Uma equipa de investigadores utilizou um avião espião reconvertido da NASA para estudar a emissão de radiação Gamma nas tempestades elétricas tropicais. A descoberta revelou que esse fenómeno é mais comum e complexo do que se pensava.
Uma equipa de investigadores utilizou um avião espião reconvertido da NASA para estudar a emissão de radiação Gamma nas tempestades elétricas tropicais. A descoberta revelou que esse fenómeno é mais comum e complexo do que se pensava.
De mistérios, histórias e lendas escondidas na sombra da luz do dia, o mundo está cheio. Mas dentro desta floresta, acontecem factos considerados inexplicáveis. Quando o sol se põe, é possível ouvir sons e ruídos ou ver coisas que uma mente racional simplesmente não consegue explicar.
Uma nova investigação remonta as cores vibrantes e variadas dos olhos dos felinos selvagens a um antepassado de olhos cinzentos, proporcionando uma melhor compreensão da sua evolução.
Os cientistas salientam que a FAO distorceu um relatório em que o potencial de redução das emissões da pecuária era devido à mudanças nas dietas alimentares.
O som pode não ser apenas uma forma de comunicação ou de entretenimento, mas também um catalisador para o crescimento das nossas plantas.
Foi identificada uma área do manto que se movia lentamente sob a placa de Nazca. Cientistas acreditam que aquele antigo pedaço do fundo do mar estava subjacente à Terra há cerca de 250 milhões de anos.
A Comissão Europeia recomenda a proibição do uso de cigarro tradicional e eletrónico em esplanadas de cafés e restaurantes. Mas será esta lei respeitada em todos os países europeus? Saiba mais aqui!
Um avanço da IA no tratamento da água promete um melhor acesso a água potável.
Os investigadores descobriram que a montanha mais alta do mundo continua a ganhar altitude devido a um fenómeno geológico invulgar provocado pelos rios da região.
Investigadores descobriram que utilizar a urina humana como fertilizante tem efeitos negativos mínimos nas comunidades bacterianas do solo e produziu alterações mínimas no pH e na salinidade do solo, tornando-se numa alternativa viável aos fertilizantes sintéticos.
De momento, não se preveem asteroides perigosos para o nosso planeta, mas, no futuro, não é de excluir a possibilidade de um corpo mais pequeno apontar diretamente para nós. O que é que podemos fazer nessa altura?
Um novo estudo realizado por investigadores da Eslováquia, Nova Zelândia, Áustria, Itália e Estados Unidos publicou um novo estudo que documenta o declínio das interações entre predadores e presas no Mar Adriático.