<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><description>Notícias de meteorologia - Fique por dentro das últimas Notícias do tempo para Portugal e para o mundo. Nossos especialistas em meteorologia informam sobre atualidade, previsão do tempo e ciência.</description><language>pt-pt</language><lastBuildDate>Sun, 02 Aug 2026 06:20:20 +0000</lastBuildDate><pubDate>Sun, 02 Aug 2026 06:20:20 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.pt/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Mais uma depressão a caminho dos Açores? O modelo europeu diz que sim; Madeira mantém-se estável]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/mais-uma-depressao-a-caminho-dos-acores-o-modelo-europeu-diz-que-sim-madeira-mantem-se-estavel.html</link><pubDate>Sun, 02 Aug 2026 06:02:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A primeira semana de agosto será de contrastes entre Açores e Madeira. Enquanto o primeiro poderá ser influenciado pela passagem de mais uma depressão, o segundo deverá manter-se sob domínio anticiclónico.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xau1hzm"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xau1hzm.jpg" id="xau1hzm"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Enquanto a<strong> Madeira se encontra estável e com algumas regiões sob aviso amarelo de tempo quente</strong>, como referimos em previsões anteriores, nos Açores o cenário é e deverá continuar a ser um pouco diferente.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>De acordo com a mais recente atualização do modelo europeu, ECMWF, uma <strong>nova depressão poderá atravessar o arquipélago açoriano entre terça e sexta-feira</strong>, resultando em mais dias de chuva na maior parte das ilhas, com maior expressão no Grupo Oriental.</p><h2>Efeitos podem começar a sentir-se já na próxima terça-feira, dia 4 de agosto</h2><p>Logo nas<strong> primeiras horas da madrugada de terça-feira a chuva poderá regressar</strong> ao arquipélago dos Açores, começando pelo Grupo Ocidental. Nesse período, a depressão deverá encontrar-se a noroeste das ilhas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/mais-uma-depressao-a-caminho-dos-acores-o-modelo-europeu-diz-que-sim-madeira-mantem-se-estavel-1785625261638.png" data-image="9v36mgqj7mc2" alt="precipitação acumulada" title="precipitação acumulada"><figcaption>Ao longo da primeira semana de agosto, o arquipélago açoriano poderá contar com a chegada de uma nova depressão que resultará em ocorrência de chuva em praticamente todas as ilhas. Em contraste, o arquipélago madeirense manter-se-á sob domínio anticiclónico.</figcaption></figure><p>Ainda durante essa madrugada,<strong> a chuva poderá chegar ao Grupo Oriental, devendo alcançar o Grupo Central durante a manhã e início da tarde</strong>. A chuva prevista para este dia prevê-se fraca e dispersa. Na quarta-feira o cenário poderá ser idêntico, com maior incidência da chuva no Grupo Oriental.</p><p>No entanto, estima-se que <strong>entre as últimas horas de quarta-feira e as primeiras de quinta-feira a ocorrência de chuva se intensifique</strong> e se torne mais persistente no Grupo Central. A partir das primeiras horas da tarde, o Grupo Oriental poderá registar um agravamento do estado de tempo com chuva, por vezes, forte e um aumento da velocidade do vento. <strong>Este vento mais forte, com rajadas entre 50 a 60 km/h, poderá sentir-se nos grupos Oriental e Ocidental</strong>.</p><h2>Precipitação acumulada poderá alcançar os 62 mm</h2><p>Até às 13h de horas de sexta-feira, esperam-se acumulados expressivos no grupo Oriental. A Ilha de São Miguel poderá contar com valores acima dos 60 mm em vários pontos. <strong>Cerca de 30 mm poderão ocorrer em 24h</strong>, devendo esta ser a maior acumulação do arquipélago. Nos restantes grupos, os valores mais expressivos deverão ser de cerca de <strong>46 mm nas ilhas do Faial e Pico</strong> (Grupo Central) e cerca de 17 mm na ilha das Flores (Grupo Ocidental).</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781525" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias.html" title="Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias">Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias.html" title="Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-1785539101300_320.png" alt="Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias"></a></article></aside><p>Como referimos no início desta previsão, o <strong>arquipélago da Madeira deverá manter-se estável, sem chuva e com temperaturas acima da média</strong> ao longo de toda a semana, devido à influência do anticiclone e à presença de uma massa de ar marítimo mais quente.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/mais-uma-depressao-a-caminho-dos-acores-o-modelo-europeu-diz-que-sim-madeira-mantem-se-estavel.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Os espanhóis renderam-se a esta capela portuguesa. “É um dos lugares mais incríveis de Portugal”]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/os-espanhois-renderam-se-a-esta-capela-portuguesa-e-um-dos-lugares-mais-incriveis-de-portugal.html</link><pubDate>Sun, 02 Aug 2026 05:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Construída praticamente dentro do mar, esta capela em Vila Nova de Gaia desafia as ondas há séculos e esconde histórias envoltas em mistério.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/os-espanhois-renderam-se-a-esta-capela-portuguesa-e-um-dos-lugares-mais-incriveis-de-portugal-1785514448723.jpg" data-image="wvr7itv3o3bl" alt="Capela do Senhor da Pedra" title="Capela do Senhor da Pedra"><figcaption>Parece saída de um filme, mas fica em Portugal. Foto: Hans Pohl, CC BY-NC-SA 4.0</figcaption></figure><p>“Não ir à <strong>Capela do Senhor da Pedra</strong> em Miramar é como ir a Roma e não ver o Papa.” Já ouviu esta frase antes? </p><p>Foi escrita pelo jornal 'Público' em 2017, mas continua a fazer todo o sentido. Afinal, poucos locais conseguem reunir uma paisagem tão invulgar, uma história com vários séculos e um conjunto de lendas que continuam a alimentar o imaginário de quem por ali passa. </p><div class="texto-destacado">Erguida sobre um rochedo batido pelas ondas do Atlântico, esta pequena capela tornou-se um dos maiores símbolos da costa de Vila Nova de Gaia e um dos monumentos mais fotografados de Portugal. Se não a conhece, está na hora de fazê-lo. </div><p>A própria<strong> imprensa espanhola</strong> já se rendeu à capela. Aliás, o jornal espanhol ‘20 Minutos’ considerou esta igreja no meio da praia “um dos lugares mais incríveis de Portugal”.</p><h2>A capela que desafia o mar há séculos</h2><p>À primeira vista, parece impossível que um edifício tenha sido construído naquele local. Assente sobre um afloramento rochoso, praticamente dentro do mar, a pequena capela destaca-se no areal da Praia do Senhor da Pedra e tornou-se uma das<strong> imagens mais reconhecidas do litoral português</strong>. Dependendo da maré, o acesso pode até ficar rodeado pela água, criando um cenário que parece saído de um filme.</p><p> “Só é necessário ter cuidado quando está maré alta porque às vezes a capela fica completamente rodeada de água e, por vezes, nem se consegue ver as escadas que permitem o acesso”, avisa quem por lá já passou. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779757" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html" title="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC ">Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html" title="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c-1784655856544_320.jpg" alt="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC "></a></article></aside><p>Não admira, por isso, que fotógrafos, curiosos e turistas façam questão de passar por ali. Ao nascer ou ao pôr do sol, quando a luz dourada se reflete no Atlântico, a paisagem ganha uma atmosfera difícil de esquecer.</p><p>Ainda assim, é a<strong> origem e todo o mistério </strong>que a ronda que a tornam ainda mais impressionantes. É que o início da história da Capela do Senhor da Pedra continua envolta em alguma incerteza. </p><p>Embora um painel existente no edifício indique o ano de 1686, a maioria dos historiadores considera que a construção da capela, tal como hoje a conhecemos, terá sido concluída em meados do século XVIII, sendo apontada a data de 1763 como a da sua fundação documentada.</p><div class="texto-destacado">Independentemente da data exata, há um aspeto que reúne consenso: muito antes de existir ali um templo cristão, aquele rochedo já era considerado um lugar de culto.</div><p>Os painéis de azulejos colocados junto à entrada recordam precisamente essa tradição, referindo que o local terá servido de <strong>altar pagão</strong> antes da cristianização da região. A ligação ao mar, às rochas e aos elementos da natureza alimentou, ao longo dos séculos, inúmeras histórias e crenças populares.</p><p>A <strong>arquitetura </strong>também ajuda a tornar o edifício único. A planta hexagonal foge ao habitual nas capelas portuguesas e, no interior, encontram-se um altar-mor e retábulos em talha dourada de influência barroca e rococó, onde sobressai a imagem do Senhor da Pedra, um Cristo Crucificado.</p><h2>As lendas que nunca abandonaram este rochedo</h2><p>Como acontece em muitos locais antigos, também aqui as<strong> lendas </strong>fazem parte da identidade da capela.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/os-espanhois-renderam-se-a-esta-capela-portuguesa-e-um-dos-lugares-mais-incriveis-de-portugal-1785514885267.jpg" data-image="cxavagiqzatu" alt="Capela do Senhor da Pedra" title="Capela do Senhor da Pedra"><figcaption>É um dos lugares mais fotografados de Portugal. Foto: Wikimedia // Joseolgon</figcaption></figure><p>Uma das mais conhecidas fala de uma misteriosa luz que surgia repetidamente sobre o rochedo. Diz a tradição que o templo deveria ser construído noutro local, mas esse fenómeno foi interpretado como um sinal divino, levando a população a escolher precisamente aquele afloramento rochoso para erguer a capela. Embora não exista qualquer prova histórica que confirme esta narrativa, continua a ser uma das histórias mais contadas por quem conhece a região.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="730973" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/estes-castelos-estao-assombrados-conheca-os-fantasmas-e-as-lendas-de-portugal.html" title="Estes castelos estão assombrados: conheça os fantasmas e as lendas de Portugal">Estes castelos estão assombrados: conheça os fantasmas e as lendas de Portugal</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/estes-castelos-estao-assombrados-conheca-os-fantasmas-e-as-lendas-de-portugal.html" title="Estes castelos estão assombrados: conheça os fantasmas e as lendas de Portugal"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/estes-castelos-estao-assombrados-conheca-os-fantasmas-e-as-lendas-de-portugal-1758659632786_320.jpg" alt="Estes castelos estão assombrados: conheça os fantasmas e as lendas de Portugal"></a></article></aside><p>Outra lenda liga o espaço ao rei D. Sebastião. Segundo a tradição popular, numa manhã de intenso nevoeiro, o monarca teria passado pelo local montado no seu cavalo, deixando marcas nas rochas que ainda hoje alguns visitantes procuram identificar. Tal como acontece com muitas histórias associadas ao chamado sebastianismo, trata-se de uma <strong>narrativa popular</strong> sem confirmação histórica.</p><p>Ao longo dos anos, o ambiente isolado da capela e a sua ligação a antigos cultos também deram origem a várias histórias sobre<strong> rituais e práticas esotéricas</strong>, contribuindo para o misticismo que ainda hoje envolve este lugar.</p><h2>Um dos cenários mais emblemáticos da costa portuguesa</h2><p>Além da sua importância religiosa, a Capela do Senhor da Pedra tornou-se<strong> um dos maiores símbolos de Miramar</strong>. A praia onde se encontra é conhecida pela extensa faixa de areia, pelo mar aberto e pelos passadiços que acompanham a costa, sendo um destino muito procurado para caminhadas ao longo de todo o ano.</p><p>“A praia é ainda um <strong>destino procurado por quem pratica desportos aquáticos</strong>”, acrescenta o<em> site</em> ‘Away’.</p><div class="texto-destacado">Todos os anos, a tranquilidade habitual é interrompida pela Romaria do Senhor da Pedra, uma das celebrações religiosas mais tradicionais de Vila Nova de Gaia. </div><p>A festa realiza-se no Domingo da Santíssima Trindade e prolonga-se durante vários dias, reunindo procissões, celebrações religiosas, música e animação popular que atraem milhares de visitantes.</p><p>“A atmosfera tranquila desta praia é interrompida por uma <strong>grande peregrinação</strong> centrada na capela”, lê-se no artigo espanhol. “Ela começa no Domingo da Santíssima Trindade (em junho) e dura três dias. Celebrada em honra do Senhor da Pedra, é considerada uma das maiores e mais carismáticas peregrinações do município.”</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="778684" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esta-nova-rota-percorre-35-5-km-e-passa-pelo-ponto-mais-alto-do-distrito-do-porto.html" title="Esta nova rota percorre 35,5 km e passa pelo ponto mais alto do distrito do Porto">Esta nova rota percorre 35,5 km e passa pelo ponto mais alto do distrito do Porto</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/esta-nova-rota-percorre-35-5-km-e-passa-pelo-ponto-mais-alto-do-distrito-do-porto.html" title="Esta nova rota percorre 35,5 km e passa pelo ponto mais alto do distrito do Porto"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/esta-nova-rota-percorre-35-5-km-e-passa-pelo-ponto-mais-alto-do-distrito-do-porto-1784059301375_320.jpg" alt="Esta nova rota percorre 35,5 km e passa pelo ponto mais alto do distrito do Porto"></a></article></aside><p>Mesmo fora da época da romaria, acredite quando lhe dissemos que vale a pena visitar este recanto da costa portuguesa. Seja pela história, pelas lendas ou simplesmente pela paisagem, poucos lugares conseguem oferecer uma combinação tão invulgar de património, natureza e oceano.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="20%20Minutos%2C%20P%C3%A9rez%2C%20B" data-year="2026" data-title="Uma%20igreja%20no%20meio%20da%20praia%3A%20este%20%C3%A9%20um%20dos%20lugares%20mais%20incr%C3%ADveis%20de%20Portugal." data-url="https%3A%2F%2Fwww.20minutos.es%2Fviajes%2Fdestinos%2Figlesia-medio-playa-oporto-portugal-capela-senhor-pedra-5103202%2F">20 Minutos, Pérez, B. (2026). <a href="https://www.20minutos.es/viajes/destinos/iglesia-medio-playa-oporto-portugal-capela-senhor-pedra-5103202/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Uma igreja no meio da praia: este é um dos lugares mais incríveis de Portugal.</a>.</cite><br><cite data-author="P%C3%BAblico" data-year="2017" data-title="N%C3%A3o%20ir%20%C3%A0%20Capela%20do%20Senhor%20da%20Pedra%20em%20Miramar%20%C3%A9%20como%20ir%20a%20Roma%20e%20n%C3%A3o%20ver%20o%20Papa" data-url="https%3A%2F%2Fwww.publico.pt%2F2017%2F08%2F14%2Festudiop%2Fnoticia%2Fir-a-miramar-e-nao-visitar-a-capela-do-senhor-da-pedra-e-como-ir-a-roma-e-nao-ver-o-papa-1782278">Público. (2017). <a href="https://www.publico.pt/2017/08/14/estudiop/noticia/ir-a-miramar-e-nao-visitar-a-capela-do-senhor-da-pedra-e-como-ir-a-roma-e-nao-ver-o-papa-1782278" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Não ir à Capela do Senhor da Pedra em Miramar é como ir a Roma e não ver o Papa</a>.</cite><br><cite data-author="Away" data-year="2026" data-title="Parece%20sa%C3%ADda%20de%20um%20filme%2C%20mas%20fica%20em%20Portugal%3A%20espanh%C3%B3is%20rendidos%20a%20esta%20praia" data-url="https%3A%2F%2Faway.iol.pt%2Fpraias-portuguesas%2Fvila-nova-de-gaia%2Fparece-saida-de-um-filme-mas-fica-em-portugal-espanhois-rendidos-a-esta-praia%2F20260722%2F6a60cdafd34ef04b4f3f8421">Away. (2026). <a href="https://away.iol.pt/praias-portuguesas/vila-nova-de-gaia/parece-saida-de-um-filme-mas-fica-em-portugal-espanhois-rendidos-a-esta-praia/20260722/6a60cdafd34ef04b4f3f8421" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Parece saída de um filme, mas fica em Portugal: espanhóis rendidos a esta praia</a>.</cite><br><cite data-author="Porto%20Secreto%2C%20Santos%20Sousa%2C%20F" data-year="2026" data-title="Esta%20%C3%A9%20uma%20das%20capelas%20mais%20fotog%C3%A9nicas%20do%20Pa%C3%ADs%20e%20fica%20perto%20do%20Porto" data-url="https%3A%2F%2Fportosecreto.co%2Fcapela-do-senhor-da-pedra%2F">Porto Secreto, Santos Sousa, F. (2026). <a href="https://portosecreto.co/capela-do-senhor-da-pedra/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Esta é uma das capelas mais fotogénicas do País e fica perto do Porto</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/os-espanhois-renderam-se-a-esta-capela-portuguesa-e-um-dos-lugares-mais-incriveis-de-portugal.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Tempo para o primeiro fim de semana de agosto: máximas até 40 °C antes de um domingo mais fresco]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 12:54:11 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O primeiro fim de semana de agosto será marcado por um contraste térmico em Portugal Continental. O sábado traz calor intenso, máximas próximas dos 40 °C e índice UV muito elevado, enquanto o domingo será ligeiramente mais fresco.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatxxru"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatxxru.jpg" id="xatxxru"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O primeiro fim de semana de agosto (dias 1 e 2) será marcado por um contraste térmico em Portugal Continental.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>O <strong>sábado será o dia mais quente</strong>, com temperaturas que podem atingir os 40 °C no Sul, enquanto o domingo traz um alívio de 3 a 5 °C devido à aproximação de uma depressão atlântica.</p><h2>Sábado: calor intenso, vento moderado e índice UV elevado</h2><p>O primeiro dia de agosto será dominado por <strong>tempo quente e seco em praticamente todo o território continental.</strong> As temperaturas máximas, previstas para o período entre as 15h e as 16h, deverão ultrapassar os 30 °C na maioria das regiões, sendo mais elevadas no interior.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco-1785586207343.png" data-image="txft5mq2rrht" alt="Temperatura" title="Temperatura"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-84765">Este sábado, dia 1 de agosto será um dia quente, com máximas próximas dos 40 °C no interior do Algarve, Baixo Alentejo e distrito de Castelo Branco.</figcaption></figure><p>Os valores mais altos deverão ser registados no interior do Algarve, onde concelhos como <strong>Alcoutim</strong> e <strong>Tavira</strong> poderão atingir localmente os <strong>40 °C</strong>. Também <strong>Mértola</strong>, no distrito de Beja, poderá alcançar este patamar. No Centro, o distrito de <strong>Castelo Branco</strong> poderá aproximar-se dos <strong>39 °C</strong>, enquanto no Norte as zonas mais quentes serão os vales do Douro e do Tâmega, onde as máximas poderão rondar os <strong>37 a 38 °C</strong>.</p><div class="texto-destacado">O <strong>IPMA</strong> mantém aviso amarelo para o Algarve devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima, sobretudo no interior.</div><p>Durante a tarde, o vento deverá intensificar-se gradualmente, com <strong>rajadas moderadas até cerca de 45 km/h</strong>, mais frequentes no litoral e nas terras altas. Apesar do vento não ser particularmente forte, poderá aumentar a sensação de desconforto e contribuir para o agravamento do risco de incêndio rural.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco-1785586296848.png" data-image="n1ox3wskwocc" alt="Rajada de vento (km/h)" title="Rajada de vento (km/h)"><figcaption>O vento aumentará durante a tarde de sábado, com rajadas moderadas até cerca de 45 km/h, sobretudo no litoral e nas terras altas.</figcaption></figure><p>Outro fator de destaque será o <strong>índice UV</strong>, <strong>que atingirá valores entre</strong> <strong>8 e 9</strong> durante as horas centrais do dia, classificados como muito elevados. A exposição prolongada ao sol entre o final da manhã e o meio da tarde deverá, por isso, ser consciente.</p><h2>Domingo traz um alívio térmico, mas o calor mantém-se no Sul</h2><p><strong>No domingo, a aproximação de uma depressão atlântica a norte de Portugal provocará uma mudança gradual do estado do tempo.</strong> O núcleo desta depressão permanecerá afastado do território continental, mas será suficiente para favorecer a diminuição das temperaturas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco-1785586361781.png" data-image="zt7wwc24ofrh" alt="Pressão atmosférica e chuva" title="Pressão atmosférica e chuva"><figcaption>A aproximação de uma depressão atlântica favorecerá uma descida generalizada das temperaturas no domingo, mais evidente no Norte e Centro.</figcaption></figure><p>Como consequência, as temperaturas deverão <strong>descer entre 3 e 5 °C</strong> na maioria das regiões. O alívio será mais evidente no litoral e nas regiões Norte e Centro, enquanto o interior Sul continuará a registar valores elevados, ainda superiores a <strong>30 °C</strong> em vários locais.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco-1785586394502.png" data-image="g1m834vsz79x" alt="Temperatura" title="Temperatura"> <figcaption>Apesar de o núcleo da depressão permanecer a norte de Portugal, a sua influência será suficiente para promover uma entrada de ar mais fresco e preparar uma mudança do estado do tempo.</figcaption></figure><p>O vento voltará a intensificar-se durante a tarde, mantendo um padrão semelhante ao de sábado, com rajadas moderadas, sobretudo junto ao litoral e nas terras altas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781525" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias.html" title="Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias">Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias.html" title="Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-1785539101300_320.png" alt="Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias"></a></article></aside><p>Embora o domingo ainda decorra sem precipitação significativa, esta depressão poderá deixar <strong>vestígios de chuva nos primeiros dias da próxima semana</strong>, marcando o início de uma alteração gradual do padrão atmosférico.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tempo-para-o-primeiro-fim-de-semana-de-agosto-maximas-ate-40-c-antes-de-um-domingo-mais-fresco.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Estudo analisa os impactos das alterações climáticas na acessibilidade da água, incluindo nas respetivas faturas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/estudo-analisa-os-impactos-das-alteracoes-climaticas-na-acessibilidade-da-agua-incluindo-nas-respetivas-faturas.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 11:04:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Um estudo publicado na revista Nature Sustainability avaliou como as alterações climáticas podem agravar significativamente a acessibilidade da água nas cidades.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-analisa-os-impactos-das-alteracoes-climaticas-na-acessibilidade-da-agua-incluindo-nas-respetivas-faturas-1785528106788.jpg" data-image="5vbvbtmaiffb" alt="Água para consumo" title="Água para consumo"><figcaption>O abastecimento de água é vulnerável às alterações climáticas.</figcaption></figure><p>Enquanto investigações anteriores concentraram-se principalmente nos custos e na fiabilidade dos sistemas de água, este estudo avalia os<strong> impactos nas famílias com diferentes faixas de rendimento</strong>.</p><h2>A acessibilidade à água é um desafio crescente</h2><p>O estudo, liderado pela Universidade de Stanford, é o primeiro a examinar de forma abrangente como as alterações climáticas, as infraestruturas envelhecidas, as decisões de investimento das concessionárias de serviços públicos e a<strong> procura de água das famílias interagem para afetar a acessibilidade da água.</strong></p><p>Para compreender como as alterações previstas na temperatura e na precipitação nas próximas duas décadas provavelmente afetarão o abastecimento e os custos da água local, a equipa de investigação analisou dados de Santa Cruz, na Califórnia.</p><p>Santa Cruz é uma pequena cidade costeira que <strong>depende quase exclusivamente das águas superficiais locais</strong> e de uma única albufeira.</p><p>A concessionária local implementou várias opções de conservação de baixo custo, como <strong>eletrodomésticos economizadores de água e redução da irrigação, </strong>o que exige investimentos em infraestruturas para a resiliência climática.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="672743" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/os-coletores-de-neblina-podem-ser-a-solucao-para-combater-a-escassez-de-agua-potavel-no-mundo.html" title="Podem os coletores de neblina ser a solução para combater a escassez de água potável no mundo?">Podem os coletores de neblina ser a solução para combater a escassez de água potável no mundo?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/os-coletores-de-neblina-podem-ser-a-solucao-para-combater-a-escassez-de-agua-potavel-no-mundo.html" title="Podem os coletores de neblina ser a solução para combater a escassez de água potável no mundo?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/pueden-los-atrapanieblas-ser-la-solucion-para-combatir-la-escasez-de-agua-potable-en-el-mundo-1725332841592_320.jpg" alt="Podem os coletores de neblina ser a solução para combater a escassez de água potável no mundo?"></a></article></aside><p>Utilizando uma estrutura de modelação desenvolvida com dados do departamento de água de Santa Cruz, os investigadores relacionaram <strong>cenários climáticos futuros plausíveis com decisões de adaptação da concessionária</strong>, como a construção de uma estação de reutilização de águas residuais, métodos de fixação de preços da água e procura de água ao nível do domicílio.</p><p>Os autores do estudo descobriram que <strong>as alterações climáticas, por si só, podem fazer com que mais 7 a 16% dos agregados familiares enfrentem contas de água inacessíveis.</strong></p><div class="texto-destacado">O estudo concluiu que até meados do século, a adaptação à crescente escassez de água poderá quase duplicar a fatura média de água das habitações na cidade de Santa Cruz.</div><p>O modelo mostrou que as contas de água medianas para os residentes mais pobres <strong>poderiam subir de cerca de 60 dólares para 111 dólares por mês </strong>(em valores atuais)<strong> num cenário de clima seco. </strong></p><div class="texto-destacado">Mais de 5% das famílias teriam de alocar até um terço do seu rendimento ao pagamento da água, obrigando provavelmente a escolhas difíceis em relação à alimentação, cuidados de saúde e outras necessidades básicas. </div><p>Diferentes estratégias de infraestruturas produziram resultados drasticamente diferentes. Uma abordagem avessa ao risco, que deu prioridade à construção de grandes centrais de dessalinização, proporcionou um abastecimento fiável, mas a um <strong>custo elevado em termos de acessibilidade</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-analisa-os-impactos-das-alteracoes-climaticas-na-acessibilidade-da-agua-incluindo-nas-respetivas-faturas-1785528732942.jpg" data-image="i1asllbb5mfl" alt="Dessalinização" title="Dessalinização"><figcaption>Centrais de dessalinização implicam um aumento de custo da água para o consumidor final.</figcaption></figure><p>Uma abordagem mais cautelosa, que adiou os investimentos, manteve as contas mais baixas, <strong>mas deixou o sistema perigosamente vulnerável durante as secas, garantindo um abastecimento de água fiável em apenas 6 em cada 10 anos</strong>, em média.</p><p>O <strong>custo médio da água da torneira nos Estados Unidos aumentou três vezes mais rapidamente do que a inflação</strong> nas últimas duas décadas, principalmente devido às infraestruturas obsoletas e à manutenção tardia.</p><div class="texto-destacado">A seca e a escassez de água continuam a ser as maiores ameaças ao abastecimento de água urbano. O aumento das temperaturas e a alteração dos padrões de precipitação estão a tornar as secas mais frequentes e severas, reduzindo a fiabilidade das fontes de água.</div><p>As alterações climáticas pressionam o abastecimento de água e obrigam as concessionárias a construir <strong>novas infraestruturas dispendiosas para manter a fiabilidade</strong>.</p><h2>No futuro - aplicação em outras cidades</h2><p>Os autores do estudo afirmam que o seu modelo pode ser aplicado, para avaliar os riscos de acessibilidade à água, a outras cidades, como Los Angeles, San Diego, São Francisco, Cidade do Cabo e Melbourne, na Austrália, que enfrentam vulnerabilidades semelhantes às de Santa Cruz. </p><p>Os autores do estudo recomendam que mesmo as cidades que parecem mais resilientes agora fariam bem em <strong>prestar atenção à acessibilidade da água no futuro</strong>.</p><div class="texto-destacado">Segundo os investigadores, estas comunidades podem tornar-se vulneráveis com o tempo, à medida que o stress climático se intensifica e as concessionárias aumentam as tarifas da água. </div><p>A África do Sul, que recebe apenas cerca de 464 mm de chuva anualmente, menos de metade da média global, está entre os países mais secos do mundo. Em 2018, a Cidade do Cabo quase ficou sem água, obrigando as autoridades a limitar o consumo dos residentes a 50 litros de água por pessoa por dia. <strong>O rigoroso racionamento e as medidas de conservação ajudaram a cidade a evitar o “Dia Zero”.</strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/estudo-analisa-os-impactos-das-alteracoes-climaticas-na-acessibilidade-da-agua-incluindo-nas-respetivas-faturas-1785528963561.jpg" data-image="ifgucuhqveh5" alt="Melbourne" title="Melbourne"><figcaption>Em Melbourne, entre 1 de março e 1 de junho de 2026, os reservatórios da cidade diminuíram 6,1% (111 mil milhões de litros).</figcaption></figure><p>Melbourne, na Austrália, enfrenta também um crescente stress hídrico. <strong>Os níveis de armazenamento estão 9,5% </strong>(172,1 mil milhões de litros)<strong> abaixo do nível de há um ano e 24% </strong>(cerca de 432 mil milhões de litros)<strong> abaixo do nível de há dois anos,</strong> refletindo condições de seca prolongada, níveis de entrada de água a níveis historicamente baixos e aumento da procura.</p><p>O estudo conclui que lidar com a acessibilidade da água em função das alterações climáticas exigirá mais do que ações por parte das concessionárias locais. </p><div class="texto-destacado">Garantir o acesso fiável à água para todos exigirá intervenções a nível estatal que vão muito além do que as concessionárias individuais podem fazer sozinhas.</div><p>Os autores defendem <strong>reformas regulamentares</strong>, maior investimento público em infraestruturas hídricas resilientes ao clima e assistência financeira direcionada para as famílias vulneráveis. </p><p>Além disso, recomendam também que o planeamento futuro da adaptação climática avalie a acessibilidade da água juntamente com a fiabilidade do abastecimento, <strong>para evitar que os custos da adaptação climática afetem desproporcionalmente as comunidades de baixos rendimentos.</strong></p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Skerker%2C%20J.%2C%20Klassert%2C%20C.%2C%20Francois%2C%20B.%20et%20al." data-year="" data-title="Urban%20water%20affordability%20crisis%20exacerbated%20by%20climate%20change." data-url="https%3A%2F%2Fdoi.org%2F10.1038%2Fs41893-026-01890-z">Skerker, J., Klassert, C., Francois, B. et al.. <a href="https://doi.org/10.1038/s41893-026-01890-z" target="_blank" rel="" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Urban water affordability crisis exacerbated by climate change.</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/estudo-analisa-os-impactos-das-alteracoes-climaticas-na-acessibilidade-da-agua-incluindo-nas-respetivas-faturas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Abrantes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O Observatório Europeu do Sul está a pedir que se limite o número de satélites em órbita, pelo interesse da astronomia]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/o-observatorio-europeu-do-sul-esta-a-pedir-que-se-limite-o-numero-de-satelites-em-orbita-pelo-interesse-da-astronomia.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 10:03:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Em resposta aos numerosos projetos para estabelecer enormes constelações de satélites na órbita da Terra, o Observatório Europeu do Sul solicitou o estabelecimento de um limite máximo para garantir observações astronómicas a partir da superfície terrestre.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/l-observatoire-europeen-austral-demande-une-limite-de-satellites-en-orbite-pour-le-bien-de-l-astronomie-1783699296321.jpeg" data-image="pm84mk9tel18" alt="Satélites em órbita; ilustração artística" title="Satélites em órbita; ilustração artística"><figcaption>O número de satélites em órbita da Terra tem aumentado ao longo dos anos e representa uma ameaça real para a astronomia.</figcaption></figure><p>Embora cerca de 1,7 milhões de satélites possam ser lançados na órbita da Terra – a maioria deles pertencentes à SpaceX – os investigadores do Observatório Europeu do Sul (ESO) alertam para o<strong> perigo que representam para a astronomia e sugerem limitar o seu número</strong>.</p><h2>Cada vez mais satélites</h2><p>Há apenas uma década, o crescente número de satélites em órbita baixa da Terra não era considerado um grande problema. No entanto, <strong>desde 2019, a implantação gradual da constelação Starlink acelerou drasticamente o aumento do número de satélites</strong>.</p><p>Atualmente,<strong> existem mais de 14.000 satélites ativos em órbita à volta do nosso planeta, em comparação com apenas 2.000 antes de 2019</strong>. A este número já considerável, devemos acrescentar aproximadamente 32.000 fragmentos de detritos espaciais e dispositivos inativos que também orbitam acima das nossas cabeças todos os dias.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Visualization of Starlink satellites orbiting Earth <a href="https://t.co/2zpzpR1QNj">pic.twitter.com/2zpzpR1QNj</a></p>— Black Hole (@konstructivizm) <a href="https://x.com/konstructivizm/status/2075336693109174441?ref_src=twsrc%5Etfw">July 9, 2026</a></blockquote></figure><p>Para agravar a situação, <strong>cerca de 1,7 milhões de satélites adicionais poderão ser lançados para o espaço nos próximos anos, incluindo um milhão de satélites só da SpaceX</strong>. Esta rede de um milhão de satélites seria utilizada para inteligência artificial e funcionaria como servidores em órbita do nosso planeta.</p><p>Outros exemplos incluem as constelações chinesas CTC-1 e CTC-2, cada uma com uma previsão de lançamento de <strong>quase 100.000 satélites</strong>, e o projeto "Cinnamon" da E-Space, que planeia lançar<strong> mais de 450.000 satélites adicionais</strong> para construir uma rede espacial global que liga milhares de milhões de dispositivos online.</p><h2>Um limite necessário</h2><p>Embora estas centenas de milhares de satélites ainda estejam em fase de planeamento, poderão ser lançados em órbita nos próximos anos, o que representaria um<strong> grande desafio para a astronomia</strong>. De facto, <strong>um satélite iluminado pelo Sol pode brilhar mais intensamente do que uma galáxia distante</strong>.</p><p>Para além do facto de muitos destes satélites serem visíveis a olho nu, dificultando a observação do céu noturno, <strong>a passagem de um satélite pelo campo de visão de um telescópio deixa um rasto que obscurece tudo o que está atrás dele</strong>. A situação já é desafiante para muitos telescópios, mesmo que existam "apenas" 14.000 satélites ativos em órbita – por isso é fácil imaginar as consequências da adição de mais 1,7 milhões.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr"><a href="https://x.com/hashtag/PPOD?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#PPOD</a>: One Hour of Satellites ️ <br><br>This image shows <a href="https://x.com/hashtag/satellites?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#satellites</a> crossing the night sky above the northern <a href="https://x.com/hashtag/Atacama?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Atacama</a> Desert in Chile over just one hour. It is a stack of a time-lapse video taken on 15 October 2025 about two hours after sunset. A few streaks are caused by planes and <a href="https://t.co/DXrHQlh34n">pic.twitter.com/DXrHQlh34n</a></p>— The SETI Institute (@SETIInstitute) <a href="https://x.com/SETIInstitute/status/2073059544121385076?ref_src=twsrc%5Etfw">July 3, 2026</a></blockquote></figure><p>Segundo cálculos do Observatório Europeu do Sul (ESO), o <strong>Very Large Telescope perderia até 28% do seu campo de visão neste cenário</strong>, duas horas após o pôr-do-sol. O <strong>Observatório Vera C. Rubin seria ainda mais afetado, uma vez que as suas imagens ficariam inutilizáveis</strong> durante várias horas, todas as noites.</p><p>Isto para não falar de outro projeto ambicioso da empresa americana Reflect Orbital, que planeia implantar espelhos gigantes em órbita para refletir a luz solar de volta para a Terra à noite. <strong>Se os 50.000 espelhos planeados forem implantados até 2035, o céu noturno será três a quatro vezes mais brilhante</strong>!</p><div class="texto-destacado">Por esta razão, o ESO defende agora um limite de 100.000 dispositivos, todos com um brilho inferior à magnitude 7 (ou seja, invisíveis a olho nu). O Observatório Europeu reconhece os benefícios dos satélites, que possibilitam uma valiosa conectividade global, mas também defende lançamentos regulamentados para evitar um crescimento excessivo.<br></div><p>É <strong>crucial que esta questão seja abordada com seriedade e à escala global</strong>. Caso a autoridade reguladora dos EUA responsável pela aprovação ou rejeição destes projectos decida não avançar com os mesmos, as empresas de outros países, como a China, não devem simplesmente ocupar o seu lugar.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="777657" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/portugal-ajuda-a-construir-satelite-que-vai-desvendar-os-maiores-segredos-da-materia-escura.html" title="Portugal ajuda a construir satélite que vai desvendar os maiores segredos da matéria escura">Portugal ajuda a construir satélite que vai desvendar os maiores segredos da matéria escura</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/portugal-ajuda-a-construir-satelite-que-vai-desvendar-os-maiores-segredos-da-materia-escura.html" title="Portugal ajuda a construir satélite que vai desvendar os maiores segredos da matéria escura"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/portugal-ajuda-a-construir-satelite-que-vai-desvendar-os-maiores-segredos-da-materia-escura-1783515847087_320.jpg" alt="Portugal ajuda a construir satélite que vai desvendar os maiores segredos da matéria escura"></a></article></aside><p>A crescente proliferação de satélites representa, sem dúvida, uma ameaça existencial para a astronomia ótica, mas as suas consequências vão muito para além disso. Estas megaconstelações não só interferem com as observações telescópicas, como também<strong> afetam o sono, os ecossistemas e até a qualidade do ar</strong>, principalmente durante os lançamentos de foguetões.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Nassim%20Chentouf" data-year="2026" data-title="SpaceX%20veut%20un%20million%20de%20satellites%20en%20orbite%20pour%20son%20IA%20%3A%20l'astronomie%20mondiale%20r%C3%A9clame%20une%20limite%20d'urgence" data-url="https%3A%2F%2Fwww.lesnumeriques.com%2Fintelligence-artificielle%2Fspacex-veut-un-million-de-satellites-en-orbite-pour-son-ia-l-astronomie-mondiale-reclame-une-limite-d-urgence-n258893.html">Nassim Chentouf. (2026). <a href="https://www.lesnumeriques.com/intelligence-artificielle/spacex-veut-un-million-de-satellites-en-orbite-pour-son-ia-l-astronomie-mondiale-reclame-une-limite-d-urgence-n258893.html" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">SpaceX wants one million satellites in orbit for its AI: global astronomy calls for an urgent limit</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/o-observatorio-europeu-do-sul-esta-a-pedir-que-se-limite-o-numero-de-satelites-em-orbita-pelo-interesse-da-astronomia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciência prova a existência da prática ritual contínua mais antiga do mundo em caverna australiana]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 09:04:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Descoberta na Austrália revela rituais indígenas praticados desde a Era do Gelo. Saiba mais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana-1785168064772.png" data-image="1gxeck98x0h8"><figcaption>Pôr do sol em Lakes Entrance, East Gippsland.</figcaption></figure><p>Estudos arqueobotânicos realizados na Caverna de Cloggs, localizada no território ancestral dos GunaiKurnai em Gippsland (sudeste da Austrália), <strong>revelaram evidências científicas de práticas rituais contínuas ao longo de aproximadamente 25 000 anos.</strong> O estudo foi conduzido por investigadores em colaboração com a <em>GunaiKurnai Land and Waters Aboriginal Corporation</em>, combinando arqueologia microbotânica avançada e o conhecimento tradicional dos Guardiões e Anciãos GunaiKurnai. </p><h2> Metodologia e descobertas botânicas</h2><p> A investigação centrou-se na análise de <strong>fitólitos, </strong>microscópicas estruturas de sílica formadas no interior dos tecidos vegetais que se preservam no solo durante milénios. Para isolar as atividades humanas das contribuições da fauna local, os cientistas <strong>analisaram tanto as camadas sedimentares da caverna como excrementos preservados de possums-comuns</strong> (<em>Trichosurus vulpecula</em>).</p><ul><li><strong>Predomínio de gramíneas:</strong> A coleção de fitólitos é maioritariamente dominada por gramíneas (família <em>Poaceae</em>), com uma presença insignificante ou nula de plantas lenhosas (árvores e arbustos). </li></ul><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana-1785168586058.png" data-image="6xb2qtp129zr"><figcaption>Parque Nacional de Chillagoe-Mungana, Queensland, Austrália.</figcaption></figure><ul><li><strong>Transporte de plantas inteiras:</strong> a presença conjunta de morfotipos de inflorescências (flores), folhas e caules<strong> provou que os antigos ancestrais recolhiam e transportavam plantas de gramíneas inteiras para o interior da caverna.</strong></li></ul><ul><li><strong>Evidência de fogo humano:</strong> a descoberta de fitólitos carbonizados (queimados ou parcialmente fundidos) em múltiplas camadas sedimentares serviu como indicador inequívoco da queima intencional destas plantas trazidas pelos humanos.</li></ul><h2>Uso ritual da caverna e práticas culturais</h2><p>A Caverna de Cloggs localiza-se numa zona escura <strong>onde não existe crescimento natural de plantas. </strong></p><div class="texto-destacado">A escassez de ferramentas de preparação de alimentos e a ausência de restos abundantes de fauna associados à subsistência reforçam que o local não era um acampamento doméstico habitual, mas sim um espaço sagrado e reservado. </div><p>De acordo com o conhecimento tradicional e registos etnográficos do século XIX, a <strong>caverna era frequentada por <em>mulla-mullung</em>, homens e mulheres de grande sabedoria e poderes espirituais. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana-1785168165023.jpeg" data-image="cgxkq3rd3pgk"><figcaption>Pintura mural rupestre aborígene, Austrália.</figcaption></figure><p>As plantas eram intencionalmente <strong>queimadas em fogueiras de baixa temperatura, gerando finas camadas expansivas de cinza e fumo</strong>. Na cultura GunaiKurnai, a cinza, o carvão e as gramíneas desempenhavam papéis centrais em rituais de cura, feitiçaria, proteção e cerimónias de iniciação. </p><h2>Conexão com outras instalações rituais no local </h2><p> A descoberta dos fitólitos queimados complementa outros achados arqueológicos excecionais na Caverna de Cloggs: </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana-1785168850348.png" data-image="sukh5iv40hk4"><figcaption>Prato cerimonial de madeira com galhos defumados, o ritual de boas-vindas em um evento comunitário indígena na Austrália.</figcaption></figure><ul><li><strong>Fogueiras rituais em miniatura (11 000 a 12 000 anos BP)</strong>: pequenas fogueiras que continham varas de Casuarina aparadas e untadas com gordura animal ou humana, <strong>correspondendo exatamente às descrições etnográficas de rituais de maldição. </strong></li></ul><ul><li><strong>Pedra erguida (<em>Standing Stone</em>, ~2 000 a 1 600 anos BP): </strong>uma estrutura de pedra com cerca de 28 cm de altura, rodeada por 73 camadas finas de cinza <strong>decorrentes da queima repetida de vegetação macia ao seu redor ao longo de séculos. </strong></li></ul><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="678425" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/um-novo-estudo-revela-a-atividade-humana-moderna-inicial-numa-gruta-do-sudeste-asiatico.html" title="Um novo estudo revela a atividade humana moderna inicial numa gruta do sudeste asiático">Um novo estudo revela a atividade humana moderna inicial numa gruta do sudeste asiático</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/um-novo-estudo-revela-a-atividade-humana-moderna-inicial-numa-gruta-do-sudeste-asiatico.html" title="Um novo estudo revela a atividade humana moderna inicial numa gruta do sudeste asiático"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/a-new-study-reveals-early-modern-human-activity-in-a-cave-in-southeast-asia-1728752174942_320.jpg" alt="Um novo estudo revela a atividade humana moderna inicial numa gruta do sudeste asiático"></a></article></aside><p>A análise microbotânica confirma que os <strong>GunaiKurnai recolhiam e queimavam gramíneas na Caverna de Cloggs há cerca de mil gerações.</strong> A integração entre a ciência dos fitólitos e a tradição oral demonstra uma impressionante continuidade cultural e espiritual no sudeste australiano, <strong>ligando as práticas do Pleistoceno ao Holoceno.</strong></p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Grono%20E%2C%20David%20B%2C%20Mullett%20R%2C%20Stevenson%20J%2C%20Petchey%20F%2C%20Delannoy%20J-J%2C%20McDowell%20MC%2C%20Miller%20DJ%2C%20Morley%20MW%2C%20Fresl%C3%B8v%20J%2C%20Jenkin%20D%2C%20GunaiKurnai%20Land%20e%20Waters%20Aboriginal%20Corporation" data-year="2026" data-title="Phytoliths%20from%20Cloggs%20Cave%2C%20GunaiKurnai%20country%20(southeastern%20Australia)%20reveal%20the%20gathering%20of%20whole%20grasses%20for%20burning%20practices%20inside%20the%20cave." data-url="doi%3A%2010.3389%2Ffearc.2026.1871928">Grono E, David B, Mullett R, Stevenson J, Petchey F, Delannoy J-J, McDowell MC, Miller DJ, Morley MW, Fresløv J, Jenkin D, GunaiKurnai Land e Waters Aboriginal Corporation. (2026). <a href="doi: 10.3389/fearc.2026.1871928" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Phytoliths from Cloggs Cave, GunaiKurnai country (southeastern Australia) reveal the gathering of whole grasses for burning practices inside the cave.</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/ciencia-prova-a-existencia-da-pratica-ritual-continua-mais-antiga-do-mundo-em-caverna-australiana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Carlos Alves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ar-condicionado natural: plantas que ajudam a deixar o ambiente mais fresco e melhoram o isolamento térmico]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/ar-condicionado-natural-plantas-que-ajudam-a-deixar-o-ambiente-mais-fresco-e-melhoram-o-isolamento-termico.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 08:06:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>As plantas podem ser aliadas perfeitas contra o calor, pois além de acrescentarem um toque decorativo, podem ajudar a refrescar os ambientes, proporcionar sombra e melhorar o conforto térmico da casa durante o verão.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/aire-acondicionado-natural-las-plantas-que-pueden-ayudar-a-crear-un-hogar-mas-fresco-y-mejorar-el-aislamiento-termico-1785413309225.jpeg" data-image="fx9n694msjak" alt="homem molhando uma planta" title="homem molhando uma planta"><figcaption>As plantas podem ajudar a melhorar o ambiente térmico em casa durante o verão.</figcaption></figure><p>Com a chegada do <strong>verão</strong>,<strong> manter a casa fresca</strong> torna-se uma prioridade. Além do indispensável ar-condicionado convencional, existem <strong>soluções naturais</strong> que podem ajudar a melhorar o conforto térmico no lar.</p><p>As <strong>plantas </strong>desempenham um papel particularmente interessante nesse sentido, graças à sombra e à humidade que proporcionam e, sobretudo, à evapotranspiração — um processo natural capaz de aumentar o nosso conforto.</p><p>Embora a vegetação não arrefeça a casa da mesma maneira que um aparelho de ar-condicionado, certas espécies podem <strong>ajudar a reduzir a sensação de calor e criar um microclima mais agradável</strong>, especialmente quando combinadas com orientação, ventilação e isolamento adequados.</p><h2>Evapotranspiração, um arrefecimento natural</h2><p>A chave está na <strong>evapotranspiração</strong>, um processo que combina a evaporação da água presente no solo — ou no substrato, neste caso — com a transpiração das plantas através das suas folhas.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Los helechos son perfectos para decorar tu terraza, le da un toque selvático y privado <a href="https://x.com/hashtag/Tips?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Tips</a> <a href="https://x.com/hashtag/Jardin?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Jardin</a> <a href="https://x.com/hashtag/Terraza?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#Terraza</a> <a href="https://t.co/sA1EShmVoF">pic.twitter.com/sA1EShmVoF</a></p>— Total Pisos (@TotalPisos) <a href="https://x.com/TotalPisos/status/736368983830626308?ref_src=twsrc%5Etfw">May 28, 2016</a></blockquote></figure><p>Quando uma <strong>planta </strong>de qualquer tipo<strong> absorve água</strong> pelas raízes, uma parcela significativa acaba por ser<strong> libertada na atmosfera na forma de vapor</strong>, através de minúsculos poros chamados estômatos.</p><p>Este mecanismo é semelhante ao que vivenciamos quando o suor evapora da nossa pele. Por isso, <strong>uma vegetação abundante e bem hidratada pode alterar as condições do ar ao seu redor</strong>.</p><div class="texto-destacado">Para que a água passe do estado líquido para o gasoso, ela necessita de energia, a qual obtém do ambiente na forma de calor. Como resultado, produz-se um efeito de arrefecimento.<br></div><p>No entanto,<strong> nem todas as plantas possuem a mesma capacidade</strong>, uma vez que a taxa de evapotranspiração depende de fatores como espécie, tamanho da planta, área superficial das folhas, disponibilidade de água, temperatura, radiação solar, vento e humidade do ambiente.</p><h2>Quais plantas podem ajudar refrescar o ar?</h2><p>Espécies de crescimento rápido, com <strong>grande área superficial foliar </strong>(muitas folhas) e alta exigência hídrica durante o verão, podem apresentar taxas significativas de evapotranspiração.</p><h3>Samambaias</h3><p>Podem adicionar humidade a ambientes internos bem iluminados e protegidos, enquanto certas plantas ornamentais de folhagem abundante ajudam a criar uma atmosfera mais fresca ao seu redor.</p><h3>Hera, falsa-vinha ou algumas variedades de jasmim</h3><p>Podem desempenhar uma função adicional, pois <strong>projetam sombra</strong> sobre paredes e janelas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aire-acondicionado-natural-las-plantas-que-pueden-ayudar-a-crear-un-hogar-mas-fresco-y-mejorar-el-aislamiento-termico-1785414367413.jpeg" data-image="a4o3gtjq302s" alt="Imagen 2" title="Imagen 2"><figcaption>Fachadas com vegetação podem reduzir as temperaturas internas das residências.</figcaption></figure><h3>Árvores e arbustos</h3><p>Possuem uma capacidade ainda maior de modificar o microclima. Uma <strong>copa densa</strong>, como a das árvores, interceta parte da radiação solar antes que atinja fachadas, janelas ou telhados. Ao mesmo tempo, a sua transpiração liberta água de volta para a atmosfera e contribui para a troca de calor.</p><h2>Sombra e isolamento: uma combinação fundamental</h2><p>O efeito de arrefecimento das plantas não depende apenas da evapotranspiração. De facto, quando <strong>posicionadas estrategicamente</strong>, podem servir como uma <strong>barreira vegetal eficaz contra a radiação</strong> solar.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Plantou uma videira e a transformou em um telhado verde cheio de uvas. <a href="https://t.co/Gx4kqsKel7">pic.twitter.com/Gx4kqsKel7</a></p>— abymael (@abymaelx) <a href="https://x.com/abymaelx/status/2059707232212734146?ref_src=twsrc%5Etfw">May 27, 2026</a></blockquote></figure><p>Uma fachada parcialmente coberta por vegetação pode receber menos radiação direta, enquanto uma árvore situada em frente a uma janela pode reduzir significativamente o ganho de calor durante as horas de pico de exposição solar.</p><h2>Plantas de interior: realmente reduzem a temperatura?</h2><p>Em ambientes internos, é melhor ser realista. Uma planta em vaso pode aumentar ligeiramente a humidade relativa local e proporcionar uma sensação subtil de frescura — o que é certamente bem-vinda —, mas <strong>não consegue substituir um sistema de climatização nem reduzir a temperatura da casa em vários graus por si só</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="[object Object]" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><span class="encabezado"><h5 class="titular s"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-5-plantas-mais-inusitadas-para-cultivar-em-casa-parecem-ser-de-outro-planeta.html" title="As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!">As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!</a></h5></span><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/as-5-plantas-mais-inusitadas-para-cultivar-em-casa-parecem-ser-de-outro-planeta.html" title="As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/le-5-piante-piu-insolite-da-coltivare-in-casa-sembrano-arrivate-da-un-altro-pianeta-1784222155463_320.jpeg" alt="As 5 plantas mais inusitadas para cultivar em casa: parecem ser de outro planeta!"></a></article></aside><p>O <strong>efeito é muito mais significativo quando a vegetação está localizada em terraços, pátios, varandas ou jardins</strong>, onde há uma área foliar maior disponível para intercetar diretamente a radiação solar.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/aire-acondicionado-natural-las-plantas-que-pueden-ayudar-a-crear-un-hogar-mas-fresco-y-mejorar-el-aislamiento-termico-1785414491993.jpeg" data-image="ormh8p1981yj" alt="Imagen 3" title="Imagen 3"><figcaption>Um jardim visualmente agradável e com uma sensação de frescura.</figcaption></figure><p>Além disso, vale ressaltar que introduzir muitas plantas em ambientes fechados pode aumentar excessivamente a humidade, especialmente se a ventilação for precária. Portanto, é importante encontrar um <strong>equilíbrio entre a vegetação, a ventilação e a disponibilidade de água</strong>.</p><h2>Um ambiente mais fresco com soluções naturais<br></h2><p>As <strong>plantas </strong>podem, portanto, servir como uma ferramenta complementar no combate ao calor. A sua capacidade de realizar a evapotranspiração, proporcionar sombra e modificar o microclima ajuda a reduzir a carga térmica da residência e a melhorar os níveis de conforto durante os meses mais quentes.</p><p>A escolha de espécies adaptadas ao clima local é fundamental, assim como o seu posicionamento estratégico.</p><ul><li><strong>Árvores </strong>para proteger fachadas e janelas</li><li><strong>Plantas trepadeiras</strong> para criar sombra em paredes e muros</li><li><strong>Plantas de folhagem abundante</strong> para pátios e terraços</li></ul><p>O verdadeiro <strong>“ar-condicionado natural”</strong> não depende de uma única planta, mas sim do projeto de espaços verdes capazes de aproveitar os processos naturais da vegetação.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/ar-condicionado-natural-plantas-que-ajudam-a-deixar-o-ambiente-mais-fresco-e-melhoram-o-isolamento-termico.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Guia para multiplicar a sua espada-de-São-Jorge a partir de uma única folha e encher a casa com novas plantas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/guia-para-multiplicar-a-sua-espada-de-sao-jorge-a-partir-de-uma-unica-folha-e-encher-a-casa-com-novas-plantas.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 07:04:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Uma técnica simples e um pouco de paciência são tudo o que precisa para transformar uma única folha em várias plantas. Qual é a melhor altura para o fazer, que recipientes utilizar e quais os erros mais comuns?</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/paso-a-paso-para-multiplicar-la-lengua-de-suegra-con-una-sola-hoja-y-llenar-la-casa-de-nuevas-plantas-1785161586218.jpg" data-image="09f7zjmj9exg" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Um método simples e económico para obter novos exemplares a partir de um fragmento de folha.</figcaption></figure><p>Propagar plantas em casa está longe de ser um segredo para os especialistas. Para o comprovar, nada melhor do que começar pela espada-de-São-Jorge. A sua grande resistência perdoa os erros de qualquer principiante e permite <strong>obter novas plantas com muito pouco esforço</strong>.</p><p>A partir de uma única folha saudável, é possível obter várias estacas. Embora o procedimento seja muito simples, <strong>pequenos detalhes fazem a diferença entre uma muda bem-sucedida </strong>e uma que acaba no lixo.</p><h2>O momento ideal para começar</h2><p>A época do ano influencia diretamente o resultado. A primavera e o início do verão são os períodos ideais para esta tarefa, uma vez que a planta se encontra na sua fase de crescimento ativo. <strong>Temperaturas amenas e dias mais longos favorecem o desenvolvimento das raízes</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/paso-a-paso-para-multiplicar-la-lengua-de-suegra-con-una-sola-hoja-y-llenar-la-casa-de-nuevas-plantas-1785161768684.jpg" data-image="j1b5hxtjdn0z" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Para multiplicar a espada-de-São-Jorge, basta uma folha saudável e um vaso com boa drenagem.</figcaption></figure><p>É possível realizar o processo no outono ou no inverno, mas o <strong>desenvolvimento será muito mais lento </strong>e o risco de apodrecimento devido ao excesso de humidade aumentará.</p><h2>Passo a passo: como preparar as estacas</h2><p>O<strong> primeiro passo é escolher uma folha madura, firme e completamente saudável</strong>. É melhor eliminar qualquer folha que apresente manchas, partes moles ou danos causados por insetos.</p><p>Utilizando uma tesoura ou uma faca afiada e desinfetada, a folha é cortada pela base. De seguida, é <strong>dividida em segmentos </strong>de 5 a 8 centímetros de comprimento.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/paso-a-paso-para-multiplicar-la-lengua-de-suegra-con-una-sola-hoja-y-llenar-la-casa-de-nuevas-plantas-1785161844495.jpg" data-image="s0e37drejn6i" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>O corte preciso e a cicatrização adequada são passos essenciais para garantir o enraizamento.</figcaption></figure><p>Um pormenor crucial: <strong>todas as estacas devem ser plantadas na mesma orientação em que estavam na planta</strong>. Uma pequena marca na base de cada estaca evita confusões. Se forem plantadas de cabeça para baixo, não criarão raízes.</p><p>Antes da plantação, as estacas precisam de cicatrizar. O ideal é deixá-las durante 24 a 48 horas num local seco, bem ventilado e com sombra. <strong>Este período de repouso forma uma camada protetora sobre o corte</strong>, prevenindo o crescimento de fungos.</p><h3>Vaso definitivo ou recipiente temporário?</h3><p>Para plantar as estacas, o melhor é começar num pequeno vaso temporário, um recipiente para propagação ou mesmo copos de plástico com furos no fundo.</p><p>Um<strong> recipiente pequeno facilita o controlo da humidade e evita que o substrato retenha água em excesso</strong>. Assim que as plântulas desenvolverem as primeiras folhas e um sistema radicular firme, será altura de as transplantar para o vaso definitivo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/paso-a-paso-para-multiplicar-la-lengua-de-suegra-con-una-sola-hoja-y-llenar-la-casa-de-nuevas-plantas-1785161951667.jpg" data-image="q28c98ey4ni8" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Com paciência, rega moderada e um substrato leve, as estacas desenvolvem raízes e novos rebentos em poucas semanas.</figcaption></figure><p>No momento do transplante definitivo, <strong>várias estacas podem ser plantadas juntas num único vaso</strong>. A única precaução é deixá-las com uma distância de 5 a 8 centímetros entre si, para que os seus rizomas tenham espaço para se expandir sem competir por espaço ou nutrientes. <strong>Utilize um substrato leve e com boa drenagem</strong>. Cada estaca deve ser enterrada a apenas dois ou três centímetros de profundidade.</p><h3>Rega: menos é mais</h3><p>O erro mais comum na propagação da espada-de-São-Jorge é o excesso de água. A planta armazena água nos seus tecidos, pelo que não tolera solos encharcados. Após a plantação das mudas, basta <strong>humedecer ligeiramente o solo</strong>. Aguarde até que o substrato esteja completamente seco antes de voltar a regar.</p><p>Em <strong>climas frios, a rega deve ser espaçada por duas semanas ou mais</strong>. Além disso, é melhor colocar o vaso num local bem iluminado, longe da luz solar direta do meio-dia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/paso-a-paso-para-multiplicar-la-lengua-de-suegra-con-una-sola-hoja-y-llenar-la-casa-de-nuevas-plantas-1785162046018.jpg" data-image="szm65vp0nyvp" alt="plantas" title="plantas"><figcaption>Para multiplicar a espada-de-São-Jorge em casa, basta uma folha saudável e um vaso com boa drenagem.</figcaption></figure><p>A paciência desempenha um papel fundamental em todo o processo. Em boas condições,<strong> as raízes aparecem entre a terceira e a quarta semana</strong>. No entanto, os novos rebentos podem demorar entre um a três meses a emergir do solo.</p><p>Enquanto se aguarda, é <strong>fundamental não mover ou desenterrar os fragmentos de folhas</strong> para verificar o seu estado. Esta interrupção geralmente danifica as minúsculas raízes em desenvolvimento.</p><h3>Um pormenor fundamental sobre a variedade</h3><p>Se a planta-mãe tiver folhas completamente verdes, os novos exemplares serão idênticos.</p><p>Em contraste, as variedades com bordos amarelos ou creme, como a popular <em>Laurentii</em>, perdem estas riscas quando propagadas por estacas de folhas. As <strong>plantas resultantes serão inteiramente verdes</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780286" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-ar-condicionado-colonial-de-guanajuato-como-as-suas-ruas-estreitas-se-mantem-frescas-sem-tecnologia-moderna.html" title="O 'ar condicionado colonial' de Guanajuato: como as suas ruas estreitas se mantêm frescas sem tecnologia moderna">O "ar condicionado colonial" de Guanajuato: como as suas ruas estreitas se mantêm frescas sem tecnologia moderna</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-ar-condicionado-colonial-de-guanajuato-como-as-suas-ruas-estreitas-se-mantem-frescas-sem-tecnologia-moderna.html" title="O 'ar condicionado colonial' de Guanajuato: como as suas ruas estreitas se mantêm frescas sem tecnologia moderna"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-aire-acondicionado-colonial-de-guanajuato-asi-refrescan-sus-calles-estrechas-sin-tecnologia-moderna-1784337782288_320.png" alt="O 'ar condicionado colonial' de Guanajuato: como as suas ruas estreitas se mantêm frescas sem tecnologia moderna"></a></article></aside><p><strong>Para preservar as bordas douradas desta variedade</strong>, a única forma é dividir a planta a partir das suas raízes ou separar os rebentos que crescem na base.</p><p>Com uma folha saudável e paciência, esta técnica é uma forma simples e barata de adicionar verde a todos os cantos da sua casa.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/guia-para-multiplicar-a-sua-espada-de-sao-jorge-a-partir-de-uma-unica-folha-e-encher-a-casa-com-novas-plantas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Atenção aos raios UV na Madeira: índice manter-se-á elevado nos próximos dias]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 06:02:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O IPMA prolongou o aviso amarelo de tempo quente na Madeira até às 18h do dia 3 de agosto. Além do calor, também o índice UV estará elevado nos próximos dias.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatrgv2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatrgv2.jpg" id="xatrgv2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Como avançamos em previsões anteriores, o IPMA havia emitido aviso amarelo de tempo quente para as Regiões Montanhosas e a Costa Sul da Madeira até ao final do dia 2 de agosto, no entanto, até ao momento da redação desta previsão, e de acordo com a mais recente atualização deste instituto,<strong> este aviso foi prolongado até às 18h do dia 3 de agosto</strong>, segunda-feira.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Para além das temperaturas previstas, que poderão aproximar-se dos 30 ºC, especialmente na Costa Sul, há ainda <strong>outro fator que deverá exigir um maior cuidado quando decidir ir à praia ou fazer alguma atividade ao ar livre </strong>durante as horas de maior exposição: o índice UV, que estará muito elevado, segundo a mais recente previsão dos nossos mapas.</p><h2>Índice UV muito elevado nos próximos dias: o que significa?</h2><p>Para hoje, sábado, numa escala de 0 a 15, o<strong> índice esperado entre as 13h e as 15h para a maior parte da área do arquipélago madeirense é de 10</strong>. O que é que isto significa?</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias-1785537723172.png" data-image="ur7m56xa717k" alt="índice UV" title="índice UV"><figcaption>Ao longo dos próximos dias, o arquipélago da Madeira registará índices elevados de radiação UV, requerendo, assim, um maior cuidado com a exposição solar.</figcaption></figure><p>Um <strong>índice UV entre 8 e 10 é considerado muito alto</strong>, pelo que neste caso específico que estamos a analisar, já se encontra no limite, pois se fosse de 11 ou mais, seria considerado extremo. Felizmente, em Portugal, este valor (11) é pouco frequente, no entanto, um <strong>índice como o previsto para as próximas horas e dias na Madeira requer alguns cuidados</strong>.</p><p>Um dos principais riscos são as queimaduras na pele em menos de 10 minutos, em pessoas de pele muito clara, para além de possíveis danos oculares e insolações. No entanto, aconselha-se o<strong> uso de proteção solar (acima de 30 FPS), assim como óculos de sol com proteção UVB/UVA; chapéu e roupas leves. A hidratação também é essencial para evitar golpes de calor</strong>.</p><h2>No domingo o índice diminui, mas volta a aumentar nos dias seguintes</h2><p>Segundo o nosso mapa de índice UV, é esperado que amanhã, domingo, o índice baixe de 10 para 8, continuando elevado, mas não tão extremo. Contudo, esta diminuição, que se deverá ao facto de uma maior nebulosidade sobre a ilha, será "sol de pouca dura", uma vez que<strong> na segunda-feira voltará a aumentar para 10</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781429" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-com-temperaturas-mais-elevadas-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso.html" title="Madeira sob aviso amarelo de tempo quente: eis as zonas com temperaturas mais elevadas e até quando irá durar este aviso">Madeira sob aviso amarelo de tempo quente: eis as zonas com temperaturas mais elevadas e até quando irá durar este aviso</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-com-temperaturas-mais-elevadas-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso.html" title="Madeira sob aviso amarelo de tempo quente: eis as zonas com temperaturas mais elevadas e até quando irá durar este aviso"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-mais-quentes-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso-1785492417825_320.png" alt="Madeira sob aviso amarelo de tempo quente: eis as zonas com temperaturas mais elevadas e até quando irá durar este aviso"></a></article></aside><p>Nos dias seguintes, é expectável que o índice se mantenha entre 9 e 10, sendo recomendado que <strong>os cuidados supracitados sejam postos em prática</strong>, especialmente pelas pessoas que estarão mais expostas ao sol, de forma a evitar danos à saúde.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/atencao-aos-raios-uv-na-madeira-indice-manter-se-a-elevado-nos-proximos-dias.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA["Bali português" existe e fica a menos de uma hora do Porto]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-bali-portugues-existe-e-fica-a-menos-de-uma-hora-do-porto.html</link><pubDate>Sat, 01 Aug 2026 05:03:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Parece Bali, mas fica no Minho. Conheça o refúgio à beira-rio que está a conquistar Portugal. “É perfeito para quem quer fugir à rotina sem sair do país.”</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/o-bali-portugues-existe-e-fica-a-menos-de-uma-hora-do-porto-1785258635030.jpg" data-image="jqhwl1oix9aq" alt="Bamboo & Coconut" title="Bamboo & Coconut"><figcaption>Já ouvir falar deste espaço? Foto: Bamboo & Coconut // lagodoscisnespark</figcaption></figure><p>“Um dos lugares mais bonitos” da região; “Bali de Portugal”; “um dos <em>spots</em> de verão favoritos”; e “é perfeito para quem quer fugir à rotina sem sair do país”. Quando se trata de descrever este lugar, os<em> media </em>portugueses não medem palavras. </p><p>Agora a questão que se coloca é: afinal, do que é que estão a falar? Nós explicamos. </p><p>Quando alguém lhe fala de <strong>Bali</strong>, qual a primeira imagem a surgir? Apostamos que se trata de uma com palmeiras, bambus, espreguiçadeiras, água e aquele ambiente tão característico desta ilha da Indonésia. E é precisamente isso que aparece quando se fala do <strong>Bamboo & Coconut</strong>.</p><div class="texto-destacado">Instalado nas margens do rio Cávado, este refúgio de verão tornou-se um dos locais mais fotografados do Minho. Entre estruturas em bambu, madeira, zonas de sombra, vegetação exuberante e uma decoração inspirada nos destinos tropicais, muitos visitantes dizem sentir-se transportados para Bali.</div><p>A única diferença? Para conhecer este lugar não precisa de apanhar nenhum avião. Aliás, basta conduzir até <strong>Amares</strong>, no<strong> distrito de Braga</strong>. </p><h2>Parece Bali, mas fica em Portugal</h2><p>O espaço integra a <strong>Quinta Lago dos Cisnes</strong> e existe desde 1993. Na altura, nasceu como um simples bar de apoio à beira-rio, mas foi evoluindo ao longo dos anos. Hoje apresenta-se como um verdadeiro<em> summer club</em>, pensado para que seja possível passar ali um dia inteiro entre refeições, momentos de descanso e diferentes experiências.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="735547" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/sera-esta-a-nova-bali-o-paraiso-que-divide-opinioes.html" title="Será esta a nova Bali? O paraíso que divide opiniões">Será esta a nova Bali? O paraíso que divide opiniões</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/sera-esta-a-nova-bali-o-paraiso-que-divide-opinioes.html" title="Será esta a nova Bali? O paraíso que divide opiniões"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/sera-esta-a-nova-bali-o-paraiso-que-divide-opinioes-1761206390434_320.jpg" alt="Será esta a nova Bali? O paraíso que divide opiniões"></a></article></aside><p>Uma das suas particularidades é o facto de<strong> renascer todos os anos</strong>. Como está instalado numa zona sujeita às cheias de inverno, grande parte das estruturas é desmontada no final da época e reconstruída quando regressa o verão. Sempre que reabre, o espaço apresenta novas ideias e continua a reinventar-se. Este ano não foi exceção.</p><h2>Muito mais do que um bar de verão</h2><p>Embora o Bamboo Lounge continue a ser o centro do espaço, o conceito vai <strong>muito além de um simples bar à beira-rio</strong>. </p><div class="texto-destacado">É ali que são servidos<em> cocktails</em>, sangrias, <em>snacks </em>e petiscos, sempre acompanhados por um ambiente descontraído e, frequentemente, por música ao vivo ou<em> DJ sets </em>durante os sunsets.</div><p>“O nosso objetivo nunca foi criar um restaurante para o dia a dia. Queremos proporcionar momentos especiais, daqueles que as pessoas associam ao verão e guardam na memória”, sublinham os responsáveis, citados pela revista ‘NiT’.</p><p>Para quem pretende uma refeição mais completa, existe o restaurante The Coconut House, cuja carta privilegia pratos para partilhar, carnes, peixe, massas e propostas de inspiração mediterrânica e tropical, acompanhadas por <em>cocktails</em> de assinatura.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-bali-portugues-existe-e-fica-a-menos-de-uma-hora-do-porto-1785258955549.jpg" data-image="b4g6jpst8jef" alt="Bamboo & Coconut" title="Bamboo & Coconut"><figcaption>Um espaço para conhecer este verão. Bamboo & Coconut // lagodoscisnespark</figcaption></figure><p>O complexo inclui ainda a Palm Boutique, dedicada a artigos de decoração, moda e <em>lifestyle</em>, bem como o The Studio, um espaço destinado a aulas de ioga, pilates, <em>workshops</em> e outras atividades ligadas ao bem-estar.</p><p>Ao longo da temporada realizam-se também <strong><em>brunches</em>, eventos temáticos, experiências gastronómicas e iniciativas especiais</strong>, o que faz com que dificilmente duas visitas sejam iguais.</p><h2>O que deve saber antes de visitar</h2><p>Mas, atenção, porque, apesar de estar localizado junto ao rio Cávado, <strong>o Bamboo & Coconut não funciona como praia fluvial</strong>. Aqui não há nadadores-salvadores nem vigilância balnear, pelo que qualquer mergulho é feito por conta e risco.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779757" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html" title="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC ">Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html" title="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c-1784655856544_320.jpg" alt="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC "></a></article></aside><p>Em vez disso, a maioria dos visitantes chega para aproveitar o ambiente, relaxar junto ao rio, almoçar, beber um<em> cocktail </em>ou simplesmente desfrutar da tranquilidade proporcionada pela natureza.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-bali-portugues-existe-e-fica-a-menos-de-uma-hora-do-porto-1785259107631.jpg" data-image="kw587uzh5py3" alt="Bamboo & Coconut" title="Bamboo & Coconut"><figcaption>Chamam-lhe o "Bali português" — e não é difícil perceber porquê. Foto: Bamboo & Coconut // lagodoscisnespark</figcaption></figure><p>Outra vantagem é o facto de ser um espaço<em><strong> pet friendly</strong></em>, permitindo a entrada de animais de estimação, desde que permaneçam com trela.</p><h2>Mais informações e detalhes</h2><p>O Bamboo & Coconut abre apenas durante os <strong>meses de verão</strong>, normalmente entre junho e setembro, embora os horários possam variar consoante as condições meteorológicas. </p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações.<br> </div><p>A entrada funciona através de um<strong> consumo mínimo</strong>, cujo valor varia consoante o dia e pode ir até aos 15€, sendo esse montante descontado no que consumir durante a visita. Como os horários, os preços e a programação podem sofrer alterações ao longo da época, é aconselhável confirmar as condições antes de se deslocar ao espaço.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Versa%2C%20Ribeiro%2C%20M" data-year="2026" data-title="Parece%20Bali%2C%20mas%20este%20para%C3%ADso%20t%C3%A3o%20elogiado%20fica%20mesmo%20em%20Portugal" data-url="https%3A%2F%2Fversa.iol.pt%2Fbraga%2Fbamboo-coconut%2Fparece-bali-mas-este-paraiso-tao-elogiado-fica-mesmo-em-portugal%2F20260718%2F6a58ebb7d34e511da0b2dc93">Versa, Ribeiro, M. (2026). <a href="https://versa.iol.pt/braga/bamboo-coconut/parece-bali-mas-este-paraiso-tao-elogiado-fica-mesmo-em-portugal/20260718/6a58ebb7d34e511da0b2dc93" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Parece Bali, mas este paraíso tão elogiado fica mesmo em Portugal</a>.</cite><br><cite data-author="NiT%2C%20Santos%2C%20D" data-year="2026" data-title="Um%20dos%20nossos%20spots%20de%20ver%C3%A3o%20favoritos%20parece%20Bali%2C%20mas%20fica%20em%20Portugal" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nit.pt%2Ffora-de-casa%2Fna-cidade%2Fum-dos-nossos-spots-de-verao-favoritos-parece-bali-mas-fica-em-portugal">NiT, Santos, D. (2026). <a href="https://www.nit.pt/fora-de-casa/na-cidade/um-dos-nossos-spots-de-verao-favoritos-parece-bali-mas-fica-em-portugal" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Um dos nossos spots de verão favoritos parece Bali, mas fica em Portugal</a>.</cite><br><cite data-author="Dois%20%C3%A0s%2010" data-year="2026" data-title="Pode%20ir%20a%20%22Bali%22%20de%20Portugal%20por%20apenas%205%20euros%3A%20saiba%20onde%20fica%20um%20dos%20segredos%20mais%20bem%20guardados%20de%20Portugal" data-url="https%3A%2F%2Ftvi.iol.pt%2Fdoisas10%2Fbali%2Fbamboo-coconut%2Fpode-ir-a-bali-de-portugal-por-apenas-5-euros-saiba-onde-fica-um-dos-segredos-mais-bem-guardados-de-portugal">Dois às 10. (2026). <a href="https://tvi.iol.pt/doisas10/bali/bamboo-coconut/pode-ir-a-bali-de-portugal-por-apenas-5-euros-saiba-onde-fica-um-dos-segredos-mais-bem-guardados-de-portugal" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Pode ir a "Bali" de Portugal por apenas 5 euros: saiba onde fica um dos segredos mais bem guardados de Portugal</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/o-bali-portugues-existe-e-fica-a-menos-de-uma-hora-do-porto.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A experiência mais extrema da NASA: a agência procura voluntários para um ano em isolamento, simulando missão a Marte]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-experiencia-mais-extrema-da-nasa-a-agencia-procura-voluntarios-para-um-ano-em-isolamento-simulando-missao-a-marte.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 16:01:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>A agência espacial norte-americana abriu as inscrições para uma missão com a duração de 14 meses. O objetivo não é estudar Marte, mas compreender como o corpo e a mente humanos reagem ao isolamento prolongado.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-experimento-mas-extremo-de-la-nasa-busca-voluntarios-para-pasar-un-ano-aislados-simulando-una-mision-a-marte-1784302642498.jpg" data-image="eu320pjht69h" alt="Mars" title="Mars"><figcaption>A NASA está à procura de voluntários para passar um ano em isolamento.</figcaption></figure><p><strong>Como reagem quatro pessoas depois de passarem um ano inteiro sem poderem sair ao ar livre?</strong> O que acontece quando cada litro de água, cada refeição e cada tarefa dependem de um sistema fechado? E como é que a convivência muda quando as mesmas pessoas partilham um espaço confinado durante meses?</p><p>São estas as questões a que a NASA precisa de responder antes de enviar astronautas de volta à Lua e, eventualmente, a Marte. É por isso que a agência abriu um novo concurso para selecionar quatro voluntários para uma <strong>missão de isolamento extremo, com início previsto para, no mínimo, agosto de 2027, no Centro Espacial Johnson, em Houston</strong>.</p><p>Embora os participantes nunca venham a sair da Terra, passarão <strong>um ano a viver como se estivessem a viajar pelo espaço profundo</strong>.</p><h2>Um ano em isolamento para preparar o regresso à Lua e a viagem a Marte</h2><p>A missão faz parte do programa "Moon and Mars Exploration Analog" e será a primeira a combinar duas das plataformas que a NASA já utiliza para estudar o <strong>comportamento da tripulação em ambientes extremos</strong>.</p><p><strong>Durante 12 meses, os voluntários permanecerão confinados em dois habitats diferentes</strong>. O primeiro reproduz a nave espacial que transportaria os astronautas numa viagem interplanetária. O segundo, construído através de impressão 3D, simula uma base na superfície da Lua ou de Marte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-experimento-mas-extremo-de-la-nasa-busca-voluntarios-para-pasar-un-ano-aislados-simulando-una-mision-a-marte-1784302728072.jpg" data-image="3lz68inagt7x" alt="NASA" title="NASA"><figcaption>A experiência tem como objetivo testar as pessoas que poderão, um dia, viajar para o Planeta Vermelho.</figcaption></figure><p>Os participantes dormirão em alojamentos individuais da tripulação, cultivarão parte dos seus próprios alimentos, farão a manutenção dos sistemas de suporte de vida, resolverão avarias provocadas pelos investigadores e realizarão caminhadas espaciais simuladas utilizando ferramentas de realidade virtual e aumentada.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779541" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-nasa-fotografa-algo-inexplicavel-em-marte-rochas-estranhas-em-equilibrio-intrigam-os-cientistas.html" title="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas">A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-nasa-fotografa-algo-inexplicavel-em-marte-rochas-estranhas-em-equilibrio-intrigam-os-cientistas.html" title="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-fotografia-algo-inexplicable-en-marte-unas-extranas-rocas-en-equilibrio-descolocan-a-los-cientificos-1782818160488_320.jpg" alt="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas"></a></article></aside><p>Terão também acesso a um pequeno veículo de exploração para praticarem deslocações para além do habitat principal, tal como fariam durante uma missão real.</p><p>O desafio, no entanto, não consiste simplesmente em concluir essas tarefas.</p><div class="texto-destacado"><strong>A NASA pretende compreender como o desempenho, a saúde física e o bem-estar psicológico se alteram quando um pequeno grupo permanece isolado durante longos períodos, com recursos limitados e sem possibilidade de abandonar a missão.</strong></div><p>A monotonia também faz parte da experiência. Grande parte do tempo será passada a repetir procedimentos, a monitorizar equipamentos e a seguir rotinas rigorosas, uma situação muito mais próxima da vida quotidiana de um astronauta do que aquela que os filmes costumam retratar.</p><h2>Os requisitos para participar</h2><p>O programa está aberto a <strong>cidadãos norte-americanos ou residentes permanentes legais com</strong><strong> idades compreendidas entre os 30 e os 55 anos</strong>, embora a NASA possa considerar exceções em determinados casos.</p><p>Os candidatos devem ser <strong>fluentes em inglês, passar em avaliações físicas e psicológicas semelhantes às exigidas aos astronautas e possuir um diploma universitário em engenharia, matemática, ciências físicas ou ciências biológicas</strong>. Os estudos de pós-graduação, a experiência profissional e o serviço militar também serão tidos em consideração.</p><p>Além disso, a NASA exige que os candidatos não tenham restrições alimentares, não tenham histórico de sonambulismo e não sejam dependentes de medicamentos para dormir.</p><p><strong>No total, a experiência terá uma duração de cerca de 14 meses</strong>. Para além do isolamento de um ano, os selecionados realizarão mais dois meses de formação e avaliações antes e depois da missão. A agência confirmou que os voluntários receberão uma compensação financeira, embora não tenha divulgado o montante.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781127" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/o-sucessor-do-james-webb-ja-esta-em-desenvolvimento-este-e-o-megatelescopio-da-nasa-concebido-para-procurar-outra-terra.html" title="O sucessor do James Webb já está em desenvolvimento: este é o megatelescópio da NASA concebido para procurar outra Terra">O sucessor do James Webb já está em desenvolvimento: este é o megatelescópio da NASA concebido para procurar outra Terra</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/o-sucessor-do-james-webb-ja-esta-em-desenvolvimento-este-e-o-megatelescopio-da-nasa-concebido-para-procurar-outra-terra.html" title="O sucessor do James Webb já está em desenvolvimento: este é o megatelescópio da NASA concebido para procurar outra Terra"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/el-sucesor-de-james-webb-ya-esta-en-marcha-este-es-el-megatelescopio-de-la-nasa-disenado-para-buscar-otra-tierra-1785270499023_320.jpg" alt="O sucessor do James Webb já está em desenvolvimento: este é o megatelescópio da NASA concebido para procurar outra Terra"></a></article></aside><p>Para além de selecionar uma nova tripulação, o objetivo é <strong>recolher dados que ajudem a conceber futuras missões Artemis e a preparar-se para os desafios de uma viagem a Marte</strong>, onde os astronautas permanecerão isolados durante anos e quaisquer problemas terão de ser resolvidos sem apoio imediato da Terra.</p><p>Por outras palavras, a experiência não se destina a testar o Planeta Vermelho. <strong>Destina-se a testar as pessoas que, um dia, poderão fazer essa viagem</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-experiencia-mais-extrema-da-nasa-a-agencia-procura-voluntarios-para-um-ano-em-isolamento-simulando-missao-a-marte.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciência portuguesa descobre uma nova forma de ler Marte e ajuda a preparar futuras missões humanas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/ciencia-portuguesa-descobre-uma-nova-forma-de-ler-marte-e-ajuda-a-preparar-futuras-missoes-humanas.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 15:01:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Uma técnica inédita desenvolvida por investigadores da Universidade de Lisboa permite extrair informação inédita das nuvens marcianas a partir de imagens recolhidas no espaço.</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-portuguesa-descobre-uma-nova-forma-de-ler-marte-e-ajuda-a-preparar-futuras-missoes-humanas-1785503968142.jpg" data-image="3dxyu4h84t0q" alt="Planeta Marte" title="Planeta Marte"><figcaption>Cientistas portugueses desenvolveram método inédito para medir altitude e velocidade de nuvens em Marte com uma única câmara. Foto: Foto: Vlad_Aivazovsky/Pixabay</figcaption></figure><p>Durante mais de duas décadas, a<strong> sonda</strong><strong> Mars Express</strong> percorreu incessantemente a órbita de Marte. Dia após dia, registou milhares de imagens da atmosfera do planeta, preservando detalhes que até agora permaneceram ocultos. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Uma equipa de investigadores portugueses encontrou finalmente uma nova forma de revelar parte dessa informação, alcançando um feito inédito que poderá ajudar a preparar futuras missões humanas ao planeta vermelho.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O trabalho, liderado por cientistas do Instituto de Astronomia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, conseguiu medir, pela primeira vez, a<strong> altitude </strong>e a<strong> </strong><strong>velocidade </strong>de <strong>propagação </strong>de <strong>nuvens marcianas </strong>utilizando apenas imagens captadas por uma única câmara da Mars Express, missão da Agência Espacial Europeia (ESA) que orbita Marte há 23 anos.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-portuguesa-descobre-uma-nova-forma-de-ler-marte-e-ajuda-a-preparar-futuras-missoes-humanas-1785504138389.jpg" data-image="xt629sa61im3" alt="sonda Mars Express" title="sonda Mars Express"><figcaption>Imagens da sonda Mars Express servem de base para revelação tridimensional da dinâmica atmosférica marciana. Foto: ESA / CC BY-SA IGO 3.0, Wikimedia Commons</figcaption></figure><p>Publicado na revista <em>Journal of Geophysical Research: Planets</em>, o estudo apresenta uma técnica inovadora para analisar um dos fenómenos mais difíceis de observar na atmosfera marciana. A investigação fornece, por isso, dados valiosos para compreender a <strong>dinâmica dos ventos em altitude</strong>, um conhecimento essencial para futuras operações de <strong>entrada e aterragem</strong> no planeta.</p><h2>Por que é tão difícil observar nuvens em Marte?</h2><p>A explicação está na própria atmosfera marciana. Ao contrário da Terra, Marte possui uma atmosfera cerca de <strong>cem vezes menos densa</strong>, onde as <strong>nuvens são extremamente ténues</strong> e quase transparentes. Muitas são constituídas por cristais de gelo ou dióxido de carbono congelado e não por vapor de água, tornando-se difíceis de distinguir do céu ou da superfície poeirenta do planeta.</p><p>Algumas formam-se muito perto do solo. Outras surgem a <strong>altitudes elevadas</strong> e deslocam-se rapidamente, impulsionadas por ondas atmosféricas que transportam energia através das diferentes camadas da atmosfera. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="744852" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/serao-os-e-t-mesmo-verdes-pois-bem-esta-astrobiologa-portuguesa-suspeita-que-sao-roxos.html" title="Serão os E.T. mesmo verdes? Pois bem, esta astrobióloga portuguesa suspeita que são roxos">Serão os E.T. mesmo verdes? Pois bem, esta astrobióloga portuguesa suspeita que são roxos</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/serao-os-e-t-mesmo-verdes-pois-bem-esta-astrobiologa-portuguesa-suspeita-que-sao-roxos.html" title="Serão os E.T. mesmo verdes? Pois bem, esta astrobióloga portuguesa suspeita que são roxos"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/serao-os-e-t-mesmo-verdes-pois-bem-esta-astrobiologa-portuguesa-suspeita-que-sao-roxos-1766153325638_320.jpg" alt="Serão os E.T. mesmo verdes? Pois bem, esta astrobióloga portuguesa suspeita que são roxos"></a></article></aside><p>Para as observar, é necessário reunir condições muito específicas de <strong>iluminação</strong> e um <strong>ângulo de observação</strong> quase perfeito. É precisamente essa combinação que explica por que passaram despercebidas durante tanto tempo.</p><h2>Uma nova forma de interpretar imagens antigas</h2><p>A inovação não passou por construir uma nova sonda nem por instalar instrumentos mais sofisticados em Marte. Os investigadores desenvolveram um <strong>algoritmo</strong> capaz de extrair <strong>informação tridimensional</strong> a partir das imagens recolhidas por uma única câmara, permitindo calcular simultaneamente a altitude das nuvens e a velocidade com que se deslocam.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Até agora, este tipo de medição exigia duas câmaras posicionadas em ângulos diferentes. A nova abordagem demonstra que é possível obter resultados semelhantes recorrendo apenas às imagens já existentes, abrindo caminho para analisar um vasto arquivo de observações acumuladas ao longo de mais de vinte anos pela Mars Express.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Segundo Francisco Brasil, primeiro autor do estudo, é a <strong>primeira vez</strong> que se consegue <strong>medir em simultâneo</strong> estas duas características das ondas atmosféricas marcianas utilizando imagens captadas por uma única câmara.</p><h2>Preparar o futuro da exploração espacial</h2><p>À primeira vista, medir a altitude e a velocidade de nuvens num planeta distante pode parecer um exercício puramente teórico. Esses dados ajudam, na realidade, a encontrar uma forma de <strong>atravessar a atmosfera marciana</strong> em segurança.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/ciencia-portuguesa-descobre-uma-nova-forma-de-ler-marte-e-ajuda-a-preparar-futuras-missoes-humanas-1785504266638.jpg" data-image="rjcufkajksql" alt="Satélites e estão espacial em marte" title="Satélites e estão espacial em marte"><figcaption>A nova cartografia das ondas atmosféricas de Marte vai garantir aterragens mais seguras nas próximas missões espaciais. Ilustração digital: AdisResic/Pixabay</figcaption></figure><p>Ao revelar a forma como a energia circula entre as diferentes camadas da atmosfera, as ondas atmosféricas permitem <strong>compreender</strong> melhor os <strong>ventos</strong> que <strong>influenciam a entrada de sondas e futuras missões tripuladas</strong>. Quanto mais rigorosa for essa informação, mais precisos poderão ser os modelos utilizados para prever as condições encontradas durante a descida até à superfície.</p><div class="texto-destacado"><strong>"Quando a humanidade chegar a Marte, vai saber melhor como a atmosfera está distribuída ao longo das várias camadas, o que permite fazer uma aterragem mais suave no planeta.” </strong><br>Francisco Brasil, primeiro autor do estudo</div><p>Por esse motivo, o novo método fornece uma base de trabalho importante para a Agência Espacial Europeia (ESA), responsável pela missão Mars Express, e também para a NASA, permitindo <strong>aperfeiçoar os modelos meteorológicos</strong> e de <strong>reentrada atmosférica</strong> utilizados no planeamento de futuras missões ao planeta.</p><h2>Um arquivo com muitos segredos</h2><p>A utilidade desta técnica vai muito além das imagens analisadas neste estudo. Ao demonstrar que é possível extrair informação tridimensional recorrendo apenas a uma câmara, os investigadores abriram caminho para <strong>aplicar o mesmo algoritmo </strong>a milhares de imagens obtidas por outras <strong>missões internacionais</strong> que continuam a orbitar Marte.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Isso significa, na prática, que um enorme arquivo de observações poderá voltar a ser analisado com um novo olhar, revelando informação até agora inacessível.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>É um avanço particularmente relevante numa área em que cada nova missão representa anos de preparação e investimentos de milhares de milhões de euros. Sempre que é possível <strong>retirar mais conhecimento dos dados já existentes</strong>, aumentam também as oportunidades de compreender Marte sem necessidade de desenvolver novos instrumentos.</p><h2>Muito para além das nuvens</h2><p>O estudo representa um passo importante para conhecer melhor a atmosfera marciana, mas o seu alcance vai além da caracterização das nuvens. Ao fornecer medições inéditas de altitude e da velocidade das ondas atmosféricas, a investigação ajuda a compreender a<strong> circulação</strong><strong> da energia na </strong><strong>atmosfera </strong><strong>de</strong><strong> </strong><strong>Marte </strong>e melhora a capacidade de <strong>prever</strong><strong> fenómenos meteorológicos </strong><strong>extremos </strong>que poderão afetar futuras operações à superfície.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779541" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-nasa-fotografa-algo-inexplicavel-em-marte-rochas-estranhas-em-equilibrio-intrigam-os-cientistas.html" title="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas">A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/a-nasa-fotografa-algo-inexplicavel-em-marte-rochas-estranhas-em-equilibrio-intrigam-os-cientistas.html" title="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-fotografia-algo-inexplicable-en-marte-unas-extranas-rocas-en-equilibrio-descolocan-a-los-cientificos-1782818160488_320.jpg" alt="A NASA fotografa algo inexplicável em Marte: rochas estranhas em equilíbrio intrigam os cientistas"></a></article></aside><p>Numa década em que os Estados Unidos e a China pretendem enviar missões tripuladas ao planeta vermelho, conhecer o comportamento da atmosfera deixa de ser apenas uma questão científica. Passa também a ser um requisito para<strong> proteger equipamentos </strong>e, no futuro, os próprios<strong> astronautas</strong>.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="F.%20Brasil%2C%20P.%20Machado%2C%20G.%20Gilli%2C%20D.%20Tirsch%2C%20A.%20Cardes%C3%ADn-Moinelo%2C%20J.%20E.%20Silva%2C%20D.%20Espadinha%2C%20J.%20Carter%2C%20P.%20Martin%2C%20C.%20Wilson" data-year="" data-title="Morphological%20and%20Dynamical%20Analysis%20of%20Atmospheric%20Gravity%20Waves%20on%20Mars%20Using%20Mars%20Express%20HRSC%20Observations.%20Journal%20of%20Geophysical%20Research%3A%20Planets" data-url="https%3A%2F%2Fagupubs.onlinelibrary.wiley.com%2Fdoi%2F10.1029%2F2025JE009621">F. Brasil, P. Machado, G. Gilli, D. Tirsch, A. Cardesín-Moinelo, J. E. Silva, D. Espadinha, J. Carter, P. Martin, C. Wilson. <a href="https://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1029/2025JE009621" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Morphological and Dynamical Analysis of Atmospheric Gravity Waves on Mars Using Mars Express HRSC Observations. Journal of Geophysical Research: Planets</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/ciencia-portuguesa-descobre-uma-nova-forma-de-ler-marte-e-ajuda-a-preparar-futuras-missoes-humanas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Previsão para a primeira semana de agosto: entre chuva e calor, saiba o que esperar em Portugal continental]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 14:31:13 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A primeira semana de agosto trará chuva a Portugal continental, menos expressiva no Sul. O tempo melhorará a partir de quarta-feira, com uma subida das temperaturas, embora a precipitação possa regressar ao Norte na sexta-feira.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental-1785499274415.jpg" data-image="173tzz8cdbyo" alt="Uma semana de mudanças em pleno verão" title="Uma semana de mudanças em pleno verão"><figcaption>A precipitação deverá marcar o início da semana sobretudo no Norte e Centro, antes de uma melhoria generalizada do tempo e da subida das temperaturas máximas até aos 36 ºC no interior.</figcaption></figure><p>A primeira semana de agosto começará com precipitação no Norte e Centro, seguindo-se uma <strong>melhoria do tempo a partir de quarta-feira</strong> e uma subida das temperaturas máximas. A chuva poderá regressar ao Norte na sexta-feira, antes da recuperação do tempo seco e estável no fim de semana.</p><h2>Perturbação atlântica condicionará o início da semana</h2><p>Na origem desta evolução estará uma perturbação atlântica, associada a pressão pouco definida e a uma circulação de noroeste em altitude, favorável à precipitação na segunda-feira. <strong>Entre terça e quinta-feira, o reforço do anticiclone e da dorsal estabilizará a atmosfera e elevará as temperaturas.</strong> Na sexta-feira, a passagem de um cavado, acompanhado por ar mais frio em altitude, poderá provocar nova alteração do tempo no Norte.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental-1785499538742.png" data-image="vgpug6mmk3yh"><figcaption>A manhã de segunda-feira deverá começar com céu muito nublado em grande parte do território e precipitação dispersa. A chuva será pouco expressiva no Sul, onde os acumulados deverão permanecer abaixo de 1 mm.</figcaption></figure><p>Na segunda-feira, <strong>a precipitação deverá afetar sobretudo o litoral Norte e Centro</strong>, embora os acumulados até ao final do dia permaneçam reduzidos. Os mais elevados deverão registar-se em Leiria, com 3,9 mm, Coimbra, com 3,3 mm, Aveiro, com 2,3 mm, e Braga, com 2 mm. <strong>No Sul, a chuva será pouco expressiva</strong>, com acumulados abaixo de 1 mm. As temperaturas deverão rondar 25 ºC no Porto e em Lisboa, 29 ºC em Castelo Branco e Évora e 30 ºC em Beja.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental-1785499791512.png" data-image="piecko64iace"><figcaption>Na terça-feira, as temperaturas máximas deverão subir sobretudo no interior de Portugal continental, podendo atingir 33 ºC na Guarda, 32 ºC em Évora e 31 ºC em Castelo Branco e Beja. No litoral Norte, os valores deverão ficar próximos dos 24 ºC.</figcaption></figure><p>Na terça-feira, prevê-se chuva fraca na madrugada no Minho, seguindo-se alguns aguaceiros muito dispersos entre Braga, Aveiro e Santarém durante a tarde. A precipitação deverá tornar-se progressivamente menos frequente, mantendo-se ainda alguma nebulosidade no Norte e Centro. <strong>As temperaturas máximas poderão atingir 33 ºC em </strong><strong><strong>Castelo Branco</strong>, 30 ºC em Évora e 31 ºC em Beja</strong>, ficando próximas dos 24 ºC no litoral Norte.</p><h2>Temperaturas poderão atingir 36 ºC antes de nova alteração do tempo</h2><p>Na quarta-feira, a melhoria do estado do tempo deverá generalizar-se a todo o território. <strong>A subida das temperaturas máximas será mais expressiva no interior, podendo alcançar 36 ºC em Beja e 35 ºC em Castelo Branco e Portalegre.</strong> Localmente, poderão registar-se 34 ºC no distrito de Leiria e no interior Norte. Junto à costa, os valores serão mais moderados, com 30 ºC em Lisboa e 26 ºC no Porto.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental-1785499686886.png" data-image="57yscl7iz5z9"><figcaption>A subida das temperaturas deverá acentuar-se na quarta-feira, com máximas que poderão alcançar 36 ºC em Beja e 35 ºC em Castelo Branco e Portalegre. Junto à costa, o ambiente será mais moderado, com cerca de 30 ºC em Lisboa e 26 ºC no Porto.</figcaption></figure><p>Entre quinta-feira e domingo, o tempo deverá permanecer maioritariamente seco, com céu pouco nublado. <strong>Na sexta-feira, a passagem de um cavado poderá trazer precipitação ao Minho e ao Douro Litoral</strong>, acompanhada por uma descida temporária da temperatura no Norte. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781430" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html" title="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto">Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html" title="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto-1785495748714_320.png" alt="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto"></a></article></aside><p><strong>Durante o fim de semana, a estabilidade deverá regressar</strong>, com reforço do vento de norte no litoral, onde poderá atingir 40 km/h, enquanto as temperaturas permanecerão elevadas no interior Centro e Sul.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-para-a-primeira-semana-de-agosto-entre-chuva-e-calor-saiba-o-que-esperar-em-portugal-continental.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Palma]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Meteorologista espanhol: "O eclipse solar de 12 de agosto em Espanha poderá coincidir com uma mudança no tempo"]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/meteorologista-espanhol-o-eclipse-solar-de-12-de-agosto-em-espanha-podera-coincidir-com-uma-mudanca-no-tempo.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 13:49:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Faltam menos de duas semanas para o primeiro eclipse total de Sol em mais de um século em Espanha: analisamos as tendências de temperatura e chuva do modelo europeu para o período de 10 a 16 de agosto.</p><figure id="first-video" class="video youtube-short"><img src="https://img.youtube.com/vi/14jDMo_sXOg/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=14jDMo_sXOg" id="14jDMo_sXOg"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Já falta muito pouco! <strong>No entardecer do próximo dia 12 de agosto de 2026 terá lugar o primeiro eclipse total de Sol visível a partir da Península Ibérica em mais de um século</strong>. Além disso, será o eclipse que dará início à chamada "tríade de eclipses ibéricos", uma vez que o próximo eclipse solar total visível em Espanha terá lugar a 2 de agosto de 2027, seguido de outro eclipse anular a 26 de janeiro de 2028. Não será possível observar outro eclipse solar total a partir de Espanha até 2053.</p><div class="texto-destacado">Em Portugal a faixa de totalidade do eclipse atravessará apenas uma pequena zona do nordeste transmontano, junto às aldeias de Rio de Onor e Guadramil, inseridas no Parque Natural de Montesinho, no concelho de Bragança. É apenas aí que a Lua conseguirá esconder completamente o disco solar, proporcionando um eclipse total.</div><p><strong>A faixa de totalidade do eclipse de agosto atravessará o nor-nordeste da Espanha peninsular e as Ilhas Baleares, passando de A Coruña até Palma</strong>, atravessando Oviedo, Valladolid, León, Bilbao, Zaragoza, Palencia, Soria, Teruel, Castellón e València. O nosso território estará situado no final da faixa de totalidade, pelo que esta ocorrerá quando o sol estiver a pôr-se, por volta das 20h30 (hora espanhola; menos 1 hora em Portugal), já muito próximo do horizonte.</p><h2>O eclipse coincidirá com o pico das Perseidas</h2><p>É claro que não te esqueças de seguir todas as recomendações e medidas de segurança que as entidades oficiais e os organismos competentes na matéria recomendam para observar este fenómeno incrível. Como já referimos, <strong>o sol estará muito baixo no horizonte, pelo que será necessário procurar um local com boa visibilidade para oeste-noroeste</strong>: o melhor é procurar um local elevado, sem obstáculos no caminho. Nas cidades ou em zonas montanhosas, será mais complicado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/samuel-biener-meteorologo-el-eclipse-de-sol-del-12-de-agosto-en-espana-podria-coincidir-con-un-cambio-de-tiempo-1785448926626.png" data-image="nxj4yu6mwft3"><figcaption>Duração total e percentagem de obscurecimento durante o eclipse solar de 12 de agosto. Fonte: IGN.</figcaption></figure><p>Este primeiro eclipse da tríade ibérica ocorrerá em pleno agosto, o mês de férias por excelência em Espanha e na Europa. Chegarão também milhões de turistas para contemplar o evento que, como se não bastasse, <strong>coincidirá com o pico de atividade das Perseidas e com a fase da lua nova</strong><strong>, pelo que as condições serão excecionais </strong>para observar os fenómenos astronómicos. Muitas pessoas já reservaram alojamento para esses dias, mas... já é possível saber como estará o tempo?</p><h2>Risco de chuva e trovoadas para 12 de agosto?</h2><p><strong>Ainda faltam quase duas semanas, pelo que é impossível saber como estará o tempo a 12 de agosto, e muito menos numa localidade específica</strong>. No entanto, podemos analisar as tendências, com um grau de fiabilidade não muito elevado, que constituem uma primeira aproximação muito geral. Como já explicámos na Meteored, o mês de agosto começará com temperaturas anormalmente elevadas para a época na vertente mediterrânica, sobretudo no nordeste, onde poderão situar-se entre 3 e 6 ºC acima da média sazonal.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="773559" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/porque-e-que-os-eclipses-nos-fascinam-um-neurobiologista-explica-como-o-cerebro-reage-a-este-fenomeno-astronomico.html" title="Porque é que os eclipses nos fascinam: um neurobiologista explica como o cérebro reage a este fenómeno astronómico">Porque é que os eclipses nos fascinam: um neurobiologista explica como o cérebro reage a este fenómeno astronómico</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/porque-e-que-os-eclipses-nos-fascinam-um-neurobiologista-explica-como-o-cerebro-reage-a-este-fenomeno-astronomico.html" title="Porque é que os eclipses nos fascinam: um neurobiologista explica como o cérebro reage a este fenómeno astronómico"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/por-que-los-eclipses-nos-fascinan-asi-reacciona-el-cerebro-ante-este-fenomeno-astronomico-1780999669045_320.jpeg" alt="Porque é que os eclipses nos fascinam: um neurobiologista explica como o cérebro reage a este fenómeno astronómico"></a></article></aside><p>Em contrapartida, parece que as temperaturas se normalizarão no oeste da Península no início de agosto. Quanto às anomalias pluviométricas, apontam para valores positivos no terço norte e negativos no sul da Península. <strong>Para a semana de 10 a 16, a do eclipse, os mapas insistem que será um ponto de viragem</strong>, com temperaturas ainda 1 a 3 ºC acima da média para a época, mas com uma tendência menos definida na precipitação.</p><p><strong>De facto, há até alguns pequenos sinais de anomalias positivas no centro e no terço oriental</strong>. Recorde-se que, nos Pirenéus e no Sistema Ibérico, agosto é um mês relativamente chuvoso devido às trovoadas. <strong>A partir de 17 de agosto, após a onda de calor, começa a surgir um sinal mais ou menos claro de precipitação </strong>acima da média em grande parte da geografia, com um jato polar que poderá circular por latitudes um pouco mais baixas e traçar meandros.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/samuel-biener-meteorologo-el-eclipse-de-sol-del-12-de-agosto-en-espana-podria-coincidir-con-un-cambio-de-tiempo-1785448782524.png" data-image="rzvv73grm9in"><figcaption>Não se verifica uma tendência significativa no que diz respeito à precipitação na semana do eclipse, com apenas alguma anomalia positiva isolada a surgir na região leste. Parece que esses dias marcarão um ponto de viragem para um tempo mais instável.</figcaption></figure><p>Isto costuma ser habitual na segunda quinzena de agosto, quando começam a chegar mais bolsas de ar frio que podem dar origem a episódios de trovoada significativos. <strong>No que diz respeito à tarde de 12 de agosto, teremos de esperar, pelo menos, até à próxima semana para termos uma ideia mais clara</strong> sobre se, nessa data, teremos alguma instabilidade, ou se, pelo contrário, as altas pressões se manterão antes de darem lugar a possíveis bolsas de ar frio.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/meteorologista-espanhol-o-eclipse-solar-de-12-de-agosto-em-espanha-podera-coincidir-com-uma-mudanca-no-tempo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Madeira sob aviso amarelo de tempo quente: eis as zonas com temperaturas mais elevadas e até quando irá durar este aviso]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-com-temperaturas-mais-elevadas-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 12:11:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Algumas regiões da Madeira encontram-se sob aviso amarelo de tempo quente desde as 9h de hoje. Esperam-se valores próximos dos 30 ºC. Saiba até quando!</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatmmhe"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatmmhe.jpg" id="xatmmhe"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O <strong>IPMA emitiu aviso amarelo para algumas regiões madeirenses devido às temperaturas elevadas esperadas</strong>. Esta subida das temperaturas também irá contribuir para anomalias térmicas positivas, ou seja, valores acima da média.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Este <strong>aviso está em vigor desde as 9h de hoje e manter-se-á até às 21h de domingo</strong>, dia 2 de agosto, onde se esperam máximas de até 29 ºC em vários pontos da ilha. Esta subida das temperaturas dever-se-á a um fluxo predominante de nordeste, que transporta um massa de ar marítimo mais quente para o arquipélago.</p><h2>Regiões Montanhosas e Costa Sul sob aviso amarelo nos próximos dias</h2><p>As <strong>regiões sob aviso, neste momento, são a Costa Sul e as Regiões Montanhosas</strong>. De acordo com o IPMA, o critério para a emissão de aviso amarelo nestas zonas são temperaturas máximas entre os 27 ºC e os 29 ºC na primeira, e entre os 25 e os 27 ºC na segunda.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-mais-quentes-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso-1785492257346.png" data-image="zo2nz5qnc0f3" alt="temperatura do ar à superfície" title="temperatura do ar à superfície"><figcaption>As Regiões Montanhosas e a Costa Sul da Madeira encontram-se sob aviso amarelo de tempo quente, de acordo com o IPMA.</figcaption></figure><p>Assim, para as <strong>Regiões Montanhosas</strong> esperam-se máximas até 26 ºC nas próximas horas. Amanhã, sábado, esperam-se até 27 ºC, e no domingo podem chegar aos 28 ºC em alguns locais específicos.</p><p>Já na <strong>Costa Sul</strong>, para hoje esperam-se até 26 ºC. Amanhã, os valores devem subir até aos 28 ºC, e no domingo, tal como se pode observar no mapa acima, os termómetros podem alcançar os 29 ºC.</p><p>A atual previsão do nosso modelo de referência aponta para uma<strong> possível descida dos valores na segunda-feira</strong>, mas que poderá ser breve, pois terça e quarta-feira parecem registar uma recuperação dos mesmos.</p><h2>Anomalias térmicas até 5 ºC acima da média</h2><p>Tendo em conta este cenário, as <strong>anomalias térmicas nestas regiões serão positivas também no mesmo período de tempo</strong>, especialmente durante o dia. Estas podem variar entre os 3 ºC e os 5 ºC entre hoje e domingo, indicando valores acima da normal climatológica de referência.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781430" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html" title="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto">Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html" title="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto-1785495748714_320.png" alt="Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto"></a></article></aside><p>Ainda que estes valores, tanto de temperatura absoluta como de anomalia, possam não ser extremamente elevados, a adaptação climática varia conforme determinada região e tendo em conta diversos fatores. Por este motivo, os <strong>critérios de emissão de avisos meteorológicos são muito diferentes entre os arquipélagos e o continente</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/madeira-sob-aviso-amarelo-de-tempo-quente-eis-as-zonas-com-temperaturas-mais-elevadas-e-ate-quando-ira-durar-este-aviso.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Até 41 ºC e noites tropicais: Algarve enfrenta aviso amarelo de tempo quente até domingo, 2 de agosto]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 11:05:22 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O distrito de Faro, correspondente à região do Algarve, está neste momento sob aviso amarelo e prepara-se para dias quentes, estando previstas temperaturas máximas até 41 ºC e inclusive noites tropicais.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatmvly"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatmvly.jpg" id="xatmvly"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Uma forte crista subtropical vai favorecendo a canalização de uma <strong>massa de ar tropical continental, muito quente e seca</strong>, desde o Norte de África para a Península Ibérica, afetando sobretudo o Sul, Centro e Nordeste de Espanha.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank">nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Apesar de Portugal continental estar substancialmente menos exposto à influência desta massa de ar do que a vizinha Espanha, há algumas zonas do país, como o Baixo Alentejo e o Sotavento Algarvio (entre outras), <strong>onde o calor poderá atingir ocasionalmente os 40 e 41 ºC </strong>nos próximos dias. Neste artigo <strong>focaremos a nossa análise apenas ao distrito de Faro, correspondente à região do Algarve</strong>.</p><h2>Algarve: região mais meridional da geografia continental está sob aviso amarelo até domingo, 2 de agosto</h2><p>No nosso país a massa de ar quente e seco afetará sobretudo algumas zonas do interior, mais próximas da fronteira com Espanha. Uma das regiões que mais se realça ao observar-se os <strong>mapas de referência da Meteored </strong>é o<strong> Algarve</strong>, em particular a sua metade oriental, conhecida como<strong> Sotavento Algarvio</strong>.</p><p>Mesmo assim, <strong>a área serrana</strong>, que se estende de oeste para leste ao longo da região,<strong> também estará em evidência</strong> pelos valores elevados de temperatura máxima previstos, pelo que, embora de forma mais localizada,<strong> o Barlavento Algarvio também registará alguns locais bastante quentes</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto-1785493554536.png" data-image="hsarvwxvvigd"><figcaption>Para sábado, 1 de agosto, evidenciam-se anomalias térmicas positivas bastante significativas numa vasta extensão do Algarve (+7 a +9 ºC), especialmente no Sotavento Algarvio. Porém, a previsão de temperaturas muito superiores aos valores médios de referência também se verifica numa pequena porção do Barlavento Algarvio, correspondente à área serrana da metade ocidental do distrito de Faro.</figcaption></figure><p>Assim, graças à combinação da massa de <strong>ar quente e seco</strong>, da <strong>subsidência</strong> associada ao anticiclone, da <strong>reduzida nebulosidade</strong> e da <strong>forte incidência da radiação solar</strong> típica da época estival, reúnem-se condições favoráveis a um aquecimento muito eficiente da superfície.</p><p>A este contexto acrescem ainda algumas especificidades do relevo algarvio, como por exemplo:</p><ul><li><strong>O efeito frequente de barreira orográfica exercido pela Serra do Caldeirão</strong>. Limita a influência moderadora do ar marítimo sobre as zonas interiores, estimulando, ao mesmo tempo, um aquecimento adicional do ar por compressão adiabática na vertente de sotavento.<br><br></li><li><strong>O vale do Guadiana</strong>, sobretudo no que diz respeito à vila de <strong>Alcoutim</strong> (localizada na margem esquerda do rio Guadiana), apresenta uma <strong>maior continentalidade</strong> relativamente ao litoral, o que em conjunto com o seu <strong>relevo de encaixe</strong>, acaba por permitir uma rápida intensificação do calor diurno e potenciar o registo de algumas das temperaturas mais elevadas do país durante este curto episódio de tempo quente.</li></ul><p>Perante este cenário meteorológico não surpreende que o IPMA tenha emitido aviso amarelo de tempo quente para todo o distrito de <strong>Faro </strong>devido à previsão da persistência de valores elevados da temperatura máxima, com o <strong>aviso em vigor entre as 09:00 desta sexta-feira, 31 de julho e as 21:00 de domingo, 2 de agosto</strong>.</p><h2>Noites tropicais à vista e algumas das localidades mais quentes do Algarve nestes próximos dias</h2><p>Para além das temperaturas máximas, cujos valores previstos superam os limiares habitualmente observados para a maioria das localidades do distrito de Faro e constituem um dos critérios que levam à emissão do aviso amarelo de tempo quente, outro aspeto que merece destaque é <strong>a persistência de temperaturas mínimas elevadas numa porção bastante significativa da região mais meridional de Portugal continental</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto-1785494119389.png" data-image="w1118evp03u1"><figcaption>Sábado, 1 de agosto, será o dia mais quente deste curto episódio de três dias caracterizado pela persistência de temperaturas elevadas, tanto diurnas, como noturnas, salientando-se a vila raiana de Alcoutim como a localidade mais quente, com uma temperatura máxima prevista de 41 ºC. </figcaption></figure><p>De acordo com as mais recentes projeções do nosso modelo de maior confiança - o ECMWF - salta à vista a provável ocorrência de<strong> temperaturas mínimas iguais ou superiores a 20 ºC durante o período noturno das próximas jornadas</strong>, valores que se enquadram na definição de <strong>noite tropical</strong> e que constituem igualmente um dos parâmetros considerados na manutenção do aviso amarelo de tempo quente no distrito de Faro.</p><p>Abaixo, na tabela, poderá observar detalhadamente <strong>a evolução prevista das temperaturas máximas e mínimas em 7 das localidades mais quentes do Algarve</strong> entre hoje - sexta-feira, 31 de julho - e o próximo domingo, 2 de agosto.</p><table><thead><tr><th>Cidade</th><th>Temperatura Máxima Sexta-feira, 31 de julho</th><th>Temperatura Mínima Sexta-feira, 31 de julho</th><th>Temperatura Máxima Sábado, 1 de agosto</th><th>Temperatura Mínima Sábado, 1 de agosto</th><th>Temperatura Máxima Domingo, 2 de agosto</th><th>Temperatura Mínima Domingo, 2 de agosto</th></tr></thead><tbody><tr><td>Faro</td><td>33 ºC</td><td>21 ºC</td><td>36 ºC</td><td>24 ºC</td><td>33 ºC</td><td>20 ºC</td></tr><tr><td>Olhão</td><td>33 ºC</td><td>22 ºC</td><td>36 ºC</td><td>24 ºC</td><td>34 ºC</td><td>20 ºC</td></tr><tr><td>Tavira</td><td>36 ºC</td><td>21 ºC</td><td>39 ºC</td><td>23 ºC</td><td>36 ºC</td><td>20 ºC</td></tr><tr><td>São Brás de Alportel</td><td>36 ºC</td><td>19 ºC</td><td>38 ºC</td><td>22 ºC</td><td>34 ºC</td><td>18 ºC</td></tr><tr><td>Vila Real de Santo António</td><td>36 ºC</td><td>21 ºC</td><td>37 ºC</td><td>23 ºC</td><td>33 ºC</td><td>20 ºC</td></tr><tr><td>Alcoutim</td><td>40 ºC</td><td>19 ºC</td><td>41 ºC</td><td>21 ºC</td><td>36 ºC</td><td>18 ºC</td></tr><tr><td>Odeleite</td><td>39 ºC</td><td>20 ºC</td><td>39 ºC</td><td>22 ºC</td><td>35 ºC</td><td>19 ºC</td></tr><tr class="pie-tabla"><td colspan="7">Fonte: Mapas da Meteored e IPMA</td></tr></tbody></table><p>No período de três dias em análise, as temperaturas mínimas no Algarve irão oscilar entre os <strong>20 e os 24 ºC em cidades como Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António</strong>, todas situadas no Sotavento Algarvio.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781278" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente.html" title="Açores com chuva fraca e tempo variável até sábado; Madeira sob aviso amarelo devido ao calor persistente">Açores com chuva fraca e tempo variável até sábado; Madeira sob aviso amarelo devido ao calor persistente</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente.html" title="Açores com chuva fraca e tempo variável até sábado; Madeira sob aviso amarelo devido ao calor persistente"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente-1785424043142_320.png" alt="Açores com chuva fraca e tempo variável até sábado; Madeira sob aviso amarelo devido ao calor persistente"></a></article></aside><p>Apesar de o aviso amarelo se manter em vigor até domingo (2), torna-se evidente que o país, de um modo geral, e o <strong>Algarve em particular deverão registar uma descida das temperaturas máximas nesse dia</strong>.</p><p>A mudança no estado do tempo irá resultar de um <strong>ligeiro desvio para leste da massa de ar quente e seco</strong> e da possível entrada, a partir de oes-sudoeste, de ar algo mais fresco. Aliás, a região Sul, onde se insere o Algarve, será, de facto, uma das zonas onde a diminuição das temperaturas máximas será mais acentuada.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ate-41-c-e-noites-tropicais-algarve-enfrenta-aviso-amarelo-de-tempo-quente-ate-domingo-2-de-agosto.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Troia entre o mito e a realidade: o que ver na antiga cidade da Ilíada e Odisseia]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/troia-entre-o-mito-e-a-realidade-o-que-ver-na-antiga-cidade-da-iliada-e-odisseia.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 08:45:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>A lenda de Ulisses, Aquiles e todos os heróis da mitologia permanece viva na Troia atual, um dos sítios arqueológicos mais fascinantes do mundo. Aqui, explicamos como chegar lá e o que ver.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/troia-tra-mitologia-e-realta-cosa-vedere-nell-antica-citta-dell-iliade-e-dell-odissea-1784874530309.jpg" data-image="epjti9cgwnh4"><figcaption>Réplica do Cavalo de Troia no porto de Çanakkale, na Turquia.</figcaption></figure><p>A<strong> antiga Troia</strong>, cenário da guerra de dez anos que envolveu Aquiles, Heitor, Odisseu e os maiores heróis da épica grega, está localizada<strong> perto da cidade de Çanakkale, na Anatólia, Turquia</strong>.</p><div class="texto-destacado">Homero imortalizou a cidade na mitologia através de <em>Ilíada </em>e de <em>Odisseia</em>, mas esta pequena povoação — com a sua história incrivelmente longa — é de fácil acesso para uma visita direta, permitindo ir além das antigas lendas.</div><p>De facto, o museu e as<strong> escavações arqueológicas</strong> testemunham um passado complexo que abrange várias eras e<strong> remonta a 5 mil anos</strong>.</p><h2>A história além da Guerra de Troia</h2><p>A <strong>Guerra de Troia durou dez anos </strong>— um piscar de olhos comparado aos milénios de história da cidade.</p><p>Segundo registos estabelecidos, Troia existe pelo menos desde o terceiro milénio a.C. e atingiu o auge do seu esplendor durante a segunda metade do segundo milénio a.C., sob o<strong> Império Hitita</strong>, mais de mil anos antes dos eventos narrados nos poemas homéricos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/troia-tra-mitologia-e-realta-cosa-vedere-nell-antica-citta-dell-iliade-e-dell-odissea-1784874691318.jpg" data-image="9vopdho4jkc1"><figcaption>Uma secção das escavações arqueológicas da antiga Troia (hoje Turquia).</figcaption></figure><p><strong>Ao longo dos séculos, Troia foi abandonada</strong>; no entanto, tanto os antigos gregos quanto os romanos acreditavam que ela estava localizada exatamente onde se encontra hoje. Contudo, somente na década de 1870 foram obtidas evidências definitivas da sua localização.</p><p>Foi nesse período que o renomado empresário e arqueólogo Heinrich Schliemann descobriu as<strong> ruínas da antiga Troia</strong>, guiado por crónicas clássicas e pelas descrições de Homero. Infelizmente, as escavações realizadas com o uso de explosivos causaram danos irreversíveis; ainda assim, Troia continua a oferecer muito aos visitantes.</p><h2>O que ver em Troia</h2><p>Um dos aspetos mais fascinantes de Troia é que<strong> a cidade nunca foi reconstruída</strong>, ao contrário de locais como Cnossos, na Grécia. Em vez disso, as escavações revelam nove estratos distintos, correspondentes a diferentes períodos históricos.</p><p>Os estratos VI e VII correspondem ao período da Guerra de Troia, ocorrida entre 1250 e 1180 a.C. Os<strong> vestígios das muralhas</strong> da cidade coincidem com as descrições de Homero.</p><p>Os visitantes também podem ver vestígios da era romana, como o <strong>anfiteatro </strong>encomendado pelo imperador Augusto. Na entrada do sítio arqueológico, encontra-se uma <strong>réplica em tamanho real do lendário Cavalo de Troia</strong> — o estratagema arquitetado por Odisseu que levou à destruição da cidade.</p><p><strong>Muitos artefatos estão abrigados no museu adjacente</strong>, mas, como as escavações continuam em andamento, os visitantes podem até ter a sorte de ver arqueólogos a trabalhar no local.</p><h2>Um imenso património arqueológico</h2><p>Muitos objetos fascinantes estão atualmente abrigados no Museu de Troia, em Istambul, e no <strong>Museu Arqueológico de Çanakkale</strong>; no entanto, o museu inaugurado em 2018 — localizado a menos de um quilómetro do sítio arqueológico — não é menos importante ou interessante.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="767351" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/as-cidades-mais-antigas-da-europa-uma-viagem-as-raizes-da-civilizacao.html" title="As cidades mais antigas da Europa: uma viagem às raízes da civilização">As cidades mais antigas da Europa: uma viagem às raízes da civilização</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/as-cidades-mais-antigas-da-europa-uma-viagem-as-raizes-da-civilizacao.html" title="As cidades mais antigas da Europa: uma viagem às raízes da civilização"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/as-cidades-mais-antigas-da-europa-uma-viagem-as-raizes-da-civilizacao-1777995677217_320.png" alt="As cidades mais antigas da Europa: uma viagem às raízes da civilização"></a></article></aside><p><strong>Duas mil peças de diversas épocas estão expostas</strong> em sete secções, narrando a história tanto da cidade quanto das escavações; representam apenas uma fração de um acervo extraordinário. Ao todo, o museu abriga cerca de 40 mil peças nas suas salas de exposição e áreas de reserva técnica, com novos objetos a chegar constantemente das escavações em andamento.</p><p>Os visitantes podem apreciar uma grande variedade de itens, que vão desde armas e joias até inscrições. O <strong>famoso Sarcófago de Políxena</strong> está entre as peças mais valiosas, ao lado de uma estátua do deus Tritão descoberta há relativamente pouco tempo, em 2012.</p><h2>Como chegar a Troia</h2><p>A cidade mais próxima do sítio arqueológico de Troia é <strong>Çanakkale</strong>, uma<strong> cidade costeira situada no Estreito de Dardanelos</strong>, a menos de uma hora de distância. Çanakkale fica a três horas e meia de carro de Istambul, ou uma hora a mais se o trajeto for feito de autocarro.</p><p>Consequentemente, quem deseja visitar as <strong>escavações </strong>com mais comodidade pode preferir hospedar-se em Çanakkale; a cidade também abriga outra réplica do Cavalo de Troia — especificamente, aquela utilizada no filme <em>Troia </em>(2004).</p><p>Balsas que atravessam o estreito também partem da sua pitoresca marina, permitindo aos visitantes explorar outros locais, como<strong> Galípoli</strong>, palco de uma famosa batalha da Primeira Guerra Mundial. Um serviço de micro-autocarro opera entre Çanakkale e Truva (o nome moderno de Troia), partindo da estação Cuma Pazarı Dolmuş.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Nick%20Hilden" data-year="2026" data-title="How%20you%20can%20still%20explore%20the%20ancient%20city%20of%20Troy" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nationalgeographic.com%2Ftravel%2Farticle%2Fhow-to-visit-odyssey-ancient-city-of-troy">Nick Hilden. (2026). <a href="https://www.nationalgeographic.com/travel/article/how-to-visit-odyssey-ancient-city-of-troy" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">How you can still explore the ancient city of Troy</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/troia-entre-o-mito-e-a-realidade-o-que-ver-na-antiga-cidade-da-iliada-e-odisseia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Este fim de semana fuja ao calor sem ir para as praias mais óbvias]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/este-fim-de-semana-fuja-ao-calor-sem-ir-para-as-praias-mais-obvias.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 07:33:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>O refúgio ideal para os dias mais quentes pode ser esta piscina natural alimentada por uma nascente. O melhor é que a entrada é gratuita. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-fim-de-semana-fuja-ao-calor-sem-ir-para-as-praias-mais-obvias-1785433606206.jpg" data-image="9nq1jeqjdf8e" alt="Piscina Natural de Ançã" title="Piscina Natural de Ançã"><figcaption>Quando o calor aperta, há uma piscina natural onde a água nunca aquece. Foto: CM Cantanhede</figcaption></figure><p>Já ouviu falar da <strong>Piscina Natural de Ançã</strong>? Se ainda não, talvez esteja na altura de a descobrir. Com os próximos dias a prometerem um verdadeiro "carrossel" meteorológico, este pode ser um dos melhores destinos para escapar ao calor.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações.<br> </div><p>“Num horizonte temporal de 10 dias, haverá uma sucessão de mudanças na circulação atmosférica sobre Portugal continental”, <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html" data-mrf-recirculation="cuerpo_intext">avisa</a> Marta Godinho. “Entre dias de calor intenso, uma descida temporária das temperaturas e o possível regresso da chuva, os modelos apontam para <strong>dias dinâmicos</strong>.”</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781241" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html" title="Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C">Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html" title="Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785414461849_320.jpg" alt="Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C"></a></article></aside><p>Se está à procura de uma sugestão para passar o pico de calor num local mais fresco, este pode ser o plano perfeito para o fim de semana. </p><h2>Uma nascente que nunca deixa a água parar</h2><p>Situada no concelho de Cantanhede, a <strong>Piscina Natural de Ançã</strong>, também conhecida como praia fluvial de Ançã, destaca-se pela água cristalina e fresca, proveniente diretamente da nascente de um rio. </p><p>Pois, é. Ao contrário de muitas piscinas naturais, onde a água permanece praticamente parada,<strong> aqui o caudal da Fonte de Ançã está em constante circulação</strong>. Isto significa que está sempre bem fresquinha e transparente, até mesmo nos dias mais quentes. </p><div class="texto-destacado">No coração da vila, existe uma piscina natural alimentada diretamente pela famosa Fonte de Ançã, uma das nascentes mais abundantes do país. O resultado? Água cristalina, constantemente renovada e surpreendentemente fresca, mesmo nos dias mais quentes do verão.</div><p>Além disso, quem por lá passa destaca o <strong>ambiente tranquilo e familiar</strong> que se vive na piscina natural. Sim, porque nas imediações existem zonas relvadas para descansar, onde é possível estender a toalha, bem como cafés e outras comodidades que tornam o espaço ideal para passar um dia de verão em contacto com a natureza, sem qualquer custo de entrada.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/este-fim-de-semana-fuja-ao-calor-sem-ir-para-as-praias-mais-obvias-1785433787028.jpg" data-image="2t8s8yxztc45" alt="Piscina natural de Ançã" title="Piscina natural de Ançã"><figcaption>É perfeito para famílias. Foto: CM Cantanhede</figcaption></figure><p>O melhor é que a piscina apresenta <strong>diferentes profundidades</strong>, permitindo que tanto crianças como adultos encontrem uma zona confortável para se refrescarem.</p><p>“Ao longo do verão, a Câmara Municipal organiza um conjunto de atividades para os mais novos junto à piscina”, acrescenta a revista ‘NiT’. “No início de julho, por exemplo, decorreu uma oficina de circo para famílias e a iniciativa ‘A Biblioteca vai à Praia’, que incentiva o hábito da leitura. Esta última volta a repetir-se a 24 de agosto, uma segunda-feira, no mesmo local e sob o tema ‘Memórias da Água e Movimento’".</p><h2>Mais informações e detalhes</h2><p>E quando é que a pode visitar? A Piscina Natural de Ançã encontra-se em funcionamento durante a época balnear, “entre 14 de junho e 14 de setembro”, informa o <em>site</em> ‘VMais’. Durante esse período, a segurança é assegurada todos os dias por <strong>dois nadadores-salvadores</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="779757" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html" title="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC ">Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c.html" title="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/nem-algarve-nem-alentejo-esta-praia-fluvial-fica-no-norte-e-tem-agua-a-24-c-1784655856544_320.jpg" alt="Nem Algarve, nem Alentejo: esta praia fluvial fica no Norte e tem água a 24 ºC "></a></article></aside><p>Se for de carro, a opção mais prática é deixar o veículo junto ao Parque Desportivo de São Sebastião. A partir daí, basta fazer um curto percurso a pé, de cerca de 500 metros, até chegar à piscina natural.</p><h2>Muito mais do que um local para dar um mergulho</h2><p>Se decidir visitar Ançã, vale a pena reservar algum tempo para <strong>conhecer os arredores</strong>. A poucos metros da piscina encontra-se uma antiga ponte de origem romana, que ajuda a compor o cenário desta pequena vila beirã.</p><p>Outro dos pontos de interesse é o <strong>histórico Moinho da Fonte</strong>, também conhecido como Moinho da Nascente. </p><div class="texto-destacado">Considerado um verdadeiro museu vivo, continua a funcionar com a força da água da nascente e permite observar o processo tradicional de moagem de cereais como milho, trigo, centeio e aveia. </div><p>A sua origem remonta ao século X, sendo um dos moinhos mais antigos de Portugal ainda preservados. Além da moagem, é possível visitar uma recriação da antiga casa do moleiro e conhecer melhor este património local.</p><p>Quem gostar de passear pode ainda explorar o<strong> centro histórico de Ançã</strong>, conhecido pela famosa pedra calcária de Ançã, utilizada ao longo dos séculos em importantes obras de escultura e arquitetura portuguesas. Nas redondezas existem também pequenos percursos pedestres que permitem apreciar a paisagem rural típica desta zona do Baixo Mondego.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="NiT%2C%20Pincelli%2C%20I" data-year="2026" data-title="Depois%20de%20mergulhar%20nesta%20piscina%20natural%2C%20visite%20o%20moinho%20com%20mais%20de%20mil%20anos%20mesmo%20ao%20lado" data-url="https%3A%2F%2Fwww.nit.pt%2Ffora-de-casa%2Fna-cidade%2Fdepois-de-mergulhar-nesta-piscina-natural-visite-o-moinho-com-mais-de-mil-anos-mesmo-ao-lado">NiT, Pincelli, I. (2026). <a href="https://www.nit.pt/fora-de-casa/na-cidade/depois-de-mergulhar-nesta-piscina-natural-visite-o-moinho-com-mais-de-mil-anos-mesmo-ao-lado" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Depois de mergulhar nesta piscina natural, visite o moinho com mais de mil anos mesmo ao lado</a>.</cite><br><cite data-author="V%2B" data-year="2026" data-title="H%C3%A1%20um%20segredo%20bem%20guardado%20em%20Portugal%3A%20esta%20piscina%20natural%20recebe%20%C3%A1gua%20diretamente%20da%20nascente%20de%20um%20rio" data-url="https%3A%2F%2Ftvi.iol.pt%2Fvmais%2Fpiscina-natural-de-anca%2Fpiscina%2Fha-um-segredo-bem-guardado-em-portugal-esta-piscina-natural-recebe-agua-diretamente-da-nascente-de-um-rio">V+. (2026). <a href="https://tvi.iol.pt/vmais/piscina-natural-de-anca/piscina/ha-um-segredo-bem-guardado-em-portugal-esta-piscina-natural-recebe-agua-diretamente-da-nascente-de-um-rio" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Há um segredo bem guardado em Portugal: esta piscina natural recebe água diretamente da nascente de um rio</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/este-fim-de-semana-fuja-ao-calor-sem-ir-para-as-praias-mais-obvias.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Dia Nacional da Vinha e do Vinho é hoje, 31 de julho. Portugal passa a celebrar “um dos pilares da mesa portuguesa”]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/dia-nacional-da-vinha-e-do-vinho-e-hoje-31-de-julho-portugal-passa-a-celebrar-um-dos-pilares-da-mesa-portuguesa.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 06:17:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A partir de agora, todos os anos, no dia 31 de julho, Portugal vai passar a celebrar o Dia Nacional da Vinha e do Vinho, anunciou o Ministério da Agricultura. A efeméride quer “reconhecer a importância” do setor e “valorizar” o património vitivinícola, a diversificação das suas castas e regiões.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/dia-nacional-da-vinha-e-do-vinho-e-hoje-31-de-julho-portugal-passa-a-celebrar-um-dos-pilares-da-mesa-portuguesa-1785435712788.jpg" data-image="2wm05hwck67g" alt="Vinho" title="Vinho"><figcaption>Portugal tinha, em 2025, uma área de vinha contabilizada em 169.663 hectares. A produção nacional de vinho foi de 595,6 milhões de litros. Uma produção que terá caído 20%, face a 2024.</figcaption></figure><p>O setor vitivinícola constitui atualmente “<strong>um dos motores da economia nacional e um instrumento decisivo de coesão territorial</strong> e social”. </p><p>O vinho é “<strong>gerador de riqueza e de emprego direto e indireto </strong>em todo o território”, com particular expressão nas regiões do interior, é um setor de “forte vocação exportadora”, que “contribui de modo significativo para a balança comercial agroalimentar e para a projeção da imagem de Portugal no mundo”. Mais ainda, “<strong>a vitalidade desta fileira sustenta comunidades rurais em dezenas de municípios</strong>” e contribuiu para viabilizar “o notável crescimento do turismo vitivinícola”. </p><p>Esta é a <strong>mensagem que o Governo quer passar ao país, aos viticultores</strong> e a todos os agentes económicos e aos cidadãos. E, para que tal fique devidamente documentado, decidiu instituir a celebração do Dia Nacional da Vinha e do Vinho. Passa a ser <strong>assinalado todos os anos a 31 de julho</strong>.</p><h2>Governo institui Dia Nacional da Vinha e do Vinho </h2><p>Estas afirmações constam, também, do preâmbulo do <strong>Despacho n.º 9616/2026, </strong>publicado esta quinta-feira, 30 de julho, em Diário da República, que institui o <strong>Dia Nacional da Vinha e do Vinho</strong>, e que vem assinado pelo ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes.</p><p>Sendo “um dos pilares da mesa portuguesa”, o vinho e a produção vitivinícola têm, em Portugal, uma <strong>dimensão social, económica, cultural, religiosa, ambiental </strong>e paisagística.</p><p>O ministro da Agricultura é taxativo a defender este produto agrícola como “<strong>um dos pilares simbólicos da mesa portuguesa e da dieta mediterrânica</strong>”, que tem desempenhado um papel de “ritualização que atravessa a história das comunidades”.</p><h2>Vinho é património ancestral</h2><p>Na <strong>dieta mediterrânica, reconhecida pela UNESCO</strong>, em 2010, como Património Cultural Imaterial da Humanidade, a vinha e o vinho ocupam um lugar especial, não apenas como produtos, mas como <strong>património ancestral</strong>, expressão de cultura, convivência e sociabilidade.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) garante que, “consumido com moderação e integrado nas refeições”, o vinho é parte de um estilo de vida que valoriza o prazer à mesa, a partilha em família e entre amigos e a ligação ao território e às tradições. “Mais do que o resultado da fermentação das uvas, o vinho é um elemento de sociabilidade e identidade cultural, profundamente enraizado nos hábitos mediterrânicos”, salienta o IVV.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Um somatório de razões que levaram à instituição, pelo Governo, do Dia Nacional da Vinha e do Vinho em Portugal, querendo, assim, “<strong>reconhecer a importância do setor e valorizar o património vitivinícola</strong>”, bem como a diversificação das suas castas e regiões.</p><h2>IVV foi criado a 31 de julho de 1986</h2><p>E é o <strong>IVV, que é liderado por Francisco Toscano Rico</strong>, que fica incumbido de dinamizar e coordenar as iniciativas de celebração associadas a este dia. </p><p>A efeméride vai celebrar-se simbolicamente em <strong>31 de julho, dia em que, em 1986, foi aprovado em Conselho de Ministros </strong>o diploma que criou, justamente, o <strong>IVV</strong>, cujo 40.º aniversário se assinala este ano.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780918" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/producao-de-vinho-alentejo-preve-aumento-de-20-e-boa-qualidade-mas-no-douro-avizinha-se-uma-catastrofe.html" title="Produção de vinho: Alentejo prevê aumento de 20% e boa qualidade, mas no Douro avizinha-se “uma catástrofe”">Produção de vinho: Alentejo prevê aumento de 20% e boa qualidade, mas no Douro avizinha-se “uma catástrofe”</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/producao-de-vinho-alentejo-preve-aumento-de-20-e-boa-qualidade-mas-no-douro-avizinha-se-uma-catastrofe.html" title="Produção de vinho: Alentejo prevê aumento de 20% e boa qualidade, mas no Douro avizinha-se “uma catástrofe”"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/producao-de-vinho-alentejo-preve-aumento-de-20-e-boa-qualidade-mas-no-douro-avizinha-se-uma-catastrofe-1785250912833_320.jpg" alt="Produção de vinho: Alentejo prevê aumento de 20% e boa qualidade, mas no Douro avizinha-se “uma catástrofe”"></a></article></aside><p>Cultivada em <strong>cerca de 170 mil hectares</strong>, a vinha molda a paisagem, protege o território e preserva saberes transmitidos ao longo de gerações. E afirma-se como “<strong>fator de identidade, de qualidade e de projeção internacional de Portugal</strong>”, refere o Ministério da Agricultura no Despacho publicado esta quinta-feira, 30 de julho.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/dia-nacional-da-vinha-e-do-vinho-e-hoje-31-de-julho-portugal-passa-a-celebrar-um-dos-pilares-da-mesa-portuguesa-1785435814793.jpg" data-image="x92a3d6b9pyn" alt="Vinho" title="Vinho"><figcaption>O vinho nasce no território, na identidade e no património ancestral de cada região. Em Portugal, essa origem é valorizada através das Denominações de Origem Protegida (DOP) e das Indicações Geográficas Protegidas (IGP).</figcaption></figure><p>O ministro José Manuel Fernandes lembra, aliás, que a diversidade e a riqueza do património de castas nacionais, a par da <strong>profusão de vinhas antigas</strong>, conferem aos vinhos portugueses “um <strong>caráter único e inigualável</strong>”. </p><h2>Anuário 2025 de vinhos e aguardentes </h2><p>O ministro da Agricultura afirma, assim, que “<strong>cumpre ao Estado reconhecer e celebrar, de forma solene e continuada</strong>, o valor multidimensional deste setor estratégico”.</p><div class="texto-destacado">Para celebrar o Dia Nacional da Vinha e do Vinho, o IVV vai também lançar o <strong>novo portal da vinha e do vinho e o anuário 2025 de vinhos e aguardentes </strong>de Portugal. Portugal tinha, em 2025, uma área de vinha contabilizada em 169.663 hectares. A produção nacional de vinho foi de 595,6 milhões de litros. Uma produção que terá caído 20%, face a 2024, para o volume mais baixo da última década, “apesar da boa qualidade”, de acordo com a estimativa das “Contas Económicas da Agricultura – 2025” do Instituto Nacional de Estatística (INE).</div><p><strong>O vinho nasce no território, na identidade e no património ancestral </strong>de cada região, refere o IVV. </p><p>Em Portugal, essa origem é valorizada através das <strong>Denominações de Origem Protegida (DOP) e das Indicações Geográficas Protegidas</strong> (IGP).</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/dia-nacional-da-vinha-e-do-vinho-e-hoje-31-de-julho-portugal-passa-a-celebrar-um-dos-pilares-da-mesa-portuguesa-1785435888757.jpg" data-image="et047evtlf8e" alt="Vinho" title="Vinho"><figcaption>A partir de agora, todos os anos, no dia 31 de julho, Portugal vai passar a celebrar o Dia Nacional da Vinha e do Vinho, anunciou o Ministério da Agricultura. A efeméride quer “reconhecer a importância” do setor e “valorizar” o património vitivinícola.</figcaption></figure><p>Estes são “<strong>sistemas que garantem ao consumidor a autenticidade, a qualidade</strong> e a ligação inequívoca entre o vinho e o seu lugar de produção”, lembra o Instituto liderado por Francisco Toscano Rico.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="768508" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/viniportugal-premeia-os-melhores-vinhos-do-ano-foram-entregues-351-premios-e-a-regiao-mais-premiada-foi-o-douro.html" title="ViniPortugal premeia os melhores vinhos do ano. Foram entregues 351 prémios e a região mais premiada foi o Douro">ViniPortugal premeia os melhores vinhos do ano. Foram entregues 351 prémios e a região mais premiada foi o Douro</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/viniportugal-premeia-os-melhores-vinhos-do-ano-foram-entregues-351-premios-e-a-regiao-mais-premiada-foi-o-douro.html" title="ViniPortugal premeia os melhores vinhos do ano. Foram entregues 351 prémios e a região mais premiada foi o Douro"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/viniportugal-premeia-os-melhores-vinhos-do-ano-foram-entregues-351-premios-e-a-regiao-mais-premiada-foi-o-douro-1778601301130_320.jpg" alt="ViniPortugal premeia os melhores vinhos do ano. Foram entregues 351 prémios e a região mais premiada foi o Douro"></a></article></aside><p>As <strong>DOP representam as zonas vitivinícolas mais restritas</strong>, onde as regras de produção são mais exigentes, preservando características únicas e profundamente enraizadas na história local.</p><p>Já as <strong>IGP permitem identificar vinhos com forte ligação a uma região geográfica</strong>, assegurando origem e tipicidade, com maior flexibilidade produtiva.</p><p>Portugal aprovou oficialmente, em junho, a alteração ao <strong>acordo da Organização Internacional da Vinha e do Vinho</strong> (OIV), confirmando a <strong>transferência da sua sede para Dijon</strong>, em França.</p><p>O IVV explica que esta decisão, tomada em 2022 pelos países membros, “<strong>marca um novo capítulo” nesta organização</strong> que acompanha e apoia o desenvolvimento do setor vitivinícola a nível mundial. </p><p>A entrada em vigor desta alteração foi <strong>ratificada através do Decreto do Presidente da República n. º79/2026</strong>, de 3 de junho.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/dia-nacional-da-vinha-e-do-vinho-e-hoje-31-de-julho-portugal-passa-a-celebrar-um-dos-pilares-da-mesa-portuguesa.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Silveira]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Serão os relvados e jardins resistentes às elevadas temperaturas?]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/serao-os-relvados-e-jardins-resistentes-as-elevadas-temperaturas.html</link><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>De acordo com os especialistas, a relva castanha resultante do calor extremo, nem significa que está morta.Venha descobrir como a pode recuperar!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/serao-os-relvados-e-jardins-resistentes-as-elevadas-temperaturas-1785193264675.jpg" data-image="h2ai16mb9mjr" alt="Relva seca" title="Relva seca"><figcaption>O calor intenso pode deixar a relva castanha, no entanto as raízes continuam vivas e prontas para recuperar quando as condições assim o permitirem.</figcaption></figure><p>Quando vemos muitos jardins com <strong>relva seca e transformados em tons castanhos, devido às elevadas temperaturas dias consecutivos</strong>, à primeira vista parece que o relvado morreu, mas a realidade pode ser bem diferente.</p><p>Segundo uma notícia avançada pela <em>BBC</em>, na maioria dos casos <strong>a relva entra num estado de dormência para sobreviver ao calor extremo</strong> e pode recuperar quando as condições voltam a ser favoráveis.</p><p>Esta, quando enfrenta longos períodos de calor intensos e falta de água, <strong>a relva reduz drasticamente a sua atividade biológica</strong>. Assim, em vez de continuar a crescer e gastar energia, entra em dormência, um mecanismo de defesa que lhe permite conservar recursos até regressarem temperaturas mais amenas e a humidade ao solo.</p><p>Durante esta fase, <strong>as folhas tornam-se castanhas e secas, levando muitas pessoas a acreditar que o relvado está perdido</strong>. No entanto, as raízes permanecem vivas e prontas para retomar o crescimento quando a chuva regressa.</p><h2>Rega com estratégia</h2><p>Segundo os especialistas, <strong>um dos erros mais comuns é regar pouco e várias vezes ao longo do dia</strong>. Esta prática faz com que a água permaneça apenas à superfície, incentivando o desenvolvimento de raízes pouco profundas e mais vulneráveis ao calor.</p><p>O ideal é <strong>realizar regas abundantes, mas menos frequentes, permitindo que a água penetre profundamente no solo</strong>. Desta forma, as raízes desenvolvem-se melhor e tornam-se mais resistentes aos períodos de seca.</p><div class="texto-destacado"><strong>"A relva é extraordinariamente resistente e não morre apenas por causa de um período de seca."</strong> Segundo John Cushing, proprietário do Goldstone Hall Hotel & Gardens, em Shropshire, numa entrevista à BBC.</div><p>A hora da rega também é importante. <strong>O início da manhã é considerado o melhor momento</strong>, uma vez que a evaporação é reduzida e a planta consegue absorver a água de forma mais eficiente. <strong>Regar nas horas de maior calor significa desperdiçar grande parte da água</strong>, enquanto a rega noturna pode favorecer o aparecimento de doenças causadas por fungos.</p><h2>Cortar menos para proteger mais</h2><p>Outra recomendação passa por <strong>evitar cortar a relva demasiado curta durante o verão</strong>. Uma relva mais alta cria sombra sobre o solo, reduz a evaporação da água e ajuda a manter as raízes protegidas das temperaturas extremas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/serao-os-relvados-e-jardins-resistentes-as-elevadas-temperaturas-1785193289662.jpg" data-image="wkv6jztxqbdn" alt="Jardim em resistência" title="Jardim em resistência"><figcaption>Os especialistas garantem que, na maioria dos casos, um relvado seco está apenas em dormência e não morto devido à seca.</figcaption></figure><p>Os especialistas aconselham ainda a <strong>utilizar lâminas bem afiadas no corta-relvas</strong>. Cortes limpos provocam menos danos nas folhas, enquanto lâminas gastas rasgam a relva e aumentam o stress da planta.</p><p>Embora possa parecer uma boa ideia estimular o crescimento com fertilizantes, os especialistas afirmam que <strong>esta prática não é recomendada durante uma onda de calor</strong>.</p><p>A aplicação de fertilizantes quando a relva está sob forte stress <strong>pode causar ainda mais danos</strong>. O mais prudente é esperar que o relvado recupere naturalmente e só depois fornecer nutrientes, quando as temperaturas forem mais baixas e a planta voltar ao crescimento ativo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="780287" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/e-assim-que-o-solo-guarda-a-memoria-de-uma-seca-extrema.html" title="É assim que o solo guarda a memória de uma seca extrema">É assim que o solo guarda a memória de uma seca extrema</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/e-assim-que-o-solo-guarda-a-memoria-de-uma-seca-extrema.html" title="É assim que o solo guarda a memória de uma seca extrema"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/un-sol-peut-il-garder-la-memoire-d-une-secheresse-changement-climatique-1783257568710_320.jpeg" alt="É assim que o solo guarda a memória de uma seca extrema"></a></article></aside><p>Todavia, apesar da elevada capacidade de recuperação de muitas espécies, <strong>nem todos os relvados resistem da mesma forma</strong>. Se o calor extremo se prolongar durante muito tempo ou se as raízes sofrerem danos significativos, algumas zonas poderão morrer definitivamente.</p><p>Nestes casos, <strong>poderá ser necessário voltar a semear ou substituir as áreas afetadas</strong>. Ainda assim, os especialistas salientam que é aconselhável aguardar algumas semanas após o regresso da chuva antes de concluir que o relvado está irremediavelmente perdido.</p><h2>Jardins adaptam-se ao novo clima</h2><p>As alterações climáticas estão a tornar as ondas de calor mais frequentes e intensas em várias regiões do mundo.Esta realidade está a obrigar os jardineiros, municípios e proprietários a <strong>repensarem a forma como cuidam dos espaços verdes</strong>.</p><p>Além de uma gestão mais eficiente da água, <strong>cresce o interesse por espécies de relva mais resistentes à seca e por soluções paisagísticas que exijam menos manutenção</strong>.</p><p>Por isso, <strong>adaptar os jardins às novas condições climáticas </strong>poderá ser uma das formas mais eficazes de preservar os espaços verdes e reduzir o consumo de água nos próximos anos.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/serao-os-relvados-e-jardins-resistentes-as-elevadas-temperaturas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Paula Gonçalves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Que vinho combina melhor com a sua pizza? Quatro combinações perfeitas para desfrutar como um especialista]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/que-vinho-combina-melhor-com-a-sua-pizza-quatro-combinacoes-perfeitas-para-desfrutar-como-um-especialista.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 17:05:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Desde a clássica Margherita, passando pela apimentada Pepperoni, até à pizza recheada com quatro queijos – cada pizza revela o seu melhor sabor quando acompanhada pelo vinho certo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-vino-elegir-para-cada-pizza-cuatro-maridajes-para-disfrutar-como-un-experto-1784218343922.jpg" data-image="fmiq9kqyct8l" alt="Pizza und Wein" title="Pizza und Wein"><figcaption>A harmonização de vinhos tem como objetivo encontrar combinações que tornem a experiência gastronómica ainda mais agradável – e não seguir regras rígidas. Foto: Emre Inan</figcaption></figure><p>A <strong>pizza </strong>é um dos pratos mais populares do mundo – e, ao mesmo tempo, <strong>um dos mais versáteis no que diz respeito à harmonização com vinho</strong>. Graças à grande variedade de ingredientes, é possível combinar diferentes estilos de vinho, criando harmonizações que realçam de forma ideal os aromas, as texturas e as notas gustativas.</p><p>Embora muitas pessoas gostem de acompanhar a pizza com cerveja ou bebidas não alcoólicas, o vinho pode ser um excelente acompanhamento, desde que seja <strong>escolhido de acordo com a intensidade dos ingredientes, a acidez do molho de tomate, o tipo de queijo e os ingredientes </strong>que caracterizam cada pizza.</p><p>Neste breve guia sobre a combinação de pizza e vinho, o especialista em vinhos chileno <strong>Cristopher Castillo</strong>, fundador de <strong>"La Cava de Cris" </strong>no Instagram, <strong>recomenda várias variedades de vinhos tintos e brancos</strong> e explica que nem todos os vinhos combinam igualmente bem com todas as pizzas.</p><h2>Pizza Margherita: Cinsault, País ou Pinot Noir</h2><p>A combinação clássica de molho de tomate, mozzarella e manjericão cativa pelo seu frescor e pela sua acidez vivaz.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-vino-elegir-para-cada-pizza-cuatro-maridajes-para-disfrutar-como-un-experto-1784218620822.jpg" data-image="bpswgo537ung" alt="Pizza Margherita" title="Pizza Margherita"><figcaption>Um vinho tinto leve e frutado combina na perfeição com uma pizza Margherita. Imagem: Aurelien Lemasson</figcaption></figure><p> Segundo Castillo, o Cinsault, o País ou o Pinot Noir são uma excelente escolha – vinhos tintos frescos e de boca leve, com taninos suaves. </p><p> "O molho de tomate confere acidez, o queijo, cremosidade, e o manjericão, frescura. Por isso, <strong>um vinho tinto leve e frutado é a melhor opção</strong> – complementa a pizza sem se sobrepor à sua simplicidade", explica ele. </p><h2>Pizza de pepperoni: Carmenère ou Syrah</h2><p>O pepperoni confere ao prato um sabor intenso, uma nota encorpada e um toque picante.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-vino-elegir-para-cada-pizza-cuatro-maridajes-para-disfrutar-como-un-experto-1784218574870.jpg" data-image="wpdt4f6ke08o" alt="Peperoni-Pizza" title="Peperoni-Pizza"><figcaption>Para acompanhar uma pizza de pimentão, recomenda-se um vinho tinto de corpo médio e sem teor alcoólico excessivo. Foto: Jessie Maxwell</figcaption></figure><p>Esta variante combina particularmente bem com vinhos tintos bem estruturados, como um Carmenère jovem ou um Syrah proveniente de regiões de cultivo frescas. <strong>Os seus taninos suaves e notas especiadas complementam o sabor da salsicha, sem sobrepor-se ao sabor da pizza</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="648484" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/e-louco-por-pizza-estas-sao-as-10-cidades-europeias-com-as-melhores-pizzas-e-uma-delas-fica-em-portugal-turismo.html" title="É louco por pizza? Estas são as 10 cidades europeias com as melhores pizzas (e uma delas fica em Portugal)">É louco por pizza? Estas são as 10 cidades europeias com as melhores pizzas (e uma delas fica em Portugal)</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/e-louco-por-pizza-estas-sao-as-10-cidades-europeias-com-as-melhores-pizzas-e-uma-delas-fica-em-portugal-turismo.html" title="É louco por pizza? Estas são as 10 cidades europeias com as melhores pizzas (e uma delas fica em Portugal)"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/e-louco-por-pizza-estas-sao-as-10-cidades-europeias-com-as-melhores-pizzas-e-uma-delas-fica-em-portugal-1710759371480_320.jpg" alt="É louco por pizza? Estas são as 10 cidades europeias com as melhores pizzas (e uma delas fica em Portugal)"></a></article></aside><p> Castillo salienta que, para esta pizza, combina bem um vinho com aromas a fruta madura, notas especiadas e corpo médio, que, no entanto, não deve ter um teor alcoólico demasiado elevado nem taninos excessivamente fortes. </p><h2>Pizza com quatro tipos de queijo: Chardonnay ou espumante</h2><p>As pizzas com queijos de sabor forte combinam bem com vinhos capazes de equilibrar a sua intensidade e cremosidade.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-vino-elegir-para-cada-pizza-cuatro-maridajes-para-disfrutar-como-un-experto-1784218431756.jpg" data-image="knqflrltk3yc" alt="Pizza mit vier Käsesorten" title="Pizza mit vier Käsesorten"><figcaption>Devido ao seu sabor rico, uma pizza com quatro tipos de queijo combina melhor com um vinho fresco e vivo. Imagem: Engin Akyurt</figcaption></figure><p>Um <strong>Chardonnay fresco</strong> – idealmente de uma colheita recente e, se possível, com um envelhecimento moderado em barris de carvalho – confere <strong>mais corpo à pizza, sem que esta perca a sua frescura</strong>. Um espumante "Brut" também combina na perfeição com esta pizza rica e cremosa.</p><p>No que diz respeito ao Chardonnay, Cristopher recomenda vinhos de Casablanca, Limarí, San Antonio ou Malleco. Quanto ao espumante, aconselha qualquer Brut chileno de qualidade.</p><h2>Pizza Havaiana - Riesling ou Gewürztraminer </h2><p>A combinação de queijo, fiambre e ananás proporciona uma mistura equilibrada de sabores doces, salgados e picantes.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/que-vino-elegir-para-cada-pizza-cuatro-maridajes-para-disfrutar-como-un-experto-1784218507553.jpg" data-image="h5a9ab1ju0fw" alt="Hawaii-Pizza" title="Hawaii-Pizza"><figcaption>A pizza havaiana tem fãs entusiastas – e críticos igualmente apaixonados, que insistem que o ananás não tem lugar numa pizza. Cada um com o seu gosto. Foto: Brett Jordan</figcaption></figure><p>Para acompanhar esta pizza, o Cristopher recomenda um <strong>Riesling</strong> meio seco como uma excelente escolha, uma vez que, graças à sua frescura e às suas notas frutadas, <strong>complementa na perfeição o ananás e, ao mesmo tempo, proporciona equilíbrio</strong>.</p><p>Recomenda ainda um <strong>Gewürztraminer </strong>de Casablanca, Bío Bío ou Malleco e salienta que o seu perfil extremamente aromático e a sua doçura suave <strong>combinam na perfeição com esta mistura de sabores doces e salgados</strong>.</p><h2>O segredo está nos ingredientes</h2><p>Em vez de se concentrarem apenas no nome da pizza, os especialistas recomendam<strong> prestar atenção aos ingredientes que predominam em cada receita</strong>. A acidez do molho de tomate, a intensidade dos queijos, a riqueza dos enchidos e a proporção de legumes frescos contribuem todos para determinar o acompanhamento ideal de vinho.</p><p>Como explica o especialista em vinhos por trás da conta @lacavadecris_, a harmonização de vinhos não se trata de impor regras rígidas, mas sim de <strong>descobrir combinações que tornem a experiência gastronómica ainda mais agradável</strong>.</p><p>Por isso, o melhor conselho é: <strong>experimente diferentes castas e estilos de vinho para descobrir novas nuances de sabor</strong>, tanto na pizza como no vinho – e, assim, provar que este prato italiano icónico pode ser o acompanhamento perfeito para um bom copo de vinho.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/que-vinho-combina-melhor-com-a-sua-pizza-quatro-combinacoes-perfeitas-para-desfrutar-como-um-especialista.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A ciência desafia o mito de que basta o amor e uma cabana para construir uma família]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-ciencia-desafia-o-mito-de-que-basta-o-amor-e-uma-cabana-para-construir-uma-familia.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 16:01:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Estudo português agora distinguido mostra que a prosperidade poderá ter ajudado a transformar os sentimentos na base das relações conjugais modernas.</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/a-ciencia-desafia-o-mito-de-que-basta-o-amor-e-uma-cabana-para-construir-uma-familia-1785416422835.jpg" data-image="fm6je5vv2e5q" alt="O Último Beijo de Romeu em Julieta, de Francesco Hayez (1823)" title="O Último Beijo de Romeu em Julieta, de Francesco Hayez (1823)"><figcaption>Antes do romantismo ocupar o centro da vida conjugal, a literatura já celebrava a paixão. O estudo mostra que a ternura e o compromisso ganharam importância ao longo dos séculos. Imagem: O Último Beijo de Romeu e Julieta, de Francesco Hayez (1823) / domínio público</figcaption></figure><p>"Amor e uma cabana" é uma expressão que se tornou uma das imagens mais persistentes do <strong>romantismo popular</strong>, sugerindo que os sentimentos são suficientes para vencer qualquer dificuldade.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Um estudo português agora distinguido com um prémio científico internacional convida a olhar para essa ideia de uma perspetiva diferente. Não para negar a força do amor, mas para perguntar quando é que passou a ocupar um lugar tão importante na escolha de um companheiro.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A investigação, desenvolvida por <strong>Maurício Martins</strong>, da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, recebeu recentemente um prémio da <strong>Society for the Scientific Study of Sexuality</strong>. O reconhecimento voltou a destacar um trabalho que desafia uma das ideias mais enraizadas sobre as relações humanas. </p><h2>Um olhar mais pragmático</h2><p>O <strong>amor romântico</strong>, segundo os investigadores, poderá não ser apenas uma construção cultural ou filosófica. As <strong>melhorias das condições económicas</strong> poderão também ter desempenhado um papel decisivo na forma como orientou a vida familiar na Europa Ocidental.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/a-ciencia-desafia-o-mito-de-que-basta-o-amor-e-uma-cabana-para-construir-uma-familia-1785416737109.jpg" data-image="lkkdjijoi9ni" alt="Capa original do livro &quot;Orgulho e Preconceito&quot; de Jane Austen" title="Capa original do livro &quot;Orgulho e Preconceito&quot; de Jane Austen"><figcaption>Jane Austen retratou uma época em que o casamento começava a libertar-se dos interesses familiares. O estudo sugere que a melhoria das condições de vida reforçou o peso do amor na escolha de um companheiro. Ilustração: Richard Bentley (1833) / domínio público</figcaption></figure><p>A proposta não pretende reduzir um sentimento a números ou explicar a intimidade através da economia. O que procura compreender é outra questão. Porque é que o amor romântico se tornou, em determinado momento da história, um <strong>critério central</strong> para escolher um parceiro e <strong>construir uma família</strong>?</p><h2>Nem sempre foi o amor a decidir</h2><p>Hoje parece natural associar casamento, <strong>compromisso</strong> e <strong>afeto</strong>. Durante grande parte da história europeia, porém, as uniões resultavam sobretudo de <strong>interesses</strong> <strong>familiares</strong>, património, alianças sociais ou estratégias de sobrevivência. O amor podia existir, mas raramente ocupava o centro da decisão.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="696785" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/conheca-a-historia-do-amor-proibido-mais-famoso-de-portugal.html" title="Conheça a história do amor proibido mais famoso de Portugal ">Conheça a história do amor proibido mais famoso de Portugal </a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/conheca-a-historia-do-amor-proibido-mais-famoso-de-portugal.html" title="Conheça a história do amor proibido mais famoso de Portugal "><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/conheca-a-historia-do-amor-proibido-mais-famoso-de-portugal-1739465459982_320.jpg" alt="Conheça a história do amor proibido mais famoso de Portugal "></a></article></aside><p>Foi precisamente esta transformação que despertou a curiosidade da equipa de investigação. Em vez de procurar explicações apenas na <strong>religião</strong>, na <strong>filosofia</strong> ou na evolução dos <strong>costumes</strong>, os autores colocaram uma hipótese diferente. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O crescimento económico poderá ter criado as condições necessárias para que o amor romântico ganhasse uma importância inédita nas relações conjugais.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O estudo não diz que a prosperidade fez nascer o amor. Sugere, antes, que a <strong>melhoria das condições de vida</strong> terá permitido aos sentimentos assumir um lugar cada vez mais decisivo na escolha do companheiro.</p><h2>À procura das palavras</h2><p>Responder a esta pergunta obrigou os investigadores a seguir um caminho pouco convencional. Em vez de inquirirem casais ou analisarem apenas registos históricos, procuraram <strong>pistas na literatura</strong> produzida ao longo de vários séculos.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Recorrendo a técnicas de processamento de linguagem natural, a equipa analisou milhares de textos, incluindo peças de teatro, para acompanhar a evolução da importância atribuída ao amor romântico. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Os algoritmos identificaram <strong>padrões </strong>associados a duas dimensões distintas do sentimento. A <strong>paixão</strong>, marcada pela intensidade emocional e pelo desejo, e a <strong>ternura</strong>, relacionada com a intimidade, o cuidado e o compromisso.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/a-ciencia-desafia-o-mito-de-que-basta-o-amor-e-uma-cabana-para-construir-uma-familia-1785416939300.jpg" data-image="wkulillk1o2k" alt="O Beijo, de Gustav Klimt" title="O Beijo, de Gustav Klimt"><figcaption>O Beijo, de Gustav Klimt, evoca intimidade e estabilidade. A investigação mostra que a intimidade ganhou espaço na forma como o amor passou a ser entendido. Imagem: domínio público</figcaption></figure><p>Esses resultados foram depois comparados com <strong>indicadores económicos e demográficos da Europa moderna</strong>, permitindo observar se existia alguma relação entre a evolução das condições de vida, a forma como o amor era retratado e as mudanças no comportamento das famílias.</p><h2>A prosperidade abriu espaço ao amor</h2><p>A comparação entre as obras literárias e os indicadores históricos revelou um padrão consistente. O <strong>aumento do nível de vida</strong> precedeu o crescimento da importância atribuída ao amor romântico. Essa valorização foi mais tarde acompanhada por mudanças nos padrões de <strong>casamento</strong> e de <strong>fertilidade</strong>.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Esta sequência é compatível com a hipótese de que a prosperidade económica criou condições para que os sentimentos assumissem um papel cada vez mais relevante na formação dos casais. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Ao reduzir a <strong>pressão da sobrevivência diária</strong>, as sociedades puderam atribuir maior importância à escolha do parceiro, ao <strong>compromisso duradouro</strong> e ao investimento na <strong>educação dos filhos</strong>.</p><p>A análise identificou, ainda, uma evolução na própria forma como o amor era retratado. Ao longo do tempo, as referências à paixão passaram a coexistir com uma valorização crescente da <strong>ternura</strong>, entendida como <strong>intimidade</strong>, cuidado e estabilidade emocional. Essa mudança aproxima-se da ideia contemporânea de amor romântico, assente não apenas na intensidade da atração, mas também na construção de uma <strong>relação duradoura</strong>.</p><h2>Muito mais do que uma mudança cultural</h2><p>Os investigadores sublinham que <strong>os resultados não significam que a economia explique, por si só, o surgimento do amor romântico</strong>. A religião, a filosofia, a urbanização, as transformações jurídicas e políticas ou a evolução dos costumes também poderão ter contribuído para essa mudança.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O próprio estudo reconhece limitações importantes. As peças de teatro e as restantes obras literárias analisadas não refletem necessariamente o comportamento da população nem permitem estabelecer uma relação direta de causa e efeito entre prosperidade económica e transformação das relações conjugais.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>A convergência entre os diferentes conjuntos de dados oferece, ainda assim, evidências de que a melhoria das condições de vida poderá ter desempenhado um papel relevante numa mudança social de grande alcance. Em vez de contrariar as explicações culturais, a investigação sugere que estas podem ter sido acompanhadas por <strong>condições materiais</strong> que favoreceram uma <strong>nova forma</strong> de viver as <strong>relações afetivas</strong>.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/a-ciencia-desafia-o-mito-de-que-basta-o-amor-e-uma-cabana-para-construir-uma-familia-1785417035049.jpg" data-image="ymrcaq4qzufx" alt="Cartazoriginal do filme Casablanca (1942)" title="Cartazoriginal do filme Casablanca (1942)"><figcaption>Em Casablanca, o amor cruza-se com o dever e com a liberdade de escolha. O estudo recorda que os sentimentos também refletem as mudanças da sociedade. Imagem: cartaz original do filme Casablanca (1942) / domínio público.</figcaption></figure><p>O estudo não procura explicar por que as pessoas se apaixonam. A questão é, de certa forma, mais ambiciosa. Procura compreender <strong>quando é que o amor passou a ocupar um lugar central </strong>na escolha de um companheiro e na construção de uma família.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/a-ciencia-desafia-o-mito-de-que-basta-o-amor-e-uma-cabana-para-construir-uma-familia-1785417099502.jpg" data-image="du8845759uua" alt="Os Amantes, René Magritte" title="Os Amantes, René Magritte"><figcaption>Em Os Amantes, René Magritte lembra que o amor conserva sempre uma parte de mistério. A investigação mostra que a ciência ajuda a compreender a sua história, mas não esgota o seu significado. Imagem: domínio público.</figcaption></figure><p>É pouco provável que exista uma resposta única para uma experiência profundamente humana. Mas, ao cruzar <strong>literatura</strong>, <strong>psicologia</strong>, <strong>economia</strong>, <strong>história</strong> e <strong>ciência de dados</strong>, esta investigação lembra que até os sentimentos mais íntimos têm uma história. Compreender essa história ajuda-nos a perceber melhor não apenas como amamos, mas também a sociedade que fomos construindo ao longo dos séculos.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Mauricio%20de%20Jesus%20Dias%20Martins%20%26%20Nicolas%20Baumard" data-year="" data-title="Reproductive%20Strategies%20and%20Romantic%20Love%20in%20Early%20Modern%20Europe.%20Archives%20of%20Sexual%20Behavior" data-url="https%3A%2F%2Flink.springer.com%2Farticle%2F10.1007%2Fs10508-023-02759-4">Mauricio de Jesus Dias Martins & Nicolas Baumard. <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10508-023-02759-4" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Reproductive Strategies and Romantic Love in Early Modern Europe. Archives of Sexual Behavior</a>.</cite><br><cite data-author="Universidade%20do%20Porto" data-year="" data-title="Maur%C3%ADcio%20Martins%20premiado%20por%20estudo%20sobre%20amor%20rom%C3%A2ntico" data-url="https%3A%2F%2Fnoticias.up.pt%2Ffpceup%2Fmauricio-martins-premiado-por-estudo-sobre-amor-romantico%2F">Universidade do Porto. <a href="https://noticias.up.pt/fpceup/mauricio-martins-premiado-por-estudo-sobre-amor-romantico/" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Maurício Martins premiado por estudo sobre amor romântico</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/a-ciencia-desafia-o-mito-de-que-basta-o-amor-e-uma-cabana-para-construir-uma-familia.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Forte temporal de vento no Rio de Janeiro: as pessoas fugiram das praias e as pontes tiveram de ser encerradas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/forte-temporal-de-vento-no-rio-de-janeiro-as-pessoas-fugiram-das-praias-e-as-pontes-tiveram-de-ser-encerradas.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 15:37:11 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>São impressionantes as imagens captadas no Rio de Janeiro perante os efeitos de uma forte tempestade, provocada por uma frente fria e um ciclone extratropical que se deslocou pelo sul e sudeste do Brasil na quarta-feira, 29 de julho.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xate7ea"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xate7ea.jpg" id="xate7ea"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p><strong>Rajadas intensas de vento provocaram o caos no Rio de Janeiro</strong> e em várias outras cidades do sudeste e do sul do Brasil nesta quarta-feira, 29 de julho. O fenómeno deveu-se à passagem de um ciclone extratropical pelo oceano e à aproximação de uma frente fria ao Brasil, provocando<strong> ventos com velocidades superiores a 100 km/h</strong>.</p><p>Os ventos fortes arrastaram areia das praias do Rio, reduziram a visibilidade, derrubaram pessoas e motociclistas, além de terem provocado um êxodo em massa de turistas que se encontravam nas praias da cidade no momento em que o temporal ocorreu.</p><p><strong>Uma gravação feita na praia de Ipanema</strong> mostrava, ao longe, sinais da tempestade de vento que se aproximava. O vídeo também mostra o momento em que os ventos fortes chegaram à orla e como as pessoas correram em busca de abrigo. <strong>Embora a tempestade fosse iminente</strong>, as pessoas só começaram a correr após a chegada dos ventos.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">*Arpoador, Ipanema* <br><br>Vídeo sobre a ventania no exato momento que chega. E foi previsto antes mesmo de acontecer! Siga para se manter informado sobre informações e curiosidades do mar e da praia. <a href="https://t.co/22Bwp3dsor">pic.twitter.com/22Bwp3dsor</a></p>— 𝗘𝗿𝗿𝗲𝗷𝗼𝘁𝗮 𝗖𝗮𝗿𝗶𝗼𝗰𝗮 (@ErrejotaNews) <a href="https://x.com/ErrejotaNews/status/2082812792604602781?ref_src=twsrc%5Etfw">July 30, 2026</a></blockquote></figure><p>O aeroporto internacional do Rio de Janeiro (Galeão) registou uma <strong>rajada máxima de 105 km/h e uma tempestade de areia por volta das 16h00 (hora local)</strong>. De acordo com os dados meteorológicos do aeroporto, o vento intensificou-se alguns minutos depois das 15h00 naquele local.</p><p>Imagens captadas na ponte que liga a cidade do Rio de Janeiro a Niterói mostram como o vento forte impediu a passagem dos veículos. <strong>A rajada de vento chegou mesmo a derrubar alguns motociclistas</strong>, colocando em risco a vida de quem quisesse atravessar a ponte.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr"> A Ponte Rio-Niterói precisou ter o trânsito interrompido devido a uma forte tempestade de areia e ventos intensos que atingem a região. <a href="https://t.co/Woa7leF3eT">pic.twitter.com/Woa7leF3eT</a></p>— Metrópoles (@Metropoles) <a href="https://x.com/Metropoles/status/2082568997204025414?ref_src=twsrc%5Etfw">July 29, 2026</a></blockquote></figure><p>O <strong>trânsito foi interrompido</strong> na ponte até que as condições meteorológicas permitissem a travessia em segurança.</p><p>O <strong>monumento do Cristo Redentor</strong>, visitado diariamente por milhares de turistas, também sofreu os efeitos do vento que assolou o Rio. <strong>O vento forte apanhou de surpresa os turistas</strong> que ficaram expostos à força do vento, a mais de 700 m acima do nível do mar.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="pt" dir="ltr">Expectativa: conhecer o Cristo Redentor do Rio de Janeiro <br><br>Realidade: Conhecer Jesus de Cristo de verdade <a href="https://t.co/4q3izV4m0l">pic.twitter.com/4q3izV4m0l</a></p>— Paula Sampaio Moreti (@GiuliMedrado) <a href="https://x.com/GiuliMedrado/status/2082603155024421098?ref_src=twsrc%5Etfw">July 29, 2026</a></blockquote></figure><h2>Foram registados ventos fortes noutros estados do Brasil</h2><p>Informações divulgadas pela Meteored Brasil deram conta do vento forte que afetou o litoral e o interior do estado de São Paulo, onde foram registadas<strong> rajadas que atingiram os 125 km/h</strong>.</p><p>Dados divulgados pelo portal de notícias brasileiro G1 referem rajadas de <strong>até 145 km/h na região montanhosa do litoral do Paraná</strong>, perto de Curitiba.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="776012" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/bacterias-de-laguna-no-rio-de-janeiro-ajudam-cientistas-a-descobrir-se-ha-vida-em-marte-entenda.html" title="Bactérias de uma laguna no Rio de Janeiro ajudam os cientistas a descobrir se há vida em Marte; saiba como">Bactérias de uma laguna no Rio de Janeiro ajudam os cientistas a descobrir se há vida em Marte; saiba como</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/bacterias-de-laguna-no-rio-de-janeiro-ajudam-cientistas-a-descobrir-se-ha-vida-em-marte-entenda.html" title="Bactérias de uma laguna no Rio de Janeiro ajudam os cientistas a descobrir se há vida em Marte; saiba como"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/bacterias-de-laguna-no-rio-de-janeiro-ajudam-cientistas-a-descobrir-se-ha-vida-em-marte-entenda-1782509790636_320.jpg" alt="Bactérias de uma laguna no Rio de Janeiro ajudam os cientistas a descobrir se há vida em Marte; saiba como"></a></article></aside><p>Infelizmente, os temporais no sul e sudeste do Brasil <strong>causaram a morte de várias pessoas </strong>nesta quarta-feira, 29 de julho. Prevê-se que as tempestades continuem a afetar vários estados do país nos próximos dias.</p><section class="article-reference redactor-component non-editable reference" data-redactor-type="reference"><h3 class="article-reference__label">Referência da notícia</h3><p class="article-reference__body"><cite data-author="Meteored%20Brasil" data-year="" data-title="Ventos%20de%20120%20km%2Fh%20causam%20mortes%20e%20paralisam%20balsas%20em%20SP%3B%20veja%20imagens" data-url="https%3A%2F%2Fwww.tempo.com%2Fnoticias%2Factualidade%2Fventos-de-120-km-h-causam-mortes-e-paralisam-balsas-em-sp-veja-imagens.html">Meteored Brasil. <a href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/ventos-de-120-km-h-causam-mortes-e-paralisam-balsas-em-sp-veja-imagens.html" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Ventos de 120 km/h causam mortes e paralisam balsas em SP; veja imagens</a>.</cite><br><cite data-author="G1" data-year="" data-title="Paran%C3%A1%20registra%20ventos%20de%20145%20km%2Fh%20e%20deve%20continuar%20tendo%20vendavais%3B%20veja%20a%20previs%C3%A3o%20do%20tempo" data-url="https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fpr%2Fcampos-gerais-sul%2Fnoticia%2F2026%2F07%2F30%2Fventos-fortes-vendavais-previsao-do-tempo-parana.ghtml">G1. <a href="https://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/2026/07/30/ventos-fortes-vendavais-previsao-do-tempo-parana.ghtml" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">Paraná registra ventos de 145 km/h e deve continuar tendo vendavais; veja a previsão do tempo</a>.</cite><br><cite data-author="OGYMET" data-year="" data-title="METAR%2FSPECI%20de%20SBGL%2C%20Galeao%20(Brazil)%20-%2029%20de%20julio%20del%202026" data-url="https%3A%2F%2Fwww.ogimet.com%2Fdisplay_metars2.php%3Flugar%3DSBGL%26tipo%3DALL%26ord%3DREV%26nil%3DSI%26fmt%3Dhtml%26ano%3D2026%26mes%3D07%26day%3D29%26hora%3D00%26anof%3D2026%26mesf%3D07%26dayf%3D29%26horaf%3D23%26minf%3D59%26enviar%3DVer">OGYMET. <a href="https://www.ogimet.com/display_metars2.php?lugar=SBGL&tipo=ALL&ord=REV&nil=SI&fmt=html&ano=2026&mes=07&day=29&hora=00&anof=2026&mesf=07&dayf=29&horaf=23&minf=59&enviar=Ver" target="_blank" data-mrf-recirculation="end_article_citation">METAR/SPECI de SBGL, Galeao (Brazil) - 29 de julio del 2026</a>.</cite></p></section>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/forte-temporal-de-vento-no-rio-de-janeiro-as-pessoas-fugiram-das-praias-e-as-pontes-tiveram-de-ser-encerradas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Açores com chuva fraca e tempo variável até sábado; Madeira sob aviso amarelo devido ao calor persistente]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 15:21:12 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Nos próximos dias os Açores enfrentarão tempo variável, com períodos de chuva fraca, abertas e vento geralmente fraco a moderado. Na Madeira dominará a estabilidade, embora com aviso amarelo devido à previsão de persistência de valores elevados da temperatura máxima.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xatgltm"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xatgltm.jpg" id="xatgltm"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O estado do tempo nos Arquipélagos será bastante distinto entre hoje e domingo, 2 de agosto. Enquanto o dos <strong>Açores enfrentarão os vestígios de uma depressão atlântica</strong>, registando uma maior variabilidade de estados do tempo, o da <strong>Madeira estará à mercê de temperaturas acima da média para a época do ano</strong>, com algumas áreas desta geografia insular já sob aviso amarelo de tempo quente tendo em vista a previsão que aponta para o calor persistente, sobretudo entre sexta-feira (31) e domingo (2).</p><h2>Açores: chuva fraca e irregular alternará com períodos de estabilidade até sábado; o que virá depois?</h2><p>Entre hoje - quinta-feira, 30 - e sábado, 1 de agosto, prevê-se um estado do tempo bastante variável nos Grupos Ocidental, Central e Oriental dos Açores: <strong>os mapas de referência da Meteored indicam períodos de céu muito nublado, alternados com boas abertas, bem como a ocorrência de chuva ou aguaceiros fracos</strong>, tendencialmente mais prováveis e frequentes durante a madrugada e manhã ou ao final do dia.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente-1785424236337.png" data-image="67w610apn72k"><figcaption>Depressão pouco cavada e centrada a norte do arquipélago dos Açores irá gerando linhas de instabilidade que se traduzirão em períodos de chuva fraca ou aguaceiros, intercalados com boas abertas e períodos de céu nublado nas 9 ilhas açorianas ao longo dos próximos 3 a 4 dias.</figcaption></figure><p>De acordo com o modelo de confiança da Meteored - ECMWF -, a precipitação prevista para as próximas horas e dias será provocada pela <strong>passagem intermitente de superfícies frontais e linhas de instabilidade de fraca atividade</strong>. </p><p>Estes sistemas irão perdendo intensidade e dissipando gradualmente a sua influência no arquipélago açoriano à medida que a depressão atlântica, atualmente centrada a noroeste dos Açores, se for deslocando para nordeste rumo às Ilhas Britânicas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente-1785424123032.png" data-image="yax8zm6zhfzg"><figcaption>Prevê-se entre 5 e 15 mm de chuva acumulada nos Açores nestes próximos dias.</figcaption></figure><p>Ao longo destes três dias o vento alternará entre oeste, noroeste e sudoeste, soprando predominantemente do quadrante oeste. A intensidade será geralmente fraca a moderada, embora sejam também expectáveis rajadas pontualmente fortes, <strong>até 40 km/h</strong>, sobretudo em zonas mais expostas das ilhas das Flores, Terceira e São Miguel.</p><table><thead><tr><th>Cidade/Localidade</th><th>Sexta-feira, 31 de julho</th><th>Sábado, 1 de agosto</th><th>Domingo, 2 de agosto</th></tr></thead><tbody><tr><td>Ponta Delgada (São Miguel) - Grupo Oriental</td><td>26 ºC</td><td>25 ºC</td><td>26 ºC</td></tr><tr><td>Horta (Faial) - Grupo Central</td><td>25 ºC</td><td>26 ºC</td><td>26 ºC</td></tr><tr><td>Angra do Heroísmo (Terceira) - Grupo Central</td><td>23 ºC</td><td>23 ºC</td><td>24 ºC</td></tr><tr><td>Lajes das Flores (Flores) - Grupo Ocidental</td><td>27 ºC</td><td>27 ºC</td><td>25 ºC</td></tr><tr class="pie-tabla"><td colspan="4">Nota: Temperaturas máximas previstas entre sexta-feira, 31 de julho e domingo, 2 de agosto em 4 localidades do arquipélago dos Açores. Fonte: Mapas da Meteored.</td></tr></tbody></table><p>No<strong> domingo (2) </strong>prevê-se uma mudança do padrão atmosférico. A deslocação da depressão para nordeste permitirá uma <strong>maior influência da região anticiclónica a sul do arquipélago, estimulando condições de maior estabilidade</strong>. Deste modo, são expectáveis períodos de céu muito nublado, mas também boas abertas e, à partida, sem precipitação.</p><p>Quanto às temperaturas máximas, tal como se verifica na <strong>tabela acima</strong>, prevê-se alguma variabilidade diária, mas pouco expressiva, estando os valores mais elevados previstos para a ilha das Flores e os mais baixos para a ilha Terceira. </p><h2>Madeira com tempo mais estável e sob aviso amarelo devido ao calor</h2><p>Ao contrário dos Açores, prevê-se que a Madeira registe um estado do tempo mais estável nos próximos dias. <strong>Algumas zonas do arquipélago encontram-se sob aviso amarelo devido à previsão de persistência de temperaturas elevadas, acima dos valores médios de referência</strong>.</p><p>Na quinta-feira (30) e no domingo (2) esperam-se períodos de céu muito nublado, enquanto na sexta-feira (31) e no sábado (1 de agosto), a previsão aponta para céu geralmente pouco nublado na geografia insular madeirense.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781241" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html" title="Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C">Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html" title="Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785414461849_320.jpg" alt="Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C"></a></article></aside><p><strong>O vento soprará predominantemente de este-nordeste até domingo (2)</strong>. Esta circulação favorecerá o transporte de uma massa de ar tropical marítimo, quente e húmido, para a Madeira. Ao mesmo tempo os ventos de nordeste também poderão transportar ar quente e seco procedente do Norte de África.</p><p>Este panorama nascerá da interação entre a depressão que afetará indiretamente os Açores e a região anticiclónica localizada a oeste da Madeira. O gradiente de pressão criado entre estes dois sistemas será favorável ao estabelecimento desta circulação, <strong>gerando condições que desencadearão a subida das temperaturas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente-1785424043142.png" data-image="an5f8by9i3ex"><figcaption>Algumas zonas do arquipélago da Madeira poderão atingir os 28 ºC de temperatura máxima nestes próximos dias.</figcaption></figure><p>Por causa disto o IPMA já emitiu <strong>aviso amarelo de tempo quente para os dias 31 de julho, 1 de agosto e 2 de agosto nas Regiões Montanhosas e Costa Sul da Ilha da Madeira</strong>, devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima. </p><p><strong>As temperaturas máximas previstas situam-se entre 26 e 28 ºC no Funchal e entre 25 e 27 ºC no Curral das Freiras</strong>. Em São Vicente os nossos mapas apostam em valores semelhantes, pelo que não se descarta a possibilidade de o aviso amarelo ainda vir a ser alargado à Costa Norte da ilha da Madeira.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/acores-com-chuva-fraca-e-tempo-variavel-ate-sabado-madeira-sob-aviso-amarelo-devido-ao-calor-persistente.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Tendência a 10 dias em Portugal: chuva poderá regressar em força, mas antes, há locais que irão atingir os 40 °C]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html</link><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 13:17:53 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Os próximos 10 dias deverão ser marcados por sucessivas mudanças no estado do tempo, com calor intenso, uma descida temporária das temperaturas e possibilidade de 2 eventos de chuva durante a primeira semana de agosto.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785414461849.jpg" data-image="6z8taejjbkfr" alt="Chuva em Agosto" title="Chuva em Agosto"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-397571">Após calor intenso no primeiro sábado do mês de agosto, o estado do tempo poderá mudar de forma significativa. Os modelos indicam a aproximação de depressões atlânticas capazes de devolver a chuva a Portugal continental.</figcaption></figure><p><strong>Num horizonte temporal de 10 dias,</strong> haverá uma sucessão de mudanças na circulação atmosférica sobre Portugal continental. Entre dias de calor intenso, uma descida temporária das temperaturas e o possível regresso da chuva, os modelos apontam para dias dinâmicos.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank"> <strong>nosso canal do WhatsApp</strong></a>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Ainda assim, importa recordar que esta é uma previsão de médio prazo, pelo que o foco está nas tendências e não nos valores exatos das variáveis atmosféricas.</p><h2>Uma atmosfera em reorganização no início de agosto</h2><p>O diagrama dos regimes atmosféricos Euro-Atlânticos do ECMWF mostra que, até ao dia 8 de agosto, <strong>não existe um padrão dominante</strong>. Em vez disso, verifica-se uma alternância entre períodos sem regime definido e fases em que predominam a <strong>Oscilação do Atlântico Norte positiva (NAO+)</strong> e, posteriormente, o <strong>Atlantic Ridge (ATR)</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785413200283.jpg" data-image="6tj8a9wyseqe" alt="Regimes atmosféricos Euro-Atlânticos" title="Regimes atmosféricos Euro-Atlânticos"><figcaption>O diagrama dos regimes atmosféricos mostra uma primeira semana de agosto sem um padrão dominante, com alternância entre períodos de reorganização atmosférica, NAO+ e Atlantic Ridge.</figcaption></figure><p>Esta ausência de bloqueios atmosféricos duradouros favorece uma <strong>maior variabilidade do estado do tempo</strong>. Em Portugal, traduz-se numa alternância entre períodos de calor, entradas temporárias de ar mais fresco e a possibilidade de passagem de depressões atlânticas.</p><h2>Quinta e sexta-feira: litoral mais fresco, interior com calor de verão</h2><p>Nos dias <strong>30 e 31 de julho</strong>, o padrão mantém-se semelhante ao dos últimos dias. O interior continuará com temperaturas típicas de verão, enquanto o litoral permanecerá mais fresco devido à influência do Atlântico.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785413248729.png" data-image="g63rmkbnr5ju" alt="Anomalia da Temperatura" title="Anomalia da Temperatura"> <figcaption>O contraste entre litoral e interior mantém-se evidente. Temperaturas ligeiramente abaixo da média junto à costa e valores um pouco acima da normal climatológica nas regiões do interior.</figcaption></figure><p>Os mapas de anomalia térmica evidenciam bem este contraste. O litoral apresenta temperaturas ligeiramente abaixo da média climatológica, enquanto o interior regista valores um pouco acima da média. Ainda assim, desvios de cerca de <strong>2 a 3 °C</strong>, tanto positivos como negativos, continuam dentro da variabilidade normal para esta época do ano.</p><h2>Sábado será o dia mais quente antes de uma descida das temperaturas</h2><p>O <strong>sábado, dia 1 de agosto</strong>, deverá ser o dia mais quente deste período inicial. A subida das temperaturas será generalizada, incluindo o litoral, coincidindo com a breve predominância do regime <strong>NAO+</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785413276258.png" data-image="ej412om5yqtn" alt="Temperatura" title="Temperatura"><figcaption>O primeiro dia de agosto será marcado por uma subida generalizada das temperaturas, com máximas próximas dos 40 °C no interior do Algarve e no Baixo Alentejo.</figcaption></figure><p>Grande parte do país ultrapassará os <strong>30 °C</strong>, sendo o <strong>interior do Algarve</strong> e o <strong>distrito de Beja</strong> as regiões mais quentes. Em concelhos como <strong>Alcoutim</strong> e <strong>Castro Marim</strong>, não se excluem máximas próximas dos <strong>40 °C</strong>.</p><p>Apesar deste pico de calor, a situação será passageira. A partir de domingo inicia-se uma mudança gradual do estado do tempo.</p><h2>Depressão atlântica traz chuva fraca e faz descer as temperaturas</h2><p>Durante <strong>domingo, dia 2</strong>, uma depressão atlântica começa a deslocar-se a norte da Península Ibérica em direção a França. Embora o seu núcleo não atravesse Portugal continental, a sua proximidade será suficiente para alterar o padrão meteorológico.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785413364041.jpg" data-image="ecw5lg0eu9y9" alt="Chuva" title="Chuva"> <figcaption>Uma depressão atlântica aproxima-se da Península Ibérica a partir de 2 de agosto. Embora o núcleo da depressão permaneça a norte de Portugal, a sua aproximação será suficiente para alterar o estado do tempo nos dias seguintes.</figcaption></figure><p>Entre <strong>segunda e quarta-feira (3 a 5 de agosto)</strong> poderão ocorrer períodos de chuva fraca, sobretudo nas regiões do litoral Norte e Centro, mas também com possibilidade de aguaceiros dispersos noutras regiões do Norte. Ao mesmo tempo, verifica-se uma descida das temperaturas, especialmente no litoral Norte e Centro e até ao distrito de Lisboa.</p><h2>No final da semana, uma nova depressão mais intensa poderá chegar a Portugal</h2><p>Depois da passagem desta primeira depressão, surge nos modelos a possibilidade da aproximação de <strong>uma nova depressão atlântica</strong> durante os dias <strong>6 e 7 de agosto</strong>. Caso esta tendência se confirme, poderá provocar um episódio de chuva mais persistente e abrangente do que o previsto no início da semana, sobretudo nas regiões Norte e Centro.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c-1785413553921.jpg" data-image="7zpfjsm0tbgm" alt="Chuva" title="Chuva"> <figcaption>Caso a tendência se confirme, a nova depressão poderá trazer chuva mais persistente e abrangente, sobretudo ao Norte e Centro, constituindo umepisódio mais significativo. </figcaption></figure><p>Esta evolução coincide com uma fase em que o regime <strong>Atlantic Ridge (ATR)</strong> volta a ganhar maior probabilidade.</p><div class="texto-destacado">Apesar de este regime estar frequentemente associado a tempo estável em Portugal durante o verão, quando o anticiclone se posiciona mais a norte <strong>pode igualmente favorecer a descida de depressões atlânticas em direção à Península Ibérica.</strong></div><p>Por se tratar de uma <strong>previsão de médio prazo</strong>, importa salientar que estas projeções representam <strong>tendências atmosféricas</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="781235" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-modelo-europeu-atualizou-a-chuva-deve-regressar-apenas-na-terca-feira-dia-4-saiba-as-zonas-expostas.html" title="O modelo europeu atualizou: a chuva deve regressar apenas na terça-feira, dia 4; saiba as zonas expostas">O modelo europeu atualizou: a chuva deve regressar apenas na terça-feira, dia 4; saiba as zonas expostas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/o-modelo-europeu-atualizou-a-chuva-deve-regressar-apenas-na-terca-feira-dia-4-saiba-as-zonas-expostas.html" title="O modelo europeu atualizou: a chuva deve regressar apenas na terça-feira, dia 4; saiba as zonas expostas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-modelo-europeu-atualizou-a-chuva-deve-regressar-apenas-na-terca-feira-dia-4-saiba-as-zonas-expostas-1785407968921_320.png" alt="O modelo europeu atualizou: a chuva deve regressar apenas na terça-feira, dia 4; saiba as zonas expostas"></a></article></aside><p>A trajetória das depressões, a distribuição e intensidade da precipitação, bem como os valores exatos das temperaturas, poderão ainda sofrer alterações nas próximas atualizações dos modelos numéricos. </p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tendencia-a-10-dias-em-portugal-chuva-podera-regressar-em-forca-mas-antes-ha-locais-que-irao-atingir-os-40-c.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item></channel></rss>