Como é que o Megalodon, o maior predador marinho que alguma vez percorreu os oceanos, se extinguiu há cerca de 3,6 milhões de anos? Um novo estudo científico da UCLA dá-nos novas respostas sobre o assunto.
Como é que o Megalodon, o maior predador marinho que alguma vez percorreu os oceanos, se extinguiu há cerca de 3,6 milhões de anos? Um novo estudo científico da UCLA dá-nos novas respostas sobre o assunto.
Durante a história da Humanidade, várias guerras e batalhas foram travadas sob as mais diversas estratégias. Contudo, nalgumas delas, os resultados dependeram de fatores externos, como as condições meteorológicas!
No início de julho, a Terra atingirá a sua distância máxima do Sol: o que está a acontecer e quais são as consequências? Qual o impacto na mudança das estações? Vamos descobrir neste artigo.
Os asteroides são detritos rochosos que sobraram da formação do Sistema Solar. Sabia que a maior parte deles se situa entre a órbita de Marte e Júpiter? Neste dia, convidamo-lo a aprender mais sobre a cintura de asteroides.
Um especialista em desenho urbano destaca as questões que nos surpreenderiam rapidamente se regressássemos a casa e à nossa cidade depois de um ano sem pessoas no mundo. Quais as mudanças que demorariam mais tempo?
Durante um período de tempo inimaginavelmente longo, a Terra parece ter estado presa numa letargia inexplicável: a atividade geológica desvaneceu-se, os dias permaneceram estagnados nas 19 horas e a vida quase não evoluiu. O que é que aconteceu?
Felizmente, os ciclones tropicais Bret e Cindy tiveram pouco impacto, exceto nas Pequenas Antilhas, já que giraram em torno de ambos os lados das ilhas.
De acordo com um estudo recente efetuado por investigadores da Universidade de Seul, o eixo de rotação da Terra sofreu alterações significativas provocadas pelo Homem nas últimas décadas.
A erupção do vulcão Hunga, em janeiro de 2022, desencadeou uma trovoada "supercarregada", segundo os cientistas que estudaram o acontecimento.
A sesta diurna pode ajudar a preservar a saúde do cérebro, abrandando o ritmo a que o cérebro encolhe à medida que envelhecemos, segundo uma nova investigação.
O buraco na camada de ozono é um assunto que tem sido muito noticiado nos últimos anos. Mas o que aconteceria se o ozono desaparecesse completamente da nossa atmosfera? Um novo estudo científico debruçou-se sobre o assunto e os resultados são surpreendentes.
Segundo um grupo de neurocientistas, o tempo que uma criança passa em frente aos ecrãs, tal como o consumo excessivo de doces, provoca no cérebro um aumento de uma molécula associada ao prazer e ao desejo.