<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Tempo.pt - Meteored</title><link>https://www.tempo.pt</link><description>Notícias de meteorologia - Fique por dentro das últimas Notícias do tempo para Portugal e para o mundo. Nossos especialistas em meteorologia informam sobre atualidade, previsão do tempo e ciência.</description><language>pt-pt</language><lastBuildDate>Thu, 11 Jun 2026 14:00:21 +0000</lastBuildDate><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 14:00:21 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.pt/imagenes/logo_rss.png</url><title>Tempo.pt - Meteored</title><link>https://www.tempo.pt</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Defesa da costa falha e Carla Gonçalves propõe plano inovador para proteger o litoral]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/defesa-da-costa-falha-e-carla-goncalves-propoe-plano-inovador-para-proteger-o-litoral.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:32:23 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p> Investigadora da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto avaliou os modelos atuais, propondo uma abordagem inovadora que converte as palavras dos discursos políticos em ações práticas</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/defesa-da-costa-falha-e-carla-goncalves-propoe-plano-inovador-para-proteger-o-litoral-1781181796371.jpg" data-image="zi46an8srsnc" alt="Praia de Caxinas" title="Praia de Caxinas"><figcaption>A transformação acelerada da costa nortenha reduziu a resiliência ecológica de ecossistemas vulneráveis e agravou os riscos associados à subida do nível do mar. Foto da praia de Caxinas: Vitor Oliveira, CC BY-SA 2.0, via Flickr</figcaption></figure><p>Todos os anos, multiplicam-se os planos, os investimentos e as promessas para travar a erosão que ameaça a orla costeira portuguesa. Estas <strong>linhas de defesa</strong> planeadas no papel pretendem blindar o território contra os efeitos das <strong>alterações climáticas</strong> e a <strong>pressão</strong> <strong>imobiliária</strong>. </p><p>A eficácia prática destas medidas, contudo, permanece reduzida. O alerta surge de uma investigação pioneira desenvolvida na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, que avaliou o verdadeiro impacto dos <strong>modelos de gestão</strong> na preservação da nossa costa.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O trabalho conduzido por Carla Gonçalves, investigadora do Centro de Investigação do Território, Transportes e Ambiente, conquistou o primeiro lugar num concurso de teses promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A <strong>arquiteta paisagista</strong> procurou compreender se a forma como olhamos para o território litoral traduz uma proteção efetiva do ambiente. Os resultados demonstram que as zonas onde há uma <strong>visão integrada do cenário natural</strong> apresentam melhores indicadores de conservação.</p><h2>Uma manta de retalhos burocrática</h2><p>A realidade das escarpas e das praias portuguesas revela-se complexa, pois o mesmo espaço geográfico encontra-se frequentemente dependente de <strong>múltiplas instituições</strong><strong> com interesses divergentes</strong>. Esta sobreposição de competências administrativas gera impasses na tomada de decisões urgentes. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O estudo comprova que, nas últimas décadas, a transformação acelerada da costa nortenha reduziu a resiliência ecológica de ecossistemas vulneráveis, agravando os riscos associados à subida do nível do mar.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Para superar este bloqueio, a cientista sugere uma <strong>reforma profunda nos mecanismos de decisão pública</strong>. A análise fornece dados empíricos que servem de guia para criar futuras políticas de ordenamento. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="743668" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-custo-da-erosao-e-uma-grande-emergencia-pelo-que-so-pode-ser-combatido-com-solucoes-naturais.html" title="O custo da erosão é uma grande emergência, pelo que só pode ser combatido com soluções naturais">O custo da erosão é uma grande emergência, pelo que só pode ser combatido com soluções naturais</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-custo-da-erosao-e-uma-grande-emergencia-pelo-que-so-pode-ser-combatido-com-solucoes-naturais.html" title="O custo da erosão é uma grande emergência, pelo que só pode ser combatido com soluções naturais"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/l-erosione-costiera-e-diventata-una-grande-emergenza-ma-si-puo-combattere-solo-con-soluzioni-naturali-1737390776885_320.jpg" alt="O custo da erosão é uma grande emergência, pelo que só pode ser combatido com soluções naturais"></a></article></aside><p>Esta necessidade de mudança estrutural foi igualmente validada pelo Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável, que identificou a <strong>desvalorização da paisagem</strong> como uma falha grave na gestão das zonas litorais. O organismo defende a urgência de aplicar critérios socioecológicos rigorosos na divisão e no planeamento do território.</p><h2>As leis que não saem do papel</h2><p>A motivação para este diagnóstico nasceu das <strong>memórias da infância</strong> de Carla Gonçalves, que acompanhou a <strong>degradação e o desaparecimento gradual das praias</strong> entre o Porto e Viana do Castelo. Ao cruzar a gestão costeira com a ciência do território, a investigadora deparou-se com uma contradição histórica surpreendente. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Os arquivos revelam que as entidades nacionais estavam mais sintonizadas com a proteção ambiental nas décadas de 1970 e 1980 do que após a assinatura formal da Convenção Europeia da Paisagem em 2005.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A conclusão demonstra que os acordos internacionais perdem utilidade quando não são acompanhados por leis de aplicação obrigatória. Verificou-se que a <strong>palavra “paisagem” passou a ser mais utilizada nos discursos oficiais, mas a tomada de decisões políticas afastou-se dos critérios puramente científicos</strong>. </p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/defesa-da-costa-falha-e-carla-goncalves-propoe-plano-inovador-para-proteger-o-litoral-1781182203144.jpg" data-image="hr33n05mlgan" alt="Carla Gonçalves recebeu o prémio das mãos de Álvaro Santos, Presidente da CCDR Norte" title="Carla Gonçalves recebeu o prémio das mãos de Álvaro Santos, Presidente da CCDR Norte"><figcaption>Carla Gonçalves recebeu o prémio das mãos de Álvaro Santos, Presidente da CCDR Norte. Foto: Universidade do Porto</figcaption></figure><p>A autora recorda o exemplo de um <strong>plano</strong> pioneiro projetado pelo arquiteto Ilídio de Araújo na década de <strong>1970</strong> que, caso tivesse sido executado, <strong>teria poupado o norte do país</strong> de muitos dos <strong>erros urbanísticos</strong> visíveis na atualidade.</p><h2>Um manifesto para proteger o futuro</h2><p>De forma a converter as conclusões científicas em ferramentas práticas, o trabalho culmina na redação de um documento estratégico que funciona como um roteiro para os decisores políticos. </p><p>A investigadora defende o regresso dos especialistas em arquitetura paisagística ao núcleo central do planeamento das zonas costeiras, recuperando o conhecimento técnico acumulado ao longo de gerações.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A aplicação prática destas reformas institucionais depende agora da vontade política dos governantes. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Sem um compromisso financeiro e legislativo estável a longo prazo, as frentes de mar continuarão vulneráveis às dinâmicas destrutivas do clima. O estudo premiado deixa um aviso claro: salvaguardar o futuro da costa exige que a<strong> ciência </strong><strong>deixe</strong><strong> de ser apenas uma recomendação</strong> e passe a ditar as regras do ordenamento do território.</p><h3><em>Referências do artigo</em></h3><p><em>Carla Gonçalves. <a href="https://www.researchgate.net/publication/404285555_Towards_Coastal_Landscape_Governance_Insights_across_time_and_space_from_Northern_Portugal" target="_blank">Towards Coastal Landscape Governance. Insights across time and space from Northern Portugal</a>. Universidade do Porto</em></p><p><em>Raquel Pires. <a href="https://noticias.up.pt/2026/06/02/investigacao-da-feup-aponta-caminho-para-proteger-paisagens-costeiras-do-norte/" target="_blank">Investigação da FEUP aponta caminho para proteger paisagens costeiras do norte</a>. Universidade do Porto</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/defesa-da-costa-falha-e-carla-goncalves-propoe-plano-inovador-para-proteger-o-litoral.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[IPMA emite avisos devido às temperaturas previstas de quase 40 ºC: atenção às localidades inseridas nestes 4 vales]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-emite-avisos-devido-as-temperaturas-previstas-de-quase-40-c-atencao-as-localidades-inseridas-nestes-4-vales.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:15:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Hoje estão 15 distritos sob aviso amarelo devido ao tempo quente, segundo o IPMA. Amanhã, sexta-feira, os avisos estender-se-ão a todos os distritos, devido à previsão de nova subida das temperaturas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaeizmy"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaeizmy.jpg" id="xaeizmy"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O<strong> IPMA cobriu o país de avisos amarelos até sábado, dia 13</strong>, devido ao aumento acentuado das temperaturas. Hoje, quinta-feira, apenas os distritos de Vila Real, Viseu e Bragança estão isentos de qualquer aviso.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>No entanto, e com a previsão de nova subida para amanhã, sexta-feira, o mesmo instituto <strong>reforçou os avisos em todos os distritos, permanecendo em vigor até às 21h de sábado</strong>, à exceção de Faro, cujo aviso estará em vigor até às 21h de amanhã.</p><h2>Avisos cobrem o país, mas atenção a estes locais</h2><p>Como é habitual no verão, há sempre<strong> locais tendencialmente mais quentes, como os vales</strong>, especialmente os vales do Douro, Guadiana, Tejo e Sado, onde facilmente os valores máximos podem aproximar-se e, por vezes, ultrapassar os 40 ºC.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ipma-emite-avisos-devido-as-temperaturas-previstas-de-quase-40-c-atencao-as-localidades-inseridas-nestes-4-vales-1781180128300.png" data-image="29l4bqju8erc" alt="anomalia térmica positiva" title="anomalia térmica positiva"><figcaption>O IPMA emitiu aviso amarelo de tempo quente em todos os distritos, para amanhã, sexta-feira. Este deverá prolongar-se até sábado à noite. Com estes valores, as anomalias térmicas positivas ganham expressão em todo o país.</figcaption></figure><p>Neste caso, entre hoje e sábado, estes serão dos locais mais quentes do país, ainda que <strong>a disparidade de valores não seja muito elevada</strong>, visto que mesmo na faixa litoral os termómetros podem registar facilmente 30 ºC ou mais, especialmente no dia de amanhã, que poderá ser o mais quente da semana.</p><p>Ainda assim, é esperado que nestes quatro vales, <strong>os valores máximos poderão ser de 38 ºC, podendo haver variações a nível local </strong>e registarem-se valores superiores, nos próximos dias, principalmente até sábado.</p><p>No domingo prevê-se um alívio no calor, <strong>mas o Vale do Douro poderá registar valores até 36 ºC, podendo ser a zona mais quente do país nesse dia, seguido do Vale do Guadiana</strong>, cujo valor máximo poderá ser até 34 ºC. Segundo a atual previsão, o Vale do Douro deverá sentir um alívio mais expressivo na segunda-feira, enquanto no Vale do Guadiana os valores poderão manter-se.</p><h2>Cuidados a ter com o calor</h2><p>De acordo com a Direção Geral de Saúde (DGS), há uma série de cuidados a ter face ao calor previsto, especialmente para os<strong> grupos mais vulneráveis</strong>, como idosos, crianças, pessoas com doenças crónicas e pessoas que exerçam atividades ao ar livre.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773347" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/confirmado-portugal-encaminha-se-para-um-episodio-de-calor-intenso-mas-a-descida-das-temperaturas-ja-tem-data-marcada.html" title="Confirmado: Portugal encaminha-se para um episódio de calor intenso, mas a descida das temperaturas já tem data marcada">Confirmado: Portugal encaminha-se para um episódio de calor intenso, mas a descida das temperaturas já tem data marcada</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/confirmado-portugal-encaminha-se-para-um-episodio-de-calor-intenso-mas-a-descida-das-temperaturas-ja-tem-data-marcada.html" title="Confirmado: Portugal encaminha-se para um episódio de calor intenso, mas a descida das temperaturas já tem data marcada"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/confirmado-portugal-encaminha-se-para-um-episodio-de-calor-intenso-mas-a-descida-das-temperaturas-ja-tem-data-marcada-1781177964295_320.png" alt="Confirmado: Portugal encaminha-se para um episódio de calor intenso, mas a descida das temperaturas já tem data marcada"></a></article></aside><p>Estes cuidados passam por: </p><ul><li><strong>Procurar ambientes frescos e arejados</strong>;</li><li><strong>Beber água ou sumos naturais</strong> com regularidade e mesmo que não tenha sede;</li><li><strong>Evitar o consumo de bebidas quentes, alcoólicas, gaseificadas</strong>, com cafeína e ricas em açúcar;</li><li><strong>Evitar a exposição direta ao sol nas horas de maior calor</strong>, nomeadamente entre as 11 e as 17 horas;</li><li><strong>Aplicar protetor solar com fator 30</strong> ou superior de 2 em 2 horas;</li><li><strong>Usar roupas leves, soltas e de cor clar</strong>a e preferencialmente de algodão</li><li>Utilizar <strong>chapéu e óculos de so</strong>l;</li><li><strong>Evitar</strong> atividades que exijam <strong>grandes esforços físicos</strong>, como desporto ou atividades de lazer no exterior;</li><li><strong>Não permanecer dentro de viaturas estacionadas e expostas ao sol</strong>.</li></ul><p>Desta forma, aconselhamos que estes cuidados sejam respeitados, especialmente durante os períodos de maior calor, pois perante a persistência de temperaturas elevadas, a <strong>adoção de medidas preventivas torna-se essencial para minimizar possíveis impactos na saúde</strong>. É também importante que se mantenha atento às próximas atualizações, em <a href="https://www.tempo.pt/" target="_blank" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">tempo.pt</a>, uma vez que a intensidade e a duração do calor poderão sofrer alterações.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-emite-avisos-devido-as-temperaturas-previstas-de-quase-40-c-atencao-as-localidades-inseridas-nestes-4-vales.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Confirmado: Portugal encaminha-se para um episódio de calor intenso, mas a descida das temperaturas já tem data marcada]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/confirmado-portugal-encaminha-se-para-um-episodio-de-calor-intenso-mas-a-descida-das-temperaturas-ja-tem-data-marcada.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 11:41:50 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Portugal continental enfrenta agora os dias mais quentes deste episódio de calor, com temperaturas muito acima da média e aviso amarelo em vários distritos até sábado.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaeix46"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaeix46.jpg" id="xaeix46"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Depois do aumento gradual das temperaturas registado ao longo dos últimos dias, <strong>Portugal continental entra agora na fase mais intensa deste episódio de calor</strong>. Os modelos meteorológicos continuam a indicar valores muito acima da média para a época em grande parte do território continental, embora já surjam sinais de uma diminuição térmica a partir de domingo.</p><h2>Sexta e sábado serão os dias mais quentes deste episódio de calor</h2><p>Os modelos meteorológicos indicam que sexta-feira (12) e sábado (13) deverão corresponder ao <strong>pico deste episódio de calor</strong>, prevendo-se <strong>temperaturas máximas superiores a 35 ºC</strong> em numerosas regiões do interior Norte, Centro e Sul.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/confirmado-portugal-encaminha-se-para-um-episodio-de-calor-intenso-mas-a-descida-das-temperaturas-ja-tem-data-marcada-1781172697420.png" data-image="i88kztcv6ke6" alt="Temperatura máxima prevista para sexta-feira, 12 de junho, às 16h" title="Temperatura máxima prevista para sexta-feira, 12 de junho, às 16h"><figcaption>Os valores poderão ultrapassar os 35 ºC em várias regiões do interior de Portugal continental.</figcaption></figure><p>Em algumas localidades dos vales do Tejo e do Douro, bem como em diversas áreas do Alentejo, os termómetros poderão aproximar-se dos <strong>38 a 40 ºC </strong>durante o período mais quente deste episódio.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773346" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/depois-de-uma-subida-de-4-c-a-regiao-norte-registara-um-novo-aumento-amanha-sexta-feira-esperam-se-ate-38-c.html" title="Depois de uma subida de 4 ºC, a região Norte registará um novo aumento amanhã, sexta-feira: esperam-se até 38 ºC">Depois de uma subida de 4 ºC, a região Norte registará um novo aumento amanhã, sexta-feira: esperam-se até 38 ºC</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/depois-de-uma-subida-de-4-c-a-regiao-norte-registara-um-novo-aumento-amanha-sexta-feira-esperam-se-ate-38-c.html" title="Depois de uma subida de 4 ºC, a região Norte registará um novo aumento amanhã, sexta-feira: esperam-se até 38 ºC"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/depois-de-uma-subida-de-4-c-a-regiao-norte-registara-um-novo-aumento-amanha-sexta-feira-esperam-se-ate-38-c-1781173561797_320.png" alt="Depois de uma subida de 4 ºC, a região Norte registará um novo aumento amanhã, sexta-feira: esperam-se até 38 ºC"></a></article></aside><p> Apesar de o calor ser mais intenso nas regiões do interior, também o litoral deverá registar <strong>temperaturas superiores às habituais para esta época do ano</strong>, ainda que mais moderadas devido à influência marítima. </p><h2>Temperaturas continuarão muito acima da média para a época</h2><p>Além dos valores absolutos elevados, os modelos destacam igualmente a <strong>intensidade das anomalias térmicas</strong> previstas para os próximos dias.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/confirmado-portugal-encaminha-se-para-um-episodio-de-calor-intenso-mas-a-descida-das-temperaturas-ja-tem-data-marcada-1781172918801.png" data-image="ezqd2j63z670" alt="Anomalia da temperatura para sexta-feira, 12 de junho, às 16h" title="Anomalia da temperatura para sexta-feira, 12 de junho, às 16h"><figcaption>As temperaturas deverão situar-se vários graus acima da média climatológica em grande parte de Portugal continental.</figcaption></figure><p>Em numerosas regiões, os valores previstos poderão situar-se entre <strong>7 e 10 ºC</strong> acima da média para meados de junho, refletindo a intensidade da <strong>massa de ar subtropical</strong> que continua instalada sobre a Península Ibérica.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/confirmado-portugal-encaminha-se-para-um-episodio-de-calor-intenso-mas-a-descida-das-temperaturas-ja-tem-data-marcada-1781173056128.png" data-image="snffm7zizbzo" alt="Temperatura a 850 hPa para sábado, 13 de junho, às 16h" title="Temperatura a 850 hPa para sábado, 13 de junho, às 16h"><figcaption>A massa de ar subtropical continuará a dominar a Península Ibérica durante o sábado.</figcaption></figure><p>As temperaturas previstas a cerca de 1500 metros de altitude permanecem particularmente elevadas, confirmando a persistência de uma <strong>massa de ar subtropical</strong> sobre Portugal continental e Espanha.</p><h2>Domingo deverá trazer uma gradual diminuição térmica</h2><p>A partir de domingo (14), os modelos meteorológicos apontam para uma <strong>redução gradual das temperaturas</strong> em grande parte do território continental. Ainda assim, os valores deverão continuar <strong>relativamente elevados para a época</strong>, sobretudo nas regiões do interior.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/confirmado-portugal-encaminha-se-para-um-episodio-de-calor-intenso-mas-a-descida-das-temperaturas-ja-tem-data-marcada-1781173348765.png" data-image="gj0pt25aidi9" alt="Temperatura máxima prevista para domingo, 14 de junho, às 16h" title="Temperatura máxima prevista para domingo, 14 de junho, às 16h"><figcaption>Apesar da diminuição térmica, as temperaturas continuarão relativamente elevadas em várias regiões do país.</figcaption></figure><p>Embora o calor perca intensidade quando comparado com sexta-feira e sábado, os modelos continuam a indicar <strong>temperaturas acima da média climatológica</strong> em grande parte de Portugal continental.</p><p>Tudo aponta para que <strong>o pico deste episódio ocorra entre sexta e sábad</strong><strong>o</strong>, seguindo-se uma fase menos intensa, mas ainda marcada por temperaturas relativamente elevadas para a época do ano.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/confirmado-portugal-encaminha-se-para-um-episodio-de-calor-intenso-mas-a-descida-das-temperaturas-ja-tem-data-marcada.html</guid><dc:creator><![CDATA[Afonso Lopes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Última hora da gota fria: vêm aí pelo menos 4 dias com nuvens de trovoada e muitos relâmpagos em Portugal]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ultima-hora-da-gota-fria-vem-ai-pelo-menos-4-dias-com-nuvens-de-trovoada-e-muitos-relampagos-em-portugal.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 11:29:06 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A partir deste sábado (13) uma gota fria irá atravessar a Península Ibérica. São esperados vários dias de aguaceiros e trovoadas, por vezes localmente fortes, não se excluindo o risco de queda de granizo e até mesmo de fenómenos extremos de vento em várias regiões de Portugal continental.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaej7ai"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaej7ai.jpg" id="xaej7ai"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>Confirmam-se as previsões lançadas com mais de uma semana de antecedência pelos nossos especialistas sobre a intensificação do calor </strong>na segunda metade desta segunda semana de junho: vêm aí temperaturas máximas em torno dos 35 ºC (por vezes até mesmo a aproximar-se dos 40 ºC) nos próximos dias, sobretudo na sexta-feira (12) e em particular na Beira Baixa, Ribatejo e Alentejo. </p><p>Porém, até mesmo temperaturas na mesma ordem de valores são esperadas em amplas zonas da Região Norte (tanto no vale do Douro, como no litoral). Além disto, como temos vindo a explicar na Meteored Portugal ao longo da presente semana, <strong>a partir de sábado (13) as trovoadas vão começar a ganhar terreno no nosso país</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>No vídeo</strong><br>A gota fria atravessará a Península Ibérica durante este fim de semana, embora na próxima semana o ar frio em altitude se mantenha. Isto dará origem a trovoadas em vastas zonas do interior da geografia portuguesa, potencialmente fortes à escala local, não se excluindo a ocorrência de outros fenómenos adversos.</div><p>O anticiclone irá deslocar-se gradualmente para o Golfo da Biscaia e posteriormente para o centro do continente europeu, ao mesmo tempo que o jato polar apresentará ondulações um pouco mais acentuadas nas imediações da nossa geografia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ultima-hora-da-gota-fria-vem-ai-pelo-menos-4-dias-com-nuvens-de-trovoada-e-muitos-relampagos-em-portugal-1781176631696.png" data-image="1kbx3rk8ja0l"><figcaption>Prevê-se que amanhã - sexta-feira, 12 de junho - seja o dia mais quente da semana em Portugal continental em termos de intensidade e área geográfica abrangida, com temperaturas máximas superiores a 30 ºC em quase todo o território.</figcaption></figure><p>Estas ondulações farão com que um vale nos níveis altos da atmosfera se desloque para o oes-sudoeste de Portugal continental, gerando-se provavelmente <strong>uma pequena depressão isolada em altitude que se aproximará do nosso país, </strong>dando origem a um episódio de<strong> aguaceiros e trovoadas que durará pelo menos quatro dias</strong>.</p><h2>A gota fria provocará trovoadas fortes em Portugal: prevê-se a possibilidade de fenómenos adversos</h2><p><strong>Continua a persistir alguma incerteza quanto à evolução desta pequena gota fria</strong>, mas os principais indícios sugerem que ela se deslocará sobre a Península Ibérica, de sudoeste para nordeste.</p><p>Contudo, embora a gota fria provavelmente venha a ser reabsorvida pela circulação geral da atmosfera, <strong>o ar frio deverá permanecer em altitude sobre Portugal continental, o que, juntamente com o calor, a convergência de vento à superfície e o efeito do relevo</strong>, será suficiente para que as nuvens cresçam com energia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ultima-hora-da-gota-fria-vem-ai-pelo-menos-4-dias-com-nuvens-de-trovoada-e-muitos-relampagos-em-portugal-1781176390698.png" data-image="6u2fav258y1d"><figcaption>Interior Norte e Centro e Alto Alentejo são as zonas onde se prevê uma maior concentração das descargas elétricas na segunda-feira, 15 de junho.</figcaption></figure><p>A partir da <strong>tarde de amanhã - sexta-feira (12) - poderão ocorrer as primeiras trovoadas relativamente fracas e dispersas pelas faixas do território entre Douro e Mondego e entre Tejo e Guadiana</strong>. Não obstante, a probabilidade é muito mais elevada a partir da tarde de sábado, 13 de junho, devido à aproximação e posterior passagem da baixa pressão isolada em altitude.</p><div class="texto-destacado"><strong>Deste modo, na tarde de sábado (13), prevê-se a ocorrência de aguaceiros, potencialmente acompanhados de trovoadas no Norte, Centro e Alto Alentejo, especialmente nas zonas montanhosas destas regiões. Poderão ser pontualmente fortes e sob a forma de granizo.</strong></div><p><strong>Na tarde de domingo (14) é expectável uma nova fase de aguaceiros, por vezes fortes e potencialmente acompanhados de trovoadas, com maior probabilidade na Região Norte e no interior Centro</strong>. As zonas mais expostas serão os distritos de Vila Real, Bragança, Viseu e Guarda e ainda as áreas montanhosas do Minho e Douro Litoral.</p><p>Tampouco se descarta a ocorrência de queda de <strong>granizo</strong>. A sul do Mondego a possibilidade de atividade elétrica é real, mas a probabilidade de ocorrência é mais reduzida. A presença de poeiras em suspensão poderá inibir parcialmente as trovoadas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773346" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/depois-de-uma-subida-de-4-c-a-regiao-norte-registara-um-novo-aumento-amanha-sexta-feira-esperam-se-ate-38-c.html" title="Depois de uma subida de 4 ºC, a região Norte registará um novo aumento amanhã, sexta-feira: esperam-se até 38 ºC">Depois de uma subida de 4 ºC, a região Norte registará um novo aumento amanhã, sexta-feira: esperam-se até 38 ºC</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/depois-de-uma-subida-de-4-c-a-regiao-norte-registara-um-novo-aumento-amanha-sexta-feira-esperam-se-ate-38-c.html" title="Depois de uma subida de 4 ºC, a região Norte registará um novo aumento amanhã, sexta-feira: esperam-se até 38 ºC"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/depois-de-uma-subida-de-4-c-a-regiao-norte-registara-um-novo-aumento-amanha-sexta-feira-esperam-se-ate-38-c-1781173561797_320.png" alt="Depois de uma subida de 4 ºC, a região Norte registará um novo aumento amanhã, sexta-feira: esperam-se até 38 ºC"></a></article></aside><p>Atenção também <strong>à tarde de segunda-feira (15)</strong>, pois, de acordo com o modelo europeu, os <strong>aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoada, serão mais generalizadas no interior Norte e Centro e Alto Alentejo</strong>, destacando-se as áreas montanhosas. Além disto, não se exclui, de novo, o risco de queda de granizo.</p><h2>Risco de ocorrência de trovoadas em mais dias da próxima semana. Incerteza mantém-se elevada</h2><p><strong>Na terça-feira (16) espera-se que as trovoadas sejam fracas e mais isoladas</strong>, concentrando-se de forma muito dispersa no interior Norte e Centro de Portugal continental. Para os <strong>dias seguintes, a incerteza aumenta substancialmente </strong>no modelo de previsão.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ultima-hora-da-gota-fria-vem-ai-pelo-menos-4-dias-com-nuvens-de-trovoada-e-muitos-relampagos-em-portugal-1781176268522.png" data-image="hqm7srol2t3t"><figcaption>Apesar do seu carácter irregular, a precipitação convectiva irá distribuir-se por grande parte das Regiões Norte e Centro entre sábado (13) e a próxima terça-feira (16).</figcaption></figure><p>As mais recentes saídas das cartas deterministas do modelo ECMWF salientam <strong>a possibilidade da continuidade de atividade elétrica nos dias seguintes</strong>, embora com uma diminuição da sua frequência, intensidade e área geográfica abrangida. Caso aconteça, será sempre <strong>mais provável durante a tarde</strong>.</p><p>Adicionalmente, os mapas detetam ainda a possibilidade de <strong>uma nova fase de aguaceiros e trovoadas se desenvolver com mais frequência e intensidade entre sexta-feira e sábado, dias 19 e 20 de junho</strong>. Porém, como já foi referido anteriormente, a incerteza é bastante elevada, requerendo novas atualizações à medida que nos formos aproximando dessas datas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ultima-hora-da-gota-fria-vem-ai-pelo-menos-4-dias-com-nuvens-de-trovoada-e-muitos-relampagos-em-portugal.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Depois de uma subida de 4 ºC, a região Norte registará um novo aumento amanhã, sexta-feira: esperam-se até 38 ºC]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/depois-de-uma-subida-de-4-c-a-regiao-norte-registara-um-novo-aumento-amanha-sexta-feira-esperam-se-ate-38-c.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:47:16 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Todo o país regista uma subida das temperaturas no dia de hoje, quinta-feira, mas esta será mais sentida no Norte, especialmente no litoral, onde os valores têm sido mais contidos. Para amanhã esperam-se valores ainda mais elevados.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaeista"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaeista.jpg" id="xaeista"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Como temos vindo a mencionar em previsões anteriores, estava prevista para hoje, quinta-feira, uma <strong>subida acentuada das temperaturas máximas</strong>, especialmente no litoral Norte e Centro, onde os valores têm sido mais contidos, face ao interior Centro e Sul.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Ainda assim, e apesar de esta subida já se sentir, espera-se que amanhã, sexta-feira, se dê um novo aumento destes valores, podendo levar os termómetros a <strong>valores pouco comuns em alguns locais, especialmente em algumas cidades costeiras</strong>.</p><h2>Amanhã, pelas 13h, algumas cidades costeiras poderão alcançar ou ultrapassar os 30 ºC</h2><p>O dia de hoje, quinta-feira, trará muito calor ao Norte do país. <strong>O fluxo de leste contribui para o transporte de ar quente proveniente do interior da Península Ibérica para a costa ocidental</strong> de Portugal Continental, resultando em valores acima da média para esta zona. Desta forma, esperam-se <strong>máximas até 31 ºC na cidade do Porto</strong>, onde geralmente são registados valores mais contidos devido à influência marítima. O Vale do Douro poderá continuar a ser a zona mais quente da região, com valores na ordem dos 34 ºC.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/depois-de-uma-subida-de-4-c-a-regiao-norte-registara-um-novo-aumento-amanha-sexta-feira-esperam-se-ate-38-c-1781173561797.png" data-image="u3ax991qphp8" alt="temperatura do ar à superfície" title="temperatura do ar à superfície"><figcaption>Para amanhã, sexta-feira, esperam-se valores elevados em toda a região Norte. Entre as 12h e as 13h, o litoral poderá registar valores até 33 ºC (na cidade do Porto), e pelas 16h algumas cidades a oeste da Barreira de Condensação podem chegar aos 37 ºC.</figcaption></figure><p>No entanto, e apesar de hoje já se esperar um dia bem quente, <strong>amanhã estes valores podem aumentar e novamente na faixa costeira</strong>. Assim, entre as 12h e as 13h esperam-se máximas de<strong> 28 ºC para Viana do Castelo, 29 ºC para a Póvoa de Varzim e de 33 ºC para o Porto</strong>. Ainda no litoral Centro, Aveiro poderá contar com 34 ºC. <strong>Estes valores representam anomalias térmicas positivas bastante pronunciadas</strong>, sendo que para as cidades referidas, esperam-se entre 9 ºC (Póvoa de Varzim) a 13 ºC (Aveiro) acima da normal climatológica de referência.</p><p>Já na hora de maior calor, entre as 15h e as 16h, espera-se um <strong>pequeno alívio no litoral</strong> (entre 2 ºC a 3 ºC), e um aumento no interior, onde o<strong> Vale do Douro</strong> <strong>poderá chegar aos 38 ºC </strong>em alguns pontos. Já nas cidades a oeste da Barreira de Condensação, os termómetros poderão registar até 37 ºC, como podemos observar acima.</p><h2>Esperam-se também noites tropicais no Norte do país</h2><p>Este <strong>aumento será refletido ainda nas temperaturas noturnas</strong>, onde na noite de hoje, pelas 23h, o Porto registará até 26 ºC, Viana do Castelo 23 ºC (contando com uma amplitude térmica quase nula) e a Póvoa de Varzim deverá registar 22 ºC. Nas localidades abrangidas pelo Vale do Douro, também se esperam valores entre os 22 ºC e os 24 ºC. Pelas 6h de sexta, hora em que geralmente se registam os valores mais baixos, <strong>os distritos de Braga e Porto registarão os valores mais elevados do Norte</strong>, com valores compreendidos entre os 18º C em Felgueiras e os 24 ºC no Porto e Maia.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773181" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/subida-de-ate-8-c-amanha-as-temperaturas-disparam-nestas-5-cidades-do-norte-de-portugal-continental.html" title="Subida de até 8 ºC: amanhã as temperaturas disparam nestas 5 cidades do Norte de Portugal continental">Subida de até 8 ºC: amanhã as temperaturas disparam nestas 5 cidades do Norte de Portugal continental</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/subida-de-ate-8-c-amanha-as-temperaturas-disparam-nestas-5-cidades-do-norte-de-portugal-continental.html" title="Subida de até 8 ºC: amanhã as temperaturas disparam nestas 5 cidades do Norte de Portugal continental"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/subida-de-ate-8-c-amanha-as-temperaturas-disparam-nestas-5-cidades-do-norte-de-portugal-continental-1781088893992_320.jpg" alt="Subida de até 8 ºC: amanhã as temperaturas disparam nestas 5 cidades do Norte de Portugal continental"></a></article></aside><p>Já <strong>a noite de amanhã, sexta-feira, poderá registar valores próximos dos 30 ºC na região do Vale do Douro</strong>, especialmente entre Santa Comba da Vilariça e Horta da Vilariça, e todas as cidades desta região registarão valores acima dos 21 ºC. Na madrugada de sábado, os valores manter-se-ão elevados, com as cidades de Paredes e Santo Tirso a registarem os valores mais elevados, na ordem dos 24 ºC.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/depois-de-uma-subida-de-4-c-a-regiao-norte-registara-um-novo-aumento-amanha-sexta-feira-esperam-se-ate-38-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Código da comunicação entre ratos é decifrado por cientistas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/codigo-da-comunicacao-entre-ratos-e-decifrado-por-cientistas.html</link><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Estudos recentes com inteligência artificial revelam que vocalizações de animais, antes consideradas simples, possuem estruturas complexas e significados específicos, ampliando o entendimento científico sobre comunicação no reino animal.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/codigo-da-comunicacao-entre-ratos-e-decifrado-por-cientistas-1780942920375.jpg" data-image="hkdnknlsunwn" alt="Um rato listrado africano caminha em direção a uma caixa de som. Crédito: Léo Perrier e Nicolas Mathevon" title="Um rato listrado africano caminha em direção a uma caixa de som. Crédito: Léo Perrier e Nicolas Mathevon"><figcaption>Um rato listrado africano caminha em direção a uma caixa de som. Crédito: Léo Perrier e Nicolas Mathevon</figcaption></figure><p>Na vasta<strong> região semidesértica do Karoo, na África do Sul</strong>, um pequeno rato-listrado-africano protagoniza uma descoberta científica que pode <strong>mudar a forma como entendemos a comunicação animal</strong>.<strong> </strong>No meio da paisagem árida, investigadores instalaram equipamentos capazes de captar e reproduzir sons impercetíveis aos ouvidos humanos.</p><p>Durante experiências de campo, os cientistas emitiram guinchos de alta frequência previamente gravados. A reação do roedor variou de acordo com a origem do som: quando o áudio simulava um vizinho conhecido, o animal demonstrava atenção e vigilância; já diante de sons de indivíduos desconhecidos, a resposta era mais intensa, incluindo fuga imediata.</p><p>Os resultados indicam que <strong>estes animais conseguem identificar não apenas o tipo de vocalização, mas também quem a emitiu</strong>, sugerindo um nível de sofisticação comunicativa até então subestimado.</p><h2>Comunicação animal vai além do que se imaginava</h2><p>A investigação, liderada por especialistas em bioacústica, é considerada <strong>um marco por decifrar, pela primeira vez, sons naturais de ratos em ambiente selvagem</strong>. O estudo soma-se a uma crescente série de investigações que apontam para a complexidade da comunicação entre diversas espécies.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/codigo-da-comunicacao-entre-ratos-e-decifrado-por-cientistas-1780943105124.jpg" data-image="o0nf7xsajvpx" alt="pesquisa foi conduzida por cientistas que gravaram mais de 120 mil vocalizações de ratos em seu habitat natural" title="pesquisa foi conduzida por cientistas que gravaram mais de 120 mil vocalizações de ratos em seu habitat natural"><figcaption>Estudo foi conduzido por cientistas que gravaram mais de 120 mil vocalizações de ratos no seu habitat natural, na África do Sul. Crédito: Divulgação Diário da Manhã</figcaption></figure><p>Com o auxílio de inteligência artificial, os cientistas analisaram<strong> mais de 120 mil vocalizações registadas ao longo de quase duas semanas</strong>. Os dados revelaram a existência de diferentes tipos de chamados, além de “assinaturas vocais” específicas de cada grupo e até de indivíduos.</p><p>Segundo os investigadores, esta tecnologia é essencial para lidar com o grande volume de dados. A expectativa agora é avançar na interpretação de informações dinâmicas, como <strong>estados emocionais ou níveis de stress</strong> transmitidos pelos sons.</p><h2>Tecnologia impulsiona novas descobertas</h2><p>O uso de algoritmos de aprendizagem de máquina tem permitido i<strong>dentificar padrões antes invisíveis</strong>, aproximando a comunicação animal de conceitos associados à linguagem humana. Noutras pesquisas, primatas como chimpanzés e bonobos demonstraram capacidade de combinar sons para criar novos significados.</p><p>Estas combinações lembram uma forma rudimentar de <strong>sintaxe, característica considerada exclusiva dos humanos</strong>. Estudos indicam que, ao unir diferentes vocalizações, estes animais conseguem transmitir mensagens mais complexas, como intenções ou ações futuras.</p><p><strong>Outras espécies, como aves canoras, também têm sido analisadas</strong>. Experiências mostram que elas conseguem reconhecer e classificar vocalizações de acordo com os seus significados, evidenciando que possuem representações mentais associadas aos sons.</p><h2>Desafios e implicações éticas</h2><p>Apesar dos avanços, especialistas alertam para os <strong>desafios de recolher dados suficientes na natureza</strong> e para os riscos de interferência nos comportamentos animais. A reprodução de sons, por exemplo, pode alterar dinâmicas sociais ou causar stress.</p><div class="texto-destacado">Além disso, a possibilidade de comunicação bidirecional entre humanos e animais levanta questões éticas. Investigadores discutem se esta interação realmente beneficiaria as espécies ou poderia resultar em exploração e impactos negativos.</div><p>Ainda assim, há <strong>aplicações práticas promissoras</strong>. O entendimento das vocalizações pode contribuir para melhorar o bem-estar de animais domésticos, de quinta e até selvagens, permitindo monitorizar emoções sem métodos invasivos.</p><h2>Um futuro de diálogo entre espécies?</h2><p>Projetos internacionais já trabalham com <strong>a ideia de traduzir a comunicação de espécies como baleias e golfinhos</strong>. Embora o cenário de “conversar com animais” ainda esteja distante, os avanços indicam que essa possibilidade pode não ser apenas ficção.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="570682" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/descobriu-se-que-os-elefantes-se-tratam-por-nomes-proprios-como-os-humanos-africa.html" title="Descobriu-se que os elefantes se tratam por nomes próprios como os humanos">Descobriu-se que os elefantes se tratam por nomes próprios como os humanos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/descobriu-se-que-os-elefantes-se-tratam-por-nomes-proprios-como-os-humanos-africa.html" title="Descobriu-se que os elefantes se tratam por nomes próprios como os humanos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/descubren-que-los-elefantes-se-llaman-por-nombres-propios-como-hacemos-los-humanos-1698048214527_320.jpg" alt="Descobriu-se que os elefantes se tratam por nomes próprios como os humanos"></a></article></aside><p>Especialistas, no entanto, ponderam que, mesmo que esse diálogo seja possível, ele provavelmente será limitado. Cada espécie percebe o mundo de forma distinta, o que restringe o tipo de informação que poderia ser partilhada.</p><p>A grande questão que permanece é: <strong>estamos preparados para entender o que os animais têm a dizer? </strong>Para muitos cientistas, mais importante do que falar com eles é aprender a ouvir, e respeitar, as complexas formas de comunicação que já existem na natureza.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>CNN Brasil. <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/codigo-da-comunicacao-entre-ratos-e-decifrado-por-cientistas/?shem=dsdf,sharefoc,agadiscoversdl,,sh/x/discover/m1/4" target="_blank">Código da comunicação entre ratos é decifrado por cientistas</a>. 2026</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/codigo-da-comunicacao-entre-ratos-e-decifrado-por-cientistas.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como utilizar borras de café para enriquecer o solo do jardim e das plantas em vasos]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/como-utilizar-borras-de-cafe-para-enriquecer-o-solo-do-jardim-e-das-plantas-em-vasos.html</link><pubDate>Wed, 10 Jun 2026 17:03:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>A verdade sobre a utilização de borras de café para enriquecer o solo e cuidar dos nossos oásis verdes, tanto no interior como no exterior.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/como-utilizar-borras-de-cafe-para-enriquecer-o-solo-do-jardim-e-das-plantas-em-vasos-1781096433809.jpg" data-image="7f75hlgkty4t"><figcaption>Os grãos de café podem ser adicionados ao solo com moderação. Veja aqui como fazê-lo e quais são os benefícios. Crédito: Pixabay</figcaption></figure><p>Acabaste de fazer o teu café, depois de teres desfrutado do seu aroma sumptuoso, e agora, sentindo-te revigorado e pronto para o dia, arrumas tudo como parte do teu ritual.</p><p>Mas espera! Não deites fora esses grãos de café! O que a princípio é considerado lixo torna-se outra fonte de renovação na sua manhã, mas não apenas para si, mas também para o seu jardim e plantas de interior. <strong>Guarde esses grãos de café usados à parte e à mão até ter explorado connosco, neste artigo, como pode aproveitá-los</strong>.</p><h2>A moderação é fundamental</h2><p><a href="https://horticulture.oregonstate.edu/users/linda-brewer" target="_blank">Linda Brewer</a>, investigadora sénior e especialista em solos na Universidade Estadual do Oregon, deu conselhos úteis aos jardineiros através de uma coleção dedicada de dicas e truques de jardinagem para enriquecer as suas plantas e protegê-las de animais como lesmas e caracóis. Numa notícia em particular, Brewer aconselha que <strong>os grãos de café devem ser usados com moderação, adicionando a dose certa ao solo para enriquecer a sua estrutura </strong>e não sobrecarregar as plantas nem impedir a drenagem adequada.</p><p>Ao contrário do que muitos possam acreditar ou ter ouvido, os grãos de café não baixam o pH do solo para enriquecer plantas que gostam de ácido (ericáceas), como mirtilos, rododendros, batatas, camélias e amoras.<strong> O pH dos grãos de café, na verdade, desce para um valor mais baixo (cerca de 6,5 a 6,8) após a preparação</strong>.</p><h2>Qual é a principal vantagem de adicionar borras de café?</h2><p>Embora as borras de café contribuam com um pouco de <strong>azoto para o solo</strong> (cerca de 1 a 2%), essa quantidade não é, por si só, significativa, pelo que se recomenda a adição de outros nutrientes através de aparas de relva, farinha de soja, farinha de alfafa, farinha de sangue ou estrume compostado. O café também fornece elementos essenciais como<strong> fósforo, manganês, potássio, cálcio, magnésio, ferro e cobre</strong>, embora, mais uma vez, em pequenas quantidades.</p><p>O principal benefício de adicionar café ao solo das suas plantas é <strong>a melhoria da estrutura do solo e da sua capacidade de retenção de água</strong>. Os micróbios alimentam-se dos grãos de café e libertam subprodutos químicos que se ligam às partículas do solo. As partículas ligadas acumulam-se para formar agregados que facilitam a drenagem.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/JLUvaBIMDOw/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=JLUvaBIMDOw" id="JLUvaBIMDOw"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Ao adicionar borras de café usadas ao solo (seja no exterior ou no interior, no caso de plantas de interior), menos é realmente mais. Brewer recomenda incorporar cerca de <strong>1,25 cm de borras no solo, chegando a uma profundidade de 10 cm à medida que avança</strong>. Se quiser fazer um composto rico e com infusão de café, pode guardar os grãos em recipientes selados até estar pronto para os incorporar. Comece por misturar uma parte de grãos de café com três partes de folhas e uma parte de aparas de relva fresca, em volume.</p><p>Revire a pilha de composto semanalmente e monitorize os níveis de humidade. <strong>O ideal é obter uma mistura de composto com apenas 20% de borras de café</strong>; qualquer percentagem superior será tóxica para as suas plantas, afirma Brewer.</p><p>Se adicionar borras diretamente ao solo, <strong>evite plântulas e solo recém-semeado</strong>, pois sabe-se que o café possui substâncias bioquímicas que podem suprimir o crescimento e o desenvolvimento de outras plantas (o que, no contexto certo, é uma tática de sobrevivência útil).</p><h2>Repulsão de pragas</h2><p>Os grãos de café são um excelente complemento para o solo devido ao seu aroma, e <strong>reutilizar o café desta forma é uma ótima maneira de promover práticas sustentáveis</strong> que podem ajudar o nosso planeta.</p><p>Voltando ao solo e aos animais que vivem nele e à sua superfície,<strong> adicionar grãos de café pode ajudar a afastar as pragas</strong>. Os gatos não gostam de cafeína, o que pode impedir que o gatinho travesso do vizinho revire os seus canteiros e deixe uma surpresa indesejada.</p><p>Brewer aconselha a utilização de uma mistura para regar o solo (de 1 a 2%) composta por uma parte de água e duas partes de café (preparado para maior potência) para proteger as suas plantas de lesmas e caracóis. Para uma pulverização foliar, pode adicionar nove partes de água a uma parte de café acabado de fazer.<strong> Aplique o café diluído nas folhas e deixe atuar durante alguns dias enquanto o tempo estiver quente</strong>. Se não se observar queimaduras nas folhas ou outro tipo de danos, pode continuar a pulverizar.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><a href="https://extension.oregonstate.edu/news/coffee-grounds-boost-soil-health-help-control-slugs" target="_blank"><em>Oregon State University News, Coffee grounds boost soil health — and help control slugs</em></a></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/como-utilizar-borras-de-cafe-para-enriquecer-o-solo-do-jardim-e-das-plantas-em-vasos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Do colapso à abundância: há uma década que não havia tanta sardinha no mar português]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/do-colapso-a-abundancia-ha-uma-decada-que-nao-havia-tanta-sardinha-no-mar-portugues.html</link><pubDate>Wed, 10 Jun 2026 16:01:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Com os Santos Populares à porta, a notícia não podia ser mais oportuna. Graças ao esforço e persistência dos pescadores, a espécie regressou ao mar e ao prato dos portugueses</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/do-colapso-a-abundancia-ha-uma-decada-que-nao-havia-tanta-sardinha-no-mar-portugues-1781093858214.jpg" data-image="i1xg7hzt51nq" alt="Sardinhas no oceano" title="Sardinhas no oceano"><figcaption>O stock da sardinha quadruplicou com um plano de gestão sustentável que pescadores portugueses e espanhóis cumpriram à risca. Foto: Hans/Pixabay</figcaption></figure><p>Houve um tempo em que os portos portugueses temeram o fim do peixe mais emblemático da nossa costa. Há uma década, os barcos regressavam a terra com redes vazias e as traineiras enfrentavam um deserto marinho que ameaçava o <strong>prato preferido</strong> dos verões portugueses e, em especial, dos <strong>arraiais</strong> dos Santos Populares. </p><p>O futuro parecia sombrio quando, em 2014, a certificação de sustentabilidade do Marine Stewardship Council (MSC) foi suspensa devido ao <strong>declínio drástico</strong> dos recursos. A realidade, hoje, é completamente distinta. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A costa da Península Ibérica regista atualmente uma abundância de sardinha que superou as melhores expectativas tanto de pescadores portugueses como de espanhóis.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Esta reviravolta histórica consta do relatório “Fishing for the Future”, divulgado pelo Marine Stewardship Council. Os dados revelam que a biomassa adulta deste <strong>recurso quadruplicou</strong> desde 2015. A impressionante recuperação resulta de uma estratégia luso-espanhola que aliou a biologia marinha à <strong>resiliência</strong> das comunidades piscatórias.</p><h2>Uma travessia nos anos de sobrevivência</h2><p>Para compreender estes resultados, importa recuar ao período crítico de <strong>2017</strong>. Nesse ano, a comunidade científica internacional recomendou a <strong>paragem total da atividade pesqueira</strong> para evitar o colapso da espécie. A perspetiva de encerramento sobressaltou desde pescadores até armadores e operários das indústrias conserveiras.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A frota de cerco iniciou então uma fase difícil de sobrevivência económica. Em vez de ignorar os alertas, o setor optou por assumir sacrifícios severos para salvaguardar o futuro do mar. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Durante quase uma década, as comunidades piscatórias aceitaram amarrar as embarcações ao cais em<strong> paragens</strong><strong> biológicas prolongadas</strong>. O controlo preventivo fixou limites anuais de captura muito restritos, exigindo uma disciplina coletiva sem precedentes na história da pesca ibérica.</p><h2>A aliança ibérica guiada pela ciência</h2><p>A inversão da tendência negativa assentou num <strong>plano de gestão </strong><strong>partilhado </strong>entre Portugal e Espanha. Os dois países uniram esforços para implementar regras comuns com base em dados biológicos rigorosos.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/do-colapso-a-abundancia-ha-uma-decada-que-nao-havia-tanta-sardinha-no-mar-portugues-1781094145323.jpg" data-image="hy80p879u7ez" alt="Embarcões de pesca em Sesimbra" title="Embarcões de pesca em Sesimbra"><figcaption>Os pescadores ibéricos atravessaram períodos prolongados de paragem de atividade que comprometeram a sua subsistência. Foto: Lopo Pizarro, trabalho do próprio, CC BY-SA 4.0, Wikimedia Commons</figcaption></figure><p>A estratégia integrou <strong>períodos de defeso</strong> para proteger a reprodução e um sistema flexível que ajustou as quotas conforme a evolução real do recurso no oceano. Esta proteção humana coincidiu com vários anos de <strong>recrutamento natural favorável</strong>, expressão que designa a sobrevivência dos peixes jovens até à idade de reprodução. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O empenho foi recompensado com a atribuição do selo azul de pesca sustentável a mais de 300 embarcações que operam desde o Golfo da Biscaia até ao Estreito de Gibraltar. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A sardinha deixou finalmente de ser um símbolo de escassez para se tornar um exemplo de <strong>convivência harmoniosa</strong> entre a atividade económica e o meio ambiente.</p><h2>O pessimismo nacional perante os dados reais</h2><p>O sucesso deste processo contraria o <strong>ceticismo </strong>generalizado dos <strong>consumidores</strong>. O inquérito incluído no relatório indica que quatro em cada dez portugueses acreditam que um stock esgotado nunca mais consegue recuperar os seus níveis saudáveis.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Apenas um terço dos entrevistados sabe que as populações marinhas possuem capacidade de regeneração se houver uma intervenção adequada.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Apesar desta visão pessimista, o estudo confirma que os portugueses revelam uma <strong>elevada sensibilidade</strong> para os temas marítimos. Cerca de 85% dos inquiridos reconhecem que a água cobre a maior parte da superfície do planeta e a esmagadora maioria sabe que a <strong>pressão da pesca</strong> aumentou significativamente no último meio século. </p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/do-colapso-a-abundancia-ha-uma-decada-que-nao-havia-tanta-sardinha-no-mar-portugues-1781094339546.jpg" data-image="bvoycs7lvo5b" alt="Sardinha assada" title="Sardinha assada"><figcaption>Após vários anos de escassez, podemos voltar a comer sardinhas neste verão, sem peso na consciência. Foto: Mario Cvitkovic/Pixabay</figcaption></figure><p>Subsistem, no entanto, algumas lacunas de conhecimento geral, visto que mais de metade <strong>desconhece a origem geográfica do atum</strong> consumido globalmente e uma boa parte ignora a profundidade real das fossas oceânicas. As alterações climáticas e a poluição continuam a figurar no topo das preocupações da população portuguesa.</p><h2>A capacidade de regeneração global</h2><p>A recuperação alcançada na costa ibérica não é um caso isolado e reforça as mensagens de esperança partilhadas pela organização ambiental. O relatório detalha outros sucessos internacionais de grande relevância, como o caso do <strong>atum-rabilho</strong> no Atlântico Oriental. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>À beira do colapso no final do século passado, a espécie atingiu recentemente os valores populacionais mais elevados desde os anos de 1960 graças a controlos muito rígidos.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O percurso da <strong>pescada</strong> segue a mesma direção favorável. Após um declínio acentuado na <strong>década de 1990</strong>, os stocks estabilizaram em patamares seguros devido à alteração técnica do tamanho das malhas das redes de pesca. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="722494" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/como-proteger-os-oceanos-da-pesca-predatoria-com-satelites-de-ultima-geracao-respondem-os-investigadores.html" title="Como proteger os oceanos da pesca predatória? Com satélites de última geração, respondem os investigadores">Como proteger os oceanos da pesca predatória? Com satélites de última geração, respondem os investigadores</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/como-proteger-os-oceanos-da-pesca-predatoria-com-satelites-de-ultima-geracao-respondem-os-investigadores.html" title="Como proteger os oceanos da pesca predatória? Com satélites de última geração, respondem os investigadores"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-proteger-os-oceanos-da-pesca-predatoria-com-satelites-de-ultima-geracao-dizem-os-investigadores-1753974726443_320.jpg" alt="Como proteger os oceanos da pesca predatória? Com satélites de última geração, respondem os investigadores"></a></article></aside><p>No prefácio do relatório, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura salienta que estes exemplos demonstram a eficácia da união entre o conhecimento científico e o compromisso político. O grande desafio nestes tempos de incerteza consiste em <strong>expandir estas boas </strong><span style="margin: 0px; padding: 0px;"><strong>práticas </strong>para</span> assegurar oceanos saudáveis para as próximas gerações.</p><h3><em>Referência do artigo</em></h3><p><em><a href="https://www.msc.org/docs/default-source/default-document-library/what-we-are-doing/fishing-for-the-future---msc-sustainable-stocks-report-(2026)dcfab440-5a4b-4fe7-a762-c2e06c57fc5f.pdf?sfvrsn=f46aebc8_1" target="_blank">FISHING FOR THE FUTURE - How sustainable fishing helps secure stocks and build long-term resilience</a>. Marine Stewardship Council</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/do-colapso-a-abundancia-ha-uma-decada-que-nao-havia-tanta-sardinha-no-mar-portugues.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O modelo europeu alterou a previsão da circulação atmosférica para junho: quais as alterações em Portugal?]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-modelo-europeu-alterou-a-previsao-da-circulacao-atmosferica-para-junho-quais-as-alteracoes-em-portugal.html</link><pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:15:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O modelo europeu reviu a circulação atmosférica para junho, apontando agora para uma segunda metade do mês mais dinâmica em Portugal, com alternância entre calor intenso, períodos de estabilidade e episódios de instabilidade.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-modelo-europeu-alterou-a-previsao-da-circulacao-atmosferica-para-junho-quais-as-alteracoes-em-portugal-1781092913788.jpg" data-image="3d8itq1lkep4" alt="Chuva, trovoada e calor" title="Chuva, trovoada e calor"> <figcaption>Portugal entre calor intenso, trovoadas e chuva. Os próximos dias trazem mudanças rápidas no estado do tempo.</figcaption></figure><p>Os mais recentes cálculos do modelo europeu ECMWF para os <strong>Sub-seasonal</strong> <strong>Weather Regimes</strong> (Regimes atmosféricos na Europa-Atlântico Norte) introduziram alterações relevantes na previsão da circulação atmosférica para a segunda metade de junho. </p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Se há poucos dias o cenário apontava para um domínio quase contínuo do regime <strong>Scandinavian Blocking</strong>, a atualização mais recente mostra uma atmosfera muito mais dinâmica, com alternância entre diferentes regimes e períodos sem um padrão dominante.</p><h2>Entre 11 e 15 de junho o calor intenso será seguido de instabilidade</h2><p>Os primeiros dias após 10 de junho deverão ser marcados por uma circulação pouco definida, permitindo que uma massa de ar muito quente se instale sobre a Península Ibérica.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-modelo-europeu-alterou-a-previsao-da-circulacao-atmosferica-para-junho-quais-as-alteracoes-em-portugal-1781091209802.jpg" data-image="jobqxr96ojnl" alt="Regimes atmosféricos Euro-Atlânticos" title="Regimes atmosféricos Euro-Atlânticos"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-897434">A previsão do ECMWF mostra uma atmosfera mais dinâmica e menos bloqueada, com alternância entre diferentes regimes e vários dias em que não existe um regime claramente dominante (cinzento).</figcaption></figure><p>Este cenário irá favorecer uma subida generalizada das temperaturas e uma diminuição do vento relativamente aos dias anteriores. Contudo, entre <strong>13 e 15 de junho</strong>, o reforço temporário do regime <strong>Scandinavian Blocking (Bloqueio Escandinavo)</strong> poderá alterar novamente o estado do tempo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-modelo-europeu-alterou-a-previsao-da-circulacao-atmosferica-para-junho-quais-as-alteracoes-em-portugal-1781091534088.jpg" data-image="x4d9kly1lui2" alt="Chuva" title="Chuva"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-957303">Entre 13 e 15 de junho, uma pequena quantidade de água precipitável poderá aproximar-se da Península Ibérica. A interação entre ar muito quente (já presente) e humidade atlântica poderá favorecer aguaceiros e trovoadas no Norte e Centro e Sul.</figcaption></figure><p>A aproximação de água precipitável vinda do Atlântico poderá originar <strong>aguaceiros e trovoadas no Norte e Centro e Sul de Portugal</strong>, localmente moderados ou fortes, devido ao contraste entre a massa de ar muito quente instalada e a humidade proveniente do Atlântico.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-modelo-europeu-alterou-a-previsao-da-circulacao-atmosferica-para-junho-quais-as-alteracoes-em-portugal-1781091620114.png" data-image="ninaobkglrda"></figure><p> Se a atual tendência se confirmar, esta situação poderá <strong>prolongar-se até segunda-feira, dia 15 de junho</strong>, antes de nova reorganização da circulação atmosférica. </p><h2>A segunda metade de junho poderá ser mais variável</h2><p>Ao contrário do que indicavam as previsões anteriores, o novo ensemble do ECMWF deixa de mostrar um bloqueio escandinavo persistente durante toda a segunda metade do mês. Entre <strong>15 e 20 de junho</strong>, observa-se uma sucessão de períodos sem regime dominante, alternados com fases de <strong>NAO+</strong> e de <strong>Scandinavian Blocking</strong>, tornando a evolução atmosférica bastante mais incerta.</p><p>Esta alternância favorece rápidas mudanças no estado do tempo e dificulta a instalação prolongada de um padrão estável sobre Portugal.</p><h2>Nova instabilidade prevista entre 17 e 19 de junho</h2><p>Os mapas sinópticos mais recentes sugerem uma nova fase de instabilidade entre <strong>17 e 19 de junho</strong>, podendo trazer precipitação moderada a Portugal Continental e à restante Península Ibérica.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-modelo-europeu-alterou-a-previsao-da-circulacao-atmosferica-para-junho-quais-as-alteracoes-em-portugal-1781091828891.jpg" data-image="1hunp8dzfnma" alt="Mapa de chuva" title="Mapa de chuva"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-858118">A 18 de junho, os mapas do ECMWF sugerem nova aproximação de instabilidade sob a Península Ibérica, com possibilidade de precipitação moderada em Portugal, sobretudo nas regiões do interior Norte e Centro.</figcaption></figure><p>Apesar deste aumento da instabilidade, <strong>as temperaturas poderão continuar elevadas no Sul do país, </strong>enquanto o Norte e parte do Centro poderão registar uma descida térmica devido ao aumento da nebulosidade e da precipitação.</p><h2>Um mês de junho menos previsível do que parecia</h2><p>As atualizações mais recentes do ECMWF evidenciam que a circulação atmosférica sobre o Atlântico Norte e Europa continua bastante dinâmica e sujeita a reajustes diários.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773181" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/subida-de-ate-8-c-amanha-as-temperaturas-disparam-nestas-5-cidades-do-norte-de-portugal-continental.html" title="Subida de até 8 ºC: amanhã as temperaturas disparam nestas 5 cidades do Norte de Portugal continental">Subida de até 8 ºC: amanhã as temperaturas disparam nestas 5 cidades do Norte de Portugal continental</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/subida-de-ate-8-c-amanha-as-temperaturas-disparam-nestas-5-cidades-do-norte-de-portugal-continental.html" title="Subida de até 8 ºC: amanhã as temperaturas disparam nestas 5 cidades do Norte de Portugal continental"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/subida-de-ate-8-c-amanha-as-temperaturas-disparam-nestas-5-cidades-do-norte-de-portugal-continental-1781088893992_320.jpg" alt="Subida de até 8 ºC: amanhã as temperaturas disparam nestas 5 cidades do Norte de Portugal continental"></a></article></aside><p>Em vez de um bloqueio persistente durante várias semanas, o modelo europeu aponta agora para uma alternância entre diferentes regimes atmosféricos, traduzindo-se em <strong>períodos de calor intenso intercalados por episódios de instabilidade</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-modelo-europeu-alterou-a-previsao-da-circulacao-atmosferica-para-junho-quais-as-alteracoes-em-portugal.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Este oásis tropical escondido é um dos mais belos locais para nadar em águas abertas. Onde fica?]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/este-oasis-tropical-escondido-e-um-dos-mais-belos-locais-para-nadar-em-aguas-abertas-onde-fica.html</link><pubDate>Wed, 10 Jun 2026 12:57:39 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Dê o grande salto e deixe-se seduzir pelas sensações únicas de um mergulho em águas abertas e pelo relaxamento de uma sessão de sauna num cenário pitoresco, a poucos passos de Londres.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/cette-oasis-tropicale-cachee-est-l-un-des-plus-beaux-spots-de-baignade-en-eau-libre-ou-se-trouve-t-il-1781001603985.jpg" data-image="aefykgh5t7ja" alt="Laissez-vous séduire par les sensations uniques de la baignade en eau libre" title="Laissez-vous séduire par les sensations uniques de la baignade en eau libre"><figcaption>Deixe-se seduzir pelas sensações únicas de um mergulho em águas abertas. Crédito: Divers Cove</figcaption></figure><p><strong>Existe um local pouco conhecido, aninhado no coração das magníficas paisagens de Surrey</strong>, que oferece aos amantes da natureza uma experiência imersiva que combina banhos no lago e sessões de terapia de contraste, conhecidas pelos seus efeitos estimulantes e revigorantes.</p><p>Poderá também participar numa sessão de ioga relaxante, pontuada por banhos, momentos de descontração e diversas atividades de bem-estar, antes de concluir o dia com uma prática de ioga ainda mais tranquilizante. <strong>Visite Divers Cove (North Park Lane, Godstone, Surrey)</strong> para se conceder uma pausa de relaxamento, desconexão e recarga de energias.</p><h2>Descubra a natação em águas abertas</h2><p><strong>Descubra os benefícios revitalizantes da natação em águas frias nos arredores de Londres</strong>. A Divers Cove oferece sessões de iniciação à natação em águas frias, bem como programas de treino de quatro semanas centrados no crawl e/ou no aperfeiçoamento técnico para nadadores mais experientes.</p><p>Neste reservatório de 7,3 acres (cerca de 3 hectares), <strong>a temperatura da água pode atingir os 25 °C no final do verão</strong>. Sob o sol, as águas turquesa convidam imediatamente à evasão e proporcionam uma verdadeira sensação de férias.</p><p>Apesar destas temperaturas agradáveis,<strong> recomenda-se sempre realizar um aquecimento suave antes de mergulhar em águas abertas, para dar tempo ao corpo de se adaptar gradualmente à mudança de temperatura</strong>. Além disso, quando a água desce abaixo dos 16 °C, o uso de um fato de mergulho torna-se obrigatório. Este pode ser trazido pelos visitantes, alugado no local ou comprado.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/50i-vQPwPRQ/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=50i-vQPwPRQ" id="50i-vQPwPRQ"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Para nadar em águas abertas em Divers Cove, <strong>é necessário usar uma touca de banho de cor viva, para garantir uma boa visibilidade na água, bem como um colete salva-vidas</strong>. Este equipamento pode ser trazido pelos visitantes ou alugado e comprado no local.</p><p>Os visitantes e os membros também podem desfrutar de deliciosas pizzas artesanais, ideais para se aquecerem após um mergulho em águas frias. Aqueles que desejam simplesmente desfrutar da tranquilidade do local também poderão apreciar <strong>a atmosfera pacífica do lago e dos bosques circundantes antes de saírem de uma sauna noturna bem quente</strong>.</p><h2>Banhos, sauna e ioga</h2><p>Para os amantes de banhos em águas abertas e de ioga, é difícil imaginar uma combinação melhor para recarregar completamente as energias. A professora de ioga Anna Rooke organiza, ao longo do verão, <strong>retiros de meio dia especialmente concebidos para promover o bem-estar do corpo e da mente</strong>.</p><p>No programa: sessões de ioga yin relaxante, práticas de ioga nidra particularmente calmantes, banhos ou imersões em água fria, sessões de sauna e iguarias energizantes. <strong>Uma experiência pensada para revitalizar o corpo, acalmar a mente e recuperar uma verdadeira sensação de bem-estar</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772557" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/a-melhor-praia-da-europa-fica-mesmo-em-portugal.html" title="A melhor praia da Europa fica mesmo em Portugal">A melhor praia da Europa fica mesmo em Portugal</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/a-melhor-praia-da-europa-fica-mesmo-em-portugal.html" title="A melhor praia da Europa fica mesmo em Portugal"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/a-melhor-praia-da-europa-fica-mesmo-em-portugal-1780733980402_320.jpg" alt="A melhor praia da Europa fica mesmo em Portugal"></a></article></aside><p><strong>As vagas para os retiros de verão que combinam natação em águas abertas e ioga com Anna Rooke estão, neste momento, esgotadas</strong>.<strong> </strong>No entanto, recomendamos que fique atento a eventuais novos retiros que possam vir a ser anunciados em breve.</p><p>Entretanto, <strong>deixe-se seduzir pela experiência única do Divers Cove</strong>. Dê o grande salto e ofereça ao seu corpo e à sua mente um momento tão estimulante quanto revigorante. Quem sabe? <strong>Esta experiência pode muito bem fazer com que queira voltar vezes sem conta</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/este-oasis-tropical-escondido-e-um-dos-mais-belos-locais-para-nadar-em-aguas-abertas-onde-fica.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Gota fria em aproximação: trovoadas fortes começam a ganhar terreno a partir de sábado, dia 13]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/gota-fria-em-aproximacao-trovoadas-fortes-comecam-a-ganhar-terreno-a-partir-de-sabado-dia.html</link><pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:35:47 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Os nossos mapas continuam a insistir na possibilidade de formação de uma gota fria, que poderá levar à ocorrência de chuva fraca a moderada e trovoadas fortes em Portugal Continental.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaecdeq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaecdeq.jpg" id="xaecdeq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Os dias secos e soalheiros podem ter as horas contadas. O modelo europeu, ECMWF, mostra-nos a <strong>formação de uma gota fria </strong>ou depressão isolada em altitude, a partir das últimas horas de sábado, a sul de Portugal Continental.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Ao que tudo indica, esta deverá permanecer sobre aquela região até segunda-feira, devendo resultar em<strong> fenómenos como chuva </strong>fraca a moderada, <strong>trovoadas</strong> fortes e num <strong>aumento da velocidade do vento</strong>, em boa parte do país.</p><h2>Instabilidade atmosférica regressa no sábado</h2><p>Segundo a mais recente atualização dos nossos mapas, a nebulosidade poderá cobrir o país já na sexta-feira. No entanto, será na manhã de sábado, dia 13, que <strong>a chuva poderá surgir em alguns locais da região Centro</strong>, dissipando-se pouco depois. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/gota-fria-em-aproximacao-trovoadas-fortes-comecam-a-ganhar-terreno-a-partir-de-sabado-dia-1781087511321.png" data-image="lnkd8ttkft3n" alt="densidade de raios" title="densidade de raios"><figcaption>Entre sábado e segunda-feira esperam-se vários episódios de trovoada forte, em vários pontos do país, mas com maior expressão no Norte e Centro.</figcaption></figure><p>Nas primeiras horas da tarde desse dia, será a região Norte a <strong>registar alguns episódios de chuva fraca a moderada </strong>que deverão estender-se novamente ao Centro e permanecer até ao final do dia, de forma irregular. </p><p>Já a trovoada, esta poderá começar a sentir-se ainda na madrugada de sábado, no litoral Centro, <strong>evoluindo nas horas seguintes</strong>, podendo afetar uma boa parte das regiões Norte e Centro com alguns períodos de trovoada intensa, especialmente entre as 15h e as 16h.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/gota-fria-em-aproximacao-trovoadas-fortes-comecam-a-ganhar-terreno-a-partir-de-sabado-dia-1781090654695.png" data-image="oihnjjvfdrtn" alt="rajadas de vento" title="rajadas de vento"><figcaption>Ao longo do dia de sábado, o vento poderá ganhar mais velocidade no Sotavento Algarvio, com rajadas na ordem dos 65 km/h.</figcaption></figure><p>Quanto ao vento mais forte, este também poderá surgir ao início da madrugada de sábado na região algarvia e permanecer até ao final da tarde, especialmente no<strong> Sotavento Algarvio, com rajadas na ordem dos 65 km/h</strong>, como podemos observar acima. Nas últimas horas do dia, a velocidade do vento poderá aumentar também na região do Ribatejo.</p><h2>No domingo e na segunda-feira dar-se-á uma extensão destes fenómenos</h2><p>No <strong>domingo, o período mais crítico da trovoada deverá ser entre as 13h e as 19h</strong>, momento em que a mesma poderá ganhar terreno e abranger toda a região Norte e uma boa parte da região Centro. A chuva também deverá abranger uma área maior face ao dia de sábado, podendo ocorrer numa boa área da região Norte e ainda na Beira Interior, ao final da tarde. Já o vento deverá contar com rajadas mais intensas entre as 16h e as 19h, especialmente na Beira Interior, com valores na ordem dos <strong>60 km/h</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773181" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/subida-de-ate-8-c-amanha-as-temperaturas-disparam-nestas-5-cidades-do-norte-de-portugal-continental.html" title="Subida de até 8 ºC: amanhã as temperaturas disparam nestas 5 cidades do Norte de Portugal continental">Subida de até 8 ºC: amanhã as temperaturas disparam nestas 5 cidades do Norte de Portugal continental</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/subida-de-ate-8-c-amanha-as-temperaturas-disparam-nestas-5-cidades-do-norte-de-portugal-continental.html" title="Subida de até 8 ºC: amanhã as temperaturas disparam nestas 5 cidades do Norte de Portugal continental"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/subida-de-ate-8-c-amanha-as-temperaturas-disparam-nestas-5-cidades-do-norte-de-portugal-continental-1781088893992_320.jpg" alt="Subida de até 8 ºC: amanhã as temperaturas disparam nestas 5 cidades do Norte de Portugal continental"></a></article></aside><p>Na segunda-feira o cenário será idêntico ao de domingo, com o período mais crítico entre as 13h e as 19h, mas com <strong>maior expressão pelas 16h, onde a trovoada e a chuva fraca poderão chegar ao Sul do país</strong>, cobrindo a maior parte do território continental. Na Beia Interior, poderá dar-se um episódio de chuva forte, por volta do mesmo horário. O vento ganhará maior expressão ao longo do dia, em boa parte do país, com <strong>rajadas entre os 35 km/h e os 60 km/h</strong>. Neste dia, o Nordeste Transmontano poderá ser uma das regiões mais ventosas.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/gota-fria-em-aproximacao-trovoadas-fortes-comecam-a-ganhar-terreno-a-partir-de-sabado-dia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Subida de até 8 ºC: amanhã as temperaturas disparam nestas 5 cidades do Norte de Portugal continental]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/subida-de-ate-8-c-amanha-as-temperaturas-disparam-nestas-5-cidades-do-norte-de-portugal-continental.html</link><pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:07:33 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Portugal continental enfrentará um episódio de calor intenso nas próximas horas e dias. A subida mais acentuada da temperatura máxima está prevista já para amanhã, especialmente na Região Norte, onde haverá aumentos até 8 ºC nas principais cidades.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xaecgmm"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xaecgmm.jpg" id="xaecgmm"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Entre <strong>hoje - quarta-feira, 10 - e sábado, 13 de junho, Portugal continental enfrentará um episódio de calor intenso</strong>, marcado pela persistência de valores elevados da temperatura máxima. Apesar da intensidade prevista, este evento não reúne os critérios suficientes para ser classificado como uma onda de calor, designadamente no que toca à sua duração.</p><div class="texto-destacado"><strong>No vídeo </strong><br>Nestes próximos dias o estado do tempo no nosso país será condicionado pela influência de um <strong>anticiclone</strong> centrado a nordeste do arquipélago dos Açores, cujo campo de pressão se prolongará em crista até França, em conjugação com a entrada de uma <strong>massa de ar quente e seco impulsionada do Norte de África</strong> até à Península Ibérica e favorecida pelo predomínio de um <strong>fluxo de Leste</strong>. </div><p>Isto contribuirá para uma subida generalizada e acentuada das temperaturas máximas e para condições de estabilidade atmosférica, apesar das trovoadas previstas a partir do fim de semana devido à presença de ar frio em níveis altos da atmosfera.</p><h2>Quinta, dia 11 com subida acentuada da temperatura máxima. A previsão para as 5 capitais distritais do Norte</h2><p><strong>As temperaturas vão subir já hoje, dia 10, esperando-se valores de temperatura máxima a variar entre 25 e 35 ºC</strong>, com exceção de alguns locais da faixa costeira, onde serão ligeiramente inferiores.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/subida-de-ate-8-c-amanha-as-temperaturas-disparam-nestas-5-cidades-do-norte-de-portugal-continental-1781088712359.png" data-image="y0gk9rnxc3vc"><figcaption>Esta quinta-feira, 11 de junho, as temperaturas máximas nas principais cidades da Região Norte deverão registar subidas entre 3 e 8 ºC face a hoje.</figcaption></figure><p>Não obstante, <strong>a subida mais acentuada está prevista para quinta-feira, dia 11, quando poderão subir cerca de 10 ºC em algumas zonas</strong>. A Região Norte e o litoral Centro são as áreas do país em que a intensificação do calor será mais notável entre hoje (10) e amanhã (11).</p><div class="texto-destacado">O <strong>IPMA</strong> já emitiu <strong>aviso amarelo de tempo quente para 15 distritos de Portugal continental na quinta-feira, dia 11</strong> - exceto em Vila Real, Viseu e Bragança - e para <strong>o total da geografia continental (18 distritos) na sexta-feira, 12 de junho</strong>.</div><p>De acordo com os mapas de referência da Meteored, se colocarmos a nossa atenção somente nas principais capitais distritais nortenhas para quinta-feira (11), as temperaturas máximas deverão atingir os <strong>32 ºC em Braga e no Porto, após aumentos de 5 e 8 ºC, respetivamente</strong>. Em <strong>Vila Real prevê-se 31 ºC</strong> (+3 ºC face a hoje), em<strong> Bragança 29 ºC</strong> (+4 ºC face a hoje) e em <strong>Viana do Castelo 24 ºC</strong> (+4 ºC face a hoje).</p><h2>Sexta-feira, 12 de junho, será o dia mais quente em intensidade e área geográfica abrangida</h2><p> Prevê-se que sexta-feira, 12 de junho, seja o dia mais quente, com as <strong>temperaturas máximas a variarem entre 35 e 40 ºC na generalidade da geografia</strong>. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773005" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/os-modelos-coincidem-entre-sabado-e-terca-feira-uma-gota-fria-deixara-trovoadas-fortes-em-portugal-continental.html" title="Os modelos coincidem: entre sábado e terça-feira uma gota fria deixará trovoadas fortes em Portugal continental">Os modelos coincidem: entre sábado e terça-feira uma gota fria deixará trovoadas fortes em Portugal continental</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/os-modelos-coincidem-entre-sabado-e-terca-feira-uma-gota-fria-deixara-trovoadas-fortes-em-portugal-continental.html" title="Os modelos coincidem: entre sábado e terça-feira uma gota fria deixará trovoadas fortes em Portugal continental"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/os-modelos-coincidem-entre-sabado-e-terca-feira-uma-gota-fria-deixara-trovoadas-fortes-em-portugal-continental-1781001209303_320.jpg" alt="Os modelos coincidem: entre sábado e terça-feira uma gota fria deixará trovoadas fortes em Portugal continental"></a></article></aside><p><strong>Atenção também aos valores elevados da temperatura mínima</strong> nas próximas noites em praticamente toda a geografia do Continente. Nalgumas zonas do país prevê-se que sejam registados<strong> valores próximos ou superiores a 20 ºC </strong>até à noite de sábado (13) para domingo (14), o que resultará nas chamadas <strong>noites tropicais</strong>, especialmente a partir de sexta (12).</p><p><strong>No sábado (13) espera-se que as temperaturas máximas se mantenham geralmente muito elevadas, entre 30 e 38 ºC</strong>, exceto no Algarve, nalguns locais da faixa costeira ocidental e em pontos montanhosos das Regiões Norte e Centro, onde os valores estarão mais contidos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/subida-de-ate-8-c-amanha-as-temperaturas-disparam-nestas-5-cidades-do-norte-de-portugal-continental.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Criam tijolo capaz de arrefecer cidades em até 9 graus, e isso pode mudar a forma de construir prédios]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/criam-tijolo-capaz-de-resfriar-cidades-em-ate-9-graus-e-isso-pode-mudar-a-forma-de-construir-predios.html</link><pubDate>Wed, 10 Jun 2026 07:31:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Um protótipo de terracota impresso em 3D promete arrefecer espaços urbanos em até 9 °C através da evaporação. A inovação utiliza água, argila e energia solar, e pode transformar pontos de autocarro, praças e edifícios em refúgios contra o calor extremo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/crean-un-ladrillo-capaz-de-enfriar-las-ciudades-hasta-9-grados-y-podria-cambiar-la-forma-de-construir-edificios-1781028369111.png" data-image="t7bnyvqu3cij"><figcaption>Imagem de referência inspirada no Bloc°, um módulo de argila impresso em 3D projetado para arrefecer espaços urbanos utilizando água, argila e ventilação. Este tipo de projeto visa criar zonas de alívio térmico em cidades cada vez mais expostas ao calor extremo.</figcaption></figure><p>No meio de cidades cada vez mais quentes, onde o concreto, o asfalto e as superfícies escuras acumulam calor durante o dia e o libertam lentamente à noite, uma ideia simples recorre aos materiais tradicionais para imaginar o futuro urbano.</p><p>Este é o <strong>Bloc°</strong>, um <strong>sistema modular de argila (barro) impresso em 3D</strong> que promete<strong> arrefecer espaços públicos</strong> como pontos de autocarros, praças, pátios de escolas ou áreas de pedestres. Segundo os seus criadores, sob certas condições <strong>poderia reduzir a temperatura em até 9 °C</strong>, utilizando água, argila e energia solar.</p><h2>Um tijolo de terracota para arrefecimento a água</h2><p>O projeto foi desenvolvido por Andrin Stocker e Luc Schweizer, estudantes de Design Industrial da Universidade de Artes de Zurique, na Suíça. A proposta não visa funcionar como um ar-condicionado tradicional, mas sim como<strong> uma estrutura urbana capaz de proporcionar alívio térmico em áreas muito expostas ao calor</strong>.</p><p><strong>A chave está na argila, um material poroso que absorve e retém água</strong>. Quando o ar quente passa pela cerâmica húmida, parte dessa água evapora. Nesse processo, a evaporação retira calor do ambiente, e o ar que sai pela estrutura pode parecer mais fresco.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/crean-un-ladrillo-capaz-de-enfriar-las-ciudades-hasta-9-grados-y-podria-cambiar-la-forma-de-construir-edificios-1781027253833.png" data-image="7rqecu9yjkvr"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-253992">O protótipo Bloc° utiliza argila impressa em 3D para criar módulos capazes de arrefecer o ar através da evaporação. O seu design combina argila, água e ventilação solar, inspirando-se em soluções passivas para combater o calor urbano. Créditos: Arts Thread / Bloc°.</figcaption></figure><p>É o mesmo princípio que permite que o suor arrefeça os nossos corpos ou que mantêm a água mais fresca em antigos potes de barro. A diferença aqui é que esta ideia é aplicada ao <strong>planeamento urbano</strong> utilizando impressão 3D, módulos de cerâmica e um sistema projetado para espaços públicos.</p><p><strong>Cada bloco contém câmaras internas que armazenam água e permitem a circulação de ar</strong>. Pequenos ventiladores movidos a energia solar ajudam a movimentar o fluxo de ar pela estrutura, enquanto uma bomba mantém a cerâmica húmida sem depender diretamente da rede elétrica.</p><h2>Uma técnica ancestral com um design futurista</h2><p>Embora possa parecer futurista, <strong>o Bloc° inspira-se em soluções utilizadas por várias culturas há séculos</strong>. Entre elas, torres de vento persas, construções de barro em climas quentes e formas naturais como cactos ou termiteiras, que conseguem regular a temperatura através da sombra, ventilação e evaporação.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/crean-un-ladrillo-capaz-de-enfriar-las-ciudades-hasta-9-grados-y-podria-cambiar-la-forma-de-construir-edificios-1781027414525.png" data-image="275o306esdvr"> <figcaption>Bloc° é um módulo de argila impresso em 3D que utiliza a porosidade da argila para reter água e arrefecer o ar através da evaporação. O seu design visa proporcionar sombra, ventilação e alívio térmico em espaços urbanos expostos ao calor. Créditos: Arts Thread/Bloc°.</figcaption></figure><p>A ideia dos criadores era combinar estes princípios passivos com ferramentas contemporâneas. A impressão 3D permite o fabrico de formas complexas, otimiza a circulação do ar e adapta os módulos a diferentes locais da cidade.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="668796" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/um-anel-de-terras-rurais-ajudara-as-cidades-a-reduzir-o-efeito-de-ilha-de-calor-urbano-segundo-um-novo-estudo-adaptacao.html" title="Um anel de terras rurais ajudará as cidades a reduzir o efeito de ilha de calor urbano, segundo um novo estudo">Um anel de terras rurais ajudará as cidades a reduzir o efeito de ilha de calor urbano, segundo um novo estudo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/um-anel-de-terras-rurais-ajudara-as-cidades-a-reduzir-o-efeito-de-ilha-de-calor-urbano-segundo-um-novo-estudo-adaptacao.html" title="Um anel de terras rurais ajudará as cidades a reduzir o efeito de ilha de calor urbano, segundo um novo estudo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/un-anillo-de-vegetacion-ayudara-a-las-ciudades-a-reducir-el-efecto-isla-de-calor-urbano-segun-un-estudio-internacional-1722814743384_320.jpg" alt="Um anel de terras rurais ajudará as cidades a reduzir o efeito de ilha de calor urbano, segundo um novo estudo"></a></article></aside><p>Em dias com temperaturas acima dos 30 °C, uma instalação completa pode utilizar aproximadamente 56 litros de água, provenientes da rede pública ou recolhidas da chuva através de uma estrutura superior em forma de funil. Desta forma,<strong> o sistema visa reduzir o consumo de energia</strong> e evitar o uso de refrigerantes associados aos equipamentos de ar condicionado convencionais.</p><h2>Não substitui as árvores, mas pode ajudar o clima</h2><p><strong>A invenção ainda está na fase de protótipo</strong>. Não se trata de um produto fabricado em massa nem de uma solução instalada permanentemente nas ruas, portanto, <strong>ainda precisa de ser testada em condições reais</strong>: vento, humidade, uso intenso, desgaste, manutenção e disponibilidade de água.</p><div class="texto-destacado">Possui uma limitação importante: o arrefecimento evaporativo funciona melhor em climas quentes e secos. Em ambientes muito húmidos, o ar já contém uma quantidade significativa de vapor de água, e a evaporação torna-se menos eficiente.</div><p>Ainda assim, o seu valor está em levantar uma questão urgente: o mobiliário urbano pode ajudar a combater as ondas de calor? Em cidades afetadas por ilhas de calor, um muro ou ponto de autocarro capaz de fornecer ar mais fresco <strong>não resolverá o problema por si só, mas poderá complementar medidas essenciais</strong> como mais árvores, sombra, pavimentos permeáveis e um melhor planeamento urbano.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/crean-un-ladrillo-capaz-de-enfriar-las-ciudades-hasta-9-grados-y-podria-cambiar-la-forma-de-construir-edificios-1781027342700.png" data-image="0uucd4amm3av"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-971811">O Bloc° também foi projetado para ser integrado a espaços públicos, como pontos de autocarros, praças e áreas de pedestres. O seu sistema de módulos de argila, água e ventilação solar visa proporcionar alívio térmico em cidades cada vez mais expostas a ondas de calor. Créditos: Arts Thread/Bloc°.</figcaption></figure><p>O projeto Bloc° lembra-nos que a inovação climática nem sempre depende de grandes máquinas. Às vezes, ela pode surgir da observação de um material ancestral, como a argila, e da reflexão sobre como ela poderia ajudar-nos a construir cidades mais habitáveis num planeta cada vez mais quente.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>AS. <a href="https://as.com/actualidad/sociedad/crean-un-ladrillo-capaz-de-enfriar-las-ciudades-hasta-9-grados-y-podria-cambiar-la-forma-de-construir-edificios-f202606-n/?outputType=amp" target="_blank">Crean un ladrillo capaz de enfriar las ciudades hasta 9 grados y podría cambiar la forma de construir edificios.</a></em></p><p><em>Arts Thread <a href="https://www.artsthread.com/portfolios/bloc1" target="_blank">Bloc°.</a></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/criam-tijolo-capaz-de-resfriar-cidades-em-ate-9-graus-e-isso-pode-mudar-a-forma-de-construir-predios.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[CAP atribui a Bernardo Vieira e Brito o prémio “Melhor Projeto de Jovem Agricultor 2026”]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/cap-atribui-a-bernardo-vieira-e-brito-o-premio-melhor-projeto-de-jovem-agricultor.html</link><pubDate>Wed, 10 Jun 2026 06:19:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) anunciou nesta segunda-feira, 8 de junho, na Feira Nacional de Agricultura, em Santarém, o vencedor do prémio “Melhor Projeto de Jovem Agricultor 2026”, no âmbito do Concurso Nacional de Jovens Agricultores.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/cap-atribui-a-bernardo-vieira-e-brito-o-premio-melhor-projeto-de-jovem-agricultor-1781029007172.jpg" data-image="rvbpjnd0zfou" alt="Atribuição do prémio “Melhor Projeto de Jovem Agricultor 2026”" title="Atribuição do prémio “Melhor Projeto de Jovem Agricultor 2026”"><figcaption>O prémio “Melhor Projeto de Jovem Agricultor 2026” foi atribuído a Bernardo Vieira e Brito (ao centro, na imagem) e entregue pelo presidente da CAP, Álvaro Mendonça e Moura. Crédito da fotografia: CAP.</figcaption></figure><p><strong>Bernardo Vieira e Brito</strong> tem 36 anos, é licenciado em Direito e possui um MBA, sendo detentor de <strong>experiência profissional nas áreas da advocacia, da consultoria de gestão e de <em>marketin</em></strong><strong><em>g</em></strong>. E é o vencedor do prémio “Melhor Projeto de Jovem Agricultor 2026”, atribuído pela CAP.</p><p>O <strong>prémio, propositadamente anunciado na Feira Nacional de Agricultura, em Santarém</strong>, durante uma conferência dedicada aos jovens agricultores, foi entregue a um projeto que, para a CAP, “assume a agricultura com a mesma exigência de planeamento, eficiência e visão estratégica exigidos a qualquer outra atividade empresarial”.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A exploração agrícola de Bernardo Vieira e Brito agora premiada integra três hectares de vinha DOC vinho verde, oito hectares de kiwi biológico (das variedades verde e amarela), dois aviários de produção biológica, com capacidade de 3.000 galinhas cada, e outras produções complementares, como o milho, limões e mel. De acordo com informação revelada pela CAP, este modelo de gestão “reflete uma visão integrada e sustentável da atividade agrícola, combinando inovação, eficiência e criação de valor”.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p><br>O modelo assenta na <strong>maximização e reutilização de recursos dentro da exploração, promovendo uma lógica de economia circular</strong>, onde diferentes componentes do sistema produtivo se articulam para aumentar a eficiência, reduzir o desperdício e gerar valor acrescentado para o consumidor.</p><h2>Aposta na economia circular</h2><p>“O projeto distinguido destaca-se pela <strong>abordagem empresarial, diversidade e aposta na economia circular</strong>”, explica a Confederação liderada por Álvaro Mendonça e Moura.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="717226" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/agrijovem-acolhe-40-estudantes-do-ensino-superior-em-evora-para-explicar-a-ue-e-a-politica-agricola-comum.html" title="AgriJovem acolhe 40 estudantes do ensino superior em Évora para explicar a UE e a Política Agrícola Comum">AgriJovem acolhe 40 estudantes do ensino superior em Évora para explicar a UE e a Política Agrícola Comum</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/agrijovem-acolhe-40-estudantes-do-ensino-superior-em-evora-para-explicar-a-ue-e-a-politica-agricola-comum.html" title="AgriJovem acolhe 40 estudantes do ensino superior em Évora para explicar a UE e a Política Agrícola Comum"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/agrijovem-acolhe-40-estudantes-do-ensino-superior-em-evora-para-explicar-a-ue-e-a-politica-agricola-comum-1751043364280_320.jpg" alt="AgriJovem acolhe 40 estudantes do ensino superior em Évora para explicar a UE e a Política Agrícola Comum"></a></article></aside><p>A CAP acrescenta que a atividade desenvolvida por Bernardo Vieira e Brito está “assente numa <strong>estratégia de produção de várias culturas e diferentes atividades agrícolas”, procurando “potenciar sinergias</strong> internas, otimizar recursos e reduzir os riscos inerentes à produção agrícola”.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cap-atribui-a-bernardo-vieira-e-brito-o-premio-melhor-projeto-de-jovem-agricultor-1781029159747.jpg" data-image="3ioheleq1lfc" alt="Jovem agricultor" title="Jovem agricultor"><figcaption>Um estudo da consultora Consulai divulgado em finais de março deste ano revelava que, no setor agrícola, se está a assistir a “um envelhecimento contínuo da mão-de-obra familiar”.</figcaption></figure><p>O projeto liderado por este jovem agricultor aposta ainda na <strong>incorporação de tecnologias e boas práticas </strong>que, segundo a CAP, “contribuem para a sustentabilidade e competitividade”.</p><p>Entre essas boas práticas está a <strong>utilização de inteligência artificial, energia verde e gestão estratégica da rega</strong>, com vista a uma “utilização mais eficiente dos recursos e uma redução do impacto ambiental”.</p><p>A distinção atribuída a Bernardo Vieira e Brito surge associada ao <strong>Concurso Nacional de Jovens Agricultores, promovido pela CAP</strong>, que se tem mostrado preocupada com a renovação geracional para o futuro da agricultura portuguesa.</p><h2>Envelhecimento contínuo da mão-de-obra </h2><p>Um estudo da consultora Consulai divulgado em finais de março deste ano revelava que, <strong>no setor agrícola, se está a assistir a “um envelhecimento contínuo da mão-de-obra familiar</strong>”, cuja idade média passou de 46 anos em 1989 para 59 anos em 2023.</p><div class="texto-destacado">Esta tendência, frisa a Consulai, é “transversal às regiões, mas <strong>mais acentuada no Alentejo e no Centro</strong>, onde predominam explorações de maior dimensão e gestão tradicional”. Apesar da modernização gradual a que temos assistido, a consultora refere que “o aumento da idade média evidencia falta de renovação geracional e declínio do trabalho familiar jovem”. E isso, acrescenta, tem “impactos diretos na capacidade de inovação, sucessão e adaptação às exigências tecnológicas e ambientais”.</div><p>E a CAP está ciente da situação, defendendo o reconhecimento e a valorização de projetos como os de Bernardo Vieira e Brito, agora premiado.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772269" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/feira-nacional-de-agricultura-arranca-em-santarem-com-destaque-aos-pequenos-frutos-exportacoes-chegaram-aos-398-milhoes.html" title="Feira Nacional de Agricultura arranca em Santarém com destaque aos pequenos frutos. Exportações chegaram aos 398 milhões">Feira Nacional de Agricultura arranca em Santarém com destaque aos pequenos frutos. Exportações chegaram aos 398 milhões</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/feira-nacional-de-agricultura-arranca-em-santarem-com-destaque-aos-pequenos-frutos-exportacoes-chegaram-aos-398-milhoes.html" title="Feira Nacional de Agricultura arranca em Santarém com destaque aos pequenos frutos. Exportações chegaram aos 398 milhões"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/feira-nacional-de-agricultura-arranca-em-santarem-com-destaque-aos-pequenos-frutos-exportacoes-chegaram-aos-298-milhoes-1780588083462_320.jpg" alt="Feira Nacional de Agricultura arranca em Santarém com destaque aos pequenos frutos. Exportações chegaram aos 398 milhões"></a></article></aside><p>Para a Confederação, <strong>é preciso avançar para a “implementação de políticas públicas e europeias mais eficazes</strong>, com simplificação administrativa, previsibilidade e condições de investimento”, de modo a <strong>permitir aos jovens agricultores instalar-se, produzir com viabilidade económica</strong> e construir um futuro sustentável no setor.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cap-atribui-a-bernardo-vieira-e-brito-o-premio-melhor-projeto-de-jovem-agricultor-1781029216128.jpg" data-image="y1fuij3arqwp" alt="Trator" title="Trator"><figcaption>Em 2023 deu-se uma redução generalizada do peso do emprego agrícola em toda a Europa. A União Europeia registou 217,7 milhões de trabalhadores, dos quais 8,43 milhões na agricultura (3,9%). </figcaption></figure><p>E, para a CAP, o “<strong>Melhor Projeto de Jovem Agricultor 2026” reflete os “fatores necessários à agricultura</strong>: jovens com ambição, capacidade de gestão e visão estratégica”.</p><p>Em 2023 deu-se uma redução generalizada do peso do emprego agrícola em toda a Europa. A União Europeia registou <strong>217,7 milhões de trabalhadores, dos quais 8,43 milhões na agricultura</strong> (3,9%).</p><p>Portugal segue a tendência europeia de redução do trabalho agrícola, mas com uma queda mais acentuada do que a média da União. <strong>Em 2023, o nosso país empregava 270 mil pessoas na agricultura</strong> em 5,24 milhões de trabalhadores (5,2%).</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/cap-atribui-a-bernardo-vieira-e-brito-o-premio-melhor-projeto-de-jovem-agricultor.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Silveira]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O passado secreto do Eufrates: o rio que nasceu de duas correntes que desaguavam num mar Mediterrâneo desértico]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-passado-secreto-do-eufrates-o-rio-que-nasceu-de-duas-correntes-que-desaguavam-num-mar-mediterraneo-desertico.html</link><pubDate>Wed, 10 Jun 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Dos desertos de sal ao crescente fértil: a longa viagem milenar do rio Eufrates. Saiba mais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-passado-secreto-do-eufrates-o-rio-que-nasceu-de-duas-correntes-que-desaguavam-num-mar-mediterraneo-desertico-1780994547654.png" data-image="2oiakqgnyhpr"><figcaption>Inicialmente, as águas do rio corriam para o Mar Mediterrâneo, numa época em que este era um enorme deserto salgado.</figcaption></figure><p>O mistério geológico que envolvia a formação e a evolução do rio Eufrates, um dos cursos de água mais emblemáticos da história humana. A investigação revelou que este <strong>grande rio da Mesopotâmia nasceu da fusão de dois antigos sistemas fluviais independentes</strong>, impulsionada por uma combinação de forças tectónicas e dinâmicas climáticas ocorridas há milhões de anos. </p><h2>Os dois "rios" precursores</h2><p>De acordo com a reconstrução geológica obtida, há cerca de 5,4 milhões de anos o Eufrates não existia como o rio único e contínuo que conhecemos hoje. </p><div class="texto-destacado">No seu lugar operavam dois sistemas fluviais totalmente distintos na região que hoje abrange a Turquia e a Síria: o Paleo-Karasu (situado mais a norte) e o Paleo-Murat (posicionado mais a sul). </div><p>Surpreendentemente, as simulações em computador e os dados geológicos indicam que estes dois proto-rios<strong> transportavam um volume colossal de água doce e sedimentos</strong>, cujo total combinado superava o caudal atual dos rios Nilo, Tigre e do próprio Eufrates moderno juntos.</p><h2>A foz num mar Mediterrâneo desértico</h2><p>Uma das descobertas mais surpreendentes do estudo prende-se com o destino inicial de todas estas águas. Em vez de correrem em direção ao Golfo Pérsico, como fazem na atualidade, o Paleo-Karasu e o Paleo-Murat desaguavam na bacia do Mar Mediterrâneo Oriental.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-passado-secreto-do-eufrates-o-rio-que-nasceu-de-duas-correntes-que-desaguavam-num-mar-mediterraneo-desertico-1780994723600.png" data-image="yvx7457uma59"><figcaption>O formato atual do Eufrates nasceu do "choque" de quatro placas tectónicas, que alteraram o relevo da Turquia e Síria.</figcaption></figure><p>Esse período coincidiu com a famosa "Crise de Salinidade do Messiniano", uma <strong>época geológica em que o Mediterrâneo ficou temporariamente isolado do Oceano Atlântico devido a bloqueios tectónicos e evaporou quase por completo,</strong> transformando-se num gigantesco deserto de sal. Os dois rios ancestrais desempenharam, assim, um papel fundamental ao descarregar volumes massivos de sedimentos sobre estas espessas camadas salinas. </p><h2>A força da tectónica de placas e a fusão </h2><p>A transição para a configuração atual do rio começou a desenhar-se devido à intensa atividade tectónica na zona de colisão de quatro placas tectónicas na região, incluindo falhas ativas na cordilheira de Taurus. </p><div class="texto-destacado">Há cerca de 3,6 milhões de anos, a elevação progressiva do terreno e os sismos alteraram o relevo, forçando o Paleo-Murat a desviar o seu curso para sul e sudeste, afastando-o do Mediterrâneo.</div><p>Cerca de 800 mil anos depois (há aproximadamente 2,8 milhões de anos), o Paleo-Karasu sofreu um redirecionamento semelhante. Livres da antiga bacia, as duas correntes convergiram e uniram-se numa única e interligada rede hidrográfica. </p><h2>A consolidação do crescente fértil </h2><p>Este longo processo de reorganização culminou na consolidação definitiva do rio Eufrates há cerca de 1,6 milhões de anos. A partir dessa altura, o rio passou a <strong>correr ao longo de cerca de 2.800 quilómetros em direção à Placa Arábica, estabelecendo a rota que hoje atravessa a Turquia, a Síria e o Iraque</strong> até desaguar no Golfo Pérsico.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-passado-secreto-do-eufrates-o-rio-que-nasceu-de-duas-correntes-que-desaguavam-num-mar-mediterraneo-desertico-1780994917298.png" data-image="fxkuti9rk28e"><figcaption>O Eufrates estabilizou o seu curso há 1,6 milhões de anos, preparando o terreno para o futuro berço da humanidade.</figcaption></figure><p>Para reconstruir este cenário de longo prazo, analisou-se mapas geológicos terrestres e utilizou-se dados de reflexão sísmica de alta resolução para examinar os sedimentos enterrados no subsolo profunda, cruzando-os com modelos digitais de transporte sedimentar. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="672553" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/conheca-o-impacto-da-crise-de-salinidade-messiniana-no-mediterraneo-sobre-a-biodiversidade-marinha.html" title="Conheça o impacto da crise de salinidade messiniana no Mediterrâneo sobre a biodiversidade marinha">Conheça o impacto da crise de salinidade messiniana no Mediterrâneo sobre a biodiversidade marinha</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/conheca-o-impacto-da-crise-de-salinidade-messiniana-no-mediterraneo-sobre-a-biodiversidade-marinha.html" title="Conheça o impacto da crise de salinidade messiniana no Mediterrâneo sobre a biodiversidade marinha"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/conheca-o-impacto-da-crise-de-salinidade-no-mediterraneo-no-final-do-miocenico-sobre-a-biodiversidade-marinha-1725291297671_320.jpg" alt="Conheça o impacto da crise de salinidade messiniana no Mediterrâneo sobre a biodiversidade marinha"></a></article></aside><p>Este avanço científico<strong> preenche uma lacuna histórica substancial e demonstra como as dinâmicas profundas da Terra esculpiram a paisagem </strong>que, muito mais tarde, serviria de base ao desenvolvimento do Crescente Fértil e das primeiras grandes civilizações humanas.</p><h3><em>Referências da notícia:</em></h3><p><a href="https://www.nationalgeographic.com/environment/article/euphrates-origin" target="_blank"><em>https://www.nationalgeographic.com/environment/article/euphrates-origin</em></a></p><p><a href="https://www.nationalgeographic.com/environment/article/euphrates-origin"><em></em></a><em><a href="https://www.agenciasinc.es/Noticias/El-rio-Eufrates-pudo-originarse-por-la-union-de-dos-antiguos-sistemas-fluviales" target="_blank">https://www.agenciasinc.es/Noticias/El-rio-Eufrates-pudo-originarse-por-la-union-de-dos-antiguos-sistemas-fluviales</a></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-passado-secreto-do-eufrates-o-rio-que-nasceu-de-duas-correntes-que-desaguavam-num-mar-mediterraneo-desertico.html</guid><dc:creator><![CDATA[Carlos Alves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Andor da Senhora da Pena com mais de vinte metros e três toneladas já é Património Cultural Imaterial]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/andor-da-senhora-da-pena-com-mais-de-vinte-metros-e-tres-toneladas-ja-e-patrimonio-cultural-imaterial.html</link><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 16:01:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A monumental estrutura religiosa de Mouçós, em Vila Real, recebeu a classificação oficial que protege um saber ancestral transmitido entre gerações.</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/andor-da-senhora-da-pena-com-mais-de-vinte-metros-e-tres-toneladas-ja-e-patrimonio-cultural-imaterial-1781009677336.jpg" data-image="pj1lf1s81d99" alt="Andor da Senhora da Pena" title="Andor da Senhora da Pena"><figcaption>O monumental Andor da Senhora da Pena, com 20 metros de altura, é carregado por mais de uma centena de pessoas organizadas em turnos rotativos. Foto: www.patrimoniocultural.gov.pt</figcaption></figure><p>No <strong>segundo domingo de setembro</strong>, milhares de romeiros convergem para a <strong>freguesia de Mouçós</strong>, no município de Vila Real. Vindos de toda a região transmontana, os devotos reúnem-se no recinto do santuário para testemunhar a saída de uma torre de madeira revestida a tecidos e flores.</p><p>O <strong>Andor da Senhora da Pena</strong> impõe-se na paisagem com uma <strong>altura</strong> descomunal que atinge os <strong>23 metros</strong>. Erguido unicamente pela força humana, este gigante com cerca de <strong>três toneladas</strong> acaba de conquistar um lugar na identidade oficial do país. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A sua inscrição no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial foi publicada no Diário da República, coroando séculos de dedicação comunitária no concelho de Vila Real.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O anúncio oficial realça o papel desta manifestação na matriz identitária transmontana. A classificação protege as dinâmicas de <strong>transmissão de conhecimentos</strong> práticos desenvolvidos pelos moradores ao longo de <strong>várias gerações</strong>. A decisão surge como uma medida para salvaguardar um património humano raro, perpetuando uma <strong>celebração que remonta ao século XVIII</strong>.</p><h2>A reinvenção anual de uma obra minuciosa</h2><p>A preparação da estrutura começa <strong>dois meses antes da grande romaria</strong>. O processo exige um trabalho artesanal minucioso dos habitantes, que reconstroem os ornamentos quase inteiramente a partir do zero. São utilizados mais de <strong>mil metros de tecidos</strong> variados e <strong>dezenas de quilos de alfinetes</strong> para cobrir a base de madeira. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Essa dedicação garante que o elemento central da festa exiba anualmente novas formas, cores e texturas surpreendentes.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O peso final do conjunto atinge o seu auge no dia da procissão solene. A engenharia empírica dos carpinteiros locais permite que a estrutura vertical resista às oscilações da marcha. O <strong>equilíbrio exige uma enorme precisão coletiva, transformando a preparação física e material num ato de profunda reverência coletiva</strong>.</p><h2>O ritual de passagem no ombro dos homens</h2><p>O transporte da pesada armação mobiliza mais de <strong>uma centena de pessoas</strong> em rotação alternada para evitar esforços físicos extremos. O percurso circular estende-se por <strong>650 metros </strong>em redor do espaço sagrado. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Para os jovens das aldeias, carregar este peso representa um momento de afirmação social e de passagem simbólica para a vida adulta.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O costume transmite-se de pais para filhos, gerando um forte <strong>sentimento de orgulho</strong> e superação pessoal. Toda a organização do evento, aliás, possui <strong>características etnográficas e antropológicas</strong> muito <strong>particulares</strong>. O transporte fica sempre sob a responsabilidade dos habitantes da povoação encarregados de preparar a festividade no ano seguinte. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="756359" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/ue-atribui-selo-de-patrimonio-europeu-ao-abrigo-do-lagar-velho-em-leiria.html" title="UE atribui Selo de Património Europeu ao Abrigo do Lagar Velho em Leiria">UE atribui Selo de Património Europeu ao Abrigo do Lagar Velho em Leiria</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/ue-atribui-selo-de-patrimonio-europeu-ao-abrigo-do-lagar-velho-em-leiria.html" title="UE atribui Selo de Património Europeu ao Abrigo do Lagar Velho em Leiria"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ue-atribui-selo-de-patrimonio-europeu-a-abrigo-do-lagar-velho-em-leiria-1772198629605_320.jpg" alt="UE atribui Selo de Património Europeu ao Abrigo do Lagar Velho em Leiria"></a></article></aside><p>Esse ato simboliza uma <strong>passagem de testemunho ritualizada entre as onze aldeias</strong> que integram a freguesia. O esforço partilhado consolida os laços de solidariedade e a entreajuda entre vizinhos.</p><h2>A apoteose final junto ao monumento barroco</h2><p>A caminhada culmina num momento de grande espetáculo em frente à Capela da Senhora da Pena, um belo exemplar da arquitetura barroca da região de Trás-os-Montes.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/andor-da-senhora-da-pena-com-mais-de-vinte-metros-e-tres-toneladas-ja-e-patrimonio-cultural-imaterial-1781009948414.jpg" data-image="35oxfvth8fcq" alt="Andor da Senhora da Pena" title="Andor da Senhora da Pena"><figcaption>A romaria da Senhora da Pena atrai todos os anos milhares de devotos, sobretudo da região transmontana. Foto: Município de Vila Real</figcaption></figure><p>Nesse local, os carregadores elevam repetidamente a enorme peça com movimentos coordenados numa coreografia designada como a <strong>dança do andor</strong>. O movimento encerra as celebrações sob aplausos entusiásticos da multidão. </p><h2>A proteção de uma tradição secular</h2><p>A candidatura foi submetida pelo município de Vila Real no final de 2023. Na apresentação do Andor da Senhora da Pena ao património imaterial, o então presidente do município, Rui Santos, relembrou o longo <strong>processo de investigação</strong> de mais de um ano, coordenado pelo historiador Vítor Nogueira.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Ao longo de 13 meses, foram recolhidos testemunhos orais dos aldeões, realizadas pesquisas documentais no Arquivo da Arquidiocese de Braga e selecionados registos audiovisuais do processo de montagem da estrutura.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>“Esta candidatura obrigou-nos a aprofundar a nossa história, permitindo globalizar e perpetuar no tempo este <strong>saber </strong><span style="margin: 0px; padding: 0px;"><strong>ancestral </strong>que</span>, claramente, valoriza o nosso património cultural e humano”, rematou o autarca durante a cerimónia. O reconhecimento nacional garante agora que a <strong>memória</strong> deste <strong>esforço</strong> <strong>coletivo</strong> permaneça protegida contra o esquecimento.</p><h3><em>Referências do artigo</em></h3><p><em><a href="https://www.patrimoniocultural.gov.pt/2026/06/patrimonio-cultural-i-p-aprova-o-registo-da-manifestacao-andor-da-senhora-da-pena-no-inventario-nacional-do-patrimonio-cultural-imaterial/" target="_blank">Património Cultural, I.P. aprova o registo da manifestação “Andor da Senhora da Pena” no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial</a>. <a href="http://www.patrimoniocultural.gov.pt">patrimoniocultural.gov.pt</a></em></p><p><em><a href="https://www.cm-vilareal.pt/index.php/component/content/article/andor-da-senhora-da-pena-inscrito-no-inventario-nacional-do-patrimonio-cultural-imaterial?catid=8&Itemid=101" target="_blank">Andor da Senhora da Pena inscrito no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial</a>. Município de Vila Real</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/andor-da-senhora-da-pena-com-mais-de-vinte-metros-e-tres-toneladas-ja-e-patrimonio-cultural-imaterial.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Os microrganismos do solo que alimentam as suas plantas e porque deve protegê-los se não quiser que entrem em declínio]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/os-microrganismos-do-solo-que-alimentam-as-suas-plantas-e-porque-deve-protege-los-se-nao-quiser-que-entrem-em-declinio.html</link><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 15:33:08 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Por baixo de cada planta existe uma rede viva que permanece invisível, mas que determina se as suas raízes estão bem nutridas, se resistem ao stress ou se começam a enfraquecer gradualmente.</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/los-microorganismos-del-suelo-que-alimentan-tus-plantas-y-que-debes-cuidar-si-no-quieres-que-mueran-lentamente-1780628189702.png" data-image="b7mwnqo95sh6" alt="The smell of wet soil is linked to geosmin, a compound associated with the scent of the ground after rainfall." title="The smell of wet soil is linked to geosmin, a compound associated with the scent of the ground after rainfall."> <figcaption>O cheiro da terra molhada está associado à geosmina, um composto relacionado com o aroma do solo após a chuva.</figcaption> </figure><p>Quando uma planta amarelece, cresce com dificuldade ou deixa de responder ao fertilizante, quase sempre culpamos as folhas, a rega ou os nutrientes. Mas, em muitos casos,<strong> o problema começa abaixo da superfície, na parte que raramente vemos: o solo</strong>. Grande parte da saúde de uma planta é determinada ali.</p><p>Na agricultura e na jardinagem, enfrentamos um grande problema: <strong>o uso generalizado de lavoura intensiva, monocultura e agroquímicos em excesso</strong> fez com que muitos solos perdessem a sua estrutura, matéria orgânica e vida microbiana.</p><div class="texto-destacado">A FAO reconhece que a biodiversidade do solo sustenta processos essenciais relacionados com a fertilidade e a saúde das plantas.</div><p>O microbioma do solo é composto por bactérias, fungos, actinomicetos, protozoários, nemátodos benéficos e muitos outros organismos microscópicos. Para se ter uma ideia, <strong>um único grama de solo saudável pode conter quase um bilhão de bactérias e milhares de espécies bacterianas</strong>.</p><p>Esses microrganismos não são apenas habitantes passivos. Alguns decompõem resíduos orgânicos, outros libertam nutrientes retidos, alguns protegem as raízes e outros ajudam a formar agregados do solo, as estruturas semelhantes a migalhas que permitem que o ar e a água circulem pelo solo. É por isso que <strong>um solo saudável tem um cheiro agradável, desintegra-se facilmente e não se transforma numa massa dura após a rega</strong>.</p><p>A realidade é simples: o verdadeiro motor da fertilidade do solo não é o fertilizante químico, mas sim <strong>o microbioma do solo</strong>. Os fertilizantes podem dar um impulso, mas é esta comunidade invisível que recicla, transforma e fornece nutrientes disponíveis para as plantas às raízes. Se o cuidares, a planta colabora contigo; se o destruíres, cada época de cultivo exigirá mais intervenção.</p><h2>Simbiose: a parceria subterrânea que alimenta as plantas</h2><p>O exemplo mais famoso é a <strong>micorriza arbuscular</strong>, uma parceria entre as raízes das plantas e fungos benéficos. A planta fornece açúcares produzidos através da fotossíntese e, em troca, o fungo fornece água, fósforo, zinco e outros micronutrientes.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/los-microorganismos-del-suelo-que-alimentan-tus-plantas-y-que-debes-cuidar-si-no-quieres-que-mueran-lentamente-1780628212571.png" data-image="godhtj6en4rs" alt="An inoculant cannot compensate for degraded soil. Without organic matter, moisture, and living roots, many introduced microorganisms struggle to establish themselves." title="An inoculant cannot compensate for degraded soil. Without organic matter, moisture, and living roots, many introduced microorganisms struggle to establish themselves."> <figcaption>Um inoculante não consegue compensar a degradação do solo. Sem matéria orgânica, humidade e raízes vivas, muitos dos microrganismos introduzidos têm dificuldade em estabelecer-se.</figcaption> </figure><p>Isto ajuda a explicar por que razão <strong>uma planta micorrízica é frequentemente mais resistente à seca, à salinidade, ao choque de transplante e a solos pobres</strong>. Os fungos micorrízicos também melhoram a absorção de água e de minerais, reforçando o crescimento e aumentando a tolerância ao stress ambiental. </p><p>Existem também <strong>bactérias benéficas</strong>. O Rhizobium forma nódulos em leguminosas como o feijão, a soja e a alfafa, onde converte o azoto atmosférico numa forma que a planta pode utilizar.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771904" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-plantas-espiam-e-cheiram-as-suas-vizinhas-para-competir-pela-luz-e-determinar-o-seu-crescimento.html" title="As plantas 'espiam' e cheiram as suas vizinhas para competir pela luz e determinar o seu crescimento">As plantas "espiam" e cheiram as suas vizinhas para competir pela luz e determinar o seu crescimento</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-plantas-espiam-e-cheiram-as-suas-vizinhas-para-competir-pela-luz-e-determinar-o-seu-crescimento.html" title="As plantas 'espiam' e cheiram as suas vizinhas para competir pela luz e determinar o seu crescimento"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/las-plantas-espian-y-huelen-a-sus-vecinas-para-competir-por-la-luz-y-determinar-su-crecimiento-1780090464786_320.jpg" alt="As plantas 'espiam' e cheiram as suas vizinhas para competir pela luz e determinar o seu crescimento"></a></article></aside><p>Outras bactérias, incluindo algumas espécies de <em><strong>Pseudomonas</strong></em>, podem <strong>solubilizar o fósforo através de ácidos orgânicos</strong>, libertando nutrientes que já estavam presentes no solo, mas que não estavam disponíveis para as plantas.</p><h3>Como a vida do solo é prejudicada — e como restaurá-la</h3><p>O microbioma do solo enfraquece quando removemos as suas fontes de alimento e destruímos o seu habitat. O uso excessivo de fertilizantes altamente solúveis, fungicidas de amplo espectro, herbicidas mal geridos, solo descoberto e a falta de matéria orgânica <strong>reduzem a atividade biológica</strong>.</p><div class="texto-destacado">O PNUA alerta que o uso excessivo de fertilizantes pode perturbar o equilíbrio de nutrientes, enquanto os pesticidas podem prejudicar os organismos benéficos do solo.</div><p><strong>Como podemos reconhecer o problema?</strong> Muitas vezes manifesta-se através de plantas amareladas, raízes curtas ou escuras com odores desagradáveis, solos que se compactam rapidamente, doenças nas raízes e rendimentos em declínio ano após ano. O mesmo acontece em vasos: misturas de envasamento que se tornam biologicamente inativas e nunca são renovadas com composto acabam por depender quase inteiramente de fertilizantes líquidos.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/los-microorganismos-del-suelo-que-alimentan-tus-plantas-y-que-debes-cuidar-si-no-quieres-que-mueran-lentamente-1780628245729.png" data-image="f6pbvn060bbh" alt="Glomalin, produced by mycorrhizal fungi, helps bind soil particles together and improves aggregate stability." title="Glomalin, produced by mycorrhizal fungi, helps bind soil particles together and improves aggregate stability."> <figcaption>A glomalina, produzida por fungos micorrízicos, ajuda a aglomerar as partículas do solo e melhora a estabilidade dos agregados.</figcaption> </figure><p>Para regenerar o solo, comece pelo básico: <strong>adicione composto maduro, vermicomposto, resíduos de culturas triturados ou cobertura morta orgânica</strong>. Adote práticas como a rotação de culturas, o cultivo com lavoura reduzida e a manutenção de raízes vivas no solo.</p><p>Para avaliar a atividade biológica, experimente o <strong>teste da pá</strong>: desenterre um bloco de solo e examine o seu cheiro, a presença de minhocas, as raízes finas e a estrutura. Outro método simples consiste em enterrar uma tira de tecido 100% algodão durante um mês. Quanto mais se decompor, maior será a probabilidade de atividade biológica. Esta técnica é frequentemente utilizada como uma avaliação simples no terreno da decomposição microbiana.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772454" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/como-aproveitar-garrafas-usadas-para-cuidar-das-suas-plantas-5-ideias-simples-para-regar-proteger-e-decorar-o-jardim.html" title="Como aproveitar garrafas usadas para cuidar das suas plantas: 5 ideias simples para regar, proteger e decorar o jardim">Como aproveitar garrafas usadas para cuidar das suas plantas: 5 ideias simples para regar, proteger e decorar o jardim</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/como-aproveitar-garrafas-usadas-para-cuidar-das-suas-plantas-5-ideias-simples-para-regar-proteger-e-decorar-o-jardim.html" title="Como aproveitar garrafas usadas para cuidar das suas plantas: 5 ideias simples para regar, proteger e decorar o jardim"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/como-aprovechar-las-botellas-usadas-para-cuidar-tus-plantas-5-ideas-simples-para-regar-proteger-y-decorar-el-jardin-1780517991242_320.jpg" alt="Como aproveitar garrafas usadas para cuidar das suas plantas: 5 ideias simples para regar, proteger e decorar o jardim"></a></article></aside><p>O solo não é um meio de cultivo inerte; é um sistema vivo. Não é necessário transformar todo o seu jardim ou quinta da noite para o dia. Comece por <strong>adicionar mais matéria orgânica e reduzir o uso de produtos químicos num único canteiro</strong>, em alguns vasos ou numa secção do terreno. Se o solo recuperar, as suas plantas irão rapidamente demonstrar o seu agradecimento.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/os-microrganismos-do-solo-que-alimentam-as-suas-plantas-e-porque-deve-protege-los-se-nao-quiser-que-entrem-em-declinio.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Astrónomos descobriram que Marte possui uma camada protetora que bloqueia as partículas e a radiação destrutivas do Sol]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/astronomos-descobriram-que-marte-possui-uma-camada-protetora-que-bloqueia-as-particulas-e-a-radiacao-destrutivas-do-sol.html</link><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 15:25:10 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Uma descoberta feita pela missão MAVEN da NASA demonstra que Marte possui um mecanismo de defesa contra o vento solar que, até agora, se pensava ser exclusivo dos planetas com magnetosfera.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/los-astronomos-descubren-que-marte-tiene-una-armadura-para-frenar-las-particulas-y-la-radiacion-destructivas-del-sol-1780700182135.jpg" data-image="vgldpty8bsi3" alt="Marte planeta rojo" title="Marte planeta rojo"><figcaption>Até agora, o efeito Zwan-Wolf tinha sido estudado principalmente na Terra e noutros planetas dotados de fortes campos magnéticos.</figcaption></figure><p>Durante décadas, os cientistas consideraram que <strong>a presença de um campo magnético global era uma condição essencial para proteger um planeta da radiação e das partículas carregadas emitidas pela sua estrela</strong>. A Terra é o exemplo mais conhecido: a sua magnetosfera desvia grande parte do vento solar e impede que a atmosfera seja progressivamente erodida.</p><p><strong>Sem essa proteção, o nosso planeta teria seguido um destino semelhante ao de Marte</strong>, que perdeu grande parte da sua atmosfera há milhares de milhões de anos e acabou por se tornar um mundo frio e árido.</p><div class="texto-destacado">No entanto, uma nova investigação acaba de demonstrar que a realidade pode ser mais complexa. Uma equipa de cientistas detetou pela primeira vez em Marte <strong>um fenómeno denominado efeito Zwan-Wolf, um mecanismo que ajuda a desviar partículas solares mesmo num planeta que carece de um campo magnético global</strong>.</div><p>O trabalho <strong>foi publicado na revista Nature Communications</strong> e foi liderado por Christopher Fowler, investigador da Universidade da Virgínia Ocidental.</p><h2>A chave estava na atmosfera marciana</h2><p>A descoberta foi possível graças aos <strong>dados obtidos pela sonda MAVEN (Mars Atmosphere and Volatile Evolution) da NASA</strong>, cuja missão se prolongou por mais de onze anos a estudar a atmosfera superior de Marte e os processos responsáveis pela sua evolução.</p><p>Até agora, o <strong>efeito Zwan-Wolf</strong> tinha sido estudado principalmente na Terra e noutros planetas dotados de fortes campos magnéticos. Aí, as partículas carregadas do vento solar colidem com as linhas do campo magnético e <strong>são</strong> <strong>obrigadas a contornar o planeta, reduzindo significativamente o seu impacto</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771370" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/missao-psyche-da-nasa-rumo-a-cintura-de-asteroides-ganha-impulso-com-a-aproximacao-a-marte.html" title="Missão Psyche da NASA rumo à Cintura de Asteroides ganha impulso com a aproximação a Marte">Missão Psyche da NASA rumo à Cintura de Asteroides ganha impulso com a aproximação a Marte</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/missao-psyche-da-nasa-rumo-a-cintura-de-asteroides-ganha-impulso-com-a-aproximacao-a-marte.html" title="Missão Psyche da NASA rumo à Cintura de Asteroides ganha impulso com a aproximação a Marte"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nasa-s-psyche-mission-toward-the-asteroid-belt-gains-speed-from-mars-flyby-1779921273156_320.jpg" alt="Missão Psyche da NASA rumo à Cintura de Asteroides ganha impulso com a aproximação a Marte"></a></article></aside><p>O que é surpreendente é que <strong>Marte não possui uma magnetosfera semelhante à da Terra</strong>.</p><p>Os investigadores descobriram que, na ausência de um campo magnético global, a própria ionosfera marciana — uma camada atmosférica eletricamente carregada pela radiação solar — <strong>pode gerar condições capazes de produzir este fenómeno</strong>.</p><p>Segundo os autores, o efeito ocorre provavelmente de forma contínua, embora <strong>normalmente seja demasiado fraco para ser detetado pelos instrumentos disponíveis</strong>.</p><h2>Uma tempestade solar permitiu observar o fenómeno</h2><p>A oportunidade surgiu em dezembro de 2023, quando uma <strong>poderosa ejeção de massa coronal proveniente do Sol atingiu Marte</strong>.</p><p>Esse evento extremo alterou profundamente o ambiente espacial que rodeia o planeta e <strong>amplificou o efeito Zwan-Wolf até níveis observáveis</strong>.</p><p>Fowler compara o processo à água de um riacho que contorna uma rocha. A diferença é que, no espaço, as partículas praticamente não colidem entre si. Em vez das interações físicas habituais, <strong>são as forças eletromagnéticas que controlam o movimento e o desvio das partículas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/los-astronomos-descubren-que-marte-tiene-una-armadura-para-frenar-las-particulas-y-la-radiacion-destructivas-del-sol-1780701756639.jpg" data-image="tipxziwg3vrx" alt="Marte planeta rojo" title="Marte planeta rojo"><figcaption>Em dezembro de 2023 uma poderosa ejeção de massa coronal proveniente do Sol atingiu Marte.</figcaption></figure><p>Durante a tempestade solar, os cientistas observaram a formação de grandes estruturas magnéticas em torno de Marte. Estas configurações funcionavam como <strong>barreiras temporárias que desviavam o fluxo de plasma solar à volta do planeta</strong>.</p><p>As medições revelaram <strong>mudanças evidentes na direção do movimento do plasma precisamente nas bordas dessas estruturas magnéticas</strong>, um sinal inequívoco de que o efeito estava a ocorrer.</p><h2>Uma proteção mais importante do que se pensava</h2><p>A investigação revelou também que a ionosfera marciana gera uma espécie de <strong>magnetosfera induzida</strong>. Embora muito mais fraca do que a terrestre, esta estrutura cria linhas de campo magnético que envolvem o lado iluminado do planeta e ajudam a atenuar parte do impacto do vento solar.</p><p>Até agora, acreditava-se que o efeito Zwan-Wolf só se pudesse desenvolver em regiões situadas acima da atmosfera de um planeta. <strong>Detetá-lo diretamente dentro da ionosfera de Marte representa uma novidade científica significativa</strong>.</p><p>Os investigadores chegaram mesmo a encontrar evidências de que <strong>o fenómeno atinge altitudes muito baixas</strong>. Os sinais foram registados até aos níveis mais profundos explorados pela MAVEN, a cerca de 125 quilómetros da superfície marciana.</p><h2>Implicações para todo o Sistema Solar</h2><p><strong>Esta descoberta poderá ter consequências que vão muito além de Marte</strong>. Os cientistas consideram que processos semelhantes poderão estar a ocorrer noutros corpos celestes sem campo magnético global, como Vénus, alguns cometas e até mesmo Titã, a maior lua de Saturno.</p><p>Compreender como o Sol interage com estes mundos ajudará a aperfeiçoar os modelos sobre a evolução atmosférica planetária e sobre os efeitos do clima espacial em diferentes ambientes do sistema solar.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771036" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-heliopausa-e-a-barreira-invisivel-do-sistema-solar-a-fronteira-que-protege-a-terra-do-espaco-interestelar.html" title="A heliopausa é a 'barreira' invisível do Sistema Solar: a fronteira que protege a Terra do espaço interestelar">A heliopausa é a "barreira" invisível do Sistema Solar: a fronteira que protege a Terra do espaço interestelar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-heliopausa-e-a-barreira-invisivel-do-sistema-solar-a-fronteira-que-protege-a-terra-do-espaco-interestelar.html" title="A heliopausa é a 'barreira' invisível do Sistema Solar: a fronteira que protege a Terra do espaço interestelar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-heliopausa-es-el-muro-invisible-del-sistema-solar-la-frontera-que-protege-a-la-tierra-del-espacio-interestelar-1779029796945_320.jpg" alt="A heliopausa é a 'barreira' invisível do Sistema Solar: a fronteira que protege a Terra do espaço interestelar"></a></article></aside><p>Além disso, este tipo de investigação tem aplicações práticas. Compreender o comportamento das tempestades solares é fundamental para p<strong>roteger futuras missões robóticas e tripuladas, bem como os satélites e sistemas tecnológicos</strong> dos quais depende a vida moderna na Terra.</p><p>O que começou como a observação de uma poderosa tempestade solar acabou por revelar que <strong>Marte possui uma forma inesperada de se defender</strong>. Embora não possua o poderoso escudo magnético terrestre, o planeta vermelho parece dispor de mecanismos próprios que, silenciosamente, continuam a enfrentar a influência do Sol.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.nasa.gov/news-release/nasa-says-farewell-to-maven-mars-mission-hosts-media-call-today/" target="_blank">NASA Says Farewell to MAVEN Mars Mission, Hosts Media Call Today</a> - NASA</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/astronomos-descobriram-que-marte-possui-uma-camada-protetora-que-bloqueia-as-particulas-e-a-radiacao-destrutivas-do-sol.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Duas capitais distritais das Regiões Norte e Centro passarão dos 24 aos 36 ºC de temperatura máxima em três dias]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/duas-capitais-distritais-das-regioes-norte-e-centro-passarao-dos-24-aos-36-c-de-temperatura-maxima-em-tres-dias.html</link><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:55:22 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Entre quarta e sexta-feira, dias 10 a 12 de junho, Portugal continental enfrentará uma subida generalizada e acentuada das temperaturas máximas. Algumas cidades do litoral enfrentarão uma subida igual ou superior a 10 ºC em apenas três dias.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xae6hie"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xae6hie.jpg" id="xae6hie"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Nesta <strong>tarde de terça-feira (9) a nortada</strong> irá manter-se suficientemente forte para provocar desconforto nas regiões mais próximas à faixa costeira, produzindo <strong>rajadas até 70/80 km/h</strong> nalguns locais do litoral entre os distritos de Viana do Castelo e Lisboa e ainda em alguns pontos da extremidade ocidental do Barlavento Algarvio.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/duas-capitais-distritais-das-regioes-norte-e-centro-passarao-dos-24-c-aos-36-c-de-temperatura-maxima-em-tres-dias-1781012069068.png" data-image="rapokhjva551"><figcaption>Nortada forte na tarde desta terça-feira, 9 de junho em diversas áreas da faixa costeira ocidental.</figcaption></figure><p>Não obstante, o forte contraste térmico irá manter-se à escala regional, com o interior do país a apresentar hoje, dia 9, temperaturas significativamente mais elevadas - várias localidades a superarem os 30 ºC - <strong>ao passo que em várias zonas do litoral as máximas permanecem mais contidas, entre 19 e 23 ºC</strong>.</p><h2>Num espaço de três dias as temperaturas subirão mais de 10 ºC nestas duas cidades do litoral Norte e Centro </h2><p><strong>No feriado de quarta-feira, 10 de junho e dia de Portugal, o tempo manter-se-á estável, seco e predominantemente soalheiro</strong>. A nortada manter-se-á no litoral, mas as temperaturas iniciarão uma subida gradual de cerca de 2 a 3 ºC relativamente a hoje (9). </p><p>É também ao longo de quarta-feira (10) que <strong>uma massa de ar quente, associada a uma região anticiclónica e aos ventos de leste - já a soprar sobre o interior e a influenciar decisivamente a subida das máximas</strong> - começará a deslocar-se sobre a Península Ibérica, substituindo progressivamente a massa de ar mais fresca que tem vindo a influenciar Portugal nos últimos dias.</p><div class="texto-destacado">A alteração da circulação atmosférica - em que o vento Leste e a massa de ar quente começarão lentamente a predominar sobre a geografia de Portugal continental a partir de quarta-feira (10) e inicialmente apenas no interior mais próximo a Espanha - <strong>será o ponto de partida para um episódio de calor mais expressivo, cujo pico está previsto para sexta-feira, 12 de junho, tanto em intensidade, como em termos de área geográfica abrangida</strong>.</div><p><strong>Na quinta-feira (11)</strong> a influência da massa de ar quente e do vento Leste já será evidente em praticamente todo o país, esperando-se uma nova subida generalizada das temperaturas, inclusive em várias cidades do litoral Norte, Centro e Oeste, onde se preveem <strong>máximas iguais ou superiores a 30 ºC, como o Porto (30 ºC), Leiria (33 ºC) e Lisboa (31 ºC)</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/duas-capitais-distritais-das-regioes-norte-e-centro-passarao-dos-24-c-aos-36-c-de-temperatura-maxima-em-tres-dias-1781012263043.png" data-image="t4k45obmdqc2"><figcaption>Nos próximos 3 dias, entre quarta-feira (10) e sexta-feira (12), duas capitais distritais do litoral das Regiões Norte e Centro - Porto e Leiria - registarão uma subida das temperaturas máximas igual ou superior a 10 ºC, passando dos 24/25 ºC para 35/36 ºC. </figcaption></figure><p><strong>Grande parte do território continental deverá registar temperaturas máximas entre os 30 e os 35 ºC neste dia, podendo Coimbra atingir os 36 ºC</strong>. No entanto, preveem-se 5 exceções em termos de capital distrital, com temperatura máxima inferior a 30 ºC: Viana do Castelo (23 ºC), Aveiro (26 ºC), Faro (28 ºC), Bragança e Guarda (29 ºC).</p><h2>Na sexta-feira, 12 de junho, prevê-se o pico do episódio de calor</h2><p><strong>Para sexta-feira (12) os mapas de referência da Meteored continuam a insistir numa intensificação do calor à escala continental</strong>, pelo que este dia ainda será mais quente do que o anterior. Prevê-se que as cidades do Porto e Leiria registem uma temperatura máxima de 35 ºC e 36 ºC, respetivamente, com Aveiro também a assinalar um aumento impressionante (33 ºC).</p><table><thead><tr><th>Cidade</th><th>Temperatura Máxima Prevista na Quarta-feira, 10 de junho (ºC)</th><th>Temperatura Máxima Prevista na Quinta-feira, 11 de junho (ºC)</th><th>Temperatura Máxima Prevista na Sexta-feira, 12 de junho (ºC)</th></tr></thead><tbody><tr><td>Braga</td><td>27</td><td>32</td><td>36</td></tr><tr><td>Porto</td><td>24</td><td>32</td><td>35</td></tr><tr><td>Aveiro</td><td>21</td><td>27</td><td>33</td></tr><tr><td>Viseu</td><td>28</td><td>32</td><td>35</td></tr><tr><td>Coimbra</td><td>27</td><td>36</td><td>38</td></tr><tr><td>Leiria</td><td>25</td><td>34</td><td>36</td></tr><tr><td>Lisboa</td><td>26</td><td>32</td><td>34</td></tr><tr class="pie-tabla"><td colspan="4">Fonte: Mapas da Meteored</td></tr></tbody></table><p><strong>No resto de Portugal continental</strong> - em capitais distritais como Lisboa, Coimbra, Bragança, Vila Real, Viseu, Santarém, Castelo Branco, Beja, Portalegre e Évora, entre muitas outras - preveem-se temperaturas <strong>máximas entre 30 e 38 ºC</strong>. Somente em Faro (26 ºC) e Viana do Castelo (28 ºC) é que o termómetro registará máximas mais amenas e inferiores a 30 ºC.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773005" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/os-modelos-coincidem-entre-sabado-e-terca-feira-uma-gota-fria-deixara-trovoadas-fortes-em-portugal-continental.html" title="Os modelos coincidem: entre sábado e terça-feira uma gota fria deixará trovoadas fortes em Portugal continental">Os modelos coincidem: entre sábado e terça-feira uma gota fria deixará trovoadas fortes em Portugal continental</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/os-modelos-coincidem-entre-sabado-e-terca-feira-uma-gota-fria-deixara-trovoadas-fortes-em-portugal-continental.html" title="Os modelos coincidem: entre sábado e terça-feira uma gota fria deixará trovoadas fortes em Portugal continental"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/os-modelos-coincidem-entre-sabado-e-terca-feira-uma-gota-fria-deixara-trovoadas-fortes-em-portugal-continental-1781001209303_320.jpg" alt="Os modelos coincidem: entre sábado e terça-feira uma gota fria deixará trovoadas fortes em Portugal continental"></a></article></aside><p>O forte fluxo de Leste vindo do interior de Espanha, aliado ao reforço das altas pressões e à forte insolação diária que já existe nesta época do ano, serão os fatores responsáveis por esta abrupta e generalizada intensificação do calor.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/duas-capitais-distritais-das-regioes-norte-e-centro-passarao-dos-24-aos-36-c-de-temperatura-maxima-em-tres-dias.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Um fluxo de massas de ar quente está a aproximar-se de Portugal, o que causará máximas de 38 °C em diversas localidades]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/um-fluxo-de-massas-de-ar-quente-esta-a-aproximar-se-de-portugal-o-que-causara-maximas-de-38-c-em-diversas-localidades.html</link><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:27:31 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Portugal prepara-se para um episódio de calor que terá início na quinta-feira dia 11, com temperaturas até 39 °C e anomalias térmicas superiores a 10 °C nas primeiras horas da manhã.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xae60r2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xae60r2.jpg" id="xae60r2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Esta terça-feira (9) vai continuar a ser marcada pelo<strong> vento moderado a forte em grande parte do litoral ocidental,</strong> com especial incidência na Grande Lisboa e na região Centro-Oeste, onde as rajadas poderão atingir os 70 km/h.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Desde o distrito de Viana do Castelo até Lisboa, o fluxo de norte vai continuar a soprar com intensidade suficiente para provocar <strong>desconforto junto à faixa costeira e agravar a agitação marítima</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/um-fluxo-de-massas-de-ar-quente-esta-a-aproximar-se-de-portugal-o-que-causara-maximas-de-38-c-em-diversas-localidades-1781005049158.png" data-image="2ik15yb805xx" alt="Rajada de Vento" title="Rajada de Vento"><figcaption>O vento continua a dominar esta terça-feira, com rajadas até 70 km/h na Grande Lisboa e Centro-Oeste. A faixa costeira mantém-se fresca pela influência atlântica.</figcaption></figure><p>Em contraste, <strong>o interior</strong> do país apresenta temperaturas significativamente mais elevadas, com <strong>diversas localidades a ultrapassarem os 30 °C</strong>, enquanto no litoral oeste as máximas permanecem mais contidas, entre os 19 e os 23 °C.</p><h2>Quarta-feira (10) traz o início da mudança</h2><p>No feriado de quarta-feira (10), dia de Portugal, o vento continuará presente ao longo do dia, embora as temperaturas iniciem uma subida gradual de cerca de 2 a 3 °C relativamente à terça-feira (9). Será também durante este dia que<strong> uma massa de ar quente vai começar a deslocar-se sobre a Península Ibérica,</strong> substituindo progressivamente a massa de ar mais fresca que tem vindo a influenciar Portugal nos últimos dias.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/um-fluxo-de-massas-de-ar-quente-esta-a-aproximar-se-de-portugal-o-que-causara-maximas-de-38-c-em-diversas-localidades-1781005159279.jpg" data-image="1489ur522vv4" alt="Mapa Geopotêncial a 925 hPa" title="Mapa Geopotêncial a 925 hPa"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-477893">O mapa de geopotencial a 925 hPa evidencia a chegada gradual de uma massa de ar quente à Península Ibérica durante quarta-feira (10), iniciando a substituição do ar mais fresco que marcou os últimos dias.</figcaption></figure><p>Esta alteração da circulação atmosférica será o ponto de partida para um episódio de calor mais expressivo.</p><h2>Quinta-feira o calor instala-se em quase todo o território</h2><p>Na quinta-feira (11), a influência da massa de ar quente será já evidente em praticamente todo o país. Grande parte do território continental deverá registar <strong>temperaturas máximas entre os 30 e os 35 °C,</strong> enquanto a faixa costeira continuará a beneficiar da influência atlântica, mantendo valores ligeiramente inferiores.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/um-fluxo-de-massas-de-ar-quente-esta-a-aproximar-se-de-portugal-o-que-causara-maximas-de-38-c-em-diversas-localidades-1781005202027.png" data-image="nbei04g5cpex" alt="Temperatura" title="Temperatura"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-325060">Na quinta-feira (11), o calor intensifica-se em praticamente todo o território continental. Muitas regiões deverão atingir entre 30 e 35 °C, podendo o Vale do Tejo registar máximas de 38 °C.</figcaption></figure><p>Pontualmente, sobretudo na região do Vale do Tejo, <strong>algumas localidades poderão atingir os 37 ou 38 °C</strong>. Simultaneamente, o vento deverá perder intensidade, contribuindo para uma sensação térmica ainda mais elevada.</p><h2>Sexta-feira poderá começar com temperaturas excecionalmente elevadas</h2><p>Na sexta-feira (12), o calor deverá intensificar-se novamente, há previsão de temperaturas máximas a chegar aos <strong>39 - 40 °C</strong>.</p><p><strong>Um dos aspetos mais invulgares será a temperatura prevista para as primeiras horas da manhã,</strong> com várias localidades do Norte e Centro a poderem registar entre 25 e 27 °C por volta das 08:00.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/um-fluxo-de-massas-de-ar-quente-esta-a-aproximar-se-de-portugal-o-que-causara-maximas-de-38-c-em-diversas-localidades-1781005238333.png" data-image="chk4sb35suft" alt="Temperatura" title="Temperatura"><figcaption>Sexta-feira poderá começar com temperaturas invulgarmente elevadas para a hora, com várias localidades do Norte e Centro a registarem entre 25 e 27 °C logo pelas 08:00.</figcaption></figure><p>O mapa de anomalia térmica indica valores médios entre 10 e 11 °C acima do normal para a época em diversas regiões do país, principalmente no Centro.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772999" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aproxima-se-a-toda-a-velocidade-uma-crista-anticiclonica-com-ar-quente-vem-ai-muito-calor-avanca-joana-campos.html" title="Aproxima-se a toda a velocidade uma crista anticiclónica com ar quente: 'vem aí muito calor', avança Joana Campos">Aproxima-se a toda a velocidade uma crista anticiclónica com ar quente: "vem aí muito calor", avança Joana Campos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aproxima-se-a-toda-a-velocidade-uma-crista-anticiclonica-com-ar-quente-vem-ai-muito-calor-avanca-joana-campos.html" title="Aproxima-se a toda a velocidade uma crista anticiclónica com ar quente: 'vem aí muito calor', avança Joana Campos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/aproxima-se-a-toda-a-velocidade-uma-crista-anticiclonica-com-ar-quente-vem-ai-muito-calor-avanca-joana-campos-1780999480068_320.png" alt="Aproxima-se a toda a velocidade uma crista anticiclónica com ar quente: 'vem aí muito calor', avança Joana Campos"></a></article></aside><p><strong>Na Sertã, por exemplo, são previstos cerca de 27 °C às 08:00</strong>, quando a média climatológica ronda apenas os 17 °C para as primeiras horas da manhã.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/um-fluxo-de-massas-de-ar-quente-esta-a-aproximar-se-de-portugal-o-que-causara-maximas-de-38-c-em-diversas-localidades-1781005273839.png" data-image="gyto7q7xmoy2" alt="Anomalia da Temperatura" title="Anomalia da Temperatura"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-734034">A manhã de sexta-feira poderá apresentar anomalias térmicas muito expressivas, com temperaturas até 10 ou 11 °C acima da média climatológica em várias regiões do país, um cenário pouco habitual para as manhãs de junho.</figcaption></figure><p>Este episódio deverá culminar com um ambiente bastante quente em praticamente todo o território, confirmando a chegada de uma massa de ar significativamente mais quente sobre Portugal Continental que estará a vir do interior de Espanha.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/um-fluxo-de-massas-de-ar-quente-esta-a-aproximar-se-de-portugal-o-que-causara-maximas-de-38-c-em-diversas-localidades.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Aproxima-se a toda a velocidade uma crista anticiclónica com ar quente: "vem aí muito calor", avança Joana Campos]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aproxima-se-a-toda-a-velocidade-uma-crista-anticiclonica-com-ar-quente-vem-ai-muito-calor-avanca-joana-campos.html</link><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 10:42:06 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Entre quarta-feira e sábado, vários locais do país poderão registar temperaturas máximas próximas dos 40 ºC, devido a uma crista anticiclónica com ar quente.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xae55my"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xae55my.jpg" id="xae55my"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Os dias vão aquecer em todo o país, entre quarta-feira e sábado, devido à <strong>influência de uma crista anticiclónica e de uma massa de ar quente</strong>, que poderão levar os termómetros a registar valores muito acima do expectável para a época. </p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>É esperado que este aumento das temperaturas resulte em dias bastante quentes, <strong>principalmente entre quinta e sexta-feira</strong>, onde vários locais de Norte a Sul do país podem alcançar valores próximos dos 40 ºC, traduzindo-se em muito calor.</p><h2>A partir de quarta-feira este aquecimento começará a sentir-se em praticamente todo o país</h2><p>Amanhã, quarta-feira, marca o início da subida acentuada das temperaturas em Portugal Continental. Como avançamos em previsões anteriores, o feriado irá trazer valores já típicos de verão em várias cidades do país. Ainda assim, <strong>estas temperaturas mais elevadas deverão sentir-se com maior expressão no interior Centro e Sul</strong>, onde os termómetros poderão chegar aos 35 ºC, especialmente no Baixo Alentejo. Ainda assim, não se esperam valores inferiores a 30 ºC nessas regiões.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aproxima-se-a-toda-a-velocidade-uma-crista-anticiclonica-com-ar-quente-vem-ai-muito-calor-avanca-joana-campos-1780999837305.png" data-image="jeccqhkztmwg" alt="temperatura do ar à superfície; anticiclone" title="temperatura do ar à superfície; anticiclone"><figcaption>Uma crista anticiclónica associada a uma massa de ar quente favorecerá tempo estável e uma subida das temperaturas, resultando em valores acima da média.</figcaption></figure><p>No Norte, à exceção das cidades costeiras que deverão registar temperaturas mais contidas, na ordem dos 20 ºC, como Viana do Castelo, <strong>as capitais de distrito deverão registar máximas entre 24 ºC</strong>, no Porto, <strong>e 28 ºC</strong> em Vila Real. Alguns locais do Vale do Douro podem registar até 31 ºC.</p><p>Na quinta-feira, espera-se uma <strong>subida acentuada no litoral Norte e Centro do país</strong>, onde Viana do Castelo com 23 ºC e Aveiro com 26 ºC deverão ser as capitais de distrito mais frescas. Para além destas, apenas Bragança e Guarda deverão registar valores abaixo dos 30 ºC, com 29 ºC previstos. <strong>Todas as cidades restantes destas poderão ultrapassar os 30 ºC</strong>. A Sul, também Faro deverá registar máxima de 28 ºC. Coimbra poderá ser a capital de distrito mais quente, com 36 ºC.</p><h2>O pico do calor poderá acontecer na sexta-feira, dia 12</h2><p>Depois de uma quinta-feira quente, estima-se que possa surgir uma sexta-feira ainda mais quente. <strong>Pelas 13h espera-se que as cidades do Porto e Leiria registem 35 ºC de máxima</strong>, seguidas de Braga e Aveiro que poderão registar até 33 ºC e Viana do Castelo poderá contar com 28 ºC. Desta forma, por esta hora, o <strong>litoral contará com temperaturas superiores ao interior</strong>, cuja máxima esperada é de 34 ºC para Castelo Branco e Beja.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772863" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tempo-em-portugal-esta-semana-temperaturas-aproximam-se-dos-40-c-nestas-zonas-saiba-em-que-datas.html" title="Tempo em Portugal esta semana: temperaturas aproximam-se dos 40 °C nestas zonas; saiba em que datas">Tempo em Portugal esta semana: temperaturas aproximam-se dos 40 °C nestas zonas; saiba em que datas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tempo-em-portugal-esta-semana-temperaturas-aproximam-se-dos-40-c-nestas-zonas-saiba-em-que-datas.html" title="Tempo em Portugal esta semana: temperaturas aproximam-se dos 40 °C nestas zonas; saiba em que datas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/mudancas-no-tempo-em-portugal-esta-semana-temperaturas-podem-aproximar-se-dos-40-c-saiba-onde-1780924635665_320.jpg" alt="Tempo em Portugal esta semana: temperaturas aproximam-se dos 40 °C nestas zonas; saiba em que datas"></a></article></aside><p>À medida que as horas passam, os valores poderão atenuar ligeiramente no litoral, ainda que se mantenham elevados, e aquecerão no interior, levando os termómetros a registar cerca de 38 ºC em alguns locais do Vale do Douro, na Beira Baixa, no Ribatejo e no Baixo Alentejo. <strong>Grândola poderá ser um dos locais mais quentes do país, com 39 ºC</strong>.</p><p>No <strong>sábado, o dia espera-se igualmente quente</strong>, contando apenas com um <strong>pequeno alívio do calor no litoral Norte e Centro</strong>, ainda que as máximas esperadas possam permanecer elevadas com 24 ºC para Viana do Castelo, 28 ºC para o Porto e 27 ºC para Aveiro. No resto do país, o cenário poderá ser idêntico ao dia anterior, com valores locais entre os 35 ºC e os 38 ºC.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aproxima-se-a-toda-a-velocidade-uma-crista-anticiclonica-com-ar-quente-vem-ai-muito-calor-avanca-joana-campos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Os modelos coincidem: entre sábado e terça-feira uma gota fria deixará trovoadas fortes em Portugal continental]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/os-modelos-coincidem-entre-sabado-e-terca-feira-uma-gota-fria-deixara-trovoadas-fortes-em-portugal-continental.html</link><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 10:37:13 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O modelo europeu sugere que, a partir deste sábado, 13 de junho, uma gota fria poderá atravessar Portugal continental. Caso a previsão se concretize, poderão surgir aguaceiros, trovoadas fortes, queda de granizo e fenómenos extremos de vento.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xae5bxa"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xae5bxa.jpg" id="xae5bxa"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A segunda semana de junho está a ser marcada por dias mais amenos, condicionados por uma forte presença da nortada, especialmente nas regiões do litoral. Não obstante, de um modo geral, <strong>espera-se que as temperaturas subam de forma gradual em todo o país nos próximos dias, estando previsto que os dias mais quentes sejam quinta e sexta-feira, dias 11 e 12 de junho</strong>, quando as temperaturas máximas serão superiores a 35 ºC em várias zonas, podendo inclusive aproximar-se dos 40 ºC.</p><div class="texto-destacado"><strong>No vídeo</strong><br>Os modelos indicam a possibilidade de um pequeno vale depressionário (ou ‘língua’ de ar frio em altitude) separar-se da circulação geral, dando origem a uma <strong>gota fria que poderá afetar Portugal continental sob a forma de trovoadas fortes a partir deste fim de semana de 13 e 14 de junho</strong>. </div><p>O estado do tempo em Portugal continental nestes próximos 3/4 dias tornar-se-á cada vez mais quente, apresentando-se predominantemente estável, seco e soalheiro. Contudo, aqui na <strong>Meteored Portugal, estamos atentos ao possível desenvolvimento de uma gota fria que, a partir do fim de semana</strong>, poderá trazer mudanças mais significativas às condições meteorológicas.</p><h2>Uma gota fria poderá gerar trovoadas fortes a partir de sábado</h2><p>Como referido nas últimas previsões da Meteored Portugal, para os próximos dias continua a estar previsto um cenário no qual <strong>as altas pressões deslocar-se-ão gradualmente para es-nordeste, dando lugar a um tempo mais estável e a uma subida generalizada das temperaturas</strong>. Entre quarta (10) e quinta-feira (11) as altas pressões já estarão mais deslocadas para o norte da Península Ibérica e, durante o fim de semana, prevê-se que o anticiclone se situe sobre o centro da Europa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/os-modelos-coincidem-entre-sabado-e-terca-feira-uma-gota-fria-deixara-trovoadas-fortes-em-portugal-continental-1781000562781.png" data-image="2gfbg27wlvkk"><figcaption>A última atualização do modelo ECMWF indica que a gota fria passará pela Península Ibérica, mas a incerteza neste cenário permanece muito significativa.</figcaption></figure><p>Uma pequena ondulação do jato polar irá favorecer o aparecimento de um pequeno vale depressionário (uma ‘língua’ de ar frio em altitude) a oes-sudoeste da Península Ibérica a partir de sexta-feira, 12 de junho. A incerteza aumenta muito a partir daí, mas <strong>as últimas atualizações dos modelos indicam que esta bolsa de ar frio irá aproximar-se da nossa geografia, aproveitando o afastamento das altas pressões rumo à Europa</strong>.</p><p>A maioria dos cenários indica, neste momento, que o vale depressionário acabará por se separar do jato polar, gerando assim uma <strong>pequena gota fria próxima de Portugal continental</strong> e da Espanha peninsular. É importante recordar que grande parte da chuva que cai nos meses de verão é gerada pela passagem de pequenas bolsas de ar frio.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772863" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tempo-em-portugal-esta-semana-temperaturas-aproximam-se-dos-40-c-nestas-zonas-saiba-em-que-datas.html" title="Tempo em Portugal esta semana: temperaturas aproximam-se dos 40 °C nestas zonas; saiba em que datas">Tempo em Portugal esta semana: temperaturas aproximam-se dos 40 °C nestas zonas; saiba em que datas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tempo-em-portugal-esta-semana-temperaturas-aproximam-se-dos-40-c-nestas-zonas-saiba-em-que-datas.html" title="Tempo em Portugal esta semana: temperaturas aproximam-se dos 40 °C nestas zonas; saiba em que datas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/mudancas-no-tempo-em-portugal-esta-semana-temperaturas-podem-aproximar-se-dos-40-c-saiba-onde-1780924635665_320.jpg" alt="Tempo em Portugal esta semana: temperaturas aproximam-se dos 40 °C nestas zonas; saiba em que datas"></a></article></aside><p>Para esclarecer o elevado grau de incerteza na previsão, há que revelar os distintos cenários atuais dos modelos. Há projeções que indicam que a gota fria atravessará o Estreito de Gibraltar entre domingo e terça-feira, <strong>outros que a fazem passar de sudoeste para nordeste pela Península Ibérica, e ainda existem aqueles que sugerem que ela se manterá no Atlântico</strong>.</p><h2>Alguns modelos apostam num episódio de trovoadas fortes</h2><p>Inicialmente, a baixa pressão arrastará ar quente e algumas poeiras saarianas em suspensão. Porém, se acabar por afetar Portugal continental, deixará pelo caminho uma <strong>situação de trovoadas mais generalizadas, não se excluindo a possibilidade de aguaceiros localmente fortes, por vezes sob a forma de granizo</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/os-modelos-coincidem-entre-sabado-e-terca-feira-uma-gota-fria-deixara-trovoadas-fortes-em-portugal-continental-1781000959862.jpg" data-image="hsec4r4q1kgs"><figcaption>As cartas deterministas do modelo ECMWF sugerem que os aguaceiros e trovoadas poderão alastrar-se em termos de área geográfica abrangida a partir de sábado, podendo ser pontualmente fortes à escala local.</figcaption></figure><p><strong>Tampouco se descarta a hipótese de fenómenos extremos de vento</strong>. Não obstante, dada a <strong>elevada incerteza da previsão</strong>, é necessário continuar a monitorizar a evolução desta situação nos próximos dias.</p><p> Tudo dependerá da localização final que a gota fria vier a assumir nos próximos dias, <strong>pois pequenas alterações na sua trajetória ou no seu posicionamento, acabarão por ditar de forma decisiva a distribuição e intensidade dos fenómenos</strong> associados a esta baixa pressão em Portugal continental. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/os-modelos-coincidem-entre-sabado-e-terca-feira-uma-gota-fria-deixara-trovoadas-fortes-em-portugal-continental-1781000681887.png" data-image="ll2mcjh31y1f"><figcaption>Caso a atual previsão se concretize, domingo, 14 de junho, poderá ser um dia repleto de atividade atividade elétrica (relâmpagos e trovões), com alguns aguaceiros, especialmente durante o período da tarde e sobretudo nas Regiões Norte e Centro.</figcaption></figure><p>Por este motivo,<strong> o grau de impacto esperado em cada região continua sujeito a ajustamentos</strong>. De qualquer forma, continuaremos <strong>a atualizar a previsão </strong>aqui na Meteored Portugal nos próximos dias.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/os-modelos-coincidem-entre-sabado-e-terca-feira-uma-gota-fria-deixara-trovoadas-fortes-em-portugal-continental.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Fóssil de 415 milhões de anos revela maior escorpião já identificado na Terra]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/fossil-de-415-milhoes-de-anos-revela-maior-escorpiao-ja-identificado-na-terra.html</link><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 06:19:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Descoberta baseada em espécime canadiano redefine limites do tamanho de artrópodes pré-históricos e amplia a compreensão sobre a vida terrestre primitiva e os seus primeiros grandes predadores dominantes.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/fossil-de-415-milhoes-de-anos-revela-maior-escorpiao-ja-identificado-na-terra-1780846873747.jpg" data-image="lwwcmh2u7yhk" alt="Representação de indivíduo da espécie Eramoscorpius na natureza - (crédito: Franz Anthony)" title="Representação de indivíduo da espécie Eramoscorpius na natureza - (crédito: Franz Anthony)"><figcaption>Representação de indivíduo da espécie Eramoscorpius na natureza. Crédito: Franz Anthony</figcaption></figure><p>Um <strong>fóssil com cerca de 415 milhões de anos </strong>foi identificado por cientistas como pertencente ao <strong>maior escorpião já registado na história da Terra</strong>. A descoberta foi confirmada em<a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/pala.70064" target="_blank"> estudo publicado recentemente na revista científica britânica Palaeontology</a>, trazendo novas informações sobre a fauna que habitava o planeta nos seus estágios iniciais de colonização terrestre.</p><p>Embora fósseis desta espécie já fossem conhecidos há mais de um século, a identidade exata do animal permanecia incerta. Estudos anteriores não tinham conseguido determinar com precisão a qual organismo pertenciam os vestígios encontrados. O novo estudo, no entanto, <strong>reuniu e analisou diferentes espécimes fósseis</strong>, permitindo uma classificação mais precisa.</p><p>A investigação concluiu que os fósseis pertencem ao género <strong>Eramoscorpius</strong>, um tipo de escorpião pré-histórico até então pouco compreendido. A análise detalhada das estruturas corporais preservadas foi fundamental para estabelecer essa identificação e esclarecer dúvidas que persistiam na comunidade científica.</p><h2>Fóssil canadiano foi peça-chave na descoberta</h2><p>Um dos elementos centrais da investigação foi <strong>um fóssil excecionalmente bem preservado, encontrado no Canadá</strong> em 2015. Este espécime destacou-se pelas suas dimensões impressionantes, ultrapassando um metro de comprimento total e apresentando pinças que chegavam a medir cerca de 16 centímetros.</p><div class="texto-destacado">Estas características permitiram aos investigadores confirmar que se trata do <strong>maior escorpião pré-histórico já identificado.</strong> O tamanho avantajado chama a atenção especialmente quando considerado o contexto evolutivo da época, em que a vida terrestre ainda estava nos seus estágios iniciais.</div><p>Naquele período geológico, poucos organismos tinham atingido dimensões comparáveis. A descoberta reforça a ideia de que certos artrópodes puderam crescer significativamente devido à <strong>ausência de predadores mais complexos ou competitivos</strong> em ambientes recém-colonizados.</p><h2>Predador dominante em ambientes primitivos</h2><p>Estudos indicam que este escorpião habitava regiões que hoje correspondem à <strong>Inglaterra e ao País de Gales</strong>. Com uma estrutura corporal robusta e adaptada, o animal provavelmente ocupava o topo da cadeia alimentar no seu ecossistema.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/fossil-de-415-milhoes-de-anos-revela-maior-escorpiao-ja-identificado-na-terra-1780847184190.jpg" data-image="w086jngyn6m8" alt="O fóssil do animal possui cerca de 415 milhões de anos Leia mais em: https://veja.abril.com.br/coluna/almanaque-de-curiosidades/cientistas-identificam-maior-escorpiao-ja-encontrado/" title="O fóssil do animal possui cerca de 415 milhões de anos Leia mais em: https://veja.abril.com.br/coluna/almanaque-de-curiosidades/cientistas-identificam-maior-escorpiao-ja-encontrado/"><figcaption>Fóssil de escorpião possui cerca de 415 milhões de anos. Crédito: Dunlop & Garwood/PeerJ/Reprodução</figcaption></figure><p>A sua dieta era variada e incluía desde pequenos artrópodes até presas de maior porte. Evidências sugerem que ele podia transitar entre ambientes aquáticos e terrestres, o que ampliava as suas possibilidades de caça e reforçava o seu papel como predador dominante.</p><p>Segundo o investigador Richie Howard, curador de artrópodes fósseis do Museu de História Natural de Londres e autor principal do estudo, o <strong>contexto evolutivo foi determinante para o crescimento da espécie</strong>. Ele explica que, naquele momento, os ancestrais de répteis, mamíferos e aves ainda não tinham migrado para o ambiente terrestre.</p><h2>Descoberta amplia a compreensão da evolução terrestre</h2><p>A ausência de grandes predadores terrestres pode ter permitido que o Eramoscorpius alcançasse <strong>dimensões incomuns</strong>, dominando o seu ambiente com pouca concorrência. Este cenário ajuda a explicar o gigantismo observado em alguns artrópodes do período.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="762862" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/origens-dos-animais-antigos-os-fosseis-recuam-a-cronologia-evolutiva-em-4-milhoes-de-anos.html" title="Origens dos animais antigos: os fósseis recuam a cronologia evolutiva em 4 milhões de anos">Origens dos animais antigos: os fósseis recuam a cronologia evolutiva em 4 milhões de anos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/origens-dos-animais-antigos-os-fosseis-recuam-a-cronologia-evolutiva-em-4-milhoes-de-anos.html" title="Origens dos animais antigos: os fósseis recuam a cronologia evolutiva em 4 milhões de anos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ancient-animal-origins-fossils-push-the-evolutionary-timeline-back-by-4-million-years-1775390180198_320.jpg" alt="Origens dos animais antigos: os fósseis recuam a cronologia evolutiva em 4 milhões de anos"></a></article></aside><p>Além de revelar um recordista em tamanho, a descoberta oferece pistas importantes sobre a <strong>colonização dos ambientes terrestres através de formas de vida complexas</strong>. Este processo é considerado um dos momentos mais decisivos na história evolutiva do planeta.</p><p>Os cientistas acreditam que estudos como este podem contribuir para a compreensão de como os ecossistemas terrestres se estruturaram ao longo do tempo. A <strong>análise de fósseis antigos </strong>continua a ser uma das principais ferramentas para reconstruir a trajetória da vida na Terra.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>Correio Braziliense. <a href="https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2026/06/7434582-fossil-milenar-e-apontado-como-pertencente-ao-maior-escorpiao-ja-visto.html" target="_blank">Fóssil milenar é apontado como pertencente ao maior escorpião já visto</a>. 2026</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/fossil-de-415-milhoes-de-anos-revela-maior-escorpiao-ja-identificado-na-terra.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Este mês pode explorar Machu Picchu sem sair de Lisboa]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/este-mes-pode-explorar-machu-picchu-sem-sair-de-lisboa.html</link><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>A partir de 18 de junho, uma experiência de realidade virtual no Terreiro do Paço recria a cidade perdida dos Incas com tecnologia imersiva e narrativa envolvente.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-mes-pode-explorar-machu-picchu-sem-sair-de-lisboa-1780941769153.jpg" data-image="kf7oz9tvmgha" alt="Machu Picchu" title="Machu Picchu"><figcaption>Uma viagem ao Peru sem sair de Portugal? Esta nova experiência torna isso possível. Foto: machupicchuexp.com</figcaption></figure><p>O <strong>Peru está a chegar a Lisboa</strong>. É verdade. A partir de dia 18 de junho será muito mais fácil visitar Machu Picchu. O melhor é que não precisa de passaporte, nem de um avião. </p><p>Depois do sucesso de ‘Horizonte de Quéops: Viagem ao Antigo Egito’, chega agora à capital uma nova <strong>aventura imersiva</strong> que promete transportar os visitantes para um dos locais mais fascinantes do planeta. Afinal, este é um dos mais importantes patrimónios arqueológicos do mundo.</p><div class="texto-destacado">“Machu Picchu: Viagem à Cidade Perdida”, estreia a 18 de junho e promete ser uma experiência de realidade virtual que permite explorar o coração do antigo Império Inca sem sair da capital portuguesa.</div><p>"Mergulha na primeira expedição de VR totalmente livre a Machu Picchu — uma viagem à idade de ouro do Império Inca", convidam os responsáveis. "Explora templos sagrados, praças vibrantes e paisagens míticas, que ganham vida através de uma narrativa cinematográfica e tecnologia de ponta." Curioso?</p><h2>Uma experiência única</h2><p>A nova atração convida os participantes a embarcarem numa viagem virtual por <strong>templos sagrados, terraços agrícolas e caminhos incas antigos</strong>. Tudo recriado com elevado rigor técnico. "Não é apenas um olhar sobre o passado — é um portal", garante a organização.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="683831" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/vai-viajar-para-machu-picchu-tudo-o-que-precisa-de-saber-antes-de-levantar-voo.html" title="Vai viajar para Machu Picchu? Tudo o que precisa de saber antes de levantar voo">Vai viajar para Machu Picchu? Tudo o que precisa de saber antes de levantar voo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/vai-viajar-para-machu-picchu-tudo-o-que-precisa-de-saber-antes-de-levantar-voo.html" title="Vai viajar para Machu Picchu? Tudo o que precisa de saber antes de levantar voo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/vai-viajar-para-machu-picchu-tudo-o-que-precisa-de-saber-antes-de-levantar-voo-1731967097388_320.jpg" alt="Vai viajar para Machu Picchu? Tudo o que precisa de saber antes de levantar voo"></a></article></aside><p>E onde é que pode encontrar tudo isto? Na <strong>sala subterrânea da Estação de Metro do Terreiro do Paço</strong>. </p><p>“A experiência foi desenvolvida pela Virtual Worlds, especialista em experiências imersivas de livre circulação, recorrendo a drones, tecnologia LiDAR e fotogrametria para reproduzir de forma detalhada um dos mais importantes sítios arqueológicos do mundo, classificado como Património Mundial da UNESCO”, lê-se no <em>site</em> ‘Vou Sair’.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-mes-pode-explorar-machu-picchu-sem-sair-de-lisboa-1780942251827.jpg" data-image="uzg510fgbcfg" alt="Machu Picchu" title="Machu Picchu"><figcaption>Uma experiência imersiva. Foto: machupicchuexp.com</figcaption></figure><p>Durante a interação, os visitantes têm a oportunidade de percorrer os céus dos Andes na companhia de condores, uma das maiores aves voadoras do planeta, descobrir monumentos emblemáticos e entrar numa antiga casa inca enquanto assistem a um raro eclipse solar. Tudo isto é apresentado através de uma narrativa envolvente que combina património histórico, tradições culturais e recursos tecnológicos inovadores.</p><p>O objetivo? <strong>Democratizar o acesso a lugares e patrimónios históricos de difícil acesso</strong>, utilizando tecnologia imersiva para criar novas formas de aprender, descobrir e viajar. </p><h2>Mais informações e detalhes</h2><p>As entradas são permitidas a partir dos dez anos (com acompanhante) na sala subterrânea da estação de metro do Terreiro do Paço, em Lisboa. A experiência dura <strong>45 minutos</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771330" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esqueca-os-centros-comerciais-este-cinema-fica-ao-ar-livre-e-no-topo-de-lisboa.html" title="Esqueça os centros comerciais: este cinema fica ao ar livre e no topo de Lisboa">Esqueça os centros comerciais: este cinema fica ao ar livre e no topo de Lisboa</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esqueca-os-centros-comerciais-este-cinema-fica-ao-ar-livre-e-no-topo-de-lisboa.html" title="Esqueça os centros comerciais: este cinema fica ao ar livre e no topo de Lisboa"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/esqueca-os-centros-comerciais-este-cinema-fica-ao-ar-livre-e-no-topo-de-lisboa-1780052789529_320.jpg" alt="Esqueça os centros comerciais: este cinema fica ao ar livre e no topo de Lisboa"></a></article></aside><p>E quanto aos bilhetes? Os ingressos para “Machu Picchu: Viagem à Cidade Perdida” já estão disponíveis através da plataforma Fever e do<em> site</em> oficial da experiência. <strong>Custam a partir de 17,85€</strong> (adultos).</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://vousair.pt/ja-pode-visitar-machu-picchu-sem-sair-de-lisboa-e-a-experiencia-e-em-realidade-virtual/" target="_blank">Já pode visitar Machu Picchu sem sair de Lisboa — e a experiência é em realidade virtual</a>. Vou Sair. 29 de maio de 2026.</em></p><p><em>Rui Pedro Pereira. <a href="https://www.jn.pt/evasoes/artigo/ja-pode-subir-ao-machu-picchu-sem-se-cansar-basta-entrar-no-metro-de-lisboa/18093061" target="_blank">Já pode subir ao Machu Picchu sem se cansar. Basta entrar no metro de Lisboa</a>. Jornal de Notícias. 8 de junho de 2026</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/este-mes-pode-explorar-machu-picchu-sem-sair-de-lisboa.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Saídas dos contos de fadas, as casas suspensas de Vancouver surpreendem o mundo]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/saidas-dos-contos-de-fadas-as-casas-suspensas-de-vancouver-surpreendem-o-mundo.html</link><pubDate>Mon, 08 Jun 2026 19:02:23 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Na costa oeste do Canadá, na floresta de Vancouver, casas esféricas suspensas mostram como a inovação pode coexistir com a preservação ambiental.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/saidas-dos-contos-de-fadas-as-casas-suspensas-de-vancouver-surpreendem-o-mundo-1780929844580.jpg" data-image="7gk5r77uyc1k" alt="Casas esfera" title="Casas esfera"><figcaption>Suspensas por cabos entre árvores centenárias, as Free Spirit Spheres foram concebidas para minimizar o impacto ambiental e proporcionar uma experiência única de imersão na floresta canadiana. Fonte: FreeSpiritSphere</figcaption></figure><p><strong>No coração das florestas da Ilha de Vancouver</strong>, no Canadá, no município de Nanaimo, existe um lugar que parece ter saído de um conto de fadas.</p><p>Suspensas entre cedros e abetos centenários, <strong>pequenas esferas de madeira balançam suavemente ao sabor do vento</strong>, transformando a experiência de habitar na natureza numa forma completamente nova de arquitetura.</p><p>Conhecidas como <strong><em>Free Spirit Spheres</em></strong>, estas estruturas esféricas <strong>desafiam quer a arquitetura quer a própria engenharia, uma vez que não assentam sobre fundações</strong>, não ocupam espaço no solo e não procuram dominar a paisagem, pelo contrário, coexistem com ela.</p><h2>Arquitetura entre as árvores </h2><p>Srgundo a revista online <em>Viagem e Turismo</em>, o projeto das <em>Free Spirit Spheres</em> é da <strong>autoria do engenheiro construtor Tom Chudleigh, que concebeu a ideia e iniciou a construção da primeira esfera</strong>, chamada Eve, nos primeiros anos da década de 90.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767284" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/como-os-paises-estao-a-transformar-a-divida-em-florestas-para-combater-as-alteracoes-climaticas.html" title="Como os países estão a transformar a dívida em florestas para combater as alterações climáticas">Como os países estão a transformar a dívida em florestas para combater as alterações climáticas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/como-os-paises-estao-a-transformar-a-divida-em-florestas-para-combater-as-alteracoes-climaticas.html" title="Como os países estão a transformar a dívida em florestas para combater as alterações climáticas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/how-countries-are-turning-debt-into-forests-to-fight-climate-change-1777380286517_320.jpg" alt="Como os países estão a transformar a dívida em florestas para combater as alterações climáticas"></a></article></aside><p>Em 1999 foi construída a segunda esfera, Eryn, maior e mais sofisticada, contudo <strong>apenas em 2005, depois de começar a ganhar notoriedade internacional</strong>, é que as <em>Free Spirit Spheres </em>começaram a ser disponibilizadas para venda e alojamento turístico.</p><p>A premissa desta proposta passa pela <strong>oportunidade do ser humano em viver na floresta sem interromper o funcionamento natural da mesma</strong>.<br>O seu formato esferico remete para <strong>sementes, frutos ou ninhos</strong>, elementos que podemos encontrar facilmente na natureza.</p><h2>Inspiração na natureza</h2><p>Cada esfera está <strong>suspensa por um sistema de cabos ligados a várias árvores</strong>, criando uma estrutura estável, mas capaz de se mover ligeiramente com o vento.</p><p>Quem já usufruiu da experiência descreve uma sensação semelhante à de <strong>estar num barco ancorado num mar calmo, um balanço suave que reforça a ligação com o ambiente natural</strong>.</p><div class="texto-destacado">"<em><strong>Um equilíbrio mágico entre o artesanato e a física combinado com uma belezaque se funde na perfeição com as árvores e a natureza circundante." </strong></em>Comentário de Jake G. na página Free Spirit Spheres</div><p>Mas o verdadeiro fascínio destas construções não está apenas na sua aparência, mas na <strong>filosofia que representam</strong>. Vivemos numa época em que as cidades crescem continuamente e a presença humana avança sobre ecossistemas cada vez mais frágeis.</p><p>A arquitetura tradicional, mesmo quando sustentável, <strong>continua frequentemente a exigir alterações permanentes na paisagem</strong>.</p><h2>Sem qualquer impacto negativo para a sustentabilidade da floresta</h2><p>As esferas de Vancouver propõem um caminho diferente, pois <strong>como permanecem suspensas, deixam praticamente o solo da floresta intacto</strong>.</p><p>A vegetação continua a desenvolver-se por baixo delas, <strong>os ciclos naturais mantêm-se e o impacto ambiental é reduzido ao mínimo</strong>. Além da questão ecológica, existe uma dimensão psicológica particularmente interessante.</p><p>Estudos sobre bem-estar mostram que <strong>a proximidade com ambientes naturais reduz os níveis de stress, melhora a qualidade do sono e aumenta a sensação de equilíbrio emocional</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/saidas-dos-contos-de-fadas-as-casas-suspensas-de-vancouver-surpreendem-o-mundo-1780930355250.jpg" data-image="oaxx9iqzuea4" alt="Interior da espera Luna" title="Interior da espera Luna"><figcaption>Com madeira trabalhada, mobiliário sob medida e iluminação aconchegante, o interior das esferas são transformados num refúgio suspenso entre as copas das árvores. Fonte: FreeSpiritSphere</figcaption></figure><p>No seu interior, o espaço é um <strong>exemplo impressionante de eficiência</strong>.<br>Apesar das dimensões reduzidas, <strong>cada centímetro foi cuidadosamente planeado</strong>. As camas são retráteis, as mesas dobráveis, existem compartimentos ocultos e o mobiliário curvo permite criar um ambiente confortável sem desperdiçar espaço.</p><p>Muitas soluções foram inspiradas no <strong>design de embarcações, onde a otimização é essencial</strong>. Esta abordagem reflete uma tendência crescente na arquitetura contemporânea, a procura por habitações menores, mais inteligentes e mais conscientes dos recursos disponíveis.</p><p>Enquanto durante décadas a prosperidade foi associada a casas cada vez maiores, projetos como as <em>Free Spirit Spheres</em> sugerem uma mudança de paradigma, <strong>o luxo deixa de ser medido pela quantidade de metros quadrados e passa a ser definido pela qualidade</strong> da experiência proporcionada.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/saidas-dos-contos-de-fadas-as-casas-suspensas-de-vancouver-surpreendem-o-mundo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Paula Gonçalves]]></dc:creator></item></channel></rss>