<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><description>Notícias de meteorologia - Fique por dentro das últimas Notícias do tempo para Portugal e para o mundo. Nossos especialistas em meteorologia informam sobre atualidade, previsão do tempo e ciência.</description><language>pt-pt</language><lastBuildDate>Sat, 01 Aug 2026 21:20:18 +0000</lastBuildDate><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 21:20:18 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.pt/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Tempo para o primeiro fim de semana de agosto: máximas até 40 °C antes de um domingo mais fresco]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 12:54:11 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O primeiro fim de semana de agosto será marcado por um contraste térmico em Portugal Continental. O sábado traz calor intenso, máximas próximas dos 40 °C e índice UV muito elevado, enquanto o domingo será ligeiramente mais fresco.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatxxru"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatxxru.jpg" id="xatxxru"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O primeiro fim de semana de agosto (dias 1 e 2) será marcado por um contraste térmico em Portugal Continental.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>O <strong>sábado será o dia mais quente</strong>, com temperaturas que podem atingir os 40 °C no Sul, enquanto o domingo traz um alívio de 3 a 5 °C devido à aproximação de uma depressão atlântica.</p><h2>Sábado: calor intenso, vento moderado e índice UV elevado</h2><p>O primeiro dia de agosto será dominado por <strong>tempo quente e seco em praticamente todo o território continental.</strong> As temperaturas máximas, previstas para o período entre as 15h e as 16h, deverão ultrapassar os 30 °C na maioria das regiões, sendo mais elevadas no interior.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco-1785586207343.png" data-image="txft5mq2rrht" alt="Temperatura" title="Temperatura"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-84765">Este sábado, dia 1 de agosto será um dia quente, com máximas próximas dos 40 °C no interior do Algarve, Baixo Alentejo e distrito de Castelo Branco.</figcaption></figure><p>Os valores mais altos deverão ser registados no interior do Algarve, onde concelhos como <strong>Alcoutim</strong> e <strong>Tavira</strong> poderão atingir localmente os <strong>40 °C</strong>. Também <strong>Mértola</strong>, no distrito de Beja, poderá alcançar este patamar. No Centro, o distrito de <strong>Castelo Branco</strong> poderá aproximar-se dos <strong>39 °C</strong>, enquanto no Norte as zonas mais quentes serão os vales do Douro e do Tâmega, onde as máximas poderão rondar os <strong>37 a 38 °C</strong>.</p><div class="texto-destacado">O <strong>IPMA</strong> mantém aviso amarelo para o Algarve devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima, sobretudo no interior.</div><p>Durante a tarde, o vento deverá intensificar-se gradualmente, com <strong>rajadas moderadas até cerca de 45 km/h</strong>, mais frequentes no litoral e nas terras altas. Apesar do vento não ser particularmente forte, poderá aumentar a sensação de desconforto e contribuir para o agravamento do risco de incêndio rural.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco-1785586296848.png" data-image="n1ox3wskwocc" alt="Rajada de vento (km/h)" title="Rajada de vento (km/h)"><figcaption>O vento aumentará durante a tarde de sábado, com rajadas moderadas até cerca de 45 km/h, sobretudo no litoral e nas terras altas.</figcaption></figure><p>Outro fator de destaque será o <strong>índice UV</strong>, <strong>que atingirá valores entre</strong> <strong>8 e 9</strong> durante as horas centrais do dia, classificados como muito elevados. A exposição prolongada ao sol entre o final da manhã e o meio da tarde deverá, por isso, ser consciente.</p><h2>Domingo traz um alívio térmico, mas o calor mantém-se no Sul</h2><p><strong>No domingo, a aproximação de uma depressão atlântica a norte de Portugal provocará uma mudança gradual do estado do tempo.</strong> O núcleo desta depressão permanecerá afastado do território continental, mas será suficiente para favorecer a diminuição das temperaturas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco-1785586361781.png" data-image="zt7wwc24ofrh" alt="Pressão atmosférica e chuva" title="Pressão atmosférica e chuva"><figcaption>A aproximação de uma depressão atlântica favorecerá uma descida generalizada das temperaturas no domingo, mais evidente no Norte e Centro.</figcaption></figure><p>Como consequência, as temperaturas deverão <strong>descer entre 3 e 5 °C</strong> na maioria das regiões. O alívio será mais evidente no litoral e nas regiões Norte e Centro, enquanto o interior Sul continuará a registar valores elevados, ainda superiores a <strong>30 °C</strong> em vários locais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco-1785586394502.png" data-image="g1m834vsz79x" alt="Temperatura" title="Temperatura"> <figcaption>Apesar de o núcleo da depressão permanecer a norte de Portugal, a sua influência será suficiente para promover uma entrada de ar mais fresco e preparar uma mudança do estado do tempo.</figcaption></figure><p>O vento voltará a intensificar-se durante a tarde, mantendo um padrão semelhante ao de sábado, com rajadas moderadas, sobretudo junto ao litoral e nas terras altas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781525" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias.html" title="Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias">Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias.html" title="Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-1785539101300_320.png" alt="Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias"></a></article></aside><p>Embora o domingo ainda decorra sem precipitação significativa, esta depressão poderá deixar <strong>vestígios de chuva nos primeiros dias da próxima semana</strong>, marcando o início de uma alteração gradual do padrão atmosférico.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Estudo analisa os impactos das alterações climáticas na acessibilidade da água, incluindo nas respetivas faturas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/estudo-analisa-os-impactos-das-alteracoes-climaticas-na-acessibilidade-da-agua-incluindo-nas-respetivas-faturas.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 11:04:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Um estudo publicado na revista Nature Sustainability avaliou como as alterações climáticas podem agravar significativamente a acessibilidade da água nas cidades.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-analisa-os-impactos-das-alteracoes-climaticas-na-acessibilidade-da-agua-incluindo-nas-respetivas-faturas-1785528106788.jpg" data-image="5vbvbtmaiffb" alt="Água para consumo" title="Água para consumo"><figcaption>O abastecimento de água é vulnerável às alterações climáticas.</figcaption></figure><p>Enquanto investigações anteriores concentraram-se principalmente nos custos e na fiabilidade dos sistemas de água, este estudo avalia os<strong> impactos nas famílias com diferentes faixas de rendimento</strong>.</p><h2>A acessibilidade à água é um desafio crescente</h2><p>O estudo, liderado pela Universidade de Stanford, é o primeiro a examinar de forma abrangente como as alterações climáticas, as infraestruturas envelhecidas, as decisões de investimento das concessionárias de serviços públicos e a<strong> procura de água das famílias interagem para afetar a acessibilidade da água.</strong></p><p>Para compreender como as alterações previstas na temperatura e na precipitação nas próximas duas décadas provavelmente afetarão o abastecimento e os custos da água local, a equipa de investigação analisou dados de Santa Cruz, na Califórnia.</p><p>Santa Cruz é uma pequena cidade costeira que <strong>depende quase exclusivamente das águas superficiais locais</strong> e de uma única albufeira.</p><p>A concessionária local implementou várias opções de conservação de baixo custo, como <strong>eletrodomésticos economizadores de água e redução da irrigação, </strong>o que exige investimentos em infraestruturas para a resiliência climática.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="672743" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/os-coletores-de-neblina-podem-ser-a-solucao-para-combater-a-escassez-de-agua-potavel-no-mundo.html" title="Podem os coletores de neblina ser a solução para combater a escassez de água potável no mundo?">Podem os coletores de neblina ser a solução para combater a escassez de água potável no mundo?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/os-coletores-de-neblina-podem-ser-a-solucao-para-combater-a-escassez-de-agua-potavel-no-mundo.html" title="Podem os coletores de neblina ser a solução para combater a escassez de água potável no mundo?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/pueden-los-atrapanieblas-ser-la-solucion-para-combatir-la-escasez-de-agua-potable-en-el-mundo-1725332841592_320.jpg" alt="Podem os coletores de neblina ser a solução para combater a escassez de água potável no mundo?"></a></article></aside><p>Utilizando uma estrutura de modelação desenvolvida com dados do departamento de água de Santa Cruz, os investigadores relacionaram <strong>cenários climáticos futuros plausíveis com decisões de adaptação da concessionária</strong>, como a construção de uma estação de reutilização de águas residuais, métodos de fixação de preços da água e procura de água ao nível do domicílio.</p><p>Os autores do estudo descobriram que <strong>as alterações climáticas, por si só, podem fazer com que mais 7 a 16% dos agregados familiares enfrentem contas de água inacessíveis.</strong></p><div class="texto-destacado">O estudo concluiu que até meados do século, a adaptação à crescente escassez de água poderá quase duplicar a fatura média de água das habitações na cidade de Santa Cruz.</div><p>O modelo mostrou que as contas de água medianas para os residentes mais pobres <strong>poderiam subir de cerca de 60 dólares para 111 dólares por mês </strong>(em valores atuais)<strong> num cenário de clima seco. </strong></p><div class="texto-destacado">Mais de 5% das famílias teriam de alocar até um terço do seu rendimento ao pagamento da água, obrigando provavelmente a escolhas difíceis em relação à alimentação, cuidados de saúde e outras necessidades básicas. </div><p>Diferentes estratégias de infraestruturas produziram resultados drasticamente diferentes. Uma abordagem avessa ao risco, que deu prioridade à construção de grandes centrais de dessalinização, proporcionou um abastecimento fiável, mas a um <strong>custo elevado em termos de acessibilidade</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-analisa-os-impactos-das-alteracoes-climaticas-na-acessibilidade-da-agua-incluindo-nas-respetivas-faturas-1785528732942.jpg" data-image="i1asllbb5mfl" alt="Dessalinização" title="Dessalinização"><figcaption>Centrais de dessalinização implicam um aumento de custo da água para o consumidor final.</figcaption></figure><p>Uma abordagem mais cautelosa, que adiou os investimentos, manteve as contas mais baixas, <strong>mas deixou o sistema perigosamente vulnerável durante as secas, garantindo um abastecimento de água fiável em apenas 6 em cada 10 anos</strong>, em média.</p><p>O <strong>custo médio da água da torneira nos Estados Unidos aumentou três vezes mais rapidamente do que a inflação</strong> nas últimas duas décadas, principalmente devido às infraestruturas obsoletas e à manutenção tardia.</p><div class="texto-destacado">A seca e a escassez de água continuam a ser as maiores ameaças ao abastecimento de água urbano. O aumento das temperaturas e a alteração dos padrões de precipitação estão a tornar as secas mais frequentes e severas, reduzindo a fiabilidade das fontes de água.</div><p>As alterações climáticas pressionam o abastecimento de água e obrigam as concessionárias a construir <strong>novas infraestruturas dispendiosas para manter a fiabilidade</strong>.</p><h2>No futuro - aplicação em outras cidades</h2><p>Os autores do estudo afirmam que o seu modelo pode ser aplicado, para avaliar os riscos de acessibilidade à água, a outras cidades, como Los Angeles, San Diego, São Francisco, Cidade do Cabo e Melbourne, na Austrália, que enfrentam vulnerabilidades semelhantes às de Santa Cruz. </p><p>Os autores do estudo recomendam que mesmo as cidades que parecem mais resilientes agora fariam bem em <strong>prestar atenção à acessibilidade da água no futuro</strong>.</p><div class="texto-destacado">Segundo os investigadores, estas comunidades podem tornar-se vulneráveis com o tempo, à medida que o stress climático se intensifica e as concessionárias aumentam as tarifas da água. </div><p>A África do Sul, que recebe apenas cerca de 464 mm de chuva anualmente, menos de metade da média global, está entre os países mais secos do mundo. Em 2018, a Cidade do Cabo quase ficou sem água, obrigando as autoridades a limitar o consumo dos residentes a 50 litros de água por pessoa por dia. <strong>O rigoroso racionamento e as medidas de conservação ajudaram a cidade a evitar o “Dia Zero”.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-analisa-os-impactos-das-alteracoes-climaticas-na-acessibilidade-da-agua-incluindo-nas-respetivas-faturas-1785528963561.jpg" data-image="ifgucuhqveh5" alt="Melbourne" title="Melbourne"><figcaption>Em Melbourne, entre 1 de março e 1 de junho de 2026, os reservatórios da cidade diminuíram 6,1% (111 mil milhões de litros).</figcaption></figure><p>Melbourne, na Austrália, enfrenta também um crescente stress hídrico. <strong>Os níveis de armazenamento estão 9,5% </strong>(172,1 mil milhões de litros)<strong> abaixo do nível de há um ano e 24% </strong>(cerca de 432 mil milhões de litros)<strong> abaixo do nível de há dois anos,</strong> refletindo condições de seca prolongada, níveis de entrada de água a níveis historicamente baixos e aumento da procura.</p><p>O estudo conclui que lidar com a acessibilidade da água em função das alterações climáticas exigirá mais do que ações por parte das concessionárias locais. </p><div class="texto-destacado">Garantir o acesso fiável à água para todos exigirá intervenções a nível estatal que vão muito além do que as concessionárias individuais podem fazer sozinhas.</div><p>Os autores defendem <strong>reformas regulamentares</strong>, maior investimento público em infraestruturas hídricas resilientes ao clima e assistência financeira direcionada para as famílias vulneráveis. </p><p>Além disso, recomendam também que o planeamento futuro da adaptação climática avalie a acessibilidade da água juntamente com a fiabilidade do abastecimento, <strong>para evitar que os custos da adaptação climática afetem desproporcionalmente as comunidades de baixos rendimentos.</strong></p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Skerker%2C%20J.%2C%20Klassert%2C%20C.%2C%20Francois%2C%20B.%20et%20al." data-year="" data-title="Urban%20water%20affordability%20crisis%20exacerbated%20by%20climate%20change." data-url="https%3A%2F%2Fdoi.org%2F10.1038%2Fs41893-026-01890-z">Skerker, J., Klassert, C., Francois, B. et al.. <a href="https://doi.org/10.1038/s41893-026-01890-z" target="_blank" rel="" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Urban water affordability crisis exacerbated by climate change.</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/estudo-analisa-os-impactos-das-alteracoes-climaticas-na-acessibilidade-da-agua-incluindo-nas-respetivas-faturas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Abrantes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O Observatório Europeu do Sul está a pedir que se limite o número de satélites em órbita, pelo interesse da astronomia]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/o-observatorio-europeu-do-sul-esta-a-pedir-que-se-limite-o-numero-de-satelites-em-orbita-pelo-interesse-da-astronomia.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 10:03:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Em resposta aos numerosos projetos para estabelecer enormes constelações de satélites na órbita da Terra, o Observatório Europeu do Sul solicitou o estabelecimento de um limite máximo para garantir observações astronómicas a partir da superfície terrestre.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/l-observatoire-europeen-austral-demande-une-limite-de-satellites-en-orbite-pour-le-bien-de-l-astronomie-1783699296321.jpeg" data-image="pm84mk9tel18" alt="Satélites em órbita; ilustração artística" title="Satélites em órbita; ilustração artística"><figcaption>O número de satélites em órbita da Terra tem aumentado ao longo dos anos e representa uma ameaça real para a astronomia.</figcaption></figure><p>Embora cerca de 1,7 milhões de satélites possam ser lançados na órbita da Terra – a maioria deles pertencentes à SpaceX – os investigadores do Observatório Europeu do Sul (ESO) alertam para o<strong> perigo que representam para a astronomia e sugerem limitar o seu número</strong>.</p><h2>Cada vez mais satélites</h2><p>Há apenas uma década, o crescente número de satélites em órbita baixa da Terra não era considerado um grande problema. No entanto, <strong>desde 2019, a implantação gradual da constelação Starlink acelerou drasticamente o aumento do número de satélites</strong>.</p><p>Atualmente,<strong> existem mais de 14.000 satélites ativos em órbita à volta do nosso planeta, em comparação com apenas 2.000 antes de 2019</strong>. A este número já considerável, devemos acrescentar aproximadamente 32.000 fragmentos de detritos espaciais e dispositivos inativos que também orbitam acima das nossas cabeças todos os dias.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Visualization of Starlink satellites orbiting Earth <a href="https://t.co/2zpzpR1QNj">pic.twitter.com/2zpzpR1QNj</a></p>— Black Hole (@konstructivizm) <a href="https://x.com/konstructivizm/status/2075336693109174441?ref_src=twsrc%5Etfw">July 9, 2026</a></blockquote></figure><p>Para agravar a situação, <strong>cerca de 1,7 milhões de satélites adicionais poderão ser lançados para o espaço nos próximos anos, incluindo um milhão de satélites só da SpaceX</strong>. Esta rede de um milhão de satélites seria utilizada para inteligência artificial e funcionaria como servidores em órbita do nosso planeta.</p><p>Outros exemplos incluem as constelações chinesas CTC-1 e CTC-2, cada uma com uma previsão de lançamento de <strong>quase 100.000 satélites</strong>, e o projeto "Cinnamon" da E-Space, que planeia lançar<strong> mais de 450.000 satélites adicionais</strong> para construir uma rede espacial global que liga milhares de milhões de dispositivos online.</p><h2>Um limite necessário</h2><p>Embora estas centenas de milhares de satélites ainda estejam em fase de planeamento, poderão ser lançados em órbita nos próximos anos, o que representaria um<strong> grande desafio para a astronomia</strong>. De facto, <strong>um satélite iluminado pelo Sol pode brilhar mais intensamente do que uma galáxia distante</strong>.</p><p>Para além do facto de muitos destes satélites serem visíveis a olho nu, dificultando a observação do céu noturno, <strong>a passagem de um satélite pelo campo de visão de um telescópio deixa um rasto que obscurece tudo o que está atrás dele</strong>. A situação já é desafiante para muitos telescópios, mesmo que existam "apenas" 14.000 satélites ativos em órbita – por isso é fácil imaginar as consequências da adição de mais 1,7 milhões.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr"><a href="https://x.com/hashtag/PPOD?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#PPOD</a>: One Hour of Satellites ️ <br><br>This image shows <a href="https://x.com/hashtag/satellites?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#satellites</a> crossing the night sky above the northern <a href="https://x.com/hashtag/Atacama?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Atacama</a> Desert in Chile over just one hour. It is a stack of a time-lapse video taken on 15 October 2025 about two hours after sunset. A few streaks are caused by planes and <a href="https://t.co/DXrHQlh34n">pic.twitter.com/DXrHQlh34n</a></p>— The SETI Institute (@SETIInstitute) <a href="https://x.com/SETIInstitute/status/2073059544121385076?ref_src=twsrc%5Etfw">July 3, 2026</a></blockquote></figure><p>Segundo cálculos do Observatório Europeu do Sul (ESO), o <strong>Very Large Telescope perderia até 28% do seu campo de visão neste cenário</strong>, duas horas após o pôr-do-sol. O <strong>Observatório Vera C. Rubin seria ainda mais afetado, uma vez que as suas imagens ficariam inutilizáveis</strong> durante várias horas, todas as noites.</p><p>Isto para não falar de outro projeto ambicioso da empresa americana Reflect Orbital, que planeia implantar espelhos gigantes em órbita para refletir a luz solar de volta para a Terra à noite. <strong>Se os 50.000 espelhos planeados forem implantados até 2035, o céu noturno será três a quatro vezes mais brilhante</strong>!</p><div class="texto-destacado">Por esta razão, o ESO defende agora um limite de 100.000 dispositivos, todos com um brilho inferior à magnitude 7 (ou seja, invisíveis a olho nu). O Observatório Europeu reconhece os benefícios dos satélites, que possibilitam uma valiosa conectividade global, mas também defende lançamentos regulamentados para evitar um crescimento excessivo.<br></div><p>É <strong>crucial que esta questão seja abordada com seriedade e à escala global</strong>. Caso a autoridade reguladora dos EUA responsável pela aprovação ou rejeição destes projectos decida não avançar com os mesmos, as empresas de outros países, como a China, não devem simplesmente ocupar o seu lugar.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777657" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/portugal-ajuda-a-construir-satelite-que-vai-desvendar-os-maiores-segredos-da-materia-escura.html" title="Portugal ajuda a construir satélite que vai desvendar os maiores segredos da matéria escura">Portugal ajuda a construir satélite que vai desvendar os maiores segredos da matéria escura</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/portugal-ajuda-a-construir-satelite-que-vai-desvendar-os-maiores-segredos-da-materia-escura.html" title="Portugal ajuda a construir satélite que vai desvendar os maiores segredos da matéria escura"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-ajuda-a-construir-satelite-que-vai-desvendar-os-maiores-segredos-da-materia-escura-1783515847087_320.jpg" alt="Portugal ajuda a construir satélite que vai desvendar os maiores segredos da matéria escura"></a></article></aside><p>A crescente proliferação de satélites representa, sem dúvida, uma ameaça existencial para a astronomia ótica, mas as suas consequências vão muito para além disso. Estas megaconstelações não só interferem com as observações telescópicas, como também<strong> afetam o sono, os ecossistemas e até a qualidade do ar</strong>, principalmente durante os lançamentos de foguetões.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Nassim%20Chentouf" data-year="2026" data-title="SpaceX%20veut%20un%20million%20de%20satellites%20en%20orbite%20pour%20son%20IA%20%3A%20l'astronomie%20mondiale%20r%C3%A9clame%20une%20limite%20d'urgence" data-url="https%3A%2F%2Fwww.lesnumeriques.com%2Fintelligence-artificielle%2Fspacex-veut-un-million-de-satellites-en-orbite-pour-son-ia-l-astronomie-mondiale-reclame-une-limite-d-urgence-n258893.html">Nassim Chentouf. (2026). <a href="https://www.lesnumeriques.com/intelligence-artificielle/spacex-veut-un-million-de-satellites-en-orbite-pour-son-ia-l-astronomie-mondiale-reclame-une-limite-d-urgence-n258893.html" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">SpaceX wants one million satellites in orbit for its AI: global astronomy calls for an urgent limit</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/o-observatorio-europeu-do-sul-esta-a-pedir-que-se-limite-o-numero-de-satelites-em-orbita-pelo-interesse-da-astronomia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciência prova a existência da prática ritual contínua mais antiga do mundo em caverna australiana]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 09:04:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Descoberta na Austrália revela rituais indígenas praticados desde a Era do Gelo. Saiba mais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana-1785168064772.png" data-image="1gxeck98x0h8"><figcaption>Pôr do sol em Lakes Entrance, East Gippsland.</figcaption></figure><p>Estudos arqueobotânicos realizados na Caverna de Cloggs, localizada no território ancestral dos GunaiKurnai em Gippsland (sudeste da Austrália), <strong>revelaram evidências científicas de práticas rituais contínuas ao longo de aproximadamente 25 000 anos.</strong> O estudo foi conduzido por investigadores em colaboração com a <em>GunaiKurnai Land and Waters Aboriginal Corporation</em>, combinando arqueologia microbotânica avançada e o conhecimento tradicional dos Guardiões e Anciãos GunaiKurnai. </p><h2> Metodologia e descobertas botânicas</h2><p> A investigação centrou-se na análise de <strong>fitólitos, </strong>microscópicas estruturas de sílica formadas no interior dos tecidos vegetais que se preservam no solo durante milénios. Para isolar as atividades humanas das contribuições da fauna local, os cientistas <strong>analisaram tanto as camadas sedimentares da caverna como excrementos preservados de possums-comuns</strong> (<em>Trichosurus vulpecula</em>).</p><ul><li><strong>Predomínio de gramíneas:</strong> A coleção de fitólitos é maioritariamente dominada por gramíneas (família <em>Poaceae</em>), com uma presença insignificante ou nula de plantas lenhosas (árvores e arbustos). </li></ul><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana-1785168586058.png" data-image="6xb2qtp129zr"><figcaption>Parque Nacional de Chillagoe-Mungana, Queensland, Austrália.</figcaption></figure><ul><li><strong>Transporte de plantas inteiras:</strong> a presença conjunta de morfotipos de inflorescências (flores), folhas e caules<strong> provou que os antigos ancestrais recolhiam e transportavam plantas de gramíneas inteiras para o interior da caverna.</strong></li></ul><ul><li><strong>Evidência de fogo humano:</strong> a descoberta de fitólitos carbonizados (queimados ou parcialmente fundidos) em múltiplas camadas sedimentares serviu como indicador inequívoco da queima intencional destas plantas trazidas pelos humanos.</li></ul><h2>Uso ritual da caverna e práticas culturais</h2><p>A Caverna de Cloggs localiza-se numa zona escura <strong>onde não existe crescimento natural de plantas. </strong></p><div class="texto-destacado">A escassez de ferramentas de preparação de alimentos e a ausência de restos abundantes de fauna associados à subsistência reforçam que o local não era um acampamento doméstico habitual, mas sim um espaço sagrado e reservado. </div><p>De acordo com o conhecimento tradicional e registos etnográficos do século XIX, a <strong>caverna era frequentada por <em>mulla-mullung</em>, homens e mulheres de grande sabedoria e poderes espirituais. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana-1785168165023.jpeg" data-image="cgxkq3rd3pgk"><figcaption>Pintura mural rupestre aborígene, Austrália.</figcaption></figure><p>As plantas eram intencionalmente <strong>queimadas em fogueiras de baixa temperatura, gerando finas camadas expansivas de cinza e fumo</strong>. Na cultura GunaiKurnai, a cinza, o carvão e as gramíneas desempenhavam papéis centrais em rituais de cura, feitiçaria, proteção e cerimónias de iniciação. </p><h2>Conexão com outras instalações rituais no local </h2><p> A descoberta dos fitólitos queimados complementa outros achados arqueológicos excecionais na Caverna de Cloggs: </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana-1785168850348.png" data-image="sukh5iv40hk4"><figcaption>Prato cerimonial de madeira com galhos defumados, o ritual de boas-vindas em um evento comunitário indígena na Austrália.</figcaption></figure><ul><li><strong>Fogueiras rituais em miniatura (11 000 a 12 000 anos BP)</strong>: pequenas fogueiras que continham varas de Casuarina aparadas e untadas com gordura animal ou humana, <strong>correspondendo exatamente às descrições etnográficas de rituais de maldição. </strong></li></ul><ul><li><strong>Pedra erguida (<em>Standing Stone</em>, ~2 000 a 1 600 anos BP): </strong>uma estrutura de pedra com cerca de 28 cm de altura, rodeada por 73 camadas finas de cinza <strong>decorrentes da queima repetida de vegetação macia ao seu redor ao longo de séculos. </strong></li></ul><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="678425" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/um-novo-estudo-revela-a-atividade-humana-moderna-inicial-numa-gruta-do-sudeste-asiatico.html" title="Um novo estudo revela a atividade humana moderna inicial numa gruta do sudeste asiático">Um novo estudo revela a atividade humana moderna inicial numa gruta do sudeste asiático</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/um-novo-estudo-revela-a-atividade-humana-moderna-inicial-numa-gruta-do-sudeste-asiatico.html" title="Um novo estudo revela a atividade humana moderna inicial numa gruta do sudeste asiático"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/a-new-study-reveals-early-modern-human-activity-in-a-cave-in-southeast-asia-1728752174942_320.jpg" alt="Um novo estudo revela a atividade humana moderna inicial numa gruta do sudeste asiático"></a></article></aside><p>A análise microbotânica confirma que os <strong>GunaiKurnai recolhiam e queimavam gramíneas na Caverna de Cloggs há cerca de mil gerações.</strong> A integração entre a ciência dos fitólitos e a tradição oral demonstra uma impressionante continuidade cultural e espiritual no sudeste australiano, <strong>ligando as práticas do Pleistoceno ao Holoceno.</strong></p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Grono%20E%2C%20David%20B%2C%20Mullett%20R%2C%20Stevenson%20J%2C%20Petchey%20F%2C%20Delannoy%20J-J%2C%20McDowell%20MC%2C%20Miller%20DJ%2C%20Morley%20MW%2C%20Fresl%C3%B8v%20J%2C%20Jenkin%20D%2C%20GunaiKurnai%20Land%20e%20Waters%20Aboriginal%20Corporation" data-year="2026" data-title="Phytoliths%20from%20Cloggs%20Cave%2C%20GunaiKurnai%20country%20(southeastern%20Australia)%20reveal%20the%20gathering%20of%20whole%20grasses%20for%20burning%20practices%20inside%20the%20cave." data-url="doi%3A%2010.3389%2Ffearc.2026.1871928">Grono E, David B, Mullett R, Stevenson J, Petchey F, Delannoy J-J, McDowell MC, Miller DJ, Morley MW, Fresløv J, Jenkin D, GunaiKurnai Land e Waters Aboriginal Corporation. (2026). <a href="doi: 10.3389/fearc.2026.1871928" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Phytoliths from Cloggs Cave, GunaiKurnai country (southeastern Australia) reveal the gathering of whole grasses for burning practices inside the cave.</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Carlos Alves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar-condicionado natural: plantas que ajudam a deixar o ambiente mais fresco e melhoram o isolamento térmico]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/ar-condicionado-natural-plantas-que-ajudam-a-deixar-o-ambiente-mais-fresco-e-melhoram-o-isolamento-termico.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 08:06:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>As plantas podem ser aliadas perfeitas contra o calor, pois além de acrescentarem um toque decorativo, podem ajudar a refrescar os ambientes, proporcionar sombra e melhorar o conforto térmico da casa durante o verão.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/aire-acondicionado-natural-las-plantas-que-pueden-ayudar-a-crear-un-hogar-mas-fresco-y-mejorar-el-aislamiento-termico-1785413309225.jpeg" data-image="fx9n694msjak" alt="homem molhando uma planta" title="homem molhando uma planta"><figcaption>As plantas podem ajudar a melhorar o ambiente térmico em casa durante o verão.</figcaption></figure><p>Com a chegada do <strong>verão</strong>,<strong> manter a casa fresca</strong> torna-se uma prioridade. Além do indispensável ar-condicionado convencional, existem <strong>soluções naturais</strong> que podem ajudar a melhorar o conforto térmico no lar.</p><p>As <strong>plantas </strong>desempenham um papel particularmente interessante nesse sentido, graças à sombra e à humidade que proporcionam e, sobretudo, à evapotranspiração — um processo natural capaz de aumentar o nosso conforto.</p><p>Embora a vegetação não arrefeça a casa da mesma maneira que um aparelho de ar-condicionado, certas espécies podem <strong>ajudar a reduzir a sensação de calor e criar um microclima mais agradável</strong>, especialmente quando combinadas com orientação, ventilação e isolamento adequados.</p><h2>Evapotranspiração, um arrefecimento natural</h2><p>A chave está na <strong>evapotranspiração</strong>, um processo que combina a evaporação da água presente no solo — ou no substrato, neste caso — com a transpiração das plantas através das suas folhas.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Los helechos son perfectos para decorar tu terraza, le da un toque selvático y privado <a href="https://x.com/hashtag/Tips?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Tips</a> <a href="https://x.com/hashtag/Jardin?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Jardin</a> <a href="https://x.com/hashtag/Terraza?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Terraza</a> <a href="https://t.co/sA1EShmVoF">pic.twitter.com/sA1EShmVoF</a></p>— Total Pisos (@TotalPisos) <a href="https://x.com/TotalPisos/status/736368983830626308?ref_src=twsrc%5Etfw">May 28, 2016</a></blockquote></figure><p>Quando uma <strong>planta </strong>de qualquer tipo<strong> absorve água</strong> pelas raízes, uma parcela significativa acaba por ser<strong> libertada na atmosfera na forma de vapor</strong>, através de minúsculos poros chamados estômatos.</p><p>Este mecanismo é semelhante ao que vivenciamos quando o suor evapora da nossa pele. Por isso, <strong>uma vegetação abundante e bem hidratada pode alterar as condições do ar ao seu redor</strong>.</p><div class="texto-destacado">Para que a água passe do estado líquido para o gasoso, ela necessita de energia, a qual obtém do ambiente na forma de calor. Como resultado, produz-se um efeito de arrefecimento.<br></div><p>No entanto,<strong> nem todas as plantas possuem a mesma capacidade</strong>, uma vez que a taxa de evapotranspiração depende de fatores como espécie, tamanho da planta, área superficial das folhas, disponibilidade de água, temperatura, radiação solar, vento e humidade do ambiente.</p><h2>Quais plantas podem ajudar refrescar o ar?</h2><p>Espécies de crescimento rápido, com <strong>grande área superficial foliar </strong>(muitas folhas) e alta exigência hídrica durante o verão, podem apresentar taxas significativas de evapotranspiração.</p><h3>Samambaias</h3><p>Podem adicionar humidade a ambientes internos bem iluminados e protegidos, enquanto certas plantas ornamentais de folhagem abundante ajudam a criar uma atmosfera mais fresca ao seu redor.</p><h3>Hera, falsa-vinha ou algumas variedades de jasmim</h3><p>Podem desempenhar uma função adicional, pois <strong>projetam sombra</strong> sobre paredes e janelas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aire-acondicionado-natural-las-plantas-que-pueden-ayudar-a-crear-un-hogar-mas-fresco-y-mejorar-el-aislamiento-termico-1785414367413.jpeg" data-image="a4o3gtjq302s" alt="Imagen 2" title="Imagen 2"><figcaption>Fachadas com vegetação podem reduzir as temperaturas internas das residências.</figcaption></figure><h3>Árvores e arbustos</h3><p>Possuem uma capacidade ainda maior de modificar o microclima. Uma <strong>copa densa</strong>, como a das árvores, interceta parte da radiação solar antes que atinja fachadas, janelas ou telhados. Ao mesmo tempo, a sua transpiração liberta água de volta para a atmosfera e contribui para a troca de calor.</p><h2>Sombra e isolamento: uma combinação fundamental</h2><p>O efeito de arrefecimento das plantas não depende apenas da evapotranspiração. De facto, quando <strong>posicionadas estrategicamente</strong>, podem servir como uma <strong>barreira vegetal eficaz contra a radiação</strong> solar.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Plantou uma videira e a transformou em um telhado verde cheio de uvas. <a href="https://t.co/Gx4kqsKel7">pic.twitter.com/Gx4kqsKel7</a></p>— abymael (@abymaelx) <a href="https://x.com/abymaelx/status/2059707232212734146?ref_src=twsrc%5Etfw">May 27, 2026</a></blockquote></figure><p>Uma fachada parcialmente coberta por vegetação pode receber menos radiação direta, enquanto uma árvore situada em frente a uma janela pode reduzir significativamente o ganho de calor durante as horas de pico de exposição solar.</p><h2>Plantas de interior: realmente reduzem a temperatura?</h2><p>Em ambientes internos, é melhor ser realista. Uma planta em vaso pode aumentar ligeiramente a humidade relativa local e proporcionar uma sensação subtil de frescura — o que é certamente bem-vinda —, mas <strong>não consegue substituir um sistema de climatização nem reduzir a temperatura da casa em vários graus por si só</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-5-plantas-mais-inusitadas-para-cultivar-em-casa-parecem-ser-de-outro-planeta.html" title="As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!">As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-5-plantas-mais-inusitadas-para-cultivar-em-casa-parecem-ser-de-outro-planeta.html" title="As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222155463_320.jpeg" alt="As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!"></a></article></aside><p>O <strong>efeito é muito mais significativo quando a vegetação está localizada em terraços, pátios, varandas ou jardins</strong>, onde há uma área foliar maior disponível para intercetar diretamente a radiação solar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aire-acondicionado-natural-las-plantas-que-pueden-ayudar-a-crear-un-hogar-mas-fresco-y-mejorar-el-aislamiento-termico-1785414491993.jpeg" data-image="ormh8p1981yj" alt="Imagen 3" title="Imagen 3"><figcaption>Um jardim visualmente agradável e com uma sensação de frescura.</figcaption></figure><p>Além disso, vale ressaltar que introduzir muitas plantas em ambientes fechados pode aumentar excessivamente a humidade, especialmente se a ventilação for precária. Portanto, é importante encontrar um <strong>equilíbrio entre a vegetação, a ventilação e a disponibilidade de água</strong>.</p><h2>Um ambiente mais fresco com soluções naturais<br></h2><p>As <strong>plantas </strong>podem, portanto, servir como uma ferramenta complementar no combate ao calor. A sua capacidade de realizar a evapotranspiração, proporcionar sombra e modificar o microclima ajuda a reduzir a carga térmica da residência e a melhorar os níveis de conforto durante os meses mais quentes.</p><p>A escolha de espécies adaptadas ao clima local é fundamental, assim como o seu posicionamento estratégico.</p><ul><li><strong>Árvores </strong>para proteger fachadas e janelas</li><li><strong>Plantas trepadeiras</strong> para criar sombra em paredes e muros</li><li><strong>Plantas de folhagem abundante</strong> para pátios e terraços</li></ul><p>O verdadeiro <strong>“ar-condicionado natural”</strong> não depende de uma única planta, mas sim do projeto de espaços verdes capazes de aproveitar os processos naturais da vegetação.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/ar-condicionado-natural-plantas-que-ajudam-a-deixar-o-ambiente-mais-fresco-e-melhoram-o-isolamento-termico.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Guia para multiplicar a sua espada-de-São-Jorge a partir de uma única folha e encher a casa com novas plantas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/guia-para-multiplicar-a-sua-espada-de-sao-jorge-a-partir-de-uma-unica-folha-e-encher-a-casa-com-novas-plantas.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 07:04:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Uma técnica simples e um pouco de paciência são tudo o que precisa para transformar uma única folha em várias plantas. Qual é a melhor altura para o fazer, que recipientes utilizar e quais os erros mais comuns?</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/paso-a-paso-para-multiplicar-la-lengua-de-suegra-con-una-sola-hoja-y-llenar-la-casa-de-nuevas-plantas-1785161586218.jpg" data-image="09f7zjmj9exg" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Um método simples e económico para obter novos exemplares a partir de um fragmento de folha.</figcaption></figure><p>Propagar plantas em casa está longe de ser um segredo para os especialistas. Para o comprovar, nada melhor do que começar pela espada-de-São-Jorge. A sua grande resistência perdoa os erros de qualquer principiante e permite <strong>obter novas plantas com muito pouco esforço</strong>.</p><p>A partir de uma única folha saudável, é possível obter várias estacas. Embora o procedimento seja muito simples, <strong>pequenos detalhes fazem a diferença entre uma muda bem-sucedida </strong>e uma que acaba no lixo.</p><h2>O momento ideal para começar</h2><p>A época do ano influencia diretamente o resultado. A primavera e o início do verão são os períodos ideais para esta tarefa, uma vez que a planta se encontra na sua fase de crescimento ativo. <strong>Temperaturas amenas e dias mais longos favorecem o desenvolvimento das raízes</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/paso-a-paso-para-multiplicar-la-lengua-de-suegra-con-una-sola-hoja-y-llenar-la-casa-de-nuevas-plantas-1785161768684.jpg" data-image="j1b5hxtjdn0z" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Para multiplicar a espada-de-São-Jorge, basta uma folha saudável e um vaso com boa drenagem.</figcaption></figure><p>É possível realizar o processo no outono ou no inverno, mas o <strong>desenvolvimento será muito mais lento </strong>e o risco de apodrecimento devido ao excesso de humidade aumentará.</p><h2>Passo a passo: como preparar as estacas</h2><p>O<strong> primeiro passo é escolher uma folha madura, firme e completamente saudável</strong>. É melhor eliminar qualquer folha que apresente manchas, partes moles ou danos causados por insetos.</p><p>Utilizando uma tesoura ou uma faca afiada e desinfetada, a folha é cortada pela base. De seguida, é <strong>dividida em segmentos </strong>de 5 a 8 centímetros de comprimento.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/paso-a-paso-para-multiplicar-la-lengua-de-suegra-con-una-sola-hoja-y-llenar-la-casa-de-nuevas-plantas-1785161844495.jpg" data-image="s0e37drejn6i" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>O corte preciso e a cicatrização adequada são passos essenciais para garantir o enraizamento.</figcaption></figure><p>Um pormenor crucial: <strong>todas as estacas devem ser plantadas na mesma orientação em que estavam na planta</strong>. Uma pequena marca na base de cada estaca evita confusões. Se forem plantadas de cabeça para baixo, não criarão raízes.</p><p>Antes da plantação, as estacas precisam de cicatrizar. O ideal é deixá-las durante 24 a 48 horas num local seco, bem ventilado e com sombra. <strong>Este período de repouso forma uma camada protetora sobre o corte</strong>, prevenindo o crescimento de fungos.</p><h3>Vaso definitivo ou recipiente temporário?</h3><p>Para plantar as estacas, o melhor é começar num pequeno vaso temporário, um recipiente para propagação ou mesmo copos de plástico com furos no fundo.</p><p>Um<strong> recipiente pequeno facilita o controlo da humidade e evita que o substrato retenha água em excesso</strong>. Assim que as plântulas desenvolverem as primeiras folhas e um sistema radicular firme, será altura de as transplantar para o vaso definitivo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/paso-a-paso-para-multiplicar-la-lengua-de-suegra-con-una-sola-hoja-y-llenar-la-casa-de-nuevas-plantas-1785161951667.jpg" data-image="q28c98ey4ni8" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Com paciência, rega moderada e um substrato leve, as estacas desenvolvem raízes e novos rebentos em poucas semanas.</figcaption></figure><p>No momento do transplante definitivo, <strong>várias estacas podem ser plantadas juntas num único vaso</strong>. A única precaução é deixá-las com uma distância de 5 a 8 centímetros entre si, para que os seus rizomas tenham espaço para se expandir sem competir por espaço ou nutrientes. <strong>Utilize um substrato leve e com boa drenagem</strong>. Cada estaca deve ser enterrada a apenas dois ou três centímetros de profundidade.</p><h3>Rega: menos é mais</h3><p>O erro mais comum na propagação da espada-de-São-Jorge é o excesso de água. A planta armazena água nos seus tecidos, pelo que não tolera solos encharcados. Após a plantação das mudas, basta <strong>humedecer ligeiramente o solo</strong>. Aguarde até que o substrato esteja completamente seco antes de voltar a regar.</p><p>Em <strong>climas frios, a rega deve ser espaçada por duas semanas ou mais</strong>. Além disso, é melhor colocar o vaso num local bem iluminado, longe da luz solar direta do meio-dia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/paso-a-paso-para-multiplicar-la-lengua-de-suegra-con-una-sola-hoja-y-llenar-la-casa-de-nuevas-plantas-1785162046018.jpg" data-image="szm65vp0nyvp" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Para multiplicar a espada-de-São-Jorge em casa, basta uma folha saudável e um vaso com boa drenagem.</figcaption></figure><p>A paciência desempenha um papel fundamental em todo o processo. Em boas condições,<strong> as raízes aparecem entre a terceira e a quarta semana</strong>. No entanto, os novos rebentos podem demorar entre um a três meses a emergir do solo.</p><p>Enquanto se aguarda, é <strong>fundamental não mover ou desenterrar os fragmentos de folhas</strong> para verificar o seu estado. Esta interrupção geralmente danifica as minúsculas raízes em desenvolvimento.</p><h3>Um pormenor fundamental sobre a variedade</h3><p>Se a planta-mãe tiver folhas completamente verdes, os novos exemplares serão idênticos.</p><p>Em contraste, as variedades com bordos amarelos ou creme, como a popular <em>Laurentii</em>, perdem estas riscas quando propagadas por estacas de folhas. As <strong>plantas resultantes serão inteiramente verdes</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780286" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-ar-condicionado-colonial-de-guanajuato-como-as-suas-ruas-estreitas-se-mantem-frescas-sem-tecnologia-moderna.html" title="O 'ar condicionado colonial' de Guanajuato: como as suas ruas estreitas se mantêm frescas sem tecnologia moderna">O "ar condicionado colonial" de Guanajuato: como as suas ruas estreitas se mantêm frescas sem tecnologia moderna</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-ar-condicionado-colonial-de-guanajuato-como-as-suas-ruas-estreitas-se-mantem-frescas-sem-tecnologia-moderna.html" title="O 'ar condicionado colonial' de Guanajuato: como as suas ruas estreitas se mantêm frescas sem tecnologia moderna"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-aire-acondicionado-colonial-de-guanajuato-asi-refrescan-sus-calles-estrechas-sin-tecnologia-moderna-1784337782288_320.png" alt="O 'ar condicionado colonial' de Guanajuato: como as suas ruas estreitas se mantêm frescas sem tecnologia moderna"></a></article></aside><p><strong>Para preservar as bordas douradas desta variedade</strong>, a única forma é dividir a planta a partir das suas raízes ou separar os rebentos que crescem na base.</p><p>Com uma folha saudável e paciência, esta técnica é uma forma simples e barata de adicionar verde a todos os cantos da sua casa.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/guia-para-multiplicar-a-sua-espada-de-sao-jorge-a-partir-de-uma-unica-folha-e-encher-a-casa-com-novas-plantas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 06:02:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O IPMA prolongou o aviso amarelo de tempo quente na Madeira até às 18h do dia 3 de agosto. Além do calor, também o índice UV estará elevado nos próximos dias.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatrgv2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatrgv2.jpg" id="xatrgv2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Como avançamos em previsões anteriores, o IPMA havia emitido aviso amarelo de tempo quente para as Regiões Montanhosas e a Costa Sul da Madeira até ao final do dia 2 de agosto, no entanto, até ao momento da redação desta previsão, e de acordo com a mais recente atualização deste instituto,<strong> este aviso foi prolongado até às 18h do dia 3 de agosto</strong>, segunda-feira.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Para além das temperaturas previstas, que poderão aproximar-se dos 30 ºC, especialmente na Costa Sul, há ainda <strong>outro fator que deverá exigir um maior cuidado quando decidir ir à praia ou fazer alguma atividade ao ar livre </strong>durante as horas de maior exposição: o índice UV, que estará muito elevado, segundo a mais recente previsão dos nossos mapas.</p><h2>Índice UV muito elevado nos próximos dias: o que significa?</h2><p>Para hoje, sábado, numa escala de 0 a 15, o<strong> índice esperado entre as 13h e as 15h para a maior parte da área do arquipélago madeirense é de 10</strong>. O que é que isto significa?</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-1785537723172.png" data-image="ur7m56xa717k" alt="índice UV" title="índice UV"><figcaption>Ao longo dos próximos dias, o arquipélago da Madeira registará índices elevados de radiação UV, requerendo, assim, um maior cuidado com a exposição solar.</figcaption></figure><p>Um <strong>índice UV entre 8 e 10 é considerado muito alto</strong>, pelo que neste caso específico que estamos a analisar, já se encontra no limite, pois se fosse de 11 ou mais, seria considerado extremo. Felizmente, em Portugal, este valor (11) é pouco frequente, no entanto, um <strong>índice como o previsto para as próximas horas e dias na Madeira requer alguns cuidados</strong>.</p><p>Um dos principais riscos são as queimaduras na pele em menos de 10 minutos, em pessoas de pele muito clara, para além de possíveis danos oculares e insolações. No entanto, aconselha-se o<strong> uso de proteção solar (acima de 30 FPS), assim como óculos de sol com proteção UVB/UVA; chapéu e roupas leves. A hidratação também é essencial para evitar golpes de calor</strong>.</p><h2>No domingo o índice diminui, mas volta a aumentar nos dias seguintes</h2><p>Segundo o nosso mapa de índice UV, é esperado que amanhã, domingo, o índice baixe de 10 para 8, continuando elevado, mas não tão extremo. Contudo, esta diminuição, que se deverá ao facto de uma maior nebulosidade sobre a ilha, será "sol de pouca dura", uma vez que<strong> na segunda-feira voltará a aumentar para 10</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781429" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-com-temperaturas-mais-elevadas-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso.html" title="Madeira sob aviso amarelo de tempo quente: eis as zonas com temperaturas mais elevadas e até quando irá durar este aviso">Madeira sob aviso amarelo de tempo quente: eis as zonas com temperaturas mais elevadas e até quando irá durar este aviso</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-com-temperaturas-mais-elevadas-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso.html" title="Madeira sob aviso amarelo de tempo quente: eis as zonas com temperaturas mais elevadas e até quando irá durar este aviso"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-mais-quentes-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso-1785492417825_320.png" alt="Madeira sob aviso amarelo de tempo quente: eis as zonas com temperaturas mais elevadas e até quando irá durar este aviso"></a></article></aside><p>Nos dias seguintes, é expectável que o índice se mantenha entre 9 e 10, sendo recomendado que <strong>os cuidados supracitados sejam postos em prática</strong>, especialmente pelas pessoas que estarão mais expostas ao sol, de forma a evitar danos à saúde.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA["Bali português" existe e fica a menos de uma hora do Porto]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-bali-portugues-existe-e-fica-a-menos-de-uma-hora-do-porto.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 05:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Parece Bali, mas fica no Minho. Conheça o refúgio à beira-rio que está a conquistar Portugal. “É perfeito para quem quer fugir à rotina sem sair do país.”</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/o-bali-portugues-existe-e-fica-a-menos-de-uma-hora-do-porto-1785258635030.jpg" data-image="jqhwl1oix9aq" alt="Bamboo & Coconut" title="Bamboo & Coconut"><figcaption>Já ouvir falar deste espaço? Foto: Bamboo & Coconut // lagodoscisnespark</figcaption></figure><p>“Um dos lugares mais bonitos” da região; “Bali de Portugal”; “um dos <em>spots</em> de verão favoritos”; e “é perfeito para quem quer fugir à rotina sem sair do país”. Quando se trata de descrever este lugar, os<em> media </em>portugueses não medem palavras. </p><p>Agora a questão que se coloca é: afinal, do que é que estão a falar? Nós explicamos. </p><p>Quando alguém lhe fala de <strong>Bali</strong>, qual a primeira imagem a surgir? Apostamos que se trata de uma com palmeiras, bambus, espreguiçadeiras, água e aquele ambiente tão característico desta ilha da Indonésia. E é precisamente isso que aparece quando se fala do <strong>Bamboo & Coconut</strong>.</p><div class="texto-destacado">Instalado nas margens do rio Cávado, este refúgio de verão tornou-se um dos locais mais fotografados do Minho. Entre estruturas em bambu, madeira, zonas de sombra, vegetação exuberante e uma decoração inspirada nos destinos tropicais, muitos visitantes dizem sentir-se transportados para Bali.</div><p>A única diferença? Para conhecer este lugar não precisa de apanhar nenhum avião. Aliás, basta conduzir até <strong>Amares</strong>, no<strong> distrito de Braga</strong>. </p><h2>Parece Bali, mas fica em Portugal</h2><p>O espaço integra a <strong>Quinta Lago dos Cisnes</strong> e existe desde 1993. Na altura, nasceu como um simples bar de apoio à beira-rio, mas foi evoluindo ao longo dos anos. Hoje apresenta-se como um verdadeiro<em> summer club</em>, pensado para que seja possível passar ali um dia inteiro entre refeições, momentos de descanso e diferentes experiências.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="735547" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/sera-esta-a-nova-bali-o-paraiso-que-divide-opinioes.html" title="Será esta a nova Bali? O paraíso que divide opiniões">Será esta a nova Bali? O paraíso que divide opiniões</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/sera-esta-a-nova-bali-o-paraiso-que-divide-opinioes.html" title="Será esta a nova Bali? O paraíso que divide opiniões"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/sera-esta-a-nova-bali-o-paraiso-que-divide-opinioes-1761206390434_320.jpg" alt="Será esta a nova Bali? O paraíso que divide opiniões"></a></article></aside><p>Uma das suas particularidades é o facto de<strong> renascer todos os anos</strong>. Como está instalado numa zona sujeita às cheias de inverno, grande parte das estruturas é desmontada no final da época e reconstruída quando regressa o verão. Sempre que reabre, o espaço apresenta novas ideias e continua a reinventar-se. Este ano não foi exceção.</p><h2>Muito mais do que um bar de verão</h2><p>Embora o Bamboo Lounge continue a ser o centro do espaço, o conceito vai <strong>muito além de um simples bar à beira-rio</strong>. </p><div class="texto-destacado">É ali que são servidos<em> cocktails</em>, sangrias, <em>snacks </em>e petiscos, sempre acompanhados por um ambiente descontraído e, frequentemente, por música ao vivo ou<em> DJ sets </em>durante os sunsets.</div><p>“O nosso objetivo nunca foi criar um restaurante para o dia a dia. Queremos proporcionar momentos especiais, daqueles que as pessoas associam ao verão e guardam na memória”, sublinham os responsáveis, citados pela revista ‘NiT’.</p><p>Para quem pretende uma refeição mais completa, existe o restaurante The Coconut House, cuja carta privilegia pratos para partilhar, carnes, peixe, massas e propostas de inspiração mediterrânica e tropical, acompanhadas por <em>cocktails</em> de assinatura.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-bali-portugues-existe-e-fica-a-menos-de-uma-hora-do-porto-1785258955549.jpg" data-image="b4g6jpst8jef" alt="Bamboo & Coconut" title="Bamboo & Coconut"><figcaption>Um espaço para conhecer este verão. Bamboo & Coconut // lagodoscisnespark</figcaption></figure><p>O complexo inclui ainda a Palm Boutique, dedicada a artigos de decoração, moda e <em>lifestyle</em>, bem como o The Studio, um espaço destinado a aulas de ioga, pilates, <em>workshops</em> e outras atividades ligadas ao bem-estar.</p><p>Ao longo da temporada realizam-se também <strong><em>brunches</em>, eventos temáticos, experiências gastronómicas e iniciativas especiais</strong>, o que faz com que dificilmente duas visitas sejam iguais.</p><h2>O que deve saber antes de visitar</h2><p>Mas, atenção, porque, apesar de estar localizado junto ao rio Cávado, <strong>o Bamboo & Coconut não funciona como praia fluvial</strong>. Aqui não há nadadores-salvadores nem vigilância balnear, pelo que qualquer mergulho é feito por conta e risco.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779757" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html" title="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC ">Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html" title="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c-1784655856544_320.jpg" alt="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC "></a></article></aside><p>Em vez disso, a maioria dos visitantes chega para aproveitar o ambiente, relaxar junto ao rio, almoçar, beber um<em> cocktail </em>ou simplesmente desfrutar da tranquilidade proporcionada pela natureza.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-bali-portugues-existe-e-fica-a-menos-de-uma-hora-do-porto-1785259107631.jpg" data-image="kw587uzh5py3" alt="Bamboo & Coconut" title="Bamboo & Coconut"><figcaption>Chamam-lhe o "Bali português" — e não é difícil perceber porquê. Foto: Bamboo & Coconut // lagodoscisnespark</figcaption></figure><p>Outra vantagem é o facto de ser um espaço<em><strong> pet friendly</strong></em>, permitindo a entrada de animais de estimação, desde que permaneçam com trela.</p><h2>Mais informações e detalhes</h2><p>O Bamboo & Coconut abre apenas durante os <strong>meses de verão</strong>, normalmente entre junho e setembro, embora os horários possam variar consoante as condições meteorológicas. </p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações.<br> </div><p>A entrada funciona através de um<strong> consumo mínimo</strong>, cujo valor varia consoante o dia e pode ir até aos 15€, sendo esse montante descontado no que consumir durante a visita. Como os horários, os preços e a programação podem sofrer alterações ao longo da época, é aconselhável confirmar as condições antes de se deslocar ao espaço.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Versa%2C%20Ribeiro%2C%20M" data-year="2026" data-title="Parece%20Bali%2C%20mas%20este%20para%C3%ADso%20t%C3%A3o%20elogiado%20fica%20mesmo%20em%20Portugal" data-url="https%3A%2F%2Fversa.iol.pt%2Fbraga%2Fbamboo-coconut%2Fparece-bali-mas-este-paraiso-tao-elogiado-fica-mesmo-em-portugal%2F20260718%2F6a58ebb7d34e511da0b2dc93">Versa, Ribeiro, M. (2026). <a href="https://versa.iol.pt/braga/bamboo-coconut/parece-bali-mas-este-paraiso-tao-elogiado-fica-mesmo-em-portugal/20260718/6a58ebb7d34e511da0b2dc93" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Parece Bali, mas este paraíso tão elogiado fica mesmo em Portugal</a>.</cite><br><cite data-author="NiT%2C%20Santos%2C%20D" data-year="2026" data-title="Um%20dos%20nossos%20spots%20de%20ver%C3%A3o%20favoritos%20parece%20Bali%2C%20mas%20fica%20em%20Portugal" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nit.pt%2Ffora-de-casa%2Fna-cidade%2Fum-dos-nossos-spots-de-verao-favoritos-parece-bali-mas-fica-em-portugal">NiT, Santos, D. (2026). <a href="https://www.nit.pt/fora-de-casa/na-cidade/um-dos-nossos-spots-de-verao-favoritos-parece-bali-mas-fica-em-portugal" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Um dos nossos spots de verão favoritos parece Bali, mas fica em Portugal</a>.</cite><br><cite data-author="Dois%20%C3%A0s%2010" data-year="2026" data-title="Pode%20ir%20a%20%22Bali%22%20de%20Portugal%20por%20apenas%205%20euros%3A%20saiba%20onde%20fica%20um%20dos%20segredos%20mais%20bem%20guardados%20de%20Portugal" data-url="https%3A%2F%2Ftvi.iol.pt%2Fdoisas10%2Fbali%2Fbamboo-coconut%2Fpode-ir-a-bali-de-portugal-por-apenas-5-euros-saiba-onde-fica-um-dos-segredos-mais-bem-guardados-de-portugal">Dois às 10. (2026). <a href="https://tvi.iol.pt/doisas10/bali/bamboo-coconut/pode-ir-a-bali-de-portugal-por-apenas-5-euros-saiba-onde-fica-um-dos-segredos-mais-bem-guardados-de-portugal" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Pode ir a "Bali" de Portugal por apenas 5 euros: saiba onde fica um dos segredos mais bem guardados de Portugal</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-bali-portugues-existe-e-fica-a-menos-de-uma-hora-do-porto.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A experiência mais extrema da NASA: a agência procura voluntários para um ano em isolamento, simulando missão a Marte]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-experiencia-mais-extrema-da-nasa-a-agencia-procura-voluntarios-para-um-ano-em-isolamento-simulando-missao-a-marte.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 16:01:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>A agência espacial norte-americana abriu as inscrições para uma missão com a duração de 14 meses. O objetivo não é estudar Marte, mas compreender como o corpo e a mente humanos reagem ao isolamento prolongado.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-experimento-mas-extremo-de-la-nasa-busca-voluntarios-para-pasar-un-ano-aislados-simulando-una-mision-a-marte-1784302642498.jpg" data-image="eu320pjht69h" alt="Mars" title="Mars"><figcaption>A NASA está à procura de voluntários para passar um ano em isolamento.</figcaption></figure><p><strong>Como reagem quatro pessoas depois de passarem um ano inteiro sem poderem sair ao ar livre?</strong> O que acontece quando cada litro de água, cada refeição e cada tarefa dependem de um sistema fechado? E como é que a convivência muda quando as mesmas pessoas partilham um espaço confinado durante meses?</p><p>São estas as questões a que a NASA precisa de responder antes de enviar astronautas de volta à Lua e, eventualmente, a Marte. É por isso que a agência abriu um novo concurso para selecionar quatro voluntários para uma <strong>missão de isolamento extremo, com início previsto para, no mínimo, agosto de 2027, no Centro Espacial Johnson, em Houston</strong>.</p><p>Embora os participantes nunca venham a sair da Terra, passarão <strong>um ano a viver como se estivessem a viajar pelo espaço profundo</strong>.</p><h2>Um ano em isolamento para preparar o regresso à Lua e a viagem a Marte</h2><p>A missão faz parte do programa "Moon and Mars Exploration Analog" e será a primeira a combinar duas das plataformas que a NASA já utiliza para estudar o <strong>comportamento da tripulação em ambientes extremos</strong>.</p><p><strong>Durante 12 meses, os voluntários permanecerão confinados em dois habitats diferentes</strong>. O primeiro reproduz a nave espacial que transportaria os astronautas numa viagem interplanetária. O segundo, construído através de impressão 3D, simula uma base na superfície da Lua ou de Marte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-experimento-mas-extremo-de-la-nasa-busca-voluntarios-para-pasar-un-ano-aislados-simulando-una-mision-a-marte-1784302728072.jpg" data-image="3lz68inagt7x" alt="NASA" title="NASA"><figcaption>A experiência tem como objetivo testar as pessoas que poderão, um dia, viajar para o Planeta Vermelho.</figcaption></figure><p>Os participantes dormirão em alojamentos individuais da tripulação, cultivarão parte dos seus próprios alimentos, farão a manutenção dos sistemas de suporte de vida, resolverão avarias provocadas pelos investigadores e realizarão caminhadas espaciais simuladas utilizando ferramentas de realidade virtual e aumentada.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779541" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-nasa-fotografa-algo-inexplicavel-em-marte-rochas-estranhas-em-equilibrio-intrigam-os-cientistas.html" title="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas">A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-nasa-fotografa-algo-inexplicavel-em-marte-rochas-estranhas-em-equilibrio-intrigam-os-cientistas.html" title="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-fotografia-algo-inexplicable-en-marte-unas-extranas-rocas-en-equilibrio-descolocan-a-los-cientificos-1782818160488_320.jpg" alt="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas"></a></article></aside><p>Terão também acesso a um pequeno veículo de exploração para praticarem deslocações para além do habitat principal, tal como fariam durante uma missão real.</p><p>O desafio, no entanto, não consiste simplesmente em concluir essas tarefas.</p><div class="texto-destacado"><strong>A NASA pretende compreender como o desempenho, a saúde física e o bem-estar psicológico se alteram quando um pequeno grupo permanece isolado durante longos períodos, com recursos limitados e sem possibilidade de abandonar a missão.</strong></div><p>A monotonia também faz parte da experiência. Grande parte do tempo será passada a repetir procedimentos, a monitorizar equipamentos e a seguir rotinas rigorosas, uma situação muito mais próxima da vida quotidiana de um astronauta do que aquela que os filmes costumam retratar.</p><h2>Os requisitos para participar</h2><p>O programa está aberto a <strong>cidadãos norte-americanos ou residentes permanentes legais com</strong><strong> idades compreendidas entre os 30 e os 55 anos</strong>, embora a NASA possa considerar exceções em determinados casos.</p><p>Os candidatos devem ser <strong>fluentes em inglês, passar em avaliações físicas e psicológicas semelhantes às exigidas aos astronautas e possuir um diploma universitário em engenharia, matemática, ciências físicas ou ciências biológicas</strong>. Os estudos de pós-graduação, a experiência profissional e o serviço militar também serão tidos em consideração.</p><p>Além disso, a NASA exige que os candidatos não tenham restrições alimentares, não tenham histórico de sonambulismo e não sejam dependentes de medicamentos para dormir.</p><p><strong>No total, a experiência terá uma duração de cerca de 14 meses</strong>. Para além do isolamento de um ano, os selecionados realizarão mais dois meses de formação e avaliações antes e depois da missão. A agência confirmou que os voluntários receberão uma compensação financeira, embora não tenha divulgado o montante.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781127" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/o-sucessor-do-james-webb-ja-esta-em-desenvolvimento-este-e-o-megatelescopio-da-nasa-concebido-para-procurar-outra-terra.html" title="O sucessor do James Webb já está em desenvolvimento: este é o megatelescópio da NASA concebido para procurar outra Terra">O sucessor do James Webb já está em desenvolvimento: este é o megatelescópio da NASA concebido para procurar outra Terra</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/o-sucessor-do-james-webb-ja-esta-em-desenvolvimento-este-e-o-megatelescopio-da-nasa-concebido-para-procurar-outra-terra.html" title="O sucessor do James Webb já está em desenvolvimento: este é o megatelescópio da NASA concebido para procurar outra Terra"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-sucesor-de-james-webb-ya-esta-en-marcha-este-es-el-megatelescopio-de-la-nasa-disenado-para-buscar-otra-tierra-1785270499023_320.jpg" alt="O sucessor do James Webb já está em desenvolvimento: este é o megatelescópio da NASA concebido para procurar outra Terra"></a></article></aside><p>Para além de selecionar uma nova tripulação, o objetivo é <strong>recolher dados que ajudem a conceber futuras missões Artemis e a preparar-se para os desafios de uma viagem a Marte</strong>, onde os astronautas permanecerão isolados durante anos e quaisquer problemas terão de ser resolvidos sem apoio imediato da Terra.</p><p>Por outras palavras, a experiência não se destina a testar o Planeta Vermelho. <strong>Destina-se a testar as pessoas que, um dia, poderão fazer essa viagem</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-experiencia-mais-extrema-da-nasa-a-agencia-procura-voluntarios-para-um-ano-em-isolamento-simulando-missao-a-marte.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciência portuguesa descobre uma nova forma de ler Marte e ajuda a preparar futuras missões humanas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/ciencia-portuguesa-descobre-uma-nova-forma-de-ler-marte-e-ajuda-a-preparar-futuras-missoes-humanas.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 15:01:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Uma técnica inédita desenvolvida por investigadores da Universidade de Lisboa permite extrair informação inédita das nuvens marcianas a partir de imagens recolhidas no espaço.</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-portuguesa-descobre-uma-nova-forma-de-ler-marte-e-ajuda-a-preparar-futuras-missoes-humanas-1785503968142.jpg" data-image="3dxyu4h84t0q" alt="Planeta Marte" title="Planeta Marte"><figcaption>Cientistas portugueses desenvolveram método inédito para medir altitude e velocidade de nuvens em Marte com uma única câmara. Foto: Foto: Vlad_Aivazovsky/Pixabay</figcaption></figure><p>Durante mais de duas décadas, a<strong> sonda</strong><strong> Mars Express</strong> percorreu incessantemente a órbita de Marte. Dia após dia, registou milhares de imagens da atmosfera do planeta, preservando detalhes que até agora permaneceram ocultos. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Uma equipa de investigadores portugueses encontrou finalmente uma nova forma de revelar parte dessa informação, alcançando um feito inédito que poderá ajudar a preparar futuras missões humanas ao planeta vermelho.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O trabalho, liderado por cientistas do Instituto de Astronomia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, conseguiu medir, pela primeira vez, a<strong> altitude </strong>e a<strong> </strong><strong>velocidade </strong>de <strong>propagação </strong>de <strong>nuvens marcianas </strong>utilizando apenas imagens captadas por uma única câmara da Mars Express, missão da Agência Espacial Europeia (ESA) que orbita Marte há 23 anos.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-portuguesa-descobre-uma-nova-forma-de-ler-marte-e-ajuda-a-preparar-futuras-missoes-humanas-1785504138389.jpg" data-image="xt629sa61im3" alt="sonda Mars Express" title="sonda Mars Express"><figcaption>Imagens da sonda Mars Express servem de base para revelação tridimensional da dinâmica atmosférica marciana. Foto: ESA / CC BY-SA IGO 3.0, Wikimedia Commons</figcaption></figure><p>Publicado na revista <em>Journal of Geophysical Research: Planets</em>, o estudo apresenta uma técnica inovadora para analisar um dos fenómenos mais difíceis de observar na atmosfera marciana. A investigação fornece, por isso, dados valiosos para compreender a <strong>dinâmica dos ventos em altitude</strong>, um conhecimento essencial para futuras operações de <strong>entrada e aterragem</strong> no planeta.</p><h2>Por que é tão difícil observar nuvens em Marte?</h2><p>A explicação está na própria atmosfera marciana. Ao contrário da Terra, Marte possui uma atmosfera cerca de <strong>cem vezes menos densa</strong>, onde as <strong>nuvens são extremamente ténues</strong> e quase transparentes. Muitas são constituídas por cristais de gelo ou dióxido de carbono congelado e não por vapor de água, tornando-se difíceis de distinguir do céu ou da superfície poeirenta do planeta.</p><p>Algumas formam-se muito perto do solo. Outras surgem a <strong>altitudes elevadas</strong> e deslocam-se rapidamente, impulsionadas por ondas atmosféricas que transportam energia através das diferentes camadas da atmosfera. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="744852" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/serao-os-e-t-mesmo-verdes-pois-bem-esta-astrobiologa-portuguesa-suspeita-que-sao-roxos.html" title="Serão os E.T. mesmo verdes? Pois bem, esta astrobióloga portuguesa suspeita que são roxos">Serão os E.T. mesmo verdes? Pois bem, esta astrobióloga portuguesa suspeita que são roxos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/serao-os-e-t-mesmo-verdes-pois-bem-esta-astrobiologa-portuguesa-suspeita-que-sao-roxos.html" title="Serão os E.T. mesmo verdes? Pois bem, esta astrobióloga portuguesa suspeita que são roxos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/serao-os-e-t-mesmo-verdes-pois-bem-esta-astrobiologa-portuguesa-suspeita-que-sao-roxos-1766153325638_320.jpg" alt="Serão os E.T. mesmo verdes? Pois bem, esta astrobióloga portuguesa suspeita que são roxos"></a></article></aside><p>Para as observar, é necessário reunir condições muito específicas de <strong>iluminação</strong> e um <strong>ângulo de observação</strong> quase perfeito. É precisamente essa combinação que explica por que passaram despercebidas durante tanto tempo.</p><h2>Uma nova forma de interpretar imagens antigas</h2><p>A inovação não passou por construir uma nova sonda nem por instalar instrumentos mais sofisticados em Marte. Os investigadores desenvolveram um <strong>algoritmo</strong> capaz de extrair <strong>informação tridimensional</strong> a partir das imagens recolhidas por uma única câmara, permitindo calcular simultaneamente a altitude das nuvens e a velocidade com que se deslocam.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Até agora, este tipo de medição exigia duas câmaras posicionadas em ângulos diferentes. A nova abordagem demonstra que é possível obter resultados semelhantes recorrendo apenas às imagens já existentes, abrindo caminho para analisar um vasto arquivo de observações acumuladas ao longo de mais de vinte anos pela Mars Express.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Segundo Francisco Brasil, primeiro autor do estudo, é a <strong>primeira vez</strong> que se consegue <strong>medir em simultâneo</strong> estas duas características das ondas atmosféricas marcianas utilizando imagens captadas por uma única câmara.</p><h2>Preparar o futuro da exploração espacial</h2><p>À primeira vista, medir a altitude e a velocidade de nuvens num planeta distante pode parecer um exercício puramente teórico. Esses dados ajudam, na realidade, a encontrar uma forma de <strong>atravessar a atmosfera marciana</strong> em segurança.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-portuguesa-descobre-uma-nova-forma-de-ler-marte-e-ajuda-a-preparar-futuras-missoes-humanas-1785504266638.jpg" data-image="rjcufkajksql" alt="Satélites e estão espacial em marte" title="Satélites e estão espacial em marte"><figcaption>A nova cartografia das ondas atmosféricas de Marte vai garantir aterragens mais seguras nas próximas missões espaciais. Ilustração digital: AdisResic/Pixabay</figcaption></figure><p>Ao revelar a forma como a energia circula entre as diferentes camadas da atmosfera, as ondas atmosféricas permitem <strong>compreender</strong> melhor os <strong>ventos</strong> que <strong>influenciam a entrada de sondas e futuras missões tripuladas</strong>. Quanto mais rigorosa for essa informação, mais precisos poderão ser os modelos utilizados para prever as condições encontradas durante a descida até à superfície.</p><div class="texto-destacado"><strong>"Quando a humanidade chegar a Marte, vai saber melhor como a atmosfera está distribuída ao longo das várias camadas, o que permite fazer uma aterragem mais suave no planeta.” </strong><br>Francisco Brasil, primeiro autor do estudo</div><p>Por esse motivo, o novo método fornece uma base de trabalho importante para a Agência Espacial Europeia (ESA), responsável pela missão Mars Express, e também para a NASA, permitindo <strong>aperfeiçoar os modelos meteorológicos</strong> e de <strong>reentrada atmosférica</strong> utilizados no planeamento de futuras missões ao planeta.</p><h2>Um arquivo com muitos segredos</h2><p>A utilidade desta técnica vai muito além das imagens analisadas neste estudo. Ao demonstrar que é possível extrair informação tridimensional recorrendo apenas a uma câmara, os investigadores abriram caminho para <strong>aplicar o mesmo algoritmo </strong>a milhares de imagens obtidas por outras <strong>missões internacionais</strong> que continuam a orbitar Marte.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Isso significa, na prática, que um enorme arquivo de observações poderá voltar a ser analisado com um novo olhar, revelando informação até agora inacessível.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>É um avanço particularmente relevante numa área em que cada nova missão representa anos de preparação e investimentos de milhares de milhões de euros. Sempre que é possível <strong>retirar mais conhecimento dos dados já existentes</strong>, aumentam também as oportunidades de compreender Marte sem necessidade de desenvolver novos instrumentos.</p><h2>Muito para além das nuvens</h2><p>O estudo representa um passo importante para conhecer melhor a atmosfera marciana, mas o seu alcance vai além da caracterização das nuvens. Ao fornecer medições inéditas de altitude e da velocidade das ondas atmosféricas, a investigação ajuda a compreender a<strong> circulação</strong><strong> da energia na </strong><strong>atmosfera </strong><strong>de</strong><strong> </strong><strong>Marte </strong>e melhora a capacidade de <strong>prever</strong><strong> fenómenos meteorológicos </strong><strong>extremos </strong>que poderão afetar futuras operações à superfície.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779541" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-nasa-fotografa-algo-inexplicavel-em-marte-rochas-estranhas-em-equilibrio-intrigam-os-cientistas.html" title="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas">A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-nasa-fotografa-algo-inexplicavel-em-marte-rochas-estranhas-em-equilibrio-intrigam-os-cientistas.html" title="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-fotografia-algo-inexplicable-en-marte-unas-extranas-rocas-en-equilibrio-descolocan-a-los-cientificos-1782818160488_320.jpg" alt="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas"></a></article></aside><p>Numa década em que os Estados Unidos e a China pretendem enviar missões tripuladas ao planeta vermelho, conhecer o comportamento da atmosfera deixa de ser apenas uma questão científica. Passa também a ser um requisito para<strong> proteger equipamentos </strong>e, no futuro, os próprios<strong> astronautas</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="F.%20Brasil%2C%20P.%20Machado%2C%20G.%20Gilli%2C%20D.%20Tirsch%2C%20A.%20Cardes%C3%ADn-Moinelo%2C%20J.%20E.%20Silva%2C%20D.%20Espadinha%2C%20J.%20Carter%2C%20P.%20Martin%2C%20C.%20Wilson" data-year="" data-title="Morphological%20and%20Dynamical%20Analysis%20of%20Atmospheric%20Gravity%20Waves%20on%20Mars%20Using%20Mars%20Express%20HRSC%20Observations.%20Journal%20of%20Geophysical%20Research%3A%20Planets" data-url="https%3A%2F%2Fagupubs.onlinelibrary.wiley.com%2Fdoi%2F10.1029%2F2025JE009621">F. Brasil, P. Machado, G. Gilli, D. Tirsch, A. Cardesín-Moinelo, J. E. Silva, D. Espadinha, J. Carter, P. Martin, C. Wilson. <a href="https://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1029/2025JE009621" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Morphological and Dynamical Analysis of Atmospheric Gravity Waves on Mars Using Mars Express HRSC Observations. Journal of Geophysical Research: Planets</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/ciencia-portuguesa-descobre-uma-nova-forma-de-ler-marte-e-ajuda-a-preparar-futuras-missoes-humanas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Previsão para a primeira semana de agosto: entre chuva e calor, saiba o que esperar em Portugal continental]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 14:31:13 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A primeira semana de agosto trará chuva a Portugal continental, menos expressiva no Sul. O tempo melhorará a partir de quarta-feira, com uma subida das temperaturas, embora a precipitação possa regressar ao Norte na sexta-feira.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental-1785499274415.jpg" data-image="173tzz8cdbyo" alt="Uma semana de mudanças em pleno verão" title="Uma semana de mudanças em pleno verão"><figcaption>A precipitação deverá marcar o início da semana sobretudo no Norte e Centro, antes de uma melhoria generalizada do tempo e da subida das temperaturas máximas até aos 36 ºC no interior.</figcaption></figure><p>A primeira semana de agosto começará com precipitação no Norte e Centro, seguindo-se uma <strong>melhoria do tempo a partir de quarta-feira</strong> e uma subida das temperaturas máximas. A chuva poderá regressar ao Norte na sexta-feira, antes da recuperação do tempo seco e estável no fim de semana.</p><h2>Perturbação atlântica condicionará o início da semana</h2><p>Na origem desta evolução estará uma perturbação atlântica, associada a pressão pouco definida e a uma circulação de noroeste em altitude, favorável à precipitação na segunda-feira. <strong>Entre terça e quinta-feira, o reforço do anticiclone e da dorsal estabilizará a atmosfera e elevará as temperaturas.</strong> Na sexta-feira, a passagem de um cavado, acompanhado por ar mais frio em altitude, poderá provocar nova alteração do tempo no Norte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental-1785499538742.png" data-image="vgpug6mmk3yh"><figcaption>A manhã de segunda-feira deverá começar com céu muito nublado em grande parte do território e precipitação dispersa. A chuva será pouco expressiva no Sul, onde os acumulados deverão permanecer abaixo de 1 mm.</figcaption></figure><p>Na segunda-feira, <strong>a precipitação deverá afetar sobretudo o litoral Norte e Centro</strong>, embora os acumulados até ao final do dia permaneçam reduzidos. Os mais elevados deverão registar-se em Leiria, com 3,9 mm, Coimbra, com 3,3 mm, Aveiro, com 2,3 mm, e Braga, com 2 mm. <strong>No Sul, a chuva será pouco expressiva</strong>, com acumulados abaixo de 1 mm. As temperaturas deverão rondar 25 ºC no Porto e em Lisboa, 29 ºC em Castelo Branco e Évora e 30 ºC em Beja.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental-1785499791512.png" data-image="piecko64iace"><figcaption>Na terça-feira, as temperaturas máximas deverão subir sobretudo no interior de Portugal continental, podendo atingir 33 ºC na Guarda, 32 ºC em Évora e 31 ºC em Castelo Branco e Beja. No litoral Norte, os valores deverão ficar próximos dos 24 ºC.</figcaption></figure><p>Na terça-feira, prevê-se chuva fraca na madrugada no Minho, seguindo-se alguns aguaceiros muito dispersos entre Braga, Aveiro e Santarém durante a tarde. A precipitação deverá tornar-se progressivamente menos frequente, mantendo-se ainda alguma nebulosidade no Norte e Centro. <strong>As temperaturas máximas poderão atingir 33 ºC em </strong><strong><strong>Castelo Branco</strong>, 30 ºC em Évora e 31 ºC em Beja</strong>, ficando próximas dos 24 ºC no litoral Norte.</p><h2>Temperaturas poderão atingir 36 ºC antes de nova alteração do tempo</h2><p>Na quarta-feira, a melhoria do estado do tempo deverá generalizar-se a todo o território. <strong>A subida das temperaturas máximas será mais expressiva no interior, podendo alcançar 36 ºC em Beja e 35 ºC em Castelo Branco e Portalegre.</strong> Localmente, poderão registar-se 34 ºC no distrito de Leiria e no interior Norte. Junto à costa, os valores serão mais moderados, com 30 ºC em Lisboa e 26 ºC no Porto.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental-1785499686886.png" data-image="57yscl7iz5z9"><figcaption>A subida das temperaturas deverá acentuar-se na quarta-feira, com máximas que poderão alcançar 36 ºC em Beja e 35 ºC em Castelo Branco e Portalegre. Junto à costa, o ambiente será mais moderado, com cerca de 30 ºC em Lisboa e 26 ºC no Porto.</figcaption></figure><p>Entre quinta-feira e domingo, o tempo deverá permanecer maioritariamente seco, com céu pouco nublado. <strong>Na sexta-feira, a passagem de um cavado poderá trazer precipitação ao Minho e ao Douro Litoral</strong>, acompanhada por uma descida temporária da temperatura no Norte. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781430" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html" title="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto">Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html" title="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto-1785495748714_320.png" alt="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto"></a></article></aside><p><strong>Durante o fim de semana, a estabilidade deverá regressar</strong>, com reforço do vento de norte no litoral, onde poderá atingir 40 km/h, enquanto as temperaturas permanecerão elevadas no interior Centro e Sul.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Palma]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Meteorologista espanhol: "O eclipse solar de 12 de agosto em Espanha poderá coincidir com uma mudança no tempo"]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/meteorologista-espanhol-o-eclipse-solar-de-12-de-agosto-em-espanha-podera-coincidir-com-uma-mudanca-no-tempo.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 13:49:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Faltam menos de duas semanas para o primeiro eclipse total de Sol em mais de um século em Espanha: analisamos as tendências de temperatura e chuva do modelo europeu para o período de 10 a 16 de agosto.</p><figure id="first-video" class="video youtube-short"><img src="https://img.youtube.com/vi/14jDMo_sXOg/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=14jDMo_sXOg" id="14jDMo_sXOg"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Já falta muito pouco! <strong>No entardecer do próximo dia 12 de agosto de 2026 terá lugar o primeiro eclipse total de Sol visível a partir da Península Ibérica em mais de um século</strong>. Além disso, será o eclipse que dará início à chamada "tríade de eclipses ibéricos", uma vez que o próximo eclipse solar total visível em Espanha terá lugar a 2 de agosto de 2027, seguido de outro eclipse anular a 26 de janeiro de 2028. Não será possível observar outro eclipse solar total a partir de Espanha até 2053.</p><div class="texto-destacado">Em Portugal a faixa de totalidade do eclipse atravessará apenas uma pequena zona do nordeste transmontano, junto às aldeias de Rio de Onor e Guadramil, inseridas no Parque Natural de Montesinho, no concelho de Bragança. É apenas aí que a Lua conseguirá esconder completamente o disco solar, proporcionando um eclipse total.</div><p><strong>A faixa de totalidade do eclipse de agosto atravessará o nor-nordeste da Espanha peninsular e as Ilhas Baleares, passando de A Coruña até Palma</strong>, atravessando Oviedo, Valladolid, León, Bilbao, Zaragoza, Palencia, Soria, Teruel, Castellón e València. O nosso território estará situado no final da faixa de totalidade, pelo que esta ocorrerá quando o sol estiver a pôr-se, por volta das 20h30 (hora espanhola; menos 1 hora em Portugal), já muito próximo do horizonte.</p><h2>O eclipse coincidirá com o pico das Perseidas</h2><p>É claro que não te esqueças de seguir todas as recomendações e medidas de segurança que as entidades oficiais e os organismos competentes na matéria recomendam para observar este fenómeno incrível. Como já referimos, <strong>o sol estará muito baixo no horizonte, pelo que será necessário procurar um local com boa visibilidade para oeste-noroeste</strong>: o melhor é procurar um local elevado, sem obstáculos no caminho. Nas cidades ou em zonas montanhosas, será mais complicado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/samuel-biener-meteorologo-el-eclipse-de-sol-del-12-de-agosto-en-espana-podria-coincidir-con-un-cambio-de-tiempo-1785448926626.png" data-image="nxj4yu6mwft3"><figcaption>Duração total e percentagem de obscurecimento durante o eclipse solar de 12 de agosto. Fonte: IGN.</figcaption></figure><p>Este primeiro eclipse da tríade ibérica ocorrerá em pleno agosto, o mês de férias por excelência em Espanha e na Europa. Chegarão também milhões de turistas para contemplar o evento que, como se não bastasse, <strong>coincidirá com o pico de atividade das Perseidas e com a fase da lua nova</strong><strong>, pelo que as condições serão excecionais </strong>para observar os fenómenos astronómicos. Muitas pessoas já reservaram alojamento para esses dias, mas... já é possível saber como estará o tempo?</p><h2>Risco de chuva e trovoadas para 12 de agosto?</h2><p><strong>Ainda faltam quase duas semanas, pelo que é impossível saber como estará o tempo a 12 de agosto, e muito menos numa localidade específica</strong>. No entanto, podemos analisar as tendências, com um grau de fiabilidade não muito elevado, que constituem uma primeira aproximação muito geral. Como já explicámos na Meteored, o mês de agosto começará com temperaturas anormalmente elevadas para a época na vertente mediterrânica, sobretudo no nordeste, onde poderão situar-se entre 3 e 6 ºC acima da média sazonal.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773559" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/porque-e-que-os-eclipses-nos-fascinam-um-neurobiologista-explica-como-o-cerebro-reage-a-este-fenomeno-astronomico.html" title="Porque é que os eclipses nos fascinam: um neurobiologista explica como o cérebro reage a este fenómeno astronómico">Porque é que os eclipses nos fascinam: um neurobiologista explica como o cérebro reage a este fenómeno astronómico</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/porque-e-que-os-eclipses-nos-fascinam-um-neurobiologista-explica-como-o-cerebro-reage-a-este-fenomeno-astronomico.html" title="Porque é que os eclipses nos fascinam: um neurobiologista explica como o cérebro reage a este fenómeno astronómico"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/por-que-los-eclipses-nos-fascinan-asi-reacciona-el-cerebro-ante-este-fenomeno-astronomico-1780999669045_320.jpeg" alt="Porque é que os eclipses nos fascinam: um neurobiologista explica como o cérebro reage a este fenómeno astronómico"></a></article></aside><p>Em contrapartida, parece que as temperaturas se normalizarão no oeste da Península no início de agosto. Quanto às anomalias pluviométricas, apontam para valores positivos no terço norte e negativos no sul da Península. <strong>Para a semana de 10 a 16, a do eclipse, os mapas insistem que será um ponto de viragem</strong>, com temperaturas ainda 1 a 3 ºC acima da média para a época, mas com uma tendência menos definida na precipitação.</p><p><strong>De facto, há até alguns pequenos sinais de anomalias positivas no centro e no terço oriental</strong>. Recorde-se que, nos Pirenéus e no Sistema Ibérico, agosto é um mês relativamente chuvoso devido às trovoadas. <strong>A partir de 17 de agosto, após a onda de calor, começa a surgir um sinal mais ou menos claro de precipitação </strong>acima da média em grande parte da geografia, com um jato polar que poderá circular por latitudes um pouco mais baixas e traçar meandros.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/samuel-biener-meteorologo-el-eclipse-de-sol-del-12-de-agosto-en-espana-podria-coincidir-con-un-cambio-de-tiempo-1785448782524.png" data-image="rzvv73grm9in"><figcaption>Não se verifica uma tendência significativa no que diz respeito à precipitação na semana do eclipse, com apenas alguma anomalia positiva isolada a surgir na região leste. Parece que esses dias marcarão um ponto de viragem para um tempo mais instável.</figcaption></figure><p>Isto costuma ser habitual na segunda quinzena de agosto, quando começam a chegar mais bolsas de ar frio que podem dar origem a episódios de trovoada significativos. <strong>No que diz respeito à tarde de 12 de agosto, teremos de esperar, pelo menos, até à próxima semana para termos uma ideia mais clara</strong> sobre se, nessa data, teremos alguma instabilidade, ou se, pelo contrário, as altas pressões se manterão antes de darem lugar a possíveis bolsas de ar frio.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/meteorologista-espanhol-o-eclipse-solar-de-12-de-agosto-em-espanha-podera-coincidir-com-uma-mudanca-no-tempo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Madeira sob aviso amarelo de tempo quente: eis as zonas com temperaturas mais elevadas e até quando irá durar este aviso]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-com-temperaturas-mais-elevadas-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 12:11:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Algumas regiões da Madeira encontram-se sob aviso amarelo de tempo quente desde as 9h de hoje. Esperam-se valores próximos dos 30 ºC. Saiba até quando!</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatmmhe"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatmmhe.jpg" id="xatmmhe"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O <strong>IPMA emitiu aviso amarelo para algumas regiões madeirenses devido às temperaturas elevadas esperadas</strong>. Esta subida das temperaturas também irá contribuir para anomalias térmicas positivas, ou seja, valores acima da média.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Este <strong>aviso está em vigor desde as 9h de hoje e manter-se-á até às 21h de domingo</strong>, dia 2 de agosto, onde se esperam máximas de até 29 ºC em vários pontos da ilha. Esta subida das temperaturas dever-se-á a um fluxo predominante de nordeste, que transporta um massa de ar marítimo mais quente para o arquipélago.</p><h2>Regiões Montanhosas e Costa Sul sob aviso amarelo nos próximos dias</h2><p>As <strong>regiões sob aviso, neste momento, são a Costa Sul e as Regiões Montanhosas</strong>. De acordo com o IPMA, o critério para a emissão de aviso amarelo nestas zonas são temperaturas máximas entre os 27 ºC e os 29 ºC na primeira, e entre os 25 e os 27 ºC na segunda.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-mais-quentes-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso-1785492257346.png" data-image="zo2nz5qnc0f3" alt="temperatura do ar à superfície" title="temperatura do ar à superfície"><figcaption>As Regiões Montanhosas e a Costa Sul da Madeira encontram-se sob aviso amarelo de tempo quente, de acordo com o IPMA.</figcaption></figure><p>Assim, para as <strong>Regiões Montanhosas</strong> esperam-se máximas até 26 ºC nas próximas horas. Amanhã, sábado, esperam-se até 27 ºC, e no domingo podem chegar aos 28 ºC em alguns locais específicos.</p><p>Já na <strong>Costa Sul</strong>, para hoje esperam-se até 26 ºC. Amanhã, os valores devem subir até aos 28 ºC, e no domingo, tal como se pode observar no mapa acima, os termómetros podem alcançar os 29 ºC.</p><p>A atual previsão do nosso modelo de referência aponta para uma<strong> possível descida dos valores na segunda-feira</strong>, mas que poderá ser breve, pois terça e quarta-feira parecem registar uma recuperação dos mesmos.</p><h2>Anomalias térmicas até 5 ºC acima da média</h2><p>Tendo em conta este cenário, as <strong>anomalias térmicas nestas regiões serão positivas também no mesmo período de tempo</strong>, especialmente durante o dia. Estas podem variar entre os 3 ºC e os 5 ºC entre hoje e domingo, indicando valores acima da normal climatológica de referência.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781430" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html" title="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto">Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html" title="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto-1785495748714_320.png" alt="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto"></a></article></aside><p>Ainda que estes valores, tanto de temperatura absoluta como de anomalia, possam não ser extremamente elevados, a adaptação climática varia conforme determinada região e tendo em conta diversos fatores. Por este motivo, os <strong>critérios de emissão de avisos meteorológicos são muito diferentes entre os arquipélagos e o continente</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-com-temperaturas-mais-elevadas-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 11:05:22 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O distrito de Faro, correspondente à região do Algarve, está neste momento sob aviso amarelo e prepara-se para dias quentes, estando previstas temperaturas máximas até 41 ºC e inclusive noites tropicais.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatmvly"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatmvly.jpg" id="xatmvly"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma forte crista subtropical vai favorecendo a canalização de uma <strong>massa de ar tropical continental, muito quente e seca</strong>, desde o Norte de África para a Península Ibérica, afetando sobretudo o Sul, Centro e Nordeste de Espanha.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank">nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Apesar de Portugal continental estar substancialmente menos exposto à influência desta massa de ar do que a vizinha Espanha, há algumas zonas do país, como o Baixo Alentejo e o Sotavento Algarvio (entre outras), <strong>onde o calor poderá atingir ocasionalmente os 40 e 41 ºC </strong>nos próximos dias. Neste artigo <strong>focaremos a nossa análise apenas ao distrito de Faro, correspondente à região do Algarve</strong>.</p><h2>Algarve: região mais meridional da geografia continental está sob aviso amarelo até domingo, 2 de agosto</h2><p>No nosso país a massa de ar quente e seco afetará sobretudo algumas zonas do interior, mais próximas da fronteira com Espanha. Uma das regiões que mais se realça ao observar-se os <strong>mapas de referência da Meteored </strong>é o<strong> Algarve</strong>, em particular a sua metade oriental, conhecida como<strong> Sotavento Algarvio</strong>.</p><p>Mesmo assim, <strong>a área serrana</strong>, que se estende de oeste para leste ao longo da região,<strong> também estará em evidência</strong> pelos valores elevados de temperatura máxima previstos, pelo que, embora de forma mais localizada,<strong> o Barlavento Algarvio também registará alguns locais bastante quentes</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto-1785493554536.png" data-image="hsarvwxvvigd"><figcaption>Para sábado, 1 de agosto, evidenciam-se anomalias térmicas positivas bastante significativas numa vasta extensão do Algarve (+7 a +9 ºC), especialmente no Sotavento Algarvio. Porém, a previsão de temperaturas muito superiores aos valores médios de referência também se verifica numa pequena porção do Barlavento Algarvio, correspondente à área serrana da metade ocidental do distrito de Faro.</figcaption></figure><p>Assim, graças à combinação da massa de <strong>ar quente e seco</strong>, da <strong>subsidência</strong> associada ao anticiclone, da <strong>reduzida nebulosidade</strong> e da <strong>forte incidência da radiação solar</strong> típica da época estival, reúnem-se condições favoráveis a um aquecimento muito eficiente da superfície.</p><p>A este contexto acrescem ainda algumas especificidades do relevo algarvio, como por exemplo:</p><ul><li><strong>O efeito frequente de barreira orográfica exercido pela Serra do Caldeirão</strong>. Limita a influência moderadora do ar marítimo sobre as zonas interiores, estimulando, ao mesmo tempo, um aquecimento adicional do ar por compressão adiabática na vertente de sotavento.<br><br></li><li><strong>O vale do Guadiana</strong>, sobretudo no que diz respeito à vila de <strong>Alcoutim</strong> (localizada na margem esquerda do rio Guadiana), apresenta uma <strong>maior continentalidade</strong> relativamente ao litoral, o que em conjunto com o seu <strong>relevo de encaixe</strong>, acaba por permitir uma rápida intensificação do calor diurno e potenciar o registo de algumas das temperaturas mais elevadas do país durante este curto episódio de tempo quente.</li></ul><p>Perante este cenário meteorológico não surpreende que o IPMA tenha emitido aviso amarelo de tempo quente para todo o distrito de <strong>Faro </strong>devido à previsão da persistência de valores elevados da temperatura máxima, com o <strong>aviso em vigor entre as 09:00 desta sexta-feira, 31 de julho e as 21:00 de domingo, 2 de agosto</strong>.</p><h2>Noites tropicais à vista e algumas das localidades mais quentes do Algarve nestes próximos dias</h2><p>Para além das temperaturas máximas, cujos valores previstos superam os limiares habitualmente observados para a maioria das localidades do distrito de Faro e constituem um dos critérios que levam à emissão do aviso amarelo de tempo quente, outro aspeto que merece destaque é <strong>a persistência de temperaturas mínimas elevadas numa porção bastante significativa da região mais meridional de Portugal continental</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto-1785494119389.png" data-image="w1118evp03u1"><figcaption>Sábado, 1 de agosto, será o dia mais quente deste curto episódio de três dias caracterizado pela persistência de temperaturas elevadas, tanto diurnas, como noturnas, salientando-se a vila raiana de Alcoutim como a localidade mais quente, com uma temperatura máxima prevista de 41 ºC. </figcaption></figure><p>De acordo com as mais recentes projeções do nosso modelo de maior confiança - o ECMWF - salta à vista a provável ocorrência de<strong> temperaturas mínimas iguais ou superiores a 20 ºC durante o período noturno das próximas jornadas</strong>, valores que se enquadram na definição de <strong>noite tropical</strong> e que constituem igualmente um dos parâmetros considerados na manutenção do aviso amarelo de tempo quente no distrito de Faro.</p><p>Abaixo, na tabela, poderá observar detalhadamente <strong>a evolução prevista das temperaturas máximas e mínimas em 7 das localidades mais quentes do Algarve</strong> entre hoje - sexta-feira, 31 de julho - e o próximo domingo, 2 de agosto.</p><table><thead><tr><th>Cidade</th><th>Temperatura Máxima Sexta-feira, 31 de julho</th><th>Temperatura Mínima Sexta-feira, 31 de julho</th><th>Temperatura Máxima Sábado, 1 de agosto</th><th>Temperatura Mínima Sábado, 1 de agosto</th><th>Temperatura Máxima Domingo, 2 de agosto</th><th>Temperatura Mínima Domingo, 2 de agosto</th></tr></thead><tbody><tr><td>Faro</td><td>33 ºC</td><td>21 ºC</td><td>36 ºC</td><td>24 ºC</td><td>33 ºC</td><td>20 ºC</td></tr><tr><td>Olhão</td><td>33 ºC</td><td>22 ºC</td><td>36 ºC</td><td>24 ºC</td><td>34 ºC</td><td>20 ºC</td></tr><tr><td>Tavira</td><td>36 ºC</td><td>21 ºC</td><td>39 ºC</td><td>23 ºC</td><td>36 ºC</td><td>20 ºC</td></tr><tr><td>São Brás de Alportel</td><td>36 ºC</td><td>19 ºC</td><td>38 ºC</td><td>22 ºC</td><td>34 ºC</td><td>18 ºC</td></tr><tr><td>Vila Real de Santo António</td><td>36 ºC</td><td>21 ºC</td><td>37 ºC</td><td>23 ºC</td><td>33 ºC</td><td>20 ºC</td></tr><tr><td>Alcoutim</td><td>40 ºC</td><td>19 ºC</td><td>41 ºC</td><td>21 ºC</td><td>36 ºC</td><td>18 ºC</td></tr><tr><td>Odeleite</td><td>39 ºC</td><td>20 ºC</td><td>39 ºC</td><td>22 ºC</td><td>35 ºC</td><td>19 ºC</td></tr><tr class="pie-tabla"><td colspan="7">Fonte: Mapas da Meteored e IPMA</td></tr></tbody></table><p>No período de três dias em análise, as temperaturas mínimas no Algarve irão oscilar entre os <strong>20 e os 24 ºC em cidades como Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António</strong>, todas situadas no Sotavento Algarvio.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781278" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente.html" title="Açores com chuva fraca e tempo variável até sábado; Madeira sob aviso amarelo devido ao calor persistente">Açores com chuva fraca e tempo variável até sábado; Madeira sob aviso amarelo devido ao calor persistente</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente.html" title="Açores com chuva fraca e tempo variável até sábado; Madeira sob aviso amarelo devido ao calor persistente"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente-1785424043142_320.png" alt="Açores com chuva fraca e tempo variável até sábado; Madeira sob aviso amarelo devido ao calor persistente"></a></article></aside><p>Apesar de o aviso amarelo se manter em vigor até domingo (2), torna-se evidente que o país, de um modo geral, e o <strong>Algarve em particular deverão registar uma descida das temperaturas máximas nesse dia</strong>.</p><p>A mudança no estado do tempo irá resultar de um <strong>ligeiro desvio para leste da massa de ar quente e seco</strong> e da possível entrada, a partir de oes-sudoeste, de ar algo mais fresco. Aliás, a região Sul, onde se insere o Algarve, será, de facto, uma das zonas onde a diminuição das temperaturas máximas será mais acentuada.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Troia entre o mito e a realidade: o que ver na antiga cidade da Ilíada e Odisseia]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/troia-entre-o-mito-e-a-realidade-o-que-ver-na-antiga-cidade-da-iliada-e-odisseia.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 08:45:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>A lenda de Ulisses, Aquiles e todos os heróis da mitologia permanece viva na Troia atual, um dos sítios arqueológicos mais fascinantes do mundo. Aqui, explicamos como chegar lá e o que ver.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/troia-tra-mitologia-e-realta-cosa-vedere-nell-antica-citta-dell-iliade-e-dell-odissea-1784874530309.jpg" data-image="epjti9cgwnh4"><figcaption>Réplica do Cavalo de Troia no porto de Çanakkale, na Turquia.</figcaption></figure><p>A<strong> antiga Troia</strong>, cenário da guerra de dez anos que envolveu Aquiles, Heitor, Odisseu e os maiores heróis da épica grega, está localizada<strong> perto da cidade de Çanakkale, na Anatólia, Turquia</strong>.</p><div class="texto-destacado">Homero imortalizou a cidade na mitologia através de <em>Ilíada </em>e de <em>Odisseia</em>, mas esta pequena povoação — com a sua história incrivelmente longa — é de fácil acesso para uma visita direta, permitindo ir além das antigas lendas.</div><p>De facto, o museu e as<strong> escavações arqueológicas</strong> testemunham um passado complexo que abrange várias eras e<strong> remonta a 5 mil anos</strong>.</p><h2>A história além da Guerra de Troia</h2><p>A <strong>Guerra de Troia durou dez anos </strong>— um piscar de olhos comparado aos milénios de história da cidade.</p><p>Segundo registos estabelecidos, Troia existe pelo menos desde o terceiro milénio a.C. e atingiu o auge do seu esplendor durante a segunda metade do segundo milénio a.C., sob o<strong> Império Hitita</strong>, mais de mil anos antes dos eventos narrados nos poemas homéricos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/troia-tra-mitologia-e-realta-cosa-vedere-nell-antica-citta-dell-iliade-e-dell-odissea-1784874691318.jpg" data-image="9vopdho4jkc1"><figcaption>Uma secção das escavações arqueológicas da antiga Troia (hoje Turquia).</figcaption></figure><p><strong>Ao longo dos séculos, Troia foi abandonada</strong>; no entanto, tanto os antigos gregos quanto os romanos acreditavam que ela estava localizada exatamente onde se encontra hoje. Contudo, somente na década de 1870 foram obtidas evidências definitivas da sua localização.</p><p>Foi nesse período que o renomado empresário e arqueólogo Heinrich Schliemann descobriu as<strong> ruínas da antiga Troia</strong>, guiado por crónicas clássicas e pelas descrições de Homero. Infelizmente, as escavações realizadas com o uso de explosivos causaram danos irreversíveis; ainda assim, Troia continua a oferecer muito aos visitantes.</p><h2>O que ver em Troia</h2><p>Um dos aspetos mais fascinantes de Troia é que<strong> a cidade nunca foi reconstruída</strong>, ao contrário de locais como Cnossos, na Grécia. Em vez disso, as escavações revelam nove estratos distintos, correspondentes a diferentes períodos históricos.</p><p>Os estratos VI e VII correspondem ao período da Guerra de Troia, ocorrida entre 1250 e 1180 a.C. Os<strong> vestígios das muralhas</strong> da cidade coincidem com as descrições de Homero.</p><p>Os visitantes também podem ver vestígios da era romana, como o <strong>anfiteatro </strong>encomendado pelo imperador Augusto. Na entrada do sítio arqueológico, encontra-se uma <strong>réplica em tamanho real do lendário Cavalo de Troia</strong> — o estratagema arquitetado por Odisseu que levou à destruição da cidade.</p><p><strong>Muitos artefatos estão abrigados no museu adjacente</strong>, mas, como as escavações continuam em andamento, os visitantes podem até ter a sorte de ver arqueólogos a trabalhar no local.</p><h2>Um imenso património arqueológico</h2><p>Muitos objetos fascinantes estão atualmente abrigados no Museu de Troia, em Istambul, e no <strong>Museu Arqueológico de Çanakkale</strong>; no entanto, o museu inaugurado em 2018 — localizado a menos de um quilómetro do sítio arqueológico — não é menos importante ou interessante.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767351" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/as-cidades-mais-antigas-da-europa-uma-viagem-as-raizes-da-civilizacao.html" title="As cidades mais antigas da Europa: uma viagem às raízes da civilização">As cidades mais antigas da Europa: uma viagem às raízes da civilização</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/as-cidades-mais-antigas-da-europa-uma-viagem-as-raizes-da-civilizacao.html" title="As cidades mais antigas da Europa: uma viagem às raízes da civilização"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/as-cidades-mais-antigas-da-europa-uma-viagem-as-raizes-da-civilizacao-1777995677217_320.png" alt="As cidades mais antigas da Europa: uma viagem às raízes da civilização"></a></article></aside><p><strong>Duas mil peças de diversas épocas estão expostas</strong> em sete secções, narrando a história tanto da cidade quanto das escavações; representam apenas uma fração de um acervo extraordinário. Ao todo, o museu abriga cerca de 40 mil peças nas suas salas de exposição e áreas de reserva técnica, com novos objetos a chegar constantemente das escavações em andamento.</p><p>Os visitantes podem apreciar uma grande variedade de itens, que vão desde armas e joias até inscrições. O <strong>famoso Sarcófago de Políxena</strong> está entre as peças mais valiosas, ao lado de uma estátua do deus Tritão descoberta há relativamente pouco tempo, em 2012.</p><h2>Como chegar a Troia</h2><p>A cidade mais próxima do sítio arqueológico de Troia é <strong>Çanakkale</strong>, uma<strong> cidade costeira situada no Estreito de Dardanelos</strong>, a menos de uma hora de distância. Çanakkale fica a três horas e meia de carro de Istambul, ou uma hora a mais se o trajeto for feito de autocarro.</p><p>Consequentemente, quem deseja visitar as <strong>escavações </strong>com mais comodidade pode preferir hospedar-se em Çanakkale; a cidade também abriga outra réplica do Cavalo de Troia — especificamente, aquela utilizada no filme <em>Troia </em>(2004).</p><p>Balsas que atravessam o estreito também partem da sua pitoresca marina, permitindo aos visitantes explorar outros locais, como<strong> Galípoli</strong>, palco de uma famosa batalha da Primeira Guerra Mundial. Um serviço de micro-autocarro opera entre Çanakkale e Truva (o nome moderno de Troia), partindo da estação Cuma Pazarı Dolmuş.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Nick%20Hilden" data-year="2026" data-title="How%20you%20can%20still%20explore%20the%20ancient%20city%20of%20Troy" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nationalgeographic.com%2Ftravel%2Farticle%2Fhow-to-visit-odyssey-ancient-city-of-troy">Nick Hilden. (2026). <a href="https://www.nationalgeographic.com/travel/article/how-to-visit-odyssey-ancient-city-of-troy" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">How you can still explore the ancient city of Troy</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/troia-entre-o-mito-e-a-realidade-o-que-ver-na-antiga-cidade-da-iliada-e-odisseia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Este fim de semana fuja ao calor sem ir para as praias mais óbvias]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/este-fim-de-semana-fuja-ao-calor-sem-ir-para-as-praias-mais-obvias.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 07:33:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>O refúgio ideal para os dias mais quentes pode ser esta piscina natural alimentada por uma nascente. O melhor é que a entrada é gratuita. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-fim-de-semana-fuja-ao-calor-sem-ir-para-as-praias-mais-obvias-1785433606206.jpg" data-image="9nq1jeqjdf8e" alt="Piscina Natural de Ançã" title="Piscina Natural de Ançã"><figcaption>Quando o calor aperta, há uma piscina natural onde a água nunca aquece. Foto: CM Cantanhede</figcaption></figure><p>Já ouviu falar da <strong>Piscina Natural de Ançã</strong>? Se ainda não, talvez esteja na altura de a descobrir. Com os próximos dias a prometerem um verdadeiro "carrossel" meteorológico, este pode ser um dos melhores destinos para escapar ao calor.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações.<br> </div><p>“Num horizonte temporal de 10 dias, haverá uma sucessão de mudanças na circulação atmosférica sobre Portugal continental”, <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">avisa</a> Marta Godinho. “Entre dias de calor intenso, uma descida temporária das temperaturas e o possível regresso da chuva, os modelos apontam para <strong>dias dinâmicos</strong>.”</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781241" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html" title="Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C">Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html" title="Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785414461849_320.jpg" alt="Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C"></a></article></aside><p>Se está à procura de uma sugestão para passar o pico de calor num local mais fresco, este pode ser o plano perfeito para o fim de semana. </p><h2>Uma nascente que nunca deixa a água parar</h2><p>Situada no concelho de Cantanhede, a <strong>Piscina Natural de Ançã</strong>, também conhecida como praia fluvial de Ançã, destaca-se pela água cristalina e fresca, proveniente diretamente da nascente de um rio. </p><p>Pois, é. Ao contrário de muitas piscinas naturais, onde a água permanece praticamente parada,<strong> aqui o caudal da Fonte de Ançã está em constante circulação</strong>. Isto significa que está sempre bem fresquinha e transparente, até mesmo nos dias mais quentes. </p><div class="texto-destacado">No coração da vila, existe uma piscina natural alimentada diretamente pela famosa Fonte de Ançã, uma das nascentes mais abundantes do país. O resultado? Água cristalina, constantemente renovada e surpreendentemente fresca, mesmo nos dias mais quentes do verão.</div><p>Além disso, quem por lá passa destaca o <strong>ambiente tranquilo e familiar</strong> que se vive na piscina natural. Sim, porque nas imediações existem zonas relvadas para descansar, onde é possível estender a toalha, bem como cafés e outras comodidades que tornam o espaço ideal para passar um dia de verão em contacto com a natureza, sem qualquer custo de entrada.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-fim-de-semana-fuja-ao-calor-sem-ir-para-as-praias-mais-obvias-1785433787028.jpg" data-image="2t8s8yxztc45" alt="Piscina natural de Ançã" title="Piscina natural de Ançã"><figcaption>É perfeito para famílias. Foto: CM Cantanhede</figcaption></figure><p>O melhor é que a piscina apresenta <strong>diferentes profundidades</strong>, permitindo que tanto crianças como adultos encontrem uma zona confortável para se refrescarem.</p><p>“Ao longo do verão, a Câmara Municipal organiza um conjunto de atividades para os mais novos junto à piscina”, acrescenta a revista ‘NiT’. “No início de julho, por exemplo, decorreu uma oficina de circo para famílias e a iniciativa ‘A Biblioteca vai à Praia’, que incentiva o hábito da leitura. Esta última volta a repetir-se a 24 de agosto, uma segunda-feira, no mesmo local e sob o tema ‘Memórias da Água e Movimento’".</p><h2>Mais informações e detalhes</h2><p>E quando é que a pode visitar? A Piscina Natural de Ançã encontra-se em funcionamento durante a época balnear, “entre 14 de junho e 14 de setembro”, informa o <em>site</em> ‘VMais’. Durante esse período, a segurança é assegurada todos os dias por <strong>dois nadadores-salvadores</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779757" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html" title="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC ">Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html" title="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c-1784655856544_320.jpg" alt="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC "></a></article></aside><p>Se for de carro, a opção mais prática é deixar o veículo junto ao Parque Desportivo de São Sebastião. A partir daí, basta fazer um curto percurso a pé, de cerca de 500 metros, até chegar à piscina natural.</p><h2>Muito mais do que um local para dar um mergulho</h2><p>Se decidir visitar Ançã, vale a pena reservar algum tempo para <strong>conhecer os arredores</strong>. A poucos metros da piscina encontra-se uma antiga ponte de origem romana, que ajuda a compor o cenário desta pequena vila beirã.</p><p>Outro dos pontos de interesse é o <strong>histórico Moinho da Fonte</strong>, também conhecido como Moinho da Nascente. </p><div class="texto-destacado">Considerado um verdadeiro museu vivo, continua a funcionar com a força da água da nascente e permite observar o processo tradicional de moagem de cereais como milho, trigo, centeio e aveia. </div><p>A sua origem remonta ao século X, sendo um dos moinhos mais antigos de Portugal ainda preservados. Além da moagem, é possível visitar uma recriação da antiga casa do moleiro e conhecer melhor este património local.</p><p>Quem gostar de passear pode ainda explorar o<strong> centro histórico de Ançã</strong>, conhecido pela famosa pedra calcária de Ançã, utilizada ao longo dos séculos em importantes obras de escultura e arquitetura portuguesas. Nas redondezas existem também pequenos percursos pedestres que permitem apreciar a paisagem rural típica desta zona do Baixo Mondego.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="NiT%2C%20Pincelli%2C%20I" data-year="2026" data-title="Depois%20de%20mergulhar%20nesta%20piscina%20natural%2C%20visite%20o%20moinho%20com%20mais%20de%20mil%20anos%20mesmo%20ao%20lado" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nit.pt%2Ffora-de-casa%2Fna-cidade%2Fdepois-de-mergulhar-nesta-piscina-natural-visite-o-moinho-com-mais-de-mil-anos-mesmo-ao-lado">NiT, Pincelli, I. (2026). <a href="https://www.nit.pt/fora-de-casa/na-cidade/depois-de-mergulhar-nesta-piscina-natural-visite-o-moinho-com-mais-de-mil-anos-mesmo-ao-lado" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Depois de mergulhar nesta piscina natural, visite o moinho com mais de mil anos mesmo ao lado</a>.</cite><br><cite data-author="V%2B" data-year="2026" data-title="H%C3%A1%20um%20segredo%20bem%20guardado%20em%20Portugal%3A%20esta%20piscina%20natural%20recebe%20%C3%A1gua%20diretamente%20da%20nascente%20de%20um%20rio" data-url="https%3A%2F%2Ftvi.iol.pt%2Fvmais%2Fpiscina-natural-de-anca%2Fpiscina%2Fha-um-segredo-bem-guardado-em-portugal-esta-piscina-natural-recebe-agua-diretamente-da-nascente-de-um-rio">V+. (2026). <a href="https://tvi.iol.pt/vmais/piscina-natural-de-anca/piscina/ha-um-segredo-bem-guardado-em-portugal-esta-piscina-natural-recebe-agua-diretamente-da-nascente-de-um-rio" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Há um segredo bem guardado em Portugal: esta piscina natural recebe água diretamente da nascente de um rio</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/este-fim-de-semana-fuja-ao-calor-sem-ir-para-as-praias-mais-obvias.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Dia Nacional da Vinha e do Vinho é hoje, 31 de julho. Portugal passa a celebrar “um dos pilares da mesa portuguesa”]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/dia-nacional-da-vinha-e-do-vinho-e-hoje-31-de-julho-portugal-passa-a-celebrar-um-dos-pilares-da-mesa-portuguesa.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 06:17:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A partir de agora, todos os anos, no dia 31 de julho, Portugal vai passar a celebrar o Dia Nacional da Vinha e do Vinho, anunciou o Ministério da Agricultura. A efeméride quer “reconhecer a importância” do setor e “valorizar” o património vitivinícola, a diversificação das suas castas e regiões.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/dia-nacional-da-vinha-e-do-vinho-e-hoje-31-de-julho-portugal-passa-a-celebrar-um-dos-pilares-da-mesa-portuguesa-1785435712788.jpg" data-image="2wm05hwck67g" alt="Vinho" title="Vinho"><figcaption>Portugal tinha, em 2025, uma área de vinha contabilizada em 169.663 hectares. A produção nacional de vinho foi de 595,6 milhões de litros. Uma produção que terá caído 20%, face a 2024.</figcaption></figure><p>O setor vitivinícola constitui atualmente “<strong>um dos motores da economia nacional e um instrumento decisivo de coesão territorial</strong> e social”. </p><p>O vinho é “<strong>gerador de riqueza e de emprego direto e indireto </strong>em todo o território”, com particular expressão nas regiões do interior, é um setor de “forte vocação exportadora”, que “contribui de modo significativo para a balança comercial agroalimentar e para a projeção da imagem de Portugal no mundo”. Mais ainda, “<strong>a vitalidade desta fileira sustenta comunidades rurais em dezenas de municípios</strong>” e contribuiu para viabilizar “o notável crescimento do turismo vitivinícola”. </p><p>Esta é a <strong>mensagem que o Governo quer passar ao país, aos viticultores</strong> e a todos os agentes económicos e aos cidadãos. E, para que tal fique devidamente documentado, decidiu instituir a celebração do Dia Nacional da Vinha e do Vinho. Passa a ser <strong>assinalado todos os anos a 31 de julho</strong>.</p><h2>Governo institui Dia Nacional da Vinha e do Vinho </h2><p>Estas afirmações constam, também, do preâmbulo do <strong>Despacho n.º 9616/2026, </strong>publicado esta quinta-feira, 30 de julho, em Diário da República, que institui o <strong>Dia Nacional da Vinha e do Vinho</strong>, e que vem assinado pelo ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes.</p><p>Sendo “um dos pilares da mesa portuguesa”, o vinho e a produção vitivinícola têm, em Portugal, uma <strong>dimensão social, económica, cultural, religiosa, ambiental </strong>e paisagística.</p><p>O ministro da Agricultura é taxativo a defender este produto agrícola como “<strong>um dos pilares simbólicos da mesa portuguesa e da dieta mediterrânica</strong>”, que tem desempenhado um papel de “ritualização que atravessa a história das comunidades”.</p><h2>Vinho é património ancestral</h2><p>Na <strong>dieta mediterrânica, reconhecida pela UNESCO</strong>, em 2010, como Património Cultural Imaterial da Humanidade, a vinha e o vinho ocupam um lugar especial, não apenas como produtos, mas como <strong>património ancestral</strong>, expressão de cultura, convivência e sociabilidade.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) garante que, “consumido com moderação e integrado nas refeições”, o vinho é parte de um estilo de vida que valoriza o prazer à mesa, a partilha em família e entre amigos e a ligação ao território e às tradições. “Mais do que o resultado da fermentação das uvas, o vinho é um elemento de sociabilidade e identidade cultural, profundamente enraizado nos hábitos mediterrânicos”, salienta o IVV.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Um somatório de razões que levaram à instituição, pelo Governo, do Dia Nacional da Vinha e do Vinho em Portugal, querendo, assim, “<strong>reconhecer a importância do setor e valorizar o património vitivinícola</strong>”, bem como a diversificação das suas castas e regiões.</p><h2>IVV foi criado a 31 de julho de 1986</h2><p>E é o <strong>IVV, que é liderado por Francisco Toscano Rico</strong>, que fica incumbido de dinamizar e coordenar as iniciativas de celebração associadas a este dia. </p><p>A efeméride vai celebrar-se simbolicamente em <strong>31 de julho, dia em que, em 1986, foi aprovado em Conselho de Ministros </strong>o diploma que criou, justamente, o <strong>IVV</strong>, cujo 40.º aniversário se assinala este ano.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780918" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/producao-de-vinho-alentejo-preve-aumento-de-20-e-boa-qualidade-mas-no-douro-avizinha-se-uma-catastrofe.html" title="Produção de vinho: Alentejo prevê aumento de 20% e boa qualidade, mas no Douro avizinha-se “uma catástrofe”">Produção de vinho: Alentejo prevê aumento de 20% e boa qualidade, mas no Douro avizinha-se “uma catástrofe”</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/producao-de-vinho-alentejo-preve-aumento-de-20-e-boa-qualidade-mas-no-douro-avizinha-se-uma-catastrofe.html" title="Produção de vinho: Alentejo prevê aumento de 20% e boa qualidade, mas no Douro avizinha-se “uma catástrofe”"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/producao-de-vinho-alentejo-preve-aumento-de-20-e-boa-qualidade-mas-no-douro-avizinha-se-uma-catastrofe-1785250912833_320.jpg" alt="Produção de vinho: Alentejo prevê aumento de 20% e boa qualidade, mas no Douro avizinha-se “uma catástrofe”"></a></article></aside><p>Cultivada em <strong>cerca de 170 mil hectares</strong>, a vinha molda a paisagem, protege o território e preserva saberes transmitidos ao longo de gerações. E afirma-se como “<strong>fator de identidade, de qualidade e de projeção internacional de Portugal</strong>”, refere o Ministério da Agricultura no Despacho publicado esta quinta-feira, 30 de julho.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/dia-nacional-da-vinha-e-do-vinho-e-hoje-31-de-julho-portugal-passa-a-celebrar-um-dos-pilares-da-mesa-portuguesa-1785435814793.jpg" data-image="x92a3d6b9pyn" alt="Vinho" title="Vinho"><figcaption>O vinho nasce no território, na identidade e no património ancestral de cada região. Em Portugal, essa origem é valorizada através das Denominações de Origem Protegida (DOP) e das Indicações Geográficas Protegidas (IGP).</figcaption></figure><p>O ministro José Manuel Fernandes lembra, aliás, que a diversidade e a riqueza do património de castas nacionais, a par da <strong>profusão de vinhas antigas</strong>, conferem aos vinhos portugueses “um <strong>caráter único e inigualável</strong>”. </p><h2>Anuário 2025 de vinhos e aguardentes </h2><p>O ministro da Agricultura afirma, assim, que “<strong>cumpre ao Estado reconhecer e celebrar, de forma solene e continuada</strong>, o valor multidimensional deste setor estratégico”.</p><div class="texto-destacado">Para celebrar o Dia Nacional da Vinha e do Vinho, o IVV vai também lançar o <strong>novo portal da vinha e do vinho e o anuário 2025 de vinhos e aguardentes </strong>de Portugal. Portugal tinha, em 2025, uma área de vinha contabilizada em 169.663 hectares. A produção nacional de vinho foi de 595,6 milhões de litros. Uma produção que terá caído 20%, face a 2024, para o volume mais baixo da última década, “apesar da boa qualidade”, de acordo com a estimativa das “Contas Económicas da Agricultura – 2025” do Instituto Nacional de Estatística (INE).</div><p><strong>O vinho nasce no território, na identidade e no património ancestral </strong>de cada região, refere o IVV. </p><p>Em Portugal, essa origem é valorizada através das <strong>Denominações de Origem Protegida (DOP) e das Indicações Geográficas Protegidas</strong> (IGP).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/dia-nacional-da-vinha-e-do-vinho-e-hoje-31-de-julho-portugal-passa-a-celebrar-um-dos-pilares-da-mesa-portuguesa-1785435888757.jpg" data-image="et047evtlf8e" alt="Vinho" title="Vinho"><figcaption>A partir de agora, todos os anos, no dia 31 de julho, Portugal vai passar a celebrar o Dia Nacional da Vinha e do Vinho, anunciou o Ministério da Agricultura. A efeméride quer “reconhecer a importância” do setor e “valorizar” o património vitivinícola.</figcaption></figure><p>Estes são “<strong>sistemas que garantem ao consumidor a autenticidade, a qualidade</strong> e a ligação inequívoca entre o vinho e o seu lugar de produção”, lembra o Instituto liderado por Francisco Toscano Rico.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="768508" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/viniportugal-premeia-os-melhores-vinhos-do-ano-foram-entregues-351-premios-e-a-regiao-mais-premiada-foi-o-douro.html" title="ViniPortugal premeia os melhores vinhos do ano. Foram entregues 351 prémios e a região mais premiada foi o Douro">ViniPortugal premeia os melhores vinhos do ano. Foram entregues 351 prémios e a região mais premiada foi o Douro</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/viniportugal-premeia-os-melhores-vinhos-do-ano-foram-entregues-351-premios-e-a-regiao-mais-premiada-foi-o-douro.html" title="ViniPortugal premeia os melhores vinhos do ano. Foram entregues 351 prémios e a região mais premiada foi o Douro"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/viniportugal-premeia-os-melhores-vinhos-do-ano-foram-entregues-351-premios-e-a-regiao-mais-premiada-foi-o-douro-1778601301130_320.jpg" alt="ViniPortugal premeia os melhores vinhos do ano. Foram entregues 351 prémios e a região mais premiada foi o Douro"></a></article></aside><p>As <strong>DOP representam as zonas vitivinícolas mais restritas</strong>, onde as regras de produção são mais exigentes, preservando características únicas e profundamente enraizadas na história local.</p><p>Já as <strong>IGP permitem identificar vinhos com forte ligação a uma região geográfica</strong>, assegurando origem e tipicidade, com maior flexibilidade produtiva.</p><p>Portugal aprovou oficialmente, em junho, a alteração ao <strong>acordo da Organização Internacional da Vinha e do Vinho</strong> (OIV), confirmando a <strong>transferência da sua sede para Dijon</strong>, em França.</p><p>O IVV explica que esta decisão, tomada em 2022 pelos países membros, “<strong>marca um novo capítulo” nesta organização</strong> que acompanha e apoia o desenvolvimento do setor vitivinícola a nível mundial. </p><p>A entrada em vigor desta alteração foi <strong>ratificada através do Decreto do Presidente da República n. º79/2026</strong>, de 3 de junho.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/dia-nacional-da-vinha-e-do-vinho-e-hoje-31-de-julho-portugal-passa-a-celebrar-um-dos-pilares-da-mesa-portuguesa.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Silveira]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Serão os relvados e jardins resistentes às elevadas temperaturas?]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/serao-os-relvados-e-jardins-resistentes-as-elevadas-temperaturas.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>De acordo com os especialistas, a relva castanha resultante do calor extremo, nem significa que está morta.Venha descobrir como a pode recuperar!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/serao-os-relvados-e-jardins-resistentes-as-elevadas-temperaturas-1785193264675.jpg" data-image="h2ai16mb9mjr" alt="Relva seca" title="Relva seca"><figcaption>O calor intenso pode deixar a relva castanha, no entanto as raízes continuam vivas e prontas para recuperar quando as condições assim o permitirem.</figcaption></figure><p>Quando vemos muitos jardins com <strong>relva seca e transformados em tons castanhos, devido às elevadas temperaturas dias consecutivos</strong>, à primeira vista parece que o relvado morreu, mas a realidade pode ser bem diferente.</p><p>Segundo uma notícia avançada pela <em>BBC</em>, na maioria dos casos <strong>a relva entra num estado de dormência para sobreviver ao calor extremo</strong> e pode recuperar quando as condições voltam a ser favoráveis.</p><p>Esta, quando enfrenta longos períodos de calor intensos e falta de água, <strong>a relva reduz drasticamente a sua atividade biológica</strong>. Assim, em vez de continuar a crescer e gastar energia, entra em dormência, um mecanismo de defesa que lhe permite conservar recursos até regressarem temperaturas mais amenas e a humidade ao solo.</p><p>Durante esta fase, <strong>as folhas tornam-se castanhas e secas, levando muitas pessoas a acreditar que o relvado está perdido</strong>. No entanto, as raízes permanecem vivas e prontas para retomar o crescimento quando a chuva regressa.</p><h2>Rega com estratégia</h2><p>Segundo os especialistas, <strong>um dos erros mais comuns é regar pouco e várias vezes ao longo do dia</strong>. Esta prática faz com que a água permaneça apenas à superfície, incentivando o desenvolvimento de raízes pouco profundas e mais vulneráveis ao calor.</p><p>O ideal é <strong>realizar regas abundantes, mas menos frequentes, permitindo que a água penetre profundamente no solo</strong>. Desta forma, as raízes desenvolvem-se melhor e tornam-se mais resistentes aos períodos de seca.</p><div class="texto-destacado"><strong>"A relva é extraordinariamente resistente e não morre apenas por causa de um período de seca."</strong> Segundo John Cushing, proprietário do Goldstone Hall Hotel & Gardens, em Shropshire, numa entrevista à BBC.</div><p>A hora da rega também é importante. <strong>O início da manhã é considerado o melhor momento</strong>, uma vez que a evaporação é reduzida e a planta consegue absorver a água de forma mais eficiente. <strong>Regar nas horas de maior calor significa desperdiçar grande parte da água</strong>, enquanto a rega noturna pode favorecer o aparecimento de doenças causadas por fungos.</p><h2>Cortar menos para proteger mais</h2><p>Outra recomendação passa por <strong>evitar cortar a relva demasiado curta durante o verão</strong>. Uma relva mais alta cria sombra sobre o solo, reduz a evaporação da água e ajuda a manter as raízes protegidas das temperaturas extremas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/serao-os-relvados-e-jardins-resistentes-as-elevadas-temperaturas-1785193289662.jpg" data-image="wkv6jztxqbdn" alt="Jardim em resistência" title="Jardim em resistência"><figcaption>Os especialistas garantem que, na maioria dos casos, um relvado seco está apenas em dormência e não morto devido à seca.</figcaption></figure><p>Os especialistas aconselham ainda a <strong>utilizar lâminas bem afiadas no corta-relvas</strong>. Cortes limpos provocam menos danos nas folhas, enquanto lâminas gastas rasgam a relva e aumentam o stress da planta.</p><p>Embora possa parecer uma boa ideia estimular o crescimento com fertilizantes, os especialistas afirmam que <strong>esta prática não é recomendada durante uma onda de calor</strong>.</p><p>A aplicação de fertilizantes quando a relva está sob forte stress <strong>pode causar ainda mais danos</strong>. O mais prudente é esperar que o relvado recupere naturalmente e só depois fornecer nutrientes, quando as temperaturas forem mais baixas e a planta voltar ao crescimento ativo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780287" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/e-assim-que-o-solo-guarda-a-memoria-de-uma-seca-extrema.html" title="É assim que o solo guarda a memória de uma seca extrema">É assim que o solo guarda a memória de uma seca extrema</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/e-assim-que-o-solo-guarda-a-memoria-de-uma-seca-extrema.html" title="É assim que o solo guarda a memória de uma seca extrema"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/un-sol-peut-il-garder-la-memoire-d-une-secheresse-changement-climatique-1783257568710_320.jpeg" alt="É assim que o solo guarda a memória de uma seca extrema"></a></article></aside><p>Todavia, apesar da elevada capacidade de recuperação de muitas espécies, <strong>nem todos os relvados resistem da mesma forma</strong>. Se o calor extremo se prolongar durante muito tempo ou se as raízes sofrerem danos significativos, algumas zonas poderão morrer definitivamente.</p><p>Nestes casos, <strong>poderá ser necessário voltar a semear ou substituir as áreas afetadas</strong>. Ainda assim, os especialistas salientam que é aconselhável aguardar algumas semanas após o regresso da chuva antes de concluir que o relvado está irremediavelmente perdido.</p><h2>Jardins adaptam-se ao novo clima</h2><p>As alterações climáticas estão a tornar as ondas de calor mais frequentes e intensas em várias regiões do mundo.Esta realidade está a obrigar os jardineiros, municípios e proprietários a <strong>repensarem a forma como cuidam dos espaços verdes</strong>.</p><p>Além de uma gestão mais eficiente da água, <strong>cresce o interesse por espécies de relva mais resistentes à seca e por soluções paisagísticas que exijam menos manutenção</strong>.</p><p>Por isso, <strong>adaptar os jardins às novas condições climáticas </strong>poderá ser uma das formas mais eficazes de preservar os espaços verdes e reduzir o consumo de água nos próximos anos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/serao-os-relvados-e-jardins-resistentes-as-elevadas-temperaturas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Paula Gonçalves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Que vinho combina melhor com a sua pizza? Quatro combinações perfeitas para desfrutar como um especialista]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/que-vinho-combina-melhor-com-a-sua-pizza-quatro-combinacoes-perfeitas-para-desfrutar-como-um-especialista.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 17:05:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Desde a clássica Margherita, passando pela apimentada Pepperoni, até à pizza recheada com quatro queijos – cada pizza revela o seu melhor sabor quando acompanhada pelo vinho certo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-vino-elegir-para-cada-pizza-cuatro-maridajes-para-disfrutar-como-un-experto-1784218343922.jpg" data-image="fmiq9kqyct8l" alt="Pizza und Wein" title="Pizza und Wein"><figcaption>A harmonização de vinhos tem como objetivo encontrar combinações que tornem a experiência gastronómica ainda mais agradável – e não seguir regras rígidas. Foto: Emre Inan</figcaption></figure><p>A <strong>pizza </strong>é um dos pratos mais populares do mundo – e, ao mesmo tempo, <strong>um dos mais versáteis no que diz respeito à harmonização com vinho</strong>. Graças à grande variedade de ingredientes, é possível combinar diferentes estilos de vinho, criando harmonizações que realçam de forma ideal os aromas, as texturas e as notas gustativas.</p><p>Embora muitas pessoas gostem de acompanhar a pizza com cerveja ou bebidas não alcoólicas, o vinho pode ser um excelente acompanhamento, desde que seja <strong>escolhido de acordo com a intensidade dos ingredientes, a acidez do molho de tomate, o tipo de queijo e os ingredientes </strong>que caracterizam cada pizza.</p><p>Neste breve guia sobre a combinação de pizza e vinho, o especialista em vinhos chileno <strong>Cristopher Castillo</strong>, fundador de <strong>"La Cava de Cris" </strong>no Instagram, <strong>recomenda várias variedades de vinhos tintos e brancos</strong> e explica que nem todos os vinhos combinam igualmente bem com todas as pizzas.</p><h2>Pizza Margherita: Cinsault, País ou Pinot Noir</h2><p>A combinação clássica de molho de tomate, mozzarella e manjericão cativa pelo seu frescor e pela sua acidez vivaz.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-vino-elegir-para-cada-pizza-cuatro-maridajes-para-disfrutar-como-un-experto-1784218620822.jpg" data-image="bpswgo537ung" alt="Pizza Margherita" title="Pizza Margherita"><figcaption>Um vinho tinto leve e frutado combina na perfeição com uma pizza Margherita. Imagem: Aurelien Lemasson</figcaption></figure><p> Segundo Castillo, o Cinsault, o País ou o Pinot Noir são uma excelente escolha – vinhos tintos frescos e de boca leve, com taninos suaves. </p><p> "O molho de tomate confere acidez, o queijo, cremosidade, e o manjericão, frescura. Por isso, <strong>um vinho tinto leve e frutado é a melhor opção</strong> – complementa a pizza sem se sobrepor à sua simplicidade", explica ele. </p><h2>Pizza de pepperoni: Carmenère ou Syrah</h2><p>O pepperoni confere ao prato um sabor intenso, uma nota encorpada e um toque picante.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-vino-elegir-para-cada-pizza-cuatro-maridajes-para-disfrutar-como-un-experto-1784218574870.jpg" data-image="wpdt4f6ke08o" alt="Peperoni-Pizza" title="Peperoni-Pizza"><figcaption>Para acompanhar uma pizza de pimentão, recomenda-se um vinho tinto de corpo médio e sem teor alcoólico excessivo. Foto: Jessie Maxwell</figcaption></figure><p>Esta variante combina particularmente bem com vinhos tintos bem estruturados, como um Carmenère jovem ou um Syrah proveniente de regiões de cultivo frescas. <strong>Os seus taninos suaves e notas especiadas complementam o sabor da salsicha, sem sobrepor-se ao sabor da pizza</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="648484" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/e-louco-por-pizza-estas-sao-as-10-cidades-europeias-com-as-melhores-pizzas-e-uma-delas-fica-em-portugal-turismo.html" title="É louco por pizza? Estas são as 10 cidades europeias com as melhores pizzas (e uma delas fica em Portugal)">É louco por pizza? Estas são as 10 cidades europeias com as melhores pizzas (e uma delas fica em Portugal)</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/e-louco-por-pizza-estas-sao-as-10-cidades-europeias-com-as-melhores-pizzas-e-uma-delas-fica-em-portugal-turismo.html" title="É louco por pizza? Estas são as 10 cidades europeias com as melhores pizzas (e uma delas fica em Portugal)"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/e-louco-por-pizza-estas-sao-as-10-cidades-europeias-com-as-melhores-pizzas-e-uma-delas-fica-em-portugal-1710759371480_320.jpg" alt="É louco por pizza? Estas são as 10 cidades europeias com as melhores pizzas (e uma delas fica em Portugal)"></a></article></aside><p> Castillo salienta que, para esta pizza, combina bem um vinho com aromas a fruta madura, notas especiadas e corpo médio, que, no entanto, não deve ter um teor alcoólico demasiado elevado nem taninos excessivamente fortes. </p><h2>Pizza com quatro tipos de queijo: Chardonnay ou espumante</h2><p>As pizzas com queijos de sabor forte combinam bem com vinhos capazes de equilibrar a sua intensidade e cremosidade.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-vino-elegir-para-cada-pizza-cuatro-maridajes-para-disfrutar-como-un-experto-1784218431756.jpg" data-image="knqflrltk3yc" alt="Pizza mit vier Käsesorten" title="Pizza mit vier Käsesorten"><figcaption>Devido ao seu sabor rico, uma pizza com quatro tipos de queijo combina melhor com um vinho fresco e vivo. Imagem: Engin Akyurt</figcaption></figure><p>Um <strong>Chardonnay fresco</strong> – idealmente de uma colheita recente e, se possível, com um envelhecimento moderado em barris de carvalho – confere <strong>mais corpo à pizza, sem que esta perca a sua frescura</strong>. Um espumante "Brut" também combina na perfeição com esta pizza rica e cremosa.</p><p>No que diz respeito ao Chardonnay, Cristopher recomenda vinhos de Casablanca, Limarí, San Antonio ou Malleco. Quanto ao espumante, aconselha qualquer Brut chileno de qualidade.</p><h2>Pizza Havaiana - Riesling ou Gewürztraminer </h2><p>A combinação de queijo, fiambre e ananás proporciona uma mistura equilibrada de sabores doces, salgados e picantes.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-vino-elegir-para-cada-pizza-cuatro-maridajes-para-disfrutar-como-un-experto-1784218507553.jpg" data-image="h5a9ab1ju0fw" alt="Hawaii-Pizza" title="Hawaii-Pizza"><figcaption>A pizza havaiana tem fãs entusiastas – e críticos igualmente apaixonados, que insistem que o ananás não tem lugar numa pizza. Cada um com o seu gosto. Foto: Brett Jordan</figcaption></figure><p>Para acompanhar esta pizza, o Cristopher recomenda um <strong>Riesling</strong> meio seco como uma excelente escolha, uma vez que, graças à sua frescura e às suas notas frutadas, <strong>complementa na perfeição o ananás e, ao mesmo tempo, proporciona equilíbrio</strong>.</p><p>Recomenda ainda um <strong>Gewürztraminer </strong>de Casablanca, Bío Bío ou Malleco e salienta que o seu perfil extremamente aromático e a sua doçura suave <strong>combinam na perfeição com esta mistura de sabores doces e salgados</strong>.</p><h2>O segredo está nos ingredientes</h2><p>Em vez de se concentrarem apenas no nome da pizza, os especialistas recomendam<strong> prestar atenção aos ingredientes que predominam em cada receita</strong>. A acidez do molho de tomate, a intensidade dos queijos, a riqueza dos enchidos e a proporção de legumes frescos contribuem todos para determinar o acompanhamento ideal de vinho.</p><p>Como explica o especialista em vinhos por trás da conta @lacavadecris_, a harmonização de vinhos não se trata de impor regras rígidas, mas sim de <strong>descobrir combinações que tornem a experiência gastronómica ainda mais agradável</strong>.</p><p>Por isso, o melhor conselho é: <strong>experimente diferentes castas e estilos de vinho para descobrir novas nuances de sabor</strong>, tanto na pizza como no vinho – e, assim, provar que este prato italiano icónico pode ser o acompanhamento perfeito para um bom copo de vinho.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/que-vinho-combina-melhor-com-a-sua-pizza-quatro-combinacoes-perfeitas-para-desfrutar-como-um-especialista.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A ciência desafia o mito de que basta o amor e uma cabana para construir uma família]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-ciencia-desafia-o-mito-de-que-basta-o-amor-e-uma-cabana-para-construir-uma-familia.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 16:01:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Estudo português agora distinguido mostra que a prosperidade poderá ter ajudado a transformar os sentimentos na base das relações conjugais modernas.</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/a-ciencia-desafia-o-mito-de-que-basta-o-amor-e-uma-cabana-para-construir-uma-familia-1785416422835.jpg" data-image="fm6je5vv2e5q" alt="O Último Beijo de Romeu em Julieta, de Francesco Hayez (1823)" title="O Último Beijo de Romeu em Julieta, de Francesco Hayez (1823)"><figcaption>Antes do romantismo ocupar o centro da vida conjugal, a literatura já celebrava a paixão. O estudo mostra que a ternura e o compromisso ganharam importância ao longo dos séculos. Imagem: O Último Beijo de Romeu e Julieta, de Francesco Hayez (1823) / domínio público</figcaption></figure><p>"Amor e uma cabana" é uma expressão que se tornou uma das imagens mais persistentes do <strong>romantismo popular</strong>, sugerindo que os sentimentos são suficientes para vencer qualquer dificuldade.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Um estudo português agora distinguido com um prémio científico internacional convida a olhar para essa ideia de uma perspetiva diferente. Não para negar a força do amor, mas para perguntar quando é que passou a ocupar um lugar tão importante na escolha de um companheiro.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A investigação, desenvolvida por <strong>Maurício Martins</strong>, da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, recebeu recentemente um prémio da <strong>Society for the Scientific Study of Sexuality</strong>. O reconhecimento voltou a destacar um trabalho que desafia uma das ideias mais enraizadas sobre as relações humanas. </p><h2>Um olhar mais pragmático</h2><p>O <strong>amor romântico</strong>, segundo os investigadores, poderá não ser apenas uma construção cultural ou filosófica. As <strong>melhorias das condições económicas</strong> poderão também ter desempenhado um papel decisivo na forma como orientou a vida familiar na Europa Ocidental.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/a-ciencia-desafia-o-mito-de-que-basta-o-amor-e-uma-cabana-para-construir-uma-familia-1785416737109.jpg" data-image="lkkdjijoi9ni" alt="Capa original do livro &quot;Orgulho e Preconceito&quot; de Jane Austen" title="Capa original do livro &quot;Orgulho e Preconceito&quot; de Jane Austen"><figcaption>Jane Austen retratou uma época em que o casamento começava a libertar-se dos interesses familiares. O estudo sugere que a melhoria das condições de vida reforçou o peso do amor na escolha de um companheiro. Ilustração: Richard Bentley (1833) / domínio público</figcaption></figure><p>A proposta não pretende reduzir um sentimento a números ou explicar a intimidade através da economia. O que procura compreender é outra questão. Porque é que o amor romântico se tornou, em determinado momento da história, um <strong>critério central</strong> para escolher um parceiro e <strong>construir uma família</strong>?</p><h2>Nem sempre foi o amor a decidir</h2><p>Hoje parece natural associar casamento, <strong>compromisso</strong> e <strong>afeto</strong>. Durante grande parte da história europeia, porém, as uniões resultavam sobretudo de <strong>interesses</strong> <strong>familiares</strong>, património, alianças sociais ou estratégias de sobrevivência. O amor podia existir, mas raramente ocupava o centro da decisão.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="696785" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/conheca-a-historia-do-amor-proibido-mais-famoso-de-portugal.html" title="Conheça a história do amor proibido mais famoso de Portugal ">Conheça a história do amor proibido mais famoso de Portugal </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/conheca-a-historia-do-amor-proibido-mais-famoso-de-portugal.html" title="Conheça a história do amor proibido mais famoso de Portugal "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/conheca-a-historia-do-amor-proibido-mais-famoso-de-portugal-1739465459982_320.jpg" alt="Conheça a história do amor proibido mais famoso de Portugal "></a></article></aside><p>Foi precisamente esta transformação que despertou a curiosidade da equipa de investigação. Em vez de procurar explicações apenas na <strong>religião</strong>, na <strong>filosofia</strong> ou na evolução dos <strong>costumes</strong>, os autores colocaram uma hipótese diferente. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O crescimento económico poderá ter criado as condições necessárias para que o amor romântico ganhasse uma importância inédita nas relações conjugais.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O estudo não diz que a prosperidade fez nascer o amor. Sugere, antes, que a <strong>melhoria das condições de vida</strong> terá permitido aos sentimentos assumir um lugar cada vez mais decisivo na escolha do companheiro.</p><h2>À procura das palavras</h2><p>Responder a esta pergunta obrigou os investigadores a seguir um caminho pouco convencional. Em vez de inquirirem casais ou analisarem apenas registos históricos, procuraram <strong>pistas na literatura</strong> produzida ao longo de vários séculos.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Recorrendo a técnicas de processamento de linguagem natural, a equipa analisou milhares de textos, incluindo peças de teatro, para acompanhar a evolução da importância atribuída ao amor romântico. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Os algoritmos identificaram <strong>padrões </strong>associados a duas dimensões distintas do sentimento. A <strong>paixão</strong>, marcada pela intensidade emocional e pelo desejo, e a <strong>ternura</strong>, relacionada com a intimidade, o cuidado e o compromisso.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/a-ciencia-desafia-o-mito-de-que-basta-o-amor-e-uma-cabana-para-construir-uma-familia-1785416939300.jpg" data-image="wkulillk1o2k" alt="O Beijo, de Gustav Klimt" title="O Beijo, de Gustav Klimt"><figcaption>O Beijo, de Gustav Klimt, evoca intimidade e estabilidade. A investigação mostra que a intimidade ganhou espaço na forma como o amor passou a ser entendido. Imagem: domínio público</figcaption></figure><p>Esses resultados foram depois comparados com <strong>indicadores económicos e demográficos da Europa moderna</strong>, permitindo observar se existia alguma relação entre a evolução das condições de vida, a forma como o amor era retratado e as mudanças no comportamento das famílias.</p><h2>A prosperidade abriu espaço ao amor</h2><p>A comparação entre as obras literárias e os indicadores históricos revelou um padrão consistente. O <strong>aumento do nível de vida</strong> precedeu o crescimento da importância atribuída ao amor romântico. Essa valorização foi mais tarde acompanhada por mudanças nos padrões de <strong>casamento</strong> e de <strong>fertilidade</strong>.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Esta sequência é compatível com a hipótese de que a prosperidade económica criou condições para que os sentimentos assumissem um papel cada vez mais relevante na formação dos casais. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Ao reduzir a <strong>pressão da sobrevivência diária</strong>, as sociedades puderam atribuir maior importância à escolha do parceiro, ao <strong>compromisso duradouro</strong> e ao investimento na <strong>educação dos filhos</strong>.</p><p>A análise identificou, ainda, uma evolução na própria forma como o amor era retratado. Ao longo do tempo, as referências à paixão passaram a coexistir com uma valorização crescente da <strong>ternura</strong>, entendida como <strong>intimidade</strong>, cuidado e estabilidade emocional. Essa mudança aproxima-se da ideia contemporânea de amor romântico, assente não apenas na intensidade da atração, mas também na construção de uma <strong>relação duradoura</strong>.</p><h2>Muito mais do que uma mudança cultural</h2><p>Os investigadores sublinham que <strong>os resultados não significam que a economia explique, por si só, o surgimento do amor romântico</strong>. A religião, a filosofia, a urbanização, as transformações jurídicas e políticas ou a evolução dos costumes também poderão ter contribuído para essa mudança.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O próprio estudo reconhece limitações importantes. As peças de teatro e as restantes obras literárias analisadas não refletem necessariamente o comportamento da população nem permitem estabelecer uma relação direta de causa e efeito entre prosperidade económica e transformação das relações conjugais.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A convergência entre os diferentes conjuntos de dados oferece, ainda assim, evidências de que a melhoria das condições de vida poderá ter desempenhado um papel relevante numa mudança social de grande alcance. Em vez de contrariar as explicações culturais, a investigação sugere que estas podem ter sido acompanhadas por <strong>condições materiais</strong> que favoreceram uma <strong>nova forma</strong> de viver as <strong>relações afetivas</strong>.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/a-ciencia-desafia-o-mito-de-que-basta-o-amor-e-uma-cabana-para-construir-uma-familia-1785417035049.jpg" data-image="ymrcaq4qzufx" alt="Cartazoriginal do filme Casablanca (1942)" title="Cartazoriginal do filme Casablanca (1942)"><figcaption>Em Casablanca, o amor cruza-se com o dever e com a liberdade de escolha. O estudo recorda que os sentimentos também refletem as mudanças da sociedade. Imagem: cartaz original do filme Casablanca (1942) / domínio público.</figcaption></figure><p>O estudo não procura explicar por que as pessoas se apaixonam. A questão é, de certa forma, mais ambiciosa. Procura compreender <strong>quando é que o amor passou a ocupar um lugar central </strong>na escolha de um companheiro e na construção de uma família.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/a-ciencia-desafia-o-mito-de-que-basta-o-amor-e-uma-cabana-para-construir-uma-familia-1785417099502.jpg" data-image="du8845759uua" alt="Os Amantes, René Magritte" title="Os Amantes, René Magritte"><figcaption>Em Os Amantes, René Magritte lembra que o amor conserva sempre uma parte de mistério. A investigação mostra que a ciência ajuda a compreender a sua história, mas não esgota o seu significado. Imagem: domínio público.</figcaption></figure><p>É pouco provável que exista uma resposta única para uma experiência profundamente humana. Mas, ao cruzar <strong>literatura</strong>, <strong>psicologia</strong>, <strong>economia</strong>, <strong>história</strong> e <strong>ciência de dados</strong>, esta investigação lembra que até os sentimentos mais íntimos têm uma história. Compreender essa história ajuda-nos a perceber melhor não apenas como amamos, mas também a sociedade que fomos construindo ao longo dos séculos.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Mauricio%20de%20Jesus%20Dias%20Martins%20%26%20Nicolas%20Baumard" data-year="" data-title="Reproductive%20Strategies%20and%20Romantic%20Love%20in%20Early%20Modern%20Europe.%20Archives%20of%20Sexual%20Behavior" data-url="https%3A%2F%2Flink.springer.com%2Farticle%2F10.1007%2Fs10508-023-02759-4">Mauricio de Jesus Dias Martins & Nicolas Baumard. <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10508-023-02759-4" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Reproductive Strategies and Romantic Love in Early Modern Europe. Archives of Sexual Behavior</a>.</cite><br><cite data-author="Universidade%20do%20Porto" data-year="" data-title="Maur%C3%ADcio%20Martins%20premiado%20por%20estudo%20sobre%20amor%20rom%C3%A2ntico" data-url="https%3A%2F%2Fnoticias.up.pt%2Ffpceup%2Fmauricio-martins-premiado-por-estudo-sobre-amor-romantico%2F">Universidade do Porto. <a href="https://noticias.up.pt/fpceup/mauricio-martins-premiado-por-estudo-sobre-amor-romantico/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Maurício Martins premiado por estudo sobre amor romântico</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-ciencia-desafia-o-mito-de-que-basta-o-amor-e-uma-cabana-para-construir-uma-familia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Forte temporal de vento no Rio de Janeiro: as pessoas fugiram das praias e as pontes tiveram de ser encerradas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/forte-temporal-de-vento-no-rio-de-janeiro-as-pessoas-fugiram-das-praias-e-as-pontes-tiveram-de-ser-encerradas.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 15:37:11 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>São impressionantes as imagens captadas no Rio de Janeiro perante os efeitos de uma forte tempestade, provocada por uma frente fria e um ciclone extratropical que se deslocou pelo sul e sudeste do Brasil na quarta-feira, 29 de julho.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xate7ea"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xate7ea.jpg" id="xate7ea"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>Rajadas intensas de vento provocaram o caos no Rio de Janeiro</strong> e em várias outras cidades do sudeste e do sul do Brasil nesta quarta-feira, 29 de julho. O fenómeno deveu-se à passagem de um ciclone extratropical pelo oceano e à aproximação de uma frente fria ao Brasil, provocando<strong> ventos com velocidades superiores a 100 km/h</strong>.</p><p>Os ventos fortes arrastaram areia das praias do Rio, reduziram a visibilidade, derrubaram pessoas e motociclistas, além de terem provocado um êxodo em massa de turistas que se encontravam nas praias da cidade no momento em que o temporal ocorreu.</p><p><strong>Uma gravação feita na praia de Ipanema</strong> mostrava, ao longe, sinais da tempestade de vento que se aproximava. O vídeo também mostra o momento em que os ventos fortes chegaram à orla e como as pessoas correram em busca de abrigo. <strong>Embora a tempestade fosse iminente</strong>, as pessoas só começaram a correr após a chegada dos ventos.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">*Arpoador, Ipanema* <br><br>Vídeo sobre a ventania no exato momento que chega. E foi previsto antes mesmo de acontecer! Siga para se manter informado sobre informações e curiosidades do mar e da praia. <a href="https://t.co/22Bwp3dsor">pic.twitter.com/22Bwp3dsor</a></p>— 𝗘𝗿𝗿𝗲𝗷𝗼𝘁𝗮 𝗖𝗮𝗿𝗶𝗼𝗰𝗮 (@ErrejotaNews) <a href="https://x.com/ErrejotaNews/status/2082812792604602781?ref_src=twsrc%5Etfw">July 30, 2026</a></blockquote></figure><p>O aeroporto internacional do Rio de Janeiro (Galeão) registou uma <strong>rajada máxima de 105 km/h e uma tempestade de areia por volta das 16h00 (hora local)</strong>. De acordo com os dados meteorológicos do aeroporto, o vento intensificou-se alguns minutos depois das 15h00 naquele local.</p><p>Imagens captadas na ponte que liga a cidade do Rio de Janeiro a Niterói mostram como o vento forte impediu a passagem dos veículos. <strong>A rajada de vento chegou mesmo a derrubar alguns motociclistas</strong>, colocando em risco a vida de quem quisesse atravessar a ponte.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr"> A Ponte Rio-Niterói precisou ter o trânsito interrompido devido a uma forte tempestade de areia e ventos intensos que atingem a região. <a href="https://t.co/Woa7leF3eT">pic.twitter.com/Woa7leF3eT</a></p>— Metrópoles (@Metropoles) <a href="https://x.com/Metropoles/status/2082568997204025414?ref_src=twsrc%5Etfw">July 29, 2026</a></blockquote></figure><p>O <strong>trânsito foi interrompido</strong> na ponte até que as condições meteorológicas permitissem a travessia em segurança.</p><p>O <strong>monumento do Cristo Redentor</strong>, visitado diariamente por milhares de turistas, também sofreu os efeitos do vento que assolou o Rio. <strong>O vento forte apanhou de surpresa os turistas</strong> que ficaram expostos à força do vento, a mais de 700 m acima do nível do mar.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Expectativa: conhecer o Cristo Redentor do Rio de Janeiro <br><br>Realidade: Conhecer Jesus de Cristo de verdade <a href="https://t.co/4q3izV4m0l">pic.twitter.com/4q3izV4m0l</a></p>— Paula Sampaio Moreti (@GiuliMedrado) <a href="https://x.com/GiuliMedrado/status/2082603155024421098?ref_src=twsrc%5Etfw">July 29, 2026</a></blockquote></figure><h2>Foram registados ventos fortes noutros estados do Brasil</h2><p>Informações divulgadas pela Meteored Brasil deram conta do vento forte que afetou o litoral e o interior do estado de São Paulo, onde foram registadas<strong> rajadas que atingiram os 125 km/h</strong>.</p><p>Dados divulgados pelo portal de notícias brasileiro G1 referem rajadas de <strong>até 145 km/h na região montanhosa do litoral do Paraná</strong>, perto de Curitiba.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776012" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/bacterias-de-laguna-no-rio-de-janeiro-ajudam-cientistas-a-descobrir-se-ha-vida-em-marte-entenda.html" title="Bactérias de uma laguna no Rio de Janeiro ajudam os cientistas a descobrir se há vida em Marte; saiba como">Bactérias de uma laguna no Rio de Janeiro ajudam os cientistas a descobrir se há vida em Marte; saiba como</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/bacterias-de-laguna-no-rio-de-janeiro-ajudam-cientistas-a-descobrir-se-ha-vida-em-marte-entenda.html" title="Bactérias de uma laguna no Rio de Janeiro ajudam os cientistas a descobrir se há vida em Marte; saiba como"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/bacterias-de-laguna-no-rio-de-janeiro-ajudam-cientistas-a-descobrir-se-ha-vida-em-marte-entenda-1782509790636_320.jpg" alt="Bactérias de uma laguna no Rio de Janeiro ajudam os cientistas a descobrir se há vida em Marte; saiba como"></a></article></aside><p>Infelizmente, os temporais no sul e sudeste do Brasil <strong>causaram a morte de várias pessoas </strong>nesta quarta-feira, 29 de julho. Prevê-se que as tempestades continuem a afetar vários estados do país nos próximos dias.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Meteored%20Brasil" data-year="" data-title="Ventos%20de%20120%20km%2Fh%20causam%20mortes%20e%20paralisam%20balsas%20em%20SP%3B%20veja%20imagens" data-url="https%3A%2F%2Fwww.tempo.com%2Fnoticias%2Factualidade%2Fventos-de-120-km-h-causam-mortes-e-paralisam-balsas-em-sp-veja-imagens.html">Meteored Brasil. <a href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/ventos-de-120-km-h-causam-mortes-e-paralisam-balsas-em-sp-veja-imagens.html" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Ventos de 120 km/h causam mortes e paralisam balsas em SP; veja imagens</a>.</cite><br><cite data-author="G1" data-year="" data-title="Paran%C3%A1%20registra%20ventos%20de%20145%20km%2Fh%20e%20deve%20continuar%20tendo%20vendavais%3B%20veja%20a%20previs%C3%A3o%20do%20tempo" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fpr%2Fcampos-gerais-sul%2Fnoticia%2F2026%2F07%2F30%2Fventos-fortes-vendavais-previsao-do-tempo-parana.ghtml">G1. <a href="https://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/2026/07/30/ventos-fortes-vendavais-previsao-do-tempo-parana.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Paraná registra ventos de 145 km/h e deve continuar tendo vendavais; veja a previsão do tempo</a>.</cite><br><cite data-author="OGYMET" data-year="" data-title="METAR%2FSPECI%20de%20SBGL%2C%20Galeao%20(Brazil)%20-%2029%20de%20julio%20del%202026" data-url="https%3A%2F%2Fwww.ogimet.com%2Fdisplay_metars2.php%3Flugar%3DSBGL%26tipo%3DALL%26ord%3DREV%26nil%3DSI%26fmt%3Dhtml%26ano%3D2026%26mes%3D07%26day%3D29%26hora%3D00%26anof%3D2026%26mesf%3D07%26dayf%3D29%26horaf%3D23%26minf%3D59%26enviar%3DVer">OGYMET. <a href="https://www.ogimet.com/display_metars2.php?lugar=SBGL&tipo=ALL&ord=REV&nil=SI&fmt=html&ano=2026&mes=07&day=29&hora=00&anof=2026&mesf=07&dayf=29&horaf=23&minf=59&enviar=Ver" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">METAR/SPECI de SBGL, Galeao (Brazil) - 29 de julio del 2026</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/forte-temporal-de-vento-no-rio-de-janeiro-as-pessoas-fugiram-das-praias-e-as-pontes-tiveram-de-ser-encerradas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Açores com chuva fraca e tempo variável até sábado; Madeira sob aviso amarelo devido ao calor persistente]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 15:21:12 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nos próximos dias os Açores enfrentarão tempo variável, com períodos de chuva fraca, abertas e vento geralmente fraco a moderado. Na Madeira dominará a estabilidade, embora com aviso amarelo devido à previsão de persistência de valores elevados da temperatura máxima.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatgltm"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatgltm.jpg" id="xatgltm"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O estado do tempo nos Arquipélagos será bastante distinto entre hoje e domingo, 2 de agosto. Enquanto o dos <strong>Açores enfrentarão os vestígios de uma depressão atlântica</strong>, registando uma maior variabilidade de estados do tempo, o da <strong>Madeira estará à mercê de temperaturas acima da média para a época do ano</strong>, com algumas áreas desta geografia insular já sob aviso amarelo de tempo quente tendo em vista a previsão que aponta para o calor persistente, sobretudo entre sexta-feira (31) e domingo (2).</p><h2>Açores: chuva fraca e irregular alternará com períodos de estabilidade até sábado; o que virá depois?</h2><p>Entre hoje - quinta-feira, 30 - e sábado, 1 de agosto, prevê-se um estado do tempo bastante variável nos Grupos Ocidental, Central e Oriental dos Açores: <strong>os mapas de referência da Meteored indicam períodos de céu muito nublado, alternados com boas abertas, bem como a ocorrência de chuva ou aguaceiros fracos</strong>, tendencialmente mais prováveis e frequentes durante a madrugada e manhã ou ao final do dia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente-1785424236337.png" data-image="67w610apn72k"><figcaption>Depressão pouco cavada e centrada a norte do arquipélago dos Açores irá gerando linhas de instabilidade que se traduzirão em períodos de chuva fraca ou aguaceiros, intercalados com boas abertas e períodos de céu nublado nas 9 ilhas açorianas ao longo dos próximos 3 a 4 dias.</figcaption></figure><p>De acordo com o modelo de confiança da Meteored - ECMWF -, a precipitação prevista para as próximas horas e dias será provocada pela <strong>passagem intermitente de superfícies frontais e linhas de instabilidade de fraca atividade</strong>. </p><p>Estes sistemas irão perdendo intensidade e dissipando gradualmente a sua influência no arquipélago açoriano à medida que a depressão atlântica, atualmente centrada a noroeste dos Açores, se for deslocando para nordeste rumo às Ilhas Britânicas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente-1785424123032.png" data-image="yax8zm6zhfzg"><figcaption>Prevê-se entre 5 e 15 mm de chuva acumulada nos Açores nestes próximos dias.</figcaption></figure><p>Ao longo destes três dias o vento alternará entre oeste, noroeste e sudoeste, soprando predominantemente do quadrante oeste. A intensidade será geralmente fraca a moderada, embora sejam também expectáveis rajadas pontualmente fortes, <strong>até 40 km/h</strong>, sobretudo em zonas mais expostas das ilhas das Flores, Terceira e São Miguel.</p><table><thead><tr><th>Cidade/Localidade</th><th>Sexta-feira, 31 de julho</th><th>Sábado, 1 de agosto</th><th>Domingo, 2 de agosto</th></tr></thead><tbody><tr><td>Ponta Delgada (São Miguel) - Grupo Oriental</td><td>26 ºC</td><td>25 ºC</td><td>26 ºC</td></tr><tr><td>Horta (Faial) - Grupo Central</td><td>25 ºC</td><td>26 ºC</td><td>26 ºC</td></tr><tr><td>Angra do Heroísmo (Terceira) - Grupo Central</td><td>23 ºC</td><td>23 ºC</td><td>24 ºC</td></tr><tr><td>Lajes das Flores (Flores) - Grupo Ocidental</td><td>27 ºC</td><td>27 ºC</td><td>25 ºC</td></tr><tr class="pie-tabla"><td colspan="4">Nota: Temperaturas máximas previstas entre sexta-feira, 31 de julho e domingo, 2 de agosto em 4 localidades do arquipélago dos Açores. Fonte: Mapas da Meteored.</td></tr></tbody></table><p>No<strong> domingo (2) </strong>prevê-se uma mudança do padrão atmosférico. A deslocação da depressão para nordeste permitirá uma <strong>maior influência da região anticiclónica a sul do arquipélago, estimulando condições de maior estabilidade</strong>. Deste modo, são expectáveis períodos de céu muito nublado, mas também boas abertas e, à partida, sem precipitação.</p><p>Quanto às temperaturas máximas, tal como se verifica na <strong>tabela acima</strong>, prevê-se alguma variabilidade diária, mas pouco expressiva, estando os valores mais elevados previstos para a ilha das Flores e os mais baixos para a ilha Terceira. </p><h2>Madeira com tempo mais estável e sob aviso amarelo devido ao calor</h2><p>Ao contrário dos Açores, prevê-se que a Madeira registe um estado do tempo mais estável nos próximos dias. <strong>Algumas zonas do arquipélago encontram-se sob aviso amarelo devido à previsão de persistência de temperaturas elevadas, acima dos valores médios de referência</strong>.</p><p>Na quinta-feira (30) e no domingo (2) esperam-se períodos de céu muito nublado, enquanto na sexta-feira (31) e no sábado (1 de agosto), a previsão aponta para céu geralmente pouco nublado na geografia insular madeirense.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781241" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html" title="Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C">Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html" title="Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785414461849_320.jpg" alt="Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C"></a></article></aside><p><strong>O vento soprará predominantemente de este-nordeste até domingo (2)</strong>. Esta circulação favorecerá o transporte de uma massa de ar tropical marítimo, quente e húmido, para a Madeira. Ao mesmo tempo os ventos de nordeste também poderão transportar ar quente e seco procedente do Norte de África.</p><p>Este panorama nascerá da interação entre a depressão que afetará indiretamente os Açores e a região anticiclónica localizada a oeste da Madeira. O gradiente de pressão criado entre estes dois sistemas será favorável ao estabelecimento desta circulação, <strong>gerando condições que desencadearão a subida das temperaturas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente-1785424043142.png" data-image="an5f8by9i3ex"><figcaption>Algumas zonas do arquipélago da Madeira poderão atingir os 28 ºC de temperatura máxima nestes próximos dias.</figcaption></figure><p>Por causa disto o IPMA já emitiu <strong>aviso amarelo de tempo quente para os dias 31 de julho, 1 de agosto e 2 de agosto nas Regiões Montanhosas e Costa Sul da Ilha da Madeira</strong>, devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima. </p><p><strong>As temperaturas máximas previstas situam-se entre 26 e 28 ºC no Funchal e entre 25 e 27 ºC no Curral das Freiras</strong>. Em São Vicente os nossos mapas apostam em valores semelhantes, pelo que não se descarta a possibilidade de o aviso amarelo ainda vir a ser alargado à Costa Norte da ilha da Madeira.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 13:17:53 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Os próximos 10 dias deverão ser marcados por sucessivas mudanças no estado do tempo, com calor intenso, uma descida temporária das temperaturas e possibilidade de 2 eventos de chuva durante a primeira semana de agosto.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785414461849.jpg" data-image="6z8taejjbkfr" alt="Chuva em Agosto" title="Chuva em Agosto"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-397571">Após calor intenso no primeiro sábado do mês de agosto, o estado do tempo poderá mudar de forma significativa. Os modelos indicam a aproximação de depressões atlânticas capazes de devolver a chuva a Portugal continental.</figcaption></figure><p><strong>Num horizonte temporal de 10 dias,</strong> haverá uma sucessão de mudanças na circulação atmosférica sobre Portugal continental. Entre dias de calor intenso, uma descida temporária das temperaturas e o possível regresso da chuva, os modelos apontam para dias dinâmicos.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Ainda assim, importa recordar que esta é uma previsão de médio prazo, pelo que o foco está nas tendências e não nos valores exatos das variáveis atmosféricas.</p><h2>Uma atmosfera em reorganização no início de agosto</h2><p>O diagrama dos regimes atmosféricos Euro-Atlânticos do ECMWF mostra que, até ao dia 8 de agosto, <strong>não existe um padrão dominante</strong>. Em vez disso, verifica-se uma alternância entre períodos sem regime definido e fases em que predominam a <strong>Oscilação do Atlântico Norte positiva (NAO+)</strong> e, posteriormente, o <strong>Atlantic Ridge (ATR)</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785413200283.jpg" data-image="6tj8a9wyseqe" alt="Regimes atmosféricos Euro-Atlânticos" title="Regimes atmosféricos Euro-Atlânticos"><figcaption>O diagrama dos regimes atmosféricos mostra uma primeira semana de agosto sem um padrão dominante, com alternância entre períodos de reorganização atmosférica, NAO+ e Atlantic Ridge.</figcaption></figure><p>Esta ausência de bloqueios atmosféricos duradouros favorece uma <strong>maior variabilidade do estado do tempo</strong>. Em Portugal, traduz-se numa alternância entre períodos de calor, entradas temporárias de ar mais fresco e a possibilidade de passagem de depressões atlânticas.</p><h2>Quinta e sexta-feira: litoral mais fresco, interior com calor de verão</h2><p>Nos dias <strong>30 e 31 de julho</strong>, o padrão mantém-se semelhante ao dos últimos dias. O interior continuará com temperaturas típicas de verão, enquanto o litoral permanecerá mais fresco devido à influência do Atlântico.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785413248729.png" data-image="g63rmkbnr5ju" alt="Anomalia da Temperatura" title="Anomalia da Temperatura"> <figcaption>O contraste entre litoral e interior mantém-se evidente. Temperaturas ligeiramente abaixo da média junto à costa e valores um pouco acima da normal climatológica nas regiões do interior.</figcaption></figure><p>Os mapas de anomalia térmica evidenciam bem este contraste. O litoral apresenta temperaturas ligeiramente abaixo da média climatológica, enquanto o interior regista valores um pouco acima da média. Ainda assim, desvios de cerca de <strong>2 a 3 °C</strong>, tanto positivos como negativos, continuam dentro da variabilidade normal para esta época do ano.</p><h2>Sábado será o dia mais quente antes de uma descida das temperaturas</h2><p>O <strong>sábado, dia 1 de agosto</strong>, deverá ser o dia mais quente deste período inicial. A subida das temperaturas será generalizada, incluindo o litoral, coincidindo com a breve predominância do regime <strong>NAO+</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785413276258.png" data-image="ej412om5yqtn" alt="Temperatura" title="Temperatura"><figcaption>O primeiro dia de agosto será marcado por uma subida generalizada das temperaturas, com máximas próximas dos 40 °C no interior do Algarve e no Baixo Alentejo.</figcaption></figure><p>Grande parte do país ultrapassará os <strong>30 °C</strong>, sendo o <strong>interior do Algarve</strong> e o <strong>distrito de Beja</strong> as regiões mais quentes. Em concelhos como <strong>Alcoutim</strong> e <strong>Castro Marim</strong>, não se excluem máximas próximas dos <strong>40 °C</strong>.</p><p>Apesar deste pico de calor, a situação será passageira. A partir de domingo inicia-se uma mudança gradual do estado do tempo.</p><h2>Depressão atlântica traz chuva fraca e faz descer as temperaturas</h2><p>Durante <strong>domingo, dia 2</strong>, uma depressão atlântica começa a deslocar-se a norte da Península Ibérica em direção a França. Embora o seu núcleo não atravesse Portugal continental, a sua proximidade será suficiente para alterar o padrão meteorológico.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785413364041.jpg" data-image="ecw5lg0eu9y9" alt="Chuva" title="Chuva"> <figcaption>Uma depressão atlântica aproxima-se da Península Ibérica a partir de 2 de agosto. Embora o núcleo da depressão permaneça a norte de Portugal, a sua aproximação será suficiente para alterar o estado do tempo nos dias seguintes.</figcaption></figure><p>Entre <strong>segunda e quarta-feira (3 a 5 de agosto)</strong> poderão ocorrer períodos de chuva fraca, sobretudo nas regiões do litoral Norte e Centro, mas também com possibilidade de aguaceiros dispersos noutras regiões do Norte. Ao mesmo tempo, verifica-se uma descida das temperaturas, especialmente no litoral Norte e Centro e até ao distrito de Lisboa.</p><h2>No final da semana, uma nova depressão mais intensa poderá chegar a Portugal</h2><p>Depois da passagem desta primeira depressão, surge nos modelos a possibilidade da aproximação de <strong>uma nova depressão atlântica</strong> durante os dias <strong>6 e 7 de agosto</strong>. Caso esta tendência se confirme, poderá provocar um episódio de chuva mais persistente e abrangente do que o previsto no início da semana, sobretudo nas regiões Norte e Centro.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785413553921.jpg" data-image="7zpfjsm0tbgm" alt="Chuva" title="Chuva"> <figcaption>Caso a tendência se confirme, a nova depressão poderá trazer chuva mais persistente e abrangente, sobretudo ao Norte e Centro, constituindo umepisódio mais significativo. </figcaption></figure><p>Esta evolução coincide com uma fase em que o regime <strong>Atlantic Ridge (ATR)</strong> volta a ganhar maior probabilidade.</p><div class="texto-destacado">Apesar de este regime estar frequentemente associado a tempo estável em Portugal durante o verão, quando o anticiclone se posiciona mais a norte <strong>pode igualmente favorecer a descida de depressões atlânticas em direção à Península Ibérica.</strong></div><p>Por se tratar de uma <strong>previsão de médio prazo</strong>, importa salientar que estas projeções representam <strong>tendências atmosféricas</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781235" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-modelo-europeu-atualizou-a-chuva-deve-regressar-apenas-na-terca-feira-dia-4-saiba-as-zonas-expostas.html" title="O modelo europeu atualizou: a chuva deve regressar apenas na terça-feira, dia 4; saiba as zonas expostas">O modelo europeu atualizou: a chuva deve regressar apenas na terça-feira, dia 4; saiba as zonas expostas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-modelo-europeu-atualizou-a-chuva-deve-regressar-apenas-na-terca-feira-dia-4-saiba-as-zonas-expostas.html" title="O modelo europeu atualizou: a chuva deve regressar apenas na terça-feira, dia 4; saiba as zonas expostas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-modelo-europeu-atualizou-a-chuva-deve-regressar-apenas-na-terca-feira-dia-4-saiba-as-zonas-expostas-1785407968921_320.png" alt="O modelo europeu atualizou: a chuva deve regressar apenas na terça-feira, dia 4; saiba as zonas expostas"></a></article></aside><p>A trajetória das depressões, a distribuição e intensidade da precipitação, bem como os valores exatos das temperaturas, poderão ainda sofrer alterações nas próximas atualizações dos modelos numéricos. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O modelo europeu atualizou: a chuva deve regressar apenas na terça-feira, dia 4; saiba as zonas expostas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-modelo-europeu-atualizou-a-chuva-deve-regressar-apenas-na-terca-feira-dia-4-saiba-as-zonas-expostas.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 11:22:47 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A próxima semana poderá trazer de volta a chuva fraca e irregular a alguns locais do litoral Norte e Centro. Confira aqui a previsão!</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xateozq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xateozq.jpg" id="xateozq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Os próximos dias contarão com uma <strong>maior estabilidade atmosférica</strong>, apesar da ocorrência de alguma nebulosidade, principalmente no Norte do país, ou ao longo da faixa litoral Norte e Centro, durante as manhãs.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Apesar disto, <strong>não há previsão de chuva, pelo menos, até ao arranque da próxima semana</strong>, onde se vislumbra o regresso da mesma, ainda que de forma fraca e dispersa.</p><h2>Chuva pode regressar na próxima terça-feira</h2><p>O próximo dia 4 de agosto poderá trazer consigo o regresso da precipitação à nossa geografia continental. Resultado de uma depressão que se irá deslocar em direção às Ilhas Britânicas, a <strong>chuva que poderá chegar até nós deverá ser fraca e irregular</strong>, tal como podemos observar no mapa abaixo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-modelo-europeu-atualizou-a-chuva-deve-regressar-apenas-na-terca-feira-dia-4-saiba-as-zonas-expostas-1785407968921.png" data-image="67voysr8y64w" alt="chuva prevista" title="chuva prevista"><figcaption>Na próxima terça-feira, dia 4 de agosto, a chuva fraca e irregular poderá regressar o litoral Norte e Centro. Os valores de precipitação acumulada não deverão ultrapassar os 2 mm.</figcaption></figure><p>As <strong>zonas mais expostas deverão ser as que se concentram no litoral Norte e Centro, entre Viana do Castelo e Coimbra</strong>, essencialmente. O período em que a mesma deverá ocorrer será entre as 7h da manhã e as 16h da tarde, sendo que a partir das primeiras horas da tarde a área afetada possa ser mais restrita. Após esse horário, é esperada uma dissipação total desta instabilidade, dando lugar a um dia seco e com alguma nebulosidade.</p><h2>Velocidade do vento pode aumentar a partir de domingo</h2><p>As<strong> rajadas de vento poderão aumentar ligeiramente a partir de domingo</strong>, onde o litoral Centro e Sul poderá registar valores entre 45 a 50 km/h. Nas cotas mais elevadas do Norte e Centro, os valores serão idênticos. Estima-se que este aumento da velocidade do vento seja sentido com maior evidência durante as tardes dos dias seguintes.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781218" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/40-c-em-portugal-no-sabado-dia-1-de-agosto-as-temperaturas-previstas-de-acordo-com-o-modelo-europeu-e-americano.html" title="40 ºC em Portugal no sábado, dia 1 de agosto: as temperaturas previstas de acordo com o modelo europeu e americano">40 ºC em Portugal no sábado, dia 1 de agosto: as temperaturas previstas de acordo com o modelo europeu e americano</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/40-c-em-portugal-no-sabado-dia-1-de-agosto-as-temperaturas-previstas-de-acordo-com-o-modelo-europeu-e-americano.html" title="40 ºC em Portugal no sábado, dia 1 de agosto: as temperaturas previstas de acordo com o modelo europeu e americano"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/40-c-em-portugal-no-sabado-dia-1-de-agosto-as-temperaturas-previstas-de-acordo-com-o-modelo-europeu-e-americano-1785404409458_320.png" alt="40 ºC em Portugal no sábado, dia 1 de agosto: as temperaturas previstas de acordo com o modelo europeu e americano"></a></article></aside><p>Na<strong> segunda-feira o cenário será idêntico, onde se esperam rajadas até 50 km/h em vários pontos de Norte a Sul do país</strong>, especialmente ao final da tarde, antecipando a chegada da chuva. Já na terça-feira, os nossos mapas mostram uma ligeira diminuição desta velocidade, sendo esperadas r<strong>ajadas até 48 km/h nas cotas mais elevadas do Norte</strong>. A Sul, as mesmas não devem passar dos 40 km/h. No entanto, e tendo em conta a variabilidade destes fatores, aconselhamos que se mantenha atento às próximas atualizações, em <a href="https://www.tempo.pt/" target="_blank" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">tempo.pt</a>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-modelo-europeu-atualizou-a-chuva-deve-regressar-apenas-na-terca-feira-dia-4-saiba-as-zonas-expostas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[40 ºC em Portugal no sábado, dia 1 de agosto: as temperaturas previstas de acordo com o modelo europeu e americano]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/40-c-em-portugal-no-sabado-dia-1-de-agosto-as-temperaturas-previstas-de-acordo-com-o-modelo-europeu-e-americano.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 10:29:07 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Os modelos europeu e americano concordam que as temperaturas poderão chegar ou ultrapassar os 40 ºC em alguns pontos do Sul do país. Saiba onde!</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatedji"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatedji.jpg" id="xatedji"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Tanto o modelo europeu, ECMWF, como o americano, GFS, <strong>apostam numa subida das temperaturas para o próximo sábado</strong>, dia 1 de agosto, onde os termómetros poderão voltar a registar valores na ordem dos 40 ºC, mas não em todo o lado.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Como é habitual em Portugal Continental, <strong>o litoral e o interior contarão com um contraste entre si</strong>, pois o primeiro, devido à influência marítima, deverá manter valores mais contidos, enquanto o segundo, com uma influência predominantemente continental, registará valores mais elevados.</p><h2>Modelos europeu e americano em concordância</h2><p>Abaixo, vemos a previsão atual do modelo europeu, o nosso modelo de confiança, onde se prevê uma <strong>temperatura máxima de até 40 ºC no Vale do Guadiana</strong> no próximo sábado. Já a previsão do modelo americano, <strong>GFS, aposta em valores um pouco mais elevados </strong>a nível continental, com Mértola a poder registar até 42 ºC e vários outros locais do Baixo Alentejo a poderem contar com 40 ºC, devendo esta região, de acordo com ambos os modelos, ser a mais quente do país.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/40-c-em-portugal-no-sabado-dia-1-de-agosto-as-temperaturas-previstas-de-acordo-com-o-modelo-europeu-e-americano-1785404409458.png" data-image="0msov7c30t6t" alt="temperatura do ar à superfície" title="temperatura do ar à superfície"><figcaption>No sábado, dia 1 de agosto, os termómetros podem voltar a registar até 40 ºC no Sul do país.</figcaption></figure><p>Ao<strong> longo de toda a faixa interior deverão registar-se temperaturas máximas entre os 30 ºC na Guarda e os 37 ºC em Beja</strong> (capitais de distrito), sendo que a nível local, regiões como o Vale do Douro ou Beira Baixa podem alcançar temperaturas mais elevadas, na ordem dos 37 ºC.</p><table><thead><tr><th>Locais mais <br>quentes no sábado</th><th>ECMWF</th><th>GFS</th></tr></thead><tbody><tr><td>Pocinho (Vale do Douro)</td><td>36 ºC</td><td>38 ºC</td></tr><tr><td>Ladoeiro (Beira Baixa)</td><td>37 ºC</td><td>40 ºC</td></tr><tr><td>Mora (Alentejo Central)</td><td>36 ºC</td><td>39 ºC</td></tr><tr><td>Mértola (Baixo Alentejo)</td><td>40 ºC</td><td>42 ºC</td></tr><tr class="pie-tabla"><td colspan="3">Possivelmente outros locais em zonas próximas a estes aqui descritos poderão registar temperaturas máximas idênticas.</td></tr></tbody></table><p>Tendo em conta <strong>ambos os cenários, esperam-se temperaturas elevadas</strong>, em que, segundo a normal climatológica, uma boa parte do país registará valores acima do normal, em que a região Sul se poderá destacar com até 7 ºC acima da média.</p><h2>Tendência nos dias seguintes</h2><p>Apesar desta subida das temperaturas, espera-se que a mesma seja "sol de pouca dura", uma vez que no domingo, dia 2, já se espera uma <strong>descida dos valores, que poderá ser gradual até à próxima semana</strong>, voltando a inverter as anomalias, resultando em valores abaixo da média na maior parte do território, à exceção do Nordeste Transmontano.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781137" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/calor-intensifica-entre-sexta-e-sabado-eis-as-7-capitais-do-interior-onde-se-preveem-maximas-superiores-a-35-c.html" title="Calor intensifica entre sexta e s��bado: eis as 7 capitais do interior onde se preveem máximas superiores a 35 ºC">Calor intensifica entre sexta e s��bado: eis as 7 capitais do interior onde se preveem máximas superiores a 35 ºC</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/calor-intensifica-entre-sexta-e-sabado-eis-as-7-capitais-do-interior-onde-se-preveem-maximas-superiores-a-35-c.html" title="Calor intensifica entre sexta e s��bado: eis as 7 capitais do interior onde se preveem máximas superiores a 35 ºC"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/calor-intensifica-entre-sexta-e-sabado-eis-as-7-capitais-do-interior-onde-se-preveem-maximas-superiores-a-35-c-1785343300807_320.png" alt="Calor intensifica entre sexta e s��bado: eis as 7 capitais do interior onde se preveem máximas superiores a 35 ºC"></a></article></aside><p>Desta forma, esperam-se valores máximos de até 33 ºC em Beja e Évora já para o dia seguinte, domingo, enquanto que na segunda estes poderão ser de até 32 ºC e na terça-feira até 31 ºC.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/40-c-em-portugal-no-sabado-dia-1-de-agosto-as-temperaturas-previstas-de-acordo-com-o-modelo-europeu-e-americano.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item></channel></rss>