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Sorria para a NASA! O Sol quer enviar o seu nome para o infinito e mais além

A Agência Espacial Norte-Americana decidiu levar a cabo um projeto de investigação científica e portanto, precisa de si, nesta missão de descoberta espacial. Sempre sonhou saber que papel desempenha o Sol no Universo?

Alfredo Graça Alfredo Graça 12 Abr. 2018 - 19:54 UTC
Como forma de descobrir a importância de ventos solares, a NASA construiu uma sonda que viajará no Espaço até 2025.

Tendo em mente a potencial descoberta científica de algo tão importante que o Sol representa para o Planeta Terra e seus habitantes, a NASA, decidiu explorar as potencialidades científicas inerentes a um projeto desta dimensão. Para tal, só precisa que você colabore inscrevendo o seu nome num bilhete que diz tão somente, em vocabulário norte-americano, “Envie o Seu Nome para o Sol”. Se quiser espevitar ainda mais a sua mente científica, movida pela curiosidade do Cosmos, não hesite em explorar o desenrolar da história que se segue.

O nome das pessoas que voluntariamente se inscrevam neste projeto, designado para fins científicos, começa com a conceção de um Projeto-Sonda, desenhado por mentes científicas que pretendem perceber o Porquê de a sonda Parker ter sido especialmente projetada para suportar temperaturas e níveis de radiação nunca antes sentidos, já que terá de experimentar temperaturas na ordem dos 2,500 Fahrenheit – ou seja, o mesmo que -  1,371 Celsius, devido ao impacto de partículas supersónicas que viajam pelo Espaço Luzidio e Solar, e à toda-poderosa radiação solar.

Através deste projeto-sonda, denominado por Parker Solar Probe, como forma de homenagem ao um astrofísico solar Americano que a meio dos anos ’50 do século XX – desenvolveu a teoria do vento solar supersónico e previu a forma em espiral “Parker” do campo magnético solar do Sistema externo Solar. Para tal, a NASA instrumentalizou no século XXI a sua teoria, concebendo este projeto de colossal dimensão corria o ano de 2008.

Mas porque existe o Projeto-Sonda Parker?

Aprovada apenas em 2014, do tamanho de um pequeno carro, a sonda está equipada com cinco instrumentos para medir e recolher amostras. Espera-se que os dados enviados para a Terra (a cerca de 1,4 mil milhões de quilómetros) ajudem os cientistas a perceber porque é que a atmosfera solar - a coroa - é mais quente do que a superfície solar.

Concluindo, esta Sonda inicialmente chamava-se Solar Probe Plus, ganhando o seu novo nome em homenagem ao astrofísico Eugene Parker. 

Em 1987, E.Parker teorizou sobre a questão da coroa solar, sendo que agora, a NASA pretende potenciar o seu legado através duma missão espacial histórica até 2025.

Este cientista defendia, em 1987, que a matéria a alta velocidade e o magnetismo do Sol estava constantemente a libertar-se e que, isso afectava os planetas do nosso Sistema Solar, um processo que ficou conhecido como “Vento Solar”. Vento solar é, na sua básica essência, o nome dado a uma corrente contínua de partículas provenientes do Sol e que regem todo o Sistema Solar. A sonda deverá orbitar o Sol 24 vezes e a missão espacial histórica terá o seu fim em 2025.

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