Um estudo global mostrou que metais tóxicos já afetam até 17% das áreas agrícolas do planeta e colocam milhares de milhões de pessoas sob risco, com um corredor de contaminação a ligar Europa, Médio Oriente, sul da Ásia e China.
É Engenharia Agrónomo pela Universidade de Guayaquil (UDG), Faculdade de Agronomia (2010), e mestrado em Mudanças Climáticas pela Escuela Superior Politécnica del Litoral (ESPOL), Faculdade de Engenharia Naval, Ciências Biológicas e Oceânicas e Recursos Naturais (2017). Obteve o título de doutor em Meteorologia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e realizou um pós-doutoramento em Meteorologia na UFSM de 2022 a 2024, com foco em Climatologia. Trabalhou como investigador no Instituto Nacional de Pesquisa Agropecuária (2009-2011) e de outubro de 2011 a 2018 foi técnico e responsável pelo Departamento de Defesa Fitossanitária (ARCFS) do Ministério da Agricultura do Equador. Entre 2017 e 2018, trabalhou como assessor científico no Vice-Ministério da Agricultura.
Tem formação em Agronomia, com ênfase em Agrometeorologia, e as suas principais áreas de investigação incluem agrometeorologia operacional, agroclimatologia, planeamento agrícola, doenças de plantas, sistemas de informação geográfica e análise estatística. Desde 2018, é membro do Grupo de Pesquisa em Clima (GPC) e do Laboratório de Agrometeorologia da UFSM. Atualmente é professor de Modelagem Ambiental na Universidade Agrária do Equador e diretor de projetos relacionados com mudanças climáticas e serviços ecossistémicos.
Um estudo global mostrou que metais tóxicos já afetam até 17% das áreas agrícolas do planeta e colocam milhares de milhões de pessoas sob risco, com um corredor de contaminação a ligar Europa, Médio Oriente, sul da Ásia e China.
Estudo mostra que um sistema de inteligência artificial pode reconhecer doenças em folhas com alta precisão e acelerar a monitorização das lavouras, abrindo espaço para respostas mais rápidas no campo e decisões orientadas.
Cientistas revelaram o segredo da seda de aranha: uma “cola molecular” que explica a sua resistência extrema e pode inspirar materiais do futuro, mais leves, duráveis e sustentáveis.
Uma chuva rara transformou o Deserto do Atacama num tapete de flores coloridas. No meio deste espetáculo, cientistas consideram também uma pequena planta capaz de inspirar lavouras mais resistentes à seca num futuro mais quente.
A cana-de-açúcar desponta como candidata a “petróleo verde” brasileiro. Com tecnologia, esta cultura pode gerar desde combustível de aviação até plástico, substituindo derivados do petróleo e reduzindo emissões, num impulso à economia de baixo carbono do país.
Um estudo internacional mapeou, em alta resolução, a perda de vegetação nas montanhas entre 2000 e 2020. O avanço humano e os extremos climáticos impulsionam a degradação e elevam riscos de água, deslizamentos, biodiversidade e produção agrícola.
Para receber a COP30, Belém aposta em navios de cruzeiro como hotéis flutuantes. A proposta, criativa e polémica, divide opiniões sobre os custos, a logística e a sustentabilidade, e coloca o Brasil no centro do debate internacional.
Investigadores alertam para a presença crescente do ácido trifluoroacético (TFA) na chuva e em ecossistemas em redor do mundo. Subproduto de compostos industriais, pode representar um novo desafio ambiental ainda pouco compreendido.
Um estudo global revela que as árvores dominantes e raras apresentam traços diferentes influenciados pelo clima, especialmente pela temperatura, o que pode transformar a estrutura das florestas diante das alterações climáticas em curso.
A Colossal Biosciences surpreendeu o mundo ao anunciar o nascimento de três filhotes de lobo gigante, espécie extinta há 10 mil anos, utilizando técnicas de edição genética e ADN antigo. Um marco na ciência e na conservação.
Apesar de parecer a solução perfeita, o plantio de árvores pode estar a atrapalhar o avanço de outras formas eficazes de remoção de carbono, alertam investigadores. A confiança excessiva no "verde" pode limitar o combate climático.
Cientistas desenvolveram um sistema que imita a fotossíntese ao transferir cargas elétricas de forma eficiente, inspirando novas tecnologias para energia solar e eletrónica. O estudo revela um avanço promissor na busca por materiais sintéticos capazes de converter luz em energia.
O DNA ambiental (eDNA) está a transformar a conservação dos oceanos ao permitir a identificação de espécies através de traços genéticos na água. A tecnologia oferece monitorização rápida, menos invasiva e eficaz para proteger a biodiversidade marinha.
A Zamioculca zamiifolia, conhecida como "planta do dinheiro", é uma espécie resistente e elegante que purifica o ar e simboliza prosperidade, sendo ideal para quem deseja beleza, saúde e bem-estar em ambientes interiores com pouca manutenção necessária.
O limão siciliano é mais do que um ingrediente culinário; é um superalimento repleto de nutrientes e antioxidantes que podem melhorar a sua saúde. Descubra como este fruto incrível pode transformar o seu bem-estar.
A Hidroelétrica das Três Gargantas, na China, é a maior do mundo e surpreende não apenas pela geração de energia, mas também pelo seu impacto na rotação da Terra, alterando ligeiramente o tempo de cada dia.