<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0"><channel><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><description>Notícias de meteorologia - Fique por dentro das últimas Notícias do tempo para Portugal e para o mundo. Nossos especialistas em meteorologia informam sobre atualidade, previsão do tempo e ciência.</description><language>pt-pt</language><lastBuildDate>Sat, 11 Apr 2026 21:00:11 +0000</lastBuildDate><pubDate>Sat, 11 Apr 2026 21:00:11 +0000</pubDate><atom:link href="https://www.tempo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml"/><copyright><![CDATA[ Copyright 2026 Meteored ]]></copyright><image><url>https://www.tempo.pt/imagenes/logo_rss.png</url><title>Meteored Portugal</title><link>https://www.tempo.pt</link><width>144</width><height>144</height></image><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>6</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Previsão de precipitação a médio prazo: eis como irá chover em Portugal entre 13 e 19 de abril]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-de-precipitacao-a-medio-prazo-eis-como-ira-chover-em-portugal-entre-13-e-19-de-abril.html</link><pubDate>Sat, 11 Apr 2026 12:27:00 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A chuva deverá marcar o arranque da próxima semana em Portugal continental, sobretudo na segunda e terça-feira, dias 13 e 14, antes de dar lugar a tempo mais estável, seco e com subida das temperaturas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa587gc"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa587gc.jpg" id="xa587gc"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>A semana de 13 a 19 de abril deverá arrancar com alguma<strong> precipitação em Portugal continental, embora sem grandes acumulados nem episódios muito organizados</strong>. </p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank">nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p><strong>Na segunda-feira, dia 13, a chuva será, em geral, fraca, dispersa e passageira</strong>.<strong> </strong>Do Norte ao Centro, vários locais poderão registar episódios breves de precipitação ao longo do dia, muitas vezes de curta duração e sem continuidade.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-de-precipitacao-a-medio-prazo-eis-como-ira-chover-em-portugal-entre-13-e-19-de-abril-1775907714081.png" data-image="8y8necw1qvn2" alt="Chuva" title="Chuva"><figcaption>Segunda-feira traz chuva fraca, dispersa e passageira ao Norte e Centro, enquanto o Sul deverá manter-se praticamente seco.</figcaption></figure><p>No Sul, pelo contrário, a probabilidade de chover será mais reduzida, praticamente nula. Será, portanto, um<strong> início de semana marcado por instabilidade fraca e mal distribuída,</strong> mais sentida nas regiões a norte do Tejo.</p><h2>Terça-feira com chuva um pouco mais organizada no litoral e no Minho</h2><p>Na terça-feira, 14 de abril, a precipitação deverá manter-se em Portugal, mas com sinais de maior organização em alguns pontos. <strong>O Atlântico Norte continuará bastante dinâmico,</strong> com centros depressionários a movimentarem grandes massas de ar e humidade. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-de-precipitacao-a-medio-prazo-eis-como-ira-chover-em-portugal-entre-13-e-19-de-abril-1775907785444.png" data-image="vb8mgp4lkang" alt="Chuva" title="Chuva"><figcaption>Na terça-feira, os aguaceiros tornam-se um pouco mais organizados no Minho e em parte da faixa costeira entre Aveiro e Torres Vedras.</figcaption></figure><p>Ao mesmo tempo, com o anticiclone dos Açores enfraquecido, <strong>os aguaceiros pós-frontais conseguem aproximar-se mais facilmente da fachada atlântica da Península</strong>.</p><p>Neste contexto, o Norte deverá ser a região mais favorecida pela chuva, em especial os distritos de Viana do Castelo e Braga. Também a faixa costeira entre Aveiro e Torres Vedras poderá registar precipitação fraca. Ainda assim, <strong>não se prevê, para já, um episódio persistente ou particularmente intenso</strong>.</p><h2>Quarta e quinta-feira trazem melhoria do tempo</h2><p>A partir de quarta-feira, 15 de abril, a chuva deverá praticamente desaparecer da maioria do território continental. Os dados disponíveis nos mapas atmosféricos da Meteored, apontam para uma <strong>probabilidade residual de precipitação, com destaque apenas para o distrito de Braga,</strong> onde essa possibilidade poderá rondar 14%. No Porto e em Aveiro, a probabilidade será inferior a 10%.</p><p>Com a nebulosidade a dissipar-se e o ar polar a retirar-se, <strong>quarta (15) e quinta-feira (16) deverão ficar marcadas por uma nova subida das temperaturas</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-de-precipitacao-a-medio-prazo-eis-como-ira-chover-em-portugal-entre-13-e-19-de-abril-1775907912443.png" data-image="cdgeotfw6i6q" alt="Temperatura" title="Temperatura"><figcaption>Entre quarta e quinta-feira, a precipitação quase desaparece e as temperaturas voltam a subir com o recuo do ar polar.</figcaption></figure><p>O tempo tenderá, assim, a tornar-se mais estável, com menos nuvens e ambiente mais ameno.</p><h2>Segunda metade da semana e fim de semana secos</h2><p>Para sexta-feira, 17 de abril, bem como para o fim de semana de 18 e 19 de abril, os <strong>mapas de médio prazo do ECMWF não preveem chuva em Portugal continental</strong>. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="763361" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-ativa-avisos-em-10-distritos-vento-forte-e-ondas-ate-10-metros-atingem-o-continente-este-fim-de-semana.html" title="IPMA ativa avisos em 10 distritos: vento forte e ondas até 10 metros atingem o Continente este fim de semana">IPMA ativa avisos em 10 distritos: vento forte e ondas até 10 metros atingem o Continente este fim de semana</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-ativa-avisos-em-10-distritos-vento-forte-e-ondas-ate-10-metros-atingem-o-continente-este-fim-de-semana.html" title="IPMA ativa avisos em 10 distritos: vento forte e ondas até 10 metros atingem o Continente este fim de semana"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ipma-ativa-avisos-em-10-distritos-vento-forte-e-ondas-ate-10-metros-atingem-o-continente-este-fim-de-semana-1775905078250_320.png" alt="IPMA ativa avisos em 10 distritos: vento forte e ondas até 10 metros atingem o Continente este fim de semana"></a></article></aside><p>O cenário dominante aponta para estabilidade atmosférica e tempo seco, prolongando a tendência de melhoria iniciada a meio da semana.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/previsao-de-precipitacao-a-medio-prazo-eis-como-ira-chover-em-portugal-entre-13-e-19-de-abril-1775908200713.jpg" data-image="k9nrqnzrtqxf" alt="Chuva" title="Chuva"><figcaption>Os mapas de médio prazo do ECMWF apontam para tempo seco em Portugal continental na sexta-feira e durante o fim de semana de 18 e 19 de abril.</figcaption></figure><p>Em resumo, a chuva deverá concentrar-se sobretudo entre segunda e terça-feira, sendo fraca e irregular, antes de dar lugar a vários dias consecutivos de tempo mais estável e seco em Portugal.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/previsao-de-precipitacao-a-medio-prazo-eis-como-ira-chover-em-portugal-entre-13-e-19-de-abril.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Vitória ambiental: “descomposição” química permite reciclagem repetida de plásticos acrílicos a temperaturas mais baixas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/vitoria-ambiental-descomposicao-quimica-permite-reciclagem-repetida-de-plasticos-acrilicos-a-temperaturas-mais-baixas.html</link><pubDate>Sat, 11 Apr 2026 11:59:58 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Um novo método decompõe o acrílico utilizando métodos químicos, em vez de térmicos, mas que vantagens oferece em relação aos métodos de reciclagem tradicionalmente utilizados e o que significa para o ambiente?</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chemical-unzipping-enables-repeated-recycling-of-acrylic-plastics-1775647053282.jpeg" data-image="3kxuuwunf7u0" alt="Chemical ‘unzipping’ enables repeated recycling of acrylic plastic" title="Chemical ‘unzipping’ enables repeated recycling of acrylic plastic"><figcaption>O acrílico é frequentemente comercializado sob a marca Perspex ou Plexiglas. Imagem: Adobe.</figcaption></figure><p>O acrílico é um dos plásticos <strong>mais utilizados em todo o mundo</strong>. É versátil e durável, com utilizações que vão desde o mobiliário e decoração da casa a sinais, expositores e janelas.</p><p>Mas <strong>a sua reciclagem é dispendiosa do ponto de vista ambiental</strong>, uma vez que requer temperaturas elevadas e solventes tóxicos. Investigadores da Universidade de Bath desenvolveram um novo método, menos prejudicial, que <strong>abre o acrílico para que possa ser reciclado repetidamente</strong>. O que é que envolve?</p><h2>Reciclagem não respeitadora do ambiente</h2><p>O acrílico é feito de <strong>polimetacrilato de metilo (PMMA), um termoplástico transparente</strong>. Todos os anos são utilizadas cerca de 3 milhões de toneladas em todo o mundo, frequentemente sob as marcas Perspex e Plexiglas.</p><p>Normalmente, é reciclado mecanicamente;<strong> o plástico é triturado ou derretido para formar pellets</strong> que podem ser reutilizados. Mas o material sofre descoloração e um declínio gradual da qualidade, pelo que não pode ser utilizado em aplicações semelhantes ao vidro, como ecrãs ou óculos.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="760553" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/pesquisadores-de-waterloo-transformam-residuos-plasticos-em-vinagre-usando-luz-solar.html" title="Investigadores de Waterloo transformam resíduos plásticos em vinagre usando luz solar">Investigadores de Waterloo transformam resíduos plásticos em vinagre usando luz solar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/pesquisadores-de-waterloo-transformam-residuos-plasticos-em-vinagre-usando-luz-solar.html" title="Investigadores de Waterloo transformam resíduos plásticos em vinagre usando luz solar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/transformar-residuos-plasticos-en-vinagre-por-la-luz-solar-1774239475100_320.png" alt="Investigadores de Waterloo transformam resíduos plásticos em vinagre usando luz solar"></a></article></aside><p>A pirólise também pode ser utilizada para <strong>converter o acrílico nos seus blocos de construção de monómeros</strong> antes de o material ser reconstruído a partir do zero, sem perda de qualidade. Mas este processo é <strong>intensivo em energia</strong>, requerendo temperaturas de 350-400 °C, e está sujeito a contaminação por outros plásticos.</p><p>Este novo método, desenvolvido no Instituto de Sustentabilidade e Alterações Climáticas (ISCC), utiliza<strong> temperaturas mais baixas e solventes sustentáveis</strong> sem comprometer a qualidade do material. Isto significa que o plástico pode ser reciclado várias vezes com um impacto ambiental mínimo.</p><p>“Com os atuais métodos de reciclagem que consomem muita energia e são ineficientes, <strong>a procura de tecnologias de reciclagem mais limpas e mais eficientes nunca foi tão grande”</strong>, explicou o Dr. Jon Husband, investigador do ISCC, que liderou o trabalho.</p><p>“A reciclagem de plástico pode ser difícil de tornar economicamente viável, devido a questões relacionadas com os <strong>elevados custos de energia e a baixa qualidade do produto</strong>; este trabalho aborda diretamente estas duas questões.”</p><h2>O processo</h2><p>O plástico PMMA de qualidade para o consumidor <strong>é quimicamente separado dos seus blocos de construção monoméricos originais</strong> utilizando luz UV em condições sem oxigénio e a 120-180°C. Esta menor necessidade de energia ajuda a melhorar o desempenho ambiental e a escalabilidade comercial.</p><p>Atualmente, a equipa consegue <strong>reciclar alguns gramas de resíduos plásticos reais de cada vez</strong>, convertendo mais de 95% do plástico e devolvendo mais de 70% de monómero, que pode ser <strong>purificado e repolimerizado em materiais “como novos”</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chemical-unzipping-enables-repeated-recycling-of-acrylic-plastics-1775647177211.jpeg" data-image="h1ql48uq9e11" alt="Chemical ‘unzipping’ enables repeated recycling of acrylic plastic" title="Chemical ‘unzipping’ enables repeated recycling of acrylic plastic"><figcaption>Os plásticos são frequentemente triturados e transformados em pellets durante a reciclagem. Imagem: Adobe.</figcaption></figure><p>“O desenvolvimento de novas abordagens de reciclagem química é<strong> importante porque transforma os resíduos em novos materiais imaculados</strong>, em vez de um material de baixo grau e baixo valor destinado a uma eventual eliminação”, disse o Dr. Simon Freakley, também do ISCC.</p><p>“Este método permite-nos <strong>recuperar monómeros de alta qualidade</strong> a partir do PMMA usado, oferecendo um caminho claro para uma circularidade genuína nos materiais acrílicos.”</p><p>O processo é compatível com solventes sustentáveis, <strong>oferecendo rotas de reciclagem mais ecológicas, simples e industrialmente viáveis</strong>. O trabalho continua para melhorar a eficiência e dimensionar o processo.</p><h3><i>Referência da notícia</i></h3><p><em><a href="https://www.nature.com/articles/s41467-025-67997-7" target="_blank">Photo-initiated solvent-mediated depolymerization of consumer poly(methyl methacrylate) without chlorinated reagents</a>, Nature Communications, 2026. Husband, J.T., et al.</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/vitoria-ambiental-descomposicao-quimica-permite-reciclagem-repetida-de-plasticos-acrilicos-a-temperaturas-mais-baixas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O estranho caso dos arco-íris brancos: porque se formam e como observar este fenómeno]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-estranho-caso-dos-arco-iris-brancos-porque-se-formam-e-como-observar-este-fenomeno.html</link><pubDate>Sat, 11 Apr 2026 11:50:55 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>São raros, quase invisíveis e só aparecem quando a atmosfera é combinada de uma forma muito particular. O que os torna diferentes e em que situações podem ser encontrados.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-extrano-caso-de-los-arcoiris-blancos-por-que-se-forman-y-como-hacer-para-verlos-1775138430134.jpg" data-image="23waxzdzfcm2" alt="arcoiris" title="arcoiris"><figcaption>Mais difusos e quase incolores, os arcos de nevoeiro são uma versão subtil do arco-íris tradicional.</figcaption></figure><p><strong>O céu é palco de fenómenos fascinantes</strong>: nuvens que crescem como montanhas, relâmpagos que atravessam a noite, pores-do-sol que parecem incendiar o horizonte. Alguns são tão banais que se tornaram parte da paisagem. Outras, pelo contrário, só aparecem raramente e apenas quando <strong>se reúnem condições muito precisas</strong>.</p><p>Neste grupo menos frequente estão os chamados <strong>arco-íris de nevoeiro: arcos pálidos, quase brancos</strong>, que lembram os arco-íris habituais, mas que escondem uma física bem diferente.</p><p><strong>O fogbow, ou arco de nevoeiro</strong>, é uma daquelas situações em que a atmosfera repete uma receita conhecida, <strong>mas um ingrediente-chave é alterado</strong> e o resultado transforma-se completamente.</p><h2>Um arco-íris que parece desaparecer</h2><p>Ao contrário do arco-íris clássico, com a sua sequência de cores bem definida, o arco-íris de nevoeiro é ténue. <strong>Por vezes aparece branco, outras vezes apenas com um bordo avermelhado no exterior </strong>e uma tonalidade azulada no interior. É mais largo, menos nítido, como se alguém tivesse passado um pincel húmido sobre as cores.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-extrano-caso-de-los-arcoiris-blancos-por-que-se-forman-y-como-hacer-para-verlos-1775138647586.jpg" data-image="579z6dzcqfd1" alt="arcoiris" title="arcoiris"><figcaption>As cores do arco-íris surgem devido à separação da luz em diferentes comprimentos de onda.</figcaption></figure><p>A explicação não está na luz - que é a mesma - mas <strong>no tamanho das gotas de água que flutuam no ar</strong>.</p><p>O arco-íris tradicional aparece quando <strong>a luz do sol atravessa gotas de chuva relativamente grandes</strong>. Ao passar, a luz é refractada quando entra, refletida no interior da gota e refractada novamente quando sai.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="722501" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/ceus-cheios-de-arco-iris-e-sundogs-estudo-revela-que-podem-ser-visiveis-sinais-opticos-nas-atmosferas-de-exoplanetas.html" title="Céus cheios de arco-íris e “sundogs”: estudo revela que podem ser visíveis sinais ópticos nas atmosferas de exoplanetas">Céus cheios de arco-íris e “sundogs”: estudo revela que podem ser visíveis sinais ópticos nas atmosferas de exoplanetas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/ceus-cheios-de-arco-iris-e-sundogs-estudo-revela-que-podem-ser-visiveis-sinais-opticos-nas-atmosferas-de-exoplanetas.html" title="Céus cheios de arco-íris e “sundogs”: estudo revela que podem ser visíveis sinais ópticos nas atmosferas de exoplanetas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ceus-cheios-de-arco-iris-e-sundogs-estudo-revela-que-podem-ser-visiveis-sinais-opticos-nas-atmosferas-de-exoplanetas-1753978967879_320.jpg" alt="Céus cheios de arco-íris e “sundogs”: estudo revela que podem ser visíveis sinais ópticos nas atmosferas de exoplanetas"></a></article></aside><p>Esta dupla mudança de direção <strong>separa as cores porque cada comprimento de onda</strong> é desviado num ângulo diferente. É por isso que o vermelho está em cima e o violeta em baixo: não é um capricho, é pura geometria. O resultado é um arco bem definido, com arestas claras e cores intensas.</p><h2>Quando as gotas são demasiado pequenas</h2><p>No nevoeiro, as gotículas são <strong>muito, muito mais pequenas, quase microscópicas</strong>. É aqui que entra a mudança fundamental.</p><p>A luz continua a ser refractada, <strong>mas a difração entra em jogo</strong>. Em vez de sair em direcções bem definidas, a luz abre-se numa vasta gama à medida que interage com gotículas tão pequenas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-extrano-caso-de-los-arcoiris-blancos-por-que-se-forman-y-como-hacer-para-verlos-1775138784325.jpg" data-image="gimqg09qni9g" alt="arcoíris" title="arcoíris"><figcaption>Arco-íris de nevoeiro: um arco ténue e esbranquiçado que aparece quando a luz atravessa gotículas muito pequenas na atmosfera.</figcaption></figure><p>O resultado? <strong>As cores já não estão claramente separadas</strong>. Como se “espalham” em várias direcções, acabam por se sobrepor umas às outras no mesmo setor do céu. Por outras palavras: estão dispersas, mas é exatamente por isso que se misturam.</p><div class="texto-destacado">Uma forma simples de o imaginar: no arco-íris comum, cada cor tem a sua própria faixa. No arco de nevoeiro, todas elas se desordenam e acabam por ocupar o mesmo espaço.</div><p>É por isso que o arco perde intensidade e aparece aquele branco dominante, com cores pouco esbatidas.</p><h2>Porque é que os arco-íris são sempre curvos?</h2><p>Há outra caraterística que todos os arco-íris partilham, quer tenham cores ou não:<strong> a sua forma</strong>. Embora vejamos um arco a partir do solo, <strong>na realidade é um círculo completo</strong>. A metade inferior está escondida pelo horizonte. A partir de um avião, este círculo pode ser visto na sua totalidade.</p><p>A forma aparece porque<strong> a luz sai das gotículas num ângulo muito preciso</strong> em relação à direção contrária ao sol, que passa por cima da nossa cabeça.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-extrano-caso-de-los-arcoiris-blancos-por-que-se-forman-y-como-hacer-para-verlos-1775139032130.jpg" data-image="gw32g7vk8w1s" alt="arcoíris" title="arcoíris"><figcaption>A luz solar e a água no ar combinam-se para formar um dos mais belos fenómenos ópticos no céu.</figcaption></figure><p>No arco-íris clássico,<strong> esse ângulo é de cerca de 42°</strong>. Apenas as gotículas nessa posição exata enviam luz para os nossos olhos. Se o pudéssemos desenhar, veríamos um cone de luz com o observador no vértice.</p><p><strong>Nos arcos de nevoeiro, acontece o mesmo</strong>, mas com arestas mais difusas, como se esse ângulo fosse uma área mais ampla e menos precisa.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="683591" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/por-que-o-arco-iris-tem-o-formato-de-um-arco.html" title="Porque é que o arco-íris tem o formato de um arco?">Porque é que o arco-íris tem o formato de um arco?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/por-que-o-arco-iris-tem-o-formato-de-um-arco.html" title="Porque é que o arco-íris tem o formato de um arco?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/por-que-el-arcoiris-tiene-forma-de-arco-1731525058217_320.jpeg" alt="Porque é que o arco-íris tem o formato de um arco?"></a></article></aside><p>E há um pormenor que é muitas vezes surpreendente: <strong>cada pessoa vê o seu próprio arco-íris</strong>. Se nos deslocarmos, o arco-íris desloca-se connosco. Não é possível alcançá-lo porque ele não tem uma localização fixa.</p><h2>Um fenómeno esquivo</h2><p>Os arcos de nevoeiro não são comuns, mas também não são impossíveis. Para ver um, é necessária uma combinação bastante precisa: <strong>nevoeiro presente, sol baixo nas costas do observador </strong>e uma visibilidade suficiente para distinguir o contraste.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-extrano-caso-de-los-arcoiris-blancos-por-que-se-forman-y-como-hacer-para-verlos-1775139157630.jpg" data-image="0ixweo3327p7" alt="arcoíris" title="arcoíris"><figcaption>Em condições de nevoeiro e de pouca luz solar, podem formar-se estes arcos pálidos, que são difíceis de detetar a olho nu.</figcaption></figure><p>São mais frequentes nas <strong>zonas costeiras, nas regiões montanhosas ou em locais onde o nevoeiro aparece com frequência</strong>. Podem mesmo formar-se ao luar, embora nesse caso sejam extremamente ténues.</p><h3>Outros jogos de luz</h3><p>Quando as condições mudam ligeiramente, <strong>o céu oferece variantes</strong> do mesmo fenómeno.</p><ul><li>Arco-íris duplo: por vezes, <strong>um segundo arco-íris, mais ténue, aparece por cima do principal</strong>. Forma-se quando a luz reflete duas vezes no interior da gota antes de sair. Este trajeto suplementar inverte a ordem das cores.</li></ul><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-extrano-caso-de-los-arcoiris-blancos-por-que-se-forman-y-como-hacer-para-verlos-1775139273161.jpg" data-image="yj7sq3t7l1re" alt="arcoíris" title="arcoíris"><figcaption>Mais fraco e mais largo, o arco secundário acompanha o arco principal em condições específicas.</figcaption></figure><ul><li>Arcos supranumerários: são faixas finas,<strong> ligadas ao arco principal, com tons suaves</strong>. Neste caso, a difração volta a aparecer, mostrando que a luz também se comporta como uma onda.</li></ul><p>Todos estes arcos partem da mesma coisa: <strong>luz solar e água suspensa no ar.</strong> Mas pequenas alterações - como o tamanho das gotas - mudam completamente o resultado.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="651804" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/efeito-de-gloria-semelhante-ao-arco-iris-visto-pela-primeira-vez-em-planeta-distante.html" title="'Efeito Gloria', semelhante ao arco-íris, é visto pela primeira vez em planeta distante">"Efeito Gloria", semelhante ao arco-íris, é visto pela primeira vez em planeta distante</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/efeito-de-gloria-semelhante-ao-arco-iris-visto-pela-primeira-vez-em-planeta-distante.html" title="'Efeito Gloria', semelhante ao arco-íris, é visto pela primeira vez em planeta distante"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/rainbow-like-glory-effect-seen-on-distant-planet-for-the-first-time-1712661283291_320.jpeg" alt="'Efeito Gloria', semelhante ao arco-íris, é visto pela primeira vez em planeta distante"></a></article></aside><p>O arco-íris do nevoeiro não é uma raridade isolada: <strong>é uma demonstração de como é sensível a interação entre a luz e a atmosfera</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/o-estranho-caso-dos-arco-iris-brancos-porque-se-formam-e-como-observar-este-fenomeno.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[IPMA ativa avisos em 10 distritos: vento forte e ondas até 10 metros atingem o Continente este fim de semana]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-ativa-avisos-em-10-distritos-vento-forte-e-ondas-ate-10-metros-atingem-o-continente-este-fim-de-semana.html</link><pubDate>Sat, 11 Apr 2026 11:17:05 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Este sábado regista-se mudança drástica no tempo em Portugal continental, com queda acentuada das temperaturas e ocorrência de forte nortada e mar agitado. IPMA coloca 10 distritos sob aviso amarelo e laranja. Saiba todos os detalhes aqui.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa580mk"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa580mk.jpg" id="xa580mk"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Este sábado, 11 de abril, uma entrada de ar polar em Portugal continental altera as condições meteorológicas de forma drástica, esperando-se que provoque uma <strong>queda acentuada das temperaturas máximas, em relação a ontem, de até 10 ºC</strong>. Começará pela Região Norte e mais tarde chegará às outras regiões. No domingo (12) o ar mais frio já estará plenamente espalhado sobre a nossa geografia, pelo que as temperaturas esperam-se, globalmente, mais baixas.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank">nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>A presença de um anticiclone situado sobre a Escandinávia e do anticiclone dos Açores desviado mais para oeste e para norte do que o habitual proporcionam as condições perfeitas para que o jato polar produza uma ondulação. A partir desta meandrização do jato, haverá condições para a formação de uma <strong>ciclogénese explosiva a oeste das Ilhas Britânicas</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ipma-ativa-avisos-em-10-distritos-vento-forte-e-ondas-ate-10-metros-atingem-o-continente-este-fim-de-semana-1775905395098.png" data-image="333e8zytgqrw"><figcaption>O fortalecimento da nortada será um dos elementos protagonistas da meteorologista este fim de semana.</figcaption></figure><p>Entre os dois centros de altas pressões,<strong> irá intrometer-se o ar polar marítimo</strong> contido na ciclogénese explosiva, criando-se um <strong>gradiente de pressão ideal que forçará o ar frio a escoar </strong>de noroeste para sudeste até alcançar o Sudoeste Europeu e posteriormente a Península Ibérica, onde se insere <strong>Portugal continental</strong>.</p><p>O núcleo da ciclogénese explosiva estará bastante afastado do nosso país, mas os seus efeitos indiretos, associados ao impulsionamento do ar frio para latitudes mais a sul, irão traduzir-se sob <strong>arrefecimento repentino e acentuado do tempo</strong>, num cenário que se prolongará por domingo (12) e segunda-feira (13), <strong>nortada forte</strong> em todos os distritos do litoral e nas serras ou montanhas do interior dos distritos litorâneos, e ainda uma <strong>ondulação marítima mais agreste</strong>.</p><h2>Nortada produzirá rajadas até 90 km/h nestes 10 distritos do Continente</h2><p>Ao longo da manhã de hoje o vento tem vindo a intensificar-se no litoral da Região Norte, prevendo-se que <strong>durante a tarde este fortalecimento da nortada se espalhe pela restante faixa costeira ocidental e a algumas serras</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="763186" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/chuva-em-braganca-este-sabado-11-de-abril-sera-mais-provavel-entre-as-12-00-e-as.html" title="Chuva em Bragança este sábado, 11 de abril: será mais provável entre as 12:00 e as 18:00">Chuva em Bragança este sábado, 11 de abril: será mais provável entre as 12:00 e as 18:00</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/chuva-em-braganca-este-sabado-11-de-abril-sera-mais-provavel-entre-as-12-00-e-as.html" title="Chuva em Bragança este sábado, 11 de abril: será mais provável entre as 12:00 e as 18:00"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-em-braganca-este-fim-de-semana-sera-mais-provavel-entre-as-12-00-e-as-1775827669351_320.jpeg" alt="Chuva em Bragança este sábado, 11 de abril: será mais provável entre as 12:00 e as 18:00"></a></article></aside><p>Os mapas antecipam a possibilidade do<strong> vento Norte produzir rajadas até 90 km/h, até às 06:00 da manhã de domingo, 12 de abril, no litoral e nas serras dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra e Leiria</strong>, estando este mesmo cenário previsto para o litoral e serras dos distritos de <strong>Lisboa, Setúbal, Beja e Faro</strong>, mas com potencial para se prolongar até ao meio-dia do dia de amanhã.</p><p>O fortalecimento da nortada agravará o <strong>desconforto térmico</strong>, intensificando a sensação de frio associada à chegada da massa de ar polar marítimo.</p><h2>Mar agitado deixa 4 distritos sob aviso laranja até ao meio-dia de domingo, 12 de abril</h2><p>Um outro fenómeno adverso manifestar-se-á através do <strong>agravamento da agitação marítima</strong>. Prevê-se que o estado do mar se torne progressivamente mais agreste ao longo deste sábado, 11 de abril, com impacto previsto para toda a faixa costeira ocidental e enquadrado num cenário que se deverá prolongar até à meia-noite de segunda-feira, 13 de abril.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ipma-ativa-avisos-em-10-distritos-vento-forte-e-ondas-ate-10-metros-atingem-o-continente-este-fim-de-semana-1775905078250.png" data-image="7wh9xuk37jfo"><figcaption>Neste fim de semana prevê-se que a agitação marítima forte se traduza em ondas com altura máxima de até 10 metros, especialmente na zona costeira entre Aveiro e Leiria e em particular entre as 15:00 de hoje e o meio-dia de amanhã.</figcaption></figure><p>De acordo com os mapas de referência da Meteored, desde o meio-dia de hoje até às 00:00 da próxima segunda-feira (13), <strong>as ondas de noroeste poderão atingir uma altura significativa de 4 a 5 metros em 6 distritos (Viana do Castelo, Braga, Porto, Setúbal, Beja e Faro)</strong>.</p><p>O mesmo se observa na previsão do estado do mar para os distritos de <strong>Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa</strong>. A diferença é que no período entre as 15:00 de hoje e as 12:00 de amanhã, 12 de abril, <strong>a agitação marítima será ainda mais forte</strong> <strong>na faixa costeira destes últimos 4 distritos</strong>. Durante este período, prevê-se que as ondas de noroeste atinjam uma altura significativa de 5 a 6 metros e uma <strong>altura máxima de até 10 metros</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ipma-ativa-avisos-em-10-distritos-vento-forte-e-ondas-ate-10-metros-atingem-o-continente-este-fim-de-semana.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ética espacial: cientistas debatem se a sociedade está preparada para descobrir vida além da Terra]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/etica-espacial-cientistas-debatem-se-a-sociedade-esta-preparada-para-descobrir-vida-alem-da-terra.html</link><pubDate>Sat, 11 Apr 2026 08:45:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>A descoberta de vida fora da Terra poderia mudar tudo. No entanto, especialistas alertam que o verdadeiro desafio não é encontrá-la, mas sim como reagiremos à chocante constatação de que não estamos sozinhos no universo.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/etica-espacial-los-cientificos-debaten-si-la-sociedad-esta-preparada-para-descubrir-vida-mas-alla-de-la-tierra-1775507964694.jpg" data-image="eufug3ci6jpq"><figcaption>A confirmação de que não estamos sozinhos no universo levantaria dilemas éticos inteiramente novos.</figcaption></figure><p>A<strong> possibilidade de descobrirmos vida além do nosso planeta</strong> deixou de ser domínio exclusivo da ficção científica e tornou-se tema de<strong> debate científico, filosófico e social</strong>. Isto é especialmente verdadeiro agora, enquanto a humanidade celebra o regresso histórico das missões espaciais, graças ao programa <em>Artemis II</em>.</p><p>Embora <strong>ainda não haja evidências conclusivas de vida além da Terra</strong>, a descoberta de milhares de exoplanetas e o desenvolvimento de tecnologias de observação nas últimas décadas multiplicaram as possibilidades.</p><p>Contudo, além da questão de se existe ou não vida extraterrestre, para uma parcela significativa da comunidade científica,<strong> a principal reflexão deveria ser se estamos preparados para enfrentar as consequências de tal descoberta</strong>. Ou, dito de outra forma, quais seriam as implicações de confirmar que não estamos sozinhos no universo?</p><h2>Uma descoberta que mudaria a história</h2><p>Muitos especialistas concordam que <strong>a deteção de vida extraterrestre seria um dos marcos mais importantes da história da humanidade</strong>. Os seus efeitos estender-se-iam muito além do âmbito científico, impactando a cultura, a religião e a nossa compreensão do nosso lugar no cosmos.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">️ ¿Qué implicaciones tiene la minería espacial? ¿Cómo regular la economía fuera de la Tierra? ¿Qué papel juegan la ética y la tecnología en este nuevo horizonte?<br><br>El Dr. <a href="https://twitter.com/gmtanco?ref_src=twsrc%5Etfw">@gmtanco</a>, investigador del <a href="https://twitter.com/hashtag/ICN?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#ICN</a>, platicó con el periodista Ricardo Raphael.<a href="https://twitter.com/hashtag/Exploraci%C3%B3nLunar?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw">#ExploraciónLunar</a> <a href="https://t.co/3jhzVAHB80">pic.twitter.com/3jhzVAHB80</a></p>— Instituto de Ciencias Nucleares UNAM Oficial (@icnunam) <a href="https://twitter.com/icnunam/status/1930004135677702156?ref_src=twsrc%5Etfw">June 3, 2025</a></blockquote></figure><p>A comparação com grandes momentos históricos não é um exagero. Assim como a descoberta de novos continentes transformou a visão de mundo na Era Moderna, a descoberta de vida extraterrestre poderia redefinir os fundamentos da nossa civilização.</p><p>Contudo, diferentemente desses eventos, <strong>esta descoberta suscitaria dilemas éticos completamente novos</strong>.</p><h2>O que é ética espacial?</h2><p>O campo da “ética espacial” surge precisamente para antecipar esses dilemas. E levanta questões fundamentais:<strong> temos o direito de alterar outros mundos? Como podemos prevenir a contaminação biológica entre planetas? </strong>E, se necessário, devemos interagir com formas de vida extraterrestres?</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/etica-espacial-los-cientificos-debaten-si-la-sociedad-esta-preparada-para-descubrir-vida-mas-alla-de-la-tierra-1775508520396.jpg" data-image="x5emqvttawm0"><figcaption>O regresso das missões ao espaço sideral reabriu o debate sobre a ética espacial.</figcaption></figure><p>Um dos debates mais intensos opõe dois princípios opostos: a<strong> proteção planetária e a colonização</strong>. Enquanto alguns cientistas defendem a preservação dos ecossistemas extraterrestres intactos, outros consideram legítimo modificar ambientes como Marte para facilitar a expansão humana.</p><p>Este conflito não é meramente teórico. A <strong>exploração espacial atual já exige decisões</strong>, por exemplo, sobre com<strong>o impedir que microrganismos terrestres contaminem outros planetas</strong>, o que poderia destruir potenciais formas de vida ou interromper investigações futuras.</p><h2>Dilemas sobre a expansão humana no espaço</h2><p>O debate ético não se limita à descoberta de vida extraterrestre. A expansão humana no espaço também levanta questões complexas, como a reprodução fora da Terra ou o estabelecimento de colónias permanentes. Por essa razão, um número crescente de vozes alerta para a <strong>necessidade urgente de marcos éticos claros para esses cenários</strong>.</p><p>Uma dessas vozes é a de Ayoze González Padilla, investigador em Filosofia e Bioética no Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCHS - CSIC), que, em seu livro “<em>Bioética do Espaço: Uma Filosofia para Depois da Humanidade</em>”, levanta questões profundas sobre os <strong>valores da humanidade em relação à exploração espacial</strong>: da responsabilidade ambiental ao respeito por formas de vida desconhecidas.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="es" dir="ltr">Mientras las comunidades se reúnen este fin de semana para celebrar, conectar y mirar hacia adelante, el astronauta <a href="https://twitter.com/AstroVicGlover?ref_src=twsrc%5Etfw">@AstroVicGlover</a> piloto de la histórica misión Artemis II nos invita a una reflexión profunda desde las profundidades del espacio.<br><br>Desde la ventana de la nave <a href="https://t.co/2K1JPkx7RZ">pic.twitter.com/2K1JPkx7RZ</a></p>— Jhonf Fonseca (@Jhonffonseca) <a href="https://twitter.com/Jhonffonseca/status/2040593934477615274?ref_src=twsrc%5Etfw">April 5, 2026</a></blockquote></figure><p>E lembremos o Artigo II do <strong>Tratado sobre os Princípios que Regem as Atividades dos Estados na Exploração e Utilização do Espaço Exterior</strong>, incluindo a Lua e Outros Corpos Celestes (1967), ratificado por 117 países, incluindo a Rússia e os Estados Unidos. Esta disposição legal procura assegurar que<strong> “as lógicas expansionistas e extrativistas características do nosso planeta não sejam continuadas além dele”</strong>.</p><h3>Uma reflexão coletiva</h3><p>Em última análise, González Padilla argumenta que a ética espacial não é apenas uma questão para cientistas, mas um tema cujo debate deve abranger toda a sociedade, na medida em que as decisões tomadas a esse respeito afetarão o futuro de toda a humanidade. Portanto, <strong>o desafio não é apenas tecnológico, mas também moral</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="762709" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/conheca-o-menu-dos-astronautas-na-missao-artemis-ii.html" title="Conheça o menú dos astronautas na Missão Artemis II">Conheça o menú dos astronautas na Missão Artemis II</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/conheca-o-menu-dos-astronautas-na-missao-artemis-ii.html" title="Conheça o menú dos astronautas na Missão Artemis II"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/o-menu-dos-astronautas-na-missao-artemis-ii-1775567246470_320.png" alt="Conheça o menú dos astronautas na Missão Artemis II"></a></article></aside><p>Porque, em última análise, a questão fundamental permanece em aberto: quando chegar a hora — se é que algum dia chegará —, saberemos agir com a prudência e a responsabilidade que uma descoberta capaz de mudar tudo exige?</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/etica-espacial-cientistas-debatem-se-a-sociedade-esta-preparada-para-descobrir-vida-alem-da-terra.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A cascata mais alta da Península Ibérica fica mais perto do que imagina]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/a-cascata-mais-alta-da-peninsula-iberica-fica-mais-perto-do-que-imagina.html</link><pubDate>Sat, 11 Apr 2026 07:31:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Com mais de 200 metros de altura, esta queda de água impressiona não só pela dimensão, mas também pelo facto de desaparecer e reaparecer conforme a natureza decide.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-cascata-mais-alta-da-peninsula-iberica-fica-mais-perto-do-que-imagina-1775730488760.jpg" data-image="079los3qssh4" alt="Cascata" title="Cascata"><figcaption>Fica a 3 horas de Lisboa. Foto: Junta de Castilla y León</figcaption></figure><p>Será que sabe onde fica a <strong>cascata mais alta da Península Ibérica</strong>? Há quem diga que "parece ter saído diretamente da Islândia", outros garantem que é “um tesouro digno de admiração”. </p><p>Nós, contudo, deixamos o aviso: se tem medo de alturas, evite conhecê-la. Caso não tenha, não há motivos para evitar uma viagem até ao país vizinho. O melhor é que é uma viagem que pode fazer no fim de semana.</p><div class="texto-destacado">Com uma impressionante queda de cerca de 222 metros, o Salto del Nervión localiza-se na fronteira entre as províncias de Burgos e Álava, no coração do Monumento Natural Monte Santiago. </div><p>Para muitos, esta é a cascata mais alta de Espanha e de toda a Península Ibérica. No entanto, não podemos deixar de referir que esta afirmação não é a mais rigorosa: existem várias quedas de água no continente com maior altitude. Ainda assim, <strong>o Salto del Nervión continua a destacar-se pela sua imponência e beleza singular</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="694755" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/explore-a-cascata-mais-alta-de-portugal-continental-e-descubra-esse-paraiso-escondido.html" title="Explore a cascata mais alta de Portugal continental e descubra esse paraíso escondido">Explore a cascata mais alta de Portugal continental e descubra esse paraíso escondido</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/explore-a-cascata-mais-alta-de-portugal-continental-e-descubra-esse-paraiso-escondido.html" title="Explore a cascata mais alta de Portugal continental e descubra esse paraíso escondido"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/explore-a-cascata-mais-alta-de-portugal-continental-e-descubra-esse-paraiso-escondido-1738269909267_320.jpg" alt="Explore a cascata mais alta de Portugal continental e descubra esse paraíso escondido"></a></article></aside><p>Mas, além da altura, haverá algo mais que a torna especial? A resposta é sim.</p><p>É que, além de ser considerada por muitas fontes a maior cascata da Península Ibérica, este incrível cenário do País Basco oferece <strong>paisagens de cortar a respiração</strong>. E, sim, é possível desfrutá-las <em>in loco</em>.</p><h2>Uma cascata que desafia a geografia</h2><p>E os argumentos não ficam por aqui. Cercada, naturalmente, pelo Rio Nervión, cujo fluxo é alimentado principalmente pela chuva e pelo derretimento da neve, esta cascata desagua num desfiladeiro de rocha calcária. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-cascata-mais-alta-da-peninsula-iberica-fica-mais-perto-do-que-imagina-1775730317154.jpg" data-image="toy3n9jwa1hd" alt="Salto del Nervión" title="Salto del Nervión"><figcaption>Está pronto para o desafio? Foto: Wikimedia // Dieglop</figcaption></figure><p>Isto faz com que se crie um <strong>fenómeno sazonal</strong>: em épocas secas, como o verão ou o outono, pode secar; já nos meses mais chuvosos, como o inverno e a primavera, reaparece em força, criando um espetáculo natural verdadeiramente impressionante ao cair num desfiladeiro calcário com mais de 200 metros de profundidade.</p><p>É precisamente essa<strong> imprevisibilidade</strong> que a torna tão fascinante. Para muitos visitantes, testemunhar o momento em que a cascata “ganha vida” é uma experiência única.</p><div class="texto-destacado">Embora os meses de inverno e primavera sejam as melhores épocas para apreciá-la ao máximo, montanhistas e amantes da natureza e de pássaros consideram que qualquer altura é ideal para visitar a região.</div><p>“E aqui fica a dica fundamental: <strong>consulte o <em>site </em>oficial</strong> antes de planear a visita a este local mágico para se certificar de que encontra a queda de água em todo o seu esplendor”, aconselha a revista ‘MAGG’.</p><h2>Como chegar ao ponto de vista?</h2><p>A partir de Portugal,<strong> chegar ao Salto del Nervión é relativamente simples</strong>. A forma mais rápida passa por voar até Bilbau (cerca de 1h30 a 2 horas desde Lisboa ou Porto) e, depois, percorrer aproximadamente 1 hora de carro até ao Monte Santiago.</p><div class="texto-destacado">Para quem prefere conduzir, a viagem de carro desde o norte de Portugal demora cerca de 5 a 6 horas.</div><p>Já no local, existem parques de estacionamento junto aos trilhos principais. A partir daí, é só calçar botas confortáveis e partir à descoberta.</p><p>Uma das rotas mais populares começa na área de <strong>Fuente Santiago </strong>e conduz ao miradouro em cerca de 1 a 1h30 de caminhada, por trilhos bem sinalizados e rodeados de florestas e pastagens. Outra opção parte do <strong>planalto de Monte Santiago</strong>, sendo ligeiramente mais curta e acessível.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="758226" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/ja-ouviu-falar-da-queda-de-agua-orgulhosamente-mais-alta-de-portugal.html" title="Já ouviu falar da queda de água “orgulhosamente mais alta de Portugal”?">Já ouviu falar da queda de água “orgulhosamente mais alta de Portugal”?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/ja-ouviu-falar-da-queda-de-agua-orgulhosamente-mais-alta-de-portugal.html" title="Já ouviu falar da queda de água “orgulhosamente mais alta de Portugal”?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ja-ouviu-falar-da-queda-de-agua-orgulhosamente-mais-alta-de-portugal-1773142053733_320.jpg" alt="Já ouviu falar da queda de água “orgulhosamente mais alta de Portugal”?"></a></article></aside><p>No final do percurso, encontrará um<strong> miradouro</strong> com plataforma metálica, de onde é possível contemplar a cascata e o impressionante desfiladeiro.</p><p>Para melhor complementar a sua visita, pode também reservar trilhos guiados ou visitas turísticas através de plataformas como Turismo Vasco ou Salto del Nervión. Desta forma, garante que se encontra sempre em segurança, além de adquirir um contexto histórico para a caminhada.</p><h2>Salto del Nervíon e redondezas</h2><p>E, porque um fim de semana não fica completo apenas com uma caminhada, vai gostar de saber que há muito mais para ver e fazer nas redondezas da cascata. Aliás, por atrair cada vez mais visitantes ao<strong> País Basco</strong>, o meio ambiente onde se situa o salto del Nervión oferece uma <strong>combinação única de natureza, cultura e gastronomia</strong>. </p><div class="texto-destacado">Recomendamos, por isso, que aproveite ao máximo para explorar a região.</div><p>Pode aproveitar para visitar a cidade de Bilbau, conhecida pelo icónico Museu Guggenheim Bilbao, ou explorar pequenas aldeias e paisagens naturais nas redondezas.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/a-cascata-mais-alta-da-peninsula-iberica-fica-mais-perto-do-que-imagina-1775730790619.jpg" data-image="gxw8i7vh8mds" alt="Bilbau" title="Bilbau"><figcaption>Aproveite para conhecer a cidade. Foto: Unsplash</figcaption></figure><p>E claro, não deixe de experimentar a<strong> gastronomia local</strong>. Os famosos pintxos e os pratos tradicionais bascos são ideais para recuperar energias após um dia de caminhada.</p><p>Para completar a experiência, existem várias opções de <strong>alojamento rural e hotéis</strong> na região, perfeitos para prolongar a estadia e aproveitar tudo com mais calma.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/a-cascata-mais-alta-da-peninsula-iberica-fica-mais-perto-do-que-imagina.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Do clássico ao moderno: as capitais europeias do café]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/do-classico-ao-moderno-as-capitais-europeias-do-cafe.html</link><pubDate>Sat, 11 Apr 2026 06:17:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Muito mais do que uma bebida, o café é um ritual europeu que une história, cultura e convívio, revelando cidades onde cada chávena reflete identidade e tradição. Viaje connosco e conheça a sua história!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/do-classico-ao-moderno-as-capitais-europeias-do-cafe-1775814931459.jpg" data-image="16mus4p2lzq5" alt="Viajem sensorial" title="Viajem sensorial"><figcaption>Cada cidade revela tradições, sabores únicos e histórias que se encontram à volta de uma simples chávena.</figcaption></figure><p>O café é muito mais do que uma bebida na Europa, é um <strong>ritual social, cultural e até intelectual</strong>.</p><p>Desde os salões históricos frequentados por escritores até aos modernos cafés de especialidade, <strong>o continente oferece experiências únicas para quem aprecia uma boa chávena</strong>.</p><p>Assim, de acordo com o <em>National Geographic</em>, <strong>existem algumas cidades europeias onde o café é verdadeiramente levado a sério</strong>.</p><h3>Viena: o berço da cultura de café europeia</h3><p>Viena é frequentemente considerada a “grande dama” do café na Europa. Os seus elegantes cafés do século XIX, com <strong>interiores opulentos e atmosfera literária</strong>, foram fundamentais para o desenvolvimento da cultura cafeeira moderna. </p><p>Aqui, beber café é uma experiência pausada. <strong>Especialidades como o <em>Wiener Melange</em>, semelhante a um cappuccino ou o <em>Einspänner</em> </strong>são acompanhadas por doces tradicionais, como o <em>Strudel</em>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/do-classico-ao-moderno-as-capitais-europeias-do-cafe-1775814944896.jpg" data-image="311kcxu0dakr" alt="Cafe em Viena" title="Cafe em Viena"><figcaption>Em Viena, o café é um ritual elegante, servido em salões históricos onde tradição, arte e conversa se encontram numa atmosfera intemporal.</figcaption></figure><p>Estes espaços não são apenas locais de consumo, mas também <strong>pontos de encontro históricos de figuras como Sigmund Freud</strong>. Hoje, a cidade combina tradição com inovação, integrando cafés de especialidade e novas técnicas de extração.</p><h3>Copenhaga: precisão nórdica no café</h3><p>Em Copenhaga, o café é tratado com uma <strong>abordagem quase científica</strong>. A cidade é conhecida pelas <strong>torrefações leves, que preservam os sabores naturais dos grãos</strong>, resultando em bebidas com notas frutadas e elevada acidez. </p><p>Os cafés locais destacam-se pela experimentação, desde <strong><em>espresso tonics</em> a <em>nitro cold brews - </em>café gaseificado com nitrogénio</strong>.</p><p>Para os mais curiosos, existem workshops que exploram o processo de torrefação, tornando a experiência educativa além de sensorial.</p><h3>Paris: café, filosofia e literatura</h3><p>É impossível falar de café europeu sem mencionar Paris. <strong>Os seus cafés históricos são inseparáveis da vida cultural da cidade</strong>. Locais como Les Deux Magots ou Café de Flore foram frequentados por figuras como Ernest Hemingway e Simone de Beauvoir. </p><p>O clássico <em>café au lait</em>, feito com café filtrado e leite, reflete a tradição francesa. No entanto, Paris também abraça a modernidade com <strong>cafés de especialidade que utilizam grãos de origem única e métodos de preparação sofisticados</strong>.</p><h3>Istambul: tradição milenar</h3><p>Em Istambul, o café é uma <strong>herança cultural profundamente enraizada</strong>. Introduzido no século XVI, tornou-se parte integrante da vida social e até espiritual. </p><p>O café turco, preparado num recipiente chamado <em>cezve</em>, é <strong>servido sem filtrar, criando uma bebida densa e intensa</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/do-classico-ao-moderno-as-capitais-europeias-do-cafe-1775814959752.jpg" data-image="crs6by7wbv03" alt="Leitura do futuro" title="Leitura do futuro"><figcaption>A leitura da borra transforma cada chávena num momento místico, onde se interpretam símbolos para desvendar possíveis caminhos do futuro.</figcaption></figure><p>A tradição inclui até práticas como a <strong>leitura da borra para prever o futuro</strong> (kahve falı). Apesar da forte tradição, a cidade também acolhe cafés modernos que reinterpretam estas práticas com técnicas contemporâneas.</p><h2>Madrid: tradição com um toque de inovação</h2><p>Na cidade de Madrid, o café faz parte do quotidiano. O popular <em>café con leche</em>, uma <strong>mistura equilibrada de espresso e leite</strong>, é presença constante nas mesas espanholas. </p><p>A cidade oferece uma interessante dualidade, <strong>cafés históricos com décadas de história coexistem com espaços modernos </strong>dedicados ao café de especialidade.</p><p>Além disso, <strong>métodos tradicionais como o torrefato (torrefação com açúcar)</strong> continuam a marcar o perfil de sabor local.</p><h3>Estocolmo: o ritual do “fika”</h3><p>Em Estocolmo, o café está intimamente ligado ao conceito de <em>fika</em>, uma <strong>pausa social para conversar enquanto se bebe café e se saboreiam doces</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="745650" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/onde-os-livros-cheiram-a-cafe-as-mais-belas-livrarias-com-cafetaria-do-mundo.html" title="Onde os livros cheiram a café: as mais belas livrarias com cafetaria do mundo">Onde os livros cheiram a café: as mais belas livrarias com cafetaria do mundo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/lazer/onde-os-livros-cheiram-a-cafe-as-mais-belas-livrarias-com-cafetaria-do-mundo.html" title="Onde os livros cheiram a café: as mais belas livrarias com cafetaria do mundo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/onde-os-livros-cheiram-a-cafe-as-mais-belas-livrarias-com-cafetaria-do-mundo-1766592907644_320.png" alt="Onde os livros cheiram a café: as mais belas livrarias com cafetaria do mundo"></a></article></aside><p>Este ritual reflete uma <strong>abordagem mais descontraída e comunitária</strong>. Ao mesmo tempo, a cidade destaca-se pela sua cena de café de especialidade, com torrefações artesanais e uma forte preocupação com a origem dos grãos.</p><h3>Trieste: a capital italiana do café</h3><p>Embora Turim tenha sido o berço do<em> espresso</em>, é em <strong>Trieste que a cultura do café floresceu intensamente</strong>. </p><p>Historicamente um porto importante, Trieste tornou-se um <strong>centro de comércio de café, o que impulsionou o surgimento de inúmeros cafés elegantes</strong>.</p><p>A cidade possui até uma <strong>linguagem própria para pedir café</strong>, evidenciando a profundidade da sua cultura cafeeira.</p><p>Tal como pode ver, mais do que uma simples pausa, <strong>o café continua a ser um elemento central da vida europeia</strong>, um ponto de encontro onde história, cultura e sabor se unem numa chávena.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/do-classico-ao-moderno-as-capitais-europeias-do-cafe.html</guid><dc:creator><![CDATA[Paula Gonçalves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Preparar as políticas de ação climática no pós-2030: Comissão Europeia lança consulta pública até 4 de maio]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/preparar-as-politicas-de-acao-climatica-no-pos-2030-comissao-europeia-lanca-consulta-publica-ate-4-de-maio.html</link><pubDate>Sat, 11 Apr 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>Bruxelas abriu um período de auscultação com vista a definir o futuro das metas nacionais de emissões e o papel dos créditos internacionais de carbono. O contributo do setor agrícola e florestal é considerado “determinante” para moldar a legislação que será apresentada até ao fim do ano.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/preparar-as-politicas-de-acao-climatica-no-pos-2030-comissao-europeia-lanca-consulta-publica-ate-4-de-maio-1775744626517.jpg" data-image="v0s3hrwv6ryu" alt="Emissões de gases" title="Emissões de gases"><figcaption>A União Europeia (UE) terá de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa até 90% em 2040 em comparação com os níveis de 1990, para garantir a meta de impacto neutro no clima até 2050.</figcaption></figure><p>São duas <strong>consultas públicas com convites à população e a todas as entidades</strong> interessadas. A <strong>Comissão Europeia lançou, a 9 de fevereiro de 2026 uma auscultação </strong>com vista a receber propostas para preparar o quadro político de ação climática da União Europeia (UE) para o período após 2030.</p><p>Esta iniciativa surge na sequência do acordo alcançado em dezembro de 2025 entre o Parlamento Europeu e o Conselho, que estabeleceu uma meta vinculativa de <strong>redução líquida de 90% das emissões de gases com efeito de estufa até 2040</strong>, face aos níveis de 1990.</p><p>Em paralelo, está também a decorrer uma consulta pública sobre a <strong>revisão do Regulamento da Governação da União da Energia</strong> e da Ação Climática.</p><h2>Foco nas metas nacionais e flexibilidade</h2><p>Uma das consultas públicas foca-se na <strong>revisão das regras de partilha de esforços entre os Estados-membros</strong>. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/preparar-as-politicas-de-acao-climatica-no-pos-2030-comissao-europeia-lanca-consulta-publica-ate-4-de-maio-1775744795434.jpg" data-image="co7pif40fict" alt="Emissões de gases" title="Emissões de gases"><figcaption>Para o período pós-2030, a Comissão pretende avaliar como manter incentivos robustos para a redução de emissões e para o sequestro de carbono. </figcaption></figure><p>Atualmente, os regulamentos que regem as metas nacionais de redução das emissões de gases com efeito de estufa e o setor do uso do solo, alteração do uso do solo e florestas <strong>expiram em 2030</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="752788" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/cientistas-alertam-que-o-aquecimento-global-esta-a-acelerar-a-decomposicao-dos-principais-gases-com-efeito-de-estufa.html" title="Cientistas alertam que o aquecimento global está a acelerar a decomposição dos principais gases com efeito de estufa">Cientistas alertam que o aquecimento global está a acelerar a decomposição dos principais gases com efeito de estufa</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/cientistas-alertam-que-o-aquecimento-global-esta-a-acelerar-a-decomposicao-dos-principais-gases-com-efeito-de-estufa.html" title="Cientistas alertam que o aquecimento global está a acelerar a decomposição dos principais gases com efeito de estufa"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/cientistas-alertam-que-o-aquecimento-global-esta-a-acelerar-a-decomposicao-dos-principais-gases-com-efeito-de-estufa-1770320568779_320.jpg" alt="Cientistas alertam que o aquecimento global está a acelerar a decomposição dos principais gases com efeito de estufa"></a></article></aside><p>A <strong>União Europeia (UE) terá de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa até 90% em 2040</strong> em comparação com os níveis de 1990, para garantir a meta de impacto neutro no clima até 2050.</p><p>Os <strong>eurodeputados apoiaram o acordo político com o Conselho sobre as alterações à lei europeia em matéria de clima</strong> com 413 votos a favor, 226 votos contra e 12 abstenções, de modo a incluir uma nova meta climática intermédia e vinculativa para 2040.</p><div class="texto-destacado">E a <strong>revisão da lei do clima introduz flexibilidades na forma como a meta para 2040 pode ser alcançada</strong>. A partir de 2036, até cinco pontos percentuais de reduções líquidas das emissões (dois pontos percentuais a mais do que o proposto pela Comissão) podem provir de <strong>créditos de carbono internacionais de elevada qualidade </strong>de países parceiros. Para o<strong> período pós-2030, a Comissão pretende avaliar como manter incentivos robustos para a redução de emissões</strong> e para o sequestro de carbono.</div><p>Os <strong>contributos recolhidos dos cidadãos e das várias organizações do setor - florestais, ambientais e outras - ajudarão a desenhar regras </strong>que sejam “justas, acessíveis e adaptadas às diferentes realidades nacionais”.</p><p>De acordo com a opinião da Comissão Europeia, isso permitirá “garantir que todos os <strong>setores económicos e regiões possam transitar para a neutralidade climática</strong> de forma equilibrada”.</p><h2>Créditos internacionais de carbono</h2><p>A segunda consulta lança da Comissão Europeia prende-se com a <strong>possibilidade de utilização de créditos internacionais de carbono de alta qualidade</strong> a partir de 2036.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Um <strong>crédito de carbono representa uma tonelada de CO2 que foi evitada ou sequestrada </strong>no âmbito de projetos ligados à reflorestação, às energias renováveis, à captura de metano ou à agricultura regenerativa. De acordo com a Lei Europeia do Clima, os créditos de carbono poderão contribuir com até 5% da redução total (face a 1990), permitindo que a redução doméstica líquida de emissões se fixe em 85% até 2040.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Está também <strong>em discussão a criação de um período piloto, entre 2031 e 2035, para testar e iniciar um mercado internacional de carbono</strong> considerado robusto e em conformidade com as regras do Acordo de Paris.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="762167" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/como-a-ia-esta-ajudando-cientistas-a-entender-como-o-carbono-organico-dissolvido-se-move-no-oceano.html" title="Como a IA está a ajudar os cientistas a entender de que forma o carbono orgânico dissolvido se move no oceano">Como a IA está a ajudar os cientistas a entender de que forma o carbono orgânico dissolvido se move no oceano</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/como-a-ia-esta-ajudando-cientistas-a-entender-como-o-carbono-organico-dissolvido-se-move-no-oceano.html" title="Como a IA está a ajudar os cientistas a entender de que forma o carbono orgânico dissolvido se move no oceano"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/how-ai-is-helping-scientists-see-how-dissolved-organic-carbon-moves-in-the-ocean-1774964351777_320.jpeg" alt="Como a IA está a ajudar os cientistas a entender de que forma o carbono orgânico dissolvido se move no oceano"></a></article></aside><p>Os dois <strong>períodos de consulta pública estão abertos até ao dia 4 de maio de 2026</strong> (23h59). A participação está a ser encorajada aos vários níveis, do cidadão individual às organizações do setor público e privado.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/preparar-as-politicas-de-acao-climatica-no-pos-2030-comissao-europeia-lanca-consulta-publica-ate-4-de-maio-1775745022851.jpg" data-image="07y0i3gndv7j" alt="Emissões automóveis" title="Emissões automóveis"><figcaption>De acordo com a Lei Europeia do Clima, os créditos de carbono podem contribuir com até 5% da redução total (face a 1990), permitindo que a redução doméstica líquida de emissões se fixe em 85% até 2040.</figcaption></figure><p>Por um lado, <strong>apela-se ao setor agrícola e florestal que participe com contributos, muito em particular no que respeita à discussão sobre remoção de carbono</strong>.</p><p>Às <strong>autoridades nacionais e regionais pede-se que analisem os temas e apresentem contributos</strong> para a definição de novas metas de partilha de esforço.</p><p>Do público em geral esperam-se igualmente <strong>opiniões e sugestões</strong>, de modo a garantir a aceitação social das medidas de transição que vierem a ser desenhadas.</p><p>Os resultados destas consultas serão tidos como "fundamentais” para a elaboração das <strong>propostas legislativas que a Comissão Europeia planeia apresentar no último trimestre de 2026</strong>.</p><p>Os interessados em apresentar contributos devem <strong>submeter as suas propostas através do portal oficial </strong>da Comissão Europeia “<a href="https://have-your-say.ec.europa.eu/index_pt"><strong>Dê a sua opinião</strong></a>”.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/preparar-as-politicas-de-acao-climatica-no-pos-2030-comissao-europeia-lanca-consulta-publica-ate-4-de-maio.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Silveira]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Sensores que anticipam cheias em cidades portuguesas estão a chegar à Europa e aos EUA]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/sensores-que-antecipam-cheias-em-cidades-portuguesas-vao-chegar-a-europa-e-aos-eua.html</link><pubDate>Fri, 10 Apr 2026 16:03:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A tecnologia da start-up portuguesa Greenmetrics.ai, instalada em 11 municípios do país, prevê o risco de inundações urbanas com mais de uma hora de antecedência, permitindo acelerar as medidas de emergência.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/sensores-que-antecipam-cheias-em-cidades-portuguesas-vao-chegar-a-europa-e-aos-eua-1775829110872.jpg" data-image="mt8e0uiuk3l8" alt="inundações em Alcácer do Sal" title="inundações em Alcácer do Sal"><figcaption>Os dispositivos da Greenmetrics.ai medem, em tempo real, a subida da água em sarjetas ou ribeiras, captando variações milimétricas que os modelos tradicionais não conseguem detetar. Foto: Município de Alcácer do Sal</figcaption></figure><p>Sensores estrategicamente instalados nas <strong>sarjetas</strong>, nos <strong>coletores de esgotos</strong>, nas <strong>ribeiras</strong> ou nas <strong>tubagens dos sistemas de drenagem</strong> estão a antecipar o risco de cheias rápidas em várias cidades do país. </p><p>A tecnologia é 100% portuguesa, mas já atravessou fronteiras e está a transformar a forma como os grandes centros urbanos enfrentam eventos meteorológicos extremos. No epicentro desta mudança está a <strong>start-up Greenmetrics.ai</strong>, que nasceu em 2022 nos laboratórios do <strong>Instituto Superior Técnico</strong>. </p><p>Tiago Marques, Manuel Bastos e Diogo Nunes, três colegas de faculdade, decidiram usar o seu talento para desenvolver tecnologias capazes de lidar com os impactos das alterações climáticas.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A primeira experiência passou por criar sensores para monitorizar a migração dos linces ibéricos, mas depressa perceberam que as cheias urbanas poderiam ser abordadas com o mesmo tipo de soluções.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Recorrendo a dispositivos inteligentes estrategicamente instalados em pontos de risco — sarjetas, coletores de esgoto ou ribeiras que atravessam zonas densamente povoadas —, a tecnologia da start-up portuguesa <strong>mede permanentemente a subida da água</strong>, <strong>captando oscilações milimétricas</strong> que os modelos estatísticos tradicionais não conseguem identificar em tempo útil.</p><p>É a <strong>precisão cirúrgica</strong> e a <strong>qualidade</strong> desses dados que fazem toda a diferença na hora de antecipar medidas de emergência, podendo evitar danos causados pelas cheias.</p><h2>Rede de dados protege 11 cidades portuguesas</h2><p>Foi na sequência das <strong>cheias em Lisboa</strong>, em <strong>dezembro de 2022</strong>, que a solução foi testada num projeto-piloto de monitorização dos túneis do centro da cidade – Entrecampos, Campo Grande e Campo Pequeno – e em pontos mapeados como de alto risco de inundação.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sensores-que-antecipam-cheias-em-cidades-portuguesas-vao-chegar-a-europa-e-aos-eua-1775829263006.jpg" data-image="bmnsguifmn6h" alt="Plataformas online" title="Plataformas online"><figcaption>Recorrendo a mapas digitais tridimensionais e a plataformas intuitivas, a solução da Greenmetrics.ai permite às autarquias monitorizar o comportamento da água em tempo real. Imagem: Greenmetrics.ai</figcaption></figure><p>Desde então, a tecnologia da Greenmetrics.ai estendeu-se a várias outras cidades portuguesas, ajustando os seus algoritmos às configurações urbanas dos municípios de <strong>Oeiras</strong>, <strong>Cascais</strong>, <strong>Porto</strong>, <strong>Maia</strong>, <strong>Guimarães</strong>, <strong>Loures</strong>, <strong>Odivelas</strong>, <strong>Tavira</strong>, <strong>Loulé</strong> e <strong>Torres</strong> <strong>Novas</strong>. </p><p>Em cada concelho, a start-up criou a sua própria rede de dados, protegendo áreas que vão das ribeiras algarvias aos centros históricos de Lisboa e do Porto.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Um dos aspetos mais inovadores desta tecnologia é a forma como as autarquias visualizam os dados em mapas 3D dinâmicos, acompanhando, em tempo real, o fluxo de água pelos túneis de drenagem ou a pressão acumulada nas sarjetas.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Ao contrário das tecnologias que usam dados de satélite, os sensores da Greenmetrics.ai prometem ir muito além de uma visão macro, <strong>recolhendo informações de locais inacessíveis</strong> como canais subterrâneos ou passagens inferiores de pontes e viadutos. </p><p>Não se trata apenas de prever quando os caudais dos rios vão subir, mas de saber quando a sarjeta de uma determinada artéria irá entupir e inundar a zona envolvente em poucos minutos devido a uma obstrução local.</p><h2>A antecedência que permite reagir antes do caos</h2><p>O grande teste ao sistema ocorreu durante o comboio de tempestades que atingiu o país no início do ano. Em Cascais, por exemplo, o <strong>alerta de subida na Ribeira das Vinhas</strong>, durante a depressão Kristin, chegou aos centros operacionais com <strong>mais de uma hora de antecedência</strong>, permitindo que os lojistas do Largo de Camões tivessem tempo para proteger os seus bens.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="682367" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/descubra-como-a-natureza-a-tecnologia-e-a-engenharia-ajudam-a-proteger-as-cidades-das-inundacoes.html" title="Descubra como a natureza, a tecnologia e a engenharia ajudam a proteger as cidades das inundações">Descubra como a natureza, a tecnologia e a engenharia ajudam a proteger as cidades das inundações</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/descubra-como-a-natureza-a-tecnologia-e-a-engenharia-ajudam-a-proteger-as-cidades-das-inundacoes.html" title="Descubra como a natureza, a tecnologia e a engenharia ajudam a proteger as cidades das inundações"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/descubra-como-a-natureza-a-tecnologia-e-a-engenharia-ajudam-a-proteger-as-cidades-das-inundacoes-1731151659670_320.jpg" alt="Descubra como a natureza, a tecnologia e a engenharia ajudam a proteger as cidades das inundações"></a></article></aside><p>No vizinho município de <strong>Oeiras</strong>, o sensor de nível da Freiria, afluente da ribeira da Laje, detetou rapidamente a subida da água antes do extravasamento, possibilitando a <strong>mobilização antecipada</strong> da <strong>proteção civil</strong> municipal.</p><h2>A inteligência artificial em constante aprendizagem</h2><p>O objetivo da Greenmetrics.ai, todavia, é melhorar ainda mais a eficiência dos sensores. A ambição é atingir uma <strong>capacidade de previsão com pelo menos 24 horas de antecedência</strong>. Um desempenho que os seus mentores acreditam poder ocorrer no prazo de um ano, graças à capacidade de aprendizagem da inteligência artificial. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>A tecnologia está em constante evolução, processando e aprendendo com os dados de todas as cidades e adaptando o conhecimento a cada contexto urbano. <svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Com base na informação recolhida, a empresa está a desenvolver <strong>algoritmos preditivos</strong> capazes de emitir alertas probabilísticos antes da iminência do perigo.</p><p>Ao converter dados sobre condutas e inclinações em informações neutras, o sistema prevê o comportamento da água em cidades recém-analisadas, utilizando conhecimentos adquiridos em múltiplos cenários comparáveis de diversas regiões. </p><p>O objetivo é desenvolver medidas preventivas, como a <strong>limpeza atempada de sumidouros</strong>, <strong>cortes planeados de vias</strong> ou até a retirada programada das populações em previsões mais extremas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sensores-que-antecipam-cheias-em-cidades-portuguesas-vao-chegar-a-europa-e-aos-eua-1775829391820.jpg" data-image="70nx76hk384a" alt="Sensor da Greenmetrics.ai na Ribeira da Costa/Couros, em Guimarães" title="Sensor da Greenmetrics.ai na Ribeira da Costa/Couros, em Guimarães"><figcaption>Os sensores da start-up portuguesa já fazem previsões superiores a uma hora, mas o objetivo é obter prognósticos com 24 horas de antecedência. Imagem: sensor na Ribeira da Costa/Couros, em Guimarães/ Greenmetrics.ai </figcaption></figure><p>Sabendo que, numa tempestade severa, as <strong>redes móveis e o fornecimento de energia elétrica</strong> <strong>podem falhar</strong>, o sensor foi projetado para <strong>operar via rádio</strong> com tecnologia LoRaWAN. </p><p>Essa autonomia garante que, mesmo em situações de apagão e interrupção dos sistemas de comunicação tradicionais, os dados sejam transmitidos ininterruptamente até aos centros de comando, através de portais equipados com baterias de reserva.</p><h2>A gestão de recursos e a expansão internacional </h2><p>A tecnologia tem igualmente impacto na <strong>gestão de recursos</strong>. Em locais afastados dos centros operacionais, como pontes ou viadutos, as verificações implicam deslocações e mobilização de meios constantes. </p><p>Com a <strong>monitorização remota</strong>, os operacionais podem intervir apenas quando os dados indicam risco efetivo, sabendo também quando reabrir os acessos em segurança.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/sensores-que-antecipam-cheias-em-cidades-portuguesas-vao-chegar-a-europa-e-aos-eua-1775829804095.jpg" data-image="gfj7dkz6r3jw" alt="Cheais em Montemor-o-Velho" title="Cheais em Montemor-o-Velho"><figcaption>Os especialistas alertam que as cheias urbanas, como as que ocorreram no início deste ano, em Portugal, vão ser cada vez mais frequentes. Foto: Município de Montemor-o-Velho</figcaption></figure><p>A tecnologia portuguesa continua a expandir-se, não apenas nas suas potencialidades, mas também além-fronteiras. </p><p>Depois de chegar ao <strong>Brasil </strong>em 2024 – Eldorado do Sul, Lageado, Novo Hamburgo, Gravataí e Porto Alegre –, prepara-se agora para <strong>entrar nos mercados europeus e norte-americanos</strong>, especialmente Espanha, Itália e Estados Unidos.</p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.greenmetrics.ai/" target="_blank">Greenmetrics.ai</a> - Deteção precoce de inundações</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/sensores-que-antecipam-cheias-em-cidades-portuguesas-vao-chegar-a-europa-e-aos-eua.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuva em Bragança este sábado, 11 de abril: será mais provável entre as 12:00 e as 18:00]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/chuva-em-braganca-este-sabado-11-de-abril-sera-mais-provavel-entre-as-12-00-e-as.html</link><pubDate>Fri, 10 Apr 2026 13:41:51 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A evolução da instabilidade atmosférica ao longo do fim de semana deverá favorecer a ocorrência de aguaceiros no distrito de Bragança, com maior probabilidade durante a tarde de sábado.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-em-braganca-este-fim-de-semana-sera-mais-provavel-entre-as-12-00-e-as-1775827669351.jpeg" data-image="b9hthnjy62ss" alt="Tempo variável com possibilidade de aguaceiros no distrito de Bragança" title="Tempo variável com possibilidade de aguaceiros no distrito de Bragança"><figcaption>O fim de semana no distrito de Bragança deverá ser marcado por tempo variável, com céu muito nublado e possibilidade de aguaceiros, mais prováveis durante a tarde de sábado, quando a instabilidade atmosférica se intensifica.</figcaption></figure><p>O fim-de-semana no distrito de Bragança deverá ser <strong>marcado por tempo variável</strong>, com céu geralmente muito nublado e possibilidade de precipitação em alguns períodos. A ocorrência de chuva dependerá sobretudo da evolução da instabilidade ao longo do dia e não de um sistema frontal organizado, o que se traduz numa <strong>distribuição espacial desigual</strong>.</p><h2>Sábado com aguaceiros mais prováveis durante a tarde</h2><p>Durante a manhã de sábado, <strong>a probabilidade de precipitação será reduzida</strong>, apesar da nebulosidade persistente. A atmosfera apresenta-se pouco dinâmica nas primeiras horas, com vento fraco, geralmente inferior a <strong>10–15 km/h</strong>, e ausência de mecanismos que favoreçam a formação de precipitação significativa. Ainda assim, não se excluem episódios muito localizados e de fraca intensidade. As temperaturas deverão oscilar entre os 8 °C e os 14 °C neste período.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-em-braganca-este-fim-de-semana-sera-mais-provavel-entre-as-12-00-e-as-1775827056305.png" data-image="szpvhgznty2n"><figcaption>Céu muito nublado na manhã de sábado, com nebulosidade persistente mas baixa probabilidade de precipitação. O vento mantém-se fraco e a atmosfera pouco dinâmica, refletindo um início de dia estável apesar da cobertura compacta de nuvens.</figcaption></figure><p>A partir do final da manhã, o aquecimento diurno começa a influenciar a estrutura da atmosfera. Em combinação com a presença de ar húmido em altitude, este fator contribui para um aumento gradual da instabilidade, favorecendo o desenvolvimento de <strong>nuvens com maior crescimento vertical</strong>. Este processo cria condições para o aparecimento de aguaceiros, inicialmente dispersos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-em-braganca-este-fim-de-semana-sera-mais-provavel-entre-as-12-00-e-as-1775827173949.png" data-image="mesj8p6bhuf9"><figcaption>Ao longo da tarde de sábado, a instabilidade intensifica‑se sobretudo no leste do distrito, originando aguaceiros localizados e por vezes moderados.</figcaption></figure><p>O <strong>período entre as 12h e as 18h</strong> destaca-se como o mais favorável à ocorrência de precipitação. Neste intervalo, os diferentes fatores — aquecimento, humidade e ligeiro forçamento — tendem a alinhar-se, <strong>aumentando a probabilidade de formação de células de instabilidade</strong>. Ainda assim, a precipitação deverá ocorrer de forma descontínua, podendo afetar apenas algumas áreas em determinados momentos.</p><p>Os <strong>aguaceiros poderão ser pontualmente moderados</strong>, com acumulados geralmente entre 2 e 6 mm, embora localmente possam atingir valores próximos dos 8 mm. As temperaturas máximas deverão situar-se entre os 15 °C e os 18 °C.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-em-braganca-este-fim-de-semana-sera-mais-provavel-entre-as-12-00-e-as-1775827193806.png" data-image="794uouzvx0g9"><figcaption>No final de sábado prevê‑se um aumento das rajadas de vento, ainda dentro de valores moderados. A instabilidade gerada ao longo do dia favorece estas oscilações na intensidade do vento, especialmente em algumas zonas do distrito.</figcaption></figure><p>A variabilidade espacial será um elemento importante neste cenário. <strong>As zonas mais a leste, próximas da fronteira, apresentam maior propensão para a ocorrência de precipitação</strong>, acompanhando a evolução da instabilidade no interior da Península. Em contraste, nas áreas mais a oeste, a probabilidade será inferior, podendo mesmo não se registar precipitação em vários períodos do dia.</p><h2>Domingo com menor probabilidade de precipitação</h2><p>Para domingo, espera-se céu com períodos de <strong>muita nebulosidade</strong>, mas com menor expressão da instabilidade. A probabilidade de <strong>precipitação diminui</strong> e os episódios, a ocorrer, serão menos frequentes e mais dispersos. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="763200" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/descida-de-ate-10-c-amanha-o-frio-polar-ira-afetar-estas-regioes-do-norte-de-portugal-continental.html" title="Descida de até 10 °C: amanhã o frio polar irá afetar estas regiões do norte de Portugal continental">Descida de até 10 °C: amanhã o frio polar irá afetar estas regiões do norte de Portugal continental</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/descida-de-ate-10-c-amanha-o-frio-polar-ira-afetar-estas-regioes-do-norte-de-portugal-continental.html" title="Descida de até 10 °C: amanhã o frio polar irá afetar estas regiões do norte de Portugal continental"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/descida-de-ate-10-c-amanha-o-frio-polar-ira-afetar-estas-regioes-do-norte-de-portugal-continental-1775825246491_320.png" alt="Descida de até 10 °C: amanhã o frio polar irá afetar estas regiões do norte de Portugal continental"></a></article></aside><p>O vento deverá manter-se fraco a moderado, geralmente entre 10 e 20 km/h, e as temperaturas deverão variar entre os 7 °C e os 17 °C, refletindo uma atmosfera globalmente mais estável face ao dia anterior.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/chuva-em-braganca-este-sabado-11-de-abril-sera-mais-provavel-entre-as-12-00-e-as.html</guid><dc:creator><![CDATA[Ana Palma]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Descida de até 10 °C: amanhã o frio polar irá afetar estas regiões do norte de Portugal continental]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/descida-de-ate-10-c-amanha-o-frio-polar-ira-afetar-estas-regioes-do-norte-de-portugal-continental.html</link><pubDate>Fri, 10 Apr 2026 12:51:33 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Após calor invulgar com máximas até 29 ºC, Portugal continental enfrentará uma mudança brusca de tempo: este sábado, 11 de abril, as temperaturas máximas poderão cair até 10 ºC, esperando-se ainda forte nortada e mar agitado. </p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa53uvi"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa53uvi.jpg" id="xa53uvi"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Faltam <strong>menos de 24 horas para que Portugal continental assista a uma nova mudança drástica no estado do tempo</strong>. Desta feita, após o temporário ‘disparo’ dos termómetros que trouxe calor invulgar ontem e hoje, é expectável um acentuado arrefecimento que contribuirá para a tendência de montanha-russa térmica que se tem feito sentir de forma bastante expressiva no presente mês de abril.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank">nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Dos 25 ºC ou mais de temperatura máxima que se registarão esta sexta-feira, 10 de abril, em várias zonas e localidades da Região Norte, espera-se que amanhã - sábado, 11 de abril - <strong>ocorra um arrefecimento abrupto, que poderá manifestar uma descida de até 10 ºC</strong>.</p><h2>Sexta-feira de muito calor no Norte e Centro e presença de poeiras em suspensão </h2><p>Nesta sexta-feira, 10 de abril, ainda haverá precipitação na Região Sul, embora tendencialmente mais fraca e com propensão a tornar-se mais dispersa ao longo do dia. Em simultâneo, uma região depressionária com múltiplos núcleos de baixas pressões posicionado entre o Sul da Península Ibérica e o Norte de África <strong>provocará o levantamento de poeiras do Saara, que ficarão em suspensão, tornando o céu mais turvo e amarelado sobre a nossa geografia</strong>. O fenómeno “chuva de lama” poderá ocorrer onde houver combinação de precipitação com poeiras.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/descida-de-ate-10-c-amanha-o-frio-polar-ira-afetar-estas-regioes-do-norte-de-portugal-continental-1775825021833.png" data-image="ut2gumeiirww"><figcaption>Poeiras saarianas em suspensão transformam a tonalidade do céu nesta sexta-feira, 10 de abril, tornando-o turvo ou amarelado.</figcaption></figure><p>Quanto ao ambiente mais abafado desta sexta-feira (10), o transporte de ar mais quente e seco, vindo de Es-Sudeste, é responsável pelo facto de hoje o Norte e o Centro registarem as temperaturas mais elevadas do país. Em alguns locais dos distritos de Coimbra, Braga e Vila Real, <strong>as máximas poderão aproximar-se dos 28/29 ºC, e noutras zonas do Norte e Centro ficarão entre 25 e 27 ºC</strong>. O Sul estará mais fresco devido à maior exposição ao ar frio contido na referida região depressionária, responsável por ainda produzir alguma instabilidade sob a forma de precipitação.</p><h2>Este sábado uma entrada de ar polar mudará o tempo abruptamente, começando pela Região Norte</h2><p>Com um potente anticiclone situado sobre a Escandinávia e o anticiclone dos Açores desviado mais para oeste e para norte do que o habitual, criam-se as condições perfeitas para que o <strong>jato polar produza uma ondulação</strong>. A partir desta meandrização do jato, haverá condições para a formação de uma <strong>ciclogénese explosiva</strong> a oeste das Ilhas Britânicas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/descida-de-ate-10-c-amanha-o-frio-polar-ira-afetar-estas-regioes-do-norte-de-portugal-continental-1775824576048.png" data-image="8nc5mkwmtvt2"><figcaption>Anticiclones (H) a oeste e a nordeste; ciclogénese explosiva (L) a oes-noroeste das Ilhas Britânicas. Ar polar marítimo encontra as condições ideais para descer em latitude até alcançar a Península Ibérica e posteriormente Portugal continental.</figcaption></figure><p>Entre as duas regiões de altas pressões, irá intrometer-se <strong>o ar polar marítimo contido na ciclogénese explosiva</strong>, criando-se um <strong>gradiente de pressão ideal que forçará o ar frio a escoar</strong> de noroeste para sudeste até alcançar o Sudoeste Europeu e posteriormente a Península Ibérica, onde se insere <strong>Portugal continental</strong>.</p><div class="texto-destacado">Embora no sábado (11) o núcleo da ciclogénese explosiva se encontre bastante distante do nosso país, os seus efeitos indiretos, associados ao impulsionamento do ar frio para latitudes mais a sul, irão manifestar-se sob a forma de uma descida acentuada das temperaturas, sobretudo na Região Norte, vento forte, em particular na faixa costeira ocidental e ainda mar agitado.</div><p><strong>Amanhã - sábado, 11 de abril - o vento mudará de quadrante, passando a soprar de Nor-Noroeste</strong> e denunciando a iminente chegada do ar polar marítimo. Durante a manhã, a intensificação deverá começar pelo litoral da Região Norte, alargando-se depois à restante faixa costeira ocidental <strong>ao longo da tarde</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/descida-de-ate-10-c-amanha-o-frio-polar-ira-afetar-estas-regioes-do-norte-de-portugal-continental-1775824373135.png" data-image="10zqnpwqft83"><figcaption>Vislumbram-se anomalias negativas da temperatura de norte a sul de Portugal continental em pleno período diurno no próximo domingo, 12 de abril, o que evidencia o espalhamento mais generalizado do ar polar sobre a nossa geografia.</figcaption></figure><p> <strong>Entre o litoral de Lisboa e Leiria, as rajadas poderão atingir os 90 km/h</strong>, constituindo um cenário de risco moderado a forte. Noutras zonas, como Barlavento Algarvio e faixa atlântica do distrito de Aveiro as rajadas também se aproxima destes valores. </p><p>Com<strong> o fortalecimento da nortada em Portugal continental</strong>, assistir-se-á então a uma <strong>descida abrupta das temperaturas, especialmente na Região Norte</strong>. Nas restantes regiões esse arrefecimento será mais ligeiro no sábado (11), mas a tendência para tempo mais frio consolidar-se-á no domingo (12).</p><table><thead><tr><th>Cidade</th><th>Temperatura máxima prevista Sexta-feira, 10 de abril</th><th>Temperatura máxima prevista Sábado, 11 de abril</th><th>Previsão da variação das temperaturas máximas entre 10 e 11 de abril</th></tr></thead><tbody><tr><td>Viana do Castelo</td><td>20 ºC</td><td>14 ºC</td><td>Desce 6 ºC</td></tr><tr><td>Vila Real</td><td>26 ºC</td><td>17 ºC</td><td>Desce 9 ºC</td></tr><tr><td>Bragança</td><td>26 ºC</td><td>19 ºC</td><td>Desce 7 ºC</td></tr><tr><td>Braga</td><td>27 ºC</td><td>17 ºC</td><td>Desce 10 ºC</td></tr><tr><td>Porto</td><td>24 ºC</td><td>16 ºC</td><td>Desce 8 ºC</td></tr><tr class="pie-tabla"><td colspan="4">Fonte: Meteored Portugal</td></tr></tbody></table><p> Outro efeito significativo será<strong> o agravamento da agitação marítima</strong>. Espera-se que o estado do mar piore gradualmente ao longo de sábado (11), com impacto em toda a faixa costeira ocidental, prolongando-se pela madrugada de domingo, 12 de abril. São expectáveis <strong>ondas de noroeste com altura significativa de 4 a 5 metros, com a altura máxima da onda a poder atingir os 11 metros, entre Aveiro e Lisboa</strong>. </p><h3>Em traços gerais, o que se pode esperar do tempo nos dias seguintes?</h3><p>Como já foi referido anteriormente, <strong>no domingo e na segunda-feira, dias 12 e 13 de abril, deverá ocorrer um arrefecimento ainda mais notório</strong>, algo para o qual contribuirá a instalação do ar mais frio em pleno sobre a nossa geografia.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="763020" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ciclogenese-explosiva-iminente-nas-ilhas-britanicas-eis-os-seus-efeitos-em-portugal-este-sabado-segundo-marta-godinho.html" title="Ciclogénese explosiva iminente nas Ilhas Britânicas: eis os seus efeitos em Portugal este sábado, segundo Marta Godinho">Ciclogénese explosiva iminente nas Ilhas Britânicas: eis os seus efeitos em Portugal este sábado, segundo Marta Godinho</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ciclogenese-explosiva-iminente-nas-ilhas-britanicas-eis-os-seus-efeitos-em-portugal-este-sabado-segundo-marta-godinho.html" title="Ciclogénese explosiva iminente nas Ilhas Britânicas: eis os seus efeitos em Portugal este sábado, segundo Marta Godinho"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-explosiva-e-iminente-efeitos-em-portugal-continental-neste-sabado-de-acordo-com-marta-godinho-1775735418845_320.png" alt="Ciclogénese explosiva iminente nas Ilhas Britânicas: eis os seus efeitos em Portugal este sábado, segundo Marta Godinho"></a></article></aside><p>Dentro deste contexto térmico, os mapas confirmam <strong>temperaturas máximas e mínimas substancialmente mais frescas e com valores inferiores à média climatológica de referência</strong>. Além disto, prevê-se a possibilidade de chuva irregular e muito dispersa pelas Regiões Norte e Centro, em particular na segunda-feira (13).</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/descida-de-ate-10-c-amanha-o-frio-polar-ira-afetar-estas-regioes-do-norte-de-portugal-continental.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Cultive mais a partir de sementes minúsculas com um truque que envolve uma garrafa de pressão]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/cultive-mais-a-partir-de-sementes-minusculas-com-um-truque-que-envolve-uma-garrafa-de-pressao.html</link><pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:21:02 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Semear pode ser uma tarefa complicada e um desperdício, por isso, como podemos semear cuidadosamente para conservar os recursos e ser jardineiros éticos?</p><figure id="first-image"> <img src="https://services.meteored.com/img/article/grow-more-from-tiny-seeds-with-a-squeeze-bottle-trick-1775751230195.jpg" data-image="z26o4opt3gtm" alt="sowing sweeds" title="sowing sweeds"><figcaption>Semear sementes pode ser uma tarefa complicada, mas com um pouco de engenho, pode semear e guardar sementes para semear no futuro. Crédito: <a href="https://pixabay.com/photos/seeds-sow-garden-cress-seeds-1302793/" target="_blank">Pixabay</a></figcaption></figure><p> Um dos aspetos mais complicados da sementeira é a <strong>manipulação de pequenas sementes</strong>, que um dia se tornarão belas flores ou deliciosos vegetais, e a sua colocação no solo. Pode ser confuso, incómodo e um desperdício se não for feito com cuidado. Aqui estão <strong>alguns truques para semear as sementes de forma mais eficiente</strong>.</p><h2>Garrafas com bico de pressão</h2><p>É maravilhoso ver brotar pequenos rebentos dos vasos cheios de composto no peitoril da janela ou da terra fértil lá fora na horta, mas essa recompensa não vem sem uma boa dose de esforço e cuidado. A sementeira é uma das primeiras tarefas que exige um pouco de tato e de paciência, sem os quais é provável que se deite todo o pacote de sementes ao chão e se perca. Pode simplesmente voltar ao centro de jardinagem para comprar mais algumas, mas todos nós podemos apreciar a <strong>poupança de tempo, dinheiro e das nossas preciosas sementes</strong>.</p><p>Então,<strong> como é que se lida com a tarefa complicada de semear sementes?</strong> Bem, se nunca as experimentou antes, as garrafas de pressão podem ser uma solução. Há uma variedade de garrafas de pressão que se podem comprar, dependendo do <strong>orçamento, da quantidade e do tamanho do bico </strong>(dependendo das sementes que se estão a plantar). Pode querer comprar garrafas de pressão, normalmente utilizadas para condimentos, que pode comprar na Amazon. As garrafas de pressão mais pequenas também podem ser encontradas na Amazon e noutros sites como o Shein.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/grow-more-from-tiny-seeds-with-a-squeeze-bottle-trick-1775751509566.jpg" data-image="6nei8t54i9zj" alt="Seedlings" title="Seedlings"><figcaption>Pode utilizar frascos de espremer, sementeira em gel ou uma seringa médica sem ponta para obter vasos limpos e arrumados, filas de sementes e, eventualmente, plântulas a germinar. Crédito: <a href="https://pixabay.com/photos/seedling-seedling-tray-gardening-4394118/" target="_blank">Pixabay</a></figcaption></figure><p>Em primeiro lugar, é necessário <strong>preparar os tabuleiros de sementes</strong> (se cultivar no interior) enchendo-os de composto. De seguida, tenha uma<strong> mini broca </strong>pronta para fazer<strong> sulcos no solo</strong>, de acordo com as instruções do pacote de sementes. Carregue as suas garrafas de pressão com as sementes desejadas e comece a semear, pressionando suavemente a garrafa para as depositar cuidadosamente. Tenha à mão um<strong> pequeno regador/jarro para dar de beber</strong> às suas sementes recém-semeadas para que comecem a crescer.</p><p>Para semear ao ar livre, <strong>preparar o terreno</strong> ou o canteiro de legumes com composto, forçar a terra e nivelá-la com um ancinho para a nivelar. Para a sementeira, <strong>utilizar a garrafa de pressão da mesma forma que a descrita acima</strong>.</p><h2>Outros métodos de sementeira</h2><p>Uma outra opção é a técnica de sementeira em gel, que consiste em <strong>combinar as sementes com um gel espesso à base de amido</strong> e passá-lo através de um frasco de espremer ou de um <strong>saco de plástico</strong> transparente com um canto cortado. Esta técnica garante uma <strong>dispersão homogénea</strong> e protege as <strong>sementes frágeis e germinadas</strong> dos danos aquando da plantação.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="744230" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/jardinagem-sem-complicacoes-sementes-que-germinam-em-dias-e-produzem-frutos-facilmente.html" title="Jardinagem sem complicações: sementes que germinam em dias e produzem frutos facilmente">Jardinagem sem complicações: sementes que germinam em dias e produzem frutos facilmente</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/jardinagem-sem-complicacoes-sementes-que-germinam-em-dias-e-produzem-frutos-facilmente.html" title="Jardinagem sem complicações: sementes que germinam em dias e produzem frutos facilmente"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/jardin-sin-complicaciones-semillas-que-germinan-en-dias-y-dan-fruto-facil-1765214674418_320.jpg" alt="Jardinagem sem complicações: sementes que germinam em dias e produzem frutos facilmente"></a></article></aside><p>Para <strong>extrair as sementes individualmente</strong>, pode-se utilizar uma seringa médica normal (sem agulha). Pode plantar pequenas sementes com precisão no meio dos tabuleiros de plântulas <strong>aplicando pressão no êmbolo da seringa</strong>, assegurando uma<strong> sementeira precisa</strong>.</p><p> <superhuman-go-underlines data-grammarly-shadow-root="true" class="dnXmp"></superhuman-go-underlines> <superhuman-go-underlines data-grammarly-shadow-root="true" class="dnXmp"></superhuman-go-underlines></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/cultive-mais-a-partir-de-sementes-minusculas-com-um-truque-que-envolve-uma-garrafa-de-pressao.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[SpaceX perde o contacto com um satélite e são detetados dezenas de objetos no espaço]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/spacex-perde-o-contacto-com-um-satelite-e-sao-detetados-dezenas-de-objetos-no-espaco.html</link><pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:05:33 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>O recente incidente com o satélite Starlink revela novos desafios espaciais e as suas contínuas fragmentações exigem respostas urgentes para proteger futuras missões e garantir a segurança tecnológica global.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/spacex-pierde-contacto-con-un-satelite-y-detectan-decenas-de-objetos-en-el-espacio-1775707588214.jpeg" data-image="9wf64ze5f1qd"><figcaption>Quando um satélite em órbita sofre um acidente, os seus fragmentos tornam-se um perigo para outros objetos em órbita.</figcaption></figure><p>A 29 de março, a SpaceX perdeu todo o contacto com o satélite Starlink 34343 após uma súbita anomalia na órbita baixa. O dispositivo, lançado apenas em maio de 2025, estava em órbita a uma altitude de cerca de 560 quilómetros, ligeiramente superior à da Estação Espacial Internacional.</p><div class="texto-destacado">Pouco depois do incidente, os radares terrestres do LeoLabs detetaram dezenas de objetos misteriosos em torno do satélite avariado, confirmando que o lixo espacial de Elon Musk se tinha fragmentado durante a missão.</div><p>Uma extensa análise preliminar determinou que <strong>este evento não foi o resultado de uma colisão externa</strong>. De facto, a própria empresa sugeriu que a verdadeira causa dos danos estruturais teria sido uma sobrecarga eléctrica, com origem no interior do aparelho.</p><p>Perante este preocupante cenário tecnológico, as equipas de engenharia da SpaceX e da Starlink continuam a investigar incansavelmente para identificar a causa exata da falha detectada. O principal objetivo é implementar ações corretivas que possam evitar desastres semelhantes no futuro.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/spacex-pierde-contacto-con-un-satelite-y-detectan-decenas-de-objetos-en-el-espacio-1775707827748.jpeg" data-image="9i1v6hxushe8"><figcaption>A rede de satélites Starlink é o maior perigo para a astronomia observacional devido aos seus rastos de luz.</figcaption></figure><p>Embora avaliações recentes tenham mostrado que esta perigosa nuvem de detritos <strong>não representa um risco iminente para a tripulação da Estação Espacial Internacional</strong>, as autoridades estão a monitorizar ativamente a trajetória dos novos detritos de Musk.</p><h2>Impacto nas missões atuais</h2><p>Para além de proteger as instalações da Estação Espacial Internacional, os próprios relatórios oficiais da Starlink garantiram a total segurança do tão esperado programa lunar. Por outras palavras, <strong>este incidente não constituiu qualquer perigo para o lançamento da tão esperada missão Artemis I I da NASA</strong>. </p><p>Também não se registaram quaisquer contratempos noutras operações programadas para a mesma manhã, incluindo o voo do Transporter-16 e a sua descolagem, que foi planeada para evitar que o equipamento da rede Starlink colocasse a sua carga útil muito acima ou muito abaixo da zona de aglomeração.</p><figure><blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">On Sunday, March 29, Starlink satellite 34343 experienced an anomaly on-orbit, resulting in loss of communications with the satellite at ~560 km above Earth.<br><br>Latest analysis shows the event poses no new risk to the <a href="https://twitter.com/Space_Station?ref_src=twsrc%5Etfw">@Space_Station</a>, its crew, or to the upcoming launch of NASAs</p>— Starlink (@Starlink) <a href="https://twitter.com/Starlink/status/2038635185118588973?ref_src=twsrc%5Etfw">March 30, 2026</a></blockquote></figure><p>Embora as comunicações oficiais sejam atualmente silenciosas, a SpaceX prometeu manter um olho ininterrupto em cada fragmento dos seus detritos metálicos para evitar que qualquer pequeno pedaço embata violentamente na superfície da Terra.</p><p>Todas estas tarefas de vigilância orbital constante não estão a ser realizadas isoladamente pelos operadores de redes privadas, <strong>mas em estreita e permanente coordenação estratégica com a NASA e a Força Espacial dos EUA</strong>.</p><h3>A lixeira espacial</h3><p>A verdade é que este incidente não representa um caso isolado dentro da infame rede global desta tentativa de supervilão do século XXI. Há apenas quatro meses, <strong>a Starlink 35956 sofreu uma falha muito grave</strong>, diretamente relacionada com o seu sistema interno de propulsão orbital.</p><p>Este problema técnico fez com que a nave espacial perdesse subitamente a estabilidade e libertasse fragmentos perigosos antes de reentrar na atmosfera terrestre. O pior de tudo é que a preocupação com o rei descontrolado e perigoso dos detritos espaciais está a aumentar de dia para dia.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="717411" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/alerta-nas-costas-mexicanas-destrocos-da-spacex-ameacam-a-nidificacao-de-tartarugas-marinhas.html" title="Alerta nas costas mexicanas: destroços da SpaceX ameaçam a nidificação de tartarugas marinhas">Alerta nas costas mexicanas: destroços da SpaceX ameaçam a nidificação de tartarugas marinhas</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/alerta-nas-costas-mexicanas-destrocos-da-spacex-ameacam-a-nidificacao-de-tartarugas-marinhas.html" title="Alerta nas costas mexicanas: destroços da SpaceX ameaçam a nidificação de tartarugas marinhas"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/alerta-en-costas-mexicanas-desechos-de-spacex-amenazan-la-anidacion-de-tortugas-marinas-1751172868892_320.jpeg" alt="Alerta nas costas mexicanas: destroços da SpaceX ameaçam a nidificação de tartarugas marinhas"></a></article></aside><p>Para agravar este quadro sombrio, a empresa, com <strong>mais de 10.000 satélites a transitar na nossa órbita baixa</strong>, enfrenta um justificado e rigoroso escrutínio internacional por parte de brilhantes cientistas dedicados ao estudo permanente do frágil ecossistema tecnológico que rodeia a Terra.</p><p>Esta geração descontrolada de detritos artificiais obriga constantemente as outras empresas de satélites e os fornecedores de lançamentos a vigiarem as suas trajetórias, pois podem ser obrigados a efetuar manobras tácticas para evitar colisões com o lixo de Elon.</p><h3>Prevenção técnica e manobras extremas</h3><p>As consequências desta pilha de detritos em constante crescimento são já palpáveis atualmente. Por exemplo, há uma semana, a Estação Espacial Internacional foi forçada a efetuar uma manobra urgente de desvio para proteger os seus astronautas.</p><p>Durante esse evento orbital, um gigantesco fragmento letal de um antigo satélite meteorológico destruído <strong>estava prestes a passar perigosamente perto, a apenas 4 quilómetros de distância</strong>. A proximidade acionou automaticamente os protocolos internacionais de segurança espacial para modificar a órbita do laboratório científico.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="710182" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/lixo-espacial-detetado-com-infrassons-eis-como-os-cientistas-localizam-os-objetos-que-caem-do-espaco.html" title="Lixo espacial detetado com infrassons: eis como os cientistas localizam os objetos que caem do espaço">Lixo espacial detetado com infrassons: eis como os cientistas localizam os objetos que caem do espaço</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/lixo-espacial-detetado-com-infrassons-eis-como-os-cientistas-localizam-os-objetos-que-caem-do-espaco.html" title="Lixo espacial detetado com infrassons: eis como os cientistas localizam os objetos que caem do espaço"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/basura-espacial-detectada-con-infrasonidos-asi-rastrean-los-cientificos-los-objetos-que-caen-del-espacio-1746884144024_320.jpg" alt="Lixo espacial detetado com infrassons: eis como os cientistas localizam os objetos que caem do espaço"></a></article></aside><p>Através de uma sincronização técnica sem precedentes, agências como a NASA e a Roscosmos activaram os propulsores da nave espacial Progress acoplada, com um <strong>ajuste preventivo que durou 5 minutos e 31 segundos</strong>, permitindo-lhes evitar uma colisão que poderia ter-se tornado trágica e iminente.</p><p>Perante todas estas ameaças, o sector da tecnologia espacial está a conceber ativamente contramedidas inovadoras, por exemplo, os projetos europeus estão a construir garras espaciais mecânicas, enquanto outras empresas estão a testar amortecedores magnéticos para recolher os detritos estelares em crescimento.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/spacex-perde-o-contacto-com-um-satelite-e-sao-detetados-dezenas-de-objetos-no-espaco.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[O problema mais comum com o bambu-da-sorte e como resolvê-lo antes que seja tarde demais]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/o-problema-mais-comum-com-o-bambu-da-sorte-e-como-resolve-lo-antes-que-seja-tarde-demais.html</link><pubDate>Fri, 10 Apr 2026 08:45:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>O bambu-da-sorte parece uma planta fácil de cuidar... até começar a amarelar sem motivo aparente. O que muita gente não sabe é que o problema quase sempre está na água.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-problema-mas-comun-del-bambu-de-la-suerte-y-como-solucionarlo-antes-de-que-sea-tarde-1775369394866.png" data-image="dfvea6f6ta0e"><figcaption>O bambu-da-sorte não é, na verdade, um bambu verdadeiro, mas sim uma planta do género <em>Dracaena</em>, amplamente utilizada em ambientes internos.</figcaption></figure><p>O <strong>bambu-da-sorte</strong>, ou <em>Dracaena sanderiana</em>, tornou-se uma planta doméstica favorita, não apenas pela sua adequação às tendências minimalistas, mas também por ser uma <strong>planta resistente e de baixa manutenção</strong>. É cada vez mais comum encontrá-lo em escritórios, adornando mesas ou crescendo em água com requisitos mínimos de cuidado.</p><p>No entanto, esta facilidade de cuidado muitas vezes leva a descuidos que acabam por afetar a sua saúde. Um dos erros mais frequentes é presumir que qualquer tipo de água é adequado. Como é cultivado em recipientes com água em vez de substrato para vasos ou terra, <strong>o bambu depende inteiramente da qualidade da água em que está imerso</strong>.</p><div class="texto-destacado">O cloro afeta diretamente as raízes, impedindo o seu funcionamento adequado e enfraquecendo toda a planta.</div><p>É aqui que o problema começa, pois <strong>a água da torneira contém elementos que as plantas não toleram bem</strong>. O principal deles é o cloro, um desinfetante usado na água potável, que é seguro para humanos, mas pode ser altamente tóxico para muitas plantas de interior.</p><p>Quando o dano começa, os sintomas geralmente aparecem gradualmente. Primeiro, nota-se um leve <strong>amarelamento das folhas</strong>, seguido por<strong> pontas secas</strong> ou até mesmo <strong>caules que perdem a turgidez</strong>. Muitas pessoas pensam que é falta de nutrientes ou excesso de luz, quando na realidade o problema está na causa principal: a água.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-problema-mas-comun-del-bambu-de-la-suerte-y-como-solucionarlo-antes-de-que-sea-tarde-1775369413674.png" data-image="j4hmpz05ucv7"><figcaption>Pode viver vários anos apenas em água, desde que seja mantida limpa, livre de cloro e receba cuidados básicos constantes.</figcaption></figure><p>Se detetado precocemente, o bambu pode recuperar-se completamente. Mas, <strong>se não for tratado, o dano pode progredir e comprometer toda a planta</strong>. A boa notícia é que este problema tem uma solução muito simples que qualquer pessoa pode aplicar.</p><h2>O inimigo invisível: cloro</h2><p>O cloro presente na água potável desempenha um papel importante na saúde pública, mas em plantas como o bambu-da-sorte, age como um fator de stress. Este composto <strong>pode queimar as raízes e prejudicar a absorção de água e nutrientes, resultando em folhas amareladas e crescimento lento</strong>.</p><div class="texto-destacado">O cloro é um elemento volátil, o que significa que pode evaporar se a água ficar em repouso por 24 a 48 horas.</div><p>As raízes desta planta são especialmente sensíveis porque estão em constante contacto com a água. Ao contrário de uma planta no solo, onde o cloro pode ser diluído ou degradado, aqui o seu efeito é constante. Portanto, <strong>mesmo baixas concentrações podem causar danos cumulativos</strong>.</p><p><strong>Recomenda-se o uso de água purificada ou filtrada</strong>, que remove o cloro e outros compostos que podem afetar o desenvolvimento das raízes. Manter a mesma água no vaso por muito tempo também pode ser um problema, pois substâncias nocivas acumulam-se e o oxigénio disponível é reduzido.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/el-problema-mas-comun-del-bambu-de-la-suerte-y-como-solucionarlo-antes-de-que-sea-tarde-1775369455224.png" data-image="639874goy7t1"><figcaption>No feng shui, o número de hastes possui significados especiais, como três para felicidade, cinco para saúde e seis para abundância.</figcaption></figure><p>Devemos considerar que o cloro afeta não só as raízes, mas também o equilíbrio geral da planta. Quando<strong> o sistema radicular enfraquece, a planta perde a capacidade de sustentar folhas saudáveis, o que acelera o seu declínio</strong>. Portanto, garantir a qualidade adequada da água é fundamental para o cuidado com as plantas.</p><h3>Sinais de alerta e como corrigi-los a tempo</h3><p>O primeiro sinal que costuma aparecer é o amarelecimento das folhas, principalmente nas pontas. Isto indica que a planta está sob stress e não está a absorver água adequadamente. Nesta fase, ainda é possível reverter completamente o problema fazendo<strong> mudanças simples</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="737116" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/desempenho-sismico-de-estruturas-de-bambu-e-as-suas-recomendacoes-de-projeto.html" title="Desempenho sísmico de estruturas de bambu e as suas recomendações de projeto">Desempenho sísmico de estruturas de bambu e as suas recomendações de projeto</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/desempenho-sismico-de-estruturas-de-bambu-e-as-suas-recomendacoes-de-projeto.html" title="Desempenho sísmico de estruturas de bambu e as suas recomendações de projeto"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/desempenho-sismico-de-estruturas-de-bambu-e-as-suas-recomendacoes-de-projeto-1761925473002_320.png" alt="Desempenho sísmico de estruturas de bambu e as suas recomendações de projeto"></a></article></aside><p> Uma das ações mais eficazes é <strong>podar as folhas secas ou danificadas</strong>. Isto melhora a aparência da planta e também evita que ela desperdice energia em tecidos que não podem mais regenerar. A poda deve sempre ser feita com tesouras limpas e desinfetadas, realizando cortes precisos para evitar causar mais stress. </p><div class="texto-destacado">A iluminação adequada ajuda a planta a recuperar mais rapidamente e a manter um crescimento equilibrado.</div><p>Também é necessário<strong> inspecionar as raízes</strong>. Se estiverem escuras ou moles, é sinal de dano. Nesse caso, recomenda-se<strong> remover as partes afetadas e colocar a planta em água limpa e sem cloro</strong>, permitindo que ela desenvolva raízes novas e saudáveis. Este processo pode levar alguns dias, mas geralmente é muito eficaz.</p><p>Em última análise, a<strong> prevenção é sempre a melhor estratégia</strong>. Manter uma rotina básica de cuidados, com rega adequada e regular, e observação, ajuda a evitar problemas antes que eles surjam. O bambu-da-sorte não é complicado, mas requer atenção aos detalhes.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/o-problema-mais-comum-com-o-bambu-da-sorte-e-como-resolve-lo-antes-que-seja-tarde-demais.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A Organização Meteorológica Mundial avisa: “O clima da Terra está cada vez mais desequilibrado” ]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/a-organizacao-meteorologica-mundial-avisa-o-clima-da-terra-esta-cada-vez-mais-desequilibrado.html</link><pubDate>Fri, 10 Apr 2026 07:31:00 +0000</pubDate><category>Atualidade</category><description><![CDATA[<p>A Organização Meteorológica Mundial, OMM, divulgou recentemente um Relatório sobre o estado do clima global no final de 2025.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-organizacao-meteorologica-mundial-avisa-o-clima-da-terra-esta-cada-vez-mais-desequilibrado-1775582779487.jpg" data-image="45t8sdsst01d" alt="Clima global" title="Clima global"><figcaption>O recente relatório da OMM, Estado Global do Clima, pretende demonstrar que o planeta Terra está a ser levado para além dos seus limites.</figcaption></figure><p>Este Relatório, divulgado no Dia Mundial da Meteorologia, 23 de março, este ano com o tema "Observar o Hoje, Proteger o Amanhã”, alerta para as mudanças climáticas que estão a ocorrer no globo.</p><h2>Estado do Clima na Terra</h2><p>Em 2025 continuaram a ocorrer eventos extremos em todo o mundo, incluindo calor intenso, chuvas torrenciais e ciclones tropicais <strong>que causaram grandes devastações, evidenciando a vulnerabilidade das economias e das comunidades</strong>.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>De acordo com a OMM, o clima da Terra está mais desequilibrado do que em qualquer outro momento da história observada.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>As concentrações de gases com efeito de estufa continuam a impulsionar o aquecimento contínuo da atmosfera e dos oceanos, bem como o degelo.</p><p>O relatório confirmou que os últimos anos, 2015 a 2025, foram os 11 anos mais quentes registados, e <strong>2025 foi o terceiro ano mais quente já registado, com cerca de 1,43<sup>o</sup>C acima da média de 1850-1900</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-organizacao-meteorologica-mundial-avisa-o-clima-da-terra-esta-cada-vez-mais-desequilibrado-1775582973265.jpg" data-image="6y31zp41xgth" alt="Anomalias da temperatura média global" title="Anomalias da temperatura média global"><figcaption>Anomalias anuais da temperatura média global em relação a uma linha de base pré-industrial (1850–1900). Os dados são provenientes dos conjuntos de dados indicados na figura com diferentes cores. Fonte: WMO - State of the Global Climate Report 2025</figcaption></figure><p>O degelo das calotas polares e dos glaciares continua a contribuir para o aumento do nível do mar.</p><p>Em 2025, tanto a Antártida como a Gronelândia perderam massa de gelo significativa, enquanto o gelo marinho do Ártico atingiu a segunda menor extensão média anual desde o início dos registos por satélite em 1979.</p><p>A perda de glaciares também acelerou, tendo sido registados níveis excecionais na Islândia e ao longo da costa do Pacífico da América do Norte em 2025.</p><p><strong>O nível médio global do mar em 2025 foi comparável aos máximos recordes registados em 2024</strong> e está agora cerca de 11 cm acima do nível registado no início do período de observação por satélite em 1993.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>Espera-se que o aquecimento dos oceanos e o degelo impulsionem a subida do nível do mar durante séculos.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>O oceano continua a absorver dióxido de carbono e a aquecer, absorvendo a maior parte do excesso de calor do planeta. Mais de 91% do excesso de calor é armazenado no oceano, ajudando a suavizar o aumento da temperatura em terra.</p><p><strong>Nas últimas duas décadas, o oceano absorveu o equivalente a cerca de 18 vezes o consumo anual de energia humana a cada ano</strong>. Em 2025, o conteúdo de calor oceânico (até uma profundidade de 2.000 metros) atingiu o nível mais elevado desde o início dos registos em 1960, superando o recorde anterior estabelecido em 2024.</p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>O desequilíbrio energético da Terra tem vindo a aumentar, particularmente nos últimos 20 anos.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>As concentrações dos principais gases com efeito de estufa, dióxido de carbono, metano e óxido nitroso, influenciam o balanço energético da Terra, que é a diferença entre a energia que entra no sistema terrestre proveniente do sol e a energia que sai do planeta.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/a-organizacao-meteorologica-mundial-avisa-o-clima-da-terra-esta-cada-vez-mais-desequilibrado-1775583604418.jpg" data-image="x1ggnxqdui7q" alt="Gases com efeito de estufa" title="Gases com efeito de estufa"><figcaption>Os gases com efeito de estufa contribuem para o aquecimento da atmosfera</figcaption></figure><p>As concentrações daqueles gases atingiram os níveis mais elevados em pelo menos 800.000 anos, <strong>impulsionando um desequilíbrio </strong><strong>energético da Terra crescente que atingiu um novo pico em 2025</strong>.</p><h2>Impactos climáticos nas economias e comunidades</h2><p>Os eventos climáticos extremos em 2025, incluindo ondas de calor, secas, incêndios florestais, tempestades e inundações, <strong>causaram milhares de mortes, afetaram milhões de pessoas e geraram milhares de milhões em perdas económicas</strong>.</p><div class="texto-destacado">O relatório observa ainda que o stress climático pode ter impactos em cascata na segurança alimentar, na migração e na estabilidade económica. A dependência dos combustíveis fósseis está a desestabilizar tanto o clima como a segurança global.</div><p>O relatório visa apoiar a tomada de decisões por parte dos governos, empresas e instituições e baseia-se em contributos científicos dos serviços meteorológicos nacionais, dos centros climáticos regionais da OMM, dos parceiros das Nações Unidas e de dezenas de especialistas.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="734045" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/a-omm-lanca-um-alerta-o-ciclo-da-agua-esta-a-tornar-se-erratico-imprevisivel-e-extremo.html" title="A OMM lança um alerta: “O ciclo da água está a tornar-se errático, imprevisível e extremo”">A OMM lança um alerta: “O ciclo da água está a tornar-se errático, imprevisível e extremo”</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/a-omm-lanca-um-alerta-o-ciclo-da-agua-esta-a-tornar-se-erratico-imprevisivel-e-extremo.html" title="A OMM lança um alerta: “O ciclo da água está a tornar-se errático, imprevisível e extremo”"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-omm-lanza-una-advertencia-el-ciclo-del-agua-se-esta-volviendo-erratico-impredecible-y-extremo-1759009109314_320.png" alt="A OMM lança um alerta: “O ciclo da água está a tornar-se errático, imprevisível e extremo”"></a></article></aside><p><strong>O relatório Estado do Clima Global da OMM tem como um dos objetivos ser o suporte para a tomada de decisões</strong>. Está em consonância com o tema do Dia Meteorológico Mundial, porque quando se observa o presente, não se está apenas a prever o tempo, mas também a proteger o amanhã. </p><p>O relatório da OMM sinaliza um "estado de emergência" para o planeta, referindo que as rápidas mudanças impulsionadas pela atividade humana terão repercussões durante centenas, potencialmente milhares de anos. <strong>A janela de oportunidade para agir está a fechar-se, exigindo esforços urgentes e mais rápidos de mitigação e adaptação para limitar futuras perturbações</strong>.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/a-organizacao-meteorologica-mundial-avisa-o-clima-da-terra-esta-cada-vez-mais-desequilibrado.html</guid><dc:creator><![CDATA[Teresa Abrantes]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Chuva à vista? Estas 10 ilhas gregas baratas são a fuga perfeita]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/lazer/chuva-a-vista-estas-10-ilhas-gregas-baratas-sao-a-fuga-perfeita.html</link><pubDate>Fri, 10 Apr 2026 06:23:00 +0000</pubDate><category>Lazer</category><description><![CDATA[<p>Se a instabilidade atmosférica está de volta a Portugal, esta pode ser a desculpa ideal para marcar férias. Descubra 10 ilhas gregas acessíveis para trocar a chuva pelo sol.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-a-vista-estas-10-ilhas-gregas-baratas-sao-a-fuga-perfeita-1775560502763.jpg" data-image="76ttznrut6q7" alt="Ilhas gregas" title="Ilhas gregas"><figcaption>Está na altura de fugir para estas ilhas gregas. Foto: Unsplash</figcaption></figure><p>A<strong> instabilidade atmosférica</strong> regressou a Portugal continental? Já só pensa em fugir para uma ilha paradisíaca, onde a chuva e a trovoada não são esperados? </p><p>Temos boas e más notícias para si. A partir de quinta-feira (9 de abril) a incerteza na previsão aumenta de forma significativa, sobretudo por causa da trajetória errática da depressão. “Os primeiros sinais sugerem uma pausa temporária (e quase generalizada) na instabilidade no dia 9 de abril, com <strong>o retorno do tempo instável marcado para sexta-feira (10)</strong>”, nota Alfredo Graça.</p><p>A boa notícia é que é a desculpa perfeita para fazer as malas e partir para a aventura. “Gostava de ir passar férias à Grécia, mas fica assustado com os preços? Reunimos as <strong>10 ilhas gregas mais acessíveis</strong>”, lê-se na revista ‘Travel MAGG’.</p><p>Apostamos que já sonhou com uns dias passados na<strong> Grécia</strong>. Os preços, ou o turismo em massa, contudo, podem fazer qualquer um mudar de ideias. O que poucos sabem, porém, é que, além das mais conhecidas, <strong>o país tem outras ilhas igualmente paradisíacas</strong>, com preços mais baixos. </p><div class="texto-destacado">Com base na pesquisa no 'TravelSupermarket', a 'Travel MAGG' reuniu precisamente as “<strong>10 joias gregas que oferecem a mesma magia</strong>, mas que acabam por ter preços mais económicos para a carteira”. Curioso?</div><p>Para chegar a esta lista, a revista procurou os preços médios por pessoa para <strong>estadias de sete noites</strong>, entre 16 de setembro de 2025 e 15 de março de 2026. “Desde ilhas onde foram filmadas algumas cenas do filme ‘Mamma Mia’ a ilhas montanhosas, passando por ruínas antigas e baías paradisíacas, as sugestões começam com os preços mais baixos (687€) e terminam nos mais caros.”</p><h2>Kefalonia, 687€ por sete noites</h2><p><strong>Kelofonia</strong> é uma ilha menos conhecida e mais calma, ideal para quem quer descansar longe de confusão. Além disso, tem boas praias, um ambiente local autêntico e é perfeita para dias tranquilos sem pressa.</p><figure> <img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-a-vista-estas-10-ilhas-gregas-baratas-sao-a-fuga-perfeita-1775560290448.jpg" data-image="f0csnyu4pj9f" alt="Kefalonia" title="Kefalonia"><figcaption>Apesar de não ter a popularidade de outras ilhas gregas, como Mykonos ou Santorini, em termos de beleza, Kefalonia não lhes fica nada atrás. Foto: Unsplash</figcaption></figure><p>“Um refúgio para quem procura um ambiente grego mais calmo, com <strong>praias de areia branca, águas turquesa e vinho local</strong>”, escreveram os autores da lista.</p><h2>Lefkas, 698€ por sete noites</h2><p>Conhecida pelas suas <strong>praias impressionantes junto a falésias</strong>, é uma ótima escolha para quem gosta de natureza. Dá para combinar mar com passeios por aldeias pequenas e miradouros.</p><h2>Santorini, 734€ por sete noites</h2><p>Famosa pelas vistas e pelas casas brancas, <strong>Santorini é uma ilha muito procurada</strong>. Ainda assim, é bastante especial. Além das paisagens, destaca-se pelos pôr do sol e pela origem vulcânica.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="667197" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/esqueca-santorini-ha-uma-aldeia-em-portugal-que-parece-a-ilha-grega-mas-com-menos-turistas-turismo.html" title="Esqueça Santorini: há uma aldeia em Portugal que parece a ilha grega (mas com menos turistas)">Esqueça Santorini: há uma aldeia em Portugal que parece a ilha grega (mas com menos turistas)</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/esqueca-santorini-ha-uma-aldeia-em-portugal-que-parece-a-ilha-grega-mas-com-menos-turistas-turismo.html" title="Esqueça Santorini: há uma aldeia em Portugal que parece a ilha grega (mas com menos turistas)"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/esqueca-santorini-ha-uma-aldeia-em-portugal-que-parece-a-ilha-grega-mas-com-menos-turistas-1722068284385_320.jpg" alt="Esqueça Santorini: há uma aldeia em Portugal que parece a ilha grega (mas com menos turistas)"></a></article></aside><p>“Um paraíso conhecido pela arquitetura branca e azul, paisagem vulcânica e aldeias pitorescas.”</p><h2>Mykonos, 772€ por sete noites </h2><p>“Um dos <strong>destinos mais luxuosos da Grécia </strong>e ideal para quem procura diversão prolongada pela noite fora com música à mistura”, lê-se.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-a-vista-estas-10-ilhas-gregas-baratas-sao-a-fuga-perfeita-1775560764508.jpg" data-image="mtb9liw2s8un" alt="Mykonos" title="Mykonos"><figcaption>É bastante popular. Foto: Unsplash</figcaption></figure><p>Muito popular pela animação noturna, é ideal para quem quer férias com movimento. Durante o dia também tem praias e bons restaurantes.</p><h2>Rodes, 794€ por sete noites </h2><p>Rodes mistura <strong>praias com muita história</strong>, incluindo uma cidade antiga bem preservada. É uma boa opção para quem quer variar entre cultura e lazer.</p><h2>Creta, 885€ por sete noites</h2><p>Creta é uma ilha grande com muito para ver, <strong>desde praias a sítios históricos</strong>. Dá para fazer vários tipos de férias no mesmo destino, desde relaxar a explorar.</p><h2>Corfu, 947€ por sete noites </h2><p>“Um refúgio mediterrânico com o cenário perfeito para umas férias instagramáveis com águas cristalinas, pequenas vilas e uma herança cultural com muitos séculos.”</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="720105" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/esta-e-a-praia-mais-estranha-e-hipnotizante-da-grecia.html" title="Esta é a praia mais estranha (e hipnotizante) da Grécia">Esta é a praia mais estranha (e hipnotizante) da Grécia</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/esta-e-a-praia-mais-estranha-e-hipnotizante-da-grecia.html" title="Esta é a praia mais estranha (e hipnotizante) da Grécia"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/esta-e-a-praia-mais-estranha-e-hipnotizante-da-grecia-1752687698690_320.jpg" alt="Esta é a praia mais estranha (e hipnotizante) da Grécia"></a></article></aside><p>Corfu tem uma<strong> forte influência italiana</strong> visível na arquitetura e na comida. É uma ilha verde, com boas praias e vilas agradáveis para passear.</p><h2>Naxos, 1026€ por sete noites</h2><p>Mais tranquila do que outras ilhas populares, mas com<strong> boas praias e património histórico</strong>, é uma boa escolha para quem quer equilíbrio entre descanso e visitas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/chuva-a-vista-estas-10-ilhas-gregas-baratas-sao-a-fuga-perfeita-1775560899728.jpg" data-image="sjy68jnbehtp" alt="Naxos" title="Naxos"><figcaption>Naxos é uma ilha grega do mar Egeu, que pertence ao arquipélago das Cíclades. Foto: Unsplash</figcaption></figure><p>“A ilha grega onde nasceu Zeus, rei dos deuses do Olimpo e onde as ruínas antigas unem-se às águas turquesa.”</p><h2>Kos, 1087€ por sete noites </h2><p>“Um destino ideal para quem quer<strong> relaxar nas praias</strong> e conhecer os antigos monumentos gregos e romanos.” Além de praias, tem <strong>ruínas antigas</strong> e uma boa infraestrutura turística.</p><h2>Skiathos, 1104€ por sete noites </h2><p>“A ilha onde foram filmados alguns cenários para <strong>o filme ‘Mamma Mia’</strong>. Perfeita para quem é fã do musical e quer relaxar no mar sem preocupações.”</p><p>Conhecida pelas praias de areia e mar calmo, é prática para férias sem complicações. Atrai quem quer sol, mar e um ambiente descontraído.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/lazer/chuva-a-vista-estas-10-ilhas-gregas-baratas-sao-a-fuga-perfeita.html</guid><dc:creator><![CDATA[Rita Caeiro]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Conheça o menú dos astronautas na Missão Artemis II]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/conheca-o-menu-dos-astronautas-na-missao-artemis-ii.html</link><pubDate>Fri, 10 Apr 2026 05:01:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>Da ciência da nutrição à logística da microgravidade. O que está no menu dos quatro astronautas? Saiba mais aqui!</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-menu-dos-astronautas-na-missao-artemis-ii-1775567246470.png" data-image="21ybxeehw5rr"><figcaption>O nome Artemis foi escolhido por ser a irmã gémea de Apolo, simbolizando o regresso da NASA à exploração lunar. Imagem gerada por IA.</figcaption></figure><p>Nestes dias muito ouvimos falar da missão Artemis 2 com a ida à Lua...no entanto, para além dos desafios técnicos de navegação e sobrevivência, existe uma questão quotidiana fundamental: <strong>como alimentar quatro astronautas num espaço confinado, sem frigorífico, sem fogão e sem possibilidade de reabastecimento? </strong></p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/moCuL9nVc2E/maxresdefault.jpg" alt="youtube video id=moCuL9nVc2E" id="moCuL9nVc2E"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>O "menu lunar" da Orion, a nave que transportará os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen, foi desenhado para responder precisamente a estas limitações.</p><h2>Variedade e a logística alimentar</h2><p>Diferente da Estação Espacial Internacional (ISS), que recebe regularmente fruta fresca e alimentos perecíveis através de naves de carga, a missão Artemis 2 é totalmente autónoma. Isto significa que tudo o que os astronautas consumirem durante os cerca de dez dias de missão deve ser transportado desde o lançamento.</p><div class="texto-destacado">A NASA revelou que a ementa inclui 189 itens únicos, entre alimentos e bebidas. </div><p>Para garantir que os astronautas não se cansam das opções, o menu foi pré-selecionado com base nas preferências individuais de cada tripulante, testadas exaustivamente antes do voo. Entre os destaques encontram-se:</p><ul><li><strong>58 tortilhas</strong>: Um elemento clássico no espaço, preferido ao pão tradicional porque não liberta migalhas, que poderiam danificar equipamentos ou ser inaladas em microgravidade.</li></ul><ul><li><strong>5 tipos de molho picante</strong>: Essenciais para compensar a perda de paladar que os astronautas sentem devido à deslocação de fluidos para a cabeça em gravidade zero.</li></ul><ul><li><strong>Sobremesas</strong>: O menu inclui pudins, bolos, chocolates e biscoitos para manter o moral da equipa.</li></ul><h2>O processo de preparação</h2><p>A preparação das refeições a bordo da Orion assemelha-se a um "acampamento de alta tecnologia". Sem eletrodomésticos convencionais, a tripulação utiliza um dispensador de água potável para reidratar alimentos liofilizados. Para as refeições quentes, <strong>dispõem de um aquecedor compacto, com um design semelhante a uma mala de mão, que permite aquecer os pacotes de comida</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/o-menu-dos-astronautas-na-missao-artemis-ii-1775567093703.png" data-image="qnaj4karlok8"><figcaption>A Orion (a nave) viaja a 40.000 km/h no regresso, uma velocidade tão elevada que exige paraquedas gigantes para uma amaragem segura. Imagem gerada por IA.</figcaption></figure><p>Contudo, existem restrições operacionais. Durante as fases críticas de lançamento e reentrada, o sistema de água não está disponível. Nestes períodos, os astronautas <strong>devem consumir alimentos "prontos a comer"</strong> que não necessitem de qualquer preparação.</p><h2>Nutrição e bem-estar psicológico<br></h2><p>A escolha dos alimentos não visa apenas satisfazer a fome. Os especialistas em nutrição da NASA <strong>equilibraram cuidadosamente as calorias, a hidratação e os nutrientes</strong> para garantir que a tripulação mantém o desempenho físico e cognitivo. </p><div class="texto-destacado">A hora das refeições é um momento vital de "comunidade", servindo para fortalecer os laços entre a tripulação e oferecer um conforto psicológico necessário em ambiente de isolamento extremo.<br></div><h2>Evolução desde a Era Apollo</h2><p>A ciência alimentar evoluiu drasticamente desde 1972, o último ano em que humanos estiveram na Lua. Enquanto os astronautas da Apollo tinham opções muito limitadas e, por vezes, pouco apetecíveis, <strong>a tripulação da Artemis 2 beneficia de décadas de inovação</strong>. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="735264" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/conheca-os-quatro-astronautas-que-viajarao-a-lua-na-missao-artemis-ii-da-nasa-em.html" title="Conheça os quatro astronautas que viajarão à Lua na missão Artemis II da NASA em 2026">Conheça os quatro astronautas que viajarão à Lua na missão Artemis II da NASA em 2026</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/conheca-os-quatro-astronautas-que-viajarao-a-lua-na-missao-artemis-ii-da-nasa-em.html" title="Conheça os quatro astronautas que viajarão à Lua na missão Artemis II da NASA em 2026"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/conoce-a-los-4-astronautas-que-viajaran-a-la-luna-en-2026-con-la-mision-artemis-ii-de-la-nasa-1759956584415_320.jpg" alt="Conheça os quatro astronautas que viajarão à Lua na missão Artemis II da NASA em 2026"></a></article></aside><p>Embora a Orion seja mais pequena que a ISS e não possua sistemas de refrigeração, a variedade e a sofisticação dos alimentos atuais garantem que a <strong>primeira viagem tripulada ao espaço profundo do século XXI</strong> <strong>seja feita com muito mais sabor</strong>.<em><br></em></p><h3><em>Referência da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.space.com/space-exploration/artemis/moon-menu-heres-what-the-artemis-2-astronauts-will-eat-during-their-historic-mission-video">https://www.space.com/space-exploration/artemis/moon-menu-heres-what-the-artemis-2-astronauts-will-eat-during-their-historic-mission-video</a></em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/conheca-o-menu-dos-astronautas-na-missao-artemis-ii.html</guid><dc:creator><![CDATA[Carlos Alves]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Universidade do Minho desenvolve língua eletrónica para detetar bebidas falsificadas]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/universidade-do-minho-desenvolve-lingua-eletronica-para-detetar-bebidas-falsificadas.html</link><pubDate>Thu, 09 Apr 2026 15:01:00 +0000</pubDate><category>Ciência</category><description><![CDATA[<p>A inovação é ecológica e de baixo custo, identificando, com a ajuda da inteligência artificial, adulterações em água, leite, azeite, café ou vinhos. </p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/universidade-do-minho-desenvolve-lingua-eletronica-para-detetar-bebidas-falsificadas-1775737033259.jpg" data-image="xmvyzckc36n9" alt="Mulher bebe café" title="Mulher bebe café"><figcaption>Cafés falsificados comprometem a qualidade da bebida e a segurança alimentar. O dispositivo da Universidade do Minho foi desenvolvido para detetar fraudes em bebidas em cerca de um minuto. Foto: Stokpic via Pixabay</figcaption></figure><p>À primeira vista, o aparelho desenvolvido na Escola de Ciências da Universidade do Minho parece uma simples ferramenta de medição. </p><p>Mas, por detrás dessa aparente simplicidade, há um mecanismo sofisticado que utiliza a <strong>inteligência artificial</strong> para identificar, em menos de um minuto, diferentes bebidas, como <strong>água</strong>, leite, <strong>café, azeite ou</strong> <strong>vinhos</strong>.</p><p>Da mesma forma que o paladar humano, o <strong>HITS</strong> (Hydrogel In-Tape Electronic Tongue) identifica <strong>sabores e texturas</strong> característicos de cada amostra. </p><div class="frase-destacada"><svg class="abre" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#abre"></use></svg>É, no fundo, uma espécie de língua eletrónica que analisa a assinatura elétrica de cada bebida.<svg class="cierra" viewBox="0 0 40 40"><use xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xlink:href="#cierra"></use></svg></div><p>Desenvolvido em parceria com a Universidade de São Paulo, no Brasil, o dispositivo funciona como um sensor que reconhece os diferentes <strong>sinais elétricos</strong> de cada líquido.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/universidade-do-minho-desenvolve-lingua-eletronica-para-detetar-bebidas-falsificadas-1775737098455.jpg" data-image="5by0sxfn7kv2" alt="azeite" title="azeite"><figcaption>A língua eletrónica dos investigadores do Minho deteta rapidamente se o azeite é virgem ou foi adulterado. Foto: Steve Buissinne via Pixabay</figcaption></figure><p>“É, essencialmente, uma <strong>imitação das nossas papilas gustativas</strong> que contêm células recetoras, convertendo estímulos químicos da comida em sinais nervosos enviados ao cérebro, permitindo-nos sentir o gosto e a temperatura”, explica Ricardo Brito-Pereira, investigador da Escola de Ciências, citado no comunicado da Universidade do Minho.</p><h2>Um simples gesto para detetar falsificações</h2><p>Ao contrário dos sensores eletrónicos convencionais, que detetam apenas uma substância, esta tecnologia <strong>analisa vários tipos de amostras e interpreta os sinais elétricos com algoritmos de inteligência artificial</strong>, distinguindo variações subtis na composição dos líquidos.</p><p>As suas capacidades permitem, desde logo, identificar se as bebidas ou os líquidos foram falsificados. É possível saber, por exemplo, se um vinho foi adulterado ou se o azeite é realmente virgem extra como indica o seu rótulo.</p><h2>Soluções económicas e biodegradáveis</h2><p>Outra grande vantagem desta tecnologia é o seu <strong>baixo custo</strong> – menos de um euro por unidade, segundo o estudo publicado na revista ACS Applied Electronic Materials. Simples de usar, o HITS pode ser <strong>operado por qualquer pessoa</strong>, várias vezes e em muitos locais.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="756991" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/investigadores-portugueses-criam-metodo-para-detetar-fraudes-na-comercializacao-do-arroz.html" title="Investigadores portugueses criam método para detetar fraudes na comercialização do arroz">Investigadores portugueses criam método para detetar fraudes na comercialização do arroz</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/investigadores-portugueses-criam-metodo-para-detetar-fraudes-na-comercializacao-do-arroz.html" title="Investigadores portugueses criam método para detetar fraudes na comercialização do arroz"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/investigadores-portugueses-criam-metodo-para-detetar-fraudes-na-comercializacao-do-arroz-1772543448013_320.jpg" alt="Investigadores portugueses criam método para detetar fraudes na comercialização do arroz"></a></article></aside><p>Não menos importantes são as suas características <strong>recicláveis</strong> e <strong>biodegradáveis</strong>. Além das suas componentes eletrónicas, o HITS é fabricado com plástico PET, tintas de carbono e um <strong>hidrogel</strong> de iota-carragenina, um polissacarídeo natural <strong>extraído de algas vermelhas</strong>.</p><div class="texto-destacado"><strong>“É crucial que os dispositivos de monitorização de uso intensivo sejam degradáveis ou recicláveis para reduzir o impacto ambiental e reforçar a segurança alimentar.”</strong> <br>Senentxu Lanceros-Mendez, professor da Universidade do Minho e coautor do estudo</div><p>É a leitura elétrica do hidrogel que, posteriormente, será interpretada pela inteligência artificial, fornecendo resultados em cerca de um minuto. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/universidade-do-minho-desenvolve-lingua-eletronica-para-detetar-bebidas-falsificadas-1775737225077.jpg" data-image="x555f0j5rnht" alt="sensor" title="sensor"><figcaption>O aparelho imita as nossas papilas gustativas, convertendo os estímulos químicos dos alimentos em sinais elétricos. Foto: Universidade do Minho</figcaption></figure><p>O intuito passa essencialmente por obter <strong>conclusões rápidas</strong> para agir imediatamente, seja para identificar <strong>adulterações alimentares</strong> ou monitorizar a qualidade ambiental, explica o investigador da Universidade do Minho.</p><h2>Uma área de investigação com grande potencial</h2><p>Os <strong>sensores eletroquímicos</strong> são ainda uma área emergente e <strong>pouco explorada</strong> a nível internacional. O que existe atualmente no mercado, segundo os investigadores, são apenas soluções de nicho, sobretudo da indústria japonesa, pouco sustentáveis e com tempos de análise mais longos.</p><p>Não havendo muitos centros de investigação a trabalhar em tecnologias similares, os autores do estudo relembram que este é um <strong>campo de investigação</strong> com “<strong>enormes possibilidades</strong>” científicas, tecnológicas e económicas.</p><h2>A abordagem integrada como método para soluções eficazes</h2><p>O projeto do HITS, em particular, resulta de uma <strong>colaboração multidisciplinar</strong>, com especialistas em química, física, materiais, eletrónica e inteligência artificial.</p><p>Seguindo uma abordagem multifacetada, os i<strong>nvestigadores desenvolveram internamente todas as etapas do dispositiv</strong><strong>o</strong>, desde a síntese dos materiais até à manufatura e aos testes. </p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="695309" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/revolucao-na-seguranca-alimentar-biossensor-portugues-deteta-toxinas-em-peixes-e-mariscos-ainda-no-alto-mar.html" title="Revolução na segurança alimentar: biossensor português deteta toxinas em peixes e mariscos ainda no alto-mar">Revolução na segurança alimentar: biossensor português deteta toxinas em peixes e mariscos ainda no alto-mar</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/actualidade/revolucao-na-seguranca-alimentar-biossensor-portugues-deteta-toxinas-em-peixes-e-mariscos-ainda-no-alto-mar.html" title="Revolução na segurança alimentar: biossensor português deteta toxinas em peixes e mariscos ainda no alto-mar"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/analises-rapidas-no-alto-mar-o-biossensor-portugues-deteta-toxinas-e-alergenios-em-peixes-e-mariscos-1738610479402_320.jpg" alt="Revolução na segurança alimentar: biossensor português deteta toxinas em peixes e mariscos ainda no alto-mar"></a></article></aside><p>A equipa, aliás, já trabalhou anteriormente em outros sensores eletroquímicos, mecânicos e óticos para a monitorização ambiental, a biomedicina e a agricultura.</p><p>Embora a prova de conceito do HITS já esteja demonstrada, os cientistas acreditam haver ainda <strong>espaço para otimizar</strong> a sensibilidade, a capacidade de discriminação e a produção em escala. </p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/universidade-do-minho-desenvolve-lingua-eletronica-para-detetar-bebidas-falsificadas-1775737388733.jpg" data-image="wx0zpe9bqvxy" alt="Ricardo Brito-Pereira (à direita) e Senentxu Lanceros-Mendez, investigadores da universidade do Minho" title="Ricardo Brito-Pereira (à direita) e Senentxu Lanceros-Mendez, investigadores da universidade do Minho"><figcaption>Ricardo Brito-Pereira (à direita) e Senentxu Lanceros-Mendez fazem parte da equipa da Universidade do Minho que desenvolveu o sensor. Foto: Universidade do Minho</figcaption></figure><p>O passo mais importante já foi dado e, agora, o seu desenvolvimento tecnológico e eventual <strong>comercialização</strong> podem ser realizados por <em>startups</em> ou empresas parceiras, rematam os autores do estudo.</p><h3><em>Referências da notícia</em></h3><p><em><a href="https://www.ecum.uminho.pt/pt/_layouts/15/UMinho.PortaisUOEI.UI/Pages/EventsDetail.aspx?id=67693&fbclid=IwY2xjawQyVeNleHRuA2FlbQIxMQBicmlkETFnQXJXYVJzQTk5Wk1kek83c3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHkLL3nUk3tXlCGEe2S7EpQCobpsvQMSCktjLjCZpSs7sgfWzKq7Mq1MLY3mn_aem_boJD_LHnh2u6GSNalIBSaA" target="_blank">UMinho desenvolve língua eletrónica sustentável que identifica bebidas em minutos</a>. Escola de Ciências da Universidade do Minho</em></p><p><em>Ricardo Brito-Pereira, Rita Polícia, Clarisse Ribeiro, Pedro Martins, Senentxu Lanceros-Mendez (Universidade do Minho) e Frank N. Crespilho (Universidade de São Paulo, Brasil). <a href="https://www.researchgate.net/publication/389366907_Hydrogel_In-Tape_Electronic_Tongue" target="_blank">Hydrogel In-Tape Electronic Tongue</a>. ACS Applied Electronic Materials</em></p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/universidade-do-minho-desenvolve-lingua-eletronica-para-detetar-bebidas-falsificadas.html</guid><dc:creator><![CDATA[Katia Catulo]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Ciclogénese explosiva iminente nas Ilhas Britânicas: eis os seus efeitos em Portugal este sábado, segundo Marta Godinho]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ciclogenese-explosiva-iminente-nas-ilhas-britanicas-eis-os-seus-efeitos-em-portugal-este-sabado-segundo-marta-godinho.html</link><pubDate>Thu, 09 Apr 2026 13:03:14 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Uma ciclogénese explosiva a oeste das Ilhas Britânicas vai agravar o tempo em Portugal continental a partir de sábado, trazendo vento forte e agitação marítima. Haverá ainda uma descida térmica, que será mais notória no domingo e em particular no Norte.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa4ywe6"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa4ywe6.jpg" id="xa4ywe6"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Esta quinta-feira, 9 de abril, <strong>Portugal continental continua sob influência de um centro depressionário já deslocado para latitudes africanas,</strong> mas que ainda condiciona o estado do tempo, sobretudo no Sul. Algarve e Alentejo deverão continuar com precipitação fraca a moderada e ambiente mais fresco, devido à entrada de ar frio associada ao desvio de ar polar nos últimos dias.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank">nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações. </div><p>Na sexta-feira, 10 de abril, a chuva no Sul tenderá a enfraquecer e a tornar-se mais dispersa ao longo do dia. Ao mesmo tempo, tanto hoje como amanhã, <strong>o Norte e o Centro deverão registar as temperaturas mais elevadas do país. </strong></p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-explosiva-e-iminente-efeitos-em-portugal-continental-neste-sabado-de-acordo-com-marta-godinho-1775735392274.png" data-image="jq2ittcafuoq" alt="Temperatura" title="Temperatura"> <figcaption data-lt-tmp-id="lt-17711">Na sexta-feira (10), o Norte e Centro poderão registar máximas próximas dos 28 ºC, enquanto o Sul se mantém mais fresco sob influência depressionária.</figcaption></figure><p>Em alguns locais dos distritos de Coimbra, Braga e Vila Real, as máximas poderão aproximar-se dos 28 ºC, enquanto o Sul continuará mais fresco.</p><h2>Sábado traz vento forte e aguaceiros ao continente</h2><p>A mudança mais significativa deverá chegar no sábado, 11 de abril, com o <strong>desenvolvimento de uma ciclogénese explosiva a oeste das Ilhas Britânicas.</strong></p><div class="texto-destacado"> Uma <strong>ciclogénese explosiva a latitudes médias/altas</strong> é a formação e intensificação muito rápida de uma depressão extratropical, geralmente no Atlântico Norte, causada por fortes contrastes de temperatura e pela dinâmica do jato polar, não estando relacionada com sistemas tropicais.</div><p>Embora o núcleo da depressão fique longe de Portugal continental, os seus efeitos indiretos deverão fazer-se sentir, sobretudo no Norte e na faixa costeira ocidental.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-explosiva-e-iminente-efeitos-em-portugal-continental-neste-sabado-de-acordo-com-marta-godinho-1775735418845.png" data-image="osla0tpst0al" alt="Rajada de vento" title="Rajada de vento"> <figcaption>No sábado, a ciclogénese explosiva a noroeste das Ilhas Britânicas deverá reforçar o vento em Portugal, com rajadas até 90 km/h na costa ocidental</figcaption></figure><p>O vento será uma das principais consequências. Durante a manhã de sábado, a intensificação deverá começar no Norte, alargando-se depois à restante costa oeste ao longo da tarde. <strong>Entre o litoral de Lisboa e Leiria, as rajadas poderão atingir os 90 km/h, sendo um cenário de risco moderado a forte</strong>.</p><p>Quanto à chuva, não se prevê, para já, um episódio muito organizado ou generalizado em Portugal. Ainda assim, poderão ocorrer aguaceiros dispersos em várias regiões, sem um padrão muito definido. A<strong> região Nordeste surge, nesta fase, como a zona com maior probabilidade de precipitação no sábado</strong>.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-explosiva-e-iminente-efeitos-em-portugal-continental-neste-sabado-de-acordo-com-marta-godinho-1775735557050.jpg" data-image="hggtf1lkh2s1" alt="Chuva" title="Chuva"><figcaption>A chuva em Portugal deverá surgir sob a forma de aguaceiros dispersos, com maior probabilidade de ocorrência no Nordeste durante o sábado.</figcaption></figure><p>Sendo uma situação atmosférica bastante dinâmica, a previsão poderá ainda ser ajustada mais perto do evento.</p><h2>Agitação marítima agrava-se e prolonga-se pela madrugada de domingo</h2><p>Outra consequência importante será o<strong> agravamento da agitação marítima</strong>. O estado do mar deverá piorar gradualmente ao longo de sábado, com impacto em toda a costa ocidental, prolongando-se pela madrugada de domingo, 12 de abril. A <strong>altura máxima da onda poderá ultrapassar os 10.5 m</strong>, entre Lisboa e Aveiro.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/ciclogenese-explosiva-e-iminente-efeitos-em-portugal-continental-neste-sabado-de-acordo-com-marta-godinho-1775735657927.png" data-image="kv2bk8dtjy57" alt="Altura máxima da onda" title="Altura máxima da onda"><figcaption>A agitação marítima aumentará ao longo de sábado e deverá prolongar-se pela madrugada de domingo em toda a costa oeste portuguesa.</figcaption></figure><p>Trata-se, aliás, de uma situação que já motivou<strong> avisos de risco moderado por parte do IPMA para a costa oeste portuguesa</strong>.</p><h2>Domingo mais frio, com temperaturas negativas nas serras</h2><p>No domingo, a ondulação do jato polar gerada por esta ciclogénese explosiva deverá empurrar ar mais frio para sul, <strong>provocando nova descida das temperaturas</strong>.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="763011" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/uma-massa-de-ar-polar-esta-a-aproximar-se-fara-com-que-as-temperaturas-em-portugal-descam-durante-3-dias.html" title="Uma massa de ar polar está a aproximar-se: fará com que as temperaturas em Portugal desçam durante 3 dias">Uma massa de ar polar está a aproximar-se: fará com que as temperaturas em Portugal desçam durante 3 dias</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/uma-massa-de-ar-polar-esta-a-aproximar-se-fara-com-que-as-temperaturas-em-portugal-descam-durante-3-dias.html" title="Uma massa de ar polar está a aproximar-se: fará com que as temperaturas em Portugal desçam durante 3 dias"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/uma-massa-de-ar-polar-esta-a-aproximar-se-fara-com-que-as-temperaturas-em-portugal-descam-durante-3-dias-1775732631072_320.jpg" alt="Uma massa de ar polar está a aproximar-se: fará com que as temperaturas em Portugal desçam durante 3 dias"></a></article></aside><p>Pela madrugada, <strong>esperam-se valores negativos em áreas montanhosas,</strong> como a Serra da Estrela, com cerca de -3 ºC, o Parque Nacional da Peneda-Gerês, com -2 ºC, e também no extremo nordeste transmontano, na região de Bragança, com valores a rondar os -3 ºC.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/ciclogenese-explosiva-iminente-nas-ilhas-britanicas-eis-os-seus-efeitos-em-portugal-este-sabado-segundo-marta-godinho.html</guid><dc:creator><![CDATA[Marta Godinho]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Tempo adverso na Madeira: aguaceiros, trovoada, vento forte e mar agitado; eis as 2 regiões mais afetadas até sábado]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tempo-adverso-na-madeira-aguaceiros-trovoada-vento-forte-e-mar-agitado-eis-as-2-regioes-mais-afetadas-ate-sabado.html</link><pubDate>Thu, 09 Apr 2026 12:39:22 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>O arquipélago da Madeira enfrenta agora a mesma depressão que afetou Portugal continental nos últimos dias. Até sábado, dia 11, há previsão de aguaceiros, trovoada, vento forte e mar agitado. Eis as zonas mais expostas.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa4yyl2"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa4yyl2.jpg" id="xa4yyl2"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>Desde o início da manhã desta quinta-feira (9) que <strong>o estado do tempo no arquipélago da Madeira tem vindo a agravar-se</strong> devido à aproximação da mesma depressão que afetou o Continente de forma irregular e intermitente entre terça e quarta-feira, período durante o qual houve ocorrência de aguaceiros e granizo, por vezes, localmente fortes.</p><div class="texto-destacado">Seja o primeiro a receber as previsões graças ao <strong><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank">nosso canal do WhatsApp</a></strong>. Siga-nos e ative as notificações.</div><p>Com este cenário meteorológico instável em curso, <strong>o IPMA emitiu</strong> <strong>aviso amarelo de precipitação e aviso laranja</strong> <strong>de agitação marítima</strong> para a Costa Norte, aviso amarelo de precipitação e vento para as Regiões Montanhosas e avisos amarelo e laranja de agitação marítima para a ilha de Porto Santo.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-adverso-na-madeira-aguaceiros-trovoada-vento-forte-e-mar-agitado-eis-as-2-regioes-mais-afetadas-ate-sabado-1775737817572.png" data-image="hmjkisw8uwvs"><figcaption>Na primeira metade de sexta-feira, 10 de abril, prevê-se um novo aumento da intensidade do vento em várias partes do arquipélago da Madeira, após um alívio temporário nas últimas horas do dia de hoje.</figcaption></figure><p><strong>Este episódio meteorológico adverso atingirá hoje e amanhã, dias 9 e 10 de abril, o seu pico de instabilidade</strong>, embora durante o fim de semana, particularmente no sábado, ainda se possam manifestar alguns vestígios de forma irregular e intermitente.</p><h2>Efeitos meteorológicos adversos expectáveis entre hoje e sexta na Madeira</h2><p>De acordo com os mapas de referência da Meteored, o centro da referida depressão não chegará a passar diretamente sobre o arquipélago da Madeira.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-adverso-na-madeira-aguaceiros-trovoada-vento-forte-e-mar-agitado-eis-as-2-regioes-mais-afetadas-ate-sabado-1775737666387.png" data-image="fno1p6omsmhg"><figcaption>Até às 06:00 da manhã de domingo, 12 de abril, os mapas estimam valores de chuva acumulada entre 40 e 50 mm em grande parte da Costa Norte da ilha da Madeira.</figcaption></figure><p>Porém, as linhas de instabilidade produzidas pelo sistema depressionário à medida que este se for deslocando para leste em direção a Marrocos, atingirão o território insular português sob a forma de precipitação convectiva: <strong>aguaceiros, por vezes fortes, ocasionalmente sob a forma de granizo e potencialmente acompanhados de trovoada, não se excluindo que possa nevar nos pontos mais elevados da ilha da Madeira</strong>.</p><p>Prevê-se que os aguaceiros sejam mais prováveis, frequentes e intensos na vertente norte, terras altas e extremidade ocidental da ilha da Madeira, tanto hoje (9), como amanhã (10).</p><div class="texto-destacado"><strong>A probabilidade de ocorrência de precipitação será maior na zona que se estende da Ponta do Pargo a Porto da Cruz, com a fase mais crítica prevista entre a meia-noite e o meio dia de amanhã, 10 de abril.</strong></div><p>Nas restantes zonas do arquipélago madeirense a instabilidade nestes dois dias também se manifestará, mas, como evidenciam os nossos mapas de previsão, a probabilidade será substancialmente menor.</p><p>Quanto ao vento, <strong>a</strong><strong> madrugada e manhã desta quinta-feira (9) foram marcadas por um vendaval de norte, com rajadas da ordem dos 90 km/h e que chegaram a atingir 110 km/h</strong>. Entretanto, ao longo da tarde, espera-se uma diminuição gradual da intensidade do vento, com as rajadas a atingirem 50/70 km/h, especialmente nas extremidades ocidental e oriental da ilha da Madeira.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/tempo-adverso-na-madeira-aguaceiros-trovoada-vento-forte-e-mar-agitado-eis-as-2-regioes-mais-afetadas-ate-sabado-1775737504435.png" data-image="6zyg54a9ai1f"><figcaption>Prevê-se que a madrugada de sexta-feira, 10 de abril, seja um dos períodos onde a probabilidade de chuva no arquipélago da Madeira seja mais elevada (superior a 90%).</figcaption></figure><p><strong>Amanhã</strong> é expectável que o vento volte a aumentar de intensidade, com um dos períodos mais fortes previstos <strong>entre as 05:00 e 10:00 da manhã</strong>, com rajadas até <strong>75 km/h na costa norte e até 80 km/h nas terras altas</strong>.</p><p>Em relação à agitação marítima, a fase mais crítica durou até ao meio-dia de hoje. Ainda assim, <strong>preveem-se ondas de noroeste com 4 a 5 metros de altura significativa na Costa Norte e ilha de Porto Santo até às 18:00</strong>. Na sexta e no sábado, dias 10 e 11 de abril, as ondas registarão altura significativa de 3 e 2 metros respetivamente, e uma altura máxima entre 4 a 6 metros.</p><h2>O que esperar no fim de semana em relação à chuva e ao vento?</h2><p>Com o afastamento quase total da depressão, no sábado (11) e à medida que o dia for passando, <strong>a ocorrência de precipitação terá tendência a diminuir</strong>, sendo novamente mais provável na Costa Norte e nas terras altas da ilha da Madeira.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="763011" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/uma-massa-de-ar-polar-esta-a-aproximar-se-fara-com-que-as-temperaturas-em-portugal-descam-durante-3-dias.html" title="Uma massa de ar polar está a aproximar-se: fará com que as temperaturas em Portugal desçam durante 3 dias">Uma massa de ar polar está a aproximar-se: fará com que as temperaturas em Portugal desçam durante 3 dias</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/uma-massa-de-ar-polar-esta-a-aproximar-se-fara-com-que-as-temperaturas-em-portugal-descam-durante-3-dias.html" title="Uma massa de ar polar está a aproximar-se: fará com que as temperaturas em Portugal desçam durante 3 dias"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/uma-massa-de-ar-polar-esta-a-aproximar-se-fara-com-que-as-temperaturas-em-portugal-descam-durante-3-dias-1775732631072_320.jpg" alt="Uma massa de ar polar está a aproximar-se: fará com que as temperaturas em Portugal desçam durante 3 dias"></a></article></aside><p>No domingo (12) os mapas projetam a hipótese de chuviscar apenas durante as primeiras horas da madrugada. O resto do dia será marcado por céu geralmente muito nublado. No fim de semana o vento soprará de norte e nordeste, sendo que <strong>nas primeiras horas de sábado preveem-se rajadas até 60 km/h</strong> nas extremidades ocidental e oriental da Madeira.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/tempo-adverso-na-madeira-aguaceiros-trovoada-vento-forte-e-mar-agitado-eis-as-2-regioes-mais-afetadas-ate-sabado.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Uma massa de ar polar está a aproximar-se: fará com que as temperaturas em Portugal desçam durante 3 dias]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/uma-massa-de-ar-polar-esta-a-aproximar-se-fara-com-que-as-temperaturas-em-portugal-descam-durante-3-dias.html</link><pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:44:36 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>A aproximação de uma massa de ar polar vai contribuir para uma descida generalizada dos termómetros, mas com mais impacto no Norte do país.</p><ul><li>Mais informações: <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/os-portugueses-devem-preparar-se-para-a-chuva-de-lama-superficies-e-veiculos-sujos-entre-sexta-e-sabado.html" target="_blank">Os portugueses devem preparar-se para a chuva de lama: superfícies e veículos sujos entre sexta e sábado</a></li></ul><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/uma-massa-de-ar-polar-esta-a-aproximar-se-fara-com-que-as-temperaturas-em-portugal-descam-durante-3-dias-1775732631072.jpg" data-image="6w90nxtu4wnw" alt="frio; descida das temperaturas" title="frio; descida das temperaturas"><figcaption>Depois de uma subida acentuada dos termómetros, especialmente no Norte do país, eis que os mesmos deverão registar uma nova descida já no próximo sábado, dia 11 de abril.</figcaption></figure><p>Em <strong>72h Portugal Continental registará uma verdadeira montanha-russa nas temperaturas</strong>. Entre ontem e hoje, quinta-feira, o Norte do país registou uma subida bastante expressiva dos valores máximos, onde alguns locais devem registar uma diferença de até 13 ºC. </p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong> <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank">nosso canal do WhatsApp</a>.</strong> Siga-nos e ative as notificações. </div><p> No entanto, e ainda que estes valores possam manter-se agradáveis amanhã, sexta-feira, espera-se uma <strong>nova descida, também acentuada, destes valores já no próximo sábado</strong>, dia 11. Esta descida poderá ser generalizada ainda que se deva sentir mais no Norte do país, devido à diferença face à atual subida.</p><h2>Aproximação de massa de ar polar está na origem desta descida térmica</h2><p>Como temos vindo a avançar noutras previsões, está prevista a <strong>aproximação de uma massa de ar polar, que irá contribuir para esta descida dos termómetros</strong> de forma acentuada, entre sexta e sábado, e cuja tendência de diminuição deverá manter-se até segunda-feira, dia 13 de abril.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/uma-massa-de-ar-polar-esta-a-aproximar-se-fara-com-que-as-temperaturas-em-portugal-descam-durante-3-dias-1775733437233.png" data-image="6mmzqdkrm8sy" alt="temperatura do ar à superfície" title="temperatura do ar à superfície"><figcaption>O Norte do país registará uma descida de até 11 ºC na temperatura máxima, entre sexta-feira e sábado.</figcaption></figure><p>Segundo a mais recente atualização do nosso modelo de confiança, ECMWF, e tal como podemos observar neste mapa, <strong>o Norte e Centro deverão ser as regiões mais afetadas por esta descida</strong>, com algumas exceções locais ao longo da faixa interior. Assim, as temperaturas máximas, no sábado, poderão manter-se entre os 14 ºC em Aveiro e Viana do Castelo e os 22 ºC em Faro. No Norte, os termómetros não deverão ultrapassar os 18 ºC, em Bragança, e no Centro a máxima mais elevada poderá ser de 20 ºC em Castelo Branco.</p><h2>Descida dos valores mantém-se no domingo e na segunda-feira</h2><p>No domingo, é esperada uma nova descida generalizada, onde <strong>a temperatura mais elevada do dia poderá ser de 19 ºC em Faro</strong>. Já a mais baixa poderá ser na Guarda, com 12 ºC de máxima. Localmente, estes valores podem diferir, mas no geral, espera-se um dia mais fresco, com praticamente todo o continente a registar <strong>anomalias térmicas negativas</strong>, indicando valores abaixo da normal climatológica.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="762884" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/alfredo-graca-avisa-sobre-o-ar-polar-maritimo-que-afetara-portugal-entre-sabado-e-domingo.html" title="Alfredo Graça avisa sobre o ar polar marítimo que afetará Portugal entre sábado e domingo">Alfredo Graça avisa sobre o ar polar marítimo que afetará Portugal entre sábado e domingo</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/alfredo-graca-avisa-sobre-o-ar-polar-maritimo-que-afetara-portugal-entre-sabado-e-domingo.html" title="Alfredo Graça avisa sobre o ar polar marítimo que afetará Portugal entre sábado e domingo"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/alfredo-graca-avisa-sobre-o-ar-polar-maritimo-que-afetara-portugal-entre-sabado-e-domingo-1775663178616_320.png" alt="Alfredo Graça avisa sobre o ar polar marítimo que afetará Portugal entre sábado e domingo"></a></article></aside><p>Na<strong> segunda-feira esta tendência de descida mantém-se</strong>, sendo esperados valores máximos entre os 10 ºC na Guarda e os 19 ºC em Lisboa. No <strong>Norte do país não se esperam máximas acima dos 15 ºC</strong>. Ainda assim, e com a mudança de fluxo, espera-se um afastamento desta massa de ar polar, trazendo de volta uma subida gradual das temperaturas máximas, a partir de terça-feira.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/uma-massa-de-ar-polar-esta-a-aproximar-se-fara-com-que-as-temperaturas-em-portugal-descam-durante-3-dias.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[A flor que faz furor nos interiores: veja como cuidar da sua kalanchoe para que dure mais tempo]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/plantas/a-flor-que-faz-furor-nos-interiores-veja-como-cuidar-da-sua-kalanchoe-para-que-dure-mais-tempo.html</link><pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:05:00 +0000</pubDate><category>Plantas</category><description><![CDATA[<p>Uma planta resistente, que floresce facilmente e não exige muitos cuidados. No entanto, se já a tiveste em casa, de certeza que sabes que não é uma planta tão comum como parece.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-flor-que-arrasa-en-interiores-asi-puedes-cuidar-tu-kalanchoe-para-que-dure-mas-1775537891900.png" data-image="jphjr7nmvk2p"><figcaption>A kalanchoe consegue armazenar água suficiente nas suas folhas para sobreviver até duas semanas sem rega, em condições normais.</figcaption></figure><p>A kalanchoe é uma planta que pertence ao grupo das suculentas, o que significa que tem a capacidade de armazenar água nas suas folhas. Por isso, é mais resistente à seca do que outras plantas ornamentais.</p><div class="texto-destacado">A sua principal vantagem torna-se a sua maior desvantagem: embora seja capaz de armazenar grandes quantidades de água nas suas folhas, o excesso de rega pode danificá-la.</div><p>Nos viveiros e lojas de jardinagem, costuma encontrar-se em plena floração, o que a torna ainda mais atraente. <strong>Muitas vezes chega a casa em boas condições, mas manter esse nível requer cuidados específicos</strong> que, muitas vezes, não temos. E é aqui que começa a diferença entre durar poucas semanas... ou viver durante meses.</p><p>Esta espécie é uma planta de dias curtos. O que significa que <strong>a sua floração está diretamente relacionada com a quantidade de luz que recebe ao longo do dia</strong>. Compreender isto ajuda a perceber por que razão deixa de florescer e como pode estimular novos rebentos.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-flor-que-arrasa-en-interiores-asi-puedes-cuidar-tu-kalanchoe-para-que-dure-mas-1775537923593.png" data-image="f92s7hqem870"><figcaption>A rega por imersão é uma das melhores formas de regar esta planta sem a danificar.</figcaption></figure><p>Embora seja resistente, <strong>as mudanças bruscas de temperatura, as correntes de ar e os espaços muito fechados</strong> podem afetar o seu desenvolvimento e a sua capacidade de florescer. Não é a mesma coisa mantê-la numa sala bem iluminada e ventilada do que num canto escuro ou perto de uma janela onde receba ar frio ou calor direto.</p><h2>Como cuidar da sua kalanchoe em ambientes interiores e não falhar na tentativa</h2><p>O fator determinante é a luz intensa e brilhante. <strong>Isto não significa necessariamente que a planta tenha de estar exposta ao sol direto o dia todo</strong>, mas sim que esteja num espaço bem iluminado, como perto de uma janela. Se a colocar num local com pouca luz, a planta sobreviverá, mas deixará de florescer e começará a enfraquecer gradualmente.</p><div class="texto-destacado">Mesmo estando no interior, a kalanchoe aprecia espaços onde haja circulação de ar. Isto ajuda a prevenir doenças fúngicas e mantém a planta mais equilibrada.</div><p>Em termos práticos, uma janela virada a leste ou a oeste costuma ser o local ideal. É nessas zonas que recebe luz suficiente, sem o stress do sol do meio-dia. Quando a luz é adequada, irá notar folhas firmes, de cor verde intensa, e flores que permanecem abertas por mais tempo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="762492" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/se-o-seu-terraco-estiver-orientado-para-norte-estas-sao-as-plantas-que-melhor-suportam-a-sombra.html" title="Se o seu terraço estiver orientado para norte, estas são as plantas que melhor suportam a sombra">Se o seu terraço estiver orientado para norte, estas são as plantas que melhor suportam a sombra</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/se-o-seu-terraco-estiver-orientado-para-norte-estas-sao-as-plantas-que-melhor-suportam-a-sombra.html" title="Se o seu terraço estiver orientado para norte, estas são as plantas que melhor suportam a sombra"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/si-tu-terraza-esta-orientada-al-norte-estas-son-las-plantas-que-mejor-soportan-la-sombra-1775041462250_320.jpeg" alt="Se o seu terraço estiver orientado para norte, estas são as plantas que melhor suportam a sombra"></a></article></aside><p>A rega é outro fator importante. Aqui aplica-se uma regra simples: só deve regar quando o substrato estiver completamente seco. <strong>Como boa suculenta, a kalanchoe prefere ficar com falta de água a ter os pés molhados</strong>. Um excesso de humidade pode provocar o apodrecimento das raízes em poucos dias.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-flor-que-arrasa-en-interiores-asi-puedes-cuidar-tu-kalanchoe-para-que-dure-mas-1775537990787.png" data-image="i2etr079n6w8"><figcaption>Algumas variedades alteram ligeiramente a cor das suas folhas, dependendo da intensidade da luz que recebem.</figcaption></figure><p>O tipo de substrato também é muito importante. O ideal é usar um substrato com boa drenagem, como uma mistura para cactos ou suculentas. <strong>Isto permite que a água escorra adequadamente e não fique retida num ponto de saturação</strong>. Se usar terra preta, terra de jardim ou um substrato muito compacto, o risco de problemas aumenta consideravelmente.</p><h3>O segredo para que as flores durem mais tempo: cuidados e manutenção das flores </h3><p>O ponto em que se nota realmente a diferença: remover as flores. <strong>Este processo, conhecido como desbaste, permite que a planta deixe de gastar energia em flores que já terminaram o seu ciclo </strong>e a redirecione para o desenvolvimento de novos rebentos. Se não remover as flores murchas, a planta entrará numa espécie de "repouso" mais prolongado.</p><div class="texto-destacado">Ao realizar a poda de forma constante, estimula-se a produção de novas flores e prolonga-se o período de floração.</div><p>O corte deve ser feito logo abaixo do caule floral, utilizando tesouras limpas. Não é necessário fazer podas agressivas, basta remover o que já não está ativo. É um procedimento simples, mas muito eficaz. Por outro lado, se o que se pretende é induzir a floração, basta controlar a luz. Ao reduzir as horas de luz, "forçaremos" a planta a produzir mais flores.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="747705" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/transforme-o-seu-lixo-organico-em-ouro-para-as-suas-plantas-um-guia-para-fazer-compostagem-caseira-sem-maus-cheiros.html" title="Transforme o seu lixo orgânico em ouro para as suas plantas: um guia para fazer compostagem caseira sem maus cheiros">Transforme o seu lixo orgânico em ouro para as suas plantas: um guia para fazer compostagem caseira sem maus cheiros</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/plantas/transforme-o-seu-lixo-organico-em-ouro-para-as-suas-plantas-um-guia-para-fazer-compostagem-caseira-sem-maus-cheiros.html" title="Transforme o seu lixo orgânico em ouro para as suas plantas: um guia para fazer compostagem caseira sem maus cheiros"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/convierte-tu-basura-organica-en-oro-para-tus-plantas-la-guia-para-hacer-composta-casera-sin-malos-olores-1765846934407_320.png" alt="Transforme o seu lixo orgânico em ouro para as suas plantas: um guia para fazer compostagem caseira sem maus cheiros"></a></article></aside><p>Embora não seja uma planta exigente, é importante fertilizá-la de vez em quando: <strong>aplicar um fertilizante suave para plantas a cada três ou quatro semanas, durante a fase de crescimento, pode ajudar a melhorar a qualidade e a duração das flores</strong>. Se combinar boa iluminação, rega controlada e a remoção das flores murchas, ela pode florescer várias vezes ao ano.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/plantas/a-flor-que-faz-furor-nos-interiores-veja-como-cuidar-da-sua-kalanchoe-para-que-dure-mais-tempo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Os portugueses devem preparar-se para a chuva de lama: superfícies e veículos sujos entre sexta e sábado]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/previsao/os-portugueses-devem-preparar-se-para-a-chuva-de-lama-superficies-e-veiculos-sujos-entre-sexta-e-sabado.html</link><pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:59:02 +0000</pubDate><category>Previsão</category><description><![CDATA[<p>Entre amanhã e sábado é esperada a ocorrência de chuva de lama em alguns locais do país, devido à presença das poeiras saarianas e à chuva prevista.</p><figure id="first-video" class="video-dailymotion"><div id="player-xa4yltq"><img src="https://services.meteored.com/img/video/preview/dailymotion-xa4yltq.jpg" id="xa4yltq"><span class="boton-video"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" viewBox="0 0 48 48"><circle cx="24" cy="24" r="24" style="fill:#fff"/><path d="m20.5 15.2 10.8 7.2c1.1.7 1.2 2.2.2 3l-11 7.3c-1.2.7-2.7-.2-2.7-1.6V16.8c0-1.4 1.5-2.3 2.7-1.6z" style="fill-rule:evenodd;clip-rule:evenodd;fill:#0074ad"/></svg></span></div></figure><p>O dia de hoje amanheceu com o<strong> horizonte turvo devido à presença das poeiras</strong>, provenientes do Norte de África. A concentração das mesmas deverá permanecer elevada nas próximas horas na região Norte, podendo contribuir para uma deterioração da qualidade do ar.</p><div class="texto-destacado"> Seja o primeiro a receber as previsões graças ao<strong> <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaxX6njIyPtRY4lOMd1b" target="_blank">nosso canal do WhatsApp</a>.</strong> Siga-nos e ative as notificações. </div><p>A presença de uma depressão a sudeste de Portugal Continental está a <strong>movimentar estas poeiras para a nossa geografia</strong> e assim deve continuar nos próximos dias, à medida que irá rodopiar no sentido sudeste/ oés-noroeste, sendo expectável que na próxima madrugada, o seu centro depressionário esteja situado sobre o continente, reforçando a concentração de poeira no Sul do país.</p><h2>Concentração elevada de poeiras saarianas e previsão de chuva deverá resultar em chuva de lama</h2><p>Como sabemos, a junção entre poeiras e chuva, geralmente resulta em<strong> chuva de lama</strong>, que acaba por ser mais inconveniente do que uma chuva "normal", devido à sujidade que vai deixando por onde passa e à qual nada escapa, desde veículos a outras superfícies.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/os-portugueses-devem-preparar-se-para-a-chuva-de-lama-superficies-e-veiculos-sujos-entre-sexta-e-sabado-1775729308670.png" data-image="9hpy584v9h39" alt="névoa seca; poeiras" title="névoa seca; poeiras"><figcaption>Na madrugada de sexta-feira, dia 10 de abril, a concentração de poeiras deverá ser elevada no Sul do país.</figcaption></figure><p>Ora, posto isto, é esperado que ao longo das próximas horas e até sábado, dia 11, a possibilidade de chuva, incorra na ocorrência de chuva de lama. Mas <strong>estarão todas as regiões igualmente expostas a este fenómeno</strong>? A boa notícia é que, aparentemente, não.</p><h2>Regiões Centro e Sul mais expostas ao fenómeno "chuva de lama"</h2><p>A partir das primeiras horas da tarde do dia de hoje, quinta-feira, há <strong>previsão de chuva para o Centro e Sul do país</strong>, ainda que esta possa ser mais persistente e intensa no Sul, especialmente no Barlavento Algarvio. No entanto, a concentração de poeiras nesta região deverá ser mais contida, começando a aumentar nas últimas horas do dia, podendo a chuva de lama ser mais discreta neste período.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/os-portugueses-devem-preparar-se-para-a-chuva-de-lama-superficies-e-veiculos-sujos-entre-sexta-e-sabado-1775731368061.png" data-image="h6zqdifgaavb" alt="chuva prevista" title="chuva prevista"><figcaption>Na sexta-feira é esperado um episódio mais evidente de chuva de lama, devido às elevadas concentrações de poeira e à chuva prevista entre o início da madrugada e a manhã desse mesmo dia.</figcaption></figure><p>Todavia, e como é possível observar no primeiro mapa deste artigo, a <strong>concentração de poeiras vai aumentar no Sul a partir da meia-noite de sexta-feira</strong> o que, juntamente com a chuva prevista para o Baixo Alentejo e Algarve, poderá resultar em <strong>chuva de lama mais significativa</strong> e com um maior potencial para deixar "rasto".</p><p>Ao longo do dia de sexta-feira é esperada uma <strong>diminuição da concentração das poeiras, ainda que as mesmas persistam</strong>. Assim, e tendo em conta a previsão de chuva no Centro e Sul do país, podem ocorrer episódios de chuva de lama no Alto Alentejo e no Ribatejo.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="762850" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/a-previsao-de-variacao-de-temperatura-para-quinta-feira-esta-quase-fora-da-escala-ate-13-c-de-subida.html" title="A previsão de variação de temperatura para quinta-feira está quase fora da escala: até 13 ºC de subida">A previsão de variação de temperatura para quinta-feira está quase fora da escala: até 13 ºC de subida</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/a-previsao-de-variacao-de-temperatura-para-quinta-feira-esta-quase-fora-da-escala-ate-13-c-de-subida.html" title="A previsão de variação de temperatura para quinta-feira está quase fora da escala: até 13 ºC de subida"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/a-previsao-de-variacao-de-temperatura-para-quinta-feira-esta-quase-fora-da-escala-ate-13-c-de-subida-1775649995585_320.jpg" alt="A previsão de variação de temperatura para quinta-feira está quase fora da escala: até 13 ºC de subida"></a></article></aside><p>No sábado, e devido à trajetória da depressão nesse período, espera-se um <strong>afastamento das poeiras no sentido oeste-este</strong> a partir das primeiras horas da tarde, sendo esperado que até ao final do dia não haja vestígios das mesmas sobre a nossa geografia. Ainda assim, até ao momento em que estas começam a dissipar-se, <strong>existe a possibilidade de chuva de lama</strong>, pois entre o início da madrugada de sábado e as últimas horas da manhã, há possibilidade de chuva, especialmente na região Centro, com maior expressão nos distritos de Coimbra e Leiria.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/previsao/os-portugueses-devem-preparar-se-para-a-chuva-de-lama-superficies-e-veiculos-sujos-entre-sexta-e-sabado.html</guid><dc:creator><![CDATA[Joana Campos]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Um estudo associado à NASA centra-se em objetos estranhos na órbita da Terra]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/um-estudo-associado-a-nasa-centra-se-em-objetos-estranhos-na-orbita-da-terra.html</link><pubDate>Thu, 09 Apr 2026 09:53:59 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Fotografias astronómicas da década de 1950 revelaram flashes inexplicáveis antes da era espacial. Seriam objetos desconhecidos em órbita ou simplesmente artefactos? Aqui analisamos o suposto mistério em torno destes objetos.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-estudio-ligado-a-la-nasa-pone-el-foco-en-objetos-extranos-en-la-orbita-terrestre-1774783189994.jpg" data-image="ih8w9ictoi9r"><figcaption>É comum ouvir ou ler frases como «segundo a NASA...» para conferir credibilidade a estudos que podem ser interpretados como trabalhos científicos sérios.</figcaption></figure><p>Nos arquivos astronómicos de meados do século XX, surgiram vestígios luminosos registados antes do lançamento do Sputnik. Décadas mais tarde, a sua redescoberta reacendeu uma questão inquietante: o que é que orbitava a Terra quando os satélites artificiais ainda não existiam oficialmente?</p><div class="texto-destacado">As imagens provêm de placas fotográficas tiradas entre 1949 e 1958, nas quais alguns investigadores detetaram breves flashes que aparecem numa única exposição e desaparecem na seguinte, sem qualquer explicação imediata nos catálogos astronómicos.</div><p>A notícia atraiu a atenção dos meios de comunicação ao sugerir a possibilidade de "satélites desconhecidos". No entanto, <strong>o próprio estudo não faz essa afirmação de forma conclusiva</strong>. Fala, com cautela, de fenómenos transitórios não identificados que requerem uma análise mais aprofundada e comparações sistemáticas adicionais.</p><p>O contexto histórico é fundamental, uma vez que, <strong>antes de 1957, não existia tecnologia humana capaz de manter objetos artificiais estáveis em órbita</strong>, e qualquer sinal consistente com esse comportamento requer uma análise cuidadosa dos dados, dos instrumentos e das condições físicas da época.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-estudio-ligado-a-la-nasa-pone-el-foco-en-objetos-extranos-en-la-orbita-terrestre-1774783353455.jpg" data-image="omx6gqpsxknt"><figcaption>Antes da era do CCD, utilizavam-se placas fotográficas de vidro com emulsões, e o processo nem sempre era totalmente limpo.</figcaption></figure><p>Portanto, esta descoberta não constitui uma revelação extraordinária imediata, mas sim um ponto de partida para o estudo do céu tal como era observado no passado, o que, em certa medida, ainda pode reservar surpresas, desde que seja interpretado com rigor e sem se precipitar em manchetes sensacionalistas.</p><h2>O que é que as placas fotográficas detetaram, na realidade?</h2><p>Os objetos observados não são estruturas definidas nem trajetórias claras. Trata-se, antes, de <strong>breves flashes pontuais, visíveis apenas numa imagem</strong> e ausentes nas exposições consecutivas, sugerindo fenómenos de duração extremamente curta que são difíceis de classificar com métodos tradicionais.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="762240" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/e-se-a-vida-na-terra-tivesse-origens-extraterrestres.html" title="E se a vida na Terra tivesse origens extraterrestres?">E se a vida na Terra tivesse origens extraterrestres?</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/e-se-a-vida-na-terra-tivesse-origens-extraterrestres.html" title="E se a vida na Terra tivesse origens extraterrestres?"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/et-si-la-vie-sur-terre-avait-des-origines-extraterrestres-1774107197741_320.jpeg" alt="E se a vida na Terra tivesse origens extraterrestres?"></a></article></aside><p>Em alguns casos, a intensidade do clarão parecia incompatível com estrelas distantes, o que levou a supor que o fenómeno pudesse estar relativamente próximo da Terra; essa aparente proximidade foi o que alimentou interpretações mais especulativas.</p><figure><img src="https://services.meteored.com/img/article/un-estudio-ligado-a-la-nasa-pone-el-foco-en-objetos-extranos-en-la-orbita-terrestre-1774783680123.jpg" data-image="930iguopn2np"><figcaption>Numa imagem de CCD, as estrelas brilhantes são marcadas e selecionadas para cálculos posteriores. Isso não acontecia com as placas de vidro.</figcaption></figure><p>No entanto, as placas fotográficas antigas apresentam limitações bem conhecidas. As emulsões químicas, os raios cósmicos, os defeitos do material ou as reflexões internas podem produzir sinais luminosos isolados que imitam objetos reais sem que o sejam, na verdade.</p><p>Além disso, <strong>a calibração dos instrumentos daquela época não permite uma reconstrução precisa de distâncias, velocidades ou tamanhos</strong>. As imagens registam a luz, não a realidade física; é por isso que os próprios investigadores insistem que estes dados, por si só, não provam a existência de objetos artificiais desconhecidos.</p><h3>As explicações científicas mais plausíveis</h3><p>Uma das hipóteses mais discutidas <strong>associa os flashes a efeitos atmosféricos ou ionosféricos</strong> relacionados com os ensaios nucleares atmosféricos realizados durante esses anos. A correlação temporal entre as explosões e o aumento dos sinais é sugestiva, embora não definitiva.</p><p>Outra possibilidade é o<strong> impacto dos raios cósmicos nas placas fotográficas</strong>. Este fenómeno produz marcas luminosas muito breves, difíceis de distinguir de eventos astronómicos reais, a menos que se analisem estatisticamente grandes conjuntos de dados.</p><p><strong>Meteoros extremamente rápidos, reflexos momentâneos da luz solar ou mesmo partículas carregadas</strong> a interagir com o instrumento também são considerados. Todas estas possibilidades estão bem documentadas na astronomia observacional e explicam frequentemente anomalias históricas semelhantes.</p><p>O ponto-chave é que nenhuma destas explicações requer a introdução de tecnologia desconhecida ou de agentes externos extraordinários. Trata-se de processos físicos conhecidos que, combinados com instrumentos antigos, podem gerar sinais intrigantes.</p><h3>Ciência, manchetes e o valor do ceticismo</h3><p>Este caso mostra como uma <strong>observação legítima pode transformar-se numa manchete sensacionalista</strong> se for dissociada do método científico. Falar de "satélites desconhecidos" é apelativo, mas não reflete com precisão o verdadeiro conteúdo dos estudos publicados.</p><p>A ciência avança através da acumulação de evidências, da eliminação de hipóteses e do aperfeiçoamento de explicações, e estes trabalhos mostram que os arquivos astronómicos ainda podem oferecer novas informações. A revisão de dados antigos com ferramentas modernas pode revelar fenómenos interessantes.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="762766" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/mais-do-que-uma-missao-o-lado-humano-da-artemis-ii.html" title="Mais do que uma missão: o lado humano da Artemis II">Mais do que uma missão: o lado humano da Artemis II</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/ciencia/mais-do-que-uma-missao-o-lado-humano-da-artemis-ii.html" title="Mais do que uma missão: o lado humano da Artemis II"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/mais-do-que-uma-missao-o-lado-humano-da-artemis-ii-1775600093320_320.jpg" alt="Mais do que uma missão: o lado humano da Artemis II"></a></article></aside><p>Destacam também<strong> a importância do pensamento crítico na comunicação científica</strong>, onde a curiosidade é essencial, sim, mas deve ser acompanhada pelo contexto, pela cautela e pelo respeito pela incerteza e pela verificação dos dados através de artigos sujeitos a revisão por pares.</p><p>Assim, longe de confirmar mistérios ocultos na órbita da Terra, estas placas recordam-nos algo mais profundo: o Universo é sempre mais complexo do que parece, e compreendê-lo requer paciência, método e ceticismo informado.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/um-estudo-associado-a-nasa-centra-se-em-objetos-estranhos-na-orbita-da-terra.html</guid><dc:creator><![CDATA[Alfredo Graça]]></dc:creator></item><item><title><![CDATA[NASA seleciona 9 possíveis locais de aterragem para a sua próxima missão tripulada à Lua]]></title><link>https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/nasa-seleciona-9-possiveis-locais-de-pouso-para-sua-proxima-missao-tripulada-a-lua.html</link><pubDate>Thu, 09 Apr 2026 06:27:00 +0000</pubDate><category>Astronomia</category><description><![CDATA[<p>Com a missão Artemis II em pleno andamento na sua jornada rumo à Lua, a NASA e os seus parceiros científicos estão a progredir na seleção do local onde regressarão ao satélite natural pela primeira vez desde 1972. Um estudo revela os desafios do polo sul lunar.</p><figure id="first-image"><img src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-selecciona-9-posibles-lugares-de-aterrizaje-para-su-proxima-mision-tripulada-a-la-luna-1775253007149.jpg" data-image="rejku0wyflcx"><figcaption>Locais candidatos para a próxima aterragem na Lua. Crédito: NASA.</figcaption></figure><p>A <strong>missão Artemis II está a progredir com sucesso na sua jornada rumo à Lua</strong>, marcando a primeira vez desde o fim do programa <em>Apollo</em>, em 1972, que astronautas cruzaram a órbita terrestre baixa. Embora este voo não inclua uma aterragem lunar —<strong> trata-se de um sobrevoo projetado para validar sistemas e procedimentos </strong>— abre caminho para futuras missões que tentarão pousar humanos na superfície lunar novamente.</p><p>Enquanto a atenção do público está voltada para este evento histórico, outra equipa de especialistas da NASA e da indústria aeroespacial trabalha discretamente numa tarefa crucial: <strong>escolher o local exato onde futuras tripulações caminharão na Lua novamente</strong>. As suas análises foram apresentadas recentemente na 57ª Conferência de Ciências Lunares e Planetárias (LPSC), um passo significativo na definição do cenário para o tão aguardado regresso.</p><h2>De treze a nove: o mapa estreita-se</h2><p>O estudo apresentado revisita e atualiza uma lista de<strong> nove candidatos a locais de aterragem lunar</strong>, originalmente divulgada em outubro de 2024. Essa lista, por sua vez, deriva de uma seleção inicial publicada em 2022, que incluía treze regiões possíveis. O objetivo desde então tem sido reduzir a lista às opções mais viáveis do ponto de vista operacional e científico.</p><p>Durante esses dois anos, a<strong> NASA realizou inúmeras avaliações</strong>: desde os requisitos de projeto do veículo e do módulo de descida até as condições de iluminação, comunicações, segurança do terreno e a duração estimada das atividades na superfície, projetada para ser entre 5,75 e 6,25 dias. Cada fator forneceu um filtro adicional para refinar a lista.</p><div class="texto-destacado">“A redução de treze para nove regiões reflete as priorizações feitas de acordo com as restrições atuais”, afirma o relatório. Ele também esclarece um ponto importante: a exclusão não implica que as regiões descartadas não tenham valor para futuras missões. As nove regiões selecionadas simplesmente oferecem o melhor equilíbrio entre segurança, viabilidade operacional e potencial científico atualmente.</div><p>Vale a pena realçar que, embora o estudo tenha-se concentrado na Artemis III, a NASA modificou o cronograma antes do início da conferência: a <strong>Artemis III agora será uma missão de teste em órbita terrestre em 2027</strong>, destinada a ensaiar a acoplagem com os módulos de aterragem lunar da <em>SpaceX</em> ou da <em>Blue Origin</em>.</p><p>O<strong> pouso lunar tripulado foi então transferido para a Artemis IV</strong>, prevista para 2028. Isto significa que os locais estudados provavelmente serão considerados para essa missão ou mesmo para missões futuras.</p><h2>O desafio de comunicar a partir do polo sul lunar</h2><p><strong>Todos os locais analisados estão situados no polo sul da Lua</strong>, uma região estratégica, porém complexa. Ao contrário da Terra, cujo eixo está inclinado em cerca de 23,5 graus, a Lua está inclinada apenas 5 graus. Esta diferença cria áreas nos polos que permanecem perpetuamente próximas ao horizonte solar... e também fora da linha de visão direta da Terra.</p><figure class="video"><img src="https://img.youtube.com/vi/ocDzndmmE8I/sddefault.jpg" alt="youtube video id=ocDzndmmE8I" id="ocDzndmmE8I"><span class="boton-video-lista-youtube"><svg width="48" height="48" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"><path d="M24.194 7.985h.093l.368.002c2.89.014 14.174.124 17.294.967a5.785 5.785 0 0 1 4.067 4.1c.888 3.345.955 10.049.96 11.041v.249c-.005.992-.072 7.696-.96 11.04a5.786 5.786 0 0 1-4.067 4.101c-3.328.9-15.944.964-17.755.97h-.434c-.962-.003-4.974-.023-9.022-.175l-.715-.029c-3.329-.139-6.562-.372-8.018-.766a5.786 5.786 0 0 1-4.067-4.1c-.363-1.366-.589-3.29-.73-5.158l-.039-.558a93.08 93.08 0 0 1-.19-5.081l-.002-.244V24.095l.002-.244c.015-1.557.125-7.657.96-10.796a5.785 5.785 0 0 1 4.066-4.101c1.456-.393 4.69-.627 8.018-.766l.715-.028c3.572-.135 7.115-.166 8.56-.173l.37-.002h.092Zm-4.922 9.382v13.705l12.023-6.852-12.023-6.853Z" fill="#FFF" fill-rule="evenodd"/></svg></span></figure><p>Isto apresenta um problema: as comunicações podem ser intermitentes. A missão IM-2 da<em> Intuitive Machines</em> demonstrou isso recentemente ao tentar pousar naquela área e acabar de lado dentro de uma cratera. Durante a descida, a nave espacial sofreu mudanças abruptas de altitude e perdeu a telemetria intermitentemente, impedindo que o controlo em solo corrigisse a sua trajetória a tempo.</p><p>Para missões autónomas, isto poderia significar fracasso; para missões tripuladas, um risco inaceitável. Portanto, <strong>garantir a comunicação contínua será um requisito essencial para a seleção do local de aterragem final</strong>.</p><h2>O tesouro escondido: gelo na sombra eterna</h2><p>O principal motivo pelo qual a NASA se concentra no polo sul é bem conhecido: <strong>vastos depósitos de gelo de água estão escondidos ali em crateras tão profundas </strong>que não recebem luz solar há milhares de milhões de anos.</p><p>As temperaturas extremamente baixas permitiram que este gelo se acumulasse lentamente e fosse preservado até aos dias de hoje. Estas áreas, chamadas de <strong>regiões permanentemente sombreadas</strong>, formaram-se justamente por causa da baixa inclinação da Lua.</p><aside class="article-body-container redactor-component non-editable" data-article="761453" data-redactor-type="newsinserter" data-mrf-recirculation="cuerpo_relacionada"><article class="article-in-body articulo-mas-noticias foto-derecha non-editable"><div class="encabezado col"><span class="text_seccion_art">Artigo relacionado</span><span class="link_bold"><a class="non-editable" href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/nasa-fixa-2028-como-data-para-a-colonizacao-da-lua-plano-de-20-mil-milhoes-e-uma-base-lunar-permanente.html" title="NASA fixa 2028 como data para a colonização da Lua: plano de 20 mil milhões e uma base lunar permanente">NASA fixa 2028 como data para a colonização da Lua: plano de 20 mil milhões e uma base lunar permanente</a></span></div><a class="imagen " href="https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/nasa-fixa-2028-como-data-para-a-colonizacao-da-lua-plano-de-20-mil-milhoes-e-uma-base-lunar-permanente.html" title="NASA fixa 2028 como data para a colonização da Lua: plano de 20 mil milhões e uma base lunar permanente"><img class="img-body non-editable" src="https://services.meteored.com/img/article/la-nasa-marca-2028-como-fecha-para-colonizar-la-luna-un-plan-de-20-000-millones-y-una-base-lunar-permanente-1774721297284_320.jpeg" alt="NASA fixa 2028 como data para a colonização da Lua: plano de 20 mil milhões e uma base lunar permanente"></a></article></aside><p>Compreender e, eventualmente, utilizar <strong>esse gelo</strong> poderia transformar a exploração humana: <strong>poderia fornecer água, oxigénio e até mesmo combustível</strong>, reduzindo custos e tornando as missões de longa duração mais sustentáveis.</p><h3>Qual será o local escolhido?</h3><p>A grande questão permanece: que ponto do Polo Sul receberá a primeira tripulação lunar desde 1972? <strong>As avaliações estão em andamento e a decisão final ainda não tem data marcada</strong>. A única certeza é que cada estudo, cada teste e cada missão nos aproxima um pouco mais desse momento histórico.</p>]]></description><guid isPermaLink="true">https://www.tempo.pt/noticias/astronomia/nasa-seleciona-9-possiveis-locais-de-pouso-para-sua-proxima-missao-tripulada-a-lua.html</guid><dc:creator><![CDATA[Tiago Robles]]></dc:creator></item></channel></rss>