<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><description>Notícias de meteorologia - Fique por dentro das últimas Notícias do tempo para Portugal e para o mundo. Nossos especialistas em meteorologia informam sobre atualidade, previsão do tempo e ciência.</description><language>pt-pt</language><lastBuildDate>Sun, 02 Aug 2026 16:40:17 +0000</lastBuildDate><pubDate>Sun, 02 Aug 2026 16:40:17 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.pt/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[O deserto que alimenta a selva: Como o Saara mantém a Amazónia viva]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-deserto-que-alimenta-a-selva-como-o-saara-mantem-a-amazonia-viva.html</link><pubDate>Sun, 02 Aug 2026 12:03:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>O equilíbrio dinâmico entre a erosão em África e a lavagem de solos na América do Sul. Saiba mais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-deserto-que-alimenta-a-selva-como-o-saara-mantem-a-amazonia-viva-1785409165521.png" data-image="ixb2sv4tec7m"><figcaption>A poeira fertilizante vem do leito seco de um antigo mega-lago no Chade, rico em fósseis microscópicos de algas.</figcaption></figure><p>A impressionante<strong> ligação entre o maior deserto do mundo e a maior floresta tropical do planeta</strong> tem sido alvo de uma investigação profunda na última década. </p><div class="texto-destacado">Estes estudos, suportados por dados da NASA e publicações em revistas científicas de renome, revelam que a vitalidade da floresta amazónica depende, em grande medida, das poeiras oriundas do deserto do Saara. </div><p>Uma colossal nuvem de poeira viaja anualmente pelo Oceano Atlântico, transportando nutrientes essenciais que <strong>fertilizam, de forma natural, a extensa selva sul-americana</strong>.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/ygulQJoIe2Y/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=ygulQJoIe2Y" id="ygulQJoIe2Y"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Pela primeira vez, os cientistas conseguiram quantificar em três dimensões esta extraordinária viagem intercontinental. </p><div class="texto-destacado">Utilizando os dados do satélite CALIPSO da NASA, que está equipado com um instrumento LIDAR (capaz de emitir impulsos de luz que fazem ricochete nas partículas atmosféricas), os investigadores puderam distinguir a poeira de outros aerossóis graças às suas propriedades óticas. </div><p>A investigação baseou-se em registos efetuados ao longo de sete anos, traçando o percurso, a altitude e o volume destas poeiras vitais.</p><h2>Os números de uma viagem colossal </h2><p>Os números revelados são verdadeiramente avassaladores. Em média, as condições meteorológicas e os ventos fortes levantam anualmente cerca de<strong> 182 milhões de toneladas de poeira da orla ocidental do Saara</strong>, um volume equivalente a quase 690 mil camiões de carga cheios.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-deserto-que-alimenta-a-selva-como-o-saara-mantem-a-amazonia-viva-1785409224857.png" data-image="e3pisdrzt6tg"><figcaption>A viagem não acaba na Amazónia: mais de 40 milhões de toneladas de poeira continuam até às ilhas Caraíbas.</figcaption></figure><p>Após percorrerem mais de 2.500 quilómetros sobre o Atlântico, cerca de 27,7 milhões de toneladas desta poeira assentam diretamente sobre a bacia amazónica. O segredo dos benefícios desta poeira reside na sua composição química. A maior parte provém da Depressão de Bodélé, no Chade. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-deserto-que-alimenta-a-selva-como-o-saara-mantem-a-amazonia-viva-1785409329940.png" data-image="cl6ocb8cvcng"><figcaption>A quantidade de fósforo vinda do Saara compensa exatamente o que as chuvas tropicais lavam dos solos da Amazónia.</figcaption></figure><p>Este local, que no passado foi o<strong> leito de um imenso lago ancestral</strong>, é hoje riquíssimo em minerais resultantes de micro-organismos mortos e está fortemente carregado de fósforo. O fósforo é um nutriente absolutamente crítico para a fotossíntese, para o crescimento das plantas e para a síntese de proteínas vegetais.</p><h2> O equilíbrio perfeito da natureza</h2><p>Apesar da sua indiscutível exuberância, os solos da Amazónia são, na realidade, bastante pobres em nutrientes básicos. A <strong>esmagadora maioria da nutrição da floresta</strong> está aprisionada na própria matéria orgânica em decomposição. </p><div class="texto-destacado">Com as chuvas torrenciais características da região, muitos destes nutrientes são lavados para os rios e perdem-se do ecossistema. </div><p>Surpreendentemente, os investigadores estimam que a quantidade de fósforo depositada por ano graças à poeira do Saara (cerca de 22 mil toneladas) é praticamente igual à quantidade que a floresta perde devido à ação implacável das inundações e da chuva. Deste modo, <strong>o deserto atua como um fertilizante natural estabilizador</strong>.</p><h2> O impacto do clima e o futuro </h2><p>O estudo revelou ainda que o <strong>transporte destas partículas é altamente variável de ano para ano, estando intimamente correlacionado com os níveis de precipitação no Sahel (a faixa semiárida a sul do Saara</strong>). Anos de maior pluviosidade no Sahel resultam em menos poeira transportada no ano seguinte.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771756" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/o-que-nos-revelam-os-aneis-das-arvores-sobre-as-alteracoes-climaticas-na-amazonia.html" title="O que nos revelam os anéis das árvores sobre as alterações climáticas na Amazónia?">O que nos revelam os anéis das árvores sobre as alterações climáticas na Amazónia?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/o-que-nos-revelam-os-aneis-das-arvores-sobre-as-alteracoes-climaticas-na-amazonia.html" title="O que nos revelam os anéis das árvores sobre as alterações climáticas na Amazónia?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/what-do-tree-rings-tell-us-about-climate-change-in-the-amazon-1779894931110_320.jpg" alt="O que nos revelam os anéis das árvores sobre as alterações climáticas na Amazónia?"></a></article></aside><p>Em suma,<strong> compreender a mecânica destas poeiras é crucial não só para a ecologia, mas também para os futuros modelos climáticos</strong>. Num mundo ameaçado por alterações imprevisíveis, estas descobertas provam, inequivocamente, que a vida na verdejante Amazónia está, de facto, indissociavelmente ligada às secas areias do Saara.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Rob%20Garner" data-year="2026" data-title="NASA%20Satellite%20Reveals%20How%20Much%20Saharan%20Dust%20Feeds%20Amazon%E2%80%99s%20Plants" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nasa.gov%2Fmissions%2Fcalipso%2Fnasa-satellite-reveals-how-much-saharan-dust-feeds-amazons-plants%2F">Rob Garner. (2026). <a href="https://www.nasa.gov/missions/calipso/nasa-satellite-reveals-how-much-saharan-dust-feeds-amazons-plants/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">NASA Satellite Reveals How Much Saharan Dust Feeds Amazon’s Plants</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-deserto-que-alimenta-a-selva-como-o-saara-mantem-a-amazonia-viva.html</guid><dc:creator><![CDATA[Carlos Alves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuva regressa a Portugal na segunda-feira: saiba onde e quando será mais provável]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/chuva-regressa-a-portugal-na-segunda-feira-saiba-onde-e-quando-sera-mais-provavel.html</link><pubDate>Sun, 02 Aug 2026 11:07:45 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma perturbação atlântica deverá alterar o estado do tempo em Portugal continental, trazendo chuva fraca e irregular ao Norte e Centro na segunda-feira, acompanhada por uma ligeira descida das temperaturas e vento mais intenso.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xau785e"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xau785e.jpg" id="xau785e"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Durante a tarde de domingo, prevê-se uma alteração do estado do tempo em Portugal continental, com <strong>aumento da nebulosidade</strong> e aproximação de uma perturbação atlântica, que deverá trazer <strong>chuva na segunda-feira</strong>, sobretudo ao Norte e Centro.</p><h2>Domingo antecipa a mudança com aumento da nebulosidade</h2><p>A mudança deverá estar associada ao enfraquecimento da dorsal subtropical e à passagem de um cavado pelo Atlântico. O cavado deverá transportar ar mais frio nas camadas médias e <strong>favorecer a subida do ar e a formação de nuvens e precipitação</strong>. À superfície, uma depressão deverá formar-se no norte de Espanha, reforçando a circulação marítima.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-regressa-a-portugal-na-segunda-feira-saiba-onde-e-quando-sera-mais-provavel-1785667694286.png" data-image="yah2tlp1ag33"><figcaption>A partir da tarde de domingo, prevê-se um aumento da nebulosidade com a aproximação da perturbação atlântica, embora a chuva deva permanecer sobre o oceano até ao final do dia.</figcaption></figure><p>O domingo deverá começar com céu pouco nublado, apesar da presença de nuvens baixas no litoral Norte e Centro. À tarde, a <strong>nebulosidade tornar-se-á mais extensa</strong>, mas a precipitação deverá permanecer sobre o Atlântico, sem alcançar Portugal continental. Esta mudança não deverá ser acompanhada por uma descida das temperaturas: os valores deverão rondar <strong>34 ºC em Beja</strong>, podendo atingir 36 ºC em Mértola, <strong>33 ºC em Castelo Branco e Évora</strong>, <strong>32 ºC em Bragança</strong> e <strong>31 ºC em Portalegre</strong>. No litoral Norte, preveem-se 23 ºC no Porto e em Aveiro, 24 ºC em Braga e 25 ºC em Leiria. <strong>Lisboa, Coimbra e Faro deverão registar 29 ºC.</strong></p><h2>Chuva fraca e irregular regressa na segunda-feira</h2><p>Na segunda-feira, o céu deverá apresentar-se muito nublado. Na madrugada, poderão ocorrer períodos de chuva fraca e dispersa no Minho, junto ao litoral e, pontualmente, em zonas do Sul, enquanto a faixa de precipitação deverá permanecer sobre o Atlântico. De manhã, a chuva deverá ser pouco frequente, tornando-se <strong>mais extensa entre as 14h e as 18h</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-regressa-a-portugal-na-segunda-feira-saiba-onde-e-quando-sera-mais-provavel-1785667911880.png" data-image="r33p65n8wql6"><figcaption>A precipitação será fraca e irregular na segunda-feira, afetando sobretudo o litoral Norte e Centro durante a tarde, com acumulados geralmente reduzidos.</figcaption></figure><p>Deverá afetar o <strong>litoral Norte e Centro</strong>, desde o Minho e Douro Litoral até Aveiro, Coimbra e Leiria. Os valores deverão ser reduzidos, entre 0,2 e 0,4 mm, num episódio fraco e irregular. <strong>No interior, a precipitação deverá ser mais dispersa</strong>, enquanto o Sul permanecerá seco durante a tarde.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-regressa-a-portugal-na-segunda-feira-saiba-onde-e-quando-sera-mais-provavel-1785667899219.png" data-image="d2ot7voar3nb"><figcaption>As temperaturas máximas deverão variar entre 23 e 25 ºC no litoral Norte e Centro, enquanto no interior algarvio poderão alcançar 34 ºC.</figcaption></figure><p><strong>As máximas deverão descer</strong>, sobretudo no interior, ainda que o calor permaneça. Os valores poderão atingir pontualmente 31 ºC no distrito de Bragança, 33 ºC no interior alentejano e <strong>34 ºC nas zonas mais quentes do </strong><strong>Algarve</strong>. Junto ao litoral, deverão variar entre 23 e 26 ºC. O vento de oeste ou noroeste deverá ganhar intensidade, com <strong>rajadas entre 30 e 45 km/h</strong>, podendo atingir cerca de 50 km/h no Sul.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781646" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/mais-uma-depressao-a-caminho-dos-acores-o-modelo-europeu-diz-que-sim-madeira-mantem-se-estavel.html" title="Mais uma depressão a caminho dos Açores? O modelo europeu diz que sim; Madeira mantém-se estável">Mais uma depressão a caminho dos Açores? O modelo europeu diz que sim; Madeira mantém-se estável</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/mais-uma-depressao-a-caminho-dos-acores-o-modelo-europeu-diz-que-sim-madeira-mantem-se-estavel.html" title="Mais uma depressão a caminho dos Açores? O modelo europeu diz que sim; Madeira mantém-se estável"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/mais-uma-depressao-a-caminho-dos-acores-o-modelo-europeu-diz-que-sim-madeira-mantem-se-estavel-1785625261638_320.png" alt="Mais uma depressão a caminho dos Açores? O modelo europeu diz que sim; Madeira mantém-se estável"></a></article></aside><p>Prevê-se uma melhoria do estado do tempo ao início da noite, com a precipitação a perder expressão depois das 20h.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/chuva-regressa-a-portugal-na-segunda-feira-saiba-onde-e-quando-sera-mais-provavel.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Palma]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Este é o único país do mundo 100% autossuficiente em termos de alimentos: fica na América do Sul]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/este-e-o-unico-pais-do-mundo-100-autossuficiente-em-termos-de-alimentos-fica-na-america-do-sul.html</link><pubDate>Sun, 02 Aug 2026 10:04:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Um estudo publicado na revista Nature Food analisou a produção de alimentos em 186 países e concluiu que apenas um país consegue, por conta própria, fornecer todos os grupos alimentares necessários para uma dieta saudável.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ni-argentina-ni-brasil-el-unico-pais-del-mundo-100-autosuficiente-en-alimentos-esta-en-sudamerica-1784647373123.jpg" data-image="143kwtanzywu" alt="agricultura" title="agricultura"><figcaption>Existe apenas um país capaz de fornecer uma alimentação saudável para toda a sua população.</figcaption></figure><p>Ao discutir <strong>produção de alimentos</strong>, é fácil pensar em gigantes agrícolas como os Estados Unidos, o Brasil ou a China. No entanto, nenhum deles lidera o <em>ranking </em>global de <strong>autossuficiência alimentar</strong>.</p><p>Esta distinção pertence à <strong>Guiana</strong>, um país sul-americano com menos de um milhão de habitantes que, segundo um estudo publicado na revista <em>Nature Food</em>, é o <strong>único país capaz de produzir alimentos suficientes para atender plenamente às necessidades de sua população</strong> sem depender de importações.</p><div class="texto-destacado">O estudo analisou 186 países, comparando a produção nacional com as recomendações nutricionais para uma dieta saudável. Em vez de medir apenas a disponibilidade de calorias, os cientistas avaliaram sete grupos alimentares essenciais: grãos e tubérculos, frutas, hortaliças, leguminosas, nozes e sementes, carnes, laticínios, e peixes e frutos do mar.</div><p>O resultado foi inequívoco: <strong>apenas a Guiana conseguiu atender aos requisitos de todos os sete grupos alimentares</strong>. A China e o Vietname ficaram muito próximos, alcançando a autossuficiência em seis das sete categorias. No extremo oposto do <em>ranking </em>estão Afeganistão, Iraque, Qatar, Iémen, Emirados Árabes Unidos e Macau; nenhum deles conseguiu suprir plenamente sequer uma categoria de produção interna.</p><p><strong>Mais de um terço dos países analisados alcança a autossuficiência em apenas dois grupos alimentares ou menos</strong>, enquanto apenas um em cada sete consegue produzir quantidades suficientes em cinco ou mais categorias.</p><h2>A segurança alimentar não depende mais apenas da agricultura</h2><p>Os autores enfatizam que o objetivo do estudo não era questionar o comércio internacional, mas<strong> avaliar o grau de preparação dos países</strong> para enfrentar uma interrupção prolongada no abastecimento global.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/ni-argentina-ni-brasil-el-unico-pais-del-mundo-100-autosuficiente-en-alimentos-esta-en-sudamerica-1784647516206.jpg" data-image="tx07013f0efz"> <figcaption>Cientistas analisaram sete grupos alimentares essenciais: grãos e tubérculos, frutas, hortaliças, leguminosas, oleaginosas e sementes, carnes, laticínios, e peixes e frutos do mar.</figcaption> </figure><p>A <strong>pandemia de COVID-19</strong>, a <strong>guerra na Ucrânia</strong> e o aumento das <strong>tensões geopolíticas</strong> demonstraram que as cadeias de suprimentos podem sofrer interrupções repentinas.</p><p>Para agravar este cenário, temos as<strong> alterações climáticas</strong>, que aumentam a frequência e a intensidade de secas, inundações e ondas de calor, capazes de comprometer simultaneamente a produção agrícola em diversas regiões do globo.</p><p>Neste contexto, <strong>depender de um número limitado de fornecedores pode tornar-se um risco</strong>.</p><div class="texto-destacado">O estudo mostra que muitos países obtêm mais de metade das suas importações de alimentos de um único parceiro comercial. Se este fornecedor enfrentasse uma má colheita, restrições à exportação ou problemas logísticos, o abastecimento alimentar poderia ser seriamente afetado.</div><p>A vulnerabilidade também emerge em blocos regionais. O Conselho de Cooperação do Golfo alcança a auto-suficiência apenas em carne, enquanto a Comunidade das Caraíbas e a União Económica e Monetária da África Ocidental conseguem cobrir apenas dois grupos alimentares.</p><h2>América do Sul está entre as regiões com melhor desempenho</h2><p>Embora o estudo não apresente um <em>ranking </em>detalhado de todos os países, ele mostra que <strong>a América do Sul está entre as regiões com melhor desempenho</strong> global, contando com várias nações capazes de suprir as necessidades de cinco ou mais grupos alimentares.</p><p>A <strong>Argentina destaca-se como uma das principais produtoras e exportadoras mundiais de grãos, oleaginosas e carne</strong>. No entanto, o estudo esclarece que a autossuficiência alimentar não depende apenas do volume de produção, mas do equilíbrio entre todos os grupos alimentares necessários para uma dieta saudável.</p><p>Esta distinção explica por que grandes potências agrícolas não alcançam o topo dos <em>rankings</em>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="778420" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/como-proteger-os-alimentos-no-verao-e-evitar-desperdicios-com-estrategias-simples-e-eficazes.html" title="Como proteger os alimentos no verão e evitar desperdícios com estratégias simples e eficazes">Como proteger os alimentos no verão e evitar desperdícios com estratégias simples e eficazes</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/como-proteger-os-alimentos-no-verao-e-evitar-desperdicios-com-estrategias-simples-e-eficazes.html" title="Como proteger os alimentos no verão e evitar desperdícios com estratégias simples e eficazes"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-proteger-os-alimentos-no-verao-e-evitar-desperdicios-com-estrategias-simples-e-eficazes-1783946452405_320.jpg" alt="Como proteger os alimentos no verão e evitar desperdícios com estratégias simples e eficazes"></a></article></aside><p>Os investigadores também ressaltam que uma <strong>baixa autossuficiência</strong> atual <strong>não significa necessariamente que um país seja incapaz de produzir mais alimentos</strong>. Em muitos casos, a produção é determinada por fatores económicos, comerciais ou tecnológicos, e não exclusivamente pelo potencial agrícola disponível.</p><p>De facto, as projeções indicam que a <strong>maioria dos países poderia aumentar a sua autossuficiência </strong>na próxima década através de <strong>investimentos em agricultura de precisão, novas tecnologias</strong>, aquicultura, cultivo em ambiente controlado e programas de melhoria genética.</p><p>A principal conclusão do estudo é clara. <strong>A autossuficiência absoluta — como a alcançada pela Guiana — é a exceção</strong>. Num mundo onde os sistemas alimentares são profundamente interconectados, o comércio internacional continuará a ser essencial para garantir dietas variadas e equilibradas. O verdadeiro desafio está na construção de cadeias de suprimentos mais resilientes e diversificadas, capazes de resistir a crises geopolíticas, eventos extremos e aos impactos cada vez mais evidentes das alterações climáticas.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"> <h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3> <p class="article-reference__body"><cite data-author="Stehl%2C%20J.%2C%20Vonderschmidt%2C%20A.%2C%20Vollmer%2C%20S.%20et%20al." data-year="2025" data-title="Gap%20between%20national%20food%20production%20and%20food-based%20dietary%20guidance%20highlights%20lack%20of%20national%20self-sufficiency" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nature.com%2Farticles%2Fs43016-025-01173-4">Stehl, J., Vonderschmidt, A., Vollmer, S. et al. (2025). <a href="https://www.nature.com/articles/s43016-025-01173-4" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation"><em>Gap between national food production and food-based dietary guidance highlights lack of national self-sufficiency</em></a>.</cite></p> </section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/este-e-o-unico-pais-do-mundo-100-autossuficiente-em-termos-de-alimentos-fica-na-america-do-sul.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Durará apenas alguns segundos: o espetacular anel de diamantes, um efeito único do eclipse solar de 12 de agosto]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/durara-apenas-alguns-segundos-o-espetacular-anel-de-diamantes-um-efeito-unico-do-eclipse-solar-de-12-de-agosto.html</link><pubDate>Sun, 02 Aug 2026 09:04:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>O eclipse solar total de 12 de agosto de 2026 proporcionará um dos seus momentos mais aguardados: o "anel de diamante", um efeito visível durante apenas alguns segundos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/durara-apenas-unos-segundos-el-espectacular-anillo-de-diamantes-efecto-unico-del-eclipse-solar-del-12-de-agosto-1784537335840.jpg" data-image="sed9a8qaga58" alt="Anel de diamantes durante um eclipse solar" title="Anel de diamantes durante um eclipse solar"><figcaption>O "anel de diamante" do eclipse solar de 12 de agosto será um dos momentos mais aguardados: dura apenas alguns segundos e marca o início ou o fim da totalidade.</figcaption></figure><p>A 12 de agosto de 2026, Espanha e Portugal serão dos principais pontos de observação do eclipse solar total, um dos eventos astronómicos mais importantes da década na Europa. A Lua cobrirá completamente o disco solar, dando lugar a um breve<strong> período de escuridão ao pôr-do-sol</strong>. Durante este intervalo, será possível observar a coroa solar e um dos efeitos visuais mais conhecidos deste tipo de fenómeno: o "anel de diamante".</p><p>A duração da totalidade dependerá do local de observação do eclipse. <strong>Em Portugal, poderá durar 26 segundos</strong>. No ponto de máxima duração da sua trajetória global, o eclipse atingirá aproximadamente 2 minutos e 18 segundos. Além do escurecimento do céu, as estrelas mais brilhantes também serão visíveis, juntamente com uma ligeira descida da temperatura.</p><h2>Eclipse solar de 12 de agosto: veja como se forma o "anel de diamante"</h2><p>O chamado<strong> "anel de diamante" surge pouco antes de a Lua cobrir completamente o Sol ou imediatamente a seguir</strong>, quando começa a descobri-lo. Nesse momento, um único raio de luz solar consegue penetrar uma das reentrâncias na superfície lunar, enquanto a coroa solar permanece visível em redor do disco oculto. O resultado assemelha-se a uma joia com um diamante cravejado num anel.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/J4NfAZfMBjQ/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=J4NfAZfMBjQ" id="J4NfAZfMBjQ"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>É um fenómeno muito breve. <strong>Dura apenas alguns segundos</strong>, sendo um dos momentos mais aguardados tanto por quem observa eclipses regularmente como por quem os assiste pela primeira vez. Quando esse último brilho desaparece, começa a totalidade; quando reaparece, a totalidade termina.</p><p>Antes do aparecimento do "anel de diamantes", <strong>é também possível observar as chamadas Pérolas de Baily</strong>. Trata-se de vários pontos brilhantes criados quando a luz solar atravessa crateras e depressões na orla da Lua. Quando apenas resta um destes pontos brilhantes, surge a imagem característica que dá nome ao fenómeno.</p><h2>Eclipse solar de 12 de agosto: zonas de Portugal onde será totalmente visível</h2><p>A faixa de totalidade do eclipse terá aproximadamente 150 a 200 quilómetros de largura quando atravessar a Península Ibérica. Entrará pelo noroeste da mesma e seguirá para sudeste.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/durara-apenas-unos-segundos-el-espectacular-anillo-de-diamantes-efecto-unico-del-eclipse-solar-del-12-de-agosto-1784537503351.jpeg" data-image="3tv4rxurz2qd" alt="Anel de diamantes de um eclipse solar" title="Anel de diamantes de um eclipse solar"><figcaption>O eclipse solar de 12 de agosto permitirá observar a coroa solar na faixa de totalidade, seguindo sempre as medidas de proteção recomendadas.</figcaption></figure><p>Em Portugal, o <strong>Nordeste Transmontano será o local ideal para observação </strong>deste fenómeno, especialmente Rio de Onor e Guadramil, onde o eclipse poderá ser de praticamente 100 %. No geral, o distrito de Bragança será um bom <em>spot </em>para observar este eclipse, ainda que o mesmo possa ser quase total na maior parte do país,<strong> diminuindo a percentagem de cobertura do Sol à medida que viajamos para Sul</strong>. Ainda assim, espera-se que em Faro o eclipse possa contar com uma percentagem de 93 %. No Porto a percentagem pode ser de 98 % e em Lisboa de 94 %, aproximadamente.</p><h2>Como observar o eclipse solar em segurança</h2><p>A <strong>proteção ocular será obrigatória durante todas as fases parciais do eclipse</strong>. Olhar diretamente para o Sol sem o equipamento adequado pode causar <strong>danos permanentes na retina</strong>, pelo que apenas devem ser utilizados óculos de eclipse homologados com certificação ISO 12312-2.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/durara-apenas-unos-segundos-el-espectacular-anillo-de-diamantes-efecto-unico-del-eclipse-solar-del-12-de-agosto-1784537603165.jpeg" data-image="kxv9q6df6epi" alt="Anel de diamantes durante um eclipse solar" title="Anel de diamantes durante um eclipse solar"><figcaption>O "anel de diamantes" aparece durante o eclipse solar total de 12 de agosto, pouco antes ou depois da totalidade, e só é visível durante alguns segundos.</figcaption></figure><p><strong>Só quando o disco solar estiver completamente encoberto pela Lua é que a cobertura protetora poderá ser removida</strong> por alguns instantes para observar a coroa solar. Este é o único momento em que é seguro observar o eclipse sem filtros especiais.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781447" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/meteorologista-espanhol-o-eclipse-solar-de-12-de-agosto-em-espanha-podera-coincidir-com-uma-mudanca-no-tempo.html" title="Meteorologista espanhol: 'O eclipse solar de 12 de agosto em Espanha poderá coincidir com uma mudança no tempo'">Meteorologista espanhol: "O eclipse solar de 12 de agosto em Espanha poderá coincidir com uma mudança no tempo"</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/meteorologista-espanhol-o-eclipse-solar-de-12-de-agosto-em-espanha-podera-coincidir-com-uma-mudanca-no-tempo.html" title="Meteorologista espanhol: 'O eclipse solar de 12 de agosto em Espanha poderá coincidir com uma mudança no tempo'"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/samuel-biener-meteorologo-el-eclipse-de-sol-del-12-de-agosto-en-espana-podria-coincidir-con-un-cambio-de-tiempo-1785449821746_320.png" alt="Meteorologista espanhol: 'O eclipse solar de 12 de agosto em Espanha poderá coincidir com uma mudança no tempo'"></a></article></aside><p><strong>Assim que o primeiro vislumbre do "anel de diamante" reaparecer, deve colocar os óculos imediatamente</strong>. Mesmo que apenas uma pequena porção do sol permaneça visível, a radiação representa novamente um risco para a sua visão e exige que volte a colocar os óculos sem demora.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/durara-apenas-alguns-segundos-o-espetacular-anel-de-diamantes-um-efeito-unico-do-eclipse-solar-de-12-de-agosto.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Saiba quais os segredos para ter a suculenta Jade forte e exuberante!]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/saiba-quais-os-segredos-para-ter-a-suculenta-jade-forte-e-exuberante.html</link><pubDate>Sun, 02 Aug 2026 08:03:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Apesar da sua resistência, a árvore-de-jade necessita de alguns cuidados essenciais para crescer vigorosa. Descubra aqui quais são os cuidados imprescindíveis!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/saiba-quais-os-segredos-para-ter-a-soculenta-jade-forte-e-exuberante-1785409561256.jpg" data-image="x4v7ib4gz42f" alt="Arvore de jade" title="Arvore de jade"><figcaption>Resistente e de fácil manutenção, a árvore-de-jade prospera com luz abundante, regas moderadas e um substrato bem drenado.</figcaption></figure><p><br>A árvore-de-jade (<em>Crassula ovata</em>) é uma das suculentas <strong>mais apreciadas em todo o mundo</strong>. Para além da sua beleza e das folhas carnudas com um verde intenso, esta planta é <strong>frequentemente associada à prosperidade, à boa sorte e à longevidade</strong>.</p><p>No entanto, apesar da sua resistência, existem alguns <strong>cuidados fundamentais que fazem toda a diferença</strong> no seu desenvolvimento.</p><p>Se a árvore-de-jade parecer estar a <strong>crescer lentamente ou apresenta folhas pequenas e ramos frágeis</strong>, é provável que esteja a faltar algum elemento essencial.</p><h2>A luz é o principal segredo</h2><p>De acordo com um artigo publicado na revista online <em>Aire</em>, a iluminação é <strong>um dos fatores mais importantes para o crescimento desta planta</strong>.</p><p>A árvore-de-jade <strong>necessita de várias horas de luz por dia</strong> e desenvolve-se melhor perto de uma janela bem iluminada ou num espaço exterior onde receba sol direto durante algumas horas.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Se estiver dentro de casa, uma janela com orientação a norte ou a este costuma ser uma excelente localização.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Quando permanece em locais demasiado sombrios, <strong>tende a esticar os caules em busca de luz</strong>, tornando-se menos compacta e mais vulnerável.<br>Caso pretenda mudar a planta para um local com maior exposição solar, faça essa <strong>adaptação de forma gradual </strong>para evitar queimaduras nas folhas.</p><h2>Regar menos é, muitas vezes, a melhor opção</h2><p>Por ser uma suculenta, a árvore-de-jade <strong>armazena água nas folhas e no caule</strong>, ou seja, não necessita de regas frequentes. O ideal é <strong>verificar se o substrato está completamente seco</strong> antes de voltar a regar.</p><p>Durante os <strong>meses mais quentes poderá necessitar de água com maior regularidad</strong>e, enquanto no inverno as regas devem ser bastante reduzidas.</p><p>O <strong>excesso de humidad</strong>e continua a ser a principal causa de problemas nesta espécie, podendo provocar o apodrecimento das raízes e a queda das folhas.</p><h2>A influencia do substrato e fertilização adequada</h2><p>O tipo de solo influencia diretamente a saúde da planta. Um <strong>substrato específico para catos e suculentas</strong>, ou uma mistura leve e bem drenada, permite que a água escoe rapidamente e evita a acumulação de humidade perto das raízes.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="775907" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/muito-mais-do-que-plantas-resistentes-5-suculentas-que-surpreendem-pela-beleza-das-suas-flores.html" title="Muito mais do que plantas resistentes: 5 suculentas que surpreendem pela beleza das suas flores">Muito mais do que plantas resistentes: 5 suculentas que surpreendem pela beleza das suas flores</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/muito-mais-do-que-plantas-resistentes-5-suculentas-que-surpreendem-pela-beleza-das-suas-flores.html" title="Muito mais do que plantas resistentes: 5 suculentas que surpreendem pela beleza das suas flores"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/mucho-mas-que-plantas-resistentes-5-suculentas-que-sorprenden-por-la-belleza-de-sus-flores-1782420324041_320.jpg" alt="Muito mais do que plantas resistentes: 5 suculentas que surpreendem pela beleza das suas flores"></a></article></aside><p>Também é essencial <strong>utilizar vasos com furos de drenagem</strong>. Mesmo que a rega seja correta, <strong>um recipiente sem saída para a água aumenta significativamente o risco de doença</strong><strong>s</strong>.</p><p>Embora a árvore-de-jade não seja uma planta muito exigente, uma <strong>fertilização equilibrada durante a primavera e o verão pode favorecer a emissão de novos rebentos e fortalecer os caule</strong><strong>s</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>"Para esta suculenta prosperar um substrato leve e bem arejado pode ser uma boa ideia, como uma mistura de terra própria para catos ou suculentas, areia grossa, perlite ou pedra pomes ou um pouco de composto orgânico." </strong>Segundo a revista online AIRE</div><p>Os fertilizantes próprios para catos e suculentas são geralmente a melhor escolha. No entanto, <strong>a adubação deve ser moderada</strong>, pois o excesso de nutrientes pode prejudicar a planta em vez de a beneficiar.</p><h2>A poda faz a diferença</h2><p><strong>Remover os ramos secos, danificados ou demasiado compridos</strong> ajuda a manter uma forma mais equilibrada e estimula o aparecimento de novas ramificações.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/saiba-quais-os-segredos-para-ter-a-soculenta-jade-forte-e-exuberante-1785409587393.jpg" data-image="ploxjzcccr0r" alt="Importância da poda" title="Importância da poda"><figcaption>Uma poda regular ajuda a estimular novas ramificações, mantendo a árvore-de-jade mais densa, equilibrada e saudável.</figcaption></figure><p>Além de melhorar o aspeto ornamental, a poda <strong>contribui para uma copa mais densa e resistente</strong>. As estacas retiradas durante este processo podem ainda ser <strong>utilizadas para produzir novas plantas,</strong> desde que sejam deixadas a cicatrizar durante alguns dias antes de serem colocadas no substrato.</p><h2>O impacto das temperaturas</h2><p>A árvore-de-jade prefere <strong>ambientes amenos e não tolera bem geadas ou frio intenso</strong>.</p><p>Durante o inverno, especialmente em regiões onde as temperaturas descem significativamente, é aconselhável <strong>protegê-la ou mantê-la no interior, sempre num local com boa luminosidade</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="709635" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/guia-de-suculentas-tipos-cuidados-e-dicas-para-mante-las-em-perfeitas-condicoes.html" title="Guia de suculentas: tipos, cuidados e dicas para mantê-las em perfeitas condições">Guia de suculentas: tipos, cuidados e dicas para mantê-las em perfeitas condições</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/guia-de-suculentas-tipos-cuidados-e-dicas-para-mante-las-em-perfeitas-condicoes.html" title="Guia de suculentas: tipos, cuidados e dicas para mantê-las em perfeitas condições"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/guia-sobre-suculentas-tipos-cuidados-y-trucos-para-mantenerlas-perfectas-1743965269154_320.jpg" alt="Guia de suculentas: tipos, cuidados e dicas para mantê-las em perfeitas condições"></a></article></aside><p>Também <strong>deve ser evitada a exposição prolongada a correntes de ar frio ou a mudanças bruscas de temperatur</strong>a.<br>Pequenos sinais que revelam problemas</p><p>A própria planta costuma indicar quando algo não está bem. <strong>Folhas moles e amareladas podem ser sinal de excesso de água</strong>, enquanto folhas enrugadas normalmente indicam falta de rega. Já um <strong>crescimento muito lento ou caules demasiado alongados costumam estar associados à insuficiência de luz</strong>.</p><p>Observar regularmente estas alterações <strong>permite corrigir rapidamente os cuidados e evitar danos mais graves</strong>.</p><p>Com <strong>luz abundante, regas moderadas, um solo bem drenado e alguma fertilização</strong> durante a época de crescimento, a árvore-de-jade pode viver durante várias décadas e atingir um porte semelhante ao de uma pequena árvore.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/saiba-quais-os-segredos-para-ter-a-suculenta-jade-forte-e-exuberante.html</guid><dc:creator><![CDATA[Paula Gonçalves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Folhas com cores intensas e padrões únicos: assim pode fazer com que a sua Begonia rex fique mais bonita do que nunca]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/folhas-com-cores-intensas-e-padroes-unicos-assim-pode-fazer-com-que-a-sua-begonia-rex-fique-mais-bonita-do-que-nunca.html</link><pubDate>Sun, 02 Aug 2026 07:04:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Com ajustes simples de luz e rega, esta planta pode apresentar folhas mais saudáveis, cores mais vibrantes e aquele toque decorativo que dará vida a qualquer espaço da sua casa.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/hojas-de-colores-intensos-y-dibujos-unicos-asi-puedes-hacer-que-tu-begonia-rex-luzca-como-nunca-1783569328016.png" data-image="41jz74raom3j" alt="A Begonia rex é uma begónia rizomatosa, o que significa que cresce a partir de caules grossos junto ao substrato." title="A Begonia rex é uma begónia rizomatosa, o que significa que cresce a partir de caules grossos junto ao substrato."><figcaption>A Begonia rex é uma begónia rizomatosa, o que significa que cresce a partir de caules grossos junto ao substrato.</figcaption></figure><p>Poucas plantas têm o poder de nos fazer olhar duas vezes, como se algo nas suas folhas fosse de outro mundo. As suas cores, veios e contrastes marcantes podem <strong>transformar um vaso comum no ponto focal de toda a sua casa</strong>. </p><div class="texto-destacado">O efeito desta planta depende muito de receber uma boa luminosidade, evitar a luz solar direta e ter regas precisas; é uma planta que é simultaneamente imponente e frágil.</div><p>Embora pareça elegante e até um pouco “colecionável”, a <strong>Begonia rex não é uma planta impossível</strong>. Acontece que tem gostos muito especiais e, quando não são respeitados, rapidamente o demonstra. As suas folhas podem perder a cor, ficar manchadas ou tristes se o ambiente não for confortável. </p><p><strong>A Begonia rex é cultivada principalmente pela sua folhagem</strong>. Ao contrário de outras begónias apreciadas pelas suas flores, a verdadeira beleza da rex reside nas suas folhas. Por conseguinte, garantir a qualidade ideal da luz e evitar danos na folhagem é essencial. <strong>Se as folhas forem danificadas, a planta perde o seu principal atrativo</strong>.</p><p>Devemos também ter em consideração que <strong>as suas folhas são mais delicadas do que aparentam</strong>. Têm uma textura macia, por vezes áspera ou aveludada, que pode reter água. Este pequeno detalhe pode levar ao aparecimento de manchas, bolor e danos difíceis de reparar, por isso é tão importante regá-la corretamente, sem molhar as folhas.</p><h2>Luz indireta: o segredo para folhas mais vibrantes</h2><p>A <strong>luz indireta é o fator que determina a sua cor</strong>. Esta planta prospera com boa iluminação, mas sem que o Sol atinja totalmente as folhas. Uma <strong>janela virada para leste ou oeste é ideal</strong>, especialmente se a luz passar. Também pode colocá-lo perto de uma janela iluminada com uma cortina fina para que receba luz sem se queimar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/hojas-de-colores-intensos-y-dibujos-unicos-asi-puedes-hacer-que-tu-begonia-rex-luzca-como-nunca-1783569353789.png" data-image="ong2eyluv612" alt="As suas folhas podem ser assimétricas, e esta forma irregular faz parte do seu encanto ornamental." title="As suas folhas podem ser assimétricas, e esta forma irregular faz parte do seu encanto ornamental."><figcaption>As suas folhas podem ser assimétricas, e esta forma irregular faz parte do seu encanto ornamental.</figcaption></figure><p>Com uma iluminação adequada, <strong>as folhas podem exibir cores mais intensas e padrões mais definidos</strong>, realçando os seus tons prateados, avermelhados ou roxos. Isto porque a planta ativa os seus pigmentos de forma mais eficaz em resposta à luz, mostrando assim a sua melhor aparência.</p><p><strong>Embora a planta possa sobreviver num canto escuro, as suas folhas ficarão baças, com cores desbotadas e padrões menos definidos</strong>. Por outro lado, a luz solar direta, especialmente ao meio-dia, pode causar queimaduras secas e acastanhadas. Assim, recomendo que encontre um local com luminosidade moderada em sua casa.</p><h3>Regar sem molhar as folhas: o pormenor que previne manchas e fungos</h3><p>A rega é outro fator crucial para a manter com a melhor aparência. Esta planta necessita de <strong>solo ligeiramente húmido, mas nunca encharcado</strong>. Para evitar o apodrecimento das raízes, comum quando o vaso retém muita água, o ideal é deixar secar um pouco a camada superficial do solo antes de voltar a regar. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Um vaso demasiado grande pode reter mais água do que a necessária e afetar as raízes.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><ol> </ol><p>O mais importante na hora de regar é <strong>evitar molhar as folhas</strong>. Embora muitas pessoas pulverizem água nas plantas para "aumentar a humidade", pode ser contraproducente para a Begonia rex. A água nas folhas pode provocar manchas e favorecer o aparecimento de fungos ou bactérias, sobretudo em locais com pouca ventilação. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/hojas-de-colores-intensos-y-dibujos-unicos-asi-puedes-hacer-que-tu-begonia-rex-luzca-como-nunca-1783569374845.png" data-image="irjlg2dv3ags" alt="A renovação da folhagem antiga é uma parte normal do seu crescimento, uma vez que as suas folhas nem sempre duram para sempre." title="A renovação da folhagem antiga é uma parte normal do seu crescimento, uma vez que as suas folhas nem sempre duram para sempre."><figcaption>A renovação da folhagem antiga é uma parte normal do seu crescimento, uma vez que as suas folhas nem sempre duram para sempre.</figcaption></figure><p>Para <strong>regar a sua planta em segurança, tente fazê-lo diretamente na terra</strong>, evitando molhar as folhas. Uma opção ainda melhor é a rega por imersão, que consiste em colocar o vaso num pratinho com água durante 10 a 15 minutos. Desta forma, a planta absorverá a água necessária pelas raízes e, em seguida, poderá remover o excesso.</p><p>É também importante utilizar um <strong>substrato solto, bem aerado e com boa drenagem</strong>. Uma mistura de fibra de coco, perlite e alguma matéria orgânica pode funcionar bem, desde que não fique compactada. O vaso deve ter orifícios de drenagem, pois uma Begonia rex com raízes encharcadas enfraquece muito rapidamente. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="775907" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/muito-mais-do-que-plantas-resistentes-5-suculentas-que-surpreendem-pela-beleza-das-suas-flores.html" title="Muito mais do que plantas resistentes: 5 suculentas que surpreendem pela beleza das suas flores">Muito mais do que plantas resistentes: 5 suculentas que surpreendem pela beleza das suas flores</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/muito-mais-do-que-plantas-resistentes-5-suculentas-que-surpreendem-pela-beleza-das-suas-flores.html" title="Muito mais do que plantas resistentes: 5 suculentas que surpreendem pela beleza das suas flores"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/mucho-mas-que-plantas-resistentes-5-suculentas-que-sorprenden-por-la-belleza-de-sus-flores-1782420324041_320.jpg" alt="Muito mais do que plantas resistentes: 5 suculentas que surpreendem pela beleza das suas flores"></a></article></aside><p>Como pode ver, <strong>esta planta não necessita de cuidados complicados, mas requer consistência e observação</strong>. Forneça-lhe luz, mas não luz solar direta, e regue-a sem molhar as folhas. Evite regar em excesso para que as suas cores se mantenham vibrantes e os seus padrões fiquem impecáveis. Embora seja uma planta delicada, depois de se apanhar o jeito, responde muito bem. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/folhas-com-cores-intensas-e-padroes-unicos-assim-pode-fazer-com-que-a-sua-begonia-rex-fique-mais-bonita-do-que-nunca.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Mais uma depressão a caminho dos Açores? O modelo europeu diz que sim; Madeira mantém-se estável]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/mais-uma-depressao-a-caminho-dos-acores-o-modelo-europeu-diz-que-sim-madeira-mantem-se-estavel.html</link><pubDate>Sun, 02 Aug 2026 06:02:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A primeira semana de agosto será de contrastes entre Açores e Madeira. Enquanto o primeiro poderá ser influenciado pela passagem de mais uma depressão, o segundo deverá manter-se sob domínio anticiclónico.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xau1hzm"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xau1hzm.jpg" id="xau1hzm"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Enquanto a<strong> Madeira se encontra estável e com algumas regiões sob aviso amarelo de tempo quente</strong>, como referimos em previsões anteriores, nos Açores o cenário é e deverá continuar a ser um pouco diferente.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>De acordo com a mais recente atualização do modelo europeu, ECMWF, uma <strong>nova depressão poderá atravessar o arquipélago açoriano entre terça e sexta-feira</strong>, resultando em mais dias de chuva na maior parte das ilhas, com maior expressão no Grupo Oriental.</p><h2>Efeitos podem começar a sentir-se já na próxima terça-feira, dia 4 de agosto</h2><p>Logo nas<strong> primeiras horas da madrugada de terça-feira a chuva poderá regressar</strong> ao arquipélago dos Açores, começando pelo Grupo Ocidental. Nesse período, a depressão deverá encontrar-se a noroeste das ilhas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mais-uma-depressao-a-caminho-dos-acores-o-modelo-europeu-diz-que-sim-madeira-mantem-se-estavel-1785625261638.png" data-image="9v36mgqj7mc2" alt="precipitação acumulada" title="precipitação acumulada"><figcaption>Ao longo da primeira semana de agosto, o arquipélago açoriano poderá contar com a chegada de uma nova depressão que resultará em ocorrência de chuva em praticamente todas as ilhas. Em contraste, o arquipélago madeirense manter-se-á sob domínio anticiclónico.</figcaption></figure><p>Ainda durante essa madrugada,<strong> a chuva poderá chegar ao Grupo Oriental, devendo alcançar o Grupo Central durante a manhã e início da tarde</strong>. A chuva prevista para este dia prevê-se fraca e dispersa. Na quarta-feira o cenário poderá ser idêntico, com maior incidência da chuva no Grupo Oriental.</p><p>No entanto, estima-se que <strong>entre as últimas horas de quarta-feira e as primeiras de quinta-feira a ocorrência de chuva se intensifique</strong> e se torne mais persistente no Grupo Central. A partir das primeiras horas da tarde, o Grupo Oriental poderá registar um agravamento do estado de tempo com chuva, por vezes, forte e um aumento da velocidade do vento. <strong>Este vento mais forte, com rajadas entre 50 a 60 km/h, poderá sentir-se nos grupos Oriental e Ocidental</strong>.</p><h2>Precipitação acumulada poderá alcançar os 62 mm</h2><p>Até às 13h de horas de sexta-feira, esperam-se acumulados expressivos no grupo Oriental. A Ilha de São Miguel poderá contar com valores acima dos 60 mm em vários pontos. <strong>Cerca de 30 mm poderão ocorrer em 24h</strong>, devendo esta ser a maior acumulação do arquipélago. Nos restantes grupos, os valores mais expressivos deverão ser de cerca de <strong>46 mm nas ilhas do Faial e Pico</strong> (Grupo Central) e cerca de 17 mm na ilha das Flores (Grupo Ocidental).</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781525" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias.html" title="Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias">Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias.html" title="Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-1785539101300_320.png" alt="Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias"></a></article></aside><p>Como referimos no início desta previsão, o <strong>arquipélago da Madeira deverá manter-se estável, sem chuva e com temperaturas acima da média</strong> ao longo de toda a semana, devido à influência do anticiclone e à presença de uma massa de ar marítimo mais quente.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/mais-uma-depressao-a-caminho-dos-acores-o-modelo-europeu-diz-que-sim-madeira-mantem-se-estavel.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Os espanhóis renderam-se a esta capela portuguesa. “É um dos lugares mais incríveis de Portugal”]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/os-espanhois-renderam-se-a-esta-capela-portuguesa-e-um-dos-lugares-mais-incriveis-de-portugal.html</link><pubDate>Sun, 02 Aug 2026 05:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Construída praticamente dentro do mar, esta capela em Vila Nova de Gaia desafia as ondas há séculos e esconde histórias envoltas em mistério.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/os-espanhois-renderam-se-a-esta-capela-portuguesa-e-um-dos-lugares-mais-incriveis-de-portugal-1785514448723.jpg" data-image="wvr7itv3o3bl" alt="Capela do Senhor da Pedra" title="Capela do Senhor da Pedra"><figcaption>Parece saída de um filme, mas fica em Portugal. Foto: Hans Pohl, CC BY-NC-SA 4.0</figcaption></figure><p>“Não ir à <strong>Capela do Senhor da Pedra</strong> em Miramar é como ir a Roma e não ver o Papa.” Já ouviu esta frase antes? </p><p>Foi escrita pelo jornal 'Público' em 2017, mas continua a fazer todo o sentido. Afinal, poucos locais conseguem reunir uma paisagem tão invulgar, uma história com vários séculos e um conjunto de lendas que continuam a alimentar o imaginário de quem por ali passa. </p><div class="texto-destacado">Erguida sobre um rochedo batido pelas ondas do Atlântico, esta pequena capela tornou-se um dos maiores símbolos da costa de Vila Nova de Gaia e um dos monumentos mais fotografados de Portugal. Se não a conhece, está na hora de fazê-lo. </div><p>A própria<strong> imprensa espanhola</strong> já se rendeu à capela. Aliás, o jornal espanhol ‘20 Minutos’ considerou esta igreja no meio da praia “um dos lugares mais incríveis de Portugal”.</p><h2>A capela que desafia o mar há séculos</h2><p>À primeira vista, parece impossível que um edifício tenha sido construído naquele local. Assente sobre um afloramento rochoso, praticamente dentro do mar, a pequena capela destaca-se no areal da Praia do Senhor da Pedra e tornou-se uma das<strong> imagens mais reconhecidas do litoral português</strong>. Dependendo da maré, o acesso pode até ficar rodeado pela água, criando um cenário que parece saído de um filme.</p><p> “Só é necessário ter cuidado quando está maré alta porque às vezes a capela fica completamente rodeada de água e, por vezes, nem se consegue ver as escadas que permitem o acesso”, avisa quem por lá já passou. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779757" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html" title="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC ">Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html" title="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c-1784655856544_320.jpg" alt="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC "></a></article></aside><p>Não admira, por isso, que fotógrafos, curiosos e turistas façam questão de passar por ali. Ao nascer ou ao pôr do sol, quando a luz dourada se reflete no Atlântico, a paisagem ganha uma atmosfera difícil de esquecer.</p><p>Ainda assim, é a<strong> origem e todo o mistério </strong>que a ronda que a tornam ainda mais impressionantes. É que o início da história da Capela do Senhor da Pedra continua envolta em alguma incerteza. </p><p>Embora um painel existente no edifício indique o ano de 1686, a maioria dos historiadores considera que a construção da capela, tal como hoje a conhecemos, terá sido concluída em meados do século XVIII, sendo apontada a data de 1763 como a da sua fundação documentada.</p><div class="texto-destacado">Independentemente da data exata, há um aspeto que reúne consenso: muito antes de existir ali um templo cristão, aquele rochedo já era considerado um lugar de culto.</div><p>Os painéis de azulejos colocados junto à entrada recordam precisamente essa tradição, referindo que o local terá servido de <strong>altar pagão</strong> antes da cristianização da região. A ligação ao mar, às rochas e aos elementos da natureza alimentou, ao longo dos séculos, inúmeras histórias e crenças populares.</p><p>A <strong>arquitetura </strong>também ajuda a tornar o edifício único. A planta hexagonal foge ao habitual nas capelas portuguesas e, no interior, encontram-se um altar-mor e retábulos em talha dourada de influência barroca e rococó, onde sobressai a imagem do Senhor da Pedra, um Cristo Crucificado.</p><h2>As lendas que nunca abandonaram este rochedo</h2><p>Como acontece em muitos locais antigos, também aqui as<strong> lendas </strong>fazem parte da identidade da capela.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/os-espanhois-renderam-se-a-esta-capela-portuguesa-e-um-dos-lugares-mais-incriveis-de-portugal-1785514885267.jpg" data-image="cxavagiqzatu" alt="Capela do Senhor da Pedra" title="Capela do Senhor da Pedra"><figcaption>É um dos lugares mais fotografados de Portugal. Foto: Wikimedia // Joseolgon</figcaption></figure><p>Uma das mais conhecidas fala de uma misteriosa luz que surgia repetidamente sobre o rochedo. Diz a tradição que o templo deveria ser construído noutro local, mas esse fenómeno foi interpretado como um sinal divino, levando a população a escolher precisamente aquele afloramento rochoso para erguer a capela. Embora não exista qualquer prova histórica que confirme esta narrativa, continua a ser uma das histórias mais contadas por quem conhece a região.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="730973" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/estes-castelos-estao-assombrados-conheca-os-fantasmas-e-as-lendas-de-portugal.html" title="Estes castelos estão assombrados: conheça os fantasmas e as lendas de Portugal">Estes castelos estão assombrados: conheça os fantasmas e as lendas de Portugal</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/estes-castelos-estao-assombrados-conheca-os-fantasmas-e-as-lendas-de-portugal.html" title="Estes castelos estão assombrados: conheça os fantasmas e as lendas de Portugal"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/estes-castelos-estao-assombrados-conheca-os-fantasmas-e-as-lendas-de-portugal-1758659632786_320.jpg" alt="Estes castelos estão assombrados: conheça os fantasmas e as lendas de Portugal"></a></article></aside><p>Outra lenda liga o espaço ao rei D. Sebastião. Segundo a tradição popular, numa manhã de intenso nevoeiro, o monarca teria passado pelo local montado no seu cavalo, deixando marcas nas rochas que ainda hoje alguns visitantes procuram identificar. Tal como acontece com muitas histórias associadas ao chamado sebastianismo, trata-se de uma <strong>narrativa popular</strong> sem confirmação histórica.</p><p>Ao longo dos anos, o ambiente isolado da capela e a sua ligação a antigos cultos também deram origem a várias histórias sobre<strong> rituais e práticas esotéricas</strong>, contribuindo para o misticismo que ainda hoje envolve este lugar.</p><h2>Um dos cenários mais emblemáticos da costa portuguesa</h2><p>Além da sua importância religiosa, a Capela do Senhor da Pedra tornou-se<strong> um dos maiores símbolos de Miramar</strong>. A praia onde se encontra é conhecida pela extensa faixa de areia, pelo mar aberto e pelos passadiços que acompanham a costa, sendo um destino muito procurado para caminhadas ao longo de todo o ano.</p><p>“A praia é ainda um <strong>destino procurado por quem pratica desportos aquáticos</strong>”, acrescenta o<em> site</em> ‘Away’.</p><div class="texto-destacado">Todos os anos, a tranquilidade habitual é interrompida pela Romaria do Senhor da Pedra, uma das celebrações religiosas mais tradicionais de Vila Nova de Gaia. </div><p>A festa realiza-se no Domingo da Santíssima Trindade e prolonga-se durante vários dias, reunindo procissões, celebrações religiosas, música e animação popular que atraem milhares de visitantes.</p><p>“A atmosfera tranquila desta praia é interrompida por uma <strong>grande peregrinação</strong> centrada na capela”, lê-se no artigo espanhol. “Ela começa no Domingo da Santíssima Trindade (em junho) e dura três dias. Celebrada em honra do Senhor da Pedra, é considerada uma das maiores e mais carismáticas peregrinações do município.”</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="778684" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esta-nova-rota-percorre-35-5-km-e-passa-pelo-ponto-mais-alto-do-distrito-do-porto.html" title="Esta nova rota percorre 35,5 km e passa pelo ponto mais alto do distrito do Porto">Esta nova rota percorre 35,5 km e passa pelo ponto mais alto do distrito do Porto</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esta-nova-rota-percorre-35-5-km-e-passa-pelo-ponto-mais-alto-do-distrito-do-porto.html" title="Esta nova rota percorre 35,5 km e passa pelo ponto mais alto do distrito do Porto"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/esta-nova-rota-percorre-35-5-km-e-passa-pelo-ponto-mais-alto-do-distrito-do-porto-1784059301375_320.jpg" alt="Esta nova rota percorre 35,5 km e passa pelo ponto mais alto do distrito do Porto"></a></article></aside><p>Mesmo fora da época da romaria, acredite quando lhe dissemos que vale a pena visitar este recanto da costa portuguesa. Seja pela história, pelas lendas ou simplesmente pela paisagem, poucos lugares conseguem oferecer uma combinação tão invulgar de património, natureza e oceano.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="20%20Minutos%2C%20P%C3%A9rez%2C%20B" data-year="2026" data-title="Uma%20igreja%20no%20meio%20da%20praia%3A%20este%20%C3%A9%20um%20dos%20lugares%20mais%20incr%C3%ADveis%20de%20Portugal." data-url="https%3A%2F%2Fwww.20minutos.es%2Fviajes%2Fdestinos%2Figlesia-medio-playa-oporto-portugal-capela-senhor-pedra-5103202%2F">20 Minutos, Pérez, B. (2026). <a href="https://www.20minutos.es/viajes/destinos/iglesia-medio-playa-oporto-portugal-capela-senhor-pedra-5103202/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Uma igreja no meio da praia: este é um dos lugares mais incríveis de Portugal.</a>.</cite><br><cite data-author="P%C3%BAblico" data-year="2017" data-title="N%C3%A3o%20ir%20%C3%A0%20Capela%20do%20Senhor%20da%20Pedra%20em%20Miramar%20%C3%A9%20como%20ir%20a%20Roma%20e%20n%C3%A3o%20ver%20o%20Papa" data-url="https%3A%2F%2Fwww.publico.pt%2F2017%2F08%2F14%2Festudiop%2Fnoticia%2Fir-a-miramar-e-nao-visitar-a-capela-do-senhor-da-pedra-e-como-ir-a-roma-e-nao-ver-o-papa-1782278">Público. (2017). <a href="https://www.publico.pt/2017/08/14/estudiop/noticia/ir-a-miramar-e-nao-visitar-a-capela-do-senhor-da-pedra-e-como-ir-a-roma-e-nao-ver-o-papa-1782278" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Não ir à Capela do Senhor da Pedra em Miramar é como ir a Roma e não ver o Papa</a>.</cite><br><cite data-author="Away" data-year="2026" data-title="Parece%20sa%C3%ADda%20de%20um%20filme%2C%20mas%20fica%20em%20Portugal%3A%20espanh%C3%B3is%20rendidos%20a%20esta%20praia" data-url="https%3A%2F%2Faway.iol.pt%2Fpraias-portuguesas%2Fvila-nova-de-gaia%2Fparece-saida-de-um-filme-mas-fica-em-portugal-espanhois-rendidos-a-esta-praia%2F20260722%2F6a60cdafd34ef04b4f3f8421">Away. (2026). <a href="https://away.iol.pt/praias-portuguesas/vila-nova-de-gaia/parece-saida-de-um-filme-mas-fica-em-portugal-espanhois-rendidos-a-esta-praia/20260722/6a60cdafd34ef04b4f3f8421" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Parece saída de um filme, mas fica em Portugal: espanhóis rendidos a esta praia</a>.</cite><br><cite data-author="Porto%20Secreto%2C%20Santos%20Sousa%2C%20F" data-year="2026" data-title="Esta%20%C3%A9%20uma%20das%20capelas%20mais%20fotog%C3%A9nicas%20do%20Pa%C3%ADs%20e%20fica%20perto%20do%20Porto" data-url="https%3A%2F%2Fportosecreto.co%2Fcapela-do-senhor-da-pedra%2F">Porto Secreto, Santos Sousa, F. (2026). <a href="https://portosecreto.co/capela-do-senhor-da-pedra/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Esta é uma das capelas mais fotogénicas do País e fica perto do Porto</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/os-espanhois-renderam-se-a-esta-capela-portuguesa-e-um-dos-lugares-mais-incriveis-de-portugal.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Tempo para o primeiro fim de semana de agosto: máximas até 40 °C antes de um domingo mais fresco]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 12:54:11 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O primeiro fim de semana de agosto será marcado por um contraste térmico em Portugal Continental. O sábado traz calor intenso, máximas próximas dos 40 °C e índice UV muito elevado, enquanto o domingo será ligeiramente mais fresco.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatxxru"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatxxru.jpg" id="xatxxru"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O primeiro fim de semana de agosto (dias 1 e 2) será marcado por um contraste térmico em Portugal Continental.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>O <strong>sábado será o dia mais quente</strong>, com temperaturas que podem atingir os 40 °C no Sul, enquanto o domingo traz um alívio de 3 a 5 °C devido à aproximação de uma depressão atlântica.</p><h2>Sábado: calor intenso, vento moderado e índice UV elevado</h2><p>O primeiro dia de agosto será dominado por <strong>tempo quente e seco em praticamente todo o território continental.</strong> As temperaturas máximas, previstas para o período entre as 15h e as 16h, deverão ultrapassar os 30 °C na maioria das regiões, sendo mais elevadas no interior.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco-1785586207343.png" data-image="txft5mq2rrht" alt="Temperatura" title="Temperatura"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-84765">Este sábado, dia 1 de agosto será um dia quente, com máximas próximas dos 40 °C no interior do Algarve, Baixo Alentejo e distrito de Castelo Branco.</figcaption></figure><p>Os valores mais altos deverão ser registados no interior do Algarve, onde concelhos como <strong>Alcoutim</strong> e <strong>Tavira</strong> poderão atingir localmente os <strong>40 °C</strong>. Também <strong>Mértola</strong>, no distrito de Beja, poderá alcançar este patamar. No Centro, o distrito de <strong>Castelo Branco</strong> poderá aproximar-se dos <strong>39 °C</strong>, enquanto no Norte as zonas mais quentes serão os vales do Douro e do Tâmega, onde as máximas poderão rondar os <strong>37 a 38 °C</strong>.</p><div class="texto-destacado">O <strong>IPMA</strong> mantém aviso amarelo para o Algarve devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima, sobretudo no interior.</div><p>Durante a tarde, o vento deverá intensificar-se gradualmente, com <strong>rajadas moderadas até cerca de 45 km/h</strong>, mais frequentes no litoral e nas terras altas. Apesar do vento não ser particularmente forte, poderá aumentar a sensação de desconforto e contribuir para o agravamento do risco de incêndio rural.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco-1785586296848.png" data-image="n1ox3wskwocc" alt="Rajada de vento (km/h)" title="Rajada de vento (km/h)"><figcaption>O vento aumentará durante a tarde de sábado, com rajadas moderadas até cerca de 45 km/h, sobretudo no litoral e nas terras altas.</figcaption></figure><p>Outro fator de destaque será o <strong>índice UV</strong>, <strong>que atingirá valores entre</strong> <strong>8 e 9</strong> durante as horas centrais do dia, classificados como muito elevados. A exposição prolongada ao sol entre o final da manhã e o meio da tarde deverá, por isso, ser consciente.</p><h2>Domingo traz um alívio térmico, mas o calor mantém-se no Sul</h2><p><strong>No domingo, a aproximação de uma depressão atlântica a norte de Portugal provocará uma mudança gradual do estado do tempo.</strong> O núcleo desta depressão permanecerá afastado do território continental, mas será suficiente para favorecer a diminuição das temperaturas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco-1785586361781.png" data-image="zt7wwc24ofrh" alt="Pressão atmosférica e chuva" title="Pressão atmosférica e chuva"><figcaption>A aproximação de uma depressão atlântica favorecerá uma descida generalizada das temperaturas no domingo, mais evidente no Norte e Centro.</figcaption></figure><p>Como consequência, as temperaturas deverão <strong>descer entre 3 e 5 °C</strong> na maioria das regiões. O alívio será mais evidente no litoral e nas regiões Norte e Centro, enquanto o interior Sul continuará a registar valores elevados, ainda superiores a <strong>30 °C</strong> em vários locais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco-1785586394502.png" data-image="g1m834vsz79x" alt="Temperatura" title="Temperatura"> <figcaption>Apesar de o núcleo da depressão permanecer a norte de Portugal, a sua influência será suficiente para promover uma entrada de ar mais fresco e preparar uma mudança do estado do tempo.</figcaption></figure><p>O vento voltará a intensificar-se durante a tarde, mantendo um padrão semelhante ao de sábado, com rajadas moderadas, sobretudo junto ao litoral e nas terras altas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781525" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias.html" title="Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias">Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias.html" title="Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-1785539101300_320.png" alt="Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias"></a></article></aside><p>Embora o domingo ainda decorra sem precipitação significativa, esta depressão poderá deixar <strong>vestígios de chuva nos primeiros dias da próxima semana</strong>, marcando o início de uma alteração gradual do padrão atmosférico.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Estudo analisa os impactos das alterações climáticas na acessibilidade da água, incluindo nas respetivas faturas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/estudo-analisa-os-impactos-das-alteracoes-climaticas-na-acessibilidade-da-agua-incluindo-nas-respetivas-faturas.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 11:04:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Um estudo publicado na revista Nature Sustainability avaliou como as alterações climáticas podem agravar significativamente a acessibilidade da água nas cidades.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-analisa-os-impactos-das-alteracoes-climaticas-na-acessibilidade-da-agua-incluindo-nas-respetivas-faturas-1785528106788.jpg" data-image="5vbvbtmaiffb" alt="Água para consumo" title="Água para consumo"><figcaption>O abastecimento de água é vulnerável às alterações climáticas.</figcaption></figure><p>Enquanto investigações anteriores concentraram-se principalmente nos custos e na fiabilidade dos sistemas de água, este estudo avalia os<strong> impactos nas famílias com diferentes faixas de rendimento</strong>.</p><h2>A acessibilidade à água é um desafio crescente</h2><p>O estudo, liderado pela Universidade de Stanford, é o primeiro a examinar de forma abrangente como as alterações climáticas, as infraestruturas envelhecidas, as decisões de investimento das concessionárias de serviços públicos e a<strong> procura de água das famílias interagem para afetar a acessibilidade da água.</strong></p><p>Para compreender como as alterações previstas na temperatura e na precipitação nas próximas duas décadas provavelmente afetarão o abastecimento e os custos da água local, a equipa de investigação analisou dados de Santa Cruz, na Califórnia.</p><p>Santa Cruz é uma pequena cidade costeira que <strong>depende quase exclusivamente das águas superficiais locais</strong> e de uma única albufeira.</p><p>A concessionária local implementou várias opções de conservação de baixo custo, como <strong>eletrodomésticos economizadores de água e redução da irrigação, </strong>o que exige investimentos em infraestruturas para a resiliência climática.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="672743" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/os-coletores-de-neblina-podem-ser-a-solucao-para-combater-a-escassez-de-agua-potavel-no-mundo.html" title="Podem os coletores de neblina ser a solução para combater a escassez de água potável no mundo?">Podem os coletores de neblina ser a solução para combater a escassez de água potável no mundo?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/os-coletores-de-neblina-podem-ser-a-solucao-para-combater-a-escassez-de-agua-potavel-no-mundo.html" title="Podem os coletores de neblina ser a solução para combater a escassez de água potável no mundo?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/pueden-los-atrapanieblas-ser-la-solucion-para-combatir-la-escasez-de-agua-potable-en-el-mundo-1725332841592_320.jpg" alt="Podem os coletores de neblina ser a solução para combater a escassez de água potável no mundo?"></a></article></aside><p>Utilizando uma estrutura de modelação desenvolvida com dados do departamento de água de Santa Cruz, os investigadores relacionaram <strong>cenários climáticos futuros plausíveis com decisões de adaptação da concessionária</strong>, como a construção de uma estação de reutilização de águas residuais, métodos de fixação de preços da água e procura de água ao nível do domicílio.</p><p>Os autores do estudo descobriram que <strong>as alterações climáticas, por si só, podem fazer com que mais 7 a 16% dos agregados familiares enfrentem contas de água inacessíveis.</strong></p><div class="texto-destacado">O estudo concluiu que até meados do século, a adaptação à crescente escassez de água poderá quase duplicar a fatura média de água das habitações na cidade de Santa Cruz.</div><p>O modelo mostrou que as contas de água medianas para os residentes mais pobres <strong>poderiam subir de cerca de 60 dólares para 111 dólares por mês </strong>(em valores atuais)<strong> num cenário de clima seco. </strong></p><div class="texto-destacado">Mais de 5% das famílias teriam de alocar até um terço do seu rendimento ao pagamento da água, obrigando provavelmente a escolhas difíceis em relação à alimentação, cuidados de saúde e outras necessidades básicas. </div><p>Diferentes estratégias de infraestruturas produziram resultados drasticamente diferentes. Uma abordagem avessa ao risco, que deu prioridade à construção de grandes centrais de dessalinização, proporcionou um abastecimento fiável, mas a um <strong>custo elevado em termos de acessibilidade</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-analisa-os-impactos-das-alteracoes-climaticas-na-acessibilidade-da-agua-incluindo-nas-respetivas-faturas-1785528732942.jpg" data-image="i1asllbb5mfl" alt="Dessalinização" title="Dessalinização"><figcaption>Centrais de dessalinização implicam um aumento de custo da água para o consumidor final.</figcaption></figure><p>Uma abordagem mais cautelosa, que adiou os investimentos, manteve as contas mais baixas, <strong>mas deixou o sistema perigosamente vulnerável durante as secas, garantindo um abastecimento de água fiável em apenas 6 em cada 10 anos</strong>, em média.</p><p>O <strong>custo médio da água da torneira nos Estados Unidos aumentou três vezes mais rapidamente do que a inflação</strong> nas últimas duas décadas, principalmente devido às infraestruturas obsoletas e à manutenção tardia.</p><div class="texto-destacado">A seca e a escassez de água continuam a ser as maiores ameaças ao abastecimento de água urbano. O aumento das temperaturas e a alteração dos padrões de precipitação estão a tornar as secas mais frequentes e severas, reduzindo a fiabilidade das fontes de água.</div><p>As alterações climáticas pressionam o abastecimento de água e obrigam as concessionárias a construir <strong>novas infraestruturas dispendiosas para manter a fiabilidade</strong>.</p><h2>No futuro - aplicação em outras cidades</h2><p>Os autores do estudo afirmam que o seu modelo pode ser aplicado, para avaliar os riscos de acessibilidade à água, a outras cidades, como Los Angeles, San Diego, São Francisco, Cidade do Cabo e Melbourne, na Austrália, que enfrentam vulnerabilidades semelhantes às de Santa Cruz. </p><p>Os autores do estudo recomendam que mesmo as cidades que parecem mais resilientes agora fariam bem em <strong>prestar atenção à acessibilidade da água no futuro</strong>.</p><div class="texto-destacado">Segundo os investigadores, estas comunidades podem tornar-se vulneráveis com o tempo, à medida que o stress climático se intensifica e as concessionárias aumentam as tarifas da água. </div><p>A África do Sul, que recebe apenas cerca de 464 mm de chuva anualmente, menos de metade da média global, está entre os países mais secos do mundo. Em 2018, a Cidade do Cabo quase ficou sem água, obrigando as autoridades a limitar o consumo dos residentes a 50 litros de água por pessoa por dia. <strong>O rigoroso racionamento e as medidas de conservação ajudaram a cidade a evitar o “Dia Zero”.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-analisa-os-impactos-das-alteracoes-climaticas-na-acessibilidade-da-agua-incluindo-nas-respetivas-faturas-1785528963561.jpg" data-image="ifgucuhqveh5" alt="Melbourne" title="Melbourne"><figcaption>Em Melbourne, entre 1 de março e 1 de junho de 2026, os reservatórios da cidade diminuíram 6,1% (111 mil milhões de litros).</figcaption></figure><p>Melbourne, na Austrália, enfrenta também um crescente stress hídrico. <strong>Os níveis de armazenamento estão 9,5% </strong>(172,1 mil milhões de litros)<strong> abaixo do nível de há um ano e 24% </strong>(cerca de 432 mil milhões de litros)<strong> abaixo do nível de há dois anos,</strong> refletindo condições de seca prolongada, níveis de entrada de água a níveis historicamente baixos e aumento da procura.</p><p>O estudo conclui que lidar com a acessibilidade da água em função das alterações climáticas exigirá mais do que ações por parte das concessionárias locais. </p><div class="texto-destacado">Garantir o acesso fiável à água para todos exigirá intervenções a nível estatal que vão muito além do que as concessionárias individuais podem fazer sozinhas.</div><p>Os autores defendem <strong>reformas regulamentares</strong>, maior investimento público em infraestruturas hídricas resilientes ao clima e assistência financeira direcionada para as famílias vulneráveis. </p><p>Além disso, recomendam também que o planeamento futuro da adaptação climática avalie a acessibilidade da água juntamente com a fiabilidade do abastecimento, <strong>para evitar que os custos da adaptação climática afetem desproporcionalmente as comunidades de baixos rendimentos.</strong></p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Skerker%2C%20J.%2C%20Klassert%2C%20C.%2C%20Francois%2C%20B.%20et%20al." data-year="" data-title="Urban%20water%20affordability%20crisis%20exacerbated%20by%20climate%20change." data-url="https%3A%2F%2Fdoi.org%2F10.1038%2Fs41893-026-01890-z">Skerker, J., Klassert, C., Francois, B. et al.. <a href="https://doi.org/10.1038/s41893-026-01890-z" target="_blank" rel="" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Urban water affordability crisis exacerbated by climate change.</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/estudo-analisa-os-impactos-das-alteracoes-climaticas-na-acessibilidade-da-agua-incluindo-nas-respetivas-faturas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Abrantes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O Observatório Europeu do Sul está a pedir que se limite o número de satélites em órbita, pelo interesse da astronomia]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/o-observatorio-europeu-do-sul-esta-a-pedir-que-se-limite-o-numero-de-satelites-em-orbita-pelo-interesse-da-astronomia.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 10:03:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Em resposta aos numerosos projetos para estabelecer enormes constelações de satélites na órbita da Terra, o Observatório Europeu do Sul solicitou o estabelecimento de um limite máximo para garantir observações astronómicas a partir da superfície terrestre.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/l-observatoire-europeen-austral-demande-une-limite-de-satellites-en-orbite-pour-le-bien-de-l-astronomie-1783699296321.jpeg" data-image="pm84mk9tel18" alt="Satélites em órbita; ilustração artística" title="Satélites em órbita; ilustração artística"><figcaption>O número de satélites em órbita da Terra tem aumentado ao longo dos anos e representa uma ameaça real para a astronomia.</figcaption></figure><p>Embora cerca de 1,7 milhões de satélites possam ser lançados na órbita da Terra – a maioria deles pertencentes à SpaceX – os investigadores do Observatório Europeu do Sul (ESO) alertam para o<strong> perigo que representam para a astronomia e sugerem limitar o seu número</strong>.</p><h2>Cada vez mais satélites</h2><p>Há apenas uma década, o crescente número de satélites em órbita baixa da Terra não era considerado um grande problema. No entanto, <strong>desde 2019, a implantação gradual da constelação Starlink acelerou drasticamente o aumento do número de satélites</strong>.</p><p>Atualmente,<strong> existem mais de 14.000 satélites ativos em órbita à volta do nosso planeta, em comparação com apenas 2.000 antes de 2019</strong>. A este número já considerável, devemos acrescentar aproximadamente 32.000 fragmentos de detritos espaciais e dispositivos inativos que também orbitam acima das nossas cabeças todos os dias.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Visualization of Starlink satellites orbiting Earth <a href="https://t.co/2zpzpR1QNj">pic.twitter.com/2zpzpR1QNj</a></p>— Black Hole (@konstructivizm) <a href="https://x.com/konstructivizm/status/2075336693109174441?ref_src=twsrc%5Etfw">July 9, 2026</a></blockquote></figure><p>Para agravar a situação, <strong>cerca de 1,7 milhões de satélites adicionais poderão ser lançados para o espaço nos próximos anos, incluindo um milhão de satélites só da SpaceX</strong>. Esta rede de um milhão de satélites seria utilizada para inteligência artificial e funcionaria como servidores em órbita do nosso planeta.</p><p>Outros exemplos incluem as constelações chinesas CTC-1 e CTC-2, cada uma com uma previsão de lançamento de <strong>quase 100.000 satélites</strong>, e o projeto "Cinnamon" da E-Space, que planeia lançar<strong> mais de 450.000 satélites adicionais</strong> para construir uma rede espacial global que liga milhares de milhões de dispositivos online.</p><h2>Um limite necessário</h2><p>Embora estas centenas de milhares de satélites ainda estejam em fase de planeamento, poderão ser lançados em órbita nos próximos anos, o que representaria um<strong> grande desafio para a astronomia</strong>. De facto, <strong>um satélite iluminado pelo Sol pode brilhar mais intensamente do que uma galáxia distante</strong>.</p><p>Para além do facto de muitos destes satélites serem visíveis a olho nu, dificultando a observação do céu noturno, <strong>a passagem de um satélite pelo campo de visão de um telescópio deixa um rasto que obscurece tudo o que está atrás dele</strong>. A situação já é desafiante para muitos telescópios, mesmo que existam "apenas" 14.000 satélites ativos em órbita – por isso é fácil imaginar as consequências da adição de mais 1,7 milhões.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr"><a href="https://x.com/hashtag/PPOD?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#PPOD</a>: One Hour of Satellites ️ <br><br>This image shows <a href="https://x.com/hashtag/satellites?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#satellites</a> crossing the night sky above the northern <a href="https://x.com/hashtag/Atacama?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Atacama</a> Desert in Chile over just one hour. It is a stack of a time-lapse video taken on 15 October 2025 about two hours after sunset. A few streaks are caused by planes and <a href="https://t.co/DXrHQlh34n">pic.twitter.com/DXrHQlh34n</a></p>— The SETI Institute (@SETIInstitute) <a href="https://x.com/SETIInstitute/status/2073059544121385076?ref_src=twsrc%5Etfw">July 3, 2026</a></blockquote></figure><p>Segundo cálculos do Observatório Europeu do Sul (ESO), o <strong>Very Large Telescope perderia até 28% do seu campo de visão neste cenário</strong>, duas horas após o pôr-do-sol. O <strong>Observatório Vera C. Rubin seria ainda mais afetado, uma vez que as suas imagens ficariam inutilizáveis</strong> durante várias horas, todas as noites.</p><p>Isto para não falar de outro projeto ambicioso da empresa americana Reflect Orbital, que planeia implantar espelhos gigantes em órbita para refletir a luz solar de volta para a Terra à noite. <strong>Se os 50.000 espelhos planeados forem implantados até 2035, o céu noturno será três a quatro vezes mais brilhante</strong>!</p><div class="texto-destacado">Por esta razão, o ESO defende agora um limite de 100.000 dispositivos, todos com um brilho inferior à magnitude 7 (ou seja, invisíveis a olho nu). O Observatório Europeu reconhece os benefícios dos satélites, que possibilitam uma valiosa conectividade global, mas também defende lançamentos regulamentados para evitar um crescimento excessivo.<br></div><p>É <strong>crucial que esta questão seja abordada com seriedade e à escala global</strong>. Caso a autoridade reguladora dos EUA responsável pela aprovação ou rejeição destes projectos decida não avançar com os mesmos, as empresas de outros países, como a China, não devem simplesmente ocupar o seu lugar.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777657" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/portugal-ajuda-a-construir-satelite-que-vai-desvendar-os-maiores-segredos-da-materia-escura.html" title="Portugal ajuda a construir satélite que vai desvendar os maiores segredos da matéria escura">Portugal ajuda a construir satélite que vai desvendar os maiores segredos da matéria escura</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/portugal-ajuda-a-construir-satelite-que-vai-desvendar-os-maiores-segredos-da-materia-escura.html" title="Portugal ajuda a construir satélite que vai desvendar os maiores segredos da matéria escura"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-ajuda-a-construir-satelite-que-vai-desvendar-os-maiores-segredos-da-materia-escura-1783515847087_320.jpg" alt="Portugal ajuda a construir satélite que vai desvendar os maiores segredos da matéria escura"></a></article></aside><p>A crescente proliferação de satélites representa, sem dúvida, uma ameaça existencial para a astronomia ótica, mas as suas consequências vão muito para além disso. Estas megaconstelações não só interferem com as observações telescópicas, como também<strong> afetam o sono, os ecossistemas e até a qualidade do ar</strong>, principalmente durante os lançamentos de foguetões.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Nassim%20Chentouf" data-year="2026" data-title="SpaceX%20veut%20un%20million%20de%20satellites%20en%20orbite%20pour%20son%20IA%20%3A%20l'astronomie%20mondiale%20r%C3%A9clame%20une%20limite%20d'urgence" data-url="https%3A%2F%2Fwww.lesnumeriques.com%2Fintelligence-artificielle%2Fspacex-veut-un-million-de-satellites-en-orbite-pour-son-ia-l-astronomie-mondiale-reclame-une-limite-d-urgence-n258893.html">Nassim Chentouf. (2026). <a href="https://www.lesnumeriques.com/intelligence-artificielle/spacex-veut-un-million-de-satellites-en-orbite-pour-son-ia-l-astronomie-mondiale-reclame-une-limite-d-urgence-n258893.html" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">SpaceX wants one million satellites in orbit for its AI: global astronomy calls for an urgent limit</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/o-observatorio-europeu-do-sul-esta-a-pedir-que-se-limite-o-numero-de-satelites-em-orbita-pelo-interesse-da-astronomia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciência prova a existência da prática ritual contínua mais antiga do mundo em caverna australiana]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 09:04:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Descoberta na Austrália revela rituais indígenas praticados desde a Era do Gelo. Saiba mais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana-1785168064772.png" data-image="1gxeck98x0h8"><figcaption>Pôr do sol em Lakes Entrance, East Gippsland.</figcaption></figure><p>Estudos arqueobotânicos realizados na Caverna de Cloggs, localizada no território ancestral dos GunaiKurnai em Gippsland (sudeste da Austrália), <strong>revelaram evidências científicas de práticas rituais contínuas ao longo de aproximadamente 25 000 anos.</strong> O estudo foi conduzido por investigadores em colaboração com a <em>GunaiKurnai Land and Waters Aboriginal Corporation</em>, combinando arqueologia microbotânica avançada e o conhecimento tradicional dos Guardiões e Anciãos GunaiKurnai. </p><h2> Metodologia e descobertas botânicas</h2><p> A investigação centrou-se na análise de <strong>fitólitos, </strong>microscópicas estruturas de sílica formadas no interior dos tecidos vegetais que se preservam no solo durante milénios. Para isolar as atividades humanas das contribuições da fauna local, os cientistas <strong>analisaram tanto as camadas sedimentares da caverna como excrementos preservados de possums-comuns</strong> (<em>Trichosurus vulpecula</em>).</p><ul><li><strong>Predomínio de gramíneas:</strong> A coleção de fitólitos é maioritariamente dominada por gramíneas (família <em>Poaceae</em>), com uma presença insignificante ou nula de plantas lenhosas (árvores e arbustos). </li></ul><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana-1785168586058.png" data-image="6xb2qtp129zr"><figcaption>Parque Nacional de Chillagoe-Mungana, Queensland, Austrália.</figcaption></figure><ul><li><strong>Transporte de plantas inteiras:</strong> a presença conjunta de morfotipos de inflorescências (flores), folhas e caules<strong> provou que os antigos ancestrais recolhiam e transportavam plantas de gramíneas inteiras para o interior da caverna.</strong></li></ul><ul><li><strong>Evidência de fogo humano:</strong> a descoberta de fitólitos carbonizados (queimados ou parcialmente fundidos) em múltiplas camadas sedimentares serviu como indicador inequívoco da queima intencional destas plantas trazidas pelos humanos.</li></ul><h2>Uso ritual da caverna e práticas culturais</h2><p>A Caverna de Cloggs localiza-se numa zona escura <strong>onde não existe crescimento natural de plantas. </strong></p><div class="texto-destacado">A escassez de ferramentas de preparação de alimentos e a ausência de restos abundantes de fauna associados à subsistência reforçam que o local não era um acampamento doméstico habitual, mas sim um espaço sagrado e reservado. </div><p>De acordo com o conhecimento tradicional e registos etnográficos do século XIX, a <strong>caverna era frequentada por <em>mulla-mullung</em>, homens e mulheres de grande sabedoria e poderes espirituais. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana-1785168165023.jpeg" data-image="cgxkq3rd3pgk"><figcaption>Pintura mural rupestre aborígene, Austrália.</figcaption></figure><p>As plantas eram intencionalmente <strong>queimadas em fogueiras de baixa temperatura, gerando finas camadas expansivas de cinza e fumo</strong>. Na cultura GunaiKurnai, a cinza, o carvão e as gramíneas desempenhavam papéis centrais em rituais de cura, feitiçaria, proteção e cerimónias de iniciação. </p><h2>Conexão com outras instalações rituais no local </h2><p> A descoberta dos fitólitos queimados complementa outros achados arqueológicos excecionais na Caverna de Cloggs: </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana-1785168850348.png" data-image="sukh5iv40hk4"><figcaption>Prato cerimonial de madeira com galhos defumados, o ritual de boas-vindas em um evento comunitário indígena na Austrália.</figcaption></figure><ul><li><strong>Fogueiras rituais em miniatura (11 000 a 12 000 anos BP)</strong>: pequenas fogueiras que continham varas de Casuarina aparadas e untadas com gordura animal ou humana, <strong>correspondendo exatamente às descrições etnográficas de rituais de maldição. </strong></li></ul><ul><li><strong>Pedra erguida (<em>Standing Stone</em>, ~2 000 a 1 600 anos BP): </strong>uma estrutura de pedra com cerca de 28 cm de altura, rodeada por 73 camadas finas de cinza <strong>decorrentes da queima repetida de vegetação macia ao seu redor ao longo de séculos. </strong></li></ul><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="678425" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/um-novo-estudo-revela-a-atividade-humana-moderna-inicial-numa-gruta-do-sudeste-asiatico.html" title="Um novo estudo revela a atividade humana moderna inicial numa gruta do sudeste asiático">Um novo estudo revela a atividade humana moderna inicial numa gruta do sudeste asiático</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/um-novo-estudo-revela-a-atividade-humana-moderna-inicial-numa-gruta-do-sudeste-asiatico.html" title="Um novo estudo revela a atividade humana moderna inicial numa gruta do sudeste asiático"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/a-new-study-reveals-early-modern-human-activity-in-a-cave-in-southeast-asia-1728752174942_320.jpg" alt="Um novo estudo revela a atividade humana moderna inicial numa gruta do sudeste asiático"></a></article></aside><p>A análise microbotânica confirma que os <strong>GunaiKurnai recolhiam e queimavam gramíneas na Caverna de Cloggs há cerca de mil gerações.</strong> A integração entre a ciência dos fitólitos e a tradição oral demonstra uma impressionante continuidade cultural e espiritual no sudeste australiano, <strong>ligando as práticas do Pleistoceno ao Holoceno.</strong></p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Grono%20E%2C%20David%20B%2C%20Mullett%20R%2C%20Stevenson%20J%2C%20Petchey%20F%2C%20Delannoy%20J-J%2C%20McDowell%20MC%2C%20Miller%20DJ%2C%20Morley%20MW%2C%20Fresl%C3%B8v%20J%2C%20Jenkin%20D%2C%20GunaiKurnai%20Land%20e%20Waters%20Aboriginal%20Corporation" data-year="2026" data-title="Phytoliths%20from%20Cloggs%20Cave%2C%20GunaiKurnai%20country%20(southeastern%20Australia)%20reveal%20the%20gathering%20of%20whole%20grasses%20for%20burning%20practices%20inside%20the%20cave." data-url="doi%3A%2010.3389%2Ffearc.2026.1871928">Grono E, David B, Mullett R, Stevenson J, Petchey F, Delannoy J-J, McDowell MC, Miller DJ, Morley MW, Fresløv J, Jenkin D, GunaiKurnai Land e Waters Aboriginal Corporation. (2026). <a href="doi: 10.3389/fearc.2026.1871928" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Phytoliths from Cloggs Cave, GunaiKurnai country (southeastern Australia) reveal the gathering of whole grasses for burning practices inside the cave.</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Carlos Alves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar-condicionado natural: plantas que ajudam a deixar o ambiente mais fresco e melhoram o isolamento térmico]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/ar-condicionado-natural-plantas-que-ajudam-a-deixar-o-ambiente-mais-fresco-e-melhoram-o-isolamento-termico.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 08:06:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>As plantas podem ser aliadas perfeitas contra o calor, pois além de acrescentarem um toque decorativo, podem ajudar a refrescar os ambientes, proporcionar sombra e melhorar o conforto térmico da casa durante o verão.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/aire-acondicionado-natural-las-plantas-que-pueden-ayudar-a-crear-un-hogar-mas-fresco-y-mejorar-el-aislamiento-termico-1785413309225.jpeg" data-image="fx9n694msjak" alt="homem molhando uma planta" title="homem molhando uma planta"><figcaption>As plantas podem ajudar a melhorar o ambiente térmico em casa durante o verão.</figcaption></figure><p>Com a chegada do <strong>verão</strong>,<strong> manter a casa fresca</strong> torna-se uma prioridade. Além do indispensável ar-condicionado convencional, existem <strong>soluções naturais</strong> que podem ajudar a melhorar o conforto térmico no lar.</p><p>As <strong>plantas </strong>desempenham um papel particularmente interessante nesse sentido, graças à sombra e à humidade que proporcionam e, sobretudo, à evapotranspiração — um processo natural capaz de aumentar o nosso conforto.</p><p>Embora a vegetação não arrefeça a casa da mesma maneira que um aparelho de ar-condicionado, certas espécies podem <strong>ajudar a reduzir a sensação de calor e criar um microclima mais agradável</strong>, especialmente quando combinadas com orientação, ventilação e isolamento adequados.</p><h2>Evapotranspiração, um arrefecimento natural</h2><p>A chave está na <strong>evapotranspiração</strong>, um processo que combina a evaporação da água presente no solo — ou no substrato, neste caso — com a transpiração das plantas através das suas folhas.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Los helechos son perfectos para decorar tu terraza, le da un toque selvático y privado <a href="https://x.com/hashtag/Tips?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Tips</a> <a href="https://x.com/hashtag/Jardin?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Jardin</a> <a href="https://x.com/hashtag/Terraza?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Terraza</a> <a href="https://t.co/sA1EShmVoF">pic.twitter.com/sA1EShmVoF</a></p>— Total Pisos (@TotalPisos) <a href="https://x.com/TotalPisos/status/736368983830626308?ref_src=twsrc%5Etfw">May 28, 2016</a></blockquote></figure><p>Quando uma <strong>planta </strong>de qualquer tipo<strong> absorve água</strong> pelas raízes, uma parcela significativa acaba por ser<strong> libertada na atmosfera na forma de vapor</strong>, através de minúsculos poros chamados estômatos.</p><p>Este mecanismo é semelhante ao que vivenciamos quando o suor evapora da nossa pele. Por isso, <strong>uma vegetação abundante e bem hidratada pode alterar as condições do ar ao seu redor</strong>.</p><div class="texto-destacado">Para que a água passe do estado líquido para o gasoso, ela necessita de energia, a qual obtém do ambiente na forma de calor. Como resultado, produz-se um efeito de arrefecimento.<br></div><p>No entanto,<strong> nem todas as plantas possuem a mesma capacidade</strong>, uma vez que a taxa de evapotranspiração depende de fatores como espécie, tamanho da planta, área superficial das folhas, disponibilidade de água, temperatura, radiação solar, vento e humidade do ambiente.</p><h2>Quais plantas podem ajudar refrescar o ar?</h2><p>Espécies de crescimento rápido, com <strong>grande área superficial foliar </strong>(muitas folhas) e alta exigência hídrica durante o verão, podem apresentar taxas significativas de evapotranspiração.</p><h3>Samambaias</h3><p>Podem adicionar humidade a ambientes internos bem iluminados e protegidos, enquanto certas plantas ornamentais de folhagem abundante ajudam a criar uma atmosfera mais fresca ao seu redor.</p><h3>Hera, falsa-vinha ou algumas variedades de jasmim</h3><p>Podem desempenhar uma função adicional, pois <strong>projetam sombra</strong> sobre paredes e janelas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aire-acondicionado-natural-las-plantas-que-pueden-ayudar-a-crear-un-hogar-mas-fresco-y-mejorar-el-aislamiento-termico-1785414367413.jpeg" data-image="a4o3gtjq302s" alt="Imagen 2" title="Imagen 2"><figcaption>Fachadas com vegetação podem reduzir as temperaturas internas das residências.</figcaption></figure><h3>Árvores e arbustos</h3><p>Possuem uma capacidade ainda maior de modificar o microclima. Uma <strong>copa densa</strong>, como a das árvores, interceta parte da radiação solar antes que atinja fachadas, janelas ou telhados. Ao mesmo tempo, a sua transpiração liberta água de volta para a atmosfera e contribui para a troca de calor.</p><h2>Sombra e isolamento: uma combinação fundamental</h2><p>O efeito de arrefecimento das plantas não depende apenas da evapotranspiração. De facto, quando <strong>posicionadas estrategicamente</strong>, podem servir como uma <strong>barreira vegetal eficaz contra a radiação</strong> solar.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Plantou uma videira e a transformou em um telhado verde cheio de uvas. <a href="https://t.co/Gx4kqsKel7">pic.twitter.com/Gx4kqsKel7</a></p>— abymael (@abymaelx) <a href="https://x.com/abymaelx/status/2059707232212734146?ref_src=twsrc%5Etfw">May 27, 2026</a></blockquote></figure><p>Uma fachada parcialmente coberta por vegetação pode receber menos radiação direta, enquanto uma árvore situada em frente a uma janela pode reduzir significativamente o ganho de calor durante as horas de pico de exposição solar.</p><h2>Plantas de interior: realmente reduzem a temperatura?</h2><p>Em ambientes internos, é melhor ser realista. Uma planta em vaso pode aumentar ligeiramente a humidade relativa local e proporcionar uma sensação subtil de frescura — o que é certamente bem-vinda —, mas <strong>não consegue substituir um sistema de climatização nem reduzir a temperatura da casa em vários graus por si só</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-5-plantas-mais-inusitadas-para-cultivar-em-casa-parecem-ser-de-outro-planeta.html" title="As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!">As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-5-plantas-mais-inusitadas-para-cultivar-em-casa-parecem-ser-de-outro-planeta.html" title="As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222155463_320.jpeg" alt="As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!"></a></article></aside><p>O <strong>efeito é muito mais significativo quando a vegetação está localizada em terraços, pátios, varandas ou jardins</strong>, onde há uma área foliar maior disponível para intercetar diretamente a radiação solar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aire-acondicionado-natural-las-plantas-que-pueden-ayudar-a-crear-un-hogar-mas-fresco-y-mejorar-el-aislamiento-termico-1785414491993.jpeg" data-image="ormh8p1981yj" alt="Imagen 3" title="Imagen 3"><figcaption>Um jardim visualmente agradável e com uma sensação de frescura.</figcaption></figure><p>Além disso, vale ressaltar que introduzir muitas plantas em ambientes fechados pode aumentar excessivamente a humidade, especialmente se a ventilação for precária. Portanto, é importante encontrar um <strong>equilíbrio entre a vegetação, a ventilação e a disponibilidade de água</strong>.</p><h2>Um ambiente mais fresco com soluções naturais<br></h2><p>As <strong>plantas </strong>podem, portanto, servir como uma ferramenta complementar no combate ao calor. A sua capacidade de realizar a evapotranspiração, proporcionar sombra e modificar o microclima ajuda a reduzir a carga térmica da residência e a melhorar os níveis de conforto durante os meses mais quentes.</p><p>A escolha de espécies adaptadas ao clima local é fundamental, assim como o seu posicionamento estratégico.</p><ul><li><strong>Árvores </strong>para proteger fachadas e janelas</li><li><strong>Plantas trepadeiras</strong> para criar sombra em paredes e muros</li><li><strong>Plantas de folhagem abundante</strong> para pátios e terraços</li></ul><p>O verdadeiro <strong>“ar-condicionado natural”</strong> não depende de uma única planta, mas sim do projeto de espaços verdes capazes de aproveitar os processos naturais da vegetação.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/ar-condicionado-natural-plantas-que-ajudam-a-deixar-o-ambiente-mais-fresco-e-melhoram-o-isolamento-termico.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Guia para multiplicar a sua espada-de-São-Jorge a partir de uma única folha e encher a casa com novas plantas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/guia-para-multiplicar-a-sua-espada-de-sao-jorge-a-partir-de-uma-unica-folha-e-encher-a-casa-com-novas-plantas.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 07:04:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Uma técnica simples e um pouco de paciência são tudo o que precisa para transformar uma única folha em várias plantas. Qual é a melhor altura para o fazer, que recipientes utilizar e quais os erros mais comuns?</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/paso-a-paso-para-multiplicar-la-lengua-de-suegra-con-una-sola-hoja-y-llenar-la-casa-de-nuevas-plantas-1785161586218.jpg" data-image="09f7zjmj9exg" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Um método simples e económico para obter novos exemplares a partir de um fragmento de folha.</figcaption></figure><p>Propagar plantas em casa está longe de ser um segredo para os especialistas. Para o comprovar, nada melhor do que começar pela espada-de-São-Jorge. A sua grande resistência perdoa os erros de qualquer principiante e permite <strong>obter novas plantas com muito pouco esforço</strong>.</p><p>A partir de uma única folha saudável, é possível obter várias estacas. Embora o procedimento seja muito simples, <strong>pequenos detalhes fazem a diferença entre uma muda bem-sucedida </strong>e uma que acaba no lixo.</p><h2>O momento ideal para começar</h2><p>A época do ano influencia diretamente o resultado. A primavera e o início do verão são os períodos ideais para esta tarefa, uma vez que a planta se encontra na sua fase de crescimento ativo. <strong>Temperaturas amenas e dias mais longos favorecem o desenvolvimento das raízes</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/paso-a-paso-para-multiplicar-la-lengua-de-suegra-con-una-sola-hoja-y-llenar-la-casa-de-nuevas-plantas-1785161768684.jpg" data-image="j1b5hxtjdn0z" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Para multiplicar a espada-de-São-Jorge, basta uma folha saudável e um vaso com boa drenagem.</figcaption></figure><p>É possível realizar o processo no outono ou no inverno, mas o <strong>desenvolvimento será muito mais lento </strong>e o risco de apodrecimento devido ao excesso de humidade aumentará.</p><h2>Passo a passo: como preparar as estacas</h2><p>O<strong> primeiro passo é escolher uma folha madura, firme e completamente saudável</strong>. É melhor eliminar qualquer folha que apresente manchas, partes moles ou danos causados por insetos.</p><p>Utilizando uma tesoura ou uma faca afiada e desinfetada, a folha é cortada pela base. De seguida, é <strong>dividida em segmentos </strong>de 5 a 8 centímetros de comprimento.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/paso-a-paso-para-multiplicar-la-lengua-de-suegra-con-una-sola-hoja-y-llenar-la-casa-de-nuevas-plantas-1785161844495.jpg" data-image="s0e37drejn6i" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>O corte preciso e a cicatrização adequada são passos essenciais para garantir o enraizamento.</figcaption></figure><p>Um pormenor crucial: <strong>todas as estacas devem ser plantadas na mesma orientação em que estavam na planta</strong>. Uma pequena marca na base de cada estaca evita confusões. Se forem plantadas de cabeça para baixo, não criarão raízes.</p><p>Antes da plantação, as estacas precisam de cicatrizar. O ideal é deixá-las durante 24 a 48 horas num local seco, bem ventilado e com sombra. <strong>Este período de repouso forma uma camada protetora sobre o corte</strong>, prevenindo o crescimento de fungos.</p><h3>Vaso definitivo ou recipiente temporário?</h3><p>Para plantar as estacas, o melhor é começar num pequeno vaso temporário, um recipiente para propagação ou mesmo copos de plástico com furos no fundo.</p><p>Um<strong> recipiente pequeno facilita o controlo da humidade e evita que o substrato retenha água em excesso</strong>. Assim que as plântulas desenvolverem as primeiras folhas e um sistema radicular firme, será altura de as transplantar para o vaso definitivo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/paso-a-paso-para-multiplicar-la-lengua-de-suegra-con-una-sola-hoja-y-llenar-la-casa-de-nuevas-plantas-1785161951667.jpg" data-image="q28c98ey4ni8" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Com paciência, rega moderada e um substrato leve, as estacas desenvolvem raízes e novos rebentos em poucas semanas.</figcaption></figure><p>No momento do transplante definitivo, <strong>várias estacas podem ser plantadas juntas num único vaso</strong>. A única precaução é deixá-las com uma distância de 5 a 8 centímetros entre si, para que os seus rizomas tenham espaço para se expandir sem competir por espaço ou nutrientes. <strong>Utilize um substrato leve e com boa drenagem</strong>. Cada estaca deve ser enterrada a apenas dois ou três centímetros de profundidade.</p><h3>Rega: menos é mais</h3><p>O erro mais comum na propagação da espada-de-São-Jorge é o excesso de água. A planta armazena água nos seus tecidos, pelo que não tolera solos encharcados. Após a plantação das mudas, basta <strong>humedecer ligeiramente o solo</strong>. Aguarde até que o substrato esteja completamente seco antes de voltar a regar.</p><p>Em <strong>climas frios, a rega deve ser espaçada por duas semanas ou mais</strong>. Além disso, é melhor colocar o vaso num local bem iluminado, longe da luz solar direta do meio-dia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/paso-a-paso-para-multiplicar-la-lengua-de-suegra-con-una-sola-hoja-y-llenar-la-casa-de-nuevas-plantas-1785162046018.jpg" data-image="szm65vp0nyvp" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Para multiplicar a espada-de-São-Jorge em casa, basta uma folha saudável e um vaso com boa drenagem.</figcaption></figure><p>A paciência desempenha um papel fundamental em todo o processo. Em boas condições,<strong> as raízes aparecem entre a terceira e a quarta semana</strong>. No entanto, os novos rebentos podem demorar entre um a três meses a emergir do solo.</p><p>Enquanto se aguarda, é <strong>fundamental não mover ou desenterrar os fragmentos de folhas</strong> para verificar o seu estado. Esta interrupção geralmente danifica as minúsculas raízes em desenvolvimento.</p><h3>Um pormenor fundamental sobre a variedade</h3><p>Se a planta-mãe tiver folhas completamente verdes, os novos exemplares serão idênticos.</p><p>Em contraste, as variedades com bordos amarelos ou creme, como a popular <em>Laurentii</em>, perdem estas riscas quando propagadas por estacas de folhas. As <strong>plantas resultantes serão inteiramente verdes</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780286" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-ar-condicionado-colonial-de-guanajuato-como-as-suas-ruas-estreitas-se-mantem-frescas-sem-tecnologia-moderna.html" title="O 'ar condicionado colonial' de Guanajuato: como as suas ruas estreitas se mantêm frescas sem tecnologia moderna">O "ar condicionado colonial" de Guanajuato: como as suas ruas estreitas se mantêm frescas sem tecnologia moderna</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-ar-condicionado-colonial-de-guanajuato-como-as-suas-ruas-estreitas-se-mantem-frescas-sem-tecnologia-moderna.html" title="O 'ar condicionado colonial' de Guanajuato: como as suas ruas estreitas se mantêm frescas sem tecnologia moderna"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-aire-acondicionado-colonial-de-guanajuato-asi-refrescan-sus-calles-estrechas-sin-tecnologia-moderna-1784337782288_320.png" alt="O 'ar condicionado colonial' de Guanajuato: como as suas ruas estreitas se mantêm frescas sem tecnologia moderna"></a></article></aside><p><strong>Para preservar as bordas douradas desta variedade</strong>, a única forma é dividir a planta a partir das suas raízes ou separar os rebentos que crescem na base.</p><p>Com uma folha saudável e paciência, esta técnica é uma forma simples e barata de adicionar verde a todos os cantos da sua casa.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/guia-para-multiplicar-a-sua-espada-de-sao-jorge-a-partir-de-uma-unica-folha-e-encher-a-casa-com-novas-plantas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 06:02:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O IPMA prolongou o aviso amarelo de tempo quente na Madeira até às 18h do dia 3 de agosto. Além do calor, também o índice UV estará elevado nos próximos dias.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatrgv2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatrgv2.jpg" id="xatrgv2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Como avançamos em previsões anteriores, o IPMA havia emitido aviso amarelo de tempo quente para as Regiões Montanhosas e a Costa Sul da Madeira até ao final do dia 2 de agosto, no entanto, até ao momento da redação desta previsão, e de acordo com a mais recente atualização deste instituto,<strong> este aviso foi prolongado até às 18h do dia 3 de agosto</strong>, segunda-feira.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Para além das temperaturas previstas, que poderão aproximar-se dos 30 ºC, especialmente na Costa Sul, há ainda <strong>outro fator que deverá exigir um maior cuidado quando decidir ir à praia ou fazer alguma atividade ao ar livre </strong>durante as horas de maior exposição: o índice UV, que estará muito elevado, segundo a mais recente previsão dos nossos mapas.</p><h2>Índice UV muito elevado nos próximos dias: o que significa?</h2><p>Para hoje, sábado, numa escala de 0 a 15, o<strong> índice esperado entre as 13h e as 15h para a maior parte da área do arquipélago madeirense é de 10</strong>. O que é que isto significa?</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-1785537723172.png" data-image="ur7m56xa717k" alt="índice UV" title="índice UV"><figcaption>Ao longo dos próximos dias, o arquipélago da Madeira registará índices elevados de radiação UV, requerendo, assim, um maior cuidado com a exposição solar.</figcaption></figure><p>Um <strong>índice UV entre 8 e 10 é considerado muito alto</strong>, pelo que neste caso específico que estamos a analisar, já se encontra no limite, pois se fosse de 11 ou mais, seria considerado extremo. Felizmente, em Portugal, este valor (11) é pouco frequente, no entanto, um <strong>índice como o previsto para as próximas horas e dias na Madeira requer alguns cuidados</strong>.</p><p>Um dos principais riscos são as queimaduras na pele em menos de 10 minutos, em pessoas de pele muito clara, para além de possíveis danos oculares e insolações. No entanto, aconselha-se o<strong> uso de proteção solar (acima de 30 FPS), assim como óculos de sol com proteção UVB/UVA; chapéu e roupas leves. A hidratação também é essencial para evitar golpes de calor</strong>.</p><h2>No domingo o índice diminui, mas volta a aumentar nos dias seguintes</h2><p>Segundo o nosso mapa de índice UV, é esperado que amanhã, domingo, o índice baixe de 10 para 8, continuando elevado, mas não tão extremo. Contudo, esta diminuição, que se deverá ao facto de uma maior nebulosidade sobre a ilha, será "sol de pouca dura", uma vez que<strong> na segunda-feira voltará a aumentar para 10</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781429" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-com-temperaturas-mais-elevadas-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso.html" title="Madeira sob aviso amarelo de tempo quente: eis as zonas com temperaturas mais elevadas e até quando irá durar este aviso">Madeira sob aviso amarelo de tempo quente: eis as zonas com temperaturas mais elevadas e até quando irá durar este aviso</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-com-temperaturas-mais-elevadas-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso.html" title="Madeira sob aviso amarelo de tempo quente: eis as zonas com temperaturas mais elevadas e até quando irá durar este aviso"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-mais-quentes-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso-1785492417825_320.png" alt="Madeira sob aviso amarelo de tempo quente: eis as zonas com temperaturas mais elevadas e até quando irá durar este aviso"></a></article></aside><p>Nos dias seguintes, é expectável que o índice se mantenha entre 9 e 10, sendo recomendado que <strong>os cuidados supracitados sejam postos em prática</strong>, especialmente pelas pessoas que estarão mais expostas ao sol, de forma a evitar danos à saúde.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA["Bali português" existe e fica a menos de uma hora do Porto]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-bali-portugues-existe-e-fica-a-menos-de-uma-hora-do-porto.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 05:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Parece Bali, mas fica no Minho. Conheça o refúgio à beira-rio que está a conquistar Portugal. “É perfeito para quem quer fugir à rotina sem sair do país.”</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/o-bali-portugues-existe-e-fica-a-menos-de-uma-hora-do-porto-1785258635030.jpg" data-image="jqhwl1oix9aq" alt="Bamboo & Coconut" title="Bamboo & Coconut"><figcaption>Já ouvir falar deste espaço? Foto: Bamboo & Coconut // lagodoscisnespark</figcaption></figure><p>“Um dos lugares mais bonitos” da região; “Bali de Portugal”; “um dos <em>spots</em> de verão favoritos”; e “é perfeito para quem quer fugir à rotina sem sair do país”. Quando se trata de descrever este lugar, os<em> media </em>portugueses não medem palavras. </p><p>Agora a questão que se coloca é: afinal, do que é que estão a falar? Nós explicamos. </p><p>Quando alguém lhe fala de <strong>Bali</strong>, qual a primeira imagem a surgir? Apostamos que se trata de uma com palmeiras, bambus, espreguiçadeiras, água e aquele ambiente tão característico desta ilha da Indonésia. E é precisamente isso que aparece quando se fala do <strong>Bamboo & Coconut</strong>.</p><div class="texto-destacado">Instalado nas margens do rio Cávado, este refúgio de verão tornou-se um dos locais mais fotografados do Minho. Entre estruturas em bambu, madeira, zonas de sombra, vegetação exuberante e uma decoração inspirada nos destinos tropicais, muitos visitantes dizem sentir-se transportados para Bali.</div><p>A única diferença? Para conhecer este lugar não precisa de apanhar nenhum avião. Aliás, basta conduzir até <strong>Amares</strong>, no<strong> distrito de Braga</strong>. </p><h2>Parece Bali, mas fica em Portugal</h2><p>O espaço integra a <strong>Quinta Lago dos Cisnes</strong> e existe desde 1993. Na altura, nasceu como um simples bar de apoio à beira-rio, mas foi evoluindo ao longo dos anos. Hoje apresenta-se como um verdadeiro<em> summer club</em>, pensado para que seja possível passar ali um dia inteiro entre refeições, momentos de descanso e diferentes experiências.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="735547" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/sera-esta-a-nova-bali-o-paraiso-que-divide-opinioes.html" title="Será esta a nova Bali? O paraíso que divide opiniões">Será esta a nova Bali? O paraíso que divide opiniões</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/sera-esta-a-nova-bali-o-paraiso-que-divide-opinioes.html" title="Será esta a nova Bali? O paraíso que divide opiniões"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/sera-esta-a-nova-bali-o-paraiso-que-divide-opinioes-1761206390434_320.jpg" alt="Será esta a nova Bali? O paraíso que divide opiniões"></a></article></aside><p>Uma das suas particularidades é o facto de<strong> renascer todos os anos</strong>. Como está instalado numa zona sujeita às cheias de inverno, grande parte das estruturas é desmontada no final da época e reconstruída quando regressa o verão. Sempre que reabre, o espaço apresenta novas ideias e continua a reinventar-se. Este ano não foi exceção.</p><h2>Muito mais do que um bar de verão</h2><p>Embora o Bamboo Lounge continue a ser o centro do espaço, o conceito vai <strong>muito além de um simples bar à beira-rio</strong>. </p><div class="texto-destacado">É ali que são servidos<em> cocktails</em>, sangrias, <em>snacks </em>e petiscos, sempre acompanhados por um ambiente descontraído e, frequentemente, por música ao vivo ou<em> DJ sets </em>durante os sunsets.</div><p>“O nosso objetivo nunca foi criar um restaurante para o dia a dia. Queremos proporcionar momentos especiais, daqueles que as pessoas associam ao verão e guardam na memória”, sublinham os responsáveis, citados pela revista ‘NiT’.</p><p>Para quem pretende uma refeição mais completa, existe o restaurante The Coconut House, cuja carta privilegia pratos para partilhar, carnes, peixe, massas e propostas de inspiração mediterrânica e tropical, acompanhadas por <em>cocktails</em> de assinatura.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-bali-portugues-existe-e-fica-a-menos-de-uma-hora-do-porto-1785258955549.jpg" data-image="b4g6jpst8jef" alt="Bamboo & Coconut" title="Bamboo & Coconut"><figcaption>Um espaço para conhecer este verão. Bamboo & Coconut // lagodoscisnespark</figcaption></figure><p>O complexo inclui ainda a Palm Boutique, dedicada a artigos de decoração, moda e <em>lifestyle</em>, bem como o The Studio, um espaço destinado a aulas de ioga, pilates, <em>workshops</em> e outras atividades ligadas ao bem-estar.</p><p>Ao longo da temporada realizam-se também <strong><em>brunches</em>, eventos temáticos, experiências gastronómicas e iniciativas especiais</strong>, o que faz com que dificilmente duas visitas sejam iguais.</p><h2>O que deve saber antes de visitar</h2><p>Mas, atenção, porque, apesar de estar localizado junto ao rio Cávado, <strong>o Bamboo & Coconut não funciona como praia fluvial</strong>. Aqui não há nadadores-salvadores nem vigilância balnear, pelo que qualquer mergulho é feito por conta e risco.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779757" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html" title="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC ">Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html" title="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c-1784655856544_320.jpg" alt="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC "></a></article></aside><p>Em vez disso, a maioria dos visitantes chega para aproveitar o ambiente, relaxar junto ao rio, almoçar, beber um<em> cocktail </em>ou simplesmente desfrutar da tranquilidade proporcionada pela natureza.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-bali-portugues-existe-e-fica-a-menos-de-uma-hora-do-porto-1785259107631.jpg" data-image="kw587uzh5py3" alt="Bamboo & Coconut" title="Bamboo & Coconut"><figcaption>Chamam-lhe o "Bali português" — e não é difícil perceber porquê. Foto: Bamboo & Coconut // lagodoscisnespark</figcaption></figure><p>Outra vantagem é o facto de ser um espaço<em><strong> pet friendly</strong></em>, permitindo a entrada de animais de estimação, desde que permaneçam com trela.</p><h2>Mais informações e detalhes</h2><p>O Bamboo & Coconut abre apenas durante os <strong>meses de verão</strong>, normalmente entre junho e setembro, embora os horários possam variar consoante as condições meteorológicas. </p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações.<br> </div><p>A entrada funciona através de um<strong> consumo mínimo</strong>, cujo valor varia consoante o dia e pode ir até aos 15€, sendo esse montante descontado no que consumir durante a visita. Como os horários, os preços e a programação podem sofrer alterações ao longo da época, é aconselhável confirmar as condições antes de se deslocar ao espaço.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Versa%2C%20Ribeiro%2C%20M" data-year="2026" data-title="Parece%20Bali%2C%20mas%20este%20para%C3%ADso%20t%C3%A3o%20elogiado%20fica%20mesmo%20em%20Portugal" data-url="https%3A%2F%2Fversa.iol.pt%2Fbraga%2Fbamboo-coconut%2Fparece-bali-mas-este-paraiso-tao-elogiado-fica-mesmo-em-portugal%2F20260718%2F6a58ebb7d34e511da0b2dc93">Versa, Ribeiro, M. (2026). <a href="https://versa.iol.pt/braga/bamboo-coconut/parece-bali-mas-este-paraiso-tao-elogiado-fica-mesmo-em-portugal/20260718/6a58ebb7d34e511da0b2dc93" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Parece Bali, mas este paraíso tão elogiado fica mesmo em Portugal</a>.</cite><br><cite data-author="NiT%2C%20Santos%2C%20D" data-year="2026" data-title="Um%20dos%20nossos%20spots%20de%20ver%C3%A3o%20favoritos%20parece%20Bali%2C%20mas%20fica%20em%20Portugal" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nit.pt%2Ffora-de-casa%2Fna-cidade%2Fum-dos-nossos-spots-de-verao-favoritos-parece-bali-mas-fica-em-portugal">NiT, Santos, D. (2026). <a href="https://www.nit.pt/fora-de-casa/na-cidade/um-dos-nossos-spots-de-verao-favoritos-parece-bali-mas-fica-em-portugal" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Um dos nossos spots de verão favoritos parece Bali, mas fica em Portugal</a>.</cite><br><cite data-author="Dois%20%C3%A0s%2010" data-year="2026" data-title="Pode%20ir%20a%20%22Bali%22%20de%20Portugal%20por%20apenas%205%20euros%3A%20saiba%20onde%20fica%20um%20dos%20segredos%20mais%20bem%20guardados%20de%20Portugal" data-url="https%3A%2F%2Ftvi.iol.pt%2Fdoisas10%2Fbali%2Fbamboo-coconut%2Fpode-ir-a-bali-de-portugal-por-apenas-5-euros-saiba-onde-fica-um-dos-segredos-mais-bem-guardados-de-portugal">Dois às 10. (2026). <a href="https://tvi.iol.pt/doisas10/bali/bamboo-coconut/pode-ir-a-bali-de-portugal-por-apenas-5-euros-saiba-onde-fica-um-dos-segredos-mais-bem-guardados-de-portugal" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Pode ir a "Bali" de Portugal por apenas 5 euros: saiba onde fica um dos segredos mais bem guardados de Portugal</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-bali-portugues-existe-e-fica-a-menos-de-uma-hora-do-porto.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A experiência mais extrema da NASA: a agência procura voluntários para um ano em isolamento, simulando missão a Marte]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-experiencia-mais-extrema-da-nasa-a-agencia-procura-voluntarios-para-um-ano-em-isolamento-simulando-missao-a-marte.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 16:01:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>A agência espacial norte-americana abriu as inscrições para uma missão com a duração de 14 meses. O objetivo não é estudar Marte, mas compreender como o corpo e a mente humanos reagem ao isolamento prolongado.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-experimento-mas-extremo-de-la-nasa-busca-voluntarios-para-pasar-un-ano-aislados-simulando-una-mision-a-marte-1784302642498.jpg" data-image="eu320pjht69h" alt="Mars" title="Mars"><figcaption>A NASA está à procura de voluntários para passar um ano em isolamento.</figcaption></figure><p><strong>Como reagem quatro pessoas depois de passarem um ano inteiro sem poderem sair ao ar livre?</strong> O que acontece quando cada litro de água, cada refeição e cada tarefa dependem de um sistema fechado? E como é que a convivência muda quando as mesmas pessoas partilham um espaço confinado durante meses?</p><p>São estas as questões a que a NASA precisa de responder antes de enviar astronautas de volta à Lua e, eventualmente, a Marte. É por isso que a agência abriu um novo concurso para selecionar quatro voluntários para uma <strong>missão de isolamento extremo, com início previsto para, no mínimo, agosto de 2027, no Centro Espacial Johnson, em Houston</strong>.</p><p>Embora os participantes nunca venham a sair da Terra, passarão <strong>um ano a viver como se estivessem a viajar pelo espaço profundo</strong>.</p><h2>Um ano em isolamento para preparar o regresso à Lua e a viagem a Marte</h2><p>A missão faz parte do programa "Moon and Mars Exploration Analog" e será a primeira a combinar duas das plataformas que a NASA já utiliza para estudar o <strong>comportamento da tripulação em ambientes extremos</strong>.</p><p><strong>Durante 12 meses, os voluntários permanecerão confinados em dois habitats diferentes</strong>. O primeiro reproduz a nave espacial que transportaria os astronautas numa viagem interplanetária. O segundo, construído através de impressão 3D, simula uma base na superfície da Lua ou de Marte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-experimento-mas-extremo-de-la-nasa-busca-voluntarios-para-pasar-un-ano-aislados-simulando-una-mision-a-marte-1784302728072.jpg" data-image="3lz68inagt7x" alt="NASA" title="NASA"><figcaption>A experiência tem como objetivo testar as pessoas que poderão, um dia, viajar para o Planeta Vermelho.</figcaption></figure><p>Os participantes dormirão em alojamentos individuais da tripulação, cultivarão parte dos seus próprios alimentos, farão a manutenção dos sistemas de suporte de vida, resolverão avarias provocadas pelos investigadores e realizarão caminhadas espaciais simuladas utilizando ferramentas de realidade virtual e aumentada.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779541" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-nasa-fotografa-algo-inexplicavel-em-marte-rochas-estranhas-em-equilibrio-intrigam-os-cientistas.html" title="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas">A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-nasa-fotografa-algo-inexplicavel-em-marte-rochas-estranhas-em-equilibrio-intrigam-os-cientistas.html" title="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-fotografia-algo-inexplicable-en-marte-unas-extranas-rocas-en-equilibrio-descolocan-a-los-cientificos-1782818160488_320.jpg" alt="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas"></a></article></aside><p>Terão também acesso a um pequeno veículo de exploração para praticarem deslocações para além do habitat principal, tal como fariam durante uma missão real.</p><p>O desafio, no entanto, não consiste simplesmente em concluir essas tarefas.</p><div class="texto-destacado"><strong>A NASA pretende compreender como o desempenho, a saúde física e o bem-estar psicológico se alteram quando um pequeno grupo permanece isolado durante longos períodos, com recursos limitados e sem possibilidade de abandonar a missão.</strong></div><p>A monotonia também faz parte da experiência. Grande parte do tempo será passada a repetir procedimentos, a monitorizar equipamentos e a seguir rotinas rigorosas, uma situação muito mais próxima da vida quotidiana de um astronauta do que aquela que os filmes costumam retratar.</p><h2>Os requisitos para participar</h2><p>O programa está aberto a <strong>cidadãos norte-americanos ou residentes permanentes legais com</strong><strong> idades compreendidas entre os 30 e os 55 anos</strong>, embora a NASA possa considerar exceções em determinados casos.</p><p>Os candidatos devem ser <strong>fluentes em inglês, passar em avaliações físicas e psicológicas semelhantes às exigidas aos astronautas e possuir um diploma universitário em engenharia, matemática, ciências físicas ou ciências biológicas</strong>. Os estudos de pós-graduação, a experiência profissional e o serviço militar também serão tidos em consideração.</p><p>Além disso, a NASA exige que os candidatos não tenham restrições alimentares, não tenham histórico de sonambulismo e não sejam dependentes de medicamentos para dormir.</p><p><strong>No total, a experiência terá uma duração de cerca de 14 meses</strong>. Para além do isolamento de um ano, os selecionados realizarão mais dois meses de formação e avaliações antes e depois da missão. A agência confirmou que os voluntários receberão uma compensação financeira, embora não tenha divulgado o montante.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781127" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/o-sucessor-do-james-webb-ja-esta-em-desenvolvimento-este-e-o-megatelescopio-da-nasa-concebido-para-procurar-outra-terra.html" title="O sucessor do James Webb já está em desenvolvimento: este é o megatelescópio da NASA concebido para procurar outra Terra">O sucessor do James Webb já está em desenvolvimento: este é o megatelescópio da NASA concebido para procurar outra Terra</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/o-sucessor-do-james-webb-ja-esta-em-desenvolvimento-este-e-o-megatelescopio-da-nasa-concebido-para-procurar-outra-terra.html" title="O sucessor do James Webb já está em desenvolvimento: este é o megatelescópio da NASA concebido para procurar outra Terra"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-sucesor-de-james-webb-ya-esta-en-marcha-este-es-el-megatelescopio-de-la-nasa-disenado-para-buscar-otra-tierra-1785270499023_320.jpg" alt="O sucessor do James Webb já está em desenvolvimento: este é o megatelescópio da NASA concebido para procurar outra Terra"></a></article></aside><p>Para além de selecionar uma nova tripulação, o objetivo é <strong>recolher dados que ajudem a conceber futuras missões Artemis e a preparar-se para os desafios de uma viagem a Marte</strong>, onde os astronautas permanecerão isolados durante anos e quaisquer problemas terão de ser resolvidos sem apoio imediato da Terra.</p><p>Por outras palavras, a experiência não se destina a testar o Planeta Vermelho. <strong>Destina-se a testar as pessoas que, um dia, poderão fazer essa viagem</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-experiencia-mais-extrema-da-nasa-a-agencia-procura-voluntarios-para-um-ano-em-isolamento-simulando-missao-a-marte.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciência portuguesa descobre uma nova forma de ler Marte e ajuda a preparar futuras missões humanas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/ciencia-portuguesa-descobre-uma-nova-forma-de-ler-marte-e-ajuda-a-preparar-futuras-missoes-humanas.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 15:01:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Uma técnica inédita desenvolvida por investigadores da Universidade de Lisboa permite extrair informação inédita das nuvens marcianas a partir de imagens recolhidas no espaço.</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-portuguesa-descobre-uma-nova-forma-de-ler-marte-e-ajuda-a-preparar-futuras-missoes-humanas-1785503968142.jpg" data-image="3dxyu4h84t0q" alt="Planeta Marte" title="Planeta Marte"><figcaption>Cientistas portugueses desenvolveram método inédito para medir altitude e velocidade de nuvens em Marte com uma única câmara. Foto: Foto: Vlad_Aivazovsky/Pixabay</figcaption></figure><p>Durante mais de duas décadas, a<strong> sonda</strong><strong> Mars Express</strong> percorreu incessantemente a órbita de Marte. Dia após dia, registou milhares de imagens da atmosfera do planeta, preservando detalhes que até agora permaneceram ocultos. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Uma equipa de investigadores portugueses encontrou finalmente uma nova forma de revelar parte dessa informação, alcançando um feito inédito que poderá ajudar a preparar futuras missões humanas ao planeta vermelho.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O trabalho, liderado por cientistas do Instituto de Astronomia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, conseguiu medir, pela primeira vez, a<strong> altitude </strong>e a<strong> </strong><strong>velocidade </strong>de <strong>propagação </strong>de <strong>nuvens marcianas </strong>utilizando apenas imagens captadas por uma única câmara da Mars Express, missão da Agência Espacial Europeia (ESA) que orbita Marte há 23 anos.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-portuguesa-descobre-uma-nova-forma-de-ler-marte-e-ajuda-a-preparar-futuras-missoes-humanas-1785504138389.jpg" data-image="xt629sa61im3" alt="sonda Mars Express" title="sonda Mars Express"><figcaption>Imagens da sonda Mars Express servem de base para revelação tridimensional da dinâmica atmosférica marciana. Foto: ESA / CC BY-SA IGO 3.0, Wikimedia Commons</figcaption></figure><p>Publicado na revista <em>Journal of Geophysical Research: Planets</em>, o estudo apresenta uma técnica inovadora para analisar um dos fenómenos mais difíceis de observar na atmosfera marciana. A investigação fornece, por isso, dados valiosos para compreender a <strong>dinâmica dos ventos em altitude</strong>, um conhecimento essencial para futuras operações de <strong>entrada e aterragem</strong> no planeta.</p><h2>Por que é tão difícil observar nuvens em Marte?</h2><p>A explicação está na própria atmosfera marciana. Ao contrário da Terra, Marte possui uma atmosfera cerca de <strong>cem vezes menos densa</strong>, onde as <strong>nuvens são extremamente ténues</strong> e quase transparentes. Muitas são constituídas por cristais de gelo ou dióxido de carbono congelado e não por vapor de água, tornando-se difíceis de distinguir do céu ou da superfície poeirenta do planeta.</p><p>Algumas formam-se muito perto do solo. Outras surgem a <strong>altitudes elevadas</strong> e deslocam-se rapidamente, impulsionadas por ondas atmosféricas que transportam energia através das diferentes camadas da atmosfera. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="744852" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/serao-os-e-t-mesmo-verdes-pois-bem-esta-astrobiologa-portuguesa-suspeita-que-sao-roxos.html" title="Serão os E.T. mesmo verdes? Pois bem, esta astrobióloga portuguesa suspeita que são roxos">Serão os E.T. mesmo verdes? Pois bem, esta astrobióloga portuguesa suspeita que são roxos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/serao-os-e-t-mesmo-verdes-pois-bem-esta-astrobiologa-portuguesa-suspeita-que-sao-roxos.html" title="Serão os E.T. mesmo verdes? Pois bem, esta astrobióloga portuguesa suspeita que são roxos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/serao-os-e-t-mesmo-verdes-pois-bem-esta-astrobiologa-portuguesa-suspeita-que-sao-roxos-1766153325638_320.jpg" alt="Serão os E.T. mesmo verdes? Pois bem, esta astrobióloga portuguesa suspeita que são roxos"></a></article></aside><p>Para as observar, é necessário reunir condições muito específicas de <strong>iluminação</strong> e um <strong>ângulo de observação</strong> quase perfeito. É precisamente essa combinação que explica por que passaram despercebidas durante tanto tempo.</p><h2>Uma nova forma de interpretar imagens antigas</h2><p>A inovação não passou por construir uma nova sonda nem por instalar instrumentos mais sofisticados em Marte. Os investigadores desenvolveram um <strong>algoritmo</strong> capaz de extrair <strong>informação tridimensional</strong> a partir das imagens recolhidas por uma única câmara, permitindo calcular simultaneamente a altitude das nuvens e a velocidade com que se deslocam.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Até agora, este tipo de medição exigia duas câmaras posicionadas em ângulos diferentes. A nova abordagem demonstra que é possível obter resultados semelhantes recorrendo apenas às imagens já existentes, abrindo caminho para analisar um vasto arquivo de observações acumuladas ao longo de mais de vinte anos pela Mars Express.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Segundo Francisco Brasil, primeiro autor do estudo, é a <strong>primeira vez</strong> que se consegue <strong>medir em simultâneo</strong> estas duas características das ondas atmosféricas marcianas utilizando imagens captadas por uma única câmara.</p><h2>Preparar o futuro da exploração espacial</h2><p>À primeira vista, medir a altitude e a velocidade de nuvens num planeta distante pode parecer um exercício puramente teórico. Esses dados ajudam, na realidade, a encontrar uma forma de <strong>atravessar a atmosfera marciana</strong> em segurança.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-portuguesa-descobre-uma-nova-forma-de-ler-marte-e-ajuda-a-preparar-futuras-missoes-humanas-1785504266638.jpg" data-image="rjcufkajksql" alt="Satélites e estão espacial em marte" title="Satélites e estão espacial em marte"><figcaption>A nova cartografia das ondas atmosféricas de Marte vai garantir aterragens mais seguras nas próximas missões espaciais. Ilustração digital: AdisResic/Pixabay</figcaption></figure><p>Ao revelar a forma como a energia circula entre as diferentes camadas da atmosfera, as ondas atmosféricas permitem <strong>compreender</strong> melhor os <strong>ventos</strong> que <strong>influenciam a entrada de sondas e futuras missões tripuladas</strong>. Quanto mais rigorosa for essa informação, mais precisos poderão ser os modelos utilizados para prever as condições encontradas durante a descida até à superfície.</p><div class="texto-destacado"><strong>"Quando a humanidade chegar a Marte, vai saber melhor como a atmosfera está distribuída ao longo das várias camadas, o que permite fazer uma aterragem mais suave no planeta.” </strong><br>Francisco Brasil, primeiro autor do estudo</div><p>Por esse motivo, o novo método fornece uma base de trabalho importante para a Agência Espacial Europeia (ESA), responsável pela missão Mars Express, e também para a NASA, permitindo <strong>aperfeiçoar os modelos meteorológicos</strong> e de <strong>reentrada atmosférica</strong> utilizados no planeamento de futuras missões ao planeta.</p><h2>Um arquivo com muitos segredos</h2><p>A utilidade desta técnica vai muito além das imagens analisadas neste estudo. Ao demonstrar que é possível extrair informação tridimensional recorrendo apenas a uma câmara, os investigadores abriram caminho para <strong>aplicar o mesmo algoritmo </strong>a milhares de imagens obtidas por outras <strong>missões internacionais</strong> que continuam a orbitar Marte.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Isso significa, na prática, que um enorme arquivo de observações poderá voltar a ser analisado com um novo olhar, revelando informação até agora inacessível.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>É um avanço particularmente relevante numa área em que cada nova missão representa anos de preparação e investimentos de milhares de milhões de euros. Sempre que é possível <strong>retirar mais conhecimento dos dados já existentes</strong>, aumentam também as oportunidades de compreender Marte sem necessidade de desenvolver novos instrumentos.</p><h2>Muito para além das nuvens</h2><p>O estudo representa um passo importante para conhecer melhor a atmosfera marciana, mas o seu alcance vai além da caracterização das nuvens. Ao fornecer medições inéditas de altitude e da velocidade das ondas atmosféricas, a investigação ajuda a compreender a<strong> circulação</strong><strong> da energia na </strong><strong>atmosfera </strong><strong>de</strong><strong> </strong><strong>Marte </strong>e melhora a capacidade de <strong>prever</strong><strong> fenómenos meteorológicos </strong><strong>extremos </strong>que poderão afetar futuras operações à superfície.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779541" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-nasa-fotografa-algo-inexplicavel-em-marte-rochas-estranhas-em-equilibrio-intrigam-os-cientistas.html" title="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas">A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-nasa-fotografa-algo-inexplicavel-em-marte-rochas-estranhas-em-equilibrio-intrigam-os-cientistas.html" title="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-fotografia-algo-inexplicable-en-marte-unas-extranas-rocas-en-equilibrio-descolocan-a-los-cientificos-1782818160488_320.jpg" alt="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas"></a></article></aside><p>Numa década em que os Estados Unidos e a China pretendem enviar missões tripuladas ao planeta vermelho, conhecer o comportamento da atmosfera deixa de ser apenas uma questão científica. Passa também a ser um requisito para<strong> proteger equipamentos </strong>e, no futuro, os próprios<strong> astronautas</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="F.%20Brasil%2C%20P.%20Machado%2C%20G.%20Gilli%2C%20D.%20Tirsch%2C%20A.%20Cardes%C3%ADn-Moinelo%2C%20J.%20E.%20Silva%2C%20D.%20Espadinha%2C%20J.%20Carter%2C%20P.%20Martin%2C%20C.%20Wilson" data-year="" data-title="Morphological%20and%20Dynamical%20Analysis%20of%20Atmospheric%20Gravity%20Waves%20on%20Mars%20Using%20Mars%20Express%20HRSC%20Observations.%20Journal%20of%20Geophysical%20Research%3A%20Planets" data-url="https%3A%2F%2Fagupubs.onlinelibrary.wiley.com%2Fdoi%2F10.1029%2F2025JE009621">F. Brasil, P. Machado, G. Gilli, D. Tirsch, A. Cardesín-Moinelo, J. E. Silva, D. Espadinha, J. Carter, P. Martin, C. Wilson. <a href="https://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1029/2025JE009621" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Morphological and Dynamical Analysis of Atmospheric Gravity Waves on Mars Using Mars Express HRSC Observations. Journal of Geophysical Research: Planets</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/ciencia-portuguesa-descobre-uma-nova-forma-de-ler-marte-e-ajuda-a-preparar-futuras-missoes-humanas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Previsão para a primeira semana de agosto: entre chuva e calor, saiba o que esperar em Portugal continental]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 14:31:13 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A primeira semana de agosto trará chuva a Portugal continental, menos expressiva no Sul. O tempo melhorará a partir de quarta-feira, com uma subida das temperaturas, embora a precipitação possa regressar ao Norte na sexta-feira.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental-1785499274415.jpg" data-image="173tzz8cdbyo" alt="Uma semana de mudanças em pleno verão" title="Uma semana de mudanças em pleno verão"><figcaption>A precipitação deverá marcar o início da semana sobretudo no Norte e Centro, antes de uma melhoria generalizada do tempo e da subida das temperaturas máximas até aos 36 ºC no interior.</figcaption></figure><p>A primeira semana de agosto começará com precipitação no Norte e Centro, seguindo-se uma <strong>melhoria do tempo a partir de quarta-feira</strong> e uma subida das temperaturas máximas. A chuva poderá regressar ao Norte na sexta-feira, antes da recuperação do tempo seco e estável no fim de semana.</p><h2>Perturbação atlântica condicionará o início da semana</h2><p>Na origem desta evolução estará uma perturbação atlântica, associada a pressão pouco definida e a uma circulação de noroeste em altitude, favorável à precipitação na segunda-feira. <strong>Entre terça e quinta-feira, o reforço do anticiclone e da dorsal estabilizará a atmosfera e elevará as temperaturas.</strong> Na sexta-feira, a passagem de um cavado, acompanhado por ar mais frio em altitude, poderá provocar nova alteração do tempo no Norte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental-1785499538742.png" data-image="vgpug6mmk3yh"><figcaption>A manhã de segunda-feira deverá começar com céu muito nublado em grande parte do território e precipitação dispersa. A chuva será pouco expressiva no Sul, onde os acumulados deverão permanecer abaixo de 1 mm.</figcaption></figure><p>Na segunda-feira, <strong>a precipitação deverá afetar sobretudo o litoral Norte e Centro</strong>, embora os acumulados até ao final do dia permaneçam reduzidos. Os mais elevados deverão registar-se em Leiria, com 3,9 mm, Coimbra, com 3,3 mm, Aveiro, com 2,3 mm, e Braga, com 2 mm. <strong>No Sul, a chuva será pouco expressiva</strong>, com acumulados abaixo de 1 mm. As temperaturas deverão rondar 25 ºC no Porto e em Lisboa, 29 ºC em Castelo Branco e Évora e 30 ºC em Beja.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental-1785499791512.png" data-image="piecko64iace"><figcaption>Na terça-feira, as temperaturas máximas deverão subir sobretudo no interior de Portugal continental, podendo atingir 33 ºC na Guarda, 32 ºC em Évora e 31 ºC em Castelo Branco e Beja. No litoral Norte, os valores deverão ficar próximos dos 24 ºC.</figcaption></figure><p>Na terça-feira, prevê-se chuva fraca na madrugada no Minho, seguindo-se alguns aguaceiros muito dispersos entre Braga, Aveiro e Santarém durante a tarde. A precipitação deverá tornar-se progressivamente menos frequente, mantendo-se ainda alguma nebulosidade no Norte e Centro. <strong>As temperaturas máximas poderão atingir 33 ºC em </strong><strong><strong>Castelo Branco</strong>, 30 ºC em Évora e 31 ºC em Beja</strong>, ficando próximas dos 24 ºC no litoral Norte.</p><h2>Temperaturas poderão atingir 36 ºC antes de nova alteração do tempo</h2><p>Na quarta-feira, a melhoria do estado do tempo deverá generalizar-se a todo o território. <strong>A subida das temperaturas máximas será mais expressiva no interior, podendo alcançar 36 ºC em Beja e 35 ºC em Castelo Branco e Portalegre.</strong> Localmente, poderão registar-se 34 ºC no distrito de Leiria e no interior Norte. Junto à costa, os valores serão mais moderados, com 30 ºC em Lisboa e 26 ºC no Porto.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental-1785499686886.png" data-image="57yscl7iz5z9"><figcaption>A subida das temperaturas deverá acentuar-se na quarta-feira, com máximas que poderão alcançar 36 ºC em Beja e 35 ºC em Castelo Branco e Portalegre. Junto à costa, o ambiente será mais moderado, com cerca de 30 ºC em Lisboa e 26 ºC no Porto.</figcaption></figure><p>Entre quinta-feira e domingo, o tempo deverá permanecer maioritariamente seco, com céu pouco nublado. <strong>Na sexta-feira, a passagem de um cavado poderá trazer precipitação ao Minho e ao Douro Litoral</strong>, acompanhada por uma descida temporária da temperatura no Norte. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781430" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html" title="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto">Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html" title="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto-1785495748714_320.png" alt="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto"></a></article></aside><p><strong>Durante o fim de semana, a estabilidade deverá regressar</strong>, com reforço do vento de norte no litoral, onde poderá atingir 40 km/h, enquanto as temperaturas permanecerão elevadas no interior Centro e Sul.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Palma]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Meteorologista espanhol: "O eclipse solar de 12 de agosto em Espanha poderá coincidir com uma mudança no tempo"]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/meteorologista-espanhol-o-eclipse-solar-de-12-de-agosto-em-espanha-podera-coincidir-com-uma-mudanca-no-tempo.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 13:49:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Faltam menos de duas semanas para o primeiro eclipse total de Sol em mais de um século em Espanha: analisamos as tendências de temperatura e chuva do modelo europeu para o período de 10 a 16 de agosto.</p><figure id="first-video" class="video youtube-short"><img src="https://img.youtube.com/vi/14jDMo_sXOg/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=14jDMo_sXOg" id="14jDMo_sXOg"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Já falta muito pouco! <strong>No entardecer do próximo dia 12 de agosto de 2026 terá lugar o primeiro eclipse total de Sol visível a partir da Península Ibérica em mais de um século</strong>. Além disso, será o eclipse que dará início à chamada "tríade de eclipses ibéricos", uma vez que o próximo eclipse solar total visível em Espanha terá lugar a 2 de agosto de 2027, seguido de outro eclipse anular a 26 de janeiro de 2028. Não será possível observar outro eclipse solar total a partir de Espanha até 2053.</p><div class="texto-destacado">Em Portugal a faixa de totalidade do eclipse atravessará apenas uma pequena zona do nordeste transmontano, junto às aldeias de Rio de Onor e Guadramil, inseridas no Parque Natural de Montesinho, no concelho de Bragança. É apenas aí que a Lua conseguirá esconder completamente o disco solar, proporcionando um eclipse total.</div><p><strong>A faixa de totalidade do eclipse de agosto atravessará o nor-nordeste da Espanha peninsular e as Ilhas Baleares, passando de A Coruña até Palma</strong>, atravessando Oviedo, Valladolid, León, Bilbao, Zaragoza, Palencia, Soria, Teruel, Castellón e València. O nosso território estará situado no final da faixa de totalidade, pelo que esta ocorrerá quando o sol estiver a pôr-se, por volta das 20h30 (hora espanhola; menos 1 hora em Portugal), já muito próximo do horizonte.</p><h2>O eclipse coincidirá com o pico das Perseidas</h2><p>É claro que não te esqueças de seguir todas as recomendações e medidas de segurança que as entidades oficiais e os organismos competentes na matéria recomendam para observar este fenómeno incrível. Como já referimos, <strong>o sol estará muito baixo no horizonte, pelo que será necessário procurar um local com boa visibilidade para oeste-noroeste</strong>: o melhor é procurar um local elevado, sem obstáculos no caminho. Nas cidades ou em zonas montanhosas, será mais complicado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/samuel-biener-meteorologo-el-eclipse-de-sol-del-12-de-agosto-en-espana-podria-coincidir-con-un-cambio-de-tiempo-1785448926626.png" data-image="nxj4yu6mwft3"><figcaption>Duração total e percentagem de obscurecimento durante o eclipse solar de 12 de agosto. Fonte: IGN.</figcaption></figure><p>Este primeiro eclipse da tríade ibérica ocorrerá em pleno agosto, o mês de férias por excelência em Espanha e na Europa. Chegarão também milhões de turistas para contemplar o evento que, como se não bastasse, <strong>coincidirá com o pico de atividade das Perseidas e com a fase da lua nova</strong><strong>, pelo que as condições serão excecionais </strong>para observar os fenómenos astronómicos. Muitas pessoas já reservaram alojamento para esses dias, mas... já é possível saber como estará o tempo?</p><h2>Risco de chuva e trovoadas para 12 de agosto?</h2><p><strong>Ainda faltam quase duas semanas, pelo que é impossível saber como estará o tempo a 12 de agosto, e muito menos numa localidade específica</strong>. No entanto, podemos analisar as tendências, com um grau de fiabilidade não muito elevado, que constituem uma primeira aproximação muito geral. Como já explicámos na Meteored, o mês de agosto começará com temperaturas anormalmente elevadas para a época na vertente mediterrânica, sobretudo no nordeste, onde poderão situar-se entre 3 e 6 ºC acima da média sazonal.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773559" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/porque-e-que-os-eclipses-nos-fascinam-um-neurobiologista-explica-como-o-cerebro-reage-a-este-fenomeno-astronomico.html" title="Porque é que os eclipses nos fascinam: um neurobiologista explica como o cérebro reage a este fenómeno astronómico">Porque é que os eclipses nos fascinam: um neurobiologista explica como o cérebro reage a este fenómeno astronómico</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/porque-e-que-os-eclipses-nos-fascinam-um-neurobiologista-explica-como-o-cerebro-reage-a-este-fenomeno-astronomico.html" title="Porque é que os eclipses nos fascinam: um neurobiologista explica como o cérebro reage a este fenómeno astronómico"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/por-que-los-eclipses-nos-fascinan-asi-reacciona-el-cerebro-ante-este-fenomeno-astronomico-1780999669045_320.jpeg" alt="Porque é que os eclipses nos fascinam: um neurobiologista explica como o cérebro reage a este fenómeno astronómico"></a></article></aside><p>Em contrapartida, parece que as temperaturas se normalizarão no oeste da Península no início de agosto. Quanto às anomalias pluviométricas, apontam para valores positivos no terço norte e negativos no sul da Península. <strong>Para a semana de 10 a 16, a do eclipse, os mapas insistem que será um ponto de viragem</strong>, com temperaturas ainda 1 a 3 ºC acima da média para a época, mas com uma tendência menos definida na precipitação.</p><p><strong>De facto, há até alguns pequenos sinais de anomalias positivas no centro e no terço oriental</strong>. Recorde-se que, nos Pirenéus e no Sistema Ibérico, agosto é um mês relativamente chuvoso devido às trovoadas. <strong>A partir de 17 de agosto, após a onda de calor, começa a surgir um sinal mais ou menos claro de precipitação </strong>acima da média em grande parte da geografia, com um jato polar que poderá circular por latitudes um pouco mais baixas e traçar meandros.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/samuel-biener-meteorologo-el-eclipse-de-sol-del-12-de-agosto-en-espana-podria-coincidir-con-un-cambio-de-tiempo-1785448782524.png" data-image="rzvv73grm9in"><figcaption>Não se verifica uma tendência significativa no que diz respeito à precipitação na semana do eclipse, com apenas alguma anomalia positiva isolada a surgir na região leste. Parece que esses dias marcarão um ponto de viragem para um tempo mais instável.</figcaption></figure><p>Isto costuma ser habitual na segunda quinzena de agosto, quando começam a chegar mais bolsas de ar frio que podem dar origem a episódios de trovoada significativos. <strong>No que diz respeito à tarde de 12 de agosto, teremos de esperar, pelo menos, até à próxima semana para termos uma ideia mais clara</strong> sobre se, nessa data, teremos alguma instabilidade, ou se, pelo contrário, as altas pressões se manterão antes de darem lugar a possíveis bolsas de ar frio.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/meteorologista-espanhol-o-eclipse-solar-de-12-de-agosto-em-espanha-podera-coincidir-com-uma-mudanca-no-tempo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Madeira sob aviso amarelo de tempo quente: eis as zonas com temperaturas mais elevadas e até quando irá durar este aviso]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-com-temperaturas-mais-elevadas-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 12:11:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Algumas regiões da Madeira encontram-se sob aviso amarelo de tempo quente desde as 9h de hoje. Esperam-se valores próximos dos 30 ºC. Saiba até quando!</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatmmhe"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatmmhe.jpg" id="xatmmhe"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O <strong>IPMA emitiu aviso amarelo para algumas regiões madeirenses devido às temperaturas elevadas esperadas</strong>. Esta subida das temperaturas também irá contribuir para anomalias térmicas positivas, ou seja, valores acima da média.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Este <strong>aviso está em vigor desde as 9h de hoje e manter-se-á até às 21h de domingo</strong>, dia 2 de agosto, onde se esperam máximas de até 29 ºC em vários pontos da ilha. Esta subida das temperaturas dever-se-á a um fluxo predominante de nordeste, que transporta um massa de ar marítimo mais quente para o arquipélago.</p><h2>Regiões Montanhosas e Costa Sul sob aviso amarelo nos próximos dias</h2><p>As <strong>regiões sob aviso, neste momento, são a Costa Sul e as Regiões Montanhosas</strong>. De acordo com o IPMA, o critério para a emissão de aviso amarelo nestas zonas são temperaturas máximas entre os 27 ºC e os 29 ºC na primeira, e entre os 25 e os 27 ºC na segunda.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-mais-quentes-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso-1785492257346.png" data-image="zo2nz5qnc0f3" alt="temperatura do ar à superfície" title="temperatura do ar à superfície"><figcaption>As Regiões Montanhosas e a Costa Sul da Madeira encontram-se sob aviso amarelo de tempo quente, de acordo com o IPMA.</figcaption></figure><p>Assim, para as <strong>Regiões Montanhosas</strong> esperam-se máximas até 26 ºC nas próximas horas. Amanhã, sábado, esperam-se até 27 ºC, e no domingo podem chegar aos 28 ºC em alguns locais específicos.</p><p>Já na <strong>Costa Sul</strong>, para hoje esperam-se até 26 ºC. Amanhã, os valores devem subir até aos 28 ºC, e no domingo, tal como se pode observar no mapa acima, os termómetros podem alcançar os 29 ºC.</p><p>A atual previsão do nosso modelo de referência aponta para uma<strong> possível descida dos valores na segunda-feira</strong>, mas que poderá ser breve, pois terça e quarta-feira parecem registar uma recuperação dos mesmos.</p><h2>Anomalias térmicas até 5 ºC acima da média</h2><p>Tendo em conta este cenário, as <strong>anomalias térmicas nestas regiões serão positivas também no mesmo período de tempo</strong>, especialmente durante o dia. Estas podem variar entre os 3 ºC e os 5 ºC entre hoje e domingo, indicando valores acima da normal climatológica de referência.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781430" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html" title="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto">Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html" title="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto-1785495748714_320.png" alt="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto"></a></article></aside><p>Ainda que estes valores, tanto de temperatura absoluta como de anomalia, possam não ser extremamente elevados, a adaptação climática varia conforme determinada região e tendo em conta diversos fatores. Por este motivo, os <strong>critérios de emissão de avisos meteorológicos são muito diferentes entre os arquipélagos e o continente</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-com-temperaturas-mais-elevadas-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 11:05:22 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O distrito de Faro, correspondente à região do Algarve, está neste momento sob aviso amarelo e prepara-se para dias quentes, estando previstas temperaturas máximas até 41 ºC e inclusive noites tropicais.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatmvly"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatmvly.jpg" id="xatmvly"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma forte crista subtropical vai favorecendo a canalização de uma <strong>massa de ar tropical continental, muito quente e seca</strong>, desde o Norte de África para a Península Ibérica, afetando sobretudo o Sul, Centro e Nordeste de Espanha.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank">nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Apesar de Portugal continental estar substancialmente menos exposto à influência desta massa de ar do que a vizinha Espanha, há algumas zonas do país, como o Baixo Alentejo e o Sotavento Algarvio (entre outras), <strong>onde o calor poderá atingir ocasionalmente os 40 e 41 ºC </strong>nos próximos dias. Neste artigo <strong>focaremos a nossa análise apenas ao distrito de Faro, correspondente à região do Algarve</strong>.</p><h2>Algarve: região mais meridional da geografia continental está sob aviso amarelo até domingo, 2 de agosto</h2><p>No nosso país a massa de ar quente e seco afetará sobretudo algumas zonas do interior, mais próximas da fronteira com Espanha. Uma das regiões que mais se realça ao observar-se os <strong>mapas de referência da Meteored </strong>é o<strong> Algarve</strong>, em particular a sua metade oriental, conhecida como<strong> Sotavento Algarvio</strong>.</p><p>Mesmo assim, <strong>a área serrana</strong>, que se estende de oeste para leste ao longo da região,<strong> também estará em evidência</strong> pelos valores elevados de temperatura máxima previstos, pelo que, embora de forma mais localizada,<strong> o Barlavento Algarvio também registará alguns locais bastante quentes</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto-1785493554536.png" data-image="hsarvwxvvigd"><figcaption>Para sábado, 1 de agosto, evidenciam-se anomalias térmicas positivas bastante significativas numa vasta extensão do Algarve (+7 a +9 ºC), especialmente no Sotavento Algarvio. Porém, a previsão de temperaturas muito superiores aos valores médios de referência também se verifica numa pequena porção do Barlavento Algarvio, correspondente à área serrana da metade ocidental do distrito de Faro.</figcaption></figure><p>Assim, graças à combinação da massa de <strong>ar quente e seco</strong>, da <strong>subsidência</strong> associada ao anticiclone, da <strong>reduzida nebulosidade</strong> e da <strong>forte incidência da radiação solar</strong> típica da época estival, reúnem-se condições favoráveis a um aquecimento muito eficiente da superfície.</p><p>A este contexto acrescem ainda algumas especificidades do relevo algarvio, como por exemplo:</p><ul><li><strong>O efeito frequente de barreira orográfica exercido pela Serra do Caldeirão</strong>. Limita a influência moderadora do ar marítimo sobre as zonas interiores, estimulando, ao mesmo tempo, um aquecimento adicional do ar por compressão adiabática na vertente de sotavento.<br><br></li><li><strong>O vale do Guadiana</strong>, sobretudo no que diz respeito à vila de <strong>Alcoutim</strong> (localizada na margem esquerda do rio Guadiana), apresenta uma <strong>maior continentalidade</strong> relativamente ao litoral, o que em conjunto com o seu <strong>relevo de encaixe</strong>, acaba por permitir uma rápida intensificação do calor diurno e potenciar o registo de algumas das temperaturas mais elevadas do país durante este curto episódio de tempo quente.</li></ul><p>Perante este cenário meteorológico não surpreende que o IPMA tenha emitido aviso amarelo de tempo quente para todo o distrito de <strong>Faro </strong>devido à previsão da persistência de valores elevados da temperatura máxima, com o <strong>aviso em vigor entre as 09:00 desta sexta-feira, 31 de julho e as 21:00 de domingo, 2 de agosto</strong>.</p><h2>Noites tropicais à vista e algumas das localidades mais quentes do Algarve nestes próximos dias</h2><p>Para além das temperaturas máximas, cujos valores previstos superam os limiares habitualmente observados para a maioria das localidades do distrito de Faro e constituem um dos critérios que levam à emissão do aviso amarelo de tempo quente, outro aspeto que merece destaque é <strong>a persistência de temperaturas mínimas elevadas numa porção bastante significativa da região mais meridional de Portugal continental</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto-1785494119389.png" data-image="w1118evp03u1"><figcaption>Sábado, 1 de agosto, será o dia mais quente deste curto episódio de três dias caracterizado pela persistência de temperaturas elevadas, tanto diurnas, como noturnas, salientando-se a vila raiana de Alcoutim como a localidade mais quente, com uma temperatura máxima prevista de 41 ºC. </figcaption></figure><p>De acordo com as mais recentes projeções do nosso modelo de maior confiança - o ECMWF - salta à vista a provável ocorrência de<strong> temperaturas mínimas iguais ou superiores a 20 ºC durante o período noturno das próximas jornadas</strong>, valores que se enquadram na definição de <strong>noite tropical</strong> e que constituem igualmente um dos parâmetros considerados na manutenção do aviso amarelo de tempo quente no distrito de Faro.</p><p>Abaixo, na tabela, poderá observar detalhadamente <strong>a evolução prevista das temperaturas máximas e mínimas em 7 das localidades mais quentes do Algarve</strong> entre hoje - sexta-feira, 31 de julho - e o próximo domingo, 2 de agosto.</p><table><thead><tr><th>Cidade</th><th>Temperatura Máxima Sexta-feira, 31 de julho</th><th>Temperatura Mínima Sexta-feira, 31 de julho</th><th>Temperatura Máxima Sábado, 1 de agosto</th><th>Temperatura Mínima Sábado, 1 de agosto</th><th>Temperatura Máxima Domingo, 2 de agosto</th><th>Temperatura Mínima Domingo, 2 de agosto</th></tr></thead><tbody><tr><td>Faro</td><td>33 ºC</td><td>21 ºC</td><td>36 ºC</td><td>24 ºC</td><td>33 ºC</td><td>20 ºC</td></tr><tr><td>Olhão</td><td>33 ºC</td><td>22 ºC</td><td>36 ºC</td><td>24 ºC</td><td>34 ºC</td><td>20 ºC</td></tr><tr><td>Tavira</td><td>36 ºC</td><td>21 ºC</td><td>39 ºC</td><td>23 ºC</td><td>36 ºC</td><td>20 ºC</td></tr><tr><td>São Brás de Alportel</td><td>36 ºC</td><td>19 ºC</td><td>38 ºC</td><td>22 ºC</td><td>34 ºC</td><td>18 ºC</td></tr><tr><td>Vila Real de Santo António</td><td>36 ºC</td><td>21 ºC</td><td>37 ºC</td><td>23 ºC</td><td>33 ºC</td><td>20 ºC</td></tr><tr><td>Alcoutim</td><td>40 ºC</td><td>19 ºC</td><td>41 ºC</td><td>21 ºC</td><td>36 ºC</td><td>18 ºC</td></tr><tr><td>Odeleite</td><td>39 ºC</td><td>20 ºC</td><td>39 ºC</td><td>22 ºC</td><td>35 ºC</td><td>19 ºC</td></tr><tr class="pie-tabla"><td colspan="7">Fonte: Mapas da Meteored e IPMA</td></tr></tbody></table><p>No período de três dias em análise, as temperaturas mínimas no Algarve irão oscilar entre os <strong>20 e os 24 ºC em cidades como Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António</strong>, todas situadas no Sotavento Algarvio.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781278" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente.html" title="Açores com chuva fraca e tempo variável até sábado; Madeira sob aviso amarelo devido ao calor persistente">Açores com chuva fraca e tempo variável até sábado; Madeira sob aviso amarelo devido ao calor persistente</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente.html" title="Açores com chuva fraca e tempo variável até sábado; Madeira sob aviso amarelo devido ao calor persistente"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente-1785424043142_320.png" alt="Açores com chuva fraca e tempo variável até sábado; Madeira sob aviso amarelo devido ao calor persistente"></a></article></aside><p>Apesar de o aviso amarelo se manter em vigor até domingo (2), torna-se evidente que o país, de um modo geral, e o <strong>Algarve em particular deverão registar uma descida das temperaturas máximas nesse dia</strong>.</p><p>A mudança no estado do tempo irá resultar de um <strong>ligeiro desvio para leste da massa de ar quente e seco</strong> e da possível entrada, a partir de oes-sudoeste, de ar algo mais fresco. Aliás, a região Sul, onde se insere o Algarve, será, de facto, uma das zonas onde a diminuição das temperaturas máximas será mais acentuada.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Troia entre o mito e a realidade: o que ver na antiga cidade da Ilíada e Odisseia]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/troia-entre-o-mito-e-a-realidade-o-que-ver-na-antiga-cidade-da-iliada-e-odisseia.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 08:45:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>A lenda de Ulisses, Aquiles e todos os heróis da mitologia permanece viva na Troia atual, um dos sítios arqueológicos mais fascinantes do mundo. Aqui, explicamos como chegar lá e o que ver.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/troia-tra-mitologia-e-realta-cosa-vedere-nell-antica-citta-dell-iliade-e-dell-odissea-1784874530309.jpg" data-image="epjti9cgwnh4"><figcaption>Réplica do Cavalo de Troia no porto de Çanakkale, na Turquia.</figcaption></figure><p>A<strong> antiga Troia</strong>, cenário da guerra de dez anos que envolveu Aquiles, Heitor, Odisseu e os maiores heróis da épica grega, está localizada<strong> perto da cidade de Çanakkale, na Anatólia, Turquia</strong>.</p><div class="texto-destacado">Homero imortalizou a cidade na mitologia através de <em>Ilíada </em>e de <em>Odisseia</em>, mas esta pequena povoação — com a sua história incrivelmente longa — é de fácil acesso para uma visita direta, permitindo ir além das antigas lendas.</div><p>De facto, o museu e as<strong> escavações arqueológicas</strong> testemunham um passado complexo que abrange várias eras e<strong> remonta a 5 mil anos</strong>.</p><h2>A história além da Guerra de Troia</h2><p>A <strong>Guerra de Troia durou dez anos </strong>— um piscar de olhos comparado aos milénios de história da cidade.</p><p>Segundo registos estabelecidos, Troia existe pelo menos desde o terceiro milénio a.C. e atingiu o auge do seu esplendor durante a segunda metade do segundo milénio a.C., sob o<strong> Império Hitita</strong>, mais de mil anos antes dos eventos narrados nos poemas homéricos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/troia-tra-mitologia-e-realta-cosa-vedere-nell-antica-citta-dell-iliade-e-dell-odissea-1784874691318.jpg" data-image="9vopdho4jkc1"><figcaption>Uma secção das escavações arqueológicas da antiga Troia (hoje Turquia).</figcaption></figure><p><strong>Ao longo dos séculos, Troia foi abandonada</strong>; no entanto, tanto os antigos gregos quanto os romanos acreditavam que ela estava localizada exatamente onde se encontra hoje. Contudo, somente na década de 1870 foram obtidas evidências definitivas da sua localização.</p><p>Foi nesse período que o renomado empresário e arqueólogo Heinrich Schliemann descobriu as<strong> ruínas da antiga Troia</strong>, guiado por crónicas clássicas e pelas descrições de Homero. Infelizmente, as escavações realizadas com o uso de explosivos causaram danos irreversíveis; ainda assim, Troia continua a oferecer muito aos visitantes.</p><h2>O que ver em Troia</h2><p>Um dos aspetos mais fascinantes de Troia é que<strong> a cidade nunca foi reconstruída</strong>, ao contrário de locais como Cnossos, na Grécia. Em vez disso, as escavações revelam nove estratos distintos, correspondentes a diferentes períodos históricos.</p><p>Os estratos VI e VII correspondem ao período da Guerra de Troia, ocorrida entre 1250 e 1180 a.C. Os<strong> vestígios das muralhas</strong> da cidade coincidem com as descrições de Homero.</p><p>Os visitantes também podem ver vestígios da era romana, como o <strong>anfiteatro </strong>encomendado pelo imperador Augusto. Na entrada do sítio arqueológico, encontra-se uma <strong>réplica em tamanho real do lendário Cavalo de Troia</strong> — o estratagema arquitetado por Odisseu que levou à destruição da cidade.</p><p><strong>Muitos artefatos estão abrigados no museu adjacente</strong>, mas, como as escavações continuam em andamento, os visitantes podem até ter a sorte de ver arqueólogos a trabalhar no local.</p><h2>Um imenso património arqueológico</h2><p>Muitos objetos fascinantes estão atualmente abrigados no Museu de Troia, em Istambul, e no <strong>Museu Arqueológico de Çanakkale</strong>; no entanto, o museu inaugurado em 2018 — localizado a menos de um quilómetro do sítio arqueológico — não é menos importante ou interessante.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767351" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/as-cidades-mais-antigas-da-europa-uma-viagem-as-raizes-da-civilizacao.html" title="As cidades mais antigas da Europa: uma viagem às raízes da civilização">As cidades mais antigas da Europa: uma viagem às raízes da civilização</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/as-cidades-mais-antigas-da-europa-uma-viagem-as-raizes-da-civilizacao.html" title="As cidades mais antigas da Europa: uma viagem às raízes da civilização"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/as-cidades-mais-antigas-da-europa-uma-viagem-as-raizes-da-civilizacao-1777995677217_320.png" alt="As cidades mais antigas da Europa: uma viagem às raízes da civilização"></a></article></aside><p><strong>Duas mil peças de diversas épocas estão expostas</strong> em sete secções, narrando a história tanto da cidade quanto das escavações; representam apenas uma fração de um acervo extraordinário. Ao todo, o museu abriga cerca de 40 mil peças nas suas salas de exposição e áreas de reserva técnica, com novos objetos a chegar constantemente das escavações em andamento.</p><p>Os visitantes podem apreciar uma grande variedade de itens, que vão desde armas e joias até inscrições. O <strong>famoso Sarcófago de Políxena</strong> está entre as peças mais valiosas, ao lado de uma estátua do deus Tritão descoberta há relativamente pouco tempo, em 2012.</p><h2>Como chegar a Troia</h2><p>A cidade mais próxima do sítio arqueológico de Troia é <strong>Çanakkale</strong>, uma<strong> cidade costeira situada no Estreito de Dardanelos</strong>, a menos de uma hora de distância. Çanakkale fica a três horas e meia de carro de Istambul, ou uma hora a mais se o trajeto for feito de autocarro.</p><p>Consequentemente, quem deseja visitar as <strong>escavações </strong>com mais comodidade pode preferir hospedar-se em Çanakkale; a cidade também abriga outra réplica do Cavalo de Troia — especificamente, aquela utilizada no filme <em>Troia </em>(2004).</p><p>Balsas que atravessam o estreito também partem da sua pitoresca marina, permitindo aos visitantes explorar outros locais, como<strong> Galípoli</strong>, palco de uma famosa batalha da Primeira Guerra Mundial. Um serviço de micro-autocarro opera entre Çanakkale e Truva (o nome moderno de Troia), partindo da estação Cuma Pazarı Dolmuş.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Nick%20Hilden" data-year="2026" data-title="How%20you%20can%20still%20explore%20the%20ancient%20city%20of%20Troy" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nationalgeographic.com%2Ftravel%2Farticle%2Fhow-to-visit-odyssey-ancient-city-of-troy">Nick Hilden. (2026). <a href="https://www.nationalgeographic.com/travel/article/how-to-visit-odyssey-ancient-city-of-troy" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">How you can still explore the ancient city of Troy</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/troia-entre-o-mito-e-a-realidade-o-que-ver-na-antiga-cidade-da-iliada-e-odisseia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Este fim de semana fuja ao calor sem ir para as praias mais óbvias]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/este-fim-de-semana-fuja-ao-calor-sem-ir-para-as-praias-mais-obvias.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 07:33:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>O refúgio ideal para os dias mais quentes pode ser esta piscina natural alimentada por uma nascente. O melhor é que a entrada é gratuita. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-fim-de-semana-fuja-ao-calor-sem-ir-para-as-praias-mais-obvias-1785433606206.jpg" data-image="9nq1jeqjdf8e" alt="Piscina Natural de Ançã" title="Piscina Natural de Ançã"><figcaption>Quando o calor aperta, há uma piscina natural onde a água nunca aquece. Foto: CM Cantanhede</figcaption></figure><p>Já ouviu falar da <strong>Piscina Natural de Ançã</strong>? Se ainda não, talvez esteja na altura de a descobrir. Com os próximos dias a prometerem um verdadeiro "carrossel" meteorológico, este pode ser um dos melhores destinos para escapar ao calor.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações.<br> </div><p>“Num horizonte temporal de 10 dias, haverá uma sucessão de mudanças na circulação atmosférica sobre Portugal continental”, <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">avisa</a> Marta Godinho. “Entre dias de calor intenso, uma descida temporária das temperaturas e o possível regresso da chuva, os modelos apontam para <strong>dias dinâmicos</strong>.”</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781241" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html" title="Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C">Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html" title="Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785414461849_320.jpg" alt="Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C"></a></article></aside><p>Se está à procura de uma sugestão para passar o pico de calor num local mais fresco, este pode ser o plano perfeito para o fim de semana. </p><h2>Uma nascente que nunca deixa a água parar</h2><p>Situada no concelho de Cantanhede, a <strong>Piscina Natural de Ançã</strong>, também conhecida como praia fluvial de Ançã, destaca-se pela água cristalina e fresca, proveniente diretamente da nascente de um rio. </p><p>Pois, é. Ao contrário de muitas piscinas naturais, onde a água permanece praticamente parada,<strong> aqui o caudal da Fonte de Ançã está em constante circulação</strong>. Isto significa que está sempre bem fresquinha e transparente, até mesmo nos dias mais quentes. </p><div class="texto-destacado">No coração da vila, existe uma piscina natural alimentada diretamente pela famosa Fonte de Ançã, uma das nascentes mais abundantes do país. O resultado? Água cristalina, constantemente renovada e surpreendentemente fresca, mesmo nos dias mais quentes do verão.</div><p>Além disso, quem por lá passa destaca o <strong>ambiente tranquilo e familiar</strong> que se vive na piscina natural. Sim, porque nas imediações existem zonas relvadas para descansar, onde é possível estender a toalha, bem como cafés e outras comodidades que tornam o espaço ideal para passar um dia de verão em contacto com a natureza, sem qualquer custo de entrada.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-fim-de-semana-fuja-ao-calor-sem-ir-para-as-praias-mais-obvias-1785433787028.jpg" data-image="2t8s8yxztc45" alt="Piscina natural de Ançã" title="Piscina natural de Ançã"><figcaption>É perfeito para famílias. Foto: CM Cantanhede</figcaption></figure><p>O melhor é que a piscina apresenta <strong>diferentes profundidades</strong>, permitindo que tanto crianças como adultos encontrem uma zona confortável para se refrescarem.</p><p>“Ao longo do verão, a Câmara Municipal organiza um conjunto de atividades para os mais novos junto à piscina”, acrescenta a revista ‘NiT’. “No início de julho, por exemplo, decorreu uma oficina de circo para famílias e a iniciativa ‘A Biblioteca vai à Praia’, que incentiva o hábito da leitura. Esta última volta a repetir-se a 24 de agosto, uma segunda-feira, no mesmo local e sob o tema ‘Memórias da Água e Movimento’".</p><h2>Mais informações e detalhes</h2><p>E quando é que a pode visitar? A Piscina Natural de Ançã encontra-se em funcionamento durante a época balnear, “entre 14 de junho e 14 de setembro”, informa o <em>site</em> ‘VMais’. Durante esse período, a segurança é assegurada todos os dias por <strong>dois nadadores-salvadores</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779757" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html" title="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC ">Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html" title="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c-1784655856544_320.jpg" alt="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC "></a></article></aside><p>Se for de carro, a opção mais prática é deixar o veículo junto ao Parque Desportivo de São Sebastião. A partir daí, basta fazer um curto percurso a pé, de cerca de 500 metros, até chegar à piscina natural.</p><h2>Muito mais do que um local para dar um mergulho</h2><p>Se decidir visitar Ançã, vale a pena reservar algum tempo para <strong>conhecer os arredores</strong>. A poucos metros da piscina encontra-se uma antiga ponte de origem romana, que ajuda a compor o cenário desta pequena vila beirã.</p><p>Outro dos pontos de interesse é o <strong>histórico Moinho da Fonte</strong>, também conhecido como Moinho da Nascente. </p><div class="texto-destacado">Considerado um verdadeiro museu vivo, continua a funcionar com a força da água da nascente e permite observar o processo tradicional de moagem de cereais como milho, trigo, centeio e aveia. </div><p>A sua origem remonta ao século X, sendo um dos moinhos mais antigos de Portugal ainda preservados. Além da moagem, é possível visitar uma recriação da antiga casa do moleiro e conhecer melhor este património local.</p><p>Quem gostar de passear pode ainda explorar o<strong> centro histórico de Ançã</strong>, conhecido pela famosa pedra calcária de Ançã, utilizada ao longo dos séculos em importantes obras de escultura e arquitetura portuguesas. Nas redondezas existem também pequenos percursos pedestres que permitem apreciar a paisagem rural típica desta zona do Baixo Mondego.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="NiT%2C%20Pincelli%2C%20I" data-year="2026" data-title="Depois%20de%20mergulhar%20nesta%20piscina%20natural%2C%20visite%20o%20moinho%20com%20mais%20de%20mil%20anos%20mesmo%20ao%20lado" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nit.pt%2Ffora-de-casa%2Fna-cidade%2Fdepois-de-mergulhar-nesta-piscina-natural-visite-o-moinho-com-mais-de-mil-anos-mesmo-ao-lado">NiT, Pincelli, I. (2026). <a href="https://www.nit.pt/fora-de-casa/na-cidade/depois-de-mergulhar-nesta-piscina-natural-visite-o-moinho-com-mais-de-mil-anos-mesmo-ao-lado" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Depois de mergulhar nesta piscina natural, visite o moinho com mais de mil anos mesmo ao lado</a>.</cite><br><cite data-author="V%2B" data-year="2026" data-title="H%C3%A1%20um%20segredo%20bem%20guardado%20em%20Portugal%3A%20esta%20piscina%20natural%20recebe%20%C3%A1gua%20diretamente%20da%20nascente%20de%20um%20rio" data-url="https%3A%2F%2Ftvi.iol.pt%2Fvmais%2Fpiscina-natural-de-anca%2Fpiscina%2Fha-um-segredo-bem-guardado-em-portugal-esta-piscina-natural-recebe-agua-diretamente-da-nascente-de-um-rio">V+. (2026). <a href="https://tvi.iol.pt/vmais/piscina-natural-de-anca/piscina/ha-um-segredo-bem-guardado-em-portugal-esta-piscina-natural-recebe-agua-diretamente-da-nascente-de-um-rio" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Há um segredo bem guardado em Portugal: esta piscina natural recebe água diretamente da nascente de um rio</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/este-fim-de-semana-fuja-ao-calor-sem-ir-para-as-praias-mais-obvias.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Dia Nacional da Vinha e do Vinho é hoje, 31 de julho. Portugal passa a celebrar “um dos pilares da mesa portuguesa”]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/dia-nacional-da-vinha-e-do-vinho-e-hoje-31-de-julho-portugal-passa-a-celebrar-um-dos-pilares-da-mesa-portuguesa.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 06:17:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A partir de agora, todos os anos, no dia 31 de julho, Portugal vai passar a celebrar o Dia Nacional da Vinha e do Vinho, anunciou o Ministério da Agricultura. A efeméride quer “reconhecer a importância” do setor e “valorizar” o património vitivinícola, a diversificação das suas castas e regiões.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/dia-nacional-da-vinha-e-do-vinho-e-hoje-31-de-julho-portugal-passa-a-celebrar-um-dos-pilares-da-mesa-portuguesa-1785435712788.jpg" data-image="2wm05hwck67g" alt="Vinho" title="Vinho"><figcaption>Portugal tinha, em 2025, uma área de vinha contabilizada em 169.663 hectares. A produção nacional de vinho foi de 595,6 milhões de litros. Uma produção que terá caído 20%, face a 2024.</figcaption></figure><p>O setor vitivinícola constitui atualmente “<strong>um dos motores da economia nacional e um instrumento decisivo de coesão territorial</strong> e social”. </p><p>O vinho é “<strong>gerador de riqueza e de emprego direto e indireto </strong>em todo o território”, com particular expressão nas regiões do interior, é um setor de “forte vocação exportadora”, que “contribui de modo significativo para a balança comercial agroalimentar e para a projeção da imagem de Portugal no mundo”. Mais ainda, “<strong>a vitalidade desta fileira sustenta comunidades rurais em dezenas de municípios</strong>” e contribuiu para viabilizar “o notável crescimento do turismo vitivinícola”. </p><p>Esta é a <strong>mensagem que o Governo quer passar ao país, aos viticultores</strong> e a todos os agentes económicos e aos cidadãos. E, para que tal fique devidamente documentado, decidiu instituir a celebração do Dia Nacional da Vinha e do Vinho. Passa a ser <strong>assinalado todos os anos a 31 de julho</strong>.</p><h2>Governo institui Dia Nacional da Vinha e do Vinho </h2><p>Estas afirmações constam, também, do preâmbulo do <strong>Despacho n.º 9616/2026, </strong>publicado esta quinta-feira, 30 de julho, em Diário da República, que institui o <strong>Dia Nacional da Vinha e do Vinho</strong>, e que vem assinado pelo ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes.</p><p>Sendo “um dos pilares da mesa portuguesa”, o vinho e a produção vitivinícola têm, em Portugal, uma <strong>dimensão social, económica, cultural, religiosa, ambiental </strong>e paisagística.</p><p>O ministro da Agricultura é taxativo a defender este produto agrícola como “<strong>um dos pilares simbólicos da mesa portuguesa e da dieta mediterrânica</strong>”, que tem desempenhado um papel de “ritualização que atravessa a história das comunidades”.</p><h2>Vinho é património ancestral</h2><p>Na <strong>dieta mediterrânica, reconhecida pela UNESCO</strong>, em 2010, como Património Cultural Imaterial da Humanidade, a vinha e o vinho ocupam um lugar especial, não apenas como produtos, mas como <strong>património ancestral</strong>, expressão de cultura, convivência e sociabilidade.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) garante que, “consumido com moderação e integrado nas refeições”, o vinho é parte de um estilo de vida que valoriza o prazer à mesa, a partilha em família e entre amigos e a ligação ao território e às tradições. “Mais do que o resultado da fermentação das uvas, o vinho é um elemento de sociabilidade e identidade cultural, profundamente enraizado nos hábitos mediterrânicos”, salienta o IVV.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Um somatório de razões que levaram à instituição, pelo Governo, do Dia Nacional da Vinha e do Vinho em Portugal, querendo, assim, “<strong>reconhecer a importância do setor e valorizar o património vitivinícola</strong>”, bem como a diversificação das suas castas e regiões.</p><h2>IVV foi criado a 31 de julho de 1986</h2><p>E é o <strong>IVV, que é liderado por Francisco Toscano Rico</strong>, que fica incumbido de dinamizar e coordenar as iniciativas de celebração associadas a este dia. </p><p>A efeméride vai celebrar-se simbolicamente em <strong>31 de julho, dia em que, em 1986, foi aprovado em Conselho de Ministros </strong>o diploma que criou, justamente, o <strong>IVV</strong>, cujo 40.º aniversário se assinala este ano.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780918" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/producao-de-vinho-alentejo-preve-aumento-de-20-e-boa-qualidade-mas-no-douro-avizinha-se-uma-catastrofe.html" title="Produção de vinho: Alentejo prevê aumento de 20% e boa qualidade, mas no Douro avizinha-se “uma catástrofe”">Produção de vinho: Alentejo prevê aumento de 20% e boa qualidade, mas no Douro avizinha-se “uma catástrofe”</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/producao-de-vinho-alentejo-preve-aumento-de-20-e-boa-qualidade-mas-no-douro-avizinha-se-uma-catastrofe.html" title="Produção de vinho: Alentejo prevê aumento de 20% e boa qualidade, mas no Douro avizinha-se “uma catástrofe”"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/producao-de-vinho-alentejo-preve-aumento-de-20-e-boa-qualidade-mas-no-douro-avizinha-se-uma-catastrofe-1785250912833_320.jpg" alt="Produção de vinho: Alentejo prevê aumento de 20% e boa qualidade, mas no Douro avizinha-se “uma catástrofe”"></a></article></aside><p>Cultivada em <strong>cerca de 170 mil hectares</strong>, a vinha molda a paisagem, protege o território e preserva saberes transmitidos ao longo de gerações. E afirma-se como “<strong>fator de identidade, de qualidade e de projeção internacional de Portugal</strong>”, refere o Ministério da Agricultura no Despacho publicado esta quinta-feira, 30 de julho.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/dia-nacional-da-vinha-e-do-vinho-e-hoje-31-de-julho-portugal-passa-a-celebrar-um-dos-pilares-da-mesa-portuguesa-1785435814793.jpg" data-image="x92a3d6b9pyn" alt="Vinho" title="Vinho"><figcaption>O vinho nasce no território, na identidade e no património ancestral de cada região. Em Portugal, essa origem é valorizada através das Denominações de Origem Protegida (DOP) e das Indicações Geográficas Protegidas (IGP).</figcaption></figure><p>O ministro José Manuel Fernandes lembra, aliás, que a diversidade e a riqueza do património de castas nacionais, a par da <strong>profusão de vinhas antigas</strong>, conferem aos vinhos portugueses “um <strong>caráter único e inigualável</strong>”. </p><h2>Anuário 2025 de vinhos e aguardentes </h2><p>O ministro da Agricultura afirma, assim, que “<strong>cumpre ao Estado reconhecer e celebrar, de forma solene e continuada</strong>, o valor multidimensional deste setor estratégico”.</p><div class="texto-destacado">Para celebrar o Dia Nacional da Vinha e do Vinho, o IVV vai também lançar o <strong>novo portal da vinha e do vinho e o anuário 2025 de vinhos e aguardentes </strong>de Portugal. Portugal tinha, em 2025, uma área de vinha contabilizada em 169.663 hectares. A produção nacional de vinho foi de 595,6 milhões de litros. Uma produção que terá caído 20%, face a 2024, para o volume mais baixo da última década, “apesar da boa qualidade”, de acordo com a estimativa das “Contas Económicas da Agricultura – 2025” do Instituto Nacional de Estatística (INE).</div><p><strong>O vinho nasce no território, na identidade e no património ancestral </strong>de cada região, refere o IVV. </p><p>Em Portugal, essa origem é valorizada através das <strong>Denominações de Origem Protegida (DOP) e das Indicações Geográficas Protegidas</strong> (IGP).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/dia-nacional-da-vinha-e-do-vinho-e-hoje-31-de-julho-portugal-passa-a-celebrar-um-dos-pilares-da-mesa-portuguesa-1785435888757.jpg" data-image="et047evtlf8e" alt="Vinho" title="Vinho"><figcaption>A partir de agora, todos os anos, no dia 31 de julho, Portugal vai passar a celebrar o Dia Nacional da Vinha e do Vinho, anunciou o Ministério da Agricultura. A efeméride quer “reconhecer a importância” do setor e “valorizar” o património vitivinícola.</figcaption></figure><p>Estes são “<strong>sistemas que garantem ao consumidor a autenticidade, a qualidade</strong> e a ligação inequívoca entre o vinho e o seu lugar de produção”, lembra o Instituto liderado por Francisco Toscano Rico.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="768508" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/viniportugal-premeia-os-melhores-vinhos-do-ano-foram-entregues-351-premios-e-a-regiao-mais-premiada-foi-o-douro.html" title="ViniPortugal premeia os melhores vinhos do ano. Foram entregues 351 prémios e a região mais premiada foi o Douro">ViniPortugal premeia os melhores vinhos do ano. Foram entregues 351 prémios e a região mais premiada foi o Douro</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/viniportugal-premeia-os-melhores-vinhos-do-ano-foram-entregues-351-premios-e-a-regiao-mais-premiada-foi-o-douro.html" title="ViniPortugal premeia os melhores vinhos do ano. Foram entregues 351 prémios e a região mais premiada foi o Douro"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/viniportugal-premeia-os-melhores-vinhos-do-ano-foram-entregues-351-premios-e-a-regiao-mais-premiada-foi-o-douro-1778601301130_320.jpg" alt="ViniPortugal premeia os melhores vinhos do ano. Foram entregues 351 prémios e a região mais premiada foi o Douro"></a></article></aside><p>As <strong>DOP representam as zonas vitivinícolas mais restritas</strong>, onde as regras de produção são mais exigentes, preservando características únicas e profundamente enraizadas na história local.</p><p>Já as <strong>IGP permitem identificar vinhos com forte ligação a uma região geográfica</strong>, assegurando origem e tipicidade, com maior flexibilidade produtiva.</p><p>Portugal aprovou oficialmente, em junho, a alteração ao <strong>acordo da Organização Internacional da Vinha e do Vinho</strong> (OIV), confirmando a <strong>transferência da sua sede para Dijon</strong>, em França.</p><p>O IVV explica que esta decisão, tomada em 2022 pelos países membros, “<strong>marca um novo capítulo” nesta organização</strong> que acompanha e apoia o desenvolvimento do setor vitivinícola a nível mundial. </p><p>A entrada em vigor desta alteração foi <strong>ratificada através do Decreto do Presidente da República n. º79/2026</strong>, de 3 de junho.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/dia-nacional-da-vinha-e-do-vinho-e-hoje-31-de-julho-portugal-passa-a-celebrar-um-dos-pilares-da-mesa-portuguesa.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Silveira]]></dc:creator></item></channel></rss>