Solo lunar recuperado de um lado da Lua nunca antes alcançado por naves sugere que a Lua pode ter estado envolta num oceano de magma no início da sua história. Veja as novas provas.
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O membro deste animal era muito maior que todo o seu corpo. Esta particularidade, embora vantajosa em termos reprodutivos, pode ter significado a extinção da espécie.
Segundo um estudo muito pouco convencional descobriu-se que as pessoas pouco atraentes podem morrer mais cedo do que as mais bonitas. Descubra mais aqui sobre este facto!
A expedição do Deep Carbon Lab da Universidade de Bolonha à Gronelândia começou em junho para estudar o hidrogénio natural, identificando assim uma possível fonte de energia limpa para as atividades humanas.
Segundo várias fontes, mesmo depois de uma pessoa ser declarada morta, a atividade cerebral continua ativo por mais 7 minutos. Será verdade? Venha descobrir!
Imagine poder ouvir a sinfonia escondida dentro de todos os materiais, um concerto de vibrações quânticas que dá vida ao que nos rodeia. Seja bem-vindo ao mundo dos fonões! Contaremos aqui tudo sobre eles.
As sementes fossilizadas pertencem a uma espécie extinta de leguminosa e podem ajudar a explicar a evolução das florestas tropicais atuais no Sudeste Asiático e na Austrália.
Cientistas descobriram um novo tipo de onda eletromagnética que transporta uma grande quantidade de energia para a magnetosfera, impactando o cinturão de radiação do planeta.
Um grupo de investigadores, após analisarem cerca de 400 anos de literatura científica, estão a desmistificar a ideia sobre as aves extintas que não voam, o dodó e o solitário.
As terras agrícolas do velho continente poderiam encontrar uma nova vida através da renaturalização, um movimento que pretende devolver as características naturais a estes espaços, antes da intervenção do Homem.
Em novo estudo publicado no The Astrophysical Journal, os investigadores afirmam ter descoberto que, após um período invulgar de quase ausência de manchas solares (mínimo de Maunder), a transição para um número mais normal de manchas solares não foi tão abrupta como se pensava.
Foram identificados fragmentos de plástico à escala nanométrica no cérebro humano. Pior ainda, a quantidade tem aumentado ao longo do tempo e um tipo particular de plástico parece ter tendência para se acumular no cérebro.