Todos os anos, a 20 de julho, celebramos o Dia Internacional da Lua, recordando a primeira aterragem na Lua e aproveitando a oportunidade para repensar a nossa relação com a companheira que mais nos inspirou.
Todos os anos, a 20 de julho, celebramos o Dia Internacional da Lua, recordando a primeira aterragem na Lua e aproveitando a oportunidade para repensar a nossa relação com a companheira que mais nos inspirou.
O evento GW231123 desafia os limites da física com os maiores buracos negros já detetados, uma descoberta que abre novas questões sobre a origem do Universo.
Uma equipa de astrónomos fez uma descoberta inesperada: encontrou os restos de uma supernova que, ao contrário do que geralmente se observa, ocorreu numa explosão dupla. Esta é a primeira descoberta deste tipo.
Quando os primeiros astronautas pisaram a Lua, no âmbito do Programa Apollo, o conceito de habitats lunares deixou de ser matéria de ficção científica e passou a ser objeto de estudo científico.
Os sistemas de radar dos aeroportos e das instalações militares da Terra podem ser vistos a grande distância no espaço, o que significa que podem ser capazes de detetar vida extraterrestre inteligente num raio de 200 anos-luz, se ela existir lá fora.
O que é mais sensacional? A descoberta ou a técnica utilizada? Graças a uma técnica inovadora, um estudo descobriu vestígios de planetas já presentes enquanto as estrelas ainda estavam em formação.
As observações da Lua revelaram que existe uma diferença significativa entre as suas duas faces. No entanto, um novo estudo que analisa amostras lunares da Bacia de Aitken, no Pólo Sul, mostra que partilham características isotópicas e geoquímicas.
Cientistas cidadãos fazem uma descoberta importante ao examinar milhares de imagens enquanto jogam um jogo para encontrar as diferenças.
A edição 2025 do “Astronauta por um Dia” realiza-se na ilha de Santa Maria, Açores, com 30 jovens selecionados para um voo de gravidade zero e formação espacial. Saiba mais aqui!
Os cientistas propõem que a Terra poderia estar localizada dentro de uma gigantesca região vazia, uma hipótese que resolveria uma das maiores controvérsias da cosmologia moderna e repensaria o que sabemos sobre o Universo.
O céu estrelado é talvez o primeiro livro em que, utilizando a linguagem das constelações, os antigos escreveram histórias mitológicas, confiando-as às gerações posteriores. Este artigo propõe uma leitura deste livro celeste, a partir da constelação de Cefeu.
Uma nova investigação propõe a existência de misteriosos corpos celestes movidos a matéria negra no centro da Via Láctea. Se for confirmada, poderá ser uma pista fundamental para resolver um dos mais profundos enigmas da cosmologia moderna.