<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><description>Notícias de meteorologia - Fique por dentro das últimas Notícias do tempo para Portugal e para o mundo. Nossos especialistas em meteorologia informam sobre atualidade, previsão do tempo e ciência.</description><language>pt-pt</language><lastBuildDate>Mon, 11 May 2026 20:00:50 +0000</lastBuildDate><pubDate>Mon, 11 May 2026 20:00:50 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.pt/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[O mergulho no interior: 159 praias fluviais prontas para refrescar o verão de 2026]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-mergulho-no-interior-159-praias-fluviais-prontas-para-refrescar-o-verao-de.html</link><pubDate>Mon, 11 May 2026 16:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Com a época balnear prestes a arrancar, saiba quando abrem para banhos as águas doces de norte a sul do país.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-mergulho-no-interior-159-praias-fluviais-prontas-para-refrescar-o-verao-de-1778506278391.jpg" data-image="oy7yki6dbhxt" alt="Praia da Albufeira da Tapada Grande, na Mina de São Domingos, em Mértola, está entre as primeiras a inaugurar a época balnear de 2026. Foto: Município de Mértola" title="Praia da Albufeira da Tapada Grande, na Mina de São Domingos, em Mértola, está entre as primeiras a inaugurar a época balnear de 2026. Foto: Município de Mértola"><figcaption>A Praia da Albufeira da Tapada Grande, na Mina de São Domingos, em Mértola, está entre as primeiras a inaugurar a época balnear de 2026. Foto: Município de Mértola</figcaption></figure><p>A expetativa pelo verão cresce a cada dia, mas o <strong>calendário das águas doces</strong> impõe um ritmo próprio que ignora a instabilidade do tempo. </p><p>Ao contrário da costa, onde o oceano define a dinâmica das marés, os rios e as albufeiras nacionais dependem da persistência do sol para aquecer as correntes mais profundas. </p><p>O processo térmico, naturalmente mais demorado do que no litoral, orienta as aberturas progressivas que começam a surgir no mapa de Portugal.</p><h2>Alentejo: onde o verão chega primeiro</h2><p>As <strong>planícies alentejanas</strong> são as primeiras a dar as boas-vindas aos banhistas. Com o termómetro a subir rapidamente, as praias de Monsaraz e das Azenhas d’El Rei abrem logo no primeiro dia de junho.</p><table><tbody><tr><td><strong>Praia fluvial</strong></td><td><strong>Município</strong></td><td><strong>Abertura</strong></td><td><strong>Avaliação</strong></td></tr><tr><td>Monsaraz</td><td>Reguengos de Monsaraz</td><td>1 de junho</td><td>Bandeira Azul</td></tr><tr><td>Tapada Grande</td><td>Mértola</td><td>30 de maio</td><td>Qualidade de Ouro</td></tr><tr><td>Mourão</td><td>Mourão</td><td>13 de junho</td><td>Bandeira Azul</td></tr></tbody></table><p>Na <strong>albufeira de Alqueva</strong>, a oferta balnear abrange, este ano, <strong>cinco praias oficiais</strong> distribuídas por Reguengos de Monsaraz, Mourão, Alqueva (Portel) e Moura, mantendo-se a vigilância nestas zonas até meados de setembro.</p><h2>Algarve: refúgios de água doce</h2><p>A sul, é Alcoutim que inaugura a época com a abertura do <strong>Pego Fundo</strong> logo no arranque de junho. Já as águas de Castro Marim, incluindo a estreante <strong>Praia do Lago Verde</strong>, vão esperar pelo pico do calor, concentrando a sua atividade nos meses de julho e agosto.</p><table><tbody><tr><td> <strong>Praia fluvial</strong> </td><td> <strong>Município</strong> </td><td> <strong>Abertura</strong> </td><td> <strong>Avaliação</strong> </td></tr><tr><td>Pego Fundo</td><td>Alcoutim</td><td> 1 de junho </td><td>Qualidade de Ouro</td></tr><tr><td>Odeleite</td><td>Castro Marim</td><td> 1 de junho </td><td> Qualidade de Ouro </td></tr><tr><td>Lago Verde</td><td>Castro Marim</td><td> 1 de junho </td><td> Qualidade de Ouro </td></tr></tbody></table><p>Esta calendarização mais tardia nas zonas de <strong>Castro Marim</strong> e <strong>Odeleite</strong> prende-se com a gestão dos recursos de vigilância e a necessidade de assegurar a qualidade da água nos períodos de maior utilização. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767955" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/chuva-vento-e-trovoada-em-cascais-a-epoca-balnear-ja-comecou.html" title="Chuva, vento e trovoada? Em Cascais a época balnear já começou">Chuva, vento e trovoada? Em Cascais a época balnear já começou</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/chuva-vento-e-trovoada-em-cascais-a-epoca-balnear-ja-comecou.html" title="Chuva, vento e trovoada? Em Cascais a época balnear já começou"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-vento-e-trovoada-em-cascais-a-epoca-balnear-ja-comecou-1778320620553_320.jpg" alt="Chuva, vento e trovoada? Em Cascais a época balnear já começou"></a></article></aside><p>Embora a região seja procurada principalmente pelo seu litoral, estas estâncias do interior algarvio são encaradas como alternativas fundamentais para o <strong>turismo regional</strong>, oferecendo infraestruturas de apoio completas e águas que, nos meses de verão, atingem temperaturas superiores às registadas nas praias oceânicas.</p><h2>Norte e Centro: entre vales e serras</h2><p>Subindo o mapa, a natureza impõe um compasso de espera ligeiramente maior. No Norte, a tradição aponta para meados de junho, embora Viana do Castelo consiga antecipar o mergulho oficial para o dia 13. </p><table><tbody><tr><td> <strong>Praia fluvial</strong> </td><td><strong>Município</strong></td><td><strong>Abertura</strong></td><td><strong>Avaliação</strong></td></tr><tr><td>Adaúfe</td><td>Braga</td><td>15 de junho</td><td>Bandeira Azul</td></tr><tr><td>Unhais da Serra</td><td>Covilhã</td><td>1 de junho</td><td> Qualidade de Ouro </td></tr><tr><td>Foz do Lima</td><td>Viana do Castelo</td><td>13 de junho</td><td>Bandeira Azul</td></tr></tbody></table><p>No Centro, concelhos como <strong>Castelo Branco</strong> e <strong>Covilhã</strong> desafiam a norma regional e abrem as portas logo no início do mês, aproveitando a excelente qualidade de estâncias como Unhais da Serra.</p><h2>Lisboa e Vale do Tejo: a frescura do rio</h2><p>Nas proximidades da capital e ao longo da <strong>bacia do Tejo</strong>, o calendário alinha-se com o encerramento do ano letivo. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-mergulho-no-interior-159-praias-fluviais-prontas-para-refrescar-o-verao-de-1778507020186.jpg" data-image="7f2bchscz4aj" alt="praia fluvial do Alamal, Gavião" title="praia fluvial do Alamal, Gavião"><figcaption>Conhecida como a “pérola do Tejo”, a praia fluvial do Alamal é o lugar ideal para mergulhos e passeios de barco. Foto: Município de Gavião</figcaption></figure><p>Distritos como <strong>Santarém</strong> e <strong>Portalegre</strong> preparam as suas infraestruturas para receber o público a partir de <strong>15 de junho</strong>. Aqui, a monitorização constante é fundamental, uma vez que os níveis das albufeiras podem oscilar, influenciando a dinâmica de lazer nestas zonas.</p><table><tbody><tr><td><strong>Praia Fluvial</strong></td><td><strong>Município</strong></td><td><strong>Abertura</strong></td><td><strong>Avaliação</strong></td></tr><tr><td>Constância</td><td>Constância</td><td>15 de junho</td><td>Qualidade de Ouro</td></tr><tr><td>Alamal</td><td>Gavião</td><td>15 de junho</td><td>Bandeira Azul</td></tr><tr><td>Ribeira Grande</td><td>Sertã</td><td>13 de junho</td><td>Bandeira Azul</td></tr></tbody></table><p>A classificação oficial de "água balnear" é o selo que separa um simples local de banhos de uma estância segura. Dos mais de 200 pontos de água existentes, apenas os <strong>159 locais listados no calendário oficial</strong> contam com a vigilância de nadadores-salvadores e análises químicas regulares. Esta organização garante que, quando a temperatura finalmente estabilizar, a experiência seja tão refrescante quanto segura.</p><h3><em>Referência do artigo</em></h3><p><em>Se quiser saber a reabertura da praia fluvial da sua região, consulte a tabela incluída na <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/portaria/204-a-2026-1102518728" target="_blank">Portaria dos Ministérios da Defesa Nacional e do Ambiente e Energia</a>, publicada no Diário da República.</em></p><p><em><strong>Nota</strong>: a Bandeira Azul é atribuída pela Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação (ABAE), enquanto a Qualidade de Ouro é o galardão atribuído pela associação ambientalista Quercus às estâncias que já conquistaram a Bandeira Azul.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-mergulho-no-interior-159-praias-fluviais-prontas-para-refrescar-o-verao-de.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Simulação computacional revela um novo estado de agregação da matéria nos planetas Urano e Neptuno]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/simulacao-computacional-revela-um-novo-estado-de-agregacao-da-materia-nos-planetas-urano-e-neptuno.html</link><pubDate>Mon, 11 May 2026 14:11:59 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Recentemente, os cientistas descobriram que a pressão extrema nas profundezas de Urano e Neptuno pode transformar compostos comuns em estruturas exóticas que reescrevem as regras fundamentais da física.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/simulacion-computacional-revela-un-nuevo-estado-de-agregacion-de-la-materia-en-urano-y-neptuno-1778270975811.jpeg" data-image="e1hvfwc94eyz"><figcaption>A matéria, tal como a conhecemos, pode apresentar-se em diferentes estados de agregação, sendo os mais conhecidos o estado sólido, o estado líquido e o estado gasoso.</figcaption></figure><p>Começando pelo interior do Sol, as pressões no Sistema Solar são tão elevadas que nem mesmo as que se verificam no fundo do oceano são comparáveis. Se pensarmos nisso, podemos começar a compreender o que acontece nas profundezas de planetas como Urano e Neptuno.</p><div class="texto-destacado">Estes planetas têm um campo magnético invulgar. Ao simular a pressão que deve existir e a forma como reagem materiais que normalmente são gasosos, podemos descobrir que atuam como sólidos com um interior que flui como líquido.</div><p>As definições clássicas dos estados de agregação da matéria: <strong>sólido, líquido e gás</strong>, tornam-se completamente incoerentes. Algo que uma equipa de investigação descobriu ao realizar uma simulação com<strong> misturas de carbono e hidrogénio, as quais revelaram um comportamento atómico singular</strong>. </p><p>O estudo detalha o surgimento de algo chamado <strong>fase superiónica quase unidimensional</strong>, que devemos entender como uma nova organização atómica onde convergem características opostas, já que no exterior é um sólido e no interior se comporta como líquido.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/simulacion-computacional-revela-un-nuevo-estado-de-agregacion-de-la-materia-en-urano-y-neptuno-1778271033975.jpeg" data-image="lpur8v5gg7b4"><figcaption>Urano, o gigante gasoso, possui anéis e um grande campo magnético, mas até agora a sua natureza ainda não é compreendida.</figcaption></figure><p>Compreender esta disposição é essencial para desvendar mistérios astronómicos persistentes. Ao observar as posições das partículas rígidas e os seus movimentos internos, <strong>podemos compreender as dinâmicas internas que geram os imensos e caóticos campos magnéticos</strong> presentes nos gigantes gasosos.</p><h2>O comportamento intrigante dos novos estados da matéria</h2><p>No interior do núcleo planetário, <strong>o composto de carbono e hidrogénio reage ao calor e à pressão extrema, formando redes</strong> onde os átomos de carbono permanecem rigidamente fixos, criando uma rede sólida e resistente, como as vigas de um arranha-céus extremamente robusto.</p><p>Simultaneamente, o hidrogénio exibe uma mobilidade fascinante através de minúsculos canais estruturados; uma vez que <strong>estas partículas são mais leves, conseguem deslizar por percursos microscópicos pré-definidos</strong>, fluindo livremente em direções específicas que podemos imaginar como vias férreas concebidas com total e absoluta precisão geométrica.</p><p>Esta circulação tão direcional é precisamente a principal razão pela qual os investigadores denominam este fenómeno raro como quase <strong>unidimensional</strong>. Os componentes não se dispersam caoticamente em qualquer direção, mas seguem trajetórias fixas que evitam a dispersão térmica.</p><p>Este tipo de organização determina como uma substância pode transportar o imenso calor interior e conduzir eficientemente a eletricidade. Ou seja, se existem correntes guiadas de forma unidirecional,<strong> as capacidades condutoras de toda a mistura de materiais presente nas profundezas desses planetas aumentam consideravelmente</strong>.</p><h3>Simulação computacional para desvendar os mistérios magnéticos espaciais</h3><p>Enquanto a Terra possui um campo magnético estável e extremamente previsível, firmemente alinhado com o seu eixo central, gigantes como Urano <strong>apresentam campos magnéticos completamente desordenados</strong>, um claro indício de assimetrias que têm intrigado a comunidade astronómica há anos.</p><p>Mas com estes "novos" estados da matéria, a persistente anomalia magnética adquire um verdadeiro sentido lógico. Se nos seus interiores existir matéria a conduzir intensas energias eletricamente canalizadas, os desvios eletromagnéticos observados deixariam de representar uma anomalia teórica.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/simulacion-computacional-revela-un-nuevo-estado-de-agregacion-de-la-materia-en-urano-y-neptuno-1778271097558.jpeg" data-image="ylcevyizzu8t"><figcaption>As nuvens de Neptuno são estruturas compostas principalmente por metano, amoníaco e sulfureto de hidrogénio; a pressão no seu interior é gigantesca.</figcaption></figure><p>É surpreendente perceber, ao analisar em pormenor, como a observação do movimento estruturado de partículas invisíveis acaba por explicar de forma conclusiva enormes fenómenos planetários. As complexas peças do quebra-cabeças encaixam-se ao introduzir uma <strong>condutividade direcional anisotrópica guiada por redes cristalinas submetidas a imensas pressões físicas</strong>.</p><p>Até ao momento, <strong>reproduzir este estado de forma estável nos nossos laboratórios terrestres continua a ser impossível</strong>, mantendo-se toda a descoberta revolucionária como um modelo computacional preditivo impecável e deslumbrante, altamente fundamentado em algoritmos.</p><h3>O futuro face a modelos cósmicos revolucionários</h3><p>Muitos fenómenos começaram por ser apenas belas teorias, tendo alcançado uma verificação empírica conclusiva e independente apenas após o lento e inexorável avanço do tempo cronológico humano.</p><p>Por isso, não é invulgar confirmar teoricamente realidades aparentemente fantásticas antes de as comprovar diretamente. Felizmente, vivemos uma época fascinante e, atualmente, <strong>podemos explorar mundos radicalmente inóspitos, valendo-nos do imenso poder analítico tanto dos computadores como da inteligência artificial</strong> moderna.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="681828" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/miranda-uma-das-luas-de-urano-poderia-esconder-agua-liquida-sob-sua-superficie.html" title="Miranda, uma das luas de Urano, poderá esconder água líquida sob a sua superfície">Miranda, uma das luas de Urano, poderá esconder água líquida sob a sua superfície</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/miranda-uma-das-luas-de-urano-poderia-esconder-agua-liquida-sob-sua-superficie.html" title="Miranda, uma das luas de Urano, poderá esconder água líquida sob a sua superfície"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/miranda-una-de-las-lunas-de-urano-podria-esconder-agua-liquida-bajo-su-superficie-1730633683856_320.jpg" alt="Miranda, uma das luas de Urano, poderá esconder água líquida sob a sua superfície"></a></article></aside><p>Recorrendo a uma simulação computacional rigorosa e poderosa, <strong>os cientistas acedem virtualmente a regiões proibidas</strong>, demonstrando que os nossos computadores são agora verdadeiros telescópios apontados para densos núcleos planetários massivos e invisíveis.</p><p>É cativante sonhar que, a milhares de milhões de quilómetros, protegidos por pesadas nuvens geladas, existem estes espantosos estados da matéria. Talvez nunca consigamos observá-los diretamente, mas saber que estão lá e que movimentam imensos campos magnéticos <strong>enriquece profundamente a nossa exploração da vizinhança planetária</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/simulacao-computacional-revela-um-novo-estado-de-agregacao-da-materia-nos-planetas-urano-e-neptuno.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Plantas carnívoras: eis as engenhosas armadilhas que utilizam para capturar insetos]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/plantas-carnivoras-eis-as-engenhosas-armadilhas-que-utilizam-para-capturar-insetos.html</link><pubDate>Mon, 11 May 2026 14:03:05 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Fascinantes e surpreendentes, as plantas carnívoras combinam beleza e estratégia: descubra como capturam os insetos e como cultivá-las com sucesso.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-piante-carnivore-e-le-ingegnose-trappole-che-utilizzano-per-catturare-gli-insetti-1777996171922.jpeg" data-image="637g1kd67ma0" alt="Plantas carnivoras" title="Plantas carnivoras"><figcaption>Plantas carnívoras contra insetos: quem vai ganhar?</figcaption></figure><p>Parecem saídas de um filme de <strong>ficção científica</strong>, mas são plantas reais, cada vez mais populares, inclusive como plantas ornamentais.<strong> As plantas carnívoras revelam uma faceta inesperada do mundo vegetal</strong>, que, em alguns aspetos, se assemelha ao comportamento animal: o da <strong>caça</strong>.</p><p>A sua capacidade de capturar e digerir insetos surgiu como <strong>resposta evolutiva</strong> às condições ambientais adversas. Em habitats com <strong>escassez de nutrientes</strong>, especialmente nitrogénio, estas plantas desenvolveram estruturas especializadas para suprir as carências do solo. O resultado é um conjunto de <strong>formas e estratégias</strong> tão elegantes quanto engenhosas.</p><h2> Origens e características: onde vivem e que aspeto têm</h2><p>As plantas carnívoras encontram-se em <strong>várias partes do mundo</strong>, desde as turfeiras do norte da Europa até aos pântanos da América do Norte e às florestas tropicais do sudeste asiático. Estes ambientes têm em comum solos ácidos, pobres e constantemente húmidos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-piante-carnivore-e-le-ingegnose-trappole-che-utilizzano-per-catturare-gli-insetti-1777996201245.jpeg" data-image="89vof4e8p2rx" alt="En la naturaleza, las plantas carnívoras viven en suelos ácidos, pobres y constantemente húmedos" title="En la naturaleza, las plantas carnívoras viven en suelos ácidos, pobres y constantemente húmedos"><figcaption>Na natureza, as plantas carnívoras vivem em solos ácidos, pobres e constantemente húmidos.</figcaption></figure><p>Do ponto de vista botânico, <strong>são plantas em todos os sentidos</strong>: realizam<strong> a fotossíntese</strong> e produzem energia a partir da luz. No entanto, distinguem-se pela presença de <strong>folhas modificadas</strong> que funcionam como verdadeiras armadilhas.</p><p>O<strong> tamanho</strong> varia consideravelmente: desde pequenos exemplares com apenas alguns centímetros até espécies mais imponentes, como algumas Nepenthes, que podem desenvolver estruturas especializadas, chamadas jarros, com mais de 20-30 cm de comprimento.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-piante-carnivore-e-le-ingegnose-trappole-che-utilizzano-per-catturare-gli-insetti-1777996228275.jpeg" data-image="fig600vzcc58" alt="Equidia de Nepenthes" title="Equidia de Nepenthes"><figcaption>Equídios de Nepenthes: estas estruturas especializadas são folhas transformadas em armadilhas em forma de jarro, que contêm um líquido digestivo; os insetos, atraídos pelo néctar e pelas cores vivas, deslizam para o interior e são digeridos lentamente, o que permite à planta absorver nutrientes valiosos</figcaption></figure><p>Esta <strong>variedade</strong> de tamanhos, formas e estruturas contribui para o seu encanto ornamental.</p><h2> Armadilhas engenhosas: como capturam e digerem as suas presas </h2><p>As estratégias de captura estão entre os <strong>aspetos mais fascinantes das plantas carnívoras</strong> e dividem-se em diferentes tipos.</p><p><strong>As armadilhas adesivas:</strong><br>típicas da Drosera, produzem uma substância pegajosa que prende os insetos. As folhas fecham-se lentamente, envolvendo a presa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-piante-carnivore-e-le-ingegnose-trappole-che-utilizzano-per-catturare-gli-insetti-1777996564259.jpeg" data-image="tketl7hue9mm" alt="Drosera: sus hojas están cubiertas de tentáculos pegajosos que brillan al sol como el rocío; los insectos quedan atrapados y son envueltos y digeridos lentamente" title="Drosera: sus hojas están cubiertas de tentáculos pegajosos que brillan al sol como el rocío; los insectos quedan atrapados y son envueltos y digeridos lentamente"><figcaption>Drosera: as suas folhas estão cobertas de tentáculos pegajosos que brilham ao sol como o orvalho; os insetos ficam presos, são envolvidos e digeridos lentamente.</figcaption></figure><p><strong>Armadilhas de fecho rápido:</strong><br>A famosa <em>Dionaea muscipula</em> (venus muscipula) utiliza folhas que se fecham rapidamente ao mais pequeno estímulo, capturando o inseto em questão de segundos.</p><p><strong>Armadilhas em forma de jarro (cântaros):</strong><br>presentes em <em>Nepenthes </em>e <em>Sarracenia</em>, são estruturas em forma de jarro cheias de líquido digestivo nas quais os insetos escorregam e são digeridos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-piante-carnivore-e-le-ingegnose-trappole-che-utilizzano-per-catturare-gli-insetti-1777996591479.jpeg" data-image="wx6ivmovzjvc" alt="Dionaea muscipula (Venus atrapamoscas): sus hojas se cierran en cuestión de segundos cuando un insecto toca los pelos sensoriales; una trampa rapidísima que solo se activa ante estímulos concretos" title="Dionaea muscipula (Venus atrapamoscas): sus hojas se cierran en cuestión de segundos cuando un insecto toca los pelos sensoriales; una trampa rapidísima que solo se activa ante estímulos concretos"><figcaption>Dionaea muscipula (Venus-mosqueira): as suas folhas fecham-se em questão de segundos quando um inseto toca nos pelos sensoriais; uma armadilha extremamente rápida que só se ativa perante estímulos específicos.</figcaption></figure><p><strong>Armadilhas de sucção</strong>:<br>Menos conhecidas, mas extremamente sofisticadas, como as da Utricularia, capazes de sugar presas aquáticas microscópicas.</p><p>Após a captura, a planta secreta <strong>enzimas digestivas</strong> que decompõem a presa, permitindo a assimilação de nutrientes essenciais como <strong>o azoto e o fósforo</strong>.</p><h2> As espécies mais comuns e como cultivá-las </h2><p>Entre as plantas carnívoras ornamentais mais comuns encontram-se <strong>a Venus atrapamoscas, a Drosera, a Sarracenia e a Nepenthes</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-piante-carnivore-e-le-ingegnose-trappole-che-utilizzano-per-catturare-gli-insetti-1777996616721.jpeg" data-image="k2djgtmzcqdy" alt="Nepenthes: las ascidias producen néctar y presentan colores vivos para atraer a sus presas; algunas especies también albergan pequeños organismos, creando auténticos microecosistemas" title="Nepenthes: las ascidias producen néctar y presentan colores vivos para atraer a sus presas; algunas especies también albergan pequeños organismos, creando auténticos microecosistemas"><figcaption>Nepenthes: as ascídias produzem néctar e apresentam cores vivas para atrair as suas presas; algumas espécies também abrigam pequenos organismos, criando verdadeiros microecossistemas.</figcaption></figure><p>Cada uma tem necessidades específicas, mas <strong>algumas regras gerais são essenciais</strong>.</p><p><strong>Luz e exposição</strong>:<br>Adoram luz intensa; muitas espécies também toleram a luz solar direta, especialmente ao ar livre.</p><p><strong>Rega</strong>:<br>Utilize apenas água da chuva, água destilada ou água desmineralizada. O solo deve ser mantido húmido em todos os momentos, muitas vezes com um prato.</p><p><strong>Humidade</strong>:<br>A humidade elevada é essencial, especialmente para as espécies tropicais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-piante-carnivore-e-le-ingegnose-trappole-che-utilizzano-per-catturare-gli-insetti-1777996647938.jpeg" data-image="2gb35mpevack" alt="Sarracenia: sus hojas tubulares hacen que los insectos se deslicen hacia abajo gracias a sus superficies lisas y cerosas; en el interior, unos pelos orientados hacia abajo impiden que las presas trepen y salgan" title="Sarracenia: sus hojas tubulares hacen que los insectos se deslicen hacia abajo gracias a sus superficies lisas y cerosas; en el interior, unos pelos orientados hacia abajo impiden que las presas trepen y salgan"><figcaption>Sarracenia: as suas folhas tubulares fazem com que os insetos deslizem para baixo graças às suas superfícies lisas e cerosas; no interior, uns pêlos voltados para baixo impedem que as presas trepem e escapem.</figcaption></figure><p><strong>Solo</strong>:<br>Nunca utilize terra universal: é necessário um substrato pobre, composto principalmente por turfa ácida e perlita.</p><p><strong>Fertilização</strong>: não é necessária: as plantas obtêm os nutrientes das suas presas.</p><p><strong>No interior ou no exterior</strong>: No verão, muitas espécies podem viver ao ar livre; no inverno, algumas entram numa fase de letargia e requerem temperaturas mais baixas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/le-piante-carnivore-e-le-ingegnose-trappole-che-utilizzano-per-catturare-gli-insetti-1777996681249.jpeg" data-image="29b2oowx2704" alt="Utricularia: unas diminutas trampas acuáticas que atrapan a sus presas mediante un mecanismo de succión; uno de los sistemas de captura más rápidos y sofisticados del mundo vegetal" title="Utricularia: unas diminutas trampas acuáticas que atrapan a sus presas mediante un mecanismo de succión; uno de los sistemas de captura más rápidos y sofisticados del mundo vegetal"><figcaption>Utricularia: pequenas armadilhas aquáticas que capturam as suas presas através de um mecanismo de sucção; um dos sistemas de captura mais rápidos e sofisticados do mundo vegetal.</figcaption></figure><p>O que mais as distingue das plantas comuns é a sua extrema <strong>sensibilidade à presença de sais minerais</strong> e a sua necessidade de <strong>condições muito específicas</strong>.</p><h2> Uma pequena experiência: observar a reação ao toque</h2><p>Uma das características mais fascinantes das plantas carnívoras é a sua <strong>capacidade de movimento</strong>. Algumas espécies, como a planta-carpinteira, reagem rápida e visivelmente ao contacto.</p><p>Ao tocar suavemente nos pêlos sensoriais no interior da armadilha, é possível <strong>simular a presença de um inseto</strong> e observar como as folhas se fecham.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="765953" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/o-mit-confirma-as-plantas-ouvem-as-gotas-a-cair-e-germinam-ate-40-mais-depressa.html" title="O MIT confirma: as plantas ouvem as gotas a cair e germinam até 40% mais depressa">O MIT confirma: as plantas ouvem as gotas a cair e germinam até 40% mais depressa</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/o-mit-confirma-as-plantas-ouvem-as-gotas-a-cair-e-germinam-ate-40-mais-depressa.html" title="O MIT confirma: as plantas ouvem as gotas a cair e germinam até 40% mais depressa"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-mit-lo-confirma-las-plantas-oyen-caer-las-gotas-y-germinan-hasta-40-mas-rapido-1777036934448_320.jpg" alt="O MIT confirma: as plantas ouvem as gotas a cair e germinam até 40% mais depressa"></a></article></aside><p>É uma experiência incrível, <strong>especialmente atraente para as crianças</strong>, mas capaz de surpreender também os adultos.</p><p>No entanto, é importante não exagerar: cada vez que a planta fecha as suas folhas, gasta energia.</p><h2> Uma forma diferente de descobrir a natureza</h2><p>As plantas carnívoras representam um equilíbrio perfeito entre estética e adaptação. São um presente ideal para introduzir os mais pequenos no mundo vegetal, mas também para quem deseja observar a natureza a partir de uma <strong>perspetiva invulgar</strong>.</p><p>Através das suas estratégias de sobrevivência, contam uma <strong>história de evolução e engenho</strong>, demonstrando que o mundo vegetal está longe de ser estático. Cuidar destas plantas é uma forma de entrar em contacto direto com uma das expressões mais fascinantes e surpreendentes da natureza vegetal.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/plantas-carnivoras-eis-as-engenhosas-armadilhas-que-utilizam-para-capturar-insetos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Semana com chuva e trovoadas: IPMA confirma para breve a mudança do tempo prevista pela Meteored]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/semana-com-chuva-e-trovoadas-ipma-confirma-para-breve-a-mudanca-do-tempo-prevista-pela-meteored.html</link><pubDate>Mon, 11 May 2026 13:49:26 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Estamos a poucos dias do regresso da estabilidade atmosférica a Portugal Continental. A depressão fria que nos está a afetar irá dissipar-se em breve e os dias de sol devem regressar já a partir de quinta-feira, dia 14.</p><figure id="first-video" class="video youtube-short"><img src="https://img.youtube.com/vi/xCTdSJOk7PU/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=xCTdSJOk7PU" id="xCTdSJOk7PU"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>A semana arrancou chuvosa, à semelhança do fim de semana, devido à influência de uma depressão fria. No entanto, está prevista uma <strong>mudança no estado de tempo em breve</strong>, com o afastamento desta depressão e com o regresso da influência do anticiclone dos Açores.</p><h2>Semana inicia com chuva e trovoada devido a depressão fria</h2><p>Após uma segunda e terça-feira com vários períodos de chuva, em boa parte do país, eis que as últimas horas de terça trazem uma dissipação da mesma. No entanto, é esperado que na<strong> quarta-feira voltem a surgir alguns aguaceiros</strong> a partir das últimas horas da madrugada, devendo afetar com maior expressão as regiões Norte e Centro.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/semana-com-chuva-e-trovoadas-ipma-confirma-para-breve-a-mudanca-do-tempo-prevista-pela-meteored-1778505640173.png" data-image="hqs1tmoc80yj" alt="chuva prevista" title="chuva prevista"><figcaption>Ao longo do dia de hoje, vários locais do país registarão períodos de chuva, por vezes, forte. Esta tendência deve manter-se amanhã e quarta, ainda que neste último de forma mais irregular.</figcaption></figure><p>Estes períodos de chuva que são, na sua maioria, irregulares, ocorrendo de forma intervalada, devem-se à <strong>depressão fria que nos afetou no fim de semana e que se encontra estacionária</strong> a oeste do continente. </p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Desta forma, e enquanto permanecer nesta posição geográfica,<strong> este centro depressionário irá continuar a contribuir para a instabilidade atmosférica</strong> esperada para a primeira metade desta semana, que se traduz em chuva, podendo ser acompanhada de trovoada, especialmente nas regiões Norte e Centro.</p><h2>A partir de quinta-feira, dia 14, o sol volta a brilhar </h2><p>Ainda assim, espera-se que a partir de quinta-feira, dia 14, a chuva se afaste do país, dando lugar a dias secos e soalheiros, podendo contar com alguma nebulosidade variável ao longo do dia. <strong>Esta estabilidade é esperada, pelo menos, até ao fim de semana</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="768249" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aproxima-se-de-portugal-o-frio-dos-santos-do-gelo-entre-quinta-feira-e-sabado-chegara-o-pico.html" title="Aproxima-se de Portugal o frio dos 'Santos do Gelo': entre quinta-feira e sábado chegará o pico">Aproxima-se de Portugal o frio dos "Santos do Gelo": entre quinta-feira e sábado chegará o pico</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aproxima-se-de-portugal-o-frio-dos-santos-do-gelo-entre-quinta-feira-e-sabado-chegara-o-pico.html" title="Aproxima-se de Portugal o frio dos 'Santos do Gelo': entre quinta-feira e sábado chegará o pico"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/aproxima-se-de-portugal-o-frio-dos-santos-do-gelo-entre-quinta-feira-e-sabado-chegara-o-pico-1778503049922_320.png" alt="Aproxima-se de Portugal o frio dos 'Santos do Gelo': entre quinta-feira e sábado chegará o pico"></a></article></aside><p>Além disto, <strong>as temperaturas máximas também deverão começar a subir de forma ligeira e gradual </strong>a partir de amanhã, ainda que se espere uma descida das temperaturas mínimas, resultando num aumento da amplitude térmica (diferença entre temperaturas máximas e mínimas).</p><p>Este aumento será pouco significativo, mas servirá, juntamente com o afastamento da depressão, para aumentar o <strong>conforto térmico</strong> diurno. Contudo, espera-se que<strong> até à reta final da semana, os valores máximos possam chegar aos 25 ºC </strong>em Lisboa e Beja, podendo, localmente, registarem-se valores um pouco mais elevados, nas áreas adjacentes.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/semana-com-chuva-e-trovoadas-ipma-confirma-para-breve-a-mudanca-do-tempo-prevista-pela-meteored.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Aproxima-se de Portugal o frio dos "Santos do Gelo": entre quinta-feira e sábado chegará o pico]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aproxima-se-de-portugal-o-frio-dos-santos-do-gelo-entre-quinta-feira-e-sabado-chegara-o-pico.html</link><pubDate>Mon, 11 May 2026 12:46:15 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Segundo a tradição popular europeia, entre 11 e 15 de maio, a primavera ainda pode registar a chamada fase dos “Santos do Gelo”. Este ano, curiosamente, parece querer respeitar o calendário. E em Portugal, haverá combinação de meteorologia e tradição neste 2026?</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa9c7nk"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa9c7nk.jpg" id="xa9c7nk"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A tradição ancestral europeia conta que os antigos agricultores e camponeses de diversos países da Europa Central (Alemanha, Áustria ou Suíça, por exemplo) designavam o período do ano que se estende entre <strong>11 e 15 de maio</strong> como <strong>“Santos do Gelo”</strong>.</p><h2>A observação ancestral agrícola como um ato de memória coletiva em relação à “previsão do tempo”</h2><p>Este ano de 2026, curiosamente, tudo indica um <strong>‘casamento’ entre meteorologia e tradição ancestral agrícola no calendário</strong>, segundo os mapas de referência da Meteored, baseados no modelo Europeu (ECMWF).</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>De acordo com a tradição popular europeia, entre 11 e 15 de maio, a primavera ainda pode mostrar a sua faceta fria, com noites mais rigorosas, massas de ar instáveis com precipitação forte e por vezes de granizo, risco de geadas e/ou vagas de frio tardias que afetam campos, vales e as culturas agrícolas aí presentes.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A reta final da primeira quinzena do mês de maio é bastante temida entre os agricultores e habitantes do meio rural que se dedicam à agricultura na Europa Central. <strong>São Mamerto (hoje, dia 11), São Pancrácio (amanhã, dia 12), São Servásio (quarta-feira, 13), São Bonifácio (quinta-feira, 14) e Santa Sofia (sexta-feira, 15), os conhecidos “Santos do Gelo”</strong>, apadrinharam muitas vezes episódios de frio e de geadas tardias que costumam causar inúmeros problemas, alguns deles realmente devastadores para a agricultura, sobretudo no setor vitivinícola.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aproxima-se-de-portugal-o-frio-dos-santos-do-gelo-entre-quinta-feira-e-sabado-chegara-o-pico-1778502833851.png" data-image="yj160lzccd9t"><figcaption>Amanhã, 12 de maio, a depressão fria ainda trará instabilidade, provocando uma nova fase de aguaceiros e trovoadas na geografia do Continente.</figcaption></figure><p>Em Portugal esta tradição não está tão enraizada como nos países da Europa Central, apesar de existirem referências (São Mamerto de Viena, arcebispo vienense do século V). <strong>Ainda assim, nem em 2026 o nosso país escapará à influência do ar polar</strong>.</p><h2>O que está previsto para este ano de 2026 em Portugal entre 11 e 16 de maio?</h2><p>Obviamente que<strong> os “Santos do Gelo” não assentam numa lei meteorológica postulada através de princípios da Física</strong>, tendo, no entanto, nascido, pura e simplesmente, do ato de observação.</p><p>No mês de maio, a radiação solar já é bastante forte, contudo, fruto de um jato polar ainda ondulante, a atmosfera mantêm-se dinâmica, podendo “abrir as portas” para <strong>a descida em latitude de massas de ar frio procedentes do Atlântico Norte ou da Europa Setentrional-Central</strong>. Em muitos anos, isto coincide precisamente com o período dos <strong>“Santos do Gelo”: 11 a 15 de maio</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aproxima-se-de-portugal-o-frio-dos-santos-do-gelo-entre-quinta-feira-e-sabado-chegara-o-pico-1778501983015.png" data-image="5t1nlsuhpmte"><figcaption>As temperaturas manter-se-ão abaixo da média durante praticamente toda a semana, com anomalias térmicas negativas entre -1 e -5 ºC em Portugal continental, podendo em ocasiões chegar aos -6 ºC nalguns locais.</figcaption></figure><p>E precisamente nos próximos dias, a Europa Central e Ocidental irá registar uma fase muito dinâmica, com instabilidade meteorológica, ventos que acentuarão o desconforto térmico, precipitação, por vezes de granizo e acompanhada de trovoadas e <strong>temperaturas consideravelmente abaixo da média</strong>. </p><div class="texto-destacado">A chegada de ar polar vindo de latitudes setentrionais europeias irá canalizar-se entre o anticiclone dos Açores a oeste e a depressão escandinava a nordeste, o que provocará uma mudança do vento dominante (passará a soprar do quadrante norte) em Portugal continental entre quarta-feira e sábado, dias 13 e 16 de maio.</div><p>Quanto a Portugal continental, espera-se que esteja envolto nesta dinâmica atmosférica, numa primeira fase <strong>entre os dias 11 e 13 de maio</strong>, sobretudo no que toca à precipitação, devido aos vestígios da uma <strong>depressão fria estacionária </strong>alimentada por ar polar que nos tem estado a afetar desde sexta-feira (8).</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>No nosso país, embora o episódio de frio tardio associado aos "Santos do Gelo" não seja tão severo como noutros países, notar-se-á o arrefecimento do tempo especialmente no que toca à temperatura do ar e em particular nos valores das mínimas. Isto aplica-se segundo a leitura que os mapas evidenciam para a segunda metade da semana entre quarta e sábado.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Quanto às temperaturas, espera-se que se mantenham num registo<strong> abaixo da média </strong>durante praticamente toda a semana<strong> (sobretudo no que toca às mínimas!), inclusive no sábado, 16 de maio</strong>. Entre segunda (11) e quarta-feira (13) as temperaturas mínimas deverão variar entre 5 e 15 ºC e a temperatura máxima entre 12 e 22 ºC. Na quarta-feira (13) quase não haverá oscilações nas temperaturas, embora as mínimas possam baixar ligeiramente nalgumas zonas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aproxima-se-de-portugal-o-frio-dos-santos-do-gelo-entre-quinta-feira-e-sabado-chegara-o-pico-1778502303007.png" data-image="2qc6l6xn8lfx"><figcaption>Para sábado, 16 de maio, prevê-se uma grande amplitude térmica, evidenciando-se temperaturas mínimas baixas para a época do ano e máximas em ascensão face aos dias anteriores.</figcaption></figure><p>Porém, <strong>o pico das temperaturas frescas, sobretudo no que toca às mínimas, será registado entre quinta (14) e sábado (16)</strong>. Haverá anomalias térmicas negativas durante quase toda a semana no período diurno e noturno, com maior ênfase no interior devido ao efeito de continentalidade. A influência marítima no litoral conterá a descida das temperaturas nalgumas ocasiões, pelo que os valores serão algo mais moderados.</p><table><thead><tr><th>Cidade</th><th>Quinta-feira, 14 de maio - previsão de Temperatura Máxima e Temperatura Mínima (ºC)</th><th>Sexta-feira, 15 de maio - previsão de Temperatura Máxima e Temperatura Mínima (ºC)</th><th>Sábado, 16 de maio - previsão de Temperatura Máxima e Temperatura Mínima (ºC)</th></tr></thead><tbody><tr><td>Porto</td><td>18 | 9</td><td>19 | 9</td><td>19 | 8</td></tr><tr><td>Braga</td><td>19 | 7</td><td>19 | 8</td><td>21 | 6</td></tr><tr><td>Lisboa</td><td>20 | 13</td><td>19 | 13</td><td>22 | 13</td></tr><tr><td>Coimbra</td><td>21 | 9</td><td>21 | 7</td><td>23 | 8</td></tr><tr><td>Faro</td><td>21 | 12</td><td>22 | 12</td><td>21 | 13</td></tr><tr><td>Bragança</td><td>18 | 4</td><td>16 | 4</td><td>20 | 2</td></tr><tr><td>Vila Real</td><td>20 | 9</td><td>20 | 7</td><td>20 | 6</td></tr><tr><td>Viseu</td><td>21 | 8</td><td>21 | 7</td><td>20 | 6</td></tr><tr><td>Guarda</td><td>15 | 6</td><td>16 | 4</td><td>15 | 3</td></tr><tr><td>Castelo Branco</td><td>21 | 8</td><td>22 | 8</td><td>21 | 8</td></tr><tr><td>Évora</td><td>22 | 10</td><td>22 | 9</td><td>23 | 10</td></tr><tr class="pie-tabla"><td colspan="4">Fonte: Mapas da Meteored</td></tr></tbody></table><p>Embora as temperaturas máximas tendam a subir entre sexta e sábado, dias 15 e 16 de maio, <strong>o foco do arrefecimento do tempo prende-se precisamente com os</strong> <strong>valores das mínimas</strong> previstos para a reta final da semana em Portugal continental, tal como podemos observar na tabela acima para algumas das capitais distritais de Portugal.</p><p>Esta configuração gerará uma grande amplitude térmica diária, com a reta final da semana a apresentar-se gradualmente mais quente no período diurno, mas com <strong>noites frescas ou frias, nas quais as mínimas serão iguais ou inferiores a 5 ºC em várias localidades do interior Norte e Centro</strong> (<strong>Bragança e Guarda</strong>, por exemplo) e<strong> inferiores aos 10 ºC no litoral</strong>, com poucas exceções na globalidade do território continental. Isto enquadra-se num ambiente fresco, que reflete temperaturas geralmente inferiores à média para a época do ano.</p><h2>Santos do Gelo não preveem o tempo, mas recordam-nos de algo simples</h2><p>A existência dos Santos do Gelo foi frequentemente posta em causa ao longo da História, mas ainda assim, continua a figurar no seio da hagiografia cristã. A devoção a estes santos por parte da sociedade tinha como intuito<strong> a sua intercedência junto a Deus para evitar geadas e outros fenómenos meteorológicos adversos neste período crítico</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="768074" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aguaceiros-frequentes-e-trovoada-mantem-se-em-portugal-continental-ate-quarta-13-de-maio-eis-o-que-chegara-depois.html" title="Aguaceiros frequentes e trovoada mantêm-se em Portugal continental até quarta, 13 de maio. Eis o que chegará depois">Aguaceiros frequentes e trovoada mantêm-se em Portugal continental até quarta, 13 de maio. Eis o que chegará depois</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aguaceiros-frequentes-e-trovoada-mantem-se-em-portugal-continental-ate-quarta-13-de-maio-eis-o-que-chegara-depois.html" title="Aguaceiros frequentes e trovoada mantêm-se em Portugal continental até quarta, 13 de maio. Eis o que chegará depois"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/instabilidade-mantem-se-em-portugal-continental-o-que-esperar-ate-sexta-feira-15-de-maio-1778417239350_320.png" alt="Aguaceiros frequentes e trovoada mantêm-se em Portugal continental até quarta, 13 de maio. Eis o que chegará depois"></a></article></aside><p>De facto, qualquer tempestade de granizo ou neve, por mais pequena que seja, arrasa com as flores/frutos da primavera de maio. Os Santos do Gelo não “preveem” o tempo, porém recordam-nos acerca de algo simples. Antes da terceira década de maio (inicia dia 21), <strong>a primavera ainda não está pronta para "entregar as chaves” do tempo ao verão</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aproxima-se-de-portugal-o-frio-dos-santos-do-gelo-entre-quinta-feira-e-sabado-chegara-o-pico.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Até sexta-feira o tempo em Portugal será determinado por uma combinação entre depressão escandinava e anticiclone Açores]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-sexta-feira-o-tempo-em-portugal-sera-determinado-por-uma-combinacao-entre-depressao-escandinava-e-anticiclone-acores.html</link><pubDate>Mon, 11 May 2026 12:31:16 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A combinação entre uma depressão escandinava e o anticiclone dos Açores deverá manter tempo instável em Portugal até quarta-feira, com aguaceiros e trovoada no Norte e Centro. A partir de quinta-feira, prevê-se uma gradual estabilização atmosférica e subida das temperaturas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa9bzfu"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa9bzfu.jpg" id="xa9bzfu"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A circulação atmosférica sobre o Atlântico Norte e a Europa Ocidental continuará dinâmica ao longo desta semana, condicionando o estado do tempo em Portugal continental através da combinação entre a influência de uma depressão centrada no norte da Europa e o posicionamento do anticiclone dos Açores. O resultado será uma <strong>semana marcada por alguma instabilidade até quarta-feira</strong>, seguida de uma tendência gradual para maior estabilização atmosférica.</p><h2>Instabilidade deverá persistir até quarta-feira </h2><p>Entre hoje e terça-feira, o fluxo predominante de oes-sudoeste deverá transportar ar marítimo mais húmido em direção ao território continental, trazendo mais nuvens e aguaceiros, mais frequentes nas regiões Norte e Centro. Em alguns períodos, os <strong>aguaceiros poderão ser acompanhados de trovoada, sobretudo nas regiões do interior</strong>. As regiões do Minho, Douro Litoral, Beiras e áreas montanhosas do interior Norte e Centro serão as mais expostas à chuva até quarta-feira, com acumulados entre <strong>15 e 35 mm</strong> e valores localmente superiores nas zonas mais expostas ao fluxo marítimo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ate-sexta-feira-15-o-tempo-em-portugal-sera-determinado-por-uma-combinacao-entre-depressao-escandinava-e-anticiclone-dos-1778496194159.png" data-image="b5jj9es3spu4"><figcaption>Os modelos meteorológicos apontam para acumulados de precipitação mais significativos nas regiões Norte e Centro até ao final de terça-feira, com valores localmente acima de 30 a 40 mm em áreas montanhosas mais expostas ao fluxo húmido de oeste e noroeste.</figcaption></figure><p>No Sul, a influência da circulação atlântica deverá ser menos significativa, favorecendo abertas e menor probabilidade de precipitação. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações</div><p>O <strong>vento</strong> deverá soprar, em geral, <strong>fraco a moderado</strong> de oeste ou sudoeste durante os primeiros dias da semana. Ainda assim, nas terras altas e no litoral ocidental poderão ocorrer períodos de vento mais intenso, sobretudo durante a tarde.</p><p>A partir de quinta-feira, a <strong>circulação depressionária deverá perder influência</strong>, permitindo a expansão do anticiclone dos Açores em direção à Península Ibérica, traduzindo-se numa <strong>diminuição dos aguaceiros e num aumento dos períodos de céu pouco nublado</strong>, embora possam persistir episódios ocasionais de instabilidade no interior durante a tarde, especialmente em zonas montanhosas. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ate-sexta-feira-15-o-tempo-em-portugal-sera-determinado-por-uma-combinacao-entre-depressao-escandinava-e-anticiclone-dos-1778495908244.png" data-image="q2zbve6k8s9g"><figcaption>O reforço do gradiente de pressão entre o anticiclone dos Açores e a circulação depressionária sobre a Europa deverá provocar um aumento da intensidade do vento durante quinta-feira. As rajadas poderão atingir 50 a 70 km/h no litoral ocidental e nas terras altas, especialmente ao final da tarde.</figcaption></figure><p>Prevê-se um reforço gradual do vento, com <strong>rajadas entre 50 e 70 km/h</strong> nas regiões costeiras e zonas montanhosas mais expostas.</p><h2>Temperaturas deverão subir gradualmente durante a semana</h2><p>No início da semana, as temperaturas deverão manter-se relativamente contidas em grande parte do território, sobretudo nas regiões Norte e Centro, devido à persistência do fluxo marítimo de oeste e noroeste. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ate-sexta-feira-15-o-tempo-em-portugal-sera-determinado-por-uma-combinacao-entre-depressao-escandinava-e-anticiclone-dos-1778496451824.png" data-image="pup6jrf2o518"><figcaption>Na tarde de quarta-feira, as temperaturas deverão manter-se relativamente contidas em grande parte do Norte e Centro de Portugal continental, com máximas entre 16 e 19 °C em várias regiões. O Sul continuará mais ameno, com valores próximos dos 20 a 22 °C, refletindo a menor influência da massa de ar marítimo mais fresca.</figcaption></figure><p>As máximas deverão variar entre <strong>16 °C e 18 °C no Norte</strong>, entre <strong>17 °C e 20 °C na região Centro</strong> e entre <strong>18 °C e 21 °C no Sul</strong> do país durante segunda e terça-feira.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="768075" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-de-11-a-15-de-maio-acores-despedem-se-da-instabilidade-madeira-mantem-chuva-numa-semana-mais-fresca.html" title="Previsão de 11 a 15 de maio: Açores despedem-se da instabilidade; Madeira mantém chuva numa semana mais fresca">Previsão de 11 a 15 de maio: Açores despedem-se da instabilidade; Madeira mantém chuva numa semana mais fresca</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-de-11-a-15-de-maio-acores-despedem-se-da-instabilidade-madeira-mantem-chuva-numa-semana-mais-fresca.html" title="Previsão de 11 a 15 de maio: Açores despedem-se da instabilidade; Madeira mantém chuva numa semana mais fresca"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-de-11-a-15-de-maio-acores-despedem-se-da-instabilidade-madeira-mantem-chuva-numa-semana-mais-fresca-1778417732398_320.jpg" alt="Previsão de 11 a 15 de maio: Açores despedem-se da instabilidade; Madeira mantém chuva numa semana mais fresca"></a></article></aside><p>A <strong>partir de quarta-feira</strong>, prevê-se uma subida gradual das temperaturas, mais evidente nas regiões do interior e Sul do território. Ainda assim, não são esperados episódios de calor significativo, devendo as <strong>máximas oscilar entre 22 °C e 24 °C</strong> em várias localidades durante a segunda metade da semana.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-sexta-feira-o-tempo-em-portugal-sera-determinado-por-uma-combinacao-entre-depressao-escandinava-e-anticiclone-acores.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Palma]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Capri toma medida inédita para travar o caos turístico este verão]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/capri-toma-medida-inedita-para-travar-o-caos-turistico-este-verao.html</link><pubDate>Mon, 11 May 2026 07:31:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Vai viajar para Capri? Há novas regras nas ruas da ilha italiana. O objetivo? Acabar com abordagens insistentes nas ruas e garantir uma experiência mais tranquila para turistas e residentes.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/capri-toma-medida-inedita-para-travar-o-caos-turistico-este-verao-1778445708075.jpg" data-image="cterffr3cqdy" alt="Capri" title="Capri"><figcaption>Capri endurece regras contra abordagens a turistas nas ruas. Foto: Unsplash</figcaption></figure><p>Tem viagem marcada para<strong> Capri</strong> neste verão? Pode ficar descansado, esses dias poderão ser mais calmos do que pensa. </p><p>Por ser um destino turístico muito procurado, a ilha italiana costuma ser associada à confusão. </p><div class="texto-destacado">Ora há os vendedores ambulantes, os empregados de restaurante a darem a conhecer os seus menus, ou os operadores turísticos a tentar vender viagens de barco. </div><p>Andar na rua torna-se um desafio para os visitantes mais tímidos. Aliás, há quem defina essas interações quase como <strong>assédio</strong>, verdadeiramente incómodas e frustrantes. </p><p>Agora, a ilha italiana decidiu <strong>apertar o controlo </strong>sobre este comportamento para <strong>tornar a experiência dos viajantes mais agradável</strong>. A notícia foi avançada pela ‘Euronews’.</p><h2>Tudo para tornar o verão mais tranquilo </h2><p>Depois de ter limitado o tamanho dos grupos turísticos e de ter proibido os guias de utilizarem altifalantes e guarda-chuvas, chegou a nova medida. O objetivo? “Reduzir o incómodo causado a outros visitantes e residentes”, lê-se no<em> site </em>de notícias.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="588152" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/turismo-de-massas-ameaca-lugares-unicos-do-planeta-economia-sustentabilidade.html" title="Turismo de massas ameaça lugares únicos do planeta">Turismo de massas ameaça lugares únicos do planeta</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/turismo-de-massas-ameaca-lugares-unicos-do-planeta-economia-sustentabilidade.html" title="Turismo de massas ameaça lugares únicos do planeta"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/turismo-de-massas-ameaca-lugares-unicos-economia-sustentabilidade-1700007242805_320.jpg" alt="Turismo de massas ameaça lugares únicos do planeta"></a></article></aside><p>E não é por menos. É que<strong> Capri chega a receber até 50 000 visitantes por dia</strong> em plena época alta. Este valor está muito acima da população residente, que ronda as 13 000 a 15 000 pessoas.</p><h2>Capri proíbe comerciantes de aliciar turistas na rua</h2><p>“Sei que há turistas que, desde o momento em que desembarcam do barco até chegarem à entrada do funicular [que liga o porto à localidade no topo], são abordados mais de cinco vezes com propostas de passeios e restaurantes”, disse Paolo Falco, presidente da Câmara, à comunicação social italiana. “Esta insistência tem um <strong>efeito desagradável</strong>.”</p><div class="texto-destacado">Esqueça as abordagens de comerciantes que oferecem serviços como voltas à ilha, excursões de barco e menus com desconto em restaurantes e bares.</div><p>Uma nova portaria das autoridades, atualizada em relação ao ano passado, veio agora tratar desta prática.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/capri-toma-medida-inedita-para-travar-o-caos-turistico-este-verao-1778445897813.jpg" data-image="oq5bihua7cxb" alt="Capri" title="Capri"><figcaption>Capri procura menos caos e mais tranquilidade. Foto: Unsplash</figcaption></figure><p>“Os operadores comerciais, os proprietários de agências de serviços turísticos e os seus funcionários estão <strong>absolutamente proibidos de procurar clientes</strong> recorrendo a métodos intrusivos e insistentes em terrenos públicos ou de uso público”, lê-se no texto.</p><p>“Compreendemos a necessidade de transmitir uma mensagem promocional, mas não abdicamos de que isso seja feito com a graça e a elegância dignas de Capri”, acrescentou o autarca.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="752916" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/mais-um-caso-para-acalmar-o-turismo-de-massas-o-exemplo-da-igreja-nas-dolomitas-italia.html" title="Mais um caso para acalmar o turismo de massas: o exemplo da igreja nas Dolomitas (Itália)">Mais um caso para acalmar o turismo de massas: o exemplo da igreja nas Dolomitas (Itália)</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/mais-um-caso-para-acalmar-o-turismo-de-massas-o-exemplo-da-igreja-nas-dolomitas-italia.html" title="Mais um caso para acalmar o turismo de massas: o exemplo da igreja nas Dolomitas (Itália)"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/mais-um-caso-para-acalmar-o-turismo-de-massas-o-exemplo-da-igreja-nas-dolomitas-italia-1770380567104_320.png" alt="Mais um caso para acalmar o turismo de massas: o exemplo da igreja nas Dolomitas (Itália)"></a></article></aside><p>Num esforço para reduzir as perturbações e restaurar a fluidez nas famosas ruas estreitas, os novos regulamentos sublinham, então, que<strong> os turistas na ilha devem poder deslocar-se livremente</strong>. Tudo sem “serem continuamente abordados e travados por operadores económicos empenhados em qualquer forma de intermediação ou promoção de bens e serviços na via pública, incluindo publicidade de rua não solicitada, e usando para esse fim brochuras, folhetos e mapas”.</p><p>Os proprietários de negócios que sejam apanhados a incomodar turistas em espaços públicos enfrentarão<strong> sanções financeiras</strong> que variam entre 25€ e 500€.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/capri-toma-medida-inedita-para-travar-o-caos-turistico-este-verao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Tecnologia da NASA revela que a saúde das plantas é a chave para prever a gravidade dos incêndios florestais]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/tecnologia-da-nasa-revela-que-a-saude-das-plantas-e-a-chave-para-prever-a-gravidade-dos-incendios-florestais.html</link><pubDate>Mon, 11 May 2026 06:17:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Observações espaciais revelam que a saúde da vegetação antes da ignição determina a intensidade dos fogos. Saiba mais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/tecnologia-da-nasa-revela-que-a-saude-das-plantas-e-a-chave-para-prever-a-gravidade-dos-incendios-florestais-1778449156225.png" data-image="7kk3grjncebj"><figcaption>O estudo utilizou sensores da Estação Espacial Internacional para monitorizar o stresse das plantas antes da ignição dos fogos.</figcaption></figure><p>A investigação científica estudada detalha como os incêndios de janeiro de 2025 no condado de Los Angeles, especificamente os fogos Eaton, Palisades e Hughes, <strong>foram impulsionados principalmente pelo estado da vegetação antes da ignição</strong>.</p><p>Através de um modelo de aprendizagem automática (<em>random forest</em>), os investigadores demonstraram que as condições do combustível pré-fogo são os <strong>preditores dominantes da severidade da queima</strong>, superando frequentemente a influência imediata da meteorologia ou da topografia.</p><h2>A tecnologia dos satélites ao serviço da previsão de riscos </h2><p>A metodologia inovadora combinou dados de <strong>dois instrumentos da NASA na Estação Espacial Internacional: o ECOSTRESS, que mede o stress hídrico vegetal, e o EMIT, que avalia o conteúdo de água na copa das árvores.</strong> </p><div class="texto-destacado">Entre as variáveis analisadas, o Índice de Stress Evaporativo (ESI) e o conteúdo de água na copa (CWC) emergiram como os fatores mais críticos para prever a destruição. </div><p>O modelo revelou que áreas com maior abundância e conectividade de combustível tendem a sofrer incêndios mais severos,<strong> indicando que a biomassa disponível é o "motor" central do desastre</strong>. </p><h2> Da resposta reativa à gestão proativa</h2><p>Em termos de desempenho, o modelo alcançou uma precisão global de R2=0.60, embora a eficácia tenha variado entre os incêndios individuais. O incêndio de Hughes foi o mais previsível (R2=0.66), enquanto o de Eaton apresentou o maior desafio (R2=0.32), <strong>devido à sua complexa variabilidade topográfica que introduziu ruído nos preditores</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tecnologia-da-nasa-revela-que-a-saude-das-plantas-e-a-chave-para-prever-a-gravidade-dos-incendios-florestais-1778449102422.png" data-image="p883x4jmw3ls"><figcaption>Os incêndios Eaton e Palisades destruíram 16.255 estruturas, sendo dos mais destrutivos na história registada do estado da Califórnia.</figcaption></figure><p>Além disso, a resposta do modelo variou conforme o tipo de cobertura terrestre, sendo<strong> mais estável em zonas de matagal (shrub/scrub) do que em florestas perenes ou mistas</strong>. Este estudo tem implicações diretas para a gestão proativa do território. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tecnologia-da-nasa-revela-que-a-saude-das-plantas-e-a-chave-para-prever-a-gravidade-dos-incendios-florestais-1778449204678.png" data-image="k3w7rm4crh63"><figcaption>O modelo de inteligência artificial falhou mais no incêndio Eaton devido à sua topografia montanhosa extremamente variada e muito complexa.</figcaption></figure><p>Ao monitorizar as tendências temporais da saúde da vegetação através de satélites, os gestores podem identificar zonas de perigo elevado e planear tratamentos de combustível, <strong>como queimadas controladas, de forma mais estratégica. </strong></p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="686940" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/investigacao-internacional-estuda-o-grande-vale-do-coa-para-proteger-o-mediterraneo-dos-fogos-florestais.html" title="Investigação internacional estuda o Grande Vale do Côa para proteger o Mediterrâneo dos fogos florestais">Investigação internacional estuda o Grande Vale do Côa para proteger o Mediterrâneo dos fogos florestais</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/investigacao-internacional-estuda-o-grande-vale-do-coa-para-proteger-o-mediterraneo-dos-fogos-florestais.html" title="Investigação internacional estuda o Grande Vale do Côa para proteger o Mediterrâneo dos fogos florestais"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/investigacao-internacional-estuda-o-grande-vale-do-coa-para-proteger-o-mediterraneo-dos-fogos-florestais-1733833363785_320.jpg" alt="Investigação internacional estuda o Grande Vale do Côa para proteger o Mediterrâneo dos fogos florestais"></a></article></aside><p><strong>Esta abordagem prepara o caminho para futuras missões espaciais, como a missão EAGLE da NASA</strong>, focada na monitorização contínua dos riscos de incêndio em interfaces urbano-florestais.</p><h3><em>Referência da notícia<strong>:</strong></em></h3><p><em>Ward-Baranyay, M., Lee, C., Pascolini-Campbell, M., Sousa, D., & Kinoshita, A. M. (2026). Pre-fire fuel conditions are dominant drivers of burn severity in the 2025 Los Angeles County fires. AGU Advances, 7, e2025AV002179. <a href="https://doi.org/10.1029/2025AV002179" target="_blank">https://doi.org/10.1029/2025AV002179</a></em></p><p><a href="https://phys.org/news/2026-05-wildfire-severity-state-vegetation.html"><em>https://phys.org/news/2026-05-wildfire-severity-state-vegetation.html</em></a><a href="https://phys.org/news/2026-05-wildfire-severity-state-vegetation.html"></a></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/tecnologia-da-nasa-revela-que-a-saude-das-plantas-e-a-chave-para-prever-a-gravidade-dos-incendios-florestais.html</guid><dc:creator><![CDATA[Carlos Alves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Insetos abaixo de zero: projeto internacional tenta entender como o cérebro funciona a temperaturas extremamente baixas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/insetos-abaixo-de-zero-projeto-internacional-busca-entender-como-o-cerebro-funciona-em-temperaturas-extremamente-baixas.html</link><pubDate>Mon, 11 May 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>O projeto reunirá investigadores do Chile, dos Estados Unidos, do Canadá e da China para estudar como certos insetos mantêm o seu sistema nervoso ativo mesmo em temperaturas congelantes.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/insectos-bajo-cero-proyecto-internacional-busca-entender-como-funciona-el-cerebro-en-frio-extremo-1778162522269.jpg" data-image="snqvcu2fouid" alt="Atividade de insetos e cérebro" title="Atividade de insetos e cérebro"><figcaption>A investigação acaba de receber financiamento do Programa de Ciência da Fronteira Humana (HFSP), uma das iniciativas científicas mais competitivas do mundo. Crédito da imagem: UACh.</figcaption></figure><p>O frio extremo aparece frequentemente nas notícias como uma ameaça: tempestades polares, glaciares em recuo ou pessoas a tentar suportar temperaturas impossíveis. Mas, no meio dessa paisagem hostil, pequenas criaturas fazem algo surpreendente: <strong>continuam a mover-se como se o gelo não fosse um obstáculo</strong>.</p><p>Algumas moscas que vivem nas montanhas geladas da América do Norte ou nos Campos de Gelo do Norte do Chile<strong> desenvolveram mecanismos biológicos que intrigam cientistas de quatro países atualmente</strong>.</p><p>Compreender como estes animais conseguem manter o seu sistema nervoso ativo em <strong>temperaturas abaixo de zero é o foco de um novo projeto internacional</strong> do qual participa a Universidade Austral do Chile (UACh), sediada em Valdivia.</p><h2>Insetos que desafiam o congelamento</h2><p>Existem organismos que transformam o impossível num simples ato rotineiro. Enquanto muitos animais ficam imóveis ou morrem em temperaturas extremas, certos insetos continuam a mover-se mesmo abaixo de zero.</p><p>É exatamente isto que esta equipa internacional quer entender: que <strong>mecanismos celulares e nervosos</strong> permitem que alguns insetos resistam ao frio sem perder a mobilidade.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Para isso, eles estudarão diferentes espécies de moscas encontradas em áreas extremas dos Estados Unidos e também nos Campos de Gelo do Norte do Chile, um dos territórios mais frios e isolados da América do Sul.<br><svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p><strong>Os insetos, embora pequenos, têm ajudado a responder a questões importantíssimas</strong> na medicina e na biologia há décadas. Investigações anteriores com estes animais permitiram-nos compreender tudo, desde o funcionamento das sinapses neuronais até aos mecanismos associados a arritmias cardíacas ou processos de desintoxicação.</p><h2>Do gelo da Patagónia à sala de cirurgia</h2><p>O mais surpreendente nesta investigação é que os seus resultados podem ir muito além dos insetos.</p><p>Segundo Sebastián Brauchi, investigador da Faculdade de Medicina da UACh, entender como <strong>alguns organismos mantêm a sua atividade nervosa em temperaturas extremas </strong>pode abrir caminho para futuras aplicações médicas.</p><figure style="letter-spacing: 0.03em;"><img src="https://services.meteored.com/img/article/insectos-bajo-cero-proyecto-internacional-busca-entender-como-funciona-el-cerebro-en-frio-extremo-1778162921412.jpg" data-image="wwoukw0p2g72" alt="cirurgia cerebral" title="cirurgia cerebral"><figcaption>Uma dessas aplicações médicas estaria relacionada com cirurgias cerebrais complexas, onde certas áreas do sistema nervoso precisam de permanecer funcionais apesar do uso de frio controlado.</figcaption></figure><p>“Acreditamos que, ao entendermos como <strong>alguns insetos conseguem mover-se em temperaturas abaixo de zero</strong>, seremos capazes de encontrar soluções moleculares para manter a atividade nervosa quando necessário”, disse o investigador.</p><h2>Ciência do extremo sul</h2><p>Na área científica, <strong>a obtenção de financiamento internacional de alto nível pode demorar anos</strong>. O Programa de Ciência da Fronteira Humana (HFSP) é um desses programas em que a aprovação já é uma exceção.</p><div class="texto-destacado">A HFSP explica no seu site oficial que as suas bolsas visam apoiar investigações internacionais capazes de responder a perguntas que um único laboratório não conseguiria abordar sozinho.</div><p>A premiação não passou despercebida. Como explicou Brauchi, não havia registos desde 2000 de uma bolsa do HFSP concedida a cientistas chilenos que realizassem as suas investigações no país.</p><p><strong>“Acho particularmente interessante que ambos os prémios tenham vindo para Valdivia</strong>”, comentou o investigador, lembrando que o último projeto deste tipo no Chile foi conquistado em 1999 com o Prémio Nacional de Ciências Ramón Latorre, também na capital de Los Ríos.</p><p>Do extremo sul do continente, <strong>um laboratório chileno fará parte de um projeto de investigação que liga neurociência, evolução e adaptação climática</strong>. Uma história em que o frio deixa de ser apenas uma barreira e se torna uma pista biológica que pode ajudar-nos a entender melhor como a vida funciona quando tudo parece congelar.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>José Luis Gómez/ DIRCOM UACh. (2026). <a href="https://diario.uach.cl/proyecto-internacional-investigara-limites-fisiologicos-al-frio-con-insectos-de-zonas-extremas/" target="_blank">Proyecto internacional investigará límites fisiológicos al frío con insectos de zonas extremas.</a> Comunicado publicado en la web de la institución.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/insetos-abaixo-de-zero-projeto-internacional-busca-entender-como-o-cerebro-funciona-em-temperaturas-extremamente-baixas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Os sinais secretos que as rochas enviam antes de um colapso catastrófico]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/os-sinais-secretos-que-as-rochas-enviam-antes-de-um-colapso-catastrofico.html</link><pubDate>Sun, 10 May 2026 15:27:09 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Os cientistas descobriram que as rochas submetidas a tensão emitem sinais químicos subtis antes de se fraturarem e desenvolveram um modelo para monitorizar essas alterações — oferecendo uma nova forma potencial de alertar para a ocorrência de terramotos, deslizamentos de terra e outros riscos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/the-secret-signals-rocks-send-before-catastrophic-collapse-1778406846467.png" data-image="hupnv9cet2k2" alt="Landslide" title="Landslide"><figcaption>Um deslizamento de rochas no Condado de Douglas, Oregon, em 12 de novembro de 2021. Os deslizamentos de terra são riscos geológicos que podem ser previstos através da análise de sinais de nuclídeos. Crédito: Departamento de Transportes do Oregon.</figcaption></figure><p>O excesso de tensão pode provocar fissuras nas rochas, mas antes de atingirem esse ponto, estas<strong> "soltam um suspiro" </strong>de aviso químico através da libertação de nuclídeos. Este tipo de átomo é definido pelo número de neutrões e protões no núcleo, e os cientistas estudam estas emissões geoquímicas há mais de 50 anos, mas têm tido dificuldade em estabelecer uma ligação entre a libertação de nuclídeos e a fratura das rochas.</p><p>Num novo estudo publicado na revista <em>Proceedings of the National Academy of Sciences</em>, uma equipa internacional de cientistas de universidades da China e dos Estados Unidos <strong>resolveu o mistério</strong> utilizando modelos para relacionar as flutuações do sinal dos nuclídeos com alterações nas estruturas rochosas, que conduzem à falha crítica.</p><p>Quando as rochas se partem ou deformam, provocam avalanches e deslizamentos de terra e agravam os danos causados pela atividade vulcânica e pelos terramotos. As conclusões do estudo poderão ajudar os cientistas a <strong>prepararem-se para os riscos geológicos causados por rochas sob tensão</strong>. </p><p>"Relacionamos explicitamente estas alterações estruturais com características mensuráveis dos sinais de nuclídeos", afirmou Rong Mao, autor do estudo e investigador associado de pós-doutoramento no Centro de Recursos Naturais do Instituto de Tecnologia de Nova Jérsia. "Tanto quanto sabemos, este é o primeiro estudo a estabelecer uma<strong> teoria quantitativa para diagnosticar a ruptura de rochas utilizando sinais de nuclídeos que ocorrem naturalmente"</strong>, afirma.</p><h2>O que acontece quando as rochas se enfraquecem?</h2><p><strong>Quando as rochas se enfraquecem, libertam nuclídeos como o hélio, o radão e o torão para os poros e fissuras da rocha</strong>. As fissuras alargam-se, espalham-se e interligam-se entre si e, à medida que isso acontece, os nuclídeos são libertados e transmitidos. Os cientistas podem então medir estes sinais geoquímicos.</p><p>Estudos anteriores sugeriam que havia uma ligação entre a rutura das rochas e as alterações nos sinais de nuclídeos e, em experiências laboratoriais, outros investigadores "demonstraram consistentemente que <strong>a fissuração e a deformação das rochas podem desencadear alterações mensuráveis nas emissões de nuclídeos"</strong>, afirmou Mao.</p><p>Observações na natureza também associaram as alterações ambientais à libertação de nuclídeos, que enfraquecem as rochas. Em 1995, cientistas em Kobe, no Japão, observaram um <strong>aumento nas emissões de radão das rochas 9 dias antes de um terramoto de magnitude 7,2</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="683242" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/rochas-antigas-podem-conter-informacao-sobre-a-materia-negra.html" title="Rochas antigas podem conter informação sobre a matéria negra">Rochas antigas podem conter informação sobre a matéria negra</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/rochas-antigas-podem-conter-informacao-sobre-a-materia-negra.html" title="Rochas antigas podem conter informação sobre a matéria negra"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ancient-rocks-may-hold-information-surrounding-dark-matter-1731444475978_320.jpg" alt="Rochas antigas podem conter informação sobre a matéria negra"></a></article></aside><p><strong>Os sinais de nuclídeos geralmente têm origem em rochas enterradas, mas podem ser detetados à superfície</strong>. Podem fornecer um alerta precoce de riscos geológicos, mas, apesar de décadas de observações, os cientistas não associaram as anomalias de nuclídeos a alterações nas propriedades das rochas, limitando a capacidade de monitorizar as emissões de nuclídeos.</p><p>"O nosso trabalho aborda esta lacuna, fornecendo uma base teórica para a interpretação destes sinais, <strong>abrindo caminho para a previsão baseada em nuclídeos e para um melhor alerta precoce de riscos geológicos</strong> e gestão da engenharia de rochas", afirmou Mao.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/the-secret-signals-rocks-send-before-catastrophic-collapse-1778407211287.jpg" data-image="xdbmdmwhzx36" alt="experiment" title="experiment"><figcaption>Um local de monitorização das emissões de radão e da deformação das encostas no interior de um túnel na região do reservatório das Três Gargantas. Crédito: Jia-Qing Zhou.</figcaption></figure><p>A equipa analisou duas observações anteriores de longo prazo sobre a libertação de nuclídeos a partir de rochas submetidas a tensão. Uma delas era um relatório de uma experiência que monitorizou as emissões de radão num cilindro de granito ao longo de um mês, à medida que este se enfraquecia e acabava por se partir. O outro relatório referia-se a uma experiência com a duração de três anos que acompanhou as emissões de radão numa encosta de rocha-mãe perto de um reservatório nos Alpes franceses.</p><p>Para o novo estudo, a equipa analisou os dados de observação, <strong>construiu um modelo para analisar as alterações nos sinais ao longo do tempo</strong> e relacionou-os com as alterações estruturais progressivas nas rochas.</p><p>"O nosso modelo mostra como <strong>os sinais de nuclídeos evoluem à medida que a ruptura da rocha avança através de quatro fases:</strong> início da fissura, abertura da fissura, dilatação da fissura e propagação da fissura", afirmou Mao. "Estas fases correspondem a características distintas dos sinais que podem ser interpretadas quantitativamente."</p><h2>O modelo pode ser utilizado tanto em laboratório como na natureza</h2><p>O modelo reproduziu os sinais de radão em todos os estágios rochosos, enfraquecendo-se e interrompendo-se em experiências laboratoriais. Em aplicações no terreno, que envolvem sistemas naturais mais complexos do que as experiências laboratoriais controladas,<strong> o modelo explicou os sinais captados pela monitorização do leito rochoso</strong>.</p><p>O trabalho oferece aplicações para a previsão de riscos geológicos, como sismos, e poderá ajudar os cientistas<strong> a monitorizar paisagens próximas de reservatórios, onde os níveis de água podem afetar a estabilidade das rochas</strong>.</p><p>"Nestes contextos, <strong>os sinais de nuclídeos fornecem um indicador sensível</strong><strong> e potencialmente em tempo real</strong> das alterações estruturais do subsolo, oferecendo informações valiosas para o alerta precoce e a gestão de riscos", afirmou Mao.</p><p>No entanto, os resultados de campo também revelaram <strong>o impacto de fatores externos</strong> que podem afetar os sinais de nuclídeos em ambientes naturais.</p><p>"Por exemplo, fluidos profundos, como <strong>águas termais ou salmouras</strong>, têm frequentemente maior salinidade ou temperatura, o que pode aumentar a libertação e transmissão de nuclídeos, levando a sinais amplificados", explicou Mao. "Quando a ruptura da rocha se liga a estas vias de fluidos profundos, os sinais observados podem refletir tanto alterações estruturais como processos de mistura de fluidos. Incorporar estes efeitos no modelo será uma direção importante para trabalhos futuros."</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="663973" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/misteriosos-redemoinhos-lunares-como-as-rochas-magnetizadas-e-os-ventos-solares-moldam-a-superficie-da-lua-astronomia.html" title="Misteriosos redemoinhos lunares: como as rochas magnetizadas e os ventos solares moldam a superfície da Lua">Misteriosos redemoinhos lunares: como as rochas magnetizadas e os ventos solares moldam a superfície da Lua</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/misteriosos-redemoinhos-lunares-como-as-rochas-magnetizadas-e-os-ventos-solares-moldam-a-superficie-da-lua-astronomia.html" title="Misteriosos redemoinhos lunares: como as rochas magnetizadas e os ventos solares moldam a superfície da Lua"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/unraveling-the-mysteries-of-lunar-swirls-how-magnetized-rocks-and-solar-winds-shape-the-moon-s-surface-1720028053111_320.jpeg" alt="Misteriosos redemoinhos lunares: como as rochas magnetizadas e os ventos solares moldam a superfície da Lua"></a></article></aside><p>Após o aperfeiçoamento do modelo, este poderá melhorar a rapidez com que interpreta as variações nos sinais de nuclídeos para prever quando as rochas estão prestes a ceder.</p><p>"Embora o nosso modelo comece a quantificar as escalas temporais da génese e transmissão dos sinais, este aspeto ainda não foi totalmente validado em condições de campo", afirmou Mao.<strong> "Colmatar esta lacuna será fundamental</strong> para transformar a nossa estrutura em sistemas práticos de alerta precoce de riscos geológicos."</p><p>A equipa já instalou <strong>estações de observação de radão em três locais na China</strong>: o deslizamento de Huangtupo na área do Reservatório das Três Gargantas, o deslizamento na margem do reservatório perto da Central Hidroelétrica de Xiluodu e a encosta da Estrada Po Shan em Hong Kong, afirmou Jia-Qing Zhou, professor associado da Universidade de Wuhan, na China.</p><p>"Estas instalações foram implementadas para <strong>captar precursores hidrogeoquímicos de potenciais riscos geológicos</strong>, a fim de validar e aperfeiçoar ainda mais a nossa teoria", afirmou Zhou. "A nossa jornada de investigação está longe de terminar."</p><h3><em>Referência da notícia:</em></h3><p><em><a href="https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.2602434123" target="_blank">Probing rock rupture with naturally occurring nuclide signals | PNAS</a>. Zhou, J.-Q., Mao, R., Luo, X., Cardenas, M.B., Chen, Y.-F., Gan, F.-S., Zhou, C.-B., Li, C., Tang, H., Hu, R., Yang, Z. and Manga, M. 9<sup>th</sup> April 2026. </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/os-sinais-secretos-que-as-rochas-enviam-antes-de-um-colapso-catastrofico.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Esqueça a regra das três refeições por dia e coma quando o seu corpo lhe pedir, aconselham alguns investigadores]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/esqueca-a-regra-das-tres-refeicoes-por-dia-e-coma-quando-o-seu-corpo-lhe-pedir-aconselham-alguns-investigadores.html</link><pubDate>Sun, 10 May 2026 15:11:49 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Adeus às três refeições? Os especialistas sugerem ignorar o relógio e comer apenas quando o corpo pedir. Atreves-te a quebrar a regra?</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/repas-alimentation-intuitive-consciente-sante-1777440153065.jpg" data-image="v1qw7mftkrbs" alt="Sin distracciones durante las comidas." title="Sin distracciones durante las comidas."><figcaption>Sem distrações durante as refeições.</figcaption></figure><p>Hábitos alimentares. Durante muitas décadas, aconselharam-nos a fazer três refeições por dia e, além disso, a horas fixas: pequeno-almoço, almoço e jantar. Da mesma forma, <strong>recomendaram-nos que ajustássemos o tamanho das porções de acordo com a refeição em questão</strong>.</p><p>O pequeno-almoço devia ser suficientemente substancial para proporcionar um início de dia enérgico; o almoço, com a quantidade certa para nos dar forças durante a tarde; e o jantar, leve, para não perturbar o sono. Mas e se todas estas regras não fossem necessariamente as ideais?</p><h2>Comer quando o corpo pede: de forma consciente </h2><p>E se, na verdade, fosse mais saudável comer exclusivamente quando sentimos necessidade de o fazer? E se fosse mais saudável parar de comer quando nos sentimos saciados apenas a 80 %? E se, para estarmos em ótima forma física, precisássemos de prestar uma atenção especialmente minuciosa ao que comemos?</p><p>Tudo isto parece representar as novas orientações de nutricionistas e investigadores, que agora nos aconselham a centrar a nossa atenção nos sinais que o nosso corpo nos envia. Afinal,<strong> é o nosso corpo que está mais bem equipado para saber se precisamos de comer ou não</strong>.</p><h3>Esta nova abordagem é conhecida como Alimentação Intuitiva<br></h3><p><strong>Rachel Marshall</strong>, psicóloga clínica, defende os seus benefícios: "A alimentação intuitiva oferece a liberdade de escapar aos efeitos “io-io” das dietas e às regras alimentares rígidas. Sintonizamo-nos melhor com os sinais e as necessidades do nosso corpo, fomentando assim a autoconfiança e promovendo uma maior aceitação corporal. Esta prática permite-nos obter um maior prazer da comida e sentir-nos menos stressados e ansiosos em relação ao ato de comer".</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="764469" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/industria-da-alimentacao-animal-debate-desafios-e-vulnerabilidades-do-setor-em-contexto-de-incerteza-global.html" title="Indústria da alimentação animal debate desafios e vulnerabilidades do setor em contexto de incerteza global">Indústria da alimentação animal debate desafios e vulnerabilidades do setor em contexto de incerteza global</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/industria-da-alimentacao-animal-debate-desafios-e-vulnerabilidades-do-setor-em-contexto-de-incerteza-global.html" title="Indústria da alimentação animal debate desafios e vulnerabilidades do setor em contexto de incerteza global"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/industria-da-alimentacao-animal-debate-desafios-e-vulnerabilidades-do-setor-em-contexto-de-incerteza-global-1776446566306_320.jpg" alt="Indústria da alimentação animal debate desafios e vulnerabilidades do setor em contexto de incerteza global"></a></article></aside><p>Esta abordagem anda de mãos dadas com outra prática conhecida como Alimentação Consciente (Mindful Eating). <strong>Consiste em estar plenamente presente durante a refeição</strong>: sem televisão a tocar de fundo, sem telemóveis, sem livros. Só estás tu e o teu prato. O objetivo:<strong> intensificar a experiência sensorial do ato de comer</strong>.</p><p>"Presta atenção ao sabor, à textura, aos aromas e aos sons da tua comida; fazê-lo ajuda a realçar o prazer", aconselha Susan Albers, psicóloga clínica. "Aprende a reconhecer quando te sentes física e/ou emocionalmente satisfeito."</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/repas-alimentation-intuitive-consciente-sante-1777440249003.jpg" data-image="o5l8unv72553" alt="Las frutas se consumen cada vez más" title="Las frutas se consumen cada vez más"><figcaption>O consumo de fruta tem vindo a aumentar cada vez mais.</figcaption></figure><p>Quando combinadas, estas duas abordagens alimentares parecem produzir excelentes resultados, de acordo com um estudo publicado em agosto na revista <em>Appetite</em>,<strong> incluindo uma menor massa corporal, uma baixa incidência de distúrbios alimentares e uma redução dos sintomas depressivos</strong>.</p><p>No entanto, é importante salientar que estes dois métodos não são adequados para toda a gente, tal como salienta Rachel Goldman, psicóloga especializada em comportamentos alimentares: "Uma pessoa que sofre de um distúrbio alimentar não sabe o que se sente ao experimentar a sensação de saciedade".</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="733782" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/dietas-a-base-de-plantas-podem-prevenir-15-milhoes-de-mortes-por-ano.html" title="Dietas à base de plantas podem prevenir 15 milhões de mortes por ano">Dietas à base de plantas podem prevenir 15 milhões de mortes por ano</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/dietas-a-base-de-plantas-podem-prevenir-15-milhoes-de-mortes-por-ano.html" title="Dietas à base de plantas podem prevenir 15 milhões de mortes por ano"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/plant-based-diets-could-avoid-15-million-deaths-per-year-1759425163898_320.jpg" alt="Dietas à base de plantas podem prevenir 15 milhões de mortes por ano"></a></article></aside><p>E os resultados biológicos seguem a mesma linha, tal como salienta <strong>Danielle Keenan-Miller</strong>, psicóloga clínica: "Além disso, há um conjunto limitado de estudos que sugerem que estas práticas podem estar associadas a melhorias em determinados indicadores-chave de saúde, tais como o perfil lipídico, a regulação da glicose e a inflamação sistémica. Estas abordagens alimentares não acarretam desvantagens biológicas".</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><a href="https://www.nationalgeographic.fr/sante/alimentation-consciente-ou-intuitive-laquelle-privilegier-sante-nutrition-bien-etre" target="_blank"><em>Alimentation consciente ou intuitive : laquelle privilégier ? </em></a></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/esqueca-a-regra-das-tres-refeicoes-por-dia-e-coma-quando-o-seu-corpo-lhe-pedir-aconselham-alguns-investigadores.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Um rio seco continua a ser um rio: ciência explica que a sua proteção é urgente na luta contra as alterações climáticas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/um-rio-seco-continua-a-ser-um-rio-ciencia-explica-que-a-sua-protecao-e-urgente-na-luta-contra-as-alteracoes-climaticas.html</link><pubDate>Sun, 10 May 2026 13:39:50 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Atendendo ao facto dos rios secos serem em grande parte esquecidos pelas Autoridades Hidrográficas e pela população em geral, cientistas da Universidade de Múrcia resolveram investigar a importância dos rios secos para a sociedade. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/um-rio-seco-continua-a-ser-um-rio-a-ciencia-explica-que-a-sua-protecao-e-urgente-na-luta-contra-as-alteracoes-climatica-1778076033492.jpg" data-image="0tqyxgt78bge" alt="Rio seco" title="Rio seco"><figcaption>Rios secos incluem muitos tipos de leito, desde os estreitos, com declive acentuado e substrato composto por grandes pedras e rochas, até aos mais largos, com declives suaves e substrato de sedimentos finos, como areia ou cascalho.</figcaption></figure><p>Desta investigação resultou um artigo científico que veio alertar para a importância dos rios secos para a biodiversidade dessas regiões e não só.</p><h2>Rios Secos - ecossistemas valiosos </h2><p>Existem rios que transportam água durante todo o ano, designados por rios permanentes e existem também outros que secam total ou parcialmente durante o verão, conhecidos como rios intermitentes.</p><p>No entanto, ainda temos outros tipos de rios que não se enquadram em nenhuma destas definições, <strong>os chamados rios secos</strong>.</p><div class="texto-destacado">Os rios secos são canais que nunca transportam água, exceto quando as chuvas torrenciais esporádicas geram cheias repentinas, que recuam muito rapidamente, e que, além disso, não estão conectados a águas subterrâneas, o que significa que organismos aquáticos não podem viver neles.</div><p>Estes rios são especialmente abundantes nas regiões mais áridas da Terra, mas não são exclusivos destas áreas. Na verdade, os rios secos encontram-se em todas as zonas climáticas da Terra, <strong>desde os desertos às regiões polares e das zonas montanhosas até ao litoral</strong>.</p><p>Um dos objetivos do referido estudo é mostrar que os rios secos são ecossistemas por si só, dadas as suas características estruturais e funcionais distintas em comparação com outros rios não perenes, devido à prevalência de condições terrestres.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="766728" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/maquinas-no-terreno-aceleram-limpeza-de-rios-para-evitar-novas-cheias-no-inverno.html" title="Máquinas no terreno aceleram limpeza de rios para evitar novas cheias no inverno">Máquinas no terreno aceleram limpeza de rios para evitar novas cheias no inverno</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/maquinas-no-terreno-aceleram-limpeza-de-rios-para-evitar-novas-cheias-no-inverno.html" title="Máquinas no terreno aceleram limpeza de rios para evitar novas cheias no inverno"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/maquinas-no-terreno-aceleram-limpeza-de-rios-para-evitar-novas-cheias-no-inverno-1777640586760_320.jpg" alt="Máquinas no terreno aceleram limpeza de rios para evitar novas cheias no inverno"></a></article></aside><p>O habitat natural nestes rios é predominantemente terrestre e não aquático, pelo que a sua biodiversidade e funcionamento serão mais semelhantes aos de um ecossistema terrestre. No entanto, enquadram-se na categoria de rios porque, paradoxalmente, são formados e energizados pela força das cheias repentinas. Resumindo, <strong>os rios secos também fazem parte da rede fluvial de uma bacia hidrográfica e devem ser considerados como tal pelos gestores dos rios</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/um-rio-seco-continua-a-ser-um-rio-a-ciencia-explica-que-a-sua-protecao-e-urgente-na-luta-contra-as-alteracoes-climatica-1778076224387.jpg" data-image="o53aen5gizgh" alt="Bacia hidrográfica" title="Bacia hidrográfica"><figcaption>Este estudo pretende sensibilizar os gestores das bacias hidrográficas para a importância dos rios secos</figcaption></figure><p>Os rios secos apresentam tanto os principais impactes que ameaçam os ecossistemas aquáticos (despejo de esgotos, lixo, canalizações etc.) como os típicos dos sistemas terrestres (mineração, aterros sanitários, poluição, impermeabilização dos solos, etc.). <strong>Esta situação coloca os rios secos entre os ecossistemas mais maltratados do mundo</strong>.</p><p>Os autores do estudo chamaram a atenção para o facto dos rios secos fornecerem inúmeros serviços reguladores que são difíceis de serem percebidos pelo público em geral.</p><div class="texto-destacado">Na maior parte das vezes, todos têm uma alta capacidade de acumular sedimentos provenientes da erosão das margens, que geralmente apresentam vegetação muito escassa.</div><p>As chuvas torrenciais agitam os sedimentos e os depositam novamente na bacia hidrográfica. Portanto, em muitos destes rios, surgem ilhas ou bancos de areia, <strong>criando novos habitats para diversos organismos vegetais e animais</strong>.<strong> </strong>Além disso, a areia também pode ser utilizada como material utilizado na construção.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/um-rio-seco-continua-a-ser-um-rio-a-ciencia-explica-que-a-sua-protecao-e-urgente-na-luta-contra-as-alteracoes-climatica-1778076469661.jpg" data-image="seqjv7te0ijw" alt="Construção civil" title="Construção civil"><figcaption>A areia, que resulta da desagregação de rochas, é um material indispensável na construção civil, fundamental para a produção de betão</figcaption></figure><p>O acumulado de matéria orgânica, originária do ambiente terrestre e transportada pela chuva, é uma característica interessante desses rios. <strong>Esse material pode permanecer nos leitos dos rios por um longo período, atuando como reservatório de carbono e nutrientes</strong>.</p><p>Como os níveis de humidade nos leitos secos dos rios podem ser mais altos do que nas áreas circundantes, é possível encontrar em alguns uma comunidade vegetal abundante e rica de arbustos e até árvores.</p><div class="texto-destacado">Os rios secos têm a capacidade de regular o microclima de pequenas áreas e a vegetação que cresce nos seus leitos e margens, ajuda a controlar a qualidade do ar através da absorção de CO<sub>2</sub>, reduz a erosão e facilita a formação e fertilização do solo.</div><p>A vegetação desempenha um papel fundamental na retenção de sedimentos, na estabilização do substrato e na criação de micro habitats que facilitam a fixação de outras espécies.</p><p>Além disso, esta vegetação e as ilhas que se formam nos seus leitos podem atrasar o rápido fluxo das cheias, reduzindo o perigo para os seres humanos, e também <strong>auxiliar na infiltração e acumulação de água nos aquíferos</strong>.</p><p>De acordo com o artigo, os rios secos proporcionam habitats para muitas espécies da fauna diversificada, desde formigas, aranhas, besouros até répteis (como a tartaruga-de-esporas), aves e mamíferos, que utilizam esses cursos de água como corredores ecológicos, para se deslocarem de um lugar para outro, como áreas de descanso ou para construir seus ninhos, desempenhando funções ecológicas importantes, como <strong>a dispersão de sementes e a reciclagem de nutrientes</strong>.</p><p>Além disso, os leitos secos dos rios podem fornecer plantas e animais que servem de alimento ou possuem propriedades medicinais.</p><div class="texto-destacado">Os rios secos prestam múltiplos serviços eco sistémicos: melhoram a qualidade do ar ao absorver dióxido de carbono, reduzem a erosão, contribuem para a formação e fertilização do solo e regulam o microclima local.</div><p>Pode considerar-se que os rios secos são definidos como <strong>o tipo mais extremo de ecossistemas fluviais não perenes</strong>, têm uma biodiversidade única sustentando espécies especializadas, muitas vezes terrestres.</p><h2>Rios secos – serviços imateriais</h2><p>Os autores também fazem referência aos serviços imateriais fornecidos pelos rios secos ao homem, tanto a nível subjetivo como psicológico, capazes de sustentar a qualidade de vida das pessoas e o futuro das populações humanas.</p><p>Os leitos secos dos rios oferecem uma grande variedade de atividades de lazer e recreação devido à sua acessibilidade, sendo uma fonte de inspiração para escritores, poetas, pintores e outros artistas, <strong>transmitem sensações físicas e psicológicas benéficas através da serenidade e da paz que proporcionam</strong> e constituem locais particularmente adequados para aprender sobre o ambiente e desfrutar dele.</p><p>Desta forma, as populações humanas que vivem à sua volta têm tendência para desenvolverem, cada vez mais, o seu próprio conhecimento ecológico local para gerir de forma sustentável os recursos que estes fornecem. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>No entanto, por vezes, também ocorre o desenvolvimento urbano nos leitos desses cursos de água, o que leva à sua vulnerabilidade a eventos de chuvas torrenciais, representando riscos significativos para as populações.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Este estudo demonstra que <strong>os rios secos albergam e suportam fauna e vegetação diversas e abundantes</strong>, são muito ativos no processamento biogeoquímico de nutrientes e matéria orgânica e fornecem numerosos e importantes serviços de ecossistema.</p><p>Os autores esperam que este conhecimento seja considerado pela sociedade, gestores e cientistas para melhorar a condição dos leitos secos dos rios e garantir os inúmeros serviços de ecossistema que oferecem e alertam para a necessidade de conservação, <strong>pois à medida que as mudanças climáticas impactam os ciclos hidrológicos, compreender e proteger os leitos secos de rios é vital</strong>, especialmente porque representam uma entidade ecológica única, distinta de outros rios não perenes.</p><p><strong><em><br></em></strong></p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>María Rosario Vidal-Abarca, Rosa Gómez et al., <a href="https://www.mdpi.com/2071-1050/12/17/7202" target="_blank">“Defining Dry Rivers as the Most Extreme Type of Non-Perennial Fluvial Ecosystems”</a>, Sustainability Journal, Published: 3 September 2020 </em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/um-rio-seco-continua-a-ser-um-rio-ciencia-explica-que-a-sua-protecao-e-urgente-na-luta-contra-as-alteracoes-climaticas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Abrantes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Aguaceiros frequentes e trovoada mantêm-se em Portugal continental até quarta, 13 de maio. Eis o que chegará depois]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aguaceiros-frequentes-e-trovoada-mantem-se-em-portugal-continental-ate-quarta-13-de-maio-eis-o-que-chegara-depois.html</link><pubDate>Sun, 10 May 2026 13:27:16 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma depressão fria deverá continuar a condicionar o estado do tempo em Portugal continental até quarta-feira, favorecendo aguaceiros, trovoada e vento moderado. A partir de quinta-feira, o fluxo atlântico continuará a manter condições de instabilidade, com aumento do vento e da agitação marítima.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa91dqs"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa91dqs.jpg" id="xa91dqs"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O estado do tempo em Portugal continental deverá manter-se instável ao longo da próxima semana, com períodos de chuva ou aguaceiros, vento por vezes forte e agitação marítima significativa. </p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações</div><p>Até quarta-feira, o território continental deverá ser influenciado por uma <strong>depressão fria localizada nas proximidades da Península Ibérica</strong>, seguindo-se depois um fluxo atlântico mais húmido e relativamente instável.</p><h2>Aguaceiros frequentes e trovoada até quarta-feira</h2><p>Na segunda-feira, a <strong>depressão fria continuará a condicionar o estado do tempo</strong> em Portugal continental, favorecendo a ocorrência de aguaceiros frequentes nas regiões Norte e Centro, por vezes acompanhados de trovoada durante a tarde e início da noite. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/instabilidade-mantem-se-em-portugal-continental-o-que-esperar-ate-sexta-feira-15-de-maio-1778416355754.png" data-image="49ydno0jwqe6"><figcaption>A presença de uma depressão fria centrada a oeste da Península Ibérica continuará a condicionar o estado do tempo em Portugal continental durante segunda-feira, favorecendo a entrada de ar húmido e instável. Este padrão deverá traduzir-se em períodos de céu muito nublado e aguaceiros frequentes, sobretudo nas regiões Norte e Centro, localmente mais intensos e acompanhados por trovoada.</figcaption></figure><p>Os acumulados de precipitação poderão variar entre <strong>10 e 25 mm </strong>em vários locais do Norte e Centro, com valores localmente superiores em áreas montanhosas e zonas expostas ao relevo. O vento soprará de oeste e sudoeste, com rajadas até <strong>40 km/h</strong> no litoral e nas terras altas.</p><p>Entre terça e quarta-feira, a depressão fria deverá manter-se próxima da fachada atlântica da Península Ibérica, sustentando um <strong>ambiente húmido e instável</strong> sobre o território continental. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/instabilidade-mantem-se-em-portugal-continental-o-que-esperar-ate-sexta-feira-15-de-maio-1778417239350.png" data-image="a7jppriivyd5"><figcaption>A distribuição da precipitação acumulada prevista para terça-feira evidencia um cenário de instabilidade mais persistente nas regiões Norte e Centro, onde os acumulados poderão ultrapassar localmente 40 a 50 mm, sobretudo no litoral e em áreas montanhosas. Mais a sul, os valores deverão ser menos expressivos, refletindo menor frequência e intensidade da precipitação ao longo do dia.</figcaption></figure><p>Os aguaceiros poderão tornar-se mais frequentes e localmente fortes, sobretudo no <strong>Minho, Douro Litoral e Beira Litoral</strong>, onde os acumulados de precipitação poderão ultrapassar <strong>40 a 60 mm</strong> até ao final de quarta-feira. Nas regiões do interior Norte e Centro não se exclui a <strong>ocorrência de trovoada</strong> e episódios pontuais de granizo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/instabilidade-mantem-se-em-portugal-continental-o-que-esperar-ate-sexta-feira-15-de-maio-1778417144834.png" data-image="ldb7jbun1by1"><figcaption>A distribuição da temperatura prevista para terça-feira reflete um ambiente relativamente fresco para a época, com valores mais baixos nas regiões Norte e Centro e temperaturas mais elevadas no Sul, onde os valores poderão aproximar-se dos 20 a 22 °C. Este contraste resulta da influência da circulação atlântica e da nebulosidade associada à depressão fria, favorecendo uma sensação térmica mais amena em grande parte do território.</figcaption></figure><p>O vento deverá soprar geralmente fraco a moderado até quarta-feira, predominando do quadrante oeste. As temperaturas deverão manter-se abaixo da média climatológica para maio em várias regiões do país, com máximas entre <strong>17 e 23 °C </strong>na generalidade do território e mínimas entre 8 e 14 °C.</p><h2>Circulação atlântica mantém tempo instável até sexta-feira</h2><p>A partir de quinta-feira, a <strong>depressão fria deverá afastar-se gradualmente</strong> da Península Ibérica. Ainda assim, Portugal continental continuará sob influência de um fluxo atlântico húmido, favorecendo a ocorrência de aguaceiros dispersos, sobretudo nas regiões Norte e Centro. O <strong>vento deverá intensificar-se no litoral</strong> oeste e nas terras altas, soprando por vezes moderado a forte, com rajadas superiores a 50 km/h nos locais mais expostos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/instabilidade-mantem-se-em-portugal-continental-o-que-esperar-ate-sexta-feira-15-de-maio-1778416410625.png" data-image="7oaljcl116i5"><figcaption>A circulação atmosférica associada a um fluxo de oeste deverá favorecer um aumento da intensidade do vento durante a tarde de quinta-feira, sobretudo no litoral oeste e nas terras altas. As rajadas poderão atingir localmente 50 a 60 km/h nos locais mais expostos, reforçando a sensação de tempo instável em várias regiões do território.</figcaption></figure><p>A agitação marítima deverá voltar a aumentar entre quinta e sexta-feira, com <strong>ondas entre 4 e 6 metros</strong> na costa ocidental e valores pontualmente superiores a 7 metros ao largo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="768075" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-de-11-a-15-de-maio-acores-despedem-se-da-instabilidade-madeira-mantem-chuva-numa-semana-mais-fresca.html" title="Previsão de 11 a 15 de maio: Açores despedem-se da instabilidade; Madeira mantém chuva numa semana mais fresca">Previsão de 11 a 15 de maio: Açores despedem-se da instabilidade; Madeira mantém chuva numa semana mais fresca</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-de-11-a-15-de-maio-acores-despedem-se-da-instabilidade-madeira-mantem-chuva-numa-semana-mais-fresca.html" title="Previsão de 11 a 15 de maio: Açores despedem-se da instabilidade; Madeira mantém chuva numa semana mais fresca"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-de-11-a-15-de-maio-acores-despedem-se-da-instabilidade-madeira-mantem-chuva-numa-semana-mais-fresca-1778417732398_320.jpg" alt="Previsão de 11 a 15 de maio: Açores despedem-se da instabilidade; Madeira mantém chuva numa semana mais fresca"></a></article></aside><p>Por se tratar de uma previsão de médio prazo, aconselha-se acompanhar as próximas atualizações meteorológicas, uma vez que pequenas alterações na posição da depressão fria poderão influenciar a distribuição e intensidade da precipitação, do vento e da agitação marítima em Portugal continental.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/aguaceiros-frequentes-e-trovoada-mantem-se-em-portugal-continental-ate-quarta-13-de-maio-eis-o-que-chegara-depois.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Palma]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Previsão de 11 a 15 de maio: Açores despedem-se da instabilidade; Madeira mantém chuva numa semana mais fresca]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-de-11-a-15-de-maio-acores-despedem-se-da-instabilidade-madeira-mantem-chuva-numa-semana-mais-fresca.html</link><pubDate>Sun, 10 May 2026 13:01:30 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Os Açores iniciam a semana com precipitação forte e trovoada, mas o tempo melhorará gradualmente até sexta-feira. Na Madeira persistirão aguaceiros fracos ao longo de toda a semana. Saiba o que esperar do tempo, dia-a-dia, nos arquipélagos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-de-11-a-15-de-maio-acores-despedem-se-da-instabilidade-madeira-mantem-chuva-numa-semana-mais-fresca-1778417732398.jpg" data-image="m1c7vt07q3qw"><figcaption>O estado do tempo nos arquipélagos dos Açores e Madeira será marcado pela variabilidade ao longo da semana de 11 a 15 de maio.</figcaption></figure><p>A mesma <strong>depressão fria</strong> que se mantém ‘estacionada’ a oeste de Portugal continental gerará frentes e linhas de instabilidade em torno do seu centro que serão suficientemente amplas para alcançar o arquipélago dos Açores, mantendo um quadro de<strong> instabilidade neste território insular que se prolongará até amanhã, 11 de maio</strong>.</p><h2>Aviso amarelo de precipitação localmente forte nos Grupos Central e Oriental até amanhã, 11 de maio</h2><p>Assim, entre hoje (10) e amanhã - segunda-feira, 11 de maio - é expectável um período de instabilidade meteorológica nos Açores, suficientemente ativo para já ter desencadeado aviso amarelo de precipitação nos Grupos Central e Oriental. <strong>Até às 09:00 da manhã de segunda-feira, 11 de maio, preveem-se aguaceiros localmente fortes</strong> nas 7 ilhas centrais e orientais, podendo ser acompanhados de <strong>trovoada</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-de-11-a-15-de-maio-acores-despedem-se-da-instabilidade-madeira-mantem-chuva-numa-semana-mais-fresca-1778416791146.png" data-image="2gu7mcyy6czi"><figcaption>A madrugada e manhã de segunda-feira, 10 de maio, será bastante chuvosa nos Açores, em particular nos Grupos Central e Oriental.</figcaption></figure><p>Nas ilhas do Corvo e das Flores também se espera ocorrência de precipitação convectiva, mas a previsão sinóptica indica uma frequência e intensidade menores, sem critérios para emissão de aviso amarelo. A partir do início da tarde, os aguaceiros diminuirão gradualmente em frequência e intensidade e ao início da noite já praticamente ter-se-ão dissipado dos Açores. </p><h2>Eis como poderá evoluir o estado do tempo nos Açores entre terça e sexta-feira</h2><p>Na terça-feira (12) o anticiclone, atualmente mais deslocado para norte do que o habitual sobre o oceano Atlântico (inserido no padrão de Crista Atlântica), estenderá a sua influência ligeiramente para sul, alcançando os Açores e proporcionando condições meteorológicas estáveis no arquipélago.</p><p>Prevê-se então que <strong>12 de maio seja um dia marcado por períodos de céu muito nublado com abertas nas 9 ilhas açorianas</strong>. Embora a probabilidade de ocorrência de precipitação seja geralmente baixa, não se exclui o aparecimento pontual de <strong>chuviscos fracos e dispersos, sobretudo na ilha de São Miguel</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-de-11-a-15-de-maio-acores-despedem-se-da-instabilidade-madeira-mantem-chuva-numa-semana-mais-fresca-1778416927757.png" data-image="xg43g79nw2tw"><figcaption>Quarta-feira, 13 de maio, será uma jornada com maior variabilidade meteorológica nos Açores.</figcaption></figure><p>Quanto a <strong>quarta-feira, 13 de maio</strong>, espera-se um panorama relativamente semelhante ao do dia anterior, com propensão a períodos de céu muito nublado e abertas. <strong>Mas haverá nuances que emprestarão uma maior variabilidade meteorológica</strong>.</p><p>Isto porque, de acordo com os mapas de referência da Meteored, observa-se um ligeiro aumento da probabilidade de ocorrência de aguaceiros, geralmente fracos, em todas as ilhas do arquipélago. No Grupo Ocidental serão raros e pouco frequentes. <strong>Nas ilhas centrais e orientais serão mais frequentes, podendo persistir em zonas da ilha de São Miguel</strong> durante praticamente todo o dia.</p><p>Na <strong>quinta-feira (14) observa-se uma maior influência da região de altas pressões</strong>, com o seu centro a descer em latitude e mais próximo ao arquipélago dos Açores. Prevê-se que seja um <strong>dia estável e geralmente seco, com períodos de céu muito nublado e boas abertas em todas as ilhas</strong>. A probabilidade de ocorrência de precipitação reduzirá drasticamente.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-de-11-a-15-de-maio-acores-despedem-se-da-instabilidade-madeira-mantem-chuva-numa-semana-mais-fresca-1778416974751.png" data-image="e1r42ydzz184"><figcaption>Acumulados de precipitação previstos para os Açores. A precipitação será intermitente e geralmente fraca ao longo da semana de 11 a 15 de maio, sendo que grande parte dos valores observados se devem à precipitação que cairá no arquipélago entre domingo (10) e segunda-feira (11).</figcaption></figure><p>Mesmo assim, apesar de uma maior proximidade do anticiclone, poderão verificar-se <strong>aguaceiros fracos e dispersos</strong> em alguns momentos do dia no arquipélago, tendencialmente mais prováveis e frequentes no <strong>Grupo Oriental</strong>.</p><p>Para <strong>sexta-feira, 15 de maio</strong>, preveem-se períodos de céu muito nublado com abertas em todas as ilhas açorianas. De momento, os mapas não vislumbram qualquer hipótese de precipitação para este dia. Pelo que, deste modo, espera-se que este seja <strong>um dos dias da semana mais estáveis, secos e soalheiros nos Açores</strong>. </p><h2>Condições meteorológicas também marcadas por vento Norte e um ambiente mais fresco que o habitual</h2><p>Prevê-se que o <strong>vento sopre predominantemente de nor-nordeste</strong>, com intensidade fraca a moderada (10 a 30 km/h) entre terça e sexta-feira, dias 12 e 15 de maio em todas as ilhas do arquipélago.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-de-11-a-15-de-maio-acores-despedem-se-da-instabilidade-madeira-mantem-chuva-numa-semana-mais-fresca-1778416540135.png" data-image="sxb8j6gzq8o9"><figcaption>Verificam-se anomalias térmicas negativas em todas as ilhas açorianas ao longo da semana vindoura.</figcaption></figure><p>Além disto, tudo indica que os Açores registarão uma semana mais fresca do que o normal, estando previstas <strong>anomalias térmicas negativas em todas as ilhas</strong>, isto é, as temperaturas registadas apresentarão valores entre 1 e 4 ºC inferiores à média climatológica de referência.</p><h2>E no arquipélago da Madeira, o que esperar do tempo?</h2><p>Nesta região insular portuguesa prevê-se um panorama de <strong>relativa variabilidade meteorológica</strong> ao longo da semana. Embora em muitas ocasiões o cenário seja dominado por períodos de céu parcialmente nublado ou com nebulosidade dispersa e boas abertas, <strong>a precipitaçã</strong><strong>o</strong> - sob a forma de aguaceiros geralmente fracos e por vezes moderados - <strong>teimará em persistir entre segunda-feira (11) e sexta-feira (15)</strong>, surgindo durante alguns momentos do dia, todos os dias.</p><p><strong>Ou seja, choverá um pouco todos os dias</strong>, mas não de forma persistente nem abundante. De acordo com os nossos mapas, a Costa Norte e as Regiões Montanhosas registarão os valores mais elevados de precipitação acumulada da semana (entre 20 e 30 mm) na Região Autónoma da Madeira. No resto do arquipélago madeirense esperam-se acumulados substancialmente menores (entre 5 e 15 mm).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-de-11-a-15-de-maio-acores-despedem-se-da-instabilidade-madeira-mantem-chuva-numa-semana-mais-fresca-1778416401980.png" data-image="tkitwctx5i1f"><figcaption>São Vicente, Curral de Freiras e Santana serão algumas das localidade da ilha da Madeira onde mais choverá na semana de 11 a 15 de maio.</figcaption></figure><p>O vento soprará de Oeste nos primeiros dias da semana mas tenderá a mudar de quadrante em meados da semana, surgindo de nor-nordeste entre quarta e sexta-feira, dias 13 a 15 de maio.<strong> Entre quinta (14) e sexta-feira (15) poderão registar-se rajadas até 40 ou 50 km/h, especialmente nas extremidades ocidental e oriental da ilha da Madeira</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767967" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-tempo-nas-celebracoes-da-nossa-senhora-de-fatima-saiba-o-que-esperar-da-chuva-em-fatima-nos-dias-12-e-13-de-maio.html" title="O tempo nas Celebrações da Nossa Senhora de Fátima: saiba o que esperar da chuva em Fátima nos dias 12 e 13 de maio">O tempo nas Celebrações da Nossa Senhora de Fátima: saiba o que esperar da chuva em Fátima nos dias 12 e 13 de maio</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-tempo-nas-celebracoes-da-nossa-senhora-de-fatima-saiba-o-que-esperar-da-chuva-em-fatima-nos-dias-12-e-13-de-maio.html" title="O tempo nas Celebrações da Nossa Senhora de Fátima: saiba o que esperar da chuva em Fátima nos dias 12 e 13 de maio"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-nas-celebracoes-da-nossa-senhora-de-fatima-saiba-o-que-esperar-da-chuva-em-fatima-nos-dias-12-e-13-de-maio-1778334107499_320.png" alt="O tempo nas Celebrações da Nossa Senhora de Fátima: saiba o que esperar da chuva em Fátima nos dias 12 e 13 de maio"></a></article></aside><p>Tal como nos Açores, também para a Madeira se antecipam anomalias térmicas negativas ao longo da semana. No entanto, no arquipélago madeirense ainda serão mais expressivas,<strong> sobretudo nas regiões montanhosas e na costa norte, onde se observam temperaturas entre 3 e 7 ºC inferiores à média</strong>, algo para o qual contribuirá uma maior exposição ao vento norte, a influência marítima e o efeito de altitude.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-de-11-a-15-de-maio-acores-despedem-se-da-instabilidade-madeira-mantem-chuva-numa-semana-mais-fresca.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Os Estados Unidos abrem os seus arquivos secretos sobre OVNIs: o que revelam os primeiros documentos desclassificados]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/os-estados-unidos-abrem-seus-arquivos-secretos-sobre-ovnis-o-que-revelam-os-primeiros-documentos-desclassificados.html</link><pubDate>Sun, 10 May 2026 07:31:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Os Estados Unidos começaram a desclassificar arquivos oficiais sobre OVNIs, incluindo vídeos, fotos e relatórios militares inéditos, o que reacendeu o debate global sobre fenómenos aéreos não identificados e a possível existência de vida extraterrestre.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/estados-unidos-abre-sus-archivos-secretos-sobre-ovnis-que-revelan-los-primeros-documentos-desclasificados-1778263612423.jpg" data-image="7sn14775bz13" alt="Arquivos oficiais de Trump sobre OVNIs nos Estados Unidos são desclassificados" title="Arquivos oficiais de Trump sobre OVNIs nos Estados Unidos são desclassificados"><figcaption>As autoridades esclareceram que "nenhum material demonstra origem extraterrestre".</figcaption></figure><p>O governo Trump começou a divulgar <strong>arquivos oficiais sobre fenómenos aéreos não identificados</strong>. Vídeos, fotos e documentos inéditos reacenderam o debate global sobre OVNIs e a possibilidade de vida extraterrestre.</p><div class="texto-destacado">A decisão tem vindo a gerar expectativa há meses. Finalmente, nesta sexta-feira, o governo dos Estados Unidos começou a desclassificar centenas de documentos oficiais relacionados com fenómenos aéreos não identificados, historicamente conhecidos como OVNIs ou, na terminologia moderna, UAPs (Fenómenos Anómalos Não Identificados).</div><p>O primeiro lote inclui mais de 160 arquivos com fotografias, registos militares, vídeos e relatórios elaborados por várias agências federais. O material foi publicado num site oficial do Departamento de Defesa dos EUA e, <strong>embora não contenha provas conclusivas de vida extraterrestre, recolocou o tema no centro das atenções internacionais</strong>.</p><h2>O anúncio que reacendeu décadas de mistério</h2><p>A abertura dos arquivos <strong>responde a uma ordem emitida meses atrás pelo presidente Donald Trump</strong>, que tinha prometido uma política de "transparência total" em relação aos arquivos ligados a supostos encontros com objetos voadores não identificados.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr"> <a href="https://twitter.com/hashtag/ALERTA?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#ALERTA</a> | El Departamento de Guerra de Estados Unidos desclasificó los primeros registros de encuentros con Fenómenos Anómalos No Identificados UAP y OVNI. Las autoridades informaron que los archivos adicionales se liberarán de forma periódica bajo un sistema de publicación <a href="https://t.co/IEYyNlD7Us">pic.twitter.com/IEYyNlD7Us</a></p>— Mundo en Conflicto (@MundoEConflicto) <a href="https://twitter.com/MundoEConflicto/status/2052758069264646441?ref_src=twsrc%5Etfw">May 8, 2026</a></blockquote></figure><p>Segundo o Departamento de Guerra, a publicação inclui documentação compilada por agências como a NASA, o FBI, o Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional e o Gabinete de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios, <strong>criado especificamente para investigar este tipo de fenómeno</strong>.</p><p>Entre os documentos estão relatórios de pilotos militares, comunicações históricas de missões espaciais e gravações audiovisuais feitas por aeronaves e navios dos EUA. <strong>Alguns dos vídeos mostram objetos metálicos a mover-se a velocidades</strong> difíceis de explicar utilizando as tecnologias conhecidas, embora as autoridades tenham esclarecido que “nenhum material comprova a origem extraterrestre”.</p><h2>Vídeos inéditos e depoimentos históricos</h2><p>Um dos arquivos mais comentados é <strong>uma gravação feita sobre o Mar Mediterrâneo</strong>, onde um objeto elipsoidal parece estar a mover-se a alta velocidade perto de aeronaves militares. Transcrições da missão Gemini 7 e fotografias históricas relacionadas com os programas espaciais da NASA também foram divulgadas.</p><p>Além disso, <strong>o novo banco de dados de documentos inclui relatórios elaborados durante a Guerra Fria</strong> e manuais internos sobre possíveis protocolos de defesa contra fenómenos aéreos desconhecidos. Alguns documentos permaneceram classificados por décadas por razões de segurança nacional.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estados-unidos-abre-sus-archivos-secretos-sobre-ovnis-que-revelan-los-primeros-documentos-desclasificados-1778263663045.jpg" data-image="9it6j0c6iy3h" alt="Arquivos oficiais de Trump sobre OVNIs nos Estados Unidos são desclassificados" title="Arquivos oficiais de Trump sobre OVNIs nos Estados Unidos são desclassificados"><figcaption>A publicação representa um dos maiores exercícios de transparência governamental sobre o assunto na história recente dos EUA.</figcaption></figure><p>O governo dos EUA garantiu que o site oficial continuará a ser atualizado semanalmente com novos arquivos, imagens e vídeos anteriormente reservados.</p><h2>Entre a transparência e as suspeitas políticas</h2><p>O anúncio causou sensação imediata nos media e reacendeu tanto o <strong>interesse científico quanto as teorias da conspiração em torno do fenómeno OVNI</strong>. Nas redes sociais, milhões de utilizadores começaram a analisar os vídeos divulgados pelo Pentágono quadro a quadro.</p><p>No entanto, a medida também gerou críticas na esfera política americana. Alguns analistas acreditam que <strong>a desclassificação ocorre num momento complexo para a Casa Branca</strong>, marcado por tensões internacionais e dificuldades económicas internas.</p><p>Ainda assim, especialistas em segurança e astronomia afirmam que a publicação representa <strong>um dos maiores exercícios de transparência governamental sobre o assunto na história recente dos EUA</strong>.</p><p>Durante anos, vários setores exigiram o acesso público a este tipo de informação, especialmente após as audiências realizadas no Congresso dos EUA e as declarações de ex-militares que <strong>afirmaram ter testemunhado objetos com comportamentos "impossíveis" para a tecnologia atual</strong>.</p><h3>O fenómeno OVNI volta ao centro do debate global</h3><p>A desclassificação marca um novo capítulo numa discussão que combina ciência, defesa, política e cultura popular. <strong>Embora nenhuma evidência definitiva de vida extraterrestre tenha surgido até ao momento</strong>, a divulgação em massa de documentos oficiais reacendeu uma questão que tem ecoado por gerações: estamos realmente sozinhos no universo?</p><p>Entretanto, <strong>o governo dos EUA promete continuar a divulgar material nas próximas semanas</strong>. E cada novo arquivo pode reacender um mistério que, longe de desaparecer, parece mais vivo do que nunca.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/os-estados-unidos-abrem-seus-arquivos-secretos-sobre-ovnis-o-que-revelam-os-primeiros-documentos-desclassificados.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Especialistas criam um novo plástico capaz de se autodestruir por completo]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/especialistas-criam-um-novo-plastico-capaz-de-se-autodestruir-por-completo.html</link><pubDate>Sun, 10 May 2026 06:19:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Muitos produtos de plástico são concebidos para serem utilizados apenas uma vez, mas o próprio material dura anos. Uma nova estratégia está a abordar este problema criando produtos que se autodestroem sob comando, conhecidos como plásticos vivos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/especialistas-criam-um-novo-plastico-capaz-de-se-autodestruir-por-completo-1778245364619.jpg" data-image="bwz9a5odbnsq" alt="plástico; imagem ilustrativa" title="plástico; imagem ilustrativa"><figcaption>Uma equipa de investigadores criou um novo tipo de plástico, capaz de se autodestruir.</figcaption></figure><p>Os materiais que compõem os plásticos vivos, incorporam micróbios ativáveis que degradam o plástico juntamente com os polímeros. Esta equipa de especialistas utilizou duas estirpes bacterianas que trabalharam em conjunto e <strong>degradaram completamente o material em apenas seis dias</strong>, <strong>sem produzir microplásticos</strong>.</p><h2>Porque é que os cientistas estão a repensar os plásticos?</h2><p>Zhuojun Dai, um dos autores do artigo, explica que "a constatação de que os plásticos tradicionais persistem durante séculos, enquanto muitas aplicações, como as embalagens, têm uma vida útil curta, levou-nos a perguntar: <strong>poderíamos incorporar a degradação diretamente no ciclo de vida do material?</strong>"</p><div class="texto-destacado"><strong>"Ao incorporar estes micróbios, os plásticos poderiam efetivamente 'ganhar vida' e autodestruir-se sob comando, transformando a durabilidade de um problema numa característica programável".</strong><br>Zhuojun Dai.</div><p><strong> Muitos micróbios podem quebrar longas cadeias poliméricas em pedaços mais pequenos, utilizando enzimas</strong>. Como os plásticos são polímeros, estas enzimas ou os micróbios que as produzem poderiam ser incorporados nos plásticos vivos. </p><h2>Como funciona o sistema de plástico vivo</h2><p> Enquanto as tentativas anteriores dependiam principalmente de uma única enzima, Dai, Jin Geng, Dianpeng Qi e os seus colegas queriam melhorar a eficiência da destruição. Assim, <strong>modificaram geneticamente a bactéria <em>Bacillus subtilis</em> para produzir duas enzimas cooperativas degradadoras de polímeros</strong>. Uma enzima atua como um cortador aleatório, fragmentando as longas cadeias de polímero em pedaços mais pequenos, enquanto a outra mastiga lentamente esses pedaços nas suas unidades monoméricas a partir de cada extremidade. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/especialistas-criam-um-novo-plastico-capaz-de-se-autodestruir-por-completo-1778245425394.jpg" data-image="sn0ppuazjerw" alt="plástico autodestrutivo" title="plástico autodestrutivo"><figcaption>Os recentes avanços na biologia sintética possibilitaram o desenvolvimento de plásticos vivos com esporos incorporados. Estes plásticos vivos podem funcionar quando os esporos estão dormentes e degradam-se quando são ativados. Crédito: Adaptado de ACS Applied Polymer Materials 2026, DOI: 10.1021/acsapm.5c04611</figcaption></figure><p> A equipa misturou a forma dormente dos esporos de <em>B. subtilis</em> com policaprolactona (um polímero comum na impressão 3D e em algumas suturas cirúrgicas) para proteger os micróbios antes de serem necessários. O plástico vivo resultante tinha propriedades mecânicas semelhantes às dos filmes de policaprolactona simples. No entanto, <strong>após a adição de um caldo nutritivo a 50 ºC, os esporos foram ativados, decompondo o plástico até aos seus componentes básicos em apenas seis dias</strong>. A cooperação entre as enzimas foi tão eficiente que impediu até a criação de partículas de microplástico durante o processo de degradação. </p><h2>Testes no mundo real e o que se segue</h2><p> Como prova de conceito, os investigadores criaram um elétrodo de plástico <em>wearable</em> a partir do seu plástico vivo e descobriram que funcionava como esperado, <strong>degradando-se completamente em duas semanas</strong>. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767199" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/um-plastico-mais-ecologico-material-a-base-de-canhamo-traz-esperanca-diante-da-crise-da-poluicao.html" title="Um plástico mais ecológico? Material à base de cânhamo traz esperança diante da crise da poluição">Um plástico mais ecológico? Material à base de cânhamo traz esperança diante da crise da poluição</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/um-plastico-mais-ecologico-material-a-base-de-canhamo-traz-esperanca-diante-da-crise-da-poluicao.html" title="Um plástico mais ecológico? Material à base de cânhamo traz esperança diante da crise da poluição"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/a-greener-plastic-hemp-based-material-offers-hope-against-pollution-crisis-1777754373376_320.jpg" alt="Um plástico mais ecológico? Material à base de cânhamo traz esperança diante da crise da poluição"></a></article></aside><p>Em trabalhos futuros, os investigadores<strong> esperam desenvolver um gatilho para os esporos na água, onde grande parte da poluição plástica acaba</strong>. E embora este trabalho se tenha centrado apenas num polímero, uma estratégia semelhante poderia ser utilizada noutros tipos de plástico, incluindo aqueles normalmente encontrados em plásticos de utilização única. </p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>Chenwang Tang, Jing Sun, Qing Wang, Runtao Zhu, Lin Wang, Guangfa Xiang, Jiaxin Tang, Jie Li, Hang Zhao, Shuhui Li, Junsong Sun, Zhiyuan Liu, Jin Geng, Dianpeng Qi, and Zhuojun Dai. <a href="https://pubs.acs.org/doi/10.1021/acsapm.5c04611" target="_blank">Degradable Living Plastics Programmed by Engineered Microbial Consortia</a>. ACS Applied Polymer Materials (2026).</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/especialistas-criam-um-novo-plastico-capaz-de-se-autodestruir-por-completo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuva, vento e trovoada? Em Cascais a época balnear já começou]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/chuva-vento-e-trovoada-em-cascais-a-epoca-balnear-ja-comecou.html</link><pubDate>Sun, 10 May 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Apesar dos avisos de mau tempo em vários distritos de Portugal continental, Cascais voltou a antecipar o verão e tornou-se o primeiro concelho a abrir oficialmente a época balnear.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-vento-e-trovoada-em-cascais-a-epoca-balnear-ja-comecou-1778320620553.jpg" data-image="3izdv2sa08zn" alt="Cascais" title="Cascais"><figcaption>Mau tempo em vários distritos não trava abertura da época balnear em Cascais. Foto: Unsplash</figcaption></figure><p>O verão só chega daqui a mais de um mês. Além disso, há vários distritos em Portugal continental em<strong> risco por chuva, trovoada e vento</strong> durante este fim de semana. Ainda assim, há praias que não se deixam assustar. Aliás, no<strong> concelho de Cascais</strong>, <strong>a época balnear já está oficialmente aberta</strong>. </p><p>As condições meteorológicas podem não ser as melhores até às 21:00 horas de domingo, 10 de maio. “O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou 14 distritos de Portugal continental sob<strong> aviso amarelo </strong>devido à previsão de períodos de chuva por vezes forte, trovoada e rajadas de vento até 75 km/h, associados à aproximação e passagem de uma depressão atlântica a oeste da Península Ibérica”,<a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-multiplica-os-avisos-varios-distritos-em-risco-por-chuva-trovoada-e-vento-entre-hoje-e-as-21-00-de-domingo.html" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext"> avisou</a> Ana Palma. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767844" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-multiplica-os-avisos-varios-distritos-em-risco-por-chuva-trovoada-e-vento-entre-hoje-e-as-21-00-de-domingo.html" title="IPMA multiplica os avisos: vários distritos em risco por chuva, trovoada e vento entre hoje e as 21:00 de domingo">IPMA multiplica os avisos: vários distritos em risco por chuva, trovoada e vento entre hoje e as 21:00 de domingo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-multiplica-os-avisos-varios-distritos-em-risco-por-chuva-trovoada-e-vento-entre-hoje-e-as-21-00-de-domingo.html" title="IPMA multiplica os avisos: vários distritos em risco por chuva, trovoada e vento entre hoje e as 21:00 de domingo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ipma-multiplica-os-avisos-9-distritos-em-risco-por-chuva-trovoada-e-vento-ate-as-15-horas-de-amanha-1778240521145_320.png" alt="IPMA multiplica os avisos: vários distritos em risco por chuva, trovoada e vento entre hoje e as 21:00 de domingo"></a></article></aside><p>No entanto, a autarquia de Cascais mantém-se positiva e já pensa nos fins de semana de calor que hão de vir.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.<br> </div><p>“<strong>Cascais abriu oficialmente a Época Balnear 2026</strong>. Como já é tradição, o concelho volta a ser o primeiro em Portugal continental a abrir esta temporada a 1 de maio, que se vai prolongar até 30 de setembro, sendo uma das mais longas do país”, lê-se no<em> site</em>. </p><h2>O primeiro município a abrir época balnear</h2><p>O concelho volta assim a ser o primeiro município do País a abrir a época balnear. Durante os próximos meses, estarão <strong>mais de 50 nadadores-salvadores</strong> a <strong>vigiar as 13 praias balneares do concelho</strong>. O melhor é que sete delas têm bandeira azul: Avencas, Carcavelos, Crismina, Guincho Norte, Guincho Sul, Parede, S. Pedro do Estoril. Destas, três são consideradas praias acessíveis: Carcavelos, Tamariz e Conceição.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-vento-e-trovoada-em-cascais-a-epoca-balnear-ja-comecou-1778320686092.jpg" data-image="rkca219q5455" alt="Cascais" title="Cascais"><figcaption>O arranque foi dado na cerimónia de abertura que aconteceu a 1 de maio, na Praia da Parede. Foto: CM Cascais</figcaption></figure><p>“Estão ainda disponíveis vários equipamentos a serem utilizados nas praias, como o trator de limpeza de areias da Cascais Ambiente e as Moto 4 da BraveHeart”, informam também. </p><p>Ao longo da época balnear será realizada ainda a <strong>monitorização da qualidade das águas e areias</strong> em todas as praias do concelho, com ensaios dos parâmetros microbiológicos, fungos e leveduras, que vão permitir averiguar possíveis contaminações e garantir maior segurança para a saúde dos banhistas.</p><h2>Cascais garante ser diferente</h2><p>“Cascais é diferente por aquilo que é o serviço que todos aqueles que cuidam das nossas praias e dos nossos mares prestam todos os dias no nosso concelho,” referiu Nuno Piteira Lopes, presidente da Câmara Municipal de Cascais. </p><div class="texto-destacado">A fiscalização e monitorização das praias está assegurada pelo Dispositivo Municipal de Sensibilização e Fiscalização da Época Balnear de Cascais, que reúne Empresas Municipais, Departamentos do Universo Municipal, Forças de Segurança, Polícia Municipal, Associação de Concessionários, Serviço Municipal de Proteção Civil e muitas outras entidades.</div><p>Os jovens Maré Viva também vão voltar às praias em breve, continuando a assegurar o apoio na manutenção dos acessos e outras iniciativas ligadas à época balnear. </p><h2>Tenha cuidado</h2><p>Apesar da abertura antecipada da época balnear em Cascais e do ambiente otimista vivido no concelho, <strong>as previsões meteorológicas para este fim de semana obrigam a alguns cuidados</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767967" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-tempo-nas-celebracoes-da-nossa-senhora-de-fatima-saiba-o-que-esperar-da-chuva-em-fatima-nos-dias-12-e-13-de-maio.html" title="O tempo nas Celebrações da Nossa Senhora de Fátima: saiba o que esperar da chuva em Fátima nos dias 12 e 13 de maio">O tempo nas Celebrações da Nossa Senhora de Fátima: saiba o que esperar da chuva em Fátima nos dias 12 e 13 de maio</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-tempo-nas-celebracoes-da-nossa-senhora-de-fatima-saiba-o-que-esperar-da-chuva-em-fatima-nos-dias-12-e-13-de-maio.html" title="O tempo nas Celebrações da Nossa Senhora de Fátima: saiba o que esperar da chuva em Fátima nos dias 12 e 13 de maio"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-nas-celebracoes-da-nossa-senhora-de-fatima-saiba-o-que-esperar-da-chuva-em-fatima-nos-dias-12-e-13-de-maio-1778334107499_320.png" alt="O tempo nas Celebrações da Nossa Senhora de Fátima: saiba o que esperar da chuva em Fátima nos dias 12 e 13 de maio"></a></article></aside><p> “Face a este cenário, as autoridades recomendam precaução nas deslocações, sobretudo durante a madrugada e manhã de sábado. É aconselhável conduzir com velocidade reduzida, evitar zonas inundáveis e acompanhar a evolução das previsões e dos avisos meteorológicos emitidos pelo IPMA e pela Proteção Civil.” </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/chuva-vento-e-trovoada-em-cascais-a-epoca-balnear-ja-comecou.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Da Terra para a Artemis: a NASA divulga milhares de imagens de alta resolução da missão Artemis II]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/da-terra-para-a-artemis-a-nasa-divulga-milhares-de-imagens-de-alta-resolucao-da-missao-artemis-ii.html</link><pubDate>Sat, 09 May 2026 15:16:12 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>As fotografias de alta resolução destacam uma missão histórica e levam as imagens da exploração espacial tripulada aos dispositivos pessoais em todo o mundo. As imagens da Terra, um eclipse lunar e a superfície lunar marcada por crateras fazem parte deste vasto acervo de imagens.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/earth-to-artemis-nasa-drops-thousands-of-high-resolution-images-from-artemis-ii-1778186269296.jpeg" data-image="rx4tf8pm6xwd" alt="Earth Beyond" title="Earth Beyond"><figcaption>Esta imagem foi captada quando a Artemis 2 contornava a face oculta da Lua, com a Terra em forma de crescente a mais de 402,34 quilómetros da nave espacial. Fonte: NASA</figcaption></figure><p><strong>As câmaras de alta resolução da Orion estiveram em plena atividade durante a recente missão de 10 dias da NASA</strong>. Os astronautas da NASA Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadiana, realizaram a primeira viagem de regresso à Lua desde a década de 1970, durante a histórica missão Artemis II, em abril de 2026.</p><p>A tecnologia avançou exponencialmente desde a última missão deste tipo, e a <strong>NASA assegurou que as imagens impressionantes da viagem espacial pudessem ser captadas para que os habitantes da Terra pudessem apreciá-las</strong>. A NASA divulgou algumas imagens de baixa resolução à medida que estas eram recebidas pela tripulação, mas as limitações na transferência de dados através do cosmos restringiram o fluxo de imagens em tempo real.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/earth-to-artemis-nasa-drops-thousands-of-high-resolution-images-from-artemis-ii-1778186498605.jpeg" data-image="fk4wkgvtv1oy" alt="Long Exposure Image" title="Long Exposure Image"><figcaption>Os astronautas da missão Artemis 2 utilizaram provavelmente uma exposição prolongada para captar estrelas distantes. Fonte: NASA</figcaption></figure><p>Agora que os cartões SD físicos regressaram à Terra, a NASA divulgou milhares de imagens impressionantes em alta resolução captadas pelos quatro astronautas. <strong>São mais de 12 000 imagens, todas disponíveis gratuitamente em várias resoluções no portal da NASA <a href="https://eol.jsc.nasa.gov/SearchPhotos/" target="_blank">Gateway to Astronaut Photography</a> of Earth</strong>.</p><h2>Vistas da Lua: luz e escuridão</h2><p>Uma aproximação à Lua permitiu aos astronautas captar as características geológicas da superfície lunar com um detalhe impressionante. Estas imagens serão fundamentais para identificar <strong>locais de aterragem ideais para futuras missões Artemis</strong>, bem como para uma <strong>futura base na superfície lunar</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/earth-to-artemis-nasa-drops-thousands-of-high-resolution-images-from-artemis-ii-1778186657183.jpeg" data-image="w74ozfgluhq1" alt="Orientale basin" title="Orientale basin"><figcaption>A bacia Orientale tem cerca de 965 km de largura e formou-se há aproximadamente 3,8 a 3,9 mil milhões de anos. O impacto de um grande asteroide ou cometa escavou uma cavidade na crosta lunar, derretendo a rocha e provocando inundações vulcânicas. Fonte: NASA</figcaption></figure><p>Na superfície marcada por crateras destacam-se características geológicas importantes, incluindo <strong>a proeminente bacia Orientale. A cratera de impacto tem 965 km de largura</strong> e situa-se numa zona de transição entre o lado iluminado e o lado escuro da Lua (visto da Terra). Uma imagem com um ângulo de visão mais amplo mostra a escala da cratera em relação à superfície lunar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/earth-to-artemis-nasa-drops-thousands-of-high-resolution-images-from-artemis-ii-1778186971414.jpeg" data-image="9bynptkpuxfq" alt="Orientale from Afar" title="Orientale from Afar"><figcaption>A bacia Orientale contrasta fortemente com o resto da superfície lunar. A rocha vulcânica rica em ferro cria um contraste mais escuro em relação às terras altas circundantes. Fonte: NASA</figcaption></figure><p>O relevo acidentado da superfície lunar é evidente numa imagem notável do lado oculto, à medida que o sol cintilante brilha ao longo do terminador lunar. <strong>As cadeias montanhosas lunares e as bordas das crateras realçam o relevo irregular da Lua</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/earth-to-artemis-nasa-drops-thousands-of-high-resolution-images-from-artemis-ii-1778187129995.jpeg" data-image="twh83pthle4c" alt="Solar Eclipse" title="Solar Eclipse"><figcaption>O Sol passa por trás da Lua num eclipse solar visível apenas a partir de um ponto específico. Fonte: NASA</figcaption></figure><p>À medida que a cápsula Orion contornava para o lado oposto, a<strong> tripulação teve o privilégio de assistir a um eclipse solar com a Lua no centro</strong>. Com o Sol obscurecido e iluminado por trás pela Lua, algumas estrelas começaram a surgir do vazio.</p><h2>Imagens de casa</h2><p>Antes de desaparecer por baixo do horizonte lunar, a tripulação testemunhou o pôr-do-sol espetacular do seu ponto de origem. Captadas a quase 400 000 km de casa, <strong>a tripulação testemunha a Terra em forma de crescente a pôr-se no meio do primeiro plano lunar</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/earth-to-artemis-nasa-drops-thousands-of-high-resolution-images-from-artemis-ii-1778187250084.jpeg" data-image="iq5gu894tub3" alt="&quot;Earthset&quot;" title="&quot;Earthset&quot;"><figcaption>A Terra põe-se por trás da superfície lunar enquanto a tripulação viaja para o lado oculto da Lua. A última missão a percorrer tal distância foi a Apollo 13, em 1970. Fonte: NASA</figcaption></figure><p>O catálogo de imagens está repleto de centenas de fotografias da Terra. Uma imagem única mostra <strong>a perspetiva da especialista de missão Christina Koch enquanto contempla o seu planeta natal</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/earth-to-artemis-nasa-drops-thousands-of-high-resolution-images-from-artemis-ii-1778187406391.jpg" data-image="1bj0n3q1pgo7" alt="Koch and Earth" title="Koch and Earth"><figcaption>A especialista de missão Christina Koch observa a Terra a partir da janela da cápsula espacial Orion. Fonte: NASA</figcaption></figure><p>Este momento, captado a meio do caminho da sua viagem à Lua, leva Koch e o resto da tripulação <strong>mais longe no espaço do que qualquer outro ser humano desde as missões Apollo</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/da-terra-para-a-artemis-a-nasa-divulga-milhares-de-imagens-de-alta-resolucao-da-missao-artemis-ii.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Descubra a ilha com o mar mais incrível do mundo para nadar em águas turquesa]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/descubra-a-ilha-com-o-mar-mais-incrivel-do-mundo-para-nadar-em-aguas-turquesa.html</link><pubDate>Sat, 09 May 2026 15:05:17 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Uma nova tendência de viagens está a redefinir as férias: dar prioridade ao mar em detrimento de itinerários sobrecarregados. Um estudo global revela os destinos com as melhores condições para nadar durante todo o ano.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/descubre-la-isla-con-el-mar-mas-increible-del-mundo-para-nadar-en-aguas-turquesas-1778074327240.jpg" data-image="gxzzmkdxdtyp" alt="Gili Trawangan Indonesia" title="Gili Trawangan Indonesia"><figcaption>O estudo utilizou como referência o intervalo de temperatura ideal para a natação recreativa.</figcaption></figure><p>À medida que o turismo de bem-estar ganha terreno em todo o mundo, cada vez mais viajantes optam por experiências que proporcionam descanso e recuperação, em vez de agendas sobrecarregadas. Neste contexto, uma nova forma de viajar está a ganhar força: <strong>as "férias de natação", um conceito que coloca o mar no centro da experiência</strong>.</p><p>Longe das rotas turísticas clássicas, esta tendência convida os viajantes a planear a sua viagem em torno do contacto com a água. O objetivo não é apenas relaxar, mas também<strong> incorporar uma atividade física acessível e benéfica em ambientes naturais</strong>.</p><h2>Benefícios do mar: saúde física e mental</h2><p>O encanto deste tipo de escapadela é evidente. <strong>Nadar no mar está amplamente associado a múltiplos benefícios para a saúde</strong>. Desde melhorar a circulação sanguínea até reduzir o stress, o contacto com a água salgada é considerado uma das formas mais simples e eficazes de se manter ativo durante uma viagem.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Here you go: Gili Trawangan Island in Indonesia (the one west) as seen by <a href="https://twitter.com/hashtag/Sentinel2?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Sentinel2</a> ️, and in situ <a href="https://t.co/BQ2dSlEnSj">pic.twitter.com/BQ2dSlEnSj</a></p>— Copernicus EU (@CopernicusEU) <a href="https://twitter.com/CopernicusEU/status/1036321799305396232?ref_src=twsrc%5Etfw">September 2, 2018</a></blockquote></figure><p>No entanto,<strong> nem todos os destinos de praia oferecem as mesmas condições</strong>. Fatores como o vento, a cobertura de nuvens ou a intensidade da radiação solar podem influenciar significativamente a experiência. Mesmo em locais conhecidos, o mar pode revelar-se menos agradável, dependendo da época do ano.</p><h2>Um ranking global para ajudar os viajantes a fazerem melhores escolhas</h2><p>Para ajudar os viajantes a encontrar destinos com condições ideais para nadar, a agência de viagens CV Villas, sediada em Londres, <strong>analisou mais de 100 destinos costeiros em todo o mundo</strong>.</p><p>O estudo utilizou como referência o intervalo de temperatura ideal para a natação recreativa recomendado pela Organização Mundial de Saúde, entre 26 e 30 °C. A partir daí, foram avaliadas variáveis como a <strong>temperatura anual do mar, a velocidade do vento, a cobertura de nuvens e o índice de radiação UV</strong>.</p><p>Todos estes fatores foram combinados num índice denominado "Swimmable Seas Score", com uma pontuação máxima de 100, que mede <strong>a adequação e a consistência das condições de natação ao longo do ano em cada destino</strong>.</p><h2>Ásia e África lideram o ranking</h2><p>Os resultados revelam uma tendência clara: <strong>os melhores destinos para este tipo de turismo concentram-se na Ásia e na África Oriental</strong>. Nestas regiões, as temperaturas do mar mantêm-se quentes ao longo do ano, com poucas variações sazonais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/descubre-la-isla-con-el-mar-mas-increible-del-mundo-para-nadar-en-aguas-turquesas-1778074435725.jpg" data-image="cvo7mn9kblnb" alt="Gili Trawangan Indonesia" title="Gili Trawangan Indonesia"><figcaption>As ilhas dominam o ranking: mais de metade dos 15 primeiros lugares são ocupados por destinos insulares.</figcaption></figure><p><strong>Gili Trawangan, na Indonésia, ocupa o primeiro lugar com uma pontuação de 78,6 em 100</strong>. Este pequeno paraíso tropical sem carros, situado ao largo da ilha de Lombok, destaca-se pelas suas águas cristalinas e protegidas, ideais para nadar em praticamente qualquer época do ano.</p><p>O Egito ocupa o segundo e o terceiro lugares no ranking com dois destinos emblemáticos do Mar Vermelho: <strong>Sharm El Sheikh e Hurghada</strong>. Ambos são conhecidos pelas suas águas quentes e condições estáveis, tornando-os opções fiáveis para quem procura uma experiência aquática tranquila.</p><h2>Ausências notáveis e o caso das Caraíbas</h2><p>Uma das conclusões mais marcantes do relatório é <strong>a ausência total de destinos dos Estados Unidos no ranking</strong>. Isto reflete como as variações sazonais e as condições variáveis podem limitar a possibilidade de nadar no mar ao longo do ano. </p><p>Entretanto, as Caraíbas — tradicionalmente associadas a praias paradisíacas — têm apenas uma presença limitada. Apenas dois destinos entraram na lista: <strong>Negril, na Jamaica, e Cockburn Town, nas Ilhas Turcas e Caicos</strong>. Isto mostra que, mesmo em regiões conhecidas pelo seu encanto costeiro, as condições ideais nem sempre são garantidas de forma consistente.</p><h2>Ilhas e costas abrigadas assumem o protagonismo</h2><p>De um modo geral, as ilhas dominam o ranking: <strong>mais de metade dos 15 primeiros lugares correspondem a destinos insulares</strong>. Isto não é por acaso. As costas abrigadas, os recifes de coral e as lagoas contribuem para criar águas mais calmas e temperaturas mais estáveis.</p><p>O Mediterrâneo também se destaca com resultados sólidos, <strong>especialmente em destinos na Turquia e no Chipre</strong>, onde as condições favorecem a natação durante grande parte do ano.</p><h3>Uma nova forma de viajar</h3><p>As "férias de natação" refletem uma mudança mais ampla na forma como o turismo é entendido. O foco já não está apenas na descoberta de novos locais, mas sim <strong>na forma como esses destinos contribuem para o bem-estar físico e mental.</strong></p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="ht" dir="ltr"> Nissi Beach, Ayia Napa, Cyprus <a href="https://t.co/9akHNsVO7r">pic.twitter.com/9akHNsVO7r</a></p>— Beauty of Nature (@NaturalEye78321) <a href="https://twitter.com/NaturalEye78321/status/2043212275843215855?ref_src=twsrc%5Etfw">April 12, 2026</a></blockquote></figure><p>Num mundo cada vez mais acelerado, <strong>mergulhar no mar</strong> —literalmente— torna-se uma forma de desligar, recarregar baterias e reconectar-se com o que mais importa.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/descubra-a-ilha-com-o-mar-mais-incrivel-do-mundo-para-nadar-em-aguas-turquesa.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O tempo nas Celebrações da Nossa Senhora de Fátima: saiba o que esperar da chuva em Fátima nos dias 12 e 13 de maio]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-tempo-nas-celebracoes-da-nossa-senhora-de-fatima-saiba-o-que-esperar-da-chuva-em-fatima-nos-dias-12-e-13-de-maio.html</link><pubDate>Sat, 09 May 2026 13:55:52 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma depressão fria manterá o tempo instável em Portugal continental nos próximos dias. Saiba o que esperar da chuva, vento e temperaturas em Fátima durante as celebrações oficiais da Nossa Senhora de Fátima nos dias 12 e 13 de maio.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa8svnk"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa8svnk.jpg" id="xa8svnk"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>Portugal continental continuará a ser condicionado por uma depressão fria centrada a oeste da Península Ibérica</strong>, trazendo ar polar marítimo frio e húmido, responsável pelo registo de temperaturas inferiores à média para a época do ano. </p><p>Após uma manhã mais chuvosa e tempestuosa no Sul e Centro do país, prevê-se para a tarde deste sábado (9), chuva frequente e por vezes moderada, <strong>sobretudo no Norte e Centro, não se excluindo a possibilidade de queda de granizo e trovoada</strong>. No Algarve e Alentejo, a precipitação será menos provável e intensa.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank">nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>O vento Sul poderá atingir rajadas de até 60 km/h durante a tarde, enfraquecendo à noite e madrugada de domingo (10). Espera-se que se intensifique novamente na <strong>tarde de amanhã, 10 de maio, especialmente a norte de Lisboa e em particular no litoral de Leiria, com rajadas próximas aos 70 km/h</strong>. </p><p><strong>Entre domingo (10) e quarta-feira (13), novos sistemas frontais afetarão Portugal continental de norte a sul</strong>, com maior probabilidade, frequência e intensidade de chuva nas regiões situadas a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela.</p><h2>Eis a atual previsão de precipitação para Fátima na terça, 12 de maio</h2><p>De acordo com o programa oficial do <strong>Santuário de Fátima</strong>, as celebrações oficiais do 13 de maio irão, como sempre, arrancar formalmente na tarde de terça-feira (12). </p><p><strong>As missas de maior relevância nesse dia terão lugar às 18:30</strong> (Missa de Abertura da Peregrinação na Basílica da Santíssima Trindade) e às <strong>21:30</strong> (Bênção das Velas e Rosário na Capelinha das Aparições, seguidos de procissão e Missa de Vigília no Recinto).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-nas-celebracoes-da-nossa-senhora-de-fatima-saiba-o-que-esperar-da-chuva-em-fatima-nos-dias-12-e-13-de-maio-1778334239803.png" data-image="swrt48mghl5a"><figcaption>Durante boa parte de de terça-feira, 12 de maio, prevê-se a possibilidade de períodos de chuva ou aguaceiros na região de Fátima.</figcaption></figure><p>Ora, segundo os mapas de referência da Meteored, baseados no melhor modelo de previsão - Europeu (ECMWF) - para a região de Fátima prevê-se a ocorrência de <strong>aguaceiros de moderada a forte intensidade logo nas primeiras horas da madrugada de terça (12)</strong>.</p><p>Este período de precipitação intermitente será seguido por várias horas seguidas com céu nublado ou abertas, até à chegada de uma <strong>nova vaga de precipitação</strong>, que segundo sugerem os mapas, poderá surgir por Fátima entre <strong>o meio da manhã e o meio-dia de terça-feira (12)</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-nas-celebracoes-da-nossa-senhora-de-fatima-saiba-o-que-esperar-da-chuva-em-fatima-nos-dias-12-e-13-de-maio-1778333802382.png" data-image="huk8edqaaggv"><figcaption>Terça-feira, 12 de maio, com chuva provável durante parte significativa da tarde, podendo afetar as celebrações no exterior.</figcaption></figure><p>No entanto, a fase em que os períodos de <strong>chuva poderão ser mais prováveis, frequentes e intensos em Fátima, segundo os mapas da Meteored, será no intervalo entre as 14:00 e as 19:00 de terça-feira (12) </strong>(probabilidade elevada de precipitação), o que poderá coincidir, não só com a reunião dos fiéis no exterior, como também de forma parcial, com a Missa de Abertura.</p><p>Do fim da tarde para o início da noite do dia 12 de maio, a probabilidade de ocorrência de precipitação reduzirá substancialmente, embora não se descarte a possibilidade de chuviscos fracos na região de Fátima.</p><h2>Será que ainda irá chover na quarta-feira, 13 de maio, em Fátima?</h2><p>Quanto à quarta-feira, 13 de maio, os mapas indicam que a depressão fria, já praticamente reintegrada na circulação do jato polar, <strong>ainda gerará aguaceiros ou chuva pós-frontal, com tendência a diminuírem em intensidade e frequência</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-tempo-nas-celebracoes-da-nossa-senhora-de-fatima-saiba-o-que-esperar-da-chuva-em-fatima-nos-dias-12-e-13-de-maio-1778333993347.png" data-image="44h1r1nu24ed"><figcaption>Na quarta-feira, 13 de maio, prevê-se uma manhã geralmente mais estável e com baixa probabilidade de chuva. No entanto, há possibilidade de aguaceiros a partir da tarde.</figcaption></figure><p>Para a região de Fátima em concreto, a precipitação será muito improvável ou pouco provável durante toda a manhã, pelo que <strong>as missas principais</strong> (Rosário na Capelinha das Aparições e Missa Internacional Aniversária no Recinto de Oração no exterior)<strong> e suplementares deverão decorrer sem grandes problemas</strong>.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>As cerimónias principais da manhã do dia 13 de maio deverão escapar à chuva, mas há risco de aguaceiros a partir da tarde.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p><strong>No entanto, a partir do meio-dia ou início da tarde, prevê-se um aumento da probabilidade de ocorrência de precipitação</strong> (probabilidade elevada a moderada), especialmente entre as 13:00 e as 16:00, com períodos de chuva fraca a moderada.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767963" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/chuva-forte-vento-e-temperaturas-abaixo-da-media-depressao-fria-marca-o-tempo-em-portugal-continental-ate-quarta-feira.html" title="Chuva forte, vento e temperaturas abaixo da média: depressão fria marca o tempo em Portugal Continental até quarta-feira">Chuva forte, vento e temperaturas abaixo da média: depressão fria marca o tempo em Portugal Continental até quarta-feira</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/chuva-forte-vento-e-temperaturas-abaixo-da-media-depressao-fria-marca-o-tempo-em-portugal-continental-ate-quarta-feira.html" title="Chuva forte, vento e temperaturas abaixo da média: depressão fria marca o tempo em Portugal Continental até quarta-feira"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-forte-vento-e-temperaturas-abaixo-da-media-depressao-fria-marca-o-tempo-em-portugal-continental-ate-quarta-feira-1778327347956_320.png" alt="Chuva forte, vento e temperaturas abaixo da média: depressão fria marca o tempo em Portugal Continental até quarta-feira"></a></article></aside><p>Quanto ao vento, espera-se que sopre fraco a moderado de Sudoeste, rodando para noroeste a partir do final da tarde de quarta-feira (13). De acordo com os nossos mapas, as rajadas atingirão, no conjunto global dos dois dias, <strong>um valor máximo de 40 km/h, previsto para o meio da tarde de terça-feira, 12 de maio</strong>. A temperatura máxima prevista para terça (12) é de 17 ºC e a mínima de 10 ºC. Na quarta (13) prevê-se que a máxima suba 1 ºC e a mínima desça 1 ºC.</p><p>Mesmo que em certas ocasiões dos dias grandes das celebrações oficiais de Fátima possa não chover, <strong>r</strong><strong>ecomenda-se que, caso se dirija a Fátima, leve consigo casacos de chuva/impermeáveis e guarda-chuva</strong> para que esteja preparado (a) para a eventual ocorrência de chuva durante os momentos solenes.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-tempo-nas-celebracoes-da-nossa-senhora-de-fatima-saiba-o-que-esperar-da-chuva-em-fatima-nos-dias-12-e-13-de-maio.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuva forte, vento e temperaturas abaixo da média: depressão fria marca o tempo em Portugal Continental até quarta-feira]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/chuva-forte-vento-e-temperaturas-abaixo-da-media-depressao-fria-marca-o-tempo-em-portugal-continental-ate-quarta-feira.html</link><pubDate>Sat, 09 May 2026 12:23:27 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma depressão fria alimentada por ar polar manterá Portugal sob chuva, vento, mar agitado e temperaturas mais baixas que o normal até quarta-feira, com os maiores acumulados previstos no Norte e Centro.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa8s3r6"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa8s3r6.jpg" id="xa8s3r6"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Portugal continental já está a ser afetado por uma depressão fria formada no Atlântico e alimentada por ar polar muito frio, um sistema que começou a interferir no estado do tempo ainda na noite de sexta-feira.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações </div><p>Durante a tarde deste sábado, 9 de maio, <strong>a precipitação será frequente e por vezes moderada,</strong> podendo persistir durante várias horas em alguns locais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-forte-vento-e-temperaturas-abaixo-da-media-depressao-fria-marca-o-tempo-em-portugal-continental-ate-quarta-feira-1778327347956.png" data-image="ngy8agv4c8qy" alt="Chuva" title="Chuva"><figcaption>Na tarde de sábado, a depressão fria mantém chuva moderada e persistente em várias regiões, com maior incidência nos distritos da Guarda, Castelo Branco, Coimbra, Aveiro, Porto e Viana do Castelo.</figcaption></figure><p><strong>Os distritos mais expostos nesta fase serão Guarda, Castelo Branco, Coimbra, Aveiro, Porto e Viana do Castelo</strong>. No Algarve e no Alentejo, apesar de também se prever chuva fraca a moderada, o impacto será mais limitado. O <strong>radar de chuva da Meteored já evidencia núcleos localmente mais intensos,</strong> nomeadamente no distrito de Castelo Branco, compatíveis com chuva forte.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-forte-vento-e-temperaturas-abaixo-da-media-depressao-fria-marca-o-tempo-em-portugal-continental-ate-quarta-feira-1778327367549.png" data-image="flb60vod2u48" alt="Radar de chuva" title="Radar de chuva"><figcaption>O radar de chuva da Meteored mostra, em tempo quase real, a localização e a intensidade da precipitação. Para as 13h10 de sábado, já eram visíveis núcleos localmente fortes no distrito de Castelo Branco, compatíveis com chuva intensa.</figcaption></figure><p>O vento será outro elemento a acompanhar. As rajadas deverão intensificar-se entre as 13h e as 19h, enfraquecendo depois durante a noite e madrugada de domingo.</p><h2>Mar mais agitado e nova fase chuvosa no litoral Norte e Centro no domingo</h2><p>Durante as primeiras horas de domingo, 10 de maio, a agitação marítima deverá agravar-se em toda a costa ocidental portuguesa. Ao mesmo tempo, a precipitação continuará, com a fase mais ativa a concentrar-se durante a tarde.</p><p><strong>Os</strong><strong> distritos do Norte e Centro junto ao litoral deverão voltar a ser os mais afetados</strong>,<strong> </strong>com locais onde a precipitação horária poderá ultrapassar os 8 mm. Nesta fase, o núcleo da depressão fria deverá posicionar-se um pouco mais a norte, o que reduzirá o impacto direto sobre o Algarve e o Baixo Alentejo. O vento voltará a intensificar-se, sobretudo a norte de Lisboa, <strong>e no litoral do distrito de Leiria as rajadas poderão aproximar-se dos 70 km/h</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-forte-vento-e-temperaturas-abaixo-da-media-depressao-fria-marca-o-tempo-em-portugal-continental-ate-quarta-feira-1778327525517.png" data-image="0afo2gukm483" alt="Rajada de vento" title="Rajada de vento"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-49575">As rajadas de vento intensificam-se durante a tarde de domingo, com o período mais ventoso entre as 13h e as 19h, antes de uma acalmia temporária durante a noite.</figcaption></figure><p>Devido ao caráter frio e instável da massa de ar, não se exclui também a ocorrência de trovoada pontual, sobretudo nas áreas com aguaceiros mais intensos.</p><h2>Segunda e terça os acumulados de chuva sobem muito no Norte e Centro</h2><p>Na segunda e terça-feira, a precipitação continuará a somar acumulados expressivos, sobretudo no Norte e no Centro. Até ao final de terça, os distritos de Aveiro, Porto, Braga e Viana do Castelo poderão destacar-se com<strong> totais de chuva acumulada localmente superiores a 130 mm desde o início do episódio</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-forte-vento-e-temperaturas-abaixo-da-media-depressao-fria-marca-o-tempo-em-portugal-continental-ate-quarta-feira-1778327577238.png" data-image="9taefx3qrc03" alt="Precipitação Acumulada" title="Precipitação Acumulada"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-417978">Entre este sábado e terça-feira, os acumulados de precipitação tornam-se muito significativos, com alguns locais do Norte e Centro a poderem ultrapassar os 130 mm desde o início do episódio.</figcaption></figure><p>Na noite de domingo e madrugada de segunda, a formação de um pequeno centro depressionário sobre o sudeste da Península Ibérica poderá trazer alguma <strong>acalmia temporária ao Algarve e ao interior alentejano</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767840" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/chuva-em-lisboa-este-fim-de-semana-em-que-intervalo-horario-sera-mais-provavel-no-sabado-e-no-domingo.html" title="Chuva em Lisboa este fim de semana: em que intervalo horário será mais provável no sábado e no domingo?">Chuva em Lisboa este fim de semana: em que intervalo horário será mais provável no sábado e no domingo?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/chuva-em-lisboa-este-fim-de-semana-em-que-intervalo-horario-sera-mais-provavel-no-sabado-e-no-domingo.html" title="Chuva em Lisboa este fim de semana: em que intervalo horário será mais provável no sábado e no domingo?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-em-lisboa-este-fim-de-semana-em-que-intervalo-horario-sera-mais-provavel-no-sabado-e-no-domingo-1778239250904_320.png" alt="Chuva em Lisboa este fim de semana: em que intervalo horário será mais provável no sábado e no domingo?"></a></article></aside><p>Ainda assim, esse sistema não deverá manter-se estável por muito tempo.</p><h2>Quarta-feira a chuva enfraquece, mas o frio mantém-se</h2><p>Na quarta-feira, <strong>13 de maio, a chuva deverá perder intensidade,</strong> embora ainda sejam prováveis alguns períodos de precipitação, sobretudo no Norte e Centro. Apesar desta melhoria gradual, o ambiente continuará fresco para a época.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-forte-vento-e-temperaturas-abaixo-da-media-depressao-fria-marca-o-tempo-em-portugal-continental-ate-quarta-feira-1778327600364.png" data-image="r8swzw6mxf3c" alt="Anomalia da temperatura" title="Anomalia da temperatura"><figcaption>Na quarta-feira, a chuva enfraquece, mas as temperaturas continuam abaixo da média para maio, com anomalias negativas entre 2 e 6 ºC em grande parte do território.</figcaption></figure><p>Ao longo de todo este episódio, <strong>as temperaturas deverão manter-se entre 2 e 6 ºC abaixo da média climatológica</strong>, consoante a região, prolongando uma situação marcada por chuva, vento, mar agitado e instabilidade atmosférica até meados da próxima semana.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/chuva-forte-vento-e-temperaturas-abaixo-da-media-depressao-fria-marca-o-tempo-em-portugal-continental-ate-quarta-feira.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Porto aprova transportes públicos gratuitos para residentes]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/porto-aprova-transportes-publicos-gratuitos-para-residentes.html</link><pubDate>Sat, 09 May 2026 08:45:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Mobilidade gratuita no Porto? Portuenses poderão viajar grátis na Área Metropolitana. Saiba quando e quanto custará a nova medida já aprovada. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/porto-aprova-transportes-publicos-gratuitos-para-residentes-1778184739197.jpg" data-image="ixnbmig6yw49" alt="Porto" title="Porto"><figcaption>Porto dá luz verde à gratuitidade dos transportes públicos. Foto: Unsplash</figcaption></figure><p>Transportes gratuitos no <strong>Porto</strong>? Sim, tudo indica que vai mesmo acontecer. A Assembleia Municipal do Porto aprovou na segunda-feira passada, 4 de maio, a proposta de <strong>transportes públicos gratuitos </strong>para os residentes da cidade.</p><div class="texto-destacado">Esta medida permitirá aos portuenses viajar por toda a área metropolitana de forma gratuita e terá custos anuais estimados de 20,5 milhões de euros.</div><p>O contrato entre a Câmara do Porto com a Transportes Metropolitanos do Porto (TMP) refere que, para aproveitar a gratuitidade, será “adequado substituir o modelo atualmente em vigor por um título tarifário integrado, associado ao Cartão Porto, com âmbito territorial equivalente ao Passe Metropolitano Andante e acesso aos serviços de transporte público nele integrados”.</p><p>Atualmente, os munícipes portadores do cartão Porto dispõem de<strong> 22 viagens anuais gratuitas</strong>.</p><h2>E quando é que entrará em vigor? </h2><p>A nova medida está prevista para 1 de janeiro de 2027. Ainda assim, segundo avançou a ‘SIC Notícias’, o executivo demonstrou vontade de<strong> antecipar a entrada em funcionamento já para este verão</strong>. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="766447" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/parado-ha-meses-funicular-da-graca-esta-prestes-a-voltar-mas-ha-uma-condicao.html" title="Parado há meses, Funicular da Graça está prestes a voltar (mas há uma condição)">Parado há meses, Funicular da Graça está prestes a voltar (mas há uma condição)</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/parado-ha-meses-funicular-da-graca-esta-prestes-a-voltar-mas-ha-uma-condicao.html" title="Parado há meses, Funicular da Graça está prestes a voltar (mas há uma condição)"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/parado-ha-meses-funicular-da-graca-esta-prestes-a-voltar-mas-ha-uma-condicao-1777469086667_320.jpg" alt="Parado há meses, Funicular da Graça está prestes a voltar (mas há uma condição)"></a></article></aside><p>A Câmara do Porto prevê que o número de utilizadores estimados de transporte público seja de 59.381, um valor que "resulta da aplicação da quota modal do transporte público" calculado pelo diagnóstico feito pelo Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS), ainda em elaboração. Este valor corresponde a 23,5% da população residente estimada em 2025 (252.687).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/porto-aprova-transportes-publicos-gratuitos-para-residentes-1778185102011.jpg" data-image="873h3x479zkb" alt="Porto" title="Porto"><figcaption>A proposta foi aprovada esta segunda-feira, 4 de maio, pela Assembleia do Porto. Foto: Unsplash</figcaption></figure><p>Contudo, o presidente da autarquia, Pedro Duarte (PSD/CDS-PP/IL), reconheceu que a medida teria "uma eficácia superior" se fosse assumida pelos vários municípios da AMP. Apesar de considerar que é necessário "melhorar o serviço de transporte coletivo", espera que possa promover uma "<strong>mudança de paradigma</strong>".</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="749188" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/ja-conhece-a-casa-mais-estreita-do-porto-e-talvez-de-portugal.html" title="Já conhece a casa mais estreita do Porto (e, talvez, de Portugal)?">Já conhece a casa mais estreita do Porto (e, talvez, de Portugal)?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/ja-conhece-a-casa-mais-estreita-do-porto-e-talvez-de-portugal.html" title="Já conhece a casa mais estreita do Porto (e, talvez, de Portugal)?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ja-conhece-a-casa-mais-estreita-do-porto-e-talvez-de-portugal-1768551586382_320.jpg" alt="Já conhece a casa mais estreita do Porto (e, talvez, de Portugal)?"></a></article></aside><p>Pedro Duarte deseja ainda que esta decisão tenha um impacto económico, ambiental e social. “Acreditamos que esta medida pode ser um primeiro passo para alterarmos uma filosofia de mobilidade na cidade”, defendeu.</p><h2>Uma mudança (quase) consensual</h2><p>A AM do Porto deu luz verde à medida depois de esta já ter sido aprovada pelo Executivo municipal a 21 de abril deste ano. Nessa reunião foi aprovado, por unanimidade, o contrato para operacionalizar a gratuitidade dos transportes públicos na Invicta, com recurso ao cartão Porto, com<strong> exceção do voto de abstenção do Chega</strong>.</p><div class="texto-destacado">A proposta recebeu votos a favor de todos os partidos, com a exceção do Chega, que votou contra; e da abstenção da CDU e do grupo municipal “Filipe Araújo: Fazer à Porto”. </div><p>O deputado do Chega, Carlos Graça, justificou o voto contra do partido referindo que a autarquia falhou na apresentação de documentos que garantam “a sustentabilidade, equidade e legalidade” da medida.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/porto-aprova-transportes-publicos-gratuitos-para-residentes.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A espuma do mar não é apenas um fenómeno natural, mas também um alerta ambiental da 'saúde' das praias e dos oceanos]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-espuma-do-mar-nao-e-apenas-um-fenomeno-natural-mas-tambem-um-alerta-ambiental-da-saude-das-praias-e-dos-oceanos.html</link><pubDate>Sat, 09 May 2026 07:33:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>A espuma do mar pode parecer inofensiva, mas a sua cor, densidade e persistência ajudam a perceber a qualidade da água e a saúde ambiental das praias. Descobra mais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/quando-a-espuma-do-mar-e-um-alerta-ambiental-1778257036802.jpg" data-image="trokrg68tfwg" alt="Espuma no mar" title="Espuma no mar"><figcaption>A espuma do mar pode parecer apenas um fenómeno natural, mas a sua presença, cor e consistência podem revelar muito sobre a saúde das praias e dos oceanos.</figcaption></figure><p>Num dia de vento forte junto ao mar, é impossível não reparar na <strong>espuma branca que se forma nas ondas e se espalha pela areia</strong>.</p><p>Para muitos, trata-se apenas de um fenómeno natural associado ao rebentar das ondas. No entanto, a ciência mostra que a espuma marinha pode funcionar como um <strong>verdadeiro indicador da saúde ambiental das praias e dos oceanos</strong>.</p><h3>Como se forma a espuma do mar?</h3><p>A espuma do mar forma-se através da <strong>combinação entre água, ar e matéria orgânica dissolvida</strong>.</p><p>Quando as ondas rebentam com intensidade, <strong>o movimento mistura o oxigénio com compostos orgânicos presentes na água</strong>, criando milhares de pequenas bolhas que se agrupam à superfície.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="750102" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/cientistas-descobriram-que-as-bolhas-de-espuma-seguem-a-mesma-matematica-que-a-ia.html" title="Cientistas descobriram que as bolhas de espuma seguem a mesma matemática que a IA">Cientistas descobriram que as bolhas de espuma seguem a mesma matemática que a IA</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/cientistas-descobriram-que-as-bolhas-de-espuma-seguem-a-mesma-matematica-que-a-ia.html" title="Cientistas descobriram que as bolhas de espuma seguem a mesma matemática que a IA"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/scientists-have-found-foam-bubbles-follow-the-same-maths-as-ai-1768582424689_320.jpg" alt="Cientistas descobriram que as bolhas de espuma seguem a mesma matemática que a IA"></a></article></aside><p>Grande parte desta <strong>matéria orgânica vem do plâncton, de algas microscópicas e de resíduos naturais</strong> produzidos pelos ecossistemas marinhos. </p><p>O processo é semelhante ao que acontece quando agitamos água com detergente. A diferença é que, no oceano, os chamados <strong>surfatantes, substâncias que facilitam a formação de bolhas, podem ter origem natural</strong>.</p><p>Algumas <strong>moléculas orgânicas possuem uma extremidade que interage com a água</strong> e outra que repele a água, permitindo estabilizar as bolhas de ar e formar espuma. </p><h2>Quando a espuma é natural</h2><p>Nem toda a espuma é motivo de preocupação. Na verdade, uma <strong>espuma branca, leve e que desaparece rapidamente costuma indicar um ambiente marinho equilibrado</strong>.</p><p>Este tipo de espuma surge frequentemente em dias de <strong>forte ondulação e resulta da atividade biológica natural do oceano</strong>. Em muitas praias atlânticas, especialmente <strong>durante o inverno</strong>, é comum observar pequenas acumulações de espuma sem qualquer risco para a saúde humana. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/quando-a-espuma-do-mar-e-um-alerta-ambiental-1778257068104.jpg" data-image="8tafig03b52a" alt="Poluição ambiental" title="Poluição ambiental"><figcaption> Enquanto algumas formações de espuma são naturais e inofensivas, outras podem indicar poluição, excesso de matéria orgânica ou alterações no equilíbrio dos ecossistemas marinhos.</figcaption></figure><p>O problema surge quando a espuma apresenta características anormais. <strong>Espumas muito densas, persistentes, com tonalidades acastanhadas ou acompanhadas de odores desagradáveis</strong> podem revelar sinais de poluição.</p><p>Nestes casos, <strong>a água pode conter excesso de fertilizantes agrícolas, descargas urbanas, resíduos industriais ou proliferação excessiva de algas</strong>. Estes elementos alteram a composição química da água e aumentam significativamente a quantidade de matéria orgânica e de compostos tensioativos presentes no mar. </p><h2>A relação entre a espuma e a qualidade da água </h2><p>Nos últimos anos, <strong>vários episódios de espuma intensa em praias de diferentes partes do mundo</strong> levantaram preocupações ambientais.</p><p>Em zonas costeiras da Austrália e da América do Sul foram registados casos de <strong>espuma associada a florações de algas</strong>, fenómeno conhecido como “<em>bloom</em>” algal. Estas <strong>proliferações podem reduzir o oxigénio na água, afetar espécies marinhas</strong> e causar irritações em pessoas mais sensíveis. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg><span style="letter-spacing: 0.48px;">Além da sua importância ecológica, a espuma do mar lembra-nos como os oceanos são sistemas extremamente sensíveis às atividades humanas.</span><svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Curiosamente, a cor da espuma também ajuda a interpretar o estado do oceano. A <strong>espuma branca resulta da dispersão da luz nas bolhas de ar</strong>, que refletem praticamente todas as cores do espectro visível. Já <strong>tonalidades amareladas, castanhas ou esverdeadas podem indicar presença elevada de sedimentos</strong>, decomposição orgânica ou concentrações anormais de algas. </p><h2>O impacto dos humanos nos ambientes costeiros</h2><p>A <strong>poluição proveniente das cidades, da agricultura intensiva e do plástico acaba frequentemente transportada pelos rios até ao mar</strong>, alterando o equilíbrio natural das águas costeiras. Pequenas mudanças químicas podem refletir-se rapidamente em fenómenos visíveis nas praias.</p><p>Por isso, observar o estado da espuma pode ser mais útil do que parece. <strong>Cientistas e especialistas ambientais utilizam frequentemente indicadores visuais simples </strong>para monitorizar alterações nos ecossistemas marinhos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="300361" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/costa-leste-da-australia-e-coberta-por-espuma-do-mar.html" title="Costa leste da Austrália é coberta por espuma do mar">Costa leste da Austrália é coberta por espuma do mar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/costa-leste-da-australia-e-coberta-por-espuma-do-mar.html" title="Costa leste da Austrália é coberta por espuma do mar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/costa-leste-da-australia-e-tomada-por-espuma-do-mar-299351-1_320.jpg" alt="Costa leste da Austrália é coberta por espuma do mar"></a></article></aside><p>Embora a espuma, por si só, não seja suficiente para diagnosticar contaminação, pode <strong>servir como sinal de alerta</strong> para análises mais aprofundadas da qualidade da água.</p><p>As praias são muito mais do que espaços de lazer. Funcionam como <strong>zonas de contacto direto entre os seres humanos e os oceanos</strong>, refletindo o impacto das nossas escolhas ambientais.</p><p>Quando encontramos uma praia limpa, com água transparente e espuma natural passageira, estamos perante um <strong>ecossistema saudável e equilibrado</strong>. Pelo contrário, espumas persistentes e anormais podem indicar que algo está a perturbar esse equilíbrio.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-espuma-do-mar-nao-e-apenas-um-fenomeno-natural-mas-tambem-um-alerta-ambiental-da-saude-das-praias-e-dos-oceanos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Paula Gonçalves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[FAO alerta que a escassez de fertilizantes vai impactar nas próximas colheitas e no abastecimento de alimentos]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/fao-alerta-que-a-escassez-de-fertilizantes-vai-impactar-nas-proximas-colheitas-e-no-abastecimento-de-alimentos.html</link><pubDate>Sat, 09 May 2026 06:19:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>QU Dongyu, diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), falou na reunião dos países MED9, em Roma, e deixou o repto para uma ação coordenada com vista a lidar com as interrupções que ameaçam a segurança alimentar no mundo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/fao-alerta-que-a-escassez-de-fertilizantes-vai-impactar-nas-proximas-colheitas-e-no-abastecimento-de-alimentos-1778265779193.jpg" data-image="1e7dno17rhzf" alt="Fertilizantes" title="Fertilizantes"><figcaption>QU Dongyu, diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), alertou para a escassez de fertilizantes devido ao bloqueio do estreito de Ormuz.</figcaption></figure><p>A última <strong>cimeira dos países do sul da Europa, também chamado MED-9</strong>, que é um fórum informal que junta nove países do sul membros da União Europeia, contou nesta quinta-feira, 7 de maio, em Roma, com um <strong>convidado especial: o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura</strong> (FAO).</p><p>QU Dongyu enfatizou que a <strong>escassez global de fertilizantes causada pelas interrupções no Estreito de Ormuz vai gerar menores rendimentos </strong>e e uma escassez no abastecimento de alimentos já no segundo semestre de 2026 e em 2027.</p><p>No discurso que proferiu na reunião ministerial dos países MED9 sobre “<strong>Apoio à Segurança Alimentar e ao Acesso a Fertilizantes”, copresidida pela FAO, Itália e Croácia</strong>, o diretor-geral da FAO dirigiu-se aos ministros e outros altos representantes reunidos em Roma e deixou um forte alerta.</p><p>QU Dongyu salientou que a atual <strong>crise no Médio Oriente vai muito para lá da geopolítica, afetando cada vez mais a produção de alimentos</strong>, o comércio, os fatores de produção agrícolas e, por sua vez, o acesso, no futuro, aos alimentos em todo o mundo.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>“Estamos reunidos num momento de profunda tensão”, afirmou o diretor-geral da FAO, frisando que “esta não é apenas uma crise geopolítica, mas também uma perturbação no cerne do sistema agroalimentar global”. O diretor-geral da FAO destacou a importância estratégica do estreito de Ormuz, uma passagem marítima que, em condições normais, transporta uma quantidade substancial do petróleo, gás natural liquefeito, enxofre e fertilizantes comercializados a nível global.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>É por isso que as <strong>perturbações nos fluxos marítimos através daquele corredor marítimo estão a apertar os mercados</strong> de fertilizantes e, por sua vez, a fazer aumentar os custos da energia.</p><h2>Abastecimento alimentar em risco</h2><p>E isso, lembrou QU Dongyu, tem “<strong>consequências potencialmente graves para a produção agrícola e para os preços dos alimentos</strong>” nos próximos meses ou anos.</p><p>“A agricultura opera dentro de um calendário de culturas que não pode ser adiado”, afirmou QU Dongyu, explicando que “<strong>os fertilizantes devem ser aplicados em momentos específicos” do ciclo das culturas</strong>. Ora, “se não chegarem a tempo, as culturas são reduzidas, independentemente do que acontecer mais tarde”. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/fao-alerta-que-a-escassez-de-fertilizantes-vai-impactar-nas-proximas-colheitas-e-no-abastecimento-de-alimentos-1778265878271.jpg" data-image="b3943cl19mal" alt="Cereais" title="Cereais"><figcaption>“Estamos reunidos num momento de profunda tensão”, afirmou o diretor-geral da FAO, frisando que “esta não é apenas uma crise geopolítica, mas também uma perturbação no cerne do sistema agroalimentar global”.</figcaption></figure><p> QU Dongyu acrescentou que um <strong>atraso de apenas algumas semanas obriga os agricultores a reduzir o uso de fertilizantes</strong> ou, no limite, a abandonar completamente a aplicação, reduzindo a produtividade das culturas.</p><p>O diretor-geral da FAO explicou ainda que os<strong> impactos hoje observados não se limitam aos preços atuais</strong>, mas propagam-se para as próximas colheitas, situação que deverá restringir o abastecimento alimentar já no segundo semestre de 2026 e no próximo ano.</p><h2>Manter cadeias de abastecimento</h2><p>Os impactos são particularmente preocupantes porque coincidem com <strong>períodos críticos de plantação e fertilização nas principais regiões produtoras</strong>, observou ainda QU Dongyu.</p><div class="texto-destacado">A situação torna-se mais crítica nos países dependentes de importações em África, Ásia e em várias regiões do Médio Oriente, que estão entre os mais expostos a esta crise e, especialmente, aqueles países que já enfrentam insegurança alimentar aguda ou fragilidade económica ou, ainda, choques relacionados com o clima. “Nenhum país está imune à crise”, afirmou QU Dongyu, que apontou três áreas prioritárias para uma ação coordenada.</div><p>A curto prazo, o <strong>responsável da FAO destacou a importância de manter as cadeias de abastecimento a funcionar</strong>, facilitando as rotas comerciais alternativas e evitando restrições à exportação. Isso ajuda a apoiar o acesso dos agricultores aos fatores de produção e protege as cadeias de abastecimento humanitárias.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="764898" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/a-agricultura-deveria-repensar-sua-dependencia-de-fertilizantes-fosfatados-diante-da-mudanca-climatica.html" title="A agricultura deveria repensar a sua dependência de fertilizantes fosfatados diante das alterações climáticas?">A agricultura deveria repensar a sua dependência de fertilizantes fosfatados diante das alterações climáticas?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/a-agricultura-deveria-repensar-sua-dependencia-de-fertilizantes-fosfatados-diante-da-mudanca-climatica.html" title="A agricultura deveria repensar a sua dependência de fertilizantes fosfatados diante das alterações climáticas?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/l-agriculture-doit-elle-repenser-sa-dependance-aux-engrais-phosphates-face-au-changement-climatique-enjeux-environnementaux-1776440603062_320.jpeg" alt="A agricultura deveria repensar a sua dependência de fertilizantes fosfatados diante das alterações climáticas?"></a></article></aside><p>A médio prazo, <strong>QU Dongyu defendeu o reforço da coordenação regional, a diversificação das fontes de fertilizantes</strong> e de energia e, ainda, o apoio dirigido às economias mais vulneráveis.</p><p>A longo prazo, Qu sublinhou a <strong>necessidade de uma transformação estrutural do comércio internacional</strong>, com vista a reduzir a dependência de rotas de abastecimento concentradas e que impulsionam o consumo de combustíveis fósseis.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/fao-alerta-que-a-escassez-de-fertilizantes-vai-impactar-nas-proximas-colheitas-e-no-abastecimento-de-alimentos-1778265927115.jpg" data-image="kj7vd6xeiexj" alt="Fertilizantes" title="Fertilizantes"><figcaption>O estreito de Ormuz é uma passagem marítima que, em condições normais, transporta uma quantidade substancial do petróleo, gás natural liquefeito, enxofre e fertilizantes comercializados a nível global.</figcaption></figure><p>A alternativa passa por <strong>investimentos em agricultura sustentável, energias renováveis, soluções inovadoras em fertilizantes</strong> e sistemas de armazenamento e logística mais robustos.</p><p>O secretário-geral da FAO <strong>elogiou a iniciativa dos MED9 com vista a reforçar a cooperação internacional no acesso aos fertilizantes </strong>e na segurança alimentar e disse que a plataforma está alinhada com o quadro estratégico da FAO e a sua visão dos quatro pilares: melhor produção, melhor nutrição, melhor ambiente e melhor vida. E tudo isto “sem deixar ninguém para trás”.</p><p>O <strong>compromisso da FAO passa por “continuar a fornecer análises técnicas, apoio político</strong> e capacidade de mobilização”, afirmou QU Dongyu. Tudo para ajudar os países a enfrentar os desafios em constante evolução que os sistemas agroalimentares globais enfrentam.</p><p>A reunião ministerial desta semana dos países <strong>MED9</strong> sobre “Apoio à Segurança Alimentar e ao Acesso aos Fertilizantes” reuniu <strong>ministros e representantes de alto nível de mais de 40 países e organizações mediterrânicas</strong> e parceiros.</p><p>O objetivo era <strong>discutir as implicações das perturbações nas cadeias globais de abastecimento de energia, fertilizantes e alimentos</strong>, com o objetivo de reforçar a cooperação regional em matéria de segurança alimentar e resiliência do sistema agroalimentar.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/fao-alerta-que-a-escassez-de-fertilizantes-vai-impactar-nas-proximas-colheitas-e-no-abastecimento-de-alimentos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Silveira]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A árvore mais perfumada do mundo: como cultivá-la em vaso e reinventar a sua varanda]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/a-arvore-mais-perfumada-do-mundo-como-cultiva-la-em-vaso-e-reinventar-sua-varanda.html</link><pubDate>Sat, 09 May 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Uma árvore compacta que se adapta muito bem a vasos e a espaços pequenos, e que possui uma fragrância intensa que transforma o ambiente. Conheça mais sobre ela aqui.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-arbol-con-mas-perfume-del-mundo-como-cultivarlo-en-maceta-y-reinventar-tu-balcon-1777668953826.jpg" data-image="urh8g9qzwxgb" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>As suas flores são pequenas e discretas, mas exalam um perfume intenso que pode ser percebido a vários metros de distância.</figcaption></figure><p>Um <strong>pátio ou varanda</strong> pode ser lindamente projetado, exuberante em vegetação e verdadeiramente deslumbrante. Mas o toque especial que o transforma numa experiência relaxante — e sofisticada — vem quando ele também está repleto de fragrância.</p><p>Muitas plantas conseguem este efeito. Mas a <strong>Jasmim do Imperador</strong> (<em><strong>Osmanthus fragrans</strong></em>) é uma especialista. Embora discreta aos olhos, o seu perfume é inegável e muda completamente a forma como desfrutamos do espaço.</p><p>Também conhecida como oliveira-doce, o<strong> Osmanthus é uma pequena árvore</strong>. As suas flores ficam discretamente escondidas entre a folhagem, mas uma única flor é suficiente para transformar toda a atmosfera. <strong>Geralmente floresce no outono</strong> — às vezes também na primavera. O seu<strong> aroma doce e persistente lembra pêssego ou jasmim</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-arbol-con-mas-perfume-del-mundo-como-cultivarlo-en-maceta-y-reinventar-tu-balcon-1777669150610.jpg" data-image="gwrblu0t5nfz" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>No outono, a sua floração exala um aroma doce que lembra pêssego ou jasmim.</figcaption></figure><p><strong>Originária do Leste Asiático, particularmente da China e do Japão</strong>, onde é cultivada há séculos e onde as suas flores são usadas para aromatizar chás, doces e licores, a planta encontrou o seu habitat ideal nessas paisagens temperadas, com estações bem definidas, mas não extremas.</p><p>Com o tempo, espalhou-se pelo mundo e<strong> ganhou popularidade em jardins e terraços</strong> pela simples razão de combinar beleza, baixa manutenção e uma experiência sensorial incomparável.</p><h2>Um tamanho que se adapta</h2><p><strong>No solo, pode crescer vários metros de altura</strong> e formar um grande arbusto ou uma pequena árvore. Mas <strong>em vaso, permanece compacta</strong> e fácil de manejar.</p><p>Isso torna-a<strong> ideal para varandas, pátios ou terraços</strong>. Além disso, é perene. Mantém as suas folhas verde-escuras durante todo o ano, portanto não desaparece no inverno nem deixa espaços vazios quando outras plantas entram em dormência.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-arbol-con-mas-perfume-del-mundo-como-cultivarlo-en-maceta-y-reinventar-tu-balcon-1777669213161.jpg" data-image="ui255vv2hfjg" alt="Plantas" title="Plantas"><figcaption>A sua folhagem perene permanece verde o ano todo, mesmo no inverno.</figcaption></figure><p><strong>Não é uma espécie muito exigente</strong>, mas existem alguns fatores importantes que fazem a diferença:</p><ul><li><strong>Vaso</strong>: <strong>largo </strong>e com<strong> boa drenagem</strong>. Água parada não é boa para ela.</li><li><strong>Rega</strong>: <strong>moderada</strong>. É melhor regar menos do que regar em excesso; deixe a camada superior do substrato secar.</li><li><strong>Luz</strong>: Gosta de<strong> boa luminosidade</strong>, inclusive com alguma luz solar direta. Também tolera sombra parcial.</li><li><strong>Substrato</strong>: <strong>solto e fértil</strong>. Uma mistura de terra preta, composto e areia funciona bem.</li><li><strong>Poda</strong>: <strong>mínima</strong>, apenas para manter a forma ou o tamanho.</li></ul><p>Uma vez estabelecida, ela <strong>tolera até mesmo curtos períodos de seca</strong>. E outro ponto a seu favor: ela<strong> adapta-se muito bem a ambientes urbanos</strong>.</p><p> O <em>osmanthus </em>prefere climas temperados a subtropicais. Não é uma planta verdadeiramente tropical, mas também<strong> não tolera frio extremo</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-arbol-con-mas-perfume-del-mundo-como-cultivarlo-en-maceta-y-reinventar-tu-balcon-1777669289244.jpg" data-image="boy4bl036ltx" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Uma boa drenagem é fundamental para evitar problemas causados pelo excesso de água no vaso.</figcaption></figure><p><strong>Prospera em verões quentes e moderados</strong>. Tolera geadas leves e ocasionais — especialmente depois de estabelecido —, mas <strong>invernos longos e muito frios são prejudiciais</strong>.</p><p>Em grande parte do país, particularmente em áreas urbanas com climas temperados, cresce muito bem. Em varandas, também tende a beneficiar-se de um microclima mais estável.</p><h2>Um luxo aromático e silencioso</h2><p>Como acontece com quase todas as árvores, o preço depende do tamanho. Um exemplar jovem num vaso de tamanho médio pode variar de US$ 30.000 a US$ 40.000 no exterior. <strong>Plantas maiores ou mais estabelecidas são consideravelmente mais caras</strong>, mas reduzem o tempo de espera até à primeira floração. É um investimento moderado em comparação com outras espécies ornamentais, especialmente considerando tudo o que ela traz para o ambiente.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="765953" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/o-mit-confirma-as-plantas-ouvem-as-gotas-a-cair-e-germinam-ate-40-mais-depressa.html" title="O MIT confirma: as plantas ouvem as gotas a cair e germinam até 40% mais depressa">O MIT confirma: as plantas ouvem as gotas a cair e germinam até 40% mais depressa</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/o-mit-confirma-as-plantas-ouvem-as-gotas-a-cair-e-germinam-ate-40-mais-depressa.html" title="O MIT confirma: as plantas ouvem as gotas a cair e germinam até 40% mais depressa"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-mit-lo-confirma-las-plantas-oyen-caer-las-gotas-y-germinan-hasta-40-mas-rapido-1777036934448_320.jpg" alt="O MIT confirma: as plantas ouvem as gotas a cair e germinam até 40% mais depressa"></a></article></aside><p>O <em>Osmanthus fragrans</em> ocupa pouco espaço, adapta-se bem, não é exigente e, quando floresce, transforma completamente a atmosfera. Em espaços pequenos, onde cada planta precisa justificar o seu lugar, é por isso que ela acaba por ser a estrela.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/a-arvore-mais-perfumada-do-mundo-como-cultiva-la-em-vaso-e-reinventar-sua-varanda.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item></channel></rss>