O roteiro alfabético da beleza natural: os destinos mais deslumbrantes de A a J

Os cenários extraordinários que provam a riqueza e a incrível biodiversidade do planeta e as suas curiosidades. Saiba mais aqui!

O glaciar Perito Moreno na Patagónia é dos poucos no mundo que está em equilíbrio estável, não recuando devido às alterações climáticas.
O glaciar Perito Moreno na Patagónia é dos poucos no mundo que está em equilíbrio estável, não recuando devido às alterações climáticas.

Existem 28 letras no alfabeto mas neste caso este roteiro foca-se exclusivamente na primeira metade do alfabeto, dos destinos começados por "A" até ao "J". Mesmo limitando a nossa viagem, o que encontramos é uma montra impressionante dos maiores espetáculos naturais e heranças culturais da Terra.

Gigantes da natureza: dos glaciares à vastidão tropical

A aventura começa com a letra A, onde a grandiosidade dita as regras. A Argentina deslumbra com os picos gelados da Patagónia e a força incontrolável das Cataratas do Iguaçu.

Do outro lado do mundo, a Austrália transporta-nos dos desertos poeirentos do Outback para a explosão colorida da Grande Barreira de Coral.

Avançando para o B, a América do Sul volta a impor-se: a Bolívia parece tocar o céu com a magia espelhada do Salar de Uyuni, enquanto o Brasil exibe uma imensidão verde incomparável na Amazónia, em contraste com as surreais lagoas cristalinas dos Lençóis Maranhenses.

A biodiversidade e os mares transparentes

Na letra C, o roteiro divide-se por vários continentes. O Canadá oferece a tranquilidade dos seus lagos glaciares e vastas montanhas. A China impressiona com as suas formações calcárias e vales que parecem saídos de aguarelas antigas.

A Colômbia e a Costa Rica afirmam-se como os derradeiros santuários da biodiversidade mundial, autênticos paraísos para o ecoturismo.

Na Europa, a Croácia junta-se ao grupo, exibindo com orgulho as águas translúcidas do mar Adriático.

Os Lagos de Plitvice, na Croácia mudam constantemente de cor, variando entre azul e verde devido aos minerais e microrganismos na água.
Os Lagos de Plitvice, na Croácia mudam constantemente de cor, variando entre azul e verde devido aos minerais e microrganismos na água.

As letras E e F unem cenários épicos ao romance clássico. Os Estados Unidos conquistam o seu lugar devido à escala monumental dos seus parques nacionais (do Grand Canyon às florestas de sequoias).

A Espanha e a França representam o charme europeu no seu expoente máximo, com paisagens que vão desde as praias mediterrânicas banhadas de sol até à imponência dos Pirenéus e dos Alpes.

A letra G prolonga esta magia europeia através da Grécia, onde a arquitetura imaculada se funde com o azul profundo do mar Egeu.

A Índia é o único país do mundo onde coexistem, no mesmo território selvagem, tigres de Bengala e leões asiáticos.
A Índia é o único país do mundo onde coexistem, no mesmo território selvagem, tigres de Bengala e leões asiáticos.

Chegando à letra I, o mundo expande-se em contrastes absolutos. A Índia surge como uma explosão sensorial, repleta de ecossistemas vibrantes. A Indonésia, espalhada por milhares de ilhas, é o éden tropical, dos arrozais verdejantes de Bali aos corais intocados de Raja Ampat.

A Islândia traz o dramatismo selvagem, num espetáculo bruto de fogo e gelo.

Por fim, a Itália prova ser imbatível, combinando a maior concentração de Património da UNESCO com as escarpas vertiginosas da Costa Amalfitana e das Dolomitas.

No inverno, os macacos-da-neve japoneses usam as fontes termais vulcânicas naturais de Nagano para relaxar e combater o frio gelado.
No inverno, os macacos-da-neve japoneses usam as fontes termais vulcânicas naturais de Nagano para relaxar e combater o frio gelado.

Esta viagem encerra na letra J com a harmonia sublime do Japão. O arquipélago fascina pelo equilíbrio imaculado entre a tradição de templos ancestrais rodeados por florestas de bambu e a força adormecida do imponente Monte Fuji.

Em suma, a análise dos países selecionados nesta primeira metade do abecedário, entre as letras "A" e "J", evidencia a enorme diversidade geográfica, climática e ecológica que caracteriza o planeta.

Ao agrupar nações com perfis territoriais tão distintos, que incluem desde os vastos recursos naturais e florestas tropicais da América do Sul até aos complexos ecossistemas da Oceânia e da Ásia, esta amostra inicial cumpre o propósito de ilustrar a riqueza do património mundial. Dessa forma, o recorte demonstra de maneira clara e fundamentada que mesmo uma seleção parcial é suficiente para mapear a grande variedade de paisagens, relevos e culturas.

Referência da notícia:

https://www.traveler.es/galerias/paises-mas-bonitos-del-mundo