"No fundo Portugal é Mar" para ver até ao fim de julho em Lisboa

Mostra sobre o Oceano revela “segredos” das profundezas do mar registados ao vivo. A exposição vai estar aberta até ao final de julho no Centro Cultural de Belém (CCB) em Lisboa.

As imagens do Rov, foram cedidas pela Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental Portuguesa (EMEPC)

A exposição contempla três propostas em torno deste tema: a primeira chama-se "TerraMar"da autoria de Graça Castanheira e permite ao visitante conhecer as profundezas do mar, registadas em imagens vídeo reais, captadas a mais de 6 mil metros de profundidade, através do Rov Luso um computador robot telecomandado, que serve para mapear toda a área marinha portuguesa, cuja extensão está em negociação nas Nações Unidas em Nova Iorque e que vai permitir a Portugal, alargar a sua plataforma continental.

As imagens do Rov, foram cedidas pela Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental Portuguesa (EMEPC) que lidera o processo negocial através da sua responsável Isabel Botelho Leal.

Outra das propostas desta exposição, chama-se As Portas do Mar” e transporta o visitante para uma viagem auditiva através dos sons dos portos e das praias, revelando ainda os códigos sonoro-luminosos dos faróis.

Como terceira proposta, pode ser vista a “Balaena Plasticus” a baleia de plástico da autoria dos artistas Ana Pêgo e Luís Quinta que reproduz o esqueleto deste animal, composto por plásticos recolhidos do mar, desde embalagens de iogurtes, garrafas de plásticos e de detergentes.

A Exposição “No fundo Portugal é mar” completa-se com concertos e sessões de conversas sobre o mar no Jardim das Oliveiras no Centro Cultural de Belém.

O ciclo da Exposição “No fundo Portugal é mar” completa-se com concertos e sessões de conversas sobre o mar, que vão acontecer no Jardim das Oliveiras, no Centro Cultural de Belém. Outra proposta é o espetáculo “A menina do mar “de Sophia de Mello Breyner, a partir da música de Bernardo Sassetti.

Os visitantes poderão ainda visitar o módulo interativo “Mãos de Areia”, produzido pelo Pavilhão do Conhecimento -Centro Ciência Viva, que permite explorar a topografia dos fundos marinhos através de uma mesa de areia. A exposição estará aberta até ao final de julho e a entrada é livre.