Ossos encontrados num local na Etiópia sugerem que os povos que aí viviam tiveram de adaptar a sua dieta e costumes para sobreviver após uma super erupção vulcânica.
Ossos encontrados num local na Etiópia sugerem que os povos que aí viviam tiveram de adaptar a sua dieta e costumes para sobreviver após uma super erupção vulcânica.
O aumento de casos de cancro entre os jovens tem originado preocupações entre os especialistas da área da saúde, com um estudo recente a revelar um aumento de 79% na incidência de tumores em indivíduos com idade inferior a 50 anos nas últimas três décadas.
Uma descoberta inesperada numa expedição à floresta amazónica no Peru levou à descoberta do maior golfinho de rio alguma vez encontrado e de uma nova espécie.
Um estudo inovador revela as principais ligações cerebrais na PHDA, abrindo caminho a futuros tratamentos avançados.
O estudo sugere que a planta aquática silvestre Azolla caroliniana pode ser uma nova fonte de proteína para a Humanidade, melhorando a segurança alimentar da população após catástrofes.
Embora a plantação de árvores seja vista como uma solução para a adaptação às alterações climáticas, um estudo recente destaca a necessidade de abordagens holísticas que considerem os efeitos complexos e múltiplos da arborização no clima global.
Este peixe, também conhecido como “peixe vampiro”, é um parasita. Não possui mandíbula nem ossos, e o seu corpo é semelhante ao das cobras, feito de cartilagem. Assemelha-se, na fisionomia, à enguia.
Em todo o mundo, têm sido registadas pedras de granizo gigantes na sequência de tempestades intensas. Este fenómeno gera uma elevada mortalidade e enormes perdas económicas em regiões muito povoadas.
Este canto gelado, seco e desértico da Antártida esconde segredos que podem ajudar-nos a compreender como a vida se desenvolve nos climas mais extremos.
O permafrost, o solo congelado do hemisfério norte, está a ser gravemente afetado pelo aumento das temperaturas. Com esta nova realidade, será que é um sumidouro ou uma fonte de dióxido de carbono? Neste artigo, apresentamos-lhe os resultados de estudos recentes.
Segundo uma equipa de investigação, a entrada num novo solstício, reativa a reprodução de faias, afetando as funções do ecossistema. Fique a saber mais aqui!
O vórtice polar mudou de direção por volta de 4 de março de 2024, relata a Dra. Amy Butler, autora do blogue do vórtice polar da NOAA. Esta mudança foi considerável, atingindo -20,5 m/s há alguns dias, o que faz dele um dos seis eventos mais fortes deste tipo desde 1979.