Explore os céus mais escuros de Portugal: um guia de astroturismo com os melhores locais para observação estelar em Janeiro. Saiba mais aqui!
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As estrelas no manto da Virgem de Guadalupe têm sido interpretadas como constelações, símbolos indígenas ou mensagens celestiais. Aqui exploramos o que a história, a astronomia e a ciência realmente dizem.
Imagine que o espaço é uma vasta cozinha onde pequenas partículas de poeira se fundem sob o calor estelar para formar mundos rochosos e gigantes gasosos numa dança eterna.
Há mais de um século que não víamos em Portugal um evento celeste tão raro. Vale a pena estarmos preparados, porque só em 2144 voltará a acontecer.
Os astrónomos identificaram um raro três-por-um cósmico: três galáxias em interação, cada uma mostrando sinais de um buraco negro supermassivo que se alimenta ativamente e emite ondas de rádio, oferecendo uma nova perspetiva sobre a forma como as fusões de galáxias podem desencadear a atividade dos buracos negros.
O telescópio espacial captou o maior disco protoplanetário conhecido em luz visível. Turbulento, assimétrico e com filamentos extremos, o sistema desafia as teorias sobre como os planetas se formam em ambientes extremos.
Hoje, dia 25 de dezembro, celebra-se o Natal. É uma data que nos fala não só de um acontecimento importante para o Cristianismo, mas também da interessante história dos calendários e do esforço ao longo dos séculos para medir o tempo com cada vez mais precisão.
Uma equipa internacional de cientistas, que tem acesso ao Telescópio Espacial James Webb da NASA, encontrou as provas mais fortes até ao momento da existência de uma atmosfera num planeta rochoso.
Investigações recentes sugerem que as poderosas explosões estelares banham os sistemas estelares em blocos de construção radioativos, permitindo que planetas secos e rochosos como a Terra sejam hoje extremamente comuns.
Uma análise recente alerta para a real fragilidade da órbita terrestre baixa e como uma tempestade solar pode desencadear colisões massivas em questão de dias.
A ideia de colonizar Marte sempre foi particularmente intrigante, mas talvez nem todos saibam que existe um processo hipotético para o tornar possível: a terraformação do Planeta Vermelho.
O número de satélites em órbita baixa da Terra está a tornar-se muito grande, ao ponto de uma única colisão entre estes objetos poder desencadear uma reação em cadeia incontrolável.