<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Tempo.pt - Meteored</title><link>https://www.tempo.pt</link><description>Notícias de meteorologia - Fique por dentro das últimas Notícias do tempo para Portugal e para o mundo. Nossos especialistas em meteorologia informam sobre atualidade, previsão do tempo e ciência.</description><language>pt-pt</language><lastBuildDate>Fri, 05 Jun 2026 14:00:21 +0000</lastBuildDate><pubDate>Fri, 05 Jun 2026 14:00:21 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.pt/imagenes/logo_rss.png</url><title>Tempo.pt - Meteored</title><link>https://www.tempo.pt</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Plano nacional conta com três milhões de euros para recuperar rios, mares e florestas portuguesas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/plano-nacional-conta-com-tres-milhoes-de-euros-para-recuperar-rios-mares-e-florestas-portuguesas.html</link><pubDate>Fri, 05 Jun 2026 13:37:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O programa estratégico do Ministério do Ambiente planta três milhões de árvores anualmente e cria uma rede de viveiros para travar a degradação dos solos e das zonas costeiras nacionais.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/plano-nacional-conta-com-tres-milhoes-de-euros-para-recuperar-rios-mares-e-florestas-portuguesas-1780661393435.jpg" data-image="8mydxouuicu8" alt="Viveiros de árvores" title="Viveiros de árvores"><figcaption>A rede de viveiros de espécies autóctones é uma medida central para atingir a meta de plantar três milhões de árvores anualmente. Foto: IFCN Madeira</figcaption></figure><p>A biodiversidade em Portugal vai receber um <strong>impulso financeiro sem precedentes</strong> para travar a degradação dos ecossistemas e responder aos desafios climáticos. Através do Plano Nacional de Restauro da Natureza, o país irá mobilizar uma média anual de <strong>500 milhões de euros</strong> até ao final da década. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A estratégia, segundo o Ministério do Ambiente, coloca o território nacional na linha da frente da política ambiental europeia, integrando o restrito grupo de cinco Estados-Membros que se encontram na fase final de aprovação das suas metas ecológicas. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Com <strong>407 medidas</strong> preparadas por especialistas ao longo de dois anos, o documento segue agora para consulta pública, criando um roteiro que abrange desde o interior florestal até ao ambiente marinho.</p><h2>O desafio urgente de salvar a terra e a costa</h2><p>A urgência das intervenções reflete-se nos números avançados pelos cientistas. Atualmente, existem <strong>260 quilómetros quadrados </strong>de <strong>ecossistemas terrestres</strong>, <strong>costeiros</strong> e de <strong>água doce</strong> que necessitam de <strong>intervenção imediata</strong>, o equivalente a uma pequena fração do território (0,3%) que guarda habitats cruciais. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Os grupos em estado mais crítico situam-se nas zonas húmidas, nos lagos, lagoas e albufeiras e ainda nas dunas costeiras, áreas fortemente pressionadas pela atividade humana e pela erosão.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Nas <strong>zonas florestais</strong>, o programa estabelece como meta a recuperação <strong>de 44 mil hectares</strong> através de intervenções profundas em matas nacionais. Inclui-se aqui um programa de apoio específico para o montado, considerada uma barreira ecológica vital contra o avanço da desertificação no sul do país.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plano-nacional-conta-com-tres-milhoes-de-euros-para-recuperar-rios-mares-e-florestas-portuguesas-1780661474313.jpg" data-image="spdsvs1t9sh4" alt="Mata da Albergaria, Gerês" title="Mata da Albergaria, Gerês"><figcaption>Matas públicas, como a do Gerês, são prioritárias para restauro devido ao controlo de invasoras e à resiliência contra incêndios. Foto: Sara Jaques, trabalho da própria, CC BY-SA 4.0, Wikimédia Commons</figcaption></figure><p>O maior desconhecimento, todavia, reside no <strong>oceano</strong>, onde quase 31 mil quilómetros quadrados de ecossistemas marinhos estão em estado avaliado como incerto, exigindo um esforço concertado que combine as ações de <strong>recuperação</strong> com uma <strong>cartografia</strong> <strong>detalhada</strong> do fundo do mar.</p><h2>Cidades resilientes contra a subida das temperaturas</h2><p>O planeamento das <strong>cidades portuguesas</strong> também vai sofrer alterações estruturais para mitigar o <strong>efeito das ondas de calor</strong>, cada vez mais frequentes. O objetivo fixado impede qualquer perda líquida de espaços verdes até ao fim da década, iniciando-se a partir desse momento uma expansão contínua da cobertura vegetal urbana. </p><p>Numa fase inicial, e como já tinha sido anunciado, os municípios de Beja, Évora, Leiria, São João da Madeira e Vila Real vão avançar com <strong>projetos-piloto</strong> focados no bem-estar dos cidadãos. Estas localidades vão testar a eficácia de <strong>corredores ecológicos</strong>, coberturas e fachadas verdes em edifícios, além da arborização massiva de praças públicas. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="770001" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/evora-e-beja-recebem-jardins-urbanos-para-aliviar-calor-extremo-no-verao.html" title="Évora e Beja recebem jardins urbanos para aliviar calor extremo no verão">Évora e Beja recebem jardins urbanos para aliviar calor extremo no verão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/evora-e-beja-recebem-jardins-urbanos-para-aliviar-calor-extremo-no-verao.html" title="Évora e Beja recebem jardins urbanos para aliviar calor extremo no verão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/evora-e-beja-recebem-jardins-urbanos-para-aliviar-calor-extremo-no-verao-1779368371739_320.jpg" alt="Évora e Beja recebem jardins urbanos para aliviar calor extremo no verão"></a></article></aside><p>O plano prevê o estabelecimento de <strong>redes de abrigos climáticos</strong> projetados para proteger os residentes vulneráveis nos dias de maior calor. Esta adaptação das infraestruturas humanas é complementada com o programa de <strong>recuperação de linhas de água</strong>, planeando libertar 1500 quilómetros de rios através da remoção de barreiras artificiais que impedem o fluxo natural das espécies.</p><h2>Financiamento europeu e o regresso dos polinizadores</h2><p>A execução destas 400 de diretrizes específicas pretende garantir a sobrevivência de insetos polinizadores e a sustentabilidade dos solos agrícolas. A tutela sublinha que este investimento não representa apenas um conjunto de obrigações comunitárias rígidas, constituindo uma <strong>oportunidade económica</strong> para reorganizar a gestão do território.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/plano-nacional-conta-com-tres-milhoes-de-euros-para-recuperar-rios-mares-e-florestas-portuguesas-1780661603072.jpg" data-image="zpc68fadbskd" alt="Ilha Terceira, Açores" title="Ilha Terceira, Açores"><figcaption>Para suprir a falta de dados, o PNRN prevê investigação e mapeamento do mar até 2030. Foto: Diego Delso, CC BY-SA 4.0, Wikimédia Commons</figcaption></figure><p>O plano apoia-se em <strong>quatro pilares</strong> que unem o financiamento público aos proprietários locais através de uma gestão adaptativa. A validação final deste documento ganha especial relevância estratégica tendo em conta que a legislação europeia para a sustentabilidade será um dos critérios centrais na distribuição das <strong>verbas</strong> do próximo <strong>quadro financeiro plurianual da União Europeia</strong>. </p><p>O investimento contínuo pretende demonstrar que o restauro ecológico ativo gera um <strong>retorno duradouro</strong>, minimizando os prejuízos causados pelas alterações climáticas na economia.</p><h3><em>Referência do artigo</em></h3><p><em><a href="https://portugal.gov.pt/gc25/comunicacao/noticias/plano-nacional-de-restauro-da-natureza-define-metas-para-recuperacao-de-ecossistemas-ate-2050" target="_blank">Plano Nacional de Restauro da Natureza define metas para recuperação de ecossistemas até 2050</a>. Portugal.gov.pt</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/plano-nacional-conta-com-tres-milhoes-de-euros-para-recuperar-rios-mares-e-florestas-portuguesas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Depressão no Atlântico deverá manter os Açores sob céu muito nublado e com períodos de chuva fraca na próxima semana]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/depressao-no-atlantico-devera-manter-os-acores-sob-ceu-muito-nublado-e-com-periodos-de-chuva-fraca-na-proxima-semana.html</link><pubDate>Fri, 05 Jun 2026 11:45:04 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A influência de uma depressão no Atlântico deverá favorecer céu muito nublado, períodos ocasionais de chuva fraca e vento moderado em grande parte do arquipélago dos Açores nos próximos dias. Saiba mais aqui.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xadef3a"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xadef3a.jpg" id="xadef3a"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Depois de vários dias marcados por condições relativamente estáveis, os Açores deverão voltar a registar <strong>um aumento da nebulosidade durante os próximos dias</strong>. As previsões apontam para a influência de <strong>uma depressão localizada no Atlântico Norte</strong>, responsável por transportar ar mais húmido para o arquipélago.</p><h2>Nebulosidade deverá ser o elemento mais marcante da previsão</h2><p>Os mapas meteorológicos indicam que grande parte do arquipélago poderá permanecer sob <strong>céu muito nublado entre sexta-feira e meados da próxima semana</strong>.</p><p>Nas ilhas do Grupo Central, os valores de cobertura de nuvens deverão atingir frequentemente <strong>os 80 a 100%</strong>, enquanto no Grupo Oriental a nebulosidade poderá oscilar entre períodos mais fechados e algumas abertas temporárias.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/depressao-no-atlantico-devera-manter-os-acores-sob-ceu-muito-nublado-e-com-periodos-de-chuva-fraca-na-proxima-semana-1780656234049.png" data-image="x8yy9zmy98kr" alt="Nebulosidade prevista para sábado, 6 de junho, às 12h" title="Nebulosidade prevista para sábado, 6 de junho, às 12h"><figcaption>Os modelos meteorológicos apontam para níveis elevados de nebulosidade em grande parte do arquipélago durante o fim de semana.</figcaption></figure><p> Esta situação estará associada à circulação húmida da depressão posicionada a norte dos Açores, favorecendo a formação persistente de nuvens sobre a região. </p><h2>Chuva deverá surgir de forma dispersa e geralmente fraca</h2><p>Apesar da elevada cobertura de nuvens prevista, os modelos não sugerem, para já, <strong>a ocorrência de precipitação significativa</strong>.</p><p>Ainda assim, a passagem de áreas de instabilidade poderá provocar <strong>períodos ocasionais de chuva fraca ou aguaceiros dispersos</strong>, sobretudo nas ilhas dos grupos Central e Ocidental.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772416" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/a-temperatura-vai-subir-5-c-em-lisboa-este-sabado-alfredo-graca-adianta-o-que-ira-acontecer-a-seguir.html" title="A temperatura vai subir 5 ºC em Lisboa este sábado, Alfredo Graça adianta o que irá acontecer a seguir">A temperatura vai subir 5 ºC em Lisboa este sábado, Alfredo Graça adianta o que irá acontecer a seguir</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/a-temperatura-vai-subir-5-c-em-lisboa-este-sabado-alfredo-graca-adianta-o-que-ira-acontecer-a-seguir.html" title="A temperatura vai subir 5 ºC em Lisboa este sábado, Alfredo Graça adianta o que irá acontecer a seguir"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/a-temperatura-vai-subir-5-c-em-lisboa-este-sabado-alfredo-graca-antecipa-o-que-vai-acontecer-a-seguir-1780658298547_320.png" alt="A temperatura vai subir 5 ºC em Lisboa este sábado, Alfredo Graça adianta o que irá acontecer a seguir"></a></article></aside><p> Os acumulados previstos mantêm-se relativamente baixos, não sendo esperados <strong>episódios de precipitação intensa ou persistente</strong>. </p><h2>Vento moderado durante o fim de semana</h2><p>O vento deverá apresentar maior intensidade durante sexta-feira e sábado, especialmente <strong>nas ilhas mais expostas do Grupo Central e Oriental</strong>.</p><p>As previsões indicam <strong>velocidades médias entre 20 e 30 km/h</strong>, com alguns períodos localmente mais ventosos em zonas costeiras e de maior altitude.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/depressao-no-atlantico-devera-manter-os-acores-sob-ceu-muito-nublado-e-com-periodos-de-chuva-fraca-na-proxima-semana-1780656558757.png" data-image="1zg6nezio2xp" alt="Vento previsto para sexta-feira, 5 de junho, às 12h Subtítulo:" title="Vento previsto para sexta-feira, 5 de junho, às 12h Subtítulo:"><figcaption>O vento deverá soprar moderado a localmente forte em algumas ilhas dos grupos Central e Oriental, com velocidades próximas dos 20 a 30 km/h.</figcaption></figure><p> A partir de domingo, o vento deverá <strong>perder intensidade de forma gradual</strong>, acompanhando o enfraquecimento da influência da depressão sobre o arquipélago. </p><h2>Rajadas poderão ultrapassar os 40 km/h nas áreas mais expostas</h2><p>As rajadas mais fortes deverão ocorrer entre sexta-feira e sábado, podendo atingir valores próximos dos <strong>40 a 45 km/h</strong> em alguns locais mais expostos das ilhas Terceira, Faial e São Miguel.</p><p>Embora estes valores representem um aumento da intensidade do vento, encontram-se bastante abaixo dos <strong>limiares normalmente associados a situações meteorológicas adversas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/depressao-no-atlantico-devera-manter-os-acores-sob-ceu-muito-nublado-e-com-periodos-de-chuva-fraca-na-proxima-semana-1780656805706.png" data-image="hsmq3czpghni" alt="Rajadas de vento previstas para sexta-feira, 5 de junho, às 12h" title="Rajadas de vento previstas para sexta-feira, 5 de junho, às 12h"><figcaption>As rajadas mais fortes deverão ocorrer durante sexta-feira e sábado, especialmente nas ilhas do Grupo Central.</figcaption></figure><p> Ao longo da próxima semana, as rajadas deverão diminuir progressivamente, acompanhando a redução da circulação atmosférica associada à depressão. </p><h2>Tempo húmido deverá prolongar-se até meados da próxima semana</h2><p>As atuais projeções dos modelos meteorológicos sugerem que o arquipélago continuará sob influência de <strong>uma circulação húmida durante vários dias</strong>.</p><p>O cenário mais provável aponta para <strong>céu geralmente muito nublado, humidade elevada, períodos ocasionais de chuva fraca e vento moderado</strong>, sem sinais de fenómenos meteorológicos severos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772225" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/especialista-da-meteored-avisa-para-a-intensidade-do-jato-polar-vai-influenciar-o-tempo-durante-mais-sete-dias.html" title="Especialista da Meteored avisa para a intensidade do jato polar: 'vai influenciar o tempo durante mais sete dias'">Especialista da Meteored avisa para a intensidade do jato polar: "vai influenciar o tempo durante mais sete dias"</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/especialista-da-meteored-avisa-para-a-intensidade-do-jato-polar-vai-influenciar-o-tempo-durante-mais-sete-dias.html" title="Especialista da Meteored avisa para a intensidade do jato polar: 'vai influenciar o tempo durante mais sete dias'"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/especialista-da-meteored-alerta-para-a-intensidade-do-jato-polar-vai-influenciar-o-tempo-durante-mais-sete-dias-1780576123569_320.png" alt="Especialista da Meteored avisa para a intensidade do jato polar: 'vai influenciar o tempo durante mais sete dias'"></a></article></aside><p>Ainda assim, será importante acompanhar as <strong>próximas atualizações dos modelos</strong> para avaliar a evolução da depressão e os seus possíveis impactes nas diferentes ilhas do arquipélago.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/depressao-no-atlantico-devera-manter-os-acores-sob-ceu-muito-nublado-e-com-periodos-de-chuva-fraca-na-proxima-semana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Afonso Lopes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A temperatura vai subir 5 ºC em Lisboa este sábado, Alfredo Graça adianta o que irá acontecer a seguir]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/a-temperatura-vai-subir-5-c-em-lisboa-este-sabado-alfredo-graca-adianta-o-que-ira-acontecer-a-seguir.html</link><pubDate>Fri, 05 Jun 2026 11:27:26 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Após dias mais frescos, o calor voltará a ganhar terreno este fim de semana em Portugal continental. Em Lisboa prevê-se uma subida de 5 ºC este sábado. Saiba mais aqui sobre o que poderá ocorrer na segunda semana de junho.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xadeev6"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xadeev6.jpg" id="xadeev6"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Após uma quinta (4) e sexta-feira (5) marcadas por valores térmicos relativamente amenos ou frescos, gerados pela incursão breve de uma massa de ar polar marítimo, prevê-se que <strong>amanhã - sábado, 6 de junho - se registe um estado do tempo mais quente, especialmente no interior Centro, Alentejo e Sotavento Algarvio</strong>.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank">nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>A subida das temperaturas estará associada ao afastamento para leste do ar polar e ao reforço e influência das altas pressões sobre a nossa geografia. A robustez e expansão em crista do anticiclone dos Açores permitirá <strong>a manutenção de condições atmosféricas estáveis, favorecendo uma maior acumulação de calor durante as horas diurnas</strong>.</p><h2>Lisboa ultrapassará os 25 ºC neste primeiro fim de semana de junho</h2><p>Apesar da expectável intensificação do calor e de uma maior influência anticiclónica, os vestígios de uma frente fria em fase de dissipação ainda se irão manifestar, produzindo nebulosidade temporária e <strong>chuva fraca ou chuviscos no litoral Norte e Centro durante algumas horas da madrugada de sábado (6)</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-temperatura-vai-subir-5-c-em-lisboa-este-sabado-alfredo-graca-antecipa-o-que-vai-acontecer-a-seguir-1780658580036.png" data-image="bofc0ufa0zik"><figcaption>Chuva fraca ou chuviscos previstos para o litoral Norte e Centro durante algumas horas da madrugada de sábado, 6 de junho.</figcaption></figure><p> Quanto às temperaturas máximas, embora o aquecimento seja mais evidente em grande parte do interior e no Sul do país, outras áreas do território continental, como por exemplo a cidade de <strong>Lisboa, também deverão registar uma subida térmica este sábado (6)</strong>.</p><p> Amanhã - 6 de junho - prevê-se que as temperaturas máximas registem valores próximos ou ligeiramente superiores aos 30 ºC nas zonas mais quentes do interior Centro e Sul, <strong>enquanto no litoral os valores serão geralmente mais moderados devido à exposição ao Atlântico e à presença da nortada </strong>(vento de Nor-Noroeste de fraca a moderada intensidade). </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-temperatura-vai-subir-5-c-em-lisboa-este-sabado-alfredo-graca-antecipa-o-que-vai-acontecer-a-seguir-1780656657252.png" data-image="kjgntddka9ji"><figcaption>Prevê-se um aumento de 5 ºC da temperatura máxima em Lisboa entre sexta-feira (5) e sábado (6), passando de 22 ºC para 27 ºC.</figcaption></figure><p>No domingo, 7 de junho, o céu apresentar-se-á pouco nublado ou limpo, esperando-se uma ligeira subida das temperaturas máximas em várias regiões. Não obstante, <strong>em Lisboa e em Faro prevê-se uma pequena descida, passando estas cidades a registar 26 e 28 ºC, respetivamente</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772227" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/alteracoes-na-circulacao-atmosferica-que-afetam-portugal-a-nao-ira-permanecer-em-vigor-ate-11-de-junho.html" title="Alterações na circulação atmosférica que afetam Portugal: a NAO+ irá permanecer em vigor até 11 de junho">Alterações na circulação atmosférica que afetam Portugal: a NAO+ irá permanecer em vigor até 11 de junho</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/alteracoes-na-circulacao-atmosferica-que-afetam-portugal-a-nao-ira-permanecer-em-vigor-ate-11-de-junho.html" title="Alterações na circulação atmosférica que afetam Portugal: a NAO+ irá permanecer em vigor até 11 de junho"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/alteracoes-na-circulacao-atmosferica-que-afetam-portugal-a-nao-ira-permanecer-em-vigor-ate-11-de-junho-1780575835712_320.png" alt="Alterações na circulação atmosférica que afetam Portugal: a NAO+ irá permanecer em vigor até 11 de junho"></a></article></aside><p>Já na <strong>segunda-feira (8) está em vista um arrefecimento temporário</strong>, sendo expectável uma pequena descida das temperaturas máximas em todo o território continental, exceto no Algarve onde se produzirá uma subida.</p><h2>Subida gradual das temperaturas na próxima semana, especialmente no interior. E em Lisboa, o que é expectável?</h2><p>A nova atualização do gráfico sub-sazonal do ECMWF mostra que <strong>o NAO+, regime atmosférico normalmente associado a um tempo mais estável na Península Ibérica, irá manter-se até sábado, 13 de junho</strong>, prolongando o seu domínio por mais dois dias face à sua última saída. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-temperatura-vai-subir-5-c-em-lisboa-este-sabado-alfredo-graca-antecipa-o-que-vai-acontecer-a-seguir-1780656764046.jpg" data-image="znw0n1ujt1kk"><figcaption>O regime NAO+ poderá prolongar-se pelo menos até sábado, 13 de junho, o que resultaria num tempo predominantemente estável, seco e soalheiro em Portugal continental.</figcaption></figure><p> Após uma madrugada de sábado (6) que se vislumbra ligeiramente chuvosa no litoral norte e Centro, os modelos sugerem uma dissipação praticamente total da instabilidade, pelo que a chuva deverá estar ausente entre domingo (7) e sexta (12). </p><p>O anticiclone dos Açores deverá registar um reforço e expandir a sua influência para leste, favorecendo condições meteorológicas mais estáveis e secas em Portugal continental. Ao mesmo tempo, uma massa de ar ligeiramente mais quente que irá pairar verticalmente sobre a zona central da Península Ibérica, <strong>influenciará uma recuperação gradual das temperaturas máximas nas regiões do interior do nosso país</strong>.</p><table><thead><tr><th>Data</th><th>Temperatura Máxima prevista em Lisboa (º C)</th><th>Temperatura mínima prevista em Lisboa (º C)</th></tr></thead><tbody><tr><td>Sábado, 6 de junho</td><td>27</td><td>15</td></tr><tr><td>Domingo, 7 de junho</td><td>26</td><td>15</td></tr><tr><td>Segunda-feira, 8 de junho</td><td>26</td><td>15</td></tr><tr><td>Terça-feira, 9 de junho</td><td>26</td><td>15</td></tr><tr><td>Quarta-feira, 10 de junho</td><td>26</td><td>14</td></tr><tr><td>Quinta-feira, 11 de junho</td><td>28</td><td>15</td></tr><tr class="pie-tabla"><td colspan="3">Fonte: Mapas e Modelos da Meteored (baseados no ECMWF)</td></tr></tbody></table><p>Embora continuem a existir várias depressões ativas no Atlântico Norte, estas deverão permanecer suficientemente afastadas para limitar os seus efeitos sobre a nossa geografia continental. As temperaturas terão tendência a recuperar gradualmente, <strong>regressando a valores mais elevados do que o habitual para a época do ano (anomalias térmicas na ordem dos 5 a 6 ºC no interior)</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-temperatura-vai-subir-5-c-em-lisboa-este-sabado-alfredo-graca-antecipa-o-que-vai-acontecer-a-seguir-1780656536751.png" data-image="gxai2l8re2s2"><figcaption>Para quarta-feira, 10 de junho, observa-se um nítido aumento da expressão espacial do calor diurno em Portugal continental, estando previstas temperaturas máximas em torno dos 37 ºC no vale do Guadiana (Baixo Alentejo).</figcaption></figure><p>Tal como já foi anteriormente referido pela Meteored Portugal, <strong>o contraste entre Litoral e Interior e entre Norte e Centro, e Sul, deverá manter-se na segunda e terça-feira, dias 8 e 9 de junho</strong>, de acordo com a última atualização dos nossos mapas. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Lisboa manterá uma temperatura máxima de 26 ºC entre segunda e quarta-feira, dias 8 a 10 de junho, e uma mínima que passaria de 15 ºC nos primeiros dois dias para 14 ºC no dia 10. Caso as atuais previsões se mantenham, do dia 11 de junho em diante, as temperaturas poderão subir gradualmente em Lisboa e no resto de Portugal continental, sendo expectáveis valores algo mais elevados do que o normal. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>As temperaturas mais amenas previstas para o litoral dever-se-ão à maior influência atlântica, ao nevoeiro matinal que nalgumas ocasiões poderá persistir e à nortada, <strong>enquanto no interior registar-se-á um aquecimento tímido, mas gradual, gerado pela aproximação de ar mais quente e seco, pelo reforço das altas pressões e pelo efeito de continentalidade</strong>. Nestes dois dias as temperaturas previstas oscilarão, grosso modo, entre os 18 ºC e os 23 ºC no litoral e entre os 31 ºC e os 34 ºC no interior.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772225" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/especialista-da-meteored-avisa-para-a-intensidade-do-jato-polar-vai-influenciar-o-tempo-durante-mais-sete-dias.html" title="Especialista da Meteored avisa para a intensidade do jato polar: 'vai influenciar o tempo durante mais sete dias'">Especialista da Meteored avisa para a intensidade do jato polar: "vai influenciar o tempo durante mais sete dias"</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/especialista-da-meteored-avisa-para-a-intensidade-do-jato-polar-vai-influenciar-o-tempo-durante-mais-sete-dias.html" title="Especialista da Meteored avisa para a intensidade do jato polar: 'vai influenciar o tempo durante mais sete dias'"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/especialista-da-meteored-alerta-para-a-intensidade-do-jato-polar-vai-influenciar-o-tempo-durante-mais-sete-dias-1780576123569_320.png" alt="Especialista da Meteored avisa para a intensidade do jato polar: 'vai influenciar o tempo durante mais sete dias'"></a></article></aside><p><strong>Na quarta-feira, 10 de junho e feriado em que se celebra o Dia de Portugal, observa-se um aumento expressivo da dimensão espacial do calor diurno</strong>, isto é, ganhará intensidade e abrangerá uma área geográfica maior. As temperaturas máximas previstas para o litoral irão variar entre <strong>18 e 27 ºC e para o interior entre 29 e 37 ºC, evidenciando-se uma clara subida térmica neste dia</strong>.</p><p>Se o atual cenário traçado pelo modelo de referência para a Meteored se mantiver, o tempo quente terá tendência a intensificar e a alastrar-se por Portugal continental na segunda metade da segunda semana de junho.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/a-temperatura-vai-subir-5-c-em-lisboa-este-sabado-alfredo-graca-adianta-o-que-ira-acontecer-a-seguir.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Feira Nacional de Agricultura arranca em Santarém com destaque aos pequenos frutos. Exportações chegaram aos 398 milhões]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/feira-nacional-de-agricultura-arranca-em-santarem-com-destaque-aos-pequenos-frutos-exportacoes-chegaram-aos-398-milhoes.html</link><pubDate>Fri, 05 Jun 2026 08:45:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Há 10 anos, as exportações do setor dos pequenos frutos representavam uns meros 85 milhões de euros. No final de 2025, as vendas para o exterior atingiram os 398 milhões de euros. São “um dos segmentos mais dinâmicos da agricultura portuguesa”, diz a Lusomorango.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/feira-nacional-de-agricultura-arranca-em-santarem-com-destaque-aos-pequenos-frutos-exportacoes-chegaram-aos-298-milhoes-1780588083462.jpg" data-image="tq0ome5dhrnp" alt="Medronhos" title="Medronhos"><figcaption>A Feira Nacional de Agricultura/Feira do Ribatejo (FNA26) arranca a 6 de junho e prolonga-se até dia 14 de Junho. A edição deste ano vai dar um especial destaque aos pequenos frutos: mirtilos, morangos, framboesas, amoras e outros.</figcaption></figure><p>A <strong>Feira Nacional de Agricultura</strong>/Feira do Ribatejo (FNA26), o maior evento do setor em Portugal, <strong>arranca no próximo dia 6 de junho e prolonga-se até dia 14 de Junho</strong>. A edição deste ano vai dar um destaque especial ao setor dos pequenos frutos: mirtilos, morangos, framboesas, amoras, groselhas, medronhos, entre outros.</p><p>Dentro das frutas portuguesas, <strong>os pequenos frutos têm “demonstrado um notável dinamismo e um crescente interesse por parte dos consumidores</strong>”, derivado ao seu elevado valor nutricional. Com isso, têm assumido “uma importância crescente na agricultura portuguesa”, refere a organização do certame.</p><p>A <strong>FNA26 é um espaço dedicado a mostrar o que de melhor se faz no setor agrícola</strong>, quer na produção de alimentos, quer ao nível da maquinaria, equipamentos, tecnologia agrícola, fatores de produção e serviços. É igualmente um <strong>ponto de encontro entre produtores e consumidores</strong>, que ali encontram uma vasta oferta de produtos de elevada qualidade.</p><h2>FNA2026 dá palco aos pequenos frutos</h2><p>E é ainda um palco privilegiado para o debate sobre os temas mais relevantes do setor agrícola, reunindo <strong>especialistas, investigadores e decisores políticos</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/feira-nacional-de-agricultura-arranca-em-santarem-com-destaque-aos-pequenos-frutos-exportacoes-chegaram-aos-298-milhoes-1780588189015.jpg" data-image="h73hakmpj8e6" alt="Framboesas" title="Framboesas"><figcaption>Os pequenos frutos têm “demonstrado um notável dinamismo e um crescente interesse por parte dos consumidores”, derivado ao seu elevado valor nutricional. </figcaption></figure><p>Este ano, a organização vai dar <strong>palco aos pequenos frutos, cuja produção tem crescido de forma significativa nos últimos anos </strong>e cujas exportações se destacam no comércio internacional de bens nacionais.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="766036" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/portugal-fresh-investe-2-7-milhoes-de-euros-na-promocao-e-internacionalizacao-das-frutas-legumes-e-flores-ate.html" title="Portugal Fresh investe 2,7 milhões de euros na promoção e internacionalização das frutas, legumes e flores até 2027">Portugal Fresh investe 2,7 milhões de euros na promoção e internacionalização das frutas, legumes e flores até 2027</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/portugal-fresh-investe-2-7-milhoes-de-euros-na-promocao-e-internacionalizacao-das-frutas-legumes-e-flores-ate.html" title="Portugal Fresh investe 2,7 milhões de euros na promoção e internacionalização das frutas, legumes e flores até 2027"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-fresh-investe-2-7-milhoes-na-promocao-e-internacionalizacao-das-frutas-legumes-e-flores-ate-1777310798614_320.jpg" alt="Portugal Fresh investe 2,7 milhões de euros na promoção e internacionalização das frutas, legumes e flores até 2027"></a></article></aside><p>Se, há 10 anos, as exportações deste segmento valiam cerca de 85 milhões de euros, no ano passado (2025) foram contabilizadas em 285 milhões de euros. </p><h2>Médio Oriente entre os destinos de exportação</h2><p>E o caminho foi consistente ao longo dos anos. Em 2018, as exportações dos pequenos frutos já valiam 200 milhões de euros, em 2022 atingiram os 250 milhões e <strong>em 2023 quase chegaram aos 300 milhões de euros</strong>. Em 2025, as vendas para o exterior somaram 398 milhões.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Os pequenos frutos são “um dos segmentos mais dinâmicos da agricultura portuguesa”, afirma a Lusomorango, organização de produtores (OP) de pequenos frutos, que estará em destaque na Feira Nacional de Agricultura (FNA 2026), de 6 a 14 de junho, com a organização de um ciclo de debates sobre o futuro da fileira, em conjunto com entidades do setor. <br><br>Segundo dados fornecidos à agência Lusa pela Portugal Fresh, no caso da framboesa, o valor das exportações atingiu cerca de 258 milhões de euros em 2025, com um preço médio de 8,65 euros por quilo. Nos mirtilos, o valor exportado atingiu 53 milhões de euros em 2025, com um preço médio de 6,59 euros por quilo. O morango, esse, teve uma expressão residual, entre 1% e 2%, com a produção a concentrar-se sobretudo no sudoeste alentejano.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Os principais mercados de exportação são sobretudo os países da União Europeia. <strong>Espanha, França, Alemanha e Países Baixos estão entre os principais países compradores</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/feira-nacional-de-agricultura-arranca-em-santarem-com-destaque-aos-pequenos-frutos-exportacoes-chegaram-aos-298-milhoes-1780588236700.jpg" data-image="zpbj458hpxh2" alt="Mirtilos" title="Mirtilos"><figcaption>Se, há 10 anos, as exportações deste segmento valiam cerca de 85 milhões de euros, no ano passado foram contabilizadas em 285 milhões de euros. </figcaption></figure><p>O Reino Unido é outro dos grandes compradores dos pequenos frutos portugueses, mas os <strong>Emirados Árabes Unidos e outros países do Médio Oriente</strong> já estão a ganhar relevância nas nossas exportações deste segmento.</p><div class="texto-destacado">Durante a Feira Nacional da Agricultura, além do ciclo de debates sobre inovação, sustentabilidade e impacto económico dos pequenos frutos, vai ser <strong>apresentado o estudo “O Impacto Económico do Setor dos Pequenos Frutos em Portugal</strong>”, elaborado pela EY Parthenon a pedido da Lusomorango. O evento de apresentação do <strong>estudo “O Impacto Económico do Setor dos Pequenos Frutos em Portugal</strong>”, que vai ter lugar no <strong>dia 12 de junho, pelas 14h30, conta com a intervenção de José Manuel Fernandes, ministro da Agricultura</strong> e Mar. </div><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="725906" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/coloquio-em-oeiras-debate-a-producao-comercializacao-e-os-beneficios-para-a-saude-dos-pequenos-frutos.html" title="Colóquio em Oeiras debate a produção, comercialização e os benefícios para a saúde dos pequenos frutos ">Colóquio em Oeiras debate a produção, comercialização e os benefícios para a saúde dos pequenos frutos </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/coloquio-em-oeiras-debate-a-producao-comercializacao-e-os-beneficios-para-a-saude-dos-pequenos-frutos.html" title="Colóquio em Oeiras debate a produção, comercialização e os benefícios para a saúde dos pequenos frutos "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/coloquio-nacional-em-oeiras-debate-a-producao-comercializacao-e-beneficios-para-a-saude-dos-pequenos-frutos-1755870676440_320.jpg" alt="Colóquio em Oeiras debate a produção, comercialização e os benefícios para a saúde dos pequenos frutos "></a></article></aside><p>Desenvolvido a pedido da Lusomorango pela EY Parthenon, o “<strong>relatório analisa de forma aprofundada o contributo económico, social e territorial </strong>do setor e da fileira”.~</p><p>Durante a sessão, será também “evidenciado o seu <strong>papel na criação de riqueza, emprego, exportações e no desenvolvimento das regiões</strong> onde se afirma como uma das atividades agrícolas mais dinâmicas do país”, nomeadamente em Odemira.</p><p>Em comunicado divulgado esta semana, a Lusomorango explica ainda que, ao longo da FNA 2026, esta OP vai <strong>coorganizar, com outros operadores da fileira, um ciclo de debates</strong> que reúne representantes da produção, distribuição, investigação, administração pública e organizações setoriais.</p><p>O objetivo é <strong>analisar temas como “sustentabilidade, eficiência hídrica, organização da produção, mercado </strong>e impacto económico”, contribuindo também para uma “reflexão alargada sobre os desafios e oportunidades que marcarão o futuro da agricultura portuguesa” nos próximos anos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/feira-nacional-de-agricultura-arranca-em-santarem-com-destaque-aos-pequenos-frutos-exportacoes-chegaram-aos-398-milhoes.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Silveira]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Cientistas criam partícula híbrida de luz e matéria que pode reduzir drasticamente o consumo de energia da IA]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/cientistas-criam-particula-hibrida-de-luz-e-materia-que-pode-reduzir-drasticamente-o-consumo-de-energia-da-ia.html</link><pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:31:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Investigadores criaram uma partícula que combina luz com matéria e pode realizar operações computacionais usando praticamente nenhuma energia, o que pode ser muito importante para o crescente problema de consumo de energia da inteligência artificial (IA).</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/scientists-created-a-light-matter-hybrid-particle-that-could-slash-ai-s-enormous-energy-use-1780060799165.png" data-image="ezhff42curod"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-192567">Investigadores demonstraram um mecanismo de comutação de ultrabaixa energia que permite que partículas baseadas em luz realizem uma das operações-chave necessárias para os futuros sistemas de computação.</figcaption></figure><p>Os <strong>computadores funcionam com eletrões</strong> desde a década de 1940, mas a <strong>Inteligência Artificial (IA) está a levar essa abordagem a limites extremos</strong> – os eletrões geram calor e desperdiçam energia ao moverem-se pelos chips, e o problema agrava-se quanto mais dados são enviados a eles.</p><p>A luz não apresenta estes problemas porque os fotões são eletricamente neutros e transportam informações rapidamente com perda mínima. O problema é que esta mesma neutralidade que os torna eficientes significa que eles quase não interagem com nada, o que os torna inúteis para a lógica de comutação da qual a computação depende.</p><p>Um grupo liderado pelo físico Bo Zhen, da Universidade da Pensilvânia, encontrou uma solução para isto criando algo chamado <strong><em>exciton-polariton</em>, uma partícula híbrida</strong> que se forma quando os fotões se ligam fortemente aos eletrões dentro de um semicondutor ultrafino.</p><h2>Como a equipa conseguiu que a luz mudasse</h2><p>O acoplamento de Zhen<strong> confere à luz a capacidade de interagir com o ambiente de uma forma que os fotões normais não conseguem</strong>, tornando-a capaz de realizar as operações de comutação necessárias aos computadores.</p><p>A <strong>energia envolvida é extremamente pequena</strong>. A equipa demonstrou a comutação totalmente luminosa usando cerca de 4 quatrilionésimos de joule, o que é muito menos do que seria necessário para alimentar brevemente um pequeno LED.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/scientists-created-a-light-matter-hybrid-particle-that-could-slash-ai-s-enormous-energy-use-1780060918388.png" data-image="zgc162peb83w"> <figcaption>Uma ilustração que mostra como a luz é acoplada a uma cavidade em nanoescala e interage com um material atomicamente fino, criando exciton-polaritons. CRÉDITO: Zhi Wang via Universidade da Pensilvânia</figcaption></figure><p>"Como são eletricamente neutros e têm massa de repouso zero,<strong> os fotões podem transportar informações rapidamente por longas distâncias com perda mínima</strong>", disse Li He, coautor do estudo publicado na revista <em>Physical Review Letters</em> e ex-investigador de pós-doutoramento no laboratório de Zhen.</p><p>"Mas esta neutralidade significa que eles quase não interagem com o ambiente, tornando-os inadequados para o tipo de lógica de comutação de sinais da qual os computadores dependem", disse.</p><p>A abordagem de exciton-polariton contorna esta limitação sem abrir mão das <strong>vantagens de velocidade e eficiência que tornam a luz atraente em primeiro lugar</strong>.</p><h2>O que isto pode significar para o hardware de IA no futuro</h2><p>Alguns chips experimentais de IA fotónica já utilizam luz para certos cálculos, mas sempre que precisam de realizar operações não lineares — as etapas de tomada de decisão no processamento de IA — eles têm que converter os sinais de luz de volta em sinais eletrónicos, o que torna tudo mais lento e consome energia. Se os exciton-polaritons puderem lidar com estas etapas sem a necessidade de conversão de volta para eletrões, isto eliminaria um dos maiores gargalos da <strong>computação fotónica</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771725" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/o-montado-ja-nao-e-o-que-era-inteligencia-artificial-ajuda-a-detetar-defeitos-e-a-reduzir-o-desperdicio-de-cortica.html" title="O montado já não é o que era. Inteligência artificial ajuda a detetar defeitos e a reduzir o desperdício de cortiça">O montado já não é o que era. Inteligência artificial ajuda a detetar defeitos e a reduzir o desperdício de cortiça</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/o-montado-ja-nao-e-o-que-era-inteligencia-artificial-ajuda-a-detetar-defeitos-e-a-reduzir-o-desperdicio-de-cortica.html" title="O montado já não é o que era. Inteligência artificial ajuda a detetar defeitos e a reduzir o desperdício de cortiça"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-montado-ja-nao-e-o-que-era-inteligencia-artificial-ajuda-a-detetar-defeitos-e-a-reduzir-o-desperdicio-de-cortica-1780311836966_320.jpg" alt="O montado já não é o que era. Inteligência artificial ajuda a detetar defeitos e a reduzir o desperdício de cortiça"></a></article></aside><p><strong>A escalabilidade da tecnologia é o maior desafio</strong>. Mas, se funcionar, poderá levar a chips que processam informações visuais diretamente de câmaras sem a necessidade de conversão entre luz e eletricidade, reduzindo as procuras energéticas de grandes sistemas de IA e, potencialmente, até mesmo suportando funções básicas de computação quântica no futuro.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://journals.aps.org/prl/abstract/10.1103/gc15-qsvf" target="_blank">Strongly Nonlinear Nanocavity Exciton Polaritons in Gate-Tunable Monolayer Semiconductors</a>. 08 de abril, 2026. Wang, et al.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/cientistas-criam-particula-hibrida-de-luz-e-materia-que-pode-reduzir-drasticamente-o-consumo-de-energia-da-ia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Esta app gratuita revela mais de 150 praias fluviais secretas em Portugal]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esta-app-gratuita-revela-mais-de-150-praias-fluviais-secretas-em-portugal.html</link><pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:19:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Esqueça as praias cheias. Esta nova aplicação mostra-lhe alguns dos melhores refúgios de água doce do País. No total, reúne mais de 150 praias fluviais à distância de um clique. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/esta-app-gratuita-revela-mais-de-150-praias-fluviais-secretas-em-portugal-1780327455686.jpg" data-image="7ue0ejmck8bu" alt="Aplicação" title="Aplicação"><figcaption>Portugal tem mais de 150 praias fluviais escondidas — e esta app gratuita mostra-lhe onde estão. Foto: Unsplash</figcaption></figure><p>O <strong>verão</strong> está a chegar e, apesar de estar prevista uma descida das temperaturas para esta semana (e até o regresso da chuva), há quem já só pense onde passar os dias de maior calor.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações.<br> </div><p>“Segundo a mais recente atualização dos nossos mapas, é esperada uma <strong>subida gradual das temperaturas</strong>, (ainda que no domingo os valores se possam conter um pouco em relação a sábado), esperando-se que no arranque da próxima semana os termómetros voltem a registar <strong>valores típicos de verão</strong> em praticamente todo o continente, especialmente na segunda e terça-feira, dias 8 e 9”, <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/mudancas-no-tempo-em-portugal-esta-semana-temperaturas-descem-e-a-chuva-pode-regressar.html" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">avisa</a> Joana Campos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772220" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/6-c-de-anomalia-de-calor-em-portugal-o-modelo-europeu-pinta-de-vermelho-a-segunda-semana-de-junho.html" title="6 °C de anomalia de calor em Portugal: o modelo europeu pinta de vermelho a segunda semana de junho">6 °C de anomalia de calor em Portugal: o modelo europeu pinta de vermelho a segunda semana de junho</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/6-c-de-anomalia-de-calor-em-portugal-o-modelo-europeu-pinta-de-vermelho-a-segunda-semana-de-junho.html" title="6 °C de anomalia de calor em Portugal: o modelo europeu pinta de vermelho a segunda semana de junho"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/6-c-de-anomalia-de-calor-em-portugal-o-modelo-europeu-pinta-de-vermelho-a-segunda-semana-de-junho-1780573156344_320.png" alt="6 °C de anomalia de calor em Portugal: o modelo europeu pinta de vermelho a segunda semana de junho"></a></article></aside><p>Isto significa que a <strong>nova aplicação</strong> que reúne mais de 100 praias fluviais portuguesas chegou mesmo a tempo.</p><p>“A aplicação gratuita River Beaches [lançada oficialmente a 5 de maio] assinala mais de 130 zonas balneares interiores em Portugal, numa altura em que muitos viajantes trocam a costa cheia por refúgios de água doce na serra e na floresta”, nota o<em> site</em> de notícias ‘Euronews’.</p><p>Por outras palavras, é agora<strong> muito mais fácil encontrar os recantos de água doce mais secretos de Portugal</strong>. Muitos deles localizadas em zonas de montanha, vales e áreas florestais afastadas dos destinos balneares mais turísticos.</p><div class="texto-destacado">Grande parte destas praias fluviais encontra-se em zonas do interior centro do país, junto a rios como o Mondego, Zêzere e Alva, regiões que têm vindo a ganhar popularidade entre quem procura férias mais ligadas à natureza.</div><p>“A ideia é simples: ajudar os utilizadores a encontrar<strong> alternativas mais tranquilas</strong> às praias costeiras sobrelotadas, especialmente durante os meses mais quentes do ano”, escreve o site ‘Vou Sair’.</p><h2>River Beaches</h2><p>A aplicação pensada por Peter Bustin está disponível em português, inglês e espanhol e, além de reunir mais de uma centena de destinos possíveis para fugir ao calor, concentra<strong> conselhos</strong> de quem já visitou estes locais. O objetivo? Melhorar a experiência dos utilizadores e indicar como tirar o melhor partido de cada zona.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/esta-app-gratuita-revela-mais-de-150-praias-fluviais-secretas-em-portugal-1780327691462.jpg" data-image="ylfjhm15vjrz" alt="Praia Fluvial de Loriga" title="Praia Fluvial de Loriga"><figcaption>O site reúne mais de 100 praias fluviais. Foto: Unsplash</figcaption></figure><p>O melhor é que os <strong>filtros da aplicação</strong> permitem procurar praias de acordo com as preferências de cada um. Isto é, se preferir um local com acesso a restaurantes, a estacionamento ou a casas de banho, basta colocar essa informação nas definições. </p><div class="texto-destacado">Cada praia surge acompanhada por fotografias, descrições e informações úteis, permitindo perceber rapidamente se o local é mais indicado para famílias, mergulhos rápidos, piqueniques ou escapadinhas rodeadas de natureza.</div><p>“Para escolher as praias, Peter costuma pesquisar nos<em> sites</em> das Câmaras Municipais, em revistas e no próprio Google Maps. Depois, visita aquelas que consegue para tornar a informação mais verídica. Um dos destaques da aplicação é que esta também refere se a zona tende a encher de banhistas ou se é mais tranquila”, explica a revista ‘NiT.</p><h2>Mais informações e detalhes</h2><p>E onde é que a pode encontrar? A aplicação está disponível na Apple App Store e, em breve, também na Google Play. </p><p>Para a utilizar não precisa necessariamente de criar uma conta. A escolha é feita por cada utilizador e é possível conhecer todas as praias apenas como convidado. “No entanto, caso opte por criar o próprio perfil, pode aproveitar algumas <strong>regalias</strong>, como ter uma lista de favoritos, criar listas de desejo e guardar as zonas de que mais gosta”, acrescenta a ‘NiT’. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="768851" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/a-aplicacao-weather-replay-do-copernicus-recria-as-condicoes-meteorologicas-do-passado-para-qualquer-local-e-hora.html" title="A aplicação 'Weather Replay' do Copernicus recria as condições meteorológicas do passado para qualquer local e hora">A aplicação "Weather Replay" do Copernicus recria as condições meteorológicas do passado para qualquer local e hora</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/a-aplicacao-weather-replay-do-copernicus-recria-as-condicoes-meteorologicas-do-passado-para-qualquer-local-e-hora.html" title="A aplicação 'Weather Replay' do Copernicus recria as condições meteorológicas do passado para qualquer local e hora"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/weather-replay-de-copernicus-1778647460807_320.png" alt="A aplicação 'Weather Replay' do Copernicus recria as condições meteorológicas do passado para qualquer local e hora"></a></article></aside><p>“Quero que a <em>app</em> esteja o mais disponível possível”, diz o criador, citado pela mesma revista. Apesar de ter atualmente 150 praias expostas na plataforma, Peter acredita que, nas primeiras semanas de junho, vai <strong>conseguir ultrapassar as 200</strong>.</p><p>O ponto extra vai para o <strong>acesso gratuito</strong>. É que a<em> app </em>não tem qualquer custo para os utilizadores. E 50% dos lucros, segundo a equipa responsável, serão destinados a projetos de recuperação de rios e de retenção de água em todo o país, “para que a sua beleza natural se mantenha para as próximas gerações”.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://pt.euronews.com/viagens/2026/05/17/portugal-nova-app-revela-praias-fluviais-escondidas" target="_blank">Portugal: nova app revela praias fluviais escondidas</a>. Euronews. 17 de maio de 2026.</em></p><p><em><a href="https://vousair.pt/ha-uma-nova-app-para-descobrir-praias-fluviais-escondidas-em-portugal-longe-das-multidoes/" target="_blank">Há uma nova app para descobrir praias fluviais escondidas em Portugal longe das multidões</a>. Vou Sair. 18 de maio de 2026</em></p><p><em>Izabelli Pincelli. <a href="https://www.nit.pt/fora-de-casa/na-cidade/esta-nova-app-gratuita-reune-mais-de-140-praias-fluviais-para-conhecer-em-portugal" target="_blank">Esta nova app gratuita reúne mais de 140 praias fluviais para conhecer em Portugal</a>. NiT. 29 de maio de 2026</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esta-app-gratuita-revela-mais-de-150-praias-fluviais-secretas-em-portugal.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Vai acampar pela primeira vez? Saiba o que levar e como se preparar]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/vai-acampar-pela-primeira-vez-saiba-o-que-levar-e-como-se-preparar.html</link><pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>De Pata-Tenra a mestre da natureza: as dicas e os segredos para planear o seu primeiro acampamento de sucesso. Saiba mais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/acampar-pela-primeira-vez-o-que-levar-e-como-se-preparar-1780416062539.png" data-image="ci906pfkq5ad"><figcaption>Sabia que acampar uma semana sem tecnologia reinicia o nosso relógio biológico, sincronizando o sono com a luz do sol?</figcaption></figure><p>Acampar é uma bela maneira de nos ligarmos à natureza. Ainda me lembro, dos meus tempos de escuteiro, das primeiras vezes que fui acampar: eram fascinantes, mas duras inicialmente. </p><div class="texto-destacado">O frio, o calor, as manhas que os mais velhos já tinham...como dizia Baden-Powell, fundador do Escutismo: <em>"O Pata-Tenra (quem entra de início) queixa-se da dura vida do acampamento, mas o Escuteiro que conhece as regras do jogo sabe bem que a vida em campo está longe de ser dura."</em></div><p>Dormir sob as estrelas exige algum planeamento para que a aventura seja sinónimo de diversão e não de desconforto. Se se está a estrear nestas andanças, <strong>este guia prático vai ajudá-lo a preparar a mochila com tudo o que precisa de levar e saber</strong>.</p><h2>O equipamento básico: onde vai dormir</h2><p>O sucesso da primeira noite depende diretamente de três itens fundamentais:</p><ul><li><strong>A tenda:</strong> escolha uma tenda com capacidade superior ao número de pessoas (se vão duas pessoas, uma tenda para três oferece o espaço ideal para as malas). Opte por uma tenda de "três estações", que garante proteção ideal para a primavera, verão e outono.</li><li><strong>O saco de cama:</strong> verifique a classificação térmica do saco, este deve ser adequado às temperaturas mínimas que vai apanhar no local (geralmente -9°C a -1°C para segurança).</li></ul><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/acampar-pela-primeira-vez-o-que-levar-e-como-se-preparar-1780416092036.png" data-image="dqhs546etfds"><figcaption>As primeiras tendas leves e portáteis foram desenvolvidas para o exército romano, muito antes de se tornarem material de lazer.</figcaption></figure><ul><li><strong>O colchão isolante (colchonete / esteira):</strong> este é o segredo dos campistas experientes. O colchão não serve apenas para o conforto das costas; a sua principal função é criar uma barreira térmica contra o frio e a humidade que sobem do solo, caso por ventura se tenha esquecido, jornais podem ajudar a minimizar o estrago do esquecimento.</li></ul><h2>Os pequenos essenciais: o que não pode faltar na mochila</h2><p>Há pequenos objetos que ocupam pouco espaço, mas que salvam qualquer viagem. Certifique-se de que leva:</p><ul><li>Lanterna de mão ou lanterna frontal (e pilhas de reserva).</li><li>Isqueiro ou fósforos (guardados num saco impermeável).</li><li>Estojo de primeiros socorros (com pensos, antisséticos e medicação básica).</li><li>Protetor solar e repelente de insetos.</li><li>Agasalhos extra (as noites na natureza são sempre mais frias do que prevemos).</li></ul><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/acampar-pela-primeira-vez-o-que-levar-e-como-se-preparar-1780416177627.png" data-image="z8brvem674qs"><figcaption>As panelas de campismo ultra-leves e os cobertores de emergência usam tecnologia desenvolvida pela NASA para proteger os astronautas do frio.</figcaption></figure><ul><li>Bateria portátil (<em>powerbank</em>) para o telemóvel (este aqui, pessoalmente não levava, até era uma "benção ficar sem bateria).</li><li> Sacos de plástico: se a mochila não tiver resguardo para a chuva, embale a roupa e o saco de cama dentro de sacos de plástico. É a melhor forma de garantir que mantém tudo seco.</li></ul><h2>Cozinha de campanha: o que levar para comer</h2><p>Se planeia fazer refeições quentes, deve levar um <strong>fogareiro de campismo portátil </strong>(muitos parque de campismo dispõe de tal) e o respetivo combustível, além de panelas e pratos leves (de preferência reutilizáveis). No entanto, para a primeira vez, a regra de ouro é simplificar: pode levar sanduíches preparadas em casa ou apostar em <em>kits</em> de comida desidratada que apenas necessitam de água quente. Antes de acender qualquer chama, informe-se sobre as restrições de fogo do local para evitar riscos de incêndio.</p><h2>Logística e segurança: para onde ir?</h2><p>Para a primeira aventura, escolha parques de campismo estruturados ou parques nacionais com boas indicações. Evite zonas sobrelotadas pesquisando locais menos conhecidos nas redondezas.</p><p>Como o sinal de rede falha frequentemente no meio da natureza, leve <strong>mapas em papel (como por exemplo a carta militar ou descarregue os mapas digitais</strong> para usar <em>offline</em>. Adicionalmente, informe sempre um familiar ou amigo sobre o seu itinerário exato e partilhe a sua localização.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="722546" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/os-mais-belos-parques-de-campismo-do-mundo-durma-entre-arvores-glaciares-ou-junto-ao-mar.html" title="Os mais belos parques de campismo do mundo: durma entre árvores, glaciares ou junto ao mar">Os mais belos parques de campismo do mundo: durma entre árvores, glaciares ou junto ao mar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/os-mais-belos-parques-de-campismo-do-mundo-durma-entre-arvores-glaciares-ou-junto-ao-mar.html" title="Os mais belos parques de campismo do mundo: durma entre árvores, glaciares ou junto ao mar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/los-campings-mas-bonitos-del-mundo-1750910383303_320.jpg" alt="Os mais belos parques de campismo do mundo: durma entre árvores, glaciares ou junto ao mar"></a></article></aside><p>Leve sempre <strong>sacos de lixo</strong>. O princípio básico do campismo é "Não deixar rasto", o que significa trazer de volta absolutamente tudo o que consumiu. Se o local não tiver balneários ou casas de banho, leve uma pequena pá para enterrar os dejetos humanos numa vala (com 15 a 20 cm de profundidade), a pelo menos 60 metros de distância de rios, caminhos e tendas.</p><h3><em>Referência da notícia:</em></h3><p><a href="https://www.nationalgeographic.com/travel/article/how-to-go-camping" target="_blank"><em>https://www.nationalgeographic.com/travel/article/how-to-go-camping</em></a></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/vai-acampar-pela-primeira-vez-saiba-o-que-levar-e-como-se-preparar.html</guid><dc:creator><![CDATA[Carlos Alves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Põem fim à previsão mais assustadora: porque é que os cientistas acabam de excluir o pior futuro climático possível]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/poem-fim-a-previsao-mais-assustadora-porque-e-que-os-cientistas-acabam-de-excluir-o-pior-futuro-climatico-possivel.html</link><pubDate>Thu, 04 Jun 2026 17:01:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A comunidade científica retirou o cenário climático mais extremo utilizado durante anos e, longe de pôr em causa o aquecimento global, esta decisão reflete o facto de que a transição energética já está a alterar o futuro.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ponen-fin-del-pronostico-mas-aterrador-por-que-los-cientificos-acaban-de-borrar-el-peor-futuro-climatico-posible-1780579947938.png" data-image="pqp5m4o2qxf7"><figcaption>Descartam o pior cenário possível na última atualização das projeções climáticas, mas afirmam também que é cada vez mais difícil cumprir o objetivo de não ultrapassar o limiar de 1,5 ºC.</figcaption></figure><p>Durante anos,<strong> foi o cenário que aparecia nos estudos mais alarmantes sobre as alterações climáticas</strong>, com o consumo de combustíveis fósseis e as respetivas emissões a dispararem.</p><p>No entanto, esse futuro acaba de desaparecer das novas projeções climáticas internacionais. <strong>Decidiram retirar o conhecido cenário RCP8.5, e a sua versão mais recente, o SSP5-8.5</strong>, da próxima geração de modelos climáticos.</p><p><strong>Isto gerou um debate intenso, especialmente nos círculos políticos, mas os especialistas insistem</strong> que isso não significa que os impactos das alterações climáticas sejam menos preocupantes, nem que as previsões anteriores estivessem erradas.</p><h2>O cenário que representava o pior dos futuros possíveis</h2><p>Durante décadas, os climatologistas têm trabalhado com diferentes cenários para analisar como <strong>o planeta poderia evoluir em função das decisões humanas</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">El peor escenario de emisiones de <a href="https://x.com/hashtag/CO2?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#CO2</a>, el RCP8.5, es poco probable, por ahora. La curva de emisiones se está aplanando, en negro, y los escenarios más realistas son RCP6 y RCP4.5, entre otros. Un logro importante para la humanidad. <br><br>Imagen de Zeke Hausfather. <a href="https://t.co/3xMgbn3Gdm">pic.twitter.com/3xMgbn3Gdm</a></p> RAM: Revista del Aficionado a la Meteorología (@RAM_meteo) <a href="https://x.com/RAM_meteo/status/2054839515550806248?ref_src=twsrc%5Etfw">May 14, 2026</a></blockquote></figure><p>Estes cenários não são exatos, mas contemplam possíveis trajetórias. Enquanto algumas delas preveem <strong>uma rápida redução das emissões e uma transição energética acelerada</strong>, outras apresentam um cenário mais negativo, com a manutenção do modelo baseado no carvão, no petróleo e no gás.</p><p><strong>O cenário RCP8.5 representava a opção mais pessimista e pressupunha um aumento massivo do consumo de combustíveis fósseis</strong> ao longo de todo o século XXI, sem medidas significativas para travar as emissões.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="738550" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/crise-climatica-e-fome-secas-e-inundacoes-extremas-comprometem-a-seguranca-alimentar-de-700-milhoes-de-pessoas.html" title="Crise climática e fome: secas e inundações extremas comprometem a segurança alimentar de 700 milhões de pessoas">Crise climática e fome: secas e inundações extremas comprometem a segurança alimentar de 700 milhões de pessoas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/crise-climatica-e-fome-secas-e-inundacoes-extremas-comprometem-a-seguranca-alimentar-de-700-milhoes-de-pessoas.html" title="Crise climática e fome: secas e inundações extremas comprometem a segurança alimentar de 700 milhões de pessoas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/crisis-climatica-y-hambre-sequias-e-inundaciones-extremas-danan-la-seguridad-alimentaria-de-700-millones-de-personas-1762189614792_320.png" alt="Crise climática e fome: secas e inundações extremas comprometem a segurança alimentar de 700 milhões de pessoas"></a></article></aside><p>Nesse cenário, <strong>a concentração atmosférica de CO₂ </strong>teria atingido níveis sem precedentes e a temperatura global poderia ter aumentado <strong>cerca de 4,5 ºC em relação à era pré-industrial antes do final do século</strong>.</p><h3>Por que razão foi eliminado o cenário negativo mais extremo?</h3><p>O facto de esta hipótese já não estar em cima da mesa corresponde a uma atualização baseada na realidade atual. Quando o cenário RCP8.5 foi concebido, os investigadores consideravam plausível que o crescimento económico mundial continuasse a depender principalmente dos combustíveis fósseis. No entanto, <strong>a evolução tecnológica e energética das últimas duas décadas alterou significativamente essa perspetiva</strong>.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">La ciencia quita de las proyecciones de calentamiento el escenario más catastrófico para 2100 (+4,5°C) y una enorme peña repitiendo que entonces el cambio climático no es para tanto.<br><br>El +2°C (en pocos años) ya es una catástrofe, un planeta totalmente distinto al que conocemos. <a href="https://t.co/KX2Tu2t4jh">pic.twitter.com/KX2Tu2t4jh</a></p> Andrés Actis (@ActisAndres) <a href="https://x.com/ActisAndres/status/2057149089444204921?ref_src=twsrc%5Etfw">May 20, 2026</a></blockquote></figure><p>E é aí que entra<strong> o crescimento e a expansão das energias renováveis</strong>, com a eletrificação dos transportes ou o desenvolvimento de baterias mais eficientes.</p><h2>O cenário RCP8.5 foi descartado, mas também é mais difícil cumprir a meta de 1,5 °C</h2><p>O desaparecimento do cenário mais catastrófico pode ser interpretado como um sinal de progresso, com um significado claro de que as ações empreendidas são o caminho a seguir. Mas o que nos deve preocupar é que <strong>o caminho mais favorável não se concretizou</strong>, uma vez que as novas projeções indicam que <strong>a meta de limitar o aquecimento global a 1,5 ºC está a tornar-se cada vez mais difícil de alcançar</strong>.</p><p>É importante recordar que os cenários combinam informações sobre <strong>demografia, economia, tecnologia, uso de energia e políticas públicas</strong> para construir diferentes futuros possíveis. Posteriormente, centros de investigação de todo o mundo introduzem esses cenários em modelos climáticos avançados que simulam a resposta da atmosfera, dos oceanos, dos gelos e dos ecossistemas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="770001" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/evora-e-beja-recebem-jardins-urbanos-para-aliviar-calor-extremo-no-verao.html" title="Évora e Beja recebem jardins urbanos para aliviar calor extremo no verão">Évora e Beja recebem jardins urbanos para aliviar calor extremo no verão</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/evora-e-beja-recebem-jardins-urbanos-para-aliviar-calor-extremo-no-verao.html" title="Évora e Beja recebem jardins urbanos para aliviar calor extremo no verão"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/evora-e-beja-recebem-jardins-urbanos-para-aliviar-calor-extremo-no-verao-1779368371739_320.jpg" alt="Évora e Beja recebem jardins urbanos para aliviar calor extremo no verão"></a></article></aside><p>E o resultado é que não existe uma previsão única, mas sim <strong>vários desfechos que permitem avaliar riscos e conceber estratégias de adaptação</strong>. Por isso, os cenários evoluem ao longo do tempo, à medida que a economia, a tecnologia ou as políticas energéticas mudam, pelo que as projeções utilizadas pela comunidade científica também devem ser atualizadas.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>Van Vuuren, D. P., O'Neill, B. C., Tebaldi, C., Sanderson, B. M., Chini, L. P., Friedlingstein, P., Hasegawa, T., Riahi, K., Govindasamy, B., Bauer, N., Eyring, V., Fall, C. M. N., Frieler, K., Gidden, M. J., Gohar, L. K., Högner, A., Jones, A. D., Kikstra, J., King, A., ... Ziehn, T. (2026). The Scenario Model Intercomparison Project for CMIP7 (ScenarioMIP-CMIP7). <em>Geoscientific Model Development</em>, <em>19</em>(7), 2627-2656. <a href="https://gmd.copernicus.org/articles/19/2627/2026/gmd-19-2627-2026.html" target="_blank">https://doi.org/10.5194/gmd-19-2627-2026</a></em></p><ul></ul>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/poem-fim-a-previsao-mais-assustadora-porque-e-que-os-cientistas-acabam-de-excluir-o-pior-futuro-climatico-possivel.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Cientistas portugueses descobrem nova espécie de fungo em frutos de medronheiro]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/cientistas-portugueses-descobrem-nova-especie-de-fungo-em-frutos-de-medronheiro.html</link><pubDate>Thu, 04 Jun 2026 16:21:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Uma equipa de investigadores da Universidade do Minho e do Instituto Politécnico de Castelo Branco identificou um microrganismo raro nas matas de Oleiros, batizado como Banningia arbuti.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/cientistas-portugueses-descobrem-nova-especie-de-fungo-em-frutos-de-medronheiro-1780577825851.jpg" data-image="3b65ljpvr8ro" alt="Medronheiro" title="Medronheiro"><figcaption>Uma equipa de investigadores da Universidade do Minho e do Instituto Politécnico de Castelo Branco identificou um microrganismo raro nas matas de Oleiros, batizado como Banningia arbuti.</figcaption></figure><p>As florestas ibéricas ainda escondem segredos microscópicos que só agora começam a ser revelados. No interior das bagas vermelhas e agridoce do <strong>medronheiro</strong>, uma árvore emblemática da bacia mediterrânica, cientistas portugueses detetaram uma <strong>nova espécie fúngica.</strong></p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O microrganismo recebeu o nome científico de <em>Banningia arbuti</em>. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Esta descoberta resulta de uma colaboração entre a <strong>Micoteca da Universidade do Minho</strong>, sediada em Braga, e a Escola Superior Agrária do Instituto <strong>Politécnico</strong> de <strong>Castelo Branco</strong>. </p><p>Os investigadores isolaram o espécime em <strong>Oleiros</strong> e partilharam os resultados no artigo publicado na revista especializada <em>International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology</em>.</p><h2>O segredo guardado nas bagas</h2><p>Até este momento, o género <em>Banningia</em> continha apenas uma única espécie registada a nível global. O achado em território nacional duplica o conhecimento sobre este grupo e ajuda a mapear a árvore da vida microbiana.</p><p>Os cientistas João Trovão, Nelson Lima, Joana Domingues, Célia Soares, Carla Santos e Cristina Pintado recorreram a <strong>análises morfológicas</strong>, <strong>moleculares</strong> e <strong>bioquímicas</strong> detalhadas para decifrar as propriedades do organismo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cientistas-portugueses-descobrem-nova-especie-de-fungo-em-frutos-de-medronheiro-1780577889091.jpg" data-image="hwcjn2tphv3k" alt="fungo Banningia arbuti" title="fungo Banningia arbuti"><figcaption>O fungo Banningia arbuti foi identificado e isolado nas matas do município de Oleiros, no distrito de Castelo Branco. Imagem: UMinho</figcaption></figure><p>O esforço conjunto permitiu clarificar a classificação da família <strong><em>Saccotheciaceae</em></strong>, um conjunto de fungos que permanece muito pouco explorado pela comunidade científica internacional.</p><h2>Aliados escondidos na floresta</h2><p>Os <strong>fungos</strong> que habitam no medronheiro desempenham um papel vital na sobrevivência e na regeneração desta árvore nos <strong>ecossistemas mediterrânicos</strong>.</p><p>Muitas destas espécies estabelecem uma <strong>relação simbiótica</strong> com as raízes da planta. Em troca dos açúcares que a árvore produz, estes parceiros microscópicos expandem a rede subterrânea. Essa cooperação otimiza a captação de água e de minerais, garantindo que o vegetal <strong>resista às secas severas</strong> e consiga <strong>vingar em solos áridos</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="763757" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/fungos-unicos-no-planeta-estao-esquecidos-e-em-vias-de-desaparecer-alerta-um-estudo-da-universidade-de-coimbra.html" title="Fungos únicos no planeta estão “esquecidos” e em vias de desaparecer, alerta um estudo da Universidade de Coimbra ">Fungos únicos no planeta estão “esquecidos” e em vias de desaparecer, alerta um estudo da Universidade de Coimbra </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/fungos-unicos-no-planeta-estao-esquecidos-e-em-vias-de-desaparecer-alerta-um-estudo-da-universidade-de-coimbra.html" title="Fungos únicos no planeta estão “esquecidos” e em vias de desaparecer, alerta um estudo da Universidade de Coimbra "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/fungos-unicos-no-planeta-estao-esquecidos-e-em-vias-de-desaparecer-alerta-um-estudo-da-universidade-de-coimbra-1776099359838_320.jpg" alt="Fungos únicos no planeta estão “esquecidos” e em vias de desaparecer, alerta um estudo da Universidade de Coimbra "></a></article></aside><p>Organismos dos géneros <em>Laccaria</em>, <em>Russula</em>, <em>Cortinarius</em> ou <em>Inocybe</em> são também essenciais para o equilíbrio dos ecossistemas mediterrânicos, transformando ramos mortos e folhas caídas em matéria orgânica. Este processo nutre a terra de forma contínua. </p><p>Compreender o <strong>microbioma do medronheiro</strong> surge, portanto, como um passo estratégico para valorizar a biodiversidade e proteger a economia local, muito assente na produção da tradicional <strong>aguardente de medronho</strong>.</p><h2>Um passaporte para a biotecnologia</h2><p>O trabalho de campo terminou, mas a utilidade desta descoberta científica está apenas a começar. A nova espécie encontra-se preservada na <strong>Micoteca da Universidade do Minho</strong>, ficando acessível a laboratórios de todos os cantos do mundo. </p><p>Os cientistas consideram o arquivo desta cultura viva uma <strong>oportunidade </strong>para <strong>promover a diversidade ecológica</strong> destes organismos e evidenciar as suas funções na natureza.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/cientistas-portugueses-descobrem-nova-especie-de-fungo-em-frutos-de-medronheiro-1780577982333.jpg" data-image="e63cl4j5tych" alt="Fungos" title="Fungos"><figcaption>A Micoteca da Universidade do Minho conserva milhares de microrganismos envolvidos em patentes, estabelecendo colaborações com a indústria e instituições académicas. Foto: Tú Nguyễn Thanh via Pixabay</figcaption></figure><p>Este acervo académico recebe, conserva e fornece uma <strong>coleção de milhares de fungos</strong>. A instituição possui certificação máxima, equipamentos de última geração e colaborações intensas com os setores da saúde e do ambiente. </p><div class="texto-destacado"><strong>“Esta descoberta demonstra a importância das coleções microbiológicas na preservação da biodiversidade e o nosso papel como infraestrutura de referência internacional na identificação e no estudo de fungos.” </strong><br>Nelson Lima, diretor da Micoteca da Universidade do Minho e presidente da Federação Mundial de Coleções de Culturas Microbianas.</div><p>O prestígio deste centro minhoto além-fronteiras é sustentado pelo estatuto de <strong>fiel depositário de microrganismos </strong>envolvidos em <strong>processos patenteados</strong>, uma distinção conferida pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual. </p><p>O espaço acolhe ainda a sede nacional da <strong>Infraestrutura Europeia de Investigação de Recursos Microbianos</strong>, uma plataforma apoiada pela União Europeia que atua como um polo de formação altamente especializado para o desenvolvimento sustentável.</p><h2>As potencialidades da<em> Banningia arbuti</em></h2><p>A comunidade científica internacional assume agora a missão de testar o comportamento do microrganismo em diversas frentes. Os especialistas admitem que os futuros testes bioquímicos poderão revelar <strong>capacidades inesperadas</strong> ao longo dos próximos anos. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="716853" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/investigadores-portugueses-descobrem-fungo-fossilizado-com-300-milhoes-de-anos-na-serra-do-bucaco.html" title="Investigadores portugueses descobrem fungo fossilizado com 300 milhões de anos na Serra do Buçaco">Investigadores portugueses descobrem fungo fossilizado com 300 milhões de anos na Serra do Buçaco</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/investigadores-portugueses-descobrem-fungo-fossilizado-com-300-milhoes-de-anos-na-serra-do-bucaco.html" title="Investigadores portugueses descobrem fungo fossilizado com 300 milhões de anos na Serra do Buçaco"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/investigadores-portugueses-descobrem-fungo-fossilizado-com-300-milhoes-de-anos-na-serra-do-bucaco-1750850072023_320.jpg" alt="Investigadores portugueses descobrem fungo fossilizado com 300 milhões de anos na Serra do Buçaco"></a></article></aside><p>A expectativa é que a <em>Banningia arbuti</em> possa originar <strong>enzimas </strong>de interesse industrial ou novos <strong>compostos antimicrobianos</strong> para a medicina. Na esfera da produção regional, os investigadores pretendem avaliar se este ser vivo intervém de modo direto na fermentação natural que transforma o fruto na famosa bebida espirituosa portuguesa.</p><h3><em>Referência do artigo</em></h3><p><em><a href="https://www.uminho.pt/PT/siga-a-uminho/Paginas/Detalhe-do-evento.aspx?Codigo=68649" target="_blank">Nova espécie de fungo descoberta em medronheiros portugueses</a>. Universidade do Minho</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/cientistas-portugueses-descobrem-nova-especie-de-fungo-em-frutos-de-medronheiro.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Especialista da Meteored avisa para a intensidade do jato polar: "vai influenciar o tempo durante mais sete dias"]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/especialista-da-meteored-avisa-para-a-intensidade-do-jato-polar-vai-influenciar-o-tempo-durante-mais-sete-dias.html</link><pubDate>Thu, 04 Jun 2026 15:29:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A corrente de jato polar deverá manter-se intensa e ondulante nos próximos dias, contribuindo para uma maior influência atlântica sobre Portugal Continental. O que é que isto significa? Confira aqui!</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xad5xec"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xad5xec.jpg" id="xad5xec"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Como referimos em previsões anteriores, <strong>a corrente de jato polar encontra-se intensa e ondulada, influenciando o estado de tempo em Portugal Continental</strong>. Mas quais são os principais fatores que se devem a esta influência? Descubra aqui!</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>No atual cenário atmosférico, a influência da corrente de jato polar deverá <strong>continuar a sentir-se com maior expressão no litoral Norte e Centro do país</strong>, tal como tem acontecido nos últimos dias.</p><h2>Corrente de jato polar intensa nos próximos sete dias: quais os efeitos? </h2><p>O atual padrão atmosférico que se verifica no litoral Norte e Centro, com dias parcialmente cinzentos, <strong>chuva fraca e descida das temperaturas deve-se à forte ondulação do jato polar</strong>, que, regra geral, contribui para uma maior frequência e intensidade de depressões atlânticas quando estamos nas estações do ano mais propícias a.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/especialista-da-meteored-alerta-para-a-intensidade-do-jato-polar-vai-influenciar-o-tempo-durante-mais-sete-dias-1780576123569.png" data-image="t6u0pqk4eyy3" alt="vento a 300 hpa" title="vento a 300 hpa"><figcaption>Um jato polar ondulante e intenso resulta numa maior influência atlântica, contribuindo, acima de tudo, para temperaturas mais baixas no litoral, assim como mais nebulosidade e mais vento.</figcaption></figure><p>No entanto, <strong>os efeitos desta corrente podem variar conforme a posição da mesma</strong>. Caso esta se encontre em<strong> latitudes mais elevadas</strong>, poderá favorecer condições mais secas e quentes, devido à formação de cristas subtropicais, assim como também pode contribuir para uma intensificação do anticiclone dos Açores e ainda facilitar a advecção de massas de ar quente provenientes de África.</p><p>Contudo, caso esta se encontre a<strong> latitudes mais baixas</strong>, que deverá ser este o caso nos próximos dias, tal como conseguimos observar no mapa acima, os efeitos poderão ser opostos. Tais como, a possibilidade de uma maior instabilidade atmosférica, podendo traduzir-se em aguaceiros e trovoadas, temperaturas mais contidas e possível formação de gotas frias (tal como as que aconteceram por diversas vezes na primavera climatológica) ou depressões isoladas em altitude.</p><h2>O que poderemos verificar no tempo em Portugal nos próximos dias?</h2><p>Desta forma, e como também já fomos mencionando em previsões anteriores, <strong>os próximos dias contarão com fluxo predominante de norte ou noroeste</strong>, contribuindo para uma maior influência atlântica que resulta em dias com <strong>maior nebulosidade</strong>, especialmente junto ao litoral, em <strong>episódios de chuva fraca</strong>, também prevista essencialmente para o noroeste do país, e em <strong>temperaturas mais baixas</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772219" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/grande-mudanca-nos-mapas-de-tempo-a-partir-de-quarta-feira-dia-10-a-crista-africana-vai-chegar-a-portugal.html" title="Grande mudança nos mapas de tempo: a partir de quarta-feira, dia 10, a crista africana vai chegar a Portugal">Grande mudança nos mapas de tempo: a partir de quarta-feira, dia 10, a crista africana vai chegar a Portugal</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/grande-mudanca-nos-mapas-de-tempo-a-partir-de-quarta-feira-dia-10-a-crista-africana-vai-chegar-a-portugal.html" title="Grande mudança nos mapas de tempo: a partir de quarta-feira, dia 10, a crista africana vai chegar a Portugal"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/grande-mudanca-nos-mapas-de-tempo-a-partir-de-quarta-feira-dia-10-a-crista-africana-vai-chegar-a-portugal-1780572492665_320.png" alt="Grande mudança nos mapas de tempo: a partir de quarta-feira, dia 10, a crista africana vai chegar a Portugal"></a></article></aside><p><strong>O contraste das temperaturas deverá ser o efeito mais visível nos próximos dias</strong>, principalmente a partir do início da próxima semana, que indica uma subida gradual das temperaturas no interior, onde as máximas esperadas podem alcançar os 34 ºC, enquanto no litoral os termómetros continuarão a registar valores entre os 17 ºC e os 23 ºC, de grosso modo. </p><p>Porém, <strong>as atuais previsões indicam que a meio de junho este cenário poderá mudar</strong>, resultando numa subida acentuada das temperaturas também no litoral Norte e Centro do país. Todavia, aconselhamos que se mantenha atento às próximas atualizações.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/especialista-da-meteored-avisa-para-a-intensidade-do-jato-polar-vai-influenciar-o-tempo-durante-mais-sete-dias.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Incrível: o primeiro voo tripulado para Marte está previsto para 2034?]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/incrivel-o-primeiro-voo-tripulado-para-marte-esta-previsto-para.html</link><pubDate>Thu, 04 Jun 2026 15:05:48 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>A SpaceX e Chun Wang, um investidor maltês, anunciaram planos para a primeira missão tripulada de sobrevoo de Marte, uma viagem extraordinária que poderá realizar-se já em 2034!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/incroyable-le-premier-vol-habite-vers-mars-prevu-pour-1779953329160.jpeg" data-image="dkdc3r8mqous" alt="Marte" title="Marte"><figcaption>Segundo a SpaceX, a nave espacial Starship que transporta Chun Wang poderá voar para Marte em agosto de 2034.</figcaption></figure><p>O investidor em criptomoedas Chun Wang quer ser o primeiro ser humano a entrar em órbita de Marte a bordo da nave Starship da SpaceX, uma viagem que poderá <strong>ser possível já em 2034</strong>, segundo a empresa norte-americana! </p><h2>Será que a viagem é viável?</h2><p>Embora Chun Wang, um empresário nascido em Malta e de origem chinesa, tenha acumulado a sua fortuna e construído uma reputação no mundo das criptomoedas, também se destacou no setor espacial. Mais concretamente, financiou e lançou a missão Fram2 em 2025, tornando-se <strong>o primeiro civil a realizar um voo tripulado a bordo de uma cápsula Crew Dragon sobre os pólos terrestres</strong>.</p><p>No entanto, Chun Wang não tencionava contentar-se com esta experiência, por si só já incrível. Agora, está a colaborar com a SpaceX para <strong>concretizar um sobrevoo tripulado de Marte</strong>, o que constituiria um marco na história da humanidade!</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="fr" dir="ltr"> SpaceX annonce sa première mission interplanétaire habitée : un survol de Mars sans atterrissage à bord dun Starship. La mission, dune durée de 2 ans, embarquera Chun Wang, le commandant de la précédente mission Fram2. <a href="https://t.co/uPMfWt9LIy">pic.twitter.com/uPMfWt9LIy</a></p>— Xplora (@XploraSpace) <a href="https://x.com/XploraSpace/status/2057751331457163487?ref_src=twsrc%5Etfw">May 22, 2026</a></blockquote></figure><p>O investidor maltês é, de facto, a favor de uma abordagem gradual em relação ao Planeta Vermelho. Embora muitos esperem que os humanos pise diretamente em Marte, Chun Wang defende<strong> uma abordagem mais "razoável"</strong>, começando com um <strong>sobrevoo orbital</strong> antes de qualquer missão tripulada à superfície do planeta. Segundo ele, este primeiro sobrevoo <em>"acenderá a faísca, despertará a imaginação e criará o impulso necessário" </em>para futuras missões mais ambiciosas.</p><p>Esta visão pragmática foi<strong> aceite e promovida pela SpaceX</strong>, que está sempre disposta a considerar as ideias de investidores abastados para demonstrar a superioridade do seu sistema de transporte. No entanto, antes de embarcar numa missão a Marte, Chun Wang deseja realizar um voo de teste à volta da Lua, o que já constitui, por si só, uma aventura extraordinária.</p><h2>Uma missão que poderá ser concluída já em 2034?</h2><p>Segundo a SpaceX, este tipo de missão é viável num futuro relativamente próximo. Na verdade, o multimilionário e a SpaceX já acordaram uma data: <strong>21 de agosto de 2034</strong>. Este primeiro voo tripulado a Marte teria, portanto, lugar dentro de aproximadamente oito anos, um projeto que parece ambicioso se tivermos em conta o progresso da missão Artemis.</p><p>No entanto, o projeto parece estar bastante avançado entre os dois parceiros, uma vez que, segundo consta, já foi elaborado um <strong>plano de voo</strong>. Segundo a SpaceX, a nave Starship reabastecer-se-ia de combustível na órbita terrestre baixa antes de se dirigir para Vénus e, posteriormente, aproveitando a atração gravitacional do planeta, seria impulsionada em direção a Marte, onde chegaria <strong>em junho de 2035</strong>. Está mesmo a ser considerada uma passagem por Fobos, uma das duas luas de Marte.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Fram2s Mission Commander <a href="https://x.com/satofishi?ref_src=twsrc%5Etfw">@satofishi</a> is set to fly aboard Starships first interplanetary human spaceflight mission <a href="https://t.co/7ehxZJSGXd">https://t.co/7ehxZJSGXd</a> <a href="https://t.co/YkzvgDxMC9">pic.twitter.com/YkzvgDxMC9</a></p>— SpaceX (@SpaceX) <a href="https://x.com/SpaceX/status/2057602409937912158?ref_src=twsrc%5Etfw">May 21, 2026</a></blockquote></figure><p>Uma viagem de ida e volta a Marte deste tipo duraria <strong>aproximadamente dois anos</strong>, o que significa que Chun Wang se tornaria não só o primeiro ser humano a sobrevoar Marte, mas também o astronauta com <strong>o voo espacial mais longo até à data</strong>. O recorde atual é detido por Valeri Polyakov, que passou 437 dias, 17 horas e 58 minutos no espaço a bordo da estação espacial Mir entre 1994 e 1995.</p><p>No papel, esta futura missão espacial tem todo o potencial para se tornar <strong>um</strong> <strong>acontecimento histórico</strong>, especialmente dada a sua duração relativamente curta. No entanto, recomenda-se cautela. De facto, não é raro que este tipo de missões ambiciosas, financiadas com fundos privados, sejam <strong>canceladas no último momento</strong>, como aconteceu com o projeto dearMoon, que tinha como objetivo levar um multimilionário japonês a uma órbita lunar a bordo de uma nave Starship antes de a missão ser abruptamente cancelada.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771370" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/missao-psyche-da-nasa-rumo-a-cintura-de-asteroides-ganha-impulso-com-a-aproximacao-a-marte.html" title="Missão Psyche da NASA rumo à Cintura de Asteroides ganha impulso com a aproximação a Marte">Missão Psyche da NASA rumo à Cintura de Asteroides ganha impulso com a aproximação a Marte</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/missao-psyche-da-nasa-rumo-a-cintura-de-asteroides-ganha-impulso-com-a-aproximacao-a-marte.html" title="Missão Psyche da NASA rumo à Cintura de Asteroides ganha impulso com a aproximação a Marte"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nasa-s-psyche-mission-toward-the-asteroid-belt-gains-speed-from-mars-flyby-1779921273156_320.jpg" alt="Missão Psyche da NASA rumo à Cintura de Asteroides ganha impulso com a aproximação a Marte"></a></article></aside><p>Até 2034, <strong>será necessário enfrentar inúmeros desafios técnicos</strong>; a Starship ainda não está totalmente operacional, para não falar dos <strong>riscos para a saúde </strong>que um voo espacial tão longo acarreta. No entanto, o financiamento privado poderá tornar este tipo de viagens espaciais de longa duração uma realidade mais cedo do que o previsto, o que é uma excelente notícia.</p><h3><em>Referência da notícia:</em></h3><p><em><a href="https://www.lesnumeriques.com/astronomie-conquete-spatiale/un-milliardaire-de-la-crypto-s-offre-un-voyage-fou-autour-de-mars-avec-spacex-n256287.html" target="_blank">SpaceX anuncia un vuelo tripulado a Marte para agosto de 2034 con un multimillonario de las criptomonedas</a></em><em> , Les Numériques (23 de mayo de 2026), Brice Haziza</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/incrivel-o-primeiro-voo-tripulado-para-marte-esta-previsto-para.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Alterações na circulação atmosférica que afetam Portugal: a NAO+ irá permanecer em vigor até 11 de junho]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/alteracoes-na-circulacao-atmosferica-que-afetam-portugal-a-nao-ira-permanecer-em-vigor-ate-11-de-junho.html</link><pubDate>Thu, 04 Jun 2026 14:15:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A NAO+ deverá manter-se dominante até 11 de junho, mas não impedirá totalmente alguma instabilidade em Portugal. Depois, o bloqueio escandinavo poderá alterar a circulação atmosférica e aproximar depressões da Península Ibérica.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xad5yxq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xad5yxq.jpg" id="xad5yxq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A circulação atmosférica no Atlântico Norte deverá atravessar mudanças ao longo de junho. Apesar de os modelos apontarem para a manutenção de uma <strong>fase positiva da Oscilação do Atlântico Norte (NAO+)</strong> durante os próximos dias, a segunda metade do mês poderá ser influenciada por um regime de bloqueio escandinavo.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Estas alterações poderão condicionar a temperatura, a precipitação e a estabilidade atmosférica em Portugal.</p><h2>Primeira semana de junho: NAO+ mas com alguma instabilidade</h2><p>Os mais recentes dados do<strong> ECMWF indicam que a NAO+ continuará dominante até cerca de 11 de junho</strong>.<strong> </strong>Este regime está habitualmente associado a tempo mais estável na Península Ibérica, uma vez que favorece a presença do Anticiclone dos Açores e desvia as principais depressões para latitudes mais elevadas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alteracoes-na-circulacao-atmosferica-que-afetam-portugal-a-nao-ira-permanecer-em-vigor-ate-11-de-junho-1780575733465.jpg" data-image="egesfoqebn9d" alt="Regimes atmosféricos previstos pelo ECMWF" title="Regimes atmosféricos previstos pelo ECMWF"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-920031">O gráfico sub-sazonal mostra a NAO+ dominante até cerca de 11 de junho, seguida por uma provável transição para bloqueio escandinavo durante a segunda metade do mês e até meados de julho.</figcaption></figure><p>Contudo, a situação atual apresenta algumas particularidades. O Anticiclone dos Açores encontra-se posicionado relativamente a sul, em latitudes próximas das subtropicais africanas, o que <strong>reduz parcialmente a sua capacidade de bloquear a circulação atlântica</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alteracoes-na-circulacao-atmosferica-que-afetam-portugal-a-nao-ira-permanecer-em-vigor-ate-11-de-junho-1780575792063.png" data-image="rklg1fdqijsu" alt="Pressão, chuva, nuvens" title="Pressão, chuva, nuvens"><figcaption>Apesar do domínio da NAO+, o Anticiclone dos Açores encontra-se deslocado para latitudes mais baixas, permitindo a aproximação de instabilidade atlântica a Portugal.</figcaption></figure><p>Como consequência, algumas depressões do Atlântico Norte conseguem aproximar-se da Península Ib��rica, provocando uma descida das temperaturas, aumento da nebulosidade e possibilidade de precipitação fraca, sobretudo nas regiões Norte e Centro. Apesar disso, <strong>não são esperados fenómenos meteorológicos significativos</strong>.</p><h2>Tempo mais estável e temperaturas em recuperação</h2><p>Entre os dias 8 e 11 de junho, os modelos sugerem uma diminuição gradual da instabilidade. O Anticiclone dos Açores deverá reforçar-se e expandir a sua influência para leste, favorecendo um <strong>período mais seco e relativamente estável</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alteracoes-na-circulacao-atmosferica-que-afetam-portugal-a-nao-ira-permanecer-em-vigor-ate-11-de-junho-1780575835712.png" data-image="xbcuebqx2g11" alt="Temperatura" title="Temperatura"><figcaption>O Anticiclone dos Açores deverá ganhar influência no início da segunda semana de junho, favorecendo tempo mais seco, menos nebulosidade e temperaturas em recuperação.</figcaption></figure><p>Embora continuem a existir várias depressões ativas no Atlântico Norte, estas deverão permanecer suficientemente afastadas para limitar os seus efeitos sobre Portugal. As <strong>temperaturas poderão recuperar gradualmente</strong>, regressando a valores mais elevados do que o habitual para a época do ano.</p><h2>A partir de 11 de junho chega o bloqueio escandinavo</h2><p>Os cenários de médio e longo prazo indicam uma transição para um regime de bloqueio escandinavo (Scandinavian Blocking). Este padrão caracteriza-se pela <strong>instalação de altas pressões persistentes sobre o norte da Europa, particularmente sobre a Escandinávia</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/alteracoes-na-circulacao-atmosferica-que-afetam-portugal-a-nao-ira-permanecer-em-vigor-ate-11-de-junho-1780576733527.jpg" data-image="cna6zkytq4sr" alt="Chuva, pressão" title="Chuva, pressão"><figcaption>Com altas pressões sobre o norte da Europa, as depressões atlânticas poderão ser desviadas para latitudes mais baixas, aproximando-se da Península Ibérica.</figcaption></figure><p>Quando este bloqueio se estabelece, as depressões atlânticas deixam de seguir a sua trajetória habitual pelo norte do continente e<strong> tendem a ser desviadas para latitudes mais baixas, aproximando-se da Península Ibérica</strong>, França ou Mediterrâneo ocidental.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772223" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/este-sabado-preve-se-que-as-temperaturas-subam-ate-7-c-em-varias-regioes-do-sul-de-portugal-continental.html" title="Este sábado prevê-se que as temperaturas subam até 7 ºC em várias regiões do sul de Portugal continental">Este sábado prevê-se que as temperaturas subam até 7 ºC em várias regiões do sul de Portugal continental</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/este-sabado-preve-se-que-as-temperaturas-subam-ate-7-c-em-varias-regioes-do-sul-de-portugal-continental.html" title="Este sábado prevê-se que as temperaturas subam até 7 ºC em várias regiões do sul de Portugal continental"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/este-sabado-preve-se-que-as-temperaturas-subam-ate-7-c-em-varias-regioes-do-sul-de-portugal-continental-1780577820135_320.png" alt="Este sábado prevê-se que as temperaturas subam até 7 ºC em várias regiões do sul de Portugal continental"></a></article></aside><p>Apesar da entrada em regime de bloqueio escandinavo, ainda não é possível concluir que Portugal enfrentará necessariamente um período instável. Durante o verão, a presença simultânea de um<strong> Anticiclone dos Açores forte pode limitar a progressão das depressões e favorecer tempo seco e quente</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/alteracoes-na-circulacao-atmosferica-que-afetam-portugal-a-nao-ira-permanecer-em-vigor-ate-11-de-junho.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Este sábado prevê-se que as temperaturas subam até 7 ºC em várias regiões do sul de Portugal continental]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/este-sabado-preve-se-que-as-temperaturas-subam-ate-7-c-em-varias-regioes-do-sul-de-portugal-continental.html</link><pubDate>Thu, 04 Jun 2026 13:01:27 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Após vários dias com temperaturas relativamente amenas, o próximo sábado deverá trazer um aquecimento mais expressivo ao sul de Portugal continental, com subidas que poderão atingir os 7 ºC em algumas regiões.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xad5z2g"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xad5z2g.jpg" id="xad5z2g"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Depois de vários dias com temperaturas relativamente amenas para a época do ano, o próximo sábado deverá trazer um aquecimento mais significativo a várias regiões de Portugal continental. <strong>As previsões apontam para uma subida das temperaturas máximas, especialmente no sul do país</strong>, onde os valores poderão situar-se acima da média climatológica para o início de junho.</p><h2>Temperaturas sobem gradualmente ao longo dos próximos dias</h2><p><strong>As previsões meteorológicas apontam para uma subida gradual das temperaturas entre quinta-feira e sábado em Portugal continental</strong>. Depois de uma quinta e sexta-feira marcadas por valores relativamente moderados, o primeiro sábado de junho deverá apresentar um cenário mais quente, sobretudo nas regiões do sul do país.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-sabado-preve-se-que-as-temperaturas-subam-ate-7-c-em-varias-regioes-do-sul-de-portugal-continental-1780577763123.png" data-image="jh8ufaix8r91"><figcaption>O sábado deverá ser o dia mais quente do período, com temperaturas mais elevadas em várias regiões do sul de Portugal continental.</figcaption></figure><p> Esta evolução estará associada à influência de uma massa de ar mais quente sobre a Península Ibérica e à manutenção de condições atmosféricas estáveis, favorecendo uma maior acumulação de calor durante as horas diurnas. </p><h2>Alentejo, Algarve e Beira Baixa destacam-se pela subida térmica</h2><p><strong>As regiões que deverão registar o aumento mais significativo das temperaturas máximas serão o Alentejo, o Algarve e a Beira Baixa</strong>. Em algumas localidades, <strong>os valores previstos para sábado poderão ser até 7 ºC superiores aos observados na sexta-feira.</strong></p><p>As temperaturas máximas deverão <strong>aproximar-se ou ultrapassar localmente os 30 ºC</strong> nas zonas mais quentes do interior sul, enquanto no litoral os valores serão geralmente mais moderados devido à influência marítima.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772220" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/6-c-de-anomalia-de-calor-em-portugal-o-modelo-europeu-pinta-de-vermelho-a-segunda-semana-de-junho.html" title="6 °C de anomalia de calor em Portugal: o modelo europeu pinta de vermelho a segunda semana de junho">6 °C de anomalia de calor em Portugal: o modelo europeu pinta de vermelho a segunda semana de junho</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/6-c-de-anomalia-de-calor-em-portugal-o-modelo-europeu-pinta-de-vermelho-a-segunda-semana-de-junho.html" title="6 °C de anomalia de calor em Portugal: o modelo europeu pinta de vermelho a segunda semana de junho"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/6-c-de-anomalia-de-calor-em-portugal-o-modelo-europeu-pinta-de-vermelho-a-segunda-semana-de-junho-1780573156344_320.png" alt="6 °C de anomalia de calor em Portugal: o modelo europeu pinta de vermelho a segunda semana de junho"></a></article></aside><p>Embora o aquecimento seja mais evidente no sul, outras regiões do território continental também deverão registar uma subida gradual das temperaturas durante o fim de semana.</p><h2>Temperaturas acima da média para o início de junho</h2><p>Os mapas de anomalia térmica sugerem que várias regiões do sul do país poderão apresentar <strong>temperaturas entre 3 e 5 ºC </strong>acima da média climatológica para esta época do ano.</p><p><strong>Esta situação não configura, para já, um episódio de calor extremo</strong>, mas evidencia uma mudança relativamente aos dias anteriores, quando várias áreas do território registavam valores mais próximos ou ligeiramente abaixo da média.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-sabado-preve-se-que-as-temperaturas-subam-ate-7-c-em-varias-regioes-do-sul-de-portugal-continental-1780577732264.png" data-image="i9tlv1svtygd"><figcaption>As temperaturas poderão situar-se vários graus acima da média para o início de junho em grande parte do sul do país.</figcaption></figure><p> A tendência aponta para um sábado mais quente e estável, sendo aconselhável acompanhar as próximas atualizações dos modelos meteorológicos para perceber se este padrão de aquecimento se prolongará nos dias seguintes. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/este-sabado-preve-se-que-as-temperaturas-subam-ate-7-c-em-varias-regioes-do-sul-de-portugal-continental.html</guid><dc:creator><![CDATA[Afonso Lopes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Grande mudança nos mapas de tempo: a partir de quarta-feira, dia 10, a crista africana vai chegar a Portugal]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/grande-mudanca-nos-mapas-de-tempo-a-partir-de-quarta-feira-dia-10-a-crista-africana-vai-chegar-a-portugal.html</link><pubDate>Thu, 04 Jun 2026 11:53:38 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Após dias mais cinzentos e frescos, especialmente no litoral Norte e Centro, há mudança à vista para a próxima semana, com a chegada de mais calor.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xad5ork"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xad5ork.jpg" id="xad5ork"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Entre hoje e amanhã, sexta-feira, o Norte e Centro de Portugal, especialmente nas cidades do litoral, deverão<strong> registar temperaturas máximas mais contidas, face ao resto do país</strong>. Viana do Castelo, Porto e Aveiro deverão ser as cidades mais frescas destas regiões, com valores entre os 17 ºC e os 19 ºC.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>No entanto, esta <strong>tendência poderá começar a mudar a partir de sábado</strong>, dia 6 de junho, onde os termómetros poderão registar uma subida destes valores, devendo a cidade de Viana do Castelo ser a única capital de distrito com temperatura máxima abaixo de 20 ºC. O Porto deverá registar 21 ºC, Braga 23 ºC e Vila Real e Bragança 24 ºC. No Sul, a região mais quente do país nesse dia, a cidade de Beja poderá registar 30 ºC.</p><h2>Domingo, dia 7, registará uma subida das temperaturas mais acentuada na faixa interior</h2><p><strong>Entre sábado e domingo espera-se uma subida térmica ao longo de toda a faixa interior, desde Bragança até ao interior de Beja</strong>. Desta forma, são esperados valores máximos entre os 28 ºC e os 32 ºC, respetivamente. A nível local, esperam-se máximas até aos 33 ºC no Vale do Douro e Beira Interior, e até aos 34 ºC no Baixo Alentejo. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/grande-mudanca-nos-mapas-de-tempo-a-partir-de-quarta-feira-dia-10-a-crista-africana-vai-chegar-a-portugal-1780572492665.png" data-image="za4e4h6vfjoj" alt="temperatura do ar à superfície" title="temperatura do ar à superfície"><figcaption>A partir do início da próxima semana, os termómetros já poderão registar valores na ordem dos 34 ºC em alguns locais, especialmente do Sul do país.</figcaption></figure><p>Junto à <strong>faixa litoral a tendência de valores mais contidos deverá permanecer</strong>, com as cidades costeiras a registarem valores entre os entre os 17 ºC e os 19 ºC, no litoral entre Viana do Castelo e Caldas da Rainha. Mais a sul, já se esperam valores entre os 20 ºC e os 23 ºC.</p><p>Nos dias seguintes,<strong> segunda e terça-feira, este contraste entre Litoral e Interior e entre Norte e Centro, e Sul, deverá manter-se</strong>, segundo a mais recente atualização dos nossos mapas. Nestes dias esperam-se, de grosso modo, valores entre os 18 ºC e os 23 ºC no litoral e valores entre os 31 ºC e os 34 ºC no interior, como podemos observar no mapa acima.</p><h2>A partir de quarta-feira os valores poderão subir, essencialmente no interior Centro e Sul</h2><p>A atual previsão mostra-nos uma <strong>nova subida das temperaturas, devido à crista (ou dorsal) africana</strong>, que se traduz por uma extensão de altas pressões e contribui para bloquear a chegada frentes frias a Portugal, atraindo, consequentemente, uma massa de ar quente e seco. No entanto, <strong>esta subida não deverá ser sentida em todo o país, pelo menos nos primeiros dias</strong>. É expectável que esta influencie os termómetros a partir de quarta-feira, dia 10 de junho, mas com maior expressão no interior Centro e Sul.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772220" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/6-c-de-anomalia-de-calor-em-portugal-o-modelo-europeu-pinta-de-vermelho-a-segunda-semana-de-junho.html" title="6 °C de anomalia de calor em Portugal: o modelo europeu pinta de vermelho a segunda semana de junho">6 °C de anomalia de calor em Portugal: o modelo europeu pinta de vermelho a segunda semana de junho</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/6-c-de-anomalia-de-calor-em-portugal-o-modelo-europeu-pinta-de-vermelho-a-segunda-semana-de-junho.html" title="6 °C de anomalia de calor em Portugal: o modelo europeu pinta de vermelho a segunda semana de junho"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/6-c-de-anomalia-de-calor-em-portugal-o-modelo-europeu-pinta-de-vermelho-a-segunda-semana-de-junho-1780573156344_320.png" alt="6 °C de anomalia de calor em Portugal: o modelo europeu pinta de vermelho a segunda semana de junho"></a></article></aside><p>Nesse dia, espera-se uma<strong> subida dos valores face ao dia anterior, na Beira Interior e no Alentejo</strong>, junto à fronteira com Espanha. No dia seguinte, quinta-feira, espera-se nova subida numa área mais alargada, mas abrangendo essencialmente regiões mais afastadas do litoral, do Centro e Sul.</p><p>Ao que tudo indica, na sexta-feira, dia 12, poderá haver uma interrupção desta subida, no entanto, ao que conseguimos apurar no momento da redação desta previsão é que a partir de sábado, dia 13, poderá dar-se uma nova subida, que <strong>deverá manter-se até à semana seguinte e abranger praticamente todo o país</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/grande-mudanca-nos-mapas-de-tempo-a-partir-de-quarta-feira-dia-10-a-crista-africana-vai-chegar-a-portugal.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[6 °C de anomalia de calor em Portugal: o modelo europeu pinta de vermelho a segunda semana de junho]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/6-c-de-anomalia-de-calor-em-portugal-o-modelo-europeu-pinta-de-vermelho-a-segunda-semana-de-junho.html</link><pubDate>Thu, 04 Jun 2026 11:39:57 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Ao longo da segunda semana de junho uma massa de ar quente irá pairar sobre Portugal continental, deixando temperaturas potencialmente até 6 ºC acima da média da época.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xad5spu"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xad5spu.jpg" id="xad5spu"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Após uma reta final de maio invulgarmente quente, os valores desta primeira semana de junho estão significativamente mais baixos - sobretudo no litoral Norte e Centro -, embora <strong>as temperaturas se mantenham elevadas no interior alentejano e Sotavento Algarvio</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>No vídeo</strong><br>Uma crista subtropical será favorável à instalação de uma massa de ar mais quente sobre o interior Norte e Centro, bem como grande parte do Sul de Portugal continental, onde poderão ser atingidos 35 ºC ou, localmente, até mesmo valores superiores.</div><p>Para a próxima semana vislumbra-se o predomínio de um tempo estável devido ao estabelecimento de uma crista que permitirá a chegada de uma massa de ar quente. Deste modo, é esperada uma <strong>nova subida das temperaturas</strong>, sendo expectável que <strong>em grande parte do país se registem até 6 ºC acima da média para a época</strong>, de acordo com o modelo europeu (ECMWF).</p><h2>Massa de ar quente sobre a Península Ibérica deixará anomalias positivas de até 6 ºC em Portugal</h2><p>O mapa de anomalias do modelo europeu para a <strong>semana de 8 a 15 de junho aponta para um cenário caracterizado por temperaturas claramente superiores ao habitual</strong> em grande parte da geografia de Portugal, incluindo parte do território insular (Açores).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/6-c-de-anomalia-de-calor-em-portugal-o-modelo-europeu-pinta-de-vermelho-a-segunda-semana-de-junho-1780572171564.png" data-image="52czelps3exm"><figcaption>Prevê-se o estabelecimento de uma massa de ar quente sobre grande parte do território português na próxima semana.</figcaption></figure><p><strong>Portugal continental aparece quase totalmente coberto por tons avermelhados, sinal evidente de um tempo mais quente do que o normal para esta época do ano</strong>, embora com diferenças significativas entre regiões. Neste contexto de anomalias térmicas positivas surge também o <strong>arquipélago dos Açores</strong>, onde se observam temperaturas ligeiramente acima do normal (<strong>até 1 ºC acima da média</strong>, especialmente nos Grupos Central e Oriental).</p><p>As anomalias mais significativas deverão concentrar-se em vastas zonas do interior da unidade territorial do Continente, abrangendo a quase totalidade da <strong>Região Norte, Viseu Dão-Lafões, Beiras e Serra da Estrela e Beira Baixa, e ainda o Alto e Baixo Alentejo</strong>, onde o modelo chega a indicar anomalias positivas próximas ou mesmo localmente superiores a <strong>6 ºC em relação à média climatológica de referência</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/6-c-de-anomalia-de-calor-em-portugal-o-modelo-europeu-pinta-de-vermelho-a-segunda-semana-de-junho-1780572080995.jpg" data-image="14z9dc3v8mc6"><figcaption>O modelo europeu indica anomalias térmicas positivas para quase todo o território português na segunda semana de junho, exceto no arquipélago da Madeira. </figcaption></figure><p>Isto sugere que se registarão dias com um calor muito mais típico de uma fase mais avançada do verão do que de um início de junho. No resto do território de Portugal continental, mais influenciado pelo efeito de proximidade ao oceano Atlântico, também se observa um <strong>predomínio de anomalias térmicas positivas, embora um pouco mais moderadas, geralmente entre 1 e 3 ºC acima do normal</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772104" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/portugal-continental-tera-mais-quatro-dias-de-influencia-polar-antes-de-mudanca-no-estado-do-tempo.html" title="Portugal continental terá mais quatro dias de influência polar antes de mudança no estado do tempo">Portugal continental terá mais quatro dias de influência polar antes de mudança no estado do tempo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/portugal-continental-tera-mais-quatro-dias-de-influencia-polar-antes-de-mudanca-no-estado-do-tempo.html" title="Portugal continental terá mais quatro dias de influência polar antes de mudança no estado do tempo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-continental-tera-mais-quatro-dias-de-influencia-polar-antes-de-mudanca-no-estado-do-tempo-1780496184583_320.png" alt="Portugal continental terá mais quatro dias de influência polar antes de mudança no estado do tempo"></a></article></aside><p>Por outro lado, o litoral Oeste e alguns outros pontos da faixa costeira ocidental poderão ficar um pouco mais à margem do excesso de calor graças não só ao efeito termorregulador do mar, como também à nortada. A exceção poderá ser assumida pelo <strong>arquipélago da Madeira</strong>, região autónoma insular na qual se observam anomalias térmicas negativas generalizadas, o que se traduziria em <strong>temperaturas ligeiramente mais baixas do que o habitual (até 1 ºC abaixo da média)</strong>.</p><h2>A segunda semana de junho pode registar uma intensificação temporária do calor nestas datas</h2><p>A segunda semana de junho será caracterizada por uma <strong>subida gradual das temperaturas em grande parte de Portugal</strong>, estimulada pelo reforço das altas pressões e pela chegada de uma massa de ar mais quente.</p><p>Apesar de o tempo estar quente desde o início da semana, é esperado que o calor se intensifique com o passar dos dias. <strong>Para segunda (8) e terça-feira (9)</strong> já se preveem valores claramente acima da média registada num início de junho, especialmente no <strong>vale do Douro, Beira Baixa, Alentejo e Sotavento Algarvio</strong>, Algarve, onde as temperaturas máximas variarão entre os <strong>30 e os 35 ºC</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/6-c-de-anomalia-de-calor-em-portugal-o-modelo-europeu-pinta-de-vermelho-a-segunda-semana-de-junho-1780571760263.jpg" data-image="subbqo0vzjbv"><figcaption>De momento, o pico do episódio de calor está previsto para os dias 10 e 11 de junho.</figcaption></figure><p>Entretanto, o litoral Norte e Centro e algumas outras zonas da faixa costeira ocidental (costas de Lisboa, Caparica e Arrábida e ainda a costa Alentejana e Vicentina) registarão temperaturas bem mais contidas ou amenas.<strong> A partir de quarta-feira, 10 de junho</strong>, prevê-se que o calor se torne mais intenso e se expanda em termos de área geográfica abrangida, com as temperaturas máximas em <strong>torno dos 35/36 ºC no vale do Guadiana e noutros locais do interior Centro e Sul</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>É na quarta e na quinta-feira, dias 10 e 11 de junho, que poderá ser atingido o pico do episódio de calor, com vastas áreas do interior Norte e Centro, Alentejo e Sotavento Algarvio a registarem valores entre 32 e 36 ºC</strong><strong>, podendo mesmo vir a ser registados valores localmente superiores nos pontos mais quentes do interior Sul</strong>.</div><p>Para a <strong>reta final da próxima semana</strong> a incerteza na previsão aumenta significativamente, mas os primeiros sinais indicam que se seguirá um <strong>período de altos e baixos na temperatura</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/6-c-de-anomalia-de-calor-em-portugal-o-modelo-europeu-pinta-de-vermelho-a-segunda-semana-de-junho.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Okavango, o rio que morre no deserto para dar vida a África]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/okavango-o-rio-que-morre-no-deserto-para-dar-vida-a-africa.html</link><pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:17:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>O rio Okavango desaparece no deserto do Kalahari após uma jornada extraordinária através de Angola, criando um delta interior crucial para a biodiversidade e um dos ecossistemas mais extraordinários da África.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/okavango-el-rio-que-muere-en-el-desierto-para-dar-vida-a-africa-1780399627063.jpeg" data-image="cxqew8fxta6d"><figcaption>Esta área natural abriga milhares de animais que encontram um oásis perfeito neste rio e no seu delta.</figcaption></figure><p>Na maioria dos mapas, os rios seguem uma lógica clara: nascem, crescem ao longo do seu curso e, eventualmente, desaguam no mar. O<strong> rio Okavango</strong> não. Este importante<strong> sistema fluvial do sul da África desaparece no meio do deserto, sem nunca chegar ao oceano</strong>.</p><p>O que é notável é que, <strong>no</strong><strong> seu "desaparecimento", ele cria um dos ecossistemas mais ricos e complexos do planeta</strong>: um delta interior que sustenta a vida numa das regiões mais secas do mundo.</p><h2>De um ambiente extremamente húmido a uma paisagem desértica</h2><p>A jornada do Okavango começa nos <strong>pântanos do oeste de Angola</strong>, onde a abundância de chuvas alimenta uma rede de rios que fluem lentamente para o sul.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/okavango-el-rio-que-muere-en-el-desierto-para-dar-vida-a-africa-1780399566520.jpeg" data-image="qa83n1kti8dx"><figcaption>O Okavango é um rio espetacular com características que o tornam único.</figcaption></figure><p>Um dos seus principais canais, o<strong> rio Okavango, serpenteia pelas terras altas antes de adentrar um território cada vez mais árido</strong>. É uma jornada longa, silenciosa e decisiva, à medida que transita de um ambiente muito húmido para uma paisagem desértica.</p><h2>Trabalho de campo extremo: remando para compreender o rio</h2><p>Há mais de uma década, equipes altamente qualificadas viajam pelo sistema do Okavango a partir do interior, utilizando pequenos barcos tradicionais conhecidos como mekoro.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/okavango-el-rio-que-muere-en-el-desierto-para-dar-vida-a-africa-1780398913731.jpeg" data-image="4vnho8y8ijrm"><figcaption>Barcos tradicionais de fundo chato: estas são as embarcações conhecidas como mekoro.</figcaption></figure><p>Este tipo de exploração, impulsionado pelo <strong>Projeto </strong><em><strong>Okavango Wilderness</strong></em>, possibilitou<strong> documentar áreas do rio que permaneceram praticamente inexploradas até recentemente</strong>, onde o acesso era quase impossível.</p><p>Durante estas expedições, o trabalho de campo combinou <strong>ciência, resistência física e observação direta</strong>, revelando como pequenas mudanças na paisagem podem alterar todo o sistema fluvial rio abaixo.</p><h2>O milagre está na formação de um delta interior</h2><p>Ao prosseguir o seu percurso, o <strong>Okavango entra no Botswana</strong>, e é aqui que algo extraordinário acontece: em vez de continuar em direção ao mar, a água<strong> espalha-se por uma vasta rede de canais, lagoas e ilhas que formam o famoso delta interior </strong>do Okavango.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="769574" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-catastrofe-invisivel-como-peixes-invasores-estao-a-transformar-os-rios-mediterranicos.html" title="A catástrofe invisível: como peixes invasores estão a transformar os rios mediterrânicos">A catástrofe invisível: como peixes invasores estão a transformar os rios mediterrânicos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-catastrofe-invisivel-como-peixes-invasores-estao-a-transformar-os-rios-mediterranicos.html" title="A catástrofe invisível: como peixes invasores estão a transformar os rios mediterrânicos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/a-catastrofe-invisivel-como-peixes-invasores-estao-a-transformar-os-rios-mediterranicos-1779183757334_320.png" alt="A catástrofe invisível: como peixes invasores estão a transformar os rios mediterrânicos"></a></article></aside><p>Esta formação não é permanente, pois altera-se com as estações do ano, <strong>expandindo-se durante os períodos de cheia e encolhendo durante a estação seca</strong>, com períodos distintos de vazão reduzida.</p><h3>Um ecossistema que pulsa com água</h3><p>Em essência, o delta funciona quase inteiramente como um sistema pulsante. Todos os anos,<strong> as cheias revitalizam a sua superfície e desencadeiam uma explosão biológica</strong>, com plantas, insetos, peixes e grandes mamíferos a dependerem diretamente deste ritmo e variabilidade hidrológica.</p><p><strong>Elefantes, hipopótamos, búfalos e predadores como leões e leopardos utilizam o delta como área de alimentação e refúgio</strong>, enquanto as aves migratórias aproveitam ao máximo uma das zonas húmidas mais importantes do continente africano.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Good morning! Web of water in the desert. The Okavango River (Rio Cubango in Angola) empties into the land's lowest point, but it's not the ocean like other rivers but Botswana's desert. A delta of water fans (seen here from space) creating a rich habitat for thousands of species <a href="https://t.co/g8Oh7FhXXe">pic.twitter.com/g8Oh7FhXXe</a></p> James Hall (@hallaboutafrica) <a href="https://x.com/hallaboutafrica/status/1501437434487357441?ref_src=twsrc%5Etfw">March 9, 2022</a></blockquote></figure><p>O mais notável é que <strong>este ciclo não depende apenas da precipitação local, mas também da precipitação ocorrida meses antes em Angola</strong>, transformando o sistema buma espécie de "memória hidrológica" da paisagem.</p><ol></ol>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/okavango-o-rio-que-morre-no-deserto-para-dar-vida-a-africa.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Um dos melhores parques aquáticos da Península Ibérica reabre este sábado com novidades ]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/um-dos-melhores-parques-aquaticos-da-peninsula-iberica-reabre-este-sabado-com-novidades.html</link><pubDate>Thu, 04 Jun 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>O verão começa mais cedo em Madrid. Este parque aquático está prestes a reabrir e conta com mais de 13 atrações.</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/um-dos-melhores-parques-aquaticos-da-peninsula-iberica-reabre-este-sabado-com-novidades-1780488382360.png" data-image="koi1u015bbgm" alt="Parque Warner Beach" title="Parque Warner Beach"><figcaption>Madrid dá as boas-vindas ao verão com a reabertura do Parque Warner Beach. Foto: Parque Warner Beach</figcaption></figure><p>O verão só chega dia 21 de junho, mas há um local em <strong>Espanha</strong> que se quis adiantar. Em Madrid o ambiente veranil tem início marcado para este sábado, <strong>6 de junho</strong>.</p><p>Porquê? Porque esta é a data da <strong>reabertura do Parque Warner Beach</strong>, considerado um dos melhores parques aquáticos da Península Ibérica. Feitas as contas, este tem mais de 13 atrações e muitas novidades. Pronto para conhecê-lo? Pode fazê-lo até 6 de setembro.</p><p>“Com um catálogo que inclui mais de 13 atrações aquáticas, o Parque Warner Beach foi concebido para garantir a diversão de todos os visitantes, desde quem procura um dia mais tranquilo até aos fãs de emoções fortes”, garante o jornal ‘Publituris’.</p><h2>O Parque Warner Beach</h2><p>Com mais de uma dezena de atrações disponíveis, o espaço volta a receber visitantes este verão com <strong>algumas novidades na programação</strong>. Uma das iniciativas em destaque é a terceira Corrida Solidária de Patos, marcada para 31 de julho. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="769288" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-disney-nem-universal-este-parque-futurista-frances-foi-eleito-o-melhor-do-mundo.html" title="Nem Disney, nem Universal: este parque futurista francês foi eleito o melhor do mundo">Nem Disney, nem Universal: este parque futurista francês foi eleito o melhor do mundo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-disney-nem-universal-este-parque-futurista-frances-foi-eleito-o-melhor-do-mundo.html" title="Nem Disney, nem Universal: este parque futurista francês foi eleito o melhor do mundo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nem-disney-nem-universal-este-parque-futurista-frances-foi-eleito-o-melhor-do-mundo-1779040749345_320.jpg" alt="Nem Disney, nem Universal: este parque futurista francês foi eleito o melhor do mundo"></a></article></aside><p>“Organizada em parceria com a Cruz Vermelha, tem como objetivo angariar fundos para promover a formação e a inserção profissional de jovens”, explica a revista ‘NiT’.</p><p>A participação faz-se através da aquisição de um pato de borracha, no valor de 4€. Depois, os patos serão lançados numa animada corrida ao longo do Río Loco. Os três primeiros a chegar à meta terão direito a prémios surpresa.</p><p>Mas as apostas para este ano não ficam por aqui. Entre as experiências mais procuradas encontra-se o <strong>Laço Mágico da Mulher Maravilha</strong>, uma atração que desafia os visitantes a entrarem numa cápsula e enfrentarem uma descida rápida, capaz de atingir os 50 quilómetros por hora. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/um-dos-melhores-parques-aquaticos-da-peninsula-iberica-reabre-este-sabado-com-novidades-1780488206115.jpg" data-image="d0secvu3g00k" alt="Parque Warner Beach" title="Parque Warner Beach"><figcaption>O Manta-Negra é um dos destaques do parque. Foto: Parque Warner Beach</figcaption></figure><p>Outra opção é o <strong>Manta Negra</strong>, que proporciona uma sensação semelhante à ausência de gravidade graças ao percurso inclinado que coloca os participantes numa posição de 90 graus.</p><p>Já no <strong>Voo do Super-Homem</strong>, a aventura começa com um salto para o vazio, seguido de uma descida em escorregas paralelos onde amigos e familiares podem competir entre si.</p><p>E, sim, também há<strong> opções para os mais novos</strong>. Para as crianças, existem duas zonas aquáticas especialmente concebidas para diversão em família, equipadas com escorregas, jogos interativos e vários efeitos de água. A praia Malibu, com areia verdadeira e vista para algumas das atrações mais radicais do parque, inclui ainda uma área temática inspirada nos Looney Tunes, ideal para os mais pequenos continuarem a aproveitar a piscina de ondas.</p><h2> Mais informações e detalhes</h2><p>Já escrevemos que o Parque Warner Beach estará aberto de<strong> dia 6 de junho a 6 de setembro</strong>, mas temos mais detalhes para lhe dar. </p><p>Durante esta época poderá visitá-lo das 12:00 às 20:00 horas. O bilhete diário pode ser comprado <em>online</em>. E quanto é que custa? 38,90€ para adultos e 33,90€ para crianças.</p><div class="texto-destacado">O melhor é que, nos primeiros dias, pode também aproveitar um desconto que chega aos 55 por cento. </div><p>“O Parque inclui várias zonas temáticas que representam diferentes universos e personagens, como Hollywood Boulevard, Cartoon Village, DC Super Heroes World, Old West Territory e Movie World Studios”, nota ainda o ‘Plubituris’. “Com uma vasta seleção de restaurantes e pontos de restauração, bem como quiosques de snacks e bebidas espalhados por todo o espaço, o parque oferece também opções vegetarianas e sem glúten.”</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="722523" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/verao-no-meio-da-serra-sim-e-com-praia-e-parque-aquatico.html" title="Verão no meio da serra? Sim, e com praia e parque aquático">Verão no meio da serra? Sim, e com praia e parque aquático</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/verao-no-meio-da-serra-sim-e-com-praia-e-parque-aquatico.html" title="Verão no meio da serra? Sim, e com praia e parque aquático"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ferias-verao-no-meio-da-serra-sim-e-com-praia-e-parque-aquatico-1753995373592_320.jpg" alt="Verão no meio da serra? Sim, e com praia e parque aquático"></a></article></aside><p>A poucos passos do Parque Warner Beach, encontrará também o<strong> Parque Warner Madrid</strong>. Atenção, porque, embora ambos partilhem o mesmo complexo e temática, são considerados parques distintos, pelo que cada um exige a <strong>aquisição de um bilhete próprio ou combinado</strong>.</p><p>Esta última opção será uma boa aposta para quem pretende conhecer também as novidades daquela que é uma das atrações mais conhecidas de Madrid. Entre os destaques deste ano, estão um novo restaurante, novos espetáculos e experiências inéditas.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>Izabelli Pincelli. <a href="https://www.nit.pt/fora-de-casa/viagens/ja-sabemos-quando-reabre-o-parque-warner-beach-que-fica-mesmo-aqui-ao-lado" target="_blank">Já sabemos quando reabre o Parque Warner Beach (que fica mesmo aqui ao lado)</a>. NiT. 26 de maio de 2026.</em></p><p><em><a href="https://publituris.pt/2026/05/26/parque-warner-beach-inicia-temporada-de-verao-a-6-de-junho" target="_blank">Parque Warner Beach inicia temporada de verão a 6 de junho</a>. Publituris. 26 de junho de 2026.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/um-dos-melhores-parques-aquaticos-da-peninsula-iberica-reabre-este-sabado-com-novidades.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Quando e como aplicar cobertura morta nas rosas: um guia completo sobre o momento certo e a técnica]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/quando-e-como-aplicar-cobertura-morta-nas-rosas-um-guia-completo-sobre-o-momento-certo-e-a-tecnica.html</link><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 16:01:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Embora as flores chamem toda a atenção, grande parte do trabalho propriamente dito é feito ao nível do solo. É aí que o composto ajuda a criar melhores condições para que as roseiras cresçam e prosperem.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/when-and-how-to-mulch-roses-a-complete-guide-to-timing-and-technique-1780254279080.jpg" data-image="fkdk12swq0fe" alt="Puede que las flores de rosa acaparen toda la atención, pero gran parte del éxito de la planta se debe a lo que ocurre bajo la superficie." title="Puede que las flores de rosa acaparen toda la atención, pero gran parte del éxito de la planta se debe a lo que ocurre bajo la superficie."><figcaption>As flores da rosa podem roubar toda a atenção, mas grande parte do sucesso da planta deve-se ao que acontece por baixo da superfície.</figcaption></figure><p>As rosas podem ser as protagonistas do jardim, mas <strong>grande parte do trabalho importante é feito nos bastidores</strong>. O que muitas vezes passa despercebido é o cuidado que promove um crescimento saudável, estação após estação.</p><div class="texto-destacado"><strong>A cobertura morta é amplamente utilizada no cultivo de rosas, especialmente em climas secos, para proteger as plantas, reter a humidade e melhorar a qualidade do solo</strong>.</div><p>Graças a esta camada protetora,<strong> o solo tende a manter-se em melhores condições durante mais tempo, sobretudo em épocas de calor</strong>. Embora muitas vezes passe despercebida, esta cobertura morta desempenha um papel importante no crescimento e na saúde a longo prazo das roseiras.</p><h2> Como aplicar corretamente o mulch nas rosas</h2><p><strong>Escolher o material adequado é apenas uma parte do processo; a forma como este é distribuído à volta da planta também é importante</strong>. Geralmente, as ervas daninhas, as folhas caídas e outros resíduos que se acumulam à volta da base da planta são removidos antes de se aplicar uma nova camada de mulch.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Depois de colocada a camada de cobertura morta, o solo tende a perder humidade mais lentamente do que quando fica exposto.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Nem uma camada demasiado fina nem uma excessivamente espessa costumam dar os melhores resultados. Por isso, a cobertura morta costuma ser mantida a uma profundidade de 5 a 10 centímetros.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/when-and-how-to-mulch-roses-a-complete-guide-to-timing-and-technique-1780254542058.jpg" data-image="b7olec3fb2xt" alt="No hay un único material que se utilice para este fin. La corteza triturada, el compost, las hojas secas, la paja y las virutas de madera se encuentran entre las opciones más habituales en los jardines. Con el tiempo, estos materiales se descomponen gradualmente y contribuyen a mejorar la estructura y la fertilidad del suelo." title="No hay un único material que se utilice para este fin. La corteza triturada, el compost, las hojas secas, la paja y las virutas de madera se encuentran entre las opciones más habituales en los jardines. Con el tiempo, estos materiales se descomponen gradualmente y contribuyen a mejorar la estructura y la fertilidad del suelo."><figcaption>No hay un único material que se utilice para este fin. La corteza triturada, el compost, las hojas secas, la paja y las virutas de madera se encuentran entre las opciones más habituales en los jardines. Con el tiempo, estos materiales se descomponen gradualmente y contribuyen a mejorar la estructura y la fertilidad del suelo.</figcaption></figure><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Não se deve colocar o mulch diretamente contra o caule principal, pois o excesso de humidade pode causar problemas.<br> <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p><strong>A camada de mulch não deve chegar até ao caule, mas sim deixar um pequeno espaço livre à sua volta</strong>. Como não está coberto por mulch, é menos provável que se acumule humidade nessa zona.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="742337" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/salve-as-suas-rosas-formas-comprovadas-de-prevenir-doencas-mortais-das-rosas.html" title="Salve as suas rosas: formas comprovadas de prevenir doenças mortais das rosas">Salve as suas rosas: formas comprovadas de prevenir doenças mortais das rosas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/salve-as-suas-rosas-formas-comprovadas-de-prevenir-doencas-mortais-das-rosas.html" title="Salve as suas rosas: formas comprovadas de prevenir doenças mortais das rosas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/save-your-roses-proven-ways-to-prevent-deadly-rose-diseases-1764613122017_320.jpg" alt="Salve as suas rosas: formas comprovadas de prevenir doenças mortais das rosas"></a></article></aside><p>À medida que a estação avança, a cobertura morta pode ficar mais fina em algumas zonas ou deslocar-se noutras. <strong>Tal como outros materiais naturais, o seu aspeto e volume mudam gradualmente com o tempo</strong>.</p><h2> Qual é a melhor altura para aplicar cobertura morta nas rosas? </h2><p>A eficácia do mulch pode variar consoante a época do ano em que é aplicado no jardim. À medida que as temperaturas sobem e os dias se alongam, as roseiras começam a despertar e a produzir novos rebentos.<strong> Os primeiros botões e flores marcam uma das fases mais ativas do desenvolvimento de uma rosa</strong>.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Com temperaturas mais amenas e um crescimento mais lento, o outono marca outro período comum para a aplicação de mulch. À medida que o outono avança e chegam as primeiras geadas, a camada de cobertura morta torna-se ainda mais importante<strong>.</strong><svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>À medida que a estação avança, a cobertura morta perde volume naturalmente. Este desgaste torna-se mais evidente durante os meses mais quentes, quando parte do material se decompõe ou se desloca. <strong>Em épocas de calor intenso, a cobertura morta ajuda a criar um ambiente mais estável em torno das raízes</strong>.</p><h2> Benefícios da cobertura morta para as rosas </h2><p>Os benefícios da cobertura morta vão muito além de melhorar o aspeto do jardim. <strong>Um dos mais importantes é a retenção de humidade</strong>, uma vez que reduz a evaporação e permite que o solo se mantenha húmido durante períodos mais prolongados.</p><div class="texto-destacado"><strong>Como resultado, as roseiras costumam necessitar de menos rega e têm maior capacidade de suportar o calor.</strong><br> </div><p>A diferença também é visível ao nível do solo, onde as ervas daninhas tendem a aparecer com menos frequência. <strong>As áreas cobertas com cobertura morta apresentam geralmente menos ervas daninhas ao longo da estação de crescimento</strong>.</p><p>Além disso, <strong>esta camada protetora ajuda a manter uma temperatura mais estável em torno das raízes</strong>. No verão, limita o aquecimento excessivo do solo, enquanto no inverno oferece alguma proteção contra o frio. Ao contrário de outros tipos de cobertura vegetal, os mulches orgânicos decompõem-se gradualmente e acabam por se integrar no solo.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.marthastewart.com/when-and-how-to-mulch-roses-11972899" target="_blank">When and How to Mulch Roses for More Blooms and Fewer Weeds.</a> May 24, 2026. Samantha Johnson.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/quando-e-como-aplicar-cobertura-morta-nas-rosas-um-guia-completo-sobre-o-momento-certo-e-a-tecnica.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Portugal continental terá mais quatro dias de influência polar antes de mudança no estado do tempo]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/portugal-continental-tera-mais-quatro-dias-de-influencia-polar-antes-de-mudanca-no-estado-do-tempo.html</link><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 14:19:08 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A circulação de norte deverá continuar a influenciar Portugal continental nos próximos dias, antes de uma mudança gradual do estado do tempo prevista para o início da próxima semana, sobretudo nas regiões do litoral ocidental.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xacy0r0"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xacy0r0.jpg" id="xacy0r0"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>Portugal continental deverá continuar sob influência de uma circulação de norte e noroeste durante os próximos dias</strong>, mantendo um ambiente relativamente fresco no litoral e temperaturas mais moderadas do que é habitual para o início de junho.</p><p>Os modelos meteorológicos apontam, contudo, para uma <strong>mudança gradual do estado do tempo a partir de domingo, com uma intensificação do calor</strong> sobretudo nas regiões do interior.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Esta situação atmosférica resulta da persistência de um fluxo marítimo associado ao posicionamento do anticiclone dos Açores mais afastado para oeste do que é habitual nesta época do ano. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-continental-tera-mais-quatro-dias-de-influencia-polar-antes-de-mudanca-no-estado-do-tempo-1780494929322.png" data-image="mqq14ehd2iv3"><figcaption>O posicionamento do anticiclone dos Açores mais afastado para oeste deverá favorecer uma circulação de norte e noroeste sobre Portugal continental nos próximos dias, mantendo vento moderado a forte no litoral oeste e a entrada de ar marítimo mais fresco.</figcaption></figure><p><strong>Esta configuração favorece a entrada de ar mais fresco proveniente do Atlântico Norte sobre Portugal continental</strong>, especialmente nas regiões costeiras, onde o vento de norte deverá soprar moderado, por vezes forte, com rajadas entre <strong>40 e 60 km/h durante as tardes</strong>, em especial no litoral oeste e terras altas do Centro e Sul.</p><h2>Circulação de norte mantém litoral mais fresco até ao fim de semana</h2><p>O impacto desta circulação deverá notar-se sobretudo no litoral Norte e Centro, onde as <strong>temperaturas máximas deverão permanecer entre 20 e 25 ºC até sábado, com mínimas entre 13 e 17 ºC</strong>. A nortada deverá contribuir para uma sensação térmica relativamente fresca, sendo também provável a ocorrência de nebulosidade baixa e <strong>neblinas costeiras durante as noites e manhãs</strong>.</p><p>A precipitação deverá ser pouco significativa na maior parte do território, restringindo-se a períodos ocasionais de<strong> chuva fraca no Minho e litoral Norte</strong>, com acumulados geralmente inferiores a 5 mm.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-continental-tera-mais-quatro-dias-de-influencia-polar-antes-de-mudanca-no-estado-do-tempo-1780495204522.png" data-image="v4kr0xy0z294"><figcaption>A circulação marítima deverá favorecer a presença de baixa nebulosidade e neblinas no litoral oeste durante as manhãs, contribuindo para temperaturas mais contidas nas regiões costeiras de Portugal continental.</figcaption></figure><p>No <strong>interior do país</strong>, o cenário deverá evoluir de forma diferente. Os modelos meteorológicos começam já a indicar um<strong> reforço gradual de uma massa de ar mais quente e seca sobre a Península Ibérica</strong>, associado à intensificação da baixa térmica no interior de Espanha e à expansão de uma dorsal subtropical sobre o sudoeste europeu. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-continental-tera-mais-quatro-dias-de-influencia-polar-antes-de-mudanca-no-estado-do-tempo-1780495261009.png" data-image="7szyig8euh9h"><figcaption>Apesar da persistência da circulação de norte, prevê-se um aumento gradual das temperaturas no interior de Portugal continental durante o fim de semana, com máximas entre 30 e 32 ºC em várias regiões do interior Centro e Sul.</figcaption></figure><p>Esta evolução deverá favorecer uma subida gradual das temperaturas em Portugal continental a partir de domingo, especialmente no <strong>Alentejo, vale do Tejo e interior Centro</strong>.</p><h2>Calor deverá intensificar-se no interior de Portugal continental a partir de domingo</h2><p><strong>Entre domingo e terça-feira, as temperaturas máximas poderão aproximar-se ou ultrapassar os 35 ºC em vários locais do interior Sul</strong>, enquanto o litoral deverá continuar relativamente mais ameno devido à influência atlântica. Em cidades costeiras, como Lisboa ou Porto, a nortada poderá continuar a limitar a subida das temperaturas, mantendo máximas entre 22 e 27 ºC.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772082" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/vai-voltar-a-chover-entre-hoje-e-amanha-e-no-sabado-em-portugal-continental-alfredo-graca-indica-as-zonas-afetadas.html" title="Vai voltar a chover entre hoje e amanhã, e no sábado em Portugal continental: Alfredo Graça indica as zonas afetadas">Vai voltar a chover entre hoje e amanhã, e no sábado em Portugal continental: Alfredo Graça indica as zonas afetadas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/vai-voltar-a-chover-entre-hoje-e-amanha-e-no-sabado-em-portugal-continental-alfredo-graca-indica-as-zonas-afetadas.html" title="Vai voltar a chover entre hoje e amanhã, e no sábado em Portugal continental: Alfredo Graça indica as zonas afetadas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/vai-voltar-a-chover-entre-hoje-e-amanha-e-no-sabado-em-portugal-continental-alfredo-graca-indica-as-zonas-afetadas-1780490607992_320.jpg" alt="Vai voltar a chover entre hoje e amanhã, e no sábado em Portugal continental: Alfredo Graça indica as zonas afetadas"></a></article></aside><p><strong>Aconselha-se o acompanhamento das previsões para os próximos dias</strong>, uma vez que pequenas alterações na posição da massa de ar quente e na circulação atmosférica poderão provocar diferenças significativas nas temperaturas previstas para o território português.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/portugal-continental-tera-mais-quatro-dias-de-influencia-polar-antes-de-mudanca-no-estado-do-tempo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Palma]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Vai voltar a chover entre hoje e amanhã, e no sábado em Portugal continental: Alfredo Graça indica as zonas afetadas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/vai-voltar-a-chover-entre-hoje-e-amanha-e-no-sabado-em-portugal-continental-alfredo-graca-indica-as-zonas-afetadas.html</link><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:55:08 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nos próximos dias a sucessiva passagem de frentes frias enfraquecidas irá traduzir-se em chuva fraca ou chuviscos em várias zonas de Portugal continental. Saiba aqui quando e onde poderá chover.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xacxjuu"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xacxjuu.jpg" id="xacxjuu"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Esta primeira semana de junho está a ser marcada por aumentos temporários da <strong>nebulosidade</strong>, intensificação da <strong>nortada</strong> (vento de noroeste), <strong>temperaturas mais frescas</strong> geradas pela entrada e permanência temporária de <strong>ar frio de origem polar marítima</strong> e <strong>alguns episódios de chuva fraca ou chuviscos</strong>, sobretudo no litoral das regiões Norte e Centro.</p><h2>Noite de quarta e madrugada e manhã de quinta com previsão de chuva nestas zonas</h2><p><strong>Dentro de poucas horas, a partir do final da tarde desta quarta-feira (3) (cerca das 18:00/19:00), prevê-se a chegada de uma frente fria em fase de dissipação</strong> que atingirá o litoral Norte e Centro de Portugal continental (distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro e Coimbra) e o interior Norte (distrito de Vila Real), o que se traduzirá num aumento da nebulosidade e na ocorrência de chuva fraca ou chuvisco. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/vai-voltar-a-chover-entre-hoje-e-amanha-e-no-sabado-na-portugal-continental-alfredo-graca-indica-as-zonas-afetadas-1780488677459.png" data-image="g3mbf696ysas"><figcaption>A nortada intensificará temporariamente nas tardes dos próximos dias, sobretudo no Centro e Sul do país, destacando-se o litoral Oeste a sul do Cabo Mondego, terras altas do Centro e Sul e o Barlavento Algarvio, áreas onde estão previstas rajadas até 55 ou 65 km/h.</figcaption></figure><p><strong>Nas primeiras horas da madrugada de quinta-feira (4)</strong> a mesma frente fria do dia anterior, associada a uma depressão centrada nas Ilhas Britânicas, continuará a produzir <strong>chuva fraca ou chuvisco nas mesmas regiões</strong>, sendo que, ao espalhar-se para leste, abrangerá mais algumas zonas do interior<strong> </strong>(interior dos distritos de Aveiro e Coimbra e algumas zonas do distrito de Viseu).</p><p>Algumas horas mais tarde, a partir do meio da manhã de quinta (4), espera-se um <strong>reforço temporário da atividade frontal</strong>, gerando-se uma nova vaga de chuva fraca e/ou chuviscos no<strong> litoral Norte e Centro</strong>, bem como em algumas zonas do interior Norte e Centro e também mais a sul, <strong>no litoral Oeste e Área Metropolitana de Lisboa</strong> (zonas dos distritos de Leiria e Lisboa).</p><h2>No sábado o setor mais debilitado de uma nova frente afetará novamente o Noroeste de Portugal</h2><p><strong>A extremidade de uma nova frente fria poderá alcançar o nosso país a partir das primeiras horas da madrugada de sábado (6)</strong>, mantendo a sua influência possivelmente até ao final da manhã ou início da tarde. </p><p>Deste modo, no período referido, <strong>prevê-se uma nova vaga de chuva fraca ou chuviscos no Noroeste de Portugal continental</strong><strong>,</strong> <strong>com os mapas a destacarem de forma evidente o Minho </strong>(distritos de Viana do Castelo e Braga). Não se exclui a possibilidade de surgirem chuviscos muito dispersos noutras zonas do Norte litoral e interior, mas a região minhota surge como a mais exposta à precipitação, de acordo com as atuais cartas de previsão.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/vai-voltar-a-chover-entre-hoje-e-amanha-e-no-sabado-em-portugal-continental-alfredo-graca-indica-as-zonas-afetadas-1780490011946.png" data-image="k2s2qp2poglq"><figcaption>A chuva dos próximos dias será fraca e pouco frequente, afetando quase sempre a mesma zona do país, ou seja, o litoral Norte e Centro.</figcaption></figure><p>Segundo os mapas de referência da Meteored, <strong>a precipitação será geralmente escassa e pouco frequente nestes próximos dias</strong>. No período que se estende entre hoje - quarta-feira, 3 - e sábado, 6 de junho - <strong>Viana do Castelo </strong>é o distrito de Portugal continental onde se prevê mais chuva, estando previstos até<strong> 7 mm de precipitação acumulada</strong>.</p><p>Espera-se que <strong>Braga</strong> seja o segundo distrito que mais precipitação somará (entre <strong>2 e 4 mm</strong>). Os restantes - Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Vila Real e Viseu - deverão registar valores ainda menores de chuva acumulada (entre <strong>0,5 e 3 mm</strong>).</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="772068" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/queda-de-temperatura-ate-7-c-outra-mudanca-brusca-de-temperatura-esta-a-caminho-de-6-distritos-em-portugal.html" title="Queda de temperatura até 7 °C: outra mudança brusca de temperatura está a caminho de 6 distritos em Portugal">Queda de temperatura até 7 °C: outra mudança brusca de temperatura está a caminho de 6 distritos em Portugal</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/queda-de-temperatura-ate-7-c-outra-mudanca-brusca-de-temperatura-esta-a-caminho-de-6-distritos-em-portugal.html" title="Queda de temperatura até 7 °C: outra mudança brusca de temperatura está a caminho de 6 distritos em Portugal"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/queda-de-temperatura-ate-7-c-outra-mudanca-brusca-de-temperatura-esta-a-caminho-de-6-distritos-em-portugal-1780489397476_320.png" alt="Queda de temperatura até 7 °C: outra mudança brusca de temperatura está a caminho de 6 distritos em Portugal"></a></article></aside><p>Tanto na sexta como no domingo, dias 5 e 7, não se prevê ocorrência de precipitação, <strong>com a estabilidade atmosférica e o calor a intensificarem-se principalmente a partir de domingo (7)</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/vai-voltar-a-chover-entre-hoje-e-amanha-e-no-sabado-em-portugal-continental-alfredo-graca-indica-as-zonas-afetadas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Portugal tem todas as condições para vir a ser uma potência agrícola sustentável do Sul da Europa]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/portugal-tem-todas-as-condicoes-para-vir-a-ser-uma-potencia-agricola-sustentavel-do-sul-da-europa.html</link><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:47:42 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Diversidade de climas, de solos e de sistemas produtivos colocam o país entre os que podem avançar mais depressa para modelos agrícolas regenerativos bem-sucedidos da Europa.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-tem-todas-as-condicoes-para-vir-a-ser-uma-potencia-agricola-sustentavel-do-sul-da-europa-1780488801484.jpg" data-image="5nqkd827pvwd" alt="mão cheia de solo agrícola" title="mão cheia de solo agrícola"><figcaption>A potencialidade de solos produtivos ainda não aproveitados é uma oportunidade rara na Europa que Portugal pode aproveitar. Imagem: Savills Portugal</figcaption></figure><p>Um novo estudo revela que Portugal reúne as condições ideais para se transformar numa <strong>plataforma de agricultura regenerativa de referência no Sul da Europa</strong> até ao final desta década. O relatório, elaborado pela consultora imobiliária Savills Portugal, destaca, desde logo, o desafio que o território nacional enfrenta para alinhar a rentabilidade económica à preservação dos ecossistemas.</p><div class="texto-destacado"><strong>O que é a agricultura regenerativa? <br></strong>É um sistema de produção que restaura e melhora ativamente a saúde dos <strong>ecossistemas agrícolas</strong>. Em vez de esgotar os recursos, revitaliza o solo, aumenta a biodiversidade, otimiza a gestão da água e sequestra carbono da atmosfera.</div><p>Numa altura em que os riscos associados ao clima e à degradação ambiental pesam fortemente na avaliação dos ativos rurais, a adoção de técnicas agrícolas sustentáveis surge como uma solução vital para <strong>valorizar terrenos subaproveitados</strong> e vulneráveis.</p><h2>O paradoxo do mercado nacional</h2><p>Os analistas do estudo intitulado <em>“Portugal, The Living Asset – Rebuilding Portugal’s Natural Capital Through Regenerative Agriculture”</em> classificam o território português como um <strong>mercado contraditório</strong> por apresentar uma enorme diversidade de climas, solos e sistemas produtivos, contrastando com o facto de o <strong>setor agrícola</strong> representar <strong>menos de três por cento </strong>do valor acrescentado bruto nacional. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Esta discrepância entre a riqueza ecológica e o retorno financeiro atual constitui a janela perfeita para a entrada de investimento focado na reabilitação dos solos. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A evolução recente demonstra que a <strong>saúde da terra</strong>, a <strong>gestão da água</strong> e a <strong>biodiversidade regional</strong> passaram a ser métricas financeiras essenciais na determinação do preço real das propriedades agrícolas em todo o continente.</p><p>Os grandes investidores internacionais e os fundos de impacto já olham para estes <strong>indicadores ecológicos</strong> como fatores decisivos para garantir o acesso a financiamento verde e assegurar o cumprimento de exigentes metas de sustentabilidade corporativa.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-tem-todas-as-condicoes-para-vir-a-ser-uma-potencia-agricola-sustentavel-do-sul-da-europa-1780488941142.jpg" data-image="e7h0qttmilvs" alt="Amendoeiras em flor" title="Amendoeiras em flor"><figcaption>O investimento na cultura da amêndoa traz um desafio acrescido de melhorar as técnicas que promovem a retenção da humidade no solo. Foto: Pixabay</figcaption></figure><p>No panorama político, embora existam apoios comunitários importantes através de fundos específicos, estima-se que apenas uma pequena percentagem das explorações nacionais aplique um modelo regenerativo totalmente integrado, apesar de metade da área cultivada já adotar <strong>práticas isoladas de conservação ambiental</strong>.</p><h2>A urgência imposta pela cultura da amêndoa</h2><p>A transformação rumo a estes novos métodos manifesta-se com particular evidência no setor dos <strong>frutos secos</strong>, onde o país registou um <strong>crescimento sem precedentes</strong> na última década. Graças aos investimentos estruturantes nos perímetros de rega do Alqueva e de Idanha-a-Nova, o território nacional ascendeu à posição de terceiro maior exportador líquido mundial de amêndoa. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Este rápido desenvolvimento atraiu um volume expressivo de capital estrangeiro, mas também gerou uma pressão sem precedentes sobre as reservas hídricas locais e a qualidade do solo transmontano e alentejano.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A necessidade urgente de proteger estes investimentos de larga escala transformou as abordagens de conservação numa prioridade absoluta para os produtores. A introdução de técnicas que promovem a biodiversidade e retêm a humidade da terra é considerada a evolução mais marcante no ecossistema agrário desde o aparecimento dos fertilizantes químicos modernos. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="761449" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/portugueses-lideram-projeto-para-recuperar-a-tradicao-e-fortalecer-a-agricultura-mediterranica.html" title="Portugueses lideram projeto para recuperar a tradição e fortalecer a agricultura mediterrânica">Portugueses lideram projeto para recuperar a tradição e fortalecer a agricultura mediterrânica</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/portugueses-lideram-projeto-para-recuperar-a-tradicao-e-fortalecer-a-agricultura-mediterranica.html" title="Portugueses lideram projeto para recuperar a tradição e fortalecer a agricultura mediterrânica"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/portugueses-lideram-projeto-para-recuperar-a-tradicao-e-fortalecer-a-agricultura-mediterranica-1774882019413_320.jpg" alt="Portugueses lideram projeto para recuperar a tradição e fortalecer a agricultura mediterrânica"></a></article></aside><p>O sucesso observado nos amendoais serve de modelo prático para outras culturas de rendimento que enfrentam escassez hídrica extrema e solos severamente empobrecidos.</p><h2>Regiões estratégicas para a expansão até 2030</h2><p>A análise geográfica efetuada pela consultora identifica áreas específicas com potencial elevado para expandir estes ecossistemas produtivos à escala nacional. As regiões do <strong>Alentejo</strong>, do <strong>Oeste</strong>, do <strong>Douro</strong>, do <strong>Ribatejo</strong> e o arquipélago dos <strong>Açores</strong> reúnem os atributos necessários para liderar esta mudança estrutural profunda. </p><p>A conjugação entre a <strong>variedade de microclimas</strong>, o <strong>custo competitivo </strong>dos terrenos rústicos e a necessidade urgente de combater as alterações climáticas coloca Portugal diante de uma década decisiva e transformadora.</p><div class="texto-destacado">"A saúde do solo, a água e a biodiversidade tornaram-se variáveis financeiras tão relevantes quanto as tradicionais. E o nosso país tem aqui uma oportunidade de alinhar performance económica e ambiental numa oportunidade única". <br><br><strong>Alexandra Gomes, Head of Research da Savills Portugal</strong></div><p>A valorização progressiva dos mercados globais associados aos créditos de carbono, à conservação da água e à proteção da biodiversidade abre <strong>perspetivas económicas</strong> sem precedentes.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-tem-todas-as-condicoes-para-vir-a-ser-uma-potencia-agricola-sustentavel-do-sul-da-europa-1780489221080.jpg" data-image="5oqqucg4rbgl" alt="Açores" title="Açores"><figcaption>A região dos Açores, assim como o Douro e o Ribatejo, têm as característica essenciais para liderar a transição para a agricultura regenerativa. Foto: Pixabay</figcaption></figure><p>Portugal dispõe de uma oportunidade única para consolidar o seu <strong>papel de liderança regional</strong> nos próximos anos, demonstrando que a reabilitação do capital natural constitui o único caminho viável para garantir a segurança alimentar coletiva e a valorização económica de forma sustentável a longo prazo.</p><h3><em>Referências do artigo</em></h3><p><em><a href="https://www.savills.co.uk/research_articles/229130/391227-0" target="_blank">Estudo da Savills destaca potencial de Portugal na agricultura regenerativa</a>. Savills</em></p><p><em><a href="https://pdf.euro.savills.co.uk/portugal/spotlight-regenerativeargiculture-singlepages-202604.pdf" target="_blank">The living asset rebuilding portugal’s natural capital through regenerative agriculture</a>. Savills</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/portugal-tem-todas-as-condicoes-para-vir-a-ser-uma-potencia-agricola-sustentavel-do-sul-da-europa.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Queda de temperatura até 7 °C: outra mudança brusca de temperatura está a caminho de 6 distritos em Portugal]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/queda-de-temperatura-ate-7-c-outra-mudanca-brusca-de-temperatura-esta-a-caminho-de-6-distritos-em-portugal.html</link><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:23:42 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma massa de ar polar marítimo começa a influenciar Portugal durante a noite de hoje, dia 3 de junho. A consequência será a descida acentuada das temperaturas, com impacto mais evidente no Interior Norte e Centro e alto Alentejo.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xacx7vq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xacx7vq.jpg" id="xacx7vq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Durante a tarde desta quarta-feira, as temperaturas continuam elevadas em vários pontos do território. </p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>O<strong> Alentejo, Algarve, Douro e parte do Interior Centro </strong>deverão registar máximas entre <strong>30 e 33 °C</strong>, enquanto a faixa costeira ocidental continuará mais fresca devido à influência atlântica.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/queda-de-temperatura-ate-7-c-outra-mudanca-brusca-de-temperatura-esta-a-caminho-de-6-distritos-em-portugal-1780485426783.png" data-image="feobjwm7qo9b" alt="Temperatura" title="Temperatura"> <figcaption>A tarde desta quarta-feira (3) ainda será quente no interior, com máximas próximas dos 30 ºC no Douro e Interior Centro e valores até 33 ºC no Alentejo e Algarve. O litoral oeste já sente maior influência atlântica.</figcaption></figure><p>Apesar do ambiente ainda relativamente quente, <strong>a mudança nas temperaturas está perto de começar</strong>. Durante esta noite, uma massa de ar mais frio proveniente de latitudes mais elevadas vai iniciar a sua progressão sobre Portugal continental.</p><h2>Ar polar entra durante a noite e muda o padrão térmico</h2><p>Os <strong>mapas de geopotencial a 925 hPa mostram claramente a intrusão de ar mais frio pelo Atlântico</strong>, associada a uma circulação de norte que se intensificará entre a noite de quarta-feira e a madrugada de quinta-feira.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/queda-de-temperatura-ate-7-c-outra-mudanca-brusca-de-temperatura-esta-a-caminho-de-6-distritos-em-portugal-1780485541185.jpg" data-image="ctiz6y5olqir" alt="Geopotencial 925 hPa" title="Geopotencial 925 hPa"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-627987">O mapa de geopotencial a 925 hPa mostra a entrada de ar mais frio pelo Atlântico (representada por cor verde no mapa), associada a uma circulação de norte. Esta massa de ar polar marítimo vai começar a influenciar Portugal durante esta noite.</figcaption></figure><p> Esta entrada de ar polar marítimo terá impacto tanto nas temperaturas máximas como nas mínimas, <strong>especialmente no Norte e Centro do país</strong>. Além da descida térmica, a sensação de frescura será reforçada pelo vento moderado a forte que acompanhará esta mudança atmosférica.</p><h2>Quinta-feira traz descida de temperatura</h2><p>A quinta-feira deverá ser o dia em que a mudança ser�� mais percetível. <strong>Os distritos de Bragança, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Santarém e Évora poderão registar descidas entre 6 e 7 °C </strong>face aos valores observados durante os últimos dias. Em muitas localidades do Interior Norte e Centro, as máximas passarão a situar-se entre 20 e 24 °C, valores muito mais próximos da média climatológica para a época.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/queda-de-temperatura-ate-7-c-outra-mudanca-brusca-de-temperatura-esta-a-caminho-de-6-distritos-em-portugal-1780487053559.png" data-image="lfh0uu5msns8" alt="Temperatura" title="Temperatura"> <figcaption>A chegada do ar mais fresco irá provocar uma queda significativa das temperaturas na quinta-feira (4). Bragança, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Santarém e Évora poderão registar descidas entre 6 e 7 ºC.</figcaption></figure><p>Apesar desta descida acentuada, na realidade,<strong> amanhã é que as temperaturas previstas vão ser relativamente "normais" para o início de junho</strong>. Já o Algarve e o Baixo Alentejo deverão sentir alterações menos expressivas, uma vez que o ar frio terá mais dificuldade em alcançar estas regiões.</p><h2>Menos calor, mas muito sol e vento</h2><p>A diminuição das temperaturas não significa uma redução significativa do risco associado à exposição solar. <strong>Os índices UV vão continuar muito elevados,</strong> frequentemente entre 7 e 9, valores considerados altos. Assim, a utilização de proteção solar continua a ser recomendada durante os períodos de maior exposição.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/queda-de-temperatura-ate-7-c-outra-mudanca-brusca-de-temperatura-esta-a-caminho-de-6-distritos-em-portugal-1780487013752.png" data-image="bwzypfin0l69" alt="Índice UV" title="Índice UV"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-9101">Apesar da descida da temperatura, o índice UV irá continuar muito alto em grande parte do país, com valores entre 7 e 9. A proteção solar mantém-se essencial, sobretudo nas horas centrais do dia.</figcaption></figure><p>Outro fator a destacar será o vento. Entre <strong>quarta e sexta-feira prevê-se um período relativamente ventoso</strong>, especialmente nas regiões costeiras e em zonas expostas do Centro e Sul. As rajadas poderão atingir localmente os 55 a 65 km/h, contribuindo para uma sensação térmica mais fresca.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771954" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/especialista-da-meteored-portugal-antecipa-o-que-ira-acontecer-apos-o-ar-polar-estamos-atentos-ao-atlantico.html" title="Especialista da Meteored Portugal antecipa o que irá acontecer após o ar polar: 'estamos atentos ao Atlântico'">Especialista da Meteored Portugal antecipa o que irá acontecer após o ar polar: "estamos atentos ao Atlântico"</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/especialista-da-meteored-portugal-antecipa-o-que-ira-acontecer-apos-o-ar-polar-estamos-atentos-ao-atlantico.html" title="Especialista da Meteored Portugal antecipa o que irá acontecer após o ar polar: 'estamos atentos ao Atlântico'"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/especialista-da-meteored-portugal-antecipa-o-que-ira-acontecer-apos-o-ar-polar-estamos-atentos-ao-atlantico-1780412385031_320.png" alt="Especialista da Meteored Portugal antecipa o que irá acontecer após o ar polar: 'estamos atentos ao Atlântico'"></a></article></aside><p>Assim, os próximos dias ficarão marcados por uma mudança significativa no estado do tempo, com temperaturas mais amenas, vento persistente e uma atmosfera bastante mais "confortável" do que a registada durante o recente episódio de calor.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/queda-de-temperatura-ate-7-c-outra-mudanca-brusca-de-temperatura-esta-a-caminho-de-6-distritos-em-portugal.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[James Webb resolve o grande enigma astrofísico: os buracos negros surgiram antes das suas próprias galáxias]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/james-webb-resolve-o-grande-enigma-astrofisico-os-buracos-negros-surgiram-antes-das-suas-proprias-galaxias.html</link><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 11:19:03 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Uma medição sem precedentes realizada com o telescópio James Webb revelou que um buraco negro supermassivo dominava completamente a sua galáxia há mais de 13 mil milhões de anos, colocando em causa os modelos clássicos de evolução cósmica.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/james-webb-resuelve-el-gran-enigma-astrofisico-los-agujeros-negros-nacieron-antes-que-sus-propias-galaxias-1780186480620.jpg" data-image="i2rihkhjtyn7" alt="Agujeros negros Galaxias James Webb" title="Agujeros negros Galaxias James Webb"><figcaption>Ilustração do gás, com os seus dois tons de vermelho e azul, que rodeia o buraco negro de Abell2744-QSO1. Crédito: Jiarong Gu</figcaption></figure><p>Desde que o telescópio espacial James Webb começou a explorar os recantos mais remotos do cosmos, <strong>os chamados "pequenos pontos vermelhos" (Little Red Dots ou LRD) tornaram-se um dos grandes enigmas da astronomia moderna</strong>. Estas estruturas minúsculas e brilhantes, observadas quando o universo dava os seus primeiros passos, pareciam esconder buracos negros supermassivos. No entanto, numerosos modelos teóricos sugeriam que as estimativas da sua massa poderiam estar exageradas.</p><p>Agora, uma equipa internacional de investigadores conseguiu dissipar as dúvidas graças à primeira medição direta realizada sobre um destes objetos. O resultado <strong>não só confirma a presença de um buraco negro gigantesco, como também revela uma situação completamente inesperada para os cientistas</strong>.</p><p>A investigação, publicada na revista <em>Nature</em>, centrou-se no <strong>Abell 2744-QSO1</strong>, um objeto tão distante que a sua luz iniciou a sua viagem quando o universo tinha apenas 700 milhões de anos.</p><h2>A ajuda de uma lupa cósmica natural</h2><p>Para alcançar tal nível de detalhe, <strong>os astrónomos combinaram as capacidades do James Webb com um fenómeno conhecido como lente gravitacional</strong>. Neste caso, a gravidade de um aglomerado de galáxias situado entre a Terra e o objeto funcionou como uma gigantesca lupa natural, amplificando o sinal proveniente do universo primitivo.</p><p>Graças a esta combinação,<strong> os investigadores puderam estudar com precisão o movimento do gás que gira em torno do centro de Abell 2744-QSO1</strong>. Através de espectroscopia de alta resolução, analisaram a velocidade desse material e reconstruíram a sua curva de rotação.</p><p>Os dados revelaram um comportamento perfeitamente compatível com o movimento kepleriano esperado em torno de uma massa extremamente compacta. <strong>A análise permitiu calcular que o objeto central possui uma massa equivalente a cerca de 50 milhões de sóis</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/james-webb-resuelve-el-gran-enigma-astrofisico-los-agujeros-negros-nacieron-antes-que-sus-propias-galaxias-1780186515314.jpg" data-image="h1dvn21el8jh" alt="Agujeros negros Galaxias James Webb" title="Agujeros negros Galaxias James Webb"><figcaption>No universo atual, as galáxias têm, em geral, massas aproximadamente mil vezes superiores às dos seus buracos negros centrais.</figcaption></figure><p>Estas evidências <strong>descartam outras explicações possíveis</strong>, como a existência de um aglomerado estelar muito denso ou concentrações de matéria escura capazes de gerar o mesmo efeito gravitacional.</p><p>"Os nossos resultados representam uma medição dinâmica e direta da massa de um buraco negro no universo primitivo", explicou Ignas Juodžbalis, investigador da Universidade de Cambridge e autor principal do estudo. Além disso, o trabalho confirma que <strong>os métodos indiretos habitualmente utilizados para estimar as massas dos buracos negros continuam a ser fiáveis, mesmo a distâncias extremas</strong>.</p><h2>Participação espanhola numa investigação histórica</h2><p>O estudo contou também com uma importante contribuição de cientistas espanhóis. Os astrofísicos Michele Perna, Santiago Arribas e Pablo G. Pérez-González, do Centro de Astrobiologia (CAB), participaram no p<strong>rocessamento e interpretação da complexa informação</strong> obtida pelo James Webb.</p><p>O seu trabalho revelou-se fundamental para <strong>reconstruir a dinâmica do gás que rodeia o buraco negro e compreender as condições físicas presentes durante as primeiras etapas da história do universo</strong>.</p><h2>Um buraco negro maior do que a sua própria galáxia</h2><p>A maior surpresa surgiu quando os investigadores <strong>tentaram calcular a massa da galáxia anfitriã</strong>.</p><p>Os resultados foram desconcertantes. Os dados obtidos indicam que o espaço disponível para albergar estrelas é extremamente reduzido. Na verdade, mesmo as estimativas mais conservadoras mostram que <strong>o buraco negro possui, no mínimo, o dobro da massa de todas as estrelas da galáxia juntas</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="760358" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/o-telescopio-espacial-james-webb-acaba-de-resolver-um-misterio-cosmico-que-parecia-impossivel.html" title="O Telescópio Espacial James Webb acaba de resolver um mistério cósmico que parecia impossível">O Telescópio Espacial James Webb acaba de resolver um mistério cósmico que parecia impossível</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/o-telescopio-espacial-james-webb-acaba-de-resolver-um-misterio-cosmico-que-parecia-impossivel.html" title="O Telescópio Espacial James Webb acaba de resolver um mistério cósmico que parecia impossível"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-telescopio-espacial-james-webb-acaba-de-resolver-un-misterio-cosmico-que-parecia-imposible-1774216092491_320.jpeg" alt="O Telescópio Espacial James Webb acaba de resolver um mistério cósmico que parecia impossível"></a></article></aside><p>A diferença é extraordinária. <strong>No universo atual, as galáxias costumam ter massas aproximadamente mil vezes superiores às dos seus buracos negros centrais</strong>. Em Abell 2744-QSO1, essa relação parece completamente alterada e excede em três ordens de magnitude os valores observados em galáxias próximas.</p><p>Por esta razão, <strong>os cientistas consideram-no o buraco negro massivo mais "nu" alguma vez detetado</strong>.</p><h2>Uma possível semente dos primeiros gigantes cósmicos</h2><p>O objeto apresenta ainda outra característica singular: <strong>encontra-se num ambiente quimicamente muito primitivo</strong>, praticamente isento de elementos pesados.</p><p>Esta condição leva os investigadores a pensar que <strong>podem estar a observar uma autêntica "semente" de um buraco negro supermassivo numa fase inicial de crescimento</strong>. Seria a primeira vez que se captaria um objeto com estas características em pleno processo de acumulação de matéria.</p><p>A descoberta fornece ainda uma evidência significativa a favor da chamada teoria da "primazia do buraco negro". De acordo com esta hipótese, <strong>os buracos negros gigantes podem ter-se formado e desenvolvido antes mesmo do nascimento das primeiras gerações de estrelas dentro das suas galáxias</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>Se esta interpretação for confirmada, os modelos tradicionais que descrevem uma evolução conjunta e sincronizada entre galáxias e buracos negros terão de ser revistos</strong>.</div><p>Os investigadores acreditam que este colosso cósmico não surgiu após a morte de uma estrela massiva, mas <strong>através do colapso gravitacional direto de enormes nuvens de gás primordial</strong>. Se assim for, Abell 2744-QSO1 representaria uma janela única para um dos processos mais antigos e fundamentais da história do universo.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em>Juodžbalis, I., Marconcini, C., D’Eugenio, F. et al.<a href="https://www.nature.com/articles/s41586-026-10579-4" target="_blank"> A direct black-hole mass measurement in a little red dot at high redshift</a>. Nature 653, 1017–1021 (2026). https://doi.org/10.1038/s41586-026-10579-4</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/james-webb-resolve-o-grande-enigma-astrofisico-os-buracos-negros-surgiram-antes-das-suas-proprias-galaxias.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Vulcão de 1,9 mil milhão de anos na Amazónia coloca Brasil no centro de estudos sobre a Terra primitiva]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/vulcao-de-1-9-bilhao-de-anos-na-amazonia-coloca-brasil-no-centro-de-estudos-sobre-a-terra-primitiva.html</link><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 07:31:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Descoberta no sul do Pará revela vestígios do vulcão mais antigo conhecido do planeta e ajuda cientistas a compreenderem a formação da crosta terrestre e dos primeiros continentes.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/vulcao-de-1-9-bilhao-de-anos-na-amazonia-coloca-brasil-no-centro-de-estudos-sobre-a-terra-primitiva-1780085286351.jpg" data-image="d0k95h241hau" alt="Vulcão Amazonas tem cerca de 1,9 bilhão de anos. (Foto: André Massanobu Kunifoshita/UFC)" title="Vulcão Amazonas tem cerca de 1,9 bilhão de anos. (Foto: André Massanobu Kunifoshita/UFC)"><figcaption>Vulcão Amazonas tem cerca de 1,9 mil milhão de anos. Crédito: André Massanobu Kunifoshita/UFC</figcaption></figure><p>Abrigado sob a <strong>floresta amazónica, no sul do Pará</strong>, um <strong>gigante silencioso desafia a história geológica da Terra</strong>. Investigadores identificaram na região de Uatumã o vulcão mais antigo conhecido do planeta, com cerca de <strong>1,9 mil milhão de anos</strong>. A descoberta colocou a Amazónia no centro de estudos internacionais sobre a formação da crosta terrestre e dos primeiros continentes.</p><p>Com aproximadamente 22 quilómetros de diâmetro, <strong>o antigo vulcão chegou a possuir um cone de cerca de 400 metros de altura</strong>. Segundo os investigadores, a sua atividade vulcânica teria durado aproximadamente 300 milhões de anos. Atualmente, a vegetação cobre grande parte da estrutura, mas as rochas preservam marcas importantes das antigas erupções.</p><p>Batizado de Amazonas, o vulcão começou a despertar interesse científico no início dos anos 2000. Desde então, análises detalhadas de rochas, minerais e estruturas subterrâneas reforçaram a hipótese de que <strong>o complexo vulcânico surgiu num período extremamente remoto</strong>, muito antes do aparecimento de várias formações montanhosas conhecidas atualmente.</p><h2>Pesquisas revelam atividade vulcânica intensa na Amazónia</h2><p>Um estudo realizado por investigadores da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Unicamp ajudou a determinar o período de atividade do vulcão. A investigação foi publicada na revista científica <em>Journal of South American Earth Sciences</em> e apontou que as<strong> rochas vulcânicas da região possuem cerca de 1,8 mil milhão de anos</strong>.</p><div class="texto-destacado">De acordo com o professor e geólogo da UFC Felipe Holanda, as formações estão associadas a antigas caldeiras vulcânicas, estruturas circulares rebaixadas por onde lava e gases eram expelidos durante as erupções. Ele compara o fenómeno às caldeiras existentes no Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos.</div><p>Mesmo após mil milhões de anos de erosão, alterações climáticas e transformações naturais da paisagem, <strong>o vulcão ainda preserva rochas do antigo sistema magmático</strong>. Estudos apontam que condutos de lava, depósitos minerais e estruturas profundas permaneceram intactos o suficiente para permitir análises detalhadas sobre a origem da formação.</p><h2>Rochas preservam pistas sobre a Terra primitiva</h2><p>Os investigadores também encontraram <strong>evidências de cristalização profunda nas rochas extraídas da área</strong>. As amostras indicam que o magma circulou por fissuras da crosta terrestre num período em que o planeta ainda consolidava os seus primeiros blocos continentais estáveis.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/vulcao-de-1-9-bilhao-de-anos-na-amazonia-coloca-brasil-no-centro-de-estudos-sobre-a-terra-primitiva-1780085362621.jpg" data-image="16yq8afl4czp" alt="Estudo revela que a região Amazônica brasileira teve intensa atividade vulcânica. (Foto: André Massanobu Kunifoshita/UFC)" title="Estudo revela que a região Amazônica brasileira teve intensa atividade vulcânica. (Foto: André Massanobu Kunifoshita/UFC)"><figcaption>Estudo revela que a região Amazónica brasileira teve intensa atividade vulcânica. Crédito: André Massanobu Kunifoshita/UFC</figcaption></figure><p>A ausência de crateras e cones vulcânicos visíveis ocorre devido ao desgaste provocado por processos erosivos e ciclos climáticos que atuaram durante mil milhões de anos. Segundo o investigador André Ueno Kunifoshita, da UFC e um dos autores do estudo, os cientistas trabalham com pistas preservadas nas rochas para reconstruir os eventos geológicos do passado.</p><p>Modelações feitas com deteção remota mostram ainda que <strong>o sistema vulcânico pode ocupar uma área muito maior do que a já identificada</strong>. Grande parte da estrutura permanece soterrada sob camadas sedimentares acumuladas ao longo do tempo.</p><h2>Descoberta ajuda a explicar a formação da Amazónia</h2><p>Os estudos indicam que o vulcão influenciou diretamente a formação do relevo amazónico. Parte das bases rochosas que sustentam atualmente a floresta teria origem neste antigo sistema magmático, considerado fundamental para compreender a evolução geológica da região.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="771756" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/o-que-nos-revelam-os-aneis-das-arvores-sobre-as-alteracoes-climaticas-na-amazonia.html" title="O que nos revelam os anéis das árvores sobre as alterações climáticas na Amazónia?">O que nos revelam os anéis das árvores sobre as alterações climáticas na Amazónia?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/o-que-nos-revelam-os-aneis-das-arvores-sobre-as-alteracoes-climaticas-na-amazonia.html" title="O que nos revelam os anéis das árvores sobre as alterações climáticas na Amazónia?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/what-do-tree-rings-tell-us-about-climate-change-in-the-amazon-1779894931110_320.jpg" alt="O que nos revelam os anéis das árvores sobre as alterações climáticas na Amazónia?"></a></article></aside><p>Além do impacto geológico,<strong> os minerais encontrados ajudam cientistas a investigar a composição química da Terra primitiva</strong>. Elementos preservados nas rochas fornecem pistas sobre a atmosfera antiga, o comportamento térmico do planeta e o processo de consolidação dos continentes.</p><p>Para os investigadores, o vulcão Amazonas funciona como um verdadeiro arquivo geológico natural. “Hoje sabemos que não há vulcões ativos no Brasil, mas o Norte do país já foi uma região marcada por intensa atividade vulcânica”, afirma o professor Felipe Holanda.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em>Gazeta do Povo. <a href="https://www.gazetadopovo.com.br/brasil/vulcao-brasileiro-reconhecido-como-o-mais-antigo-do-mundo/" target="_blank">O vulcão brasileiro que é reconhecido como o mais antigo do mundo</a>. 2026</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/vulcao-de-1-9-bilhao-de-anos-na-amazonia-coloca-brasil-no-centro-de-estudos-sobre-a-terra-primitiva.html</guid><dc:creator><![CDATA[João Cunha]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A tradição do melão em Portugal durante os meses mais quentes do ano]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/a-tradicao-do-melao-em-portugal-durante-os-meses-mais-quentes-do-ano.html</link><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 06:19:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>O melão é uma das frutas mais apreciadas em Portugal durante os meses quentes do ano<strong> </strong>principalmente devido ao seu elevado teor de água (90%). Conheça as suas principais características.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-tradicao-do-melao-em-portugal-1780310214049.jpg" data-image="0nvey4j6bj5u" alt="Melão" title="Melão"><figcaption>Em Portugal, o melão é um fruto de verão apreciado devido à sua doçura.</figcaption></figure><p>O melão é uma das frutas <strong>mais apreciadas em Portugal durante os meses quentes do ano </strong>principalmente devido ao seu elevado teor de água (90%).</p><p>Conhecido pelo seu <strong>sabor doce e aroma refrescante </strong>faz parte da alimentação de milhares de portugueses e <strong>desempenha um papel importante na agricultura nacional</strong>.</p><p>Este fruto é produzido em várias regiões do país, no entanto o melão destaca-se não apenas pelas suas qualidades nutricionais, mas também pelo <strong>impacto económico e cultural</strong> que possui.</p><h2>Regiões de cultivo do melão </h2><p>A planta do melão pertence à <strong>família das </strong><em><strong>cucurbitáceas</strong></em>, a mesma da melancia, da abóbora e do pepino.</p><p>Desenvolvem-se num clima quente pois <strong>necessita de muitas horas de sol </strong>para atingir a sua melhor qualidade.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="607102" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/melao-pre-cortado-pode-estar-na-origem-de-um-surto-de-salmonella-na-america-do-norte-saude-publica.html" title="Melão pré-cortado pode estar na origem de um surto de salmonella na América do Norte ">Melão pré-cortado pode estar na origem de um surto de salmonella na América do Norte </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/melao-pre-cortado-pode-estar-na-origem-de-um-surto-de-salmonella-na-america-do-norte-saude-publica.html" title="Melão pré-cortado pode estar na origem de um surto de salmonella na América do Norte "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/melao-pre-cortado-pode-estar-na-origem-de-um-surto-de-salmonella-na-america-do-norte-saude-publica-1702114795750_320.jpg" alt="Melão pré-cortado pode estar na origem de um surto de salmonella na América do Norte "></a></article></aside><p>Em Portugal, as condições climáticas favorecem o seu cultivo, especialmente nas <strong>regiões do Ribatejo, Alentejo, Oeste e Algarve, onde os verões secos e quentes</strong> contribuem para a produção de frutos mais doces e aromáticos.</p><p>Existem diversas variedades de melão cultivadas no país, as mais conhecidas são o <strong>melão branco, o melão amarelo, o melão cantalupo e o melão pele de sapo</strong>. Este último é particularmente popular na Península Ibérica devido à sua casca verde manchada e à <strong>polpa branca extremamente doce</strong>.</p><p>Cada variedade apresenta <strong>características próprias de sabor, textura e conservação</strong>, permitindo responder às preferências dos consumidores e às exigências dos mercados.</p><h2>Técnicas na agricultura </h2><p>A produção de melão em Portugal <strong>tem vindo a evoluir graças à adoção de técnicas agrícolas modernas</strong>.</p><p>Através de <strong>sistemas de rega eficiente, controlo integrado de pragas e métodos de seleção de sementes</strong>, os produtores garantem frutos de elevada qualidade.</p><p>Além disso, a <strong>crescente preocupação com a sustentabilidade</strong> tem levado muitos agricultores a implementar práticas mais amigas do ambiente, reduzindo assim o desperdício de água e promovendo a preservação dos solos.</p><h2>Melão na gastronomia portuguesa</h2><p>Na gastronomia portuguesa, o melão é <strong>consumido durante o pequeno almoço, como sobremesa ou lanche</strong>, preferencialmente fresco.</p><p>No entanto, a sua versatilidade permite utilizá-lo em diversas receitas, como em <strong>saladas de fruta, sumos naturais, batidos e sobremesas leves</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>Por cima de melão, vinho de tostão.</strong> Provérbio popular</div><p>Em Portugal uma das combinações mais apreciadas consiste em servir <strong>fatias de melão acompanhadas por presunto, como entrada de um almoço ou jantar,</strong> criando um contraste entre o doce da fruta e o sabor salgado da carne curada.</p><p>Tal como o provérbio popular dita acompanhar o <strong>melão com um vinho</strong>, independentemente do valor, é também uma agradável opção.</p><h2>Relevância económica do setor do melão </h2><p>O setor do melão tem também <strong>relevância económica</strong> para muitas explorações agrícolas portuguesas.</p><p>Os produtores investem cada vez mais na <strong>certificação da qualidade e na valorização da origem dos seus produtos</strong>, fatores que potenciam a diferenciar o melão português da concorrência estrangeira.</p><p>Outro aspeto importante é o papel do melão nos <strong>mercados locais e feiras agrícolas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-tradicao-do-melao-em-portugal-1780310239465.jpg" data-image="344tp496dvtb" alt="Fruta de verão" title="Fruta de verão"><figcaption>O melão é muito refrescantes dado o seu alto teor de água e consumidos na época da sua colheita, ou seja, no verão.</figcaption></figure><p>Em várias localidades portuguesas, a época da <strong>colheita é celebrada através de eventos que promovem os produtos regionais</strong> e aproximam consumidores e produtores, como o <strong>Festival do melão em Alpiarça ou o Arraial do melão em Vila Verde</strong>.</p><p>Estas iniciativas contribuem para a valorização da agricultura nacional e para a preservação das tradições rurais.</p><h2>Ponto de colheita</h2><p>O ponto ideal de maturação é fundamental para <strong>garantir o sabor e a qualidade do fruto</strong>.</p><p>Em Portugal as <strong>plantações realizadas em Março</strong> dão origem a colheitas em julho, porém as <strong>sementeiras de maio, são colhidas em setembro</strong>.</p><p>Os agricultores avaliam a <strong>cor da casca, o aroma, o rendilhado e o estado do pedúnculo</strong> antes de proceder à colheita.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="658381" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-cereja-o-sabor-do-mes-de-junho-fruta.html" title="A cereja: o sabor do mês de junho">A cereja: o sabor do mês de junho</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-cereja-o-sabor-do-mes-de-junho-fruta.html" title="A cereja: o sabor do mês de junho"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/a-cereja-o-sabor-do-mes-de-junho-1717067351499_320.jpg" alt="A cereja: o sabor do mês de junho"></a></article></aside><p>Após a recolha, os frutos são <strong>cuidadosamente selecionados e distribuídos para centros de comercialização</strong>, supermercados e mercados abastecedores.</p><p>Uma das grandes dificuldades por parte dos consumidores, é <strong>saber escolher um bom melão</strong>.</p><p>Deve ser utilizado o <strong>toque</strong>, ou seja, <strong>pressionar levemente as extremidades do fruto</strong> e, se este ceder um pouco e a casca não estiver dura, então o melão está maduro.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/a-tradicao-do-melao-em-portugal-durante-os-meses-mais-quentes-do-ano.html</guid><dc:creator><![CDATA[Paula Gonçalves]]></dc:creator></item></channel></rss>