<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Tempo.pt - Meteored</title><link>https://www.tempo.pt</link><description>Notícias de meteorologia - Fique por dentro das últimas Notícias do tempo para Portugal e para o mundo. Nossos especialistas em meteorologia informam sobre atualidade, previsão do tempo e ciência.</description><language>pt-pt</language><lastBuildDate>Mon, 01 Jun 2026 14:10:24 +0000</lastBuildDate><pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:10:24 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.pt/imagenes/logo_rss.png</url><title>Tempo.pt - Meteored</title><link>https://www.tempo.pt</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Mudanças no tempo em Portugal esta semana: temperaturas descem e a chuva pode regressar]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/mudancas-no-tempo-em-portugal-esta-semana-temperaturas-descem-e-a-chuva-pode-regressar.html</link><pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:05:04 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Esta semana, que marca o arranque do verão climatológico, será marcada por uma descida das temperaturas e por chuva fraca e dispersa em alguns locais do país.</p><figure id="first-video" class="video youtube-short"><img src="https://img.youtube.com/vi/xHFrqB2O-JY/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=xHFrqB2O-JY" id="xHFrqB2O-JY"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>O dia de hoje, segunda-feira, marca o <strong>início do verão climatológico</strong>. Ainda assim, amanheceu com alguma nebulosidade, especialmente no litoral Norte e Centro, e com uma sensação térmica mais fresca. No entanto, ao longo das horas é esperada uma subida das temperaturas, principalmente ao longo da faixa interior, podendo as <strong>máximas mais elevadas alcançar os 32 ºC em Castelo Branco e Beja</strong>.</p><h2>Descida das temperaturas será de altos e baixos</h2><p>Contudo, para amanhã, <strong>terça-feira, espera-se uma descida dos valores</strong>, onde, à exceção de Faro, nenhuma capital de distrito deverá alcançar os 30 ºC. Esta <strong>descida será mais sentida no Norte e Centro</strong>, onde os valores poderão manter-se entre os 17 ºC em Viana do Castelo e os 24 ºC em Bragança, devendo Castelo Branco registar 26 ºC, sendo uma das cidades mais quentes destas regiões.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudancas-no-tempo-em-portugal-esta-semana-temperaturas-descem-e-a-chuva-pode-regressar-1780317282922.png" data-image="vp8mqakb7ch0" alt="temperatura do ar à superfície" title="temperatura do ar à superfície"><figcaption>Ao longo da semana registar-se-á uma descida das temperaturas, à exceção de quarta-feira que poderá registar uma subida das mesmas.</figcaption></figure><p>Além da descida das temperaturas, <strong>não se descarta a possibilidade de ocorrência de chuva fraca e dispersa</strong> entre as 3h e as 9h da manhã, especialmente no litoral Norte e Centro.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Na <strong>quarta-feira poderá dar-se uma nova subida das temperaturas</strong>, com maior expressão na faixa interior e no Sul, onde Castelo Branco, Évora, Beja e Faro poderão alcançar e ultrapassar os 30 ºC. Nesse dia também se poderão registar <strong>aguaceiros fracos e irregulares no noroeste</strong>, ao final da tarde,<strong> e no litoral de Aveiro e Coimbra</strong>, nas últimas horas do dia.</p><h2>Fim de semana trará uma nova subida dos termómetros</h2><p>Os aguaceiros previstos deverão dissipar-se totalmente até à manhã de quinta-feira e nesse dia registar-se-á uma<strong> nova descida térmica generalizada</strong>, que deverá manter-se na sexta-feira, como podemos observar no mapa acima, onde Faro, com 28 ºC, poderá ser a capital de distrito mais quente do país. Todavia, a recuperação das temperaturas está prevista para o dia seguinte, sábado, dia 6 de junho.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771721" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/8-mm-ate-domingo-7-de-junho-em-portugal-alfredo-graca-aponta-os-dias-mais-frescos-e-chuvosos.html" title="8 mm até domingo, 7 de junho, em Portugal: Alfredo Graça aponta os dias mais frescos e chuvosos">8 mm até domingo, 7 de junho, em Portugal: Alfredo Graça aponta os dias mais frescos e chuvosos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/8-mm-ate-domingo-7-de-junho-em-portugal-alfredo-graca-aponta-os-dias-mais-frescos-e-chuvosos.html" title="8 mm até domingo, 7 de junho, em Portugal: Alfredo Graça aponta os dias mais frescos e chuvosos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/8-mm-ate-domingo-dia-7-em-portugal-alfredo-graca-aponta-os-dias-mais-frescos-e-chuvosos-1780307400101_320.png" alt="8 mm até domingo, 7 de junho, em Portugal: Alfredo Graça aponta os dias mais frescos e chuvosos"></a></article></aside><p>Segundo a mais recente atualização dos nossos mapas, é esperada uma <strong>subida gradual das temperaturas</strong>, (ainda que no domingo os valores se possam conter um pouco em relação a sábado), esperando-se que no arranque da próxima semana os termómetros voltem a registar <strong>valores típicos de verão</strong> em praticamente todo o continente, especialmente na segunda e terça-feira, dias 8 e 9.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/mudancas-no-tempo-em-portugal-esta-semana-temperaturas-descem-e-a-chuva-pode-regressar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O montado já não é o que era. Inteligência artificial ajuda a detetar defeitos e a reduzir o desperdício de cortiça]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/o-montado-ja-nao-e-o-que-era-inteligencia-artificial-ajuda-a-detetar-defeitos-e-a-reduzir-o-desperdicio-de-cortica.html</link><pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:17:39 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Várias empresas do setor da cortiça estão a introduzir a inteligência artificial nos seus processos de produção. Em vez de dependerem apenas da inspeção manual, através dos novos sistemas podem analisar a cortiça utilizando a inteligência artificial, poupando tempo e com ganhos de qualidade.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-montado-ja-nao-e-o-que-era-inteligencia-artificial-ajuda-a-detetar-defeitos-e-a-reduzir-o-desperdicio-de-cortica-1780311836966.jpg" data-image="ihqe4rl80g7u" alt="Sobreiro" title="Sobreiro"><figcaption>A inteligência artificial e a automação têm cada vez mais utilizações, nomeadamente na floresta e, em particular, no montado, ajudando a transformar profundamente o setor florestal.</figcaption></figure><p>A <strong>inteligência artificial e a automação têm cada vez mais utilizações</strong>, nomeadamente na floresta e, em particular, no montado, ajudando a transformar profundamente o <strong>setor florestal</strong>, desde a monitorização no terreno até à tomada de decisão em fábrica, com a ajuda de grandes volumes de dados.</p><p>As novas tecnologias permitem, assim, <strong>aumentar a produtividade, reduzir desperdícios e impactos ambientais</strong> e ainda responder aos desafios impostos pela incerteza climática e pela escassez de mão-de-obra.</p><p>No seminário anual promovido na última semana pelo <strong>Centro de Competências do Sobreiro e da Cortiça </strong>(CCSC) esse foi um dos temas em cima da mesa.</p><div class="texto-destacado"> O evento decorreu em Coruche, no <strong>Observatório do Sobreiro e da Cortiça</strong>, e contou com a presença do <strong>secretário de Estado das Florestas</strong>, Rui Ladeira, que se inteirou sobre os principais aspetos da atual situação da fileira do montado e sobre a adesão de mais dois novos membros: a Universidade do Minho e a Corticeira Amorim. </div><p>Também foram objeto de debate as boas práticas de <strong>aplicação da ciência, por parte de gestores e proprietários florestais</strong>, que já conseguem resolver problemas concretos graças a trabalhos de investigação desenvolvidos pela academia em Portugal.</p><h2>Trabalhos científicos sobre a cortiça</h2><p>Durante a manhã, os presentes puderam assistir a uma reunião de investigação e desenvolvimento (I&D), na qual <strong>vários investigadores convidados apresentaram os seus trabalhos científicos</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>Paulo Firmino, do Instituto Superior de Agronomia</strong>, foi um deles. Apresentou um trabalho sobre a contribuição de índices de competição e variáveis edafoclimáticas para a previsão do crescimento do diâmetro sem cortiça de sobreiros adultos no montado português. <strong>Constança Camilo-Alves</strong>, da Universidade de Évora, apresentou os resultados de uma <strong>investigação sobre a influência da qualidade da estação na antecipação da desboia em sobreiros</strong> <strong>em fertirrega</strong>.</div><p><strong>Miguel Bugalho</strong>, do Instituto Superior de Agronomia, falou sobre a <strong>renaturalização poder ou não contribuir para a conservação da biodiversidade</strong> nas paisagens culturais mediterrânicas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-montado-ja-nao-e-o-que-era-inteligencia-artificial-ajuda-a-detetar-defeitos-e-a-reduzir-o-desperdicio-de-cortica-1780311812861.jpg" data-image="a67m655dav5e" alt="Cortiça" title="Cortiça"><figcaption>Entre 2024 e 2025, as rolhas aglomeradas cresceram de forma razoável em quantidade (+6%) e em valor (+7%), enquanto as rolhas de espumante registaram aumentos moderados, quer em quantidade (+5%) quer em valor (+2%). </figcaption></figure><p><strong>Pedro Ferreira, da universidade do Minho</strong>, fez uma apresentação sobre como o <strong>endófito natural reduz a severidade da doença em sobreiros </strong>causada por <em>Biscogniauxia mediterranea</em> e <em>Diplodia corticola</em> sob diferentes regimes de irrigação.</p><p>E, por fim, <strong>Clara Pinto, do INIAV</strong>, apresentou as conclusões de uma investigação que se focou em como o <strong>descortiçamento, num ano seco, altera os padrões sazonais de distribuição de carbono </strong>na árvore.</p><h2>Corticeira Amorim e a inteligência artificial</h2><p>A maior empresa do setor em Portugal - a <strong>Corticeira Amorim</strong> - é demonstrativa da <strong>utilização das novas tecnologias e, em concreto, da inteligência artificial </strong>setor da cortiça e nos seus processos de produção.</p><p>Em vez de dependerem apenas da inspeção manual, os novos sistemas podem <strong>analisar a cortiça utilizando dados e tecnologia de imagem</strong>, o que ajuda a detetar defeitos, a melhorar a qualidade e a reduzir o desperdício, com ganhos de qualidade e eficiência.</p><p>À primeira vista, a cortiça e a inteligência artificial podem parecer uma combinação estranha, refere a Corticeira Amorim, que explica logo a seguir que a <strong>cortiça é um material natural, extraído à mão das árvores</strong> e que, “exatamente por isso”, a tecnologia “está a tornar-se importante”.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-montado-ja-nao-e-o-que-era-inteligencia-artificial-ajuda-a-detetar-defeitos-e-a-reduzir-o-desperdicio-de-cortica-1780311901598.jpg" data-image="awkqwu4zvapi" alt="Rolhas de cortiça" title="Rolhas de cortiça"><figcaption>As exportações de rolhas, que representam mais de 70% do valor do mercado dos produtos de cortiça, aumentaram 3% em quantidade entre 2024 e 2025, mas reduziram 2,5% em valor.</figcaption></figure><p>Nas <strong>fábricas da Amorim Cork, onde todos os dias são produzidas cerca de 25 milhões de rolhas de cortiça</strong>, a inteligência artificial já não é uma promessa longínqua, nem sequer um protótipo: é a realidade.</p><p>A robótica foi um primeiro passo. <strong>A partir do ano 2020, a inteligência artificial entrou em cena</strong>, com recurso ao <em>machine learning</em>, para melhorar a classificação das rolhas, sobretudo com base no seu aspeto visual.</p><p>Nas fábricas, <strong>utilizam-se fotografias e outros dados (como imagens de raio X</strong>). Os sistemas passaram a aprender a partir de grandes volumes de informação, <strong>aumentando a precisão, a eficiência e a homogeneidade</strong> dos lotes de rolhas, com isso reduzindo a imprevisibilidade do processo.</p><h2>Exportações caem 2,2% em valor</h2><p>O <strong>setor da cortiça em Portugal tem sofrido oscilações e enfrenta vários desafios</strong>, como o decréscimo no consumo de vinho a nível global - que tem feito reduzir as exportações -, assim como alguns <strong>problemas de sanidade vegetal e de escassez de matéria-prima</strong> de qualidade.</p><p>Em <strong>2024, as exportações portuguesas de cortiça caíram 5,2%, face a 2023, para 1.148 milhões de euros</strong>, e a principal razão foi precisamente a “redução na procura por rolhas de cortiça, que representam mais de 70% do total exportado pelo setor”.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="685324" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/producao-de-cortica-em-portugal-atinge-4-5-milhoes-de-arrobas-ha-stock-suficiente-para-a-atividade-industrial-deste-ano.html" title="Produção de cortiça em Portugal atinge 4,5 milhões de arrobas. Há stock suficiente para a atividade industrial deste ano">Produção de cortiça em Portugal atinge 4,5 milhões de arrobas. Há stock suficiente para a atividade industrial deste ano</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/producao-de-cortica-em-portugal-atinge-4-5-milhoes-de-arrobas-ha-stock-suficiente-para-a-atividade-industrial-deste-ano.html" title="Produção de cortiça em Portugal atinge 4,5 milhões de arrobas. Há stock suficiente para a atividade industrial deste ano"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/producao-de-cortica-em-portugal-atinge-4-5-milhoes-de-arrobas-ha-stock-suficiente-para-a-atividade-industrial-deste-ano-1732811800599_320.jpg" alt="Produção de cortiça em Portugal atinge 4,5 milhões de arrobas. Há stock suficiente para a atividade industrial deste ano"></a></article></aside><p>Em <strong>2025, a produção de cortiça em Portugal ficou-se pelas 3,5 milhões de arrobas</strong>, a que se somaram dois milhões de arrobas em Espanha.</p><p>Em consequência, a <strong>produção ibérica de cortiça caiu cerca de 15% face a 2024</strong>, embora as exportações portuguesas do setor até tenham subido 1,7% face ao ano anterior, segundo a Associação Interprofissional da Fileira da Cortiça (Filkork).</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Os dados das exportações do setor referentes ao ano <strong>2025</strong> acabaram por ser positivos, cifrando-se em <strong>148 mil toneladas e em 1 100 milhões de euros, segundo o Instituto Nacional de Estatística</strong>. Em relação ao ano anterior, estes números representaram um quebra de 2,2% em valor, mas um aumento de 1,7% na qualidade exportada (em toneladas). As exportações de <strong>rolhas, que representam mais de 70% do valor do mercado dos produtos de cortiça, aumentaram 3%</strong> em quantidade entre 2024 e 2025, mas reduziram 2,5% em valor.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A Filkork refere ainda que o <strong>preço médio da globalidade das rolhas baixou 5% no último ano</strong>, embora mantenha um crescimento acumulado de 13,5% desde 2021.</p><p>Entre 2024 e 2025, as <strong>rolhas aglomeradas cresceram de forma razoável em quantidade (+6%) e em valor (+7%</strong>), enquanto as rolhas de espumante registaram aumentos moderados, quer em quantidade (+5%) quer em valor (+2%). No que respeita às rolhas naturais, estas apresentaram quebras relevantes, tanto em quantidade (-11%) como em valor (-11%).</p><p><strong>França, Itália, Espanha e EUA continuam a representar o maior destino das exportações portuguesas</strong>, mantendo em 2025 a concentração já observada em 2021 (&gt;90%).</p><p>Entre 2021 e 2025, <strong>França reforçou o seu peso, Espanha cresceu moderadamente</strong>, Itália registou aumentos consistentes e os EUA perderam alguma representatividade. </p><p>No mesmo período, <strong>França registou o maior aumento do preço médio (+28%</strong>), já o Chile apresentou a maior quebra (-14%). Em 2025, os <strong>EUA foram o mercado com maior volatilidade</strong> e incerteza.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/o-montado-ja-nao-e-o-que-era-inteligencia-artificial-ajuda-a-detetar-defeitos-e-a-reduzir-o-desperdicio-de-cortica.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Silveira]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Uma grande variedade de meteoritos poderá ter tido origem no mesmo local]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/uma-grande-variedade-de-meteoritos-podera-ter-tido-origem-no-mesmo-local.html</link><pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:15:05 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Investigadores do Instituto Max Planck para a Investigação do Sistema Solar, em Göttingen, chegaram a novas conclusões através de simulações por computador. O estudo demonstra que simular o Sistema Solar primitivo permite determinar com maior precisão os locais de origem dos meteoritos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/verschiedenste-meteorite-koennten-am-selben-ort-entstanden-sein-1779714308268.jpeg" data-image="fw1gmcho7xun" alt="Un nuevo estudio sugiere que muchos meteoritos se originaron en el mismo lugar." title="Un nuevo estudio sugiere que muchos meteoritos se originaron en el mismo lugar."><figcaption>Um novo estudo sugere que muitos meteoritos tiveram origem no mesmo local.</figcaption></figure><p>Nos primórdios do nosso Sistema Solar, existiam também os chamados <strong>planetesimais</strong> a orbitar em torno do Sol. Estes <strong>são considerados os precursores dos asteroides, dos cometas e dos planetas</strong>. Eram aglomerados de poeira relativamente pequenos que foram aumentando de tamanho com o passar do tempo.</p><h2>Uma simulação computacional lança luz sobre o jovem Sistema Solar</h2><p>Através de uma nova simulação computacional, investigadores de Göttingen conseguiram aprofundar-se no período que abrange aproximadamente entre dois e quatro milhões de anos após o nascimento do Sistema Solar.</p><p>Por exemplo, <strong>Júpiter já tinha acumulado toda a matéria presente na sua vizinhança imediata</strong>. Consequentemente, nas suas proximidades restavam apenas pequenos aglomerados de matéria.</p><p>Estes chamados "seixos" também podiam crescer até se tornarem planetesimais. Ao longo de longos períodos, <strong>estas agregações de matéria podiam ser compostas por diversos tipos de material de grão fino</strong>.</p><h2>A composição variável dos materiais permite determinar a sua idade</h2><p>O estudo atual torna possível reproduzir essas condições. Ao fazê-lo, foram identificados dois tipos distintos de material: <strong>pó frágil e fácil de esfarelar, e pequenos fragmentos compostos por um material mais estável</strong>.</p><div class="texto-destacado">"Pela primeira vez, conseguimos — com a ajuda de simulações computacionais do sistema solar primitivo — reproduzir com precisão os resultados das análises laboratoriais realizadas em meteoritos. Neste contexto, os meteoritos servem, por assim dizer, como pedra de toque para as teorias sobre a formação planetária", afirma Thorsten Kleine, diretor do MPS e cosmoquímico.</div><p>Investigações posteriores revelaram que estes meteoritos se formaram invariavelmente a partir de uma combinação de ambos os materiais; no entanto, a sua composição exata variou ao longo do tempo.</p><h2>Júpiter favoreceu o surgimento de "zonas de acumulação" específicas</h2><p><strong>Os diversos grupos de meteoritos podem ser atribuídos a diferentes gerações de planetesimais</strong>, principalmente aqueles que se formaram num período de tempo de aproximadamente dois milhões de anos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/verschiedenste-meteorite-koennten-am-selben-ort-entstanden-sein-1779714463989.jpeg" data-image="t6m253gy6uh1" alt="El planeta Júpiter, a través de su órbita, creó zonas distintas de concentración o trampas de polvo." title="El planeta Júpiter, a través de su órbita, creó zonas distintas de concentración o trampas de polvo."><figcaption>O planeta Júpiter, ao longo da sua órbita, criou diferentes zonas de concentração ou "armadilhas" de poeira.</figcaption></figure><p>Segundo as novas simulações,<strong> a influência gravitacional de Júpiter poderá ter favorecido a formação de "centros de acumulação" específicos</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767501" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/descoberta-astronomica-um-telescopio-da-nasa-descobre-mais-de-10-000-novos-exoplanetas.html" title="Descoberta astronómica: um telescópio da NASA descobre mais de 10.000 novos exoplanetas">Descoberta astronómica: um telescópio da NASA descobre mais de 10.000 novos exoplanetas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/descoberta-astronomica-um-telescopio-da-nasa-descobre-mais-de-10-000-novos-exoplanetas.html" title="Descoberta astronómica: um telescópio da NASA descobre mais de 10.000 novos exoplanetas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/incroyable-un-telescope-de-la-nasa-decouvre-plus-de-10-000-nouvelles-exoplanetes-1777580554188_320.jpeg" alt="Descoberta astronómica: um telescópio da NASA descobre mais de 10.000 novos exoplanetas"></a></article></aside><p>Para além da órbita de Júpiter, os dois tipos de matéria acumularam-se em proporções variáveis. <strong>Este processo lançou as bases para a formação de várias gerações de pequenos planetesimais</strong>.</p><div class="texto-destacado">"Existem provas sólidas que sugerem que, no nosso sistema solar, as “armadilhas de poeira” serviram como local de origem preferencial para os planetesimais", assinala Joanna Drążkowska, diretora do Grupo Lise Meitner.</div><p>Por conseguinte, temos motivos fundamentados para avançar a hipótese de que, durante as fases iniciais da história do Sistema Solar, a região situada para além da órbita de Júpiter poderá ter servido como uma verdadeira "creche" para os futuros meteoritos.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>Nerea Gurrutxaga, Joanna Drążkowska, Vignesh Vaikundaraman, Thorsten Kleine. (2026). </em><em><a href="https://iopscience.iop.org/article/10.3847/1538-4357/ae6104" target="_blank">Carbonaceous Chondrites Provide Evidence for Late-stage Planetesimal Formation in a Pressure Bump. The Astrophysical Journal.</a> Volume 1003, Number 2. </em></p><p><em>Max-Planck-Institut für Sonnensystemforschung. (2026). <a href="https://www.mps.mpg.de/verschiedene-meteorite-selber-geburtsort?c=2728" target="_blank">Verschiedene Meteorite, selber Geburtsort. Nachrichten.</a> Aktuelles. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/uma-grande-variedade-de-meteoritos-podera-ter-tido-origem-no-mesmo-local.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Mudança no tempo: entre quarta e quinta-feira, a corrente de jato polar deverá atingir os 250 km/h sobre Portugal]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/mudanca-no-tempo-entre-quarta-e-quinta-feira-a-corrente-de-jato-polar-devera-atingir-os-250-km-h-sobre-portugal.html</link><pubDate>Mon, 01 Jun 2026 11:54:22 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A corrente de jato polar deverá intensificar-se significativamente entre quarta e quinta-feira sobre a Península Ibérica, favorecendo uma maior influência atlântica em Portugal continental, com mais vento, nebulosidade e temperaturas mais baixas no litoral.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xacihzi"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xacihzi.jpg" id="xacihzi"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A corrente de jato polar deverá intensificar-se significativamente sobre a Península Ibérica entre quarta e quinta-feira, podendo <strong>atingir velocidades próximas dos 250 km/h em altitude</strong>. Este fluxo atmosférico, responsável pela deslocação de massas de ar e sistemas frontais no Atlântico Norte, deverá favorecer uma mudança gradual no estado do tempo em Portugal continental.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Formada na zona de contraste entre massas de ar frio provenientes das latitudes mais elevadas e ar mais quente subtropical, a corrente de jato funciona como um verdadeiro “motor” da circulação atmosférica no hemisfério norte. <strong>Quando se intensifica, tende a reforçar a influência atlântica sobre a Europa Ocidental, promovendo alterações no vento, nebulosidade e temperaturas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-no-tempo-entre-quarta-e-quinta-feira-a-corrente-de-jato-polar-devera-atingir-os-250-km-h-sobre-portugal-1780311337919.png" data-image="1355r783e1bs"><figcaption>Na tarde de quinta-feira, a corrente de jato polar deverá intensificar-se sobre Portugal continental, com ventos entre 120 e 190 km/h a cerca de 9 a 11 km de altitude. Apesar de estes valores ocorrerem muito acima da superfície, a intensificação deste fluxo atmosférico deverá favorecer uma maior influência atlântica, contribuindo para mais vento no litoral, aumento da nebulosidade e temperaturas mais baixas na fachada ocidental do território.</figcaption></figure><p>Em Portugal continental, os <strong>e</strong><strong>feitos deverão sentir-se sobretudo na fachada ocidental do território</strong>, em especial no litoral Norte e Centro, através da entrada de ar marítimo mais fresco e húmido entre quarta e quinta-feira.</p><h2>Nortada deverá acentuar o contraste térmico entre o litoral e o interior</h2><p>A mudança deverá começar a sentir-se de forma gradual ao longo de quarta-feira, com um <strong>aumento da nebulosidade nas regiões costeiras e um reforço do vento de norte e noroeste durante a tarde.</strong> A influência marítima deverá limitar a subida das temperaturas no litoral Norte e Centro, onde os valores máximos deverão oscilar maioritariamente entre 18 e 23 ºC. Em Lisboa, as máximas poderão ainda atingir os 25 ºC.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-no-tempo-entre-quarta-e-quinta-feira-a-corrente-de-jato-polar-devera-atingir-os-250-km-h-sobre-portugal-1780311308344.png" data-image="jrgw3s0de5mg"><figcaption>Na tarde de quarta-feira, a influência marítima deverá manter as temperaturas mais contidas no litoral ocidental, com Porto e Lisboa a registarem máximas entre 20 e 25 ºC. No interior, os valores deverão permanecer significativamente mais elevados, especialmente no Alentejo, onde as máximas poderão atingir 29 a 32 ºC.</figcaption></figure><p>No interior do território, o cenário será bastante diferente. A massa de ar mais quente e seca continuará a dominar grande parte das regiões Centro e Sul, favorecendo temperaturas entre 26 e 32 ºC em vários locais do Alentejo, vale do Tejo e interior algarvio. O contraste térmico entre o litoral e o interior deverá tornar-se particularmente evidente durante a tarde, em alguns casos com <strong>diferenças superiores a 10 ºC em poucas dezenas de quilómetros</strong>.</p><h2>Rajadas poderão atingir 70 km/h nas zonas mais expostas</h2><p>O reforço da circulação atlântica deverá também contribuir para uma intensificação da nortada ao longo da faixa costeira ocidental, sobretudo entre quinta e sexta-feira. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mudanca-no-tempo-entre-quarta-e-quinta-feira-a-corrente-de-jato-polar-devera-atingir-os-250-km-h-sobre-portugal-1780311322423.png" data-image="0z5brvve7dnn"><figcaption>Durante a noite de quinta-feira, as rajadas deverão atingir 45 a 60 km/h no litoral ocidental. Nas zonas costeiras mais expostas entre Aveiro e Leiria, poderão ocorrer valores pontualmente próximos dos 70 km/h. No interior do território, o vento deverá apresentar menor intensidade, com rajadas geralmente entre 35 e 50 km/h.</figcaption></figure><p>O vento deverá soprar moderado a forte de norte e noroeste no litoral e nas terras altas, com <strong>rajadas entre 50 e 70 km/h</strong> nas zonas mais expostas durante a tarde e início da noite, favorecendo igualmente um aumento da agitação marítima ao longo da costa atlântica.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771721" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/8-mm-ate-domingo-7-de-junho-em-portugal-alfredo-graca-aponta-os-dias-mais-frescos-e-chuvosos.html" title="8 mm até domingo, 7 de junho, em Portugal: Alfredo Graça aponta os dias mais frescos e chuvosos">8 mm até domingo, 7 de junho, em Portugal: Alfredo Graça aponta os dias mais frescos e chuvosos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/8-mm-ate-domingo-7-de-junho-em-portugal-alfredo-graca-aponta-os-dias-mais-frescos-e-chuvosos.html" title="8 mm até domingo, 7 de junho, em Portugal: Alfredo Graça aponta os dias mais frescos e chuvosos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/8-mm-ate-domingo-dia-7-em-portugal-alfredo-graca-aponta-os-dias-mais-frescos-e-chuvosos-1780307400101_320.png" alt="8 mm até domingo, 7 de junho, em Portugal: Alfredo Graça aponta os dias mais frescos e chuvosos"></a></article></aside><p>A circulação de norte e noroeste deverá também favorecer períodos de maior nebulosidade no litoral Norte e Centro, especialmente durante a noite e nas primeiras horas da manhã. No Minho e Douro Litoral não se exclui a ocorrência de <strong>chuva fraca, embora sem expressão significativa</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/mudanca-no-tempo-entre-quarta-e-quinta-feira-a-corrente-de-jato-polar-devera-atingir-os-250-km-h-sobre-portugal.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Palma]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[8 mm até domingo, 7 de junho, em Portugal: Alfredo Graça aponta os dias mais frescos e chuvosos]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/8-mm-ate-domingo-7-de-junho-em-portugal-alfredo-graca-aponta-os-dias-mais-frescos-e-chuvosos.html</link><pubDate>Mon, 01 Jun 2026 09:59:10 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O verão climatológico arranca com uma descida das temperaturas em Portugal, embora o calor intenso se mantenha no Algarve e em algumas zonas do interior. A curto e médio prazo prevê-se precipitação em várias zonas e não se exclui a possibilidade de trovoadas localizadas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xachxqw"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xachxqw.jpg" id="xachxqw"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>Hoje - segunda-feira, 1 de junho - teve início o verão climatológico, marcado pela persistência de valores elevados da temperatura máxima </strong>no distrito de Faro e nalguns locais do interior. Maio terminou com alguns recordes de temperatura máxima absoluta, bem como com mínimas elevadas na nossa geografia. Porém, ao longo dos próximos dias, o estado do tempo registará mudanças significativas em Portugal continental.</p><div class="texto-destacado"><strong>No vídeo</strong>O verão climatológico começa com temperaturas mais baixas, embora o calor intenso se mantenha no Algarve e em algumas zonas do interior. A passagem de frentes associadas a depressões atlânticas irá gerar chuva, não se descartando ainda o risco de trovoadas localizadas no interior Centro.</div><p>Durante esta primeira semana de junho a circulação de depressões no Atlântico Norte voltará a ativar e isto provocará uma série de efeitos. Em primeiro lugar,<strong> a crista anticiclónica enfraquecerá ligeiramente, permitindo a aproximação de massas de ar atlânticas um pouco mais frescas</strong>, sobretudo à Região Norte e ao litoral Centro.</p><p>Por outro lado, <strong>as extremidades de várias frentes conseguirão alcançar várias regiões, onde é esperada a ocorrência de precipitação</strong>. O risco de atividade elétrica diminuirá de forma substancial, mas não totalmente, mantendo-se a possibilidade de trovoadas localizadas nalgumas zonas.</p><h2>Chuva regressa esta semana e será geralmente fraca</h2><p><strong>Hoje (1) prevê-se céu pouco nublado ou limpo</strong>, mostrando-se geralmente muito nublado no litoral Norte e Centro até ao meio da manhã e a partir do final da tarde. Não se exclui o risco de<strong> trovoada isolada</strong> em alguns locais dos distritos de <strong>Viseu e Guarda</strong>.</p><p><strong>Amanhã (2)</strong> espera-se um aumento da instabilidade devido à passagem de uma frente fria em fase de dissipação. O céu apresentará períodos de maior nebulosidade, sobretudo no <strong>litoral Norte e Centro, regiões onde se prevê chuva fraca ou chuvisco até ao meio da manhã</strong>. A partir da tarde, a nebulosidade tenderá a diminuir gradualmente.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/8-mm-ate-domingo-dia-7-em-portugal-alfredo-graca-aponta-os-dias-mais-frescos-e-chuvosos-1780306734272.png" data-image="097bva4rcndj"><figcaption>A chuva regressa nesta primeira semana de junho ao litoral Norte e Centro de Portugal continental, onde será geralmente fraca. Os valores de precipitação acumulada previstos são escassos (inferiores a 5 mm). Somente para o Minho se vislumbra um valor ligeiramente superior, indicativo da maior frequência da precipitação nesta região.</figcaption></figure><p>Na <strong>quarta-feira, 3 de junho</strong>, é expectável um panorama de céu pouco nublado ou limpo, embora temporariamente interrompido com períodos de mais nebulosidade no litoral a norte do Cabo Raso. Entre o final da tarde e a meia-noite prevê-se a chegada de uma <strong>nova frente fria que trará mais uma vaga de chuva fraca ou chuvisco</strong>, inicialmente no Minho (distritos de Viana do Castelo e Braga) e mais tarde no Douro Litoral (distrito do Porto) e litoral Centro (distritos de Aveiro e Coimbra).</p><p><strong>Para quinta-feira, dia 4, sobretudo na primeira metade do dia</strong>, está prevista a continuidade da precipitação nestas mesmas zonas, esperando-se que se espalhe para outras, também no Norte e no Centro. Deste modo, espera-se a <strong>repetição de chuva fraca ou chuvisco no Minho, Douro Litoral, litoral Centro</strong> (desta vez abrangendo não só Aveiro e Coimbra, mas também o distrito de <strong>Leiria</strong>) e ainda algumas zonas do interior Norte (distrito de <strong>Vila Real</strong>).</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771596" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/portugal-continental-sob-influencia-atlantica-nebulosidade-e-chuva-fraca-podem-regressar-esta-semana.html" title="Portugal continental sob influência atlântica: nebulosidade e chuva fraca podem regressar esta semana">Portugal continental sob influência atlântica: nebulosidade e chuva fraca podem regressar esta semana</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/portugal-continental-sob-influencia-atlantica-nebulosidade-e-chuva-fraca-podem-regressar-esta-semana.html" title="Portugal continental sob influência atlântica: nebulosidade e chuva fraca podem regressar esta semana"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-continental-sob-influencia-atlantica-nebulosidade-e-chuva-fraca-regressam-esta-semana-1780227967048_320.png" alt="Portugal continental sob influência atlântica: nebulosidade e chuva fraca podem regressar esta semana"></a></article></aside><p><strong>A partir da tarde de quinta-feira (4) a nebulosidade diminuirá de forma progressiva, pelo que o tempo ficará mais estável e seco</strong>. De momento, para sexta-feira, 5 de junho, não se vislumbra a ocorrência de precipitação nos mapas meteorológicos, pelo que à partida, o estado do tempo neste dia será marcado por céu pouco nublado ou limpo, apesar da previsão de períodos de mais nebulosidade entre o meio da manhã e o meio da tarde.</p><p>Para o fim de semana, tudo indica que uma nova frente fria ativa, mas pouco organizada, irá atravessar o norte da Península Ibérica, com os seus vestígios a chegarem muito enfraquecidos a Portugal continental. A possibilidade de chuva no sábado (6) existe, mas a probabilidade é baixa. <strong>Já no domingo (7)</strong>, os modelos mostram o seguinte cenário: caso a extremidade da frente seja capaz de chegar algo mais a sul, <strong>poderá ocorrer chuva fraca ou chuvisco no litoral Norte e Centro</strong>.</p><h2>Temperaturas mais frescas face à semana anterior, embora o calor se mantenha nalgumas zonas</h2><p><strong>As temperaturas vão claramente descer para valores dentro do normal</strong> em grande parte da geografia de Portugal continental, após o calor recorde da semana passada. Embora a tendência de descida térmica seja generalizada, mesmo assim, os valores continuarão <strong>acima da média para a época no interior Norte e Centro, alguns locais do Alentejo e no Sotavento Algarvio</strong>, tal como se pode observar no mapa abaixo.</p><p>Também se vislumbra o cenário oposto: há zonas do país, como o <strong>distrito de Santarém e a extremidade do Barlavento Algarvio</strong><strong>, onde as temperaturas poderão registar valores inferiores à média </strong>(anomalias térmicas negativas localizadas).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/8-mm-ate-domingo-dia-7-em-portugal-alfredo-graca-aponta-os-dias-mais-frescos-e-chuvosos-1780307118573.jpg" data-image="mg81e2h5eqi2"><figcaption>A descida das temperaturas será evidente de norte a sul de Portugal continental, evidenciando-se geralmente valores dentro do normal. Não obstante, os nossos mapas detetam anomalias térmicas negativas localizadas (temperaturas inferiores à média) e anomalias térmicas positivas (temperaturas superiores à média) em boa parte do interior.</figcaption></figure><p>Haverá alguns altos e baixos da temperatura, mas, de um modo geral, <strong>tudo indica que quinta e sexta-feira, dias 4 e 5 de junho, serão os dias menos quentes da semana</strong>, devido à entrada gradual de uma massa de ar atlântico, que nessa altura já abrangerá também o interior de Portugal continental (e não apenas o litoral).</p><p>Nestes dias <strong>Faro e Beja atingirão os 28 e 26 ºC, respetivamente, enquanto Bragança e Lisboa registarão 22 ºC e Coimbra 20 ºC</strong>. Por outro lado, para cidades do litoral Norte e Centro como Viana do Castelo, Porto, Aveiro e Leiria preveem-se máximas entre 16 e 19 ºC.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/8-mm-ate-domingo-7-de-junho-em-portugal-alfredo-graca-aponta-os-dias-mais-frescos-e-chuvosos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Oceano mostrou a sua força do espaço: uma onda de quase 20 metros foi registada por satélite]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/oceano-mostrou-sua-forca-do-espaco-uma-onda-de-quase-20-metros-foi-registrada-por-satelite.html</link><pubDate>Mon, 01 Jun 2026 06:19:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Um satélite capturou uma onda gigante gerada pela tempestade tropical Eddie no Pacífico Norte. Isto impressiona não só pelo tamanho da onda, mas também por revelar como a energia oceânica pode viajar milhares de quilómetros e afetar áreas muito distantes.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-oceano-mostro-su-fuerza-desde-el-espacio-una-ola-de-casi-20-metros-fue-registrada-por-un-satelite-1780083213533.png" data-image="x261i386x7ne" alt="Recriação visual de uma onda gigante em mar aberto." title="Recriação visual de uma onda gigante em mar aberto."><figcaption>Recriação visual de uma onda gigante em mar aberto, observada da órbita da Terra, inspirada no registo de satélite da tempestade Eddie, quando o SWOT mediu uma altura significativa de onda de 19,7 metros.</figcaption></figure><p>O <strong>oceano </strong>ainda guarda cenas que parecem saídas diretamente de um filme, mas que ocorrem longe de câmaras, costas, portos e praias habitadas. Uma dessas cenas foi registada do espaço: uma <strong>onda de quase 20 metros de altura</strong>, equivalente a um prédio de seis andares, foi <strong>medida em mar aberto durante uma tempestade no Pacífico Norte</strong>.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Uma onda de quase 20 metros, equivalente a um prédio de seis andares, foi medida em mar aberto pelo satélite SWOT da NASA e do CNES.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A <strong>imagem foi capturada pelo satélite SWOT </strong>(<em>The Surface Water and Ocean Topography</em>), uma missão conjunta da NASA e da agência espacial francesa CNES. O seu objetivo é <strong>estudar a superfície da água com uma precisão sem precedentes</strong>, permitindo que os cientistas observem não apenas o nível do mar, mas também detalhes das ondas, as suas direções e como elas transportam energia pelo planeta.</p><h2>Tempestade Eddie e onda oceânica fizeram história</h2><p>O fenómeno ocorreu a <strong>21 de dezembro de 2024</strong>, durante o pico da <strong>tempestade tropical Eddie no Pacífico Norte</strong>. Naquele momento, o satélite SWOT passou perto do centro do sistema e mediu uma<strong> altura significativa de onda de 19,7 metros</strong>.</p><div class="texto-destacado">A altura significativa da onda não representa necessariamente uma única crista isolada, mas sim a média das maiores ondas observadas durante um determinado período.</div><p>Antes deste recorde, outros satélites já tinham medido ondas desde 1991, mas nenhum tinha ultrapassado claramente este limite em mar aberto. Isto não significa que ondas maiores nunca existiram, mas sim que observá-las no momento e local exatos é extremamente difícil. O oceano é vasto, as tempestades são móveis e <strong>os satélites nem sempre passam pelo epicentro da atividade</strong>.</p><p>Esta é parte da importância da análise SWOT. Ao contrário de medições mais limitadas, <strong>este satélite pode mapear grandes extensões da superfície do oceano</strong> e fornecer uma visão muito mais completa do que está a acontecer em áreas remotas, onde quase não há boias, navios ou instrumentos disponíveis.</p><h2>A energia do oceano viajou milhares de quilómetros</h2><p>O mais surpreendente não foi apenas a altura da onda, mas <strong>o caminho percorrido pela sua energia</strong>. As ondas geradas pela tempestade tropical Eddie transformaram-se em ondas gigantes capazes de viajar distâncias enormes depois do sistema começar a enfraquecer.</p><p>De acordo com os dados analisados, <strong>esta energia viajou aproximadamente 24.000 quilómetros</strong>. Ela teve origem no Pacífico Norte, atravessou o oceano, cruzou a Passagem de Drake entre a América do Sul e a Antártida e acabou por atingir partes do Atlântico tropical. Por outras palavras, <strong>uma tempestade muito distante foi capaz de deixar uma marca física em regiões localizadas do outro lado do planeta</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ola-gigante-desde-el-satelite-1780081138139.png" data-image="ks31mtm9nnwo" alt="Infográfico sobre o mapeamento de ondas extremas em mar aberto" title="Infográfico sobre o mapeamento de ondas extremas em mar aberto"><figcaption>Infográfico sobre o mapeamento de ondas extremas em mar aberto e o registo da tempestade Eddie em 21 de dezembro de 2024, quando uma altura média de onda de 19,7 metros foi medida usando dados de satélite. Crédito: ESA/Climate Change Initiative.</figcaption></figure><p>Este comportamento faz das<strong> ondas verdadeiras "mensageiras" das tempestades</strong>. Mesmo que um sistema não atinja diretamente a costa, ele pode enviar a sua energia através do mar e gerar ondas perigosas em litorais remotos. Portanto, observar o oceano do espaço não é apenas uma curiosidade científica: também pode melhorar a segurança marítima.</p><h2>Porque é que esta descoberta é importante para a navegação e o litoral?</h2><p>Ondas extremas<strong> representam um risco para navios de carga, plataformas offshore, cabos submarinos, portos e comunidades costeiras</strong>. Uma melhor compreensão de onde elas se formam, como se propagam e quanta energia carregam permite aprimorar os modelos de previsão e tomar decisões mais assertivas no mar.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="770931" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-gigantesca-caldeira-vulcanica-escondida-sob-o-oceano-tem-150-km-de-diametro-e-e-a-maior-do-planeta.html" title="A gigantesca caldeira vulcânica escondida sob o oceano: tem 150 km de diâmetro e é a maior do planeta">A gigantesca caldeira vulcânica escondida sob o oceano: tem 150 km de diâmetro e é a maior do planeta</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-gigantesca-caldeira-vulcanica-escondida-sob-o-oceano-tem-150-km-de-diametro-e-e-a-maior-do-planeta.html" title="A gigantesca caldeira vulcânica escondida sob o oceano: tem 150 km de diâmetro e é a maior do planeta"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-gigantesca-caldera-volcanica-escondida-bajo-el-oceano-mide-150-kilometros-y-es-la-mas-grande-del-planeta-1779483695659_320.png" alt="A gigantesca caldeira vulcânica escondida sob o oceano: tem 150 km de diâmetro e é a maior do planeta"></a></article></aside><p>O estudo também ajudou a identificar um problema significativo: alguns modelos estavam a sobreestimar a energia de certas ondas longas. Graças às medições diretas da SWOT, os investigadores podem ajustar estas simulações e torná-las mais realistas. Na prática, isto pode traduzir-se em<strong> previsões mais confiáveis para rotas de navegação, operações portuárias e atividades costeiras</strong>.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/GH-zkzj7mLI/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=GH-zkzj7mLI" id="GH-zkzj7mLI"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>As<strong> alterações climáticas</strong> também surgem como uma questão incontornável. Oceanos mais quentes podem armazenar mais energia e gerar tempestades mais intensas, mas os cientistas alertam que nem tudo pode ser explicado por um único fator. As trajetórias das tempestades, a topografia do fundo do mar e a variabilidade natural também influenciam a formação de ondas gigantes.</p><p>Por agora, esta “parede de água” medida do espaço oferece uma lição clara: <strong>o oceano ainda possui forças difíceis de imaginar da terra</strong>. E quanto mais precisas forem as observações, melhor poderemos compreender estes movimentos invisíveis que se originam no meio do mar e podem viajar pelo globo.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>ESA. <a href="https://www.esa.int/Applications/Observing_the_Earth/FutureEO/Space_for_our_climate/Satellites_reveal_the_power_of_ocean_swell" target="_blank">Los satélites revelan la fuerza del oleaje oceánico.</a></em></p><p><em>La Nación. <a href="https://www.lanacion.com.ar/el-mundo/paredes-de-agua-un-satelite-de-la-nasa-registro-las-olas-mas-grandes-jamas-medidas-desde-el-espacio-nid28052026/#google_vignette" target="_blank">Paredes de agua: un satélite de la NASA registró las olas más grandes jamás medidas desde el espacio en mar abierto.</a></em><em></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/oceano-mostrou-sua-forca-do-espaco-uma-onda-de-quase-20-metros-foi-registrada-por-satelite.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Verdade ou mentira? Praia da Rocha estará interdita este verão?]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/verdade-ou-mentira-praia-da-rocha-estara-interdita-este-verao.html</link><pubDate>Mon, 01 Jun 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Obras de alimentação de areia na Praia da Rocha não ficaram concluídas a tempo, deixando sinais visíveis na praia. Estará tudo pronto para a época balnear?</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/verdade-ou-mentira-praia-da-rocha-estara-interdita-este-verao-1780255321444.jpg" data-image="8yfyags6jngy" alt="Praia Interdita" title="Praia Interdita"><figcaption>Foto ilustrativa: Unsplash</figcaption></figure><p>Tudo indicava que as obras estariam prontas a <strong>31 de maio</strong>, mas o prazo acabou por não ser cumprido. Por palavras menos animadoras, as obras da Praia da Rocha, aquela que tantos turistas acolhe nos meses de maior calor, “nem a meio vão”. </p><p>Com a época balnear a aproximar-se, a pergunta de muitos portugueses (e não só) é a mesma: ‘<strong>estará a Praia da Rocha condicionada este verão?</strong>’ </p><div class="texto-destacado">A resposta parece não agradar a todos. </div><p>Apesar de a abertura estar prometida, o cenário pode não ser o mais desejado. É que, este ano, a paisagem habitual da praia conta com <strong>máquinas e tubagens visíveis</strong>.</p><p>“Obras de alimentação artificial de areia que deveriam estar concluídas até 31 de maio estão longe de terminar e acabaram por ser suspensas, com a promessa de regresso apenas após a época balnear”, escreve a ‘Versa’.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="221161" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/o-mundo-esta-a-ficar-sem-areia.html" title="O mundo está a ficar sem areia">O mundo está a ficar sem areia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/o-mundo-esta-a-ficar-sem-areia.html" title="O mundo está a ficar sem areia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-mundo-se-esta-quedando-sin-arena-219641-3_320.jpg" alt="O mundo está a ficar sem areia"></a></article></aside><p>É caso para dizer que a beleza mantém-se, mas com um extra um pouco inusitado: vestígios de uma intervenção que retomará apenas quando o verão terminar.</p><h2>Obras em atraso</h2><p>A ideia era a melhor. A intervenção, realizada ao longo de cerca de 1,35 quilómetros de costa entre a Praia da Rocha e a Praia do Vau, passando pelos Três Castelos, Amado e Careanos, tinha como objetivo <strong>transferir areia para equilibrar as zonas mais afetadas pela erosão</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/verdade-ou-mentira-praia-da-rocha-estara-interdita-este-verao-1780255423415.jpg" data-image="pd1z36xk5w5u" alt="Praia dos Três Castelos" title="Praia dos Três Castelos"><figcaption>Praia dos Três Castelos. Foto: Wikimedia // Steven Fruitsmaak</figcaption></figure><p>“As obras passavam por retirar areia da Praia da Rocha, que tem um areal demasiado largo, para as transferir para as praias imediatamente a seguir, onde o mar, nos últimos anos, tem deixado muitas marcas, a ponto de, na maré baixa, quase nem haver praia”, explica o ‘Sul Informação’.</p><div class="texto-destacado">Contudo, e apesar de ter sido apresentada como uma solução ‘inovadora’ para a gestão do litoral, a execução do projeto enfrentou vários obstáculos.</div><p>Segundo a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho,<strong> dificuldades técnicas e logísticas</strong> impediram a conclusão dos trabalhos antes de 1 de junho. Assim, e de forma a garantir a segurança e bem-estar de todos os banhistas, todo o equipamento e material serão removidos durante a época balnear, regressando apenas no final da época balnear.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="526902" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/estes-sao-os-tipos-de-praia-de-acordo-com-a-sua-areia.html" title="Estes são os tipos de praia de acordo com a sua areia">Estes são os tipos de praia de acordo com a sua areia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/estes-sao-os-tipos-de-praia-de-acordo-com-a-sua-areia.html" title="Estes são os tipos de praia de acordo com a sua areia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/estos-son-los-tipos-de-playa-segun-su-arena-y-tu-cual-prefieres-1691409693101_320.jpeg" alt="Estes são os tipos de praia de acordo com a sua areia"></a></article></aside><p>“Devido a questões logísticas e do ponto de vista técnico, foi difícil acabar até 1 de junho e, portanto, todo o material irá ser retirado e quando acabar a época balnear recomeçam as obras”, afirmou a ministra durante uma visita recente ao Algarve, citada pelo ‘Sul Informação’.</p><h2>O que significa, na prática?</h2><p>Isto significa o quê? Que, com a interrupção temporária dos trabalhos, os visitantes que passarem férias na Praia da Rocha este verão poderão, sim, desfrutar da paisagem característica que a torna um dos destinos mais procurados do Algarve. Ainda assim, serão<strong> visíveis alguns sinais da intervenção</strong> em curso.</p><h2>Preocupações no município</h2><p>Apesar de todas as promessas e garantias, Álvaro Bila, presidente da Câmara Municipal de Portimão, revelou ao mesmo meio de comunicação que estava preocupado com a falta de progressos visíveis na empreitada. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/verdade-ou-mentira-praia-da-rocha-estara-interdita-este-verao-1780255518324.jpg" data-image="3jrimn18brv5" alt="Praia da Rocha" title="Praia da Rocha"><figcaption>Autarca espera que obras sejam retomadas apenas em outubro. Foto: CM Portimão</figcaption></figure><p>Segundo o autarca, ao longo dos últimos meses manteve vários contactos com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), entidade responsável pelo projeto, para tentar perceber os motivos dos atrasos.</p><div class="texto-destacado">O encanto natural da Praia da Rocha mantém-se intacto, no entanto, preservando a imagem que a tornou uma referência turística da região.</div><p>O presidente da autarquia defendeu ainda que o reinício dos trabalhos deveria acontecer apenas em<strong> outubro</strong>, lembrando que as praias do concelho continuam a receber muitos visitantes para além dos meses de verão e que é importante evitar impactos na atividade turística.</p><p>Questionada sobre a possibilidade de esta interrupção aumentar os custos da intervenção, a ministra respondeu que essa questão ainda será avaliada.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>Elisabete Rodrigues e Mariana Carriço. <a href="https://www.sulinformacao.pt/2026/05/reforco-de-areia-das-praias-entre-a-rocha-e-o-vau-suspenso-e-adiado-para-depois-do-verao/">Reforço de areia das praias entre a Rocha e o Vau suspenso e adiado para depois do Verão</a>. Sul Informação. 26 de maio de 2026</em></p><p><em>Rafaela Simões. <a href="https://versa.iol.pt/praia/praia-da-rocha/uma-das-praias-algarvias-emblematicas-de-portugal-esta-interdita-este-verao/20260529/6a16b4bfd34e28842c848304">Uma das praias algarvias emblemáticas de Portugal está interdita este verão? </a>Versa. 29 de maio de 2026</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/verdade-ou-mentira-praia-da-rocha-estara-interdita-este-verao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Portugal continental sob influência atlântica: nebulosidade e chuva fraca podem regressar esta semana]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/portugal-continental-sob-influencia-atlantica-nebulosidade-e-chuva-fraca-podem-regressar-esta-semana.html</link><pubDate>Sun, 31 May 2026 12:42:40 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A influência atlântica deverá trazer mais nebulosidade, vento e chuva fraca a Portugal continental nos próximos dias. O litoral Norte e Centro deverão registar as mudanças mais evidentes, enquanto o Sul continuará maioritariamente seco.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xac7rck"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xac7rck.jpg" id="xac7rck"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A próxima semana deverá trazer uma mudança gradual do estado do tempo em Portugal continental, com o Atlântico a voltar a ganhar influência depois de vários dias marcados por calor e tempo seco. A partir de terça-feira, a nebulosidade deverá aumentar no litoral Norte e Centro, com <strong>possibilidade de chuva fraca em algumas regiões do Noroeste</strong>. No entanto, não se prevê um episódio de precipitação generalizada nem acumulados significativos na maioria do território.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Esta alteração estará relacionada com uma depressão posicionada nas proximidades das Ilhas Britânicas, responsável pela entrada de ar mais húmido vindo do Atlântico sobre a Península Ibérica. <strong>O vento do quadrante oeste e noroeste deverá tornar-se mais frequente no litoral português entre terça e quinta-feira</strong>, favorecendo temperaturas mais moderadas junto à costa. Em várias zonas do litoral Norte e Centro, as manhãs poderão começar com céu muito nublado, neblinas e nuvens baixas persistentes.</p><h2>Tempo mais húmido deverá substituir o ambiente seco dos últimos dias</h2><p>Na segunda-feira, o interior do país deverá continuar com tempo estável e céu pouco nublado, enquanto o litoral oeste começa já a apresentar períodos de maior nebulosidade durante a madrugada e manhã. O vento soprará geralmente fraco a moderado de noroeste, com <strong>rajadas até 60 km/h no litoral oeste e terras altas</strong> durante a tarde. As máximas deverão variar entre 20 e 24 ºC no litoral Norte e Centro, podendo ultrapassar os 30 ºC no interior do Alentejo e vale do Guadiana.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-continental-sob-influencia-atlantica-nebulosidade-e-chuva-fraca-regressam-esta-semana-1780227762286.png" data-image="ydi41xypiatd"><figcaption>Durante a tarde de quarta-feira, o vento deverá intensificar-se no litoral oeste, sobretudo na região Centro. As rajadas poderão atingir 50 km/h em Leiria, 48 km/h em Santarém e cerca de 42 km/h em Coimbra, enquanto no Norte os valores deverão ser mais baixos</figcaption></figure><p>Entre terça e quarta-feira, o ambiente deverá tornar-se mais húmido no litoral, sobretudo entre o Minho e a região Centro. O vento poderá intensificar-se gradualmente, com <strong>rajadas entre 50 e 80 km/h no litoral Centro e terras altas</strong> das regiões Centro e Norte. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-continental-sob-influencia-atlantica-nebulosidade-e-chuva-fraca-regressam-esta-semana-1780229150149.png" data-image="9bmxff3uubl6"><figcaption>Na madrugada de terça-feira, poderá ocorrer chuva fraca em alguns pontos do litoral Norte e Centro, embora com acumulados pouco significativos. No restante território continental não se prevê precipitação.</figcaption></figure><p>A chuva deverá surgir de forma dispersa ao longo do litoral oeste, principalmente entre o Minho e a região de Lisboa, com <strong>acumulados geralmente inferiores a 5 mm</strong>, embora alguns locais mais expostos possam aproximar-se dos 10 mm.</p><h2>Norte e litoral oeste deverão concentrar os maiores sinais de mudança</h2><p>A partir de quinta-feira, a precipitação tende a tornar-se mais irregular e dispersa ao longo do litoral oeste, entre o Minho e a região de Lisboa. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-continental-sob-influencia-atlantica-nebulosidade-e-chuva-fraca-regressam-esta-semana-1780227967048.png" data-image="hcocj51ypzzz"><figcaption>Na madrugada de quinta-feira poderá ocorrer chuva fraca ao longo do litoral oeste, entre o Minho e a região de Lisboa. A precipitação deverá ser pouco significativa, com valores geralmente entre 0,2 e 0,5 mm, enquanto o interior, o Alentejo e o Algarve deverão permanecer sem precipitação</figcaption></figure><p>O vento deverá continuar moderado de oeste e noroeste, com <strong>rajadas entre 35 e 55 km/h</strong> no litoral oeste.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771523" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/descida-ate-6-c-as-temperaturas-vao-descer-significativamente-nestas-tres-cidades-entre-segunda-e-terca-feira.html" title="Descida até 6 ºC: as temperaturas vão descer significativamente nestas três cidades entre segunda e terça-feira">Descida até 6 ºC: as temperaturas vão descer significativamente nestas três cidades entre segunda e terça-feira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/descida-ate-6-c-as-temperaturas-vao-descer-significativamente-nestas-tres-cidades-entre-segunda-e-terca-feira.html" title="Descida até 6 ºC: as temperaturas vão descer significativamente nestas três cidades entre segunda e terça-feira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/entre-segunda-e-terca-feira-tres-cidades-portuguesas-podem-registar-uma-descida-de-temperatura-ate-6-c-1780175440008_320.png" alt="Descida até 6 ºC: as temperaturas vão descer significativamente nestas três cidades entre segunda e terça-feira"></a></article></aside><p><strong>No Sul, o tempo deverá manter-se maioritariamente seco</strong>, embora com temperaturas menos elevadas do que nos últimos dias e maior presença de nebulosidade durante as primeiras horas da manhã. Ainda assim, a evolução da precipitação prevista deverá continuar a ser acompanhada nos próximos dias. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/portugal-continental-sob-influencia-atlantica-nebulosidade-e-chuva-fraca-podem-regressar-esta-semana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Palma]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Cientistas alertam que um solo degradado intensifica as ondas de calor]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/cientistas-alertam-que-um-solo-degradado-intensifica-as-ondas-de-calor.html</link><pubDate>Sun, 31 May 2026 11:04:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>De acordo com um novo estudo, os solos degradados aquecem mais rapidamente, intensificando ondas de calor e aumentando os impactos das alterações climáticas no planeta.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/cientistas-alertam-que-um-solo-degradado-intensifica-as-ondas-de-calor-1780217760480.jpg" data-image="7z5m0mrt4voy" alt="Solo seco" title="Solo seco"><figcaption>O solo pode ser um aliado contra o calor extremo, mas a degradação ameaça essa proteção natural.</figcaption></figure><p>Quando se fala em <strong>ondas de calor</strong>, normalmente pensamos na temperatura do ar- No entanto, os cientistas alertam que <strong>o solo está a sofrer um aquecimento ainda mais intenso e silencioso</strong>.</p><p>Este fenómeno <strong>ameaça a agricultura, os ecossistemas</strong> e até a capacidade do planeta de armazenar carbono.</p><p>Estudos recentes mostram que <strong>os solos saudáveis funcionam como reguladores térmicos naturais</strong>, ajudando a reduzir temperaturas extremas e a conservar humidade.</p><p>Mas um novo mapa global revela que <strong>muitas regiões já perderam parte dessa proteção devido à degradação do solo </strong>causada por práticas agrícolas intensivas, desflorestação e alterações climáticas.</p><h2>Porque é que o solo saudável é tão importante?</h2><p>O solo não serve apenas para sustentar as plantas. Ele <strong>atua como um sistema vivo</strong> capaz de armazenar água, nutrientes e carbono. Quando rico em matéria orgânica e biodiversidade, <strong>consegue absorver calor de forma mais equilibrada</strong>, evitando o sobreaquecimento da superfície terrestre.</p><p>Os investigadores descobriram que <strong>solos degradados aquecem mais rapidamente</strong> e retêm menos humidade.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="740426" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/solos-em-portugal-estao-a-ficar-degradados-devido-a-praticas-agricolas-intensivas-alerta-um-estudo-publicado-na-cop.html" title="Solos em Portugal estão a ficar degradados devido a práticas agrícolas intensivas, alerta um estudo publicado na COP30">Solos em Portugal estão a ficar degradados devido a práticas agrícolas intensivas, alerta um estudo publicado na COP30</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/solos-em-portugal-estao-a-ficar-degradados-devido-a-praticas-agricolas-intensivas-alerta-um-estudo-publicado-na-cop.html" title="Solos em Portugal estão a ficar degradados devido a práticas agrícolas intensivas, alerta um estudo publicado na COP30"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/solos-em-portugal-estao-a-ficar-degradados-devido-a-praticas-agricolas-intensivas-alerta-um-estudo-publicado-na-cop-1763669841169_320.jpg" alt="Solos em Portugal estão a ficar degradados devido a práticas agrícolas intensivas, alerta um estudo publicado na COP30"></a></article></aside><p>Isso cria um ciclo perigoso: temperaturas mais altas secam o terreno, e solos mais secos aumentam ainda mais o calor ambiente.</p><p>De acordo com uma noticia avançada pelo <em>The conversation</em>, e um estudo publicado na resvista <em>Geoderma</em>, os cientistas afirmam que <strong>um solo em boas condições pode atuar como um amortecedor térmico</strong>, ou seja, um enorme absorvedor de choques para a temperatura.</p><p><strong>Retém água e matéria orgânica</strong>, como folhas secas, e desacelera mudanças bruscas de temperatura. Porém quando o solo fica seco, exposto ou degradado, essa proteção enfraquece. Durante ondas de calor, <strong>as raízes das culturas agrícolas podem estar em solos que aquecem rapidamente</strong>.</p><p>Além disso, <strong>o aumento da temperatura do solo afeta diretamente os microrganismos</strong> responsáveis pela fertilidade da terra. Com menos vida no subsolo, diminui a capacidade de regeneração natural dos ecossistemas agrícolas.</p><h2>O efeito invisível das ondas de calor</h2><p>Uma das conclusões mais preocupantes dos cientistas é que os extremos de calor no solo podem evoluir <strong>mais rapidamente do que os registados no ar</strong>.</p><p>Em algumas regiões da Europa Central, <strong>o aquecimento do solo está a avançar</strong> quase ao dobro da velocidade das temperaturas atmosféricas. Neste caso em específico, os autores debruçam-se sobre as "lacunas térmicas" na Austrália.</p><div class="texto-destacado"><strong>Uma lacuna térmica é a diferença entre a capacidade natural do solo de absorver calor e manter temperaturas estáveis, e aquilo que ele realmente consegue fazer atualmente após anos de agricultura, alterações no uso da terra e aquecimento climático</strong>. De acordo com os autores</div><p>Em algumas áreas, especialmente no sudeste e centro da Austrália, <strong>os solos já não conseguem proteger as plantas do calor </strong>tão bem quanto poderiam. Isto é importante porque <strong>o solo não é apenas terra em que pisamos</strong>, é uma defesa contra as alterações climáticas.</p><h2>O controlo do solo na temperatura</h2><p>O solo controla como o <strong>calor e a humidade circulam entre a terra e a atmosfera</strong>. Quando perde a sua capacidade de amortecimento, a temperatura do solo pode subir mais rapidamente.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cientistas-alertam-que-um-solo-degradado-intensifica-as-ondas-de-calor-1780217695176.jpg" data-image="bjqbybyu8d9s" alt="Controlo de temperatura" title="Controlo de temperatura"><figcaption>Os cientistas alertam que o aquecimento do solo pode acelerar os impactos das alterações climáticas em todo o planeta.</figcaption></figure><p>Isso pode <strong>reduzir o crescimento das plantas, diminuir a produção agrícola e de pastagens</strong>, e até afetar o clima e o tempo locais em grandes áreas.</p><p>Esta investigação mostra também que características como <strong>densidade, teor de argila e quantidade de matéria orgânica</strong> influenciam diretamente a capacidade térmica do solo.</p><p>Em termos simples: <strong>solos vivos e equilibrados aquecem menos</strong> e protegem melhor plantas e microrganismos.</p><h2>Agricultura regenerativa</h2><p>A boa notícia, segundo os investigadores, é que <strong>o solo pode recuperar parte da sua proteção térmica perdida</strong> através de métodos agrícolas práticos.</p><p>Um deles chama-se <strong>retenção de restolho</strong>, que consiste em deixar os caules e folhas das culturas no campo após a colheita, em vez de os queimar ou remover.</p><p>Esta <strong>camada protege o solo do sol e reduz a perda de água</strong>. Outro método é o <strong>uso de culturas de cobertura</strong>, que consiste em cultivar plantas principalmente para proteger e alimentar o solo (não necessariamente para colheita).</p><p>Essas plantas <strong>mantêm raízes vivas no solo, reduzem áreas expostas e aumentam a matéria orgânicas</strong>. Estes métodos não eliminam as ondas de calor, mas podem reduzir o stress causado pelo calor nos solos e nas culturas.</p><h3><em>Referência do artigo</em></h3><p><em>Amin Sharififar, Alex McBratney, "</em><em><a href="https://doi.org/10.1016/j.geoderma.2026.117853." target="_blank">Benchmarking soil thermal buffering for climate-smart adaptation in Australia</a></em><em>", Geoderma, Volume 471, 2026.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/cientistas-alertam-que-um-solo-degradado-intensifica-as-ondas-de-calor.html</guid><dc:creator><![CDATA[Paula Gonçalves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Como as alterações climáticas afetarão o Mundial de Futebol da FIFA de 2026?]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/como-as-mudancas-climaticas-afetarao-a-copa-do-mundo-fifa-de.html</link><pubDate>Sun, 31 May 2026 10:07:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O Mundial da FIFA começa em poucos dias. Pausas para hidratação são obrigatórias em cada tempo, mas especialistas alertam que os jogos podem sofrer mais interrupções devido às condições climáticas.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/how-will-climate-change-affect-the-fifa-world-cup-1779806921106.jpg" data-image="n2e2lpd9tqau" alt="Mundial, 2026, FIFA" title="Mundial, 2026, FIFA"><figcaption>Especialistas alertam que o Mundial da FIFA, que será realizado na América do Norte no próximo mês, poderá causar mais transtornos relacionados com o calor.</figcaption></figure><p>A febre do futebol está prestes a começar com o <strong>Mundial</strong><strong> da FIFA</strong>, que tem início marcado para 11 de junho. O torneio, aguardado mundialmente, contará com a<strong> participação de 48 países </strong>na disputa pelo troféu, com partidas a ser realizadas em três países: Estados Unidos, Canadá e México.</p><p>A competição regressa aos Estados Unidos após três décadas, mas as condições não serão as mesmas, devido às <strong>alterações climáticas</strong>.</p><h2>Quando é perigoso jogar?</h2><p>O torneio contará com <strong>partidas em 16 cidades distribuídas por uma ampla área geográfica</strong>, onde os jogadores enfrentarão diferentes condições climáticas. É provável que os jogos programadas para as cidades na costa do Pacífico dos EUA ou no Canadá tenham temperaturas amenas. No entanto, aquelas <strong>no interior dos EUA ou no México podem registar temperaturas acima de 30 ºC</strong>, podendo ser ainda mais altas se o jogo for disputado durante o dia.</p><p>A <strong>h</strong><strong>umidade pode agravar a situação nestas áreas</strong>, com temperaturas mais altas elevando o índice de temperatura de bulbo húmido (WBGT). O WBGT é um índice composto que combina humidade, calor radiante e movimento do ar, <strong>fatores que afetam a capacidade do corpo de regular a sua temperatura interna</strong> através da transpiração e da troca de calor.</p><p>De acordo com a FIFPRO, o sindicato global dos jogadores, o<strong> stress térmico</strong> representa um risco real quando as temperaturas de WBGT atingem 26 ºC, e a entidade recomenda a inclusão de pausas para arrefecimento durante as partidas. <strong>Quando as temperaturas de WBGT chegam a 28 ºC, as condições são consideradas inseguras para o jogo e o mesmo é adiado</strong>.</p><h2>Locais em risco, pessoas em risco</h2><p>Quando o último Mundial foi realizada nos EUA em 1994, o risco de calor era uma preocupação. No entanto, com as alterações climáticas, que levam a eventos de calor extremo mais frequentes,<strong> a probabilidade de interrupções nos jogos aumentou significativamente</strong>.</p><p>De acordo com investigadores, o número de jogos em que se espera que a temperatura atinja 26 ºC (WBGT) subiu de 21,3 em 1994 para 25,6. A probabilidade de atingir a marca de 28 ºC aumentou para 0,7, sendo o MetLife Stadium (Nova York), o Lincoln Center (Filadélfia), o Arrowhead Stadium (Kansas City) e o Hard Rock Stadium (Miami) <strong>os estádios mais expostos ao calor extremo</strong>.</p><p>Os Mundiais costumam ser disputadas no Hemisfério Norte durante os meses de verão. No entanto, as <strong>grandes variações climáticas durante o evento</strong> deste ano<strong> podem dificultar bastante a adaptação dos jogadores</strong>.</p><p>Embora os estádios com ar-condicionado possam reduzir a exposição ao calor durante as partidas, as <strong>condições continuam perigosas para os espectadores</strong>, para os encontros ao ar livre e para as comemorações associadas ao torneio. Com os modelos climáticos a indicar que as temperaturas continuarão a subir, a realização destes torneios no hemisfério norte durante o verão tornar-se-á difícil.</p><p>As alterações climáticas não afetam apenas onde podemos viver e o que podemos comer, mas também o que consideramos normal até agora. <strong>É preciso agir agora contra elas</strong>, se não quisermos que o nosso mundo mude.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/como-as-mudancas-climaticas-afetarao-a-copa-do-mundo-fifa-de.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Plantas seguras para animais de estimação: como ter uma casa verde sem colocar cães e gatos em risco]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/plantas-seguras-para-animais-de-estimacao-como-ter-uma-casa-verde-sem-colocar-caes-e-gatos-em-risco.html</link><pubDate>Sun, 31 May 2026 09:03:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Ter plantas bonitas em casa e conviver com cães ou gatos é perfeitamente possível. Hoje em dia, existem muitas opções seguras que darão vida aos seus espaços sem que tenha de se preocupar com a saúde dos seus animais de estimação.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-pet-friendly-como-tener-una-casa-verde-sin-poner-en-riesgo-a-perros-y-gatos-1779421268056.png" data-image="lpg8biejo071"><figcaption>Os cães e os gatos são curiosos por natureza, mas os gatos são mais suscetíveis aos efeitos tóxicos das plantas.</figcaption></figure><p>As plantas de interior tornaram-se parte do estilo de vida de muitas pessoas. Decoram e ajudam a refrescar os espaços, além de proporcionarem aquela sensação de calma que todos precisamos. <strong>O problema surge quando também temos pequenos companheiros peludos, como cães ou gatos</strong>, em casa, que tendem a ser muito curiosos.</p><div class="texto-destacado">Poucas pessoas sabem que a maioria das plantas comuns recomendadas para uso em ambientes interiores contém compostos tóxicos capazes de provocar irritação oral, vómitos, diarreia e, em casos mais graves, problemas neurológicos ou renais.</div><p>Por isso, muitas pessoas acabam por pensar que ter animais de estimação e plantas ao mesmo tempo simplesmente não é possível, quando na realidade existem alternativas seguras. <strong>Existem espécies resistentes, decorativas e fáceis de cuidar que podem coexistir perfeitamente com cães e gatos</strong>, incluindo dentro de casa.</p><p>Antes de falarmos das plantas ideais para a sua casa, é importante saber que <strong>os gatos são mais sensíveis do que os cães</strong>. Isto acontece porque o seu fígado processa certas substâncias de forma diferente, e a curiosidade inata leva-os a mordiscar as folhas.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">La <a href="https://x.com/hashtag/maranthaleuconeura?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#maranthaleuconeura</a> es una de las plantas más agradecidas y fáciles de complacer que he tenido. Y a demás es <a href="https://x.com/hashtag/petfriendly?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#petfriendly</a> <br><br>.<br>.<a href="https://x.com/hashtag/plantasdeinterior?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#plantasdeinterior</a> <a href="https://x.com/hashtag/plantasprincipiantes?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#plantasprincipiantes</a> <a href="https://t.co/RcNDoJl6cl">https://t.co/RcNDoJl6cl</a> <a href="https://t.co/5cJVRcBXzj">pic.twitter.com/5cJVRcBXzj</a></p>— NeuZeta (@NeuZeta) <a href="https://x.com/NeuZeta/status/1330093988767002627?ref_src=twsrc%5Etfw">November 21, 2020</a></blockquote></figure><p>A boa notícia é que <strong>hoje em dia existe muito mais informação disponível</strong>, o que facilita a criação de espaços verdes seguros. Com uma boa seleção de plantas e alguns cuidados básicos, é possível ter uma casa cheia de plantas sem se preocupar sempre que o seu animal de estimação se aproxima de um vaso.</p><h2>Plantas seguras e resistentes, perfeitas para ambientes interiores</h2><p>Entre as opções mais recomendadas para principiantes estão as <strong>plantas-aranha ou plantas-fita</strong>. São resistentes, toleram erros de rega e também produzem muitos ramos pendentes que dão à planta um aspeto exuberante.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-pet-friendly-como-tener-una-casa-verde-sin-poner-en-riesgo-a-perros-y-gatos-1779421416458.png" data-image="c5lub5b8pxtp"><figcaption>Os cães, com o seu olfato muito mais apurado do que o dos humanos, são atraídos por plantas seguras.</figcaption></figure><p>Continuando com a lista, outra das preferidas é a <em>Pilea peperomioides</em>, conhecida como planta-OVNI ou planta-do-dinheiro-chinesa, ideal para apartamentos pequenos. No entanto, <strong>se procura plantas com folhagem tropical mais vistosa</strong>, as calateias e as marantas estão entre as melhores opções. </p><div class="texto-destacado">As peperômias são outra opção, especialmente a variedade melancia, que se tornou muito popular por ter folhas vistosas, compactas e resistentes. </div><p>Em áreas espaçosas,<strong> as palmeiras são uma ótima alternativa</strong>. A <em>Chamaedorea elegans</em>, conhecida como palmeira-de-salão, é uma das variedades mais elegantes. A palmeira Kentia acrescenta um toque de sofisticação e tolera ambientes interiores secos. A palmeira-areca é também geralmente considerada segura, embora seja aconselhável garantir que não acumula humidade em excesso.</p><p>As plantas com flor também oferecem opções seguras. <strong>As orquídeas <em>Phalaenopsis</em> estão entre as mais recomendadas </strong>porque, além de elegantes, têm flores de longa duração. As violetas africanas ficam perfeitas em mesas de trabalho ou pequenos parapeitos de janelas e ocupam pouco espaço.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="762911" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/o-problema-mais-comum-com-o-bambu-da-sorte-e-como-resolve-lo-antes-que-seja-tarde-demais.html" title="O problema mais comum com o bambu-da-sorte e como resolvê-lo antes que seja tarde demais">O problema mais comum com o bambu-da-sorte e como resolvê-lo antes que seja tarde demais</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/o-problema-mais-comum-com-o-bambu-da-sorte-e-como-resolve-lo-antes-que-seja-tarde-demais.html" title="O problema mais comum com o bambu-da-sorte e como resolvê-lo antes que seja tarde demais"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-problema-mas-comun-del-bambu-de-la-suerte-y-como-solucionarlo-antes-de-que-sea-tarde-1775369394866_320.png" alt="O problema mais comum com o bambu-da-sorte e como resolvê-lo antes que seja tarde demais"></a></article></aside><p>Entre outras plantas muito procuradas estão os fetos de Boston, ideais para <strong>ambientes frescos e húmidos</strong>, assim como a Ceropegia woodii, conhecida como colar de corações.</p><p>Até o chamado <strong>bambu da sorte pode ser uma opção segura</strong>, mas é preciso ter cuidado, pois é muitas vezes confundido com espécies tóxicas vendidas com nomes semelhantes.</p><h3>Segurança, cuidados e plantas que deve evitar</h3><p>Mesmo que uma planta seja considerada "não tóxica", isso não significa que deva ser dada a animais de estimação. <strong>Se um cão ou gato consumir grandes quantidades de folhas, pode apresentar problemas de estômago, vómitos ou diarreia devido à irritação digestiva</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-pet-friendly-como-tener-una-casa-verde-sin-poner-en-riesgo-a-perros-y-gatos-1779421468643.png" data-image="472keep1ftww"><figcaption>Os gatos têm maior probabilidade de serem envenenados por curiosidade do que por fome, especialmente por folhas compridas e pendentes.</figcaption></figure><p>Ao introduzir uma nova planta em casa, é aconselhável <strong>observar a reação dos seus animais de estimação </strong>durante alguns dias. Alguns cães ignoram completamente as plantas, mas há gatos que ficam imediatamente fascinados por certas folhas compridas ou pendentes.<strong> </strong></p><p>Agora, se estivermos a falar de plantas realmente perigosas, <strong>há algumas que deve evitar a todo o custo</strong>. Os lírios são extremamente tóxicos para os gatos e podem causar danos renais mesmo com pequenas quantidades de pólen. As jiboias, a monstera e a dieffenbachia contêm cristais de oxalato de cálcio que irritam a boca e a garganta.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">PD: es tóxica para los gatos.<br><br>También es bueno recordar que los lirios son venenos para los gatos, la interacción con cualquiera de sus partes (hojas, pétalos, polen) puede ser mortal. <br><br>Ahórrate el mal rato, difunde porque hay muchas personas que no tienen ni idea de esta info <a href="https://t.co/AMncS0Ntvv">https://t.co/AMncS0Ntvv</a> <a href="https://t.co/UmzprRuLQb">pic.twitter.com/UmzprRuLQb</a></p>— Sorgina (@inconssiente) <a href="https://x.com/inconssiente/status/1342447004505559045?ref_src=twsrc%5Etfw">December 25, 2020</a></blockquote></figure><p><strong>Ter cães ou gatos não significa que tenha de abdicar de ter uma casa cheia de plantas</strong>. Mas é importante aprender a escolher espécies seguras e compreender que nem todas as plantas recomendadas nas redes sociais são boas companheiras para os animais de estimação. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/plantas-seguras-para-animais-de-estimacao-como-ter-uma-casa-verde-sem-colocar-caes-e-gatos-em-risco.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Revolução verde à base de carvão: o lado oculto da supremacia fotovoltaica chinesa]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/revolucao-verde-a-base-de-carvao-o-lado-oculto-da-supremacia-fotovoltaica-chinesa.html</link><pubDate>Sun, 31 May 2026 08:03:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Transição em megaescala: o paradoxo, os desafios e conquistas do boom solar chinês. Saiba mais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/revolucao-verde-a-base-de-carvao-o-lado-oculto-da-supremacia-fotovoltaica-chinesa-1779789153932.png" data-image="gxqs9hnsxrxu"><figcaption>A China superou historicamente os EUA em energia solar instalada, mas utiliza fábricas movidas a carvão para produzir esses painéis.</figcaption></figure><p>A <strong>China apresenta avanços avassaladores no setor de energia solar</strong>, destacando tanto conquistas estatísticas históricas quanto paradoxos ambientais decorrentes do seu modelo industrial centralizado.</p><div class="texto-destacado">De acordo com dados da Administração Nacional de Energia (NEA) da China, o país estabeleceu um recorde absoluto ao instalar 315,07 GW (AC) de nova capacidade solar, além de 119,33 GW de energia eólica. </div><p>Com essa expansão, a capacidade fotovoltaica acumulada da China atingiu a marca impressionante de 1,20 TW, representando um aumento de 35,4% em relação ao ano anterior.</p><h2>O marco histórico chinês</h2><p>Esse crescimento impulsionou uma estrutura histórica na matriz de produção elétrica do país. <strong>Pela primeira vez, a capacidade instalada de fontes não fósseis (incluindo solar, eólica, hidroelétrica e nuclear) superou a produção térmica convencional (carvão e gás), alcançando 60,4%</strong> do total nacional, contra 39,6% da térmica. </p><div class="texto-destacado">Apesar desse triunfo, os dados também acendem alertas operacionais: as grandes centrais registaram uma redução média nas horas de operação em carga total, refletindo os crescentes desafios de intermitência e a necessidade de cortes na produção (<em>curtailment</em>) para equilibrar a rede elétrica.</div><p>Por outro lado, coloca-se em perspetiva a magnitude e a velocidade dessa transição, traçando um paralelo histórico impactante:<strong> a China conectou à sua rede elétrica mais capacidade solar num único ano do que os Estados Unidos</strong> implementaram em toda a história da sua transição fotovoltaica. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/revolucao-verde-a-base-de-carvao-o-lado-oculto-da-supremacia-fotovoltaica-chinesa-1779790071637.png" data-image="qliuhri5smq8"><figcaption>O ano de 2025 marcou um ponto de não retorno: pela primeira vez na história moderna da China, a capacidade instalada de fontes limpas (60,4%) superou oficialmente a capacidade das centrais térmicas a carvão e gás (39,6%).</figcaption></figure><p>Longe de ser o auge, esse marco provou ser apenas o ponto intermédio de uma aceleração contínua que culminou nos números ainda maiores registados posteriormente.</p><h2>A contradição e o paradoxo da energia</h2><p>No entanto, enfatiza-se uma contradição fundamental: <strong>o "boom" solar chinês é fortemente alimentado por combustíveis fósseis.</strong> A esmagadora maioria dos painéis solares que abastecem o mundo é fabricada em indústrias chinesas que dependem de eletricidade gerada por centrais a carvão. </p><div class="texto-destacado">A China tem expandido simultaneamente a sua capacidade renovável e a sua infraestrutura carbonífera. Desse modo, o parque industrial do país queima carvão para produzir equipamentos limpos, os quais são posteriormente utilizados internamente ou exportados para outras regiões com o objetivo de substituir, ironicamente, a própria produção a carvão de outros países.</div><p>Embora o <strong>cálculo do ciclo de vida dos painéis permaneça positivo, isto é, geram muito mais energia limpa e evitam mais emissões ao longo de décadas de operação do que o carbono consumido no seu fabrico</strong>, a forte dependência do carvão na produção altera a pegada ecológica inicial desses dispositivos e atrasa o tempo de retorno de carbono positivo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="362771" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/eua-anunciam-avanco-historico-para-energia-limpa-e-inesgotavel-emissoes-ambiente.html" title="EUA anunciam avanço histórico para energia limpa e inesgotável">EUA anunciam avanço histórico para energia limpa e inesgotável</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/eua-anunciam-avanco-historico-para-energia-limpa-e-inesgotavel-emissoes-ambiente.html" title="EUA anunciam avanço histórico para energia limpa e inesgotável"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/eua-anunciam-avanco-historico-para-energia-limpa-e-inesgotavel-emissoes-ambiente-362771-1_320.jpg" alt="EUA anunciam avanço histórico para energia limpa e inesgotável"></a></article></aside><p>Em suma, a China consolidou uma dominância global incontestável na cadeia de abastecimento e na instalação de energia solar graças à força da governação estatal. Contudo, <strong>o caminho para a descarbonização global via tecnologia chinesa</strong> revela uma simbiose complexa e irónica com o próprio carvão que o planeta tenta erradicar.</p><h3><em>Referência da notícia:</em></h3><p><em><a href="https://spacedaily.com/j-china-installed-more-solar-capacity-in-2023-than-the-united-states-has-installed-in-its-entire-history-and-the-panels-were-largely-manufactured-using-coal-fired-electricity/">https://spacedaily.com/j-china-installed-more-solar-capacity-in-2023-than-the-united-states-has-installed-in-its-entire-history-and-the-panels-were-largely-manufactured-using-coal-fired-electricity/</a></em></p><p><em><a href="https://www.pv-magazine.com/2026/01/28/china-adds-315-gw-of-solar-in-2025/">https://www.pv-magazine.com/2026/01/28/china-adds-315-gw-of-solar-in-2025/</a></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/revolucao-verde-a-base-de-carvao-o-lado-oculto-da-supremacia-fotovoltaica-chinesa.html</guid><dc:creator><![CDATA[Carlos Alves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[​​Descida até 6 ºC: as temperaturas vão descer significativamente nestas três cidades entre segunda e terça-feira]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/descida-ate-6-c-as-temperaturas-vao-descer-significativamente-nestas-tres-cidades-entre-segunda-e-terca-feira.html</link><pubDate>Sun, 31 May 2026 07:04:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Entre segunda e terça-feira espera-se uma descida das temperaturas que deverá afetar praticamente todo o continente. Saiba quais as cidades onde esta descida será mais significativa.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-ar-polar-podera-atingir-portugal-a-mudanca-nos-padroes-climaticos-e-confirmada-pelos-modelos-europeu-e-gfs.html" target="_blank">O ar polar poderá atingir Portugal: a mudança nos padrões climáticos é confirmada pelos modelos europeu e GFS</a></li></ul><ol></ol><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xac0tns"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xac0tns.jpg" id="xac0tns"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A última semana de maio trouxe de volta o calor, mas a primeira semana de junho deverá afastá-lo. Como mencionamos em previsões anteriores, as <strong>temperaturas vão descer e os nossos mapas mostram valores até 6 ºC de diferença</strong> entre segunda e terça-feira.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Ainda que o primeiro dia do verão climatológico (segunda-feira) possa ser maioritariamente quente, com temperaturas máximas até 34 ºC em Castelo Branco, <strong>este calor deverá afastar-se da nossa geografia nas horas seguintes</strong>, resultando numa terça-feira com valores mais contidos.</p><h2>Três cidades poderão registar uma descida até 6 ºC</h2><p>Terça-feira deverá registar máximas entre os 17 ºC em Viana do Castelo e os 26 ºC em Miranda do Douro, na região Norte. Na região Centro estes valores deverão oscilar entre os 19 ºC em Aveiro, Figueira da Foz e Caldas da Rainha, e os 26 ºC em Castelo Branco. Já no Sul do país, esperam-se máximas entre os 20 ºC em Aljezur e Vila do Bispo, e os 30 ºC em Faro e Tavira, <strong>devendo estas serem as duas cidades mais quentes do país neste dia</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/entre-segunda-e-terca-feira-tres-cidades-portuguesas-podem-registar-uma-descida-de-temperatura-ate-6-c-1780175440008.png" data-image="q71gn7m502ae" alt="temperatura do ar à superfície" title="temperatura do ar à superfície"><figcaption>Na terça-feira, diversas cidades registarão valores máximos mais baixos face a segunda-feira. Em algumas cidades esta descida pode ser até 6 ºC.</figcaption></figure><p>As <strong>cidades que deverão registar a descida mais significativa </strong>são Castelo Branco, que registará uma descida de 7 ºC, passando de 33 ºC na segunda-feira, para 26 ºC na terça. As cidades de <strong>Évora, Portalegre e Guarda</strong> registarão uma descida de 6 ºC, passando de 32 ºC, 31 ºC e 27 ºC para 26 ºC, 25 ºC e 21 ºC, respetivamente. Vila Real, Bragança e Viseu poderão registar uma descida de até 5 ºC. Nas restantes cidades, a descida será menos acentuada, devendo os valores manter-se apenas no Algarve.</p><h2>Descida não será gradual, mas deverá manter-se até sábado</h2><p>Esta descida não será gradual, pois <strong>na quarta-feira espera-se uma subida dos valores, especialmente ao longo da faixa interior</strong>, de Norte a Sul. Neste dia, o Vale do Douro poderá registar máximas de 30 ºC; na Beira Interior os termómetros podem chegar aos 32 ºC; no Algarve, o Sotavento poderá registar até 33 ºC de máxima, devendo esta ser a região mais quente do país.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771464" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/indice-uv-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-atencao-aos-riscos-da-exposicao-solar.html" title="Índice UV manter-se-á elevado nos próximos dias: atenção aos riscos da exposição solar ">Índice UV manter-se-á elevado nos próximos dias: atenção aos riscos da exposição solar </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/indice-uv-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-atencao-aos-riscos-da-exposicao-solar.html" title="Índice UV manter-se-á elevado nos próximos dias: atenção aos riscos da exposição solar "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/indice-uv-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-atencao-aos-riscos-da-exposicao-solar-1780136519256_320.png" alt="Índice UV manter-se-á elevado nos próximos dias: atenção aos riscos da exposição solar "></a></article></aside><p>Na<strong> quinta-feira os valores voltam a descer não devendo nenhuma cidade registar valores superiores a 30 ºC</strong>, sendo que as cidades mais quentes deverão ser Faro com 29 ºC, e Beja com 27 ºC. O litoral não deverá ultrapassar os 20 ºC e as cotas mais elevadas do Norte e Centro podem registar máximas na ordem dos 15 ºC. Esta tendência poderá manter-se até sábado, esperando-se uma <strong>nova subida generalizada, mas pouco significativa, no domingo, dia 7 de junho</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/descida-ate-6-c-as-temperaturas-vao-descer-significativamente-nestas-tres-cidades-entre-segunda-e-terca-feira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Esta capela, única no mundo, está coberta de conchas: veja onde a pode encontrar]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esta-capela-unica-no-mundo-esta-coberta-de-conchas-veja-onde-a-pode-encontrar.html</link><pubDate>Sun, 31 May 2026 06:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Na ilha galega de La Toja, em Pontevedra, Espanha, a Capela de San Caralampio é uma joia arquitetónica singular. Revestida com conchas de vieira que brilham à luz do sol, reflete o requinte e a beleza natural do seu meio envolvente.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/cette-chapelle-unique-au-monde-est-recouverte-de-coquillages-1778601829515.jpeg" data-image="e9do4uwpdchc" alt="A Capela de San Caralampio, aninhada no meio de uma exuberante vegetação." title="A Capela de San Caralampio, aninhada no meio de uma exuberante vegetação."><figcaption>A Capela de San Caralampio, aninhada no meio de uma exuberante vegetação.</figcaption></figure><p>A ilha de La Toja, também conhecida pelo seu nome galego, Illa da Toxa, situa-se no estuário do rio Arousa, bem no coração da região das Rías Baixas. Esta zona é um dos locais mais emblemáticos e cativantes da Galiza, famosa pelas suas <strong>paisagens exuberantes, biodiversidade, história e tradições culturais</strong>.</p><p>Esta pequena ilha, com pouco mais de um quilómetro de comprimento, parece emergir suavemente do mar, rodeada por águas calmas e cristalinas, pântanos, pinhais centenários e flora nativa que resistiu ao teste do tempo.</p><p>Uma verdadeira joia da ilha, a Capela de La Toja é um local de culto histórico que embeleza a paisagem galega desde o século XII. No entanto, <strong>só na década de 1950 é que foi completamente revestida de conchas marinhas</strong>; conchas cujas cristas nacaradas projetam um brilho iridescente em tons branco-rosados.</p><p>Construída sob a direção do arquiteto ourense Daniel Vázquez-Gulías, <strong>a estrutura ergue-se sobre uma antiga mina de sal</strong>. A fachada que alberga o altar está virada a sul, deixando as suas paredes constantemente expostas à chuva: um ataque contínuo que provoca humidade e deterioração estrutural.</p><h2>A concha da vieira: um isolante natural</h2><p>Perante este desafio, o Marquês de Riestra (Raimundo Riestra Calderón II) recorreu à experiência de um artesão da cidade vizinha de O Grove: Anselmo Millán. O artesão revelou que, tradicionalmente, <strong>as conchas de vieira eram utilizadas nas casas como isolante natural</strong> para proteger contra a humidade do mar.</p><p>O Marquês achou a ideia genial e encomendou ao artesão que revestisse a fachada com conchas. Ficou tão satisfeito com o resultado que ordenou que toda a capela fosse coberta com elas. Hoje,<strong> a capela continua a ser um símbolo poderoso que destaca tanto o engenho dos artesãos locais como os tesouros naturais da ilha</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cette-chapelle-unique-au-monde-est-recouverte-de-coquillages-1778602033493.jpeg" data-image="xxrshogqubxx" alt="A concha da vieira é utilizada como isolante natural." title="A concha da vieira é utilizada como isolante natural."><figcaption>A concha da vieira é utilizada como isolante natural.</figcaption></figure><p>Mas não é tudo. Para além da sua função protetora, <strong>a concha da vieira possui um imenso significado no imaginário colectivo da Galiza</strong>. Este molusco bivalve, extremamente comum na região, é o símbolo por excelência do Caminho de Santiago, sendo o seu emblema mais universal e representativo. Hoje, continua a ser parte integrante do equipamento habitual do peregrino desde o início da viagem.</p><h2>As propriedades curativas do molusco</h2><p>A <strong>concha da vieira está ligada a diversas lendas </strong>que lhe atribuem propriedades curativas; a mais notável é a história que envolve o próprio apóstolo São Tiago. Esta história conta que o santo, depois de chegar a Compostela, pediu uma concha, muito semelhante às que os peregrinos transportavam, para curar uma doença na garganta.</p><p>A partir deste momento,<strong> os peregrinos medievais começaram a costurar conchas de vieira nos seus mantos e chapéus</strong>, prestando assim homenagem ao famoso apóstolo. A concha tinha também uma função prática, servindo de recipiente para água potável ou para pedir esmola durante a árdua viagem.</p><p><strong>As conchas de vieira simbolizam a pureza, a boa sorte, a ressurreição e os princípios divinos</strong>. Diversas lendas sobre os seus poderes benéficos sugerem que as relíquias de São Tiago foram transportadas para Compostela protegidas dentro dessas mesmas conchas.</p><p>Como resultado, a capela que se ergue majestosamente na ilha de La Toja, <strong>situada a cerca de trinta quilómetros a sul de Santiago de Compostela</strong>, tornou-se uma paragem essencial para viajantes e peregrinos de todo o mundo.</p><h2>As águas termais de La Toja</h2><p>Embora seja popularmente conhecida como a “Capela das Conchas”, <strong>a capela da ilha de La Toja é dedicada oficialmente a São Caralampio</strong> (São Charalambos) desde a sua fundação no século XII. É o santo padroeiro das doenças de pele e está indissociavelmente ligado à ilha, cujas terras são ricas em águas doces com propriedades terapêuticas únicas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771179" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/arrabida-volta-a-limitar-carros-no-verao-para-proteger-praias-e-garantir-seguranca.html" title="Arrábida volta a limitar carros no verão para proteger praias e garantir segurança">Arrábida volta a limitar carros no verão para proteger praias e garantir segurança</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/arrabida-volta-a-limitar-carros-no-verao-para-proteger-praias-e-garantir-seguranca.html" title="Arrábida volta a limitar carros no verão para proteger praias e garantir segurança"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/arrabida-volta-a-limitar-carros-no-verao-para-proteger-praias-e-garantir-seguranca-1779972618358_320.jpg" alt="Arrábida volta a limitar carros no verão para proteger praias e garantir segurança"></a></article></aside><p>Para além do<strong> poder curativo das suas águas, a própria ilha funciona como um santuário natural para a saúde e o bem-estar</strong>. Temperaturas amenas durante todo o ano, ar marinho rico em iodo e um silêncio quebrado apenas pelo canto dos pássaros ou pelo murmúrio das ondas criam um cenário ideal para o autocuidado e o relaxamento.</p><h4><em>Referência da notícia</em></h4><p><em>Noelann Bourgade, May 12, 2026. "<a href="https://www.admagazine.fr/article/chapelle-recouverte-coquilles-saint-jacques-espagne" target="_blank" rel="nofollow">In Spain, This One-of-a-Kind Chapel Is Covered in Scallop Shells</a>" </em><br><a href="https://www.admagazine.fr/article/chapelle-recouverte-coquilles-saint-jacques-espagne" target="_blank"></a> </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esta-capela-unica-no-mundo-esta-coberta-de-conchas-veja-onde-a-pode-encontrar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Da Áustria ao Chile: Ponte de Lima recebe 11 jardins inspirados em diferentes países]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/da-austria-ao-chile-ponte-de-lima-recebe-11-jardins-inspirados-em-diferentes-paises.html</link><pubDate>Sun, 31 May 2026 05:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>O Festival Internacional de Jardins está de regresso à região e promete continuar a ser “uma referência a nível internacional”.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/da-austria-ao-chile-ponte-de-lima-recebe-11-jardins-inspirados-em-diferentes-paises-1780146318000.jpg" data-image="7umxsj4wp3nm" alt="Festival Internacional de Jardins" title="Festival Internacional de Jardins"><figcaption>É uma das atrações mais originais do país. Foto ilustrativa: Unsplash</figcaption></figure><p>O <strong>Festival Internacional de Jardins</strong> já regressou a Ponte de Lima. Desde a passada sexta-feira, 29 de maio, que poderá encontrar propostas de diferentes partes do globo. </p><div class="texto-destacado">Imagine um festival com 11 jardins, inspirados em 11 países diferentes. Um evento “único no nosso país e uma referência a nível internacional”. </div><p>Do que é que estamos a falar? Até<strong> 31 de outubro</strong>, a região, no distrito de Viana do Castelo, recebe 11 jardins diferentes, construídos como instalações temporárias e inspirados em diversas partes do globo.</p><p>“O certame, distinguido com o 'Garden Tourism Awards' em 2013 e em 2017 com 'Europe for Festivals, Festivals for Europe', conta com 11 jardins efémeros, oriundos de 11 países, aos quais se junta o jardim mais votado da edição anterior”, lê-se no <em>site</em> da autarquia.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771330" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esqueca-os-centros-comerciais-este-cinema-fica-ao-ar-livre-e-no-topo-de-lisboa.html" title="Esqueça os centros comerciais: este cinema fica ao ar livre e no topo de Lisboa">Esqueça os centros comerciais: este cinema fica ao ar livre e no topo de Lisboa</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esqueca-os-centros-comerciais-este-cinema-fica-ao-ar-livre-e-no-topo-de-lisboa.html" title="Esqueça os centros comerciais: este cinema fica ao ar livre e no topo de Lisboa"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/esqueca-os-centros-comerciais-este-cinema-fica-ao-ar-livre-e-no-topo-de-lisboa-1780052789529_320.jpg" alt="Esqueça os centros comerciais: este cinema fica ao ar livre e no topo de Lisboa"></a></article></aside><p>“O festival, que começou em 2005 e tem sido um sucesso nos últimos anos, acontece nas margens do rio Lima”, escreve a revista ‘NiT’. A edição deste ano tem o tema “Jardins de Sonho”.</p><h2>11 jardins inspirados em diferentes países</h2><p>Entre os jardins, poderá visitar “Fragments of Dreams” inspirado na Áustria, e “Tilandsias Oníricas” no Brasil e Portugal. “Dreamline” foi influenciado pela Roménia, “The Tic Toc – Uma Viagem Imaginária Pelo Templo”, pela Irlanda, Portugal e Reino Unido, e “Sponge Garden – Smart Permeable Oasis Nurturing Green”, pelo Brasil, Portugal, Reino Unido, e Turquia. </p><p>Já “Refúgio Vivo” foi concebido a pensar em Portugal, “The Veil of Moura” na Roménia, “Espacio Onírico” na Colômbia e “Jardín Espejos del Cielo/Memorias Andinas” no Chile. No “Counting Sheep” encontrará influências da Áustria, Polónia, China e Suécia, e em “Sueños Afrutados”, de Espanha.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/da-austria-ao-chile-ponte-de-lima-recebe-11-jardins-inspirados-em-diferentes-paises-1780146401760.jpg" data-image="6gkmd9jgmox0" alt="Festival Internacional de Jardins" title="Festival Internacional de Jardins"><figcaption>Fragments of dream. Foto: CM Ponte Lima</figcaption></figure><p>Além disso, os visitantes poderão também conhecer o jardim “La Paix entre l’Homme et la nature”, oriundo da França e que se tornou a exposição mais votada na edição de 2025. </p><p>“Este ano, [os visitantes] terão também a oportunidade de <strong>escolher o jardim de que mais gostam </strong>através de uma votação que pode ser realizada no local”, acrescenta a ‘NiT’.</p><h2>Mais informações e detalhes</h2><p>Mais uma vez, o evento volta a <strong>juntar arquitetos, designers e artistas</strong>, que foram responsáveis pela criação dos jardins temporários nos últimos meses.</p><p>E quanto a valores? A entrada no festival é<strong> livre para crianças até aos 12 anos</strong>. Para adultos, o bilhete tem um valor simbólico de <strong>1€</strong> e pode ser comprado no local.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771016" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/nao-foram-uma-duas-nem-tres-seis-novas-especies-de-aranhas-descobertas-na-serra-de-grandola.html" title="Não foram uma, duas nem três: seis novas espécies de aranhas descobertas na Serra de Grândola">Não foram uma, duas nem três: seis novas espécies de aranhas descobertas na Serra de Grândola</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/nao-foram-uma-duas-nem-tres-seis-novas-especies-de-aranhas-descobertas-na-serra-de-grandola.html" title="Não foram uma, duas nem três: seis novas espécies de aranhas descobertas na Serra de Grândola"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nao-foram-uma-duas-nem-tres-seis-novas-especies-de-aranhas-foram-descobertas-na-serra-de-grandola-1779887194201_320.jpg" alt="Não foram uma, duas nem três: seis novas espécies de aranhas descobertas na Serra de Grândola"></a></article></aside><p>Até 31 de agosto, pode visitar o Festival Internacional de Jardins às segundas-feiras, das 13:00 às 19:00 horas; e de terça a domingo, das 9:30 às 17:30 (está encerrado das 13:00 às 14:00 horas). A partir de setembro, contudo,<strong> o horário muda</strong>. </p><p>Pode consultar as informações detalhadas<em> online</em>, através do site da Câmara Municipal de Ponte de Lima. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://festivaldejardins.cm-pontedelima.pt/noticia_detalhe.php?id=84">Secretário de Estado do Turismo inaugurou “Jardins de Sonho” – 21.º Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima</a></em>. Câmara Municipal de Ponte de Lima. 29 de maio de 2026</p><p>Izabelli Pincelli. <em><a href="https://www.nit.pt/fora-de-casa/na-cidade/vai-poder-visitar-11-jardins-inspirados-em-diferentes-paises-sem-sair-de-portugal">Vai poder visitar 11 jardins inspirados em diferentes países sem sair de Portugal</a></em>. NiT. 26 de maio de 2026</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/da-austria-ao-chile-ponte-de-lima-recebe-11-jardins-inspirados-em-diferentes-paises.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O ar polar poderá atingir Portugal: a mudança nos padrões climáticos é confirmada pelos modelos europeu e GFS]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-ar-polar-podera-atingir-portugal-a-mudanca-nos-padroes-climaticos-e-confirmada-pelos-modelos-europeu-e-gfs.html</link><pubDate>Sat, 30 May 2026 13:38:50 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Após vários dias de calor intenso, os modelos ECMWF e GFS confirmam uma mudança de padrão atmosférico na primeira semana de junho. Apesar deste consenso, persistem diferenças importantes quanto às consequências em Portugal, sobretudo na precipitação e descida das temperaturas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xabwxec"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xabwxec.jpg" id="xabwxec"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O último fim de semana de maio será marcado por <strong>condições relativamente estáveis</strong>, mas os modelos atmosféricos continuam a reforçar a ideia de que uma mudança significativa do padrão meteorológico poderá instalar-se durante a próxima semana.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>A principal responsável será a corrente de jato polar, que deverá tornar-se progressivamente mais ondulada sobre o Atlântico Norte, permitindo a <strong>descida de massas de ar mais frio </strong>para latitudes próximas da Península Ibérica.</p><h2>Fim de semana quente, mas com noites mais frescas</h2><p>Durante sábado e domingo, <strong>o calor continuará a fazer-se sentir em grande parte do território</strong>, sobretudo nas regiões do interior Norte e Centro, Alentejo e Algarve, onde vários locais poderão ultrapassar os 35 °C e, pontualmente, atingir os 36 ou 37 °C.</p><p>No entanto, <strong>a influência de vento de norte continuará a transportar ar mais fresco para a faixa costeira e parte do interior Norte e Centro,</strong> mantendo temperaturas mais moderadas nestas regiões.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-ar-polar-podera-atingir-portugal-a-mudanca-nos-padroes-climaticos-e-confirmada-pelos-modelos-europeu-e-gfs-1780142154986.png" data-image="k6gwk6th7jds" alt="Temperatura" title="Temperatura"><figcaption>O calor mantém-se no interior do país, enquanto o vento de norte refresca a faixa costeira. As noites tornam-se significativamente mais frescas em várias regiões.</figcaption></figure><p>Esta <strong>diferença térmica será particularmente evidente durante a noite</strong>. Em cidades como Lisboa, por exemplo, as temperaturas poderão descer mais de 10 graus entre a tarde e o final da noite, proporcionando uma sensação bastante mais fresca.</p><p>Também se espera algum vento moderado na faixa costeira ocidental, com rajadas que poderão atingir os 50 a 55 km/h em alguns locais.</p><h2>A partir de 2 de junho começa a mudança</h2><p><strong>Os modelos ECMWF e GFS </strong>concordam que a partir do início da próxima semana <strong>o padrão atmosférico poderá começar a alterar-se.</strong> Uma série de depressões no Atlântico Norte irá empurrar a corrente de jato polar para sul, aproximando-a da Península Ibérica.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-ar-polar-podera-atingir-portugal-a-mudanca-nos-padroes-climaticos-e-confirmada-pelos-modelos-europeu-e-gfs-1780142428826.jpg" data-image="xr0k9bd67xui" alt="ECMWF 2 de junho" title="ECMWF 2 de junho"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-945773">Este mapa atmosferico do modelo europeu, para dia 2 de junho, prevê o aumento da nebulosidade e alguma precipitação fraca no Norte e Centro, sinalizando o início da mudança de padrão atmosférico. O modelo GFS não prevê precipitação para dia 2 de junho.</figcaption></figure><p>À superfície, esta alteração poderá traduzer-se num <strong>aumento gradual da nebulosidade, da humidade e do vento.</strong> Poderão também ocorrer alguns períodos de precipitação fraca, sobretudo nas regiões Norte e Centro, embora nesta fase os acumulados previstos ainda sejam reduzidos. Este <strong>cenário de chuva, dia 2 de junho apenas é previsto pelo modelo ECMWF (Modelo Europeu).</strong></p><h2>Entre 5 e 7 de junho surgem as maiores diferenças</h2><p>É na segunda metade da próxima semana que surgem as principais divergências entre os modelos. Ambos concordam que o jato polar irá apresentar uma ondulação muito acentuada, permitindo a descida de ar polar marítimo para latitudes pouco habituais para o início de junho. <strong>Contudo, diferem na forma como essa massa de ar frio evolui.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-ar-polar-podera-atingir-portugal-a-mudanca-nos-padroes-climaticos-e-confirmada-pelos-modelos-europeu-e-gfs-1780142715456.jpg" data-image="avm4wd72juf1" alt="ECMWF geopotencial e temperatura a 700 hPa" title="ECMWF geopotencial e temperatura a 700 hPa"><figcaption>No mapa de geopotencial e temperatura a 700 hPa, o modelo europeu (ECMWF) sugere a possível formação de uma bolsa de ar frio junto à Península Ibérica, aumentando o potencial para chuva e instabilidade.</figcaption></figure><p>O <strong>modelo europeu (ECMWF)</strong> prevê que parte desse ar frio se possa isolar da circulação principal do jato, formando uma<strong> bolsa de ar frio nas proximidades da Península Ibérica</strong><strong>. </strong>Este cenário favorece uma atmosfera mais instável, aumentando significativamente a probabilidade de aguaceiros e chuva persistente durante o primeiro fim de semana de junho.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-ar-polar-podera-atingir-portugal-a-mudanca-nos-padroes-climaticos-e-confirmada-pelos-modelos-europeu-e-gfs-1780142634229.jpg" data-image="phhzjjruaxqg" alt="GFS geopotencial e temperatura a 700 hPa" title="GFS geopotencial e temperatura a 700 hPa"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-829938">Embora preveja uma descida de ar frio para latitudes mais baixas, o GFS ( modelo norte-Americano) mantém a instabilidade mais afastada do território português.</figcaption></figure><p>Já o<strong> modelo GFS mantém essa massa de ar frio</strong> mais ligada ao jato polar e mais <strong>afastada de Portugal,</strong> reduzindo os efeitos diretos sobre o nosso país.</p><h2>Chuva ou apenas uma descida das temperaturas?</h2><p>Os mapas de precipitação acumulada ilustram bem esta diferença. Enquanto <strong>o ECMWF (modelo Europeu) favorece acumulados de chuva em várias regiões</strong> portuguesas, sobretudo no Norte e Centro, entre os dias 5 e 7 de junho, o GFS apresenta um cenário substancialmente mais seco, sem precipitação.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-ar-polar-podera-atingir-portugal-a-mudanca-nos-padroes-climaticos-e-confirmada-pelos-modelos-europeu-e-gfs-1780143031086.jpg" data-image="p2gu9stya7wt" alt="Precipitação acumulada ECMWF" title="Precipitação acumulada ECMWF"> <figcaption>Este mapa representa a precipitação acumulada prevista pelo ECMWF desde o dia de hoje, até 7 de junho. O modelo europeu favorece a ocorrência de chuva em várias regiões de Portugal durante o primeiro fim de semana de junho.O GFS apresenta um cenário substancialmente mais seco.</figcaption></figure><p>Apesar destas divergências, <strong>existe um sinal robusto entre ambos os modelos: o atual padrão quente e estável poderá enfraquecer.</strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771464" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/indice-uv-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-atencao-aos-riscos-da-exposicao-solar.html" title="Índice UV manter-se-á elevado nos próximos dias: atenção aos riscos da exposição solar ">Índice UV manter-se-á elevado nos próximos dias: atenção aos riscos da exposição solar </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/indice-uv-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-atencao-aos-riscos-da-exposicao-solar.html" title="Índice UV manter-se-á elevado nos próximos dias: atenção aos riscos da exposição solar "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/indice-uv-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-atencao-aos-riscos-da-exposicao-solar-1780136519256_320.png" alt="Índice UV manter-se-á elevado nos próximos dias: atenção aos riscos da exposição solar "></a></article></aside><p>A primeira semana de junho deverá trazer temperaturas ligeiramente mais baixas, maior nebulosidade e uma atmosfera bastante mais dinâmica do que a observada durante os últimos dias. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-ar-polar-podera-atingir-portugal-a-mudanca-nos-padroes-climaticos-e-confirmada-pelos-modelos-europeu-e-gfs.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Índice UV manter-se-á elevado nos próximos dias: atenção aos riscos da exposição solar ]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/indice-uv-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-atencao-aos-riscos-da-exposicao-solar.html</link><pubDate>Sat, 30 May 2026 10:58:32 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A radiação UV manter-se-á elevada em boa parte do país nos próximos dias. Apesar de se esperar um alívio térmico na próxima semana, atenção à exposição solar.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xabw59u"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xabw59u.jpg" id="xabw59u"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Como temos vindo a avançar em previsões anteriores, aqui na Meteored Portugal, espera-se uma <strong>descida dos termómetros ao longo da próxima semana</strong>, com maior impacto no litoral Norte e Centro do país, mas que deverá ser sentida também ao longo da faixa interior, traduzindo-se num<strong> alívio térmico generalizado</strong>.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>No entanto, e como há uma tendência para desvalorizar a <strong>radiação UV</strong> quando as temperaturas estão mais amenas, é importante ter atenção à mesma, visto que se irá manter <strong>muito elevada ao longo dos próximos dias</strong>, em todo o país.</p><h2>Fatores que determinam a radiação UV</h2><p>Nesta altura do ano, como há uma maior incidência de luz solar na terra, é normal que a radiação UV seja mais elevada, quando comparando com o inverno, por exemplo. Para além disto, <strong>existem outros fatores como a altitude, poluição, albedo e a nebulosidade que também interferem no índice desta radiação</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/indice-uv-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-atencao-aos-riscos-da-exposicao-solar-1780136360445.png" data-image="g4vqxo0y16se" alt="índice UV" title="índice UV"><figcaption>Apesar de uma descida das temperaturas e de uma sensação térmica mais fresca, a radiação UV permanecerá elevada durante a próxima semana.</figcaption></figure><p>Ora, este último fator, da nebulosidade, poderá ser a<strong> causa principal do elevado índice UV que poderemos registar na próxima semana</strong>, especialmente entre quarta e quinta-feira, pois são dias que se esperam de céu limpo, sem qualquer cobertura de nuvens.</p><p>No mapa acima, podemos ver valores de 9, numa escala de 0 a 15, no entanto, se olharmos bem, <strong>na região da Serra da Estrela, este índice poderá chegar ao 10, devido também ao fator altitude</strong>. </p><h2>O que pode acontecer quando o índice UV é de 9 ou 10? E que cuidados devemos ter?</h2><p>Um índice de 9 ou 10 é considerado muito elevado, pelo que pode acarretar alguns riscos, entre os quais:</p><ul><li><strong>Queimaduras solares</strong>: pessoas de pele muito clara podem sofrer queimaduras em menos de 20 minutos, sem proteção adequada;</li><li><strong>Danos oculares</strong>: a exposição excessiva aos raios UV pode provocar irritação e inflamação da córnea:</li><li><strong>Desidratação</strong> (indiretamente): em dias de elevada exposição solar, quando o índice também é elevado, pode aumentar este risco. </li></ul><p>A longo prazo existem <strong>outros riscos</strong>, como o cancro da pele, envelhecimento precoce e danos oculares crónicos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771337" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/grande-mudanca-nos-mapas-do-tempo-alfredo-graca-avisa-a-circulacao-atmosferica-vai-mudar-a-partir-de-1-de-junho.html" title="Grande mudança nos mapas do tempo, Alfredo Graça avisa: “A circulação atmosférica vai mudar a partir de 1 de junho”">Grande mudança nos mapas do tempo, Alfredo Graça avisa: “A circulação atmosférica vai mudar a partir de 1 de junho”</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/grande-mudanca-nos-mapas-do-tempo-alfredo-graca-avisa-a-circulacao-atmosferica-vai-mudar-a-partir-de-1-de-junho.html" title="Grande mudança nos mapas do tempo, Alfredo Graça avisa: “A circulação atmosférica vai mudar a partir de 1 de junho”"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/grande-mudanca-nos-mapas-do-tempo-alfredo-graca-avisa-a-circulacao-atmosferica-vai-mudar-a-partir-de-1-de-junho-1780059547897_320.png" alt="Grande mudança nos mapas do tempo, Alfredo Graça avisa: “A circulação atmosférica vai mudar a partir de 1 de junho”"></a></article></aside><p>Existem grupos de <strong>pessoas mais suscetíveis a estes riscos</strong>, como crianças e bebés, pessoas de pele muito clara, trabalhadores ao ar livre e pessoas que pratiquem atividades ao ar livre nas horas de maior insolação.</p><p>As <strong>principais recomendações, segundo a Direção Geral de Saúde</strong> (DGS), são:</p><ul><li>Evitar a exposição solar entre as 11h e as 17h;</li><li>Utilizar protetor solar com fator FPS 30 ou mais;</li><li>Reaplicar o protetor de 2h em 2h, ou sempre após banhos ou transpiração intensa;</li><li>Utilizar roupa clara e que cubra bem a pele, assim como chapéus de abas largas e óculos com proteção UVB e UVA;</li><li>Aumentar a ingestão de líquidos;</li><li>Evitar a exposição direta de bebés com menos de 6 meses, assim como a exposição de crianças pequenas.</li></ul>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/indice-uv-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-atencao-aos-riscos-da-exposicao-solar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Cientistas resolvem um enigma quântico com 25 anos que pode mudar a forma como enviamos informação]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/cientistas-resolvem-um-enigma-quantico-com-25-anos-que-pode-mudar-a-forma-como-enviamos-informacao.html</link><pubDate>Sat, 30 May 2026 10:03:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Uma equipa do Japão descobriu como medir um tipo de emaranhamento quântico que ninguém tinha conseguido detetar até agora, e isso pode ser importante para o futuro das comunicações.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/draft-scientists-crack-a-25-year-quantum-puzzle-that-could-change-how-we-send-information-1779464635845.png" data-image="o6muric8yd0z" alt="Um grupo de investigadores japoneses desenvolveu um método de medição quântica capaz de identificar o emaranhamento elusivo no estado W, resolvendo assim um problema que permanecia por resolver há mais de 25 anos." title="Um grupo de investigadores japoneses desenvolveu um método de medição quântica capaz de identificar o emaranhamento elusivo no estado W, resolvendo assim um problema que permanecia por resolver há mais de 25 anos."><figcaption>Um grupo de investigadores japoneses desenvolveu um método de medição quântica capaz de identificar o emaranhamento elusivo no estado W, resolvendo assim um problema que permanecia por resolver há mais de 25 anos.</figcaption></figure><p>O emaranhamento quântico é a base da maior parte do que os investigadores estão atualmente a tentar construir em tecnologia quântica. Quando partículas como os fotões se emaranham, <strong>as suas propriedades ficam interligadas de tal forma que uma não pode ser completamente descrita sem a outra</strong>; o sistema só faz sentido no seu todo.</p><p>É um tema que preocupava Einstein, mas também constitui a base da computação quântica, da comunicação e da teletransportação.</p><h2> Um problema que se tem vindo a agravar há 25 anos</h2><p>O problema é que a criação de estados emaranhados é apenas metade do trabalho. É também necessário ser capaz de determinar exatamente que tipo de emaranhamento ocorreu. <strong>Para um tipo principal, conhecido como estado W, ninguém o tinha conseguido fazer</strong>. Na verdade, este é um problema em aberto há mais de 25 anos.</p><p>No entanto, investigadores da Universidade de Quioto e da Universidade de Hiroshima afirmam ter encontrado uma solução. Concentrando-se numa propriedade matemática específica dos estados W, denominada simetria de deslocamento cíclico, e utilizando-a para <strong>conceber um circuito quântico fotónico capaz de tornar mensurável a estrutura oculta do emaranhamento</strong>, conseguiram construir um dispositivo físico e testá-lo com três fotões. E, de acordo com o estudo, resultou.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/draft-scientists-crack-a-25-year-quantum-puzzle-that-could-change-how-we-send-information-1779464800572.png" data-image="nipe1n2jnsjw" alt="Os cientistas demonstraram a viabilidade de um circuito quântico fotónico estável que poderá contribuir para o avanço da teletransportação quântica, a segurança das redes de comunicação e os futuros sistemas de computação quântica." title="Os cientistas demonstraram a viabilidade de um circuito quântico fotónico estável que poderá contribuir para o avanço da teletransportação quântica, a segurança das redes de comunicação e os futuros sistemas de computação quântica."><figcaption>Os cientistas demonstraram a viabilidade de um circuito quântico fotónico estável que poderá contribuir para o avanço da teletransportação quântica, a segurança das redes de comunicação e os futuros sistemas de computação quântica.</figcaption></figure><p>"Mais de 25 anos após a proposta inicial de medir o emaranhamento para os estados GHZ, <strong>obtivemos finalmente a medição do emaranhamento</strong> também para o estado W", disse Shigeki Takeuchi, autor principal do estudo.</p><p>Takeuchi acrescentou que o próprio dispositivo é notável porque<strong> funcionou durante um longo período sem exigir ajustes manuais constantes</strong>, o que é um grande problema em muitas configurações de laboratório quântico.</p><p>Para que este tipo de tecnologia possa ir além do âmbito da investigação, é <strong>necessário que seja suficientemente estável para operar sem supervisão</strong> e, felizmente, a equipa afirma que os seus circuitos óticos conseguiram isso.</p><h2> O que se segue: sistemas multifotónicos maiores </h2><p>Os estados W são de importância primordial para a teletransportação quântica, que envolve a<strong> transferência de informação quântica em vez do movimento físico dos objetos</strong>. Segundo os investigadores, a capacidade de os identificar de forma fiável com uma única medição, em vez de realizar uma vasta quantidade de cálculos, remove um grande obstáculo nesta área.</p><p>No entanto, os investigadores japoneses são os primeiros a conseguir algo semelhante. Outras equipas também demonstraram recentemente a <strong>teletransportação quântica totalmente fotónica em redes de fibra ótica urbanas</strong> e, em 2026, um grupo testou uma rede quântica de três nós em cabos existentes em Nova Iorque.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="769600" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/equipa-liderada-por-investigador-de-coimbra-descobre-a-rota-lunar-mais-economica-de-sempre.html" title="Equipa liderada por investigador de Coimbra descobre a rota lunar mais económica de sempre">Equipa liderada por investigador de Coimbra descobre a rota lunar mais económica de sempre</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/equipa-liderada-por-investigador-de-coimbra-descobre-a-rota-lunar-mais-economica-de-sempre.html" title="Equipa liderada por investigador de Coimbra descobre a rota lunar mais económica de sempre"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/equipa-liderada-por-investigador-de-coimbra-descobre-a-rota-lunar-mais-economica-de-sempre-1779205383605_320.jpg" alt="Equipa liderada por investigador de Coimbra descobre a rota lunar mais económica de sempre"></a></article></aside><p>Embora nada disto esteja diretamente relacionado com o trabalho sobre o estado W, tudo aponta no mesmo sentido: <strong>ter melhores ferramentas para lidar com estados quânticos frágeis será essencial </strong>à medida que estes sistemas saem do laboratório e entram na infraestrutura do mundo real.</p><p> E agora? <strong>As equipas de Quioto e Hiroshima afirmam que planeiam estender o método </strong>a sistemas multifotónicos maiores e, eventualmente, desenvolver versões integradas dos circuitos num chip, o que tornaria todo o processo mais pequeno, mais rápido e mais prático. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p> <em>Quantum breakthrough could revolutionize teleportation and computing, published by Kyoto University, published in <a href="https://www.sciencedaily.com/releases/2026/05/260513034640.htm" target="_blank">ScienceDaily</a>, May 2026. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/cientistas-resolvem-um-enigma-quantico-com-25-anos-que-pode-mudar-a-forma-como-enviamos-informacao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Guerra, covid e crise energética: satélites mostram que a noite da Terra está mais instável]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/guerra-covid-e-crise-energetica-satelites-mostram-que-a-noite-da-terra-esta-mais-instavel.html</link><pubDate>Sat, 30 May 2026 09:04:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>O ritmo oculto da escuridão: como o mundo muda quando o Sol se põe e a sua volatilidade. Saiba mais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/guerra-covid-e-crise-energetica-satelites-mostram-que-a-noite-da-terra-esta-mais-instavel-1779717038326.png" data-image="uqhatdhlnpl3"><figcaption>A noite da Terra revelou-se surpreendentemente volátil, caracterizada por eventos frequentes e coexistentes de branqueamento (aumento de brilho) e escurecimento (diminuição de luz).</figcaption></figure><p>A investigação foca-se nas dinâmicas globais da luz artificial noturna (ALAN) entre os anos de 2014 e 2022. </p><div class="texto-destacado">Até então, a compreensão científica sobre a evolução das luzes noturnas baseava-se em dados agregados temporalmente (como médias mensais ou anuais), uma abordagem que camuflava flutuações de curto prazo e dinâmicas bidirecionais. </div><p>Utilizando observações diárias do produto Black Marble da NASA e um algoritmo <strong>adaptado de deteção contínua de mudanças, mapeou-se pela primeira vez a alta frequência e a volatilidade</strong> da atividade humana noturna à escala global.</p><h2>Principais descobertas e dados quantitativos </h2><p>Os resultados contestam a narrativa tradicional de que a expansão da luz noturna no planeta ocorre de forma gradual e unidirecional. <strong>A noite da Terra revelou-se surpreendentemente volátil</strong>, caracterizada por eventos frequentes e coexistentes de branqueamento (aumento de brilho) e escurecimento (diminuição de luz). </p><div class="texto-destacado">Em média, cada localização analisada que sofreu alterações passou por 6,6 transições distintas ao longo do período de 9 anos. Esta volatilidade acumulou uma área total de mudança de ALAN composta por 2,05 milhões de km² de alterações abruptas e 19,04 milhões de km² de alterações graduais. </div><p>Embora o planeta tenha registado um<strong> aumento líquido global de 16% na radiância noturna, o fenómeno de branqueamento contribuiu com um aumento equivalente a 34% em relação à linha de base de 2014</strong>, enquanto o escurecimento compensou e mitigou este valor em 18%.</p><h2>Tipos de mudança e impulsionadores </h2><p>O estudo categoriza e identifica os fatores que desencadeiam estas alterações em duas frentes:</p><ul><li><strong>Mudanças abruptas:</strong> o aumento repentino de brilho <strong>foi maioritariamente impulsionado pelo desenvolvimento de infraestruturas não residenciais e pela eletrificação rural. </strong></li></ul><p>Por outro lado, o <strong>escurecimento abrupto deveu-se sobretudo à redução de queima de gás (gas flaring) na extração petrolífera (46%), mas também a choques exógenos severos</strong>, tais como os confinamentos da pandemia de COVID-19 em 2020 (particularmente visíveis na Ásia) , conflitos armados (como na Ucrânia e no Médio Oriente) e colapsos sistémicos ou crises energéticas (como na Venezuela e no Líbano). </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/guerra-covid-e-crise-energetica-satelites-mostram-que-a-noite-da-terra-esta-mais-instavel-1779717152226.png" data-image="s9pmdpwtylm7"><figcaption>O aumento repentino de brilho foi maioritariamente impulsionado pelo desenvolvimento de infraestruturas não residenciais e pela eletrificação rural.</figcaption></figure><ul><li><strong>Mudanças graduais:</strong> o branqueamento gradual reflete tendências de longo prazo associadas <strong>à urbanização contínua e ao crescimento económico, liderado por regiões na Ásia, como a China e a Índia.</strong> </li></ul><div class="texto-destacado">Em contrapartida, o escurecimento gradual foi motivado pela implementação de regulamentos de eficiência energética, conservação de céus escuros e substituição tecnológica por sistemas LED modernos, um padrão muito vincado na Europa, que obteve uma redução líquida de 4% na sua radiância.</div><p>Nos EUA, o cenário mostrou-se híbrido: a Costa Oeste tornou-se mais brilhante devido ao crescimento populacional, enquanto a Costa Leste e o Midwest escureceram devido à desdensificação urbana e obsolescência industrial.</p><h2>Abordagem metodológica e implicações </h2><p>Do ponto de vista técnico, os investigadores adaptaram o algoritmo VZA-COLD, <strong>processando mais de 1,16 milhões de imagens diárias</strong> e estratificando os dados pelo ângulo zenital de visão do sensor para filtrar ruídos causados pela atmosfera, geometria local, nuvens e cobertura de neve. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="612992" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/ralan-map-revela-mapa-detalhado-da-poluicao-luminosa-na-peninsula-iberica-com-grande-resolucao-satelites.html" title="RALAN-Map revela mapa detalhado da poluição luminosa na Península Ibérica com grande resolução">RALAN-Map revela mapa detalhado da poluição luminosa na Península Ibérica com grande resolução</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/ralan-map-revela-mapa-detalhado-da-poluicao-luminosa-na-peninsula-iberica-com-grande-resolucao-satelites.html" title="RALAN-Map revela mapa detalhado da poluição luminosa na Península Ibérica com grande resolução"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ralan-map-revela-mapa-detalhado-da-contaminacao-luminosa-na-peninsula-iberica-com-grande-resolucao-1702805374536_320.png" alt="RALAN-Map revela mapa detalhado da poluição luminosa na Península Ibérica com grande resolução"></a></article></aside><p>A conclusão central do estudo indica que a complexidade e a natureza bidirecional da luz noturna <strong>invalidam o seu uso como um simples indicador linear de crescimento económico (como o PIB)</strong>. Áreas com trajetórias anuais líquidas semelhantes podem esconder realidades de extrema instabilidade ou de transição planeada. </p><p>Assim, este novo conjunto de dados desagregados e diários serve como uma ferramenta crucial para a monitorização de crises em tempo real, avaliação de resiliência e planeamento de ajuda humanitária e conservação ecológica.<em><br></em></p><h3><em>Referência da notícia:</em></h3><p><em>Li, T., Wang, Z., Kyba, C.C.M. et al. Satellite imagery reveals increasing volatility in human night-time activity. Nature 652, 379–386 (2026). https://doi.org/10.1038/s41586-026-10260-w</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/guerra-covid-e-crise-energetica-satelites-mostram-que-a-noite-da-terra-esta-mais-instavel.html</guid><dc:creator><![CDATA[Carlos Alves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ainda vê pirilampos? Entenda os motivos por trás do desaparecimento preocupante deste inseto ]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/voce-ainda-ve-vaga-lumes-entenda-os-motivos-por-tras-do-desaparecimento-preocupante-do-inseto.html</link><pubDate>Sat, 30 May 2026 08:04:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O declínio deste pequeno inseto é impulsionado por um conjunto de fatores que destroem o seu habitat e interrompem o seu ciclo reprodutivo. Saiba quais são esses fatores.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/voce-ainda-ve-vaga-lumes-entenda-os-motivos-por-tras-do-desaparecimento-preocupante-do-inseto-1779988054485.jpg" data-image="rm4v0npjcxvz" alt="pirilampos" title="pirilampos"><figcaption>O Brasil abriga a maior diversidade destes insetos, mas metade da espécie em todo o mundo está a desaparecer aos poucos e corre risco de extinção.</figcaption></figure><p><strong>Pequenos insetos que brilham no escuro, com uma bela cor verde</strong>. Víamos muito os pirilampos na nossa infância, tanto no interior como em áreas urbanas.</p><p>São <strong>mais de 3 mil espécies de pirilampos espalhadas pelo planeta</strong>. No entanto, é<strong> cada vez mais difícil encontrar estes insetos a brilhar por aí</strong>. </p><div class="texto-destacado">No atual ritmo de desaparecimento, os investigadores estimam que, nos próximos 30 anos, metade da população de pirilampos deixará de existir.</div><p>Segundo investigadores, há alguns <strong>fatores que têm contribuído para a redução das populações deste inseto no mundo</strong>. Saiba quais.</p><h2>Por que é que os pirilampos estão a desaparecer?</h2><p>Temos a sensação de que os pirilampos estão a desaparecer; e em diferentes lugares do mundo isto está a ser percetível. E de facto, alguns<strong> estudos já mostram que algumas espécies vêm sofrendo declínios populacionais</strong>. </p><p>O desaparecimento dos pirilampos é um alerta ambiental grave. Por serem bioindicadores,<strong> este declínio reflete a degradação severa dos ecossistemas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/voce-ainda-ve-vaga-lumes-entenda-os-motivos-por-tras-do-desaparecimento-preocupante-do-inseto-1779988259672.jpg" data-image="f4uqiicyxprf" alt="pirilampo" title="pirilampo"><figcaption>Os pirilampos pertencem maioritariamente à família <em>Lampyridae</em>, um grupo de besouros famoso pela capacidade de produzir luz, um processo químico chamado de bioluminescência.</figcaption></figure><p> Acontece que estes <strong>dependem de ambientes muito específicos e sensíveis às transformações humanas para sobreviver</strong>. E <strong>este ambiente está a ser transformado </strong>no mundo atual.</p><p>Investigadores citam alguns <strong>fatores </strong>como os responsáveis pelo desaparecimento silencioso dos pirilampos, ao<strong> prejudicarem a alimentação e a reprodução </strong>destes.</p><div class="texto-destacado">Os pirilampos são sensíveis à poluição luminosa e química, e às mudanças de temperatura, humidade e vegetação, o que prejudica a alimentação e a reprodução dos insetos.</div><p> O primeiro destes fatores, e talvez um dos principais, é a<strong> poluição luminosa</strong>. A iluminação artificial de cidades, estradas, condomínios e áreas rurais reduzem o contraste natural da noite, dificultando expressivamente o ciclo reprodutivo do pirilampo.</p><p>Mas não pára por aí. Eles estão a perder o seu habitat devido à <strong>desflorestação</strong>, às <strong>queimadas </strong>e à <strong>urbanização</strong>. Estes processos<strong> destroem os locais húmidos e com vegetação que as larvas do inseto precisam</strong> <strong>para sobreviver </strong>e alimentar-se. </p><p> O <strong>uso de pesticidas (agrotóxicos)</strong> é outro fator que contribui para o declínio da população de pirilampos ao redor do planeta. Pesticidas sistémicos (como os neonicotinoides) <strong>contaminam o solo e a água, envenenando larvas e insetos adultos</strong>.</p><p>E o outro fator citado pelos investigadores são as tão faladas <strong>alterações</strong><strong> climáticas</strong>. O aumento das temperaturas globais e a alteração nos regimes de chuvas <strong>diminuem as áreas adequadas para o desenvolvimento das espécies</strong> de pirilampos. </p><h3>Como ajudar na preservação da espécie</h3><p>Para <strong>tentar reverter este cenário</strong>, ou pelo menos amenizar o quadro, pequenas <strong>ações individuais</strong> podem fazer a diferença; das quais:</p><ul><li><strong>Apagar luzes exteriores</strong>: mantenha as luzes do jardim ou de varandas apagadas durante a noite para não interferir no acasalamento do inseto;</li><li><strong>Reduzir o uso de pesticidas</strong>: evite o uso de químicos nocivos no solo e nas plantas;</li><li><strong>Preservar áreas naturais</strong>: manter áreas de vegetação nativa e áreas húmidas nos quintais favorece a manutenção do habitat do inseto;</li></ul><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://theconversation.com/luzes-que-se-apagam-o-desaparecimento-silencioso-dos-vagalumes-283247" target="_blank">Luzes que se apagam: o desaparecimento silencioso dos vagalumes</a>. 20 de maio, 2026. Lucas Campello Gonçalves, André Silva Roza e José Ricardo Miras Mermudes.</em></p><p><em><a href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2025/08/05/cientistas-alertam-para-risco-de-extincao-dos-vaga-lumes-entenda-principais-causas.ghtml" target="_blank">Cientistas alertam para risco de extinção dos vaga-lumes; entenda principais causas</a>. 05 de agosto, 2025. Redação G1/Jornal Nacional.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/voce-ainda-ve-vaga-lumes-entenda-os-motivos-por-tras-do-desaparecimento-preocupante-do-inseto.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Musgo em pedras de pavimento: como removê-lo imediatamente com um remédio caseiro]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/musgo-em-pedras-de-pavimento-como-remove-lo-imediatamente-com-um-remedio-caseiro.html</link><pubDate>Sat, 30 May 2026 07:03:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>O musgo pode ser encontrado hoje em dia em quase todo o lado: em telhados de pátios, telhados de garagens, entre pedras de pavimento ou como pequenas plantas macias e rasteiras no relvado de casa.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/moos-auf-pflastersteinen-so-entfernen-wir-es-sofort-mit-einem-hausmittel-1779701449165.jpeg" data-image="7gt11tzh26gb"><figcaption>O musgo não só é menos atraente, como também pode tornar-se realmente perigoso em pavimentos de pedra.</figcaption></figure><p>O musgo é particularmente popular entre as crianças pequenas porque a sua textura macia é simplesmente fascinante.</p><h2>O musgo nem sempre é mau</h2><p>Mesmo na floresta, poder-se-ia pensar que estaria bem adaptado e daria, certamente, um contributo valioso ao ecossistema. É claro que também ajuda a reter a humidade no seu jardim durante os meses quentes de verão. </p><p>No entanto,<strong> o musgo pode ser um incómodo em alguns locais e representar um risco de escorregamento</strong>. Mesmo uma pequena chuva transforma o crescimento verde numa superfície lisa e escorregadia. Na verdade, o musgo pode ser facilmente removido sem produtos de limpeza especiais, recorrendo a remédios caseiros. </p><h2>Água e bicarbonato de sódio são uma ótima combinação</h2><p>Uma simples <strong>mistura de bicarbonato de sódio e água quente</strong> pode fazer maravilhas. O bicarbonato de sódio pode ser encontrado, geralmente, em farmácias ou supermercados.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/moos-auf-pflastersteinen-so-entfernen-wir-es-sofort-mit-einem-hausmittel-1779701512687.jpeg" data-image="hmeh52i1qcfu"><figcaption>A poda regular da relva e a limpeza das pedras podem reduzir significativamente o crescimento de musgo.</figcaption></figure><p>Dependendo da densidade e do tamanho do recipiente, ferva água suficiente. Adicione <strong>duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio a 1 litro de água</strong>. Mexa bem a mistura até que o bicarbonato de sódio esteja completamente dissolvido.</p><p>A mistura quente deve então ser aplicada sobre as pedras do pavimento e deixar espalhar-se uniformemente. </p><h2>A mistura começa a fazer efeito durante a noite</h2><p>A mistura de bicarbonato de sódio é mais eficaz se for deixada <strong>atuar durante a noite</strong>. Isto facilita muito a remoção do musgo das pedras na manhã seguinte. Basta uma escova simples.</p><p>Uma boa alternativa será o bicarbonato de sódio e o amido de milho. As proporções da mistura para meio litro de água (0,5) como base seriam:</p><ul><li>3 colheres de sopa de amido de milho</li><li>150 gramas de carbonato de sódio</li></ul><p>Esta mistura deve depois ser <strong>diluída em vários litros de água a ferver</strong>. Também produz o seu melhor efeito se deixada em repouso durante algum tempo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="768990" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/5-plantas-que-se-reproduzem-sozinhas-encha-o-seu-jardim-de-cor-sem-esforco.html" title="5 plantas que se reproduzem sozinhas: encha o seu jardim de cor sem esforço">5 plantas que se reproduzem sozinhas: encha o seu jardim de cor sem esforço</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/5-plantas-que-se-reproduzem-sozinhas-encha-o-seu-jardim-de-cor-sem-esforco.html" title="5 plantas que se reproduzem sozinhas: encha o seu jardim de cor sem esforço"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/5-plantas-que-se-reproducen-solas-llena-tu-jardin-de-color-sin-esfuerzo-1776999252920_320.jpg" alt="5 plantas que se reproduzem sozinhas: encha o seu jardim de cor sem esforço"></a></article></aside><p>Por último, mas não menos importante, a <strong>manutenção adequada é a melhor prevenção</strong>. A limpeza regular das pedras de pavimento e a poda da relva ajudam a evitar o crescimento de ervas daninhas. </p><h2>O cuidado e a limpeza dificultam o crescimento de musgo</h2><p>O musgo só cresce quando as condições são realmente ideais. Além disso, é aconselhável <strong>preencher os espaços entre as pedras do pavimento com areia</strong>. Quanto mais areia houver nos espaços, menos musgo poderá crescer.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>Focus-Online (2026). <a href="https://www.focus.de/immobilien/wohnen/pflastersteine-ein-hausmittel-entfernt-laestigen-gruenbelag-sofort_369b753b-2978-4e28-abe6-0bf5c870d51b.html">Pflastersteine: Ein Hausmittel entfernt lästigen Grünbelag sofort. Garten-Trick. Wohnen. Immobilien.</a> Nachrichten.</em></p><p><em>Utopia.de (2026). <a href="https://utopia.de/ratgeber/moos-entfernen-so-geht-es-ohne-essig_91542/">Moos entfernen: So geht es ohne Essig. Ratgeber.</a> Wohnen und Energie. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/musgo-em-pedras-de-pavimento-como-remove-lo-imediatamente-com-um-remedio-caseiro.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Esqueça os centros comerciais: este cinema fica ao ar livre e no topo de Lisboa]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esqueca-os-centros-comerciais-este-cinema-fica-ao-ar-livre-e-no-topo-de-lisboa.html</link><pubDate>Sat, 30 May 2026 06:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Entre mantas, espreguiçadeiras e clássicos do cinema, o Cinecapitólio Rooftop promete transformar as noites de verão numa experiência para todas as gerações. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/esqueca-os-centros-comerciais-este-cinema-fica-ao-ar-livre-e-no-topo-de-lisboa-1780052789529.jpg" data-image="bg9h4mljsvip" alt="Cinecapitólio" title="Cinecapitólio"><figcaption>Há filmes, pipocas e mantas. Foto: @cinecapitolio_rooftop</figcaption></figure><p>As<strong> temperaturas vão descer</strong>, mas o verão ainda está para chegar. Isso significa que as tardes na esplanada, os passeios ao final do dia e as noites em manga curta ainda estão para vir. </p><p>Sabemos que as previsões apontam para uma <strong>descida dos valores máximos no arranque do verão climatológico</strong>, que acontece a 1 de junho. Mas, mesmo com temperaturas na ordem dos 20 °C, apostamos que as sessões do Cinecapitólio Rooftop, em Lisboa, valerão a pena. </p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações.<br> </div><p>Longe da confusão urbana, o <strong>Cinecapitólio Rooftop</strong> instalou-se no terraço do Capitólio. A segunda edição do ciclo que transforma o topo do emblemático edifício do Parque Mayer numa sala de projeção já arrancou e promete agradar a todas as gerações.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771121" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-verao-vai-dar-um-passo-atras-na-terca-feira-dia-2-os-modelos-europeus-e-gfs-indicam-uma-descida-das-temperaturas.html" title="O verão vai dar um passo atrás na terça-feira, dia 2: os modelos europeus e GFS indicam uma descida das temperaturas">O verão vai dar um passo atrás na terça-feira, dia 2: os modelos europeus e GFS indicam uma descida das temperaturas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-verao-vai-dar-um-passo-atras-na-terca-feira-dia-2-os-modelos-europeus-e-gfs-indicam-uma-descida-das-temperaturas.html" title="O verão vai dar um passo atrás na terça-feira, dia 2: os modelos europeus e GFS indicam uma descida das temperaturas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-verao-vai-dar-um-passo-atras-na-terca-feira-dia-2-os-modelos-europeus-e-gfs-indicam-uma-descida-das-temperaturas-1779965370515_320.png" alt="O verão vai dar um passo atrás na terça-feira, dia 2: os modelos europeus e GFS indicam uma descida das temperaturas"></a></article></aside><p>De<strong> 27 de maio a 26 de setembro</strong>, há clássicos,<em> blockbusters</em> e ciclos dedicados a grandes realizadores, com vista sobre a cidade e debaixo das estrelas. Sim, isso mesmo: esqueça as tradicionais salas escuros nos centro comerciais. Curioso? </p><h2>As noites na cidade estão prestes a tornarem-se ainda mais interessantes</h2><p>Prepare-se porque, a partir das 21:30 (de maio a agosto) e das 21:00 horas (em setembro), as portas estão abertas para animar as noites da capital. E, sim, além das pipocas e bebidas que pode comprar no bar, a experiência inclui espreguiçadeiras, mantas e a utilização de <em>headphones </em>individuais com som de alta qualidade. </p><div class="texto-destacado">O espaço foi desenhado precisamente para <strong>garantir o máximo conforto possível</strong>. É caso para dizer que nada foi deixado ao acaso. O resultado é uma sessão de cinema sob as estrelas onde o espetador se desliga totalmente do mundo exterior.</div><p>Mais uma vez, a programação conta com a curadoria do jornalista e crítico de cinema Rui Pedro Tendinha e com o suporte técnico assegurado pela Cinebox. Este ano, porém, a aposta foca-se em<strong> ciclos temáticos</strong> e na <strong>celebração de grandes realizadores</strong>. O objetivo? Procurar cruzar propostas contemporâneas e clássicos que marcaram diferentes gerações de espetadores.</p><h2>Um cartaz para todos</h2><p>A grande aposta deste ano passa pela organização de ciclos dedicados a realizadores de culto e temáticas específicas. “Propõe-se uma cinefilia alargada, dir-se-ia mesmo festiva”, afirma Rui Pedro Tendinha, em comunicado, citado pela 'MAGG'.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/esqueca-os-centros-comerciais-este-cinema-fica-ao-ar-livre-e-no-topo-de-lisboa-1780052948123.jpg" data-image="b9tk2pfhudup" alt="Cinecapitólio" title="Cinecapitólio"><figcaption>Foi tudo pensado ao detalhe. Foto: Capitólio // Rui Oliveira - BOL</figcaption></figure><p>Entre os principais destaques do cartaz, contam-se as retrospetivas dedicadas a <strong>cineastas de referência</strong>, como o Ciclo Christopher Nolan, que exibe fitas como ‘A Origem’, ‘Interstellar’, ‘Batman – O Início’ e ‘Oppenheimer’. </p><p>Em<strong> junho</strong>, há ainda espaço para o Ciclo Comédia Anos 90, que recupera sucessos de bilheteira como ‘A Máscara’, ‘O Grande Lebowski’, ‘Doidos à Solta’ e ‘Doidos por Mary’. </p><p>Já em <strong>julho</strong>, pode contar com o Ciclo Tim Burton, preenchido com títulos como ‘O Estranho Mundo de Jack’, ‘Eduardo Mãos de Tesoura’, ‘Sweeney Todd’, ‘Alice no País das Maravilhas’ e ‘A Noiva Cadáver’. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="770361" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/ja-ha-data-para-os-melhores-arraiais-de-lisboa.html" title="Já há data para os melhores arraiais de Lisboa">Já há data para os melhores arraiais de Lisboa</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/ja-ha-data-para-os-melhores-arraiais-de-lisboa.html" title="Já há data para os melhores arraiais de Lisboa"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ja-ha-data-para-os-melhores-arraiais-de-lisboa-1779624965474_320.jpg" alt="Já há data para os melhores arraiais de Lisboa"></a></article></aside><p><strong>Agosto</strong>, contudo, será dedicado aos<strong> clássicos brasileiros</strong>, como ‘Estômago’, ‘Central do Brasil, Tropa de Elite’ e o recente ‘Ainda Estou Aqui’.</p><p>A fechar o cartaz, em <strong>setembro</strong>, chega o universo cinematográfico de David Lynch. Este será recordado através de ‘Uma História Simples’, ‘Duna’, ‘Veludo Azul’ e ‘Um Coração Selvagem’, ao passo que a obra de Martin Scorsese será exibida através de ‘Tudo Bons Rapazes’, ‘Os Infiltrados’, ‘O Lobo de Wall Street’ e ‘Taxi Driver’.</p><div class="texto-destacado">Além dos ciclos temáticos, o cartaz inclui, ao longo dos quatro meses, sessões individuais de obras populares de vários géneros e épocas. </div><p>Pela primeira vez, o programa integra o<strong> Ciclo Rostos do Variedades</strong>, concebido no âmbito das comemorações do centenário do Teatro Variedades. “Organizada em parceria com a Cinemateca Portuguesa e o Cinema São Jorge, esta vertente do programa homenageia intérpretes fundamentais do cinema português e do teatro de revista, como Beatriz Costa, Milú, Laura Alves, António Silva, Maria Matos ou Ribeirinho, exibindo em julho cópias restauradas e digitalizadas de filmes históricos como ‘O Parque das Ilusões’, ‘O Costa do Castelo’, ‘O Grande Elias’ e ‘Aldeia da Roupa Branca’, nota a revista ‘Time Out’.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/esqueca-os-centros-comerciais-este-cinema-fica-ao-ar-livre-e-no-topo-de-lisboa-1780053100888.jpg" data-image="9xt1k52pnvyx" alt="Cinecapitólio" title="Cinecapitólio"><figcaption>Não pode perder. Foto: Capitólio // Rui Oliveira - BOL</figcaption></figure><p>“Para elevar a fasquia, a organização já confirmou que várias sessões vão contar com a<strong> presença de convidados especiais</strong>, garantindo momentos de debate e surpresas exclusivas para quem conseguir garantir o seu lugar nestas noites”, acrescenta o <em>site</em> ‘Lisboa Secreta’.</p><h2>Mais informações e detalhes</h2><p>As sessões do Cinecapitólio Rooftop decorrem de <strong>quarta-feira a domingo</strong>. A programação completa pode ser consultada<em> online</em>. </p><p>E quanto a valores? Os bilhetes para as sessões têm o custo fixo de <strong>14€</strong>, estando contemplados diversos descontos para o público.</p><h3><em> Referência da notícia </em></h3><p>Hugo Geada. <em><a href="https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/ate-setembro-o-topo-do-capitolio-transforma-se-em-sala-de-cinema-ao-ar-livre-051926">Até Setembro, o topo do Capitólio transforma-se em sala de cinema ao ar livre</a></em>. Time Out. 19 de maio de2026.</p><p>Afonso Ferreira. <em><a href="https://magg.sapo.pt/cultura/artigos/o-cinema-ao-ar-livre-neste-rooftop-de-sonho-em-lisboa-esta-de-volta-saiba-quanto-custam-os-bilhetes#goog_rewarded">O cinema ao ar livre neste rooftop de sonho em Lisboa está de volta. Saiba quanto custam os bilhetes</a></em>. MAGG. 20 de maio de 2026.</p><p>Valter Leandro. <em><a href="https://lisboasecreta.co/cinema-ar-livre-cinecapitolio-rooftop/">Longe da confusão dos shoppings, este icónico terraço no Parque Mayer é o novo refúgio nas alturas para ver filmes ao ar livre</a></em>. Lisboa Secreta. 18 de maio de 2026.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esqueca-os-centros-comerciais-este-cinema-fica-ao-ar-livre-e-no-topo-de-lisboa.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Os especialistas explicam como as alterações climáticas nos estão a dividir enquanto sociedade]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/os-especialistas-explicam-como-as-alteracoes-climaticas-nos-estao-a-dividir-enquanto-sociedade.html</link><pubDate>Sat, 30 May 2026 05:02:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>A saúde social é reconhecida como um determinante crítico da saúde da população e da resiliência às alterações climáticas, mas está pouco integrada nas políticas e na investigação sobre o tema.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/os-especialistas-explicam-como-as-alteracoes-climaticas-nos-estao-a-dividir-enquanto-sociedade-1779471740012.jpg" data-image="ncexzltff294" alt="alterações climáticas; saúde social" title="alterações climáticas; saúde social"><figcaption>A governação climática e da saúde deve priorizar a saúde social como um pilar fundamental da resiliência num mundo em transformação.</figcaption></figure><p>As alterações climáticas são amplamente compreendidas como uma ameaça ambiental e económica, mas novas investigações mostram que também representam uma <strong>crescente crise social, enfraquecendo as relações das quais as pessoas dependem para sobreviver</strong>.</p><p>Um estudo de revisão publicado na revista <em>Nature Human Behaviour</em> e conduzido por investigadores da Universidade de Sydney, na Austrália, apresenta um alerta até agora negligenciado: além do impacto ambiental, <strong>o aquecimento global e as alterações climáticas estão também a corroer o tecido social</strong>, a rede de ligações humanas que sustenta as comunidades.</p><p> De acordo com o estudo, <strong>a relação entre o clima e a saúde social é bidirecional</strong>: as alterações climáticas enfraquecem a coesão social e, ao mesmo tempo, a desconexão social reduz a capacidade coletiva de adaptação e resposta à crise, exacerbando-a consequentemente. </p><h2> Sociedades desligadas intensificam o caos ambiental </h2><p>O estudo começa com uma definição concreta de “saúde social”: a capacidade de aceder e <strong>manter relações humanas significativas</strong>, de acordo com um comunicado de imprensa. Nesta perspetiva, <strong>o clima deixa de ser apenas um problema ambiental e passa a ser também uma crise de convivência</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/os-especialistas-explicam-como-as-alteracoes-climaticas-nos-estao-a-dividir-enquanto-sociedade-1779472121934.jpg" data-image="xsr2hyxqnb9f" alt="saúde social" title="saúde social"><figcaption>As alterações climáticas também destroem a coesão social e agravam a crise ambiental.</figcaption></figure><p> A revisão sintetiza um conjunto de evidências interdisciplinares que mostram como os <strong>impactos climáticos afetam condições sociais vitais, como a estabilidade habitacional e a coesão comunitária</strong>, enquanto o isolamento generalizado limita a resposta coletiva. Consequentemente, a resiliência climática depende não só de alertas precoces ou de investimentos em infraestruturas, mas também da força dos laços entre vizinhos, famílias e instituições. </p><p>Os mecanismos identificados pelos cientistas são amplos e diversos. <strong>As ondas de calor e a poluição do ar obrigam as pessoas a permanecer em ambientes fechados</strong> e reduzem as oportunidades diárias de interação. Da mesma forma, as interrupções nas escolas e nos locais de trabalho dificultam a continuidade das ligações sociais. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="768676" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/sera-que-a-composicao-de-especies-nas-florestas-europeias-pode-ser-afetada-pelas-alteracoes-climaticas.html" title="Será que a composição de espécies nas florestas europeias pode ser afetada pelas alterações climáticas?">Será que a composição de espécies nas florestas europeias pode ser afetada pelas alterações climáticas?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/sera-que-a-composicao-de-especies-nas-florestas-europeias-pode-ser-afetada-pelas-alteracoes-climaticas.html" title="Será que a composição de espécies nas florestas europeias pode ser afetada pelas alterações climáticas?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/sera-que-a-composicao-de-especies-nas-florestas-europeias-pode-ser-afetada-pelas-alteracoes-climaticas-1778684810038_320.jpg" alt="Será que a composição de espécies nas florestas europeias pode ser afetada pelas alterações climáticas?"></a></article></aside><p>Por outro lado, os desastres extremos, como inundações, ciclones e incêndios, destroem casas, espaços públicos e as rotinas que sustentam a vida comunitária. <strong>Mesmo quando a deslocalização melhora a segurança física, pode deixar as pessoas mais isoladas</strong> e com pior saúde social. Nas zonas rurais, a seca prolongada está também associada a uma maior solidão, a uma menor participação da comunidade e a stress económico, uma combinação que enfraquece a confiança social.</p><h2>A desigualdade social em saúde e as alterações climáticas</h2><p>Os investigadores realçam ainda que estes efeitos n��o são distribuídos igualmente. Aqueles que já enfrentam desvantagens, como baixos rendimentos, habitação precária, deficiência ou pertença a comunidades marginalizadas, <strong>estão mais expostos aos riscos climáticos e têm menos recursos para manter as suas redes de apoio</strong>.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>Bower, M., Filia, K., Lawrance, E.L. et al. <a href="https://doi.org/10.1038/s41562-026-02455-y" target="_blank">Climate change and social health</a>. Nature Human Behaviour (2026).</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/os-especialistas-explicam-como-as-alteracoes-climaticas-nos-estao-a-dividir-enquanto-sociedade.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Missão Psyche da NASA rumo à Cintura de Asteroides ganha impulso com a aproximação a Marte]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/missao-psyche-da-nasa-rumo-a-cintura-de-asteroides-ganha-impulso-com-a-aproximacao-a-marte.html</link><pubDate>Fri, 29 May 2026 16:21:55 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>A missão Psyche da NASA atingiu um marco importante após a sua passagem planeada por Marte, utilizando a gravidade do planeta para alterar a rota em direção ao cinturão de asteroides. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/nasa-s-psyche-mission-toward-the-asteroid-belt-gains-speed-from-mars-flyby-1779921273156.jpg" data-image="k5e0er2slcbt" alt="View of Mars from space." title="View of Mars from space."><figcaption>A Psyche fotografou Marte enquanto utilizava a gravidade do planeta para ganhar velocidade e ajustar a sua trajetória em direção ao cinturão de asteroides.</figcaption></figure><p>Uma recente aproximação a Marte constituiu um ponto de verificação fundamental para a missão Psyche da NASA. Esta manobra ajudou a <strong>ajustar a trajetória da sonda espacial rumo a um asteroide rico em metais</strong>. As equipas da missão afirmam que a Psyche está agora pronta para a fase seguinte da sua viagem.</p><h2>Marte dá um forte impulso à missão Psyche</h2><p>A sonda espacial Psyche da NASA passou recentemente perto de Marte, utilizando a gravidade do planeta como um gigantesco estilingue para ganhar velocidade. <strong>Em vez de consumir mais combustível, a sonda aproveitou o impulso de Marte para viajar mais longe no espaço</strong>. Esta manobra coloca a Psyche numa trajetória mais direta em direção ao cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter.</p><div class="texto-destacado">Durante a aproximação, a sonda chegou a passar <strong>a poucos milhares de quilómetros da superfície de Marte.</strong></div><p>As equipas da missão confirmaram posteriormente que <strong>isto aumentou a velocidade da Psyche em cerca de 1 600 km/h e alterou ligeiramente a sua trajetória em torno do Sol</strong>. Os cientistas afirmam que esta manobra cuidadosa mantém a missão dentro do prazo previsto para a <strong>chegada em 2029</strong>.</p><h2>Imagens raras do Planeta Vermelho</h2><p>O encontro com Marte também proporcionou à sonda a oportunidade de captar imagens impressionantes do planeta. À medida que Psyche se aproximava, Marte surgiu como um fino crescente a brilhar contra o fundo escuro do espaço. Os investigadores acreditam que <strong>a luz solar que atravessou a atmosfera empoeirada do planeta fez com que o crescente parecesse maior e mais brilhante do que o esperado</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>"Captámos milhares de imagens da aproximação a Marte e da superfície e atmosfera do planeta durante a aproximação máxima"</strong>, afirmou Jim Bell, responsável pela imagem da Psyche na Universidade do Estado do Arizona.</div><p>Perto do ponto de aproximação máxima, a sonda fotografou rapidamente a superfície de Marte à medida que passava do lado noturno do planeta para o lado diurno.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">NASAs <a href="https://x.com/hashtag/MissionToPsyche?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#MissionToPsyche</a> on its way to explore a rare, metal-rich asteroid is about to get a speed boost from Mars. <br><br>On May 15, spacecraft will harness the Red Planets gravitational pull as a slingshot to increase its speed and adjust its trajectory. 1/2 <a href="https://t.co/ptaVFEP2x5">pic.twitter.com/ptaVFEP2x5</a></p>— NASA JPL (@NASAJPL) <a href="https://x.com/NASAJPL/status/2052816475241767303?ref_src=twsrc%5Etfw">May 8, 2026</a></blockquote></figure><p>Os engenheiros também ativaram várias ferramentas a bordo durante a aproximação, transformando o evento num <strong>importante teste antes de a sonda espacial chegar ao seu alvo, o asteroide</strong>.</p><h2>Uma expedição rumo a um misterioso mundo metálico</h2><p>A sonda Psyche dirige-se para um asteroide invulgar que os cientistas acreditam poder fazer parte do núcleo exposto de um antigo bloco de construção planetário. Se tal for verdade, <strong>o objeto poderá oferecer uma visão rara de material normalmente oculto nas profundezas de mundos rochosos como a Terra</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="769999" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/o-novo-el-dorado-esta-no-espaco-os-asteroides-troianos-e-a-corrida-pelos-recursos.html" title="O novo 'El Dorado' está no espaço: os asteroides troianos e a corrida pelos recursos">O novo "El Dorado" está no espaço: os asteroides troianos e a corrida pelos recursos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/o-novo-el-dorado-esta-no-espaco-os-asteroides-troianos-e-a-corrida-pelos-recursos.html" title="O novo 'El Dorado' está no espaço: os asteroides troianos e a corrida pelos recursos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/il-nuovo-el-dorado-e-nello-spazio-gli-asteroidi-troiani-e-la-corsa-alle-risorse-1776847932395_320.jpeg" alt="O novo 'El Dorado' está no espaço: os asteroides troianos e a corrida pelos recursos"></a></article></aside><p>A sonda espacial utilizará um sistema de propulsão solar-elétrica para prosseguir a sua aproximação ao cinturão de asteroides de Psyche. <strong>A sua chegada está prevista para 2029, altura em que começará a orbitar e a estudar o asteroide em pormenor</strong>.</p><h3><em>Referência da notícia:</em></h3><p><em>NASA's Jet Propulsion Laboratory. "NASA’s Psyche spacecraft uses Mars as a giant slingshot toward a mysterious metal world." ScienceDaily. ScienceDaily, 26 May 2026. <a href="https://www.sciencedaily.com/releases/2026/05/260525040421.htm" target="_blank">https://www.sciencedaily.com/releases/2026/05/260525040421.htm</a>.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/missao-psyche-da-nasa-rumo-a-cintura-de-asteroides-ganha-impulso-com-a-aproximacao-a-marte.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[As melhores plantas repelentes de moscas para o parapeito da janela da cozinha e para o jardim]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-melhores-plantas-repelentes-de-moscas-para-o-parapeito-da-janela-da-cozinha-e-para-o-jardim.html</link><pubDate>Fri, 29 May 2026 16:11:34 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Procura uma forma natural de afastar os insetos da sua casa e do seu jardim? Aqui estão algumas plantas perfumadas e invulgares que podem ajudar!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/as-melhores-plantas-repelentes-de-moscas-para-o-parapeito-da-janela-da-cozinha-e-para-o-jardim-1780070492169.jpg" data-image="q2nd9trllui5"><figcaption>As capuchinhas têm flores de cores vivas (em tons de amarelo, creme, vermelho vivo, salmão, bordô e outros) e são comestíveis, tal como as suas folhas, que conferem um toque apimentado a saladas ou sobremesas. Crédito: RHS</figcaption></figure><p><strong>Se não gosta de moscas e outros insetos rastejantes e gostaria de aproveitar o poder das plantas para criar um repelente natural e multifuncional</strong>, não precisa de procurar mais. Aqui estão algumas plantas perfumadas, saborosas e fascinantes para colocar em casa e no jardim, que podem ajudar a manter esses bichinhos afastados.</p><h2>Pequenas carnívoras</h2><p>Se nunca teve a alegria de cuidar de uma pequena planta carnívora que, além de ter um aspeto fascinante, também se encarrega de eliminar moscas e outros insetos da sua casa, <strong>porque não dar um salto ao centro de jardinagem para comprar uma <a href="https://www.rhs.org.uk/plants/5893/dionaea-muscipula/details" target="_blank">armadilha de Vénus</a>, uma drósera e/ou uma planta jarro?</strong></p><p>A clássica armadilha de Vénus é, sem dúvida, a escolha ideal para muitos pais que procuram despertar nos seus filhos a admiração e o fascínio pelo mundo das plantas. <strong>As características mais notáveis desta planta são um caule verde e achatado, rematado por uma armadilha articulada. O interior da armadilha pode ser de cor rosa/vermelha e apresentar pêlos muito finos a salpicar a superfície interna</strong>. Se uma mosca ou uma aranha entrar e ativar os pêlos com o mais leve toque, a armadilha fecha-se e é selada por cerdas que se entrelaçam, selando o destino da pobre criatura.</p><p>Outra opção poderia ser a <a href="https://www.rhs.org.uk/plants/16472/sarracenia-purpurea/details" target="_blank">planta jarro comum</a>, uma planta perene que forma aglomerados, com tubos colunares com tampas em forma de capuz e flores roxas de cinco pétalas. Estas plantas têm um aspeto extraterrestre e, tal como a planta carnívora de Vénus, têm um método de alimentação bastante fascinante. <strong>Tanto a planta carnívora de Vénus como a planta jarro preferem sol pleno e solo húmido e bem drenado</strong>. Ao regar, é melhor usar água destilada ou água da chuva, uma vez que os minerais da água dura da torneira (como o cálcio e o magnésio) podem matar estas plantas.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/_IEwRtNXTvw/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=_IEwRtNXTvw" id="_IEwRtNXTvw"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p><strong>Se estiver interessado em afastar insetos e ter ingredientes à mão para as suas criações culinárias</strong>, não há como errar com<strong> a <a href="https://www.rhs.org.uk/herbs/mint/grow-your-own" target="_blank">hortelã</a> e o <a href="https://www.rhs.org.uk/herbs/basil/grow-your-own" target="_blank">manjericão</a></strong>. Ambas as plantas pertencem à família das lamiáceas (Lamiaceae) e são conhecidas pela sua folhagem aromática. Os óleos essenciais intensos da hortelã e do manjericão afastam as moscas e ajudam a mascarar o cheiro de alimentos em decomposição na cozinha.</p><p><strong>Tanto a hortelã como o manjericão requerem solo bem drenado e seis a oito horas de luz solar por dia. Os parapeitos de janelas virados a sul ou a oeste são ideais</strong>. É aconselhável plantar a hortelã em vasos dentro de casa, uma vez que é uma planta de crescimento agressivo e, se plantada ao ar livre (mesmo em vasos), irá produzir sementes e espalhar-se para outras áreas do seu jardim.</p><h2>Capim-limão</h2><p><a href="https://www.rhs.org.uk/herbs/lemongrass/grow-your-own" target="_blank">Capim-limão</a> é uma erva perene deliciosamente perfumada que serve tanto como <strong>repelente eficaz de insetos como ingrediente essencial na cozinha, especialmente na confeção de deliciosos pratos vietnamitas e tailandeses</strong>. Esta planta simples também dá origem a um chá de ervas encantador, ajudando a acalmar os sentidos e a aliviar o estômago, reduzindo o inchaço.</p><p><strong>O capim-limão cultiva-se melhor em vasos, pelo que pode funcionar bem em combinação com manjericão tailandês, que também prefere sol pleno</strong> (pelo menos seis horas por dia) e solo bem drenado, mas não encharcado. Nenhuma das plantas se dá bem com o frio e precisa de ser endurecida antes de ser plantada no início do verão.</p><p>No final do outono e no inverno, é melhor levar o capim-limão e o manjericão tailandês para dentro de casa até que as temperaturas voltem a aquecer no ano seguinte. <strong>Coloque as plantas num parapeito de janela virado a sul ou a oeste, onde possam desfrutar de pelo menos seis horas de luz solar</strong>, ou (se isso não for possível) pode adquirir uma lâmpada de cultivo e proporcionar dez a doze horas de luz artificial por dia.</p><h2>Capuchinhas</h2><p><strong>As <a href="https://www.rhs.org.uk/education-learning/children-young-people/family-activities/grow-it/nasturtium" target="_blank">capuchinhas</a> libertam óleos de mostarda intensos que afastam pragas como a mosca-branca e os pulgões</strong>. Além de atuarem como repelente biológico de insetos, estes compostos à base de enxofre funcionam também como "cultura-isca", afastando as traças da couve dos seus preciosos legumes na horta.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="769703" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/plantas-gratis-para-sempre-7-especies-faceis-de-propagar-para-um-jardim-exuberante-que-dura-toda-a-vida.html" title="Plantas grátis para sempre: 7 espécies fáceis de propagar para um jardim exuberante que dura toda a vida">Plantas grátis para sempre: 7 espécies fáceis de propagar para um jardim exuberante que dura toda a vida</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/plantas-gratis-para-sempre-7-especies-faceis-de-propagar-para-um-jardim-exuberante-que-dura-toda-a-vida.html" title="Plantas grátis para sempre: 7 espécies fáceis de propagar para um jardim exuberante que dura toda a vida"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/plantas-gratis-para-siempre-7-especies-faciles-de-multiplicar-para-tener-el-jardin-frondoso-toda-la-vida-1778734605436_320.jpg" alt="Plantas grátis para sempre: 7 espécies fáceis de propagar para um jardim exuberante que dura toda a vida"></a></article></aside><p>Semeie as sementes em solo recém-preparado, com uma distância de 25 cm entre elas e a uma profundidade de 2,5 cm, após o fim da última geada. <strong>As capuchinhas prosperam em solo pobre em nutrientes, seja no solo ou em vasos</strong>, uma vez que o excesso de azoto resulta numa folhagem exuberante, mas com menos flores.</p><p>Toque na camada superior de 2,5 cm do solo e, se estiver demasiado seca, regue um pouco. Os cultivadores podem optar por<strong> variedades "anãs" para vasos pequenos e por variedades "trepadeiras"</strong> para cestos suspensos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-melhores-plantas-repelentes-de-moscas-para-o-parapeito-da-janela-da-cozinha-e-para-o-jardim.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item></channel></rss>