bem adaptadas a climas secos<strong> como o sorgo, o milho-miúdo, o grão-de-bico ou a batata-doce</strong>, poderão desempenhar um papel cada vez mais importante em determinadas regiões.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="765229" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/agricultura-governo-cria-plataforma-de-suporte-aos-modos-de-producao-biologico-e-producao-integrada.html" title="Agricultura: Governo cria plataforma de suporte aos modos de produção biológico e produção integrada ">Agricultura: Governo cria plataforma de suporte aos modos de produção biológico e produção integrada </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/agricultura-governo-cria-plataforma-de-suporte-aos-modos-de-producao-biologico-e-producao-integrada.html" title="Agricultura: Governo cria plataforma de suporte aos modos de produção biológico e produção integrada "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/agricultura-governo-cria-plataforma-de-suporte-aos-modos-de-producao-biologico-e-producao-integrada-1776886937696_320.jpg" alt="Agricultura: Governo cria plataforma de suporte aos modos de produção biológico e produção integrada "></a></article></aside><p>A<strong> agroflorestação</strong>, que integra árvores e culturas, também constitui uma abordagem promissora. Melhora a estrutura do solo, favorece a infiltração da água e limita a evaporação.</p><p>A conservação do solo vai além do âmbito agrícola: <strong>um solo saudável retém mais água, protege contra a erosão, sustenta a biodiversidade e contribui para o armazenamento de carbono</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="No%C3%A9mie%20Matos" data-year="" data-title="En%20cas%20de%20s%C3%A9cheresse%2C%20il%20faut%20plus%20que%20jamais%20%C3%A9couter%20les%20sols" data-url="https%3A%2F%2Fwww.terrenature.ch%2Fnature%2Fen-temps-de-secheresse-il-faut-plus-que-jamais-ecouter-les-sols%2F">Noémie Matos. <a href="https://www.terrenature.ch/nature/en-temps-de-secheresse-il-faut-plus-que-jamais-ecouter-les-sols/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">En cas de sécheresse, il faut plus que jamais écouter les sols</a>.</cite><br><cite data-author="Tha%C3%AFs%20de%20Bastard" data-year="" data-title="Le%20microbiote%20du%20sol%20%22m%C3%A9morise%22%20les%20s%C3%A9cheresses%20et%20aide%20les%20plantes%20%C3%A0%20s'adapter" data-url="https%3A%2F%2Fwww.sciencesetavenir.fr%2Fnature-environnement%2Fclimat%2Fle-microbiote-du-sol-memorise-les-secheresses-et-aide-les-plantes-a-s-adapter_189209">Thaïs de Bastard. <a href="https://www.sciencesetavenir.fr/nature-environnement/climat/le-microbiote-du-sol-memorise-les-secheresses-et-aide-les-plantes-a-s-adapter_189209" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Le microbiote du sol "mémorise" les sécheresses et aide les plantes à s'adapter</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/e-assim-que-o-solo-guarda-a-memoria-de-uma-seca-extrema.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Aguaceiros e altos e baixos na temperatura marcam o estado do tempo até domingo, 26 de julho, em Portugal continental]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aguaceiros-e-altos-e-baixos-na-temperatura-marcam-o-estado-do-tempo-ate-domingo-26-de-julho-em-portugal-continental.html</link><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 14:18:27 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nos próximos dias Portugal continental deverá manter tempo fresco, com aguaceiros mais frequentes no Norte e Centro e alguma variabilidade nas temperaturas, com expectável subida a partir de domingo, 26 de julho.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xart8vm"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xart8vm.jpg" id="xart8vm"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A influência atlântica deverá dominar o estado do tempo em Portugal continental nos próximos dias, favorecendo um ambiente mais fresco, com temperaturas abaixo do habitual para a época. <strong>O Norte e o Centro deverão concentrar a maior probabilidade de aguaceiros</strong>, antes de uma melhoria gradual do tempo no domingo.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações</div><p>O posicionamento do anticiclone dos Açores a oeste da Península Ibérica favorecerá uma circulação de noroeste. Em altitude, a passagem de um cavado permitirá a entrada de ar mais fresco e instável, <strong>promovendo o desenvolvimento de nebulosidade e aguaceiros, sobretudo nas regiões Norte e Centro</strong>.</p><h2>Circulação de noroeste favorece aguaceiros e ambiente fresco</h2><p>Ao longo do dia de hoje, <strong>os</strong> <strong>aguaceiros deverão ocorrer de forma dispersa</strong>, sobretudo no Minho, Douro Litoral e em alguns locais do interior Norte e Centro, geralmente com acumulados pouco significativos. O vento soprará de noroeste, moderado no litoral e fraco a moderado no restante território. As máximas deverão variar entre <strong>22 e 25 ºC no litoral Norte e Centro</strong>, rondando os <strong>28 ºC em Castelo Branco</strong> e os <strong>30 ºC em Beja</strong>, que deverá voltar a registar o valor mais elevado entre as capitais distritais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aguaceiros-e-temperaturas-abaixo-da-media-marcam-o-estado-do-tempo-ate-domingo-26-de-julho-em-portugal-continental-1784900150392.png" data-image="ybb6kehjr5ha"><figcaption>A passagem de um cavado em altitude deverá favorecer o desenvolvimento de aguaceiros durante o sábado, sobretudo nas regiões Norte e Centro. As áreas montanhosas e o litoral ocidental deverão concentrar a maior probabilidade de precipitação.</figcaption></figure><p>No sábado, a instabilidade deverá manter-se, constituindo-se outro <strong>dia com alguma probabilidade de ocorrência de precipitação</strong>. Os aguaceiros são localmente mais prováveis nas serras do Minho, de Trás-os-Montes e das Beiras, onde os acumulados poderão atingir entre <strong>5 e 10 mm</strong>, enquanto a sul do sistema Montejunto-Estrela deverá continuar a predominar o tempo seco. Será o dia mais fresco do período, com <strong>anomalias térmicas negativas até 5ºC</strong> em vários locais do Norte e Centro. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aguaceiros-e-temperaturas-abaixo-da-media-marcam-o-estado-do-tempo-ate-domingo-26-de-julho-em-portugal-continental-1784899897886.png" data-image="4xujv4ive31g"><figcaption>A entrada de uma massa de ar mais fresca de origem atlântica deverá manter as temperaturas abaixo do habitual em Portugal durante o sábado. As anomalias negativas serão mais expressivas no Norte e no interior, onde os valores poderão situar-se até cerca de 5 ºC abaixo da média para a época.</figcaption></figure><p>As temperaturas máximas deverão rondar os 23 ºC no litoral Norte e Centro, cerca de 26 ºC em Braga, 24 ºC na Guarda, 29 ºC em Castelo Branco, 28 ºC em Évora e entre 30 e 31 ºC em Beja.</p><h2>Domingo traz tempo mais estável e subida das temperaturas</h2><p>No domingo, dia 26, a atmosfera tornar-se-á mais estável, seca e predominantemente soalheira.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aguaceiros-e-temperaturas-abaixo-da-media-marcam-o-estado-do-tempo-ate-domingo-26-de-julho-em-portugal-continental-1784899951060.png" data-image="w44q3w1gtwsz"><figcaption>Com o afastamento da instabilidade e o reforço gradual da estabilidade atmosférica, as temperaturas deverão recuperar no domingo, sobretudo no interior. Ainda assim, a influência marítima continuará a limitar a subida dos termómetros junto ao litoral.</figcaption></figure><p><strong>As temperaturas máximas deverão recuperar gradualmente</strong>, aproximando-se dos 30 ºC em Braga, Coimbra e Viseu, dos 32 aos 33 ºC em Castelo Branco, Portalegre e Évora e dos 33 aos 35 ºC em Beja. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780264" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-para-25-e-26-de-julho-crista-anticiclonica-mantem-estabilidade-na-madeira-mas-permite-alguma-chuva-nos-acores.html" title="Previsão para 25 e 26 de julho: crista anticiclónica mantém estabilidade na Madeira, mas permite alguma chuva nos Açores">Previsão para 25 e 26 de julho: crista anticiclónica mantém estabilidade na Madeira, mas permite alguma chuva nos Açores</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-para-25-e-26-de-julho-crista-anticiclonica-mantem-estabilidade-na-madeira-mas-permite-alguma-chuva-nos-acores.html" title="Previsão para 25 e 26 de julho: crista anticiclónica mantém estabilidade na Madeira, mas permite alguma chuva nos Açores"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-25-e-26-de-julho-crista-anticiclonica-mantem-estabilidade-na-madeira-mas-permite-alguma-chuva-nos-acores-1784894640227_320.png" alt="Previsão para 25 e 26 de julho: crista anticiclónica mantém estabilidade na Madeira, mas permite alguma chuva nos Açores"></a></article></aside><p>Ainda assim, a circulação de noroeste continuará a limitar a subida das temperaturas junto ao litoral, onde o ambiente deverá manter-se mais fresco do que é habitual para a época.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aguaceiros-e-altos-e-baixos-na-temperatura-marcam-o-estado-do-tempo-ate-domingo-26-de-julho-em-portugal-continental.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Palma]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Previsão para 25 e 26 de julho: crista anticiclónica mantém estabilidade na Madeira, mas permite alguma chuva nos Açores]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-para-25-e-26-de-julho-crista-anticiclonica-mantem-estabilidade-na-madeira-mas-permite-alguma-chuva-nos-acores.html</link><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:05:52 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Para este último fim de semana de julho prevê-se um estado do tempo geralmente estável, seco e soalheiro nos Arquipélagos, embora com a possibilidade de períodos de chuva fraca, sobretudo nos Açores. Saiba mais na previsão.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xarseny"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xarseny.jpg" id="xarseny"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Convergindo com o padrão atmosférico dominante das últimas semanas, vão continuar a persistir diferenças entre os arquipélagos dos Açores e da Madeira, sobretudo no que diz respeito à precipitação.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Enquanto nos <strong>Açores</strong> se espera uma reta final da semana com <strong>alguns períodos de chuva</strong> em grande parte das ilhas, <strong>no arquipélago da Madeira é expectável que se mantenha um cenário predominantemente estável e seco</strong>.</p><h2>Até domingo, 26 de julho, esta é a provável evolução da precipitação no arquipélago dos Açores</h2><p>Entre esta sexta-feira (24) e domingo (26), de acordo com a última atualização do ECMWF - o nosso modelo de maior confiança para este horizonte temporal - prevê-se que o arquipélago dos Açores<strong> </strong>registe <strong>vários períodos de chuva fraca, distribuídos de forma dispersa e irregular pelos três grupos de ilhas, especialmente no sábado (25) e no domingo (26)</strong>.</p><p>Mesmo assim, a instabilidade será pouco persistente, <strong>alternando com</strong><strong> períodos de maior estabilidade atmosférica, céu nublado a muito nublado e boas abertas</strong>. Deste modo, prevê-se que a precipitação seja geralmente escassa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-25-e-26-de-julho-crista-anticiclonica-mantem-estabilidade-na-madeira-mas-permite-alguma-chuva-nos-acores-1784893855562.png" data-image="uan18dcdeolb"><figcaption>A precipitação tenderá a concentrar-se nos Grupos Central e Oriental, com acumulados geralmente pouco significativos (um máximo de apenas 9 mm ao cabo de 48 horas). As ilhas onde a probabilidade de chuva é nula ou muito baixa são Corvo, Flores e Faial.</figcaption></figure><p>Embora durante os próximos dias continue a dominar uma crista anticiclónica sobre o Atlântico, mais deslocada para sul do que esteve ao longo da semana e já próxima da posição habitual do anticiclone dos Açores, algumas<strong> linhas de instabilidade fracas e pouco organizadas, alimentadas pela humidade marítima</strong>, poderão enfraquecer pontualmente a influência desta crista e originar <strong>alguns períodos de chuva nas ilhas açorianas</strong>.</p><h2>Madeira com panorama tendencialmente soalheiro e seco, embora com possibilidade de precipitação fraca</h2><p><strong>Quanto ao arquipélago da Madeira, a probabilidade de precipitação é bastante mais reduzida</strong>, mas, mesmo assim, para sábado (25) e domingo (26), os mapas continuam a admitir a possibilidade de ocorrência de<strong> chuva fraca</strong>, embora muito localizada espacialmente, podendo surgir, sobretudo, em <strong>pontos dispersos da vertente norte da ilha da Madeira e nalgumas zonas montanhosas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-25-e-26-de-julho-crista-anticiclonica-mantem-estabilidade-na-madeira-mas-permite-alguma-chuva-nos-acores-1784893784767.png" data-image="gyf98944sdk5"><figcaption>A chuva será fraca, irregular, pontual e muito localizada na ilha da Madeira durante este fim de semana.</figcaption></figure><p><strong>No geral são expectáveis dias secos e predominantemente soalheiros, especialmente na Costa Sul</strong>, dado que na Costa Norte e Regiões Montanhosas poderá persistir alguma nebulosidade, transportada pelo vento dominante de nordeste proveniente do Atlântico.</p><p><strong>Ao convergir com o relevo montanhoso da ilha da Madeira, este fluxo de ar húmido é forçado a ascender, arrefece e condensa, favorecendo a formação de nebulosidade e pontualmente de precipitação do tipo orográfico</strong>. Após ultrapassar as Regiões Montanhosas da ilha, o ar desce em direção à Costa Sul mais quente e seco devido ao efeito Foehn, contribuindo para um tempo predominantemente estável e com menor nebulosidade nesta vertente.</p><p>Não obstante, não se descarta a possibilidade de ocorrer algum aguaceiro isolado na Costa Sul, embora a probabilidade seja bastante reduzida.</p><h2>Temperaturas ligeiramente inferiores aos valores médios de referência em grande parte da geografia insular</h2><p>Segundo os mapas de anomalia térmica da Meteored, evidencia-se<strong> a persistência de anomalias térmicas negativas em todas as ilhas açorianas e ainda na ilha da Madeira</strong>, isto é, são expectáveis temperaturas abaixo da média climatológica de referência, pelo menos, até domingo (26). </p><p>Os mapas meteorológicos mostram que somente as ilhas de Porto Santo e Desertas - pertencentes ao arquipélago da Madeira - poderão registar <strong>valores ligeiramente acima do expectável</strong> para a época do ano.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780248" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/semana-termina-mais-fresca-e-instavel-mas-ha-mudanca-a-vista-termometros-podem-voltar-aos-40-c.html" title="Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC">Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/semana-termina-mais-fresca-e-instavel-mas-ha-mudanca-a-vista-termometros-podem-voltar-aos-40-c.html" title="Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/semana-termina-mais-fresca-e-instavel-mas-ha-mudanca-a-vista-termometros-podem-voltar-aos-40-c-1784890968937_320.png" alt="Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC"></a></article></aside><p><strong>Geralmente preveem-se entre 1 e 2 ºC abaixo do normal</strong>, o que indica que as temperaturas, mesmo assim, estarão próximas da média, exceto nalgumas ilhas dos Grupos Central e Oriental - Pico, Terceira e São Miguel - onde se observam anomalias térmicas negativas de -3 ou -4 ºC.</p><p>Quanto às temperaturas máximas, preveem-se valores entre 20 e 24 ºC na maioria das principais localidades e povoações açorianas, exceto na ilha de São Miguel (Grupo Oriental), <strong>onde se prevê uma máxima mais elevada em Ponta Delgada (26 ºC no sábado, 25 e 25 ºC no domingo, 26)</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-25-e-26-de-julho-crista-anticiclonica-mantem-estabilidade-na-madeira-mas-permite-alguma-chuva-nos-acores-1784893476373.png" data-image="cq17qxphq4l0"><figcaption>No último fim de semana de julho prevê-se que as temperaturas máximas possam alcançar os 25 ºC nalgumas localidades do arquipélago da Madeira.</figcaption></figure><p>No que diz respeito ao arquipélago da Madeira as temperaturas máximas durante o fim de semana deverão oscilar geralmente entre os 18 ºC previstos para Curral de Freiras e os 25 ºC esperados em localidades como Ponta do Sol e Paul do Mar. <strong>No Funchal a temperatura máxima irá rondar os 24 ºC</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-para-25-e-26-de-julho-crista-anticiclonica-mantem-estabilidade-na-madeira-mas-permite-alguma-chuva-nos-acores.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Semana termina mais fresca e instável, mas há mudança à vista; termómetros podem voltar aos 40 ºC]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/semana-termina-mais-fresca-e-instavel-mas-ha-mudanca-a-vista-termometros-podem-voltar-aos-40-c.html</link><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 11:32:46 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Entre hoje e amanhã, alguns locais do Norte e Centro podem registar a ocorrência de aguaceiros fracos e dispersos, no entanto este cenário muda em breve. Confira aqui a previsão!</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xarrszi"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xarrszi.jpg" id="xarrszi"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Esta sexta-feira trouxe de volta a <strong>chuva a alguns locais do Norte e Centro do país</strong>, especialmente ao longo da faixa litoral. Ainda que esta ocorra de forma irregular e fraca, deverá permanecer até amanhã, sábado.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Durante o dia de amanhã, a mesma poderá incidir sobre as mesmas regiões, deixando a região Sul isenta desta instabilidade atmosférica. Ainda assim, espera-se uma<strong> dissipação total da precipitação a partir das últimas horas da tarde</strong>, dando lugar a um resto de fim de semana seco.</p><h2>Temperaturas começam a recuperar no domingo</h2><p>Depois do regresso da estabilidade atmosférica, onde a chuva será deixada de lado, <strong>as temperaturas começam também a recuperar, de forma gradual</strong>. No domingo já se denotará um aquecimento generalizado, onde se esperam máximas entre os 22 ºC em Viana do Castelo e os 34 ºC em Beja. A nível local, alguns pontos do Alentejo podem registar até 36 ºC.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/antevisao-do-tempo-em-portugal-continental-para-a-proxima-semana-1784890653472.png" data-image="iguj6uaxj94x" alt="temperatura do ar à superfície" title="temperatura do ar à superfície"><figcaption>Na segunda-feira, dia 27, os termómetros poderão voltar a registar 40 ºC em vários pontos do Centro e Sul do país.</figcaption></figure><p>Todavia, <strong>será na segunda-feira que os termómetros poderão registar valores acima da média em praticamente todo o território continental</strong>, onde se esperam temperaturas máximas entre os 27 ºC em Viana do Castelo e os 39 ºC em Coimbra. Localmente, várias zonas do Centro e Sul do país poderão registar 40 ºC, podendo este ser um dos dias mais quentes da semana.</p><p><strong>Apenas as capitais de distrito de Viana do Castelo, Aveiro e Faro deverão registar valores inferiores a 30 ºC</strong>, ainda que se aproximem do mesmo. Porto e Lisboa podem contar com 31 ºC e 33 ºC, respetivamente. E depois de Coimbra (a que se espera ser a capital de distrito mais quente), vem Santarém com 38 ºC previstos. Espera-se ainda uma <strong>noite bastante quente</strong> em todo o país neste dia.</p><h2>Valores podem descer no litoral, mas mantêm-se elevados no interior</h2><p>Na<strong> terça-feira dar-se-á uma descida evidente no litoral Norte e Centro</strong>, onde Viana do Castelo poderá registar máxima de 21 ºC e o Porto deverá contar com 25 ºC. Contudo, ao longo da faixa interior o cenário difere, pois os valores deverão manter-se elevados ou até mesmo subir ligeiramente face a segunda-feira, esperando-se entre 33 ºC na Guarda e os 37 ºC em Castelo Branco, Évora e Beja. Localmente,<strong> o vale do Douro pode chegar aos 40 ºC</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780008" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/40-c-em-portugal-a-partir-de-27-de-julho-a-mancha-de-temperaturas-elevadas-ganha-dimensao-nos-mapas-meteorologicos.html" title="40 °C em Portugal a partir de 27 de julho? A 'mancha' de temperaturas elevadas ganha dimensão nos mapas meteorológicos">40 °C em Portugal a partir de 27 de julho? A "mancha" de temperaturas elevadas ganha dimensão nos mapas meteorológicos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/40-c-em-portugal-a-partir-de-27-de-julho-a-mancha-de-temperaturas-elevadas-ganha-dimensao-nos-mapas-meteorologicos.html" title="40 °C em Portugal a partir de 27 de julho? A 'mancha' de temperaturas elevadas ganha dimensão nos mapas meteorológicos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/40-c-em-portugal-a-partir-de-27-de-julho-a-mancha-de-temperaturas-elevadas-ganha-dimensao-nos-mapas-meteorologicos-1784808242014_320.jpg" alt="40 °C em Portugal a partir de 27 de julho? A 'mancha' de temperaturas elevadas ganha dimensão nos mapas meteorológicos"></a></article></aside><p>Na<strong> quarta-feira esta tendência mantém-se, onde no litoral os valores descem mais um pouco e no interior continuam elevados</strong>. Assim, Viana do Castelo poderá contar com máxima de 20 ºC e o Porto com 23 ºC, enquanto Évora e Beja mantêm os 37 ºC. <strong>As noites poderão ser tórridas em vários locais do interior, com valores acima dos 25 ºC</strong>, em contraste com o litoral onde os valores se deverão manter abaixo dos 20 ºC. Para acompanhar todas as atualizações sobre o estado de tempo em Portugal, consulte o <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/" target="_blank" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">tempo.pt</a>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/semana-termina-mais-fresca-e-instavel-mas-ha-mudanca-a-vista-termometros-podem-voltar-aos-40-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[NASA adverte que o asteroide Bennu "poderia colidir com a Terra em 2182 e desencadear o temido inverno global"]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/nasa-adverte-que-o-asteroide-bennu-poderia-colidir-com-a-terra-em-2182-e-desencadear-o-temido-inverno-global.html</link><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 07:33:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>A probabilidade de o asteroide Bennu colidir com a Terra não é alta, mas estudos científicos estão a analisar os efeitos que tal impacto teria sobre o clima e a vida.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-advierte-que-el-asteroide-bennu-podria-colisionar-con-la-tierra-en-2182-y-provocar-el-temido-inverno-global-1784628445410.jpg" data-image="bekqk3vyvi05" alt="Asteroide Bennu" title="Asteroide Bennu"><figcaption>O asteroide Bennu permanecerá sob observação por décadas devido à sua potencial aproximação em 2182 e ao papel que a sua passagem próxima à Terra em 2135 desempenhará.</figcaption></figure><p>Há anos o <strong>asteroide Bennu</strong> figura entre os objetos próximos à Terra monitorizados continuamente pela NASA. A sua órbita aproxima-o do nosso planeta aproximadamente a cada seis anos, e os cálculos atuais indicam uma <strong>chance de 1 em 2.700 — o equivalente a 0,037% — de colisão com a Terra em 24 de setembro de 2182</strong>. A agência espacial americana realça que este risco permanece muito baixo.</p><div class="texto-destacado">Bennu é um asteroide próximo à Terra com um diâmetro de aproximadamente 500 metros e uma massa estimada em 74 milhões de toneladas. A sua composição é rica em carbono e água, e amostras recolhidas pela missão OSIRIS-REx, da NASA, confirmaram a presença de compostos considerados essenciais para a origem da vida.</div><p>As<strong> previsões não descrevem um impacto confirmado</strong>; apenas seguem vários modelos matemáticos baseados em observações feitas até ao momento. Estas estimativas mudam à medida que novos dados sobre a trajetória do asteroide se tornam disponíveis.</p><p>As informações recolhidas durante a <strong>missão OSIRIS-REx </strong>permitiram aprimorar os cálculos orbitais e reduzir parte da incerteza, embora os especialistas continuem a rever as projeções ao longo das próximas décadas.</p><h2>Asteroide Bennu: porque a NASA está a monitorizar a sua trajetória</h2><p>Bennu pertence ao grupo de asteroides próximos à Terra, conhecidos como NEAs. <strong>A sua órbita em redor do Sol aproxima-o periodicamente do nosso planeta</strong>, passando a uma distância de aproximadamente 299 mil km. Embora a maioria das trajetórias calculadas não aponte para uma colisão, a NASA mantém uma <strong>monitorização contínua para acompanhar o seu movimento com maior precisão</strong>.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/63HXoRdtFBo/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=63HXoRdtFBo" id="63HXoRdtFBo"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Um dos momentos mais significativos ocorrerá a <strong>25 de setembro de 2135</strong>, quando <strong>Bennu fizer outra aproximação da Terra</strong>. Os cientistas preveem que este encontro alterará ligeiramente a órbita do asteroide devido à influência gravitacional da Terra. Este evento permitirá atualizar as previsões para o final do século XXII com muito mais precisão.</p><p>Os investigadores também estão a investigar a <strong>possibilidade de o asteroide passar por uma região conhecida como "fechadura gravitacional"</strong>. Se Bennu passasse por essa estreita faixa do espaço, a gravidade da Terra poderia colocá-lo numa trajetória que levaria a um encontro futuro com o planeta. No entanto, os modelos indicam que este cenário representa apenas uma pequena fração de todas as trajetórias analisadas.</p><h2>Asteroide Bennu: as consequências de um impacto na Terra</h2><p>Um estudo baseado em <strong>simulações computacionais </strong>examinou o que aconteceria se um asteroide de aproximadamente 500 metros de diâmetro — de tamanho semelhante ao de Bennu — atingisse a Terra. Além da <strong>destruição imediata no local do impacto</strong>, o estudo conclui que a colisão<strong> lançaria entre 100 e 400 milhões de toneladas de poeira na atmosfera</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-advierte-que-el-asteroide-bennu-podria-colisionar-con-la-tierra-en-2182-y-provocar-el-temido-inverno-global-1784628485514.jpeg" data-image="7o332gde5xh5" alt="Asteroide Bennu" title="Asteroide Bennu"><figcaption>Simulações indicam uma queda na temperatura, redução da precipitação e perturbação atmosférica significativa caso o asteroide Bennu colida com a Terra.</figcaption></figure><p>"O <strong>escurecimento do Sol causado pela poeira desencadearia um abrupto 'inverno de impacto' global</strong>, caracterizado pela redução da luz solar, queda nas temperaturas e diminuição da precipitação na superfície da Terra", explicou a cientista coreana Lan Dai.</p><p>Na<strong> simulação do pior cenário</strong>, a<strong> temperatura média do planeta cairia cerca de 4 graus Celsius</strong>, enquanto a<strong> precipitação diminuiria 15%</strong>. A fotossíntese sofreria uma redução de 20% a 30%, e a camada de ozono perderia aproximadamente 32% da sua espessura. Estes efeitos seriam agravados por uma poderosa onda de choque, terramotos, incêndios florestais, intensa radiação térmica, a formação de uma cratera gigantesca e vastas quantidades de detritos suspensos na atmosfera por vários anos.</p><h2>Missão OSIRIS-REx permitiu conhecer melhor o asteroide Bennu</h2><p>A missão OSIRIS-REx,<strong> lançada a 8 de setembro de 2016</strong>, foi a primeira missão dos EUA projetada para recolher material diretamente de um asteroide e trazê-lo de volta à Terra. A sonda <strong>chegou a Bennu e, a 20 de outubro de 2020</strong>, realizou um estudo detalhado da sua superfície e <strong>obteve amostras de rocha e poeira</strong>, além de recolher informações sobre as forças que alteram lentamente a sua órbita.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771370" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/missao-psyche-da-nasa-rumo-a-cintura-de-asteroides-ganha-impulso-com-a-aproximacao-a-marte.html" title="Missão Psyche da NASA rumo à Cintura de Asteroides ganha impulso com a aproximação a Marte">Missão Psyche da NASA rumo à Cintura de Asteroides ganha impulso com a aproximação a Marte</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/missao-psyche-da-nasa-rumo-a-cintura-de-asteroides-ganha-impulso-com-a-aproximacao-a-marte.html" title="Missão Psyche da NASA rumo à Cintura de Asteroides ganha impulso com a aproximação a Marte"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nasa-s-psyche-mission-toward-the-asteroid-belt-gains-speed-from-mars-flyby-1779921273156_320.jpg" alt="Missão Psyche da NASA rumo à Cintura de Asteroides ganha impulso com a aproximação a Marte"></a></article></aside><p> <strong>Graças a estes dados, especialistas conseguiram refinar os modelos utilizados para calcular a trajetória futura do asteroide</strong>. A cápsula com as amostras regressou à Terra a 24 de setembro de 2023, pousando numa área de testes do Departamento de Defesa dos EUA, em Utah. Após o resgate, iniciou-se a análise do material, que foi preservado desde os primórdios do Sistema Solar. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-advierte-que-el-asteroide-bennu-podria-colisionar-con-la-tierra-en-2182-y-provocar-el-temido-inverno-global-1784628531620.jpeg" data-image="ow5tv5x3axla" alt="Asteroide Bennu" title="Asteroide Bennu"><figcaption>O asteroide Bennu tem uma chance em 2.700 de colidir com a Terra em 2182. A NASA está a monitorizar a sua trajetória enquanto cientistas analisam as possíveis consequências de uma colisão dessa magnitude.</figcaption></figure><p>A NASA confirmou que <strong>a missão trouxe 121,6 gramas de amostras</strong> — mais que o dobro da meta mínima de 60 gramas. Este material continua a ser estudado para que se compreenda melhor a origem dos asteroides e se determine se corpos deste tipo poderiam ter trazido água e outros compostos para a Terra primitiva.</p><p>Após concluir esta fase, a <strong>sonda </strong>foi renomeada como OSIRIS-APEX e <strong>iniciou uma nova jornada em direção ao asteroide Apophis</strong>, que fará uma aproximação excecionalmente próxima da Terra em 2029.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/nasa-adverte-que-o-asteroide-bennu-poderia-colidir-com-a-terra-em-2182-e-desencadear-o-temido-inverno-global.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Microplásticos chegam ao coração: investigação associa um maior risco de enfarte]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/microplasticos-chegam-ao-coracao-investigacao-associa-um-maior-risco-de-enfarte.html</link><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:19:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Segundo um novo estudo os microplásticos podem representar um novo risco cardiovascular, depois de terem sido encontradas concentrações elevadas de microplásticos em pacientes que sofreram um enfarte. Fique a saber mais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/microplasticos-chegam-ao-coracao-investigacao-associa-um-maior-risco-de-enfarte-1784473982540.jpeg" data-image="ue8u29npfhmv" alt="Microplásticos" title="Microplásticos"><figcaption>Os investigadores encontraram níveis mais elevados de microplásticos no sangue de pacientes que sofreram um enfarte.</figcaption></figure><p>Atualmente, os microplásticos deixaram de ser apenas mais um problema ambiental para se tornarem numa <strong>preocupação crescente na saúde humana</strong>.</p><p>De acordo com uma nova investigação pulicada no <em>European Heart Journal</em> estas <strong>partículas microscópicas têm sido detetadas em diversos órgãos humanos</strong>, para além de já terem sido encontradas no ar, na água, nos alimentos e em inúmeros produtos do quotidiano,</p><p>Este estudo reforça a hipótese de que possam estar <strong>associados a um maior risco de enfarte agudo do miocárdio</strong>.</p><h2>O impactos dos microplásticos no organismo</h2><p>A investigação analisou amostras de sangue de <strong>61 pessoas</strong> divididas em três grupos, doentes que tinham sofrido recentemente um enfarte, pacientes com doença coronária estável e indivíduos com artérias coronárias normais.</p><div class="texto-destacado">Os resultados mostraram diferenças marcantes, uma vez que <strong>micro e nanoplásticos foram encontrados em 84% dos doentes que sofreram um enfarte</strong>, enquanto a sua presença foi identificada em 40% dos pacientes com doença coronária estável e em apenas 32% das pessoas sem doença arterial significativa.</div><p>Para além da maior frequência, os investigadores observaram que os <strong>sobreviventes de enfarte apresentavam uma maior diversidade de tipos de plástico na circulação sanguínea</strong>.</p><p>O polietileno, <strong>um dos materiais mais utilizados em embalagens</strong> e produtos descartáveis, foi o polímero mais frequentemente identificado.</p><h2>Uma conexão muito por confirmar</h2><p>Contudo, apesar dos resultados serem relevantes, os autores sublinham que <strong>o estudo não demonstra uma relação de causa efeito</strong>. Ou seja, não é possível afirmar que os microplásticos provoquem diretamente enfartes.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O que foi identificado é uma associação estatística que merece ser aprofundada em investigações com um maior número de participantes e acompanhamento a longo prazo.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>No entanto, os cientistas admitem que <strong>existem vários mecanismos biológicos que podem explicar esta ligação</strong>. </p><p>Alguns estudos laboratoriais sugerem que as <strong>partículas micro e nanoplásticos podem desencadear processos inflamatórios, aumentar o stress oxidativo</strong>, alterar o funcionamento das células dos vasos sanguíneos e favorecer a instabilidade das placas de aterosclerose. Quando uma dessas placas se rompe, pode formar-se um coágulo capaz de bloquear o fluxo sanguíneo para o coração, originando um enfarte.</p><p>Outro dado interessante do estudo foi a <strong>associação entre os níveis mais elevados de microplásticos e os fatores ambientais. </strong>Os investigadores verificaram que a exposição prolongada à poluição atmosférica e o tabagismo estavam relacionados com uma maior presença destas partículas no sangue.</p><h2>Uma nova preocupação para a medicina </h2><p><strong>Entre fumadores expostos a níveis elevados de poluição, a deteção de microplásticos foi particularmente elevada</strong>, sugerindo que diferentes fontes de exposição podem atuar em conjunto. </p><p>Em 2024, um estudo publicado no <em>New England Journal of Medicine</em> encontrou <strong>partículas de plástico em placas de aterosclerose removidas das artérias carótidas</strong>, verificando que os doentes com essas partículas apresentavam um risco significativamente superior de sofrer enfarte, AVC ou morte durante o período de seguimento.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/microplasticos-chegam-ao-coracao-investigacao-associa-um-maior-risco-de-enfarte-1784554795503.jpeg" data-image="psx8cegaz66p" alt="Circulação sanguinea" title="Circulação sanguinea"><figcaption>Depois de entrarem na corrente sanguínea, os microplásticos podem atingir vários tecidos e órgãos.</figcaption></figure><p>Apesar do crescente número de estudos, a comunidade científica recomenda prudência. <strong>A medição de microplásticos em tecidos humanos continua a enfrentar desafios metodológicos</strong>, incluindo o risco de contaminação das amostras e a necessidade de técnicas laboratoriais mais padronizadas.</p><p>Alguns especialistas alertam que ainda <strong>existem dúvidas sobre a quantidade real destas partículas no organismo e sobre o seu verdadeiro impacto na saúde</strong>. Ainda assim, há consenso quanto a um ponto: a exposição humana aos microplásticos é hoje praticamente inevitável.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="764800" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-inimigo-domestico-a-inalacao-de-microplasticos.html" title="O inimigo doméstico: a inalação de microplásticos">O inimigo doméstico: a inalação de microplásticos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-inimigo-domestico-a-inalacao-de-microplasticos.html" title="O inimigo doméstico: a inalação de microplásticos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-inimigo-domestico-a-inalacao-de-microplasticos-1776676035683_320.png" alt="O inimigo doméstico: a inalação de microplásticos"></a></article></aside><p>Estas partículas resultam da degradação de plásticos maiores e <strong>podem ser inaladas ou ingeridas através da água, dos alimentos e do ambiente</strong>. A investigação procura agora perceber até que ponto esta exposição contribui para doenças cardiovasculares, inflamatórias e outras patologias crónicas.</p><p>Enquanto a ciência continua a esclarecer estas questões, os especialistas recordam que os principais fatores de prevenção cardiovascular permanecem inalterados: <strong>não fumar, controlar a pressão arterial, manter níveis saudáveis de colesterol e glicemia, praticar atividade física</strong> regular e seguir uma alimentação equilibrada.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Pasquale%20Paolisso%20%2C%20Lucia%20Scisciola%20%2C%20Marta%20Belmonte%20%2C%20Roberto%20Scarsini%20%2C%20Verdiana%20Galli%20%2C%20Emanuele%20Gallinoro%20%2C%20Matteo%20Casenghi%20%2C%20Davide%20Ausiello%20%2C%20Giose%20Vincelli%20%2C%20Pasquale%20Policastro%20%2C%20Marco%20Redivo%20%2C%20Francesco%20Cefal%C3%AC%20%2C%20Angelo%20Fenti%20%2C%20Valeria%20Pellegrini%20%2C%20Giovanni%20Falco%20%2C%20Simona%20Galoppo%20%2C%20Andrea%20Berni%20%2C%20Matteo%20Armillotta%20%2C%20Carmine%20Pizzi%20%2C%20Francesco%20Prattichizzo%20%2C%20Antonio%20Ceriello%20%2C%20Michelangela%20Barbieri%20%2C%20Flavio%20Ribichini%20%2C%20Pasquale%20Iovino%20%2C%20Philip%20Landrigan%20%2C%20Giuseppe%20Paolisso%20%2C%20Raffaele%20Marfella%20%2C%20Emanuele%20Barbato" data-year="2026" data-title="Micro-%20and%20nano-plastics%20in%20the%20coronary%20circulation%20and%20air%20pollution%20exposure%20in%20ischaemic%20heart%20disease%20presentation" data-url="https%3A%2F%2Facademic.oup.com%2Feurheartj%2Fadvance-article-abstract%2Fdoi%2F10.1093%2Feurheartj%2Fehag447%2F8725569%3FredirectedFrom%3Dfulltext">Pasquale Paolisso , Lucia Scisciola , Marta Belmonte , Roberto Scarsini , Verdiana Galli , Emanuele Gallinoro , Matteo Casenghi , Davide Ausiello , Giose Vincelli , Pasquale Policastro , Marco Redivo , Francesco Cefalì , Angelo Fenti , Valeria Pellegrini , Giovanni Falco , Simona Galoppo , Andrea Berni , Matteo Armillotta , Carmine Pizzi , Francesco Prattichizzo , Antonio Ceriello , Michelangela Barbieri , Flavio Ribichini , Pasquale Iovino , Philip Landrigan , Giuseppe Paolisso , Raffaele Marfella , Emanuele Barbato. (2026). <a href="https://academic.oup.com/eurheartj/advance-article-abstract/doi/10.1093/eurheartj/ehag447/8725569?redirectedFrom=fulltext" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Micro- and nano-plastics in the coronary circulation and air pollution exposure in ischaemic heart disease presentation</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/microplasticos-chegam-ao-coracao-investigacao-associa-um-maior-risco-de-enfarte.html</guid><dc:creator><![CDATA[Paula Gonçalves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Hotéis, lojas e restaurantes escondem obras de arte nesta avenida de Lisboa]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/hoteis-lojas-e-restaurantes-escondem-obras-de-arte-nesta-avenida-de-lisboa.html</link><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Em julho, a Avenida da Liberdade transforma-se numa espécie de galeria a céu aberto, com uma exposição gratuita que convida o público a descobrir 17 artistas em 15 espaços diferentes.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/hoteis-lojas-e-restaurantes-escondem-obras-de-arte-nesta-avenida-de-lisboa-1784317883252.jpg" data-image="2g08hmlrxfqu" alt="Lisboa" title="Lisboa"><figcaption>Esqueça os museus: há uma galeria de arte espalhada por hotéis e lojas de Lisboa. Foto ilustrativa: Pexels</figcaption></figure><p>A <strong>Avenida da Liberdade</strong> transformou–se numa galeria. Sim, uma espécie de galeria distribuída por hotéis, lojas, restaurantes e até escritórios. </p><p>Do que é que estamos a falar? Até <strong>31 de julho</strong>, o Art in Avenida reúne obras de 17 artistas da Sociedade Nacional de Belas-Artes (SNBA), "uma das mais prestigiadas instituições dedicadas às artes em Portugal”, em cerca de 15 espaços ao longo desta artéria da cidade. </p><div class="texto-destacado">O melhor? É que o percurso da terceira edição, que alia cultura, arquitetura e comércio, é totalmente gratuito.</div><p>“Promovida pela Associação Avenida, com curadoria da Sociedade Nacional de Belas-Artes, a iniciativa regressa este ano com uma edição mais ambiciosa”, escreve o <em>site</em> ‘Vou Sair’. “Além de reunir um maior número de artistas e de espaços aderentes,<strong> prolonga-se durante todo o mês de julho</strong>, oferecendo mais tempo para explorar diferentes expressões artísticas ao longo de uma das avenidas mais icónicas da capital.”</p><p>Além de pinturas e fotografias, a exposição reúne obras originais de colagem e de escultura. </p><h2>Uma galeria de arte espalhada pela cidade</h2><p>“O conceito passa por proporcionar uma dupla experiência aos visitantes: descobrir artistas da SNBA e, ao mesmo tempo, <strong>entrar em locais que habitualmente não fazem parte dos circuitos culturais tradicionais</strong>.”</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777808" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/lisboa-fechou-refugios-do-calor-em-plena-onda-de-calor-como-se-explica-este-paradoxo.html" title="Lisboa fechou refúgios do calor em plena onda de calor. Como se explica este paradoxo?">Lisboa fechou refúgios do calor em plena onda de calor. Como se explica este paradoxo?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/lisboa-fechou-refugios-do-calor-em-plena-onda-de-calor-como-se-explica-este-paradoxo.html" title="Lisboa fechou refúgios do calor em plena onda de calor. Como se explica este paradoxo?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/lisboa-fechou-refugios-do-calor-em-plena-onda-de-calor-como-se-explica-este-paradoxo-1783594178234_320.jpg" alt="Lisboa fechou refúgios do calor em plena onda de calor. Como se explica este paradoxo?"></a></article></aside><p>A iniciativa convida, assim, o público a descobrir linguagens e expressões artísticas distintas através de uma <strong>exposição gratuita</strong> e acessível a todos.</p><div class="texto-destacado">Promovido pela Associação Avenida, o projeto procura aproximar a arte do quotidiano de quem vive, trabalha ou visita esta área da cidade, reforçando a ligação entre os artistas, os espaços participantes e a comunidade. </div><p>Esta aposta integra a estratégia da associação de dinamizar a Avenida da Liberdade por meio de iniciativas culturais capazes de valorizar a experiência de todos os que frequentam o local.</p><h2>Arte para todos, sem bilhete</h2><p>E onde é que a pode encontrar? <strong>A exposição distribui-se por hotéis, lojas, instituições e outros estabelecimentos</strong> ao longo da Avenida da Liberdade e das ruas envolventes. Entre os artistas representados encontram-se António Roque, Cristina de Brée, Maria José Rodrigues, Isabel Enriquez, João Filgueiras e Bela Branquinho, entre outros, sendo que alguns espaços acolhem obras de mais do que um criador.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/hoteis-lojas-e-restaurantes-escondem-obras-de-arte-nesta-avenida-de-lisboa-1784318152240.jpg" data-image="3n24aqje2znl" alt="Lisboa" title="Lisboa"><figcaption>Passear pela Avenida da Liberdade nunca foi tão artístico. Foto: Pexels</figcaption></figure><p>Os visitantes podem percorrer livremente os diferentes locais aderentes, <strong>sem um itinerário obrigatório ou necessidade de adquirir bilhete</strong>, explorando a mostra ao seu próprio ritmo. </p><p>Participam nesta edição espaços como o Altis Avenida, a Boutique dos Relógios Art Plus, o Bougain Avenida, localizado no Valverde Lisboa Hotel & Garden, a Eleventy Milano, a Elisabetta Franchi, a Generali Tranquilidade, a Livraria Buchholz, a Maison Sisley, o Matiz Lisboa, o Olhar de Prata, a Pinko, o The One Palácio da Anunciada, o Tivoli Avenida Liberdade, a Torres Joalheiros e o Valverde Lisboa Hotel & Garden.</p><h2>Onde pode ver as obras</h2><p>Cada espaço acolhe um ou mais artistas da Sociedade Nacional de Belas-Artes.</p><ul><li>Altis Avenida — António Roque</li><li>Boutique dos Relógios Art Plus — Cristina de Brée</li><li>Bougain Avenida, no interior do Valverde Lisboa Hotel & Garden — Maria José Rodrigues</li><li>Eleventy Milano — Isabel Enriquez</li><li>Elisabetta Franchi — João Filgueiras</li><li>Generali Tranquilidade — Bela Branquinho</li><li>Livraria Buchholz — André Sanchez</li><li>Maison Sisley — Cristina Santos</li><li>Matiz Lisboa — Madalena Raimundo e Teresa Maury</li><li>Olhar de Prata — Marina Pinheiro</li><li>Pinko — Lidia Magalhães</li><li>The One Palácio da Anunciada, na Art Gallery The One — Fernando Tenreiro</li><li>Tivoli Avenida Liberdade — Macarena Tarud e Alexandra Faria</li><li>Torres Joalheiros — Dália Vale Rego</li><li>Valverde Lisboa Hotel & Garden — Zilda Duarte.</li></ul><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="AV%20Liberdade" data-year="2026" data-title="Art%20in%20Avenida%20exp%C3%B5e%20artistas%20da%20Sociedade%20Nacional%20de%20Belas-Artes%20na%20Avenida%20da%20Liberdade" data-url="https%3A%2F%2Favliberdade.com%2Fart-in-avenida-expoe-artistas-da-sociedade-nacional-de-belas-artes-na-avenida-da-liberdade%2F">AV Liberdade. (2026). <a href="https://avliberdade.com/art-in-avenida-expoe-artistas-da-sociedade-nacional-de-belas-artes-na-avenida-da-liberdade/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Art in Avenida expõe artistas da Sociedade Nacional de Belas-Artes na Avenida da Liberdade</a>.</cite><br><cite data-author="Vou%20Sair" data-year="2026" data-title="H%C3%A1%20uma%20galeria%20de%20arte%20espalhada%20pela%20Avenida%20da%20Liberdade%20e%20pode%20visit%C3%A1-la%20gratuitamente%20em%20julho" data-url="https%3A%2F%2Fvousair.pt%2Fha-uma-galeria-de-arte-espalhada-pela-avenida-da-liberdade-e-pode-visita-la-gratuitamente-em-julho%2F%3Fdoing_wp_cron%3D1784286806.4230129718780517578125">Vou Sair. (2026). <a href="https://vousair.pt/ha-uma-galeria-de-arte-espalhada-pela-avenida-da-liberdade-e-pode-visita-la-gratuitamente-em-julho/?doing_wp_cron=1784286806.4230129718780517578125" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Há uma galeria de arte espalhada pela Avenida da Liberdade e pode visitá-la gratuitamente em julho</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/hoteis-lojas-e-restaurantes-escondem-obras-de-arte-nesta-avenida-de-lisboa.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item></channel></rss>